¶1Qual era Ron que falaremos hoje em Pedricora? >> Que tal diploma de influenciador na parede Moldurado? Eu quero. [música] Quara, tô achando que eu vou pra faculdade. >> Acho uma boa ideia, hein?
¶2Vou com você. Vou me formar em influenciador. >> É, gente, já existe. [risadas] Vai existir, né? Porque tá sendo implementado >> um programa de universidade, de estudos universitários, formando as pessoas em influenciador ou influenciadora, >> por que não?
¶3>> E eu gostei muito da ideia. >> Eu acho que é sensacional. E eu tô falando seríssimo. >> É claro que é. Acho que faz todo sentido.
¶4E, e, e curso que vai ser oferecido pela Walter Crownkite School of Journalism, a escola de jornalismo Walter Crownkite, da Universidade da Arizona, que é uma escola que eu conheço, que é uma [roncando] excelente faculdade de jornalismo nos Estados Unidos, é eh famosa, importante, eh na costa oeste é uma das melhores, eh, Texas Los Angeles e o CL e e Stanford Baton, mas tá ali e eh Texas Edin, né, que tem uma escola também formidável de jornalismo. E e a ideia do curso deles, a primeira coisa que você vai assim, ah, meu Deus do céu, influenciadora, que são aquelas mulheres bonitinhas que ficam de biquíni e tal, é um curso que ensina a contar história usando plataforma digital. É, a a questão é que e tá sendo tratado com enorme controvérsia, né? Mas a questão é que toda novidade é controversa, né? >> É >> quando quando abriram os primeiros cursos para atores, precisa ver o Deus nos ajuda.
¶5>> Tá vendo? E e é uma profissão, não adianta fingir que não é uma profissão. E é uma profissão, >> eh, que é cada vez mais importante, >> porque a gente tem que levar e enquanto o fato de que as pessoas usam redes sociais, usam YouTube, eh, newsletters, né, tipo Substac, esse tipo de coisa. O o o meio digital é o principal meio de informação paraa maior parte das pessoas. Influenciador é uma profissão.
¶6>> É claro que é. >> Tem um monte, mas um monte de gente ganhando isso, dinheiro com isso. >> E não é nem só os que a gente conhece, hein. >> Uhum. >> Porque o mundo é dividido em nichos e nichos e nichos.
¶7peixe. Quando comprei meu aquário na sequência dos meus netos ganharem peixes numa festa de aniversário, que aliás deixa eu abrir um parêntese para achar que são para descascar essa ideia péssima de dar bicho para as crianças com lembrancinha de festa de aniversário, se é que isso ainda se faz. Mas enfim, os meus netos ganharam peixinhos que vieram em umas coisas assim do tamanho de copos, coitados daqueles peixinhos, né? Então, comprei um aquário. Ponto.
¶8Mas enfim, seja uma longa história, os peixinhos estavam felizes. Mas eu aí comecei a estudar peixe e a quantidade de influenciadores de peixe que eu descobri não foi brincadeira com assim milhões de seguidores, Anitas verdadeiras no mundo aquático. E se você fizer sobre ipismo, se você fizer sobre facas de cozinha, guincho, se você fizer sobre o que você quiser, você vai ter influenciadores daquele assunto. E excelente que tem, é porque são pessoas que te ensinam ou são pessoas que te motivam. É, faz todo sentido, né?
¶9trazem informação e aí é importante você tratar eh eh informação com cuidado, com responsabilidade. Eh eh é importante o cuidado com a qualidade da informação que você tá passando adiante. >> É um campo da comunicação. >> É claro que é um campo da comunicação. >> A gente a gente achar que uma universidade formar alguém para ser repórter de televisão, tá OK?
¶10E formar para ser influenciador de internet. Uma desgraça, não é? Não é a evolução dos tempos. É evolução dos tempos. >> Teve uma época em que nem jornalismo era curso superior.
¶11>> É, mas isso foi um pouco antes de eu estudar. >> Mas teve, >> não sei, é dos anos 60 o curso de jornalismo. >> É, é, é um curso tão recente que eu vou te dizer o seguinte, eu sou jornalista desde que eu me tenho por gente e eu não fiz curso de jornalismo >> porque não tinha ainda ou era uma coisa que a gente lançar? Não fiz. Eu sou porque eu sou uma dropout.
¶12Ah, mas eu também sou. Eu não tenho curso universitário. Naquela época você podia obter o registro de jornalista dentro de uma cota das universidades. Quer dizer, se da das redações, se sei lá, tinha 70% de gente formada em jornalismo, que naquela época já começavam a existir os cursos, >> 30% podia ser registrado mesmo não sendo formado em jornalismo. Foi nesses 30% que eu entrei.
¶13>> Entendi. Entendi. É, não. E veja, Cora, eh, eu acho que existe uma grande dose de preconceito, sim, eh, por parte de uma quantidade muito grande de pessoas com essa ideia de que influenciador é uma profissão, mas influenciador é uma profissão. Um código de ética paraa profissão de influenciador, obviamente faz-se necessário, olha para toda essa questão de bet.
¶14é >> e tudo mais. E e em grande parte aí as pessoas, ah, você não precisa de faculdade para ter ética. É claro que você não precisa de faculdade para ter ética, mas tem uma coisa que que a faculdade te faz pensar que é [roncando] de de alguma forma você tem que desenvolver algum tipo de reflexão a respeito da profissão que você segue. >> Sim. Eh, bem ou mal, isso é uma coisa que a gente aprende, porque a gente aprende como jornalista, mesmo não tendo feito faculdade, jornalismo, porque porque é uma profissão que já tem uma história.
¶15Então, quando você vai virar jornalista, quando você chega numa redação, você é acolhido por pessoas que aprenderam a fazer aquela profissão com pessoas que vieram antes e com pessoas que vieram antes. Quer dizer, você tem, >> você faz parte de uma tradição. Quando você tá falando de uma profissão que é tão jovem e no entanto tão influente, né? >> É, eh, você não tem a construção dessa tradição. E eu eu acho que nós somos e nós somos influenciadores, né, agora, no sentido de que nós temos >> som mas de uma forma mais tradicional, porque >> porque a gente vem de uma tradição de contar histórias em outros meios.
¶16Exatamente. A gente já vem disso. Eh, eh, para pessoas que tão chegando ali e começaram a fazer uns vídeos e tem carisma e tem eh eu eu a gente percebe nitidamente que tem um problema de tem um problema ético para muitos, >> tem, >> né? E e isso vem da falta de uma de uma reflexão sobre o que você tá fazendo e da responsabilidade. >> Sem falar da parte prática, porque um curso desses ensina você a filmar, ensina você a se posicionar em relação à câmera.
¶17Claro, >> ensina uma série de coisas que tudo bem, tem gente que consegue fazer isso sozinha, >> que aprendeu do nada, que aprendeu trabalhando, mas eu acho que se você se você pode e às vezes você tem uma pessoa muito talentosa para comunicação que não consegue se virar com luz ou >> Claro, >> acho bacana, dou força, >> sim, embora. >> Acho bárbaro, gostei. >> Temos livro, >> ah, temos uma história. >> Uma história, >> uma sequência. Olha aqui.
¶18Vamos começar com este daqui, o Deus das Pequenas Coisas. E são aqui, tá em inglês. Isso é um livro que saiu há 500 anos, sabe? 500 anos sendo um exagero, evidentemente, mas em 1980, 1998. Ah, olha que coisa engraçada, né?
¶19Ele, eu guardo papéis dentro dos meus livros. Aí tem um programa da minha irmã e do Marcelo Fegerlândia tocando em algum lugar. E aí tem uma permanente da Bienal Internacional do Livro de 1980 aqui juntos dentro desse volume. Mas bem, o Deus das pequenas coisas, o Deus das pequenas coisas não é o 98 não. 98 tá tá aqui atrás, mas não é esse livro anterior a isso.
¶20Nos anos 80 ainda. Quer ver ele? Não é anos 90 porque ela ganhou o Booker Price com esse livro em 97. Quer dizer, não é tão antigo quanto é >> de 96, 97. >> É, então é é é um livro suficientemente antigo.
¶21Quer ver? De pera aí 97. Então eu li esse livro assim que foi lançado, porque esse livro teve uma repercussão enorme, ganhou o Pker Price. Quando o livro ganha o Booker Price, eu leio, porque é um prêmio de uma consistência muito interessante, consegue manter o nível da premiação, >> que é o principal prêmio britânico, né? é o principal prêmio literário de língua inglesa, as publicações de língua inglesa e publicações traduzidas para língua inglesa.
¶22Isso é um espetáculo do livro. Eu li, fiquei apaixonada por esse livro, achei uma coisa extraordinária. Ele foi uma revelação para todo mundo. Muito bem, esquece esse livro. E viajo eu pra Índia nos anos 2000, 2010, 11, sei lá, por aí.
¶23E desc vou para Nova passo um tempo em Nova Del descubro esse livro absolutamente sensacional que é O guia de campo das árvores de Nova Délico por um camarada chamado Pradip Crichen. Aqui também tem o Ah, que coisa interessante. é o marcador da livraria que eu mais gostava em Nova Deli, que se chama Barisons Books. E [limpando a garganta] aquele típico endereço que a Índia ainda tinha naquela época, opposite main gate canket, quer dizer, em frente à entrada principal do C market não tinha números, né? Você desvira a esquerda depois da árvore ou até >> bom.
¶24Então aqui você tem todas as árvores de É uma edição linda, parece aqueles guias de viagem da da DEC, da editora, porque o papel é muito bom. as imagens, a quantidade de ilustrações com as flores, com as frutas, com o tipo de árvore, te dando a localização da árvore mais importante ou de uma árvore dessa espécie para você ir procurar aqui, ó. >> E e você vai fazer uma conexão entre esses dois livros. >> Calma, >> de autores diferentes. >> Calma.
¶25>> Aham. >> Eu isso aqui são, >> percebi que são todos indianos, mas tudo bem. Isso são só as folhas de pipau. Tá bom. >> Tá bom.
¶26>> Eu fiquei apaixonada por esse livro. Eu visitei várias árvores por conta desse livro e eu li este livro, acredite se quiser, de ponta a ponta, porque ele é tão bem escrito e é tão delicioso. E eu achava ele a demonstração máxima de como a Índia é um país sofisticado e desenvolvido, porque não é qualquer país que tem um livro desse. É preciso você ter uma civilização atenta, >> com certeza >> ter um mercado editorial maravilhoso. Aliás, eu falei DK, tá aqui.
¶27A DK trabalhou. Esse livro foi lançado pela Penguin Books da Índia e pela DK. E tá venda apenas na Índia. É para venda na Índia. Tem um outro papel dentro ainda.
¶28Ah, da NOC, que é uma loja maravilhosa. É, pronto. Também na Índia. Então, me apaixonei por esse livro. Esquece esse livro.
¶29Tá >> aí no começo desse ano, eu li este livro aqui da Arundat Roy, aquela do primeiro livro. Isso aqui são as memórias dela. Eu li ele em inglês, chama Moda Mary Comes to me. >> Moda Mary Comes to me. >> Em inglês.
¶30>> Meu abrigo, minha tormenta. Isso são as memórias da Arum Droy, as especialmente as memórias dela em relação à mãe dela. E você descobre que este livro aqui, o primeiro livro, não é uma ficção, ao contrário do que você imaginava, essas coisas aconteceram. É um livro que tem até realismo mágico, mas você descobre que tudo isso aqui foi verdade, que basicamente >> o que há de ficção aqui é muito pouco. Você descobre aqui que Arind Roy é uma pessoa muito extremista, eh, é uma pessoa radical, radical mesmo, eh, divisiva ao extremo na Índia por suas posições políticas.
¶31Ela em geral tem razão e em geral ela leva essa razão a um extremo tão tão distante que ela passa a não ter razão a ser aquele tipo de opinião que é um gol contra posições que na verdade seriam nobres e defensadas. Mas isso é tudo outra história, porque eu estou falando da escritura. E aqui você descobre o quê? que ela ganhou tanto dinheiro com o Deus das pequenas coisas, que o marido dela, que se chama Prad Crichen, conseguiu realizar o sonho da vida dele de fazer um guia das árvores de Deli. >> Que coisa espetacular.
¶32E você comprou o livro sem saber dessa conexão? >> Eu nunca tive ideia. Esses dois livros moravam na minha estante, moram na minha estante há 500 anos. E eu tenho imensa admiração pelos dois, cada um à sua maneira. Isso eu achando que era uma obra de ficção, que no fundo não é.
¶33E isso aqui sendo melhor guia de árvores que eu já vi, porque sou uma pessoa que lê guias de árvores e pássaros, OK? Eu confesso. Tá, não precisa olhar com essa cara. [risadas] >> Olha aqui, eu tô numa cidade arborizada como Nova Adélia, com aqueles vegetais magníficos para todos os lados. Eu quero saber quem são.
¶34>> Por que não? >> Vai nota. Bom, e aí ela conta desse marido e de como esse sonho do marido foi possível de se realizar. Por que com aquele dinheirão todo que ela ganhou, o marido poôde largar o emprego, poôde atrás de todas as árvores e catalogar árvore por árvore, fazer as fotos, etc. Eles já não vivem juntos e tal, porém eu achei que ficava engraçadinho >> contar essa história.
¶35E agora vamos a esse livro, >> por favor. É uma vida esquisitíssima, muito violenta. A [limpando a garganta] mãe dela se casou, casamento arranjado na Índia com cara, com um camarada que bebia, que era extremamente violento. E ela largou aquele marido porque senão ia morrer. >> Uhum.
¶36Então eu ia morrer e foi se abrigar com os dois filhos, Arund irmão dela, numa casa que a família tinha, que era uma casa de uma casa de férias de veranic, como se fosse uma casa em Petrópolis ou Teresópolis, de onde a mãe e o irmão dela, dessa MRI, que é a mãe da Rundade, a expulsaram, porque naquela época as filhas não tinham direito de herdar [roncando] coisas dos pais e eles acharam um absurdo que ela estivesse morando numa casa que a rigor seria herança do irmão. É uma legislação terrível. E Mary, a mãe de Arundá, teve que sair correndo literalmente para as ruas da cidade em busca do advogado para não ser despejada. expulsa pela sua própria mãe e seu próprio irmão. Não conseguiu, teve que voltar para a outra cidade, para a família daquele marido que ela tinha largado.
¶37E agora ela era duplamente uma autquest porque ela tinha largado o marido e enfim, cara, essa mulher foi a justiça. A gente tá falando aqui, Arund Roy é uma pessoa mais nova do que eu, mas a gente tá falando de uma pessoa de uma geração muito antiga. Mulheres não faziam isso na Índia. Era uma cristã síria, não tem nada a ver com país sírio. Cristão sírio é denominação religiosa.
¶38E as mulheres dessa denominação não podiam receber heranças paternas. Ela lutou na justiça, ganhou. Foi uma luta terrível. Ela ganhou essa parada e anos depois expulsou o irmão da casa que ele tinha dado. Todos nós nos sentimos vingados, ainda que amargurados.
¶39Mas enfim, essas são as circunstâncias em que ela cresceu. Essa mãe era uma pessoa horrível, uma pessoa absolutamente horrível. A a avó dela >> não, a mãe. A avó nem fala. A avó é uma mejera.
¶40O pai era um bêbado. Essa mãe que lutou e conseguiu era uma pessoa horrível. >> Mãe, era uma pessoa horrível. [suspirando] >> Porque eu já tava torcendo por ela, né? >> Não, que em nenhum momento amou essa criança ou disse que amava ou acolheu.
¶41Então, ela cresce. >> A mulher que deixou o casamento porque o marido ia matar, era uma pessoa horrível. era uma pessoa horrível. A Arundat Roy no fim revela uma certa simpatia até pelo pai que é um bêbado inútil, uma pessoa fracassada em todos os aspectos. Agora, essa mãe dela era ao mesmo tempo uma pessoa formidável.
¶42formidável no sentido de tamanho, de dimensão, de >> larger than life. >> É isso. Uma pessoa de um relevo social, de uma >> evidentemente uma pessoa com uma personalidade muito dominante, né? >> Mas é mas uma família absolutamente disfuncional. >> Uhum.
¶43>> Uma família realmente cruel. Cruel. A palavra é essa a crueldade permeia essa história de ponta a ponta. >> Uhum. >> E essa mulher consegue com esses elementos escrever um livro extraordinário, inesquecível, que é o de Deus das pequenas coisas.
¶44Cara, eu fiquei tão tão mexida quando eu li. >> E aí ela ela que conta a história dela. E quando você se lembra, quando você começa a ler isso aqui, você já leu o Deus das Pequenas Coisas, todas essas histórias de crueldade, expulsão que acontecem em Deus das pequenas coisas e que você acha que são uma invenção, você se toca que não que isso aconteceu com ela. >> Uhum. até abuso sexual, tudo que é desgraça que pode acontecer com uma criança, tá lá.
¶45Por isso que você não acredita que aquilo é real. E aí você vê que é real. E o negócio é que entre esse livro e esse, ela lançou um segundo livro, Ministério da Felicidade absoluta. Gente, eu vou eu vou ter que botar esse nome aqui porque eu me esqueci. do nome do livro, que é muito decepcionante, que não é um bom livro de jeito nenhum.
¶46Então, eu esperava um livro excelente vindo da Dartroy, me decepcionei com que grande espaço de tempo entre eles, 10 anos, 15 anos, fiquei muito desapontada. Quando eu li esse aqui, eu digo, cara, é a escritora que eu gosto, tá aqui ela. E tá aqui de uma forma chocante, porque você descobre tudo que aconteceu naquele primeiro livro, Deus das Pequenas Coisas. Esse livro do meio poderia ser muito bom, mas é vítima desse lado. H, desse lado radical daad Roy.
¶47Ele é todo envieszado. Todo envieszado. Ah, todas as pessoas à margem da sociedade são ótimas. Todas as pessoas da sociedade são péssimos. Enfim, castra o livro, sabe?
¶48Esse tipo de visão. >> Uhum. >> Esse tipo de viés. Mas tremenda escritora. E eu, esse livro acabou de sair.
¶49Eu não li a tradução, eu li só o original, mas acredito que a tradução esteja muito boa, porque essa editora é muito boa. Editora Record. Vou dizer já para vocês quem traduziu. Foi. Ah, é ótima.
¶50Fernanda Abreu. Livrão, gente. Livrão. E para quem, se vocês não leram o Deus das Pequenas Coisas, pode ser muito interessante ler o Deus das Pequenas Coisas antes de ler esse livro aqui, para você não perder o impacto da ficção e depois você ter o impacto da leitura desse aqui. Já o guia de árvores de Nova Deli, eu não recomendo ler aqui no Brasil porque você não vai achar, mas se você estiver indo à Índia e você for o louco dos guias e das árvores, eu super recomendo comprar.
¶51Tá aqui >> muito bom, né? >> Hoje, hoje >> Christian hoje extremamente inusitada a sua seleção, [risadas] >> mas sem punha, né? Ah, de fato. E e e novamente tudo isso disse muito a você, porque você tinha os dois livros sem saber da ligação. >> É, pois é, isso foi foi uma surpresa.
¶52Quando ela falou que o marido fazia, catalogava as árvores e tal, eu pensei imediatamente nesse livro e depois quando se confirma isso, eu digo: "Ah, mas é ele que coisa extraordinária". E aí trouxe imediatamente o livro para >> Muito bom. Muito bom >> para ficar ao meu lado e fazer companhia enquanto eu l aqui. Pronto. >> Nos vemos na quinta.
¶53>> Então, até quinta-feira. >> Essa campanha tem que começar a verdade, derrotando a mentira. O filho mais velho do capitão segue aqui de pé, firme e forte ao lado do povo brasileiro. [música] Os dois estão jogando o [música] mesmo jogo, cada um preocupado com a sua eleição. Ninguém tá preocupado com o Brasil.
¶54>> Tudo que dá certo nesse país parece que o PDA [música] não gosta. Nós não precisamos ser refém de um debate político construído entre um mongoloide como Flávio Bolsonaro e um cachaceiro senil como Lula. เฮ [música]