a tese
Live empolgada de Matthew Berman anunciando o GPT-6 Astra da OpenAI como "o melhor modelo que já usei, sem meio-termo", com foco em demos de jogos e uso de navegador criados durante o acesso antecipado.
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não
Muito hype, demo e stream ao vivo; o conteúdo substantivo já está mais bem destilado no vídeo do AI Explained desta mesma rodada.
O que foi dito
- Passa pelos benchmarks: ARC-AGI-3 saturado em 99,9% (contra 30% do Claude Opus 5), Frontier Math Tier 4 quase 100%, Terminal Bench 4.0 e Automation Bench acima do Fable 5.1, sempre enfatizando melhor custo por tarefa apesar do preço alto por token.
- Destaca alinhamento: no teste “exploit gym honeypot” (que recria o cenário do hack ao Hugging Face), o GPT 5.6 Soul explorava 48% das vezes e o Astra 0%; especula que a versão sem guardrails renderia ainda mais.
- Mostra domínio de controle de navegador e uso de computador (renovação no DMV, comparação de cartas Pokémon no eBay, planejar caminhada por Kyoto no Google Maps, tudo em menos de dois minutos), e forte capacidade em 3D e raciocínio espacial sem colisões de assets.
- Exibe demos: clone de Fall Guys em um prompt, cidade 3D feita só de caracteres ASCII, jogo de horror liminar, e sobretudo um SimCity que rodou cinco dias no modo /goal criando cada asset um a um; ressalta que os jogos são gerativos e melhores que os feitos com Fable 5.1.
- Preço: US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 de saída, modo rápido a 2,5x a velocidade por 2x o preço; comenta que no índice do Artificial Analysis o Astra fica atrás do Fable 5.1, do Opus 5 e do Muse Spark, mas ele o considera o número um pelo uso real.
- Aponta duas críticas: ainda tem “cheiro de IA” na escrita e tendência a repetir a mesma paleta de design (verde-floresta, flat), embora seja muito “steerable”; boa parte da live é interação com o chat e respostas a doações.