Joe Schmid Converted… But It Doesn’t Matter? The Live Debate
a tese
Live de quatro horas do canal Jay (streamer ateu de call-in) que reproduz o vídeo de conversão de Schmid e defende a tese "não importa": conversões e deconversões seriam manifestação de mentalidade de rebanho, e Schmid não apresentou informação nova que justifique a comoção.
aprofundar
não
Quatro horas de reação de baixo teor argumentativo e muita conversa paralela; o único ponto reaproveitável é a ligação entre a conversão e o debate anterior Schmid/O'Connor contra Dillahunty sobre testemunho, que já aparece melhor em outras fontes.
- Jay declara nunca ter ouvido falar de Schmid antes do embate dele e de Alex O’Connor com Matt Dillahunty sobre testemunho como evidência, e diz ter estranhado Alex e Schmid caçoarem de Dillahunty e distorcerem o que ele dizia.
- Sua leitura central: Schmid defendeu que “testemunho é evidência” justamente porque já havia se convertido e precisava validar o testemunho dos milagres; para Jay isso “se entrega”, já que o vídeo do debate foi só um ou dois meses antes do anúncio.
- Mantém que testemunho é a forma mais fraca de evidência, posição que atribui a Dillahunty e subscreve; acha “suspeito” o timing e diz que até um crente deveria reconhecer a suspeita.
- Irrita-se com Schmid abrir o vídeo ostentando o PhD de Princeton e depois passar vinte minutos só empilhando afirmações sem mostrar prova, e diz que adoraria colocá-lo no “banco quente”.
- Reproduz na íntegra o vídeo de conversão (a mesma sequência de argumentos: contingência, ajuste fino, harmonia psicofísica, e o bloco de milagres, Zeitoun, Fátima, Lourdes, Padre Pio, milagres eucarísticos, a conversa de quatro horas com Ethan Muse).
- A partir da metade abre call-ins: os debates giram em torno de ônus da prova, analogia do júri, se testemunho conta como evidência e o que faz de um evento um milagre, com trocas longas, ríspidas e repetitivas com vários interlocutores.
- O próprio formato (streamer que interrompe o tempo todo por causa de câmera, incenso, água, chat) dilui a discussão; pouco avança sobre a substância dos milagres, e o mérito filosófico fica raso.