Radar

radar · Filosofia & teologia

A melhor coisa que fiz em toda minha vida pra avançar na vida intelectual

¶1Eu sou uma pessoa que gosta muito de ler e escrever cartas. E daí recentemente eu tava vendo uma troca de correspondências entre o Charles Spurse e William James, que são dois filósofos que eu admiro bastante. E me ocorreu uma ideia bem interessante e que, na verdade, eu consegui identificar como padrão em vários casos da história da filosofia. Então, eu trouxe o caso deles e de mais outros dois, mas aí eu quero também no final tentar aplicar porque eu acho que na minha própria vida isso também acontece, sabe? Então vamos lá.

¶2No caso dessa correspondência que eu tava vendo dos dois, o Perse estava reclamando de várias coisas que aconteceram na vida dele, porque assim, ele tinha neralgia do trigmio, que é uma condição médica em que você sente muita dor. Depois você dá uma pesquisada. Ah, ele passou por um divórcio, ele foi demitido dos principais trabalhos assim que poderiam dar algum prestígio social para ele. Por causa disso tudo, ele desenvolveu uma amargura muito grande na vida. Por causa da dor dele, ele era uma pessoa considerada antipática e tal.

¶3Ao contrário do William James, que era uma coisa assim totalmente distinta. Ele era super simpático, ele era uma pessoa super alto astral e todo mundo gostava dele. Só que o Perse não tava com inveja nem nada. Ele via uma amizade muito profunda com William e reconheceu várias em vários momentos isso, né? Mas nessa carta específica, ele tá falando assim, ele dá várias várias amostras assim de que ele é perfeccionista, que ele não tá conseguindo publicar as coisas que ele queria, que os artigos que ele tava publicando não eram muito bons, que aconteceu um monte de tragédia e tal, mas o William James tá se dispondo a ajudá-lo.

¶4Ah, você vem um momento ali na transição do século, né, do do século, no caso, XIX pro século XX, que o James tentando ajudar o Perse, ele faz com que ele consiga fazer as lectures, as famosas lectures, ou seja, as palestras dele em Harvard, né? E daí isso vai dar um pouco mais de gás pr pra carreira acadêmica do Perse. Mas ainda assim não foi de todo suficiente, né? Porque quem sabe um pouco da história do PS sabe que ela é bem trágica assim, né? Ele morre em uma pobreza bem profunda, mas o James ainda assim tenta sustentá-lo de alguma maneira.

¶5Ele meio que coordena vários amigos para fazer um fundo ali para ajudá-lo ao longo da vida. Isso eu achei bem interessante assim, porque eles começam se conhecendo na juventude, passam por todos esses problemas meio que juntos e ao mesmo tempo separados, né? porque o Pers também vai eh seguir várias coisas distintas que ele fez na vida dele. Mas aquela amizade se sabe, ela permaneceu bem firme ao longo do tempo, mesmo que tenha tido ainda ah um desfecho bem ruim pro caso do Percy. Mas o James sempre estava lá reconhecendo, ele publicou coisas e que dedicou ao Percy.

¶6Ele considerava o Persey como verdadeiro pai, grande pai do do pragmatismo, mesmo que ele também tenha tido uma influência nele, sempre tentando colocá-lo com nos ciclos sociais dele, sabe, trazendo a a influência dele para perto para apresentar pessoas politicamente bem articuladas e tal. Mas isso eu achei bem interessante porque apesar dos pesares, o James estava tentando de tudo assim, sabe? William James foi realmente um grande amigo do PSE e conseguiu viabilizar, como eu falei, publicação de obras, conseguiu viabilizar palestras dele e várias coisas desse sentido. Mas enfim, aí guarda essa informação que eu falei do Perse e do James. E vamos para outro caso que aconteceu já agora muito tempo antes, que foi no período renascentista, humanista em Florença.

¶7Eu tô falando do Podio Braolini e do Nicolo Nicoli, que são dois autores que foram responsáveis por traduzir, recuperar, preservar muito das obras da antiguidade, né? Se você der um Google aí neles, né? Ou uma chat GPT, né? Como a gente fala agora, né? Recentemente por causa da IA, ah, você vai ver uma coisa bem interessante, um padrão que era o fato de eles meio que serem amigos e ao mesmo tempo competirem em alguns casos, né?

¶8Uma rivalidade meio amistosa, digamos assim. E eles no caso foram responsáveis por a gente ter ainda hoje textos que estão circulando, né? Então o o podi ele acabou virando secretário papal. Ele poôde viajar para vários lugares, conseguiu acessos a bibliotecas monásticas muito raras, desconhecidas, nichadas. E ele foi recuperando manuscritos que estavam se perdendo.

¶9E aí ele conseguia recuperar, reproduzir, traduzir, melhorar, fazer uma espécie de mini crítica textual para, enfim, conseguir a a versão mais forte do texto. Isso foi uma coisa muito curiosa. Ele e o o Nicolo, eles se conheceram também jovens. eh, em um contexto em que estávamos tendo uma nova assim, uma repaginada intelectual na Europa e eles estavam preocupados em recuperar essas obras e muitas das que, por exemplo, foram traduzidas ou que foram editadas por um, o outro concedeu porque um tinha acesso a um códice que o outro não tinha, ou que tinha acesso a uma fonte que um outro não tinha, eh, ou que conseguiu visitar uma biblioteca que o outro não visitou. Então, sei lá, vocês podem ver como fruto disso, né?

¶10várias, depois vocês pesquisem também, mas uma delas que foi na na verdade meio que por causa da influência do pódio, foi a obra de Lucrécio, né, era o Natura. Então, acabou ficando pra história assim como uma das pessoas mais importantes por recuperar esse tipo de texto, né? E um pouco da amizade deles, eh, foi bem importante para isso, né? Você vê cartas também que são trocadas entre os dois, em que o Pdio considera o Nicolo como o maior intelectual ali que poderia realmente ajudá-lo, né, na sua missão. Ele pede que ele revise algumas coisas que ele está fazendo.

¶11Ele inclusive às vezes manda algumas cartas que ele pretendia mandar para algumas personalidades políticas e outros intelectuais para que o Nícolo revisasse e que pudesse descartar, queimar o que que não fosse útil. Ele considerava realmente como assim o maior intelectual que poderia dar algum subsídio para ele ali, né? E em uma dessas cartas, eu acho bem memorável que ele fala assim: "Estou fazendo isso com você porque eu sei que você é uma pessoa que pode, que tem nível para criticar o que eu tô fazendo. E o complemento que eu acho mais bonito, né, que ele fala assim: "E porque eu sei que você muito me ama?" Eh, uma coisa muito fraternal assim, muito bonita, muito sincera, né, de ver. E eu acho isso fantástico.

¶12E os dois continuaram assim a vida toda. Claro, teve um caso outro de disputa, como eu falei, de rivalidade, mas a amizade também era uma nota que prevaleceu durante muito tempo. E eu acho isso bem parecido com o caso do William James, com Percy em certos aspectos. E por fim, eu vou pro terceiro caso. Não vou me demorar muito em todos eles, mas o terceiro caso é do próprio Vitgeninstein e do Ramsey.

¶13Eu não sei quantos de vocês sabem, mas o Vitinstein ele teve praticamente duas grandes fases, né, como geralmente se divide. Há uma certa controvérsa sobre isso, mas eu não vou entrar agora. E na publicação do Tractatus, ele teve uma espécie de pessoa que no início era mais um eh colega, né, que depois foi virando um amigo de fato, que é esse Runseay, que era um prodígio em Cambridge. E os dois ficaram muito próximos porque tiveram que discutir a tradução do Tracttacctus, né, o Runy, era assim, ajudou nessa nesse aspecto de editoração da obra. E também publicou uma célebre eh review, né, ou seja, uma crítica eh claro muito respeitosa, mas também que tentou questionar e aprofundar algumas das questões que o próprio Vitinstein meio que deixou passar ali no track tactus, né?

¶14E os dois, por causa disso viraram muito amigos. Assim, o o Vitesty admirava muito a inteligência do Ramsey, apesar de ele ter morrido muito jovem, salvo engano, aos 26 anos, não lembro bem, o Ramsey teve assim uma carreira meteórica, mas muito importante na academia. Inclusive, várias das coisas que a gente vê hoje assim tem influência dele. Ah, realmente era uma pessoa fora de série. E o Vitstey admirava muito a inteligência e o carinho que ele tinha um pelo outro, né?

¶15E no caso o o RSE era aquele tipo de pessoa também que dava aquele feedback sincero, mas também muito técnico e justo, sabe? Então acho que por causa disso elesic eles conseguiram desenvolver essa amizade. Mas para além disso, depois que o Vitensai ficou convencido, né, de que tinha resolvido todos os problemas da história da filosofia contra Tactus, o Runy é uma das principais pessoas que ajuda o Vitgenstein a voltar na sua segunda fase, que o incentiva a voltar pra universidade ou a ter alguma carreira assim e publicar mais e continuar o projeto dele. Claro, outros também fizeram, tiveram essa importância, mas talvez o Rums aí talvez tenha sido uma das influências mais decisivas para isso, né? E eu acho isso tão interessante, tão bonito.

¶16O Vit Gstey, ele fala com tanto carinho do Run e diz que, sabe, ele foi tão importante para que ele se sentisse estimulado a voltar que eu não consigo deixar de fazer, como eu falei, aplicações à minha própria vida. Porque quando eu paro para pensar e fazer uma recapitulação, nos principais marcos intelectuais da minha vida, eu consigo ver grandes amigos que eu considero até hoje, alguns um pouco mais distantes que outros, mas o quanto que a amizade foi fundamental para eu conseguir desenvolver isso, sabe? Talvez a maior virtude que eu tenha que ajudou a minha vida intelectual foi ser um bom amigo. E aí eu consigo pensar em vários casos. Mas quem me acompanha aqui no canal sabe que eu já mencionei, por exemplo, o Dr.

¶17Cláudio Rui, que era uma espécie de mentor quando tava na minha pré-adolescência, barra adolescência. Ele ministrava aulas na casa dele, assim com outros adolescentes e jovens que iam ler a Bíblia com ele. Mas ele, eu ainda vou contar essa história aqui com mais detalhes, né? Mas ele dava além da gente para pra gente ler comentários bíblicos. Ele trazia a tradição judaica, ele pegava obras de Platão, Aristóteles, por causa dele que eu conheço algumas coisas assim de filosofia analítica também.

¶18eh, logo no comecinho, né, lá lá atrás. E eu achei isso muito legal, assim, foi fascinante porque eu fui virando amigo do Dr. Cláudio assim, né, da esposa dele. Entrei no coral que ele era maestro. Ah, e a gente até hoje ele ele já é um senhor já com mais de 70 anos, mas quando a gente conversa assim, ele uma vez foi uma coisa muito bonita que ele me falou, ele disse assim: "Ah, Mateus, eu tenho muito orgulho de ser seu amigo".

¶19[risadas] E eu fiquei assim, sabe, tão constrangido assim. Para mim, ele era quase um avô, né, como eu brincava com ele. E ele me considera um amigo assim, né? Porque a gente realmente teve trocas intelectuais muito instigantes, muito provocativas, muito produtivas e profíquas naqueles sábados à tardes na casa dele e trocando também mensagens no WhatsApp e tal. O amor pela música também foi muito importante para isso, né?

¶20Mas ele é assim fantástico. Eu gostei muito disso e e ele me ajudou a crescer bastante, né? Era sempre uma oposição muito saudável e apesar de ser muito eh rigorosa e vigorosa também. Outro caso que eu sempre menciono por aqui também é o caso do Anderson, né, que é autor da daquele livro A astronomia e a glória do Adventismo. Eu já entrei em contato com ele já na minha fase adolescente, começo da vida adulta quase.

¶21E também foi a mesma coisa. Ele me ensinou várias coisas que foram super úteis na minha vida intelectual, mas tudo começou com uma amizade também, ah, de a gente passar noites conversando sobre uma coisa e ele discordando de mim e eu tendo que revidar assim intelectualmente falando, né, de uma maneira muito saudável, meio que me instigando e fazendo com que eu crescesse, sabe, criasse alguma carne para conseguir enfrentá-lo, que e ele já bem mais velho do que eu, com bastante tempo de leitura a mais e várias outras referências, né? Isso foi bem legal. E recentemente aqui com os meus amigos no YouTube, Carlos Alberto, o Gabi, o Pedro, que eventualmente aparece no canal, que é a mesma coisa, né? Eu sempre brinco, né, com o pessoal lá do curso A formação da Opinião, que quando eu quero ter uma opinião de esquerda, eh, bem forte, solidificada, assim para eu enfrentar, para ver se eu não tô tendo um viés, né, para pras minhas próprias opiniões políticas, eu dou uma ligada pro Pedro ou mando um áudio assim de 11, 20 minutos para ele, [risadas] como já aconteceu, para expor uma coisa e ele manda outros áudios colossais assim, dando a perspectiva dele, eh, fucotiana, tendo já lido toda essa tradição de esquerda, marxista também, né, e meio que enfrentando assim, sabe, mas sendo super amistoso e amoroso também de sabe como amigo.

¶22Isso é tão legal assim, é tão bom você ter esse ambiente. E aí no caso, por exemplo, com Carlos Alberto e a Gabi, esse mundo mais metafísico e teorético, digamos assim, é muito legal com os dois assim, de vez em quando eu mando uma mensagem ou eles também falam que estão pensando numa coisa nova e a gente se liga assim, eu já falei pra Gabi várias vezes assim: "Ah, bora testar essa ideia aqui." Aí eu ligo para ela e eu falo assim: "Ah, eu tô pensando nisso, nisso, nisso? O que que você acha?" Então, já aconteceu também da Gabi falar, a gente tá no meio de uma conversa, ela tá expondo uma tese que ela tava pensando e ela fala assim: "Tenta criticar e tal". E a gente tenta testar a ideia um do outro, sabe? Ah, isso é tão bonito no sentido de que eu acho que em vários desses sentidos a amizade e que consegue se manter com esse cunho intelectual, ela é diferenciada.

¶23Eu acho que ela serve como estímulo, ela serve como teste, ela serve como parceria, ela serve como eh desenvolvimento de virtudes. Então, eu sei, eu não sei exatamente qual que é o título que eu vou dar para esse vídeo, mas muito possivelmente a coisa que foi mais fundamental para eu prosseguir na minha carreira intelectual é ser um bom amigo. Eu falei dos principais amigos meus aqui que eu tenho em sentido intelectual, mas, por exemplo, quando eu penso que eu já ajudei várias pessoas pelo Instagram, pelo YouTube, que me mandam mensagens dizendo: "Ah, encontrei aquele livro que você tava precisando não sei o que e tal, tem na editora não sei da onde, fizeram uma edição em Portugal ou, por exemplo, se eu tô precisando de uma obra que não tá disponível em lugar algum, eu simplesmente posso eh procurar nas bibliotecas do mundo." Eu tenho, por exemplo, o contato de um amigo, colega, né, também que eh não é tão próximo assim, mas que se formou em matemática em Harvard. Eh, um dos meus melhores amigos da infância foi para outras universid universidades ali, né, em Massachusetts, n League. Eu tenho colegas que se formaram em Stanford, tem um colega que foi, no caso esse que eu tava mencionando antes, se formou em Brown.

¶24Eu fui amigo do Rush William, eh, Williams aqui da sinagoga que tem aqui perto de casa, né, judaico adventista. E ele foi fazer universidade lá em Jerusalém, né? Foi fazer parte da graduação dele para lá. Então, às vezes, se eu tô precisando de alguma coisa, eu dou um um toque assim, eu faço uma chamada com alguém que tá na Itália para conseguir alguma obra lá, tirar foto na biblioteca, pedir para digitalizar e me manda, né, dessas que já estão no domínio público ou então em Jerusalém, ah, ou nos Estados Unidos, sabe? E essas pessoas elas fazem com muito gosto e prazer, porque no final das contas a gente teve uma parceria intelectual e elas querem retribuir, querem ajudar, querem, sabe, ajudar a desenvolver uma coisa nova.

¶25Eles querem de certa maneira fazer com que as coisas cresçam. Então, quando você consegue ter um grupo de amigos que tem esse ideal comum assim, sabe, de florescimento intelectual, de crescimento de virtudes, de colaboração, é tão melhor, é tão mais saudável, é tão mais instigante, porque às vezes eles estão querendo construir tudo juntos, mas sabe, também tem um que assim de eu discordo de você e eu quero ver até onde você vai, eu quero ver se eu tô errado e se eu tenho que mudar por causa disso que você tá me apresentando. E é tão bom quando você encontra pessoas abertas a isso, sabe? Se um dia você apresentar algo que for convincente o suficiente, sabe? Você conseguir mover a posição um do outro, sabe?

¶26Isso é muito satisfatório. Eu acho que inclusive que é um é um pouco por isso que na história da filosofia a gente vê casos parecidos, a gente vê casos de filósofos que têm essa parceria intelectual com amigos e com grupos e com sociedades, né? tinha o grupo lá dos metafísicos também, de quem o próprio eh desses que eu mencionei participaram, né? Eh, clubes metafísicos, enfim. Ah, então eu acho isso tão bom que aconteça que eu vou deixar esse vídeo aqui como recomendação para vocês.

¶27Procurem amigos que consigam ter esse mesmo gosto, carinho, pelas coisas que vocês estudam, porque a caminhada vai ser mais segura, mais gostosa, mais divertida, mais frutífera, mais profunda, mais rigorosa, sabe? Você tem um ou outro para cobrar assim, sabe? Também a enfim o rigor com que a gente tá lendo os autores, né? não dá uma resposta jogada, aleatória, né, fraca. Então, eu trouxe só alguns casos na história da filosofia e consegui pensar em alguns na minha vida, mas eu devo estar assim esquecendo ou não mencionando vários que de repente possam ajudar vocês.

¶28Então, se tiver algum caso aí que você lembrou, comenta aqui embaixo, né? De repente é interessante pros outros pesquisarem, mas eu fico muito feliz por tá conseguindo fazer essas conexões aqui também com vocês no YouTube, tá? eh, de várias pessoas que se conheceram por causa do canal, já soube disso e isso assim é uma grande satisfação para mim. Esse vídeo vai ser bem curtinho. Eu queria só trazer essa reflexão.

¶29Vou trazer alguns pequenos insightes assim quando me ocorrerem, tá? Porque vários de vocês cobram mais frequência no canal. Mas tudo bem. Essa aqui é uma nova ideia de formato e não se esqueçam que a gente tem o nosso ocultamento divino chegando, né? ao nosso evento imersão para responder ao Shellenberg, ao argumento aí que os ateus e agnósticos muito usam contra o teísmo.

¶30Caso você queira se inscrever, o link vai tá, o link vai estar na descrição. Mas por hoje é isso, pessoal. Sejam bons amigos, tá? Isso faz bem para mente. Até mais.

¶31Forte abraço.