¶1Oi, oi, gente. Voltou. Alô, alô, alô. A gente tinha caído. Alô, oi, oi, oi.
¶2Tão me ouvindo? Oi, oi, oi. Cadê o pessoal? Felipe falou: "Opa, também não sei. Cadê aqui, ó?
¶3O que aconteceu?" Também não sei. Voltou aqui, ó. Aqui, ó. Tá normal. Ah, que Arley Pantorra.
¶4Aqui, ó. Bomba explodiu em Manaus. Pois é. Mandem lá no grupo pro pessoal da live de novo. [roncando] Não sei se agora o problema é que eu não sei se [risadas] Bzol confessou que foi ele.
¶5Vou já ver o que que tá acontecendo na live dele lá. Ó, o Mr. Hudson falou assim: "Boa noite". Boa noite. O YouTube não gosta de bebê versus bombas ou o título da live agora tá certo?
¶6Coloquei outro título. Eita, pera aí que agora eu achei isso tá acontecendo. Acho que vai. Pera aí, deixa eu ver se minha bateria aqui tá acabando. Será que foi isso?
¶7Pera aí. Ai, pera aí, gente. Deixa eu ver onde que aconteça de novo. Pera lá. Pronto, acho que salvou agora.
¶8[roncando] Acho que explodiu a bomba até aqui em Manaus. Fugit. Oxe, que vídeo aleatório. Absolutamente. Segundo depois do nada a live cai na some.
¶9Pois é, Banzol sabotou. Exato. Eh, fugito, o que você tinha comentado sobre a casa de Davi 17? É falado por eh Duan na obra no caminho de Amaús. Ah, é que legal.
¶10Pois é, por isso que eu falei, deve deve haver outras pessoas com essa interpretação, né? Inclusive, acho que >> Crow mandou R$ 10. Boa noite, Fugita. Queria lhe perguntar algo. Como você justifica a legitimidade do Estado?
¶11Ando sendo captado por pensamentos caps, queria um contraponto e sinto que argumentos que se baseiam no consentimento são muito frágeis. >> Então, se você der uma olhada nos meus vídeos em que eu debato indiretamente contra o David Caldas, né, que é um anarco capitalista, por incrível que pareça, adventista, né, porque eu acho as coisas, as duas coisas bem esquisitas, né, bem estranhas uma com a outra. Ah, eu meio que esbocei um pouco lá, né, o argumento cantiano e como que eu adapto, né? Basicamente você pensar que o estado é uma condição de necessidade eh para é uma condição de possibilidade, na verdade, né? Uma condição de possibilidade para que a gente tenha a justiça eh pelo menos possível, né?
¶12Pera aí rapidinho. Pessoal comentando aqui na live de hoje do Banzoli. Proibido de falar adventismo na live de hoje. Para quem não sabe, eu eu subi rapidinho lá, tavam falando umas coisas bem erradas assim. assim, obviamente acho que possivelmente por desconhecimento, né?
¶13Eh, sobre o a igreja adventista, eu pedi para subir lá e fiquei debatendo assim, acho que durou uma hora assim o a minha participação lá [risadas] e aí eu acabei não não falando mais depois, mas aí o lá o Bzol falou: "Ó, não quero, não vamos falar mais de adventismo". colocou hoje o título, é que não pode falar de adventismo. Mas voltando aqui pro argumento sobre o Estado, a legitimidade do Estado, ah, nós, eu tava falando sobre a necessidade do Estado para que haja no mínimo a justiça ser possível, né? Por quê? Existe, sabe, a visão comum, né, de Estado como detentor único do poder de coessão e o poder jurídico de coessão, né?
¶14Não vou entrar em detalhes sobre isso. Eu acho que a definição de estado deveria ser mais bem elaborada, mas vamos pegar essa que é senso comum, porque ela já funciona pro argumento, né? Se você não tem uma única instituição que é detentora do poder de julgar as pessoas para fazer a mediação institucional entre posse e propriedade, eh a gente tá sujeito a literalmente à lei do mais forte ou da barbárie, né? Porque se no sistema ANCAP você tem que pagar por sistema de justiça privada que ou dispunta pelo mesmo território ou eles estão eh ou que não ou que são ilhas entre si, das duas uma, ou você não vai ter ou a justiça simplesmente não vai ser possí possível, né, nesse nesse tipo de arranjo de sociedade, porque você vai ter duas instituições tentando mediar o que que é o certo a ser feito. Então, digamos que você consiga pagar para uma que tem um um grupo de leis que meio que privilegia o seu caso e ou por uma outra que seja mais tendenciosa por algum motivo, sei lá, eh, enfim, qual seja ele qual for.
¶15Então, isso seria muito ruim, né? Isso seria muito ruim e na verdade faria com que essa mediação fosse por natureza, por definição, impossível, né? Então, dentro de um mesmo território tem de ser a mesma instituição. Então, vai pro outro caso que eu falei, se não é pelo mesmo território, então essas instituições que têm justiça privada, basicamente seriam estados, ilhados, porque elas teriam detendo no mesmo território a unificação do poder de correção e um poder de julgar as pessoas. Ou seja, julgando, elas têm o poder de coagir, né?
¶16Tem os meios necessários para forçar o que é o certo a ser feito, sabe? Então, é basicamente esse o ponto. E se você se você entende que o estado deve ter isso para que seja possível, por a gente já entende porque que ele é necessário, né? E na medida em que não há outras configurações possíveis, eh, a não ser a de um poder centralizado que possa fazer isso, a gente tem que dizer que o estado é necessário. Então, é esse o ponto principal, entendeu?
¶17É uma visão meio cantiana, na verdade. Se você for ver esses vídeos, eu desenvolvo com mais tempo lá, né? Depois você procura aqui no canal. Não sei se ficou claro também o que eu quis dizer, né? Mas é basicamente isso.
¶18Imagina, você tá, vou vou ilustrar aqui, você tá tem duas pessoas disputando para saber de quem é a casa, né? Porque ah, ou uma eu cheguei primeiro, ah, mas aqui eu tenho eh a o título tá no meu nome, né? Inclusive aconteceu algo recente comigo na minha família sobre esse caso, né? tá no meu nome, mas teve uma pessoa que tá lá e tá querendo ganhar a casa pelo uso capião. Quem tem condições de resolver isso é uma instituição terceira que possa olhar de pelo menos de maneira imparcial, né, sobre esses essas duas pessoas que estão disputando algo que estão em um impasse.
¶19E aí ela pode julgar e aí ela julgando, ela tem direito de poder fazer com que o a coersão aconteça contra quem se recusa a aceitar a decisão. Se não tem um órgão unificado sobre isso e ele é diviso entre si, eh, não tem como haver justiça, entendeu? Esse que é o ponto, porque alguém vai tentar ficar apelando para esse outro que é mais forte, é, para por uma instituição mais forte para tentar tirar aquilo a força. Então, a gente volta pra barbárie e não pra civilização, entendeu? Então, esse que é o ponto.
¶20Ah, olá, Fugito. Eu conversei com você pelo Whats a respeito do vídeo do axiomático sobre a escravidão no Antigo Testamento. Você respondeu que as respostas eram bem ruins. Ah, você pode explicar brevemente as falhas do vídeo? Olha quem apareceu aqui.
¶21Thiago. Thiago está aqui. Tudo bem, Thiago? Boa noite. Posso sim, mas eu inclusive o Thiago pagou, né, para eu tô atrasado com isso também.
¶22Desculpa, mas o Thiago ele pagou para eu fazer uma resposta, né? E aí, ó, o Thiago chegou hoje patrão, hein, gente? Me ajudem a escolher algum vídeo. [risadas] Mas falando sobre isso aí, ó, pessoal, já escolh aí que o Thiago hoje acho que ele vai talvez até eh mandar mais do que 100zinho hoje, talvez, hein? Quem sabe.
¶23Vamos lá. Eh, mas o que eu ia falar é que o eu vou fazer uma rápida, um rápido sumário de coisas que estão erradas no vídeo, né? Ah, em primeiro lugar, é errado você dizer que eh como é que é a expressão que ele usa? É, um dos meus argumentos principais no vídeo é o seguinte, que quando você tem a legislação de Deuteronômio, você tem lá uma certa sinalização de que os escravos eles poderiam fugir da casa dos seus senhores, enquanto que ele acha, ele faz a interpretação de que aquilo só serve para escravos que estão fugindo do seu asilo, por asilo de outras nações para dentro de Israel. Então, eh, intra nação e não eh entre nações e não dentro da nação, né?
¶24Então, internações e não intrana nação. Então, algum escravo poderia vir fugindo de outro Senhor. E aí a lei israelita estaria dizendo que você não poderia devolver esse escravo para o seu dono original. Enquanto que em Israel, se um fugitivo da lei de Israel recusasse esse ponto, né, ele perdão, ele recusasse permanecer na casa do seu senhor, isso não seria permitido por lei. O meu argumento lá é que, primeiro, você tem vários autores que sustentam a mesma coisa que eu estou dizendo, que um escravo interno a Israel também poderia fugir.
¶25Então, eu acho que ele diz assim, eu não sei qual é a palavra que ele usa, eh a ele não usa só predominante, ele usa uma uma expressão muito maior assim que é praticamente indisputável, né, na academia. Um um [limpando a garganta] uma expressão parecida. Esse não é o caso. Ah, pelo menos em uma e pelo menos em uma vez do vídeo ele fala isso. >> Crow mandou R$ 20.
¶26Agradeço a explicação. Ainda no tema aceitando esse ponto, é possível ser um inarquista seguindo essa linha? Ou por justiça você estenderia para algo voltado à justiça social como a distribuição e concessão da propriedade privada? É, >> eu vou já falar sobre isso, mas a na verdade acho que dá para responder rápido, não dá para ser minarquista e defender a mesma coisa, tá? Não tem nenhum problema.
¶27Pode ser minarquista e defender a necessidade do estado com o argumento cantiano. Sim. Tá. E aí, assim, o meu ponto ali é que eh qual que é o assim, e mesmo que seja se lá, a maioria esmagadora, eu não eu não me importo com essa questão do porque existem argumentos dentro do texto muito fortes pro que eu tô dizendo. O primeiro mais claro e evidente, é que a legislação ela não especifica nenhuma palavra tratando de que se isso se tratava de um estrangeiro.
¶28Existem palavras para isso. E nem especifica que é apenas para alguém de dentro de Israel. ela souda simplesmente a palavra escravo sem nenhuma qualificação. E geralmente isso é foi entendido por vários autores como um indicativo de qualquer escravo poderia estar sendo eh naquele direito. Outra coisa que geralmente eles apelam que não haveria necessidade para a especificação para que isso valesse para o o escravo de Israel, porque o escrav o escravo de Israel já é mais bem tratado do que o escravo fugitivo.
¶29Então, sinceramente falando, isso já implicaria meio que implicitamente que sequer haveria necessidade de uma legislação para o escravo fugir, porque já não seria uma coisa frequente, já não seria algo que usualmente aconteceria, né? já que o escravo israelita estaria, digamos que em uma posição ligeiramente melhor do que o do escravo estrangeiro. Aí, mas um outro ponto que favorece, o que eu tô dizendo é o seguinte: mesmo que seja o caso, que nós estejamos falando apenas do escravo internacional, isso já mostra um grande avanço em relação à lei eh escravagista de maneira geral e de manumição. Por quê? Porque os outros povos, como por exemplo no código de Hamurab, eles falavam que era dever você entregar o escravo fuditivo, seja qual for.
¶30Então, eh, já seria um grande avanço na legislação israelita se você tiver se você tiver esse escravo sendo tratado, ã, de maneira como já tá descrito no texto, mesmo que seja só o escravo estrangeiro, tá? Então, basicamente é isso. Que mais? Enfim, há vários outros pontos assim, eu estou pegando esse esse só para ilustrar, mas, por exemplo, eu acho que eu não fui bem interpretado quanto a o que eu quis fazer com o caso de Abraão, com o caso de Rebeca. Eh, eu acho que eu não fui interpretado em vários pontos, ali acho que existem algumas confusões a esse respeito.
¶31Então, enfim, eh, só para ilustrar alguns dos pontos, né? Se se me pagarem, eu eu vou vou continuar falando sobre os problemas ali, entendeu? [roncando] Ah, deixa eu ver aqui. Peraí que tem bastante gente que desde lá de cima. Ruptura adventista falou: "As caras que você fazia quando o Marisvan estava argumentando foram impagáveis, ainda mais na parte do NC falando de Allen White no singular." Ah, do notist cremos.
¶32[risadas] É, esse trecho foi bem bom mesmo. Gostei também de participar lá. É porque ele tava tentando extrair isso, né? Ele tava tentando extrair que porque a a mensageira do senhor significaria que era uma coisa exclusiva absolutamente de Allen White, né? Não, eh, sendo que nem a Elen Whitev é assim, né?
¶33Deixa eu ver o que mais estão falando aqui. Ah, [limpando a garganta] que mais? Pera aí que tem bastante assuntos aqui. Eu tô subindo aqui as mensagens, estão falando de vários outros temas. Qual vai ser o tema do debate?
¶34Qual debate? Eu não sei se eu entendi. Tibúcio. Com certeza. Eu não tô entendendo o fluxo aqui do que vocês estão falando.
¶35[limpando a garganta] Escolhe algum do David Ribeiro? Não, gente, pelo amor, não. Eh, com o David é melhor marcar um debate para acontecer assim do que ficar reagindo assim. Senão eu vou, eu lembrem que da última vez que eu reagi, sabe, 3 minutos do David, tinha vídeo de mais de uma hora depois aos meus 3 minutos assim, sabe? É muito improdutivo, a gente fica trocando.
¶36É melhor a gente marcar um debate que fica mais fácil. Aqui, ó, David Ribeira, 5 horas de live no mínimo. Pois é, o David fez uma live de 5 horas. Pois é. Então eu recomendaria [limpando a garganta] iceberg do ateísmo, já que Axiomatics está em pauta.
¶37Eu não vi esse vídeo ainda. Fugita mandou muito bem ontem no diálogo do canal do Banzol sobre adventismo. Ô pregéspo Nazareno, obrigado. Fico feliz por você ter gostado. Escolhe o jingle do pastor Henrique Vieira para ele reagir.
¶38É, essa eu não conheço. Essa voz é Lula. Sim, [risadas] exato. Lula minarquista. Exato.
¶39Ah, um debate do David seria legal também. Ele debateu com o Banzoli uma vez. Não, então seria bom rebate. Eu já debati também contra o David, né? Seria bom ter um debate parte dois com eles.
¶40Marisvan é um cara super gente boa. Deixa eu ver se eu consigo ler que tá aqui. Mas ah, acho que é mais para falar de adventismo. Ele usa um certo viés na hora de interpretar textos. diz que vai mostrar o texto e o texto definitivamente não diz o que ele fala.
¶41É naquele ponto específico do manual da igreja, eu acho que foi isso mesmo, né, que eu que eu mostrei do do Nisto Cremos, na verdade, né? Não é Lula, é a alma honesta desse país. Fugita já debateu com David e ganhou. K k João Escotteris, Fugita tem um debate de 5 horas com David. Exato.
¶42Mais de 5 horas eu acho que dura aquele negócio lá. Misericórdia. Gente, deixa eu ver aqui o cadê o Deixa eu mandar mensagem pro Carlos e paraa Gabi para ver o que que aconteceu. Ja. Ai, ai, meus amigos me abandonaram.
¶43mandando mensagem aqui. Ã, falaram aqui o seguinte também: "Fugi teu canal ação restauracinista postou um vídeo contra Suáes. Seria legal você e o Carlos reagirem." Tenho que ver, né? Eu não, eu não sei quem são esse pessoal, não vi. Inclusive o outro, ah, inclusive o outro também eu não tinha visto ainda, né?
¶44Não sei. Naquele vídeo foi o Carlos que me, na verdade foram vocês aí junto com o Carlos que me avisaram que tinham feito um vídeo resposta. Não, eu não sei ainda. Eh, depois o Carlos até me mandou, mas eu não comecei nem a ver ainda assim. Eu vi, na verdade, um trecho, eu não terminei.
¶45Eu não sei qual que é a grande objeção que fazem a mim lá. E agora se tem um outro vídeo sobre Suáes, esse já uma outra resposta. Fizeram duas respostas a mim. Ou esse vídeo do Soares é só uma treta dele com Soares, assim, sei lá. [roncando] Gabi vai entrar.
¶46Mandei o link para ela aqui, mas eu acho que os dois estão enrolados. Alguém ajuda o Thiago aí a escolher um vídeo pra gente ver agora. foi debater com o Manzol claramente não dominava. Achou, acabou sendo mogado pelo David. Na antropologia de Lúlio, o homem é dotado de intelecto, vontade e memória.
¶47Funciona como polo receptor entendível barra amável do entendimento do amor divino. Portanto, se o ser humano busca a verdade e o bem com o intelecto saudável, ele inevitavelmente esbarra na atividade conectiva de Deus. Acho bom argumento contra o ocultamento divino. Ah, entendi. Agora entendi a conexão.
¶48Mas eu eu iria por outra. Eu acho que tá muito tá pressuposto muita coisa aí. Eu acho que eu iria por outro caminho. Tem que justificar muita coisa aí que o Ateu já não vai acertar logo de cara. Aqui ó, o Thiago tá perguntando, vão querer o icebag do arteísmo mesmo, pessoal?
¶49Vai ser react. Se for esse vídeo aí mesmo, vai ser um react em primeira mão, assim, porque eu realmente não vi o vídeo. Segundo o David, ele acabou sendo desonesto intelectualmente e falacioso. Ah, mas não são os corpos totalmente diferentes. Claro que eles não vão se entender.
¶50Ô pessoal, enquanto vocês estão falando aí sobre várias coisas, ajudem o Thiago a decidir qual que é o vídeo que a gente vai ver hoje. Mandando aqui mensagem para eles. O Iceber ou esse vídeo sobre o Soares seria interessante. Ah, mas se esse vídeo do Suárez a gente for reagir, é bom ter o Carlos aqui, né, pra gente passar raiva juntos. [risadas] Porque assim, eu não, eu sendo bem sincero ainda, eu não vi esse vídeo, eu não conheço esse pessoal, não sei quem são, mas geralmente sobre o Soares, gosto muito de invocar uma coisa que a gente já rebateu naquele vídeo sobre a série contra o Tomismo, né?
¶51Aquele negócio de que foi, ah, foi teve uma comemoração a Francisco Soares e que foi vedada, né, e tal. Vocês devem se lembrar, eu já comentei sobre isso no naquele vídeo lá, o colocando os tomistas no seu devido lugar e antes desse, né, o exposed tomistas e tal. Tô falando aqui do o iceberg do ateísmo. Não tem nem ideia de vídeo. Fugita, qual o seu próximo debate?
¶52Então, muito possivelmente aí esse que eu tô falando que inclusive é para ajudar na quatinha com vocês, né? Vai ser contra algum, eu assim, eu não posso, eu não, existem algumas promessas, existem pessoas que estão se organizando ainda para me dar uma resposta, mas talvez aconteça um debate contra o contra os irmãos lá, os gêmeos, eh, clau, tal, né? Já tava pensando, me julguem, mas eu não me lembrava como que era o nome deles. Aí eu tava pensando qual que era aquele apelido que o Banzol deu. Aí eu lembrei catatal.
¶53Ah, então clau tal. Primeiro me veio o apelido, depois eu consegui lembrar do nome. Gente, me desculpa, não era para ter sido assim. Eh, eles eles eles queriam debater, mas só que eles me falaram no Instagram que queriam debater, só que a gente não escolheu o tema ainda. Eu preciso ver uma questão de quando vai ser as minhas, quando vão ser as minhas férias, mas possivelmente esse de São Paulo é o que tá mais perto assim, mais certo acontecer.
¶54Os outros tinham algumas pessoas que estavam querendo, a gente não tinha certeza como que ia ser. Eu tô vendo ainda. Tinha proposto, talvez o outro que seja mais próximo, na verdade, seja contra o Luca. Eh, eu tava falando com Luca de a gente fazer ou sobre a divina providência, ele ia tentar defender o banesianismo, ou essa questão de escritura e tradição mesmo, sabe? Pessoal tá querendo o Iceback.
¶55Pois é, Carlos Kit está aí. É o Mateus Laçã. Não sei quem é. Eu não vi vídeo nenhum. O que?
¶56Eu não vi nenhum vídeos nos últimos tempos. Fugito, o que você acha de democracia? Tem vários problemas, né? Mas é o que temos aí. Por enquanto, deixa rodar a democracia.
¶57para não ter coisa pior. Mas tem vários problemas. Tem aquele debate do Areópago contra o Frisk e o Conde. Ah, seria bom também. Seria legal.
¶58Exposedomismo. Sim, tem um vídeo meu. Três irmãos. O podcast não, não seria lá. Iceberg do hinduísmo.
¶59Tem, tem iceberg do hinduismo. Gêmeos catatal. Pois é, esse debate aí foi muito gritaria do Conde mais Frisk versus João. Pois é, também acho. Mas seria um bom para para reagir que também poderia ser.
¶60Boa noite, Fugita. Lembro-me de mencionar Richard Baxter em seus stories. O que você leu dele exatamente? Do Richard Boxter eu li a eu tava lendo. Ah, qual que é o nome?
¶61É que não tem ainda traduzido. É um sobre o Não é o sintagma. Sintagma é o do Polanos. Eh, Cagma Cristiana, mas é um nome parecido, é System. Deixa eu ver se eu pego aqui.
¶62Eu tava inclusive traduzindo, página por página, lendo. Pera aí, deixa eu ver se tá aqui no meu Google. É o é o livro em que ele apresenta a reestruturação dele das quatro causas, né, aristotélicas. >> [roncando] >> Tava achando muito interessante. Tava vendo isso.
¶63Tava vendo a exposição dele também sobre o pecado. Ah, agora não vou conseguir achar. Me cobrem aí no Me cobra lá no Instagram que eu mando para ti o nome. Vai debater papado. A gente tava pensando se é sobre papado.
¶64O problema é que os clau clauta eles já vão debater papado com o Bruno Lima, né? Então seria melhor se fosse acho que outro debate. Sinto que a galera do teísmo não dá muita atenção para ele. Se cruzado, muito mais focado em escoto, Tomás Soares. Não sei do que você tá falando agora.
¶65Assim, providência seria muito bom um debate. Pois é. Então eu queria muito também fazer o debate contra o Luca de Providência e foi uma foi uma sugestão dele, inclusive. >> [roncando] >> Tenho que só encontrar o tempo para isso. Na verdade, tem bastante gente falando aqui, gente, mandando bastante mensagem.
¶66Pera aí, deixa eu ver se o Carlos, mano. Vou ligar pro Carlos aqui para ver que tá. Ele tá muito atrasado. Será que ele tá dormindo? Será que ele já foi dormir?
¶67Ó, tô ligando pro Carlos aqui. [suspirando] Vou deixar aqui aberto para vocês ouvirem, ó. Ô Thago, paga aí pra gente fazer trote igual naquele dia. Paga pra gente fazer trote para eu ligar para algum amigo meu e fazer trote aqui. Foi muito boa aquela live.
¶68[risadas] Ai ai ai. Deus me perdoe. Carlos não atendeu. Ai ai ai. Sim, Thiago, vocês não vão escolher vídeo não?
¶69Mandem aí. Vai ser vídeo debate do Conde e Frisk versus eh versus o menino lá, o João, ou vai ser Iceberg. Claro assim, Fugita, tu é a favor de um estado laico ou tu acha que o estado ter eh deve promover o cristianismo? Laico. Para mim é estado laico.
¶70Onde está Thago, nosso defensor? Ó, Quinquin tá querendo forçar que vai desse debate logo. É, votem aqui, gente. Pessoal, votem. Se manifestem.
¶71Thaago, faz o seguinte, só manda o, só manda o Pix e aí eu decido aqui no coração qual vai ser aqui. Falaram: "Olha, eu não vou assistir muito, logo vou dormir". Mas eu acharia mais interessante esse do Areópago. Faz enquete, fito. O problema é que eu não sei aqui, ó.
¶72Inclusive, vocês lembram que eu tô agora com novos poderes aqui, né? Olha só aqui, ó. Se preparem. >> Thago mandou R$ 150. Então vamos com esse berbo do ateísmo.
¶73Tomara que a Dab e o Carlos cheguem. [aplausos] [risadas] Olha aí, ó. Parece-me que a gente já tem uma uma resposta, né? Vai ser iceberg. É.
¶74Decidiram algo? Já mandei. Pois é. Ó, cadê o Quem tava aqui na última live viu que agora eu tenho novos poderes aqui, né? [risadas] 150 só de uma vez.
¶75Pois é. Então, deixa eu colocar aqui. Vamos lá. Iceg do [risadas] ateísmo. Que que vocês acham de a gente fazer também um iceberg do teísmo?
¶76Tava pensando em fazer um sobre. Vamos lá. O Deus muçulmano também não existe. Ele nem é muito diferente do Deus cristão. Na verdade, os deuses hindus não existem, não literalmente.
¶77O Deus espírita, por favor. E se a sua religião não foi retratada? Perdão. O deus da sua religião também não existe. A tríade de sombria, você pode perguntar para qualquer psicólogo.
¶78Ela vai definir o caráter, né, a persona dos maiores serial killers, dos maiores assassinos, dos maiores vilões da história da humanidade. E Deus, ele pontua em nota máxima em toda a tríade sombria. Não teria, seria impossível existir um mal, até porque se ele é todo bom e ele está em todos os lugares, não há lugar para o mal. Isso aqui com certeza deve ser o topo do iceberg assim, né? Que é a coisa mais superficial que tem assim, né?
¶79[risadas] >> Ateísmo, uma palavra curta, tão comum que nem parece esconder nenhum segredo. Para a maioria das pessoas, seu significado termina em uma única frase: "Não acreditar em Deus". E de certa forma essa definição tá correta, mas na verdade ela esconde uma história bem maior, porque atrás dessa única palavra existe mais de 2000 anos de debates filosóficos, descobertas científicas, críticas, argumentos e escolas de pensamento que na verdade nem a maioria dos ateus conhecem elas de fato. Quando eu fui pesquisar no Reddit e nas outras comunidades do iceberg sobre o iceberg do ateísmo, eu não encontrei nenhum até agora. Esse é o meu back de ateismo.
¶80Eu coloquei tudo que eu consegui me lembrar no momento em que fiz essa gravação e provavelmente vai ter atualizações constantes e novos tópicos com passar tempo. Mas acredito que até o dado momento, para quem não conhece nada sobre ateísmo, até mesmo para quem é ateu ou quem está começando a ser ateu em iceberg, vai ser muito importante. Eu dividi os tópicos em cinco categorias. Um, falas recorrentes. Naturalmente, as pessoas que estão em determinadas camadas vão falar coisas parecidas ou até mesmo iguais, porque você vai identificar em qual camada o atel está e o seu nível de entendimento a partir disso.
¶81Dois, críticas válidas. A depender do até, ele pode falar algumas coisas que podem ser válidas à primeira vista, mesmo que ele não consiga desenvolver a ponto de ser um argumento fundamentado contra o teísmo. Mas ainda assim o questionamento continua válido. Três, autores e livros possivelmente lidos, porque é bem provável, a depender do até que ele cite um autor ou um livro que ele não leu e acabou repetindo coisas erradas sobre o livro. ou ele realmente pode ter lido, mas interpretou da forma errada, ou ele leu e entendeu a obra do ator.
¶82E por isso eu coloquei possivelmente quatro argumentos fundamentados, que são argumentos que ele conheceu ou ele formulou sozinho baseado em um repertório interessante o suficiente a ponto de realmente ser uma crítica válida contra o teísmo. E por último, argumentos freestyle. Argumento freestyle é basicamente quando o argumento que o ateu vai desenvolver não consegue ter repertório suficiente ou força argumentativa suficiente a ponto de ser considerado realmente um problema para um teísta. E bem, o que tiver em branco no iceberg pode ser tanto tópicos que Ateus podem conhecer dentro daquela camada, canais YouTube e outros tipos de mídia que com certeza se Ate vai conhecer. Richard Dawkins.
¶83Richard [risadas] faz muito sentido começar com Richard Dawkins assim lá em cima assim, né, com o pessoal, gente, aquela fase ali 2010, 2011, 2012, né, Godillusion e tal, era a febre do momento. Aí aí vem a fase William Land Craig, né? Com certeza isso aqui tá bem aqui, ó, no Iceber total, assim, muito bom. Hawkins é um biólogo evolutivo britânico e principal figura do neoateísmo. Popularizou a ideia de que a existência de Deus é uma hipótese científica testável e que a evolução pela seleção natural elimina a necessidade de um designer inteligente.
¶84No Brasil, ele é comumente a figura mais reconhecida no ateísmo e que qualquer leigo que você encontrar a respeito do ateísmo sempre leu o livro Deus um delírio dele. O que faz com que ele seja a primeira pessoa e primeiro tópico desse iceberg, a ciência refluta Deus. A ciência é uma frase popular e simplificada de um argumento de que todas as descobertas científicas, especialmente a evolução, cosmologia neurociência, tornam a hipótese de Deus desnecessária ou refutada. E sim, trata-se de uma adaptação meio freestyle da T de Docks, de que a hipótese de Deus é uma explicação científica concorrente e que perdeu para explicações naturais. E como é uma fala recorrente, principalmente nos ateus que estão na superfície, então é muito comum que você vai ouvir isso várias vezes, principalmente de pessoas que não entendem muito do que é a ciência.
¶85Teoria da evolução. A teoria da evolução geralmente é citado contra os teístas, falando que ela refuta Adão e Eva e outras coisas que são citadas na Bíblia, mas eles naturalmente não sabe como funciona a teoria da evolução, nem seus métodos para inferir como as espécies mudam, fazendo com que seja apenas um argumento freestyle, tentando usar da autoridade da ciência para tentar refutar algo que eles nem mesmo entendem. Quem criou Deus? É uma objeção clássica dentro do argumento cosmológico causal. Se tudo precisa de uma causa, então Deus precisa de uma causa.
¶86Se Deus é uma exceção, então >> espera aí rapidinho. Eh, isso ainda tá dentro do tópico Richard Dawkins ou será que isso são outras coisas? Porque assim, eh, quando a gente faz esse do iceberg, é bom quando vai mostrando aqui no iceberg cada pedaço assim, né? Porque tem, eu acho que mereceria um para quem quem criou Deus deveria ser assim um tópico à parte assim, sabe? Não, dentro do do Richard Dawkins.
¶87Não sei se ele tá aqui, né, sendo computado como mesmo ou não, né, mas total assim. Eh, Daniel, boa noite. Trio forte. Tô esperando ele eles entrarem, na verdade, né? Ainda não entraram.
¶88Aqui, ó. Me lembro, cadê? Me lembro que o Peter do Nerd se convenceu do teísmo e mais algumas coisas após ler Deus. Um delírio. É mesmo?
¶89Do teísmo ou do ateísmo? Quem criou Deus? Não. Pois é. Quem criou Deus para mim tinha que ser um tópico a parte aqui no iceberg, né?
¶90São outras coisas, não? Pois é. Então, só que tinha que tá separado para mim aqui, né? Eh, cadê? Se não me engano, esse mesmo canal fez um vídeo tentando refutar o vídeo do fugido sobre escravidão na Bíblia.
¶91Então, já comentei aqui, falaram antes aqui sobre o que que eu achava desse vídeo. Eu dei as minhas primeiras impressões assim, mas o Thiago pagou para fazer um vídeo resposta, né? Na verdade, vai ser um vídeo resposta a não só esse vídeo que eu pretendo, eu tenho que ter tempo para fazer, né? Porque eu quero fazer aí esse o que ficou faltando responder da última vez. Tem também uns um um artigo que me mandaram de alguma pessoa assim, artigo de internet, né, falando sobre mais alguém que escreveu não sei o quê.
¶92Então eu vou compilar todas as críticas, mais algumas perguntas que o pessoal lá do Banzoli também queria fazer, não deu tempo quando eu fiz a minha live sobre escravidão lá. Então eu tenho que pegar e fazer assim, sabe? Para, enfim, para responder todo mundo de uma vez. Acho que vai ser melhor do que fazer parcelado. Aqui, ó, um dos quatro cavaleiros do ateísmo.
¶93Exato. Richard Dawkins. Senhoras e senhores, com vocês, Richard Dawkins. Vamos lá. Tudo tem uma causa arbitrária.
¶94Essa objeção remonta de maneira muito simplista as objeções de Hilm e de Hussen. E é uma simplificação que, por mais que tenha um conteúdo legítimo, ainda assim não consegue resolver todos os problemas que são apontados dentro do argumento cosmológico teísta. A Bíblia é contraditória. Geralmente a Bíblia contraditória é uma frase que geralmente vem carregada com diversos tipos de interpretações literalistas da Bíblia, de um tom muito de compreensões hermenêuticas estranhas a respeito da teologia e historicidade dos livros bíblicos, fazendo com que essa frase geralmente nunca seja levada a sério quando a pessoa simplesmente fala isso sem que demonstrasse com fundamentação teórica. A igreja é contra a ciência.
¶95A tese de que instituições religi >> Ah, tá tá boa a edição, mas acho que seria legal se fosse mostrando assim um icebergzinho, né? mostrando onde é que tá cada uma delas posicionadas. Você até ia aprofundando o nível, né, >> os historicamente reprimiam investigação científica. >> Porque sim, de fato, essa parte do a Bíblia é contraditória. É muito fácil quando você coloca uma visão perspectivista, né, que consegue resolver tudo no sentido de, ah, por exemplo, nos evangelhos, a perspectiva de um não precisa ser necessariamente igual do outro.
¶96É a resposta mais óbvia, né? Eh, tem vários tipos de assim, algumas que sequer são contradições, como eu mostrei no meu debate contra o chileno, eles acham que algumas coisas são contradições e simplesmente não são, né? Por exemplo, o fato de de Jesus fazer milagres, isso não é uma contradição, não é algo impossível, logicamente, né? É só uma impossibilidade física, natural, biológica e tal, mas não justamente que a gente tá dizendo que não é meramente físico, não é meramente natural, a gente tá dizendo de fato que é um milagre, né? Por definição, o milagre ele vai eh fazer coisas sobrenaturais, né?
¶97Enfim, fica com destaque do caso de Galileu, que geralmente é usado, ou a própria Santa Inquisição, geralmente são sempre falados em um tom que nunca compreendem a totalidade da história e da ciência, ignorando todos os aspectos como que a própria igreja, criou as primeiras instituições consideradas educacionais, como justamente as faculdades e academias, ou melhor, universidades, que acaba fogando apenas nos aspectos mais morais dentro da historicidade do que poderíamos dizer sobre a igreja no geral, fazendo com que todas as igrejas entrem no mesmo balaio e se tornando assim uma frase recorrente e um argumento momento muito fraco. Nesmo na boca do ateista Ligo usar diversos tipos de frases que tem nos livros de Natal de Chopenhauer para poder justificar o porquê da vida não fazer sentido mesmo não existindo um Deus faz com que isso seja um certo tipo de apropriação em freestyle do nilismo existencial confundido a ausência de sentido transcendente como ausência de sentido no geral, o que faz com que seja filosoficamente fraco e ainda não compreender todas as nuances dentro do que poderíamos considerar tanto o existencialismo ou niilismo nitiano quanto a complexidade das falas. O que poderíamos entender sobre o que seria o pessimismo metafísico de Chopenhau? Paradoxo da onipotência. Objeção clássica.
¶98Deus pode criar uma pedra tão pesada que ele mesmo não conseg >> Acho que assim o parad, na verdade assim eu no lugar de colocar o paradoxo da onipotência eu colocaria a eh sei lá falar assim o desafio da pedra porque acho que é meio é meio que isso, porque todo mundo que fala do potência fala assim: "Não, na verdade teria que ser um título gigante". Acho que nessa parte do icebus pode criar uma pedra mais pesada do que ele mesmo possa carregar, isso tinha que ser um tópico à parte assim, sabe? Será que eh e agora me deu uma me veio uma boa uma boa versão para se fosse fazer um iceberg do teísmo, né? Colocar assim logo lá em cima, né? Você sente o vento, [risadas] estaria nesse mesmo nível assim, né?
¶99Você sente o vento. Muito bom. Que o pessoal é irrefutável. [risadas] Pois é, Gabi tá na live. que a gente tá esperando ela entrar aqui, ela e o Carlos Alberto.
¶100Ai ai, o Axiometic tá aqui. Obrigado pelo react. O pessoal tá tava dizendo que tava muito bom o vídeo, então aí vamos estamos vendo aqui. Enfim, vamos lá. >> Consegui levantar?
¶101Se sim, então ele não é um onipotente. Se não, ele não é onipotente. É um argumento que é fraco a princípio, geralmente lida com as propriedades divinas de forma muito superficial e ruim. Mas academicamente o paradoxo tem diversas reformulações que são consideradas por muitos acadêmicos como realmente um problema sério, a coerência conceitual de Deus. Muito provável que você vai encontrar essas reformulações usando geológica modal e redefinição da onipotência como obras como describing gods de guarnop e miracle ofism científico igual ao verdadeiro.
¶102Aí que parece um ingêno de que tudo que é verificável pela ciência >> aqui o cientificismo, né? Tem aqueles critérios lá do cientificismo. Esse é um desses, né? você pensar que, por você achar que algo é científico ou tá dentro de alguma exposição cientificamente recorrente na academia ou com linguagem científica ou com algum tipo de testagem científica, automaticamente isso é verdadeiro ou pelo menos automaticamente mais confiável, né? É um dos dos critérios aí para se identificar uma pessoa como cientificista, né?
¶103Tem outros, mas enfim. >> Então é verdade. Descartando >> assim, acima também de outras formas de conhecimento também, né? Também usam como critério, né? Filosofia, metafísica, teologia, como se fosse sem sentido, é uma herança muito vulgarizada e muito mal interpretado do que poderíamos falar sobre positivismo.
¶104Essencialmente estamos falando sobre positivismo lógico do círculo de Viena, que já foi refutado internamente pelos próprios positivistas, como o problema da indução, critério da demarcação, a impossibilidade de verificar o próprio princípio de verificação. Geralmente pessoas que falam >> aqui, ó, como é que é o vento? A gente não vê Jaim confrontando a teu ai falam isso. Nem sequer lem artigos direito, acaba apenas acreditando o que sites de divulgação científica acreditam, sem ter certeza se a metodologia foi precisa o suficiente para que seja conclusiva ou se realmente a pesquisa ela foi correlacional, fazendo com que naturalmente essas pessoas sempre tenham concepções errôneas sobre conclusões ou novas descobertas científicas. Bom dia para quem é de bom dia, boa noite para quem quer ter uma boa noite.
¶105Eu sou a Luís Alves Rodrigues, eu sou epistemólogo, sou professor de lógica pública, historiador de informação. E o intuito desse vídeo é o debate acerca de certas preposições que muitas pessoas dentro nosso meio tem a respeito do quão verdadeiro é a validade do conhecimento científico, a respeito de crenças que demarcam a ciência como a única capaz de gerar conhecimentos verdadeiros acerca de algo e a respeito da crença de que o que científico é necessariamente verdadeiro, sem o atendimento de determinados pressupostos que validam as próprias validações científicas que são demarcadas. Então, a primeira coisa que a gente deveria acrescentar em >> lembrando para quem falou aí sobre o círculo de Viena, eles também aceitavam verdades de certa maneira analíticas, tá? Como verdadeiras, né? Mas seria basicamente pegar a definição pela definição, né?
¶106Só pronto. Ó, que o pessoal tá falando aqui, ó. Eh, pode, como é que é? Pode rir, mas o argumento do vento é irrefutável. Exato.
¶107>> Um raciocínio seria o que se dá o valor de verdade. Porque quando eu afirmo que a ciência produz conhecimento verdadeiro, eu preciso antes de tudo, ter uma preocupação ontológica com o que que significa o valor de verdade ou com que é de fato, os pressupostos ontológicos que demarcam o que uma verdade pode ser. Então, a primeira coisa que a gente deveria acrescentar em um raciocínio seria o que se dá o valor de verdade. Porque quando eu afirmo que a ciência produz conhecimento verdadeiro, eu preciso, antes de tudo, ter uma preocupação ontológica com o que que significa o valor de verdade ou com que é de fato os pressupostos ontológicos que demarcam o que uma verdade pode ser. O que que isso traz de realidade pra gente?
¶108Que o conhecimento científico não é mais do que uma captura através de certas orientações humanas acerca da realidade aferível. Isso delimita que ele não é uma verdade estrutural do mundo, ou que pelo menos ele possa não ser uma verdade estrutural do mundo. É claro que é uma discussão epistemológica do quão verdadeiro é realmente ah o que eu consigo captar através do conhecimento científico nesses pressupostos do que é estrutural do mundo e do que é apenas uma uma coisa que eu consigo arcar através da minha cognição, uma coisa que eu consigo simplesmente transcrever transcrever a partir do material que eu uso para montar a minha cognição. Isso é, se eu pego uma câmera fotográfica e eu realmente tento fotografar o mundo, o quanto da imagem fotografada realmente espelha o mundo na sua estrutura real. E o quanto da da imagem fotografada não só simplesmente e passa por critérios e por processos fotográficos em relação, >> tem várias coisas, na verdade, né, sobre essa questão de você achar que é só eh a ciência capaz de produzir esse tipo de conhecimento, né?
¶109Tem o fato, por exemplo, como ele tá falando aí dessa limitação, tem o fato de como que a gente pode medir esse avanço, né? Quais são os critérios para saber que a gente realmente tá avançando? ou será que a gente não tem uma ilusão de que esteja havendo progresso científico apenas por uma certa eh, sei lá, pragmaticidade, digamos assim, de certas coisas que estão funcionando, né, ou funcionalidade de certa maneira. Eh, tudo isso é muito discutido, né, e não necessariamente correto à aquela imagem para delimitar ela na minha lente. Então, uma vez que a ciência precisa arcar com pressupostos ontológicos para estabelecer o seu critério de verdade, eu já não posso dizer simplesmente que a ciência faz um conhecimento verdadeiro e legítimo em relação à realidade.
¶110Então, já não consigo estabelecer o critério de ciência igual verdade de uma maneira direta, ainda que o conhecimento científico seja o melhor possível a ser produzido. E uma vez que eu já arque com esse primeiro problema ontológico, como aqui já foi debatido, também existe o problema epistêmico. se a carga epistêmica importa para a ciência, ou seja, se eu preciso, através de um conhecimento epistemológico, alçar o que de fato posso observar e fundamentar acerca da realidade aferida pelo processo. >> O Axomeric falou o seguinte, ele é o Aluísio, o canal dele tá começando agora, ele é teísta ou deísta, ele só me deixou claro que acredita em Deus. Legal.
¶111científico. Se eu tenho essa preocupação de dizer se a ciência de fato espelha o mundo ou não, se a ciência de fato espelha a realidade ou não, o quão bem eu posso delimitar o tipo de conhecimento produzido pela ciência, o quão bem eu posso dizer que se a ciência produz conhecimento útil ou se a ciência produz ou estabelece pressupostos legítimos em relação ao que ela observa, o quão bem esses pressupostos e essas demarcações científicas realmente são ancoradas com a realidade. Já tratando sobre o problema ontológico que a ciência deveria arcar, uma vez que ela traz pressupostos que condicionam ou que tentam, em uma certa medida, trazer uma verdade a respeito da realidade em si, ou uma verdade a respeito do mundo ou do objeto a qual ela tenta analisar enquanto metodologia que segue, a gente também pode demarcar, por exemplo, o quanto a ontologia precisa ser necessariamente exposta em uma validade para que a os critérios científicos sejam realmente propagados ali. Para muito além do exemplo, por exemplo, do Cisne branco, o clássico do Cooper, [música] a gente poderia demarcar que, por exemplo, para eu assumir uma ontologia, qual é a import? Gente, eu não, eu não gosto de implicar com as pessoas, mas é só porque essa é uma coisa que realmente a gente tem que falar certo, tá?
¶112Sisne, cisne, cisney. Tá bom, porque o pessoal fala cisney, né? Mas cisney. Cisne. Mas pera aí, deixa eu ver o que vocês estão falando aqui.
¶113Ah, isso. Estou falando umas coisas meio aleatórias. Perguntaram aqui se o Aximeric é atu. Eu não sei. Talvez seja.
¶114O axiomático é teísta? Não sei. Tô Ah, é TJ. Testemunha. [risadas] Ai, ai, ai.
¶115[risadas] Que bom. Muito bom, muito bom. Vamos lá. Assumir uma ontologia que venha a ser [música] correspondida ao critério científico, nós podemos pensar, por exemplo, no exemplo do que se delimita para além do tempo espaço ou, por exemplo, o que existia antes [música] do Big Bang, o que existia antes da criação do tempo espaço e como isso existia. se não existia, existia espaço para estar onde o Big Bang estava quando o Big Bang não foi, não tinham criado um espaço para que ele possa estar em algum lugar, nem um tempo para que ação seja puxada a partir desse instante.
¶116Esse mesmo argumento que foi chamado de God Skiller, quando a gente colocava Deus na ao invés de Big Bang, a gente pode trazer para captar pro mesmo raciocínio colocando o próprio Big Bang ao invés de Deus nesse sentido. E a gente tem, por exemplo, o próprio Shiffin Hawksins respondendo essa clássica questão, dizendo que simplesmente não existindo espaço para estar, ficaria uma pergunta ilógica quando a gente demarcava que poderia existir alguma coisa é mais ao norte do Polo Norte, se não existia tempo [música] para que o tempo pudesse existir, é ilógico pensar, se perguntar quando o tempo de alguma coisa aconteceu, mas ao mesmo tempo isso fundamenta pra gente uma ontologia que diz respeito à fundamentação e a formatação de mundo ou a formatação do escopo do que a gente quer tratar de mundo. Porque se o tempo também tem uma delimitação dentro dele mesmo, pensar que existe >> sim, eu tô entendendo o que ele tá falando. Acho que todo mundo tá entendendo também aqui, mas o Axiometric acho que tinha que ter deixado mais curtinho aqui, né? Por que que deixou tanto tempo aí falando assim?
¶117Eh, por causa da questão da ciência ainda lá, que é a ciência prova que Deus não existe, assim, eu acho que poderia ter encurtado um pouco assim, sabe? Sei lá, acho que ficou meio deslocado aqui dentro do resto do conteúdo que você tava trazendo. >> Alguma coisa para fora do tempo demanda pra gente uma ontologia diferente acerca da ontologia de mundo tratado dentro de uma causalidade temporal. Então, a ontologia, a formatação e a e o que condiciona as regras de um mundo e as regras da forma como eu preciso tratar esse mundo é o que necessariamente implica que a ciência precisa também, dessa mesma maneira tratar da do plano de fundo cujo qual ela vai alçar os seus próprios predicados. Quando a gente demarca, por exemplo, a maneira como a ontologia funciona, pra gente dizer como que certos elementos da física tentam condicionar em níveis muito pequenos, como por exemplo no experimento da fenda dupla, a gente precisa demarcar um funcionamento desse tipo de estrutura.
¶118A gente precisa lidar com problema sobre como, por exemplo, elétrons e partículas muito elementais vão estar sendo condicionadas, como é possível certas coisas na física, como por exemplo, ah, o elemento X, estar em uma forma X e Y ao mesmo tempo, ou então se deslocar de ponto de um ponto X para um ponto Y, dependendo da maneira como ele é observado. O que condiciona a natureza dessa realidade, como essa realidade é dessa forma estruturada, né? é uma preocupação ontológica que vai dizer sobre o plano de fundo ao qual esse mundo é traçado. Então, quando algum cientificista ou alguma pessoa que defenda uma posição mais pragmática em relação ao escopo da ciência, tenta simplesmente separar a questão ontológica do funcionamento do da realidade da qual a ciência tentacar uma estrutura, essa própria fundamentação dele é equivocada a partir do ponto de que a ciência precisa de um entendimento geral do funcionamento do campo do escopo dessa estrutura. Seja se a física quântica, de certa forma não nos permite condicionar a realidade nos moldes da lógica clássica, outros moldes precisam ser alçados a uma nova compreensão ontológica desse mesmo plano de fundo.
¶119E dessa maneira fica impossível separar a ciência da ontologia nos pressupostos que certos grupos cienticistas ao longo da história também tentaram fazer, desde a época da filosofia analítica. >> Falaram aqui sobre o Hariton Axomeric, que de fato acho que são pessoas diferentes, né? Qual o termo que você não conhecia, Thaago? Pelo menos acho que esse Harit já chegou aqui no canal sendo bem desrespeitoso, se eu não me engano. Acho que ele já tentou ficar debatendo comigo.
¶120O ateísmo é uma face. Exato. Estamos junto. Que esse n ponto no qual eles não eram e realmente cientificistas propriamente ditos desde a época filosófica da filosofia positivista de Coné e desde antes disso, na realidade quando surgiu essa necessidade de separação do escopo científico em si. Portanto, a demarcação do que é conhecimento verdadeiro passa pelo campo da ciência, da mesma forma que precisa necessariamente passar pelo campo da ontologia, pelo campo da filosofia da ciência, pelo campo da filosofia da mente, pelo campo da epistemologia.
¶121Isso não é um demérito da ciência, mas ao mesmo tempo isso faz com que a ciência, estando no lugar dela dentro da discussão, tente alçar os seus pressupostos simplesmente sendo delimitados por outras áreas que são muitas das vezes ou instrumentais ou de apoio, ou simplesmente inerentemente inseridas ao próprio escopo científico. >> Epifania e experiência. Eu fal, >> ele falou aqui um tempão assim, acho que poderia ter deixado uns 3 minutos dele falando no máximo. Quer dizer, menos até não, uns um minuto dele falando já seria bastante. >> Fan experiência é um canal focado em Vanir experiência sabe que inclusive eu tô devendo para vocês que devendo não, que ninguém nunca mandou pique sobre, mas ach acharia legal fazer um react daquele primeiro vídeo dele de história da filosofia que assim ai naquele nível dele, né?
¶122ção da filosofia teve um dos vídeos ateistas mais viralizados do YouTube Brasil, que é o Todo Mundo é ateu. >> Eu tenho certeza que qualquer um dos ateus brasileiros sabe desse vídeo. Tem até react meu desse vídeo de todo mundo. É ateu, gente. É muito ruim esse vídeo dele.
¶123É extremamente ruim, assim, extremamente superficial. Sério. >> Antônio Miranda. Antônio Miranda ou >> Antônio Miranda tinha que ser é realmente um tópico a parte, né, do iceb assim, né? >> Hoje reversa é um dos maiores canais de propagação do ateísmo no Brasil.
¶124Ele comenta e fala sobre o ateísmo, como que a instituição religiosa afeta a realidade brasileira e também fala sobre a história da religião cristã e debate com figuras importantes como padres, teístas e políticos abertamente religiosos em podcasts. Edson Torchio e >> E lembrando que o Antônio Miranda é meio que a visão da visão dele sobre a história lá e Jesus romano e tal, é assim o o terra planismo do ateísmo, tá? Nesse sentido, tá? Para deixar bem claro assim, as coisas que ele defende lá são bizarras, né? Cadê o vídeo do fugito, o iceberg do Teismo?
¶125A gente já falou sobre isso. A gente vai possivelmente fazer aqui no canal o iceberg do Teismo. Vamos lá fazer. [risadas] Ai ai ai. Vamos lá.
¶126>> Considero que ele seja o segundo maior canal de contra apologética do Brasil, tendo até o momento 56.000 inscritos. O Mer contou nem de canal do ateísmo. É um canal de contrapapologética. Eu concordo muito porque não é nem de ateísmo, né? O Edson é literalmente só a oposição pela oposição, né?
¶127O que o que tiver para falar contra, se colar, colou, assim, não tem critério. O importante é ser contra. Se for um argumento ruim, bota e vamos fazer um vídeo sobre. >> Ele participa de debates e se propõe a refutar argumentos considerados por muitos como os mais fundamentados para acreditar na existência de Deus. Como as cinco vias de Aquina e os argumentos sobre a moralidade irrefutável.
¶128>> [risadas] [música] >> Pessoal, aqui, ó. Essa aqui foi filosófica, hein. Edson Togil consegue ser pior do que Antônio Miranda. O que que vocês acham? Gente, eu tenho que descobrir como que faz enquete nesse negócio aqui.
¶129Eu não consigo. Eu tô tentando mexer nos troços aqui. Eu não não consigo ver. Mas para esse comentário aí, eu acho que dá para fazer isso aqui, ó. O paradoxo de Epicor.
¶130O paradoxo de Epicor, o trilema da incompatibilidade da onnipotência, belevolência e existência do mal. >> É, começou a descer um pouquinho mais na ciberg, eu acho, né? Isso daí já quando a pessoa já sabe um pouquinho mais fala: "Não, mas e o paradoxo de picuro e tal". Vemos as versões mais antigas dela dentro dos escritos do cético sexto empíricos ou sexto empírico, não de pícoro. A atribuação de Pícoro é uma falsa atribuição originada no cristão lactâncio, que atacava o epicurismo sem acesso à fonte primária, mas não significa que isso seja certo.
¶131Niet [música] o ateista leigo cita Niet sem necessariamente ter lido, mas esse caso muito provável que ele tenha lido e não só isso ter interpretado completamente mal a filosofia nitirana. Muito provável que você vai ver ele falando sobre a questão do amorfat, que é você aceitar um mundo como ele é. Sem que ele ó, >> o o ser cruzado falou uma coisa aqui. Cadê? Pera aí, deixa eu ver aqui, ó.
¶132Cadê os cavaleiros do atesmo brasileiro? Cadê? Pera aí, rapidinho. Ai, cadê esse comentário? Ah, não tô encontrando agora.
¶133Pera aí. O negócio aí fica subindo, descendo. Decan live. Enfim, mas o que eu quero dizer para vocês é que essa semana no Instagram, não percam, vai sair uma coisa no meu perfil, Absolute Cinema para divulgar o meu evento sobre ocultamento divino. Absoluto cinema.
¶134Vocês não pedem por esperar, sério. Vocês vão ver sobre esse negócio dos cavaleiros do termo. Vocês vão se lembrar desse, quem tiver aqui na live comenta: "Fugita está cumprindo a sua promessa. Vai sair um negócio assim muito bom". E aí você fala assim, eu tava na live do Fugita nessa hora, assim, um digamos que uma paródia, vocês vão ver assim, vai ser ah, muito bom para divulgar o evento, muito, muito bom.
¶135Mas fiquem lá atentos para ver, tá, o que que é, o que vai ser. Não quero dar muito spoiler. Se eu não é, vai, eu vou continuar aqui. Vamos lá. >> Entendesse a profundidade e as nuances do pensamento do Jinit.
¶136Iluminismo. Geralmente pessoas que estão nessa camada sempre vão ter um pensamento iluminista, que é acreditar que a idade média era uma idade de nojeira e ignorância e violência. e veneram o secularismo e a contemporaneidade como sendo a ascensão da ciência e do pensamento científico, sendo que, na verdade, houve avanços científicos muito importantes, não só nas universidades, como fora delas também. ceticismo, um ceticismo simplista, redicionista e sem fundamento. Geralmente esse tipo de cético, ateista, na verdade, só gosta de questionar o sobrenatural sem que ele realmente consiga entender todas as nuances que a gente pode ter sobre as concepções teológicas a respeito do que seria o sobrenatural, como, por exemplo, eles não entendem o que seria a própria teologia natural, fazendo com que naturalmente ele sempre vai ficar em um questionamento vazio e sempre vai tentar usar da ciência, ignorando todo tipo de filosofia cética clássica e contemporânea atualmente.
¶137Vocês estão sobre tô eu tô prestando às vezes atento tento prestar atenção no vídeo, mas os comentários de vocês tá muito bom aqui, ó. Estaremos aguardando. Cadê? Pera aí. Ah, minha fantasia é que o Edson é um crente que condena a própria eternidade a Merced da salvação alheira.
¶138Uma espécie de herói amoral. Difícil comprar que ele acredita nas coisas que ele fala. Pois é. E do jeito que ele fala, né? Que é o mais estranho, né?
¶139Biólogo Henrique fala mais de evolução. Vai aparecer biólogo Henrique aqui no no iceberg. Bruso é bom em falar aveludado e se fazer parecer intelectual para quem é lego. Exato. Não, Marcos Bruz é só pose.
¶140É só pose. Pose. Pose. Vamos lá. Vamos continuar aqui.
¶141>> Inquisição matou milhões. Essa fala é recorrente e sempre exagera no número de vítimas em Santa Inquisição. Embora seja verdade que tribunais inquisitoriais causaram mortes, torturas e perseguições, a estimativa de milhões é historicamente insustentável. Eu só acredito no que vejo. É uma versão ingênua do >> Olha, esse do da Idade Média.
¶142Eu queria fazer um vídeo só sobre isso, sobre a Santa Inquisição e queria falar também como foi ela no Brasil. Para quem não sabe, teve Santa Inquisição no Brasil, tá? Tem um, enfim, um dia eu falo sobre isso aqui ainda. >> Birismo que na verdade ela pode ser refutada usando a própria matemática, até porque você nunca encontrou um dois na rua andando por aí. Geralmente >> isso daí todo mundo usa, como ex, já viu um dois andando na R?
¶143>> Acredita-se, não só engenheiros, mesmo que ele use na verdade vários tipos de fórmulas matemáticas que naturalmente estão na cabeça das pessoas. Nunca existiu um do qu uma derivada no mundo empírico. Então ele deveria não só desacreditar tanto de Deus como deveria também desacreditar da matemática e seus produtos. >> Por que você não acredita em Deus, Mário? >> Aonde tá Deus?
¶144>> Ele tá no céu, Mário. Eu nunca vi Deus. Eu só acredito no que eu vejo. >> Isso aqui é o Edson Toiu, né? Porque ele chega no debate aí, vem provar que God não existe.
¶145Se ele estivesse existindo, ele estaria aqui na minha frente. Cadê? Cadê? Cadê? Não tem, né?
¶146É porque não existe. É tudo coisa da sua G Bíblia. É assim que ele fala, né? Misericórdia. [risadas] >> Professora, posso falar?
¶147>> Pode. Ja. >> O vento. >> A escravidão da igreja. Geralmente vão ser usado esse tipo de fala sobre dois tópicos.
¶148Um a escravidão bíblica de forma simplificada, achando que a escravidão racial e a escravidão mosaica são a mesma coisa, que está errado. Ou vai falar sobre a posição da Igreja Católica diante da escravidão racial. E muito provável que esse tipo de pessoa sempre vai tentar demonstrar que as atitudes da Igreja Católica naquele período eram moralmente abomináveis. A depender do ateu, talvez ele fale algum questionamento válido, mas nunca vai ser um argumento bom suficiente. Se tudo precisa de uma causa, o que Deus não precisaria?
¶149Essa seria >> tá tá boa a seleção oximeric aqui do iceberg, só que eu acho que podia ter dividido em mais partes para falar mais um pouquinho sobre cada uma assim, sabe? Por exemplo, esse trecho aqui, ó, que é interessante >> escravidão mosaic a mesma coisa que está errado. Ou vai falar sobre a posição da igreja, >> obviamente, né? Porque para mim o tema da escravidão é meu queridinho, né? >> Católica diante a escravidão racial.
¶150E muito provável que esse tipo de pessoa sempre vai tentar demonstrar que as atitudes da igreja católica naquele período eram moralmente abomináveis. A depender do ateu, talvez ele fale algum questionamento válido, mas nunca vai ser um argumento bom suficiente. Se tudo precisa de uma causa, o que Deus não precisaria? Essa, >> na verdade, aqui tinha que ser quem criou Deus, né? Aliás, já apareceu quem criou Deus, né?
¶151ou não, acho que apareceu, né? Sei lá. Vamos ser sinceros, o argumento do vento é só uma resposta para uma objeção mais assim pior ainda, né? Exato. Mas não é nemum argumento, né?
¶152Isso daí é um trecho do livro lá que eu inclusive eu li quando eu era adolescente. O diário é um amor para recordar, né? Isso daí é aí que ficou popular esse negócio. Você vê o vento, não, você sente, né? [roncando] >> Seria objeção central.
¶153argumento cosmológico causal teísta. Se o princípio causal todo tem uma causa é invocado, falar sobre Deus também teria que explicar por que ele precisaria de uma causa. Se você negar isso, ela é uma exceção, que poderia indicar que o princípio é arbitrário e ou abção remonta Hum e Brussell. É uma crítica filosófica legítima que parte justamente dessa questão da cadeia casual infinita ser impossível ou que requer uma terminação sobrenatural. Tem muitos tipos de debate sobre isso, como demonstrado por Thomas Alber, o artigo dele sobre a infinitude regressiva.
¶154A oração não funciona. Ele mostrou o site da pensar naturalista. Para quem não conhece lá o David Ribeiro alimenta o site. >> Essa fala é muito recorrente e na verdade ela foi popularizada pelo próprio Edson Touch. >> Vou provar que não existe oração.
¶155Quer ver? Senhor, que eu recebo agora 1 milhão na minha conta. Tá vendo? Não tem 1 milhão. Deus não existe.
¶156Oração não funciona. Sai da caverna. >> Que mostrou um estudo controlado feito pela STP, coordenado por Rabbert Banson e financiado pelo NH. Publicado em 2006. O estudo concluiu que a oração intercessória por estranhas não teve efeito na recuperação dos pacientes em cirurgia cardíaca.
¶157Curiosamente, os pacientes sabiam que estava recebendo orações e tiveram resultados ligeiramente piores. A fala popular, justamente por conta do Dead Sou Tou Shelee tem todo o crédito nisso. 2000 anos. >> Todo crédito, todo crédito assim, né? Crédito.
¶158[risadas] Ai você [risadas] fugita tá indo pro pessoal. Eu sou irrefutável. [risadas] [suspirando] Ai ai ai. Não, quando a pessoa é esse o nível do argumento, a gente vai no nível dele, né? No nível dele.
¶159É esse o nível. Então [risadas] pessoal tá indo, mas é verdade. Vamos lá. Se a volta de Cristo, sendo chamado de argumento da falsificação escatológica, onde, por exemplo, em Mateus 24:34 ou Mateus 16:28 sempre fala que Jesus, os apóstolos previam um certo tipo de retorno eminente, mas 2 milênios depois e o retorno de Cristo nunca aconteceu. Esse argumento tenta pressionar justamente essa interpretação escatológica, tentando fazer de forma não só irônica, como muit das vezes pode ser de forma a ser uma zombaria, mas que traz um questionamento interessante que seria ou os profetas falharam ou devem de ser reinterrepretadas simbolicamente ou adiadas indefinidamente de existencialismo.
¶160Nesse caso, se você vê, >> é no caso do da interpretação do evangelho, né, acho que talvez a passagem que mais usam é aquela de Jesus em Mateus capítulo 24, né, sei lá, que esta geração não passará sem que tudo tenha se cumprido ou coisa assim. Ah, mas aí nesse caso o eu geralmente explico apelando pro essa, né? O que que esse essa, quem é essa geração, né? Não necessariamente precisa ser no sentido de esta, olhando assim, esta aqui, né? O pronome pode se referir a essa no sentido a a geração da qual estou falando também, né?
¶161Ou seja, demonstrativo quanto ao que foi falado e não a quem está ouvindo, né? [roncando] Então, aí isso daí já resolveria, mas aí cada passagem tem obviamente e a o seu contexto, né? Tem o apóstolo Paulo também. Inclusive, o apóstolo Paulo parece corrigir o entendimento de uma igreja que tinha interpretado, que já veria agora a ressurreição. E ele faz uma carta e corrigindo esse entendimento, né, de que não virá isso antes que venha a apostasia, né, como ele fala na carta aos Tessalonicenses.
¶162Então, assim, da o próprio Novo Testamento explica que essa expectativa estava sendo calibrada já pelos próprios apóstolos e não não assim posteriormente, muito tempo depois com uma grande reinterpretação, não, tá? Os próprios apóstolos já fizeram isso, mostrando que de fato é o entendimento deles, né? >> Viu na tela que o existencialismo está com aspas, é porque não estamos falando sobre um existencialismo como uma corrente filosófica. Estou falando mais daquelas pessoas que passam a dotar com os existencialistas com a ideia de que a vida não possui um propósito objetivo. Mas geralmente as pessoas nunca viram Satri, Cami ou qualquer outro autor dessa tradição.
¶163Pirula. Pirula é o até mais conhecido do Brasil. O pirula eu o conheci quando eu tava na escola ainda. Eu me lembro muito bem, acho que o primeiro vídeo que eu vi dele, que eu gostei inclusive foi recomendado por um professor meu de geografia e era um vídeo que ele tava falando sobre ah sobre o aquecimento global. Foi sobre o aquecimento global porque eu me lembro de que tava o Joô Soares tinha feito uma entrevista.
¶164Foi o Jô, acho que foi. É, o Jô Soares fez fez uma entrevista com aquele lá. Qual que era o nome daquele físico? não sei se é da USP, que era contra o aquecimento global, ele até depois criou um canal, esqueci o nome dele, que debateu contra o Perula sobre aquecimento global e tal, e o o Perula tava fazendo um vídeo resposta a ele. Agora me me fugiu o nome dele, vocês lembram quem que era ele depois depois mostrou-se que ele era um grande negacionista contra vários outros pontos na pandemia também, assim, ficou bem bem, sabe, esquisito as posições dele.
¶165Eu me lembro até que ele tinha bastante conhecimento assim técnico da área, sabe? Mas era tudo para eh realmente enganassem o povo. Não sei se vocês se lembram do do nome dele, mas enfim. Depois se alguém lembrar aqui, colocar nos comentários o projeto aqui. Atualmente está em recuperação e as poucas notícias que sabemos dele é que a recuperação está sendo realmente >> e eu e eu e eu falei disso para falar do Pirula, né?
¶166Eu acompanhei toda essa evolução, sabe, da trajetória do Pirula, inclusive de coisas em que ele voltou atrás. Então, para mim, o Pirula é uma é um exemplo de um ateu honesto. Por exemplo, eu me lembro que o Pirula, logo no começo do canal dele, ele tinha um vídeo em que ele ele era contra as cotas raciais, eh, as cotas de forma geral, na verdade, contra as cotas paraa entrada na universidade. E o argumento dele é era, na verdade, né, a universidade é um lugar para fazer ciência, não é pra gente escolher eh fazer, sabe, correção, né, assim, correção social, obra social. Eh, a gente realmente tem que fazer com que a função dela se desenvolva da melhor maneira possível, que era a questão da do desenvolvimento de ciência.
¶167Se tem as melhores pessoas lá para fazer isso, então que sejam as melhores pessoas. Só que com o tempo essa essa opinião ela envelheceu muito mal, né? Eh, e eu acho que, mas mesmo que não tenha envelhecido mal, assim, eu, quer dizer, envelheceu mal, mas mesmo mesmo apesar disso, acho que não foi só porque pegou o mal para ele. Eu acho que ele realmente evoluiu nisso daí, tanto que esse vídeo já não existe no canal dele há muito tempo. Então, eu consegui pegar todo esse arco de evolução do Pirula, alguns vídeos que ele foi arquivando assim até sobre, acho até alguns sobre questão do ateísmo também, porque ele foi vendo que talvez ele não tinha tanto repertório assim nessas áreas para além da biologia, né?
¶168muito produtiva, fazendo com que exista até mesmo vídeo dele agradecendo as pessoas. [música] >> Anthony Flu, Anthony Flufo Brita. >> Opa, chegou aqui as águas medianas. Isso daí era tudo um pouquinho mais em cima, né? Vamos lá, que por 50 anos foi considerado o ateu mais famoso do mundo.
¶169E o seu artigo mais famoso foi a presunução do ateísmo, onde ele propôs que o ateísmo deveria ser uma posição padrão, até que o teísmo presente é uma evidência convicente, uma tese que moldou a definição moderna de ateísmo. Em 2004, aos 81 anos, Anthony Flu anunciou a conversão ao deísmo, citando o argumento teológico e a complexidade da vida como razões para acreditar na existência de um criador. O universo eterno. Me lembro desse do Antony Flu assim, né? Porque depois saiu vários livros, né, com esse negócio de ah Antony Flu se converteu, não sei o que e tal.
¶170Foi realmente [roncando] começaram a divulgar muito sobre ele, né? >> É usado contra argumento sobre o surgimento do universo ou o universo tem uma causa. O modelo mais famoso foi o estacionário proposto por Herman Bond, Thomas Gold e Freddy Roy em 1948 que postulava a criação contínua da matéria para manter a densidade cósmica constante. O modelo foi abandonado após a descoberta da radiação cósmica de Fungo que confirmou o Big Bang. A tese do universo eterno ainda é defendida em modelos como ciclos cósmicos conformes ou até mesmo a teoria do multiverso eterno.
¶171Mas não é um argumento ateísta de forma direta, o argumento da divergência religiosa. O argumento presume que existem milhares de religiões que são atualmente exclusivas, que evidenciam que existe um certo tipo de evidência contrária a qualquer uma delas. Porque se Deus existe e quer ser conhecido, por que que haveria tanta confusão? A versão acadêmica que temos mais a respeito sobre essa inconsistência da revelação é definido por John Schellberg e por Drap. John Rick também propôs um pluralismo como resposta, onde todas as religiões são caminh e a gente vai ter justamente um evento só para falar disso, tá?
¶172No final do mês aí, quer dizer, no começo do mês que vem. Então fiquem atentos aí que possivelmente amanhã eu lanço para começarem a poder comprar, tá bom? >> Isso para uma verdade divina última. Mas geralmente, como a gente tá em uma das primeiras camadas, esse argumento sempre vai ser freestyle, ou seja, simplesmente vai falar que vai existir budismo, que vai existir outros tipos de religiões que não acreditam que existe, por exemplo, a Trindade ou que acreditam que uma pessoa é o salvador, esse tipo de coisa, fazendo com que seja, na verdade, apenas o argumento freestyável, ateísmo e liberdade. O livro do André Co, que é considerado hoje em dia uma das introduções mais conhecidas do Brasil para o ateísmo.
¶173Título tese central. Ausência de crença em Deus liberta o indivíduo de dogmas, autoridade religiosa e culpa teológica, permitindo uma autonomia moral intelectual. No contexto desse aseg, mostrar essa literatura, por mais que seja muito conhecido, para você entender que existem livros que conseguem trazer introduções até que interessantes, por mais que não sejam muito videdignas ao ateísmo anítico atual. Alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. Esse princípio epistemológico popularizado pelo Carlos Seigan, mas com raízes em ceticismo como Humilários, Seigna reformula as falas de Humo de slogan, a ciência e o cticismo barato.
¶174Academicamente, o princípio é defendido como critério de probabilidade baisiana. A priori de uma hipótese extraordinariamente improvável, existe a evidência do peso proporcional para ser atualizada. Deus é uma projeção. Essa >> é esse do esse princípio ele foi meio que contestado por algumas pessoas, né, dizendo que na verdade a evidência tem de ser no mínimo suficiente, né, talvez não necessariamente proporcional. a causa e que deixou os vestígios para ser deduzida por ela, né?
¶175Então, [roncando] começaram a questionar um pouco por causa disso. >> Tese filosófica que foi apresentada pelo Ludwebar de que a ideia de Deus é uma projeção antropomórfica da essência humana. Ou seja, o ser humano ao perceber as próprias potencialidades, projeta elas infinitamente um ser transcendente, alienado assim sua própria natureza. Foi bar argumenta que foi bar argumenta que a teologia é antropologia. Deus não é nada além de um ser humano objetivado.
¶176Tese é essa que influenciou diretamente Marx falando sobre a religião ser como do povo e Freud em sua obra futuro de uma ilusão. Academicamente é uma crítica genérica à origem da crença, não uma refutação lógica da existência de Deus. Moralidade >> exato. >> Subjetiva. Na boca do texto leigo, a ideia de que sem Deus a moralidade subjetiva, ou seja, cada pessoa define o que é certo errado, é filosoficamente defendida por esse tipo de até lei.
¶177>> Mas é realmente leigos, geralmente, quer dizer, tem pessoas na academia, obviamente, que popularmente defendem isso também, né? e academicamente também, mas você tem pessoas que apelam para algo mais objetivo de fato, né? O David Ribeiro é um exemplo e dentre outros, né? no qual ele se arvora para defender esse tipo de coisa, >> que na verdade confunde não só o subjetivismo como naturalismo moral, também construtivismo, fazendo com que naturalmente esse tipo de pessoa sempre vai tentar usar de uma dialética regiliana ou a Lamax ou vai tentar fazer o possível para tentar entrixirar a moralidade, a própria evolução humana, que vai fazer com que caia no argumento EDA, que é o argumento do Plantica, que é evolutionary the BK Argument. E aqui ele vai tentar trazer que se a nossa mente não foi construída para acessar verdades, não deveríamos confiar nas respostas que ela dá sobre as coisas.
¶178O argumento, >> a gente falou sobre esse argumento inclusive lá no na imersão agora, né, do que a gente teve por último tratando de epistemologia. Foi, foi ficou bem legal. em todo sofrimento. Na superfície, se Deus existe, porque existe tanto sofrimento, mas aqui ela tem um pouco mais de consideração e que realmente pode até se considerado um bom argumento, porque na verdade agora ele está tentando encontrar justificações pela falta não só do conhecimento do ateu, como também pela falta da frutividade do sofrimento. Ele vai tentar procurar por males que são considerados como gratuitos e que não conseguem proporcionar nenhum tipo de evolução a nenhum tipo de ser humano ou ser vivo.
¶179E é nessa procura que eles conseguem até que ir numa direção correta sobre o que seria o problema do mal, mas geralmente eles não conseguem nem concluir devidamente porque deveríamos escoler o teísmo e muit das vezes não consegue desenvolver muito bem, por mais que a procura deles seja legítima. Design demente. Essa >> é de fato. Deixa eu ver o que vocês estão falando aqui. Uma tese de identidade bloqueo.
¶180Não sei se que vocês estão falando aqui, gente. Não gosto muito do Ari não, mas ninguém me perguntou. Desculpa que do nada assim gratuitamente, né? Ah, o Axeric tá falando aqui como harmonia psicofísica em alguns problemas dentro do antirrealismo metafísico. O San, quem é ateu, eu não sei qual que é a posição dele hoje.
¶181Acho que ele tinha, ele tinha abandonado o naturalismo, se eu não me engano. David Ribeir eles estão falando de muita coisa aleatória. Falar aqui, Fugita, precisa ter algum repertório para comprar seu curso. Recomenda leigos comprarem. é um curso justamente para pessoas que não t ainda, quer dizer, tem pessoas que estão muito avançadas lá dentro do meu curso também, mas geralmente você, assim, pessoas que não tem absolutamente nenhuma bagagem podem aproveitar desde o começo, assim, sabe?
¶182Claro que dentro dos bônus a gente tem um aprofundamento para quem ainda quem já tem, né, bastante coisa e já viu tudo, mas não não pressupõe absolutamente nada, tá? Pode entrar assim. Acho inclusive melhor. Enfim, deixa eu continuar aqui o pessoal falando, o vídeo rodando. Vamos lá.
¶183Essa expressão vale recorrente é sempre fazendo uma objeção, argumento do design inteligente, que geralmente ele vai tentar mostrar imperfeições biológicas para poder criticar esse tipo de argumento considerado como teoria do design inteligente. E novamente boa parte desse tipo de fala sempre vai tentar remontar David Hilm e nós e fazendo bem rosa. >> Quase que eu ouço David Ribeiro. Madeira David Hum. >> Das pessoas que viralizou essa fala design dement no Brasil foi o Adonio Miranda.
¶184Mas teve outros até mesmo filósofos >> design dement >> fósfos que falaram sobre a ideia de um design perfeito, como por exemplo Stephen J Gold, livre arbítrio na boca do ato. >> É, lembrando que a gente já falou sobre isso também, né? E como que geralmente dentro, por exemplo, da perspectiva católica, não só católica, mas do teismo clássico, na verdade, né? Não precisa cada pequeno ser ter um design absolutamente compatível com tudo, preparado para tudo, ser 100% eficiente em todas as coisas, né? E como que no caso ter a perfeição divina ela a ou seja plasmada em diferentes níveis da realidade?
¶185É o que a gente esperaria. Ou seja, seres mais e menos imperfeitos até chegar no mais perfeito da criação, que seria o homem, né? Leigo a objeção de que o livre arbítrio é incompatível com a consciência divina ou que o livre arbítrio não justifica o mal natural com terremotos, doenças e coiso. Mas filosoficamente essa questão envolve muito mais do que isso. Fala sobre a natureza, predestinação, o problema do natural.
¶186Vamos falar também sobre até teorias do livre arbítrio como compatibilismo, incompatibilismo e determinismo. Mas o freestyle dentro desse tipo de fala é evidente, simplifica demais os debates que ocupam séculos da filosofia. Ateísmo não a crença. A tese de que o ateísmo asência de crença não não crença positiva. Foi defendido por Anthony Flu no artigo que foi citado anteriormente, a presunção da ateísmo e foi popularizada na internet como ateísmo fraco, verdades ocultas da Bíblia, um canal do YouTube [risadas] com conhecido aqui carinhosamente por pelo inclusive o David Ribeiro, que popularizou esse apelido aí, né, de palpites ocultos da Bíblia, que fez aqueles vídeos contra o próprio David, contra mim, sem saber absolutamente nada do que tava falando assim, né?
¶187É bem hilário assim, ele reagindo às coisas que eu falo e do David fala e ele reclama de dizer coisas assim: "Ah, fico falando aí de filosofia. É, é menos aquela vibe do filosofia não prova nada, né? Olha só a minha exegese aqui. Ai ai. >> Tube que é focado nos aspectos históricos da Bíblia sempre busca refutar os aspectos literalistas e fundamentalistas da Bíblia.
¶188Fábio Sab, um professor universitário brasileiro, especialista. Agora me surpreende você ter colocado o palpite quase que eu falo o verdades ocultas da Bíblia aqui nesse nível mais profundo. O Axomeric para mim tinha que tá ali bem rasinho, bem bem rasinho, junto com os outros lá em cima. Por exemplo, eu acho o Fábio Sabino mais preparado que ele, apesar de discordar viementemente do Fábio Sabino e até de da maneira como ele interpreta assim, né, os critérios que ele usa. >> Tem exiges bíblica tanto do hebraico quanto do guerro.
¶189Ele é considerado uma figura polêmica no YouTube brasileiro com mais de 12 milhões de views, conhecido por análises críticas de textos bíblicos com debates teológicos também e questionamentos de dogmas cristãos. Embora não sabemos exatamente, mas acredita que ele seja cristão e suas análises egéticas são, >> é, tô perguntando aqui, né, como que o Sabino tá nesse nível. Pois é, assim, eu eu já fico assim agora o verdades ocultas ainda assim é para mim é pior assim, sabe? Tá tá o nível o o o não assim, vamos lá. O Sabino, ele tem a sua erudição.
¶190Eu nunca neguei isso, apesar de discordar viementemente de como ele articula essa erudição que ele adquiriu, né? Mas lembrando, saber muitas coisas não significa que você saiba argumentar bem consistentemente e coerentemente, né? Então, só que mesmo assim o o verdades ou palpites, como o David Ribeiro fala, né? Palpites ocultos da Bíblia, devia tá lá em cima. Aqui para mim não faz sentido colocar aqui, né?
¶191Ó o o matete 07 falou: "O Sabino é um blasfemo no grego." [risadas] Vocês estão ótimos aqui com isso aqui, hein? Eh, creio estar mais baixo, pois quem o conhece já está mais fundo na bolha, não necessariamente em conhecimento. Geralmente quem estuda a história do cristianismo é um ateu mais inteligentinho, porque ele ao menos se interessa em pesquisar. Tenda do necromante é católico ateu ao mesmo tempo. Eita!
¶192Sério? Falaram aqui: "Fabina é desonesto, mas é erudito." Então, pois é, com todo o respeito, Sabina é louco. Cada argumento burro. >> [risadas] >> Pesão aqui no grego. Vamos continuar aqui.
¶193Vamos lá. Frequentemente usadas para teus como evidência das contradições bíblicas. Por mais que ele seja um certo tipo de aliado acidental, ainda assim eu acho interessante citar ele nesse vídeo. Chileno Gomes, um filósofo, um escritor e psic. >> Como que o chileno tá aqui, gente, nessas águas um pouco mais profundas?
¶194Não, Axomeric tá. Qual que foi o critério que você usou? Qual que foi o critério que você usou agora? Não entendi não. >> Analista formado na filosofia pela Universidade do Cruzeiro do Sul e pós-graduado pela P RS.
¶195Ele é um palestrante tanto nacional quanto >> o chileno é mais superficial do que o Verdades Ocultas da Bíblia. Assim nitidamente claramente sem nem dúvida sobre isso. >> Nacionalmente participando em diversos debates que foram considerados até que bastante relevantes pela crítica. Profundeza das águas. Vamos ver, hein?
¶196[limpando a garganta] Um mundo sem Deus. Ensai sobre até, uma coletânia de ensaios organizados pelo Michael Martin, que é um filósofo americano, uma das figuras principais do ateismo analítico atualmente. O livro reúne mais ou menos 18 ensaios que são multidisciplinares, que falam sobre a história, filosofia, psicologia, sociologia e várias outras coisas sobre o ateísmo. Mat é mais conhecido pela sua obra que é atismosical justification, que é uma das defesas mais conhecidas dele. Ô, não é nada se você só uma dica de pronúncia, tá?
¶197Quando termina uma coisa com, eu ouvi algumas vezes aqui, mas só para, né, você e inclusive incrementar se você quiser nos próximos vídeos, quando uma palavra em inglês termina com SM, você não fala ism, você fala zam, por exemplo, capitalism, afeism, ou seja, ateísmo, não ateísmo, não capitalismo. Só para uma dica, né, de pronúncia para quem tá ouvindo também. Então, afeism, capitalisms, sei lá que mais pensar uma outra aqui, enfim, adventism, seja a igreja adventista do sétimo dia. Seventh day adventist, aí não teria, né? Mas eu seria dentro do adventismo.
¶198Então, I'm a eh como que é no caso? I'mide the adventism. Seria mais ou menos isso. >> Essa obra é uma das poucas que consegue representar bem o ateísmo acadêmico de maneira séria. Não apenas como a crítica da religião ou paradoxia de novos de Deus, mas uma construção positiva de uma visão de mundo naturalista.
¶199O êxodo bíblico não aconteceu. A tese arqueológica de que o êxodo bíblico, ou melhor, a narrativa de que centenas de milhares de israelitas do Egito junto à travessa do Mar Vermelho e a conquista de Canaã não ocorreu, como foi descrito. Israel, Frankstein e Washington Silberman, no livro Bíblia desenterrada argumentai em Canaã não encontram evidência de uma migração em marça. Nesse período, a arqueologia mostra continuidade cultural entre cananeus e israelitas, sugerido certo tipo de origem indígena e não exógena. A narrativa do êxodo seria uma mitologia fundacional do período exílico.
¶200Não história. A maioria dos estudiosos aceita um núcleo histórico mínimo, mas numa narrativa literal, o dilúvio é impossível. >> É, eu tenho que fazer um dia ainda, vocês pedem muito para falar sobre a questão do êxodo, né? Que aí no caso a gente vai ter que apelar muito pra evidência interna, né? Que é o que realmente dá um pouco mais de consistência assim, se você quiser tentar mostrar alguma historicidade, não sei o quê e tal.
¶201>> Geralmente isso vocês sabem o que que eu tô falando, né? Claro, >> tipo de crítica que foi muito popularizada por conta da participação do Miss Maria no canal Foco, demonstrado que existe não só evidências geológicas, como também diversos outros tipos de evidências científicas de que um dilúvio mundial é impossível de existir, ocasionado no meme do perfeitamente sendo um problema. A Bíblia desenterrada bíbl >> novamente, né? Eu já falei bastante sobre essa questão da impossibilidade, né? Enfim, assim, eu pequei muito na dicção da gravação, não só no inglês, não é?
¶202Aqui é uma é um detalhe que geralmente o pessoal não pega muito assim também, né? O chileno usa o argumento que Jesus é cópia dos deuses no Egito. Muito raso. Não, pois é. Para mim, o chileno tinha que tá lá no começo junto com o Antônio Miranda, assim, de >> Inclusive, eu acho que o Antônio Miranda talvez tenha algumas coisas até um pouco mais profundas do que o chileno.
¶203Eu faço novamente um convite. Peguem aquele livro lá do chileno que ele me deu de presente e leiam. Ô, não tá aqui. Onde é que tá? Tenho que fazer um vídeo só sobre esse livro ainda aqui.
¶204Ele vai ficar mordido comigo, vai fazer um monte de vídeo me xingando como ele tá fazendo, mas já não tô mais nem aí. de Israel Frankenstein New Asman, livro que revolucionou a compensa arqueológica do Antigo Testamento, também argumentando que muitos eventos bíblicos são constituições ideológicas do período exílico e não registros históricos. Agora que eu percebo que eu chamei ele de Frankstein, sendo que a Fest crítica às cinco vias. Geralmente esses ateus que estão nessa camada não só leram como conseguem ter um bocabço de argumentos que se propõem realmente a refutar as cincovias fundamentas de sáquin. Por mais que ele não conseguisse ter um debate a fundo sobre isso, eu acho que consegue ter pelo menos força argumentativa suficiente para conseguir pelo menos rebater os argumentos mais comuns utilizado pelas cinco vidas.
¶205E nisso poderíamos citar aqui vários tipos de autores que posterialmente vão ser citados, mas que aqui é para mostrar que existem diversos tipos de literaturas ateistas que se propõem realmente a refutar as covidas do santo maioquino, que a gente vai ter novamente o Thomas falando sobre a regressão infinita, vai ter também o Jmid, vai ter Ganop, Alex Malbass, Ken Smith também vão ter diversos tipos de argumentos de vários autores que ele vai conseguir citar para mostrar que ele também consegue dominar algum tipo de argumento atist. É, então verdade, mas a gente ainda acho que ele tá falando primeiro da pessoa que lei e tá tentando já objetar as cinco vezes e não propriamente o o Jo tá nesse nível aqui, né? Não sei se ele vai falar agora sobre esse pessoal e posicionar mais profundo ainda, né? Não sei. >> Estudiosos do Novo Testamento do cristianismo primitivo.
¶206Obras populares que questionam não a confiabilidade histórica dos evangelhos e da divindade [música] de Jesus, como por exemplo em Jesus, eles foram contrações internas da Bíblia e também how Jesus became God. argumenta que a divinização de Jesus foi um processo histórico, não é verdade? >> Fala, tô falando aqui, o o chileno, o o chileno já, o Otávio falando sobre o chileno. Dá uma nota pro livro flugita de z0 a 10. De 0 a 10 deve estar em dois 2, três por aí.
¶207Horrível, horrível o livro. Muito, muito ruim. >> Dade revelada. Embora não seja ateu, ele se define mais como agnóstico. Suas obras são fundamentais pro ateísmo evidencial.
¶208O argumento do cutamento divino, [música] o argumento de John Schellenberg de >> Ah, agora sim. propriamente dito aqui, né? Esse argumento que mais propriamente a gente vai comentar na nossa imersão no começo do mês que vem, pessoal, >> que se Deus existe, ele é perfeitamente amoroso, ele não permitiria a existência de um descrente não resistente, que nesse caso descrente seria uma não crença e não a negação de uma crença. Muit das vezes as pessoas que não creem em Deus, não por negá-lo, mas sim por simplesmente não conhecê-lo. E quando falo conhecê-lo, sim, estou falando sobre conhecer aspectos essenciais do que Deus seria.
¶209A gente poderia tentar resumir isso em cinco tipos de proposição. Se Deus existe, ele é perfeitamente amoroso. Se Deus é perfeitamente amoroso, ele está aberto ao relacionamento pessoal com todos. O relacionamento pessoal com todos é que é crença a desistência dele. Quatro, existem descrentes não resistentes.
¶210Logo, Deus não existe. Schenberg desenvolveu esse argumento que é chamado de divine Hness e depois definou isso em seu livro de 2015, que seria The Hidness Argument, Philos of New Challenge to Believe In God, que é uma obra até bastante interessante, é uma obra com uma linguagem bem acessível até mesmo por >> Eu também quero abordar, acho que vai dar tempo de abordar assim na na imersão, a resposta que ele deu as objeções, salvo engano, de quem quer que ia pegar, acho que algumas pessoas, incluindo o próprio Swimborn. Inglês, recomenda leitora, o problema lógico do mal. Dentro do que poderos entender sobre o problema lógico do mal, existe diversos tipos de formulações, desde o mais famoso entre eles, que seria a do Di Mac, também temos também a formulação do malu do Klin. Eu vou tentar me alterar falar mais sobre o argumento do Mac aqui, por mais que ele seja o mais fabuloso, eu acredito que tem atos que não conheço muito bem, mas enfim.
¶211O me argumentou que tem três proposições que pode ser considerada válidas, que é um, Deus onipotente, dois, Deus inteiramente bom, três, o mal existe. E nesse caso ele tenta provar que a existência do mal é logicamente inconsistente com as premissas anteriores, ou seja, que seria sobre Deus ser inteiramente bom ou ser onipotente. E nesse caso, eu posso tentar bifurucar para fazer assim: o bem se opõe ao mal, de modo que ser bom elimina o mal tanto quanto pode. Não há limites para que o ser onipotente possa fazer, fazendo com que naturalmente se você ignorar a resposta do Plantan seja um argumento considerado válido. E é importante que o próprio Mac posteriormente reconheceu que a defesa de plântica é válida e que hoje em dia muitos autores que consideram o problema do mal legitimamente tentam sempre ir pro problema evidencial do mal que vai ser citado posteriormente.
¶212O argumento demográfico quanto >> exato. Geralmente entende-se, né, que o Planter deu uma resposta que colocou o argumento lógico, né, a versão lógica do mal, eh, de escanteio, né, apesar de haver formulações que tentam, né, burlar a duplântiga hoje, né, >> isso. O argumento da distribuição demográfica da religião aponta que a crença religiosa é fortemente colecionada ao local de nascimento e educações, tanto parentais como, por assim dizer, indiretamente correlacionadas a questões demográficas e geográficas daquele país. Tem artigos como de Stephen Masen que tentam fazer o argumento mais formalizado do acotamento divino com a distribuição demográfica da crença. O que se você ler esse artigo pode ter até mesmo uma boa fundamentação, a ciência e religião juntas.
¶213Mas depende, a gente consegue ver, não só se a gente for estudar história, como também até teoria da história e teoria da ciência, que vai ter diversos momentos em que houve colaborações legítimas, não só do período medieval, mas até hoje temos colaborações legítimas da religião para a ciência, como também houve conflitos. E a frase justamente andar juntas, mas depende captura justamente essa nuance, né, de que essa relação varia não só o contexto, como também o tipo de religião, estágio desenvolvimento científico. É uma crítica válida tanto do confronto indevitável quanto também o da harmonia perfeita, mas que é bom você ter um pouco de noção sobre a história e a história da ciência no geral, o antigo testamento e seus problemas. Existe um conjunto de problemas históricos. >> Ó, tem alguns tópicos aqui que mereciam um pouquinho mais de tempo de explicação, hein?
¶214Mas vamos ver. Esse aqui, por exemplo, o Antigo Testamento. >> Teóricos textuais arqueológicos dentro do Antigo Testamento. A gente pode falar sobre anacronismos, contradições internas, [música] fontes múltiples, falta de evidência arqueológica para eventos centrais, evolução textual, crítica textual, arqueologia moderna, que mostram que o aspecto histórico do Antigo Testamento é algo bastante questionável e que não podemos tratar ele como registro histórico direto, como também vai ter argumentos que vão usar justamente o Antigo Testamento como a narrativa teológica que vai trazer justamente a teoria do comando divino e seus comandos que são moralmente abomináveis, que é o autor Wesley Morrison que vai trazer um dos argumentos que foi melhor. >> Pensar naturalista já pode pedir música no Fantástico, né?
¶215Aparecendo tantas vezes aqui já. O Thigo falou que acho que até conheci o David nessa época, mas ele era muito mais superficial nessa época, sem comparação. Qual época? Não sei que vocês estão falando. Você lembra?
¶216Pera aí. Um dos primeiros vídeos ateus que eu conheci. Qual? Ah, tô vendo aqui. Pessoal, vocês conheceram um ateus chamado Vinícius César?
¶217Acabei de lembrar desse youtuber que é de um tempinho atrás. Não, rapaz. Os primeiros ateus no YouTube aqui eram Pirula, eh, Euciência, que na verdade antes era eu Ateu que ele mandou para eu ciência. Acho que é Yuri o nome dele. Ele nunca mais apareceu.
¶218O Guilherme Thi não era Tomy na verdade, né? Não é o Tochil, é o Edson. É o Tomy Chill. Ahã. Clariton, não sei se vocês se lembram do Clariton ou Clariton, não lembro agora como falava.
¶219Sei lá, era um pessoal que ia pro pro Hangout da Groselli isso aqui. Isso daí era o começo do YouTube brasileiro, era só ateus. Mas vocês são muito novinhos, se bem que eu era criança também nessa época, né? ficava vendo o YouTube, eu era criança. Eu não sei se tem alguém dessa minha mesma época lá, né?
¶220Daniel Fraga. Exato. Colocaram aqui Daniel Fraga também. Só que o Daniel Fraga hoje é por agido, né? [risadas] Lucrou tanto com Bitcoin, enfrentou o estado e sumiu.
¶221[roncando] Ai ai ai. Eh, falaram aqui, ciclista cético também era um. É verdade. Inclusive eu já ouvi o David Ribeiro fal foi o David que eu ouvi? Eu não lembro.
¶222Acho que o David Ribeiro falou que ele se inspirava no ciclista cético, né? Se eu não me engano. Fugita, como terminar uma amizade que me faz mal. Ah, essa daí é um tema tão difícil, porque esse ano tá sendo bem complicado para mim em relação a algumas dessas questões aí. Eu não sei dizer.
¶223Eh, quando mais quando é uma amizade assim de muito tempo ou que você é muito conectado com a pessoa, é tão difícil, né? Tenho, vou vou pensar como dar essa resposta até o final da live, mas é bem complicado. Vou vou mudar de tema senão vou ficar muito ai depressivo. E eu já tô tentando me curar disso. Falizado para lidar com esse problema dos comandos [música] divinos, que é justamente o que a gente vê naturalmente falando sobre a ordem de aniquilação dos amalequitas e etc.
¶224Guarnope, um especialista em fil. >> Todo mundo ainda pede também eu falando sobre o massacre dos amalequitas. Eu prometo, gente, ainda vai. É que eu ainda tô me recuperando do vídeo sobre a escravidão, que só de lembrar o parto que foi fazer aquele vídeo. Ah, mas eu prometo, a gente vai ter ainda aqui alguma coisa sobre >> filosofia da religião, lógico.
¶225>> Vai ser naquele naquela mesma pegada lá do da escravidão, bem fundamentada e tal, >> que metafísica OP é conhecido pela sua abordagem rigorosa e técnicas relacionadas aos argumentos. >> Ó, o GR OP tá aparecendo aqui e olha só quanto tem de vídeo ainda aqui. Eu tô curioso para saber o que que vai vir mais pr pra profunda aqui, hein? Quero ver. teístas, oferecendo críticas detalhadas a praticamente todas as principais provas da existência de Deus, tendo como suas obras principais o arging about Gods, onde ele analisa sistemicamente argumentos ontológicos, cosmológicos, teleológicos e a experiência religiosa e faz suas críticas também.
¶226Ele tem uma obra focada também em suas críticas a cinco vias que seria naturalism and religion que foi descrita por Edward F. >> Aqui, ó, aplicando naturalism and religion, né, >> que é considerado hoje em dia um dos mais conhecidos, por assim dizer, tomistas analíticos. Ele afirma essa obra como superficial, mas OP permanece com uma das vozes mais respeitadas. No ateismo analítico. Estranha história.
¶227Canal aqui. Poeta Ateu também. É, eu tô tentando me lembrar desse daí. Quem que era. Eu já ouvi.
¶228Eu me lembro desse nome em algum lugar e tal. Nando Boura tem Moura tem cara de quem gostaria do fugito. Ele já falou comigo pelo Instagram. Não sei se vocês, não sei se eu já contei isso aqui em algum algum momento. Acho que não, né?
¶229Enfim, vou ficar quietinho. Vamos lá. >> Criado pelo Henrique Caldeira, que adotou história pela UFMG, que ele tem esse canal, mas como espaço para poder demonstrar uma boa divulgação da história e acaba também dialogando com a história da religião, até porque seu doutorado foi focado nisso. O que acende não só interesse de ateus, como teísta no geral. Professor Jonathan Matis é um professor graduado em história e pesquisador em cultura e tradição religiosa judaico-cristã.
¶230História do cristianismo e história do judaísmo. O objetivo dele no canal é transmitir conhecimento sobre a história das religiões e a teologia histórica, mantendo bom diálogo com todos aqueles que desejam educação comprometida com a seriedade desse tipo de tema. Metticismo de Richard Carry. Richard Car é >> Ah, não acredito. Você colocou o misticismo do Richard Carry aqui.
¶231Não, eu colocaria, eu eu não acho tão profundo assim para est na mesma nas mesmas águas do Grahop. e do outro pessoal aqui não. Eu eu apesar do carry ser da academia e tal, ele para mim com o tempo começou a ficar meio esquisito assim, né? Tese dele para mim, o tipo de raciocínio que ele faz, assim, eu nem considero tanto assim responder coisas como o que ele fala. é o principal proponente contemporâneo do miticismo, que a tese de que Jesus de Nazaré nunca existiu como uma figura histórica real, mas como uma construção mitológica em Onistoricity of Jesus.
¶232O Carry usa o teorema baesiano para argumentar que a probabilidade de que Jesus histórico exista é baixa, mas o misticismo é uma posição considerada marginal na academia. A grande maioria dos estudiosos do Novo Testamento, inclindo a Deus como eu e aceite a existência do Jesus histórico, embora dispute divinamente os seus milagres, etc. Carry é frequentamente citada. Pessoal falou aqui, ó, o cadê o cadê o ele falando aqui? Aí forçou o axiomático.
¶233Pois é, rapaz. Acho que tem que fazer aí um A maioria não conhece o miticismo. Sim, mas exatamente, mas poderia ter colocado uma água mais superficial. Ele não é tão profundo assim. >> Internet como a prova de que Jesus nunca existiu, mas a sua tese é rejeitada pelo consenso acadêmico.
¶234Mes Maria, m do canal Maria Marias. a sua tese é rejeitada pela maioria de do das pessoas na academia também, né? Mas não acho que isso é um argumento per si, claro, né? Assim, no sentido de que é é ruim mesmo assim, sabe? >> Conhecidos rapidamente, não só por conta das suas lives no TikTok, debatendo com várias pessoas, como a sua participação no canal Spectro >> também.
¶235Não sei se eu colocaria aqui no mesmo na nas mesmas assim, claro, sem sem querer desprezar, né? Mas nas mesmas águas do Ghanope tem que acho que tinha que ter tido uma distribuição um pouco mais criteriosa aqui. [música] O Jesus histórico existe. Na boca da texta lego a negação histórica de que Jesus nunca existiu nem até mesmo como uma figura real é geralmente baseada. >> Pois é.
¶236Eu, por exemplo, Jesus histórico existe para mim é uma coisa OK, mas assim, abismo, será que não é uma coisa já mais meio que qualquer pessoa que já tá mais ou menos se informando do assunto já concorda, né? Não deveria estar um pouquinho mais para cá e talvez jogar, por exemplo, Graham OP para cá, sabe? sei lá, no micismo, mas que com um pouco de pesquisa sobre os debates que temos sobre o Richard Carry como Wright e outros debates que ele participa também de outros acadêmicos que aceitam a existência do Jesus histórico. Muitos desses atos que vem esses debates consideram que os argumentos do K foram piores do que usados pelo seu oponente, fazendo com que eles naturalmente aceitem que o Jesus histórico existe. Joseph Schmid, um filsofo americano.
¶237>> Aí sim, o Shimid tem que ser uma mais profundo mesmo, né? Assim, águas um pouco mais profundas. Doutorado Princeton, especialista em metafísica, filosofia da religião e filosofia do tempo. Ídia conhecido pelo seu canal Majesty of Reason no YouTube, onde ele analisa argumentos deístas e >> Majesty of Reason comigo e o seu livro Existencial Industri e Classical Proofs desenvolve a tese da in existencial. A ideia de que objetos temporais concretos persistem e existência sem necessariamente uma causa sustentadora contínua.
¶238>> Opa, pera aí que recebi um super chat. que é isso? Vamos ver aqui. Ah, Sabino pede os originais. Ele se refuta com isso.
¶239Se não temos originais para provar a Bíblia, ele não pode provar as contradições bíblicas. Isso é a alegação que ele usa como narrativa argumentativa. Ele não pode pedir os originais e também não pode alegar que nós mudamos, né, também que nós corrompemos a história, porque ele não tem a história original para comparar, né, também, né? Fica difícil, fica difícil comparar assim, né? >> Desafinho das provas clássicas do teísmo.
¶240Shimid se identifica como agnóstico com leve inclinação teísta, rejeitando tanto o ateismo forte quanto o dogmatismo teí. O argumento da injustiça divina. O argumento >> é quem não sabe aí é até curioso, né? O Shimid realmente ele é agnóstico, né? Inclusive ele fala sobre eh a possibilidade e assim coisa boa, né?
¶241A positividade de você orar, né? Mesmo sendo um agnóstico, você pode orar igual o Paul Draper fala, né? pelo menos [roncando] pedindo para que Deus exista e não sei o que e tal. Que foi reformulado por Richad Shong, que seria do artigo The Argument for unfairness. Sh argumenta que a distribuição aparentemente é arbitrária de bens e males na vida humana, como saúde, riqueza, oportunidade, sofrimento, é incompatível com a existência de um Deus justo e providente.
¶242Se Deus existe e é perfeitamente bom, porque alguns nascem em condições extremamente privilegiadas em qualquer mérito ou demérito próprio? O argumento é um variante do problema evidencial do mal que foca especialmente na distribuição de justiça e injustiça nas convidições de vida. Não apenas na existência do mal como tal. Filosofia naturalista. >> É, então vou falar sobre isso, possivelmente na minha imersão sobre o problema do mal.
¶243>> Tem no naturalista. A distinção metafísica central entre o naturalismo e não naturalismo é que o naturalismo é a tese de que a realidade é feita apenas por propriedades naturais, enquanto o não naturalismo admite que existem entidades que podem possuir propriedades não naturais. Mas é importante ressaltar aqui que o Mic falou uma coisa aqui. Pera aí, deixa eu ver. Ah, não é bem definido pelo nível, mas cada camada define mais o repertório de cada ateu e seu tipo.
¶244A maioria que conhece medicismo conhece o OP, assim como quem está na água mediana conhece tanto a tenda do necromante quanto conhecem assistem os palpites ocultos da Bíblia. Não sei também, sabe? Não sei. Eu acho que uma pessoa que conhece, tudo bem, o Richard Carry, ele é conhecido mais por quem já leu mesmo sobre o assunto, mas ainda assim eu acho que geralmente acho que poderia ter trocado assim, sabe? Pelo menos o Grnop e o e o o Richard Carry tá em níveis diferentes assim, porque eu acho que pessoas que conhecem o micismo geralmente não conheceriam Ghanop.
¶245Na verdade, acho que seria mais fácil o contrário. Alguém que já conhece Granop saber sobre o miticismo, mas porque já meio que rompeu camadas mais superficiais primeiro, sabe? Pelo menos na minha cabeça faz sentido. >> Entidades ou propriedades naturais não pode ser simplesmente faladas como objetos reais ou objetos empíricos, porque pode existir objetos naturais que não são acessados de forma empírica também. Aqui existe uma grande discussão sobre que seria também propriedades naturais para diversos tipos de atores naturalistas.
¶246No contexto do teismo, o naturalismo metafísico é frequentemente confundido com o naturalismo metodológico da ciência, que é justamente a prática de explicar fenômenos sem vocar sobre naturalismo e somente usando de propriedades empíricas para poder explicar esses fenômenos também empíricos, o que faz com que naturalmente não precisamos também negar a existência de um mundo natural para também negar Deus. Argumento do sofrimento animal. Essa é uma extensão do problema evidencial do mal, só que dessa vez ela foca em sofrimento de animais não humanos, com centenas de milhões de anos de predação, parasitismo, doenças, extinções e massa que ocorreram antes da existência de seres humanos moralmente responsáveis por isso. O argumento pressiona a defesa não só do livre arbítrio, como também usa teses contra essa teudiceia global que envolve também animais, tentando também explicar que o sofrimento animal pode ser moralmente relevante nesse caso, sendo esse um dos argumentos mais difíceis para o teísmo. Ateísmo é uma crença.
¶247A fala recorrente do teísta que acusa o ateísta de ter uma crença na inexistência de Deus, confundindo a crença como se fosse um tipo de fé irracional. Essa fala confunde o ateismo psicológico, que é um estado mental a respeito da existência de um Deus ou de Deus. E o ateísmo proposicional, que é uma atitude epistemológica de você rejeitar uma proposição na qual essa proposição se refere especialmente a Deus existe. Tem vários autores que concordam com a relação entre o ateismo proposicional como Opraper e SH. questão do problema animal, como eu falei, né, um problema ser resolvido aí, mas geralmente isso não é um problema para mim, porque eu acho que a morte só começou a existir depois do pecado, né, inclusive dos animais.
¶248que rejeita essa distinção entre ateísmo fraco e forte. Deixando claro que o ateísmo tem que ser uma atitude epistemológica e não estado psicológico, em que o ateísmo precisa ser uma crença não só justificada, como que ela tenha que proporcionar em um sentido mais epistemológico, a crença com mais virtuocidades, a crença com mais posições virtuosas, as quais a gente poderia considerar aquilo como a melhor posição em relação ao mundo do centmo modal. A tese de Peter Vanagen de que temos o conhecimento modal e cotidiano, como por exemplo, a mesa poderia estar a 2 m à esquerda ou à direita, mas não temos a capacidade de justificar alegações modais filosóficas mais remotas, como por exemplo, é possível que exista um ser perfeito ou é possível que existe uma mente desencarnada. O suicíismo modal é usado pelo ateísta para bloquear argumentos teístas que dependem de premissas modais, como o argumento ontológico, o argumento da possibilidade da mente desencarnada. Também Van Haag argumenta que para afirmar a possibilidade de uma proposição filosófica, precisamos imaginar o mundo com detalhe suficiente para excluir a falsidade da proposição, algo que não conseguimos fazer para proposições tão distantes da experiência cotidiana.
¶249Por mais que que não tivesse uma obra especificamente falando sobre o ceticismo modal, ela é bastante discutida na literatura da epistemologia modal. A >> eu respondi a essa objeção do ceticismo modal lá na naquele meu vídeo em defesa do argumento ontológico, tá? para quem não se lembra, que foi um argumento que eu utilizei contra o Mateus Benites no nosso debate. O David fez algumas objeções, repetindo, né, as principais objeções da academia. E aí eu rebati lá entre uma delas o cicismo modal.
¶250Aí sobre a questão do usando o pluralismo alético para isso, né? Depois vocês conferiram lá para ver como é que eu falei. >> Justiça do inferno. Existem diversos tipos de argumentos que falam sobre o infernalismo ou a ideia de que existe uma punição eterna ou qualquer tipo de punição no inferno, tentando de tentando demonstrar que existe uma compatibilidade moral com a justiça de vida e o infernalismo. Geralmente os ateus mais superficiais vão pensar em perguntas que remetem esse problema, como por exemplo, se Deus é perfeitamente bom e justo, por que condenar pessoas infinitamente no inferno?
¶251E temos diversos tipos de objeções bem desenvolvidas na literatura analítica, como por exemplo a do Diel Mac no The Miracle of e também foi desenvolvida por Charles Kpff. E também foi desenvolvida por Charles em The Eternity of Hell e Marily Mcard Adams em Arendas Evils and goodness of God. Tem diversos tipos de argumentos interessantes a respeito sobre isso. Vale a pena dar pesquisada a tese da Ines >> e eu concordo, né? Concordo com esses argumentos aí do do inferno e tal, no sentido de que realmente é incompatível com o caráter de Deus, incompatível até metafísicamente falando com algumas coisas, né, no sentido de um ser finito, contrair uma dívida infinita e aquele negócio de que, ah, é por causa da dignidade da pessoa que ofende.
¶252Isso daí meio que colapsa basicamente todo tipo de de retribuição que poderia haver, né, de proporcionalidade. Então, pela filosofia aristotélica não faz sentido. as críticas analíticas fazem total sentido contra o inferno eterno. Eh, enfim, eh, metafisicamente falando é problemático, éicamente falando é super problemático. Então, eu não defendo o inferno eterno, vocês sabem, né?
¶253Isso daí é um problema para quem defende. Eu não defendo, eu acho, eu inclusive ataco, né? [roncando] Eh, e a Gabi ataca também, né? Eu já falei disso para você, ela já falou aqui na naquela live em que tá aqui pros membros, né? E enfim, o o Carlos Alberto também, geralmente ele, o Carlos Alberto, eu sei que ele recusa a explicação do ah do do negócio ah da máxima dignidade, então tem que ser uma punição infinita.
¶254Eu acho que ele também, salvo engano, ele já falou publicamente que não faz sentido também. Ele adota uma outra explicação, enfim, que um dia vocês perguntem para ele, mas realmente é uma explicação pior do que a outra para tentar justificar inferno eterno. E para mim, obviamente, Bíblia mesmo não fala de inferno eterno, né? São isso é muito para mim muito claro também de demonstrar que não é um inferno eterno de pessoas sofrendo eternamente no lago de fogo, enxofre com certeza não. >> Existencial, como eu já tinha falado anteriormente sobre o John Schmith, ele criou a tese da in existencial que basicamente consegue ser uma das maiores provas contra o aristotelismo, neopatonismo e tomismo, que pressupõe que a existência ontológica requer uma causa sustentadora ativa.
¶255OMIMID distingui a tese da inércia existencial da tese da expiração existencial, em que a tese da inércia existencial que afirma que objetos específicos [música] a menos que sejam destruídos. >> Falando aqui a Gabi aniquilacionista, não, mas ela ela defende a proposição dela sobre o inferno naquela live. Se quiserem lá, ela fala longamente sobre o assunto, de como ela compatibiliza, tá? [roncando] Depois vocês vejam lá, tá? na live, tá?
¶256Na nessa live de membros aí, depois você procura um na live com a Gabios e a inspiração existencial, que é filme que obser >> sem negar, obviamente, né? Ou seja, e mostrando como ela compatibiliza inclusive com o catolicismo, né? >> Sucessam a existir a menos que sustentados. Shimid argumenta que a inércia existencial é teoricamente mais Schmid argumenta que a incia existencial é teoricamente mais virtuosa do que provas teístas no geral eventos históricos moralmente abomináveis na história da religião. O argumento de que a história das religiões, especialmente [música] as monoteístas, está >> concordo que nessa existencial tá nas águas profundas, mas esse daqui das histórias da religião também será que é tão profundo assim?
¶257Deixa eu ver o que que ele vai dizer. atleta de eventos moralmente abomináveis como Guerra Santas, Inquisição, Escravidão justificada, colonização, genocídio, queima de bruxas, abuso infantil, terrorismo religioso e dentre outros. O argumento não é de que esses eventos refutam a existência de Deus, mas que tentam minar a credibilidade das instituições religiosas que alegam representar Deus de alguma forma. Porque se Deus existe, ele se comunica através das instituições de alguma maneira, porque sua mensagem foi tão consistentemente distorcida em direção ao mal. É uma crítica até que bastante interessante, por mais que não fosse uma refutação de fato.
¶258A Bíblia é contraditória. Diferentemente da Bíblia é contraditória nas primeiras camadas, essa daqui consegue ter um pouco mais de fundamentação. Aqui existe um estudo realmente detalhado academicamente, onde é demonstrado que existe diversos tipos de contradições internas, cheio de anacronismo, evolução textual ao longo dos séculos e justamente tenta trazer o máximo de aquidade acadêmica. >> É que vocês estão falando aqui? universalismo é bem atrativo, por incrível que pareça, alguns dos argumentos que eu uso tem a tem premissas compartilhadas com o universalismo, apesar de eu não ser universalista, mas o universalismo ele é uma é muito mais compatível com a metafísica que eu defendo do que com o inferno eterno.
¶259Ah, falar aqui também aqui mais primeira vez que vejo um cristão falar sobre o inferno eterno, não existia. Que interessante. Mas é só para você procurar o pessoal que é aniquilacionista, né? Eu defendo o aniquilacionismo. Falou assim.
¶260Inclusive, acho que para rebater o dogma do purgatório fica mais fácil ser do mortalista. Exato. Vamos lá continuar aqui. Deixa eu ver aqui desse tipo de tese e tendo o máximo de nuance metodológica dentro do que a gente poderia dizer sobre a crítica bíblica, antirrealismo. O antirrealismo é a tese metafísica de que entidades abstratas ou valores morais não existem independentemente da vida humana.
¶261Nesse caso, acho que poderia definir mais ou menos o core dos três antirrealismos mais conhecidos, que é o não cognitivismo, que afirma que juiz morais não vis, também tem a teoria do erro e que fala que juiz morais visam a verdade, mas que sistematicamente falham. E o não objetivismo é que fatos mores existem, mas são dependentes da mente. O antirrealismo modal questiona a ausência de possíveis mundos independentes. No contexto de isso, o antirrealismo moral é usado para argumentar que sem Deus a moralidade não é objetiva no sentido de existir independente de nós. Mas o antirrealismo também pode moriramente se acreditar em fatos moris objetivos.
¶262Da mesma forma que também a gente poderia usar o antirrealismo moral para poder tentar descredibilizar os argumentos morais deístas no geral. David Ribeiro, o estudante de filosofia da religião, ativista deí. >> Aí o querido David Ribeiro mergulhando em águas profundas. membro da equipe [música] de tradução do site Pensão Naturalista, que atualmente é o maior acervo de divulgação acadêmica da filosofia analística da religião. Participou de diversas entrevistas e podcasts sobre ateísmo, sobre livre arbítrio e filosofia do tempo.
¶263Ele representa uma nova geração de atéus brasileiros que realmente engajam com a filosofia acadêmica de forma de certa forma acessível. Ari Martins até erudito em diversas áreas e fez os trabalhos de divulgação do ateísmo no TikTok e também vai para debates no geral. Bruno San. Eu considero que o canal do Brunoque seja um dos melhores canais de divulgação da filosofia, psicologia e teologia, porque ele pelo menos tenta trazer um pouco um crio metodológico na filosofia acadêmica. Ele fala bem, faz lives explicando conceitos, termos, fala sobre diversos autores, o que faz dele um dos melhores divulgadores da filosofia no geral, ceticismo.
¶264Aqui o ceticismo, a gente tá falando realmente sobre o ceticismo acadêmico, que vamos ter, por exemplo, os pirônicos, os ceticistas, os epistemológicos, ceticismo moral e diversos outros tipos de ceticismo que possa ter algum tipo de fundamentação boa. Ética naturalista. A tese da ética naturalista é de que a moral pode ser fundamentada pela natureza humana ou pela própria natureza sem necessidade de Deus. Na enciclopédia de Stanford, o naturalismo ético tem como visão principal de que fatos morais são fatos naturais e que esses fatos naturais ou morais são independentes das crenças ou atitudes e são invescáveis por métodos, seja eles métodos não ativos ou científicos, moralidade objetiva sem Deus. Geralmente se pensa que possivelmente não existe Deus, não poder existir moralidade objetiva, mas na verdade existem muitas vertentes da éticas e éticas que visam justamente contar, como realismo, intuicialismo, ficcionalismo, construtivismo e dentre outras teorias éticas que o Mateu pode adotar sem precisar apelar para um antirrealismo ou [música] subjetivismo oral.
¶265Eita, pensei que tinha dado um problema no vídeo assim que tinha travado. É sobre só que ceticismo você coloca aqui nessas águas do abismo, sabe? Ceticismo eu acho que eu colocaria lá em cima assim assim lá em cima não na superfície, mas um pouco nas águas profundas, talvez. Agora a gente já tava em nível de abismo, não sei o que e tal. Sei lá.
¶266Vamos ver interior do abismo. O que que é? Não naturalismo ético. O não naturalismo ético é a tese metaética de que propriedades morais como vontade, dever, valência não são redutíveis a propriedades naturais. Para o naturalista, fatos normativos constituem uma categoria ontológica susgeneres, ou seja, de natureza própria irredutível ao mundo descritivo investigado pela >> sugêneres, né?
¶267Ciência. >> A dificuldade clássica para essa posição é o problema da superveniência. Se as propriedades morais supervem sobre propriedades naturais, de modo que não pode haver diferença moral entre de modo que não pode haver diferença moral sem diferença natural. Como explicar essa conexão necessária sem reduzir moral ao natural? Os naturalistas argumentam que se a moralidade e a natureza fossem genuinamente distintas, essa conexão necessária seria inexplicável.
¶268Uma marca pesada contra o naturalismo de certo modo. A resposta mais sofisticada hoje não apela para uma superveniência primitiva, mas um essencialismo moral desenvolvido por John Bson, Harry Scell, Rusf Lend. A tese é que propriedades morais não naturais são essencialmente valenciadas. A valência moral não é algo que a propriedade adquire contingentemente e nem uma relação externa que precisa ser colada à propriedade. Antes a valência faz parte da própria essência da propriedade.
¶269Assim como é essencial a água CRH2O, essencial ato de torturar bebês por diversão seja moralmente errado. Isso exige uma metafísica pósmodal, linha de Kit Fine e Gideon Rosen. Na metafísica modal tradicional a necessidade. >> Kit Fine, inclusive é um autor que eu li com, pedi pro meu mentorano que tava aqui, o Otávio Lê, né? Ele super gostou da posição essencialista dele, né?
¶270E como que ele ataca as posições como a do Creepk, né? Foi, foi bem legal. >> Conceito fundamental, algo essencial se é necessário em todos os mundos possíveis em que existe. No giro essencialista, a direção explanatória se inverte. Algo é necessário porque é essencial.
¶271A essência é hiperintencional. Ela vai além do que é meramente necessário, capturando que constituem a identidade de uma coisa. Fatos essenciais não são. Fatos essenciais são, nesse sentido, autônomos. Não demandam uma fundação metafísica adicional.
¶272Assim como não faz sentido perguntar porque triângulos tem três lados, não faz sentido perguntar por torturar bebês é errado. A resposta é por conta da natureza daquela ação. Outras respostas ao problema da sobreviviência incolem o ground. Propriedades não morais fundamentam propriedades morais e a conservação. Propriedades não morais conservam propriedades morais na existência.
¶273E essa última associada a Erk Willenberg. Mas o essencialismo oferece uma solução mais elegante. A superviviência não é uma relação externa entre dois tipos de propriedades distintas, mas uma consequência da estrutura essencial dos tipos de ação. Propriedades não morais e morais são covariantes porque abas fluem da mesma essência. David Enob.
¶274>> Então é a o argumento essencialista do do Kitine seria basicamente de que quando você coloca eh a questão de modal, né, ou seja, os modalistas eles vão dizer que a coisa essencial é uma coisa que seria presente em todos os mundos possíveis. Se você coloca disso, você vai ter que meio que incluir na essência das coisas coisas externas coisa, como por exemplo, eh, também é essencial, então para que seja essencial a Mateus, que ele eu esteja em um mundo, por exemplo, possível em que a água ferva a 100º, por exemplo. Mas o que que a água ferver a 100º tem a ver com a minha essência, entendeu? Mas eu estou em um mundo possível em que isso acontece e todos os outros mundos possíveis serão assim. Então, você acaba incluindo na essência coisas meio aleatórias, né?
¶275Mas enfim, e aí o mas o problema da do que tava sendo descrito ali é que para mim parece colapsar um pouco, né, a ordem descritiva com a ordem normativa. Eu como cantiano ou como ou de alguma maneira vinculado essa tradição não posso aceitar, né? para mim tá tendo uma colisão assim, sem encontrar uma coisa que decorre da estrutura, da essência, ter essa conexão com a propriedade moral, para mim seria bem esquisito se fosse o caso. Deixa eu ver aqui, deixa eu ver que vocês estão falando. Inferno ali pode ser interpretado como morte, sepultura.
¶276É verdade. Existe coisa mais sem proposta no sentido do que militar pelo ateísmo. Aí os ateus que se defendam aí. Isso não resolve o problema. Quem defende o inferno será jogado num lago de fogo.
¶277Fato. Mas partindo do imperialismo, a alma continuará sendo condenada no lago de fogo. Não sei que vocês estão debatendo sobre inferno agora aqui na live. Enfim, vamos lá. David Enock é um dos principais afensores contemporâneos do realismo robusto em meta em Take Morality Seriously, Eno defende as razões normativas são entidades reais.
¶278Enoque defende que razões nomativas são entidades reais dependente de nossas atitudes e que o não naturalismo é a única posição que faz juiz as práticas deliberativas humanas. En que também desenvolveu uma resposta influente aos Eedas, aos argumentos contra o naturalismo evolucionário. Filósofos como Sharon Street argumentam que se nossas crenças morais são produto de pressões evolutivas que selecionam traços adaptativos, então nossas crenças morais são epistemicamente defeituosas. Enoque enoque rebate com argumento do terceiro fator. Mesmo que nossas faculdades morais tenham sido mudadas pela evolução, pode haver um terceiro fator que correlaciona os traços selecionados com a verdade moral.
¶279Por exemplo, evolução selecionou preocupação com o bem-estar dos filhos, porque isso aumenta a fitness, mas o bem-estar dos filhos é um bem moral objetivo. O terceiro fator explica tanto a seleção evolutiva quanto a verdade moral, sem que a evolução cause uma verdade moral. A objeção central que Enok enfrenta é o argumento da estranheza de Mac. Se propriedades morais não naturais existem, seria estranhamente desconectadas ao mundo causal. Enock rebate que a epemologia moral pode ser entendida por raciocínio a priori se exigir uma casualidade natural.
¶280Derek Paffich. Derek Parfit desenvolveu uma posição original que ele chamou de cognitivismo não realista, o não naturalismo não metafísico. Parfit argumentava que fatos nomativos são verdadeiros objetivos, mas não precisam ser coisas metafisicamente pesadas. Eles são não naturais no sentido de que não deve ser reduzíveis a fatos naturais, mas não precisam ser também entidades ontológicas estranhas. Pfit também formulou a objeção da trivialidade contra o naturalismo moral.
¶281Se o naturalismo fosse verdadeiro, então afirmações como a tortura errada conteriam exatamente a mesma informação que alguma afirmação natural sobre a desutilidade, [música] por exemplo. Mas tais entidades não são triviais, são altamente substantivas. Logo, moralidade e natureza não pode ser a mesma coisa. Naturalistas respondem que entidades sintéticas como água e H2O também são informativas de modo que a objeção não seja tão problemática. De Elbec e a teoria do erro moral.
¶282John Lesmec é o arquiteto da teoria do erro moral. >> É, vai começar a falar agora de autor, eu acho só, né? Ó, daqui a pouco já Ah, tô vendo aqui, ó. Próximo. Vamos ver o Mac.
¶283Inclusive a gente tinha um livro aqui dele. Cadê? Já mostro para vocês. >> Find livro Effix Eventing Wrong. Mac argumentou que conceitos morais nos compromete com a existência de valores objetivamente prescritivos.
¶284>> Tem os argumentos dele, né, sobre o problema do mal? >> Fatos que por si mesmo não impõe obrigações independentes de nossos desejos. Mas segundo ele, tal compromisso ontológico é falso. Não existe propriedades moralmente estranhas no universo. A estrutura do argumento de MEC é que a conjunção de uma tese conceitual, nosso conceito de moralidade exige objetividade com a tese ontológica.
¶285Não existem fatos objetivamente prescritivos, levando à conclusão de que todas as afirmações morais atômicas são sistematicamente falsas. A teoria do erro é, portanto, uma forma de ceticismo moral. Ele nega que haja o conhecimento moral, não porque nossas faculdades sejam defituosas, mas porque não há verdades morais a serem conhecidas. Críticos como Crispin Wright argumentam que a teoria do erro relega o discurso moral a Mafé. Se sabemos que não é verdade moral, o que continuará a fazer juízos morais?
¶286MC responde que a teoria do erro é de segunda ordem e que não precisa eliminar a prática de primeira ordem, embora admitidamente isso cria uma atenção. Felipe Leon e o cticismo modal mitigado. Felipe Leon é o mero seguidor do cticismo modal de Petervan Yagen. Petervan Yagen no contexto do >> Ah, sim. Lembrando, né?
¶287A resposta que eu dei ao ceticismo mogal é o ceticismo mogal, né? O que moga não, o ceticismo modal era o mitigado no caso, né? do Felipe Lon, que foi o que o David tinha usado contra mim, na verdade. Tá, só para deixar mais claro. Mal defende uma forma de serismodal radical.
¶288A nossa capacidade disse quais mundos possíveis Deus poderia que era tão limitada que não podemos afirmar com confiança que algo mal aparentemente. >> Ô, deixa eu te falar uma coisa. O Giovan acabou de entrar aqui na live. Deixa eu perguntar. Ele tá no quê?
¶289No no no sub sub abismo. Giovani tem que entrar aí no se bem que ele não é ateista, né? Mas o pessoal que conhece muito de ateísmo, tá lá, sabe também que existe aí o Giovani, né, o mago da biologia. Vio gratuito é de fato gratuito. No texto sédico, Bela é uma espécie de agnosticismo modal.
¶290Talvez haja razões divinas que simplesmente não conseguimos conceber. Leon, porém, desenvolve uma posição distinta. Enquanto Vanag restringe drasticamente o nosso conhecimento modal a priori, Leon abre um espaço para que conhecimento modal seja fundamentado em fontes empíricas. Indução. >> Não pode, não pode falar nada errado.
¶291Vocês pegam tudo, hein? analogia, familiaridade com casos mundo real. Essa muito importante com a tradição racionalista da epemologia modal. Joshua Rasmus. Joshua Rasmus é autor de vários dos argumentos mais >> Opa.
¶292Mas aí dentro do ateísmo por quê? Respeitados pelos argumentos teístas atualmente. O seu novo argumento para o ser necessário parte de premissas surpreendentemente modestas para qualquer propriedade intrínseca que pode começar a ser exemplificada e pode ser exemplificada por algo causado. É possível que haja uma causa do início dessa exemplificação. Aplicado à propriedade do ser particular, concreto, contingente, o argumento conclui em que deve existir no ser necessário.
¶293A força do argumento está na fraqueza de duas premiças. Ela não exige que tudo seja uma causa e nem que o universo tenha começado. Porém, esse argumento pode ser parodiado, fazendo com que se é possível que Deus exista, é possível também que Deus não exista. O que faz com que a própria lógica modal consiga criar conclusões contraditórias. O desafio do Deus maligno.
¶294Desafio do >> Agora, agora entendi porque ele quis falar disso. Ó, o desafio do Deus maligno, que foi o desafio que o David e quis debater contra mim, né? >> Deus maligno é uma inversão do problema do mal. LOL pede ao teisto. Se você rejeita a existência de um Deus supramente maligno porque existe bondade no mundo, por não rejeita um Deus supramente bom porque existe maldade no mundo?
¶295Todo te será disponível ao teísta como livre arbítrio. Há uma construção vida a morte pode ser parodiada pelo mal deismo. Livre arbítrio é necessário para esconder o mal. a felicidade necessária para que exista um sofrimento maior e o bem terreno é compensado por um sofrimento terreno ainda maior. Mas para ser teísta apela para assimetrias falando que um deus intrinsecamente bom é mais simples e mais plausível do que o deus intrinisticamente mau.
¶296No entanto, Lau insiste que a estratégia teísta de defesa tão mais eficiente. É preciso mostrar que a crença Deus é significativamente mais razoável do que a crença de um Deus. Argumento evidencial do mal. Diferente do problema lógico do mal, que busca demonstrar uma contradição formal entre Deus e o mal, o argumento evidencial busca mostrar que o mal torna a existência de Deus improvável. William Row formulou a versão mais influente.
¶297Se existem males, se existem males indecifráveis, usa a justificação não conseguimos discernir, isso fornece uma evidência indireta de que são gratuitos. Imagens gratuitos são incompatíveis com Deus perfeitamente bom. Paul Drake desenvolveu uma versão ainda mais rigorosa comparando o teísmo com a hipótese da diferença. A hipótese da diferença é até de que nem a existência e nem inexistência de seres conscientes é algo que o universo se importa. Fazendo assim a distribuição de dor e prazer sendo explicada por processos naturais indiferentes, não por intenção divina.
¶298Jper argumenta que a hipótese da indiferença é muito mais simples e prediz melhor a distribuição de noir prazer no mundo do que o teísmo. A hipótese da indiferença é epistemicamente mais passimosa porque não possu uma mente divina com atributos infinitos. O argumento do colapso modal é uma objeção. >> O que a gente também vai comentar na resposta ao problema do mal, né? Porque isso também para mim tá conectado com a questão da distribuição da crença, tá?
¶299Essas duas coisas de certa maneira estão conectadas e eu quero mostrar porquê. >> A simplicidade divina que afirma que Deus é absolutamente simples, sem partes, distinções ou composição. O argumento inicialmente foi popularizado por Ryan Murs, que se procede mais ou menos assim: Deus existe necessariamente. Deus é idêntico ao seu ato de criação. Logo, o ato de criação existe necessariamente.
¶300Se a criação é necessária, então não há contingência. Logo, tudo existe necessariamente. Isso é desastroso para o te, pois nega a liberdade divina. Por aí, defensores da simplicidade divina, como Christopher Thomasevski, o argumento comete um erro de substituição em contextos intencionais. Entre aspas, ato de criação de Deus é um termo não rígido que a sua identidade com Deus não permite a inferência da necessidade.
¶301A resposta de Thomas Reviski pressupõe que a variação na criação seria uma variação extrínseca a Deus. Agora, se pensarmos bem, se a casualidade de mina for intrínseca, variações dos efeitos implicariem variações intrínsecas em tempos, o que contradizes a simplicidade. A solução texto exige que a noção de causualidade extrínseca seja indeterminífica. O mesmo ato causal divino identificado como a sua essência pode ter efeitos diferentes em diferentes circunstâncias, sem variação intríca em Deus. Ryan Mondays em um artigo coautorado com Shannon Bird responde precisamente a essa objeção de Thomasevski, mostrando que a noção de causalidade extrínseca indeterminística, embora concebível, não salva a simplicidade divina de todas as dificuldades.
¶302Realismo. >> Esse daí eu comentei lá na em uma live que tá também para membros, tá? no sentido de como que é a resposta do João de São Tomás, como que ela ainda falha em alguns aspectos, mas que dá para você rebater algumas versões do colapso modal, né, com algum tipo de coisa que parece que existe uma espécie de falácia modal em algum deles, né, como por exemplo a seria um erro parecido com o eh existem nove planetas no sistema solar ou oito, enfim. Eh, então necessariamente tem oito. Não, na verdade não, porque no caso você não pode partir do que é certo em um determinado mundo, né, que também é um mundo possível e dizer que é necessário por causa disso, né?
¶303Então tem algumas algumas versões do colapso modal que parecem cair nesse tipo de problema, né? Ilustrado mais ou menos assim com esse tipo de exemplo que o acho que o próprio Quin dava, né? metaético. O realismo metaético é a tese de que afirmações morais são verdadeiras ou falsas de maneira objetiva, independente de nossas crenças atitúrgices. Ela se divide em naturalismo, naturalismo.
¶304O realista não naturalista defende que propriedades morais são reais, mas não reduzíveis na natureza. O realista naturalista busca identificar propriedades morais com propriedades naturais complexas. O realismo metaético é compatível com formas de conceitualismo, mas mais tipicamente assume uma forma objetista. A normaativ atividade está no mundo, não apenas em nossos pensamentos, basicamente. Intuicionismo ético.
¶305O intuicionismo. >> Deixa eu ver aqui as mensagens de vocês. Pera aí, tem muita mensagem nova aqui. O asmó iceberg do ateísmo é é considerando a qualidade da maioria dos argumentos contrários, é compreensível o silenciamento, não necessariamente correto, mas compreensível do ponto de vista comportamental. Não sei do que que vocês estão falando, gente.
¶306Vocês ficam debatendo aqui, eu vou perdendo o fio da meada, não consigo acompanhar tudo. Diogo, até o momento sou deísta. Ou Giovan, até o final do ano te te torno deísta aquele, né? Desafio aceito. Entendi.
¶307Dav foi em paradigma até meados de 1950. Ô, ô, Diogo, você conhece um biólogo chamado, ah, qual que é o nome dele? Ah, o pai da panbiografia. Vou já falar sobre. Pera aí, tem um negócio para comentar sobre.
¶308Ali vira cristão, mano. Pois é. O o Giovani curte todos os meus negócios de cristianismo no Instagram. Ele é um cristão em rushito. Claro que defende Darwin.
¶309A evolução se desenvolveu nas Mas as bases de Darwin ainda estão lá. Onde o Aomeric achou tantos gifs, vídeos e imagens? Aparentemente não repetiu nenhuma na edição. Ah, filho, hoje é fácil, né? Depois ele responde aí, mas deve ter banco de dados, deve ter IA ajudando, é um monte de coisa.
¶310Deixa continuar vendo aqui o vídeo. >> É uma forma clássica de não naturalismo defendida inicialmente por Jorge Edmor, mas que depois foi sua tese central é que certas verdades morais são autoevidentes, conhecidos por uma intuição intelectual, não por inferência. Para os intuicionistas, propriedades morais como bondade ou dever são simples e indefiníveis e também não naturais. A principal objeção é o problema de Benerf. Se propriedades morais não naturais são entidades abstratas e por definição casualmente inertes, como nossas crenças sobre elas podem ser justificadas como verdadeiras e justificadas.
¶311Se não há uma cadeia causal entre o objeto moral e a nossa mente, parece ver uma lacuna epistêmica intransponível. A resposta mais sofisticada vem de John Bson em Grasping in the Third Hell e Elijah, eu não sei ler esse segundo nome, em Intuition, eles distinguem entre inércia causal, entidades abstratas não entram em relações causais e inércia constitucional. Entidades abstratas não constituem estados mentais. Bena serf pressupõe que a segunda segue a primeira, mas isso no mas isso é não sector. A relação relevante para o conhecimento a priori não é causal, mas sim constitutiva.
¶312A ideia de constituição formal pode ser esclarecida assim. Quando eu penso que 2 + 2 = 4, o número 4 não está causando o meu pensamento. Mas a forma do meu pensamento é tal que ela não poderia ser o pensamento sem que tenha o número quatro como seu objeto. A identidade do estado mental depende constitucionalmente do objeto abstrato. Isso é análoga relação entre a estátua e o bronze.
¶313O bronze não causa estátua, mas constitui a estátua. Sem aquele bronze não haveria aquela estátua. Sem valor moral de uma ação, não há juízo moral específico. Analogia com a qualha e os estados de lucidez em sonhos é particularmente forte. Quando eu imagino o dragão, o dragão não existe no mundo físico e não causa estado mental.
¶314Da mesma forma, valor moral de uma ação constitui o conteúdo do juízo moral. Isso também responde a tentativa de explicar, entre aspas, conhecimento moral, poder fisiologia. >> Eu tô ficando tonto com esse homem de [risadas] até me distrair do que ele tá falando. Eu fico, eu fico vendo ele. >> O intuonista racionalista não nega substratos neurais para o pensamento moral, que nega a explicação suficiente de conhecimento moral para a sociedade em termos puramente causais físicos.
¶315Falibilismo epistérmico >> e intuicionismo, hein? Tô fora. Cadê aqui o pessoal falando? Ver a última comentário foi o seguinte: colorários são o principal déficit nos crentes de uma entropia inversa que ocorre de maneira indefinida ao longo do tempo. Ah, mas o que de Darwin você julga defasado, tirando as teorias deles como surge as características de hereditariedade?
¶316Você tá falando pro Giovan? Achei que eu ia subir no rômulo para discutir alguns tópicos, mas parece que ele está com problemas de saúde. Forças para ele, se for o caso. Ô, Giovanes, se se pá aqui, vamos, vou te mandar o link aí para você entrar no para conversar comigo aqui, pro pessoal te conhecer. Que que você acha?
¶317Dá para subir aí, Diogo? Eh, desativei o Insta por perder muito tempo lá e também não estava fazendo divulgação científica ali. Qualquer coisa, tenta marcar meu nome no grupo do WhatsApp do Fugito. Pois é. Ô Giovan, quer entrar aí pra gente conversar?
¶318>> É a tese de que nenhuma crença pode ser justificada de modo conclusivo. Sempre permanece algum tipo de dúvida sobre sua veracidade ou sobre sua verdade. O falibilismo não implica ceticismo, até porque a maioria dos epistemólogos contemporâneos são falibilistas, mas não são céticos. Eles buscam uma teoria do conhecimento que permita que pessoas falíveis tenham conhecimento. Isso sim.
¶319Novamente o falibilismo tem raízes rumianas. Ateísmo proposicional versus ateísmo psicológico. Agora é necessário aqui que você preste atenção. Você já >> ah, será que isso aqui é tão profunda? Deixa eu ver o que que ele vai articular aqui para dizer que tá nessas tão profundas.
¶320>> Deve ter ouvido antes falado sobre Anthony Flu, etc. Mas agora que vem a parte mais interessante. Tem muitos ateus da filosofia analítica que debatem sobre o que seria o ateismo e formas de expressar o ateismo. Dentre elas o ateismo psicológico. >> Telemachus mandou R$ 5.
¶321Acha que citou o cristão consumir livros ou textos pirateados? Hum, essa é uma pergunta que eu acho que depende de alguns critérios, sabia? Eu não acho que é tão simples assim. Ah, mas em geral, na maioria dos casos, não. Na maioria dos casos não.
¶322Eu acho que o cristão deveria seguir essas leis de divulgação no sentido de que é digno você dar o trabalhador, o seu devido trabalho, salário, no caso, o devido salário pelo seu trabalho. E a forma de você fazer isso é pagando pelos livros, né? Eu geralmente tenho algumas plataformas que eu pago. Ã, o Kindle Unlimited, por exemplo, eu pago. É bem tranquilo de pagar assim, ter acesso a vários livros.
¶323Mas novamente existem alguns critérios, mas em geral a maioria das a maioria dos casos seriam de pessoas que estão cometendo algo errado, inclusive que talvez não tem nem planos de colaborar talvez com aquele autor de alguma maneira, né? Ou seja, mesmo que ela tenha baixado o PDF, ela sequer a avalia a possibilidade de de colaborar, né, com, sei lá, comprando o livro eventualmente. A maioria das pessoas não têm nem isso assim, né? [roncando] Mas enfim, os livros de medicina são todos comprados. Então, mas então, João, na verdade esse esse vou te explicar, esse negócio aqui nem funciona mais.
¶324Isso aqui era da época da faculdade. Esses aqui, ó, há um significado também. Se eu clicar aqui, não aparece. Isso aqui eu nem sei como é que foi. Foram aqui eu sei que é um link para um site da universidade acho que de do quê?
¶325Cadê? Ó, Andrew da Andrews, né? Que lá são artigos divulgados, mas eu nem lembro como que eu fixei essas coisas aqui. Eh, esse daqui foi um livro que depois eu comprei do alvo significado nesse livro, nesse texto, é o do próprio Vaner, né, que já tem tradução no Brasil. Isso daqui era na época da faculdade.
¶326E na época da faculdade a gente tinha acesso a um tablet que a faculdade dava pra gente, que tinha todos os livros disponíveis, né? Isso aqui foi um arquivo que o uma um arquivo, não, uma pasta que um amigo meu fez, compartilhou o acesso, mas eu usava o tablet que a própria universidade dava. Então, a fala tinha, a gente tinha acesso lá o à biblioteca, eu ia direto lá no CHL, inclusive que é de filosofia para pegar os livros do Quin, que eu não tinha acesso. Então, nunca foi um problema para mim assim essa esse tópico, sabe? Ah, deixa eu ver aqui.
¶327Não, mas não foi deselegante, não. Pode falar. Deixa continuar vendo aqui o que foi anteriormente tratado pelo flu, o ateismo proposicional que foi com JP determinou essa fórmula de certa forma. Mas vamos lá explicar que de maneira um pouco mais fácil. Mateu é quem possui a crença na proposição do ateísmo, mas o ateísmo em si, ou seja, o objeto da crença é meramente uma proposição.
¶328É geralmente muito fácil você conseguir tratar isso como se fosse uma crença psicológica, mas isso é um erro categorial. >> O José falou: "Ess links fixados aí são batata. No meu notebook é cheio, eu não faço ideia de quando coloquei lá. Pois é, nem eu >> possui entidades abstratas quanto cri. >> Eu acho que esses links aqui estão a aqui fixados pelo Google Chrome, na verdade, né?
¶329Porque já faz uns dois computadores que eu troquei que continua a mesma coisa. É tudo fixado no Chrome, né? Não é uma coisa que eu coloquei agora. Deve tá aí há mais de 10 anos, eu acho, ou sei lá. Não, mais de 10 anos não.
¶330Não tem tudo isso, né? Que eu tô na faculdade de medicina, sei lá. Enfim, >> crenças são estados mentais que têm proposições como seu conteúdo. Na prática, quando falamos de ateísmo fraco versus ateísmo forte, estamos falando sobre dois tipos de vertentes, que é o ateísmo forte aceita a proposição Deus não existe como verdadeira. E o fraco, que não aceita a proposição Deus existe como verdadeiro, mas também não aceita que Deus não existe como proposição verdadeira.
¶331Mas em ambos os casos, a proposição do ateísmo é a mesma. A distinção proposicional versus psicológica não se confunde com a distinção entre forte e o fraco. É que a primeira é ontológica e a segunda é epistemológica ou psicológica. Essa precisão que é muito importante a gente ressaltar, principalmente quando a gente for falar desse tipo de coisa pelo mesmo final da Berg. Não existem.
¶332>> Eu não sei se essa distinção é tão profunda assim da da proposicional versus psicológico. Por que que tá aqui nesse nas teses profundas? Eu não sei se eu captei qual que foi o critério para colocar aqui embaixo. Uma coisa para mim tranquila que pessoas mais lá em cima conhecem também. >> Tem provas a cientes.
¶333Essa frase consegue capsular bem o que significa falibilismo, não só pistêmico, mas na própria ciência. está associada a Carl Poper e Charlie Sanders Spears também. A ideia é de que a ciência não fornece provas demonstrativas, mas apenas teorias corrigíveis sujeitas à reputação. No contexto do iceberg, essa tese vem mais para nivelar o campo epistêmico, para justamente tirar esse paradigma de que a ciência tem as melhores respostas para todos os tipos de coisas. >> Atenção, o foi exposto ao conteúdo altamente perigoso para as mentes comuns.
¶334Os seguintes procedimentos são recomendados. Não interrompa sua investigação após um argumento convincente aparecer. Pode não parecer, mas sempre existe uma tréplica a tudo que você conhece devidamente. Consulte as referências disponibilizadas abaixo. Fontes primárias reduzem significativamente a incidência de falsas conclusões.
¶335Caso encontre resistência às ideias apresentadas, não entre em pânico. Esse é um efeito esperado quando premissas antigas entram em conflito com novas evidências. Continue questionando, continue lendo, continue pensando. >> Vamos lá, gente. Tá quase acabando aqui.
¶336Tem ainda uns 20 minutos. Vamos lá. Abismo profundo. Vamos ver o que que vem aí na pela frente. >> Argumentos cosmológicos ateistas.
¶337Nesse caso, quando eu falo de argumentos, não estou falando simplesmente de uma paródia, tipo se tudo de uma causa, então Deus tem uma causa, mas sim realmente uma família de argumentos desenvolvidos por filósofos analíticos que visam criar um argumento realmente a favor do ateísmo, como por exemplo o Kate Smith, que desenvolveu o argumento cosmológico ateísta a partir da cosmologia quântica e do Big Bang. Também tem SU, >> acho que na fase ateísta do Gabriel brasileiro, ele tinha um um artigo em que ele falava desses argumentos, se eu não me engano, >> Park, que formulou uma versão Cla do argumento cosmológico ao ateo. E temos o Philip Lon, que em seu blog tem mais de 200 artigos de argumentos para o ateísmo. E lá tem também vertentes cosmológicas baseadas em bounding, munismo de prioridade, ontologia de categoria e princípio da razão suficiente. Todos eles sendo argumentos a favor da teismo e não simplesmente refutações ao teismo.
¶338Sem contar que não precisamos necessariamente apelar para esse tipo de coisa. Você pode ter até mesmo uma vertente budista, ser um platônico ateísta e até mesmo ser um axiarquista no colapso modal ou colapso evidencial. Como eu já tinha falado antes sobre o colapso modal, levando considerações críticas que eu citei também, o Jorge Mid fez um argumento do colapso providencial justamente para atacar essa proposição que se compreendemos a ideia de descomun sendo absolutamente simples, realizando um quatro necessário, identificado como sua essência, mas que esse ato pode produzir efeitos diferentes extensicamente. Ou seja, Deus não muda >> João mandou R$ 5. Recomenda começar a estudar filosofia por história da filosofia mesmo?
¶339Se sim, qual coleção você acha melhor? Eu sempre digo que assim, começar a filosofia depende um pouco. Eu eu sinceramente acho que não tem receita de bolo, sabia? Ah, eu vou começar com história da filosofia. Ou então aquele pessoal que fala: "Ah, vou começar por lógica.
¶340Ah, eu vou começar por, sei lá, por por epistemologia. Para mim não tem isso daí, sabe? É muito Claro que se você conseguisse gerar, na verdade, uma ordem de estudos, né? Se você conseguisse seguir uma ordem de estudos parecido com a ordem clássica, é um caminho e geralmente é o caminho que se indica por aí, mas eu não acho que é um caminho estritamente necessário, sabe? Inclusive, tem um vídeo que eu fiz com o Carlos Alberto lá quando o Victor Hélios nos chamou e eu trouxe um dado que a maioria das pessoas achou interessante.
¶341A ordem das disciplinas nas próprias universidades da Idade Média, que são utilizadas como parâmetro máximo pra gente recomendar alguma coisa, né? Elas não eram as mesmas. tinham, por exemplo, eh, e eram como eram muito mais parecidas com um modelo hoje escolar do que o pessoal imagina. Então, por exemplo, no mesmo ano que você começa estudando a lógica aristotélica, você já tinha também um certo estudo da política. Algumas já começavam também com a ética, outros já pegavam o ah do sobre o céu do Aristóteles, então pegavam alguns começavam depois já depois a física.
¶342Então era como se fosse ao mesmo tempo, tinha um primeiro ano, segundo ano, terceiro ano e nesses anos se misturava assim como na escola você tem ao mesmo tempo aulas de matemática, de inglês, de geografia, de história, entendeu? Então a formação clássica também era algo assim. E pelas palavras de Tomás Jaquino, ah, sabe, se você for seguir aquilo a ferro e fogo, ah, o estudo da maioria desse pessoal que recomenda aí dos influencers tá tudo errado, assim, sabe? Tá, a maioria das coisas estão erradas. Eh, então é meio esquisito isso.
¶343Eu quando faço, quando o pessoal vem até mim para fazer consultoria e quer ir uma ordem de planejamento de estudos, eu faço o que eu chamo de uma anamnese filosófica. Então eu pego o que a pessoa já estudou, converso com ela para ver qual que são as metas dela, quais que são as facilidades dela. Por exemplo, uma pessoa que não vai conseguir passar logo pela lógica de cara, eu contorno isso, entendeu? Tem tipos de inteligência ou de pessoas que têm certas certos intelectos mais agudos para algumas coisas, sabe? Então eu não começo, ah, todo mundo tem que começar com lógica, tem Não, não necessariamente.
¶344Então, eh, para mim isso é muito pessoal, sabe? Muito pessoal. Mas se você conseguir fazer aquela ordem clássica, começando com a lógica, OK. Eh, sobre história da filosofia, eu não sei se seria bom você começar com história da filosofia também, porque, francamente, se você for começar pelos pré-socráticos, a chance de você desistir porque vai achar enfadônio, chato, não vai entender a terminologia, não sei. Eh, são grandes, né?
¶345mesmo se você começar com a coleção do Giovan Really, que é super assim didática e correta em muita coisa. Eh, se eu fosse recomendar algo para você, se você for querer começar com história da filosofia, pega uma pega por sessão assim, não pega um compêndio que vai fazer várias histórias da filosofia, não. Pega um especialista, por exemplo, e dos gregos, um especialista em que tá pegando a sessão da idade moderna, da idade medieval e vai fazendo possessão, porque esses que fazem uma abrangência muito grande tendem a errar mais pela sua abrangência, tá? um projeto que é muito abarcante, tende a ser mais perigoso nesse caso. Hum.
¶346Então eu diria isso, mas eu não sei se eu recomendaria primeiro começar com isso, sabe? Ah, eu, por exemplo, acho que uma uma certa um certo adestramento e interpretação de texto é muito importante. Então, isso eu eu faço, eu começo falando sobre isso no curso da A formação da Opinião, né? Interpretação de texto, leitura estrutural, leitura histórico-crítica. E agora a gente vai agora ter, por exemplo, na segunda-feira agora uma análise do artigo do Brandle, né, que falar sobre inferencialismo e como que a gente pode aplicar isso na exegese, né, estudo da história da filosofia e a distinguir o que que é uma coisa que foi dita dedicto ou diré, né?
¶347Então são coisas que ajudam a gente a entender até mesmo como que a gente lê textos filosóficos. Então eh eu acho isso mais interessante para você, tá? Mas eu não sei se eu também consegui responder como você queria. Vamos lá. Apenas os efeitos variamicamente.
¶348É justamente nesse ponto e que o colapso providencial tenta atacar. Se fixarmos todos os fatos relevantes sobre Deus, como sua essência, seus atributos. E ainda assim uma gama habitariamente ampla de mundos possíveis é compatível com esse ato simples. Então Deus não tem controle sobre qual mundo particular resulta. A criação do mundo com câncer infantil e a criação de um mundo sem câncer infantil seria igualmente compatível com o ato divino.
¶349Não há dentro de Deus, não há dentro do ato de Deus nada que determine ou explique porque desse mundo específico existe. E isso torna a providência como o cuidado particular direcionado ou intencional de Deus para com o mundo. Inexplicável. A providência requer que Deus tenha algum tipo de controle ou direção sobre seus efeitos particulares. Que ele escolha esse mundo por razão de amor ou justiça ao salvar o colapso moral parece destruir justamente esse controle, esse cuidado particular.
¶350James Fer. James é um filósofo. >> Então, eh, sobre essa parte do colapso evidencial, né, ou providencial, de certa maneira, o Mate Odisseia teria de explicar isso também, né? Ou seja, essa seria o grande problema da posição de Johnson Tomás, né? Não explica porque seria este mundo e não o outro, né?
¶351A posição tomista, mesmo que você diga: "Ah, o ato ele é virtualmente eh, como é que é? é um um ato formalmente imanente, virtualmente transitivo, OK? Mas não explica porque este mundo e não outro, né? Para mim, a te Odisseia tem de explicar porque seria esta ordem de coisas, ou pelo menos explicar porque esse ato divino poderia repousar na condição de coisas atualmente dadas, né? Agora sobre James Folder, você coloca aqui também no abismo já super super profundo aqui.
¶352Não sei também, hein? A gente analisou o modelo dele, né, do sobre a ressurreição lá no na nossa imersão também. Para mim não é tão difícil de rebater, sabia o James Fercientista conhecido por sua apologia de cateísta o seu livro Reasonable FA que oferece críticas detalhadas aos argumentos do Willian falhas lógicas evidenciais inclusive ele criou até o mesmo certo tipo de modelo para tentar explicar de forma naturalista o fenômeno da ressurreição de Cristo. Ele não nega dados históricos a priori, mas busca oferecer hipóteses alternativas mais pasimoniosas. É, o James ele já parte da assim, just for the sake of the argument, ele aceita tumba vazia, eh, crucificação, a propagação do eh propagação do evangelho que foi disseminada em massa e já aceita várias coisas assim, né, o sepultamento.
¶353Então ele já aceita muita coisa e diz que ainda assim a hipótese naturalista no modelo que ele faz é mais plausível ou historicamente reliable, né, do que a ressurreição de Cristo, né? [roncando] >> Daniel de Linford. Daniel Linford é um dos filosófos ateistas mais originais dessa geração. Seu trabalho, melhor seus trabalhos, pode incluir tanto o problema da geografia, onde ele faz a observação de que existe uma distribuição desigual do sofrimento e oportunidade no mundo. >> O Daniel Lford, inclusive, ele escreveu aquele livro do Iner lá do sobre a Iness existencial junto com o próprio Josh Made, né?
¶354Fizeram juntos. tenta demonstrar que o naturalismo indiferente ser uma hipótese melhor explicada do que o teísmo, tendo também até mesmo o argumento da idolatria em que ele afirma que a propão cognitiva adorar entidades que não sejam somente o deus do teísmo clássico, como deuses tribais, deuses da natureza, deuses antropomórfic, os animismo no geral sugere que acrescidividades é um fenômeno psicológico evolutivo e não uma resposta a uma realidade atista genuína. Deodiceas a favor do ateísmo. Essa noção de teodiceias a favor do ateísmo é mais uma tentativa de diversos autores de criticar odisseias bem consolidadas na filosofia da religião, como por exemplo o próprio Ivan Foss que já fez críticas a Leonor Stump e em suas tentativas de fazer um ateú de ser que consiga explicar bem o programa do mal adjunto a tentativas de tentar conciliar o cristianismo junto às críticas analíticas da religião. Então não entendo isso como se fosse algum tipo de paródia, mas sim realmente uma antiteudissia, onde eles tentam demonstrar a todo custo que ou as teodiceias não fazem muito sentido ou são inconsistentes ou elas não conseguem explicar bem os dados de que temos a respeito do mundo e de outros tipos de coisas além.
¶355Evvan Falls. Evvan Falls é o ator de The Divine Intervention, na qual ele fazia investigação sobre como Deus poderia agir causalmente no mundo. Falls examina se a noção de milagre é coerente com as leis da natureza e se a experiência mística pode favorecer ou fornecer evidências de Deus. Seu trabalho foi recrutemente citado em debate sobre se a ciência exclui ou não a intervenção divina. Fals argument, sem uma teoria coerente de como Deus causa coisas no mundo físico, uma teoria que especifique o mecanismo causal e não apenas a intenção de Deus, a noção da providência ficaria epistemicamente suspeita.
¶356Confiabilismo. O confiabilismo desenvolvido por Alvin Goldman a grosso. >> Eita! Ah, mudou aqui. Cadê?
¶357Ele não colocou o título dessa vez no final. modo é uma teoria epistemológica externa, segundo a qual a justificação de uma crença depende da confiabilidade do processo que a produziu. Confiabilismo particularmente relevante para a filosofia da religião, porque muitas crenças teístas são formadas por processos cuja confiabilidade é contestável. a experiência religiosa, o testemunho de autoridades sagradas, tradição cultural. O ateista pode argumentar que esses processos são epistemicamente desconfiáveis, dada a diversidade de contradições da experiência religiosa ao redor do mundo.
¶358Se diferentes pessoas têm experiências genuínas que contrastam deuses mutualmente incompatíveis, então o processo da experiência religiosa não guia confiável para a verdade. O texto pode até responder que se o texo for verdadeiro, tais processos podem ser confiáveis, mas essa resposta arrisca um círculo vicioso, onde usar a verdade do te justificar a confiabilidade dos processos que supostamente nos levam ao próprio teísmo. Paul Draper e o argumento evidencial do mal. Como eu já expliquei anteriormente sobre o argumento evidencial do mal, a única coisa que eu vou me reater que era falar sobre como Paul Draper usa o argumento evidencial do mal. Basicamente a estrutura do argumento dele é basiano.
¶359Se duas hipóteses explicam os dados, mas uma é muito mais simples do que a outra, a mais simples é a mais provável a priori o teísmo possu uma entidade complexa que possui intencionalidade possui atributos que precisam ser afirmados através de uma algum tipo de teoria apofática ou algum tipo de outra teoria que consiga evidenciar algum tipo de positividade ou negatividade a respeito sobre o que seria esse Deus ou essa entidade sobrenatural. Enquanto a hipótese da indiferença, postula que apenas o mundo físico opera por leis cegas, fazendo com que ela seja epistemicamente mais passimoniosa, porque não precisamos ficar discutindo sobre razões divinas inescrutáveis. O teísta cético pode até responder que a nossa incapacidade de ver as razões divinas não implica que elas não existam, mas é justamente nisso que o Driper tenta atacar. Se nós não conseguimos ter certeza sobre a providência das coisas e do modo que ela >> Ô Davi, você vacilou, hein, mano? YouTube não notificou.
¶360Pois é, que a outra live lá caiu, mas você tem que voltar aí para a gente já falou bastante agora sobre teísmo, ateísmo e tal, agora tá no p rapera se justifica, ela se torna também epistemicamente estéril, fazendo com que literalmente não tenha como também afirmar uns algo sobre o que seria a providência divina, argumento dos low prys. O argumento dos low priers, também desvivido pelo próprio Draper, é uma das peças mais técnicas do iceberg. E eu tô tentando aqui simplificar o máximo essa taxonomia dessa argumentação para que fica mais entendível. Mas vamos pensar aqui que existam pelo menos três tipos de teorias sobre a origem do mundo como ele é. Pensamos nisso como o fisicalismo de origem, onde a realidade física é fundamental e não depende da mente para existir.
¶361Também temos o idealismo de origem, onde a realidade mental é fundamental. E temos outros tipos de origens, né, que são hipóteses sobre a origem da realidade, que não se enquadram nem no fisicalismo, nem no idealismo. Dentro do idealismo de origem, onde a mente é fundamental para a existência da realidade, o teísmo, pelo menos o padrão teísta tradicional, é apenas uma das hipóteses em específico, onde existe um Deus onisciente, onipotente, perfeitamente bom. Agora, o ateismo padrão é simplesmente a negação de o teismo central, que abrange qualquer tipo de outra teoria fisicalista ou até mesmo as outras teorias que também não se encaixam no idealismo de origem. Então, se basicamente se o fisicalismo de origem e o idealismo de origem elas possuem de certa forma igual probabilidade intrínseca, pois são teorias que tentam falar sobre a natureza fundamental da realidade, tendo elas uma especificação do idealismo que seria o teísmo.
¶362Ela tem diversos tipos de atributos particulares e restritivos, o que faz com que ela represente uma minúscula porção do espaço lógico do idealismo. Então, significa que, basicamente, ela não consegue ter probabilidade maior do que outras teorias sobre a fundamentação da realidade. Portanto, dentro do que a gente poderia falar sobre o fisicalismo e o idealismo, o teismo central, ela consegue ter apenas uma fração da probabilidade, enquanto o ateísmo e o ateísmo consegue ter e abrangir muita mais teoria fazendo com que ela seja mais provável a priori. Dra conclui que na ausência de evidência decisiva a favor do teísmo, a crença ateísta é justificada e pode até mesmo considerada uma crença básica em sentido epistêmico. O te não é refutado diretamente, mas >> ateísmo plante ganiano aqui, né?
¶363crenças básicas aqui. >> Um peso probabilístico disso é muito grande. E é justamente falando sobre essa evidência decisiva que a gente vai começar o outro tópico. O >> eu concordo que tá aqui nas mais profundas, sim, mas colocar aqueles outros lá no mais profundo não faz sentido, não. Esse daqui faz sentido até aqui onde tá nessa posição do iceberg.
¶364>> Tério da evidência decisiva refere-se justamente ao padrão epistemológico sobre o que conta como evidência suficiente para justificar uma crença em contexto de competição hipotética. A resposta de Drape é que seria necessária justamente essa evidência decisiva, que ela não precisa ser simplesmente uma hipótese que se encaixa melhor com o teísmo, mas sim que somente o teísmo poderia se encaixar melhor com aquela hipótese. Porque a mera possibilidade lógica de um deus ter razões para permitir o mal não basta. O texto precisa mostrar que a distribuição observada de dor e prazer é esperada sobre a hipótese tea e não apenas compatível. E se isso não ocorre, o critério da evidência decisiva funciona como limar.
¶365Se uma hipótese requer uma evidência extraordinária para superar a improbabilidade a priori e tal evidência não é fornecida. Então, a rejeição dessa hipótese racionalmente. >> Opa, travou aqui para mim ou foi para aquele vídeo que tá travado? >> Obrigatório. Crítica ao ato.
¶366>> Ah, tá, entendi. Ele deu uma pausa ali. Até fiquei com medo de vai cair de novo. >> O fraco. O fraco.
¶367>> Essa daí precisaria de mais tempo para refutar, tá gente? Ou seja, para comentar na verdade, né? Acho que daí precisaria adicionar algumas outras coisas para falar sobre ela. Mas enfim, >> o negativo é de >> Tá acabando, tá acabando. Vamos lá, mais 10 minutinhos.
¶368como a mera ausência na crença de Deus. Como eu tinha falado antes, a crítica ao ateísmo fraco é de que ela é uma posição que podemos considerar como epistemicamente net. Se o ate fraco apenas carece de uma crença, então ela não está fazendo uma afirmação nenhuma sobre o que pode ser avaliado como verdadeiro ou falso. Em contexto de debate, esse teísmo poderia ser considerado como uma contradição performática, porque não existia diferença entre esse e o agnosticismo puro. Porque se você realmente tiver noções de que Deus possa não existir e não vive tal qual como é, então essa suspensão de juízo se torna insustentável, tanto em termos comportamentais quanto sistêmicos.
¶369Ou você vive como ateu forte, ou você vive como te apático, ou se você realmente acredita que você só se abstém do juízo, você é simplesmente um agnóstico. Você não participa do ateísmo enquanto uma posição. O axiarquismo. Axiarquismo é a tese de que valores desempenham um papel fundamental na explicação da existência da natureza do universo. Inspirado no bem platônico, o Ax Aquilo foi revivido por John Bishop como uma forma de paneteísmo ou euteleológico.
¶370O divino é a propriedade ou atividade de ser o bem supremo e as realizações concretas desse bem orientam o cosmos. Contudo, é crucial não magnetizar essa posição. Nem todo dark arquista defende que o bem é literalmente uma casa eficiente do universo. Algumas formulações são mais modestas, tratando o valor como princípio explicativo, uma condição de adequação racional a uma causa final, não como a >> Pois é, porque colocar como causa eficiente, né, teria que mudar bastante ali a definição de bem aristotélico, né, que de fato seria mais como uma causa moral, uma causa final, né, de fato. Mas eu acho que até poderia tentar aproximar o que eu penso disso, né?
¶371Tendo que adaptar um pouco de causal no sentido tradicional de produtor de eventos físicos. A versão de bichop é mais ambiciosa e por isso ela é mais controversa. >> Nesse caso não deixa de ser um transcendental, né, em sentido medieval aqui, no sentido de transcorial, no sentido de conversível com o que seria esse tal de ser, né, e tal. Pessoal que acompanha os debates aqui sabe do que eu tô falando, né? >> Você também.
¶372Isso sugere que o bem pode funcionar com uma causa eficiente de todo modo não padrão, ilustrando como precedentes teológicos como Maria dando a luz a seu próprio criador para suavizar aparente paradoxalidade. Mas essa versão não é um consenso entre os axiarquistas. Filosoficamente, o axiarquismo oferece uma alternativa ao teismo clássico. Em vez de ser um pessoal que pretende criar ou decide criar, temos um princípio valorativo que orienta a realidade por necessidade própria. Jordan Howard.
¶373>> OK. Acho que eu poderia até, não sei se o David Ribeiro, aliás, me disseram, né, que o o acho que o David ajudou aqui, né, a fazer esse roteiro. Acho que até vou falar sobre ele com ele sobre isso daí, né? Não sei se ele defende algo parecido. Achei interessante.
¶374>> O Sbel é um dos filósofos mais rigorosos da >> O Sobel é legal mesmo. >> Filosofia tem isso no século XX. O seu magnous que é lógico que é uma análise, >> porém como diria o amigo tá aí sou gente boa, mas se puder evitar [risadas] lógica exaortiva dos argumentos deístas o Lilan Quigu principal alvo e chamou o livro de O banho ácido para o deismo. Um elogio involutário que demonstra essa devastação argumentativa. S utilizou a lógica de primeira ordem teoria dos conjuntos, probabilidade paesiana para reconstruir e demolir os argumentos ontológicos, cosmológicos e teleológicos.
¶375Ele demonstrou que muitos argumentos textas clássicos contêm falhas forma sutis, como erros de quantificação, pressupostos modalmente questionáveis e inferências ou inferências inválidas de possibilidades para necessidade. Saba também reformulou o problema lógico do mal, demonstrando tensões internas entre os próprios atributos divinos. A cul foi que o balanço dos >> Eu vou começar a tentar te imitar aqui. A sua voz é meio assim, né? É.
¶376Então, tô falando aqui negócio de do argumento divino e o próximo agora que ele está falando é sobre o argumento transcendental de e aí a gente tem aqui e tal da Mateus Fit escravidão. Desculpa, não aguentei que o pessoal falou que colocaram aqui que eh [risadas] cadê? Ó, falaram nos comentários que parece que ele faz o vídeo dentro de uma garrafa. >> [risadas] >> Sorry, não aguentei. >> Documentos examinando, claro, com rigor, favorecam a rejeição da existência de um ser perfeito, o problema do céu.
¶377O problema do céu é, em sentido restrito, uma subcategoria do problema do mal. Como Guerraop expõe em argin about Gods, a estrutura do argumento é relativamente direta. Seu céu é um estado de existência possível, onde os seres livres amam Deus perfeitamente, não há sofrimento, porque Deus não criou o modo que seja diretamente nesse estado. O que permitir a existência de mal terreno com doenças, violências, sofrimentos naturais gratuitos? A resposta texta padrão é até o disse do céu que tudo submerge.
¶378Desde a perspectiva externa, o bem celestial infinito compensa e anula o mafinito terreno. O sofrimento terreno seria mais como uma picada de mosquito em comparação com a glória infinita do céu, mas essa resposta gera dificuldade da mais aguda. Se o céu é tão superior, por que a fase terrena é tão >> fugir é um imitador nato. [risadas] Ai ai. A polyildo fugit algo invejável.
¶379Até imitador o homem é. Pois é, né? Pois é. Mano, uma vez eu consegui imitar o David Ribeiro igualzinho, mas eu consegui, eu, eu perdi aqui o, sabe, o coiso, porque para você imitar alguém você tem que fazer por várias camadas, né? Então, por exemplo, Bolsonaro na minha cabeça, quando eu faço Bolsonaro, eu tenho que imaginar que alguém tá ah aqui tentando me matar, entendeu?
¶380Ai, joga o pouco pro nariz e aí você pensa que você tá dando uma ordem, entendeu? Porque lá no exército é assim, tá OK? Sabe? Então, quando eu acho isso aqui, quero agradecer por todo o apoio dado pelo caro Axiomatic. Não fosse você, eu não teria sido preso, tá OK?
¶381Entendeu? [risadas] Sei lá. Então, sempre tem camadas assim, entendeu? Assim, ó. Imita David.
¶382Não, eu tenho que treinar porque senão vai ficar muito ruim aqui, sabe? [risadas] Vai ficar muito ruim. Ô, ninguém te de falar, hein? Você não só não começou a consultoria, como não teve um live Pix até agora seu, hein? Vou te contar, hein.
¶383Vou te contar. Ai, ai. Para imitar ele é só falar 100 vezes no caso, na mesma frase. Não, não é só no caso, na verdade é é eu falava uma, ele fala uma outra que é muito mais constante, que é como é que era? Era, ah, eu sempre brincava com isso.
¶384Era que que ele, qual que é aquele cacuete que ele ficava falando o tempo todo? Eh, por assim dizer, eu acho. Assim, imita o Lula. Ah, o problema é que imitar o Lula dói um pouco aqui, porque [limpando a garganta] tem que fazer uma voz aqui, sabe? Tá difícil que dói, sabe?
¶385Era, era alguma coisa assim, como é que era? Caros, comp, ó, caros companheir, ó. Eu eu não, eu eu até consigo fazer, mas eu sinto que vai doer para caramba fazer isso, sabe? Para mim não dói, sabe? O Carlos Alberto [risadas] que falaram assim: "Iita o Carlos Alberto." Gente, uma vez eu imitei o Carlos, eu tenho que encontrar esse áudio.
¶386Ficou entendita, sabe? Ele falou assim: "Fuchita, você não tá entendendo. [risadas] Eu não consigo." É muito grande. O Carlos Alberto, ele falou assim, eh, por que que ele fala assim? Ele, ele, ele, o Carlos Alberto tem um áudio sagrado dele de atrás.
¶387Mas como é que ele fala assim? Mas você é meio burro, né? [risadas] Falando assim: "Ai, ai, ai, pera aí que já já eu pego aqui o jeito do Tenho que se o Carlos Alberto entrasse na live agora, ele começasse a falar, eu começar a pegar assim, sabe? Meu, o meu sobrinho tava ouvindo o Sonic e eu aí eu tentei começar a pegar o Sonic, aí eu comecei a pegar como que como é que era que o Sonic fala? É o dublador do Sonic brasileiro.
¶388Ali é como é que é? Eita, cara, é você aqui? Ele ele fala. Aí eu comecei a ouvir, começa a ouvir, eu tenho que ficar ouvindo. Eu fico ouvindo, ouvindo, eu fico tentando imitar, eu vou pegando.
¶389É, tenho que ficar ouvindo a pessoa. Se eu colocar aqui o David, daqui a pouco eu começo a pegar também o jeito dele falar. >> Você sabe, o problema no céu, portanto, questiona essa própria lógica da solologia. Se o estado final é possível desejável, o que o caminho até ela precisa ser tão pavimentado com o sofrimento? O problema do luto celestial.
¶390Diferente do problema do céu, o problema do luto, >> eu não uso muito a teodiceia do céu, não. Só mais emocionalmente às vezes assim, eu acho. >> Celestial não é uma subcategoria do problema do mal, como é Eric Rayon argumenta, trata-se de um argumento independente, com a lógica própria e estrutura própria, mas é importante não fundir as contribuições dos autores que trabalham nessa área, que enfatizam aspectos distintos e suas versões também têm escopos diferentes, como o Taat, desenvolveram linhas de argumentação que focam nos laços terrenos. A ideia central é de que no céu a memória das relações construídas de vida permanece e a perda desses entes queridos que se encontram no inferno naquelação gera um luto insuperável. A força do argumento nessa vertente reside precisamente na profundidade dos elos afetivos formados na existência terrena.
¶391Quanto mais amamos alguém na Terra, mais devastadora será a ausência sua no céu. A santificação não anula esses laços. Pelo contrário, aperfeiçoa a capacidade de amar, tornando-a a perda ainda mais destruidora. Eric Ron, porém desenvolveu uma versão mais ampla e de carateira universal. o luto >> só que isso aqui só funcionaria primeiro se o céu tá tendo enquanto as pessoas estão no inferno agora, né?
¶392Que eschatologicamente falando, não é o que eu defendo. E no meu caso, eu acredito que as pessoas não vão lembrar-se, né, das coisas aqui na Terra nesse nível assim de sofrimento e da ausência de alguém. Vou simplesmente esquecer no céu. É o que eu defendo. >> Este não depende de laços e terrenos preexistentes.
¶393O argumento dele não se limita simplesmente aos laços de entes queridos que conhecemos de vida. A sua tese é de que no céu os salvos serão santificados, o que significa que as nossas naturezas humanas serão aperfeiçoadas ao extremo, ao infinito. Isso significa que virtudes com amor serão elevadas à perfeição. E nesse sentido, o amor seria ágape, universal, não restrito a lá dos terrenos. Portanto, mesmo aqueles que não tiveram relações profundas com determinados condenados em vida, ao serem santificados, desenvolverão uma compaixão genuína por todas as vidas perdidas.
¶394Essa santificação universaliza a capacidade de amar e de sofrer com sofrimento alheio, independente das histórias compartilhadas em Terra. E aqui que entra a metafísica das emoções. Raiden articula com um particular rigor em que ele pega teorias, por exemplo. Cara, e aí fugita, muda esse link do Live Pix. Tá funcionando?
¶395Não, não tá funcionando, mas é esse daqui do Pix GGG, ó. Na verdade é o Pix GG que você é o que tá fixado aqui na live, ó. Acabei de mandar de novo aí, ó. É isso daqui. Tá certo.
¶396Pelo menos estava funcionando. Exemplo Art Mis Zagzepski e dentre outros autores, em que eles falam que a natureza possui uma relação ou uma natureza dupla, que é basicamente a cognição, porque rastre tem o valor objetivo das situações e as afeições porque ela representa esse valor em formas particulares de experiência como trágico. >> 5 minutinhos, gente, para acabar. Vamos lá. >> O admirável, o glorioso e deplorável.
¶397Emoções envolvem justamente o que chamamos de conceitos afecionais espessos, estados que combinam um componente descritivo com avaliativo de modo inseparável. Uma emoção sempre deve estar alinhada quando correspondente é adequadamente o valor objetivo da situação que representa. Como por exemplo, se uma pessoa morre em um acidente, a tristeza é uma reação emocional apropriada para aquela situação. Mas se alguém se alegra com a dor de uma morte de alguém, essa emoção está desalinhada. No céu, os salvos serão emocionalmente perfeitos.
¶398Nunca vai haver esse desalinhamento. Ora, se existir um inferno ou algum tipo de aniquilacionismo de forma real, o que vai fazer com que existam seres humanos que serão ou apagados ou que irão sofrer ou que irão perder totalmente essa potencialidade de união com Deus? Então essa estratégia, então essa será uma tragédia incomensurável para aqueles que foram salvos. Não importa se a condenação seja justa ou não, como R observa, dizer que alguém mereceu sua tragédia não deixa de ser tragédia. A mesma coisa que um fumante.
¶399Um fumante ele desenvolve um episema terminal. Podemos se dizer que de certa forma ele teve o que mereceu, mas a condição dele continua sendo uma perda, continua sendo um sofrimento. E da mesma forma perda eterna de vidas humanas, ou seja, aquelas que têm o potencial de valor e também relacionamentos e união divina, é uma tragédia gigantesca, talvez a maior de toda a história da humanidade. Portanto, no céu, os santificados tomaram conhecimento imediato dessa realidade. E sendo emocionalmente perfeitos, a reação deles será justamente tristeza e luto.
¶400Porque essa é porque essa será a emoção apropriada para a tragédia e a perda desses valores. Mas a tristeza é incompatível com a beatitude máxima e a felicidade imperturbável, que geralmente são prometidas no céu. Então, o paraíso deixará de ser paraíso se o aniquilacionismo ou infernalismo forem verdades. Mas é importante aqui que essas críticas elas funcionam muito bem se levamos em consideração alguns tipos de soteriologia. Porque se formos considerar outras, como por exemplo o universalismo, em que todas as pessoas serão salvas independente do método em que sejam pregadas, como por exemplo, pode existir um céu ou um purgatório na qual ela tenha um conteúdo mais pedagógico e não somente de sofrimento, faz com que o argumento até que perca um pouco sua força, por mais que esses tipos de soteriologia sejam de certa forma questionáveis o problema do infernalismo.
¶401>> Pois é. Então, a questão é que, novamente, eu acho que tem uma outra opção, né, que é o fato de a pessoa talvez no céu não se lembrar, né, talvez seja algo que realmente seja compensado ou apagado de alguma forma na memória, né? Eh, talvez ela possa ter uma reação inicial, né, para, inclusive a gente tem um relato sobre isso em Apocalipse, né, que Deus vai enxugar dos olhos toda a lágrima, mas não necessariamente você precisa pensar que ela vai ficar lá. >> Igor Mandu, R$ 40. Vamos lá, GL e completem aí para assistir alguma coisa.
¶402Tô sem ideias. >> Opa, meu amigo, agora sim, doutor, começou a mandar aqui, né, na coisa toda que é impressionante, né? A pessoa agora se forma, é médico, agora tá se exibindo aí, ó. Ô, Thaago, a te desafiou, hein? Virou médico, agora vai poder competir contigo, hein?
¶403Mandou quarentão, hein? Olha aí. O infernalismo é a crença que o inferno seja um certo tipo de estado de punição ou separação e que enfrente objeções. >> Mas enfim, eu ia falar que é isso, né? Na questão do do da minha visão aniquilacionista, de fato, não tem inferno eterno.
¶404As pessoas vão no céu ter talvez um uma primeira um primeiro contato emocional com a verdade de que algumas pessoas não se salvaram, mas não vai ser eterno, né? Deus vai enxugar os olhos toda lágrima e depois no céu, na beatitude eterna, compensa-se isso eternamente, inclusive talvez com a perda da memória ou não fixação da consciência nessa nessa nessa lembrança, né, ou algo assim >> filosóficas que vão além do luto celestial, é claro, e que podemos tentar definir elas em pelo menos quatro tópicos principais, que é a primeira o luto celestial, como já expliquei, dois a improporcionalidade, que basicamente é nenhuma punição infinita pode ser proporcional a caráter finito e às ações intrincamente finitas dos seres finitos. Mesmo o pecado mais grave cometido ao longo de uma vida humana, ela ainda considerada finito por conta de sua duração e escorpo. A punição consciente eterna viola qualquer tipo de princípio de justiça proporcional que reconhecemos. E a subjeção, ela é mais um ataque a infernalismos que são baseadas em retributivismo, que a ideia de que a punição ela deve ser uma resposta tão justa ao crime, no sentido que seja do mesmo valor que foi.
¶405Terceiro, a gratuidade dos males do inferno. Mesmo que aceite de alguma forma que existe uma condenação, o inferno pode envolver males que parecem gratuitos, como tormento consciente, solidão extrema, separação absoluta do divido. Esse Deus seria maneralmente perfeito ou amor. >> Olha aqui o pessoal. Tu assistiria um vídeo de 12 horas por quanto?
¶406Gente, 12 horas tem que ser no mínimo aí uns 1000 e poucos reais, hein? É, pra gente literal, quer dizer, mais até, né? Uns R$ 2.000, eu acho, porque eu vou ficar literalmente trabalhando um dia todo assim, né? E a gente já conseguiu em menos horas de live mais do que 2000, né? Então, no mínimo dois pra pessoa mandar e tal.
¶407Quanto é a consultoria? Manda mensagem aqui. O que que acontece para fazer a consultoria? A gente marca, conversa, eu vejo qual que é o seu projeto intelectual e eu vejo o que que vai ser necessário e eu posso te dar um orçamento. Tá bom?
¶408Me avisa. [roncando] Opa, pingou ontem, então vamos começar a nossa consultoria. Tava faltando só pingar para começar. Cadê você me mandando mensagem em PV, hein? Vem para cá, vem para cá.
¶409Vamos lá. Supremo, ele não permitiria que esses mais gratuitos existam no inferno. E essa formulação do problema é aplicada especificamente no inferno, que poderiam falar como o inferno anquilista. É justamente a ideia de que os que não seriam salvos. >> Olha aí a lógica.
¶410Gostei dessa. Se foi 150 para um vídeo de uma hora, então uns 12 seria 150 x 12. Correto, correto, correto, correto. R$ 20 e um brown. Não se fala mais nisso [risadas] por um simples salário mínimo.
¶411Claro, mínimo é o mínimo, né? De fato, é o mínimo. >> Saíam sempre tormentados em volta de algum tipo de tortura no inferno. Ou o famoso fogo eterno também. E por último, a política da não desistência.
¶412Um Deus amorosamente perfeito não desistiria de nenhuma criatura. Segundo Rasmusen, defende-se que Deus criaria pessoas com conhecimento perfeito de que seriam ultimamente salvas, embora temporariamente obstinadas. Mesmo assim que sua bondade exige criar um número ilimitado de pessoas, Deus seguiria uma política de não desistência, oferecendo o número infinito e limitado de oportunidades de reconciliação com aqueles que se encontram no inferno. A dor nessa visão possui uma função essencialmente pedagógica e restaurativa. E o Rasmus chama isso de calling back, fazendo com que ela queira se repetir.
¶413>> Falar aqui. Vou te mandar mensagem. Meu dinheiro é puramente virtual. Tô cheio de dívida. Isso é um problema seu.
¶414Mas nós estamos juntos para resolver. Ó, falo contigo amanhã, então. Ótimo. 2000 em Rio Iraniano, 1.3 milhão de reais para comprar dólar americano. By the way, 2000 quanas, né?
¶415Exato. Vamos lá. >> E vir ao mal e também querer que volte ao bem. como se fosse uma criança e que pr ela poder gostar de uma certa fruta coloca um limão pr ela ficar chupando sempre até que ela queira comer a outra fruta. [música] >> Acabou.
¶416>> Lembrando aqui que esse iceberg não é um iceberg definitivo, então é bem possível que eu faça outro vídeo falando sobre novos tópicos que foram adicionados no meu iceberg. Eu fiz esse iceberg no siteback frats. Eu vou deixar o link do meu bago você queira adicionar uma proposta ou alguma coisa assim. Esse vídeo foi feito com o intuito de fazer mais pessoas conhecerem um ateísmo diferente do que a maioria das pessoas conhecem ou que costumam ver na internet e também mostrar para novos ateus o ateus já bem consolidados que tem muito mais para se aprender do que ficar na mesmícia argumentativa. Mas se você gostou do meu vídeo, apesar dos apesares, dá like, deixa seu comentário.
¶417Foi do Caltão. >> Eu acho que deveria ter assim, sei lá, um pouco mais dos quatro cavaleiros assim naquele nível lá em cima, né? E quando fosse aprofundar falar só do Daniel Dennet, né? Então, S Harris, Richard Dawkins, o Hitchens lá em cima e quando fosse aprofundando iria pegando outros assim, sabe? >> Mas curti aqui o vídeo que você achou mais diferente, inovador e que você não sabia que existia no ateísmo.
¶418E é bom resultar também, né, que todas as explicações que eu fiz aqui foi tentando simplificar ao máximo e tentando tirar todas as nuances e possíveis críticas que sejam menos consolidadas dentre os argumentos. O melhor que você pode >> legal, curti. E aí, pessoal? Que que vocês acharam do iceberg? Eu só achei assim que na assim foi legal, mas teve algumas coisas que deveriam ter sido mudadas de lugar, eu acho, hein?
¶419Tinha coisas que não não merecia estar tão profundo e tinha coisas que deveria ter trocado com o que tava mais lá em cima, né? Mas de certa maneira, pastel, eu comecei nessa estrada como criacionista. Existe um abismo entre a profundidade e solidez dos níveis explicativos da evolução e de piorar o DI, eu teria de que de como é que é? Para apoiar o DI, eu teria de ignorar quase tudo que sei. Quase todo DI se baseia em analogia entre seres vivos e máquinas.
¶420E nem é mero exemplo. É a base do raciocínio. É verdade. Não é à toa que a eh que a categoria com piores noções de evolução seja dos engenheiros. Então, pois é, aqui eu tô do lado do Giovânia.
¶421Bem ruinzinho mesmo o pessoal que tá tentando argumentar com DI usando esse tipo de analogia. Por isso que eu já falei para abandonar esse tipo de argumento e [roncando] irem paraa outra, como que eu tento passar aqui, né, para vocês. Muito bom aqui. Gostei. Gostei.
¶422Que que vocês acharam aqui do nosso querido iceberg? Ô Thago, o Thiago tá aqui ouvindo a gente ainda. Thiago, planeta Terra, planeta fugita para Thiago. Você está na escuta? Planeta Fugita para Thago, você está na escuta?
¶423Assim, ó. Excelente. Simplesmente eu diria 8 deve ou 8/9, né? De 10. Legal.
¶424Terra para Thiago. Terra para Thiago está na escuta. Thiago vai completar aí pra gente ver outro vídeo. Exat. Valeuzão.
¶425Estamos aí. Ô Xmeric, tem que fazer uma consultoria comigo para dicção aí. Fazer exercício de canto. Meme m mi mom mum meme mami mom mumi meme mami mom. presente, capitão.
¶426Ô, Thago, será que nós veremos alguma outra coisa a seu mando? Olá, o decreto dominical já começou? Ainda não, Danel. Ótimo vídeo. Assim, ó, parei de prestar atenção uma boa parte dele, mas gostei do iceberg.
¶427Inclusive, vou buscar ver sobre os temas mencionados. Legal, tá? É, o próximo vai ficar mais e ainda mais fofa. [risadas] Vai ficar mais fofa ainda. Ele colocou.
¶428Ai, ai, ai. Olha o Thiago aí, hein? E Thago botando para cima. Agora eu gostei. Quem sabe a gente não vai ver agora o do debate conde Frisk versus o areópago.
¶429É, acho que eu ouvi. Acho que eu ouvi. >> Carlos e Gab são vozes na cabeça do fugito. São dois, são dois fakes meus igual o L, né? O L tinha, não sei se você lembra de Death Note, né?
¶430que o tinha eh, ele era os três maiores detetives do mundo, porque se alguém tentasse pegar, contratar o terceiro para pegar qualquer um dos dois primeiros, ele ficava sabendo, né, e [risadas] e conseguia interceptar, né, o golpe era o L, o não sei o que, acho que Elliot, o Heraldo, não sei o quê. Ele eram os três maiores detetives do mundo ao mesmo tempo. Opávio, você tem que dar uma contribuiçãozinha junto com o Thiago pra gente ir para esse debate, hein? Bora lá. Ramo, ramo, ramo.
¶431Carlos e Gabi são entidades metafísicas que muit prontual pontualmente se materializam. Exato. Seres prontos e os embriões. Ô, Giovani, você se recusou a entrar na live comigo. Tô chateado com você.
¶432Aqui, ó. Lembro viote cinco vezes. Rapaz, o menino é viciado. Quando fugir, terá tentar convencer filosoficamente a Iá que ela tem consciência tal como Alexan. Loucura isso, né?
¶433Ô, seria bom, hein? Seria bom dia fazer uma live sobre isso aqui, conversando com Mayá, Thago Pagando, conversando com ela aqui no no celular e quem sabe ele falou que entraria. O Giovan falou que ia entrar. Fugito é pago pelos Estados Unidos para testar o projeto MK Ultra para criar ilusões do Carlos e Gabi para o público. Exato.
¶434Ainda dá tempo de uma palhinha minha? Claro, enquanto o pessoal não decide aí qual o vídeo. Ô gente, agora decidam aí, ó. Vou colocar o o link na live. Sobe aí, ô Giovani.
¶435Vou aceitar você. Cê o Giovani? Entra, Giovani. Tô te esperando aqui. Pera aí, deixa eu ver.
¶436Opa, já entrou. Deixa eu colocar o Giovani aqui. Ué, você tá numa tela preta, meu nobre. Cadê você? Coloque seu belo rosto para nós vermos e bogarmos todos esses chat juntos.
¶437>> Eh, o meu rosto, >> claro. Ah, não, Carlos. Ah, o Carlos. Rapaz, eu jurava que era o Giovani. [risadas] Rapaz, agora que eu vi que é você, amigo.
¶438É que o Giovani acabou de dizer que ia entrar aqui. Sorry. Deixa eu tirar aqui a sua tela. >> [risadas] >> Desculpa, amigo. [risadas] >> Pessoal rindo aqui.
¶439[suspirando] Mas é porque o Geovani, ô Giovani, entra aí rapidão. Entra aí rapidão também. [risadas] Ai ai ai. Carlos Alberto entrou. Ô Thaago, ô Thago, eh, você não quer pagar pra gente ver o vídeo lá do Francisco Soares?
¶440Ficaram, eu não vi ainda, Carlos, mas disseram que o pessoal lá da San Restaurcionista fez um vídeo só para criticar o Francisco Soares. Você ficou sabendo? Não fiquei sabendo, mas eles são eh serantistas tão tão radicais, eles são tão radicais que eles consideram que a teologia moral de Santo Afonso Maria de Ligório é uma espécie de retrocesso e coisas assim bizarra. É mesmo. Pera aí rapidinho.
¶441Deixa só colocar o Giovan aqui rapidão para ele. Ele ele queria falar só um pouquinho. Opa, opa, tá tá tudo escuro aqui. Eu coloquei um pouquinho de massinha na câmera e enfim. Dor de cabeça, tá?
¶442Não tô 100%, mas dá para pontuar alguma coisa. Vocês estão ouvindo aqui agora? >> Rapadinho. Olha o Thiago falou: "Vamos, vou fazer o Pix agora". Ô Thago, seja generoso aí porque vai ser um vídeo bem legal.
¶443Ô Giovani, você não você não quer aparecer não colocar as caras aqui, ó. Fiz um elogio todo a sua beleza sem querer acabou vindo o Carlos no lugar e pegou o elogio por ti. [risadas] >> Olha aí, rapaz. Não é que se eu tivesse bem hoje, bem e tanto de saúde quanto de aparência, eu ligava a câmera na hora, desarrumei. Foi tudo aqui já.
¶444Rapaz, >> você não tá bem de saúde? Que aconteceu com você? Não, nada sério. É só o incômodo mesmo, sabe? Quando você bebe pouca água, eh, tá respirando a muito seco, isso me gera fatalmente uma dor de cabeça noturna.
¶445>> Entendi. >> Nada grave, isso muito chato. >> Deixa eu perguntar, o pessoal tá conseguindo ouvir aqui o Giovan? Digam aí se vocês conseguem ouvir essa voz também, também toda cheia de dublagem, né? O Giovani parece um personagem assim, né?
¶446falando personagem de de anime. >> Pior, eu sempre falei desse jeito, cara. >> Pois é, eu sempre falei desse jeito, cara. >> Tenho testemunhas. >> Uhum.
¶447Mas enfim, o Giovani, o pessoal tava debatendo com você aqui no chat. Você quer falar rapidinho antes de gente começar o vídeo sobre o Francisco Soares, sobre o que que você tava falando? Eu fiquei surpreso quando vi que você foi criacionista. Você foi, é, >> é. Durante a infância e baixa adolescência, eu comecei a, de fato, estudar a biologia evolutiva antes mesmo dos livros, via artigos em 2012, né?
¶448Eu tinha 12 anos, estava nas férias do interior, um momento dificílimo da minha vida, eh mais difícil do que qualquer coisa que eu tenha enfrentado recentemente, inclusive, mas encontrei ali nos estudos um refúgio, tanto intelectual quanto emocional. Foi muito bom, porque eu sempre tive interesse na biodiversidade, né? Eu sou exatamente aquele estereótipo de criança que era fascinado com dinossauros, com animais selvagens em geral. E eu ainda sou, né, cara? A verdade seja dula disso.
¶449>> Eu te mandei, eu te mandei o vídeo do meu sobrinho falando o nome de todos os dinossauros. >> Eu acredito que não, >> rapaz. O meu sobrinho, ele tem três, quer dizer, acabou de fazer quatro, mas ele tinha três anos e alguns meses. E aí eu fui, eu fui, ele tava viciado nos dinossauros. A gente vai, a gente, eu vou te mandar esse vídeo, eu vou mostrando para ele assim, qual que é esse?
¶450Esse, ele, esse é o espinossauro. Eu falei, eu eu nem eu sei o nome do Ele sabe, entendeu? Ele sabe, ele sabe todos. Assim, a gente colocou um monte, assim, tem um o meu meu irmão, acho que ele imprimiu, não sei, ou ele comprou, não sei o que que é aquilo lá, com várias imagens, só tem a imagem, ele não sabe nem ler ainda. E ele vai falando o nome tudinho deles, assim, é bizarro.
¶451Acho que vai ser você no futuro. >> Cara, não duvido nem um pouco. Eh, eu sempre digo, presto muita atenção nos meus parentes, né, nas crianças, que eu tenha algum grau de afinidade com os pais, pelo menos para dar um empurrãozinho, sabe? Eu espero que eles nunca passem pelas agonias intelectuais que eu passei, mas é quase inevitável, né? Acaba se colocando muita pressão, depositando-se muita esperança que aquela pessoa vai seguir o meio acadêmico, vai ter uma carreira, alguma coisa do tipo.
¶452Mas é é tenso, é tenso. Tava refletindo >> para nosso pr e pra nossa audiência conta o que que você é na academia hoje, Giovani. Enquanto não chega o Pix. Não sou nada nada de relevante, pelo menos, né? É raro que alguém na minha faixa etária seja relevante, mas eu sou biólogo, tenho um mestrado que eu completei no ano passado.
¶453Dentro da biologia sempre fui mais afeito à zoologia, ecologia, evolução, genética, portanto, né? São grandes áreas de interesse, fontes de inspiração absurda, né? Olhar pro meio natural, mundo natural, é uma experiência fantástica, fica a curiosidade de qualquer um. leva a gente a fazer perguntas muito interessantes, tanto sobre os outros seres vivos, sobre nós mesmos. Mas [música] eu tenho, eu eu sou um caso muito >> Thago mandou R$ 100.
¶454Vamos nessa. Fogita, Carlos e Giovani. [risadas] Meu amigo, se o Carlos subir é impressionante. >> O Carlos foi a pessoa que me apresentou a metafísica porque em um poste aleatório dele me marcaram, ele tava falando sobre evolução especificamente e nada do que ele falou. Eu entendi e eu não sei se ele entendeu o que eu falei da parte estritamente biológica.
¶455Eh, acredito que teve muito ruído. Era evidente que ele entendia muito mais de filosofia do que eu e isso não mudou de jeito nenhum. Mas parece que ele mudou a interpretação, né? Tipo, ele aceita evolução em algum nível. Já me falaram isso.
¶456Eu não não sei qual é a situação dele >> também. Não sei o que que o Carlos defende sobre isso. >> A Gabi, eu sei que já apontou alguma coisa sobre sobre determinação e tal e até o >> Ela tá falando, ela tá falando sobre sobre mim, sobre minha sobre as minhas posições. >> É, ele tá falando que foi você que o apresentou sobre a metafísica no Face, eu acho, né, Giovani? Não, [roncando] >> Giovan >> lá para 2018, 2017, 2018.
¶457>> Entendi. Só uma dúvida, a gente fala Giovani ou Giovani no seu caso? >> Sempre foi com G, sem o duplo fonema, >> tá? OK, Giovan. >> Os gringos me chamam pelo duplo fonema, naturalmente.
¶458>> OK. E é, mas enfim. É, então deixa eu deixa eu falar aqui. Eh, eu não lembro dessa conversa, mas talvez ela tenha ela tenha acontecido. Na verdade, [roncando] o meu grande problema na época não era reconhecer as evidências, as evidências da evolução, etc.
¶459Minha posição como tomista era eh de uma dificuldade de compatibilizar, por exemplo, a teoria evolucionista com uma teoria ilorfista. acerca da do do da substância das coisas. Quem já leu o ráburo, ele levanta essa objeção contra os evolucionistas, né? Então, eu queria saber se existia alguma opção à época que pudesse eh levar a cabo e mostrar que é possível mediante a evolução. Eh, e mantendo ainda a doutrina ilemórfica de Aristóteles.
¶460E na época eu era muito influenciado pelo Gilson e Gilson. E eu dizia que não era possível, não era possível. É interessante porque eu acredito, ainda me falta ler muita coisa do Fazer, né? Eh, não sei vocês, mas sempre que eu tento explorar algo novo, eu me deparo com as coisas que eu sou obrigado a fazer na escala profissional. E aí o fugido daquele é médico, então deve sentir isso muito também.
¶461Eu não sei com o que o Carlos tá trabalhando, mas é sempre essa complicação. Eu sou muito indeciso, mas imagino que o Fazer Fazer tenha pontuado muito sobre isso, né, a relação ontológica de fato, né, da classificação dos seres, da modificação dos seres e como relacionar o aristotelismo com a biologia evolutiva. Mas eu lembro que você tinha me feito, foi só um poste, alguns comentários e você tinha me feito a recomendação da árvore do porfírio. Eu imagino que o melhor paralelo que a gente pode traçar da forma como classificamos seres vivos e entendemos essas populações ontologicamente com alguma forma de aristotelismo, seja por via dos clados, né? Porque você pode dar uma origem a uma espécie diferente.
¶462Tem até o um caso que ficou recentemente muito conhecido com formigas. Por conta do tipo de reprodução da formiga, eh uma mãe pode dar a Luiz um filhote de uma espécie de fato distinta, né, por causa da do da segregação dos cromossomos, como o processo ocorre. a longo prazo, esse processo é distinto, mas a gente sempre se manteria de alguma forma numa na mesma categoria, num categoria mais ampla, né? O ser humano como substância eh ele é tem substância intelectual, né? É o animal racional, né?
¶463E isso tá dentro de animal e por aí vai. >> Só que no caso da claística são vários grupinhos >> um dentro do outro. A matriosca ontológica. >> Eh, o pessoal que tá falando que eu tô bêbado é que eu acabei de acordar. Pessoal, relaxa, não bebi nada.
¶464[risadas] Ah, o Carlos tá falando meio assim. Ah, agora em relação ao que você disse sobre a a eu ter recomendado as espécies de porfira, porque na verdade tava indicando que você teria que levar em conta para uma breve síntese entre essas duas coisas de leorfismo e evolução, você teria que levar em conta os diversos graus metafísicos que as coisas têm. Eh, e essa e e esses graus metafísicos estão nas coisas de alguma forma, né? Eu, por exemplo, eu eu era um leitor do Ráboro e o Raboro dizia que o universal universal que você dá nas coisas, eh, ele não pode ser ele não pode ser mutável. Mutável.
¶465>> Então, eu acredito hoje, como eu vejo como eu vejo essa questão? Existe ou não mais algum tipo de processo de síntese entre essas duas correntes? existe. É, basta você olhar, por exemplo, a partir da matéria-pra entrepas aristotélica, eh, a as diversas disposições que ela pode receber e que podem a inclinar ao a a edução de uma nova espécie natural. Ou seja, você explica >> você explica a evolução através da matéria prima, que é a pura potência em relação às formas físicas.
¶466Você explicando isso, você consegue talvez explicar que existem podem existir condições prévias a essa, a essa matéria que na verdade condicionam a ao recebimento de uma nova espécie e não da outra espécie. Então, eh a partir disso é totalmente possível dentro de Aristóteles, é uma concepção evolucionista, >> cara. E o legal é que eh eu não vou dizer que é igual, porque esses conceitos nunca são eh rigorosamente iguais, mas partindo aqui, existe uma analogia na biologia que trata disso, que é a evolvabilidade, né? Eh, o quão modificável é um ser, uma população perante seu fenótipo e genótipo, né? E é muito interessante porque muitas vezes o próprio fenótipo eh nos termos aristotélicos é uma atualização da forma, né?
¶467Existe uma variação acidental possível. existe uma essência, por assim dizer, pelo menos algo muito próximo disso. E tanto dentro de um ser, isso pode variar, que é o que a gente chama de semáforonte, dependendo do estágio de desenvolvimento, quanto numa população. Então, assim, metafisicamente falando, eu não tenho um cenário muito claro na minha cabeça, mas eu acho que a sua contribuição foi muito boa, mesmo que que seja pontual, ainda assim lança uma certa luz. Às vezes eu conto em, se eu não for fazer o doutorado com eh biologia evolutiva, taxonomia e conservação de pequenos felinos, que é a tendência é que ou eu faça com felinos ou eu faça com um grupo específico de macacos.
¶468Se não for com esses dois, é capaz de eu me afogar na literatura e tratar de filosofia da biologia evolutiva, tentar traçar paralelos novos com o não só os aristotélicos, mas outras vertentes filosóficas também, porque é impressionante a diferença de aceitação com outras tradições. os hindus em geral para para eles parecem uma coisa extremamente intuitiva. Ah, até pros indígenas brasileiros, né, parece uma coisa muito intuitiva. A forma que eles interpretam o ser eh costuma ser distinta da maioria das tradições cristãs. E aqui eu não tô nem fazendo juízo de valor, né?
¶469É só uma diferença de fato dessas definições. >> Com certeza. Eu eu de fato concordo com isso. Eh, o Aristotelismo, o Aristotelismo pela sua hegemonia, pela sua eh dominância nas principalmente em Portugal e Espanha, ele sempre ele sempre foi resistente de alguma forma à evolução. Isso passa a mudar especialmente na França com os tomistas franceses que vão começar a olhar, olha, [roncando] de fato, é possível que Deus tenha criado, por exemplo, dois homídios, eh criado, ou melhor dizendo, preparado dois homídios e depois infundido, por exemplo, a alma racional em cada um deles, né?
¶470Eh, tudo isso é muito bem tratado depois pela tradição francesa. E aí os tomistas vão cedendo, depois o próprio Papa, ele reconhece essa possibilidade. E aí isso foi isso que abriu a grande margem que nós temos hoje de diálogo, né? Porque porque antes disso eh os tomistas eram extremamente extremamente contra eh a biologia. >> Que bom que hoje em dia há um diálogo, porque eu acho que os dois, as duas posições, as duas linhas de pensamento e de análise tê a enriquecer uma para outra.
¶471É até meio desanimador muitas vezes ou você conversar com algum turmista radical de linha mais antiga ou com um biólogo e perceber que as duas áreas não conversam. Muito difícil você conversar com um biólogo que tenha noções aristotélicas, um conhecimento realmente aprofundado, porque eu não tenho conhecimento aprofundado na filosofia aristotélica, mas eu tenho eh o suficiente para acompanhar essas discussões de forma em que eu não fique completamente perdido. E tem muitas comparações, dá para se tratar de muitos paralelos. que eu vejo até eh um certo negativismo de [limpando a garganta] >> biólogos que olham pra filosofia tradicional com com algum desden, mas gente tudo que eles fazem é pautado nas causas aristotélicas. A taxonomia causa >> manda aí pra gente o que que você acha do Rômulo.
¶472Cara, o Rômulo é provavelmente o criacionista brasileiro mais inteligente, mas eu discordo de muita coisa que ele pontou, porque simplesmente não é daquela forma que ele está descrevendo que o o processo biológico ocorre, né? Ele fala muito de problemas mutacionais, de geração de fenótipo, né? E aí por geração de fenótipo, a gente pode dizer que é são causas distantes para atualizações da fórmula. Por exemplo, como que você transforma uma pata numa nadadeira? No caso de dos mamíferos, né, da linhagem dos artodáticos, que são os bichos de de casco par, né?
¶473e principalmente a linha dos hipopótamos, por assim dizer, que é a mais próxima, como você pega algo parecido com aquilo e modifica até o ponto de ter uma nadadeira de baleia, né? alguns cetácios. E assim, do ponto de vista filosófico, show, interessante. São muitos delineamentos que a gente tem a fazer, mas do ponto de vista biológico isso é relativamente compreendido. A gente sabe, né, quais genes a gente entende o transcriptoma, a gente vê nos fósseis a transição é é até bonitinha, né?
¶474né? Sempre se poderia ter mais fósseis ou mais injusta que a geologia seja em não deixar tudo preservado, né? principalmente nos lugares com alta biodiversidade, porque o solo costuma ser ácido, costuma ser muito rico de decompositores, mas poxa vida, eh, não se precisam de tantas mutações quanto ele costuma alegar para você ter a diferença de fenótipo que ele está mostrando. Então, vejo um erro de genética de populações bem significativo aí e não só de genética de populações, né? Porque aí aí se trata de quantos indivíduos você vai ter que ter.
¶475e quantas gerações, certo? Mas um erro sobre como a estrutura se desenvolve e evolução de vertebrados, eles costumam utilizar são válidas, muito válidas às vezes até para a evolução de bactéria, por exemplo, mas a forma que o o vembrado se desenvolve que ele eh passa para frente as suas características ou que elas podem ser modificadas, tudo isso Isso é distinto do que acontece nas bactérias. Então, muitas vezes eu acredito que eles fazem analogias ruins. >> Entendi. Que coisa rulo de todo mundo, Rômulo e também do outro, o Sérgio Luter, por mais que a gente discorde com força, com força.
¶476E aí até bem mais radical do que as discordâncias que eu costumo ter com Rômulo, ainda é uma pessoa que dá para ter uma discussão interessante, sabe? Eh, eu sempre vou apontar problemas do que eles alegam na genética de populações ou no desenvolvimento. Quando eles trazem a questão de fóssil também costuma ser bem bem complicado. O a maioria das pessoas que tratam do criacionismo ou tem críticas à evolução, querem insistir em falar em questões morfológicas, gente, sem saber o que é um processo, sem saber o que é um forame, sem saber o que é uma faceta, fica muito difícil. E aí eu não tô nem citando o Rômulo e o Rulu dizer não, porque eu não sei qual é o conhecimento deles nessas áreas, né?
¶477O Rômulo com certeza tem mais, né? que é biólogo, já trabalhou com zoologia, né? Trabalhou com ornitologia especificamente. Então o conhecimento de anatomia ele tem mais, é inevitável. Isso não é demérito pro Lut que é químico, salvo engano, é químico, engenheiro químico.
¶478Mas esses dois eu acho que dá para ter discussões interessantes, né? Mesmo eu não veja que estão errados em em aspectos científicos. Entendi. A gente tem que marcar uma live, Giovânico, só com você aqui para falar sobre o assunto e aí com certeza a gente pode explorar alguma dessas questões aí, [limpando a garganta] talvez os debates sobre o criacionismo mais recente que você ache mais sofisticado, né? Porque não tem acho que esse confronto tão direto assim eh em alto nível nessa área, né?
¶479Eu vejo muito, como você falou, né? O Rômulo e o Luts são os mais sofisticados, mas os outros são realmente muito muito esquisitos, né? Então, no geral, >> em geral é pavoroso. Hoje um deles mandou mensagem no grupo e eu mal olho, sabe? Eu só olho quando me marcam porque é é muita muita bobagem, sabe?
¶480Muita muito comentário sem nexo. E o cara disse: "Ah, quer dizer que se o ser humano tiver nascesse com asa de barata, vocês iam dizer que ele é uma barata." Poxa vida, irmão, você fez uma disciplina de sistemática filogenética e você esqueceu completamente o conceito de homoplasia. Uhum. >> Esqueceu completamente o conceito de convergência. você esqueceu completamente eh que é uma análise, mesmo que ela seja de uma linha só, uma análise morfológica, ela tá contando com dezenas, centenas, milhares de caracteres.
¶481E a gente não tá utilizando o paradigma da escola fenética, sabe? A biologia evolutiva, a bioquímica e ecologia são acho três áreas da biologia que mais necessitam de matemática e de estatística. É simplesmente brutal, brutal. >> Vou fazer uma, vou fazer uma live com você pegando as melhores críticas a à evolução e a gente discute. >> Mas aí a gente a gente marca um dia para fazer esse rolê.
¶482Aí existem existem ainda algumas críticas que eu não acredito que a biologia vai responder completamente ou de forma satisfatória. Sempre que falam: "Ah, mas a origem da linguagem?" Eu acho que isso aí a gente tem resposta satisfatória. Agora, mesmo que não chamem de origem da consciência, mas o nível de inteligência que o ser humano tem de eh ele é só uma questão de diferença de nível, ele é uma diferença de natureza? Como que isso se processa? Eu acho que não vou dizer a biologia como um todo, porque tem gente, sempre tem gente trabalhando com um tópico nichado, né?
¶483Mas eu acho que essas discussões nas redes sociais seriam muito enriquecidas com filosofia da mente. É inevitável se você vai falar de inteligência humana, se você vai falar de alma imortal, de alma sensível, alma racional, o que quer que seja, isso passa por uma discussão de filósofos, de filosofia da mente que costuma ser completamente ignorada no no eixo de debate do Brasil, né? Convenhamos, não só nos debates nacionais, mas nos internacionais também. >> Uhum. Então, seria muito bom se a gente, ó, estão falando aqui, ó, live seria based, estamos falando aqui, ó.
¶484Então, realmente, eu vou chamar um dia para você, a gente vai, a gente marca direitinho, de repente [limpando a garganta] a gente grava ou então a gente pode fazer uma live aqui com o pessoal interagindo. Vou ver o que que fica melhor. Aí de repente faço um corte com para postar, mas >> acho que vai ser interessante. Acho que vai ser interessante. Falo com você.
¶485Deixa eu falar, tem uma outra pessoa que entrou aqui que é o Elaia. Ela, sei lá. Eh, tudo bem, meu caro. Você queria falar conosco também, não é? >> Foi, foi.
¶486Boa noite. Vocês conseguem me ouvir? Consigo perfeitamente, como a gente diz na Marinha, forte e claro. >> Eu queria perguntar a você e o Carlos, né, que já tem mais experiência na área, o que que vocês diriam para quem quer começar a aprender a filosofia? Porque assim, na internet eu vejo diversos conselhos diferentes, mas tem um padrão que eu reconheço assim, que eu queria saber a opinião de vocês sobre esse padrão, né?
¶487que eu botei até ali nos comentários, tipo assim, que eu vejo de alguns colegas e tenho contra acadêmicos que, apesar de eu ter vários amigos que, sei lá, acham um tanto exagerado o o a forma como eles ordenam as eh as listas de leituras deles, né, e tal, eh eu sempre vejo conselhos padrões do tipo, ah, leia livros primeiros sobre vida intelectual, eh, que acho que a maioria da galera já ouviu falar lá, tipo o próprio, a vida intelectual, o trabalho intelectual, aquele educação da vontade. >> Uhum. A a galera fala muito sobre os livros do Morte Merader também antes de começar a ler os livros de filosofia de fato e se vocês, tipo, acham que existe um filósofo correto para começar, se é Platão, se é Aristóteles, se não é um deles, né, se é a história da filosofia primeiro, enfim, como o que que vocês acham? Ó, eu comentei sobre isso um pouco sobre uma pessoa que me mandou um live Pix aqui para comentar sobre como ele deveria começar. Eu acho que isso é uma coisa muito pessoal, apesar de haver uma ordem das disciplinas, né?
¶488Eu tava comentando que eu já fiz um vídeo junto com o Carlos lá no canal do Victor Hélios, em que eu mostro que o currículo universitário na Idade Média ele era muito dinâmico e que eh eles estudavam mais várias matérias ao mesmo tempo, igual é na escola hoje, igual é numa universidade, né? Claro que algumas coisas sempre toda vez que você vai ser introduzido no assunto tem um nível mais propedêutico, né? Mas eu não acredito que exista uma ordem fixa e rígida para todo mundo, não. Assim que ah, se que nem o Olavo fala, se não fizer nessa ordem não vai funcionar. Acredito não.
¶489Claro que tem uma boa base em lógica e epistemologia é bom para você conhecer com de maneira mais fácil e mais vacinada outras ciências, né, com um pouco mais de pé no chão. Mas eu eu sempre quando vou dar uma consultoria para alguém, eu faço uma anamnese filosófica. O que que a pessoa já tem, quais são as dificuldades dela, o que que ela quer fazer com aquilo, onde ela vai chegar. Agora vou te dizer uma coisa, a questão de se basear pela lista do contra aos acadêmicos é um péssimo começo, tá? péssimo começo.
¶490Não começaria por lá não. Eles não têm menor noção de critério. Colocam obras muito avançadas no começo, algumas muito básicas pro final. Comentaristas nada a ver. Eles eh colocam toda aquela imposição sobre literatura por causa da teoria dos quatro discursos do Olavo.
¶491Então tem que ler tudo de Shakespeare, tudo de Homero, a Odisseia, tem que ler Camões, tem que ler tudo antes de começar a filosofia. Isso daí é um puro sofisma, tá? Não faz o menor sentido esse negócio de formação do imaginário com literatura, não. É sempre bom você ter, ah, ler poesia é bom, claro que é ler, ter algum contato com literatura internacional é bom, claro que sim, mas isso não é uma etapa necessária assim, sabe, como que ele coloca lá. Então, >> essa essa questão do Perdão, perdão, desculpe.
¶492>> Pode falar. Eu eu só ia dizer que assim, desde que eu comecei a acompanhar conteúdo sobre filosofia, teologia na internet, essa questão da formação do imaginário, principalmente [limpando a garganta] em grupos católicos, é uma coisa assim, tipo, que eu vejo que é muito, muito difundida e eu realmente nunca, cara, eu nunca entendi, tipo assim, eu nunca vi razoabilidade nisso. Procura um, procura um vídeo meu que eu tô fazendo assim, eh, Olavo tem razão sobre Aristóteles. É uma, uma review que eu fiz do livro Aristóteles em Nova Perspectiva, que é o livro que o Olá dizia ser a maior contribuição dele entre os livros que ele escreveu e é onde ele desenvolve a teoria dos quatro discursos, tá? E eu mostro ali como não faz o menor sentido você apelar para Aristóteles para tentar fundamentar isso, sabe?
¶493Arte que primeiro começa pela poética, depois vai pra retórica. É tudo lezeira isso para mim. Entendo, entendo. Mas você disse que acredita que existem vários caminhos, mas você não tem alguma recomendação inicial, algo do tipo? Não.
¶494>> Então, precisaria conhecer um pouco mais sobre você, entendeu? Para eu conseguir entender o que que você já sabe ou se você tá do 0 absoluto também. Eh, >> não sei. Assim, eu precisaria ver um pouco isso. Tem pessoas com inteligências distintas, né?
¶495Mais com mais aptidão para algumas coisas do que outras pessoas. Então esse conselho assim, ah, o que que eu começo, o que que eu vou fazer? Por exemplo, para o se você fosse começar com lógica, né? Eh, eu eu às vezes indico alguns comentaristas de Aristóteles, às vezes quando a pessoa não é tão dessa área assim, o próprio Mortar para entender lógica, só que quando você vai pegar o Mortar, que o pessoal recomenda muito, você vai ter que estudar, sei lá, tabela valor, verdade, algumas coisas assim que eu não sei se são realmente de todo necessárias para uma pessoa, sabe, projeto dela em específico. Apesar de que ser interessante, ser bom, é útil, é sabe, é adequado, mas, >> por exemplo, eu não acho que é necessário você ler esses livros de a vida intelectual, a educação da vontade antes de de ler outras coisas, não.
¶496Ou fazer necessariamente o trivi o quadrívio. Eu não tenho, eu tenho a menor eu não tenho a menor tara por esse tipo de método. Sério mesmo. Então eu primeiro, na verdade, quando eu vou, na verdade, a primeira coisa que eu faço >> quando eu vou fazer uma consultoria pro pessoal, eu vejo um pouco, eu testo o nível de leitura da pessoa, eu vejo o que que ela consegue extrair de um texto que eu dou para ela, e isso me ajuda a entender o que que eu vou fazer com essa pessoa. >> Hum, entendi, entendi, entendi, entendi.
¶497Eu, eu há uns anos atrás eu segui esse esse uma pessoa me deu esse conselho de ler o livro do César Mortari. Eh, tipo assim, eu diria que no momento atual não tô do absoluto zero em filosofia, mas eu diria que sempre foi algo meio não sistematizado. Li uma coisa que me interessava aqui, li uma coisa que me interessava por lá. Eu li o César, o livro do César Mortari, eu não cheguei a terminar, mas na época eu fiquei tipo, cara, cara, tipo, eu tive essa sensação, sabe, do tipo, tá, eu tô fazendo exercícios de tabela verdade, de uso de lógica simbólica, mas eu vou, tipo, eu precisava mesmo disso aqui, só para começar a estudar a filosofia. Foi, foi, foi esquisito.
¶498Foi esquisito. >> É, então isso tô dizendo. Por exemplo, se você tem um projeto mais de filosofia política, o que que vai ajudar isso? Não sei, assim, vai, obviamente, vai ajudar você em alguma coisa instrumentalmente, com certeza, mas eu diria que é uma coisa totalmente necessária? Eu acho que não, entendeu?
¶499Eu acho que não. >> Eu quanto eh eu acho que então talvez eu entre no seu privado, depois marque uma consultoria contigo. Gosto muito do teu conteúdo, cara. Já des até já falei isso, só queria reforçar. Gosto muito do teu conteúdo, cara.
¶500>> Ah, mas falou por onde? >> Eh, eu eu falei aqui mesmo, eu apareci aqui. >> Ah, você apareceu aqui. Ah, legal. Seja bem-vindo de novo.
¶501Então, procura lá no no WhatsApp para falar sobre que a gente marca a consultoria. Não sei se o Carlos quer colaborar também com alguma coisa. Carlos, quer dar alguma recomendação pro rapaz aí? Eh, a minha a minha recomendação é que você estude o Ramondu. [risadas] Ô, seu puxa-sco.
¶502>> Eu nem eu não entendi esse nome que ele falou não, velho. Para ser sincero. Raimundo Lúho. Raimundo Lulho. >> Ah, tá.
¶503Raimundo Lúlio. [risadas] >> Falou foi engraçado agora. >> Sai, sai para lá. Certo? O jeito que a gente estuda o o é é legal para bom da perspectiva clássica, quem quer ter uma quem quer ter uma erudição clássica, ou seja, Platão, Aristóteles, e nos neoplatônicos, nos peripatéticos, o Lúlio, ele consegue sintetizar todas essas tradições em uma coisa só.
¶504Então, você lendo o Loligon, você aprende várias coisas sobre a porapolástica. defeitos, por exemplo, da silogística aristotélica, porque o Lúrio tem a própria logística dele. Ou seja, você vai você vai aprender um novo tipo de lógica que que não é a lógica, por exemplo, do Mortari, que não é a lógica, por exemplo, que você encontra em manuais de filosofia escolástica, que é uma lógica que é uma lógica de certa forma eh que se amplia, né, a partir das múltiplas combinações que podem ser potencialmente infinitas de uma forma não linear, né, de uma forma não linear. e até circular. Eh, o Lúlio é bom para quem quer uma erudção clássica, porque até por isso ele era muito buscado na Renascência.
¶505Na Renascência o Lúo era um ator, era um autor pop star, porque ele representava basicamente todos os ideais de nascentistas, né? Tentou que alguns historiadores, como por, por exemplo, os irmãos Carreiral, dizem que o Lula é uma espécie de protótipo do homem renascentista, né? Que esse homem universal, polímata, esse homem que conhece outras línguas, é basicamente a figura do Lúlio, né? E aí ele foi muito popular por isso também. Mas enfim, se quiser eh aprender um pouco sobre esse autor, eh é só você me contatar, eu posso te mandar meu número ou conversa com fugita, eh, e aí a gente vê.
¶506>> Ô, cara, que é isso? Seria, seria um prazer, seria um prazer conversar contigo. >> Muito bom, Elias, você quer falar mais alguma coisa, cara? que a gente tá aqui na fila para ver um vídeo, mas é um prazer conversar com >> Obrigado, pessoal. >> Tá bom.
¶507O Geovani, se quiser continuar aí na linha para comentar, eu acho os comentários do Giovani fantásticos, assim, muito engraçados, né? Se você quiser permanecer aí. >> Ah, isso aí de fato, a publicidade eu tenho que dizer que é um dom mesmo. >> Oi? Cidade, eu tenho que que dizer que é um dom mesmo, mas você levanta a bola com perfeição, né, cara?
¶508Só estou ali para rebatê-lo. Exato. Então, Carlos, bora ver lá o Não sei se a gente vai conseguir ver tudo, mas pelo menos o comecinho lá do vídeo dele sobre Francisco Soares. Pode ser. >> Eh, pode ser.
¶509Opa, como não é minha área, eu não vou ter tanto a contribuir, eu vou voltar os comentários, mas eu agradeço a oportunidade. Mando aqui então um abração, caro Fugita, Carlo, Carlos. Eh, em algum momento eu conseguirei disponibilizar um tempo bom pra gente discutir tópicos da evolução. Eu acho inclusive muito bem-vindo a presença do Carlos, né, para falar da parte ilemórfica, né, introduzir a filosofia clássica no meio, pra gente encontrar os paralelos. Sim, >> porque enfim, eu acho uma discussão riquíssima e que raramente você tem em redes sociais, né?
¶510Às vezes tá, eu não vou dizer reclusa, mas é meio inchada, né, >> de [roncando] achar os autores de de quanto você vai ter que trabalhar para ter um conhecimento profundo. Então, de qualquer forma, se a gente puder dar uma introdução legal sobre o tema, acho que já vale bastante. Agrega também. Entendi. O Marco falou assim: "Fugita, como faço para contatar você ou Carlos?
¶511Eh, entra em contato comigo no Instagram ou no meu e-mail. Meu e-mail é matugita comg@gmail.com." Puxa, o Geovani saiu ia dar boa noite para ele. Desculpa, Geovani. Eh, ou manda mensagem lá no Instagram que aí eu passo meu contato pra gente conversar, tá bom? [roncando] Eh, vamos ver aqui, então.
¶512Vamos lá. Caramba, o vídeo tem 2 horas, gente. Eu não sei se a gente vai conseguir ver tudo, tá? Vou acelerar um pouquinho aqui. [roncando] Deixa eu colocar aqui.
¶513Vamos lá. Olá a todos. Eu sou Mateus Larsan e você está no canal da Restauração. Hoje eu estou aqui com o Henrique para gravarmos um novo vídeo, dessa vez para tratarmos dos erros de Francisco Soares. Ele que é conhecido como o grande doutor da Companhia de Jesus.
¶514Nesse vídeo hoje falaremos de alguns dos problemas de sua teologia, das condenações sofridas por Francisco Soares e também falaremos sobre as as famosas 24 teses tomistas. Então passar a palavra aqui para o Henrique. Eu peço a você que considere deixar o seu like, se inscrever no canal, ativar o sininho de notificações, comentar nesse vídeo para ajudar no engajamento e compartilhá-lo no WhatsApp com os amigos. Assim o YouTube vai entender que esse vídeo é relevante, vai mostrar para cada vez mais pessoas. >> É muito rápido ou tenho que desacelerar um pouco.
¶515Pessoal, falem aqui para mim se tá muito rápido ou se eu devo colocar aqui no só no 1.25 mesmo. >> Henrique, como é que você tá preparado para falarmos sobre o Francisco Soares, o grande, o intocável? >> Saudações, Mateus. É uma satisfação de novo estar aqui no canal. Estou sim, vai ser interessante falar porque é algo eh de acordo com alguns aí é como se fosse um doutor eh inerrante com a nível de Santo Tomás ou até segundo alguns eh a maior que Santo Tomás.
¶516>> Eu nunca falei que era inerrante. Você já falou, Carlos, isso? Não, eu disse que ele era um melhor escolástico, ou seja, >> eu também acho >> porque o porque a metodologia escolástica evoluiu ao decorrer do tempo. Soares, ele ele apresenta mais ele apresenta mais erudição, ele apresenta mais eh eficácia nos seus argumentos, ele é mais exaustivo em cada disputa. Então tudo isso mostra que ele é o melhor escolástico que são Tomás.
¶517Agora, em relação a ser mais ou menos gênio, de fato, escolar, o o Soares é um gênio. Agora, agora eu não sei dizer se ele é maior do que Santo Tomás. Pois é, a gente falou, eu só, na verdade, o que a gente falava também é que assim, enquanto a primazia, nós temos doutores mais eh com com maior destaque do que Tomás Jaquino, como era o caso que eu pelo menos quando falei sobre o assunto, eu sempre falava de Santo Agostinho. Eu nunca utilizei Francisco Soares para dizer que ele tem mais renome, sei lá, como argumento de autoridade ou por ele ser eh ou por estar no mesmo nível como doutor da igreja, como Tomás Jaquino é isso. Aí eu nunca nunca usei esse argumento com Francisco Soares.
¶518O que eu acho é que eu eu considero o raciocínio especulativo dele ou no mínimo a erudição maior do que a de Tomás Jaquina. Sempre foi esse o meu ponto. Vamos lá. E no vídeo anterior ele foi mencionado, mas tratamos sobretudo na questão do da posição verdadeira de Marinola diante das posições tomadas tanto pelo Thales quanto pelo pelo Fugito no debate. Analisamos alguns pontos, pontuamos o erro de ambos e bom, pelo que podemos ver, não houve uma resposta substancial a nada, >> pelo contrário, o parece que o Tales assistiu e assumiu, admitiu alguma algumas coisas.
¶519É, eu assisti o vídeo que o Thales fez reagindo ao nosso último vídeo, não é, sobre o debate dos dois e a tese do Marinzola. O Thales parece que se interessou na nossa apresentação, na sua na sua exposição, não é, sobre o Marinzola. Achou interessante alguns pontos. Eh, creio que ele assentiu, consentiu com a relevância da contribuição que nós fizemos ao debate. Eh, espero que em alguns pontos ali, como foi na questão do Torquemada, ele possa refletir melhor e, quem sabe apresentar melhor essa questão num próximo vídeo.
¶520Mas o Fugita, nenhuma resposta substancial. Eu nem sei qual que é a resposta exatamente ao tópico principal, né? Eh, eu vi assim algumas poucas questões que me indicaram. Eu fiquei, eu, eu soube do vídeo através do Carlos e do Chat no nossa, na nossa última live, né? Mas do que do que me mostraram assim, eu já vi alguns equívocos ali, né?
¶521Mas eu eu não consegui ver qual que é a objeção principal. Eu vi comentário assim de que ele, inclusive por causa da live do Thales, né, que me mandaram, eh, que eles dizem que o Thales errou em muitas coisas, eles atacam a formulação do Thales, que obviamente tem que ser atacada mesmo, mas eu não sei exatamente qual que é a grande crítica ao meu vídeo ainda, mas talvez a gente veja em algum momento, né? Nada, né? É, lembrando que a nossa reação foi chamá-los a um debate. >> Isso.
¶522Exato. A a nossa reação imediata em relação a esse vídeo ruim que eles fizeram e o ambos, tanto o Larzan quanto o outro não conhecem nada de Soares. Eh, venham pro debate, testem, se testem. Vamos ver se isso é aguenta 5 minutos de debate. >> Eita, rapaz.
¶523Rapaz, o Carlos foi para cima, tá? Mas bem, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Ou como diria o conde, né? Pera aí, pera aí, calma lá, calma lá. [risadas] Vamos ver, vamos ver.
¶524>> Não, pelo que eu vi, não >> é, eu também não fiquei sabendo de nenhuma resposta substancial da parte dele, mas é natural, é natural que não respondam. Mas de qualquer modo, hoje nós falaremos. >> Por que que é natural que não responda? A gente chamou pro, como o Carlos falou, a conversa foi justamente chamar para conversar, né, pro debate mesmo. [roncando] Eu eu não sei, né?
¶525Será que eles não ficaram sabendo do último vídeo que a gente fez? Senão, tá aí reforçado o convite para pro diálogo, tá? >> Sobre o Soares. E o Soares é um autor que transformou a escolástica. É assim, é um divisor de águas de fato.
¶526Tanto que ele é bastante hã benquisto por algumas dessas pessoas que também transformaram o debate público brasileiro, como, por exemplo, que levantaram uma guerra contra o tomismo e promoveram figuras como Francisco Soares. Então, hoje nós falaremos aqui de alguns dos seus erros. E por falar em erros, nós vamos começar aqui fazendo uma meia culpa, que é uma errata que nós fizemos no nosso último vídeo. Se vocês entrarem no vídeo que eu gravei com o Henrique, lá na descrição tem uma errata porque em um determinado momento nós dissemos que o Francisco Soares foi condenado pelo Papa Inocêncio 11 e teve alguns dos seus livros queimados por ordem do Papa. É, isso foi uma pequena imprecisão da durante a nossa conversa, mas ela não foi uma imprecisão desprovida de fundamento, porque eh na verdade foi uma confusão entre alguns fatos que aconteceram na vida do Soares.
¶527>> Hum. Hum, coisas que já tinham me falado também, tinha me apontado. Vamos ver qual que foi a imprecisão deles. >> Francisco Soares, ele foi de fato condenado por um Papa, mas não foi o Papa Inocêncio 11, mas foi o Papa Clemente VII, que condenou Francisco Soares. A segunda coisa, alguns livros do Soares de fato foram queimados, mas não por ordem do Papa, por ordem do rei da França, porque o Soares, ele apresentou sua tese do tiranicídio e não foi muito bem aceita pelo rei da França naquele momento.
¶528E terceiro lugar, ele também foi condenado pelo Papa Inocêncio 11, mas não explicitamente. foi condenado implicitamente. E nós demonstraremos isso no vídeo aqui de hoje, em que algumas das proposições ali condenadas como lachistas pelo Papa Inocêncio 11, de algum modo, estão relacionados ao pensamento suaresiano. Então, pra gente dar início aqui, recapitular para vocês, nós falaremos de três grandes partes. Esse vídeo de hoje terá três grandes partes.
¶529A primeira é a condenação do Francisco Soares pelo Santo Ofício. A segunda é a algumas alguns detalhes sobre o pensamento suaresiano, alguns problemas de sua filosofia e também uma certa peculiaridade sobre algo que aconteceu no Concílio Vaticano Io, que tem de certo modo a ver com o Francisco Soares, vocês vão entender. E na parte final desse vídeo nós falaremos sobre as 24 teses tomistas e como os jesuítas do século XX tentaram promover Soares, Francisco Soares, para se contraporem a São Tomás de Aquino. Então, antes de eu passar aqui a >> Então, tem três coisas aí, vamos ver, né? Eu tô curioso para saber os erros de Francisco Soares, principalmente no top [limpando a garganta] dois, né, que é os erros na filosofia de Franc Francisco Soares, né, a falarmos sobre >> exatamente, >> eu não sei nem não sei nem se você não quer ir direto para lá, né, Carlos?
¶530Hum. Porque eu acho que seria o tópico mais interessante do que eles listaram aqui, né? Você quer ver tudo? >> Eh, pode ser, pode ser. Eu fiquei curioso para saber quais são os erros de Francisco Soares.
¶531Deixa eu ver aqui. >> Pode pular. Condenação aqui, filosofia de Francisco [limpando a garganta] Soares. Qualquer coisa, depois quando eu assistir a parte da condenação, eu comento depois com o pessoal em outro vídeo. Vamos ver aqui.
¶532>> Mas é isso. >> Bem, antes de entrar na questão do das 24 testomistas, eu lembrei de uma acusação que a gente colocou do padre Bulan, a gente reproduziu ela falando que as condenações antimodernistas do Papa São Pio X eram também reações contra os desvios do do suarianismo, né? Eh, e uma mesma, de certo modo, a gente também fez uma essa mesma acusação e contra o Cardial Nilma, né, que chamamos ali ele de um teólogo liberal e um protomodernista, ou seja, não era um não era um modernista, não era um here modernista, mas alguém que antes do anatema do modernismo convergiu com ideias que viriam a constituir aê do modernismo, como a doutrina de como a ideia de que a doutrina revelada não cessou com a morte do último apóstolo, como demonstrado pelo pelo padre Kimball. >> Oi. >> Eh, as má línguas diriam que a diferença entre o Nilman e os modernistas condenados é que o Nilman nasceu mais cedo do que eles.
¶533Então é o que dizem por aí, né? São as más línguas. >> Sim. Sim. Por isso que ele seria um próista.
¶534Ele veio antes do modernista. >> Ah, entendi. >> Não é que ele foi, não é que ele foi sub pervertido pelos modernistas, é que ele veio antes dos modernistas. Exato. >> Por isso que ele não seria um um modernista propriamente dito, mas é alguém que certamente convergiu com algumas ideias ali do do que viria a ser o modernismo.
¶535>> É muita falta de qualidade desses tradicionalistas, né, Henrique? >> Muita falta de qualidade. >> Pois é. Bem, mas aí as pessoas peguem o livro traduzido aí pela ação restaurista, né? O livro intitulado Cardial Nem cavalo de Troia.
¶536Baixa um livro aí, leiam e esses divergentes aí tentem refutar os argumentos aí do livro. >> Chorar é fácil, reclamar é fácil, difícil refutar, né? >> Pois é. E bom, eh, voltando à questão do padre Bulan, né, o padre Bulan fala isso de Soares, né, da posição de Suares, do dos problemas dele, dos desvios. E, bom, e se isso é basicamente a mesma assim que fizemos do Nilma, né, que dizer isso, né, dizer que o Suares também convergiu com ideias que viriam constituir a heresia modernista.
¶537E bom, e parece parece de fato que ele convergiu, né, como se verá o exemplo que eu que eu vou dar, né, a partir do que de um erro exposto pelo próprio Marinzola, que eu não mencionei no vídeo anterior, né, porém eu tinha mencionado aqui no vídeo anterior que o Soares inovou com sua ideia de formal confuso, como estávamos falando e que essa ideia trouxe diversos desvios em teologia. E um desses desvios, que é o exemplo que eu darei, é o feito pelo próprio Soares quanto à ideia de novas revelações que seriam feitas pela igreja ao definir como de fé divina verdades virtualmente reveladas que >> então então então pera aí só uma só uma coisa antes. Eh é doutrina católica de que a revelação se encerrou, o tesouro apostólico se encerrou com a morte do último apóstolo. >> Ou seja, tudo aquilo que os católicos creem é aquilo que o que até a morte de São João foi criado e ensinado. >> Sim.
¶538Exato. >> OK. Então não dá para criar uma nova doutrina, não é? >> Exatamente. Sim.
¶539Não dá para criar. O que a igreja define é o que já está ali contido, que foi revelado, né? >> Só que algumas coisas, muitas coisas não estão explicitamente reveladas, mas implicitamente revelada. E bom, já esse virtualmente revelado seriam dados eh distinto desses dados revelados, né? essas verdades que, >> segundo Soares, eh, não seriam propriamente a revelação, mas algo que se deduz dela.
¶540>> E então não são verdades, não são dados propriamente revelados. Eh, e bom, e essas novas revelações que a igreja definiria como de fé seriam ali no Dezer de Soares, eh, como uma consumação ou complementação da revelação. Ou seja, a revelação não teria acabado então com a morte do último apóstolo. Ela estaria sendo consumada ali pela igreja através das declarações, né? Soares admitindo essa ideia, é citado pelo Marinçola, que também cita outros suaresianos ali reconhecendo que Suares admitiu essa ideia de novas revelações.
¶541Como admitiu Cardi Amazela, outro soreano, essa ideia de Soares já não é admissível depois do concílio do Vaticano, né? no qual se declara expressamente que o papa, falando em nome de toda a igreja, ao definir algo como verdade de fé, não define uma nova doutrina, mas expõe fielmente a própria doutrina apostólica, a revelação. Mas podemos ir além disso, né, e e mostrar a razoabilidade da acusação reproduzida do padre Bulã, de que as condenações antimodernistas também incluem de modo indireto ou implícito eh uma mitigação das tendências dos desvios de Soares, né, e dos seus de suaresanismo. >> O que eles estão falando aqui, Carlos? Você tá me ouvindo, Carlos?
¶542Estou, estou te ouvindo, sim. >> É o que eu sei que o Su ele admitiria assim, acho que o suaresiano responderia que ele admitiria que a igreja adiciona algo aí a a a dado, mas não uma nova revelação. A proposição, acho que o Soares reconheceria que continua mesmo a ser crida, mas o seu caráter é que se revelaria como de revelada, né? E não apenas de deduzida. alguma coisa assim, mais ou menos, né?
¶543Ou seja, teria um certo adição de caráter testemunhal por parte da igreja, correto? >> Uhum. >> Exato. >> É que eles estão reproduzindo aqui a ideia de que o Soares estaria admitindo múltiplas revelações ao longo da história, né? >> É, a gente pode a gente poderia objetar em relação à própria concepção do Francisco Marençola em relação ao Suáes, que é plenamente refutável.
¶544E se ele acha que a refutação do Marin Solo é algo definitivo, que bom. Espero que ele venha o debate com esse pensamento. >> Eita, o Carlos aí tá tá para poucas ideias hoje, pessoal. Vamos continuar aqui. >> E para isso basta evidenciar que essa novidade Soares sobre supostas novas revelações da igreja, serem uma consumação da igreja, está condenada na 21ª proposição, condenada no decreto lamentá do Papa São Pio X, né, no qual ele condena 65 proposições modernistas.
¶545para depois, no modo próprio prestantícia escrure anatematizar automaticamente qualquer um que viera defender ou incorrer em qualquer uma das proposições ou em alguma ideia exposta na encíclica pachin de domines. E bom, >> e é uma pena que essa condenação de São Pio X tenha sido daqui em diante e não retroativa, porque se fosse retroativa, >> é, >> muita gente ia ser nomeada nessa nessa censura. É, não é mais porque a comunhão é uma um assédio disciplinar. >> Sim, né? Exato.
¶546Exato. Deveria ser revisado os livros >> certamente, né? Pô, mas poucas, >> pelo menos daqueles mais proeminentes. >> Sim, sim. Mas pouca pouco se faz.
¶547>> Você vê o espírito da coisa, né? Puxa, que pena que foi só dali pra frente, não para trás, que ele queria que mais pessoas fossem censuradas, né? Esse acho que o o parceiro dele até o o comentário, eu nem sei qual o nome do outro rapaz que é Henrique, não sei qual que é o nome, >> ele até fala assim, né? Não, mas esa aí a disciplina é uma coisa, né, medicinal, não sei o quê, né? Mas ele queria que fosse citado aí, queria que quer a cabeça do Soares a todo custo, né?
¶548>> Quer sim, vamos ver se ele domina os conceitos eh suaresianos básicos, né? Eh, no mínimo, no mínimo, no mínimo, el eu penso que ele não conhece bem o que as supostas condenações de Soares. Ele até fala de uma uma condenação implícita, né? H, vamos ver o que que ele vai dizer. >> Uhum.
¶549>> Nesse sentido, eh, bom, nessa 21ª proposição da Lamentável, se anatematiza a seguinte ideia, né? A revelação que constitui objeto da fé católica não se completou com os apóstolos na medida eh na medida então em que é negada a verdade de fé, que a revelação se completou com a morte do último apóstolo, assim como é negada pela ideia de Soares de que a revelação poderia ser dita, consumada na medida em que a igreja define como objeto de de fé uma verdade que é um virtual objetivamente distinto, né? um virtual não revelado. Enfim, essa essa ideia de Soares não é a mesma da dos modernistas, mas ambos ambas ambas ideias convergem para a mesma coisa negada pelos modernistas e não modernistas, né, de que a verdade eh de fé eh que a revelação se completou com a morte do último apóstolo não é absolutamente verdade. Entend esse é um dos pontos principais, inclusive no livro Contra o Cardial Nilma, que estará linkado aqui na descrição.
¶550Uma das principais acusações levantadas contra Cardial Nilma. >> Sim. >> Mas você conhece esse livro? sobre contra o Cardial Nima que eles estão mencionando. Carlos, conheço sim.
¶551Ruim, ruim, péssimo. [risadas] >> Ai, ai, ai. Então vamos lá, vamos continuar, >> por enquanto, por enquanto. Tá do jeito que eu gosto, assim, os objetores muito mal preparados. Vai ser um debate muito engraçado.
¶552[risadas] >> Assim, o Soares através do, não sei, formal virtual contido, formal confuso, ele de algum modo tende a crer, ou pelo menos admite a possibilidade ou colocou a coisa de tal modo que posteriormente suares e Anistas interpretaram como hã a continuidade da revelação, no sentido que o tesouro apostólico continuaria se expandindo. >> Sim. é um um suaresianista assim que segue, costuma seguir bastante esse suares é o Cardial de Lugo, mas ele mesmo já vê isso e esse erro assim grosseiro de Suares e tenta se desviar deles. >> Uhum. >> Eh, aí ele cria um uma outra ideia que o padre Marin Sola trata, expõe e mostra que ele cai num numa certa petição de princípio ali e e uma teoria de que, né, por ser o mesmo Espírito Santo ali, então continua a mesma verdade ali continuada, né?
¶553>> Uhum. >> Certo? Bom, é isso. Depois vem os salmotenses, acabam negando algo que é afirmado por ambos também, pela por todos os teólogos também. E bom, aí a confusão se instaura cada vez mais e tudo isso por conta dessa >> incompreensão de quão errônea é esse princípio.
¶554>> Opa, pode falar, cara. Engraçado que eles não citam um suaresiano. Primeiro porque Lugo não era suaresiano, ele tinha influências de Soares, mas como teólogo ele era original. Ele buscava sempre algo original e defesas próprias, teses próprias. Ele era influenciado por Suáes, isso não há dúvida.
¶555Agora ele não é um suaresiano. Suaresiano é Francisco Soares. É Francisco Soares, né? Com o que é o o Francisco Soares português, é o padre Lossada, é o Raburo, é o Mendive. Esses são de fato suaresianos, né?
¶556>> Uhum. Sim, sim. Bem, vamos ver se eles vão citar, né, alguém. Vamos lá. >> Inovador de Soares com de formal confuso, né?
¶557>> Sim. E bom, eh, esse é um exemplo assim que podemos listar para eh de como não é irrazoável a afirmação do padre Bolan, de que também as condenações antimodernistas foram pensadas e feitas para mitigar os problemas do suaresianismo, né, sobretudo nesses aspectos filosóficos e metafísicos e teológicos também, né? E daria para dizer até que essa tese ela é comprovada pelos acontecimentos, porque se o decreto lamentable, a a partir de domines e todos os outros encíclicas relevantes do ponificado São Pio X não fossem uma ameaça para a jesuitada, eles não teriam tentado desfazer tudo que foi feito sobre São Pio X no pontificado de Bento XV, >> embora eles conseguiram concessões relevantes do Bento XV, que de novo, como dissemos no nosso último vídeo, não é lá o pontífice mais radical de todos. Os jesuítas ainda tinham que lidar com a censura ou pelo menos com a obrigação de ensinar as 24 teses tomistas e tudo mais. >> Isso.
¶558Isso. As 24 tes tomistas ali. São P como remédio ao modernismo. Que que ele impõe? Ele impõe Santo Tomás.
¶559ele impõe que se deve seguir as normas eh a filosofia e a teologia de São Tomás como um remédio ao modernismo. E bom, você vê que a a tendência do do pessoal dos que ação seguem a sua igreja conciliar é se desviar de São Tomás. Isso também porque não tem como manter-se eh estritamente tomista eh sem cair começa aí aí começam as dificuldades. Vamos vulgar eles assim, ó. Quando vocês falam de tomismo, se vocês estão falando do tomismo tradicional ou do ou do próprio tomismo suaresiano?
¶560Vocês estão falando do tomismo revisionista do século XX a partir do padre Cornélio Fabro ou do próprio Goson. Qual o tomismo? Qual tomismo a igreja está de alguma forma subscrevendo? Até porque esses tomismos tm teses opostas, né? Eh, o Cornélio Fábro não acredita, por exemplo, nem no tomismo tradicional e tampouco no tampouco no na na síntese suaresiana.
¶561Ah, o padre o o Gilson, a mesma coisa. Ou seja, qual tomismo a igreja estaria chancelando? A igreja estaria de alguma forma dizendo: "Olha, siga este tomismo, esta vertente". Isso já é difícil de responder. >> Uhum.
¶562Pois é. Vamos ver como que eles continua dizendo. Não sei se eles podem qualificar um pouco, né? Vamos lá. Ecletismos sem ser eclético.
¶563Eh, e ao mesmo tempo sustentar essa esses desvios tantos da igreja conciliar que tá muito além do neomodernismo, que foi base ali >> do Vaticano II, desses autores da novetologia que fizeram o Vaticano II. E bom, eh, assim como não é possível, como não se costuma encontrar gnose no pensamento aristotélico, não há não dá para encontrar modernismo no pensamento tomista, porque é de uma clareza tão absurda, tão flagrante, que é aqueles que querem perverter não conseguem. Eles precisam necessariamente reinterpretar e ler São Tomás a luz de tacal teólogo, a luz de fulano, a luz de Belano. >> Sim, sim, exato. E >> uau, hein, Carlos, que que você achou disso aqui?
¶564Porque o Tomás Jaquino tem uma clareza tão grande que seus opositores têm que ler sempre reinterpretando, né? Eu não sei, mas é engraçado, é uns ataques assim meio genéricos, né? Eu quero saber o que que o que que qual que é esse esse tomismo tão tão puro, né? Que ele sabe qual é, né? E tem acesso.
¶565Queria saber, né? Que ele tem, ele aparentemente ele tá dizendo isso, né? Que para criticar Tomás tem que distorccê-lo, né? Porque é tão puro, tão claro. >> Então, eh, realmente é é interessante porque ele falou alguma coisa sobre sobre a as doutrinas peripatéticas, né?
¶566Ele falou o quê? Elas são >> Oi. >> Ó, o trecho da gnose em Aristóteles, você tá falando? >> Ele falou alguma coisa da do do da do treino na peripotética. >> Ah, tá.
¶567Uhum. Eh, bom, não sei se eles sabem, mas o Suares, o Soares é um, é uma espécie de peripatético, ele faz parte das tradições peripatéticas modernas que surgem a partir do século XV. Eh, S. Thomas Jaquino, ele é um autor, na verdade, às vezes ele é um autor que não é tão sofisticado assim, porque e justamente daí surgem as tantas interpretações do texto dele, porque ele não é tão, por exemplo, eh, claro, especialmente em filosofia, é que surgiram tantas e tantas formas de entender o mesmo texto, né? porque ele não tinha a sofisticação que depois surge na escolástica do século X, 15, 16.
¶568Ele não tem essa essa eh sofisticação. E aí cabe aos tomistas pegarem essas teses, sofisticarem essas teses, lapidarem, eh, de alguma forma construírem ali muros para que ela não seja um alvo fácil de objeções, né? Uhum. >> Então tem que se entender isso. >> Perfeito.
¶569Muito bom. Vamos lá. >> Isso que nós dizemos que a segunda escolástica transformou a primeira escolástica. É sempre bom reforçar. >> E digo neomodernistas porque naquilo que tendem a concordar com as proposições modernistas concordam a partir de ideias e termos distintos das ideias e termos dos modernistas anatematizados sobre São P1.
¶570E foram esses neomodernistas que ditaram as novidades do Vaticano II, né? sobretudo aqueles teólogos da chamada nuvela teologia, nova teologia. E e eles, né, na constituição dogmática de Verbon, no Vaticano II, atentaram sutilmente contra a verdade de fé de que a revelação se completou com a morte do último apóstolo, né, onde afirmaram que a tradição apostólica, parte da revelação, progrede na igreja, de modo que a igreja atenderia continuamente à plenitude da verdade divina, inclusive por meio dos dos fiéis e do do magistério, através do da experiência do fiel, experiência particular. É bom, [roncando] é sutil essa novidade porque inverte o sujeito que progride. Já não é mais a igreja que progrie.
¶571Já não é mais a igreja que progrede diante da tradição, mas a tradição que progrede diante da igreja, né? No caso, >> pode parecer a mesma coisa, mas não é a mesma coisa. >> Não é a mesma coisa. É uma inversão. Eh, para a igreja, nós aqui enquanto fiéis de sente, né, que aprendemos que temos uma compreensão maior da tradição, né?
¶572E bom, não é a trada, o Nilma ele dizia que para ver a proclamação de dogma o certo seria consultar os fiéis, porque eles diriam também aquilo que eles dão a sentimento, logo eles estariam referendando aquilo que já é a fé que sempre foi conhecida. >> É, eu não não sei o quanto ele afirma isso, mas se afirma já é basicamente o senso, essa falsa noção de sensos fíis que se criou na na igreja conciliar. Basicamente, eh, a fé do dos fiéis já é para é norma de doutrina, né? >> Uhum. como se fosse o magistério.
¶573Ali é o magistério a serviço da crença [limpando a garganta] dos fiéis. E bom, como eu falei, é é então essa eh >> é quase como um conciliarismo leigo, né? >> Isso. Exato. >> Ou seja, o para ver, como diriam os conciliaristas, que pra doutrina de um papa ter validade, ela precisa ser aceita pelo episcopado universal.
¶574Então agora para ser aceito, tem que ser aceito pelo >> magistério leigo, pelo pelo conjunto dos leigos, alguma coisa assim. Isso me lembra uma proposição condenada dos chancenistas que diziam algo parecido, que o poder do a hierarquia e ela recebia seu poder do povo, né, também a autoridade e implicava antes numa aceitação dos fiéis, que é uma tese assim tem a ver com uma certa democracia e bom, é uma da das convergências assim de mentalidade. >> Eu vou fazer um vídeo, eu vou fazer um vídeo sobre a a os jancinismo e também a bula unigênitos. Então a gente vai explicar um pouco melhor essa parte, porque é aquela coisa, o que que era dos jciristas, o que que eles falavam mesmo ou o que que era a pudes né? Tem tem coisas ali maravilhosas.
¶575Sim, sim. É, mas tomada algumas proposições tomadas assim isolament pistia. >> Uhum. >> Uhum. Sim, sim.
¶576De pistóia. >> Pistó acreditável isso que você tá falando mesmo. >> Isso. Exato. E mas assim, você vê que a os modernistas retomam algumas proposições condenadas e e inclusive os modernistas, assim, os sobretudos mais progressistas admitem, né?
¶577Basicamente parte do do pensamento jancenista foi reabilitado com com o Vaticano II, né, depois do Vaticano II. E também outras outras heresias também, como jancenismo também de certo modo foi reabilitado, reabilitado naquela questão do limbo dos infantes também. E interessante. Bem, mas cincenismo n questão do limbo >> também, de certo modo também, mas a do pelágio de negar que os infantes eh mortos sem batismo vão pro vão pro inferno, né? vão para um lugar do do inferno, né, que a igreja depois denomina esse lugar do inferno como limbo, limbo dos infantes.
¶578>> Essa era uma doutrina do Pelágio, né? >> Sim, sim. Que inclusive foi bastante combatida pelo por Santo Agostinho. Sim. >> E bom, isso é retomado na pela igreja conciliar, né, que e como eu tava querendo dizer, né, essa relação da do desenvolvimento de uma progressão em relação à tradição e à igreja.
¶579A igreja assim, a não é a tradição que evolui, é a nossa compreensão da tradição que evolui, né? Então é necessário fazer essas distinções que os modernistas não fizeram no Vaticano e acabam confundindo. E é justamente eh essa uma das características do do neomodernismo, que ele é bem mais sutil do que o modernismo. Então eles com termos diferentes, como eu disse, né, termos e formas diferente, eles chegam a conclusões eh parecidas, né, ou idênticas. E bom, e aí então no Vatican segundo se inverte o sujeito, né?
¶580Já não é mais a igreja que progride diante da tradição, mas a tradição que >> Opa, Carlos, você falou alguma coisa? >> Não, eu posso fazer uma dublagem do que eles dizem. Dizem o seguinte, ó. Não, mas o modernismo ele foi, né? Ele foi e aí ele destruiu isso e teve o papa que condenou aquilo, né?
¶581Mas aí eles foram restaurados com o Vaticano II e aí eles criaram, sei lá, um copo, né? um copo de plástico que é próprio dos modernistas, quando na verdade os copos antes eram copos de vidro. Então, eh claro que os modernistas eh principalmente os os jesuítas, né, são muito culpados disso. Além além além do que o jancenismo, que na verdade é uma heresia que surge a partir de Santo Agostinho, eh é claramente foi também influenciada pelos jesuítas, que foram seus maiores combatentes, né? Uhum.
¶582>> Eh, [limpando a garganta] eh, claramente eles entendem muito da heresia, da controvérsia, não se eles conhecem, por exemplo, os jesuítas envolvidos nela e especialmente os próprios agostinianos, né, como, por exemplo, o Henrique de Norris, depois o Lorenzo Bert e tantos outros nomes que também são modernistas, por sinal. [risadas] OK. Bem, isso seria provado em debate, né, Carlos? >> Pois é. >> Vamos lá.
¶583Vamos lá. Aqui supostamente eles vão pegar trechos do Soares. É isso, Marinçola sobre as revelações novas de Soares. Vamos lá pro grid diante da igreja. Eh, e bom, e também tem um outro erro aí, né, que sob o nome igreja se confunde o seu lado docente, o magistério, com o seu lado decente, que os fiéis na qualificação de posse da tradição, né?
¶584É certo que os fiéis, [limpando a garganta] incluindo o clero tomado como indivíduo particular, eh, não possuem posse plena da tradição e podem progredir no conhecimento dela. Mas não é verdade que o magistério, sobretudo o papa, tomado como doutor dos doutores, não possua toda a verdade revelada. Ele possui sim também, né? Diferentemente do que o Prev diz, que ele fez uma declaração no passado dizendo que ser igreja sinodal é reconhecer que que não ninguém possui a toda a verdade, né? Toda a verdade em relação à à religião, à fé.
¶585E sendo que os papas diziam o contrário, né? Que o papa ele possui sim todo o depósito da verdade, né? Então ele tem posse diante de si toda a tradição eh em seu mais pleno desenvolvimento. Claro que para isso ser manifesto, é necessário auxílio do Espírito Santo para mostrar isso para os homens. É, >> o Papa ele é o cabeça da igreja e o episcopad os fiéis são seus membros, né?
¶586Então >> naturalmente a cabeça como é a parte superior e a mais importante, ela detém toda a verdade. >> Isso aí e a gente aí >> diga lá. Eu eu nunca escutei isso. Isso aí para mim é novo, que o papa é o cabeça da igreja e que, portanto, eh a cabeça ela suburgindo os demais membros, os demais membros. E, portanto, nós temos que obedecer o papa.
¶587É uma doutrina assim que eu nunca escutei. Muito bom. Vou até aqui anotar no no meu catecismo, né, pra gente aprender um pouco sobre eh fé, né, doutrina da fé. O que que é o que é o papado. Afinal de contas, eles estão explicando o que é o papado, porque os doutores modernistas não sabem o que é papado, não sabem o que é, por exemplo, eh, o Papa o Papa ser chefe universal da igreja, ele ser, por exemplo, cabeça da igreja e assim por diante.
¶588Então, o que nós podemos fazer é ter um ato de humildade, humildade pura, e de fato estudar o esses detalhes tão importantes que os amigos aí estão oferecendo. [risadas] >> Ai ai, Carlos, ai Carlos, o Carlos acordou aí, poucas ideias, >> escrituras, né, Pedro? Eh, confirma teus irmãos na fé. >> Isso. E bem, o Marinçola, ele cita dois dois suaresianistas, né?
¶589o caral de Lugo e o Mendiv que afirmam, né, que essa essa mentalidade, essa ideia de Soares da igreja é basicamente consumar um depósito novo da revelação. >> Eh, o Marin >> Posso ler a frase? >> Pode ler, sim, claro. >> Aqui do cardeal delugo, ainda que o pensamento de Soares seja bem claro por todo contexto, não será demais citar o testemunho de dois teólogos ilustres, ambos de filiação suaresiana. Na verdade, isso aqui é o Marinola.
¶590Isso. Agora vai começar a cardeal delugo. >> Logo, para que se creia depois de fé. É necessário que seja revelado por Deus de novo. E isto se fará pela definição da igreja, como queria Soares.
¶591E agora só um ponto aí, não que >> você falar alguma coisa, Carlos? >> Olha, em relação à teoria do do Suares, eh incorreram ou não nessas novas revelações, não é algo que eu gostaria de explicar tanto, até porque eh eles como adversários esperados, bem preparados, eh eles já vão saber o que eu vou dizer. Então vou guardar um pouquinho pro debate, mas o que eu vou dizer é o seguinte, eh o qualquer suaresiano sério vai dizer que o Suares ele não adiciona novas revelações. O que acontece é que a definição dogmática não é uma adição de revelação, porque ela não introduz no objeto sobrenatural no depósito de fé. E, portanto, se ela não deposita um novo objeto no depósito de fé, não há novas revelações.
¶592Ohó, meu Deus do céu, que coisa óbvia. Então ela é por o Suares vai dizer que eh o que na o que na verdade acontece é que ela é um novo ato divino de testemunho sobre uma verdade já contida implicitamente na revelação. E se já estava contida implícita na revelação, a novidade não é a nova revelação, porque ela não existe. A novidade está, na verdade, no modo de proposição e no na certeza do assentimento e não no conteúdo revelado, tá bom? Então, eh vai ser ótimo se eles usarem o o Arinsola contra a gente, né?
¶593Vai ser muito bom, porque vão estar muito bem preparados e vão conseguir responder as objeções. >> Então, eu tava eu tava na verdade aqui tentando procurar, tava tentando abrir aqui o defed porque eu acho que tem um trecho do Suárez lá de ele falando que não é necessário adicionar nova revelação. Ele mesmo tá falando isso, né? Aí eles podem tentar concluir que se na verdade se segue disso do Soares, apesar de ele negar, o que ainda não tá demonstrado, né? Mas eu acho que o próprio Soares explicitamente fala isso no Defid.
¶594Eu tava só procurando aqui o trecho, não tô encontrando, mas eu acho que é na disputação segunda, acho que entre deve ser algum momento entre a sessão quatro e seis. Eu tô procurando aqui, mas se eu encontrar eu leio aqui pro pessoal. >> O Delugo concorde com o Soares, mas ele eh só tá constatando que o Suares acredita nisso. Depois ele vai tentar corrigir isso de Soares. >> Uhum.
¶595Ou seja, o cardeal delugo, ele reconhece que essa porta ficou aberta no pensamento suarisiano. >> Sim, sim. Que é uma coisa insustentável. >> Uhum. >> E aí vem o José Mendivia.
¶596Eh, Soares ensina que a conclusão teológica é de fé, porque julga que a definição da igreja, no caso, é uma nova revelação. Ou seja, a definição daquelas verdades virtualmente contidas ou contidas, talvez, sei lá, virtualmente confuso do Suá se torn próprio. Sim, próprio. São distintas. dação distinta objetivamente da da do dado revelado.
¶597>> Aí ali se constituiria uma nova revelação, né? Aí >> e isso é extremamente problemático, né? Dizer assim que não somente que é de fé porque tá virtualmente contido na revelação, mas que é uma nova revelação. Isso é problemático? >> Tá me escutando.
¶598Fugi aí. Oi. >> Ah, tá. Ah, não. Eu queria dizer o seguinte, que eles citam ali o padre mendivo, cardeal de logo.
¶599Vamos pegar do Mendive, que é o mais próximo. Ele diz o seguinte ali, ó. Tô, tô, acho que tô vendo mais ou menos. Soares ensina que a conclusão teológica é de fé, promulga, porque julga a definição da igreja, eh, no caso, eh, é uma nova revelação. Eh, é o seguinte, quando o suarezano fala em nova revelação, não tá falando no sentido de uma nova introdução de um novo objeto sobrenatural eh depositado eh na fé.
¶600O desafio qualquer um da ação restauracionista encontrar qualquer afirmação sobre a adição de um novo objeto sobrenatural no depósito de fé, que aí sim entraria numa nova revelação no sentido estrito. Quando ele fala de nova revelação, não tá falando de eh um um novo objeto adicionado. Verdade. É o que eu disse antes, é um novo ato divino de testemunho sobre uma verdade já contida implicitamente na revelação. Então, a novidade que o que os suarezinhanos comentam, olha, Soares, ele defende uma nova revelação, ou seja, a novidade que ele que ele defende é que eh o modo de proposição e certeza do assentimento, eh, a novidade, né, está, portanto, no conteúdo revelado, só que esse conteúdo revelado já contém aquela verdade implicitamente revelada impl itamente na própria revelação.
¶601Então, ah, proposição incerteza de assentimento estão sim no conteúdo revelado. Aí nós temos o que eles chamam de nova revelação, ou seja, não é nova revelação no sentido que eles estão colocando, é nova revelação no sentido testemunhal que é diferente. Então, tem que fazer uma separação. Exegese do do texto de Soares e dos suaresianos. Nova revelação.
¶602Revelação no sentido de uma nova atualização sobrenatural do depósito da fé e uma nova revelação no sentido de um novo ato divino de testemunho sobre uma verdade já contida implicitamente na revelação. São duas coisas diferentes, entendeu? Isso é básico de Soares. Mas eu não vou falar muita coisa, não vou falar muita coisa, senão vou entregar o meu jogo e aí vai ficar difícil para mim, né? [risadas] Mas é, você falou basicamente o que eu tinha comentado no começo, né?
¶603O que ele, o Soares reconhece é que há uma adição de um ato testemunhal ou de um caráter testemunhal que não estava tão explícito antes assim, né? Mas o eu eu acho que eu encontrei o trecho aqui no Defit, que ele fala assim, ó: "Para isso não é necessário uma nova revelação, mas basta a assistência infalível do Espírito Santo para explicar e propor explicitamente aquilo que antes estava apenas implicitamente contido nas coisas reveladas. Acho que depois eu tenho que avisar se a tradução tá certo, mas eu tava procurando aqui no defedo acho que mais que logo depois ele fala: "Deve se afirmar simplesmente que a igreja não transmite uma nova fé, mas sempre confirma e explica a antiga e por isso recorre sempre à escritura e às tradições apostólicas. Eh, mas eu vou pegar direitinho as citações. Eu talvez, eu não sei se tá traduzido corretamente de tudo aqui, mas eu tava procurando aqui no defed naquela disputação sexta mesmo que eu havia mencionado.
¶604E é isso, né? Pelo menos o Suares, ele ele não tá reconhecendo do que ele tá dizendo que se segue novas revelações, né? Enfim. Exato. >> E bom, o Marinçola, ele coloca uma nota aí naquele parágrafo a que ele fala que o Cardial Mazela eh fala que uma tal opinião já não é mais tolerável, né?
¶605Mas sem citar o o Soares. Daí nessa nota >> o Marinçola fala que essa teoria de que a definição da igreja equivale a uma nova revelação, talvez seja a chave de outra teoria para Rara de Soares, a saber que as revelações privadas, se a igrejas aprova são já de fé católica. O que ele cita Soares, né, Soares falando falando isso no seu livro sobre a fé. E bom, a gente sabe que isso não é verdade, que a igreja quando ela prova significa somente que eh não tem nada, nenhum erro contrário a fé ou a moral à aquela revelação. >> Sim, >> é basicamente é uma segurança quanto a isso.
¶606Não que a gente é obrigado por fé divina a acreditar naquilo, né? Que se alguém não acredita por algum motivo, não peca contra a fé, não deixa de ser católico. Por isso. >> Uhum. [limpando a garganta] É isso.
¶607Nesse nosso vídeo nós vamos agora começar a terceira parte que é sobre as 24 teses Ah, então foi esse o erro de Soares, né? Assim, basicamente foi isso aqui tudo. Eu pensei que eles iam entrar em alguma coisa assim das eh sei lá, como falaram da erros de Francisco Soares. É basicamente eu acho que aquele bem, se eu entendi bem que a crítica deles no primeiro vídeo foi essa, é repetir o que eles falaram, então, né? no sentido de que, ah, então seguir Soares é errado porque implica novas revelações.
¶608É esse o ponto. Eu pensei que eles iam tentar entrar em alguma coisa, já que ele não é tão grande assim, objetar a metafísica, objetar alguma tese, mas não, é só repetir esse negócio de que tem nova revelação. Na verdade, eles não citam um conceito suaresiano, não explicam como há uma uma concatenação de conceitos em relação ao que o Suário chama de de formal implícito. Eles não investigam a doutrina de Soares sobre o assentimento de fé, sobre o motivo formal eh da fé, não investigam nada disso. Mas como eu disse para você antes, >> eh, é bom a gente não comentar tanto, porque assim eles vêm debater e aí, eh, a gente vai tá vai est numa posição melhor, né?
¶609Porque >> a gente precisa de ajuda, né? >> Que eles têm lá um leque assim de argumentos fortíssimos, né? Então, a gente temos que tomar cuidado, né? >> Exato. Exato.
¶610Então, a gente tem que se preparar e mais e mais. Hã, se preparar porque eh os nossos adversos nossos adversários clar claramente já leram muito Soares, conhecem Soaresianos, o Mendive, o Lugo e outros. >> Sim, exatamente. Mas enfim, ah, [limpando a garganta] eu não sei se você quer ver essa parte das 24 tes somistas, que já tá ficando tarde, amigo. Não vou poder ficar tanto tempo assim, mas eu acho que isso aqui já foi uma boa amostra, né, do que que de fato tá esperando a gente, né?
¶611Então, se for esse o caso, eu tô até mais tranquilo, eu acho, sabe? Mas assim, o eu não sei, eu esperava bem, talvez eu desconheça alguma coisa do Soares também que eu pode me surpreender, né? Mas depois eu vou dar uma olhadinha no que eles falam no primeiro vídeo e sobre essa parte das condenações das 24 tesistas, porque aqui com certeza na parte das 24 teses tomistas eles vão tentar fazer valer a tese, né, de que ah, Tomás Jaquino não é oficial, talvez as 24 teses, sei lá, colocando como hipótese aqui, as 24 teses foram canonizadas ou todo mundo tem que obedecer ou então é muito mais importante do que verdadeiramente é, sei lá, algo assim. Eh, possivelmente vão citar autores como Guetino, dominicano, que tentou, por exemplo, eh, tentou, por exemplo, a a eh invalidar o centen o centenário de [roncando] celebração de Soares. Vão vão citar por, por exemplo, autores como Bandeira, espero, né?
¶612se eles se eles estão atualizados, então eles vão citar, por exemplo, autores como Bandeira, Ramirez, que tentam utilizar essa tese de que São Jaquino, ele é o oficial e os demais são, portanto, subalternos, subordinados à doutrina supostamente oficial, que é a doutrina atomista. Embora, embora, veja só, não seja possível definir qual doutrina é essa, porque você tem o tomismo tradicional, você tem o tomismo e revisionista, você tem o tomismo suaresiano, porque suares eles se consideravam tomista, né? Então tem tudo isso. >> Exato. Exato.
¶613Bem, mas então vamos deixar isso pros próximos episódios. Acho que eu tô satisfeito aqui, Carlos. Eu vou ter que ir já, mas eu agradeço aí a sua presença. Vamos ver se na próxima a Gabi aparece. Ela tentei fazer com que ela entrasse hoje, mas acho que ainda aconteceu alguma coisa.
¶614Ela não pôde. Eh, e vamos deixar aí aberto o desafio, né? Caso eles queiram, estamos à disposição. Certo. >> Exato.
¶615É só entrar em contato. Acho que vou fala com Fugita e aí a gente marca esse debate. >> Exato. Tá bom. Vou me despedir aqui do pessoal.
¶616Gente, obrigado pela participação de todo mundo. Boa noite. Deus abençoe para assim a vida de vocês, as suas famílias e a gente se vê no próximo vídeo. Até mais, pessoal. Tchau, tchau.
¶617>> Até mais, pessoal.