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radar · Teologia Brasil

O PODER DE JESUS PARA TRANSFORMAR FINAIS EM NOVOS COMEÇOS

¶1Olha, eu vou eu vou dizer a ideia de ser presidente. Vou até vou até ler aqui para ler direitinho para não errar. Ser presidente da Convenção Batista Brasileira é uma responsa grande. >> É uma grande responsabilidade. Como o nosso regime é um regime congregacional democrático, né?

¶2Essa é é a linha eclesiológica da igreja batista. Esses dias saiu uma reportagem, né? Pastor de 31 anos, preside a Igreja Batista no Brasil. Não é isso, né? presido da convenção e que é um que é um grêmio, é um um uma entidade classe das igrejas, mas as igrejas batistas são de autonomia democrática, né?

¶3Ah, o que por um lado não te dá responsabilidade individual por cerca de 14.000 templos que nós temos no Brasil, mas o que por um outro lado, te dá a a a precaução de que se alguma matéria chega pra gente, é quando deu problema, né? dentro dentro desse regime de autonomia democrática, de cooperação, se chega uma demanda pra Convenção Batista, ela já chega porque é um um alguma dificuldade, algum problema, né? >> Verdade. Eh, muit muitas pessoas não conseguem entender como funciona a eclesiologia protestante fora dos contextos denominacionais, né? Muitas vezes, ah, os católicos romanos, por exemplo, olham pra gente dentro dessa mesma perspectiva católica, achando que cada igreja é meio que uma entidade como se como se os evangélicos fossem uma entidade dividida, né?

¶4E não entenda que cada igreja é um corpo autogovernado. E até essas grandes associações é a união de vários corpos autogovernados se unindo em prol do reino, né? Em um tipo de unidade que se expressa em uma diversidade congregacional. >> Essa essa sua definição é a definição perfeita. É, é o que representa o pensamento evangélico.

¶5Agora, de fato, né, de um lado a multiforma e graça de Deus e do outro lado a nossa multiforma de fazer um monte de coisa confunde mesmo a cabeça, né, de alguns. >> Verdade. Um prazer, uma honra recebê-lo aqui no 2D de teologia. Uma uma alegria ter alguém do alto clero, né, aqui com a gente. A gente tem um podcast que que o nome é baixo clero.

¶6Para piada é ser os pastores da vida comum conversando sobre vida de igreja. Eu sempre brinco quando recebo gente aqui do de fora do baixo clero. Eu disse para Isa, Isa, vou entrevistar o presidente da convenção Batista brasileira, minha esposa. Ela tu vai vestido assim. Aí, aí eu disse: "Ah, não, vou vou me vestir melhor aqui, vou trocar de roupa, vou Jesus".

¶7Eu ten minha camisa, tá inside aqui. Tem minha inside favorita para >> E é sua patrocinadora, né? Eu vi uma vez você postando alguma coisa da ensai. >> É, quando for comprar Inside, eu uso cupom teologia, tá? Para dar moral aqui para pros crentes.

¶8>> Conta comigo. Você começou quando essa perspectiva digital sua? >> Faz 12 anos que eu tô produzindo conteúdo pretendente. >> 12 anos. Ah, então o cara que te vê hoje é porque tem uma construção já aí de mais de uma década, né?

¶9>> Tem gente que me acompanha desde quando eu tinha 17 anos de idade. >> Legal. Tem gente que acompaticamente eu tô com 31. >> Eu tô com 33. Tô pera aí.

¶10Tô com tô com 34. 34. >> 34. Legal. >> Eu sou mais velho que alguém.

¶11Eu eu cheguei num momento da minha vida em que eu sou mais velho que alguém. E isso isso é um pouco chocante porque sabe quando foi o primeiro? O primeiro tem dois momentos na vida do ser humano, sabe? O primeiro foi quando eu consegui ir mais fundo no mar do que o meu pai. >> Ok.

¶12Eu sou mais alto que o meu pai. Meu pai sempre era barreira. Ó, daqui você não passa. Aí eu fiquei mais alto que o meu pai. podia ir mais longe que meu pai na na praia.

¶13Foi um momento marcante assim no meu desenvolvimento psicológico sobre crescer. Eu acho que a segunda vez foi quando eu foi a primeira vez que eu paguei um almoço pro meu pai também, quando paguei um almoço pra minha família, [risadas] eu já era pastor de igreja. Mas eu acho que é quando eu comecei a descobrir que os jogadores da seleção eram mais jovens que eu. >> OK. >> E aí eu dizia: "Poxa, já não dá mais, então, né?

¶14Já não tem mais como, já [risadas] não tem mais um um caminho aberto pela frente. A vida já se afunilou bastante para várias coisas não serem possíveis. Mas >> e hoje você tem um um entrevistado mais jovem no seu podcast. >> Eu acho que é a primeira vez na minha vida. Eu acho que eu tô até chocado aqui porque eu sempre fui o cara, eu comecei a produzir teologia muito jovem, com 17 anos eu tava colocando a cara no YouTube, né, desaconselhadamente fazendo isso.

¶15E eu sempre entrevistei pessoas mais velhas, todo mundo, eu sempre fui o mais jovem de todos os meus círculos, né? E aí agora com 34, eu ainda sou um jovem pregador, mas agora agora eu consigo ter essa honra, essa alegria de ter alguém mais jovem. Tô tô muito contente. Obrigado. >> E escrever.

¶16Quanto tempo tem isso na sua vida? >> Eu publiquei meu primeiro livro com 21. Eu casei com 21. Foi 2000, foi foi com 21 anos. Então eu tô com 34 faz 13 anos por aí.

¶17>> Legal. >> Acho que foi, faz por aí. Por aí. >> A escrever essa modalidade que a turma tá chamando de ficção é mais recente, né? Ah, não.

¶18Eu lancei minha primeira ficção agora nesse ano já. O lançamento foi semana, inclusive, pelo que eu acompanho seus livros são mais teológicos e tal. >> Sim, sim. Não, eu publiquei já várias coisas de teologia, comecei escrevendo sobre missologia. >> OK.

¶19>> Ah, então comecei publicando sobre missões, fui para materiais mais teológicos, alguns materiais mais homiléticos também, né? voltado paraa exposição de textos bíblicos e tal, mas publiquei algumas coisas na área de de teologia política, na área de teologia pública, que é a minha principal área de atuação. Então tem sobre pobreza, sobre moradores de rua, sobre questões desenvolvendo realidade socioeconômica e política. Tem uns dois, três livros nesse sentido. Então tem um pouco na área de teologia pública, assimal, >> mas a maioria é material teológico mesmo.

¶20>> Legal. Legal. Você é filho de crentes? >> Não, me converti aos 14. >> Eu também não sou não.

¶21>> Primeiro convertido de casa. >> Eu batizei meu pai e batizei minha meu pai já falecido. Batizei meu pai, minha mãe, minha avó. turma toda já como pass. >> Que alegria.

¶22Batizei meu pai e minha mãe. Foram foi acho que um dos dias mais felizes da minha vida quando eu batizei papai e mamãe >> depois de uns de uns 14 anos de oração. [risadas] >> É o meu pai. >> 14 não, 17. >> É o meu p >> foram 17 anos >> orando pelos meus pais.

¶23>> 17. É mais ou menos o tempo que eu também. >> É o eu talvez um pouquinho mais. Eu me converti mais cedo, mas o meu pai era tetraplégico. A nossa família lutava com muita dificuldade.

¶24Então meu pai falece com 44 anos assim, atrofeadinho no meu braço. Não literalmente, né, na em casa. Mas aí uma semana antes dele falecer, ele decidiu batizar. [música] >> Olha só, coisa poderosa. >> Faz parte.

¶25>> Mas que bom. >> Você e seu pai, então você também não é de uma família cristã? Não, eu fui o primeiro. Eu venho de quatro gerações. E eu digo que venho de quatro gerações, não é defendendo maldição hereditária, não, viu?

¶26Só porque é a realidade do [risadas] Eu até porque nem creio nisso. Ah, mas eu venho de quatro gerações de de famílias bem disfuncionais, todos com o mesmo dilema, alcoolismo, gente que tinha algum tipo de recurso e faliu, quebrou e casamentos que não funcionaram. Então foi assim com o meu tetra, com meu táto, com meu biso e com o meu avô, com o meu pai, ah, o meu avô era um homem muito rico e quebrou prostituição e bebida e ele resolve quebrar pelos desígnios divinos em 1994, o ano que eu nasci. É só que a falência do meu avô se diferenciou da falência do meu biso, do meu tatar e do meu tetro pelo fato de que o meu pai e filho dele, era deficiente físico. Meu pai tinha uma tetraplegia muito grave.

¶27Então você imagina que até o meu avô quebrar, o meu pai tinha três, quatro cuidadores, fisioterapeuta, ah, gente para fazer tudo. Quebrou, tinha eu, né? Então, no começo da minha infância, eu começo a ser cuidador dele. Que que é cuidar de um tetraplégico? É necessidades fisiológicas, banho, comida.

¶28Eu lembro direitinho no dia que a minha mãe foi embora de casa, eu tinha 12. Ah, eu lembro direitinho no dia que a minha avó me chamou e falou: "Meu filho, só tem você e eu não tô aguentando a o peso, né? Ah, quem vê o meu". Porque assim, é uma doença degenerativa. Então, eu nasci por vias naturais porque o meu pai nunca perdeu a sensibilidade, então ele pode ter um filho.

¶29Ah, mas ele nunca teve controle motor. Só que assim, na minha lembrança, né? os oito útil, porque depois que passa é que você consegue fazer um um extrato melhor. Os últimos anos da vida do meu pai, ele tava realmente muito magrinho, muito cadavérico e tal, mas não foi o reflexo da vida dele inteira, né? Então, a a de tantos da falência da minha família, o sevou no meu turno por causa da doença do meu pai.

¶30Ah, mas Deus foi bom. Eu fui estudar, fiz direito numa federal, comecei no me posicionei cedo no mercado, consegui no último ano de vida dele dar uma dignidade financeira muito boa. Quando ele faleceu, ele já tinha cuidadora, fisioterapeuta, a técnica de enfermagem, final da vida dele foi muito honrado, [música] graças a Deus. >> Tô, rapaz, que história, viu? Ah, >> não sabia de nada disso.

¶31Ah, >> foi então assim, então eu chego pra igreja como eu vou para eu vou passar uma umas férias na roça com uma tia Bisa minha, Adília, no interior do Espírito Santo. Aí ela me levou, ela já tinha mais de 70 anos e era membro da Igreja Batista de Celina, que é Celina é um distrito de Alegre. Alegre é uma cidade no sul capixaba e Celinas tem, sei lá, 800 pessoas, um distrito mesmo. Eu fui numa escola bíblica de férias e a professora fez um um apelo, né, dentro da nossa tradição, é muito comum e eu tinha 8 anos quando respondi aquele apelo. Quando eu volto para Guarapari, que é minha cidade, não tinha quem me levasse à igreja.

¶32Pra minha família isso era irrelevante. Parte da minha família mexia com ocultismo, mexia com outro lado da religião. Então a titia vinha da roça aos domingos, 3 horas de carro, um golzinho branco, manual, duas portas, 3 horas de carro, mais de 70 anos, vinha para Guarapari, me levava no culto, almoçava com a gente e voltava pra roça pro culto dela. Então, ela pegava 6 horas de estrada por domingo. Ela fez isso durante meses.

¶33E hoje eu sou pastor da igreja que ela me trazia. Eu nunca tive em outra igreja. Eu sou, ela me trazia aqui nessa igreja. Meses depois, crente, né? Uma família outra começou a identificar o menino pequenininho, que os pais não eram crentes, o pai deficiente, vivendo e na pobreza, tal e coisa.

¶34E uma família ou outra da igreja começou a me buscar. A titia não me viu, pastor. Ela faleceu até sobre os meus cuidados aqui, não me viu pastor, mas ela foi a grande responsável. Aí eu assumi a presidência da convenção do meu estado. Antes de ser presidente da CBB, eu fui presidente da convenção estadual.

¶35E eu voltei na igreja lá de Celina a para fazer batismos, porque a igreja de lá tava sem pastor, me convidou para fazer batismo. E encontrei a Janaína. Janaína foi a professora da EBF que fez o apelo quando eu aceitei a hoje há 23 anos passados, né? Hoje há 23 anos passados. Gente, olha, eu eu tô eu ia fazer pergunta sobre o livro.

¶36>> Meu filho, pera aí, pera aí para você ver, meu filho, aqui só um minutinho que ele chegaram aqui. Um minuto. >> Pode entrar, pode entrar. Rapaz, eu chamo, eu chamei o homem para perguntar do livro e eu tô abençoado aqui por uma história de conversão muito bonita. É uma história de vida muito, muito tocante.

¶37Que coisa, que coisa. Olha, é muito legal que você nunca sabe o que é que o que é que você vai encontrar quando vai entrevistar pessoas novas. Muito legal. Puxa, >> esse aqui é o José. >> Tudo bom, José?

¶38Você é muito bonitão, cara. Oi, Iago. >> Tudo bom, >> pastor Iago? >> Aham. >> Oi, José.

¶39>> Deixa eu liberar aí que a gente a gente começa. Eles vieram >> não. Fique em paz. Não, a gente já começou. Você você acha que não?

¶40Mas >> já começou, né? >> Já começou. Esse esse testemunho inteiro. Eu vou Ainda bem que eu liguei o Rck antes. Eu tô muito contente por isso.

¶41>> Fica à vontade. Eu só abrir a porta para ele aqui, a gente já. Claro, claro, fica à vontade. Tudo que você tá me contando aí sobre a sua vida, sobre a sobre a sua história, para mim fala muito sobre o seu novo livro, o Viva de Novo, o poder de Jesus para transformar finais em novos começos. Porque você fala muito e os exemplos que você deu aí, você fala muito ah no livro sobre casamentos destruídos, sobre falências financeiras, sobre situações de vida que muitas vezes a gente imagina que é o fim da nossa existência, é o fim da possibilidade de permanecer servindo a Deus.

¶42a nossa vida entrou na derrocada completa, absoluta e agora é isso, né? >> E que por mais que a gente não tenha a convicção e a certeza de que necessariamente a vida vai melhorar, não é? A gente não sabe quais são os planos de Deus pra gente. A gente pode permanecer em fé, permanecer confiando no Senhor e permanecer aberto pro Deus que pode mudar as circunstâncias também, se for a vontade dele, né? E essa parece ser muito fruto da sua história, né?

¶43Parece que tem muito do Rafael Abdala no que tá escrito aqui. Não tem muitas as suas histórias pessoais aqui, mas pelo que eu pelo que eu pude ler do livro e pelo que eu pude ouvir ouvir do senhor, ah, puxa, que coisa maravilhosa ver um livro que nasce não só da leitura do texto, mas também do modo como o texto entra numa vida e como o texto sai desta vida para falar outras vidas também. Isso torna a leitura do livro muito mais muito mais chamativo e muito mais edificante na minha opinião. >> Eh, primeiro, obrigado, Igor. Eu mais uma vez quero reforçar o privilégio que é estar aqui com você.

¶44Ah, e você tem total razão. Eu acrescento só uma perspectiva, concordando com todas que você apresentou, que é a igreja local. Eu tenho já um livro lançado por outra editora. Esse que lancei já, pra graça de Deus, já tem dois já encaminhados com as editoras. E todos têm nascido até então baseado na experiência pastoral da pregação, né?

¶45Viva de novo. Foi uma série de mensagens que eu preguei, ah, pegando os textos de ressurreição no Novo Testamento, né? Nós temos ali três exemplos no Antigo Testamento, né? Um com Elias e dois com Eliseu. Mas eu pego apenas uso do Novo Testamento, as ressurreições operadas por Jesus e na era dos apóstolos com Paulo e com Pedro, né?

¶46na ordem com Pedro e com Paulo. Atos 9 e Atos 20. Ah, e é muito fruto, primeiro, da experiência pessoal. De fato, nesse livro eu não conto a história que eu narrei pro senhor aqui. Eu narro outras histórias, né, ilustro, mas o meu primeiro livro eu dediquei, além de ter dedicado o livro ao meu pai, eu dediquei um capítulo para contar um pouquinho da história da doença dele, dos percalços que nós passamos.

¶47Mas sem sombra de dúvida, você como o senhor como autor experiente sabe ah que muito da nossa vida é transmitido naquilo que a gente escreve, né? E de fato, além de ser prova ah pessoal, real, material disso, a é o que eu creio, o poder que Jesus tem de transformar finais em novos começos. Antes da gente entrar um pouco mais no conteúdo do livro, eu quero levantar uma provocação aqui, porque eu acho que vai ser legal pro público do canal já ter isso em mente. Quando o a Mundo Cristão me mandou esse material aqui, porque assim, meu acordo com a Mundo Cristão é o seguinte, todos os meses eu escolho um livro deles para resenhar, né? Nem todos os livros da Amundo Cristão eu concordo com tudo e eu não escolho quando geralmente eu prefiro as os lançamentos, né?

¶48Porque aí são livros que tão novidade pro pessoal conhecer e tem mês que não tem nenhum lançamento que eu acho que converse muito comigo assim, ah, vou pegar um livro mais antigo, vou escolher alguma coisa já publicada, sempre tem. Mundo cristão tem muitas ótimas publicações, graças a Deus. E aí quando esse livro saiu, eu olhei, disse: "Viva de novo, transformar finais e novos começos". Eu: "Uai, lá e vai". Essa velha teologia da prosperidade, >> mais uma autoajuda, evangelho da prosperidade.

¶49Mas aí o pessoal disse: "Não, Igo, pô, respeita nós, né? Respeita nós que não tem isso não, né? A confere o livro". Até eu peguei o livro para ler e comecei a ler e fiquei muito contente porque a a eu geralmente eu tenho uma tendência mais melancólica assim, eu eu vim da teologia da prosperidade, eu me converti no meio da teologia da prosperidade, então eu sou o cara já totalmente ressabiado desse negócio. Eu eu não eu não aceito nenhum bom dia.

¶50A pessoa me dá um bom dia, eu digo: "Talvez não seja bom". Entendeu? Talvez seja ruim. [risadas] Eh, já já sou muito ressabiado com toda a linguagem da autoajuda da teologia da prosperidade. Vê um livro que fala de consolo, fala de esperança, fala de fé, fala de acreditar que Deus pode mudar realidades sem toda a falsa promessa da teologia da prosperidade.

¶51Nossa, é uma coisa maravilhosa de se ler assim, de acalentar o coração, porque eu confesso, eu comecei a ler o livro cheio de de armas levantadas assim, aí vai, cadê? vai começar a me prometer que vai dar tudo certo. Aí você falava, contava a história. Ah, fulaninha teve marido teve teve câncer, o filho teve, o filho adoeceu. Aí ela, cara, leve vem a mensagem.

¶52E não tinha vitória no final. A mensagem era: "Ado adoeceu, mas o que que ela conseguiu? conseguiu mais fé, conseguiu mais comunhão com Deus, teve esperança de um Deus que continuava do lado dela. Talvez Deus mudar as realidades. E em alguns casos Deus muda realidades mesmo, mas talvez não seja o que acontece com todo mundo.

¶53Nossa, eu fiquei muito contente porque é o tipo de material que tem a sensibilidade que falta muitas vezes no que a gente escreve. Ou a gente vai para um tipo de teologia da da derrota absoluta, né? É como se Deus nos abandonasse, sei lá, como meu Deísta, assim, Deus quer o nosso mal e nossa desgraça. Por outro lado, a gente sempre entra muitas vezes num consolo muito vão, que nem é o que a Bíblia dá. Muitas vezes é o consolo da vitória, da promessa, de que tudo vai dar certo.

¶54Deus fecha a porta para abrir uma janela toda vez e tal. E cara, às vezes Deus fecha a porta para a porta ficar fechada mesmo. E o que é que eu aprendo com isso, né? Que Deus quer operar em mim. Então assim, eu quero louvar esse livro e esse esforço desse material já de começo.

¶55Aí é um material que quer suprir uma lacuna que falta muito nos materiais teológicos que a gente tem em português, não é? E não é um livro teologicamente ah denso, não é? Ele é um livro pastoral, nasce da igreja, então ele é fácil de ser entendido, lida com os textos bíblicos, é bem eh omilético, né? Então, lida com os sermões, sem lida com com os textos bíblicos, com aplicação, ilustração, explicação, mas sem uma linguagem, não é nem uma linguagem meio bobo assim, de um sermão meramente transcrito, uma linguagem muito oral, é uma linguagem meio literária, ah, mas sem ser denso também, não é? É um livro que tem uma profundidade ótima pro grande público.

¶56Isso já já de começo já é uma coisa que me deixa muito contente naquilo que você quis produzir, naquilo que você entregou pra gente aqui no Viva de Novo, saiu pela mundo cristão e acabo muito bonito. >> Muito obrigado, Iago. Ah, obrigado mesmo. E uma das preocupações que nós, né, que que temos, que recebemos de Deus o direito de falar ah para pessoas a partir do nome dele, uma das preocupações que nós precisamos ter é de jamais prometer pros outros o que ele nunca prometeu. Tampouco a autorizou que nós prometêsemos em nome dele.

¶57Então, a perspectiva pastoral quando saudável, ela é primeiro absolutamente equilibrada e segundo equilibrada porque é absolutamente firmada dentro das escrituras sagradas. Então, qual é a qual é a ideia? Cada caso bíblico registrado [música] e nós cremos, esse é o ponto de partida, que a Bíblia é a palavra de Deus. Cada caso que nós vemos registrados da Escritura tem aplicações práticas para hoje, não apenas do modo como Jesus age, mas o modo como as pessoas podem reagir às ações do nosso Senhor Jesus Cristo. De fato, a o primeiro livro que eu escrevi chama-se O Deus Proedor e eu gasto dois capítulos a descortinando.

¶58Foi até interessante você eh tocar nisso. Acredito que você nem sabia dessa informação que vou te passar, mas o meu primeiro livro eu gasto dois capítulos descortinando a teologia da prosperidade. A o nome do livro chama O Deus Proedor. Eu parto, eu examino Segundo Reis 4 de 1 a 7, quando Eliseu entra na casa da viúva e promove da parte de Deus o milagre da multiplicação. Então, de um lado, nós não acreditamos na teologia da prosperidade.

¶59Eu escrevo lá no livro as suas nuances, a confissão positiva e outras coisas e e fazendo uma uma defensiva nesse sentido. Mas de um outro lado, que você disse muito bem, nós também não acreditamos na teologia da miséria, da derrota de um Deus que tem prazer de ver os seus filhos ah muito mal na penúria. Ah, nós cremos em Filipenses 4:19. Meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, de suprir as vossas necessidades. Não desejo, nem ganância, nem ambição, nem vontade de estar no topo da montanha.

¶60as vossas necessidades em Cristo Jesus. Então, a perspectiva a do viva de novo é uma perspectiva, procurei eu, ser equilibrado nesse sentido. A palavra de Deus tem sim promessa de conforto, tem sim promessa de alento, né? Mas primeiro, essa promessa não é um fim em si mesmo. E segundo, o sofrimento não pode ser desperdiçado.

¶61Ele é pedagógico, ele faz parte da nossa agenda. Aliás, para quem não para quem nos ouve, a qualquer perspectiva de fé que te prometa ausência de sofrimento, tá prometendo algo que Deus nunca autorizou que prometêsemos em nome dele, porque ele nunca prometeu. >> É verdade. Quero ler um trecho do livro. Eh, tava lendo esse material, é um livro tão gostoso.

¶62Eu comecei a ler faz três dias e já terminei praticamente o livro. É muito, muito bom. Falta só um finalzinho aqui. Eu tava parei no penúltimo capítulo. Material muito gostoso.

¶63Mas teve uma situação aqui que eu achei muito bonita. Quando você comenta sobre a ressurreição de Lázaro, né? Tem um trecho muito bonito. Uma quarta aplicação prática e específica é desenvolver o que podemos chamar de visão de ressurreição, a capacidade de ver potencial de vida nova em situações aparentemente mortas. Para isso, é preciso treinar os olhos espirituais para ver, além das aparências atuais, as possibilidades que Deus pode estar preparando.

¶64Um jovem envolvido com drogas pode não ser apenas um caso perdido, mas uma futura testemunha do poder transformador de Deus. Um bairro decadente pode ser mais do que apenas um lugar sem esperança. Pode ser um campo missionário à espera de ser cultivado. Devemos aprender a celebrar ressurreições pequenas e cotidianas. Que Deus opere em nossa vida.

¶65Não raro estamos tão focados em esperar os grandes milagres que perdemos as pequenas e frequentes demonstrações do poder de ressurreição de Deus. Desenvolver o hábito de reconhecê-las e celebrá-las fortalece nossa fé para confiar em Deus em situações mais graves e desafiadoras. Na prática, consiste em, entre outras coisas, registrar nossa gratidão a Deus por renovar nossa vida, compartilhar testemunhos de pequenas vitórias com amigos e familiares, desenvolver a prática de adoração e celebração não apenas pelos grandes milagres bíblicos, mas também pelas pequenas manifestações do poder de Deus em nossa vida pessoal. Muito bonito a ideia da gente pensar em um Deus que tá todo dia fazendo milagres em nossa vida, né? a gente tem pão para comer, tem uma uma roupa para vestir.

¶66Eu falo muito sobre, eu oro muito com os meus filhos nesse sentido. Quando eu vou orar por eles à noite, a gente sempre Deus, obrigado porque a gente tem roupa, obrigado porque a gente teve comida na nossa mesa, obrigado porque a gente tem o que comer, obrigado porque a gente tem uma casa para dormir, uma cama para deitar e tudo isso são pequenos milagres, né? Quando a gente é ensinado a fazer a famosa oração dominical, né, o Pai Nosso, como a gente é ensinado, a gente é ensinado a a pedir pão. Eu acho isso muito bonito, porque não é a picanha nossa de cada dia darnos hoje, não é? Não é o carro do ano me deêu hoje, não é me coloca no topo dos montes, como você disse, >> é pão.

¶67É, é, é o, é o mais básico e funcional pra gente sobreviver, né? E a gente pede pão, a gente implora por pão todos os dias. E é um Deus que continua todos os dias fazendo pequenos milagres em nossas vidas. Se a gente perder esse olhar de um Deus que todo dia resolve alguns dos nossos problemas, todo dia nos dá uma coisa nova, todo dia nos dá uma respiração nova, se a gente perder a beleza disso, acho que a gente perde a a essa ressurreição, né, que poderia estar colocado nos nossos olhos todos os dias. >> Essa visão de ressurreição.

¶68Claro, Atos 17:28 diz que nele nós vivemos, nos movemos e existimos, né? Ah, e gosto também de Colossenses 2:3. em Cristo habitam todos os tesouros da ciência e do conhecimento. De uma forma que ah tudo que se observa de bom, toda boa dádiva, disse Tiago, né? E todo dom perfeito desce do alto.

¶69Então a realidade é que essa visão de ressurreição é conseguir projetar a esperança não só naquilo que é grandioso ou naquelas mudanças de vida que as pessoas esperam, almejam tanto, mas nas pequenas realidades, né? Ninguém sabe. Deus não faz milagre em coisa. Deus faz milagre em gente. Ah, eu gosto de pensar que qualquer mãe com todas as letras, se você perguntar para ela assim: "A senhora quer a uma cobertura do plex de frente praia ou a senhora quer o seu filho liberto das drogas?" Ela vai dizer: "Eu moro até numa palafita.

¶70O meu filho pode ser liberto, o meu filho pode sair disso. A gente vai para uma palafita e a gente recomeça." A, o principal dos milagres é sempre em gente, né? E porque é em gente é em circunstâncias. Se pode ser que cheguem coisas, mas as coisas vão estar lá no final do arco. Começo do arco é sempre gente.

¶71O negócio de Deus é gente. Ele veio por gente para resgatar gente e gente comum. Gente como eu, como você e gente que nos ouve aqui. >> Tem outra citação que eu gosto muito que é quando você fala sobre Deus ver a nossa dor, né? Se eu não me engano, é sobre o capítulo da viúva de Naim, não é?

¶72>> De Naim. Sim. Aham. Isso tem outração aqui na página 53 que fala assim: "Desenvolver sensibilidade espiritual para reconhecer a presença e a voz de Jesus em meio à crises é uma habilidade que precisa ser cultivada. Trata-se de criar momentos regulares de silêncio e reflexão, ainda que em meio ao caos.

¶73Buscar a perspectiva de conselheiros espirituais maduros capazes de nos ajudar a discernir a voz de Deus. Estudar as escrituras com coração aberto para ouvir o que Deus quer nos dizer por meio de sua palavra. Às vezes de Jesus interrompe nossos ciclos de morte através de circunstâncias que inicialmente parecem negativas. Uma demissão inesperada pode ser o início de uma nova carreira mais satisfatória. Uma crise de saúde pode nos levar a mudanças de estilo de vida e a consequente melhoria na qualidade de vida.

¶74Aprender a ver essas interrupções como possíveis intervenções divinas pode transformar nossa perspectiva sobre as dificuldades. Então, é muito interessante porque por mais que a gente não tenha essa promessa de que sempre que uma coisa ruim acontece necessariamente Deus estará nos dando uma coisa boa imediatamente, a gente tem a ideia de que Deus pode estar nos ensinando alguma coisa, Deus pode estar gerando alguma coisa boa em nós, não é? Às vezes o que Deus quer com aquele tem, eu eu vi eu vi um meme, eu vi um meme no Instagram que era assim, o cara dizendo aquele momento em que você sente aquela dor aleatória no peito, só para Deus te lembrar de que é ele que tá no controle, entendeu? Que ele que tá mandando tudo. Então o cara sente aquela dor do peito ali para lembrar meu irmão, eita, é Deus que tá me dando vida todo dia, né?

¶75Aí é nada, era lagazes, né? Aquela coisa toda. E às vezes Deus tá nos lembrando de alguma coisa, tá? Che que diz, né? Que o sofrimento é Deus gritando no nosso ouvido, não é?

¶76E Deus nos dá sofrimentos para nos ensinar coisas, nos dar coisas, gerar coisas em nós. Ah, o que é que você acha? O que é que o senhor acha que a gente tem perdido na nossa fé? Que tem nos impedido de enxergar mais profundamente a presença de Deus nesses momentos de sofrimento? Primeiro lugar, eu penso que abrir o coração aqui como pastor.

¶77A pessoa que chega aqui na igreja para cultuar a Deus, ouvir um sermão, essa pessoa já ouviu horas e horas e horas de sermão durante a semana, né, pela turma do YouTube, etc e tal. E e tem se criado no inconsciente coletivo, [música] >> é pro bem e pro mal, né, no seu caso, pro bem. Ah, graças a Deus tem se criado no inconsciente coletivo >> a evangélico brasileiro, essa ideia do triunfalismo. Então, a a o primeiro passo, no meu entendimento, é a pessoa parar de pensar que necessariamente porque ela sofre, ela tá fora da vontade de Deus. Necessariamente porque ela sofre, ela não está no centro da vontade de Deus.

¶78Porque quem está no centro da vontade de Deus não sofre. Quem está dizendo a vontade de Deus vive sempre em passos verdejantes e águas tranquilas. Isso não é verdade. Jesus, Deus manda Paulo para uma determinada direção. Paulo vai na determinada direção que Deus mandou e ele naufraga.

¶79Então, quer dizer, tá no sendo a vontade de Deus e tá naufragando. A primeira coisa é a gente entender que não é porque eu tô sofrendo que Deus se esqueceu de mim, não é porque eu tô sofrendo que eu não estou fazendo aquilo que Deus quer. A gente também sofre e a gente também tem circunstâncias adversas estando rigorosamente onde Deus quer que a gente esteja. Is é o primeiro choque de consciência. Segundo lugar, eu gosto de pensar que nós precisamos de nos cercar de amigos que tenham coragem de dizer verdades inconvenientes para nós.

¶80E ouvir uma verdade inconveniente de um amigo é ruim, é doloroso. A gente preferia que não acontecesse. Eu preguei isso esses dias aqui na igreja, que nós precisamos de amigos que tenham a condições de bater no nosso ombro, dizer assim: "Ô querido, cuidado, você tá ficando vaidoso, cuidado, você tá se esquecendo da modéstia. Cuidado, você tá exibicionista demais. Cuidado, você tá indo para uma linha que não é legal, cuidado, você anda dando carona para moças, cuidado, você anda dando abraços mais demorados em pessoas.

¶81E eu tenho observado, a gente precisa de amigos que nos digam verdades, que num primeiro momento são inconvenientes, mas que vão nos livrar de sofrimentos que são muito maiores do que as verdades inconvenientes que qualquer amigo, amigo mesmo, né, possa vir a nos dizer. Nós gostamos muito do elogio. Nós gostamos muito a grandes pessoas que na história da nossa fé tiveram aquilo que nós chamamos de queda, talvez tenham-lhes faltado amigos para dizer: "Olha, calma aí, você não é isso tudo. Você não é tão grande quanto pensa. Cuidado com isso daí, baixa a bola.

¶82Você não precisa arrumar guerra com tudo. Cuidado com sexo oposto e etc. Então, ah, é inconveniente muitas vezes ouvir uma verdade por parte de um amigo, né? Nesse, eu tô dizendo isso porque no parágrafo que o senhor leu, ah, tá escrito aí, ah, dos conselheiros, né? Eu falei da gente se cercar de conselheiros maduros espiritualmente.

¶83Isso é uma grande necessidade que num primeiro momento pode parecer sofrível, mas é um alento. Então, primeiro mudar essa consciência de que porque eu estou sofrendo, eu estou fora da vontade de Deus. Não, muitas vezes na agenda de Deus é aquele sofrimento mesmo, pedagógico ou não, era para você passar por aquilo e tá tudo bem. Ninguém vai querer usar coroa de ouro na terra em que o nosso Senhor usou coroa de espinhos. O sofrimento faz parte.

¶84Segundo, é cercar-se de pessoas que tenham condições morais, condições de maturidade, de fé, para controlar os nossos excessos, né? O nosso coração é uma fábrica de excessos e e de vez em quando aquilo que nós criticamos nos outros, a gente começa a ver no espelho, só que a gente não vê, precisa de alguém que nos diga. Eu eu partiria por esses dois princípios. >> Que legal. O que é que o senhor acredita que o senhor vai conseguir gerar nas pessoas com esse material?

¶85Qual é a sua expectativa a com esse livro chegando na mão do crente, do líder de igreja, de outros pastores, de cristãos, sejam eles estando nos momentos de dores, sejam na nos momentos de glória, não é? Paulo vai dizer que saber viver contente em toda qualquer situação, né? Cristãos estão em todas as situações. Existe cristãos que estão na crecha da onda, no melhor momento da vida. Outros podem estar no pior momento de suas vidas.

¶86O que é que você acha que alguns podem ser membros de igreja, outros pastores, líderes de igreja? O que é que o senhor espera gerar nas pessoas com esse material? >> É, você leu, o senhor leu Iago e como, né, um escritor >> muito engraçado, a gente com a mesma idade se chama de senhor assim, um chamando outro de senhor. >> Vou quebrar o seu agora, então você de lá para cá. >> Muito fofo.

¶87Bora, bora. Tu o que que o que é que tu o que é que você [risadas] tu >> você como escritor experiente sabe mais do que eu até [música] a que eu escrevi, procurei escrever numa linguagem muito simples para que fosse muito acessível a até quem não é familiarizado com os termos da nossa fé. Então o primeiro ponto de partida é esse. É é um livro para todo mundo, [música] para quem sofre, para quem não sofre. Segundo, eu tenho a expectativa de de equalizar momentos.

¶88Eu digo que a gente tem que ter cuidado com dois momentos na vida. Primeiro, precisamos ter cuidado com o dia do fracasso. O dia do fracasso é um péssimo conselheiro. É olhos ah marejados pelas lágrimas de quem fracassou embaçam a nossa visão e a nossa perspectiva. Mas do outro lado, nós devemos ter cuidado com o dia do sucesso, porque igualmente o dia do sucesso é um péssimo [música] conselheiro.

¶89Olhos que estão lubrificados pelas lágrimas de alegria de quem obteve uma grande vitória igualmente embaçam a nossa visão. Então é a perspectiva de um equilíbrio. E, e, e terceiro, que é o subtítulo que a mão do cristão propôs, né, o poder de Jesus transformar finais em novos começos, é a ideia de que o Senhor Jesus nunca perdeu o controle de nenhuma das circunstâncias e que mesmo em meio à tormenta, ele pode, quer seja resolvendo ou não a demanda, porque isso é é um ato da soberania dele, ele pode não resolver. Você veja nos 66 livros da Bíblia Sagrada, você vai ter escritos de forma ah categórica três ressurreições no Antigo Testamento, três operadas por Jesus do Novo, duas operadas pelos apóstolos, a ressurreição de Jesus e o texto da morte de Jesus que diz que quando ele entrega o seu espírito ao Pai, né, o vel do tempo se rasga, mudança religiosa, as rochas se fendem ao meio, mudança na estrutura [música] eh geofísica. E terceiro, mudança no ciclo da vida.

¶90Muitos corpos de santos foram vistos andando por Jerusalém. Então, vamos totalizar aí 10 textos 66 livros da escritura. Então veja, eu posso dizer para você a com qualquer afirmação teológica, da mais simples possível, a mais complexa, de que mesmo no livro sagrado, a ressurreição neste plano é uma exceção. Então, pera aí, eu não vou pegar este livro e lá no cemitério para levantar a pessoa amada que eu chorei tanto a partida nos casos mais difíceis do luto aí das complexidades, das múltiplas complexidades do estado de luto pelo qual eu já passei. Vou passar de novo até que Jesus volte ou me leve.

¶91Todo mundo vai passar. Não, não é essa ideia. A ideia é ter um instrumento de afago durante o enquanto, né? Nós estamos no, ainda não chegamos lá, ainda não estamos no corpo glorificado, ainda não atravessamos o rio. Então, enquanto estamos aqui, como que os princípios da palavra de Deus podem nos consolar?

¶92É, é, é um livro de consolo, não é um livro de promessas, né? Até porque eu não tenho condições de prometer nada a ninguém, mas uma perspectiva bíblica, ao meu ver, equilibrada de como Deus pode de fato transformar finais em novos começos, [música] quer seja nos dando vitórias, quer seja nos fazendo entender de que não somos inabaláveis e não estamos aqui para vencer em todo tempo. Aliás, uma pessoa que só tem vitória na vida, só vence, só vence, só vence, muito possivelmente a única coisa que ele, ela conquiste com unanimidade, vocês inveja, né? É, é bom que se perca, [música] é bom que se tenha dias maus, é bom que se seja criticado. É importante isso pra nossa vida.

¶93Eu falo muito a questão das críticas, ah, porque algumas são injustas e desleais mesmo. A >> a ninguém que esteja na sua posição não não tem como estar não estar acostumado com isso. >> Absolutamente faz outra coisa da vida, né? Mas muitas delas é a mão de Deus nos colocando no nosso lugar. E é isso mesmo.

¶94E vamos para frente. Então não é não é uma promessa do não sofrer, é uma promessa de sofro e isso é inevitável. O que que eu posso fazer agora? Tô eu verifico aqui a cinco, seis episódios bíblicos capazes de te ajudar nisso. >> Olha, pro público interessado no novo livro do nosso querido pastor Rafael Abdala, o melhor link vai est aí na descrição para vocês comprarem e serem.

¶95Ó o tamanho desse livro aqui. Minha, eu sou cearense, minha cabeça é grande, ó. Livro é grande aqui, ó. Liv é grande, ó. [risadas] Bonito, bonito.

¶96Mundo cristão, sempre material premium aí nas publicações, papel amareladozinho. Mundo cristão tá muito zelosa. Mundo cristão com com os autores. Capa bonita. Viva de novo.

¶97O poder de Jesus para transformar finais e novos começos. Link vai est aí na descrição. Pastor Rafael, como é que o pessoal te encontra aí pela internet? Você tem rede social? >> Tenho rede social no Instagram @rafael.

¶98Abiddala. Rafael com PH, Abidala Mebudo e 2 L. E no YouTube criei recentemente o meu canal Pastor Rafael Abdala, tem lá pregações, tô ensaiando também um podcast com alguns convidados e e tá lá, comecei agora. >> Legal. Excelente.

¶99Vamos lá, vai ter o link aí também para você conhecer o canal e os canais, né, os as redes do pastor Rafael. Um abraço a todos. Obrigado por acompanharem até aqui. Vocês sabem o que fazer. Clique em gostei.

¶100Vamos lá seguir o pastor Rafael. Vamos lá comprar o viva de novo e até o próximo vídeo aqui do dois dedos de teologia. Um cheiro no cangote de todos vocês e até a próxima. Sou cearense, eu deixo um cheiro no cangote, pastor Rafael. [música] >> Não, sem problema nenhum.

¶101>> E é um privilégio ser entrevistado mais uma vez por alguém bem mais velho, viu? Fica esse registro [risadas] >> bem mais velho. Que vergonha. Que história é essa? Valeu, um abraço e até a próxima.