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Joe Schmid of Majesty of Reason Conversion Response

a tese

James, ateu de inclinação kantiana, argumenta que a conversão de Joe Schmid ao catolicismo é precipitada porque Schmid não teria as ferramentas para verificar alegações milagrosas, e que apelar a demônios para explicar evidência fraca é um recurso ad hoc.

aprofundar

não

Vídeo de reação amador, argumentação difusa e repetitiva, sem interlocução real com o caso de Schmid; serve apenas como amostra da recepção cética popular à conversão.

O que foi dito

  • Diz-se frustrado não por sentir sua visão de mundo ameaçada, mas por ver Schmid, doutorando de filosofia em Princeton, abandonar sua nuance filosófica por um catolicismo dogmático e cair em strawmen apologéticos.
  • Acusa Schmid de strawman ao afirmar que “naturalistas têm dificuldade” com a verdade objetiva de que torturar bebês por diversão é errado, e responde com fundamentação evolutiva (dever de cuidado com os indefesos, tribalismo, transmissão de genes) e com Kant para explicar por que a crueldade é inaceitável sem recorrer a Deus.
  • Desenvolve uma longa analogia do show de mágica: um leigo que vê cem truques repetidos sem saber como são feitos “testemunha milagre após milagre”, até Penn e Teller aparecerem e desmascararem cada truque; pergunta o que Schmid fará quando alguém desmascarar os milagres católicos.
  • Aponta dois caminhos diante do desmascaramento: dobrar a aposta inventando demônios que apagam as evidências, ou admitir que não tinha as ferramentas para julgar a evidência.
  • Contra a objeção da “grande conspiração”, diz que não precisa de conspiração: basta que pessoas sinceras acreditem genuinamente no que veem, “eu acredito que eles acreditam”.
  • Usa a analogia das nuvens: alguém vê um anjo numa nuvem amorfa e outros passam a ver o mesmo padrão projetado, porque o cérebro humano impõe padrões antropomórficos onde não há padrão.
  • Sobre o milagre do sol em Fátima, invoca o fenômeno óptico de fixar o sol (ele parece “dançar”), a ausência de qualquer registro instrumental, e compara com a “epidemia de dança” medieval e avistamentos de OVNIs por caças depois explicados como balões meteorológicos.
  • Sustenta que recorrer a demônios para explicar por que a evidência é pobre é extraordinariamente fraco, um acréscimo sobrenatural inverificável que só gera novas perguntas, como por que os anjos ou Deus não intervêm.
  • Recomenda que Schmid “pise no freio”, termine o doutorado e consulte médicos e professores em Princeton, em vez de mudar radicalmente de filosofia em cerca de sete meses.