a tese
Um ex-cristão, hoje coach de desconstrução, reage à conversão de Schmid com incredulidade, argumentando que milagres e coincidências não indicam qual religião é verdadeira.
aprofundar
não
ceticismo genérico com viés comercial, sem engajar os argumentos específicos de Schmid.
O que foi dito
- Estranha que alguém criado no cristianismo “volte” para a fé, comparando o gesto a voltar para um cônjuge abusivo.
- Ironiza que metade dos cristãos dirá que Schmid, por ser católico e não batista, ainda irá para o inferno.
- Passa clipes do relato de Schmid (Nossa Senhora de Zeitoun, exorcismos com queda e elevação abrupta de temperatura, objetos voando, testemunhos de psiquiatras e ministros de libertação) e oferece explicações naturalistas e ceticismo.
- Argumenta que todo povo tem mito de dilúvio e “evidências”, o que não torna nenhuma religião verdadeira, e que a chance de acertar “a religião certa” por coincidência é baixa.
- Mistura o comentário com divulgação do próprio serviço pago de coaching e “exercícios de segurança corporal” para quem está deixando o cristianismo.