a tese
Recapitulação católica entusiasmada da conversão de Joe Schmid, apresentando-a como caso em que um filósofo treinado foi levado ao catolicismo por evidência de milagres, não por sentimento.
aprofundar
não
É peça curta de divulgação católica, sem análise crítica; serve só como recapitulação limpa da narrativa oficial de Schmid.
O que foi dito
- Abre com o gancho de que um doutorando em filosofia de Princeton que passou anos atacando o cristianismo anunciou num só vídeo que Deus existe, Cristo é Senhor e fundou a Igreja Católica, vídeo que passou de cem mil visualizações em dois dias.
- Narra a trajetória: criado em lar católico devoto, começou a duvidar na sétima ou oitava série quando a escola católica lhe ensinou evolução e ele não conseguiu conciliar um Deus todo-amoroso com o processo evolutivo brutal, o que o puxou para Sam Harris e Richard Dawkins e depois ao ateísmo.
- Aos dezessete anos descobriu o canal Worldview Design, de Joshua Rasmussen, cujos argumentos moveram Schmid do ateísmo ao agnosticismo.
- Sustenta que o que o empurrou do agnosticismo ao catolicismo foi evidência de milagres específicos, tratados como prova e não sentimento: Nossa Senhora de Zeitoun (aparição mariana sobre igreja copta no Egito, com curas documentadas) e milagres eucarísticos com análise laboratorial cega.
- Cita a frase de Schmid de que o universo parecia conspirar para fazer parecer que Deus existe, e não um Deus qualquer, mas um que confirma doutrina distintivamente católica via Fátima, Lourdes e Zeitoun.
- Aponta como ponto de virada uma conversa de quatro horas, em fevereiro, com o apologista Ethan Muse sobre os carismas de Padre Pio, após a qual Schmid fez exame de consciência de uma década e confissão geral.
- Fecha no registro devocional: a conversão do coração veio pela testemunha de Santa Maria Goretti, a mártir de onze anos que perdoou o assassino, e pela reação de Schmid (“seja lá o que ela tem, eu quero um pouco disso”).