¶1Olá, sejam todos bem-vindos a mais uma live deste canal. Essa é uma live aqui um pouco não planejada, mas eu gostaria de que vocês pudessem compartilhar aí com os seus amigos, com o pessoal da bolha, porque eh eu trouxe aqui a figura do nosso querido Carlos Alberto para conversar com a gente. Eh, eu vou já explicar porque que ele está aqui. Gostaria primeiro que inclusive se o próprio Carlos pudesse mandar nos grupos, né, de que nós fazemos parte, Carlos, no WhatsApp, isso vai ajudar. O Carlos já está aqui presente e nós iremos comentar, talvez não com o detalhe que eu gostaria de comentar, mas pelo menos com uma introdu como como numa introdução a as críticas que eu lançarei em um vídeo que eu pretendo lançar o mais breve possível.
¶2E aí a gente pode a gente pode já começar aqui com algumas objeções, né? Porque eu creio que o que o Thales fez é novamente grave, né? Na verdade, ultimamente o Tales só tem feito coisas potencialmente ruins para ele mesmo, né? Enfim, mas eu não vou comentar sobre isso agora. Eh, mas o é interessante o quanto o Thales ele se complica nessas respostas que ele vai dando.
¶3E conforme eu fui vendo assim a o vídeo dele, para mim ficou cada vez mais escancarado assim, que ele não faz a menor ideia do que tá falando em alguns pontos e que muito possivelmente o que ele fez foi pegar uma transcrição do meu vídeo, algumas coisas do meu vídeo, jogou em algum Aá e falou assim: "Ó, diz aí todas as contradições, erros e imprecisões dessa pessoa aí, porque não é possível, gente, que ele real assim, que ele realmente tenha pensado em alguma daquelas coisas que ele falou. Ou então pode até ser, né? Ele é tão, ele tá em um nível de bizarrço tão grande que é até capaz mesmo. Mas eh algumas estruturas desse roteiro dele so tão GPTzadas que eu quero compartilhar com vocês aqui em primeira mão. E eu trouxe aqui o Carlos Alberto, antes que alguém diga qualquer coisa, né?
¶4Ah, vai precisar chamar o Carlos Alberto para refutar o Thalis. Olha, não, a gente vai, eu vou fazer um vídeo à parte só com as minhas críticas ao conteúdo todo, mas eu julguei que era importante trazer o Carlos aqui hoje, principalmente porque o Thales começa de uma maneira super desonesta com o super envenenamento do poço, né? Ou seja, dentro daquelas falácias lógicas que a gente estuda, né? O envenenamento do poço é basicamente ele tentar fazer uma invalidação de antemão moral nossa, para depois se seguir tudo, né? e ele ainda tenta me equiparar o que que ele tá fazendo.
¶5Eu vou mostrar que existe uma distinção qualitativa gigantesca entre uma coisa e outra, né? Ou seja, ele mostra uma situação do Carlos Alberto e diz e e tenta meio que colar a minha imagem do Carlos Alberto para fazer parecer isso aí, né? Ah, não, olha aí, né? o tipo de pessoa, né, com quem a gente tá lidando e não sei o quê, para desmerecer o nosso trabalho. Assim, é impressionante a tentativa assim flagrante, insuportável, desonestíssima de envenenamento do poço, sabe?
¶6Ou seja, ele e ele já abre o vídeo quase com isso, assim, sabe? É, basta-se alguns, passam-se alguns minutos e ele já joga isso na tela. Assim, é impressionante o nível de desonestidade. E é por isso, principalmente, que eu trouxe o Carlos Alberto aqui, né, para ele poder falar. Obviamente é a coisa mais justa a se fazer, mas que já se adiante.
¶7A gente vai fazer sim algumas objeções e impressões iniciais desse vídeo, mas eu pretendo eu mesmo rebater com vários assim, mostrando vários problemas que eu vi na argumentação dele. Então, deixa eu começar saudando meu amigo Carlos Alberto que tá aqui. Carlos Alberto que está aqui. E aí, Carlos, tudo bem? Opa, será que ele tá aqui ou ele caiu?
¶8Carlos, se você acho que aqui tá mostrando para mim que o seu microfone tá mutado, tá? Eu não estou ouvindo você. Deixa enquanto enquanto o Carlos resolve o problema dele saudando aqui o pessoal. Opa, Gabriel, boa noite. GPT Thales.
¶9Exato. Aspirance Félix falou: "Salve, Maria". Davi falou: "Boa noite a todos". Boa noite ali aqui. Eh, boa noite, Mateus e Carlos.
¶10Que Deus os abençoe. Opa, o Carlos acho que voltou. E aí, Carlos, tá ouvindo a gente >> agora? Foi. >> É, pessoal, digam [limpando a garganta] aí para mim se o se vocês conseguem ouvir o Carlos.
¶11Daniel, boa noite. Saulo Cotos, boa noite. Já terá mogada no Muniz? Já, já. Vamos, já vamos adiantar aqui, né?
¶12Vamos adiantar. Pessoal, confirmem aí se vocês conseguem ouvir o Carlos. Eh, porque a gente já vai a gente já vai começar aqui a tratar do assunto, né? [roncando] E deixa eu só confirmar aqui, ainda ninguém falou sobre se estão conseguindo ouvir o Carlos. Um cara falou: "Salve, Maria".
¶13>> Eh, >> eu não sei se escutando. >> Eu tô Oi, Carlos. Eu tô escutando você sim. Quero só saber se o pessoal Ah, aqui falaram, dá para ouvir o Carlos. Muito bom.
¶14Dá, dá para te ouvir, sim. >> Eh, eu não sei o que que você pretende fazer, Carlos. Eu deixei aqui, eh, separado, ã, aqui o, o vídeo, né, caso você quisesse que a gente reagisse a ele, né, pelo menos essa parte que toca no seu nome, pelo menos, né? Mas eh o que que ou se você gostaria de comentar exatamente o o trecho que é o mais relevante. É eh aliás, mas antes deixa eu saber, você viu o vídeo, Carlos, que que você achou aí em geral, suas impressões iniciais?
¶15>> Eh, eu acho que minhas impressões iniciais é que é um vídeo claramente feito, eu acho, tá? Imagino chat GPT, porque eh ele não lida com os termos técnicos, ele não sabe, por exemplo, o que é uma condição explicativa dentro do dentro de um contexto contexto escolas coisas que ele deveria saber, ele deveria saber objetar, né, se ele fosse um bom oponente, mas ele recorre a argumentos que peticionam muitas vezes. >> Uhum. Eh, e, eh, diz depois do vídeo do Fugirita, que foi um vídeo muito esclarecedor, porque falou de da posição Lugo suaresiana, que é a posição que fala que existe revelação eh formal, implícita e explícita, que existe uma revelação virtual, que é justamente aquela onde há uma premissa de razão, etc. Depois do fugita ter feito todas essas distinções, ele quer agora fazer de forma retroativa o seu ou o vídeo que ele construiu, eh, dotar esse vídeo dessas características muito específicas e de definição mesmo de conceitos.
¶16Na verdade, o vídeo dele não define bem. É um vídeo que, na verdade, tá cheio de confusão. Ele usa termos ambíguos, né, como o Fujito já disse antes, como, por exemplo, meio cognoscitivo, coisas assim. Então, é engraçado essa essa estratégia dele de tentar de forma retroativa agora projetar no próprio vídeo os esclarecimentos que o próprio Fugita fez, né? >> Sim.
¶17É, e eu acho que tem assim um sabor meio de chat GPT, porque tem algumas coisas que ele fala assim: "Olha, o Fujita entrou em contradição aqui, porque aqui ele fala que ah, esse esse vídeo não prova nada e depois ele fala imediatamente depois, no máximo provaria que o protestantismo está errado". Aí eu fiquei assim, gente, mas isso é uma coisa assim da coloquialidade mesmo. Você fala assim: "Ah, isso não prova nada. No máximo provareia isso. Você qualifica logo depois, justamente porque no discurso a gente fala assim, a gente fala: "Olha, isso aqui prova nada, quase nada, no máximo provaria aquilo, né?" Ou seja, ele não consegue sequer se atentar para essas questões retóricas, né?
¶18Que aqui realmente é é um mero artifício da fala e e tenta utilizar isso como uma contradição, como um problema ilícista numa série de coisas em que eu me contradisse, né? supostamente que não faz o menor sentido. Tem isso, tem tem outras coisas que eu eu suspeito assim da desonestidade aberta, né, assim, escancarada, porque tem um trecho em que ele fala assim: "Ai, o Fujita não sabe o básico porque um autor da escolástica começa falando uma posição para depois refutá-la e considera a posição do Vasciscano e a do ah do Vega como se fosse a do próprio Soares. E quem assiste ao meu vídeo vê que eu digo em mais de um momento que o Soares discorda deles, que ele está apenas reproduzindo. Eu digo os argumentos apresentados pelo Suáes, mas que ele discorda parcialmente.
¶19Eu digo pelo menos isso, né? Porque assim, no final das contas, o Suáes não concorda que um dado eh que que na verdade uma conclusão que se chega, né, por causa da da que de algo que está virtualmente contido na na revelação, que isso possa ser criado com fé divina. E ele acha, ele seramente acha que eu depois de ter dito isso, estaria me contradizendo logo depois quando o Suares apresenta as posições contrárias a ele, sabe? Não faz o menor sentido. Parece justamente quando você pega o o o inteligência artificial para analisar uma um discurso e ela fica citando essas micro eh que não são nem contradições, né?
¶20Essas micro sei lá, contrariedades de um discurso que vai se desenvolvendo a partir disso, né? Ou seja, é é bizarro assim, é literalmente você vê assim, ouvi o que eu falei e ver que não, eu não atribuí aquelas posições como se fosse do Soares. Eu digo: "Olha, o Soares apresenta argumentos desses autores que fortalecem a nossa posição". Sim. Ó, ou uma das rotas escapatórias, não a única, mas uma das rotas escapatórias, a crítica do Thales, mas que não é a posição dele, porque o Soares discorda, né?
¶21Então assim, é bizarro ver isso, o Thesales cometendo esse tipo de coisa, sabe? Porque aí passa da imprecisão, né? Passa da imprecisão. É, é realmente, eu acho suspeito aí da desonestidade deliberada. O que que você acha, Carlos?
¶22>> Na verdade, a desonestidade deliberada tava bem eh bem evidente desde o começo, né? quando a gente eh, por exemplo, quando ele falou que se negava a debater, porque o padre falou que ele tinha que discutir coisas como por é como por exemplo o objeto distributivo da fé, o objeto formal da fé e coisas e coisas que não tm nada a ver com o assunto, né? A questão sempre foi desde os primeiros, desde os primeiros manuais de teologia dogmática, quando a gente pega, por exemplo, um Tomás de Charmes, que é um franciscano esotista, ele é um dos pioneiros análise dogmáticas, a questão sempre foi eh localizada dentro do objeto material, ou seja, [limpando a garganta] >> Uhum. quando ele diz que o diretor espiritual dele, por exemplo, teria eh o proibido de debater, porque é um assunto que envolve objeto formal, objeto distributivo, hã, eu duvido que ele, eu duvido que ele saiba, ele saiba o que é isso, né? Mas vamos lá.
¶23>> Sim. >> E aí ele fala de objeto formal, né? Ah, isso fica muito evidente, eh, que ele não faz a menor, já não fazia aquela época a menor ideia do que do que tava estava debatendo, né? Porque qualquer pessoa mais ou menos eh treinada nesse assunto sabe que é um assunto atinente, sempre foi a questão o há questões de teologia de objeto material da fé. Então, desde o começo isso fica muito evidente.
¶24>> É porque para quem não tá entendendo, o Thesales falou no vídeo dele que olha, o fugir terrou até qual que é o assunto principal do debate, porque ele tá falando aqui que é o que que é o objeto material, sendo que na verdade é principalmente o objeto formal. E ele até define correto depois, ô misericórdia, santa. É, é preciso explicar que, porque ele diz assim, né? Não, porque o a tese principal, o problema principal é que a gente tá discutindo justamente o motivo pelo qual se crê, né? É lógico e evidente que a gente tá discutindo isso, Thises.
¶25É verdade que você tá falando, é verdade. Só que a grande questão é que o objeto que vai ser crio, ele vai ser derivado de alguma forma, certo? E a gente tá vendo se a forma com a qual a pessoa chega, ela entra em contato é por simplesmente ela assimilar o que é aquilo que é proposto claramente para ela ou se ela tem que fazer alguma operação mental. Aí no caso daquilo que é implícito, se a gente tá falando apenas de uma distinção raciocinante, como é por exemplo o caso que a gente diz, né, de Cristo ser homem, logo a gente vê animal racional, logo aquilo ali já está formalmente implícito, isso é uma coisa. Agora, se a gente tem uma implicitude virtual já é outra coisa.
¶26Isso qual se chega está dentro do quê? Do objeto formal? Não, do objeto material, que é aquilo que vai ser crido. Sim, Tales. É esse o ponto que a gente tá discutindo.
¶27E ele e ele coloca, ele lista isso como uma crítica. E eu simplesmente não acredito, gente, mas o Tal está eh lançou esse vídeo, estudou supostamente a ele, né, há há bastante tempo e não e usou isso novamente como crítica. Ele ainda até agora não entendeu sobre o que é o debate, sabe? Ele ainda não entendeu. Ó, o pessoal perguntando que objeto formal é esse?
¶28[risadas] Muito bom. Muito, muito bom. [risadas] Tá, a gente tem tanta texto que bugou o GPT. Pois é. Ai, ai, ai, ai, ai.
¶29Mas enfim, como o Carlos falou, é isso, né? E, na verdade tem muita desonestidade nesse vídeo, do começo do vídeo ao fim do vídeo, né, aos apelidinhos de deboche, né, a o jeitinho dele ali de falar da gente e tal. Tudo aquilo ali é uma grande falácia, né, desde o envenenamento do poço que ele fez com você, até a maneira de abordar o assunto, eh, a fazendo a retrospectiva do que ele fez ali, né? Então assim, é literalmente uma pessoa que tá tentando pagar de entendido, porque assim, ele ele fala: "Ah, não, e outra coisa, né? Só que acho que teve uma coisa que ele não conseguiu sustentar.
¶30Isso aí que teve uma coisa que eu acho que ele não conseguiu sustentar, porque eu falei assim para ele, né? Eh, ah, eu eu falei assim no [risadas] momento do vídeo, né? O Thales com certeza ele não leu Marinola, né? Agora uma pessoa que tivesse lido Marinçola na minha, eu se tiver me colocando no lugar do Thales, né? Eu falarei: "Não, eu li o Marinçola, assim, eu conheço, conheço ali a o livro dele sobre a o desenvolvimento do dogma", né?
¶31Homogêneo do dogma. Eu já li falaria aluma coisa assim: "O fugita não poderia falar sobre o que eu não li, né?" Não, mas no lugar disso o que ele faz é um tuquokui, né? Ele ele fala assim: "Olha, não, pera aí, é, o Fujita tá falando que eu não conheço Marizola, mas o Fujita também não leu lá os autores protestantes que ele tá falando e ele tá tentando equiparar as duas coisas, sabe? Ele tá tentando aqui parar porque no caso dos autores protestantes, eu não precisava saber de fato todo tudo aquilo, no conhecer o autor, a obra, qualquer coisa assim. Eu só preciso saber se aquela alternativa que eu dou para o texto que está colocado em questão, que não foi um texto trazido por ele, eu trouxe apenas para, né, para eh para o bem do debate, né, para tentar ilustrar o que o Thales estava falando.
¶32Eu só precisaria ver se aquelas palavras que estão lá na no sentido expresso, que elas já se manifestam naquele contexto, sem saber muito mais sobre o autor ou sobre a obra, se o o texto já dá condição de explicar, porque aí explicações semelhantes já são conformadas à luz da explicação que eu estava dando, né, que é no caso é a do Gaetano Féli ou a do Vasques ou a do Vega ou a do Cano ou até de alguns outros jesuítas que a gente poderia citar ou de sei lá, o Carlos deve conhecer vários outros inclusive que a gente poderia mencionar que tem a mesma posição. Então assim, ele pensa que ele não conhecer o Mar Insola, que é a base da crítica dele, é a mesma coisa de eu não ter procurado aqueles exemplos suscintos que eu trouxe, só para mostrar que a tese minha que eu estudei do Gaetano Féliice funciona, né? Se ele quisesse me atacar, seria de se eu não tivesse conhecimento do Gaetano Féliice, se eu tivesse mostrado qualquer imperícia na exposição dele, que é o autor que eu estou usando principalmente para rebatê-lo. Então é é bizarro, tipo o tipo de coisa que ele tenta equiparar assim, sabe? É sim.
¶33E e pior, para piorar tudo, eh, dentro desse debate que, por exemplo, acontece entre os suaresianos, os escotistas e o próprio Marençola, o que é pior? O que é pior de tudo é que o Marenzola ele dá muita relevância à revelação formal, sabia, Tales? Se você sabe ver que o Marinçola rejeita a posição suaresiana, ele rejeita a posição do Lugo, ele rejeita a posição eh dos antigos tomistas, como são e ele dá uma relevância à revelação virtual, justamente para explicar, por exemplo, a evolução do dogma. Então, e é interessante isso porque quando você desloca os argumentos do marinola, entre aspas, entre aspas para fazer um argumento para compor para compor um argumento protestante de alguma maneira, você mal entende que os pressupostos que você tá utilizando, na verdade, tendem a posição virtualista, entre aspas, que é justamente a posição do cano, Vega, Ves, eh, Platel, Féli e tantos outros. Ah, ele não percebe que ele é muito, que ele tá, na verdade, puxando princípios que são muito mais próximos desses autores do que dos autores que supostamente concordariam com ele, por exemplo, Soares e o próprio Lugo.
¶34Então, é muito eh constrangedor, porque o Marenola fala fala eh claramente de uma eh virtualidade física e eh metafísica, etc. Hã, é claro que eu não tô dizendo que o virtualismo do Marinçola é idêntico a a dos autores jesuítas, né, ou dos autorescotistas. ele desenvolve, ele tenta desenvolver de certa forma uma solução original, mas mesmo assim ele se distancia claramente da posição de Soares. Isso é isso é claro, muito claro. E quando você puxa os seus princípios para compor um argumento a partir do Marinzola, que é na verdade contra a tese do suaresiana e também do Lugo, você não percebe sequer os pressupostos, se quer sequer percebe, por exemplo, as consequências do que você tá dizendo.
¶35Isso é novamente engraçado. >> Uhum. Não, e tem outra coisa também, né, que ele não percebe. Ele não percebe que assim, talvez ele não tenha captado que eu ter citado o Soares também é um apoio pro protestantismo. Por quê?
¶36No que em que sentido, né? pelo menos quanto à defesa do ataque que ele está fazendo. Porque a partir do momento em que eu digo que o Sua, que verdades formalmente implícitas podem ser cridas com fé divina, a parte de uma definição magisterial, eu estou concedendo que raciocínios feitos a partir disso possam ser crié divina também. O Thales estava dizendo agora, né, que não, o principal problema é ser um silogismo composto, ou seja, um silogismo que mescle então eh uma premissa que seja revelada e uma premissa material. Mas voltem ao vídeo original do Thales para você ver, para vocês verem como ele define juízo privado, como eles fala que aquilo se refere, né, que os protestantes eles estão se baseando em consequência, em boa necessária consequência e tal.
¶37E essa expressão boa e necessária, olha só que coisa curiosa, na verdade, né? Tava até falando pro pro Carlos antes, essa expressão boa e necessária consequência, ela é utilizada, já que a gente tá falando de protestantismo, na confissão de Westminster, tá? E ela significa toda e qualquer inferência válida a partir da escritura. E esse é um termo que se vale da estrutura silogística que você vai encontrar na escolástica medieval, apesar de ela, essa estrutura eh ter sido lá no século X7 meio que cunhada meio que para isso, tá bom? Então, eh você viia, por exemplo, os escolares falando sobre boa consequência, dizendo que seria uma consequência válida.
¶38E existe toda uma teoria a respeito disso na escolástica que o Thalis com certeza desconhece. Ou seja, existe, por exemplo, o material e o formal disso. Por exemplo, os termos categoremáticos são os termos materiais para isso. Os termos sincategoremáticos, eles já estão agora dentro do formal disso, porque são os termos que organizam a negação, a consequência, né? Ou seja, os termos de inferência lógica, que inclusive a gente menciona lá no curso A formação da Opinião.
¶39Então, assim, quando a gente tá falando de boa e necessária consequência, estamos falando de todos os mecanismos logísticos, sim, que poderiam ser utilizados. Por exemplo, duas premissas reveladas, uma maior revelada e uma menor revelada, uma maior não revelada e uma menor revelada. Tudo isso é discutido na escolástica. Tudo isso é discutido na escolástica. Agora, eh, o, o, o Thales, ele fica vai dizer: "Não, eu só estou falando de silogismo eh misto".
¶40É claro e evidente que ele menciona o filogismo misto no seu antigo vídeo, mas é totalmente extraível da primeira tese que ele tá defendendo ali, que ele está tratando sim, de maneira positiva, de maneira declarada, sim, sobre casos inferenciais, porque se a o homem está participando nesse silogismo, logo ele está contaminando a conclusão com algo humano. Eu vou até eh mostrar alguns exemplos disso, ó. Eh, eu tenho aqui uma um transcritor da das primeiras falas do Esse aqui é o do atual vídeo dele, né? Ã, aqui a gente tá falando a é esse aqui, ó. Deixa eu colocar aqui, ó.
¶41Necessária, necessária consequência. Olha só. Eh, aqui falou, vamos ver alguns trechos em que ele fala isso, mas a gente pode pegar mais depois. Vamos ver aqui, ó. O primeiro seria negar que qualquer elemento humano entra quando se faz um juízo privado.
¶42Ele entra no motivo de assentimento. Mas isso é manifestamente falso. O caso da chamada boa e necessária consequência torna-se evidente. Se uma conclusão é obtida por meio de um raciocínio, então a premissa menor do silogismo funciona como um meio cognitivo para se alcançar a conclusão. >> Olha, olha só, vejam aqui que ele diz, ó.
¶43Se uma conclusão é obtida por meio de um raciocínio, então a premissa menor do silogismo funciona como um meio cognitivo para se alcançar a conclusão. Perceba que aqui o problema não é apenas haver uma premissa que é natural, que é de razão. O problema é ser uma estrutura silogística de raciocínio pro Thales no primeiro vídeo dele. Olha só como ele continua dizendo. >> Se ela funciona como meio cognitivo, então participa do motivo pelo qual se presta sentimento.
¶44Se ela funciona como meio cognitivo, então participa do motivo pelo qual se presta assentimento. Ã, aí ele [risadas] continua protestante, talvez, ó, >> protestante, talvez. >> Aí assim, eh, eh, tem tem vários trechos assim, ou seja, ele coloca o problema aí, entendeu? E coloca um problema aí, ou seja, no mínimo a linguagem dele é ambígua. No mínimo a linguagem dele é ambígua.
¶45Entende? Você quer falar alguma coisa, Carlos? Opa, não sei se eu tô conseguindo ouvir mais você, Carlos, aí. Pois é, né? Por exemplo, nessa na primeiro no no primeiro parágrafo que você leu, ele ele mostra como a razão ela pode ser, por exemplo, uma espécie de meio cognitivo eh para se para para você alcançar uma conclusão.
¶46Isso não é tão diferente do que a posição do Gaetão no Félice. Hum. não é tão diferente, não é muito diferente disso. Eh, então ele é muito ambíguo. Eh, eu queria também mostrar um negócio, fugita, não sei se tá aparecendo aí para você, que é, a meu ver, que condensa, a meu ver, toda atrapalhada do Thalis, né?
¶47>> Eu vou eu vou já projetar aqui na tela. Deixa eu só mostrar aqui um outro trecho em que isso aqui fica evidente mais para frente no vídeo quando ele fala o seguinte: "Olha só, >> a dificuldade aparece quando a gente leva isso para os artigos de fé já recebidos como revelação." O argumento católico contra o juízo privado não nega o papel da razão na busca da verdadeira religião. Ele nega apenas que a razão humana possa constituir o motivo formal do assentimento aos artigos de fé. Outra objeção é que o católico ele precisaria ler e interpretar, por exemplo, concílios ecumênicos. ele não estaria fazendo o mesmo do que o protestante faz com as escrituras.
¶48Há duas respostas. A primeira é notar que o peso do argumento contra o protestantismo recai sobretudo sobre os casos em que se pretende estabelecer um artigo de fé por boa e necessária consequência. Ou seja, boa e necessária consequência não é só silogismo misto. Boa e necessária consequência não é só silogismo que tem uma revelada e uma de razão. Olha como ele continua aqui.
¶49>> Ora a interpreta >> então se bem que aí volta pro do que ele tava falando. Ou seja, é claro que nós todo mundo reconhece que a razão vai participar em algum momento disso. Ele até fala isso aqui em algum momento lá que eu vi lá atrás, mas o ponto é que ele tá ao mesmo tempo permitindo que a gente interprete sim que desse primeiro vídeo o problema é ter silogismo. Se tem silogismo é um problema. Mas o o acho que o Carlos vai mostrar algo até que que eh que reforça aí.
¶50Você quer que eu projete a sua tela, Carlos? É isso. >> Pode pode projetar. >> Tá >> ali do lado. >> Tá aí.
¶51Ponto. Esse é o argumento dele contra o argumento irrefutável, etc. Contra os protestantes. Ele coloca ali como premissa maior. Veja o nível de amadorismo do sujeito.
¶52Olha só. [risadas] Tudo que serve como meio cognitivo. Que meio cognitivo, criatura? >> [risadas] >> eh pelo qual o intelecto chega a uma conclusão, participa de algum modo do motivo pelo qual se presta assentimento a essa conclusão. E aí ele continua.
¶53No caso, aí ele vai invocar boa e necessária consequência. A premissa menor dos silogismos eh serve como meio cognitivo pelo qual o Interacto chega à conclusão. Bom, aí nós temos um grande problema. Por quê? O Thalis, ele apareceu eh no último vídeo dizendo que ele na verdade é um seguidor adído de Soares, né?
¶54É um suaresiano, gosta das posições jesuítas e etc. Mas o que ele não entende é que o próprio Soares concede, não sei se você, não sei se você sabe, Tales, o próprio Soares concede que há uma boa e necessária consequência se as duas premissas, a maior e a menor, forem eh formalmente reveladas. Por exemplo, você você pode ter, como dar o exemplo de Tomas de Charmes, você pode crer que há uma pronissa maior que é explicitamente revelada e uma e uma menor que é somente implicitamente revelada. E dali, por boa e necessária consequência, você consegue assentir a essa conclusão. Hum.
¶55Então, a o nível do amadorismo é isso. Eu não percebi que esse tipo de formulação tosca, na verdade, é uma posição até antisuaresiana, nem como suaresiano presta, né? Então, eh, veja, Tales, Lugo, Soares e tantos outros jesuítas que seguiram, Soares Lusitano, eh, Loçada e tantos outros. boa e necessária consequência, como Mateus falou, tem a ver com a cogística aristotélica, né, que é basicamente a relação lógica pelo qual uma conclusão segue das premissas, né, >> entre o antecedente e um consequente relação disso, né? >> Exato.
¶56Exato. Então, boa e necessária consequência, basicamente a inferência válida em que a conclusão está contida de alguma forma nas premícias. Ah, e aí ele acha que isso é um elemento exclusivo dos protestantes, não é? O próprio Soares admite, o Logo admite na sua no seu defed uma boa e necessária consequência com premissa maior, menor. Em conclusão, desde que as duas premissas sejam formalmente eh reveladas, mas eh isso mostra como ele não tem preparo algum, né?
¶57Porque eh parece que de fato tem chattástico escreveria como meio cognitivo tudo aquilo que serve como meio cognitivo pelo qual o intelecto chega a uma a uma conclusão, participa. Bom, primeiro o escolástico iria dizer que isso é impareciso porque é falso que existe tudo aquilo, entre aspas, que serve como meio cognitivo pelo qual o intelecto chega a uma con eh alguma conclusão, né? Eh, nós temos as três operações do intelecto. Eh, então existe meios cognitivos, entre aspas, como os juízos, né? Eh, tem a composição, a divisão, etc.
¶58que sim, de alguma forma condicionam a a conclusão que o intelecto de alguma de alguma forma presta. Mas esse termo, meio cognitivo, é um termo ambíguo, porque você não sabe qual o meio cognitivo que ele tá tratando aqui. O segundo ponto da premissa menor, já dissemos, isso é uma premissa que exclui até exclui até a posição suaresiana, porque na posição suaresiana há casos de boa e necessária consequência. Eh, então na conclusão ele fala, eh, logo no caso da boa e necessária consequência, a premissa menor participa de algum modo do motivo pelo qual se presta sentimento à conclusão. Isso é uma posição, isso, isso é tão genérico, esse silogismo é tão genérico, você consegue encaixar tudo.
¶59você consegue encaixar basicamente a posição de Soares, você consegue encaixar a posição de de do próprio Marinçola, eh, do dos dos virtualistas, né, como por exemplo o Gaetano Féliice e tantos outros. Então, isso mostra o quê? Que ele não tem domínio técnico, só isso. Mostra que ele não conhece os termos, né? >> Sim.
¶60Tem tem uma pessoa que fez um comentário aqui, o Mateus, ó, às vezes pensa que o Thales é um gênio que tá tentando descolar umas aulas gratuitas do Fugita sem precisar pagar. O miserável é um gênio. Ô, mas é porque aí aí ele vem aqui com esse com esses vídeos e olha olha só o tipo de coisa. O Carlos falou agora sobre isso e me veio aqui na na cabeça uma um uma coisa que para mim parece também, olha só o quão o quão GPT isso aqui parece, porque olha só os termos que ele usa aqui, né? Parece aquelas palavras meio genéricas e vagas que o CPT usa, né?
¶61Que ele diz assim: "Cadê? Eh, olha só o que ele fala aqui nesse trecho." Vou até perguntar a opinião do Carlos sobre isso daqui. Acho que é aqui. Aqui. Vamos ver.
¶62Vamos ver >> agora. A terceira grande concessão ocorre no minuto 3114 até 3143, né? Ele diz: "Não pertenç ao objeto da fé sem a proposição da igreja". Ele declara isso, tá? Esse trecho aqui não.
¶63Acho que é esse aqui, ó. É esse trecho aqui. >> Aos 35 minutos, até 36,5 mais ou menos, ele vai para a solução escotista. Diz que a razão ela pode ser utilizada de dois modos: para inferir e para explicar. Segundo a solução por ele adotada, nas conclusões virtuais, a razão não seria fundamento da conclusão, só que apenas uma condição, né, de explicação ali explicativa.
¶64Essa distinção, ela em abstrato, ela é legítima. A questão é saber em qual dos dois casos se encontra o silogismo concreto. Em 3. >> Olha só, Carlos, vamos, deixa eu reler isso aqui. Segundo a solução por ele adotada, nas conclusões virtuais, a razão não seria o fundamento da conclusão, só que apenas uma condição da explicação da de explicação, né, explicativa.
¶65Eh, explicativa, ela em abstrato ela é legítima. Isso aqui me soa um chat GPT gigantesco. A questão é saber em qual dos dois casos se encontra o silogismo concreto. Ô Carlos, me explica aí o o me explica aí o silogismo concreto, Carlos. [risadas] >> Eh, a questão, vamos lá, a questão novamente é falta de conhecimento técnico.
¶66Ele não conhece, por exemplo, o que significa se é condição de conhecimento ou razão formal de assentimento. São duas coisas diferentes, né? O que a passagem do Gaetano Félix e é o seguinte, você tem basicamente o meio pelo qual você conhece uma verdade, que é o medium Cu, né? Medium, o meio pelo qual >> Uhum. >> E você tem o o motivo pelo qual você assente a uma verdade, que é arácio formales, né?
¶67Ou seja, você tem um medium cool, que é o meio pelo qual eu alcanço uma verdade e o motivo é aquilo pelo qual eu assinto a uma a uma verdade. Essa é a distinção que que ele faz. Então, por exemplo, eh um, vamos vamos supor que um homem ele lê uma sentença de um juiz escrito em o papel, né? O papel é a condição para que ele conheça, ele a condição para que ele conheça a sentença. Mas o motivo pelo qual ele aceita a sentença não é o papel, é a autoridade do juiz.
¶68Olha que coisa interessante. O mesmo acontece dentro da posição do Gaetano Féliice. >> Uhum. O papel aqui poderia ser justamente a razão como um meio de condição explicativa e o motivo não seria idêntico ao meio pelo qual o motivo asente alguma verdade. Então, a a grande questão é que a revelação virtual, tal como dita pelo Gaetano Féliice, é que não é que há, por exemplo, um silogismo misto, né?
¶69Revelação, razão natural, logo conclusão teológica. Essa é a posição do Soares. A posição do Félice é revelação explícita e depois explicitação racional do conteúdo virtual. Então, a razão não causa a conclusão, ela apenas manifesta o que estava incluído. Isso não implica em nenhum tipo de inferência ou silogismo concreto.
¶70Então, eh, a razão pro Gaitano Féliice é aquilo que fundamenta, não é aquilo que fundamenta a verdade desconhecida, mas é aquilo que torna inteligível essa conexão, né? E o que e em relação ao conhecimento técnico, né? Eh, na na linguagem escolástica existe uma coisa que nós chamamos de meio cognocitivo e razão de assentimento. >> Uhum. >> Não sei se o Tit conhece essa distinção.
¶71Meio cognocitivo, médium cognocend e você tem a rácio a a aend, né? Então você você tem esses dois casos, o meio de conhecimento e a razão de sentimento não são duas coisas idênticas. Isso segundo a argumentação do Félix e de outros autores esotistas. Por quê? Porque a razão, ela é a condição para tornar o conteúdo revelado, conteúdo revelado, mas ela não é o motivo formal pelo qual o intelecto vai crer.
¶72E aí, eh, existe um argumento interessante de outros esotistas que o Thalis não leu e nem a nem as pessoas que prestam consultoria para ele e que possivelmente eh espero que recebam bem, né, com adicional insalubilidade. Ah, o que essas pessoas não perceberam é que, por exemplo, no argumento do Félixe, a premissa menor pode ser o meio pelo qual o intelecto cheio apreensão explícita explícita da conclusão, sem ser o motivo formal formal do assentimento. Porque como você mostrou no vídeo de resposta, o gaitano félix distingue entre a ordem da descoberta e a ordem do fundamento. Ou seja, na revelação virtual, o raciocínio não produz uma nova verdade, ele apenas explicita uma verdade já virtualmente contida, né? >> Então, a razão não participa do motivo, né?
¶73Ela apenas condiciona a manifestação daquilo como fundamento a a autoridade da autoridade divina de Deus como revelante. Ou seja, o Tes não entendeu o argumento do Gaetano no Félix porque ele não tem mecanismos eh conceituais, ele não conhece os conceitos, não, ele não conhece a disputa em torno desse tema. Enfim, >> então o que eu diria é o seguinte para explicar pro pessoal que tá ouvindo, né? Se Deus revelou assim que Cristo é verdadeiramente homem, é um verdadeiro homem, né? O Gaetano Félix está falando, olha, Deus está revelando aí o que está formalmente contido aí e tudo aquilo que flui necessariamente dessa verdade, porque senão Deus não estaria revelando com isso também eh que Cristo tem teria vontade, por exemplo, né?
¶74E essa foi a maneira de explicitação que foi feito em concílios da igreja contra o monoteelismo para dizer que de fato Cristo tinha vontade humana. Então ele tá dizendo: "Olha, e está conexa uma coisa com a outra". Quando a gente vai crer, essa premissa que fala o seguinte: "Olha, que todo homem tem vontade ou que se segue da natureza humana que a pessoa tem a vontade, ela é uma coisa que está simplesmente como como a analogia que eu falei, né? dando uma lupa naquilo que já está dito. Ou seja, se a gente tá dizendo que a natureza humana e que Cristo tem natureza humana, que ele é verdadeiramente homem, dá uma lupa aí no que nas coisas que implicam dizer que você tem, que implicam a partir de dizer que você tem natureza humana e você vai encontrar que a pessoa tem intelecto, que ela tem vontade, coisas constitutivas assim.
¶75Ou seja, é virtualmente contido, mas também estaria revelado para ele, né? Ou então, no mínimo, a gente diria que essa premissa de razão, ela, como o Carlos falou, cronologicamente, ela é adicionada ali para que a pessoa tenha condições de crer. Mas quando a gente pergunta por que que a pessoa creu que Cristo ela eh que Cristo tem vontade humana, o fundamento recai sobre a revelada, né? Ou seja, ele vai sempre recair sobre a revelada, porque é ela que está sendo ampliada pra gente descobrir aquela verdade. Agora, existem casos em que não, que você poderia fazer algo que não seja meramente explicativo.
¶76Daí nem o Gaetano Féli concordaria que a partir de uma de algo que está eh de algo de uma premissa natural que a gente poderia dizer que aquilo está dentro do depósito da fé, mas só que não é esse o caso aqui. Ou seja, pode-se ter ainda uma um desenvolvimento do dogma, seja protestante, né, aos moldes assim análogos ao do católico, porque esse tipo de coisa um protestante também pode fazer, ele também poderia enxergar dentro daquilo que está revelado aquilo que é necessariamente contido dentro daquilo que está revelado, né? e ele vai apenas ir explicitando e a razão funcionaria como novamente um instrumento, que é o que uma daquelas citações que eu li falou, ou seja, a a razão não está funcionando ali como um argumento ou motivo isolado ou o necessário para dizer que seria um mero assentimento teológico. Não, vai tá funcionando ali como um meio explicativo, como uma condição, como um instrumento, certo? Exato.
¶77>> Pois é, porque enfim, as as coisas não podem ser separadas nesse caso, né? Mas tem muita coisa aqui que eu queria comentar, Carlos. Olha só como eh logo mais para frente ele diz assim, né? Olha, olha só a pretensão do do Thales, né? Que é assim um é um menino, né?
¶78Acabou de começar e olha olha o tipo de coisa que ele fala. Olha só. Vamos lá. a opinião esotista, ele conseguiu provar no máximo aqui, a melhor das hipóteses e mais, né? Ele pode estar errado nisso, né?
¶79A gente viu aqui que ele parece ser um cara que se passa por algo que ele não é e se passa por um escolástico da era moderna, ele e o Carlos Alberto, né? >> Ou seja, olha, ele falou me atacar tudo bem, né? Que o pessoal já me ataca porque eu sou adventista, eu sou protestante, né? O Thales acha que eu que eu fjo o conhecimento, mas assim, [risadas] ele ele falou que você também se passa aqui junto comigo, Carlos, por um escolco da da época moderna, né? Agora ser um cara que se passa, mas não é.
¶80Seja ele e o Carlos Alberto, né? Não podem falar de mim à vontade, mas falar de um amigo meu assim na cara de pau, ah, eu não deixo passar não, eu não deixo passar não, porque o próprio porque assim, o o Thalis tem que se decidir. Ele ele sempre reconheceu que você tem conhecimento, Carlos, e que você de fato até na tier list dele lá colocou você lá em cima, né, do lado de um monte de gente que assim que eu desconfio que não tem tanto conhecimento quanto você. Agora ele tem que se decidir agora. Parece que porque ele ficou com raiva de mim, agora foi o inverso, né?
¶81Ele ele começa o vídeo falando mal de você, né, para para me contaminar junto e agora ele parece fazer o seguinte, o movimento contrário, né, reverso. Ele ficou com raiva de mim e aí tá descontando em você, né? Mas assim, quem que realmente se passa por algo que não é? É o Thales. É o Thales, gente, que quem em sã consciência com pouco tempo de convertido, vai disputar a fé que nem conhece direito, sabe?
¶82É impressionante. Impressionante. Mas, mas, mas enfim, deixa deixa só mostrar uma coisa curiosa aqui, ó. Porque ele continua, olha o que ele vai dizer, Alberto, né? Eh, a gente está mostrando aqui a incapacidade desse sujeito.
¶83Até isso ele pode estar errado. Eu não vou botar a mão no fogo porque eu também não fui atrás da posição escotista e saber exatamente o que eles defendem, o que eles defendem. Mas na melhor das hipóteses aqui, o que ele conseguiu provar, gente? O que ele precisa ainda provar que não foi provado? opinião esotista verdadeira contra Soares e Lugo.
¶84O autor protestante realmente adota a mesma estrutura metafísica dessa escola. >> Isso aqui parece muito também aquelas coisas que o chat de PT vai listando assim, né, que ele até começa a ler aqui meio desconexamente, né? E >> existe um novo ato imediato de fé distinta no processo demonstrativo que o protestante possui fé infusa segundo o mesmo conceito católico e sua conclusão foi objetivamente demonstrada e não apenas julgada necessária por uma interpretação falível. A simples possibilidade. >> Então olha só que coisa, né?
¶85Ele acha que a opinião esotista ela ela foi colocada apenas como uma possibilidade, né, e não demonstrada contra o Soares e o Lugo. Veja, se eu demonstrei a posição escotista, no caso ali nas palavras do Gaetano Féliice, e essa posição ela está diametralmente oposta a que você não conceda o status de se crer com fé divina a algo que é derivado por uma premissa revelada e uma premissa de razão explicativa, então você não pode ao mesmo tempo crer na doutrina do Soares e do Lugo. As duas coisas elas não são elas não podem ser ditas juntas. Então eu não apenas mostrei que são um ponto disputado. Se o Gaetano Félix estiver correto, não se segue o que o Thales também acredita, apesar de ele estar tentando meio que parasitar agora o Suares pro lado dele, que ele nem poderia fazê-lo, né?
¶86Que ele nem poderia fazê-lo. E até porque assim, ele fala assim que não foi demonstrado, né? Que o protestante possui fé infusa segundo o mesmo conceito católico. O que é engraçado, eu eu pretendo fazer um vídeo ainda, gente, compilando tudo isso em um vídeo só, tá? que eu quero mostrar essa citação do Soares, admitindo que um protestante batizado na igreja que cresce na fé protestante, ele pode crescer e ainda ter o hábito da fé.
¶87Ele mantém a fé, ele mantém a virtude. Mesmo sendo um protestante, ele chama inclusive de herege, né? mesmo sendo o herege, que ele falou que que não só e ele diz que não é só pelos casos de ignorância invencível, que pode inclusive acumular muitas informações sobre a fé de maneira eh que são errôneas, que são contrárias a a a que são contrárias ao sentido correto, que pode, inclusive, ele fala assim, ter amor à sua própria seita. O Soares fala assim, e ainda assim ter o hábito da fé. Ora, o que que o hábito na fé faz com que a pessoa que ela se incline a crer as verdades de fé?
¶88É isso que um hábito da fé faz, porque é o hábito no sentido aristotélico de uma disposição que a pessoa tem, um hábito intelectual, um hábito da vontade, enfim, a pessoa tem um hábito a agora se inclinar a crer, né, a sentir com as verdades de fé. Então assim, por onde quer que a gente olhe, isso aqui é complicado, né? Você quer comentar alguma coisa, Carlos? Eh, sim. Então, concordo com você que eh ele tá parasitando Soá de uma forma indevida, porque como nós vimos na própria formulação dele do argumento, na própria formulação dele do argumento, a posição de Suares é excluída, porque ele acha que quando há uma boa, a quando há uma boa e necessária consequência, você tem ali uma mistura se você teria um silogismo misto.
¶89E isso não é o caso para Soares, muito menos pro Lugo, que admitem, por exemplo, de forma silogística, a possibilidade eh de de obtenção de conclusões de fé, assim, ou seja, com premissas eh for formalmente reveladas, né? Ah, então ele parasita Soares de uma forma equivocada e só com Soares e a gente já poderia já poderia de alguma forma mostrar que ele tá completamente enganado, né? Ele até citou Soares, pegou uma citação de Soares do nada assim e postou, falou que o Soares era o melhor escolástico de todos os tempos. Ele tem razão, é mesmo. Mas a o que é engraçado da citação é que ela não o ajuda.
¶90Pelo contrário, pelo contrário, é uma é uma uma situação que o atrapalhe muito, né? Que na verdade ventila que ele não conhece de fato a posição suaresiana, não conhece. Uhum. Não, inclusive, pode continuar, perdão. >> Não, é só isso mesmo.
¶91>> É, eu ia procurar aqui pra gente ouvir esse trecho dele falando também, porque eu queria comentar uma coisa que eu achei engraçada aqui, eh, que eu achei assim bem bem curiosa sobre isso que você tá falando, da de ele tentar puxar o Soá pro lado dele. Ah, deixa eu ver se eu consigo encontrar qual que era a palavra, uma palavra chave para ver se eu encontro esse texto, né? Eh, ah, uma coisa, uma coisa, eh, você provou sim a posição do Gaetano Félix. Você mostrou argumentos para essa posição. Ele não lidou com nenhum dos argumentos.
¶92Eh, então é falso, né? Porque primeiro ele ele acha que meio de conhecimento, meio cognocitivo no sentido escolástico mesmo da palavra, né? não sentido do Thales, né, que é o sentido ambíguo, etc. e meio de conhecimento, condição para o conhecimento, etc. Ah, isso não é o mesmo que inferir.
¶93Ou seja, é o Getan Felice, embora defenda uma espécie de virtualismo, porque admite que a revelação virtual também pode ser crida de fé por fé divina, ele não dá brechas para eh, por exemplo, a objeção de Soares de que haveria algo misto, né? Então, ah, você deu os argumentos para isso e eles simplesmente não foram respondidos, foram ignorados, na verdade. É, então eu tô tentando encontrar um trecho aqui. Eu tô tentando lembrar agora qual que é a palavra que ele usou, que aí me ajudaria a pegar aqui. Até a gente tava falando sobre OK, critérios de credibilidade, eh, juízo pessoal.
¶94Deixa eu só ver se eu encontro aqui, porque também tinha tinha a ver com essa questão do Soares aí, né? Mas enfim, acho que eu não vou encontrar agora aqui, mas eu eu queria queria muito ter ter lembrado aqui o que que era. Mas ó, a fé vi na autoridade divina e não na clareza da argumentação. Já não me per aqui. Deixa eu ver se é esse trecho aqui.
¶95>> Pratação de documento eclesiástico nem sempre está no mesmo plano e muitas vezes envolve >> Ah, não, pera aí, deixa eu ver aqui. Acho que é a palavra imprecisa, eu acho. Deixa eu ver se é esse trecho. Ou pô, a palavra caricatura que ele falou que eu fiz da da visão católica. Ele falou alguma coisa assim, ele diz assim que eu eu fiz uma caricatura da visão católica.
¶96Rácio, acho que é aqui, ó. Acho que é rácio, sinon. >> Ah, pior que eu não tô encontrando, mas enfim. Tem tem muita coisa aqui, na verdade, queria quero comentar ainda com com várias com vários detalhes ainda, muita coisa, mas o deixa eu o o que eu acho que o que a gente poderia, deixa eu ver aqui, pera aí, deixa eu primeiro ver uma pessoal tá falando aqui no chat. Pergunta no Gemini no vídeo do Thalis que ele mostra onde tá o assunto que você quer fugir.
¶97Não, pois é. Tava tava vendo aqui se eu conseguia encontrar que era ali no finalzinho. Eh, pessoal dizendo aqui, pior que parece chat GPT mesmo. Pergunto isso aí. Deixa eu ver aqui uma outra pergunta.
¶98Ah, não sei se não entendi o contexto dessa fala aqui. Deixa eu ver o que mais falar assim. Daqui a quatro, daqui a menos de 4 horas sairá outro roteiro finalizado do Thalis contra vocês. Pois é. Eh, aqui, ó, o que mantém Thales em batalha não é conhecimento, é a confiança absurda de que ele sempre tem razão.
¶99Não, nem sei se ele tem tanta confiança em algumas coisas aqui. Às vezes eu acho que ele tá só dobrando a aposta, né, em algumas coisas. Às vezes parece isso. Ah, mas enfim, deixa eu, deixa eu, deixa eu ver aqui. Ô, Carlos, você quer, acho que talvez seja um bom momento para explicar, né, sobre a questão do envenenamento do poço enquanto enquanto eu procuro aqui pra gente?
¶100Porque assim, gente, o Thales começa expondo uma situação eh pessoal e que assim pessoal, mas que se tornou que que na verdade um um chat meio de um grupo, né, que se tornou público depois, gerou toda uma controvérsia e para sujar um pouco a imagem do Carlos, né? Então, acho que o Carlos poderia comentar um pouco porque envolve a pessoa dele e eu achei muito desonesto o Thalas fazer isso assim, sabe? Eh, assim, a gente pode esperar literalmente qualquer coisa do Thales, né? Mas só prova o que a gente já esperava dele, né? >> Pois é.
¶101Então, em relação a esse ponto sobre eu ter plagiado ou não um autor, né? E ali ele faz, ele pega um recorte da live do Miorim. Vamos lá. O que aconteceu é que aquele, naquele dia eu seria sabatinado, né? Porque eh eu tinha uma brincadeira com o pessoal que eu fazia um certo grupo que era de sabatinar as pessoas sobre eh vários assuntos especialmente conectados à escolástica e assuntos que eu que eu particularmente domino.
¶102Eh, muita gente saiu chateada disso, muita gente saiu triste, muita gente saiu magda comigo, etc. Enfim. Ah, e nesse dia eu escolhi que eu seria o sabatinado e não o sabatinante, tá? O que aconteceu foi que ah, primeiro a sabatina seria não sobre filosofia analítica. Isso vocês podem conferir, quem tem acesso ao grupo do Fugita, pode conferir lá que a sabatina seria eh sobre 94 94 autores.
¶10394 autores, ah, entre eles padres apostólicos, [roncando] padres, padres gregos, padres latinos, alta idade média, a escolástica tardia, os os primeiros humanistas e renascentistas. E totalizando isso, dava 94 autores, ou seja, as pessoas me perguntariam sobre esses 94 autores. Só que eh na live do Miurim, não sei se por conta eh por sua própria conta ou por conta de alguém, ele começou a fazer fazer, na verdade uma sabatina sobre o escolástico, sobre filosofia analítica, perdão. E bem, a minha resposta foi a resposta mais sincera que eu poderia ter, que é basicamente dizer que eu não conheço a filosofia analítica. Seria eh uma coisa muito simples.
¶104Eu não conheço a filosofia analítica de forma profunda, tá? Conheço algumas coisas, mas não conheço de forma muito profunda. Então, eh, ficou esse vídeo da Sabatina, onde eu fui, entre aspas, encurralado. A questão é que a a sabatina não nunca seria sobre filosofia analítica, mas sim sobre autores como eh Origens, Hipólito de Roma, A Tertuliano, Ambrossioso de Milão, Gregório Gregório de Nissa, Epifânio de Salamina, depois passando, né, eh, São João da Maceno, eh, e outros autores como Pedro Lombardo, etc. até até o autores como Nicolau De Cuza e Pietro Pomponat, que são eh no caso Pietro Pomponas eh é da escola paduana, né, da escola de Pádua.
¶105Ele é um avroísta. Então foi isso, certo? Era uma sabatina sobre esses sobre esses autores, que é a minha especialidade, ou seja, conhecimento mais de filosofia clássica. Eu conheço os aristotélicos, os platônicos, a escolástica, a adversários claros da escolástica, em certa medida até um pouco de filosofia moderna. Então, seria isso.
¶106O ponto, é que na hora me fizeram perguntas que não eram atinentes ao que havia sido combinado, que eram perguntas sobre eh esses autores e não sobre filosofia analítica. Ponto. Agora sobre o a questão do pláio é o seguinte. O que aconteceu foi que num grupo informal e não numa universidade acadêmica, não numa pós-graduação, não TCC, numa eh eu joguei um argumento, na verdade, de um autor mexicano chamado Maurício Belchó. E eu achei o argumento dele muito bom.
¶107Eu peguei o argumento dele, adicionei coisas minhas, ou seja, adicionei coisas que eu achava pertinentes ao argumento e lancei no grupo. E lancei no grupo. Algumas pessoas perceberam que o argumento, partes dele, eh, na verdade eram de outro autor, a saber, o próprio Maurício Bechó. Pronto, estava aí a acusação de plá, certo? Você não deu os créditos, etc.
¶108etc, etc. Bom, primeiro, eh, o contexto que eu estava era completo, é um contexto de completa informalidade. Completa informalidade. Um grupo de WhatsApp onde você discute com pessoas que você não conhece, que não botam a cara, que não fazem, muitas vezes eh não estão na academia, etc, etc. E você vai lá, pega um argumento, pega o seu argumento, junta e coloca no grupo.
¶109Ah, e aí o que eu disse é que eh eu não fiz isso por maldade. Na verdade, eu fiz isso porque eu acreditava que que eu poderia contribuir com o argumento dele, que já era muito bom, sobre autores da filosofia analítica. Então, eh, eu fiz isso, mas mesmo entendendo esse contexto totalmente informal, que não me obrigaria necessariamente a dar a dar as fontes, porque eu não estou apresentando uma o meu mestrado, uma tese de doutorado, eu estou ou escrevendo um paper, eu só estou num grupo de WhatsApp. e só essa informalidade já apagaria completamente qualquer tipo de culpa. Porém, mesmo sabendo disso e sabendo que algumas pessoas ficaram decepcionadas, o que eu fiz foi pedir desculpas e morreu o assunto.
¶110Basicamente foi isso, ó. Ele pegou o argumento do Belchó, misturou com o argumento dele e jogou num grupo de WhatsApp. Mas que pessoa malvada, né? Então, foi basicamente isso, certo? Eh, eu acho que eh eu até agradeço o o Thalis por divulgar mais ainda, porque as pessoas agora vão ter eh vão escutar mais ainda a minha as minhas justificativas e ah vão entender o o meu papel ali, porque eu fiz aquilo, etc.
¶111Eu neguei, na verdade, né? Aparece lá no no vídeo. Ah, ele negou, ele negou. Bom, eu neguei porque apareceu um sujeito do nada afirmando que eu havia plageado e eu não recordava dessa passagem eh que eu fiz com Maurício Bechó. E obviamente, como eu não recordava, eu simplesmente falei: "Não plagiei, não plagei, não, eu neguei, de fato, neguei porque eh eu não me recordava do episódio até então que utilizariam contra mim.
¶112Então, foi por isso que eu liguei, não foi por maldade, foi por simplesmente não se lembrar desse episódio. Depois que eu lembrei, depois que me eh que me alertaram sobre, eu pedi desculpas. Olha, realmente eu fiz isso, pedi desculpas, mas eu acho que eh nada disso justifica ataque sobre a minha índole, sobre a minha competência. Eu já dei aula em várias universidades, eu já dei aula até em seminários, né? É coisa que o Thales nunca vai fazer, talvez.
¶113Eu nem sei se ele nem sei se ele terminou o ensino o ensino ensino médio. Eh, então, a a minha competência como escolástico, entre aspas, como alguém que é bastião da escolástica, eh, já está há muito tempo, há muito, muito tempo, estabelecida dentro, eh, de ambientes ambientes realmente relevantes que não são o Discord, tá? são universidades, são seminários e eu sou chamado para dar aula de tomismo e de várias outras coisas. Então, eh, eu não sei se o T sabe o que é isso. Imagino que, eh, não, imagino que ele só tem o diploma do ensino médio.
¶114Aqui eu não tô atacando as pessoas que só tm diploma do ensino médio, tá? Só tô dizendo que >> eh para você ter essas experiências, você precisa de alguma forma eh andar e progredir academicamente. Então é isso, essa é a minha resposta. Pode falar, fugita. Opa, perdão.
¶115Eu acho que o pessoal continua me ouvindo. Eu acho que eu acho que a minha minha câmera, quer dizer, a minha câmera travou aqui, mas vocês continuam me ouvindo ainda? >> E me ouviram? >> Não, acho que todo mundo ouvi você. Eu quero saber se me escuta.
¶116Você tá me escutando, Carlos? >> Sim. >> Tá. Não, pois é, desculpa. É que eu eu tava tava eu tava vendo aqui que o meu meu celular descarregou, que é o que funciona com a minha câmera aqui, ele vai já voltar a funcionar.
¶117Deixa só eu, deixa só eu posicioná-lo de volta aqui no lugarzinho dele. Mas então, gente, acho que ficou esclarecido, né? O que aconteceu, Carlos já explicou. É muito chato o Carlos ter que vir falar isso, né? Mas como o Thales foi baixo a esse ponto, né, de pega toda e qualquer coisa da pessoa, eh, para criticá-la, né, infelizmente a gente tem que vir a público para poder mostrar o como as coisas como são, né?
¶118Aí o Carlos teve a chance de se explicar. quiserem, enfim, acreditar assim que ficar questionando a índole a índole do Cardes, do Carlos, inclusive depois de ele ter feito, né, uma live para se explicar comigo mesmo, né, e eu objetando as coisas que o Carlos falava, ele já acho que ele já se explicou bastante, reconheceu as coisas que aconteceram na época e explicou o contexto de tudo. Então, não sei porque o Thales achou que isso seria de fato uma coisa justa e digna, né, de fazer, justamente quando o problema eh, no caso, entre aspas, né, seria eu, né, ou seja, ele teria que est debatendo comigo e não falando mal de um amigo meu, né? Eu acho que é porque ele ficou opa, acho que voltou a minha câmera aqui. Pera lá.
¶119Eu acho que é porque ele ficou chateado, né, com o Carlos postando aquele meme, né, Carlos, todos os dias. Você se lembra disso? Aham. >> Sim, sim. Inclusive, inclusive ele deu um chilique, né?
¶120Ele deu um chilique, ficou super nervoso comigo, mandou mensagens mal criadas para mim. Ai, ai, ai, hein? Vou contar pro seu diretor espiritual. [risadas] Eh, mandou essas mensagens. >> Ai, ai.
¶121>> Eh, e, e vale lembrar, pessoal, que antes dessa terra com Thales, ele era meu aluno, tá? Meu aluno, assim, por um mês, eu acho, né? [roncando] Eh, e ele se arreganhava para mim no seu canal. Queria porque queria que eu participasse. Há lives onde ele fala isso, que ele queria que eu participasse, que ele gostaria que eu participasse, etc.
¶122>> Uhum. >> Que ele me tem como uma um grande exemplo eh sobre escolástica, embora eu não tenha dado nenhuma aula de escolástica para ele. Eu dei aula de lulismo, que não é escolástica, né? Mas enfim, embora ele tenha errado isso, esse detalhe pequenininho que é não perceber que a a filosofia do Lule não é a filosofia escolá, tudo bem, ele ainda queria que eu fosse e falava que eu era um grande intelectual, conhecia escolástico, etc, etc, enfim. Eh, e depois porque ele palpitou em um assunto, em um grupo e foi desmascarado por mim, porque, enfim, tinha palptado, eh, ele ficou bravinho e saiu aos prantos.
¶123Foi basicamente essa história. >> Pois é. Então, e aí o Carlos, quando ele ficou postando aquele meme lá do do Angry Birds, que fizeram gente impagável esse meme, né, que chegava assim, né? [risadas] O o Fugita convida o Thales para um debate. Aí aparece aquele Angry Birds lá, o diretor espiritual do Thales, na mesma hora.
¶124Se eu fosse tu, eu não iai. [risadas] Ai ai. Aquela música de fundo deixa tudo muito melhor assim, gente. Muito bom. Muito bom.
¶125Muito bom mesmo. Mas eu, enquanto o Carlos tava falando aí a história dele explicando, eu me lembrei do que que era, né? O Thales ele acha, olha só que coisa, ele ele dobra aposta, né? Porque ele acha que aquela citação que ele usou, né, sobre o o a conclusão teológica do Suá, ela tá do lado dele de novo. Ele ele dobrou aposta, ele confirmou não fugita, mas é isso mesmo.
¶126Essa conclusão realmente está falando do mesmo assunto. Veja, no primeiro vídeo, o Thesales estava falando sobre o quê? O argumento era que o filósofo católico ou o católico em geral, ele pode aderir a essas verdades, né, que são que são propostas pelo magistério infalível da Igreja Católica. Ele apenas assimila, ele pode crer. Agora, nessas que necessitariam da boa e necessária consequência, o protestante não poderia conseguir, ele não poderia crer com fé divina, né?
¶127porque no final das contas ele tem um juízo privado que tá realmente lá raciocinando, tem ali um silogismo acontecendo e daí eh daí ele, enfim, ele não poderia crer como o católico pode crer, né? Só que aí aquele texto do Soares não está falando de artigos de fé, ele está falando de conclusões ou ou é de conclusões teológicas, ou seja, o católico e o herege, ou seja, o herege formal, a pessoa que deliberadamente negou o artigo com pertinácia, né, com um com eh de maneira eh como o nome comumá, né, ele foi ali insolentemente obstinado. ele de certa maneira eh ele vai ter o mesmo raciocínio, só que ele vai crer com uma certeza distinta, porque no caso do do da pessoa que tem a fé infusa, essa pessoa ela ela tá ela tá se logizando, ela tá concluindo teologicamente, só que ela vai crer com o quê? Ela vai crer não com fé divina, mas com assentimento teológico. Agora, o e a pessoa, o que é o herege, ela não vai poder mais partir da fé, não vai poder mais ter a fé elevando ali seu intelecto para melhorar inclusive a certeza, o, enfim, o ato cognitivo dela, né, de de eh de assentimento.
¶128Então, o Suá está falando de outra coisa ali, os dois estão concluindo teologicamente, falando ali, entendem? Então, eh, por mais que o Thes acha que é uma é um assunto conexo, porque tá falando sobre análise da fé, tá falando sobre, sei lá, com conclusões teológicas, tá falando sobre, tá, a gente mencionou isso naquele ponto também, mas em que que isso daí confirma que os protestantes não podem crer com fé divina a partir da boa e necessária consequência? Se pro próprio Soares você pode crer em verdades que são chegadas através de boa e necessária consequência quando a gente tá falando de premissas formalmente reveladas ou quando a gente tá falando, por exemplo, de uma que é explicitamente revelada, uma que é implicitamente revelada e coisa assim, sabe? Ou seja, o Thalis não conseguiu captar a profundidade do problema, entende? E aí ele pensa, não, mas é a mesma coisa sim, a gente tá falando da mesma coisa sim, mas o problema é que o Soares não concordaria com isso, porque como eu já falei na posição do Soares, a escritura, primeiro, a escritura, a parte da igreja, tá?
¶129Ela pode funcionar como fundamento suficiente para se crer com fé divina, pessoa que crê nela, tá? E o protestante pode, e o protestante batizado que que cresceu na igreja protestante e tal, ele também tem o hábito da fé. Ele também tem o hábito da fé. Ou seja, se ele tem essa inclinação, o hábito da fé, da fé infusa, né, para que para que ele creia em proposições reveladas, ele vai crer com fé divina. Ele vai crer com fé divina.
¶130O Soares não vê isso com uma uma uma impossibilidade em relação a se crer com eh sei lá, porque alguém poderia pensar: "Ah, mas então por que que o Soares não não ele continua defendendo que, sei lá, uma pessoa vai crer com fé divina? Não pode crer com fé divina naquilo que é derivado de uma maneira eh com o a premissa de razão, né, junto ali com aquilo que é o virtualmente contido, né? O Suares não, ele ele não vê, eu não sei, eu acho que ele não fala, ele nunca comentou isso no Defí, imagino, né? Acho que eu já li toda essa sessão do feed, só que o problema é que o Suárez não tá discutindo a evolução do dogma protestante, mas se ele fosse falar isso, eu acho que o Suáes poderia olhar pra pessoa e dizer: "Não, tá, mas o protestante ainda pode crer naquilo que é trabalhado de maneira implícita, no formalmente implícito. O protestante pode crer naquilo que é derivado de duas premissas de eh duas premissas reveladas e tal.
¶131Ou seja, no final das contas, eu assim, se eu quisesse achar que o Soá estava certo em tudo, eu poderia simplesmente dizer: "Gente, olha, o protestante continua podendo crer naquilo que tá que não que não é derivado com com o silogismo misto. Isso a gente ainda teria dogmas, ainda teria coisas eh reveladas no depósito da fé que pode crer, ainda que ainda teria a possibilidade de crer com fé divina, né? Mas ele só não teria aquilo que o o Suares acredita que é que é que tá limitado na na naquela circunstância, entendeu? Mas eu não precisaria eh a gente poderia ter uma maneira de desenvolvimento do dogma com teorias à parte, entende? O que o protestante ainda poderia eh desenvolver coisas a partir dali?
¶132Ele ainda poderia comparar premissas e chegar a conclusões distintas. Ele ainda poderia fazer isso, entende? Nem o Suares negaria esse essa questão. Só que o Thales vê ali um grande problema, né? Não sei o que que o Carlos acha disso.
¶133Não sei nem se ficou claro o que eu disse. [risadas] >> Ficou perfeito. Eu eu eu queria compartilhar mais um mais uma tela dele, >> tá? >> Eh, do Instagram, pra gente ver pra gente ver a a acurácia, a inteligência e a a genialidade do Thales. Olha só o que ele escreve, né?
¶134Se se a conclusão não está expressa formalmente no texto bíblico, mas é extraída por meio de uma inferência, então o assentimento, à conclusão depende também da validade dessa inferência. Logo, não basta dizer que o conteúdo final é bíblico. É necessário mostrar que o caminho pelo qual se chega a esse conteúdo não introduz um elemento humano no motivo do assentimento. Veja, se a pessoa eh se a pessoa se ele realmente manjasse do tema, entendesse do tema, primeiro ele entenderia que, pera aí, a a conclusão está expressa no texto bíblico formalmente, sim, mas está expressa explicitamente ou está expressa implicitamente? >> Uhum.
¶135Vamos supor que a que sim, vamos supor que é implicitamente. Então eu poderia sim a partir de um juízo inferencial, como ele coloca ali, juntar uma premissa explicitamente revelada com uma com uma premissa implicitamente revelada, ambas formais, e eu poderia concluir com a boa e necessária consequência. Mais uma vez fica claro que ele não entende a posição de Soares, porque a posição de Soares permite isso. A posição de Soares é uma posição que ela não rejeita qualquer caráter inferencial, desde que dentro dos dentro dos limites do que ele chamam de revelação formal, certo? Então isso não é jogado ao lixo por Soares.
¶136O que ele rejeita é revelação virtual, mas o que há de revelação formal pode sim entrar num contexto num contexto inferencial e pode ser deduzido com a boa, entre aspas necessária consequência. Ah, então isso mostra como ele é amador, não conhece de fato o assunto, não conhece de fato o assunto. Se conhecesse, ele colocaria mais sutilezas, né? Ah, porque esse argumento aqui ele é tão limítrofe que ele acaba excluindo a posição de Soares, que é a posição eh da maioria dos jesuítas, e acaba excluindo também a posição dos virtualistas, né, entre os quais está o marinola, embora, como disse, ele trate eh da virtualidade a um seu modo de uma forma eh original, né? Então, isso mostra que ele é o quê?
¶137um amador, ele brinca com conceitos, ele acha que entende, não entende nada, né? Isso aqui mostra como o argumento dele é horrível. É horrível, né? >> Sim, exato. >> Eh, tem essa parte que ele diz o seguinte, ó.
¶138Além disso, a objeção de Mateus fugita parece confundir duas coisas distintas. aquilo que o protestante disse diz ser o motivo do assentimento e aquilo que de fato funciona como condição formalmente determinante para que ele chegue à conclusão. Eh, existe um autor, existe um autor eh esotista chamado Tomás de Charmes. Ele é um autor esotista, ele é um dos pioneiros na criação das teologias dogmáticas. Eu acho que eu já disse isso aqui, né?
¶139Uhum. >> E ele mostra que, na verdade, eh, ele mostra que, por exemplo, em relação a a algo se logístico, nem sempre você precisa buscar o que o Thes disse aqui, que é basicamente a condição formal, porque pode ser o caso, por exemplo, ah, a conclusão ela considerada formalmente que ela é uma dedução das premissas, mas materialmente eh ela não ela não necessariamente eh tem relação com as premissas. Por quê? Porque o motivo para sentir a a conclusão formalmente é o raciocínio discursivo, né? é a condição formal, como tal, como como tal disse.
¶140Mas o motivo para sentir, por exemplo, a conclusão considerada materialmente é a revelação divina. Então você reconhece mediante uma inferência legítima, tá? O caso é que o Thomás de Charmes, de fato, ele defende um caráter inferencial da da revelação virtual e ele mostra que que a razão formal considerada formalmente não necessariamente afeta a conclusão considerada no considerada no caso só materialmente, né? Eh, e aí ele de fato reconhece que eh há a necessidade de uma de uma mediação inferencial legítima que já está contida nela, né? Eh, então, mais uma vez, o Thesales ele se mostra ignorante, porque se eu vou se eu vou se eu vou escrever alguma coisa ou se eu vou fazer um vídeo sobre esse assunto tão disputado, o que se o que se pede?
¶141O que qualquer escolástico pede? que se expõe à as opiniões adversárias, no mínimo, no mínimo está na essência do ser escolástico, a dialética, né, a controvérsia. Soares faz isso, né? Não sei se o Thalis conhece o Soares, as disputações metafísicas, ele faz isso. Então, o que se espera é que, no mínimo, ele apresentasse as posições adversárias.
¶142E olha só, não as posições adversárias eh protestantes, mas as posições adversárias dentro do próprio catolicismo, porque na verdade é isso que o argumento dele pretende, pretende ser, na verdade uma grande bomba para gigantes, para vários escolásticos, para muitos escolásticos, escolásticos que não adotam essa visão, essa visão limítrofe que ele adota, não é? Tá? como está aí, nem Soares eh adotaria, né? Eh, então eu vejo que isso é um dos problemas do do Thalis. >> Uhum.
¶143Sim. É, então eu eu até ia falar uma coisa agora, né? Porque ele o Tales, ele faz um seguinte argumento, né? Ele fala assim: "Ah, querem ver como o que o uma premissa ela pode ela não ela tá funcionando como o motivo formal da sentimento." Sim, nesse caso que ela é natural. Ele fala assim: "Retirem a premissa".
¶144Ele faz um teste assim, né? Retira a premissa para ver o que a premissa, né? Para ver se você retirando a premissa, você ainda é capaz de chegar à conclusão. Se você ainda precisa da premissa, é porque ela tá funcionando como motivo formal, né? Ele ele deu uma uma explicação assim.
¶145Só que aí isso não cola nem com nem com a opinião do próprio Soares, né? Porque eh, por exemplo, no na no número no número seis daquela disputação que eu tava lendo depois, né, que é a disputação em que eu faço a defesa do do canon protestante, né? E aí abre parênteses, né? O Thales acha que o fato de eu ter privado aquele vídeo entre, olha só, outra contradição que com certeza ele deve ter recebido de sugestão, acho que do GPT ou sei lá, porque se ele pensou nisso mesmo também assim, sabe, na vivência humana ninguém acharia que isso seria uma contradição, né? Sei lá, mas assim, ele acha que por eu ter privado a aplicação do que eu fiz no meu vídeo ao caso do Canon para e da do sola escriptura para membros aqui do canal que vocês podem aderir, vocês podem assistir assistir se forem membros, ele acha que isso contradiz o fato de eu ter dado uma resposta definitiva.
¶146Não, eu só ilustre se o Thal tivesse conseguido refutar o meu vídeo, também cairia a resposta que tá lá no vídeo para membros, porque é a mesma explicação, entendeu? E a explicação que eu pego eh do da do número da da da número seis ali, daquela disputação que eu tô lendo no vídeo anterior, né, que eu leio ali contra o Tales. E lá o o Soares, ele diz o seguinte: "Olha só, digo, portanto, em primeiro lugar, a revelação formal, ainda que seja confusa, é suficiente para o objeto formal da fé e consequentemente para sentir com fé as verdades particulares contidas sob revelação, desde que seja suficientemente aplicada a elas e que o homem faça uso do raciocínio de modo conveniente para um tal assentimento." Veja o que o Soares falou aqui, né? Ele diz que se o homem fizer de uso do raciocínio de modo conveniente para atuar sentimentos, ela continua sendo fundamento paraa fé. Aí ela ele continua paraa verdade de fé.
¶147Nessa assertiva, como eh nessa assertiva concordo com a primeira opinião e também a admite valência acima. E alguns exemplos dos já apresentados a comprovam, como o do infante batizado e o do homem que se encontra em estado de pecado. E o mesmo penso acerca desta proposição, que Cristo possui uma alma racional e corpo humano. E sobre isto fundamentaremos mais adiante na disputação número cinco, a posição que sustenta ser de fé que este homem é o verdadeiro pontífice. E o mesmo se dá com esta proposição: O Concílio de Trento foi legítimo, legítimo, a qual considero ser de fé, assim como o Gregório disse que os quatro primeiros concílios gerais devem ser tidos como os quatro evangelhos.
¶148A razão, porém, é que a revelação divina recai imediatamente sobre todas aquelas coisas contidas sobre tal universalidade, logo por si mesma é suficiente para produzir acerca da fé de todas elas, desde que sejam suficientemente propostas. Isso se explica mais amplamente do seguinte modo: "Por aquela revelação nos é significado o verdadeiro juízo que Deus possui acerca do objeto adequado daquela revelação, pois esse juízo é o fundamento do testemunho divino. O fundamento do testemunho divino. Ora, em Deus não há conhecimento confuso, mas ele julga distintamente todas as coisas que revela, ainda que compreenda muitas delas numa única palavra. Portanto, a confusão existe apenas de nossa parte e no modo de apreender a coisa revelada.
¶149Logo, se essa apreensão for suficientemente explicitada, a revelação é por si mesma suficiente para se para que se assinta distintamente pela fé aquelas verdades particulares que se encontram contidas sobal confusão. Então, perceba o que o Soares tá falando aqui, que para quem não entendeu nada, né, você tem eh premissas particulares, tá? Premissas particulares que estão contidas em uma premissa universal revelada. E quando, mas você, mas certas premissas particulares só se revelam às vezes no decorrer da história e elas não estão explicitadas eh de maneira muito clara na Bíblia, não é? Não é claro.
¶150O caso simplesmente não se encontra relatado, por exemplo, o caso que o Soares deu, este homem é um romano pontífice, né? Ou seja, o o raciocínio vai ter que funcionar para poder concluir que aquilo que é um caso particular esteja dentro da premissa que foi universalmente dada, né, formalmente revelada na escritura. Então, nesse caso, veja só que coisa interessante, o Suares está concedendo que você vá fazer esse silogismo, que o raciocínio trabalhe, tá? e que aí você possa aderir então a esse tipo de verdade, né, que é dada historicamente falando. Ou seja, só que verdade, ou seja, e olha só como que você vai ter que dar, você vai ter que mostrar que de fato e com com verdades que são empíricas, que são contingentes e tal, que aquela pessoa é um romano pontífice, por exemplo, né?
¶151Ou seja, se for, como ele fala, se for suficientemente disposto, se for suficientemente apresentado, você pode crer com fé divina ainda, porque ainda vai, como ele fala no começo, ainda é base, ainda é base para você sentir aquilo como uma verdade de fé, né? Ou seja, essa é a posição de quem? De Francisco Soares. Ou seja, ainda ele dá um caso a mais pra gente mostrar que o que o Thal está tentando fazer não se sustenta, né? Porque nesse caso é, vamos vamos colocar aqui o teste que o Thales fez, né, para mim.
¶152Ou seja, tira, tenta tirar tudo aquilo que a gente poderia dar como credibilidade para se dizer que, por exemplo, que o Papa Leão é um legítimo papa. Você ainda pode crer que ele é um, você ainda conseguiria crer que ele é um papa legítimo? Parece-me que não, né? Ou seja, ficaria muito difícil você acreditar nisso, mas, ou seja, não foi suficientemente disposto, talvez. Mas ainda assim, no caso, você pode dizer o quê?
¶153Você pode dizer que aquilo pertence a uma verdade de fé que foi formalmente revelada se for suficientemente disposta. mesmo que no caso o que você vai fazer para dispor esse conhecimento, se você tirar esse meio cognitivo para tal, e isso inviabilize o conhecimento. Ou seja, se a gente aplicar o mesmo critério que o Thales tá dando para mim, o argumento dele não roda. O próprio argumento do Soares não roda. Que que você acha disso, Carlos?
¶154Eu nem tinha falado disso contigo, mas eu achei interessante mencionar agora. Perfeito. Eu acho perfeito. Eh, e como você disse, o o Soares ele ele abre margem sim pro para protestante ele ter eh de forma eh ainda que incompleta e parcial algo da revelação divina ao qual se pode crer com fé divina na medida em que essa em que essa parte ao qual os protestantes estão ligados é justamente fontes eh do Deus como revelões. como as Sagradas Escrituras e assim por diante.
¶155Então, isso já é suficiente para proposições formalmente explícitas. Isso já é suficiente para proposições formalmente implícitas. E se e se nós nos atentarmos para a opinião virtualista que nunca foi eh desprezada por nem pelo Soares, nem pela igreja, nós poderíamos sim eh a partir desse desse material, nós poderíamos sim eh progredir a fé, fazer progredir a fé a partir de conteúdos virtuais que já estão contidos nela, não é? Então, eh, primeiro, o que o que o Thalis teria que fazer? Defutar a posição dos virtualistas.
¶156E não há só um tipo de virtualismo, existem pelo menos três tipos. Existe o virtualismo objetivo, existe o virtualismo lógico, existe a forma de entender o caráter virtual do marinola. Existem várias e várias formas de entender isso. Ah, então eu percebo que eh esse vídeo que é que seria Olha só, olha só a pretensão do vídeo, o argumento que vai convencer qualquer protestante. E é um argumento que sequer tem o trabalho, ele sequer teve a vergonha de trazer de fato o que estava eh eh em jogo.
¶157outras posições, posições concorrentes, rivais, refutá-las, né? Aliás, eu não, aliás, eu imagino que ele nem saiba que exista eh ele nem sabia que existe que que existiam eh posições eh concorrentes, né? Ele descobriu isso com vídeo, o vídeo do fugir. Eh, e mesmo assim, eh, o fato dele ter pegado isso do marinola torna todo pior, porque agora que ele parasita Soares, [limpando a garganta] ele quer, ao mesmo tempo arrogar o argumento do Marinzola contra o protestantismo. Mais contraditório do que isso, eu não não sei.
¶158Mais confuso, mais bizarro do que isso, eu não sei. Eh, >> você vê que até a você vê você vê até que a terminologia dele, né, por exemplo, quem colocou, quem tá introduzindo a terminologia do do dos tipos de implicitude eh e explicou isso, fui eu, né, porque no vídeo dele ele não trata disso. Ele prefere usar essas categorias assim como eh juízo privado, né, coisa assim. Coisa que eu nem sei se alguns escoláos comenta assim, Carlos, eu eu eh essas coisas assim que eu eu sinto que é meio que para dar um gosto, né, de de para tentar colar como se fosse uma espécie de livre exame luterano, né, para tentar se aproximar disso para para olha católicos o que ele tá tentando, o que eles tentam fazer assim, né, sendo que sequer é uma terminologia escolástica, né, ou tô enganado? Não estou enganado.
¶159Existe de fato uma definição eh de juízo privado, mas os escolásticos não usam muito isso. Eu queria, já que você tocou nesse tema juízo privado, eu queria te mostrar um negócio no vídeo dele. Eh, como é que é o o argumento que que vai convencer? >> Tem aqui. Eu tô eu tenho separado aqui, ó.
¶160>> Tenho aqui separado. Você quer que eu coloque em alguma minutagem específica? Tá, eu vou abrir aqui, vou vou pedir para você botar num numa minutagem pra gente ver como é interessante esse conceito de juízo privado. Eh, deixa eu ver aqui. Põe na põe no na minutagem eh 1343.
¶161>> Tá aqui já. >> Tá, tá quase aqui já. verdadeir, >> olha que coisa, olha que definição >> que faz inveja aos escolásticos, que faz inveja as tradições, ah, enfim, olha como ele define juízo privado. Olha só, juízo privado >> seria seria simplesmente descobrir a verdade por si mesmo, sem depender passivamente de outra pessoa. Ora, alguns como católicos e ortodoxos fazem isso.
¶162final, quem se converte ao catolicismo ou a ortodoxia teve que usar o próprio raciocínio para decidir qual para qual igreja eh para decidir qual igreja era verdadeira. Se foi preciso examinar as pretensões de autoridade chegar a uma conclusão, então houve juízo privado. E se isso vale para os católicos católicos, por que condenar os protestantes por fazerem algo parecido diante da escritura? Bom, a parte mais interessante é como ele define juízo privado. Juízo privado é basicamente isso aqui, ó.
¶163é simplesmente descobrir a verdade por si mesmo. Ou seja, você descobre uma verdade por si mesmo é juízo privado, eh, sem depender passivamente de outra pessoa. Na tradição, na tradição escolástica, especialmente quando você pega alguns escolásticos juristas, etc., existe de fato uma linguagem eh eles que não é muito utilizada, mas existe algo como eh juízo privado, né? O juízo privado é basicamente o o juízo que não é público, né? É assim que se define nos termos técnicos.
¶164O juízo privado é justamente aquele que não é o juízo público. É o que se contrapõe ao juízo público, né? Geralmente o juízo público ele é tomado por corpos morais, como por exemplo, eh, um rei, um presidente, etc. Um juiz privado é aquilo que você afirma ou nega, mas como sujeito privado e não como ah um sujeito público. Então, ah, até mesmo essa e essa essa essa essa definição aí perfeita, né, por gênero próximo e diferença específica, ela é uma uma definição esquisita, porque quer dizer, então, que se eu aprender passivamente um conhecimento, não é juízo privado, faz algum sentido isso você colocar isso na definição de juízo privado?
¶165Se eu aprendo passivamente, então não é juízo, então é é juízo privado. Mas se eu não aprendo, é juízo público. Ou seja, quando nós contrapomos juízo público e privado, a definição perde o sentido, porque você não define juízo privado ou juízo público a partir do seu conhecimento enquanto sujeito passivo ou sujeito ativo. Então é bizarro essas essas coisas que ele solta. ele solta assim, sem nenhum tipo de vergonha, né?
¶166Eh, e para piorar, tem muitas pessoas que acham isso o máximo. Eh, enfim. Quer comentar alguma coisa, Fito? >> Não, perfeito. Você quer que eu solte aqui o vídeo para pra gente ver o que ele tava falando?
¶167>> Pode colocar. >> É nesse trecho aqui. 13:40, é isso? >> 13:43. isso.
¶168>> Examinar as pretensões da autoridade e chegar a uma conclusão. Então também houve juízo privado. E se isso vale para os católicos, por que condenar os protestantes por fazerem algo parecido diante da escritura? Só que essa objeção, ela confunde juízo de credibilidade com ato de fé propriamente dito. Quando alguém procura a verdadeira revelação divina para então assentir a ela, o que está em jogo na teologia católica são os motivos de credibilidade.
¶169É a investigação dos motivos de credibilidade. Esses motivos permitem formar o chamado juízo de credibilidade, o reconhecimento de que determinada revelação é crível e de que determinado enviado é verdadeiramente divino. Mas isso ainda não é assentimento de fé. Trata-se de uma condição prévia de razoabilidade, não da causa formal da fé. A fé não nasce simplesmente da investigação racional dos sinais de credibilidade.
¶170Essa investigação prepara o caminho, mostra que o ato de crer não é irracional, mas não produz por si mesmo a sentimento sobrenatural. Portanto, não há problema em dizer que esse ato exige, envolve um elemento humano e, nesse sentido, um juízo privado, um juízo pessoal. A dificuldade aparece quando a gente leva isso para os artigos de fé já recebidos como revelação. O argumento católico contra o juízo privado não nega o papel da razão na busca da verdadeira religião. Ele nega apenas que a razão humana possa ser contra e >> ele veja veja como ele usa a autoridade do da Igreja Católica.
¶171O argumento católico. Não, criatura, o argumento não é católico. O argumento é seu. É você que define primeiro juízo privado como: "Ah, eu conheço passivamente, então o juízo é privado." Você que define juízo privado assim, isso não é um argumento da igreja contra os protestantes, nunca foi. E o mais bizarro disso é que se você aplica de fato essa essa definição dele de juízo privado, ah, quando ele monta os silogismos, ah, o silogismo simplesmente os silogismos simplesmente desmontam, eles perdem completamente o sentido.
¶172Ah, então é uma coisa grave que que compromete, eu acho, que toda a estrutura do vídeo. E agora, eh, assistindo a resposta dele, ele tenta fazer basicamente distinções retroativas, como se tudo isso, tudo isso que o Fugita falou, esclareceu, etc., ele já tinha feito antes. Na verdade, tava tudo claro antes. O Fugita fez isso aí. Eh, depois e a distinção, por exemplo, entre revelação no sentido imediato e imediato, implícito e explícito, revelação no sentido virtual e assim por diante.
¶173Estava tudo claro neste vídeo do Thalis Muniz. Quem na verdade começou com as distinções foi ele, trazendo uma definição de juízo privado que ninguém usa, trazendo uma definição, eh, por exemplo, de silogismo misto, que compromete até a tese suaresiana, que compromete a tese virtualista, que compromete qualquer tese católica. Então, ao invés de dizer assim: "Nós católicos" ou "A igreja católica, ele deveria dizer assim: "Contra a Igreja Católica". e contra os católicos, porque isso são isso são na verdade argumentos contra a a fé da igreja, né? Não ajudam, só atrapalham.
¶174Então é triste. >> Sim. E tem uma questão também que no final desse vídeo ele muda o argumento, né? que ele ainda fala assim: "Ah, ele ele meio que começa a mudar o argumento para dizer que no final das contas os protestantes não têm uma maneira de definir legitimamente qual que é a conclusão certa, não sei o que." Mas isso aqui é um outro debate já não é mais o argumento dele, né? Não é o argumento que ele tava tentando passar, que como o Carlos falou ataca e é incompatível com várias escolas das mais importantes da tradição católica, né?
¶175Então ele ele como que o Carlos falou foi perfeito agora, né? Ele tenta lançar isso contra, né? Os Ah, perdão, é, eu sempre tô procurando no lugar errado. Ele tenta lançar isso, né? Aqui, ó.
¶176Deixa eu deixa eu mostrar aqui, ó. Aqui ele fala o seguinte, ó. Aqui nesse trecho, ele concede que Soares e Lugo, para Soáes e Lugo, uma proposição explicitamente revelada não revela automaticamente todas as suas consequências virtuais. Quando uma premissa natural é acrescentada, temos um silogismo misto. A conclusão virtual não é um artigo de fé.
¶177Ela não é assentida com fé divina. Sua eh sua certeza é teológica. O meio é constituído pelo testemunho divino unido à evidência natural. Mesmo no católico, a conclusão permanece teológica. O assentimento pode superar a fé humana.
¶178>> Aqui ele tá falando das das acho que de concessões e conclusões e coisas assim, né? Perceba e perceba e perceba que essas pausas que ele tem, na verdade, ele trava na na leitura. E aí pausas assim: "Aá, Carlos Nuguê". >> Ah, faltou dar uma. [risadas] >> Pera aí, mas pera aí, Carlos.
¶179Isso daqui eu quero chegar num ponto específico. Olha só. >> Divina. E nove. Sem proposição na igreja ou nova revelação, a conclusão virtual não pertence por si ao objeto de fé.
¶180Outra coisa, agora eu vou mostrar a dificuldade especificamente protestante e que os esotistas não têm nada a ver com isso. Ainda que a gente conceda, por hipótese, a opinião escotista de que pode surgir um segundo ato imediato de fé depois da demonstração teológica, o protestante continua enfrentando outra dificuldade. Quem determina que a consequência é realmente necessária? O indivíduo, o pastor, o sínodo, a confissão, a denominação. Todas essasorid todas essas autoridades podem errar.
¶181Dois protestantes podem aceitar as mesmas palavras da escritura, produzir eh conclusões, né, incompatíveis, cada qual afirmando que sua consequência é necessária, o que acontece verdadeiramente. Logo, a gente fica ainda com a pergunta: qual autoridade infalível determina que essa inferência humana corresponde realmente ao que Deus quis revelar? Resposta, sei lá, a própria escritura. Não basta, porque a controvérsia é justamente sobre qual consequência se encontra realmente contida nela. A outra resposta, razão é apenas instrumento, também não basta, pois diferentes instrumentos protestantes produzem resultados contraditórios.
¶182A questão não é a escritura infalível, a questão é se o juízo que identifica determinada conclusão como conteúdo obrigatório da escritura também é infalível. Ou seja, a gente pode concluir que a chamada resposta definitiva não refutou o argumento. >> Mas aí é que tá, né? Esse argumento exclusivo que ele tá dizendo, né, que é sobre a questão sobre nós não podermos eh crer com fé divina em certas coisas que são derivadas pela boa e necessária consequência, não tem nada a ver com o que ele tá falando aqui agora sobre essa questão. Ah, a gente vai crer pelo quê?
¶183Pelo sínodo, pela confissão, pelo pastor que determina e não sei o quê e tal. Porque veja, no caso do católico, por exemplo, de um leigo ou de um estudioso, um teólogo católico, que ele tá estudando uma determinada proposição das escrituras, eh, pelo que a gente tá vendo, a posição aqui é de que ele pode crer com fé divina, mesmo que ainda não tenha havido uma definição magisterial. E aí a gente poderia lançar a mesma pergunta, mas o que que definiria o que que definiu ali infalivelmente que ele chegou à aquela conclusão e por isso acreditou nela com fé divina? A gente voltaria no caso aí que ele fal: "Ah, o escotista não tem nada a ver com isso, mas aí a gente voltaria pra mesma coisa". É claro que o escotista tem a possibilidade de um dia a igreja confirmar aquilo e ele poder crer com fé divina, mas precisa disso?
¶184Não, não precisa. E agora a questão é que é o mesmo valeria pro protestante. Se o protestante chegou a uma conclusão correta, tudo bem, tem várias maneiras de a gente enfrentar o falibilismo nesse caso, tá? não é o tema de hoje aqui, mas se o protestante chegou aquilo que é correto a partir de um dado revelado e cumpre todos os requisitos do que a gente já falou até aqui de ser suficientemente disposto de ele tá lá com aquela proposição que está sendo derivada de uma maneira explicativa de um dado que já está revelado a partir da escritura, se ele tá concluindo com duas premissas já reveladas a uma conclusão que também é uma premissa, então uma conclusão revelada e tal, ele vai crer aquilo com fé divina. Se ele tá concluindo corretamente, sim.
¶185Se ele cometer um erro, ele simplesmente errou. Não muda o fato de que quem acreditou da maneira correta e de duas premissas reveladas em uma conclusão que é revelada, por exemplo, né, dentre os outros casos, que essa pessoa não tá crendo com fé divina. Simples assim. Certo, Carlos? Cadê você?
¶186Deixa eu ver aqui o pessoal tá falando. >> Sim. É, e pior, vamos supor que de fato os protestantes de cada um chegue chegue atinja uma conclusão diferente. Ora, isso não elimina o argumento scotista em relação à revelação virtual. Isso não mina simplesmente o fato de existir, por exemplo, disensões, ah, eh, controversias entre os protestantes não elimina a possibilidade de revelação virtual, ou seja, justamente de você conseguir fazer uma um juízo inferencial correto a partir de premissas que se que se seguem e aí você tem a boa e necessária consequência.
¶187O protestante, ele pode pode sim a partir disso extrair alguma conclusão que pode ser crida com fé divina. Ponto. Se o outro eh chega a outra conclusão, aí nós teremos que pensar em outro problema. Será que na verdade o outro não está errado? Será que não há premissas equivocadas no raciocínio do outro, etc.
¶188Ou seja, a simples controversa em temas eh como esse não eliminam, por exemplo, a possibilidade de revelação virtual. E por e por sua vez, o protestante ele tá respaldado dentro dessa de dessa eh dessa tradição, porque ahã ele ele crê, ele crê que a revelação virtual ela ela produz sim conclusões que podem ser cridas com fé. divino, né? Então, é isso. Além, é claro, da própria posição de Suares que o protestante também poderia adotar, né?
¶189>> Uhum. Sim. É, eu tava até procurando uma outra um outro texto do Soares e que ele flexibiliza isso um pouco mais. Eu não sei se eu vou encontrar aqui, mas é naquela mesma disputa. Mas de toda forma, deixa eu ver o que que o pessoal tá falando para já ir respondendo aqui.
¶190Perguntaram assim: "Fugita, você pretende ou já estar escrevendo algum livro?" E o Carlos também? Eu, como comentário aqui embaixo, eu tô escrevendo um livro que eu tô demorando para falar sobre isso, né? Sobre o eh uma resposta ao Olavo de Carvalho, várias coisas do que ele dizia, mas realmente não tem previsão de lançamento. E eu também tô escrevendo eh algo sobre a fundamentação de algumas eh teses protestantes também dentro de disputas como essa, né? Mas também ainda tá, ainda não sei quando que eu vou conseguir publicar, que eu tô ten que ficar fazendo live para responder o tales, fazer vídeos, tudo custa tempo, né?
¶191Mas enfim, estamos aí para isso. Carlos quer comentar, você tá escrevendo alguma coisa? >> Eh, sim, estou escrevendo, mas não tenho pretensões e nem vejo alguma data próxima de publicação, porque eh estou bem no início, né? Eu tô fazendo basicamente o manual deos de filosofia Luliana, mas que vai dialogar com várias tradições eh que o próprio Lúlio eh dialoga, como o neoplatonismo, hã, eu vou colocar ali também a tradição árabe, eh, enfim, vai ser um um manual mais moderno do que os manuais, por exemplo, que ainda que já são poucos, né? por exemplo, do cordier completo sobre a arte ensinando os os princípios básicos, pelo menos, das três figuras principais do Lubel.
¶192Sim. Então, muito bom. Perguntaram aqui o seguinte: "Eh, há alguém por trás do Thalis?" É uma dúvida. acompanhe os dois e não sei se fala assim, algum mentor ou alguma pessoa que esteja orquestrando tudo, eu não sei dizer, né? O Tal sempre menciona um tal de Geraldo, né?
¶193Que eu não sei direito direito quem é, se escreveu de alguma coisa importante ou se é um pensador aí. Realmente eu [roncando] não sei quem é quem é esse tal de Geraldo. Já ouvi falar algumas poucas coisas, mas nunca li nada dele para poder falar sobre competência, coisa assim. Já vi os dois participando de postagens conjuntas falando sobre aquele negócio lá da das orações imprecatórias e coisas assim. Isso daí eu já vi, mas não sei se tem alguém por trás do que ele tá fazendo.
¶194O Thales acha, né, por algum motivo ele acha que eh o Carlos Alberto tá por detrás de mim assim, né? Ah, misericórdia, né? Eh, se for, eu tô fazendo isso muito mal pro Carlos. Em alguns sentidos. Eu até posto rebatendo algumas coisas do do Ariel Lazar assim ou do sei lá, até algumas proposições do do André Ortodoxo, não sei.
¶195Eu e o eu e o Carlos, é bom que as pessoas entendam que eu e o Carlos somos amigos. A gente concorda em um bocado de coisa, discorda em várias outras, mas eu não sei, não dá, não tem uma coisa análoga aqui de, ah, o tem o Carlos está por trás do Fugita e o e o Thales tem alguém por deás do Tales, não sei, pode ser que tenha, né? Não sei se esse diretor espiritual é alguma coisa além pro Thales, né? Mas não faço ideia. Realmente eu não faço ideia.
¶196[roncando] Eh, eu eu acho que possivelmente há sim alguma pessoa por por de trás, eh, mas essa pessoa é muito, explica muito mal os assuntos, eh, não explica os assuntos com competência e faz o Thales passar vergonha na internet. eu, se fosse ele, eh, encontraria outra outra pessoa. Segundo ele, existem várias pessoas aí que são superiores a mim, né? Então, que encontre alguém superior para ter um pouquinho de um pouquinho mais de de graça. Eh, e mais, respondendo uma coisa que me criticaram recentemente, me criticam muito por fazer parte de um canal de um adventista, adventista que é o fugito, né?
¶197sempre falam assim: "Ah, mas o católico tá ajudando não sei que o adventista não pode, não pode, não pode não. Primeiro, [limpando a garganta] as participações que eu tenho aqui no canal do Fugita, são várias, são para divulgar autores que são em na sua esmagadora maioria católicos. Católicos, né? Segundo lugar, por exemplo, quando eu me junto ao fugit para criticar o Tales, eu não faço isso eh eh por conta do do adventismo ou por conta de alguma aliança com adventismo. Eu faço isso porque, na verdade, refutar o Tales e mostrar que ele é uma farça faz bem a a comunidade católica que deve procurar pessoas melhor eh melhores, mais bem formadas do que ele.
¶198Simples assim. Então, na verdade, quando eu me junto ao Fogita, é claro, eh, é um grande amigo, sempre vai ser, eh, mas além disso, há um fator determinante, que é que nós precisamos limpar a apologética católica desse baixo nível. E o Thales, infelizmente, eh, é um desses que baixa o nível eh de uma forma inacreditável. Então, é por isso que eu participo do canal do fugito, é por isso que eu refuto, eu refuto, entre aspas, católicos também, porque são católicos que fazem mal, né? Coloca, quer ver, quer quer ver, fugita, coloca no, no início do do vídeo do do no vídeo do Thales, bem no início >> do novo vídeo ou do primeiro vídeo?
¶199O o primeiro >> católicos odeiam >> juízo privado, algo que os protestantes amam e os católicos odeiam. >> Mas você já viu uma argumentação sistemática? >> É engraçado isso, né? Os católicos odeiam o juízo privado. [risadas] >> Pode parar.
¶200Primeiro, isso, isso é lá uma introdução honesta do do assunto, não é? Primeiro que ele nem sabe o que é juízo privado, né? juízo privado é contrastado com juízo público. Aí ele fala que juízo privado, na verdade é quando você é o sujeito, você não é o sujeito passivo de conhecimento. Enfim, não faz sentido.
¶201Segundo lugar, ele quando ele coloca a disputa em relação aos protestantes, ele sequer entende que, na verdade, existem escolas que defendem exatamente aquilo que ele combate. Ou seja, isso faz mal para um católico. Se você é católico, está vendo isso e acreditou nisso, você foi enganado, entendeu? Você foi enganado. E alguém precisa fazer alguma coisa para expulsar pessoas como Thales, que são claramente eh palpiteiras, ah, para que a apologética católica seja eh, de alguma forma melhor valorizada, né?
¶202Então eu acho que é isso. >> Não, com certeza. Isso aqui é o é o que a gente tem de pior na apologética católica. Que tinha gente que falava assim: "Não, o Thes é o melhor apologeta católico". Falei: "Gente, se o Thes é o melhor apologeta católico, os protestantes podem ficar tranquilos assim, no sentido do nível, né?
¶203Agora, quanto à preocupação, as repercussões práticas que uma pessoa como ele tem na sociedade, aí é de se preocupar. E por isso que o Carlos tem que fazer isso, né? Eu até gosto do Carlos presente aqui para mostrar que, ah, não é porque vocês católicos estão me ouvindo, é um adventista falando para vocês, não. O Carlos é um católico legítimo. O Thes aqui eh, eu não sei, eu não sei como assim vocês se orgulham de dizer que ele é católico se o for de fato, né?
¶204Assim, porque é uma vergonha, é uma vergonha para vocês católicos, entendeu? em relação à caridade. Ele ainda fala o seguinte: "Olha, o Fugita diz que é contra a ironia e o deboche gratuito, mas olha como ele tá me tratando." Exatamente. Thalis, contra ironia e deboche gratuitos. Eu sou contra, mas contra você não é gratuito, porque sequer de fato é uma ironia ou um grande deboche ou simples é é só eu descrever às vezes as coisas que você fala, reproduzi-las, que a piada já está feita, já está dada, entendeu?
¶205Ou seja, só de eu dizer que uma pessoa com menos de 2 anos de conversão ou do anos de conversão, sei lá, está tentando fazer apologética católica, tentando discutir Belarmino, né, que para você é tem livros introdutórios ao catolicismo nas disputações, né, para mostrar que você não sabe nada de catolicismo e de escolástica de maneira geral, né, ou melhor dizendo, de escolástica propriamente dita, né, só para, ou seja, eh, é, é só de enunciar isso, sabe? já se prova. E não é um deboche, é simplesmente dizer assim, é juntar o básico, sabe? O A com o B assim, com o básico, que você vai ver que não faz o menor sentido, entendeu? Que você não devia fazer o que você tá fazendo para além das coisas potencialmente criminosas que você faz, para além do produtor pilóquio que você pratica o tempo todo.
¶206Então assim, é bizarro, entendeu? Carlos tá aqui corretíssimo, advertindo a audiência católica para não darem audiência pro Thales, para não fortalecerem pessoas assim sobre a pretensão de que, ah, mas pelo menos ele está combatendo o protestantismo. A Igreja Católica hoje não pensa mais como vocês aí, tá, Zé Cruzadinhas aí que estão pensando isso. A Igreja Católica tem um diálogo hoje com o protestantismo. Ela nos considera irmãos separados, convoca protestantes para o diálogo e e o diálogo, inclusive eh movimenta trechos de concílios, como foi no Concílio Vaticano II a respeito dos protestantes, a respeito do diálogo protestante que ocorreu ali, né?
¶207Então assim, sabe, vocês não estão vivendo o catolicismo atual, sei lá o que que deu na cabeça de vocês. E não sei se o Carlos quer comentar algo a respeito, mas eu eu tinha um outro trecho assim, na verdade, assim, onde a gente colocar a mão nesse nesse vídeo aqui dele, vai ter coisa para falar, né? Mas eu queria comentar uma coisa que ele falou aqui, que eu fiz uma caricatura aqui, ó. Olha só o que que ele falou aqui. Deixa eu ver aqui, ó.
¶208Olha só isso, outra coisa que ele fala aqui. >> Dos 11:25 até 12:20 no nesses minutos, ele já faz uma caricatura da Igreja Católica. Então ele diz que a igreja ela discute e o fiel assimila, né? Ele diz que a igreja ela realizaria um raciocínio e depois que ela chegasse a uma conclusão, ela simplesmente transformasse aquilo em, né, essa conclusão em objeto de fé para os demais. Só que isso eu nem preciso dizer que é no mínimo impreciso.
¶209Posição católica que a igreja assistida infalivelmente pode propor que determinada verdade já se encontra contida no depósito revelado. Então fiel ele não crê porque refez privadamente toda a investigação dos teólogos ou algo assim. Ele crê porque a verdade é proposta por uma autoridade pública assistida por Deus como pertencente, né, ao depósito. Ou seja, a diferença não é que o protestante raciocina e o católico não raciocina. A diferença seria no protestantismo, o juízo que determina que uma conclusão pertence à palavra de Deus permanece infalível.
¶210No catolicismo existe uma proposição pública infalível daquilo que deve ser recebido, como revelado. 12. >> Tá? Agora que ele terminou de ler o texto que o chat GPT propôs a ele, comparem com o que eu falei. Compare com com o que eu digo, que é que a diferença, volto, vou mostrar aqui no meu vídeo, ó.
¶211Ele falou até a minutagem vai me ajudar 11:25 a começa em 11:25, segundo ele. Vamos lá pro meu vídeo original aqui. 11:25. O Deus ter revelado não é o motivo de nós acreditarmos na conclusão. Enquanto que do lado católico ele diz que isso não é um problema, porque no final das contas, quando as verdades não estão explícitas na escritura, a igreja pode ir lá discutir, propor a verdade para os fiéis e os fiéis meramente assimilam.
¶212Ou seja, o dogma da infalibilidade papal não está presente explicitamente na Bíblia, mas a igreja conhece o depósito da fé, as Sagradas Escrituras e a tradição. E ela encontra ali nas suas discussões, nas razões de credibilidade, né, que na verdade a verdade é essa, que o Papa, diante de certas condições, ele pode falar infalivelmente excátedra. Então, quando a igreja já propõe isso, fica explícito. A verdade está lá formulada. A frase só precisa ser crida.
¶213O fiel não precisa montar um silogismo. Ele pode crer tão imediatamente nisso quanto ele crê imediatamente quando ele lá que Deus amou o mundo de tal maneira e que enviou seu filho unigênito, blá blá blá blá blá. Tá bom? Então é esse o caminho do raciocínio. Meu Deus do céu, o que que eu falei de errado aqui, Carlos?
¶214Tá, é absolutamente isso. A Igreja Católica pode fazer esse papel justamente para que o fiel simplesmente assimile e creia. Ele não, eu falei várias vezes que a igreja pode fazer isso e que o fiel não precisa fazer o silogismo. O contraste que ele tenta fazer aqui nesse nisso que ele falou é simplesmente desonesto. Ele fala assim: "Olha, no mínimo impreciso, eu tô fazendo uma caricatura da Igreja Católica, mas é isso mesmo.
¶215É isso mesmo que acontece. Você viu eu fazendo alguma caricatura aqui, Carlos? >> Não, não vi. Eh, eh, ele não entende, ele não entendeu o que você disse. Ah, ele fala que você, eh, disse que a igreja faz um raciocínio e o católico assimila.
¶216Ah, como se, por exemplo, ah, aí depois ele diz que o católico não crê porque refez privadamente toda a investigação dos teólogos. Logo assim, olha só. >> Uhum. >> Eh, isso isso você não disse em momento algum. que o fiel tem que refazer de alguma forma privadamente toda a investigação dos teólogos ou dos papas, etc.
¶217Você não disse nada, nada parecido. >> Na verdade, só para só para explicar melhor aqui, né? É porque assim, ele tá dizendo que eu tô fazendo um, na verdade, o que acontece é o seguinte, Carlos, não sei se você conseguiu captar isso aqui, ele tá querendo dizer que eu tô fazendo o contraste, que os protestantes raciocinam e os católicos não raciocinam, como se isso fosse um demérito, entendeu? Ah, os católicos não pensam, entendeu? como se fosse, como se eu tivesse defendendo isso, porque é o que ele fala assim, ó, olha o que ele diz aqui no final.
¶218Ou seja, a diferença não é que o protestante raciocina e o católico não raciocina, mas e novamente isso aqui é uma uma frase super chat, GPTzada, né? Mas enfim, mas é porque o que eu tô dizendo é o que é a posição dele que ele tá dizendo o seguinte: "Olha, o católico ele não precisa depender meramente de nós fazermos silogismos eh mistos a partir da revelação e aí poder crer, diferentemente do que o protestante precisa fazer, porque aí sim ele precisa fazer isso para poder crer com fé divina e blá blá blá blá blá." Só que aí essa é a posição dele. Eu não, eu só, eu só estava reproduzindo a posição dele. Eu não estou dizendo que com isso fazendo demérito, ah, católicos não pensam e tal. Que caricatura.
¶219Eu não disse que católicos não pensam. Estou dizendo que nessa posição em que a igreja propõe algo pro fiel simplesmente assimilar, meramente assimilar, ele não precisa reproduzir o raciocínio todo. É claro que ele pode conhecer os critérios de credibilidade, como eu falei no vídeo, ele pode conhecer o debate teológico sobre isso, ele pode conhecer o depósito da fé, mas se não é uma coisa clara, se não é uma coisa que está formalmente explícita ou implícita, né, a igreja, segundo vocês mesmos, pode dizer: "Não, isso aqui é de fato o que foi revelado". E aí ele meramente assimila. É esse o ponto, né?
¶220Eh, ou então ele ele o o nada impede de ele se for, por exemplo, crer em duas premissas formalmente reveladas e extrair uma conclusão que ele creia. O que eu tô fazendo o contraste é com que o próprio Thesava propondo no vídeo, entende? Então é maluco isso. Eh, eu eu não sei, é muita desonestidade ou muita falta de preparo para uma pessoa só. >> E ele joga isso, né?
¶221Ele simplesmente joga isso pra urgência, pra audiência dele para e tá refutado para ele ou na perspectiva dele, né? >> Exato. Pessoal falando aqui, ó, o Rasta não aguentou o Thales aí assim, eh, digam o que quiser sobre o Thales, mas ele é um rapaz de bom porte físico e tito alto. [risadas] No Brasil se vive o catolicismo do século X. Eh, aí que mais falar aqui?
¶222Thalis é uma vergonha para ele mesmo, mas o diretor espiritual deixa ele debater pessoalmente. [risadas] [suspirando] Ai ai ai. Eh, aqui, ó, deixa eu ver o que mais o pessoal tá falando aqui. Sentindo ataque do Thales ao Carlos. Fairo falou isso aqui.
¶223Faveiro T falou: "Senti no ataque do Tles ao Carlos uma grande gratuidade, evocando temas totalmente desnecessários, trazidos à tona somente para detratar. É uma pena que coisa que a coisa seja assim". Aí falou assim: "É, esse é um ponto interessante, o fato de ele dar lugar para alguns sedcantistas no canal dele, se é um problema o Carlos participar do canal do Fugita, pois é, né? Dois pesos, duas medidas aqui, né? Quer dizer, eu não conheço muito propriamente esses esses episódios assim, não sei quem que vai pro canal dele lá, mas eu um uma pessoa do jeito do Thalis é tudo que um tradicionalista gosta, né?
¶224Assim, apesar de o Talis ser continuista, o jeito, a estética, a abordagem, a agressividade é tudo que eu vejo muitos tradicion, claro, nem todo tradicionalista é assim, não tô fazendo essa caricatura também aqui, tá? Mas assim, o que eu vejo do perfil médio das pessoas que nos atacam aqui, na maioria dos tradicionalistas com o qual eu já interagi na internet, eh, o Tales, ele tem todo esse perfil, né? Ele tem absolutamente todo esse perfil e aí ele, eu não sei se ele cede espaços para tradicionalistas falarem no canal dele ou para sede vacantistas, mas se é o caso, né, é uma grande hipocrisia o o ele criticar, né, o Carlos por estar aqui no canal e dar espaço para uma pessoa que acha que o Papa Leão não é um papa legítimo, que o concílio às vezes que como alguns deles falam aqui, o concílio Vaticano II foi o Conciliábolo que pregou heresias, que Igreja Católica, não sei o quê, não sei o que e tal, e começam a difamar tratar, né? Começa a falar como Carlos Nugê, as coisas bizarras que ele defende. Então assim, né, realmente é uma grande hipocrisia, né?
¶225Não sei se o Carlos quer comentar isso. Não sei se o Carlos sabe quem que é esse s de vacantista que vai lá também. Não sei. >> É, eu não não conheço. Graças a Deus eu não vejo a live do Thales, mas eh imagino que sejam pessoas de um nível parecido ou até pior do que ele, né?
¶226Ah, deve ser um íã de maluco ali. Ainda bem que eu não assisto isso. E novamente eu participo do do canal do Fugita, porque ele ele é um grande amigo que já me ajudou bastante, especialmente na divulgação de autores católicos, né? E meu grande meu grande objetivo é justamente mostrar que o Thalis não é um não é um bom católico no sentido mesmo de exemplo, né? Não é, não tem exemplo.
¶227Você não vê uma atitude cordial, mas pelo contrário, é uma atitude que visa difamar, que visa de alguma forma eh desviar até mesmo o assunto do debate para outras coisas que não tem nada a ver. E e pior e pior, ele tem a péssima mania de comentar sobre todas as coisas e em todos os assuntos ele consegue palpitar, né? Então, pelo menos esse eh nessa questão aí ele é invencível. É o nosso querido. Um abraço, Palpitales.
¶228[risadas] >> Que palpiteiro é esse, né? Ai, ai, esse me é muito bom. Que palpiteiro é esse? [risadas] Ai ai ai. O o Giovan colocou aqui, né?
¶229Eh, ele serve de vacantista. Kakelê. [risadas] Ai, ai, ai. Muito, muito boa, gente. Eu amo a nossa bolha.
¶230Olha, eu amo a nossa bolha. [roncando] Olha só. Qual limite se ultrapassado pelo Thalis dará causa ao ajuizamento de uma ação? Não, ele já passou do limite há muito tempo, né? se existe esse limite aí, quem sabe não chega a hora, né, de alguém fazer alguma coisa.
¶231Não sei, será que tá vindo alguma coisa aí? Sei lá, mas o Thalis para mim já passou do limite há muito tempo, né? contra um monte de gente, contra o Banzoli. Então assim, o acho até hoje ele nunca me ameaçou, né, de me bater, de fazer qualquer coisa, né, de dar um tiro na minha cabeça, que eu merecia eh ser, né, esmurrado em público e tal, como ele já falou do Banzoli. Mas deve est isso aqui de ele falar alguma coisinha assim nesse sentido.
¶232Deve tá isso aqui, ó. Quase, quase, entendeu? [risadas] Olha o pessoal falando aqui. Doctor invencíbes palpitation. [risadas] >> [suspirando] >> Popionis, muito bom.
¶233[risadas] Ai ai ai. Inclusive, Carlos, olha uma para você aqui. Fugita, poderia pedir para o Carlos recomendar o manual do lulismo? Que que você quer recomendar aí, Carlos? >> Puxa, tem alguns eh pesquisa o manual do de um autor francês chamado eh Honore Cordier.
¶234Eh, e aí você pesquisa na nas palavras chaves lúo, só que em latim, que é luli, né? LUL. Ah, e aí você pesquisa no Google que tá lá, tem vários manuais dele, bons, pelo menos como como introdução, para você aprender um pouco sobre a filosofia do a filosofia do do Lúlio, né? >> Uhum. Exato.
¶235Deixa eu fazer um teste aqui rapidinho numa coisa, ó. Eh, deixa eu ver aqui uma coisa. Esse aqui é o vídeo original do Thales. É o que eu tô constatando aqui é o que eu queria falar, né? Ó, voltou aqui.
¶236Deixa eu ver se tem aqui a palavra virtual aqui, ó. Não tem, né? Então, é porque assim, eu quero mostrar uma outra contradição do Thales, que é inisso daqui, ó. Olha só o que que ele fala. Eh, 12:29 até 12:37, ele muda o estado da questão.
¶237Ele faz uma pergunta, né? Os protestantes não podem crer em verdades implícitas. Eu nunca neguei que uma verdade formalmente implícita possa ser objeto de fé. A controvérsia não é entre explícito e tudo que não é explicitamente formulado. Controvérsia é entre o que é formalmente revelado, ainda que implicitamente, e virtualmente deduzido mediante uma premissa natural.
¶238Aí ele funde tudo sobre o termo genérico, né, implícito, e ele faz parecer que eu tô negando aquilo que eu expressamente concedo. Só que mais para frente, gente, aos 15 minutos e 39 até os 16:10, ele faz essa distinção que refuta toda a caricatura que ele fez anteriormente, inclusão formal e inclusão virtual. Quando o homem é significado como animal racional, pode estar decompondo o próprio significado formal da palavra. Quando uma proposição universal é aplicada a um indivíduo nela contido, pode-se estar explicitando o conteúdo formalmente incluído. Quando ambas as premissas são reveladas, a conclusão pode encontrar-se formalmente contida no conjunto da revelação.
¶239Nada disso tem a ver com o meu argumento. O problema para eles e o meu argumento é o seguinte, >> vamos lá. vai aparecer essa dificuldade para eles quando se acrescenta uma premissa conhecida pela luz natural e mediante ela se produz uma conclusão de conceito formalmente distinto. Aos 20 >> aí ó, olha só que coisa, né? Aí você vai no vídeo original dele para ver se ele fez alguma distinção entre formalmente implícito, explícito, virtual, virtual deduzido.
¶240Não tem nada. Ó, ele não falou nada disso lá. O exemplo, por exemplo, animal, animal racional que ele diz, né? Formal. Aqui o que tem formal que ele fala é motivo formal da fé, só que é o que aparece aqui, né?
¶241Que ele fala, entra no motivo formal do assentimento, blá blá blá. Razão aqui, por exemplo, a razão é simples. Na razão pela qual não, ó, não, não tem o que eu pensava que também ia ter. Fazer da razão individual, fundamento da fé. Olha como ele é, como ele é genérico, né?
¶242Outra coisa bem diferente é fazer da razão individual o fundamento da fé. Mas não, ou seja, vocês percebem que aqui ele fala: "Não, o o fugita, eh, ele aqui ele quem quem ele tá fazendo uma distinção que eu concedo, que eu falo no vídeo aqui. A, aqui, ó, a controvérsia é entre o que é formalmente revelado, ainda que implicitamente, e virtualmente deduzido mediante uma premissa natural. Ele literalmente acabou de aprender comigo sobre essa distinção e tá se peitando de que ele falou alguma coisa assim que é não, isso daqui é o que o meu vídeo tava falando. Mas é muita cara de pau, não é não, pelo amor.
¶243O que que você acha disso, Carlos? Sim, é cara de cara de qual? E é como eu disse, ele tenta agora retroativamente a partir do seu vídeo, né, que colocou os termos de da discussão de fato, eh, como a revelação formal, a revelação implícita, eh, implícita, explícita, a revelação virtual, etc. os casos, por exemplo, onde pode existir alguma espécie de eh caráter diferencial dentro do aspecto formal, né? E os casos onde pode onde pode existir alguma espécie de silogismo a partir a partir do virtualismo do Gaetano Félix.
¶244Então agora retroativamente ele quer dizer que na verdade tudo isso, nao tudo isso ele ele já tinha dito antes, né? Tudo isso ele já tinha afirmado antes. Só que quando você vê o vídeo original não tem nada disso. Ele define coisas básicas como juízo privado de forma errada. Ele não consegue, eu duvido que ele entenda até hoje a palavra motivo formal.
¶245Ele não sabe o que que é motivo formal. Ele gosta de usar, mas não sabe o que é. E de fato falta a ao que ele fez no vídeo, pelo menos, por exemplo, a discussão dos termos, né? Por ele ele teria que falar necessariamente de revelação implícita, revelação explícita, teria que falar de do caso das dos defensores da revelação virtual, no sentido de que ela pode ser assentida também com fé divina. Então, falta ao vídeo várias coisas, né?
¶246Então, no mínimo, no mínimo, no mínimo, ele teria teria que colocar eh no estado da questão as outras posições concorrentes, mas ele não coloca, né? Na verdade, ele coloca a posição dele como sendo a posição católica e a posição supostamente adversária, como sendo a posição protestante, quando na verdade a posição que ele coloca como protestante também é adotado por vários católicos. Então é é uma contradição assim bizarra, né? E o vídeo dele não faz essas distinções. E >> olha outra coisa que ele falou disso aqui.
¶247Primeiro, ele caricaturou a minha posição como se eu dissesse que toda conclusão é mera fé humana e depois ele admite exatamente a categoria intermediária que meu argumento pressupunha. Então ele espantalhou o meu argumento e em seguida ele concede. O segundo espantalho acontece nos 10 minutos e 53 do eh do vídeo até 11:22. Ele vai dizer que é que eu digo que por um protestante racionalizar eles são eh racionalistas, né? Isso, racionalismo.
¶248Só que em seguida o próprio Fujita admite que ele não lembra se eu tinha dito isso. Fugita, pelo amor de Deus, um vídeo que você demorou tanto tempo para me responder. O seu professor, o maior escolástico do Brasil, não teve capacidade de lembrar o que estava sendo dito no vídeo. Isso é uma afronta ao seu público, um desprezo total. Vamos ver o que eu falo aqui, ó.
¶249Só por curiosidade, deixa eu ver se lembrar isso aqui. 10 minutos e 53. Bora lá. 10 minutos 53, que é o meu aqui. Vamos ver o que eu falo aqui.
¶250Botar um pouquinho antes. Uma estrutura silogística, premissa revelada, um uma premissa natural. Logo, você tem aí eh você tem aí uma conclusão que não pode ser totalmente um artigo de fé, né? Ela não pode ser de fé. Ela tem de ser aí eh crida de certa maneira com a fé humana ou algo parecido.
¶251É mais ou menos esse o racínio dele. Então o que a gente vai ver que também já tá meio esquisito, mas enfim, foi assim que ele expôs. O ponto principal aqui que ele fala que eu não reconheço a sutileza, é só que eu estou dizendo que não vai ser crido com fé divina. Por isso que eu digo, ou algo parecido, né? Porque pode ser realmente quando a gente tá falando de algo que é eh o com enfim, a pessoa que não tem um hábito da fé vai ser fé humana e tal, quando não é uma conclusão eh teológica, é fé humana.
¶252Só que assim, o ponto principal aqui é dizer que não é com fé divina, que é o que ele tá atribuindo aos protestantes. Mas aí vamos continuar, vamos ver aqui. A gente vai colocar um trecho e assim mesmo, vamos lá, vamos imaginar que eu tenha errado assim, sabe? Vamos imaginar que eu tenho errado nesse trecho aqui. Vamos reconhecer algum erro.
¶253De toda forma, eu ainda estou explicitamente negando que ele concedesse que pudesse ser com fé divina para o protestante, né? Então [roncando] é, o principal é esse. Ele ele se agarra a toda e qualquer micro coisa que ele encontra, sabe, para tentar fazer que eu tô entrando assim, não tô, puxa, não viu a minha a posição dele, tô espantalhando, mas bora avançar aqui da exposição dele. Acho que não tudo, mas é basicamente isso. Ou seja, nós protestantes temos que fazer um raciocínio.
¶254Logo, existe uma espécie de racionalismo, digamos assim. Aqui eu não lembro se o Thalis usou essa palavra, mas é mais ou menos isso que se quer dizer, né? Ou seja, nós estamos muito presos a o que o nosso juízo privado acha sobre a Bíblia. Logo, nós cremos porque nós estamos assentindo mediante um silogismo, mediante um raciocínio, blá blá blá. Então, não foi Deus que revelou.
¶255>> Olha só, eu até eu eu falo assim por caridade, puxa, eu não lembro se o Thalis usou isso e aí ele acha que isso é uma coisa ruim. eu simplesmente ter o cuidado, a caridade de não imputar algo a ele que não seja exatamente as palavras dele, mas que seja mais ou menos o raciocínio, né, de acreditar que a razão tá tendo um peso indevida, né, para ele nos protestantes, já que nós não temos uma igreja infalível para organizar as coisas e aí se propor e propor um artigo de fé para ser crido, sabe? É, é, ele pega literalmente qualquer microisa e lista ah, 5, 10, 15 contradições, 15 concessões, não sei o quê. E você vai ver é esse tipo de coisa, entendeu? É esse tipo de coisa, sabe?
¶256É, é impressionante. >> E se a gente fizesse o isso com ele, as concessões seriam a de infinito, né? Os erros a de infinito. >> Exato. É, ele ele ele com certeza colocou isso aqui para encher linguiça, entendeu?
¶257Para o vídeo ficar maior. Ele ver, olha só como a minha resposta tem. Botou assim pro chat, GPT, olha, eh, faça aqui o o um prompt, né? colocou alguma coisa assim, vá mostrando aqui as contradições e não sei o quê, blá blá blá. Eh, e faz assim.
¶258Aí ficou esse texto assim, né, meio esquisito dele, meio usando os termos de maneira equivocada e tudo. Então, é realmente assim hilário, né, o a situação do Thales aqui. Deixa eu ver se tem. >> Ele fala da audiência, né? Fala assim: "É uma vergonha pra audiência.
¶259É uma vergonha, né, que o professor Carlos lá não tenha falado para você. Mas veja, a vergonha paraa audiência é eu apresentar um argumento supostamente invencível que vai convencer qualquer protestante e eu sequer apresentar o estado da questão e pelo menos as posições relevantes desse debate, que foi o que ele fez. Isso é decepcionante, isso é uma coisa desonesta até de certa forma, né? Não, não é não é honesto com o público, porque o público é é induzido a pensar que, na verdade, aquela posição ali que ele tava defendendo é católica e aquele rejeita é protestante, como na verdade não é bem assim. Não é bem assim.
¶260E o pior de tudo é que ele expõe tão mal, mas tão mal essa questão do juízo privado, que a posição dele sequer é suaresiana, sequer sequer é uma, é uma, é uma boa adequação dos conceitos do Marin Solola. Ou seja, não vale para Soares, não vale pro Marinçola, não vale pros virtualistas que ele acabou de ele acabou descobrindo no debate, né, Gaetano Félix e tantos tantos outros. Então isso é uma vergonha de fato paraa audiência. E de eu eu acho que se alguém tiver assistindo aqui que é a audiência dele, tem que parar e pensar um pouco que o Thales ele ele se utiliza de de uma linguagem, né, que tenta de de alguma forma humilhar a pessoa e e etc, mas conteúdo mesmo ele não tem. Então, pelo peso argumentativo, ele deveria ser completamente descartado da comunidade católica.
¶261>> Com certeza. E olha, olha só esse outro trecho aqui. Olha só que coisa engraçada. Já até comentei, mas vou comentar de novo. Olha isso aqui.
¶262>> Ao 63 até o 638, ele faz uma confusão entre objeto formal e objeto material. Ele afirma que não bastaria e que não precisaria expor toda a dogmática da fé, porque bastaria eh tratar do objeto material. Só que o meu argumento, ele não depende de determinar aquilo que é crito. Ele depende principalmente de determinar por se crê. E o porquê se crê, isso sim é um motivo formal.
¶263>> Mas só que o seu argumento está falando, criatura quantra os protestantes, no sentido de que da maneira como se determina o que é crido, como você falou, contamina o porqu se crê. É óbvio e evidente que a gente tá discutindo mais o objeto material e não o formal. a é uma, é um mero desdobramento, é uma consequência que recai sobre o objeto formal. Mas o que a gente tá discutindo é se você chega a crer, ou seja, como ele falou aqui, ó, não depende de determinar aquilo que é crio, mas quando se determina o que é crido através de um silogismo para você que é misto, aquilo não muda a o motivo pelo qual se crê, o objeto formal muda. Então, a gente tá discutindo principalmente o quê?
¶264O objeto material, o caminho até lá. e se é condição meramente explicativa, se é um argumento assim que move o assentimento ou se não é. É isso. É isso. E ele não, ele não, ele não, ele até agora não entendeu, Carlos, sobre o que que é a discussão.
¶265Para você ver, porque existem discussões atinentes e pertinentes ao objeto formal que a gente nem entrou em discussão, porque não é tão relevante. O que a gente tem que saber para essa discussão é o seguinte: se tá sendo crido de fato porque Deus falou ou porque tem alguma outra coisa. Tá? Isso daí é o que a gente menciona do objeto formal, mas tem várias outras discussões sobre objeto formal que a gente não tá mencionando aqui, que, por exemplo, Robert Barron, que é um escolástico protestante, debateu com os católicos a respeito do objeto formal. Mas não é isso que a gente tá discutindo aqui.
¶266A gente tá na etapa do objeto material. Thales, misericórdia. Eu tô ficando louco, Carlos. Não, não tá certo. Ah, ele não entende primeiro, eh, primeiro que ele não sabe eh o que é motivo formal.
¶267Motivo formal, né? Na língua latim, ela fica muito claro o que significa motivo, aquilo que move, né, de alguma forma. Mas a gente não sabe o que é motivo formal e muito menos parece saber o que compreende o objeto material da fé, né? H, que é basicamente que tem vários, tem objeto primário, objeto secundário, o objeto material da material da fé é o conjunto das verdades reveladas por Deus. E a questão que se coloca sim, eh, apenas dentro dos tratados sobre o objeto material é se é possível crer com fé divina, por exemplo, ah, numa revelação virtual, a partir de algo implícito, que está implícito, explícito, né?
¶268Ou seja, se é possível fazer um silogismo com premissas formalmente reveladas e aí se expõe os tipos de revelação e depois se expõe a revelação virtual e aí se argumenta, né, ou em favor da posição eh talvez majoritária entre os jesuítas, que é a posição de de Soares. Temos a posição dos esotistas, temos a posição dos tomistas e a posição do marinçolo. O problema é que nenhuma dessas posições é bem representada pelo Thales, né? Ele inventou uma outra posição que é a posição só dele, que só ele realmente eh só ele realmente defende. >> Uhum.
¶269Exato. Exatamente. Eh, aqui, ó, a gente já não já falei sobre isso daqui, sobre o negócio, a gente já comentou. Não sei se tem tem alguma coisa, gente, que eu deixei de comentar aqui dessa resposta. Ele tem essas microcontradições aqui que ele vai falando.
¶270Não sei se vocês querem que a gente O principal já foi esmilçado, né? O Thales aqui, ele não conseguiu rebater de fato o meu vídeo, ficou presa. Ah, ele fala uma coisa assim, ele reclama, por exemplo, de coisas do Ah, tão mostrando aqui para mim que o olho fugita colocou uma taxa aqui para um estímulo, né, um incentivo para eu postar o vídeo naquela semana. Ele diz assim: "Ficou dois meses, nem sei se foi isso, tá? Mas ele falou assim: "Dois meses para fazer o vídeo, só postou agora e foi esse lixo e não sei o que e tal".
¶271Gente, o Thales pensa que tudo gira em torno dele, né? Ele pensa que eu só tenho o Thalis para responder. Não, eu trabalho, né? Eu sou, enfim, oficial das Forças Armadas. Eu tenho muita coisa para fazer.
¶272Eu encontrei tempo para fazer isso agora. Não foi como se eu tivesse preparando, estivesse me preparando há dois meses para fazer, não. Eu literalmente peguei isso para fazer agora esses dias, porque é o tempo que eu tive. Tenho que tenho que responder um pessoal também sobre escravidão e tal. E se o Tad, eu até deixei esse negócio aqui da meta, né, para para o pessoal doar, caso fosse, caso eles quisessem, né, para sobre essa questão do do dinheiro aí, porque já que chateou o Tales, eu vou deixar aí para ele se chatear de novo.
¶273[risadas] Vou deixar ele ficou chateado por isso assim, ó. Ah, porque tá cobrando pro pessoal, não sei o que e tal. É, Tales, é isso aí mesmo. É isso daí mesmo. Pode ficar chateado, pode ficar chateado, mas saiba que nem tudo gira em torno de você, tá?
¶274Já vou deixando bem claro isso. Não ficar não fica tão chateado assim por esse tipo de coisa, tá? Eh, mas é assim, aí como ele se apega a essas coisinhas assim para tentar denegrir, para tentar dizer: "Olha só o nível, ai não sei o quê, como é fácil ser rebatido e blá blá blá blá blá blá", né? E aí ele se antecipa, né, para me responder. E aí, aí eu posso dizer, aí sai um vídeo lixo desse, né, que ele postou hoje.
¶275Aí sai esse tipo de coisa. poderia ter pesquisado melhor, poderia ter visto a posição do Soares melhor, poderia não ter falado várias coisas aqui, né? Por exemplo, ah, cadê que o cadê a demonstração? Não sei o quê. Quem que acredita que o protestante tem fé infusa da mesma maneira que o católico tem?
¶276O Suárez acredita. Soares acredita nisso, tá? Que o protestante após o batismo e ele persevera na fé dele lá, tem continua com hábito sobrenatural para crer de maneira sobrenatural. Também tá no Defed, tá? Ah, se você quiser eu mostro o texto aqui.
¶277Mas é assim, é esse tipo de coisa. Poderia ter pesquisado melhor, poderia ter evitado que falar que contradições que não são contradições, né, de ah, não prova nada, no máximo provaria que o protestantismo é equivocado, né? E ele vê isso como uma contradição assim, meu Deus, que contradição, né? Misericórdia, né? É, é literalmente uma pessoa que tá desesperada.
¶278Aí, ô, o Giovani virou crime pedir pix. É, então eu sou o maior criminoso aqui do YouTube. [risadas] [suspirando] O Thales também tá nessa, né, que ele faz live lá, tá lá o o pixizinho dele pro pessoal colaborar e tal. Tem os critérios ali, né, de acho que não sei se tem ainda, né, a tabelinha, não sei se é sei lá quanto que ele cobra para reagir a um vídeo, não sei o quê. Enfim, já percebemos que coerência não é uma coisa muito muito do Talhes, né?
¶279Porque repito, eu vou repetir, eu repito esse exemplo todas as vezes porque o Tal sabe que é verdade e ele nunca tentou objetar isso que eu tô falando. Pessoal, anote isso daí. você que é seguidor dele, manda mensagem para ele ou posta no vídeo para ver se ele vai responder. O diretor espiritual do Thales disse que era melhor ele e era, falou para ele, né, por orientação espiritual, não falar sobre esse negócio de morte de herege, não falar sobre esse negócio de oração imprecatória, não falar mais sobre esse tipo de coisa de punição que é que é justo, posição escola, não sei ele foi orientado a isso. Ele obedeceu o diretor espiritual dele, não?
¶280Porque o Thales, mesmo depois daquilo, foi falar isso em debate, em podcast, em vídeo, ele continuou fazendo, falando sobre. Então, qual que é a moral que ele tem para dizer assim: "Não, você não sabe, Fugita, quanto uma direção espiritual é valiosa para nós católicos? Como que isso é importante? E como que nós devemos nos submeter, porque vocês protestantes não respeitam hierarquia nenhuma, mas eu respeito a hierarquia da Santa Igreja Católica, blá blá blá blá blá blá blá blá blá." E aí, ó, pro para isso daí vale, né? Para isso daí vale.
¶281Para vir me enfrentar, para peitar sobre esse assunto aqui, que a gente já demonstrou que você não sabe nada, não vale, né, Thales? Impressionante. Mas tudo bem, de você a gente já não espera muita coisa mesmo. A gente só tá confirmando que a gente sempre soube de você, né, do nível que você tem. Perfeito.
¶282É isso. >> Tem aqui o pessoal comentando. >> Eh, mas pode falar. >> Vê. >> Ah, realmente o nível muito baixo, né?
¶283>> Uhum. F assim, imagine dedicar seu tempo e energia para esmilçar um tópico de graça. Eu fiz isso. Pois é, o Giovani, ele faz vai pros podcasts aí ou pro pros canais participar de live, né? É, basicamente é isso, né?
¶284Eu não tô aqui trabalhando de graça não, filho. Isso aqui não é só mais um hobby meu, não. Virou aqui trabalho, tá? Tá reclamando de umas coisas assim muito sem noção. Olha, e deixa eu perguntar para ti, Carlos.
¶285Eu até pensei e pensei em gravar um vídeo à parte só para falar de tudo isso aqui, mas não sei se eu vou ser muito repetitivo. Acho que essa live aqui já pode funcionar como resposta a ele, né? Porque acho que eu já falei tudo o que que ele acho que tá tudo aqui já, eu acho que rebatido. Deixa eu ver se tem alguma coisa que a gente deixou de falar. Tô pensando em deixar isso aqui como resposta oficial mesmo, sabe?
¶286>> Uhum. >> Ah, deixa eu ver aqui, pessoal que tá acompanhando aqui, eu deixei de responder alguma coisa. Falem aí se eu deixei de comentar alguma coisa. Acho que não. Acho que tá tudo comentado aqui.
¶287Deixa eu ver aqui um trechinho que ele vai falando aqui, ó. Eh, ah, vamos pegar esse trecho aqui, ó. Olha só que coisa ridícula isso aqui. Pera aí. >> Ao 56 52 até 1 hora 4.
¶288Ele lê a parte em que Soares apresenta os argumentos daqueles que sustentavam que conclusões virtualmente reveladas poderiam ser de fé. E entre os argumentos relatados estão várias verdades que parecem ser cridas por consequência. Tudo que é necessariamente conexo ao testemunho divino deve ser verdadeiro. Quem nega a conclusão parece tornar falso testemunho de Deus. O assentimento certo e não evidente pareceria eh pertencer ao hábito de fé.
¶289Então esses esse argumento ele só demonstra que havia uma controvérsia, mas a disposição de uma objeção, um escolástico não de um escolástico não equivale a adoção da objeção. Caso você, o Carlos Alberto, ele não tenha te mostrado isso jeito. [limpando a garganta] >> A >> vai fazer a risadinha ainda. Olha só. Vou lá.
¶290>> Estrutura escolástica é o seguinte, ele apresenta uma opinião, apresenta o os argumentos, responde e estabelece uma conclusão, né? Óbvio que às vezes pode ver a conclusão antes, a objeção antes ou depois, né, dependendo de qual escola, de qual autor que tá escrevendo, né? Agora é curioso você não conhecer isso sendo aluno do Carlos Alberto. Aí, >> aí, olha só, né? Curiosos, né?
¶291O o a questão é que primeiro, eu não sou aluno do Carlos, eu sou amigo do Carlos, mas vamos lá, já que você tá falando disso daí, deixa eu ver aqui, ó. Eh, cadê aqui, ó? Vamos. >> Logo, ao contrário, o sentimento dessa verdade pertence a fé. Então, tá dando aqui vários argumentos para chegar a essa conclusão, né, que ele ele ele discorda parcialmente, mas que também fortalece o que a gente tá dizendo contra o Tales, né?
¶292Ou seja, o que que eu tô falando aqui? O o e eu expliquei lá em cima porque eu digo que ele discorda. Deixa eu ver se eu consigo pegar esse trecho. Mas eu falei o o os o Soares aqui, ele tá discordando deles. Eu falei, ele tá expondo eh argumentos que nos favorecem, mas eu digo que ele discorda.
¶293E eu digo que ele discorda parcialmente dos autores, mas não dessas proposições como todo aqui. Porque o Soares, ele vai concordar junto com eles que verdades formalmente implícitas podem ser cridas com fé divina, o que favorece o nosso caso, tá? O meu, não o seu, Thalis. o meu caso que eu expus aqui. Aí, deixa eu só mostrar aqui, ó, que eu tinha falado antes.
¶294Eh, cadê, cadê, cadê? Acho que é a palavra parcialmente, talvez. Deixa eu ver aqui. Pera aí. Eh, deixa eu ver se é isso aqui.
¶295Pera aí. Mas tem gente que discorda que que até mesmo que você poderia na verdade, ou seja, não, acho que é outro trecho falar aqui. Deixa eu colocar aqui, ó, parcialmente aqui, ó. Aqui não, acho que é essa primeira aqui. Vamos lá.
¶296Vamos lá. Então, assim, para mim isso aqui, gente, já responde, já escancara de vez. Eh, mas eu quero ler aqui o Soares, tá? Eu quero ler aqui, por exemplo, olha, todos os argumentos que o próprio Suares reconhece da posição daqueles que ele vai objetar parcialmente, não completamente, tá? Olha só o que que eu falei aqui.
¶297Os argumentos, o Suares tá expondo argumentos que ele vai objetar. ele vai objetar parcialmente por ele vai, ele concorda parcialmente com esses autores na questão do formal implícito. Mas desses pontos que eu estou explicando aqui, eu estou querendo mostrar porque o Soares ele reconhecia pessoas que discordavam dele. E assim é absurdo o Talis supor que eu não sei que um escolpõe a tese de alguém para objetá-la. Não só que eu não sei como ter ignorado que eu falei que ele discordava, sabe?
¶298Eh, e eu ter falado mais uma vez no vídeo, e aí eu volto agora à acusação contra o Thales, como que você, Thes, é capaz de fazer uma coisa dessas? Porque isso aí é um desprezo, né? Um desrespeito à sua audiência, né? Ao seu público. Você tratar o seu adversário de forma tão leviana e negligente assim, sabe?
¶299É impressionante. Olha aqui, ó, como eu digo isso. Porque ele também concorda, como eu falei, sobre esse negócio do do implícito formal também ser crido com fé divina. Ele diz assim: "Olha, nesta dúvida, então que que eu digo aqui? Qual é a discordância?
¶300A concordância quanto a um formal implícito que todo mundo concorda, né? Ele vai concordar com esses autores." Mas a questão aqui é que quanto a questão do do próprio do do virtual, existe a discordância para se crer com fé divina. E eu digo isso no vídeo também. Então, misericórdia, sabe? É, é assim impressionante, impressionante o nível de desonestidade do Thales.
¶301>> Sim. Eh, vale dizer que o Thales, uma vez perguntado em relação a manuais de introdução escolástica, recomendou um livro de São Roberto Belarmino, eh, de controvérsias com protestantes. Ou seja, esse é o nível do Thalis. Eh, ele não ele não sabe o que que significa introdução a escolástica, né? Talvez, talvez não tenha, ele não tenha isso muito claro.
¶302Então, o Thalis em relação ao escolástico, ele tem que dar graças a Deus que nós não nos sentamos e pegamos trecho a trecho onde ele utiliza termos errados, utiliza eh definições equivocadas, é ambíguo, utiliza eh por exemplo esses filósofos que ele tá usando, por exemplo, Soares e outros de forma equivocada. quando ele expõe a questão, ele expõe de forma equivocada a questão do motivo formal, eh, e a questão do objeto material. ele ele tem que dar graças a Deus que a gente não é tão chato com isso. Mas eh quem assistiu essa live tá vendo que eh mesmo assim passando de uma de uma forma de uma forma bem rápida, a gente consegue pegar várias imprecisões, várias coisas mal definidas, coisas de amador mesmo, coisas que você espera de um aluno iniciante, né? Quer dizer, eu eu já tive alunos iniciantes e até alunos iniciantes quando vão fazer, sei lá, eh vão pegar filosofia medieval, não se expressam de uma forma tão incapaz e amadura como Thalis.
¶303Então assim, o o Talis é de fato negligente com a com a audiência dele e pior de tudo, ele consegue, ele quer debochar, né? Isso torna as coisas e torna tudo ainda meio tragicômico, né? >> É. >> Agora as pessoas agora agora as pessoas que de fato acreditam no Thales como se ele fosse alguma referência de de qualquer coisa que seja. Eh, desculpa, eu acho que você acho que você precisa, sei lá, talvez buscar uma ajuda com psiquiatra, um psicólogo, porque você tem sérios problemas.
¶304>> O Carlos, Carlos, eu pensando que tava pegando pesado, o Carlos vai lá e mete essa assim. [risadas] [suspirando] Ai, ai, ai, muito bom. Ai ai. Mas enfim. É, é isso daí, gente.
¶305Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. O pessoal comentando. Gente, >> deixa eu mostrar uma coisa aqui, uma coisa aqui pro Thales, só pra gente, só para ele ter um gostinho do que que é que nós estávamos falando. Eh, que é isso aqui. Isso aqui, ó, Thalis.
¶306Aí, esse autor, você fala bastante de dogmáticas, embora só tenha lido uma aparentemente, que é a suma de teologia dos jesuítas. E eu duvido que você tenha entendido essa suma também, até porque para você entender uma teologia dogmática, isso pressupõe no mínimo uma boa formação filosófica, coisa que você coisa que você também não tem, né? Eh, perceptível isso. Eu, pela pouca experiência que tive como seu professor, percebi que você é muito limitado. Então, aqui eh esse autor, ele é um franciscano também esotista chamado Thomas de Charmens.
¶307Ele é um dos pioneiros na teologia do. Eu já falei isso, acho que é a terceira vez, né? E aqui ele expõe, por exemplo, casos onde mesmo premissas formalmente reveladas ainda podem se encadear de forma tal que se construa um silogismo e se deduza disso uma conclusão pela boa e necessária consequência. Por exemplo, aqui ele diz o seguinte, ó: "A proposição legítima deduzida de duas premissas imediatamente reveladas é de fé divina." E aí ele utiliza um silogismo. Deus é bom, eh, Cristo é Deus, logo Cristo é bom.
¶308Isto é de fé divina. Perceba. Ou seja, o formaliter do Suá não exclui a possibilidade de silogismos. Então aquele post no Instagram, você deveria jogar no lixo. Aliás, o seu vídeo que você fez joga no lixo.
¶309Aqui ele dá outro exemplo. Aqui ele dá um exemplo mais ainda mais específico, que é o seguinte. Eh, deixa eu ver aqui. Essa aqui é não revelada. Não é isso não.
¶310Pera aí. Aqui, por exemplo, né, ele fala, isso aqui já é, isso aqui já é apelando pra posição dele que é virtualista, né, que acredita na revelação virtual, acredita, entre aspas na boa, necessária consequência. Ele diz o seguinte, ó: "Conclusão legítima deduzida de uma maior imediata universal e revelada e outra menor não revelada, mas certa, com certeza metafísica ou física ou certeza moral ou excludente. Eh, é de fé". Ele diz: "É de fé".
¶311E aí ele também dá exemplos disso, ó. Exemplos que ele constrói de forma silogística. Olha só. Eh, todos os homens vão morrer. Pedro é homem, então Pedro vai morrer.
¶312Em resumo, é isso, né? >> É de fé. Aqui você tem, >> ele tá dizendo que se mantém de fé, né? S de feeder. Essa esse essa conclusão continua de fé.
¶313O que ele tá dizendo. >> Exato. Exato. Mesmo. Exato.
¶314Continua de fé. Continua de fé. >> Uhum. E aí tem um caso ainda mais emblemático que ele diz o seguinte, ó. Conclusão legítima deduzida de uma maior universal, absolutamente certa, mas não revelada, e uma menor imediata que é revelada.
¶315Ou seja, ele inverteu a ordem agora. Agora a menor que é revelada e a maior não é revelada, mas é certa. E aí ele vai dizer, vai provar com vários argumentos que, na verdade, ela também pode ser eh de forma silogística, que ela também é de fé. E aí nós temos o silogismo que ele que ele utiliza para exemplificar isso, né? Todo homem é animal racional.
¶316Cristo é homem, logo Cristo é animal racional. Percebe? Percebe como as coisas são muito maiores do que você pensou, tá? Então, se eu fosse você, eu jogava fora o vídeo, porque na verdade Fugita já tinha dito isso muito antes. O seu vídeo é um grande harakiri, é um grande ataque contra os próprios teólogos católicos.
¶317o que você faz é um disserviço em relação a essa controvérsia, na medida em que você, na verdade, ataca, mesmo de mesmo de forma burra, incompetente, os teólogos católicos que admitem essa posição, que adotam essa posição de forma explícita e que você, na verdade, não faz a menor ideia. Você não faz a menor ideia em relação, por exemplo, a esses teólogos, a esses teólogos que o Fugita mostrou, que eu tô mostrando aqui agora, que é o padre, é o padre Tomás de Charmes, você deveria procurar eh ler autorização para você expandir um pouco. Talvez isso melhore os seus próximos vídeos. >> Pois é, Carlos terminou aí com fatality, né? Mas, mas eu nem sei se tem mais coisa aqui que eu deveria ter.
¶318Eu tava tava até checando aqui se alguém tinha falado no grupo, se queriam que eu respondesse a mais alguma coisa, né? Mas deixa eu ver aqui. Eh, tinha um um outro texto que eu queria ter lido do Francisco Soares, que eu tava procurando, que ele flexibiliza mais ainda na posição dele. Não tava encontrando aqui, mas em algum momento eu vou eu vou encontrar. Eh, deixa eu ver se eu encontrava aqui.
¶319Eh, tava tentando encontrar, mas acho que eu não vou encontrar agora não. Depois eu se eu qualquer coisa eu posto no Instagram em algum outro momento. Mas é isso, né? O Thales, ele realmente teve muito, quer dizer, foi totalmente sem sucesso aí nesse vídeo, né? Eu eu mas eu já esperava que ia ser assim, sabe?
¶320Pessoa acabou de ver um negócio que nem entende, já quer gravar, joga no GPT. Aí sai essas sai essas maluquícies aí, né? Mas deixa eu ver se tem mais alguma outra coisa aqui. Acho que não. Acho que a já respondemos a tudo assim.
¶321Ele fica comentou coisas meio triviais aqui também. Deixa eu ver aqui. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa. Ah, deixa eu ver isso aqui. Vamos ver esse trechinho aqui.
¶322>> Aos 20 minutos, até os 21 minutos, ele diz que de todos herdam pecado original. Pode-se concluir que Pedro herdou sem precisar raciacionar ou fazer um silogismo. Só que cognitivamente existe uma aplicação. Todos os homens estão sob determinada condição. Pedro é homem, logo Pedro está sob essa condição.
¶323Então a solução, ela não consiste em negar que houve uma operação intelectual. A solução ela tá em distinguir se essa operação apenas explicito o que já está formalmente incluído ou se introduz uma nova premissa natural. O meu argumento, gente, ele nunca afirmou que toda operação de terceira operação do intelecto destrói a fé. Então, gente, dizer que aqui é uma inferência legítima nem toca no meu argumento, >> não. Então, só que ele ele ele fica oscilando entre isso, né?
¶324Porque ele falou claramente ali que quando você tem uma operação, né, o resultado de boa e necessária de da boa e necessária consequência não é de fé, né, naquele primeiro vídeo dele, né? Quer ver? Vamos ver isso aqui de novo no vídeo dele original, ó. Boa. Aqui, ó.
¶325Deixa eu ver de novo aqui. Duas respostas. A primeira é notar que o peso do argumento contra o protestantismo recai sobretudo sobre os casos em que se pretende estabelecer um artigo de fé por boa e necessária consequência. Ora, a interpretação de documento eclesiástico nem sempre está no mesmo plano e muitas vezes envolve temas que sequer são infalíveis, portanto, nem sequer constituem objeto de fé divina. >> Veja que ele fala assim, né, que recai sobre os casos em que se pretende estabelecer um artigo de fé por boa e necessária consequência.
¶326Boa e necessária consequência envolve aquilo que eu estou mencionando na minha resposta que você não sabe, né? Porque você sequer sabe o que que é uma boa e necessária consequência. Aí depois ele fala aqui, ó, de novo, o primeiro seria negar que qualquer elemento humano entra quando se faz um juízo privado, ele entra no motivo de assentimento. Mas isso é manifestamente falso. O caso da chamada boa e necessária consequência torna-se evidente.
¶327Se uma conclusão é obtida por meio de um raciocínio, então a premissa [limpando a garganta] menor do silogismo funciona como um meio cognitivo para se alcançar a conclusão. Veja só, se uma premissa menor do silogismo funciona como meio cognitivo para alcançar a conclusão, logo o que que acontece? Isso daí, esse raciocínio contamina o objeto formal. É o que? Esse é o seu raciocínio aqui.
¶328Esse é o seu raciocínio, Thales. Então assim, você no mínimo aqui foi tem que tem, como o Carlos falou, jogar esse livro, esse esse vídeo no lixo, reformular, fazer as coisas diferentes, entendeu? Então assim, é diferente, é completamente diferente o que você tá querendo dizer agora. Deixa eu ver aqui o que mais ele falou aqui, ó. Boa e necessário, consequência.
¶329Eh, deixa eu ver aqui, ó. Juízo privado. Tem o trechinho lá, como é que é? Era 13 minutos que você falou que ele diz. É, é que você falou aqui, ó, que ele diz aqui que ele define.
¶330Vamos lá. >> Mas vamos lá. Uma formulação comum da objeção seria essa: Juízo privado seria simplesmente descobrir a verdade por si mesma, sem depender passivamente de outra pessoa. Ora, dizem alguns: católicos e ortodoxos também fazem isso. Afinal, quem se converte ao católico, >> sim.
¶331Olha só, olha, olha, olha essa definição. Juízo privado é basicamente conhecer a coisa por si mesmo, por si mesmo, sem depender passivamente de outra pessoa. >> Eu te desafio, Tales, mostre algum escolástico que defina juízo privado dessa forma. É um conhecimento, na verdade, que você obtém por si mesmo, que não depende passivamente de outra pessoa. >> Pois é.
¶332Eu quero ver, eu quero ver, eu quero, eu quero ver, eh, gostaria de ver você encontrar algum, algum escolástico que, eh, de alguma forma endosse essa definição, faz o menor sentido. Mas vamos continuar aqui, ó, o que ele continua dizendo. Ou ortodoxia teve de usar o próprio raciocínio para decidir qual igreja era verdadeira. Se foi preciso examinar as pretensões da autoridade e chegar a uma conclusão, então também houve juízo privado. E se isso vale para os católicos, por que condenar os protestantes por fazerem algo parecido diante da escritura?
¶333Só que essa objeção, ela confunde juízo de credibilidade com ato de fé propriamente dito. Quando alguém procura a verdadeira, >> é, enfim, deixa eu só ver uma coisa aqui, ó. Eh, olha só o que que ele fala aqui. A fé, ó, aqui, ó, continuando aqui, ó. A fé não nasce simplesmente da investigação racional dos sinais de credibilidade.
¶334Essa investigação prepara o caminho, mostra que o ato de crer não é irracional, mas não produz por si mesmo a sentimento sobrenatural. Portanto, não há problema em dizer que esse ato exige, envolve um elemento humano e, nesse sentido, um juízo privado, um juízo pessoal. A dificuldade aparece quando a gente leva isso para os artigos de fé já recebidos como revelação. O argumento católico contra o juízo privado não nega o papel da razão na busca da verdadeira religião. Ele nega apenas que a razão humana possa constituir o motivo formal do assentimento aos artigos de fé.
¶335Outro, >> ou seja, só que aí tá, só que aí veja que aqui ele não distingue aquilo que ele tá criticando agora no novo vídeo, né? essa questão de, ah, não, mas é só o silogismo misto, não. Aqui ele tá falando o tempo todo da participação da razão, eh, compondo o assentimento dos artigos de fé, tudo bem que seja, mas de uma maneira se logística, né, com uma premissa menor de razão ou com uma premissa eh às vezes ele às vezes ele na verdade só falou com uma premissa menor naquela outra vez, né? Não foi assim, ó, premissa menor. Deixa eu ver se ele só falou premissa menor, na verdade >> é, ó, só se uma conclusão é obtida aqui, ó.
¶336Aqui, ó, colocar de novo. >> Se uma conclusão é obtida por meio de um raciocínio, então a premissa menor do silogismo funciona como um meio cognitivo para se alcançar a conclusão. >> Pois é. Então é isso. Ele tá falando de premissa menor.
¶337Agora deixa eu ver outra coisa aqui que só que eu queria ver. Ele tem um tem um outro momento que ele fala sobre a definição dele de juízo privado. Quer ver? Queria encontrar esse momento. Deixa eu ver se logo no começo.
¶338Talvez seja a primeira aparição. Eh, cadê? Cadê? Não, isso aqui é no final do vídeo. Deixa eu avançar.
¶339Avançar. Ah, caramba. Cadê? Deixa eu ver aqui. O ponto principal pode ser resumido em uma tese.
¶340A doutrina protestante que admite juízo privado sobre artigos de fé é irracional na medida em que se opõe a noção verdadeira de fé. Para isso ser entendido corretamente, a gente precisa fixar quatro distinções. A primeira é a seguinte, a gente tá tratando aqui sobre o juízo de fé e não sobre o juízo sobre qualquer conhecimento humano. Seria um absurdo dizer que o catolicismo rejeita qualquer tipo de juízo privado na vida comum e na vida sobrenatural. Inúmeras vezes a gente precisa julgar por nós mesmos.
¶341Quando você lê uma obra teológica como Confissões, Suma teológica, você conclui várias coisas baseado em um juízo privado. Isso motivado pela autoridade intelectual do autor ou pela força dos argumentos apresentados. Só que isso não é o assentimento da fé. >> Ó, veja só o que ele fala aqui, né? Ele tá justamente dizendo aqui o que ele, a concepção dele de juízo privado, né?
¶342Que você julga várias coisas por nós mesmos. É o que ele tá dizendo, né? Quando você lê uma obra teológica, você vê lá os argumentos que são utilizados e você tá usando o quê? Você tá fazendo um juízo privado. Percebe que essa distinção que ele tá fazendo é totalmente ad rock, né?
¶343No novo vídeo, quando ele fala assim: "Não, mas eu tô falando dos silogismos mistos e não sei o qu e tal". Olha só que malandragem isso daqui. Olha só, >> quer propriamente falando é afirmar algo com base no que Deus revela por conta da autoridade de Deus que revelou aquilo. Certo sentido, isso daí se assemelha ao conhecimento científico, porque ambos vão envolver firmeza de adesão, só que, evidentemente, eles diferem no fundamento. A ciência se apoia na evidência intrínseca daquilo que se conhece.
¶344A fé, por outro lado, como de São Paulo, diz respeito às coisas que não se vem. A fé também ela se assemelha em certo aspecto na confiança humana e ambas elas vão se apoiar em autoridade. Só que na fé humana, evidentemente, a fé é humana. A autoridade é humana. Na fé divina, autoridade é o próprio Deus.
¶345Por isso, o motivo formal da fé é sempre a autoridade do próprio Deus. Assim como eu creio na minha idade, porque minha mãe me atestou. >> Enfim, é que ele tá falando de coisas já, enfim, básicas, né? Mas é isso, é é olha só o o e esse tipo de uso do juízo privado e depois tentando fazer aquela distinção de emergência depois do que eu vim a falar sobre isso, né? Fui eu que usei as nomenclaturas corretas, né?
¶346Técnicas do tema. Então ele tá tentando agora apagar de que não fui, eu já tava falando disso, não sei o quê. Quando você vê esse vídeo original aqui é uma salada, é uma confusão gigantesca. Então assim, sabe, é impressionante ele ter a cara de pau de fazer uma coisa dessas. É muita cara de pau.
¶347Lembrando sempre que eh para quem assiste o o Thales, procure uma psicóloga, um psiquiatra, procure se tratar, >> vale a pena. >> Não, o o Tales não é referência, não deveria ser, né, referência para nada. Eh, ele não consegue se aprofundar em nada, claramente ele lê as coisas assim de passagem e faz vídeos com base nisso, né? E aí o o grande perigo é que isso se torna atraente para as pessoas que não estão acostumados com esse tipo de questão, né? E é por isso que mais uma vez é importante a gente tá aqui para mostrar que a apologética católica precisa estirpar o tales, né?
¶348para que ela se para que para que ela tenha alguma algum algum respeito, alguma alguma credibilidade, pessoas como Tid não deveriam ter tanta relevância assim. Infelizmente tem. Ah, porém, eh, esperamos pelo menos que com esses vídeos as pessoas acordem um pouco. >> Exato. Enfim, eu acho que eu já tá ficando tarde aqui, vai ter todo mundo que dormir.
¶349Eu também vou trabalhar amanhã cedo. Então, vou dar essa daqui como sendo a minha resposta até então, tá? Se eu tiver alguma outra coisinha, eu falo no Instagram ou comento lá na na área de membros, tá? Do membros, não, do na comunidade, né? O post na comunidade para todo mundo ver.
¶350E é isso. Se tiver qualquer outra coisa, eu também chamo o Carlos aí pra gente conversar mais. Mas acho que a gente nem ia falar, engraçado, a gente nem ia falar sobre tudo isso, né? Mas a gente resolveu falar aqui, já que tava falando. Vamos falar logo de uma vez.
¶351Era só pro Carlos explicar, né, a o envenenamento do poço que o Thales fez, mas acabou que calhou pra gente já comentar aqui as percepções iniciais de cada um. Obrigado, Carlos, pela sua participação de novo. Você sempre muito bem-vindo aqui. Agradeço por essa parceria de anos aí que a gente tem. E opa, oas falou que vou mandar um super chat, então a gente espera.
¶352[risadas] [roncando] Então a gente espera. Mas eu não vou deixar de terminar de agradecer aqui ao Carlos pela presença sempre muito valiosa aqui [limpando a garganta] no canal. Você certamente é uma pessoa que deve ser ouvida e enquanto eu tiver disposição aqui e oportunidade, eu vou fazer com que você tenha o reconhecimento que lhe é devido. Eh, mas deixa eu ver aqui. >> Obrigado, Fit.
¶353Eh, >> pode falar. >> Só só só agradecendo também. Eh, eh, obrigado por participar aqui do seu canal mais uma vez. É sempre bom conversar com você. Eh, sendo ou não adventista, isso não importa.
¶354E mais uma vez, eh, quando a gente compartilha objetivos em comum, né, que são objetivos, creio eu, nobres, por exemplo, de melhorar uma comunidade, de trazer bons argumentos, etc., eh é sempre bom participar e de alguma forma contribuir. Então, agradeço e vamos paraa próxima. Excelente. A última que foi do super chat perguntou aqui o Aspirance. Professor Carlos, tem previsão do cronograma pro Faurus Centaron?
¶355>> Então, esse curso meu paro Cárum vai voltar, tá? Só que ele vai voltar de uma forma completamente mudada, porque eu já comprei o microfone de streamer, >> legal. Comprei a câmera, comprei o headset, comprei um computador melhor, ou seja, vamos ter câmera, microfone, tudo mais profissional, né? Então, as as aulas vão retornar, mas vocês vão perceber uma uma grande eh eh melhoria na percep na no áudio, etc. Eh, na imagem, enfim.
¶356>> Sim. Tá bom. É que bom, amigo, você vai voltar. Um curso muito bom, que tem que ser também mais divulgado. Se alguém quiser entrar lá no curso do Carlos, manda mensagem para mim que eu direciono.
¶357Eu sou esse management do manager do do Carlos, né, nesse curso daí. Então, enfim. Eh, olha só aqui. Cadê Samurai Pajé do Pix? Podemos afirmar que a resposta do Thalis foi cp intelectual.
¶358Sim, foi um cp intelectual. Exato. [risadas] [suspirando] Muito bom. Muito bom. Mas tá bom, gente.
¶359Foi um harquakiri ali também, né? Um um sepuc intelectual. Mas eh a gente vai conversando então nos grupos. Qualquer coisa falem comigo no Instagram e vamos que vamos. Lembrando, dia 27, 28, 29 teremos o curso, o a o webinar, né, que a gente tá planejando para falar sobre apologética, ressurreição, as escolas escolásticas.
¶360Acho que vocês vão gostar bastante. E é isso. Aguardo vocês lá. Beijo e abraço para todo mundo. Boa noite e até uma próxima.