Can New Catholic Converts Be Apologists?: The Joe Schmid Debate
a tese
Podcast católico feminino de tom leve ("digest semanal") comenta a conversão de Joe Schmid ao catolicismo e o debate sobre se convertidos recentes devem fazer apologética online, defendendo que a formação filosófica de Schmid o habilita apesar de novo na fé.
aprofundar
não
É conteúdo católico deliberadamente leve (elas mesmas o chamam assim), fofoca de internet católica sem substância exegética ou filosófica que renda ao Bruno; o único fio de interesse, a crítica ao proof-texting devocional, é tangencial e superficial.
- As apresentadoras Anna Sutton e Jen Spencer celebram a “reversão” de Joe Schmid (ex-agnóstico criado católico) e descrevem sua trajetória: apostasia na adolescência pelo problema do mal e retorno via argumento da ordem/ajuste fino da criação, o “primeiro dominó” numa conversa com Matt Fradd.
- Enquadram Schmid como revert, não convert, e observam que ele mesmo prevê não perder seguidores porque seu público também busca a verdade; comparam o caso a Jordan Peterson e citam o dito atribuído a Chesterton de que quem vive o bastante acaba ateu ou católico.
- O debate central: Dave the Python e o próprio Trent Horn (num programa com Gregory Pine) dizem que convertido novo deveria ficar fora da internet; Anna discorda com franqueza, argumentando que um doutorando em filosofia por Princeton falará com precisão e é mais qualificado que a maioria.
- Elas ponderam o risco de convertidos jovens e entusiasmados “soltarem heresia” sem querer em mariologia, pecado original ou Trindade, e por isso concordam com reserva para leigos, mas não para Schmid.
- Passam a Ethan (sobrenome incerto, dito “Nuse/Muse”), doutorando que cataloga milagres eucarísticos, marianos e de Padre Pio, e a milagres como Fátima e os estigmas como prova; tratam objeções céticas (histeria coletiva, demônio) como facilmente refutadas.
- Recomendam a Ignatius Catholic Study Bible (Scott Hahn) e comentários patrísticos contra o estudo bíblico “baseado em sentimento”.
- Criticam o podcast evangélico Girls Gone Bible (ex-atrizes de LA, grande audiência) como leitura devocional emotiva, versículo a versículo sem interpretação, e usam Jeremias 29:11 fora de contexto como exemplo de proof-text, citando Mike Schmitz.
- Discutem por que há poucas mulheres na apologética “hardcore” e muitos homens jovens convertendo, com uma digressão longa sobre traços de personalidade (Big Five, agradabilidade) e a rotina doméstica que empurraria mulheres a “conteúdo leve”.