¶1Cora, Rona, e de que a gente vai falar hoje em Pedro e Cora? >> Das nossas aventuras com as inteligências artificiais. >> Olha, tem de voz, tem de ler, tem de ouvir, tem de ver, hein? Essa de ver. Vem, [música] [música] soube que você anda com umas certas agruras em relação a Alexa, >> menino, eu estou passando tanta raiva.
¶2>> Jura? Eu tô me dando tão bem com Alexandra. Não. E menino, claro, a gente não pode falar essa palavra porque >> Perdoa, hein? >> Desculpa, gente, se acordou alguém aí.
¶3Você não faz ideia. Essa nova versão está me deixando desesperada. Uma das coisas que eu peço para ela sempre, toda a noite é me acordar no dia seguinte, hora, hora tal, não sei que. Bom, tipicamente a hora que eu peço, eu sei que muita gente não entende isso, mas eu sou animal noturno, eu peço que ela me acorde ao meio dia e meio. >> Uhum.
¶4Um horário civilizado, >> né? Pronto. >> Pronto. >> Tenta, tenta fazer a Alexa entender que você tá pedindo meio diaia e meio e não meianoite:30. É impossível.
¶5Eu chego a gritar. Outro [roncando] dia eu disse: "Alexa, você é muito burra". Aí ela diz: "Ah, você está" e ela fala com certo sinismo. Ela [limpando a garganta] diz assim: "Você está me chamando de burra só porque eu em vez de marcar meio diaia e meio, eu marquei meianoite: meia". Eu digo: "É, se você sabe que tá errado, pode deixar que vou cancelar o uma alarme de meia:30 e ela não se entende com os alarmes." Aí eu já tentei como 24 horas, ela marca meia-noite 24 horas, ela me marcou como meio.
¶6Você >> já tentou 12:30 PM? Ah, eu 12:30 P, mas 24:12 não funciona. Definitivamente não funciona. Porque eu falei para ela 12:30, meiaite:30 seria 24. E se você usar o AM PM americano, de repente, >> mas ela é brasileira, ela tá falando português comigo.
¶7>> É, veja bem, >> vou tentar, mas eu tenho me irritado, tenho me irritado muito a tal ponto, a tal ponto eu já não fazia isso há muito tempo de mandar o telefone me despertar e ultimamente eu só tenho mandado telefone. me me solidarizo. >> É, mas olha, muita raiva. #raaiva. >> Eu eu tenho me dado, eu tenho me dado bem, eu não tenho me dado mal.
¶8Eh, acho e eh eh o o fato de não precisar mais decorar comandos, poder me virar e falar, pô, bota a sala mais alegre, esse tipo de coisa. Eh, >> é que você tem um uso muito mais complexo dela. >> Pode ser do que o meu uso é muito limitado. Eu mando ela tocar música. Isso sempre foi um grande problema, porque eu ouço música clássica e ela é péssima para lidar com música clássica, porque ela interpreta cada movimento de uma sinfonia como alguma coisa separado.
¶9Então ela começa a tocar uma sinfonia de Brams, depois ela toca um minueto de moza, depois ela >> mistura, >> ela faz uma mistura que não dá pé. Então, o jeito de eu ouvir a minha música com ela é ouvir pelo >> Spotify, >> não pelo Amazon Music mesmo, >> só que pelo aplicativo >> e controlando por aqui, então toca nela. Mas mas é muito chato isso. Só quando eu quero ouvir música popular brasileira ou ou qualquer outra coisa, aí ela funciona muito bem. Mas com música clássica, eu essa versão continua ruim.
¶10Mas a coisa do despertador é inervante. >> É muito, muito curioso. Eu não tenho tido essas situações de dificuldade, não. Agora ela vai ganhar no ano que vem. Eh, segundo a Bloomberg, sai agora, semana passada, é uma concorrente de peso que a Open AI vai lançar seu primeiro hardware, né?
¶11>> Ah, Johnny Ive, né? Parada. >> Johnny Ivey, que é o cara que é o pai do iMac, eh, eh, turquesa, né? com aquela transparência depois do iPod, do iPhone, toda a nova Apple pós- retorno do Steve Jobs no final do ano do século passado, foi esse designer escocês, né, o Jonathan Ive, que agora eh tá na Open AI produzindo hardware para inteligência artificial. E e segundo eh eh a Bloomberg, a o primeiro hardware vai ser uma caixa de som que parece um disco e que tem peças móveis.
¶12Essa a descrição é essa. Parece um disco. Eles eles descrevem como um donut, né? Que é aquele doce americano que é é uma rosquinha, né? no sentido de ter um buraco no meio eh mais gordinho, em geral, com uma cobertura de chocolate, uma coisa assim.
¶13O o formato que eles escrevem é esse, o de um donut, que é um disco que é uma caixa de som e que tem partes móveis que mexeriam. Eh, seria uma coisa, a bateria que você carrega de um canto pro outro da casa, eh, e você interage com essa caixa de som voz. E é o chat GPT do celular com o qual você conversa, só que ele é ainda melhor em conversa. Eh, essa é a descrição. Tem partes móveis que interagem com você, você carrega de um canto pro outro da casa, é bastante portátil.
¶14É, é uma caixa de som e conversa com você. Não tem tela, que o pessoal da Open AI tem falado muito disso, é de um mundo pós telas, né? Que a inteligência artificial seria um mundo em que você não precisaria ficar mais andando com telas para lá e para cá. >> É. E vamos virar uma sociedade ágrafa, [risadas] >> uma sociedade sem texto, >> uma sociedade, claro, se você põe tudo na voz.
¶15Agora, e não sei se eu gosto dessa ideia porque tem gente surda, hein? É, veja, >> tem gente que que retém e não sendo surda, o meu caso, eh, retém muito melhor em texto. Eu eu não consigo reter as coisas que me dizem. qualquer coisa você reter melhor em texto. Eh, eu acho qualquer pessoa, mas eu tenho a impressão que sim, que a gente tende a ir para um mundo em que a voz é muito mais importante.
¶16A a gente, nós dois somos bichos muito particulares do texto, né? Aliem e a mulher. Eh, a gente literalmente trabalha em dois andares diferentes do nosso apartamento. Um duplex, ele não é grande, mas é um andar em cima do outro. A gente literalmente trabalha em andares diferentes, porque eu não consigo trabalhar do lado com da Lia, porque ela trabalha falando com o computador.
¶17>> Que coisa interessante. >> Ela trabalha falando com celular. Eh, e eu acho que mais e mais gente vai trabalhar assim. Eh, >> você sabe que à noite às vezes eu converso, conversa mesmo com o com o chat EPT e tenho achado que ele tá melhorando muito. >> Eu eu nunca converso.
¶18>> Eu converso e é muito interessante porque eu peço a ele que ele me dê as principais notícias do dia e ele faz um resumo. Digo ele que deu uma olhada nas manchetes do New York Times. Hora que eu já fui pra cama, tô cansada do o olho do de ler. Pergunto o que que tá no Guardian. Aí comento às vezes uma notícia e outra com ele.
¶19>> Tá reclamando de quê? Cora Juana. >> [risadas] >> Mas não são as notícias, mas ele tá muito mais natural porque antiga tem uma versão nova que foi acaba de ser lançada inclusive o sol foi >> isso. GPT Sol >> é 5.6, né? Eu acho que é, acho que é >> antes você tinha um delay na conversa, você terminava de falar, ele ele falava, ele ele demorava um pouquinho ou você falava, ele te atropelava.
¶20Quer dizer, não havia uma coisa muito, não era uma conversa solta. >> Aham. >> Era uma conversa que tinha >> Não, eu super sei o que você tá falando. >> Tá entendendo o que que eu tô querendo dizer? >> Claro.
¶21Não, mudou muito. >> Uns espaços. você sabe que tá muito bom e ele percebe quando a gente emendou um raciocínio e que ele tem que ficar calado e e que ele tem que pegar a partir daquilo. Quer dizer, é como se ele já estivesse pensando enquanto você ainda tá falando. >> Não, olha, eh, eu, eu, eu a impressão que eu tenho é que não vai existir uma interface dominante.
¶22Não acho que telas vão desaparecer. Eu não acho que e paper, né? Eh, e ink, é, >> que é a tecnologia do Kindle, é, acho que a gente vai ter mais e mais coisas com com tinta eletrônica, né? >> Que é uma é é uma tecnologia calma, né? >> Que é uma tecnologia calma.
¶23Exatamente. >> Eh, acho que a gente vai ter câmeras, acho que a gente vai ter eh interfaces de voz. A gente vai interagir com informação de muitas formas diferentes. Eu não acho que vai ter uma coisa dominante. De novo, não acho que telas vão desaparecer.
¶24Acho que telas não vão ser exigência. >> Ah, aí sim. Isso, isso faz sentido. E eu conversei muito sobre a geladeira como, você conversa muito mais do que eu. Eu não tenho nenhuma conversa que não seja por escrito.
¶25>> Eu precisava desabafar. >> Tá tudo certo. Não estou cobrando, não estou censurando você. >> E eu e eu queria entender o que que é essa coisa da geladeira e e por que funciona, porque que não funciona, sabe? É, >> ele me dá dicas muito boas sobre os peixes.
¶26Eu tenho aquário com >> E você tem aquário? >> Os peixinhos. Ele ele realmente sabe tudo de aquário. Ele é muito útil. Around the house.
¶27Uma boa coisa a gente tem em casa. >> Super útil. Eh, eu eu vou te falar uma coisa. Talvez se houvesse uma interface como essa caixa de som ligada no chat GPT. Eh, eh, eu me vejo e numa situação em que eu tenho conversas com com ele.
¶28O problema é que tem que pegar o aplicativo e abrir. Aí eu não faço. >> São duas realidades de vida distintas. Você se deita com a Lia, eu me deito sozinha. Então você não vai pegar o teu celular porque eu converso com ele no celular porque eu já tô com olho esbodegado de tela, tela, tela, tela.
¶29Então me deito e aí pergunto uma coisa, outra para ele. É exatamente o momento em que eu falo com ele. E é lógico que se eu tivesse um marido ao meu lado, eu não faria isso. >> Claro, claro. Não, não entendi perfeitamente.
¶30>> Agora vou te dizer uma coisa. Os gatos detestam >> que você fique conversando com a máquina. detestam. >> É, talvez eles estejam querendo te dizer alguma coisa. >> Coitados meus gatinhos, né?
¶31Ficam [roncando] ficam chateados. #chateados. Não. >> E isso tudo é porque você não começou a andar com câmera olhando para eles o tempo todo. >> Cara, esse negócio da falar em câmera.
¶32>> Vou falar em câmera. >> Tu tá sabendo o negócio dos óculos da meta, né? >> O que que tem os óculos da meta? você algumas coisas dos óculos da meta. >> Os óculos da meta >> são sucesso.
¶33>> São aquele sucesso que você põe no olho e eles tocam música para você, eles te explicam coisas, sei lá, supostamente você tá diante da torre Effel e você >> é vê o que você tá vendo, né? Tem duas câmeras, uma de cada lado. >> E e aí te explica e tal. Muito bem. Acontece que como ser humano não vale nada, o que que as pessoas estão fazendo com esses óculos?
¶34Homens, né? Hom. >> Eu tô falando pessoas, mas homens. [risadas] >> Os idiotas pegam os óculos, passam uma cantada numa garota, acabei de encontrar a minha futura esposa, não sei quê, filmam a reação da mulher e põe na internet. >> É babaca.
¶35A questão é, tem um mecanismo de segurança. Essa, essas câmeras elas têm um, uma luzinha que avisa que você tá sendo filmado, >> um LED, >> mas, né, homem, né, vai e cobre aquilo ou faz gambiarras para >> para não ligar, >> para ninguém perceber. A meta agora tá, isso [limpando a garganta] teve tá tendo um, tá, tá usando >> um backlash medonho lá na Califórnia. O Los Angeles Times trouxe uma matéria essa semana e eles estão trabalhando nos óculos agora para, se for alterada qualquer coisa naqueles óculos, as câmeras ficarem imediatamente incapacitadas. >> Uhum.
¶36>> Por quê? senão daqui a pouco o cara tá pegando. É, é horrível, horrível isso. >> Agora você sabe que tem uma turma do MIT que fez uma coisa que é um passo além, né? Eh, aí é é acadêmico trabalhando, não é não é ninguém sacaneando ninguém, não é ninguém aprontando ninguém, mas na verdade uma demonstração de quais são as fragilidades dessa tecnologia.
¶37Eh, eles pegaram os óculos da meta, hackearam, que hoje o óculos da meta usa o modelo da da meta, né, o meta e ai. Eh, mas o que eles fizeram foi, eles hackearam para ligar numa outra inteligência artificial, num clor, num GPT, e de forma que você anda com óculos que tá filmando, tá captando pela internet, jogando pro seu celular e e jogando pra nuvem, onde aquela imagem, então você tá na rua, eh, você começa a conversar com uma pessoa, a imagem do rosto daquela pessoa imediatamente vai paraa nuvem. Há um reconhecimento facial daquela pessoa. Você chega no nome da pessoa através dos perfis de de redes sociais daquela pessoa e você começa a pegar todos os dados públicos daquela pessoa. Então, tem vídeo do pessoal do MIT.
¶38Eh, de novo, não é uma coisa desleal. Eh, eles explicam: "Olha, eu posso fazer um uma experiência de inteligência artificial com você a partir da sua imagem?" Eles explicam para pessoa. A pessoa diz sim, diz não. Pessoa diz sim. Eh, Cora, em segundos, você é fulano de tal, você mora em tal endereço, seu security number é é não sei qual.
¶39Eh, você começa a dar uma torrente, sua mulher se chama fulana, seu marido se chama belano, eh, você torce por tal time, você e e a pessoa imagina um sujeito de óculos com câmera, chega com você, começa a conversar, você é fulano, você é isso, você é aquilo, você é aquilo outro. E e o ponto que eles estão fazendo, >> sendo que não é câmera, a pessoa não sabe, a pessoa tá só de óculos. >> É, não tem a lente, né? Sim, tem a lente, mas é é quase imperceptível, não é uma coisa muito pequena, porque o telefone é muito visível. Se você tá com telefone, é verdade, >> apontado pra pessoa, a pessoa sabe que tá sendo filmada, mas a pessoa tá só de óculos.
¶40Não, justo. O ponto é, é, caramba, Cora, >> eu vou te dizer uma coisa, é o sonho da minha vida, porque eu, vocês sabem, eu tenho prosopagnosia, que é aquela condição em que eu não reconheço as pessoas e não >> pelo rosto, >> não, não reconheço mesmo assim, >> mas eu sou Pedro, >> mas eu sei porque é é engraçado porque isso é uma condição que não pega, quer dizer, tem várias Oliver Sax tem o livro da mulher que confundiu seu marido com chapéu porque ele tinha e ele estudou muito isso. E tem pessoas que familiares que não se reconhecem, mãe e filha. Se você não marcar no shopping, vocês vão fazer compra separada, uma para cá, outra para lá. Se por acaso alguém trocar de blusa, comprar uma blusa nova e vestir a blusa nova, a mãe nunca mais vai encontrar.
¶41ou a filha ouva. Então, o sonho da minha vida era ou que as pessoas me dassem de crachá ou isso que a pessoa me que o óculos me dissesse automaticamente, olha, fulano, é cicrana, é belrana. >> É, não veja, eh, é, é, já é possível, já é possível. Os óculos da meta hackeados pelo pessoal do MIT faz isso. >> Eu festos dependo da Bia, sabe?
¶42>> A Bia me diz: "Olha, fulano, [risadas] eu eu eu vou soprar para você que eu sou Pedro, tá? >> Tá, você sopra, por favor, não me deixe nessa angústia. [limpando a garganta] Não acontece muito quando a gente não tá num lugar, >> quando o contexto muda, >> quando o contexto muda, é complicadíssimo. >> Eu entendo, eu entendo. >> E passei por uma cena essa semana.
¶43com um amigo meu queridíssimo, queridíssimo, mas assim da vida toda, aquela pessoa que foi meu colega de de assistir filme, três, quatro filmes no festival, tem sei lá, 40 anos que eu conheço ele. E eu tava e ele mora em Petrópolis, ele não mora no Rio de Janeiro. Então tô subindo no na escada rolante do Shopping Leblon e vem descendo uma pessoa vagamente familiar que eu sei que eu conheço, mas assim, e essa pessoa começa a fazer sinais de grande felicidade. E você sabe o que é que me deu a pala? >> Que era ele?
¶44Porque ele estava usando uma Ecobag de um supermercado em Nova York que fica em frente a um hotel que nós dois gostamos muito, que é o Bacon. Sei >> que o bacon tem umas suitezinhas que você pode cozinhar tua própria comida e tal e tem um supermercado em frente onde você compra comida e você pode fazer no teu próprio quarto. E ele tava com a sacola desse supermercado. Digo, olha >> que bizarro o método de identificação. Bem, eh, o o problema essencial, >> isso, uma das pessoas que eu mais gosto, tá assim, tipo amigão, amigão mesmo.
¶45Eu acredito. Eu acredito. Esses óculos serão possíveis. >> Achas eu, só para vocês não acharem que eu sou inteiramente maluca, [suspirando] ele mora em Petrópolis. Eu nunca esperaria encontrar ele aqui no Rio, entendeu?
¶46>> Claro. >> Ã, então tem todo esse tipo de coisa também. Se se eu tivesse em Petrópolis, encontrasse ele, saberia imediatamente quem é. Mas é uma coisa esquisita isso, né? O o problema o problema essencial é a gente vai ter que ter conversas sobre privacidade em algum momento, porque o barato dessa tecnologia do MIT, eles estão demonstrando o que é possível com dados abertos que você encontra na internet.
¶47Tipo, eles não tão usando. Fora a coisa de hackear o óculos da meta, que não é uma coisa exatamente trivial, >> tendo feito isso, eh, tudo que tá municiando não é nada que o o técnicos maravilhosos, cientistas, aquelas informações que você entra na internet estão lá. >> É, não é? Você tem site que você paga 19 por mês e você faz reconhecimento. >> Você tem o endereço do cara, você tem a casa do sujeito no lugar onde ele mora e tal.
¶48>> Isso é isso, é isso. >> Processos que ele já moveu. E >> que mundo é este, Corona? >> De pessoas de crachá. Eu vou ficar muito feliz.
¶49>> Até terça-feira. >> Até terça. >> Até terça-feira. Elas estão se aproximando as eleições e aqui no meio você acompanha com dados de verdade sem depender de conteúdos pouco confiáveis das redes sociais. Você [música] sabe, né?
¶50A pesquisa meio ideia é uma das nossas bússulas. É a nossa pesquisa independente [música] registrada no TSE, feita todo mês em parceria com o Instituto Ideia. A edição de agosto traz o retrato [música] mais atual da corrida. Quem é assinante premium recebe a pesquisa completa em primeira mão e ainda garante acesso à nossa plataforma interativa [música] que permite o cruzamento da intenção de voto por região, por classe, por gênero, para comparar com as rodadas anteriores e ver com os próprios olhos o que que mudou de verdade a cada mês. Esse tipo de leitura, até pouco tempo atrás, [música] só quem trabalhava dentro de um banco ou de um partido conseguia ter acesso.
¶51Agora tá disponível para quem [música] assina o meio premium. Em um ano como esse, olha, vale o ouro. Assine e receba mais esse material exclusivo. >> [música] [música]