a tese
Nash Kyalo, de posicao ateista/agnostica, argumenta que o caso de Schmid mostra no maximo que o ateismo tem falhas, mas nunca fecha a ponte ate o catolicismo especificamente.
aprofundar
talvez
e a replica mais afiada da leva e ataca justamente o ponto fraco do caso (a subdeterminacao: de teismo e milagres nao se segue Roma); interessa como contraponto se o Bruno for analisar o caso Schmid.
O que foi dito
- Deixa claro que nao ataca o carater de Schmid nem o chama de burro; quer dar “segunda opiniao” a quem for ouvir as cerca de 25 horas de material dele.
- Pergunta central repetida: “por que o catolicismo?”; derrubar o ateismo nao estabelece a Igreja de Roma, e milagres sao reportados em muitas tradicoes e culturas.
- Preve que, se Schmid aplicasse a mesma credencia a Isla, judaismo, hinduismo, protestantismo e ortodoxia, voltaria ao agnosticismo, porque o catolicismo “nao e unicamente convincente”.
- Reconhece que o gatilho original da desconversao de Schmid (sofrimento animal por centenas de milhoes de anos, o elefante preso no poco de piche) e “um otimo argumento”, ja que a defesa da formacao de carater nao vale para animais.
- Critica a nova resposta de Schmid (anjos delegados que teriam omitido guiar a evolucao, a “omission theodicy” de Cutter e Swenson): levanta mais perguntas do que responde, como seres divinos desobedecem e por que Deus nao interveio nem nomeou novos.
- Chama “Deus age de modo misterioso” de escape, nao resposta, e diz que Schmid parece “procurar um bom motivo para parar de se importar”.
- Fecha pedindo a Schmid, com respeito, que mostre “a ponte” que vai do teismo generico ao catolicismo.