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LIVE! with Q&A: Joe Schmid, @MajestyofReason, and why philosophers suck at the Bible

a tese

O biblista Kipp Davis (especialista em judaísmo antigo e nos Manuscritos do Mar Morto) critica a conversão de Schmid pelo ângulo do texto: na apologética dele, a Bíblia e o próprio cristianismo têm papel empobrecido, e ancorar a fé em evidência histórico-científica de milagres é frágil.

aprofundar

talvez

a tese de que filósofos da religião tratam mal a Bíblia e de que fé apoiada em milagre é falsificável é a crítica mais séria a Schmid, mas está diluída em horas de conversa. Vale se o Bruno quiser o contraponto exegético.

O que foi dito

  • Ressalva de partida: não se incomoda que Schmid seja católico; o que o incomoda é o lugar rebaixado da Escritura no argumento de conversão, que quase não abre a Bíblia.
  • Observa que Schmid não era ateu “puro” na virada, mas católico não praticante que ainda rezava e ia à missa.
  • Argumento central: pôr tanto peso em ciência, história e evidência de milagres é perigoso porque é facilmente falsificável; quem crê “por causa deste milagre” fica refém de um único ponto, e o mesmo passo poderia justificar um deus da chuva.
  • Contrasta com sua própria prática de erudito crítico, o “chapéu de acadêmico” separado do “chapéu de fé”, como fazem vários biblistas católicos que não invocam o magistério no trabalho técnico; e sugere que Schmid seja mais curioso historicamente, independentemente do magistério.
  • Anuncia que vai comentar, à luz do texto bíblico, o tratamento de Schmid a exorcismos, ao milagre de Fátima, ao inferno e à sexualidade.
  • Formato de live com muita digressão pessoal (viagem, bebida, atração de estrada) antes de entrar no assunto.