a tese
Um convertido ao catolicismo, morador de Sapporo, no Japão, usa a conversão de Joe Schmid como espelho da sua própria e argumenta que ninguém se converte por silogismo, e sim por ver no outro uma paz que lhe falta.
aprofundar
não
é testemunho devocional pessoal, sem argumento novo. O único ponto de valor é o registro da inconsistência de Schmid sobre milagres eucarísticos entre janeiro e agosto.
O que foi dito
- Contrasta a conversão “erudita” de Schmid (doutorando de Princeton, coautor de um livro sobre provas teístas) com a sua, nascida de solidão e de uma busca no Google por “missas em inglês perto de mim”.
- Diz ter-se comovido com a mesma frase de Schmid sobre a santa Maria Goretti, que perdoou o próprio assassino: “o que quer que ela tenha, eu quero”.
- Aponta uma inconsistência em Schmid: em janeiro ele dizia que investigações de milagres eucarísticos eram marcadas por má metodologia, exagero e omissões convenientes; um mês depois passou a citar aparições marianas, exorcismos e milagres eucarísticos como parte do que o levou à Igreja.
- Lê essa virada como o descompasso normal entre a cabeça (que quer prova sob interrogatório) e o coração (que já escolhera meses antes).
- Testemunho pessoal do custo da conversão: primeira missa em idioma que não entendia, despertar às 5h30, catecismo como dever de casa, um padre autoritário, seis meses de desânimo e a decisão de voltar mesmo sem vontade.
- Encerra promovendo uma consagração mariana e a assinatura paga do próprio canal.