¶1Me fala, você já teve um dia difícil? Com certeza, né? Agora, mas e um dia assim em que você tem várias investigações próximas a você e no meio disso tudo você tá vivendo uma crise diplomática com os Estados Unidos? Esse é o dia difícil de Luís Inácio Lula da Silva. Olha só que olha que interessante.
¶2Mesmo com tudo isso acontecendo, você o principal adversário no campo da direita, Flávio Bolsonaro, tá batendo recorde de rejeição. Como é que a gente explica isso, Pedro? Dória, >> bem-vindo ao Brasil. >> Pois é, que loucura. O Brasil me obriga a beber.
¶3O Brasil me obriga a tentar entender incongruências. >> O Flávio é o adversário que o Lula pediu a Deus. >> Meu Deus. Olha só. Bom, vamos começar então o ponto de partida React, que é o programa em que eu preciso lembrar a todo mundo que a gente tá aqui para fazer perguntas a Pedro Dório.
¶4Então, use e abuse dos comentários nos programas do ponto de partida de segunda e quarta. Você pode mandar a pergunta que você quiser, talvez não a que você quiser. Uma pergunta pertinente, pergunta que tem a ver com o programa, com que a gente tá debatendo para que o Pedro possa responder. Vamos nessa. Chega de enrolação.
¶5>> Sim, senhora. [música] >> [música] >> Pedro, eu vou começar com o questionamento do Domênico. Ele fala assim: "Nossa, Pedro, mas que constatação questionável, hein? Que o eleitor do Lula liga menos paraa corrupção? É incomparável o caso do Jax Wagner com o do Flávio.
¶6Para traçar um paralelo, teria que teria que ter um áudio do próprio Lula pedindo dinheiro pro Vorcar ou coisa parecida. Se isso é base para a continuação dessa reflexão, aí já complica legal. Se fosse alguém próximo ao Flávio ligando pro Vorcário para pedir algo que não fosse relacionado ao filme ou coisa da família, o impacto logicamente também seria menor na imagem dele. Às vezes parece um fetiche por igualar os lados que cega a sua análise. >> R bilhões de reais foram desviados da Petrobras durante o governo de Luís Inácio Lula da Silva.
¶7Esse o número admitido e oficial da Petrobras. >> É isso. >> Ponto final. >> Não é corrupção. Não é uma preocupação do eleitor do Lula.
¶8Desculpa. Não é. Não é porque o governo foi corrupto para >> Agora, Pedro, eu vou trazer o questionamento do @livrsem triribo. Ele diz assim: "Pedro, imaginemos que o Lula ganhe no primeiro turno." Qualquer atitude do Flávio Bolsonaro em desacreditar o resultado das eleições poderia enterrar de vez o bolsonarismo, especialmente na própria classe política. É plausível?
¶9Abraços liberais. Eu não acho que eh desacreditar eleições, questionar eleições em terra o bolsonarismo. Não, eles já fizeram isso. Eh, eles fazem isso eh quanto mais mente. Isso é uma característica de um certo populismo autoritário que tá em voga.
¶10E veja, não é só de direita, tá? Eh, tem gente de direita que faz isso, como é o caso do Donald Trump, como é o caso do Jair Bolsonaro. O o o presidente colomiano Gustavo Petro tá fazendo isso e ele é de esquerda. Eh, tem esse populismo autoritário que tá emga voga no mundo e e alguns lugares é de esquerda, outros lugares é de direita. Aqui no Brasil é de direita, eles fazem isso.
¶11Eu não acho que seja isso que enterre. Agora, eh, a gente precisa enxergar o que tá acontecendo. E toda a direita abandonou o bolsonarismo. Toda a direita tá fora do bolsonarismo. >> Isso ficou mais evidente depois da última convenção partidária.
¶12>> Eles não conseguiram um partido eh eh aliado. Então, existe um esforço eh de toda a direita brasileira para fazer com que o Flávio Bolsonaro fique isolado e perca essa eleição. Às vezes eu tenho impressão que mesmo dentro da família Bolsonaro tem esse esforço, tá? Eh, mas eh tá todo mundo trabalhando para uma derrota do Flávio e tá todo mundo na direita torcendo para que essa popularidade que acompanha o sobrenome Bolsonaro morra. Eh, todo mundo quer o voto desses eleitores, >> porque abre caminho para outras candidaturas, >> evidentemente.
¶13Mas, mas ninguém tá a fim de carregar Bolsonaro mais. Ninguém tá mais aim. >> Mas, Pedro, o bolsonarismo, eh, enfim, a gente consegue ver que ele ainda está aí e que os outros candidatos também estão com muita dificuldade de emplacar >> nesse cenário que a gente tá vivendo hoje. 2030 é outra história. >> Claro, com toda certeza.
¶14Eh, o bolsonarismo ainda tá aí e todas as outras candidaturas de direita tão com muita dificuldade de execular, muita dificuldade. Eh, >> alguma coisa na pesquisa meio ideia de agosto consegue >> eh não >> explicar isso. >> Eu acho que eu Yasmin, >> vamos lá. >> Qual o debate que existe? E eu tenho um lado nesse debate.
¶15>> Hum. Eh, você tem você tem dois ou três blocos de votos dentro do bolsonarismo, entendeu? Quando você pega esses 30 e poucos por de votos que o Flávio tem no primeiro turno estimulado, eh, qual é a composição desses votos? Todo mundo meio que concorda que 25% desses votos é um voto core, é um voto eh de gente que vota em Flávio Bolsonaro, >> independentemente. >> É isso.
¶16É eh vota em alguém com sobrenome Bolsonaro. Quem já irem disser, existe meio que um acordo de que esse que 25% é mais ou menos isso, é 1/4to do eleitorado brasileiro. >> [roncando] >> E o resto, os seis, sete pontos, oito pontos que tem, eh, dependendo da pesquisa mais aí é um voto antipetista que é um voto que é fácil de sair do Flávio, mas alguém precisa mostrar, ter condições, enquanto alguém não mostrar ter condições, não sai. Mas são 6 7%. Você tem esses 25% que são cor.
¶17Aí a partir daí o que que são esses 25%? Eh, qual o debate que existe? Tem um grupo de pessoas que defende que esse voto tá esses 25%, esse 1/4 do eleitorado tá calcificado. >> Hum. >> Eh, o que que quer dizer isso?
¶18É, é um voto duro, é um voto resistente, é um voto que não muda, é um voto dedicado, é um voto >> fiel. [roncando] >> Fiel. Quando a gente pergunta eh eh eh com mais detalhes sobre o que que as pessoas querem, eh a gente divide esses 25% em três grupos, tá? uns 5%, 4, 5% são ultra radicais, são brasileiros que desejam golpe de estado, >> um golpe militar, uma ditadura militar. Eh, são brasileiros radicalizados que não acreditam em democracia e querem imposição de Jair Bolsonaro como seu líder.
¶19>> Extrema, extrema direito. >> É extrema extrema direito. Não, não é a extrema direita. Eh, ex a a definição a definição de extremismo com a qual eu uso, com a qual eu trabalho. >> Uhum.
¶20>> Eh, o extremismo é aquele que deseja ruptura democrática. Jones Manuel é um extremista de esquerda. Por quê? Porque ele deseja a revolução comunista. Ele deseja a implantação de um novo regime.
¶21Ele não acredita naquilo que ele chama de a democracia burguesa. >> Isso é o extremista de esquerda. >> Uhum. O extremista de direito é o cara que deseja um golpe militar, que deseja uma ditadura, que deseja eh, enfim, é a turma que deseja o fim da democracia. Então, esse é o tamanho da extrema direita, >> 5% dos brasileiros.
¶22[suspirando] >> Aí em cima desses 5% você soma mais 6, 7%, dá uns 12, 13%. Eh, e aí a pegada dessa turma eh é eles estão na Avenida Paulista com a camisa da seleção brasileira. >> Eles estão gritando mito, mito, mito. >> Eles não necessariamente desejam a o fim da democracia brasileira, mas eles compram todo o pacote bolsonarista. Jair Bolsonaro é o melhor presidente que o Brasil teve.
¶23Ataques ao Supremo. >> Ataques ao Supremo. Estamos vivendo na ditadura do Supremo. Não, eu não quero uma ditadura. Estamos já numa ditadura.
¶24>> Hum. >> Eh, a, a eleição de 2022 foi roubada, a 2018 também foi, só que não conseguiram tirar voto o suficiente para evitar a vitória do Jair, que era muito mais a cachapante. >> Que que diferencia essa galera da >> Eles não querem um golpe. Eles não querem o golpe. Eles não querem o golpe.
¶25E percebe também uma coisa. Eh, as pessoas às vezes querem que os seres humanos sejam extremamente conscientes, extremamente coerentes >> e e que conheçam eh todos os detalhes que estruturam que é uma democracia liberal. Olha, 90% dos brasileiros não tem ideia e não vai conseguir fazer a definição de o que que é uma democracia, eh, tudo mais. O que completa esses 12 13% de bolsonaristas, 5% verbalizam que querem um golpe. esses outros 6, 7, 8% e não é que eles queiram um golpe, eles querem que o Bolsonaro entre por uma eleição e eles acham que a eleição é roubada, >> eh, que o Bolsonaro só não é eleito >> porque >> o sistema eleitoral brasileiro é fraud, >> porque o sistema opera porque o sistema é corrupto e opera contra os limpos, os puros, etc.
¶26>> Sim. Eh, então a gente tá falando de uma turma que é radical, sim, entende? Eh, você, a gente tá falando de uma turma que vive dentro de um universo paralelo. A gente tá vivendo numa turma, falando de uma turma que eh que é o que é. Eu acho que a gente pode perfeitamente chamar ela de direita radical, >> OK?
¶27>> Tá certo? Eh, mas eles não são pessoas que vão falar: "Eu quero um golpe". na cabeça deles, não. Eles querem o certo. Uhum.
¶28>> Tá. Esse certo só pode exigir numa outra dimensão, num num outro dos multiversos, né? Não é no nosso, mas é o que é. Então você tem os 12, 13% ali, eh, que junto compõe 5% aqui, 7 8% aqui, tá? 6 7 8.
¶29Eh, e e eu tô sendo impreciso quando sei, se oito, esse tipo de coisa, porque dependendo da pesquisa, esse número vai para cima, vai para baixo, tal. Então, ordem de grandeza, >> mas você tem esses 12, 13% de brasileiros, eh, 5% extremistas, o resto radicais, mas que é a turma que é bolsonarista, tá? Aí em cima desses 13% chegar a 25, ou seja, faltam mais uns 12 13%, né, para você 12 13 de um lado, 123 de outro, faz 25, galera essa fatia. Essa é uma turma que se você dá uma lista de nomes para para ela escolher quem que ela quer votar para presidente, ela não vai nem piscar e vai falar: "Não, tem Bolsonaro é esse". >> Tá, mas essa não é uma turma que tá prestando atenção em política.
¶30Essa turma tá saindo de manhã cedo para trabalhar e voltando de noite, tá muito mais preocupado com tá o Corinthians ou como tá o Flamengo no campeonato. Eh, tá >> paquerando uma menina bonitinha, entendeu? E eu tô falando paraquenando uma menina bonitinha, porque em geral são homens e héteros. Eh eh eh eh tem uma proporção crescente de homens nesse eleitorado e e uma proporção diminuindo de mulheres nesse eleitorado. Não, que alguém que não vai se sentir estimulado a pegar o seu domingo e ir pra Avenida Paulista protestar por qualquer coisa.
¶31>> Não, não, não. É uma pessoa que não está prestando atenção em política. Eh, e parte do motivo aí é que vem o debate. Esse é um voto eh absolutamente bolsonarista. Eu não leio o que seja.
¶32>> Hum. >> Eu acho que isso aí não é um troço calcificado, não é calcário, não é duro. Eu acho que é areia molhada e socada, mas que você vai lá e cava. nascimento, sabe? Eh, e se você jogar a água demais, desmancha.
¶33O o o que que é o ponto? Esse é um voto claramente antipetista. Esse é um voto eh também preguiçoso no sentido de que não é uma pessoa preocupada com política. Então, se o Flávio começa a derreter, eh, porque o Fábio tá, ele não tá com 25, ele tá com 32 33. Se esse 32 33 vira 28 29, vira 26 27, começa a encostar nessa base bolsonarista, eh, que as pesquisas costumam dizer que é o piso daqui, o Flávio não desce, o problema é, não desce quer dizer o quê?
¶34Eu acho que o piso de fato dele são aqueles 12, 13% que tem um espaço de corrosão aqui. Se ele começa a desmontar esse sujeito que não presta muito atenção em política, que só vai escolher o senador dele na última semana, o deputado dele, tem que votar para deputado também, nem sabe em quem que tem que votar, sabe? Esse sujeito, eu acho que quando olhar e ver, pô, o Flávio tá perdendo, Flá tá perdendo, eu tenho que escolher outro, entende? Eh, então o o o grande debate que existe hoje na política é esse, qual é o piso real do bolsonarismo? Se é 25, é 13.
¶35Todo mundo concorda que existe esse grupo 13%. Todo mundo concorda que o piso é 25%. Eh, o problema é quão quão convicto é esse voto entre os 13 e os 25, que forma base o o piso do bolsonarismo. >> Eu acho que é mais frágil do que parece, mas veja, eh, são 300 pesquisas e você consegue, gente muito boa, é capaz de argumentar eh usando pesquisas também. que esse voto, esses 25% é mais sólido do que parece.
¶36Eu não acho, mas é uma leitura possível dentre duas. >> Pedro, vou trazer aqui para você agora a pergunta da Andresa. Ela fala assim: "Pedro, duas perguntas. Não há votos de eleitores de direita que não aparecem nas pesquisas em função de um certo constrangimento dos entrevistados? Se sim, como que as pesquisas conseguem superar esse obstáculo?
¶37>> Não, não tem. Eh, esse é um fenômeno que é conhecido em pesquisas, que é o voto envergonhado. >> Uhum. >> Eh, a gente não tem qualquer indício de que exista voto envergonhado no Brasil. O que existe no Brasil é uma coisa que o Maurício Moura chama de antipetismo de chegada.
¶38O Maurício Moura é é o fundador do Instituto Ideia, que é o nosso é o nosso instituto parceiro. Eh eh e o que que é esse antipetismo de chegada? O o lance é muito simples. O adversário do PT sempre tem no dia da eleição mais voto do que as pesquisas estavam dizendo. É aquela parcela de eleitores que não tá nem aí.
¶39Tá nem aí. Não tá pensando. Só no dia da eleição tem que fazer a escolha. >> Hum. >> Esse sujeito olha para aquele negócio e fala: "Quem que tá contra o Lulem?
¶40É nesse que eu voto". >> Essa parcela conversa. Essa parcela da qual você tá falando, ela conversa com esses 12% bolsonaristas que não são os extremos, os radicais. >> Esse não é, eu quer dizer, conversa, as pessoas se conhecem, evidentemente, eh, mas tem uma relação, tem uma intercessão, que eu quero dizer, >> não, não, porque esse não é um sujeito que quando você pergunta, dá uma lista de candidatos para ele, ele tem que escolher, ele não sabe quem é. >> Hum.
¶41>> Ele ele não sabe quem é. Ele ele é o cara que aparece em não se não sabe, entende? Eh, ele aparece como indeciso. >> Entendi. >> Ele não é um cara que fala Bolsonaro.
¶42Agora, no dia da eleição, ele vai perguntar quem que tá ganhando do Lula, quem que tá mais perto do Lula. N isso que eu vou votar. >> É isso. Esse seria a descrição do do fenômeno que o Maurício fala como antipetismo de chegada. >> Antipo.
¶43Antipetismo de chegada. No dia da eleição, o adversário do Lula sempre tem mais voto do que as pesquisas estavam captando. >> Hum. Então, por isso que a gente não dá pra gente firmar assim, né, afirmar com certeza de que existe esse essa vergonha na hora de votar ou esse fenômeno do do voto envergonhado pelo menos identificado nas pesquisas. >> Por causa do antipetismo de chegada, eu vou além.
¶44Eu acho que qualquer um dos candidatos, com exceção do Flávio, ganhando Lula nessa eleição. O problema é que a família Bolsonaro também tem uma taxa de rejeição muito grande, na verdade maior do que a do Lula. É isso que a gente tá vendo, né? >> Então esse troço, na verdade inibe o antipetismo de chegada, porque aí tem um antipetismo de chegada e parte desses antipetistas, ah, mas o outro é um Bolsonaro, eu vou ficar em casa. >> Hum.
¶45>> Entendi. >> Curioso. >> Que é um fenômeno que não se daria com nenhum dos outros candidatos, eh, porque ninguém tem uma taxa de rejeição do presidente que tava na pandemia e que fez o que fez, né? >> Sim. E também talvez por não serem tão conhecidos assim.
¶46>> Claro, claro, claro, claro. >> Pedro, eh, eu vou seguir aqui com o comentário da do Santa Cruz. Ele diz assim: "Pedro, eu conheci o meio em 2022, nas análises de cada programa eleitoral dos candidatos. Por favor, faça este ano também. Vai rolar >> o React." >> Ih, >> eh, a gente chamava de reage, >> pois é.
¶47É, >> essa não tá nenhuma tá combinada, né? Mas essa muito menos. >> Te botei no WhatsApp justa. Yasmin, não, não, não, não. Deixa eu falar.
¶48Eh, >> a Maria Paula, tá? Eh, a Maria Paula, que é nossa editora executiva, diretora de vídeo, eh, ela tá me cobrando. >> Uhum. O plano é fazer, a gente precisa, eu tô com uma quantidade absalto de trabalho nessa eleição. O plano é fazer, a gente precisa descobrir, porque em eu editava, eu gravava e editava o o o reagem.
¶49Hoje a chance de eu conseguir fazer isso é zero. >> Uhum. >> Eh, >> é, são várias funções, na verdade, né? Aí abraçando várias funções. >> É, não.
¶50Pois é. Então, a gente tem que ver como é que a gente eh como é que a gente grava, como é que a gente edita, como é que a gente faz. Mas mas o plano é fazer. Vou tô a gente tá trabalhando para conseguir fazer. >> A vontade sua de fazer?
¶51>> A vontade não, eu tenho total vontadeíssimo. >> Com certeza. >> Bacana, Pedro. Vou te liberar pro final de semana. Aham.
¶52>> Já. Oba. Vocêou? >> Pois é. Não sei.
¶53Para mim sim. Entendeu? Agora você não sei, né? Esse programa é meu, eu vou embora a hora que eu quiser, entendeu? >> Tá certo.
¶54Tá certo. Não, não. Se estou tenho mais trabalho pela frente. >> Tá cheio de coisa para fazer. Vai levar trabalho para casa, Pedro?
¶55>> Sempre. >> Com certeza. Até semana que vem. >> Até. Elas estão se aproximando as eleições e aqui no meio você acompanha com dados de verdade, sem depender de conteúdos pouco confiáveis das redes sociais.
¶56Você sabe, né? A pesquisa meio ideia é uma das nossas bússolas. É a nossa pesquisa independente [música] registrada no TSE, feita todo mês em parceria com o Instituto Ideia. A edição de agosto traz o retrato [música] mais atual da corrida. Quem é assinante premium recebe a pesquisa completa em primeira [música] mão e ainda garante acesso à nossa plataforma interativa que permite o cruzamento da intenção de voto [música] por região, por classe, por gênero, para comparar com as rodadas anteriores e ver com os próprios olhos o que que mudou de verdade a cada [música] mês.
¶57Esse tipo de leitura, até pouco tempo atrás, só quem trabalhava dentro de um banco ou de um partido conseguia ter acesso. Agora tá disponível [música] para quem assina o meio premium. Em um ano como esse, olha, vale o ouro. e receba mais esse material exclusivo.