Radar

radar · Filosofia & teologia

BENITES PALPITANDO SOBRE DUNS SCOT

¶1Oi, oi, oi. Testando 3 2 1. Oi, oi, oi. Alô, alô, alô, alô. Deixa eu ver quem que vai aparecer.

¶2Testando. 3 2 1. Ah, oi. Alô. Onde estão vocês, queridos?

¶3T grupo da live. Grupo da live. Grupo da live. Pronto. Copiar.

¶4link. Opa, querido Aspirance, tudo bem, meu querido? Como você está? Seja muito bem-vindo. Você foi o first hoje.

¶5Ã, deixa eu colocar aqui agora lá no Instagram para entrar um pessoalzinho. Lirari lirari. Pera aí, pera aí. Só um instantito colocar o link. Turururu.

¶6Só um instantinho, pessoal. Larar lararã. Benit. Mandei lá no Insta, falou assim: "A paz de Cristo, paz do Senhor, inimigozinho". Opa, fugit de boa e tu é levando.

¶7Professor Carlos vai colar para dar aula do escotismo? Você quer que ele apareça? Então você já sabe o que fazer. Aquele, né? Quando vai resolver as questões metafísicas e filosóficas do holismo?

¶8Já resolvi isso daí. Já sou muito bem resolvido quanto a isso. Ã a se na minha câmera fica sumindo aqui, gente. Ó, céus. Tenho que ajeitar.

¶9Não sei o que que tá acontecendo com essa câmera, hein? Opa, Natiel Martins. Opa, Fugita, vai reagir ao nosso BR Russel brasileiro. Sim, rapaz. Natiel, deixa eu só falar uma coisa.

¶10Você por acaso é o Natiel que eu conheci na Serra do Cipó? Porque eu só conheci um Natiel em toda a minha vida. Se houver dois, eu vou ficar muito surpreso, que eu pensei que só conhecia um. Mas agora se você for um seguidor aí, sorry, um seguidor novo não sabia. Aí o Wagner falou assim: "Boa noite, Fugita, buenas noites." Deixa eu ver o que mais aqui.

¶11Live para alegrar o dia. Você mora no Japão? É buscador? É dia. Aí é quanto para chamar o Carlos?

¶12Tem apenas, pois sou um homem endividado. Eita. Por isso que a gente tem aqui o AJ do Fugit. Cadê o AJ do Fugita? Já entrou o AJ?

¶13Aqui só tem gente boa. Inimigozinho, agiota. Gente endividada, professor, só gente boa. Quanto para chamar o Carlos? Ah, vai, manda aí trintão que eu chamo Carlos.

¶14Tranquilo aí. E com esse vídeo ainda, que beleza. Exato. Buscador. Suas preces foram atendidas.

¶15Sabe de alguma obra que resolve isso? Várias. Só que tem que sintetizar, né? Tá disperso o conhecimento. Boa noite, Antony.

¶16I8X aqui, ó. Lucas, salve Fugita, boa noite. E sexou antecipado. Exatamente. Essa é uma daquelas lives que vai dar gosto de fazer.

¶17Pois é. Dia aí, ó. Aqui, ó. 30 para já. Puxa, eu devia ter, eu devia ter pedido mais, ó.

¶18A pessoa tá endividada, mas não muito, né? Não muito. Mandei aqui o o link, eu tenho que fixar. Deixa eu fixar esse link aí. Só instantito.

¶19Solo instantito. Fixei. Ah, deixa eu ver o que mais estão falando aqui. Vou chamar o AJ do grupo. Exato.

¶20Ó, manda o link do Pix. Mandei já. Ô, Natiel, certamente não sou essa pessoa que você mencionou, porém já te sigo faz um tempo. Ah, que legal, Natiel, seja muito bem-vindo. Nunca vi você comentando aqui nas lives.

¶21É um prazer ter você aqui. O Ian, salve fugita, salve, gente. O nosso tigrezinho hoje tá com o rosto dele mesmo, ó. Mudou o ícone do YouTube. É, vamos ter o Carlos.

¶22Se se o Asperan colaborar. Fã do Benites desde quando apanhou do no Kau podcast. Ai, você era fã do Benites? Ó, 50 já ia pesar. É, mas trintão dá, né?

¶23Trintão dá. Quanto no Live Pix para você sistematizar a metafísica e filosofia do olismo? 200. Dozentinho eu faço isso daí. Buenas The Wars F one, seja bem-vindo.

¶24Daniel aqui, boa noite, Fugita, boa noite, senhores. Eh, eu vou verificar se o Asperan vai mandar mesmo até lá. Deixa eu perguntar quem aqui esteve na nossa imersão sobre o ocultamento divino, hein? Quem esteve? Quero saber o que que vocês acharam.

¶25Puxa, várias pessoas aqui da live não participou. Fiquei triste. Opa, >> aspiras mandou R$ 30. Chame o companheiro Carlos. >> Então vamos chamar o homem.

¶26Vou até ligar para ele, ó, já que você falou aqui, ó. Vou até ligar aqui, Carlos, ó. Pera aí. Eita, minha imagem sumiu de novo, né? Voltei.

¶27Ai, ai, ai. Cadê esse homem? Onde está o homem? Pastor Nadia apareceu também. Ai, ai, ai.

¶28Eh, Carlos não atendeu. Mas pera aí, eu tô mandando mensagem para ele aqui. Mandei, ó, chamei. Vamos ver se ele aparece aqui, ó. Eh, deixa eu ver o que mais estão falando.

¶29Sim, decidi mudar. Melhor ser eu mesmo. Exato. O Asperan é quase uma lenda para mim. Ainda vai chamar o Carlos.

¶30Fantástico. Exato. Exato. Ó o inimigozinho aí. Ô inimigozinho.

¶31Tranquilinho essa, hein? Tranquilinha. Ô buscador, você falou que esteve. E aí, você gostou do do nosso encontro para responder o argumento do ocultamento divino? Deixamos o menino Schellenberg no chinelo.

¶32Passando aqui apenas para dar boa noite para este filósofo seguidor da escola helenista. Exato. Sou um devoto seguidor da escola Elonana. Ó, a minha imagem eu tenho que Ele só que eu já percebi um padrão. Ele começa ficando assim, sumindo.

¶33Aí daqui a pouco ele regulariza. Eu não sei porque o a imagem fica indo e voltando, indo e voltando. Quer ver? Ó, daqui a pouco ela vai voltar. Aí o o buscador fugita, liga para ex.

¶34Oi sumida Risos. Lembra de mim? Acho que não, hein. Saudades. Ou você tem que se decidir.

¶35Eu falo isso ou é para cantar Castelo Forte? Eu não entendi o buscador. E pior que eu liguei, eu liguei e é porque eu liguei naquela madrugada, né? Só que ela não atendeu e não falou nada na mensagem lá do WhatsApp. Tá, ela não falou nada.

¶36Deve ter pensado que eu tava maluco, sei lá, né? Boa noite a todos. Boa noite, Eríena. Pois é, pode parcelar. Não, esse daqui tem que ser só se for parcela de duas vezes, sem agora e sem amanhã.

¶37Aqui, ó, o escotoía, seja muito bem-vindo. Ó, gente, deixa eu tentar, pera aí, deixa eu tentar ajeitar essa minha câmera antes de gente começar. Não é possível que isso tá acontecendo. Por que será que isso tá assim, gente? Pera lá, pera lá, pera lá, pera lá.

¶38Deixa eu ver o que que tá acontecendo aqui. Conectando, ó. Tá aqui no meu computador. Mas deixa eu ver se ele vai sumir aqui a imagem. Pera aí, gente.

¶39A gente vai já começar. Deixa eu só ajeitar essa câmera aqui que eu não sei por que ela tá, ela fica sumindo. Agora deixa eu fechar aqui todos os aplicativos que estão abertos. Não sei se tem muita coisa em atividade. Eita, pera aí.

¶40Oita. Ah, voltou, voltou aqui. Vamos ver se ela vai sumir. Ou o buscador ou o inimigozinho sem esse mês e sem mês que vem. E aí na segunda parcela você seismatiza.

¶41Feito. Feito. Inimigozinho. Temos um acordo. Temos um acordo.

¶42Ô, e deixa eu falar uma novidade para vocês. Olha, vocês perceberam o nome aqui que tá para o nome do coiso aqui para pra doação. Eu vou fazer o seguinte, se nessa live a gente bater 997 de donates, aí eu vou sortear um curso para alguém que estiver aqui hoje. Ol, ó, a a vocês vão ter a chance de entrar aí no curso a formação da opinião com todos os bônus, a as aulas sobre as cinco vias, tudo incluso. É só a gente bater a meta e a gente faz um sorteio no final.

¶43Eu achei interessante propor essa ideia para vocês. Pera aí que eu vou já colocar aqui agora no tripé. Tá, pera aí. Pera lá um pouquinho. Pronto.

¶44Acho que agora ela vai ficar de vez. Quer ver? Vamos ver. Vamos ver. Vamos ver.

¶45Opa, acho que o Carlos vai entrar, hein, pessoal. Vamos esperar o Carlos entrar, então. Vamos esperar o Carlitos. Carlitos, nosso outro filhote de urubu. Deixa eu ver o que vocês estão falando aqui, ó.

¶46É nesse vídeo que o Benites vai apresentar o maior e melhor comentário de todos os tempos ao tratado sobre o primeiro princípio. E isso ele vai comentar sobre isso, vai comentar sobre o voluntarismo, vai comentar sobre atitas, vai comentar sobre tudo de Dan Scott e muito mais. Estamos aqui para aprender com el grande Mateus Benitez aqui, ó. Beleza, pago a primeira parcela daqui a 8 dias, depois recebo dia 25. Ô, você já tem idade para trabalhar, hein, amigozinho?

¶47Eu, hein? Sim, até eu como escotista me impressionei. Que é mas perto de Benitz. Exato. Aqui, ó, esse buscador tá gaiato, ó.

¶48Como das Scotos salvou a filosofia. Benit é o curso de filosofia segundo a mente do Dr. Sutil de Master. Exato, exato, exato. Vem para nós, Carlão.

¶49Ele vai já entrar. Olha quem tá aqui, Otávio. Otávio, comente aí com os nossos coleguinhas do YouTube na nossa mentoria, o que que a gente decidiu sobre a sua tese aí que você vai escrever. Comente aí que nós estamos avançando em um negócio muito especial. Tô até pensando em fazer um vídeo sobre isso, sabia?

¶50Aprendiz. A eita jovem aprendiz, menor aprendiz. Os cara com sangue no olho contra o Benites. Não, gente, vai ter uma hora que o Benites vai soltar um assim, eh, é assim impressionante. Ele vai falar assim que Dan Scotts, Dan Escoto merece e ele faz uma distinção entre distinção, eu acho que eu acho que ele fala assim, distinção de razão, eh, distinção formal e distinção modal.

¶51Aí ele mete um assim porque vocês sabem, né, modal naquele sentido de ser necessário, ser contingente e tal. Então vocês vão ver que é é bem curioso. É assim, é impagável. Deixa eu mandar mensagem pro Carlão de novo aqui. Cadê o Carlitos?

¶52Até lá. Me contem aí, façam doações. Lembrem que a gente vai sortear um curso hoje. Pera aí. Ai, ai, ai.

¶53Deixa eu ver o que vocês estão falando aqui. Ã ã. Depois d uma olhada das mensagens, tá bom? Vou ver. O Daniel falou assim: "É uma opinião comum que Soares foi o mais proeminente em filosofia prática na escolástica?" Não, não é uma opinião comum, comum, comum não.

¶54Aí o Otávio, estou escrevendo meu TCC sobre a teoria da percepção de Charles Sanders PSE. Exato. Muito bem. Otávio aí escolheu o homem, o homem para trabalhar. Aí o inimigozinho.

¶55Yes. Salve inimigozinho. Irmão do rei. Você é uma pessoa famosa aí lá nas lives do Banzoli. Otávio.

¶56Você que apareceu no vídeo do fugido da mentoria. Exato. É ele mesmo. Mateus, você já ouviu dizer que Kant copiou uma filosofia de outro filósofo? Olha, o que eu já vi foi assim que aspectos da teoria do Kant, ele tem obviamente um débito com o Calov, né, apesar de ele não mencionar isso explicitamente, né, por causa da nuologia e da gnostologia dele.

¶57Ah, fugita, vou sair, pois vou tomar banho. By Essa informação foi muito específica. Acho que aqui, ó, o herdeiro da tradição analítica. Quem? Inclusive, acabei de escrever uns parágrafos da justificativa citando Sellers, Macdown, Brandon e um nome grande da neurociência cognitiva e computacional.

¶58Rapaz, o Otávio é um tá um monstro. Tá um monstro. Aqui, ó. Aí ó, o Otávio fazendo esse presente aqui. Benites, normalmente pensamos que o empirismo surgiu com Bacon Rium e outros, mas se formos a fundo, poderemos lastrear esse começo no século.

¶59Opa, olha só quem apareceu. Senhoras e senhores, deixa eu adicionar aqui. Olha aí, rapaz, tá me ouvindo? Carlos. Carlos, eu não tô ouvindo você, amigo.

¶60Deixa eu ver aqui se tem alguma coisa. Carlos terra para Carlos. Você tá nos ouvindo? Ele tá ouvindo, só que nós não o ouvimos. Acho que ele vai entrar e sair e entrar de novo.

¶61Exato. Ele solta uma dessas aí no meio do vídeo. É para acabar, né? Aqui o sem filtro entrou. Boa noite, Fugita.

¶62Buenas noites. Pois é. Ó, o o Otávio vai ficar famoso mesmo, hein? Carlão, o glorioso. Exato.

¶63Carlos é o o nosso popstar. Ou será que eu que sou pop star? Deixa eu ver aqui. Cadê? Ô, Asperan, você tá colocando nos comentários pesados aí.

¶64Eu vou comentar aqui sem colocar na tela, tá? Não tava sabendo não. Eu sei que tem a questão da imigração que tá crescendo com o tempo, mas eu ouvi umas teorias da conspiração sobre isso daí, viu? Que na verdade tava exagerando esses números. Mas eu vou vou ver se tem alguma novidade aí.

¶65Se você quiser me mandar no WhatsApp alguma notícia sobre, deixa eu ver aqui, ó. O Pedrinho apareceu. Tudo bem, Pedrinho? Buenas noites, rapaz. Cadê o Deixa eu ver se tá tudo certo com o Carlos, gente, se ele tá precisando de alguma ajuda para entrar e falar.

¶66Agora que eu vi que o buscador colocou lá no grupo da live que estão chamando o AJ. Ai ai ai. Boa noite Pedro. Obs edição sobre a ligação para ex do Fugita ficou absurda de boa. Gente, eu vou postar aquilo lá no Instagram.

¶67Eu posso, Pedro? Você deixa? Vocês tem, gente, eu tenho que um dia eu vou, gente, só quem tava na última live vai pegar essas referências malucas, malucas. Mas para quem tá chegando, lembre que se a gente bater hoje 997, que é o preço de um curso da formação da opinião, a gente vai sortear hoje para quem ficar até o fim aqui do React com o do Benites, tá? uma um curso para quem estiver online aqui.

¶68A gente vai fazer um sorteiozinho aqui, ó. O Pedro falou que pode, então tá. Direitos autorais de quem fez o meme, né? Aqui, ó. Todos que contribuíram consentiram em trocar os 600 de créditos da ligação por uma live de histórias assustadoras e sobrenaturais do fugitos e Gabi.

¶69Aqui, ó. Oi. Oi. Estavam me chamando. Sim.

¶70Estão chamando você aí para completar um valorzinho. A jota empreste no seu poder. Ô, ô, ô, ô, buscador, chama lá o Thagão também para pra live. Fala assim: "Tiago, estamos chamando você". Gente, eu tô até agora pensando na nossa imersão sobre o ocultamento divino.

¶71A gente conseguiu produzir uma resposta que eu acho que foi mais ou menos autêntica, né, e legal assim para pro ocultamento divino. Talvez eu escreva sobre isso, sabe? Talvez vire um bom artigo científico assim, né? Já pensou? Se a gente sai e publica numa revista aí, acho que seria legal, né?

¶72Para debater contra o rapaz Shellenberg. a contribuição aqui que foi originada por causa de pedidos de vocês do canal. Você sabe quanto que isso é, sabe, bizarro de acontecer. Eu fico feliz de a gente tá conseguindo gerar conhecimento, assim, vocês ficam me instigando com essas coisas, aí eu fico pensando, sabe? Ah, e aí sai o negócio lá.

¶73Sorteio na roleta. Exato, sorteio na roleta. É só todo mundo colaborar aqui, ó. Todo mundo dando um pouquinho, a gente bate 997 rápido. Já começou com trintão do Aspirance.

¶74Até o final da live ele vai mandando de sete em 7 várias perguntas sobre o Raimundo Lúlio e rapidinho a gente bate a meta. E quando bater a meta, você sabe, né, que acontece, né? A gente dobra. A gente dobra a meta. Pois é.

¶75O Otávio falou: "Se virasse artigo ia ser legal, hein". Pois é. A gente a gente pegou, a gente sintetizou algumas coisas do Howard Sneider, né? do Nepier e outros assim que foram importantes para que são parecidos com o que eu pensei, né? Inclusive, fugito, quero a minha resposta.

¶76Você é uma J e não tem dinheiro. Pois é, esse esse AJ, esse AJ aqui tá fraco, hein? AJ tem que colocar tem que trocar seu nome para AJ pobre. Ô, Otávio, quero participar com um parágrafo. Pronto, jáí.

¶77Que é isso, né? O pessoal que faz a academia, que tá na academia, sabe, você colaborou com qualquer coisa, às vezes o orientador não escreve nada. Os os alunos é que fazem tudo, mas tem lá o nome do orientador. Ai, ai, ai, gente. Cadê esse Carlos?

¶78Esse Carlos tá tá de brincation com a gente. Ah, Carlos, Carlos, Carlos. O, esse aí é um palpiteiro de terceiro grau. É o o Benites aqui. Pô, eu acho que eu vou começar o react sem o Carlos, que o Carlos tá deve tá engatado no trânsito aí.

¶79Vou colocar assim: Carlos, o o povo clama pelo seu nome. O povo clama pelo seu nome. Eu acho que o Thigo deve estar de férias lá na Diamantina. O Reino Unido classifica o terrorismo islâmico como principal problema de segurança pública. Uau!

¶80Aqui, ó, o Otávio é mesmo, pessoal na academia assim, né? Coisa tá bem feia, sério. Top um vai ao Toninho. Tô pensando aqui. Vamos, vamos fazer uma poxa, eu queria muito saber como é que faz aqui no Ecan Live.

¶81uma enquete. Queria muito saber fazer enquete aqui para poder botar aqui vocês para votarem. Eu colocaria fácil fácil aqui. Sabe o quê? O inclusive enquanto o Carlos e o Carlos não chega, vou colocar v o pessoal alguém alguém do chat procura aí para mim.

¶82Eu vou procurar aqui no meu celular também. É, vou colocar aqui para que ele tá carregando para cá. Eh, como fazer enquete no ec? live. Vamos ver aí, ó.

¶83O Ecan Live não possui uma ferramenta nativa de enquetes, pô. Mas você pode realizá-la facilmente, exibindo os comentários do chat ou usando recursos da plataforma onde está transmitindo. Use a plataforma de destino. Crie uma enquete diretamente no YouTube. Mas como que eu só consigo acessar o YouTube pelo ecan?

¶84Ah, deixa eu ver aqui. Eu já queria aprender a fazer isso. Será que não dá para fazer isso como um um widgets? Talvez eu tenha que colocar aqui, adicionar como um widget de enquete. Para usar o widget do enquete pool, no live, você deve criar uma enquete uma plataforma externa de terceiros live pool da live reacting ou outras ferramentas de overlay web.

¶85Deixa eu testar isso aqui. Live pool live react. Pera aí, pessoal. Vamos fazer isso aqui então. Live bull live reacting.

¶86Pegar isso aqui. Pera lá, pera lá, pera lá. Vamos ver aqui. Live reacting. Ah, não.

¶87Tem que fazer todo que se cadastrar ainda. Vou procurar como é que faz isso aqui, pessoal. Não dá agora não. Que não dá. Deixa eu ver se dá para fazer aqui um colocar uma enquete hum alguma boa que seria acho não.

¶88Deixa eu ver o que que tão falando. Quero colocar o ponto final no artigo. Vocês são fogo. Olha ai. Ai ai.

¶89Teologia Reversa postou um vídeo e falou que se Deus não pode criar coisas ilógicas, Jesus está submetido à lógica. Opa, chegou o Carlão. E aí, meu amigo, tudo bem? >> Oi. Calma aí, tá tá meio ruim aqui para mim, tá?

¶90Você você tá me escutando agora? >> Tô escutando. Tá um pouco baixo para mim, não sei se tá bom pro pessoal. perguntar se todo mundo consegue ouvir bem aqui. Tá baixo >> para mim tá um pouquinho baixo.

¶91Quando tenta, tenta ver uma coisa enquanto coloco aqui o comentário. Foi demais o evento do ocultamento, mas acho que alguém ainda precisa calcular o que sobrou para o menino Shellenberg. Ai, ai, ai. Muito bom. Deixa eu ver aqui.

¶92É o Carlos. Eu ordeno que apareça. Ué. Ô, Carlos. Carlos foi embora só por causa do volume.

¶93De falar para ele aqui que tava bom. Se Carlos. Esse caro fou qualquer coisa. Ai, ai, ai. Deixa eu ver aqui.

¶94Pera aí. Uhum. Gente, só esperar um pouquinho que o Carlos pediu pra gente esperar. Eu já ia começar sem ele, mas ele pediu para, ele falou que ia voltar. Olha só, Mateus 07, e aí me fugita.

¶95E aí, chat? Aliás, é o Matetes aqui, né? Aqui, ó. Salve, Carlos. Me salva Carlos.

¶96O buscador quer me maltratar por no momento eu não ter dinheiro exercendo o encargo tão honesto que exerço. Pois é, né, A? Até a máfia tem ética. Ai ai ai. Gente, vamos botar esse vídeo aqui para rodar logo.

¶97Que que vocês acham? Ou a gente tem uma misericordiazinha do Carlos aí por uns esperar aí dar uns dois minutinhos para ver se ele entra, senão vai ficar muito tarde aqui. Lembrem para quem tá chegando agora que quem colaborar aí com a live, se a gente bater hoje a nossa meta de 997, que é o preço de um curso da formação da opinião, a gente vai sortear um curso para quem estiver aqui na live. Então é só você colaborar com um pouquinho, ó. A gente tem aqui, a gente tava ainda há pouco com 36 pessoas ao vivo, quase batendo 40.

¶98Se cada uma der R$ 20 quase, a gente já cumpriu a meta. Qual que é a sua pergunta, Carlos? Já vi com alguma camisa do Batman, será? É, ele deve ter ido trocar a camisa. Deixa eu ver aqui as mensagens mais lá para cima.

¶99Pera aí só um pouquinho. A religião islâmica é cruel mesmo? Fugita moralmente? Olha, eu já vi debates entre os filósofos árabes sobre algumas das passagens, né? E as Opa, el senhor Carlos apareceu.

¶100E aí Carlos, tudo bem? Agora tá melhor. >> Agora tá, tá melhor. Estou estou ouvindo melhor. >> E aí, meu amigo, como é que você tá?

¶101Conte-me as boas. >> Estou ótimo, graças a Deus. >> Graças a Deus. >> E você, como é que tá? Tô sobrevivendo, meu amigo.

¶102Melhor do que eu mereço. Hoje, hoje a gente tá aqui com um vídeo do Benit chamado como Dan Escotos salvou a filosofia. Aí, Carlos. Danza Scott salvou a filosofia. Ele foi um grande, ele tem grandes contribuições, né?

¶103Mas depende do que ele entende por salvar a filosofia. É, para ele é salvar a filosofia, porque foi através dele que a gente tem aí a eh o ateísmo, o secularismo. Ele bebeu da tese da da do pecado original da filosofia e vai nos brindar com esse vídeo hoje. Você já assistiu esse vídeo? >> Não, não assisti.

¶104>> Então vamos ter esse des prazer juntos agora aqui. Vamos lá. Vamos lá. Deixa eu ver aqui. Gente, eu vou começar a rodar porque o vídeo é longo e se a gente demorar muito a gente vai ficar atrasado aqui.

¶105Deixa eu acelerar só um pouquinho a fala do Mateus Benites e vamos lá. >> Quando pensamos na origem da ciência moderna e do empirismo, a ideia de que o nosso conhecimento vem da experiência e da observação das coisas no mundo, costumamos olhar para nomes como John Lock ou David Hilm. Mas se formos mais longe, podemos traçar essa virada intelectual começando séculos antes. O nome dele era João Danz Escotos. Eu, Carlos, nessa nessa pequena introduçãozinha assim, né?

¶106Se a gente fosse pensar que o conhecimento vem da experiência, não é com Bacon, não é com Hm, a a o pai da criança é Danza Scot. Aí, ó, que que você acha disso? >> Pior, eu acho que ele deveria ler Aristóteles, né? Porque Aristóteles, que é quem diz >> exato >> no deima, que o conhecimento começa nos sentidos. Aliás, é daí que vem aquele adágio, né?

¶107Não há nada no Não há nada no intelecto, no intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos. É um adagotélico, não é verdade? >> Pois é, ele tá basicamente pegando aí, ele tá confundindo com todos os peripatéticos, basicamente, né? Só porque dan Scot era um peripatético. Na verdade, a origem das Scott não faz o menor sentido, né?

¶108Mas enfim, vamos lá. Vamos ver, ó. Nessa, nessa falou pouco, mas já falou besteira assim, né? Só nesse pedaço. >> Exato.

¶109Exato. Vamos lá. >> Contudo, não podemos ser anacrônicos e ignorar que Escodos era um homem do seu tempo, um escolástico franciscano. Ele não queria abrir caminho para o pensamento moderno, muito menos o naturalismo. Ele tentava apenas garantir o rigor lógico do pensamento.

¶110O que ele talvez não previsse era o efeito dominó que sua filosofia desencadearia. >> Frei, estou confuso. >> Na aula de hoje, veremos. Frei, estou confus. Eu gostei muito desse trechinho do filme assim, Frei, estou confuso.

¶111Você também, Benitz. Mas vamos lá. Vamos lá. Como que esse monge franciscano, do qual sabemos muito pouco, deu o primeiro golpe na metafísica clássica? Dentre outras coisas, ele abriu as portas para que Guilherme de Oakhan levasse essa lógica até o limite com o nominalismo.

¶112>> Aí, ó, tô dizendo, tô dizendo, Carlos, é a teoria do pecado original. É dan Scot que gera que gera Lutero, que gera modernidade, que gera o ateísmo, que gera a parada gay. É assim, é sempre assim, entendeu? >> Não, mas esa aí ele falou que dá um golpe aonde? Na filosofia qual moderna ele falou na na clássica.

¶113>> Deixa eu ver aqui. >> Muito pouco. Deu o primeiro golpe na metafísica clássica. >> Deu um primeiro golpe na metafísica clássica. Aí, ó, um dos pais dela assim, praticamente, né?

¶114O desenvolvedores assim, né? Exato. Ele, na verdade, ele pretende manter a filosofia clássica, né? Ele mantém, aliás, por séculos a filosofia dele manteve. Exato.

¶115Uma das maiores escolas que foi mais popular em quase toda a idade média é Dan Scot. Filosofia clássica, filho. Mas, mas enfim, vamos lá. Vamos. Dentre outras coisas, ele abriu as portas para que Guilherme de Okam levasse essa lógica até o limite com o nominalismo, a tese de que os universais são apenas nomes e que só os indivíduos concretos existem.

¶116Quando você elimina as essências abstratas e coloca realidade nos objetos individuais, a única forma de conhecer o mundo passa a ser olhar diretamente para ele. Meu nome é Mateus. >> Aí, ó, Carlos, pera aí. V, vamos, vamos ver. Pera, rapidinho que tem um pessoal comentando aqui.

¶117Deixa eu colocar alguns comentários aqui. Pera aí. Aqui, ó. Vimos tipo 13 segundos de vídeos e já estou tremendo. Exatamente.

¶118Ele ele vai desenvolver mais essa coisa dos universais. Eu quero que vocês vejam o que que ele vai dizer. Vamos lá. Escotos porocam as duas faces de mim. Exato.

¶119Exato. Cadê? Aqui, ó. Deu o primeiro golpe na metafísica clássica. Exato.

¶120Exato. Gente, isso aqui vai ser muito bom. É aqui, ó, o pai da revolução. Exato. Benites andou assistindo aos vídeos do Nuguê.

¶121Exato. Ô, mas vamos ver aqui quem que Bora. A gente vai fazer uma, se eu pudesse, se eu conseguisse fazer enquete, a gente ia voltar aqui. Quem que foi que palpou mais sobre escotas, o Nuguê ou Benites? Bora ver até o final aqui.

¶122Vamos lá, Benites e seja bem-vindo ao meu canal. Venha entender como que Dans Escotos pôs em marcha as engrenagens da filosofia moderna e do empirismo. Já deixa o seu like e o hype se você valoriza esse conteúdo. Bom, eu vou conduzir essa aula com alguns slides e os membros do canal terão acesso aos slides. Então eu vou colocar lá no grupo de membros.

¶123Então, se você se interessa, quer apoiar o canal, já aproveite e seja membro do canal. Do que que a gente vai falar na aula de hoje? Vamos falar da ontologia escotista, que abriu o caminho para o nominalismo e para a modernidade. Por isso que eu coloquei aí as setas do escoto passando para o Okam e do Oakham pro racionalismo e pro empirismo, né, Decart e Hilm. E colocam muito na conta do Dan Scott também o protestantismo, né?

¶124Vários católicos >> aí, ó. Ó, Carlos, Dan Scots, na verdade tá do meu lado, tá? Você é católico, mas o escoto é o pai do protestantismo, tá? Não vem tentar puxar aí pro seu lado, não, que ele é isso aí. >> Na verdade, ele é protestante.

¶125>> Ele é protestante. >> O potencial protestante. >> Exato. Exato. Protestou contra tudo da época dele, entendeu?

¶126Por isso que tá entrando em a modernidade. Vamos lá. >> Reclamam. Dizem que foi o aí que começou o grande erro da filosofia da tradição ocidental. Tomás Jaquino já tinha alcançado a verdade ali na sua suma.

¶127Ele fez a síntese perfeita. Tá bom, vamos ver então. Bom, um comentador diz que o Scotus propriamente é o primeiro filósofo moderno, que o secularismo e o protestantismo teria vindo da sua doutrina da universidade doente. A gente vai ver o que que é isso. Não se preocupe com esses termos.

¶128Essa vai ser uma aula densa de metafísica. Então as coisas vão ficar abstratas, é impossível não ficar. Mas fique comigo porque vale a pena conhecer a origem das ideias, a história das ideias e a tea de influências que trouxe você até aqui, basicamente. Então, além disso, eu já gostaria de recomendar esse livro aqui, que é a tradução do compêendio de Cambridge sobre Duns Scott, que é organizado pelo Thomas Williams e que tem vários artigos interessantes, além de uma breve biografia dele, né, e contendo trechos de obras dele, é um autor muito pouco traduzido, assim, é difícil de encontrar traduções das suas obras pro português. E esses artigos são muito bons para compreender o seu pensamento, até porque é um filósofo difícil de ler, mais difícil que Tomás Jaquino.

¶129Então, se você tá acostumado a ler o Tomás Jaquino, se você é essa essa referência de filosofia medieval, você vai ver que é diferente da Suma teológica. Ele não tá fazendo nenhuma suma, ele tá escrevendo obras mais sistemáticas, mais densas, não não tão resumidas. E >> é, eu eu acho esquisito ele dizer que, sei lá, assim, a Suma teológica é super sistemática, na verdade, ela é super sistemática. Não, não acho que tem uma equiparação aqui de dizer: "Ah, o Dent Scot é mais sistemático do que Tomás Jaquino, só pelo fato dele ser mais difícil". Na verdade, Dan Scott, ele tá fazendo a mesma coisa que são Tomás.

¶130Ele comenta, Aristóteles, ele comenta, tem vários comentários dele, a a Pedro Lombarda, ou seja, ele com exceção da suma, ele faz a mesma coisa que São Tomás de Jaquina. Ele comenta os mesmos autores, ele tem as influências parecidas, ele conhece pelo menos as influências de Santo Tomás. Eh, tem uma, ele, na verdade, tem um escolástico que influencia bastante ele, que é o Sambôaventura. Uhum. >> Tirando astológica, que é uma obra que é uma obra, é claro, de introdução a a teologia, mas é sistemática, como você disse, ele faz exatamente a mesma coisa que a mesma coisa que são tomáquino.

¶131>> É, então, exato. É um comentário super estranho. Se ele tentar ficar fazendo esse contraste, tô dizendo, não faz sentido. E justamente pegar o caso da Suma teológica, né, como você falou, era um livro, era um livro para ser em tese didático assim, né, para as pessoas conhecerem, né? Eh, e comparar isso com a sistematicidade dos cotos e a dificuldade, sabe?

¶132Ai, tudo tá tudo estranho aqui que ele falou. >> Por quê? Porque em Tomas Jaquino depende do livro que você lê. Eh, dependendo do livro que você lê, se você pegar, por exemplo, as questões disputadas sobre a potência de Deus, é uma bibliografia tão difícil quanto as obras de escoto. Na verdade, ali, São Tomás Jaquino, ele é muito, muito >> difícil, não é fácil de ler.

¶133Então, essa existe por conta da sua teológica, eh, se criou essa mitologia de que Santo Tomás é um autor muito fácil, muito claro. Se ele fosse tão claro assim, >> Uhum. >> pelo menos na na doutrina, por exemplo, vamos pegar aqui as doutrinas centrais do tomismo. Na analogia existem quantas interpretações? Na doutrina do ser existem quantas interpretações?

¶134Na doutrina sobre a essência? Quantas interpretações? Várias. Várias interpretações. Por quê?

¶135Porque na verdade a tem alguns textos deles que são truncados, são difíceis, igual igual os de escoto. >> Exato. Eu tô aqui com um, por exemplo, aqui, ó, que eu recebi da Logos, né? Os opúsculos filosóficos aqui. E eles compilaram aqui, olha, sobre o ente a essência, os princípios da natureza, da eternidade do mundo, da unidade do intelecto contra os averroístas, sobre os anjos ou sobre as substâncias separadas.

¶136Cada um desses opúsculos aqui tem dificuldades variadas. E não é tão fácil assim de ler, sabe? Mas ele é como você falou, né? Ele ele meio que toma como amostra a suma teológica, que era um livro para ser realmente didático, né? Para estudantes, inclusive para iniciantes.

¶137>> Mas enfim, >> vamos lá. >> E eu também quero recomendar a história da filosofia do Giovanni Reali, o volume um, que tem a parte da filosofia antiga e filosofia medieval, né? Então, tem umas 10, 15 páginas sobre o Dons Escotos aqui, eh, que eu usei bastante. >> Eh, eu, eu sempre recomendo Giovan Reali para iniciantes, mas vale sempre dizer que tem vários erros, tá? Tem vários erros na história da filosofia dele.

¶138Evidentemente, quando você pega um autor que faz um trabalho tão abrangente, né, de tentar comentar todos os autores, vai sair uma coisa ou outra assim meio distorcida. Apesar de eu achar o Giovan Reale competente, especialmente por causa de Platão, né? Ele é muito mais o comentarista de Platão, né, que é a especialidade dele, né? >> Mas enfim, então os links estão aqui na descrição, caso você queira adquirir. Eu não vou falar sobre a biografia dele agora, talvez eu fale no final da aula.

¶139Geralmente começam falando: "Ah, ele nasceu e tal no lugar na Escócia". Eu acho que é mais interessante a gente ir direto pro que importa, né? Depois, se você quiser, você pode ficar no final da aula para um pouco sobre a biografia dele. Outro comentador que tá aqui nesse compend de Cambridge, publicado no Brasil pela editora Ideias e Letras, o Peter King, né, no seu artigo Scotus sobre metafísica, vai dizer que Scotus sustenta haver exatamente três ciências teoréticas reais perseguidas por si mesmas, que estão abertas a nós na nossa vida presente. A metafísica, a matemática e a física.

¶140Você vai ver que o escotos compreende a teologia de um jeito completamente diferente do que era o padrão na escolastica, ou pelo menos no período que ele tá escrevendo, Dun Scot, Dan escoto, como você preferir falar, até se você quiser escoto, né, tem traduções assim pro português. Vou falar danos escotos. Antes da gente entrar no que ele quer dizer com isso, eu tô botando aqui na tela para vocês as grandes obras dele. Eh, o principal que a gente vai falar hoje é essa ordinácio, que é a revisão e ampliação das suas préeleções em Oxford sobre as sentenças de Pedro Lombardo. Essas sentenças de Pedro Lombardo vão ser comentadas por basicamente todo mundo nesse período, porque a dissertação, digamos assim, é a a tese de um estudante de filosofia nas universidades da época, eh, a gente tá falando do começo das universidades, né?

¶141era justamente fazer comentários a essas sentenças então do Pedro Lombardo. Então, cada filósofo vai ter a sua, é muito interessante. Eh, e é nela que se encontram as formulações mais maduras das grandes doutrinas influentes do escotos, né, que é a Universidade do Ser e Cidade, né? Eu eu quero só fazer um comentário para não ficar uma má impressão paraas pessoas com esse comentário dele que ele falou, ele tentou fazer uma analogia assim, sei lá, pode ter sido só por didatismo, eu não sei, mas é que como na Idade Média, assim como a gente tem hoje nas universidades que as pessoas fazem teses, aí havia também uma tese que eles faziam, acho que ele falou alguma coisa assim, né, sobre as sentenças, mas não, eles comentavam todos os quatro livros das sentenças, né? Então, não era assim, ah, vou pegar uma tese, vou fazer um um artigo sobre as teses de Pedro Lombardo, né?

¶142Na verdade, eles comentavam tudo, né? Era era um começo assim e era para teologia, né? Acho que ele acho que ele comentou assim pros filósofos, mas era especialmente quanto ao curso de teologia, né? Eh, você quer comentar alguma coisa aqui, cara? Deixa eu ver o pessoal tá falando aqui.

¶143Tô comentando sobre outras histórias da filosofia. Oi, não dá para te ouvir, Carlos? E ah tá eh em relação às ciências teoréticas que ele colocou ali, acho que foi matemática, física, matemática e metafísica. >> Exatamente as mesmas ciências teoréticas que são Tomás elenca, com exceção da teologia. Mas assim, eh, quer dizer, para a exceção do caso aqui, a visão de escoto em relação a o a a questão especulativa da da teologia, se é ciência ou se ou se não é.

¶144Eh, mas não existem grandes diferenças porque até até porque na época de outros autores, inclusive alunos de Tomás Joaquino, tinham uma concepção de que a teologia não era ciência. Será que esses alunos também são eh também abriram as portas paraa modernidade? >> Pois é, né? >> Era uma posição extremamente comum não considerar a teologia uma ciência. >> Exato.

¶145Exato. >> A gente vai explicar o que que é isso. E a doutrina do voluntarismo, que é a parte mais fraca da sua filosofia. E tem essas outras obras. Eh, a o tratado sobre o primeiro princípio é uma das mais populares, que é a sua argumentação para a existência de Deus, como se fosse a via escotista, digamos assim.

¶146Eh, a gente vai falar sobre ela. Enfim, vamos avançar. Então, eu tava falando sobre essa delimitação rigorosa dos âmbitos de estudo. Para o escotos, a filosofia, que ele entende a metafísica, né, como eu disse antes, metafísica, matemática e lógica. Então, a filosofia metafísica se preocupa eh com ente enquanto ente, de tudo que a ele é redutível ou dele dedutível ou ser enquanto ser.

¶147Se você quiser falar dessa forma, dá no mesmo. Já a teologia, que não é ciência, não é ciência, trata da fé. Então, a primeira, é, eu já eu ia comentar só, eu sei o que que você vai comentar, mas ó, ele já pareceu ter colocado a filosofia aqui, né? A metafísica, a física e a matemática com uma coisa só, tratando do ente quanto ente, né? Já tá errado aí, mas eu sei que você vai falar outro.

¶148Pode falar, Carlos. >> É que na é que eh no século XI já se já havia se introduzido eh especialmente entre os teólogos, essa terminologia, esse nome ENS, essa palavra, né? >> Sim. >> E ela não significa ser, ela não é um correlato exato de ser. Na verdade, é uma palavra é uma palavra complexa ou plexa, né?

¶149Uhum. >> Ou seja, na verdade, o ser ele é um conjunto de ser e essência. O ente, na verdade, é um conjunto de ser e essência. >> Uhum. >> Não é só ser nem só essência, as duas coisas.

¶150Eh, então, até porque isso é muito aveniano, né? Então, o ente ele não abarca apenas o ser, porque o ser não esgota tudo aquilo que é. Existe o âmbito da essência. E aí que a palavra entra como uma essa palavra que captura essas duas realidades, >> uma realidade meio que combina nome e ação, né? Pelo menos assim na parte, né?

¶151Deixa eu ver aqui. >> Exato. >> Mas é, então, e aí ele tá falando aqui, ó, já a teologia para dan Scott não é ciência, mas tem nuances sobre isso daqui, né? Porque na Ordinácio ele fala sobre isso, né? Na ideia de de como de como consideração científica, né?

¶152É, >> então assim, tá é tudo estranho esse comentário do Benites aqui. >> O por demonstração e a segunda por persuasão. >> Aqui, ó, Carlos, a meta, como é que é? Ó, a meta a metafísica opera por demonstração e a teologia por persuasão. Vamos lá.

¶153Opa. Eh, com ente enquanto ente de tudo que a ele é redutível ou dele dedutível. >> Ó, deixa eu deixa até eu colocar esse trecho de novo que eu queria ouvir o que que ele tinha falado direito. Pera aí, ó. como eu disse antes, metafísica, matemática e lógica, que ele entende a metafísica.

¶154A gente vai falar sobre ela, >> enfim, vamos avançar. >> Então, eu tava falando sobre essa delimitação rigorosa dos âmbitos de estudo para o escotos, usar filosofia, que ele entende a metafísica, né, como eu disse antes, metafísica, matemática e lógica. Então, a, >> ó, viu, ele falou assim, a filosofia, então para ele, a filosofia é metafísica, matemática é lógica, né? Ou seja, não é só metafísica, apesar de ele ter colocado aqui entre parênteses, metafísica se preocupa do ente enquanto ente. Ué, mas eh a matemática não é o ente enquanto o ente.

¶155A gente tá falando aqui da metafísica. Realmente só a metafísica é o ente quanto o ente, mas as outras delimitam de outra forma o seu objeto de estudo, né? Ela exato. Eh, a lógica vai ter vai ter um objeto de estudo diferente da concepção de sintomas ou dos tomistas, que é eh as segundas intenções do intelecto, né? Para para escoto, o objeto formal da metafísica é o raciocínio ou o silogismo, que é a terceira operação do intelecto, porque ele entende que a per que porque ele entende que a perfeição da ciência está no seu e, portanto, o silogismo é aquilo pelo qual as outras operações, as outras duas operações lógicas tentem.

¶156Então, eh, ela é de fato o silogismo em si o objeto formal da lógica. você tem a filosofia da natureza que compreende os tratados eh de física de Aristóteles e aí entra a física, mas tem outros e outros livros de física e tem, por exemplo, sobre o céu, que também é física, tem o da geração e da corrupção, que também entra nesse escopo. E aí para escuto, o objeto dessa ciência não é o mesmo objeto que é para São Tomás de Aquino, porque por exemplo, ah, para escoto vai ser o corpo natural, é o ente enquanto corpo natural. S. Tomás vai argumentar que é o ente enquanto móvel, né?

¶157Então, eh, são alguns, são algumas coisas que ele deveria ter colocado aí, não é só matemática, eh, lógica e metafísica. Não vem de longe. >> Exato. Exato. Vamos lá.

¶158Vamos lá. >> Filosofia metafísica se preocupa eh com ente enquanto ente de tudo que a ele é redutível ou dele dedutível ou ser enquanto ser. Se você quiser falar dessa forma, dá no mesmo. Já a teologia, que não é ciência, não é ciência, trata da fé. Então, a primeira opera por demonstração e a segunda por persuasão.

¶159O escotos acreditava que para você salvar sua alma, a fé é algo completamente diferente do conhecimento filosófico. E você pode ser persuadido, né? Você pode, ouvir a retórica de de um pregador, digamos assim, e ser persuadido a a seguir determinada doutrina, seguir determinada prática. O es cotos era um franciscano e isso vai ser algo muito bem quisto dentro da doutrina franciscana, né? Essa sua parte eh da vontade como uma potência superior ao intelecto.

¶160A gente vai falar sobre isso. Ao >> que salada isso aqui, hein, Carlos? Que salada isso aqui porque para poder ser salvar a sua alma é que tem essa ideia de que a fé é um conhecimento diferente. Vai entender, vai entender. Aí mete já mete voluntarismo no meio também e joga.

¶161É, mas que salada maluca foi essa daqui? Nem sei se ele entendeu o que que ele mesmo falou aqui. Vamos lá, deixa eu continuar aqui. Passo que o Tomás Jaquino é muito eh, digamos assim, aristotélico. Ele ele filosofa muito a teologia.

¶162Eh, o Dans Scotus, ele vai fazer uma uma separação radical, né? Eh, então não tem muito aquela ideia de que a filosofia te leva até um lugar e depois a teologia toma conta e segue a partir daí, né? Como a gente tem no Tomás de Jaquino, a gente não tem a ideia do da analogia. O Dan Scouts vai rejeitar analogia do ser. A gente vai falar sobre isso.

¶163>> Meu Deus, >> ele é >> tem que tem que se se ele se ele se ele, por exemplo, ol buscar assim histórias da filosofia assim, já elas já comentam que que em escoto existe sim uma espécie de de analogia doente. Aliás, o grande autor que escutou como se comunica, que é Henrique Gigante, ele tinha uma doutrina doutrina analógica a qual o Scot se contrapõe com a universidade, mas isso não significa que ele não possuísse nenhum tipo de teoria analógica também, né? Coisa que o Mário vai trabalhar, vai sistematizar melhor. Mas sim, escoto também possui uma analogia doente. >> Dentro da universidade existem graus de analogia, né?

¶164Só que aí o Benites ele pega, sei lá, eu não sei nem de o que que ele usou para fundamentar isso aqui. Ele ele vai falando, ele vai falando, por exemplo, assim, a que então eh, como é que é que Danz Scott é menos aristotélico, que Tomás Jaquino é aristotélico, que consegue articular as coisas com razão. Dan Scott é só retórica, meu Deus. Assim, sabe? Por causa na fé, né?

¶165Ou seja, na fé é tudo retórica, não tem essa etapa de a razão auxiliar para depois a teologia conduzir. É uma salada muito louca assim. Não faz o menor sentido isso. Dan Scott usa sempre a razão, super sistemático assim. É, enfim, né?

¶166Isso daí. Deixa eu ver o que que estão falando aqui, ó. Ele eh ele filosofa muito a teologia, esses filósofos, sempre colocando filosofia nas coisas. Muito bom. Escoteríis, né?

¶167Muito bom. Deixa eu ser aqui, ó. falou, seria assim ser o maior dos te da oratória, né? Seria assim ser o maior teólogo da história. Exatamente.

¶168Exatamente. Que a teologia para dan Scot é retórica, é persuasão, não tem não tem raciocínio, né? Não tem demonstração, não tem nada assim. Vamos ver aqui. Vamos lá.

¶169Dentre muitas outras coisas. Então, vamos lá. A universidade do ente. Ele tá falando de uma simplicidade irredutível de todos os conceitos complexos. Todo conceito é unívoco.

¶170O primeiro é o ente, tudo que existe de algum modo. Ente é tudo que existe de algum modo. Eu sou um ente. Esse copo é um ente. A água é um ente.

¶171Deus é um ente. Mas tem uma diferença que não é uma diferença como Tomás Jaquino não entendia a diferença. A gente vai falar sobre isso, que Deus é o ente enquanto ente ou o ser enquanto ser. Então o ente pera aí, pera aí, vamos ver. É o primeiro objeto do intelecto.

¶172Pro esc. Então o ente univoco é o primeiro objeto do intelecto. Pro escotos, o nosso intelecto, ele foi feito para compreender tudo que pode ser compreendido, tudo que existe. Mas ele é um cristão, ele acredita nas escrituras bíblicas, então ele entende que o ser humano está numa posição decaída. O ser humano ele é imperfeito, ele ele ele vai ter dificuldade para aprender as verdades.

¶173Então o intelecto, na condição humana atual, decaída, material, imperfeita, é obrigado a seguir o processo de abstração. E nesse, >> olha só, o ser humano tem tudo que que ele falou aqui para cima tá praticamente errado, né? Mas isso aqui me chamou atenção na condição humana atual, seja decaída, né, por causa do pecado e tal, o intelecto humano é obrigado a seguir o processo de abstração. Olha, Carlos, foi por causa do pecado que a gente tem esse tipo de de gnoteologia, né? O que que você acha disso?

¶174Na verdade, o que ele quer dizer é o seguinte, ele ele é porque, enfim, é claramente uma pessoa que não tem domínio do que tá falando. O que para escoto é é na verdade um fruto inclusive do pecado, não da condição exatamente humana, mas do pecado que ocasionou uma condição humana diferente do estado original. é que, por exemplo, antes da queda não havia não um processo de abstração. A questão é que não havia a conversão dos fantasmas. É essa a tese esotista.

¶175>> Sim. >> Não havia o processo de conversão dos fantasmas. Então, eh, de alguma forma, a nossa, a nossa, a direção do nosso intelecto ao singular era muito mais era muito mais imediata, era de uma forma muito mais intuitiva, mas com a queda, a queda coloca como em posição esse essa necessidade do do intelecto retornar sobre sobre si mesmo, seus conceitos abstraídos e então de alguma forma conhecer o singular. singular, né? E aí eu não vou entrar em detalhe sobre a doutrina do conhecimento do singular em escoto, mas tá errado já essa explicação dele em relação ao processo, processo de abstração.

¶176Haveria processo de abstração em qualquer estado humano. >> Uhum. Eh, outra coisa, ele confunde eh a aquela aquela questão controversa entre tomistas e escotistas sobre o primo cognitum, o primeiro objeto do intelecto, eh, que é uma questão extremamente complexa e não é tão fácil de existem oposições que tentam aproximar Tomás Jaquino com escoto, ou seja, dizer que escoto es defende a mesma posição de Santo Tomás. Tem posições que separam o escuto do Santo Tomás. Eh, por exemplo, o Cardeal Caetano no seu opúsculo, comentando o opúsculo, né, a a o dente essenci de Santo Tomás, ele vai dizer, ele vai contrastar a opinião dele com a opinião de Antônio Trombeta, que era um grande esotista de Pádua, ele vai dizer que para a trombeta, isso é fácil, isso é fácil, é fato, né?

¶177Hum. >> Para trombeta, o primeiro objeto do intelecto não é que é o ente, mas é a espécie especialíssima, que não é o eh, enquanto para os tomistas seria a cuididade sensível ou ou a coisa concretada nas na na nas essências, né, materiais, né, para para escuto seria a espécie especialíssima. E aí existe outra outra questão que tá sendo confundida aqui, possivelmente a origem da confusão, que é outra coisa, o objeto adequado do intelecto, eh, que é o ente de fato para escuto. Eh, >> na verdade tem uma outra confusão também, porque quando a gente fala também do objeto da metafísica, que é o ente enquanto ser, aí ele fala assim: "Para escoto, Deus é o ente enquanto ser". Uma coisa assim, né?

¶178uma coisa assim que ele falou o ente enquanto >> ele disse isso de ele falou isso de São Tomás que escoto que para escoto eh existe uma diferença em relação a Tomás de Aquino. A diferença é que, por exemplo, eh, para São Tomás o Deus é o ser enquanto ser. >> É, né? >> Para escoto também. >> Pois é, >> tem que lembrar que para escoto também.

¶179>> Pois é. É, então é uma confusão só. >> Aí entra outra e aí entra outra questão que ele não estudou, que é a questão do constitutivo formal da essência divina, que aí entra nesse detalhe do ser enquanto ser ou do ser por si mesmo, né? O ser subsistente, etc. >> Exato.

¶180Vamos voltar aqui para rodar. Eu eu vou colocar você aqui em cima, Carlos, para você não ficar tapando aqui o slide dele, tá? Vou vou deixar você aqui para que senão vai acabar o slide dele. Vamos lá. Processo ele comete erros.

¶181Vamos ver então quais são as grandes diferenças com relação a Tomás Jaquino. Para Tomás Jaquino, o termo ser aplicado a Deus e às criaturas não é nem estritamente unívoco. O significado não é idêntico, nem puramente equívoco, nem é totalmente diferente e sem relação. O ser é predicado de forma analógica. Então, quando a gente fala de Deus, por mais jaquino, a gente tá falando de por analogia.

¶182Eh, nessa discussão tem muito aquela ideia também da da eh teologia apofática, né, de que você fala sobre Deus por negação. Nós somos limitados, Deus, portanto, não é limitado, né? Eh, nós somos materiais, Deus não é material. Enfim, contra Tomás Jaquino, Escotos sustenta que o termo é unívoco e que não há diferença entre ente e a essência. você deve talvez ter ouvido falar no no grande tratado, assim, não é um tratado grande, mas é influente do Tomás Jaquin no ente e a essência, que é uma obra menor, uma obra de juventude.

¶183Eh, mas ele faz uma diferenciação que não existe pro escotos. A gente vai ver porquê. Mas antes vamos falar do argumento do escocotos para Deus. >> O ente do esse esse na verdade é um opúsculo, né? Não é um tratado, né?

¶184que dando que Tomás Jaquino faz, não é um é realmente pequeno comparado a um tratado como a sua teológica ou coisa assim, né? Vamos ver que ele vai falar assim, ó. Agora, o argumento de escotos para Deus, isso aqui eu acho que é um vai vai ser interessante. Vamos ver o que que ele fala aqui. Eh, só um só um detalhe é que a grande diferença introduzida por Tomás Jaquino nesse opúsculo de ente essência é que as coisas são compostas de ente e essência, coisa que escoto também vai aceitar.

¶185>> Uhum. Perfeito. Aí ele tava falando isso como uma tese demarcatória ali, né? Uhum. >> Vamos lá.

¶186E ele vai rejeitar Tomás Jaquino também. Aqui ele vai rejeitar as cinco vias de Tomás de Jaquino, assim como ele vai rejeitar o argumento ontológico de Anselmo. O argumento ontológico de Anselmo é a priori, é um argumento via intuição, é um argumento que você vai basicamente deduzindo, eh, só preciso da razão. E o os argumentos do Tomás Jaquino, eles são a posterior, então eles partem da experiência, eles partem do da do do mundo sensível, né? Mas o o Dans Escotos vai rejeitar isso também.

¶187Por quê? Porque para ele as coisas do mundo sensível são contingentes. O que que significa ser algo algo ser contingente? Metafísica básica. Algo ser contingente como esse copo é ele poder não existir, né?

¶188Aí você volta lá pro Aristóteles, pra sua teoria das quatro causas. Eh, qual é a causa eficiente desse copo? Quem fez esse copo, né? Foi a fábrica, o robô da fábrica programado pelo engenheiro ou sei lá quem, né? Qual é a causa eficiente desse vídeo, né?

¶189Eu tê-lo produzido? Enfim. E tem as outras causas. a causa final, a causa formal e a causa material. As coisas contingentes, elas têm causas anteriores que explicam a sua existência.

¶190Elas poderiam não ter existido. Então, a vasta maioria das coisas são coisas contingentes. Mas assim, eu tô falando aqui dentro da metafísica escola, escotista, não tô falando nesse momento da do que eu penso, tá? Eh, então o escotos, ele diria que essas coisas contingentes, elas não podem levar a ter algo necessário como o Tomás Jaquino acreditava. Não dá para fazer isso.

¶191Em vez disso, o escotos vai pela necessidade da possibilidade da existência, cuja única causa pode ser Deus. Como assim, Mateus? Que história é essa de possibilidade? Vai ficando cada vez mais complexo? Então, uma das grandes influências do Dans Escotos é justamente pensar em termos modais.

¶192Quando eu falo modal, eu tô falando em possibilidade. Então, ele tá introduzindo nessa discussão ou popularizando nessa discussão a questão sobre possibilidades de ser. Ele vai influenciar o Libnis, que vai falar depois na te Odisseia, vai usar a lógica modal para falar sobre porque Deus não é a origem do mal, né? Porque esse é o melhor dos mundos possíveis e depois vai ser satirizado pelo Voltaire. Mas depois na filosofia analítica atual a gente fala de lógica modal o tempo todo.

¶193Aí o filósofos muito influentes contemporâneos, Cripk, eh, Name and Necessity, ele basicamente vai eh fazer algo que é semelhante ao que o Scotos tá falando ali, fazendo ali naquele contexto do nosso contexto, que é popularizar a lógica dos mundos possíveis. O Plantinga também vai fazer isso, que é um filósofo teísta da filosofia analítica. Então o argumento do escotos é a priori como do Anselmo, só que é bem diferente. >> É, não faz o menor sentido dizer que é a priori, né? Escotos, ele também dá exemplos empíricos e, enfim, na verdade tem toda aquela aquela discussão se ele tem uma prova a simultânea, né?

¶194O que que é de fato que ele faz no tratado do primeiro princípio, mas eh se ele tivesse fazendo uma argumentação a priori, seria de fato como Anselma. Ele parte do mero conceito da coisa e aí vai derivando algo, né? Não poucos autores pensaram que escoto procedia da mesma forma que São Tomás, tá? Isso aí. da primeira coisa, especialmente a bibliografia mais recente em relação a esse assunto, tende a pensar que escuto na verdade não proceder de uma forma tão distinta eh como eh em relação a São Tomás de Aquino.

¶195Ponto. Por exemplo, de não de alguma forma não apelar a a a algo da experiência, porque a sua demonstração ela precisa de alguma forma se voltar paraa experiência, né? Eh, existem teólogo, eh escutistas que pensaram, e eu penso como eles que escuto ele fez de certa forma uma espécie nova de demonstração, porque de fato ah ele diz, ele diz no tratado acerca do primeiro princípio que a sua demonstração é parecida com de Anselmo, que ele vai colorir a demonstração Ancelmiana, porém ele procede de uma forma diferente em relação a Santan Anselmo, que ele não parte simples. simplesmente da da concepção de um conceito, da possibilidade de concepção de um conceito, por exemplo, de Deus ou não. Ele vai por outro caminho até chegar, aí ele parte do possível, aí ele chega no necessário, que é uma nova forma de entender eh esse tipo de demonstração.

¶196Então, colocar simplesmente a priori e a posteriori não. Simplesmente não, até porque existem demonstrações de filósofos contemporâneos a esses filósofos que que não é a posteriore nem a priori. Eu cito aqui, por exemplo, a demonstração por equiparação do Lúlio, que não é nem a priori e nem a posteriori. >> Exato. Exato.

¶197É uma confusão toda. Deixa eu ver o que o pessoal tá falando aqui, ó. Eu não entendo porque falam tanto de filosofia. Quando eu era do escotismo, nós nos preocupávamos em ensinar cidadania, valores e princípios para os meninos escoteiros. Muito bom, pessoal indo aqui.

¶198Pera aí que isso aqui merece uma coisa. Vocês sabem, né, pessoal? O que que isso aqui merece? Deixa eu ver aqui. Cadê o o cadê aquele troço?

¶199Pera aí. Tá aqui, ó. Isso aqui merece o Muito bom. Muito bom. Tô falando aqui que mais, Mateus Palpites.

¶200É, esse vídeo todo tá uma palpitaria só. Como que eh como que pode alguém vir na internet falar sobre algo que ele definitivamente não sabe? Quem foi que normalizou uma coisa dessas? É, na verdade, o canal do Mateus Benites é praticamente isso, né? Deixa eu ver aqui.

¶201Só ver o chileno lá. Exato. Se sente muito empoado para falar uma coisa que não domina, né? Carlos é totalmente lulista do início ao fim. Exato.

¶202Eh, deixa eu ver o que mais estão falando aqui. Opa, pera aí que eu subiu aqui o Tá, deixa eu ver o que mais estão falando. Escotos, o verdadeiro criador da lógica modal no século XI, diga-se de passagem. É, então ele também mencionou aqui quase como se o escoto fosse o inventor dessa coisa, né, de ser algo ser contingente, algo ser modal, de de algo ser necessário, como se Tomás Jaquira não tivesse ali na uma terceira via que falasse justamente sobre isso, né? Uma prova em que se parte da contingência também, né?

¶203Inclusive, eh, dá dá até um pouco de raiva como as pessoas menosprezam o caráter modal da terceira viia. Ele de fala, na verdade, de contingência e e necessidade em termos de moda também. >> Exato. >> Afinal de contas, existe uma lógica modal em Aristóteles, na cogística aristotélica. >> Uhum.

¶204Falaram aqui, ó. Fugita, você viu a cronologia que montamos? Eu vi uma mensagem lá em cima. escreve de novo que eu não tô achando aqui. Assim, ó.

¶205Pior que o Benites fala com ares da autoridade intelectual. Pois é, mas vamos lá. Tem ainda tem essa autoridade ainda vai dar muitos argumentos aqui. Vamos lá, >> porque ele tá trabalhando eh com lógica modal, assim como trabalha o Plantinga, que é um filósofo atual, que também faz eh argumentos ontológicos. Mas então, para Tomás Jaquino, Deus é caracterizado sobretudo como ser, o ato puro, o ser que tem eh que não precisa nem pode ser atualizado por outro, né?

¶206Ele tá sustentando o universo, ele tá sustentando a realidade, ele tá sustentando o tempo todo as coisas contingentes. Eh, ele, ao passo que eu, você, o Dans Escotos, o Tomás Jaquino, Aristóteles, esse copo, esse microfone, todos temos nossas potências sendo atualizadas por outros, né? Deus, no caso para Tomás Joaquimo, é o ser em ato puro, né? Então ele ele atualiza, ele não é atualizado, né? Ele é causa de si mesmo, ele é autoexistente, ele é perfeitamente bom, massimamente amoroso, onisciente, onipresente, onibenevolente e onipotente e extremamente simples, né?

¶207Ele o aqui não identifica Deus com o ser. E aqui para te dar um exemplo, esse copo ele é de vidro, né? O vidro teve a sua potência de ser um copo atualizado, assim como eh a árvore ou a madeira teve a sua potência de ser um livro atualizada quando a fábrica fez lá, a gráfica fez o livro, né, a partir da, enfim, depois ele vai ter a sua potência de ir pra reciclagem, ser atualizada. Enfim, isso é basicamente a metafísica aristotélica que eles receberam dos árabes, Avicena, Averroz e trabalharam em cima. Para escotos, Deus é caracterizado sobretudo como infinito.

¶208Para ocran, Deus é caracterizado sobretudo como liberdade. Então, eu coloquei aqui diferentes filósofos medievais e influentes porque é é uma chave de entrada para entender esse pensamento de cada um deles é estudá-los comparativamente, né? Entender um a luz do outro ou melhor dizendo, a sombra do outro. Então eles usam, costumam usar termos em que são predominantes para se referir a Deus. No caso do Tomás Jaquino, é essa ideia de ser, de ato puro, eh, de pura atualidade.

¶209Para os Cotos é ideia de infinito, para o hamade. Vamos então ler um pouco do que diz o Giovanni Reali no História da Filosofia, volume 1, como eu disse, o link tá na descrição, sobre essa sobre essa argumentação do cotos. Assim, chegamos ao ente que se buscava porque explica a possibilidade ou produtividade do mundo, sem que sua existência, por seu turno exija ulterior explicação. Desse modo, se as coisas são possíveis, também é possível um ente primeiro. Mas tal ente é só possível ou existe de fato?

¶210A resposta é que tal ente existe em ato, porque se não existisse também não seria possível, considerando que nenhum outro estaria em condições de produzi-lo. Assim, se é possível, o ente primeiro é real. Mas qual é a sua conotação específica? A infinitude, porque é supremo e ilimitado. E assim, tendo identificado o ente enquanto ente como objeto primeiro do intelecto, escoto descobre que só o ser infinito é ser no sentido pleno da palavra, porque é fundamento de todos os entes e antes ainda de sua possibilidade.

¶211Brilhante. E lembra muito os filósofos modernos, lembram muito Decart quando ele ele parte de um primeiro princípio também, ele ele ele busca algo com que ele possa fundamentar a filosofia, fundamentar o conhecimento a partir disso. Aí no caso dele vai ser o códito. Aí depois ele tem que provar a existência do mundo externo, né? E para isso ele prova Deus que dá >> eh que prova >> eh >> pode falar >> isso que dá querer aprender filosofia medieval em eh história da queria querer aprender filosofia em história da filosofia.

¶212Você vê que o próprio realça com várias coisas ali. E ele ele e agora o Benit acredita ter encontrado uma ponte entre Escoto e Decartes, autores completamente diferentes. >> Não. E olha só, a ponte que ele julga ter encontrado é que os dois partem de um princípio. Então tem ponte em qualquer filósofo.

¶213Meu Deus do céu. Meu Deus do céu. Por Tomás de Jaquino não parte de um princípio do movimento do adagio do movimento. Então tá aí, ó. A ponte também Renede DK parte do negócio lá do códito.

¶214Aí pronto, já conectou, entendeu? Já deu match ali. Mas é impressionante isso, né? Impressionante assim como é totalmente artificial que eles tentam fazendo. Ô, por isso que eu falei no começo, pessoal.

¶215Gente, o Dek é o DEK já, o Giovanni Reale, ele é um autor interessante para vocês se introduzirem, mas esse livro de história da filosofia tem um monte de erro assim, entendeu? Não tem como. O pessoal falou aqui, colocou a linha do tempo, ó. Escotos, maisocaman, renascimento, lutero satânico, empirismo, materialismo, marxismo, niilismo, hedonismo, sensualismo, parada gay em São Paulo no 12 de abril. Paulo Cogos, bruxo Malagueta.

¶216Acho que nunca fizeram tão perfeito, tão tão completo assim a linha do tempo. Carlos >> e o Paulo Cogos entre a Parada Gay e o Bruxo Malagueta. Tá ótimo aqui. Ai ai ai. Muito bom.

¶217Muito muito bom. Porque é tão comum AU ser arrogante e prepotente intelectualmente? Pois é. Exato, pessoal. Extremamente simples.

¶218>> Quando ele quando ele fala do plant ele dá uma risadinha, né? Quando ele fala que o planting ele faz argumentos pra existência de Deus. dá uma risadinha assim, mas é engraçado como ele não entende, ele não entende o Plantinga, possivelmente é claramente não entende escuto, não entende tomar Jaquino. Eh, é uma ignorância assim engraçada. >> É exato, exato, exato.

¶219Mas vamos lá, vamos ver o que que ele vai dizer aqui em seguida. Vamos ver para ele a existência do mundo externo, porque Deus não seria um Deus enganador, porque seria um Deus corruptível e imperfeito. Enfim, essa busca por um primeiro princípio, eh, tem algo de um de um ceticismo metodológico aqui que eu já acho bem moderno, concordando lá com com um comentador que que eh o destaca eh por parecer um filósofo moderno, né? Ele fala de um jeito talvez um pouco dramático, que ele é o primeiro filósofo moderno, talvez seja uma hipérbole, mas ele não deixa de ter muitas semelhanças e muitas influências nos filósofos modernos. >> Então, novamente, então Tomás Jaquino é um filósofo moderno.

¶220Qualquer filósofo que tem um princípio do qual parte para tirar uma conclusão é um filósofo moderno. Sim, sabe? É isso. >> E se se a gente tirar influências, a gente teria que dizer que vários filósofos medievais são filósofos modernos ou primeiros filósofos modernos. Eu cito aqui, por exemplo, que muito mais influente na renascença do que o próprio escoto foi o Lúlio.

¶221E aí ele foi um filósofo moderno também. Pois é, exato. >> Porque vários filósofos se debruçam nele, como e benis claramente se debruçam nele. O próprio Decartes, ele tem uma uma carta onde ele comenta sobre a arte luliana e e será que ele também é um filósofo moderno? Lúlio?

¶222Então é meio bizarro esse negócio de buscar o primeiro filósofo moderno, não entendendo que a filosofia moderna surge de uma ruptura com o aristotelismo, mas se você vê os primeiros filósofos modernos, eles eles permanecem em grande parte eh se mantendo, por exemplo, algum tipo de léxico escolástico. É um aristotelismo mais livre que eles mantém, não aquele aristotelismo escolar. Primeiro porque começa com num espécie uma espécie de de aristotelismo eclético e depois vem um aristotelismo mais desgarrado assim, né, que tem outras influências. Depois vem teses mais originais. Ah, então é é um processo de transição muito mais complexo do que pensar que, por exemplo, ah, desculo, pulamos então para Decart.

¶223Pois é. Pois é, não e ele fala assim, né? Não existe um certo uma uma metodologia que lembra os modernos um certo ceticismo de busca de um primeiro princípio para poder demonstrar as coisas. Eu, hein? Ele não tava dizendo ainda h pouco que o Dan Scott tinha menos a ideia de raciocínios dentro da teologia, que era uma coisa mais assim quase fideísta, né?

¶224Sei lá o que que ele pensa agora, né? Mas vamos ver. Opa, você ia falar alguma coisa? Não, eu só ia falar que, por exemplo, a questão do princípio em Decarct é uma uma coisa claramente de uma filosofia fundacional que vai buscar fundacionar de alguma forma >> Uhum. >> a toda toda o seu filosofar a partir de um princípio.

¶225O ponto é que você não encontra isso em escuto. >> Exato. É, ele não é um fundacionalista, como a gente fala, né? Exato. >> Não, >> vamos lá.

¶226Coto descobre que só o ser infinito é ser no sentido pleno da palavra, porque é fundamento de todos os entes e antes ainda de sua possibilidade, porque esse é o cerne do argumento. Ele não tá falando dos entes, ele tá falando das da possibilidade dos entes. A sua caracterização central desse ser enquanto ser é a infinitude, a ideia de infinito, porque ele tem que ser supremo e ilimitado. Ele tá como que na fronteira entre o ser e o não ser. É muito interessante isso que chega soar quase paradoxal, né, de que Deus ele é todas essas coisas, >> mas ele ele colocou Deus como se tivesse na fronteira do se e não ser.

¶227Foi isso que ele disse. >> Exato. Ele fez isso. >> Ai, meu Deus. É, é, é o que você falou, né?

¶228É algo que dá. Você quer dizer, nem sei se dá para colocar isso na conta do real. Eu acho que eu não, não tem nada no real ali que dê para sustentar o que ele tá falando. Ele literalmente tirou isso da cabeça dele, assim, literalmente. Ver, deixa eu ver de novo aqui.

¶229>> Ele tá como que na fronteira entre o ser e o não ser. É muito Ele tem que ser supremo e ilimitado. Ele tá como que na fronteira entre o ser e o não ser. É muito interessante isso que chega só a quase paradoxal, né, de que Deus ele é todas essas coisas, mas todos esses homens, né? Mas ele também ele tá na fronteira entre o ser e o não ser, na medida em que ele é simples, né?

¶230Ele é maximamente simples. A ideia da simplicidade divina, a gente vai falar sobre isso. Então, >> seja, Deus está na fronteira do Se, não sei, só porque ele não é composto de partes, só porque ele é infinito. Sabe de onde ele tá tirando isso? Existe uma, existe uma obra, existe uma obra de um escolar chamado Egídio Romano.

¶231Ele escreveu uma obra chamado Exameron, onde ele argumenta que existe uma realidade que é o meio termo entre o ser e não ser, que é o justamente o que ele chama de ser impotência. Mas veja, escoto, na verdade, com a sua noção própria de potência, que depois vai ser reutilizada por Soares, ele não poderia discordar mais dessa concepção, onde a potência seria um uma espécie de termo médio entre o ser e não ser. Não, para para escolta é o contrário. Não existe meio termo entre o ser e não ser. Ou alguma coisa é ou uma coisa não é.

¶232existe essa eh pensadores como o Egídio Romano e Tomás Jaquino é que vão ter concepções mais próximas a essas. Mas veja, mesmo assim essa linguagem não é utilizada para Deus em momento algum por esses autores. >> Exato. Dentro da filosofia escolástica protestante, a gente também tem essa discussão dentro do Sted, né? Ele comenta, tem uma controvérsia que ele tá polemizando contra um autor justamente para falar que a potência não é um termo médio, né?

¶233Não tá no meio termo entre o ser e o não ser. Para ele, a potência é plenamente ser. Não tem nada a ver. >> É. Eh, pois é.

¶234Contemporâneo próximo do Altedad vai ser um um autor chamado Campanela, que é da Renascença. Eh, ele vai desenvolver uma teoria do nada, né, onde ele vai argumentar de fato que existe que as coisas na verdade são compostas de ser ser e nada, como contrários, né? Uhum. >> Serinada faria parte daquela tábula de oposições. Serinada, ou seja, as coisas são em parte ser em parte nada.

¶235E aí ele tem toda uma linguagem para Deus também. Mas ele, mas veja, um e o Campanela, ele dizia que Aristóteles, Aristóteles era idiota, que Aristóteles era burro. >> Ele não era ele não era escolástico de modo algum. Exato. Exato.

¶236>> Então >> é e >> de qualquer forma não faz sentido que o que eu >> é situar especialmente escoto, né? Especialmente escoto para colocar nisso daí e mais não só de ter essa posição, mas supostamente derivá-la da simplicidade divina, sabe? Pelo fato de Deus ser simples, ele faz, sabe? Ele tá nisso num de onde assim, sabe? Enfim.

¶237Ai ai. Eh, porque você tá falando para esse autor tava diendo, OK? campanela e tal, composante de de do ser e de nada, né? As coisas são assim, mas a simplicidade não tem composição nenhuma, entendeu? Então, enfim.

¶238Aí o o Vitor falou aqui, ó, manda um salve para nós, fugito. Acabei de te mandar uma notícia boa no zap. Rapaz, eu vou até parar para ver porque eu tô esperando essa notícia do Víor há há há praticamente seis meses. Rapidão. Ah, meu Deus, que felicidade.

¶239Pera aí, depois, Vitor, eu o eu vou te eu vou te ligar assim que acabar a live. Pelo amor de Deus. Salve, lindo pendão da esperança, símbolo Augusto da paz. Vamos lá, ó. A de palpitano.

¶240Muito bom os comentários aqui, ó, pessoal. Eh, baita novidade na escolástica. Pois é, aqui, ó. Eh, vou, ó, irmão Ateu do Banzol, vou pedir ao Benites para fazer um vídeo refutando vocês. Pode fazer, rapaz, pode fazer.

¶241O Geovani falou assim: "Acho que o Benites fala com mais segurança do que talvez deveria". Tem tanta gente com conhecimento intermediário com canal que seria obrigado a fazer o meu. Tô até devendo uma live com o senhor. Exatamente, Giovani. Você é um fujão.

¶242Já devia ter aparecido aqui há um tempão. Urubu da fofoca. Exato. Vamos lá. Vamos lá.

¶243O escotos comenta lá no ordinácio. Ele argumenta: "Deus não é conhecido naturalmente pelo homem peregrino de forma própria e particular. Isto é, segundo a razão de tal essência divina enquanto esta é em si". Então aqui ele tá falando que a gente não sabe nada sobre a essência de Deus. Não tem como saber isso.

¶244Isso é é algo que Tomás concordaria também, né? Ele fala que ele falaria que Deus >> pera aí, como é que é? Desculpa que eu eu fiquei tão empolgado que eu acabei eh nem vendo o que que ele que tá falando. Tá falando agora sobre a Ah, tá. O argumento de escultos para Deus.

¶245Deus não é conhecido naturalmente pelo homem peregrino, de forma própria e particular. Olha comoig e homem peregrino, tá? Vamos já falar sobre isso. Isto é a segunda razão de tal essência divina enquanto está em si. Tá?

¶246OK. Vamos ver o que que ele comenta. >> Então é que ele tá falando que a gente não sabe nada sobre a essência de Deus. Não tem como saber isso. Isso é é algo que Tomás concordaria também, né?

¶247Ele fala que ele falaria que Deus sabemos que Deus é, mas não o que Deus é, né? E esse é um dos poucos pontos em comum nesse sentido metafísico. Então a divina, a essência divina não é algo que possa ser compreendido pelo homem. Ele escreve nessa mesma obra, portanto, o conceito de ente aqui aplicado a Deus é diferente desteix ou daquele conceito, sendo por isso neutro em si mesmo. Embora esteja incluído em anos os conceitos, assim é unívoco.

¶248Ao pensar em termos modais, escotos antecipa sem opa, pode falar. >> E tá tá tá errado ali a situação. Ele colocou em anos e acho que acho que o certo seria em ambos, né? Ambos. Isso.

¶249Exato. Esteja incluído em ambos os conceitos. Assim é unívoco. Exato. >> Assim é o >> Você queria comentar alguma coisa aqui ou posso deixar rodar aqui?

¶250Que eu queria ver onde ele ia chegar com isso? >> Pode, pode deixar. >> Unívoco. Ao pensar em termos modais, Escotos antecipa a semântica de mundos possíveis da filosofia, que eu já expliquei. A causa incausada da comunidade de coisas contingentes é perfeição infinita.

¶251Por que eu não aceito esse tipo de argumento? Argumentos de necessidade não são convincentes para mim porque eles apelam para coisas abstratas, como, por exemplo, equações matemáticas. 2 + 2 = 4. São sempre esse tipo de coisas que são as coisas necessárias. Eles dirão coisas como em todos os mundos possíveis 2 + 2 = 4.

¶252Mas podemos dizer que um ente concreto como Deus é necessário? Deus não é uma equação abstrata. Agora, eu também posso imaginar o mundo possível em que quarques ou um campo quântico existem como coisas necessárias e como causa primeira das coisas contingentes. Sendo esse o caso, eu não posso dizer pura e simplesmente que esse copo é contingente, porque no final das contas, nesse mundo possível, era necessário que os átomos compostos por quarks necessários formassem esse copo. Se os quarks fossem necessários e as leis da física fossem determinísticas, esse copo seria necessário por consequência.

¶253O que os medievais chamavam de necessitar excondicione ou ou necessidade condicional. Se a gente reduz necessidade a apenas verdades lógicas conceituais, Deus se torna um postulado vazio, uma ideia abstrata. Eu entendo que essa objeção é mais contundente contra Liis e os teístas. racionalistas modernos do que contra os medievais que abordaram essa questão com mais complexidade. Tanto Tomás Jaquino como até filósofos analíticos contemporâneos como William Lane Craig ou David Lewis responderiam que a matéria ou a física fundamental apresenta marcas claras de contingência, mas isso não prova que esse é o caso para toda coisa natural.

¶254E se o elemento fundamental da física, como quarques ou cordas ou o que você quiser, for o ente necessário? E se por causa das leis da física a formação desse copo fosse inevitável? >> É, já tem um tem um monte de confusão aqui, né? Desde de ele falar que a invocar a modalidade já antecipa a semântica de mundos possíveis, né? Mas o ponto ali é que eh o simples fato de, por exemplo, existir nesta ordem de coisas um campo quântico que vai gerar esse copo, eu não entendi como que isso tornaria o copo necessário ali que ele começou a falar.

¶255Não sei se você conseguiu pegar o que ele tava querendo dizer ali. >> Eu o que eu tenho a dizer sobre toda essa verborragia do do Benites é perguntar se ele realmente leu alguma a prova que Escoto coloca no tratado acerca do primeiro acerca do primeiro primeiro princípio, né? por exemplo, ah, ele não ele não coloca eh ele não parte de uma concepção de Deus como se fosse, por exemplo, uma coisa simplesmente necessária. Na verdade, existe todo uma teoria sobre o factível e o aquilo que é justamente ah o feito, né, o o factível, o feito, etc. né?

¶256E aí, na verdade ele chega até Deus, não é por esse caminho que ele tá ilustrando, como se como se ele pegasse, na verdade eh verdades necessárias e então ele estivesse supondo esses argumentos, esse argumento, né? Não, não é bem assim. >> Uhum. Exato. Mas eu queria pegar aqui direito para ver que esses esse trecho aqui para mim foi quase enigmático.

¶257Deixa eu voltar um pouquinho só para ver se eu entendi direito. >> Mas dois é igual a 4. São sempre esse tipo de coisas que são as coisas necessárias. Eles dirão coisas como em todos os mundos possíveis 2 + 2 ig 4. Mas podemos dizer que um ente concreto como Deus é necessário?

¶258Deus não é uma equação abstrata. Agora, >> ah, eu acho que entendi agora com o seu comentário. É porque ele tá parecendo que ele parte já da necessidade de Deus. sendo que essa aqui é a conclusão, né? Como se Dan Scott est tivesse cometendo uma espécie de petição de princípio, né?

¶259Mas na verdade ele começa partindo na >> Exato. >> Como quando ele parte no na no tratado do primeiro do primeiro princípio, ele fala que é possível uma causa eficiente. Aí ele começa até chegar na necessidade de Deus no final de tudo. No final de tudo. Mas eh eu e o Benites parece se enrolar mais ainda.

¶260Ó, quer ver? Deixa eu ver aqui. >> Ora, eu também posso imaginar o mundo possível em que quarques ou um campo quântico existem como coisas necessárias. >> E não dá para imaginar um mundo possível em que quar seja algo necessário, porque a não ser que ele esteja dizendo que seria impossível que não existisse assim, que seria e é, ou seja, é, eh, é só se for nesse sentido, seria necessário, só se fosse impossível que não existisse um quark. Só que sei lá, vamos ver se ele o que que ele vai desenvolver a partir disso.

¶261Como causa a primeira das coisas contingentes. Sendo esse o caso, eu não posso dizer pura e simplesmente que esse copo é contingente, porque no final das contas, nesse mundo possível, era necessário que os átomos compostos por quarks necessários formassem esse copo. Se os quarks fossem necessários e as leis da física fossem determinísticas, esse copo seria necessário por consequência. O que os >> é nesse caso tudo seria necessário. Pare parecido com alguém fal que alguém falou nos comentários ali do Antônio Miranda, né?

¶262Tudo seria necessário, né? O que é absurdo, mas não é isso que Dan Scot tá fazendo, né? >> Medievais chamavam de necessitar ex >> condicione ou necessidade condicional. Se a gente reduz necessidade a apenas verdades lógicas conceituais, Deus se torna um postulado vazio, uma ideia abstrata. Eu entendo que essa objeção é mais contundente contra lais e os teístas racionalistas modernos do que contra os medievais que abordaram essa questão com mais complexidade.

¶263Tanto Tomás Jaquino, >> não o que ele falou também, por que que afetaria o Libit? Não consigo ver a conexão também, mas vamos ver. Como até filósofos analíticos contemporâneos, como William Lane Craig ou David Lewis responderiam que a matéria ou a física fundamental apresenta marcas claras de contingência, mas isso não prova que esse é o caso para toda coisa natural. E se o elemento fundamental da física, como quarques ou cordas ou o que você quiser, for o ente necessário? E se por causa das leis da física a formação desse copo fosse inevitável?

¶264Se é o caso, então esse copo ele é um ente necessário pro Benites, né? Porque assim, uma coisa tá OK, tem interpretações que dizem que de fato, sei lá, flutuações quânticas sempre existiram ou é realmente o nível mais fundamental de todos, mas disso não se segue, que o que que o que veio depois é necessário, justamente por ter vindo a existir, é que mostra o seu caráter contingente, né? Então, sei lá, uma uma salada toda. >> Hum. De todo modo, para que argumentos de necessidade funcionem contra essa objeção, o defensor do argumento precisa provar dois pontos difíceis.

¶265Primeiro, que o mundo físico, incluindo o campo quântico, é fundamentalmente composto, finito, mutável e, portanto, não pode carregar em si a razão de sua própria existência. E segundo que a causa última precisa ser algo totalmente simples e imutável e imaterial, o que nos levaria além da matéria e da física em direção ao que a tradição chama de Deus. Ele tá falando que isso aqui que o escoto tinha que provar isso. Não sei se eu ouvi direito. Foi isso que ele disse.

¶266Hum. Eu acho que sim. Teístas. Não sei se for teístas ou o escoto. >> Deixa eu ver aqui.

¶267Volta aí um pouquinho. >> É como quarques ou cordas ou esse argumentos pontos finitos. Primeiro que o mundo físico, o defensor do argumento precisa que argumentos de necessidade funcionem contra essa objeção. O defensor do argumento precisa provar dois pontos difíceis. Primeiro, que o >> qualquer argumento de necessidade, que ele tá falando de contingência aqui é tem que tem que conseguir provar o seguinte.

¶268Vamos ver que o mundo físico, incluindo o campo quântico, é fundamentalmente composto, finito ou mutável e, portanto, não pode carregar em si a razão da sua própria existência. É, mas será que ele aceitaria as provas de que as coisas são compostas em algum nível, né, na metafísica? Não sei se o Benit sequer tem capacidade de entender isso, né? Mas é, vamos ver. Acho que ele vai comentar alguma coisa sobre isso.

¶269Mundo físico, incluindo o campo quântico, é fundamentalmente composto, finito, mutável e, portanto, não pode carregar em si a razão de sua própria existência. E segundo, que a causa última precisa ser algo totalmente simples e imutável e imaterial, o que nos levaria além da matéria e da física em direção ao que a tradição chama de Deus. Eu não estou convencido pelo que muitos teístas aceitam como provas desses dois pontos. E aí a simplicidade divina, a qual eu fiz alusão agora a pouco, você deve estar pensando, eh, atributos como amor e justiça são coisas diferentes, não são? esses atributos de Deus, massimamente amoroso, onipotente, mas pro escotos não é bem assim.

¶270São formas diferentes de expressar a essência divina, a essência de Deus, da qual nós não podemos saber, eh, a qual não podemos conhecer. A distinção aqui é formal, não real. Qual é a diferença? Então, pro dans Escotos existem diferentes formas de ser diferente, existem diferentes distinções. A distinção entre Sócrates e Platão é real, entre inteligência e vontade é formal, entre a luminosidade e o grau da luminosidade é modal.

¶271Lembrando que modal é possibilidade, né? Ela poderia ou não poderia? Eh, >> eu já acho engraçado isso aqui, né? Porque ele vai falar dos tipos de distinção. Aí ele fala assim: "Existe a distinção real, a distinção formal e a modal".

¶272E quando ele vai explicar a modalidade, a modal, ele apela pra modalidade no sentido de contingência, né? Pode ser ou pode não ser assim, né? Só que isso aqui, ô Benites, é sobre um modo, por exemplo, eu aqui, qual que é a distinção entre mim e o meu modo de estar sentado? Esta posição, essa disposição que eu estou, de fato, é uma diferença modal, só que isso não tem a ver com contingência, com necessidade. Ele usou e a pura equivocidade da palavra modal aqui, né, para você ver assim, é, é muito louco, >> sim.

¶273>> O Carlos Carlos lá farmando auras. Sim. Não, eu eu fico pasmo porque ele só fala tudo que ele fala tá errado. Eu fico assim pasmo como ele tem coragem de botar esse vídeo no ar, né? E aí ele põe objeções que não atacam o escoto.

¶274Ele põe uma distinção, ele fala assim, ele começa o vídeo dizendo assim: "Olha, amor e justiça são diferentes, né?" Aí ele fala assim: "Eh, são diferentes concepções, algo assim". Ora, mas para São Tomás também, Santo Tomás de Aquino tem uma questão inteira onde ele diz o seguinte: "Os nomes de vin os nomes divinos não são sinônimos". >> Uhum. >> E aí ele coloca ali a dá para ver até pelo pelo slide nele, coloca assim: "A distinção formal ela não é real. Assim, >> geralmente você formal como um tipo, né, como um tipo de distinção real, né?

¶275Ele vai possivelmente apelar aqui a distrição formal como intermediária, mas será que ele sabe o que é o que é essa intermed o que significa ser intermediária nesse contexto? Porque pelo jeito, ele não sabe, porque se ele soubesse, não botava ali que não era real. Então assim, é difícil engajar com com uma pessoa dessa, né? Parece que ele ele força isso, né? >> O Carlos aqui, ó, em sua homenagem, olha o que que falaram aqui, ó.

¶276Senhor de extinção modal. >> Senhor de extinção modal. >> Muito bom. F assim, ó. Ele é mestre ou doutor?

¶277Se eu não me engano, ele tava fazendo doutorado em filosofia. Para você ver, né, que hoje a academia aceita tudo, né? O pessoal vindo aqui. Ai, ai. E tem gente que diz que efeito Danny Krueger não é real.

¶278Exato, exato. Pensar aqui é o Carlos embaixo bacato. Ai ai ai. Um metafísico multilou. Exato.

¶279Ai ai ai. Já tivemos a salada conceitual da noite. Não, essa aqui para mim foi muito boa da distinção modal porque você sabe, né? Quer ver? Eu vou até voltar aqui porque você sabe, né?

¶280Porque é isso, modal, né? Ou seja, é a luminosidade e os graus da luminosidade. Poderia ser, poderia não ser. Quer ver? Ele falou aqui, ó.

¶281Quer ver? Não foi isso. >> E o grau da luminosidade é modal. Lembrando que modal é a possibilidade, né? Ela poderia ou não poderia?

¶282Eh, a inteligência, ó. Tá vendo? Poderia, é, é modalidade, né? Contingência. É, mano.

¶283>> E a vontade você já percebe que as parecem coisas mais diferentes assim, nesse sentido formal. Agora, quando se trata de dois indivíduos, Sócrates e Platão, Mateus Benites e Paulo Cogos, você vê claramente que são dois entes bem diferentes no sentido material, né, no sentido real para usar o vocabulário esotista, né? O realismo, >> você vê, você vê assim, Carlos, pelo sentimento, entendeu? A inteligência e a vontade você sente ali naquela são um pouquinho mais diferentes assim, né? Formal.

¶284Você viu que foi assim que ele que ele senti que ele sentiu a explicação, >> ó, olha como ele explica ali, ó. Atributos como amor e justiça não são coisas diferentes, mas formas diferentes de expressar a essência de Deus. A questão é que para Tomás de Quino, amor e justiça são diferentes expressões da essência divina, porque os nomes divinos não são sinônimos. Então, cada nome invoca um quadro conceitual distinto. Logo, são diferentes e formas de expressar a essência de Deus ou algo da da essência de Deus.

¶285Eh, então a explicação tá errada já, né? E aí ele fala da formalidade da da distinção formal, mas não explica nada. Apela para distinção modal e confunde modal com modalidade no sentido de eh possibilidade. >> É, é difícil, né? Como é?

¶286Eh, vamos colocar aqui como é que é, Carlos? Nível Brasil escola. Aliás, eu acho que um Brasil escola não cometeria um erro desse. Eu acho, acho acho que não. Não é possível.

¶287Não é possível. Pior. >> Acho que não. Tá pior. Tá pior.

¶288>> Vamos lá. O dele é mais fraco ou é mais moderado do que o do Tomás Jaquino, mas ele não chega a ser um nominalista. Eu vou explicar a diferença entre essas ideias. >> Ó, seu realismo é mais fraco que o de Aquino. Aí ó, Carlos, chegou no ponto.

¶289>> Não vai explicar, não vai explicar. Vai explicar errado também. Seu realismo é mais fraco que que o que o dia de Aquino. Como assim, cara? Ele é muito mais forte.

¶290Inclusive tem vários vários tomistas, como por exemplo eh do século XIX, vários tomistas apelidam o realismo esctista de realismo exagerado. >> Uhum. Exato. Não é o que a gente é o que a gente sempre fala aqui, né? O pessoal fica com essa coisa do do Tomás Jaquiro, ser o grande realista, né?

¶291e tal, mas quando a gente explica que é justamente um mero domínio negativo ali, enquanto Scott tem a a teoria, né, da do formalismo dele, tudo se investe, porque realmente o grande expoente do realismo seria muito mais escoto do que Tomás Jaquino, né? Mas eu eu até eu nem lembro o que que ele vai dizer aqui, mas eu acho que ele vai, bora ver se ele vai palpar um pouco mais sobre isso. Mas antes, antes, deixa eu só ver o que que colocar aqui. Modal, neste caso, quer dizer que a luminosidade e o grau da luminosidade estão em diferentes dimensões, diferente de Platão e Sócrates, que estão na mesma dimensão, categoria, modo, mas são distintos, não é modo assim, o modo, por exemplo, é o exemplo que eu dei que a gente dá é isso. Por exemplo, o meu, no caso que ele tava tentando explicar é distinção modal.

¶292distinção modal às vezes é tido como tipo de distinção real menor, né, que é o nome que se dão, né? Então é um entre eu e o meu modo de estar sentado e coisa assim. Agora entre dois elementos que são numericamente distintos, duas coisas realmente distintas, a gente chama de distinção real, Sócrates e Platão. Mas ele quando foi explicar modal falou assim: Contingente se é uma coisa que pode ser ou que não pode ser modal nesse sentido, que não é, entendeu? Simplesmente não é.

¶293Simplesmente não é. Você quer adicionar alguma coisa, Carlos? >> É, eu silêncio, um silêncio fcral aqui, porque eu não sei se quando chegou a parte, quando ele fez a faculdade de filosofia, quando chegou nessa parte da filosofia escolástica, ele pulou assim, não assistiu as aulas. Porque parece isso, né? Ai, muito bom.

¶294Aqui, ó. Benites é aluno do Nuguê, rapaz. Deve ser, né? Deve ser. Ó, o cafezinho apareceu.

¶295Distinção formal. Várias formas em Deus. Nug versus distinção formal. O que pode ser? >> Exato.

¶296Exato. Ó, tem tem o o cafezinho lembrou bem, né? Porque pro Nuguê ele confundia isso, né? A formalidade com formas, né? Então, distinção formal são várias formas em Deus.

¶297Seria mais ou menos isso pro Nuguê, né? Enquanto que pro Benite disão formal, o que pode ser contingente. Ai, impagável. Ai, vamos continuar aqui. Vamos ver >> eh no slide que a gente falar sobre o problema dos universais.

¶298>> Ó, vai ter um slide para falar dos problemas universais. Anota, anota, né igual o casel, né? Anota, anota. >> Veito para te convidar a curtir o vídeo, a deixar o hype. Esse botão do hype ajuda muito o vídeo alcançar mais pessoas e comentar e suas impressões e dúvidas.

¶299Chegamos então no SL. >> Opa, tá aqui o slide, ó, Carlos. Vamos ver. Vamos deixar ele falar, né? Mas já tô vendo aqui umas coisas estranhas.

¶300Vamos ver. >> Slide do Problema dos Universis. Eh, lembrando que essa é uma aula do Dans Escotos focado na sua metafísica e de como que ela abriu as portas pro pensamento moderno. Então, aqui você tá num outro contexto. Você tá num contexto de debate em que a metafísica clássica é extremamente eh dominante.

¶301As discussões giram em torno, né, de coisas muito abstratas. O método científico ainda não existe, como a gente vai conhecê-lo, muito por causa de Dans Escotos, Roger Bacon e Guilherme Diocra. Mas então, um realismo exagerado. >> É, você, eu ia comentar, se você quer comenta aí, Cer sobre o método. >> Tem que avisar pro Tem que tem que avisar para ele que Aristóteles faz parte da filosofia clássica que que escuto, é um comentarista de Aristóteles, assim como São Tomás.

¶302E eu já tô vendo um monte de imagina se ele quer abordar distinção formal, quer dizer distinção formal a teoria de escoto acerca eh da infinitude de Deus. Ele quer abarcar as provas de escoto, ele quer abarcar a teoria dos universais. ele que e ele faz isso e faz tudo isso de forma incompetente, impressionante. Eu imagino eu imagino se existem pessoas assim, eu tenho até dó do fiquei com sei lá, quem assiste o Benites e acho que ele realmente entende do que fala. Deu dó agora.

¶303Imagina você ser um aluno, alguém que quer aprender de fato e pega o Benit como referência. Muito bom. Muito bom. Não, e aqui ele tava falando, né, que hoje a gente tem, graças a Deus, a gente tem um método científico por causa de quem? De Francis Bacon, Dan Scott, né, que estavam quebrando com esse aristotelismo e tal.

¶304Mas é como você falou, escoto, ele é ele é um ele é um peripatético e mais os analíticos posteriores constituem um método de investigação também que de certa maneira eh era utilizado, né? Como se no século XI não houvesse isso, como ele tá tentando dizer que como se escoto fosse fundamental, talvez paraa ciência experimental depois, né? Mas é um é un é umas conexões meio esquisitas assim, né? E nem é ele escoto ele não é fundamental para ele não era um ele não era um grande filósofo da natureza, um grande físico. >> Exato.

¶305>> O grande físico era era Grosseteste, Bacon, Alberto Magno. Não escuto, obviamente não escuto. Nem muito menos. >> Exato. É.

¶306Quer ver? U, ó, deixa, deixa eu colocar de novo. Acho que foi isso que ele disse, não foi? Não, ó. >> Método científico.

¶307As discussões giram em torno, né, de coisas muito abstratas. O método científico ainda não existe, como a gente vai conhecê-lo, muito por causa de Dan Escotos, Roger Bacon e Guilherme Diocra. Mas então, um realismo exagerado. >> Eu nem se nem nem na verdade eu nem entendi essa frase. Deixa eu voltar um pouquinho antes aqui.

¶308Pera aí. Eh, lembrando que essa é uma aula do Dans Escotos focado na sua metafísica e de como que ela abriu as portas pro pensamento moderno. Então, aqui você tá num outro contexto, você tá num contexto de debate em que a metafísica clássica é extremamente eh dominante. As discussões giram em torno, né, de coisas muito abstratas. O método científico ainda não existe, como a gente vai conhecê-lo, muito por causa de Dans Escotos, Roger Bacon e Guilherme Diocra.

¶309Na verdade, até o contrário, talvez. Nem sei se eu entendi. Não, você entendeu o que ele quis dizer aqui, >> ó? Mais ou menos. Mas de qualquer forma, escuto, ele tem que entender o seguinte, ó.

¶310Se o Benites estiver escutando esse escutando ou vendo esse vídeo, Benites Escoto, ele é um filósofo que quer manter, na verdade, um paradigma que já existe há quase milênios, que é basicamente o paradigma franciscano. Ele é um filósofo, na verdade, se comparado com Tomás Jaquino, que é muito mais é muito mais revolucionário no sentido de quebrar com a filosofia agostiniana, romper com os paradigmas agostinianos e franciscanos que Escoto, por exemplo, preservava justamente para manter o paradigma clássico contra o ele tem que entender que Aristóteles estava chegando no século XI. Havia autores ali que acatavam mais Aristóteles e outros que rejeitavam mais. Ele tem que entender que escoto está entre os que preferem rejeitar mais Aristótele, Aristóteles e e se manter num paradigma vigente anterior ao ao Aristotelismo e, portanto, clássico ainda no sentido de manter ah, por exemplo, as as grandes teses da filosofia de Agostinho, as grandes teses dos filósofos franciscanos e são Tomás. Ele é, na verdade, ele tá num extremo oposto.

¶311S. Tomás, ele quer romper e rompe de fato com vários desses paradigmas. Então, na verdade a visão é a visão, na verdade é oposta. Enquanto Santo Tomás de Aquino, ele é um autor muito mais revolucionário no sentido de criar um um novo eh estar em prol de um novo paradigma, que é justamente o paradigma peripatético. OT, ele é o filósofo que quer conservar, mesmo que adotando o paradigma peripatético em parte, ele quer de alguma forma fazer uma ponte com o paradigma anterior ao paradigma aristotélico.

¶312Ou seja, quem é o filósofo mais revolucionário dos dois? Escoto ou Tomás? Tomás, sem dúvida. Tomás. Escoto é um autor muito mais muito mais em prol da tradição anterior ao aristotelismo, inclusive eh ele preferia eh a interpretação mais as interpretações mais avicenianas de Aristóteles, não as interpretações averroístas.

¶313Eh, e enquanto são Tomás de Jaquino, ele vai começar como um autor muito mais averroísta e depois ele vai limpando, né, o seu aristotelismo e vai criando uma uma certa interpretação eh original de Aristóteles. >> Escoto também, escoto também vai criar, >> mas escoto é muito mais em prol de manter o paradigma vigente com pequenas alterações. São Tomás é quem faz a grande virada do século XI, que é a virada é agada aristotélica. Então, eh, eu comento isso num, numa introdução que eu escrevi para um livro, acho que o livro do Leandro Bezerra, eu comento justamente isso, que as pessoas têm uma concepção que São Tomás é o que continua a filosofia, dá uma continuidade à filosofia e que escoto é o moderno, quando na verdade é o oposto. S.

¶314Tomás é o revolucionário. Escoto é quem busca dar uma continuidade à filosofia. >> Pois é. antiga com a com a nova, né? >> Pois é, só que assim para essa aqui, pelo que eu tô entendendo, que tá até tendo uma confusão de coerência dentro do próprio comentário do Benites, né?

¶315Porque ele tá tentando dar esse caráter revolucionário para Dans Scott. E aí ele fala o seguinte: "Nós não tínhamos o método científico, então agora muito por causa de escoto, Roger Bacon e o seja, ao mesmo, não foi, ele acabou de dizer isso, só que ao mesmo tempo que ele tá querendo dizer que eles são a ponte pro pra filosofia contemporânea, a ciência, né, nova, o renascimento de lá pra frente e tal, ele, eu acho que foi um ato, assim, tentando interpretar, acho que foi um ato falho. Na verdade, acho que ele quis dizer que o que a gente tem, na verdade, do método científico se deu em virtude dessas sementes de das Scot, dessa desse eh, sei lá, de certa maneira eh pioneirismo dele nisso. Mas é que é o que eu tava dizendo, na época de de Dans Scott, já havia discussões sobre física, eh uma certa sistematização de ciências da natureza, já havia uma óptica, por exemplo, mas Dan Scott não era conhecido por essas coisas. Esse que é o ponto, né?

¶316Quer ver? Ó, vou até mostrar onde parece que existe essa tensão no que ele tá tentando dizer. Olha só, >> a gente vai conhecê-lo muito por causa de, >> ó, pera aí, ó. >> Abstratos. O método científico ainda não existe como a gente vai conhecê-lo.

¶317>> Ó, o método científico ainda não existe como a gente conhece. E por quê? muito por causa de Dan Escotos, Roger Bacon e Guilherme de Ocan, mas >> que eram as pessoas que ele tava dizendo, Scot e Okan, que são as pessoas que para ele fazem a transição pra modernidade, né, que dão esse essa ponte que para, sei lá, sabe, é tudo esquisito que ele tá dizendo aqui. Eu acho que ele teve um ato falho aqui, né? Vamos ver.

¶318>> Uhum. >> Então, um realismo exagerado. >> Dobrou até pro Roger Bacon. seria afirmar que o universal, todo universal existe. Universal é basicamente um conceito, uma ideia.

¶319Então, a ideia de homem, a ideia de cavalo, a ideia de unicórnio, tudo isso existe. A ideia eh de triângulo, a ideia de Mateus Benites, enfim, tudo isso existe realmente. E >> aí, ó, Carlos, o universal de Mateus Benites aí, ó. Bem, eh, >> pois é, o universal, o universal singular, né? Pois é, exato.

¶320Gente, só para explicar para vocês assim, né, o que que é universal, pelo menos desde que a gente, desde sempre, né, desde Aristóteles, desde Platão, desde que foi sistematizado na Isagoge, é um uma coisa que a gente predica de muitos. Como que Mateus Benites pode ser predicado de muitos se é justamente um singular, né? Ou seja, eh, ele não, não, eu aposto aqui, eu ap eu aposto três rins e eu só tenho dois, hein. Só eu aposto três rins que ele não faz ideia desse debate da contração de uma natureza comum para esse indivíduo singular, do que que é, por exemplo, a divergência que de fato existe na individuação entre Tomás Jaquina e Danz Scott, né? Ou seja, o universal de Mateus Benites para ele é isso, né?

¶321No mundo das ideias tem um uma forma de Mateus Benites que vai ser instanciada talvez em vários de Mateus Benites, né? Sei lá como é que ele pensa isso, né? >> Ele coloca individuação inclusive, né? Ali em cima. Não entendi também porque ele colocou.

¶322>> Ele colocou. Cadê? Deixa eu ver. Tá na naquela naquele >> o o slide. É >> slide.

¶323>> Onde é que tá? Aqui. Deixa eu ver. No cinco. >> Ah, individuação.

¶324>> Pois é, né? Exato. >> Existe universal. É basicamente um conceito, uma ideia. Então, a ideia de homem, a ideia de cavalo, a ideia de unicórnio, tudo isso existe.

¶325A ideia eh >> na verdade, volta um pouquinho, eh, volta ali. E tá escrito assim: >> indivíduo Ah, tá certo. Ah, tá. Eu achei que tava escrito errado. Eu li rápido e pensei ter lido indivíduo.

¶326>> Não, não tá cero. >> Individ alguma coisa. >> Não, tá bem. de Mateus Benites. Enfim, tudo isso existe realmente.

¶327E outra coisa é ser instanciado. A ideia, esse pessoal é fogo, ó. Aqui, ó. Somos todos Mateus Benites. Ah, eu tenho o melhor chat do Brasil.

¶328Não é possível. Ai, ai, ai. Aqui, ó. Falo e repito. Benites está na lógica dois fugit.

¶329Você não vai entender mesmo. Pois é. Aqui, ó, a ideia de Mateus Benites. Exato. Aqui, ó, o universal de Mateus Benites pressupõe o sucesso da clonagem humana.

¶330Exato. Exato. Vamos lá. ideia de Mateus Benites para um realista exagerado como Platão, que é a fonte, ela tá sendo instanciada por mim de modo imperfeito, mas no mundo das ideias para Platão, ela existe perfeitamente. Assim como todo triângulo, todo círculo que você desenhar pro Platão, vai ser, e é óbvio, né?

¶331Vai ser imperfeito, não vai ser como é um círculo perfeito. Quem seria um um outro >> Aí já voltou também para aquela ideia, né, do mundo das ideias platônico que a gente já bateu várias vezes aqui no canal, né? Mas enfim, >> é é isso >> que é de fato uma leitura que é uma leitura ultrapassada, né, de Platão, assim, a muito ultrapassada, mas assim muito ultrapassada de Platão, eh, que é a concepção de que Platão é a concepção, na verdade lastreável em Aristóteles, onde você tem ali o âmbito dos singulares, dos indivíduos, você tem o mundo das ideias, né, que seria justamente onde estaria entre aspas, esse Mateus Benit, né? E aí, e aí você tem o realismo moderado. E aí, e aí eu não entendi porque ele colocou ali Anselmo.

¶332>> Cadê? Onde é que >> tantas alturas que ele poderia botar? Eh, principais representantes Platão e Anselmo. Muito bom. Muito bom.

¶333Pera aí, talvez ele explique, né? Tal porque ele colocou essas pessoas aqui. Vamos ver, né? >> Não sei. >> Representante seria o Anselmo, né?

¶334Aquele do argumento ontológico. E o realismo moderado. O realismo moderado vai dizer que >> não. Só colocou aí. Vamos ver.

¶335E >> voltou. É o do realismo. É o é o do realismo. É o do da prova ontológica lá. Esse >> exato.

¶336>> É isso aí. >> Só existem enquanto são instanciadas. As ideias só existem enquanto são instanciadas. Então, a essência humanidade só existe porque tem humanos instanciando ela. Se não existisse nenhum humano, não ia ter essência humanidade.

¶337E aqui você tem Tomás Jaquino, o próprio Duns Escoto, o Pedro Abelardo, tem outro eh que é o conceitualismo, né, que vai dizer que os universais existem apenas como conceitos ou ideias na mente, sem realidade externa. A humanidade é um conceito mental que agrupa particularidades, mas ela tem certa existência ali, né? Eh, o Pedro Abelardo também é associado com isso e o próprio Okam costuma colocar o Abelardo entre o o relismo moderado e o conceitualismo e o ham entre o conceitualismo e o nominalismo. E chegando, >> você quer comentar isso aqui >> assim, ó, a tabela que ele apresentou, onde você tem realismo exagerado, realismo moderado, conceitualismo e nominalismo, é uma tabela bem da bem das mais assim que que tem, porque no lixo, né? Eh, é porque o, eh, Platão, o realismo platônico não é esse realismo onde os universais existem como entidades separadas.

¶338Isso, na verdade ela estreava em Aristóteles. É, na verdade a leitura polemizante de Aristóteles contra Platão, mas isso não significa que Platão tenha defendido isso de fato, como não defendeu. >> Uhum. Eh, e isso na verdade é espalhado entre os entre os medievais. Eh, e isso só vai ter alguma oposição mais para renascença ou renascimento.

¶339Mas assim, hoje em dia, ninguém defende a leitura peripatética do realismo platônico. Qualquer autor, por mais introdutório que seja Platão, ele vai discordar dessa visão de dois mundos, né? Ou seja, os universais e os singulares, dois mundos separados entre si, que não se comunicam. Por quê? Porque essa teoria ignora uma coisa muito ampla e conhecida de Platão, que é a sua teoria da participação, que é justamente o que liga as duas coisas, o o que é, entre aspas, o universal, as coisas mais singulares.

¶340O que presenta, inclusive a perfeição participada que está no universal, né, na realidade mais universal, no singular, é o que dá liga à realidade e combate essa leitura dualista de Platão. Ou seja, eh, se ele se ele, sei lá, buscasse um qualquer autor mais, até mesmo o Really poderia tirar ele desse erro, porque o Really ele vai dar ele vai dar um gancho que, na verdade, inclusive dá um certo privilégio a leitura neoplatônica desse dessa polêmica. E a e a leitura neoplatônica dessa polêmica é justamente a leitura que vai eh destruir completamente a leitura eh peripatética, né, que só vai ser restaurada no século XI justamente por conta dessa guinada aristotélica. >> Exato. Aí, ó, ele coloca umas coisas assim, ó.

¶341O realismo moderado. Os universais são conceitos abstraídos pela mente das coisas individuais. E no conceitualismo, os universais existem apenas como conceitos ou ideias na mente, sem realidade externa. O nominalismo, os universais não existem na realidade, são apenas nomes ou palavras. E aí falta toda aquela distinção, né?

¶342O que que é um universal, por exemplo, fundamental, o que que é um universal lógico. Eh, coisas que que escapam totalmente aqui, né? >> Primeiro, primeiro, ó, ele tem que aprender uma coisa, Benites, ó, ó. Para Aristóteles e os medievais, o universal, ele não é abstraído da coisa singular, ele é abstraído das espécies sensíveis. >> Exato.

¶343>> Então não existe essa de ah a abstração das coisas individuais. O intelecto não vai lá e abstrai da coisa individual, não. Primeiro você tem a formação do fantasma. O intelecto vai no fantasma, que não é a coisa eh individual, que é diferente. >> Exato.

¶344>> E aí ele pega e abstrai o universal. Então isso aí é uma coisa básica. Isso aí, isso aí não é o nominalismo, realismo, é moderado, exagerado, não. Isso aí é básico com Aristóteles. Isso é Aristóteles, só isso.

¶345Para qualquer aristotélico universal é abstraído da coisa sensível. Ponto. Ou da realidade fantasmagórica, né, que são as espécies sensíveis. Então, eh, fora que ele coloca o realismo de escoto como o do sendo sendo do mesmo tipo de >> Tomás de Aquino, >> é que tu faz o menor sentido. >> E não é, né?

¶346Nós sabemos quem não é. O realismo de escoto é mais forte que o realismo tomista. >> Uhum. Exato. Pois é, porque novamente, né, escutem aos vídeos que a gente já fez sobre isso, né, antes da operação do intelecto, o que que existe ali, né?

¶347Uma realidade, mera, um domínio meramente negativo. Qual que é a diferença disso para um nominalismo da vida, né? Complicado, né? É apenas a via ali, né, de abstração, quase. Então, é, são uma diferenças muito distintas, muito sutis, na verdade, né?

¶348Mas ele tá ali do lado de, ó, de Aquino, né? Coto aqui no que mais que ele colocou aqui? Pedro Abelardo. Aí ele coloca frequentemente intermediário. Isso aqui foi uma IA que fez, né?

¶349Claramente uma IA que ele colocou os comandos e as e a e as fontes tudo errado aqui assim, né? Sei lá. >> Isso se não Bom bom. Não quero especular nada, né? Porque sei lá, para, será que ele se debruçou para pensar se escoto realmente não possui um realismo mais forte do que o de Tomás Joquino?

¶350Será? Não sei. >> Pois é. Vamos lá, vamos avançar aqui. >> Instanciadas.

¶351As ideias só existem quando são instanciadas. Então, a essência e humanidade só existe porque tem humanos instanciando ela. Se não existisse nenhum humano, não ia ter essência humanidade. E aqui você tem Tomás Jaquino, o próprio Duns Escotos, o Pedro Abelardo, tem outro e que é o conceitualismo, né, que vai dizer que os universais existem apenas como conceitos ou ideias na mente, sem realidade externa. A humanidade é um conceito mental que agrupa particularidades, mas ela tem certa existência ali, né?

¶352Eh, o Pedro Abelardo também é associado com isso e o próprio costum colocar o Abelardo entre o religismo moderado e o conceitualismo e o entre o conceitualismo e o nominalismo. E chegando nele, né, o grande pai da navalha, muito importante pro método científico e pr sinceramente pra epistemologia em geral, o ele vai o o nominalista, né, como vai dizer que os universais não existem na realidade, são apenas termos, termos e da linguagem para se referir às particularidades que existem aos indivíduos. Não, >> novamente, o fato de a gente chamar de navalha deca não significa que ele é o pai dela, né? Porque isso já está pelo menos já desde Aristóteles, né? Tomás Jaquino invoca esse princípio da parcimônia.

¶353E eh existe uma discussão, né, se é na verdade um princípio metafísico ou um princípio metodológico. É, eu sei que alguns franciscanos discutem isso em literatura contemporânea, né, quem faz publicação na área, porque o escoto ele não usa tanto os eh o escoto já o não usa tanto esses termos mais entitatistas, né, de quando ele usa a postulação do princípio, né, mas de toda forma geralmente se invoca como princípio metafísico, né, de você não multiplicar desnecessariamente os entes, né? Eh, mas isso já é antigo. Dezenas de dezenas de escolos já falavam disso antes de Oan, né? Mas enfim, vamos lá.

¶354Existe universal, basicamente. Então, humanidade é apenas uma palavra, não é um universal, não é uma essência, não é algo que tá apirando em algum mundo das ideias. É uma palavra que eu tô proferindo aqui na na imanência para me referir a alguma coisa. Então eu coloquei aqui passo um, né, para derrubar a metafísica clássica é o realismo moderado, que parece tá resgatando ela, né, como o passo um para o quê? Para destruir a a metafísica clássica.

¶355Foi isso que ele disse, ó, >> para me referir a alguma coisa. Então eu coloquei aqui passo um, né, para derrubar a metafísica clássica é o realismo moderado, que parece tá resgatando ela, né? Como aí ó, o passo um, Carlos, para destruir toda a metafísica clássica é o próprio realismo moderado, né? Que coisa. Você já tá aí, quer ver o por que acabou tudo aí, ó.

¶356Tomás aqui >> perpetuou. >> Oi. >> Perpetuou, né? Perpeitou, perpetuou a filosofia clássica por oitos séculos, né? >> É exato.

¶357Exato. Vamos lá. como diz que Tomás Jaquino tá resgatando Aristóteles, tá batizando Aristóteles, mas também tá enfraquecendo, porque ele ele já falando aqui em termos reguelianos, ele já inzeja a crítica, né? A outra parte, a a antítese da dialética, que vai ser justamente o dos escotos. E a o resultado disso vai ser o, né, de modos assim grosseiro.

¶358Então o é o >> mas muito grosseiro em Benites, assim, grosseiríssimo assim, sabe? de uma de uma maneira grosseira assim, de modo grosseiro. É >> ao infinito, ao aos é ao infinito e além, mas põe grosseiro nisso. Põe muito grosseiro. Aí ó, a metafísica já nasceu autodestruindo para o Benites.

¶359Exato. Exato. Os pais já estão matando a criança assim na na goela. Mas vamos lá. >> É o passo dois.

¶360E aí depois vem o mundo moderno, vem o Renascimento, vem o Decart, vem os empiristas. Na metafísica do Dans Escotos, você vê muito esse termo. >> É isso. É, é, vai o efeito dominó, amigo. Efeito dominó.

¶361>> Entendi. >> Mas agora vamos falar sobre aqui individuação aqui, o atitas. Vamos ver o que que ele vai dizer, >> né? Eidade. Essa palavra que pode ser escrita de diversas maneiras, assim, dependendo do tradutor, ela vem de EC.

¶362Não é o o esse do etiomo, né, do que você lê, por exemplo, no no livro do Niet, não é do ex aqui que fala, por exemplo, lá Pilatos apresentando Jesus, eis o homem, não é? É essa coisa. E e você também vê muito uma palavra nessa filosofia que é a cuididade, né? O que é a coisa? Quidest vem nessa pergunta.

¶363Quidest. Cada indivíduo tem sua quididade e tem sua e essidade. A idade é a formalidade pela qual cada ente é o que é e se distingue dos outros. Então, poderia ter um clone meu, poderia ter outro Mateus aqui com o mesmo DNA, ao mesmo tempo sentado do meu lado, mas ele não seria a mesma pessoa que eu, ele não teria a mesma essência que eu. Para o escotismo, você >> é único, você é especial.

¶364>> Cada ente é irrepetível e não tem essa ideia de que, ah, eu tô participando de uma universalidade, de uma essência, e na medida em que eu sou instanciado, eu tô instanciando essa essência no mundo temporal. Não, você é único, você é irrepetível na história. >> É uma confusão dos caramba aqui, né? Já falar assim >> que obviamente você, pelo menos em sentido da da filosofia clássica, eu vou começar sobre isso, esse complemento, se quiser, a ideia de que ele sim teriam a mesma essência, porque os dois seriam humanos, né? Mas a individuação não tá tratando disso, né?

¶365De não ter a essência da humanidade, né? Entre os dois seres ali, né? A a grande questão é que ele fala que não há uma não há algo participando. Na verdade existe uma teoria da participação em escoto. >> Uhum.

¶366Porque Escoto é um leitor do Liber de Causes. Escoto é um leitor de pseudo Dionísio. Escoto, ele herda a teoria da participação que existe desde Agostinho. Então, escoto ele tem uma teoria da participação. Então, como assim as coisas não participam?

¶367E e mais eh tem tanta tem tanta tantos detalhes errados na na apresentação dele, né? Porque ele fala que na verdade a individuação ela o produto dela que é a que é raça e idade, né? >> Uhum. É uma formalidade. Quando o escoto não descreve a racitas assim como uma formalidade.

¶368Não existe uma formalidade chamada ratitas. Não existe isso. >> Uma contração da natureza comum, né? Pera aí que eu também. >> Que é a última é a última contração da natureza comum.

¶369Exatamente. E justamente por ser assim a última contração da natureza comum que torna o ente irrepetível em si mesmo, etc. que não pode ser uma formalidade. Eh, e veja, ele nem explicou a o que é formalidade, né? Ele ele explicou a distinção formal, mas o que é formalidade, que seria muito bom para entender o que é a distinção formal, isso ele não explicou.

¶370Ele só invocou ali, só invocou a distinção formal, mas não explicou. >> Exato. Deixa eu até voltar aqui um pouco para ver uma coisa que ele falou aqui. Pera aí. Olha só, palavra nessa filosofia que é a cuididade, né?

¶371O que é a coisa? Quid vê muito uma palavra. >> Cada indivíduo é singular e irrepetível na história, não é determinação do universal. Escolos nega a doutrina platônica da participação, né? Ou seja, ele vai, ele vai, ele vai fazendo os nexos aí na cabeça dele.

¶372Vai, vai que se dane, né? >> Vamos lá. Eh, pois é, ele ele tem que entender que a doutrina da participação já circulava entre os autores pré-escolásticos desde Agostinho. Desde que Agostinho introduziu a participação no ocidente, os filósofos já conheciam depois da introdução do diálogo de prócolo, entendendo que o Liberca é parte dos elementos de teologia, entendendo entendendo que existe um autor que que é é basicamente ele copia prócolo, que é o pseudodionísio, eh onde você também vai ter uma teoria da participação. O todos os autores do século XI terão cada um a sua teoria da participação.

¶373Escuto >> não é diferente. >> Eu acho que eu consegui pegar a conexão que ele quis fazer aqui, ó. Porque ele tá falando o seguinte: como cada C é irrepetível pro escoto, logo não existe uma instanciação do universal, porque é cada um meio que por si. E por isso é que se origina o Guilherme Dioca no nominalismo, porque não existem universais. É essa conexão que ele tá tentando fazer, entendeu?

¶374Agora que eu acho que eu entendi a teoria da É por isso que para ele não tem participação, entendeu? >> Para você ver, eu tava tentando entender agora, mas agora lendo os pontos aqui em sequência, né? Ó, atidade formalidade pela calculada da ente é o que se distingue dos outros. O ente pessoal é um universal concreto, ou seja, esse ente pessoal é um universal concreto, mas ele não é a determinação de universal. Cada um é um é um ente circular, um indivíduo circular e irrepetível na história, entendeu?

¶375Então, ao mesmo tempo, que é é é meio que quase uma antecipação, então, para ele assim do nominalismo, por causa disso, cada os universais são nomes ou cada um é cada um, entendeu? É irrepetível, sendo que, enfim, né? >> Cada um é cada um. >> É >> isso aí. >> Exato.

¶376>> Palavra nessa filosofia que é a cuididade, né? O que é a coisa? >> Quidest vem nessa formalidade pela qual cada ente é o que é e se distingue dos outros. Então poderia ter um clone meu, poderia ter outro Mateus aqui com o mesmo DNA, ao mesmo tempo sentado do meu lado, mas ele não seria a mesma pessoa que eu, ele não teria a mesma essência que eu. Para o escotismo, você é único, você é especial.

¶377Cada ente é irrepetível e não tem essa ideia de que, ah, eu tô participando de uma universalidade, de uma essência, e na medida em que eu sou instanciado, eu tô instanciando essa essência no mundo temporal. Não, você é único, você é irrepetível na história, você é singular, não é determinação de universal nenhum, não tem isso. Escotos nega a doutrina platônico aristotélica da participação. Portanto, e aqui eu trago um comentarista, né, da filosofia escotista, que tá também presente aqui em um dos artigos desse compêndio de Cambridge. >> Se esse comentarista falou o que você falou, joga no lixo, desculpa.

¶378>> Que é o Timothy No artigo Universis individuação, né? Ele dá um exemplo muito bom. Paula pode ser dividida em partes integrais, como seu coração, os seus pulmões, seu corpo e alma, mas não em partes subjetivas. Isto é, partes cada uma das quais é uma instância da coisa dividida. A maneira ao contrário na qual a espécie humana pode ser dividida em Sócrates e Platão.

¶379Na concepção escotista da individuação, a instanciabilidade é contraditória à noção de individualidade enquanto tal. Então, ele privilegia a noção de individualidade. Então, não existe instancialidade de de de coisas abstratas. Você tá no mundo e você é irrepetível. Você não é uma imperfeição, uma sombra de algo perfeito em outro mundo.

¶380Para o esotos, a tradição aristotélico automista não consegue apreender o particular, apreender só o universal. Isso é um problema, né? Isso é uma separação entre o que é apreendido pelo intelecto e pelos sentidos. Então o tomismo vai ficar nessa, >> vai >> tá errado. Tá errado.

¶381Tá errado, né? Porque o do pouco que s do pouco que Escoto comentou São Tomás, a saber uma vez só, eh, ele jamais disse que a sua tradição não aprendia o universal. Eh, veja, existe de fato um problema, não é do particular e do universal, mas do singular e do universal na tradição peripatética, ao qual o escoto está inserida. A e a qual o escoto apresenta uma solução e ao qual os tomistas com o passar dos séculos, cada um vai ter uma solução diferente. Tem a solução do Caprelo, do Caetano, do Ferrara, do Banes, de João de São Tomás.

¶382cada um vai apresentando eh na verdade eh esse problema, esse esse problema aparece mais na instância cognitiva, ou seja, como o intelecto, como ous aristotélico só conhece o universal, conhece também o singular. Esse é o problema, porque uma potência só pode ter um objeto per sé. E, portanto, se o o intelecto, o aristotélico tem como objeto percé universal, ele não pode ter como objeto percé o contrário do universal, que é o singular. Então, como é que nós chegamos ao singular? Esse é um grande problema, não só para Tomás Jaqueno, mas para todos os aristotélicos.

¶383Qualquer aristotélico vai ter que vai ter que dar a ele a sua solução para esse problema. O esgoto tem a sua solução. Eh, o Suarez vai ter a sua, os tomistas vão ter a sua, vai ter a sua. Então, não é um problema do eh não é uma um problema da tradição aristotélicomista, é um problema da tradição aristotélica, que é explicar como o intelecto conhece o universal. Eh, bom, isso só isso que eu queria comentar por enquanto.

¶384Depois a gente a gente tem que ver o que ele comenta ali em relação aos outros itens. >> Ó, quem apareceu aqui? O David Ribeiro jogou a teoria da participação pra Casa do Chapéu mesmo. Aí falou aqui salve. Aí falou assim: "Calma que fica melhor esse vídeo".

¶385Ah, o então David já viu aí, ó, o irmão Ateu do Banzol falou, mas aí o Carlos quer demais, quer que o Benites explique tudo, compra o curso dele. Muito bom. Eh, vocês têm que entender que esse conteúdo gratuito tem que estar um pouco errado. Quem quer o 100% correto tem que pagar. Exato.

¶386Ou o David falou ainda, digo mais, ele provavelmente tá distorcendo os intérpretes, pois o Thomas Williams é com é tomado usualmente como intérprete competente. É, não é aquele jeito Beníttice de interpretar, né? Ó o perante, cada um com seu quadra qual. Exato. Como cada um tem o seu quadra qual, não tem participação, entendeu?

¶387É só para pegar um exemplo aí. Copia não, Carlos, assim eu me entristezo. Pseudo Dionísio apenas aperfeiço que estava no magnânimo próculo. Aí ele colocou aqui, embora sejamos impelidos a acreditar que o mesmo idêntico a você possa existir, a verdade é que você é especial, inimitável e único. Danzos, segundo Benitz.

¶388Aí, ó, Benitz vai ter a sua. Vamos ver. Vamos lá. essa coisa do intelecto, só para responder responder responder ao comentário que falou do psicodo Dionísio. Eu não gosto do ps Dionísio, quer dizer, até gosto um pouco de algumas passagens, mas eu gosto mais do escoto Erígena.

¶389escotoerígena, o verdadeiro, a meu ver, intérprete, o melhor intérprete, pelo menos, eh, até chegar aos medievais, né, eh, da teoria da participação. >> Olha aí o sculterigna, que é inclusive o título dele aqui, né, do João Scoutterína, tá bem representado aqui. Aqui, ó, agora é da galera. Boa noite. Boa noite, meu caro.

¶390Vamos lá, vamos avançar um pouquinho aqui. >> Viagem e é abstrata, enquanto que o esotista, ele vai perceber esse problema que o tomista não percebe ou não considera um problema e vai conceber tudo de uma maneira diferente. E fazendo isso, o escotos antecipa o debate moderno entre racionalismo e empirismo, que a gente vai ver lá, né? De um lado, Lock, Rilm, Bacon, do outro você tem Decart, Libnis. Como nós conhecemos?

¶391nós conhecemos pela experiência ou podemos conhecer pela razão. E aí depois e a história da filosofia eh buscou acreditar que Kant e Manuel Kant vai fazer, né, uma síntese entre empirismo e racionalismo do seu criticismo. Mas eu não sei, eu próprio vejo o David Hilm como um filósofo muito mais coerente do que o Kant, mas esse é outro assunto. Ele rompeu com a abstração puramente universal, a introduzir a cognição intuitiva. O intelecto apreende o objeto concreto singular em sua real existência e presença imediata, que é eidade.

¶392A minha cidade você tá aprendendo agora, minando a rigidez dos esquemas tradicionais de representação mediada, que é essa questão da participação platônica, essa velha ladaainha, um passo importante na direção do nominalismo e do empirismo moderno. >> Você vê que é uma loucura enorme assim, né, esse parágrafo, né? Eh, >> sim. Primeiro, a esse esse esse termo cognitio intuitiva, os tomistas vão utilizar, como por exemplo do Johnson Tomás, no seu curso filosófico, ele utiliza exatamente a mesma a mesma expressão para exemplificar exatamente o que eh o Benit está dizendo, que a tradição tomista não tem, que é justamente uma ah um tipo de eh cognição eh do concreto concreto singular, entre aspas imediato. Eh, então, eh, primeiro uma falta, uma falta de entendimento da própria leitura escotista, porque em escoto eh não há não há o menor traço, por exemplo, a menor ausência de traços conceituais na apreensão do singular.

¶393Lembrando que a gente fez uma referência na conversão dos fantasmas, que escuto admite a conversão dos fantasmas por conta do pecado original, da queda. Então, escuto ele vai apelar sim para um tipo de solução em relação a como o intelecto atinge o singular. Ele vai chamar isso de cognição intuitiva, só que isso não é um uma atribuição exclusiva, única, não foi só escoto que pensou nisso. Aliás, tem pensadores que, por exemplo, vão vão muito além do próprio Guilherme Dioca, como Suares é um exemplo disso, que pensam muito além de escuto em relação a à cognição intuitiva, porque Soares, por exemplo, o que que escuto não faz? Você tem dois polos, o individual e o o individual e o universal.

¶394O que escoto não faz? Ele não inverte os polos. O que Soares faz para além desses pensadores todos é inverter esses dois polos. Primeiro o intelecto conhece o universal e depois o singular. Quer dizer, primeiro conhece o singular e depois o universal.

¶395Isso para Soares, tá? escoto, ele se mantém dentro do dentro do paradigma peripatético porque ele primeiro tem a abstração, tem a conversão dos fantasmas. Aí o intelecto, ele tem essa cognição do singular concreto no seu aqui agora, né? Mas isso não é uma atribuição exclusiva, de escoto. Qualquer aristotélico vai ter que lidar com esse problema, dar a solução para esse problema e vai ter essa cognição intuitiva.

¶396Afinal de contas, será que o Benites pensa que para São Tomás Jaquino nós não temos conhecimento que um copo, por exemplo, é um copo ou que uma mesa pode ser entendida como mesa? Hum. Se ele se ele pensa que S. Tomás ele ele considera esse tipo de conhecimento, então ele sabe que São Tomás também possui a sua solução para essa eh para esse ponto de dificuldade do aristotelismo. >> Uhum.

¶397Pois é. Mas e e vê que ele ele faz um contraste aqui, né? O Cotos está rompendo com a abstração, né? Eh, porque tem aqui, como é que é o a a cognição intuitiva. O intelecto apreende o objeto concreto, singular em sua real existência e presença imediato imediata, que ele diz aqui que é atitas, minando a rigidez dos esquemas tradicionais da representação mediada.

¶398Eh, e isso tudo é um passo importante na direção do nominalismo, né? Tô dizendo, é, é, é a tese que eu tava dizendo para ele, tudo isso de alguma maneira tá conduzindo pro oka, né? eh, pro nominalismo, né, para ele tá essa grande salada aqui. Mas eh enfim, >> vamos ver que acho que ele talvez talvez ele dê alguma alguma outra explicação aqui pra gente comentar mais. >> Portanto, escotos não é um nominalista, lembrando, tá?

¶399Mas ele >> tá vendendo ó, olha só, é isso que que eu que eu tava desconfiando. Escotos não é o nominalista, mas ele privilegia o individual, não universal. Ou seja, aí é ó céus, né? Oh céus, escoto privilegia, privilegia o individual, porque a individuação dele ali eh, como é que é que ele tava falando? Não, não tem a participação, né?

¶400Não tem participação. Então, logo ele não privilegia o universal. É assim, é um nível de ele precisa e >> hã, pode falar. É só ele ler Soares no nos comentários ao de Anânimo ou Soares argumentando contra escoto justamente para ele não privilegiar eh o o individual a ponto de botá-lo à frente do universal. Ou seja, escutos ainda privilegia o Universal.

¶401>> Exato. É, e o e lembrando, né, que o adversário de Guilherme Dio era escoto, né? Não era Tomás Jaquino nas controvérsias sobre esses tópicos aqui. Então é uma uma confusão dos caramba aqui. Mas bora continuar.

¶402Ele vai comentar alguma coisa. Bora ver. Privileg o individual, não o universal. Eu já falei, né, da cuididade, da idade. Aidade não tem um conteúdo específico dentro pré-determinado, não tem esse essencialismo tomista, platônico, aristotélico.

¶403É isso que é fantástico nos cotos. Agora vem, agora vem. >> Isso que é fantástico no escootos, Carlos. Não tem essencialismo, não tem aidade não é quase nada. >> Engraçado.

¶404Eu tenho que apresentar um autor chamado Gilson para ele, que ele vai caracterizar a filosofia de escoto justamente como uma forma de essencialismo diferente de São Tomás que ele vai classificar como uma espécie de existencialismo. Ou seja, quem quebra com o existencialismo, supostamente eu discordo dessa teoria do Gilson, dessa leitura da da da metafísica do Gilson. Eh, quem quebra o paradigma, na verdade, é São Tomás e não escuto. Escuto está dentro do paradigma platônico, enquanto são Tomás é que dá dá margem para para o para o que eles chamam de existencialismo, né? Tomista.

¶405>> Exato. Mas vamos ver, ele vai deve falar mais alguma coisinha sobre isso. Bora ver. >> Vem a parte mais chata, a parte mais fraca também da filosofia esotista que os protestantes adoram, por exemplo. Você vai logo entender porquê, né?

¶406Deus não tem obrigação para com as criaturas. Se Deus quisesse criar um triângulo quadrado, ele faria isso. Ó, chegamos sempre no ponto aqui do voluntarismo. A vontade de Deus é tão poderosa que ele pode fazer coisas ilógicas assim contra os princípios matemáticos assim. Não tem.

¶407Olha, eu desafio encontrar uma linha de escoto para você mal interpretar nesse sentido, Benites. Uma linha. Não vai achar, mano. Não vai achar. E aí suposta e eu quero entender porque que os protestantes gostam disso também não faz sentido.

¶408Os escolá protestantes também não defendiam isso. >> Oi. >> E Deus não tem obrigação para com a criatura. Um adagio que não só escoto adere, mas não é por conta de voluntarismo, não é por conta de a Santo Agostinho e Santo Tomás também adere ao mesmo Dáo. Deus não tem obrigação para para com as criaturas.

¶409é uma posição comum entre os autores escolásticos. Escoto tem essa posição, São Tomás tem essa posição, a posição de que Deus não deve nada para a criatura. Ou seja, não há, por exemplo, eh, nenhum estado de justiça segundo o qual a criatura pode requerir de Deus como sendo aquele que deveria algo para com ela. Não existe isso, né? Não existe esse estado na criação.

¶410Então, de fato, não é primeiro, eh, isso não tem nada a ver com a segunda teoria dele, que é essa teoria de que, ah, Deus ele ele é tão onipotente que ele é capaz de criar contradições. Isso não é atribuído historicamente nem a escoto, nem a isso, na verdade é atribuído aos filósofos modernos. a teoria cartesiana da onipotência, tá? Então, >> né, e não tem nada a ver com a com a a frase, a outra frase, são duas coisas. Uma coisa é dizer que Deus não tem obrigação para com para com os criaturas.

¶411É, é um ponto. Outro ponto é dizer que Deus ele é capaz de criar contradições. Outro ponto. Outra coisa >> é inclusive o Guilherme Dioca quando ele tá falando sobre esses limites assim da potência divina, ele fala: "Deus não pode fazer as coisas contraditórias. Ele dá exatamente esse tipo de exemplo assim de triângulo quadrado, que ele não poderia fazer esse tipo de coisa, né?

¶412Esse pessoal tira do nada assim, né? De fato, existem textos de de Guilherme Diocan a respeito, como eu já falei aqui nos vídeos sobre isso, né, que ele fala, por exemplo, sobre se Deus poderia ordenar a criatura que ela o odiasse. Tudo bem, mas isso não quer dizer que ele está aceitando o que o Carlos falou ali, né? Um triângulo pode ser quadrado para Deus se ele quisesse. O Guilherme Dioca nega isso explicitamente.

¶413Eu posso inclusive trazer textos aqui de novo sobre isso, mas vamos lá. Ah, é, o David Ribeiro comentou aqui também, né? Eh, já até te mandei o artigo que o Café mandou, onde é discutido posições do Aquino na própria filosofia analítica contemporânea, o artigo do Jeffrey e Brower, onde é cogitado Aquino até onde é cogitado aquina até mesmo como nominalista por alguns. É, uma das primeiras pessoas que começou a fazer essas associações foi Francisco Soares, né? Eh, o nome do artigo aqui que o David colocou, quinas on the problem of the universals do Jeffrey Bower para quem quiser procurar aí.

¶414Publicado no Philosophy and Phenomenological Research. Aqui, ó, Brawer. É, o Benit tá viajando muito aqui, mas vamos lá. É a ideia de que Deus faz o que ele quiser e as coisas são boas porque Deus fez. Lembra do diálogo de Eutífron, o dilema de Eutífron, de Platão?

¶415Isso é bom porque Deus quis ou é bom porque tanto Deus quis? O que que vem? Primeiro você vai subordinar Deus a uma ideia platônica. Um medieval vai colocar, no caso escotos, ele vai dizer: "Não, Deus determina o que é bom. É assim que ele resolveria o dilema de Eutífero".

¶416Que pro Platão, por sinal, é uma aporia. Ele não resolve o diálogo, tá? Então, a justiça, a bondade, tudo é determinado pela vontade divina. Quem defende isso hoje em dia na filosofia analítica? William Lane Craig, né?

¶417O o apologeta protestante, né? Que tá sempre aí nos debates internacionais. Ele fala da teoria do comando divino. É a formulação analítica contemporânea disso. Aí o escotos tem uma, >> o Craig não fala que é por causa da vontade divina, que é que as coisas são boas porque Deus quis.

¶418A solução dele é que Deus é bom, logo as coisas são boas. Assim, na verdade, ele ele tem uma as posições que eu já vi dele é nesse sentido, não é por um ato da vontade divina, ou seja, de por causa de uma operação que Deus fez e portanto as coisas são boas assim, né? Eu eu pelo menos desconheço que o Craig tenha mudado de posição sobre isso ao longo do tempo. >> E também em escoto, eh, escoto identifica Deus com a bondade. >> Uhum.

¶419>> Deus é a bondade. >> A justiça não é determinada pela vontade divina. Hum. pelo menos não no sentido que ele tá dando dando aí, não é esse sentido. Eh, ele ele tá querendo querendo botar o voluntarismo de de escuto onde ele onde ele não está.

¶420>> Exato. É aqui, ó, o David falou: "Craig defende uma versão modificada da teoria do comando divino para evitar um voluntarismo teológico radical". Pois é, existe uma restrição. Então, exato. Mas é, então é justamente o que eu tô dizendo, o Benit tá tá tentando fazer parecer aqui que é isso, né?

¶421Deus, porque Deus fala logo as coisas são boas no dilema ali, né, do defono, mas não é a posição do Craig assim direta, né? >> Mas e outra, não é a posição de escoto de nenhuma forma, nem moderada, nem radical, nem fraca, nem forte, nem média. Escoto não diz que a justiça é determinada pela vontade de Deus. Ponto. Ponto.

¶422>> Uhum. >> A mesma teoria dos do de São Tomás, ele crê igual São Tomás. Pronto. Eh, não tem, não é precursor de teoria de comando divino. Eh, o voluntarismo de escoto se manifesta em relação à criação, em relação aos preceitos morais de uma forma muito, muito específica que o Craig não coloca de de nenhuma forma, não apresenta isso de nenhuma forma.

¶423>> Pois é, vamos lá. uma grande divergência com Tomás Jaquino e o grosso da escoltica. Como você pode ter percebido, para ele até os fatos morais dado seu voluntarismo são contingentes. É muito diferente do do Thomas Thomas Aquinus. É muito diferente do Tomás Jaquino, porque ele, o Tomás Jaquino, tá muito embebido de Aristóteles, da ética ancômico.

¶424A virtude faz parte de uma vida boa. A felicidade, audaimonia faz parte de uma vida boa. Se você quer se direcionar à proximidade com Deus, Tomás Jaquino acreditava ser o propósito, a causa final da existência humana, você vai ler Aristóteles e vai aprender a como ser um homem virtuoso para ser um homem feliz. Eu acho engraçado como esses estereótipos distorcem a cabeça das pessoas, né? Tomás Jaquino é quase como se fosse o único peripatético da história, assim, né?

¶425>> Como se um dos primeiros livros que o escoto comentou na juventude não fosse a própria lógica do Organo, né? Como se o escoto não tivesse conhecimento da ética anicômaco, sabe? É, é um, é uns negócios assim, né? Não é os Tomás Jaquino é de fato segue Aristóteles e para Aristóteles era assim, para escoto não é é loucura, né? Assim, em relação à ética nicôca, o escoto ele tem poucas pouquíssimas diferenças com sintomas.

¶426Por exemplo, escoto, ele tem uma uma diferença em relação à teoria do hábito de Aristóteles desenvolvida na ética comac para São Tomás, por exemplo, o hábito bom, que é a virtude, e o hábito ma que é o vício, eh são dois hábitos geralmente distintos para escoto, o hábito bom e o hábito mau podem coexistir numa mesma entidade, por exemplo. Isso é um é um exemplo da da distinção entre eh que que Escoto introduce na sua interpretação da teoria do hábito de Aristóteles, que por sua vez está no âmago da ética ancôaco. Mas tirando esse fato e outros fatos assim pequenos, não existe grande. >> Aspiram mandou R$ 7. Falando em quadratura Carlos, será que a figura mestra de Louis escapa lindaman pela distinção entre geometria sensível e intelectual natural, ficando os números construtíveis na primeira e ascendência de de algum modo na segunda?

¶427>> Do nada assim do nada. Eh, primeiro termina o seu comentário sobre o escoto e a o hábito aí, a diferença e tal. Depois a gente no final fala disso aí, >> tá? Só tirando essas diferenças, que são diferenças pequenas, Scot, ele não é um não é um não tem diferenças substanciais eh com com São Tomás, não. Na verdade, eh, o claro, em relação ao fim último do homem, a ao fim último do homem nesta vida, se existe alguma distinção entre o fim e último nesta vida ou na outra vida.

¶428Existem algumas diferenças entre a concepção e a concepção tomasiana, porém não são grandes e na verdade são dois pensadores que estão pensando o mesmo autor com as mesmas categorias, com os mesmos com os mesmos conceitos, variando apenas do modo de interpretá-los e em pouca coisa. >> Uhum. Perfeito, perfeito. Ah, vamos lá. Vamos ver aqui o que mais ele diz.

¶429>> Possivelmente ser um homem santo, né? alcançar a beatitude. Isso não tá em Aristóteles, essa coisa do santo. Isso aí é o tomismo fazendo uma convergência ali, né? Misturando o Aristóteles com cristianismo, com teologia cristã.

¶430O que o Aristóteles diz? Vê o meu livro da ética, vê o meu vídeo sobre o livro do Aristóteles, da ética ni côaco, eh, em que eu explico isso em maiores detalhes, é que aquilo que é bom é aquilo que todos buscam, né? A gente busca as coisas que a gente percebe como boas. Bem, de certa forma, é aquilo que é desejado. Isso é uma caracterização aristotélica.

¶431E existem coisas que são ruins, mas são percebidas como boas, vícios, né? prazeres imediatos, malandragens. Mas pro Aristóteles, eh, se você fizer isso várias vezes, você vai levar uma vida infeliz, porque você não vai ter um caráter bom. E não tem como você ser feliz sem ser virtuoso, sem você ter cultivado um caráter bom. E o que constrói o caráter, as suas escolhas.

¶432Então, nessa medida que o o Tomás Jaquino se se embebe disso, ele tá fazendo um encadeamento filosófico teológico. A filosofia leva a teologia, a filosofia te leva a Deus. A E isso também no âmbito da ética. Então aqui você tem eh uma ética das virtudes no Tomás Jaquino. Na filosofia do Dans Escotos, você tem uma protode ontologia.

¶433Ele é mais parecido do que modernamente vamos conhecer como uma filosofia do dever, em que não é a virtude que determina como você deve pautar as suas ações, né? A ética normativa em questão é a ética de obedecer os deveres, de cumprir ordens. Então ele é meio legalista, ele é meio parecido com o Emanuel Kant nesse aspecto. Isso >> é você tem várias questões, né, que Escoto fala, por exemplo, sobre a caridade, apelando à questão das virtudes, virtudes teologais, eh discussões sobre a prudência, texto dele sobre temperança, eh sobre a nossa relação de Deus por causa da caridade, né, com o amor divino e na no aspecto ainda natural também da coisa. Não entendi porque seria tão diferente assim.

¶434É, o escoto nesse aspecto era um medieval da sua época, assim, ele é um protood deontologista cantiano, assim, quase cantiano, enquanto que o Tomás Jaquina, que é o aristotélico, sabe? Isso, isso é tão tão estranho assim, tão absurdo. >> Existem teorias modernas, existem intérpretes modernos de S. Tom que dizem o mesmo dele, que ele também foi um proto de um teologista, porque até porque não porque é óbvio que pro dever, né? É óbvio que eles vão ter essa essa exato.

¶435>> Assim, né? Não é como se quando vai falar de virtude não vai falar de dever, né? >> Exato. Não são coisas autoexcludentes. E parece que isso, esse esse essa questão deontológica está incluída na teoria peripotética da da das virtudes, dos vícios.

¶436Tem tudo, tem, ele tá esquecendo tudo que escoto ele pega de Santo Agostinho, toda a teoria ética agostiniana, que também tem a questão da virtude dos vícios. Eh, então eh parece que Santo Agostino não existe. Eh, e ele é decisivo para escuto em várias partes da ética dele, né? Até porque ele prefere uma linguagem mais agostiniana em alguns trechos. do que uma leitura peripatética pura, mas no final das contas hã não há grandes diferenças não entre Tomás Jaquino e Escuto.

¶437>> Exato. Os dois são os dois partem de uma ética aretaica, né, também. Então, enfim. >> Exato. >> Deixa eu ver o que que estão comentando aqui, ó.

¶438Fugita, podemos considerar que o tweet do Neymar do Neymar Júnior Deus é top alcançou um maior patamar de relevância filosófica e teológica que os comentários do Benit, mas muito há muito tempo, né? Há muito tempo. Ai ai ai. Eh, Fugita, você vai reagir ao The Best Ever cumulative case for God Joyish Media Live? É longo, rapaz.

¶439para eu reagir a um negócio desse assim, só se só se o pessoal molhasse muito a nossa mão aqui, porque é e a gente tem que fazer uma virada de madrugada aqui, eu e o Carlos, para se bem que o Carlos madruga várias vezes, né, Carlos? Então, o Carlos já conseguiria. Agora eu não tenho, não sei se eu tenho tanta resistência assim para para ficar sentado aqui comentando. Misericórdia. Eh, Joy é louco.

¶440O cara postou 7 horas refutando objeções ao catolicismo. Recém assisti 3 horas desde que ele postou. É, então, né, esse tipo de coisa assim quilométricas, né, não sei se vamos ver, talvez se a gente fizesse por partes, né, aqui, ó, boas são todas as coisas que não são os vícios de filosofia escolásticas do Benites. Aqui é o o David falou, boa parte das respostas dele tem contrar respostas, by the way. E muita coisa ele claramente rxou e e rebateu porcamente.

¶441Eu não vi ainda o David, vou dar uma olhadinha se você disser que tá interessante, eu vou lá ver. Eh, uma coisa que eu que uma coisa que me incomoda em relação à metodologia, não só do Benit, mas também de vários vários ateus no YouTube e fora, é que, por exemplo, eles puxam um autor difícil e complexo como escuto e tudo bem, existe a literatura contemporânea a respeito dele. Só que essa, lei, só que a, a literatura contemporânea não há, não é o que há de melhor sobre aquele autor. E ao invés deles utilizarem o que há de melhor, o que foi produzido de melhor sobre o autor, que vai exigir vai exigir um pouquinho mais de esforço, é claro, porque o que há de melhor sobre o escoto tá em latim, mas hoje em dia, com a facilidade das inteligências artificiais, eh, já não existe mais esse esse essa esse impedimento. você pode pôr uma uma inteligência artificial para ler o master na parte da ética, por exemplo, não cometer os erros do Benit.

¶442Eh, então eu acho que é é uma dificuldade de buscar o que há de melhor. Se eu quero refutar escuto, eu vou buscar os melhores intérpretes. É o Pôcio, é o Mástrio, é o Crisper. Quem é? Quem são os melhores?

¶443Se eu vou refutar Soares, eu vou refrutar os melhores, a melhor versão de Soares, né? São Tomás iden. São Tomás idem com mais força ainda, porque é mais comentado e é mais palpitado em em proporção, né? >> Sim. Eh, então, eh, eu acho que o Benites, eh, ele pegou, ele, ele tem ali um livro, ele mostrou um livro que, na verdade, é um compêndio de vários artigos, eu acho, né?

¶444>> Uhum. ou de ou de vários capítulos, não sei. Eh, é óbvio que ele não vai aprender sobre os temas essenciais do do escotismo, lendo trechos, eh, artigos da literatura contemporânea. Agora, se ele lesse o Mástro comentando sobre ética, comentando sobre universidade, comentando sobre a relação de escuto na teoria do universal e também da questão peripatética da distinção entre universal e singular, eu tenho certeza que ele não faria um vídeo tão palpiteiro e burro assim. >> Ô car, eu vou discordar de você.

¶445Prende. >> Eu discordar de você ser peremptoriamente aqui. >> O Benites, ele não entende nem os autores contemporâneos que ele lê. Carlos, você vai achar que ele vai ler um mastro e vai fazer um vídeo bom sobre o Benites no nosso debate, >> ele ele ele tentando pegar lá os os ateus lá para tentar rebater as minhas ob rebater, aliás, fazer objeções ao argumento ontológico. Errou.

¶446Assim, tava com o livro na mão e errou assim, sabe? era eh literalmente assim. >> É, é, mas se o autor se se o melhor autor não vai ajudar ele, eu eu acho que o pior também não. O pior só vai piorar. É, mas assim, ele pegando o master, qualquer um desses vai ser o vídeo popteiro, porque misericórdia, esse vídeo aqui assim, aliás, por exemplo, eu não conheço o que ele faz sobre Niet, mas o o David Ribeiro tem uma tese, né, de que o Benites é qual o nome?

¶447É analfabeto funcional, né? Então assim, é capaz de abrir lá o vídeo sobre Niet e ter coisa também. A gente vê coisa, igual a minha avó dizia, meu filho, você vai ver coisa. Quer ver? Deixa eu ver o que que o pessoal tá falando aqui.

¶448Mas é capaz disso. Eh, ah, o o David falou isso daí, fugit. Obrigado por dizer. E o OP? Não, pois é.

¶449E o ele lendo o OP assim, ele ele lendo o OP assim, ele não entendeu nada do que o OP falou assim. Imagina se ele vai, porque mesmo as traduzindo, elas traduzem daquele daquele jeito, sei lá, se a gente vai traduzir o mastero, tem aquela sintasse, né? É um pouco mais difícil assim para mim que sei lá, eu acho que o de Benit não entenderia também não, assim, eu tá sendo muito caridoso com ele. Ai, ai, ai. >> É, talvez eu esteja de alguma de alguma forma eh superestimando a inteligência dele.

¶450>> Pois é. Vamos lá. Vamos ver aqui. Favorece muito os protestantes que vão falar: "Olha, a verdade moral tá na Bíblia, é só pegar e e obedecer aquilo. É o comando divino." E o William Lan Craig faz isso, né?

¶451Ele tenta justificar tudo que tá na Bíblia é por causa disso, dessas ideias. É, Deus mandou. Então, tá certo, você pode não entender, mas tá certo. A escravidão, o genocídio, tá tudo lá, né? No Antigo Testamento.

¶452Então, tudo que tá ali, eles vão ter que justificar porque tem que ser bom, porque eles botaram na cabeça que é a vontade de Deus. Agora, uma coisa é você pensar isso no século XI, em que você tá vivendo no sistema ptolomaico, você tá vivendo achando que a Terra é o centro do universo, a ciência ainda não existe com o método científico que a gente conhece. Você não tem acesso à informação, a maioria das pessoas são iletradas e você tem essas escrituras da Bíblia. Não existe crítica textual, não existe o método científico. Então não tem autores como Bart Erman que vai olhar e vai falar: "Olha, esse evangelho aqui não foi escrito por quem diz.

¶453Esse evangelho aqui contém passagens escritas eh incluídas muito depois do do que as outras passagens. aquele outro ali foi cópia dessa aqui. Esse aqui é falsificação daquele outro. Eh, esse aqui só entrou em tal ano, aquele não entrou. Enfim, então você começa a ver um monte de problemas temporais de confusão associadas à história da Bíblia, que não é um texto pronto que caiu do céu.

¶454E e é um texto que é um um retalho, é um é um retalho de vários textos de contextos diferentes. Quando Paulo tá escrevendo as suas cartas, ele não tá escrevendo a Bíblia, ele não acha que tá escrevendo Novo Testamento, ele tá escrevendo cartas para comunidades cristãs num período em que as comunidades brigavam para caramba. E ainda acontece hoje isso, né? Ele vai fazer uma uma defesa do >> É, eu quero só dizer assim, tá? De fato, a não não existia a disciplina da crítica textual tal como nós a conhecemos hoje, mas na antiguidade você tinha já estudos, por exemplo, sobre os manuscritos.

¶455Eh, a igreja debateu justamente sobre aqueles evangelhos que eram pseudo eh evangelistas, né, pseudoapostólicos, cartas pseudoapostólicas e tinham se os seus estudos, a sua maneira de discernir isso. Ah, você vê o próprio Santo Agostinho falando, por exemplo, que ele comparava manuscritos e já havia critérios para saber quais manuscritos tinham sido bem produzidos, daqueles que não tinham sido bem produzidos. Eh, você vê, por exemplo, agora mais, ele dizia nessa época da Idade Média, muito perto ali da época do escoto, um pouquinho depois, você tem o Podio Bratiolini e o Nicolo Nicoli, que eu já comentei em algum momento, acho que aqui no canal, eh, que eram que faziam recuperação de textos antigos, né, como da Natura eh da Derero Natura. E eles faziam justamente essa comparação de manuscritos, de cópias para ver qual que quais que eram os que tinham o melhor texto para determinar, né, com base no que seria depois estudado como variantes textuais. Então, não é que eles estavam numas trevas completas sobre isso.

¶456Ou seja, do fato de haver muitas pessoas iletradas, não se segue que não havia um esforço eh já científico sobre essas coisas, né? Então, claro que a Idade Média teve muitos problemas, mas é uma visão um pouco ingênua pensar assim, né, esse tipo de de simplificação, né, mas enfim. Sim, vamos lá >> do livre arbítrio, porque justamente a vontade para ele é superior ao intelecto. E isso te faz enxergar a teologia como algo fundamental paraa sua vida, pra sua vida moral e pra sua salvação. Então é muito diferente de Tomás Jaquino.

¶457Nesse aspecto, unicamente, talvez eu considero o Tomás Jaquino superioro. >> É nesse aspecto, Tomás Jaquino é mais, >> opa, perdão, como é que é? Eu tava vendo os comentários aqui. >> É. Escoto também introduz a teoria da quer dizer a doutrina da beatificação num contexto peripatético, assim como são Tomás.

¶458A diferença de Tomás ser voluntarista, quer dizer, escuto ser voluntarista e Tomás não, de em nada modifica o fato, por exemplo, em relação a a fato do intelecto possível, do intelecto agente, estarem, por exemplo, envolvidos no ato de no ato no ato de conhecimento da essência de Deus, tal como ela é em si mesma. Eh, o que vai mudar, é claro, é o formal da biatitude. quanto escoto de fato considera um ato caritativo perfeito da parte do homem, enquanto São Tomás considera outros critérios, eh, isso muda, isso tem de fato influência do seu voluntarismo, mas ambos introduzem o, eh, a questão da biaticação no contexto aristotélico, porque ambos adotam a ginosiologia peripatética. >> Uhum. Perfeito.

¶459Vamos lá. Tá quase no fim aqui. Vamos lá. Tem ainda 13 minutos. Vamos sofrer um pouquinho mais.

¶460Naturalista do que o Dans Escotos. Que que a gente tava falando antes, o Dans Escotos é muito à frente do seu tempo. Ele vai abrir as portas da modernidade, que é a metafísica e não na sua ética, não na sua moral. Por que escotos importa? por tudo isso que a gente vi falando, predominância, ele foi predominante entre os franciscanos, né, depois e os católicos, quando veio o período do protestantismo com Lutero e tal, vão olhar pro escotos com muito maus olhos até hoje, né, você vê aí tomistas que não conhecem a Bíblia e a história dos textos bíblicos e acreditam que a Bíblia é de fato escrita pelos apóstolos e tudo, eh, que Paulo escreveu todas as suas cartas, enfim, eh, eles falam por aí em podcasts e tal que não dos escotos Ele ele foi um grande erro da filosofia medieval e tal que vai levar até Kant, que é o maior inimigo de Tomás Jaquino, Marcelo de Andrade, pessoas assim falando em podcast, essas pessoas têm uma leitura muito ingênua eh da crítica textual bíblica.

¶461Elas não estão a par da discussão. É, >> foi uma, deu uma, não sei se você percebeu isso, mas ele tava falando de uma coisa e e meteu isso aqui simplesmente sem, sabe, sem nexo nenhum assim. Eh, porque para mim o que ele tava dizendo antes era que os protestantes odeiam Dan Scott e daí meteu esse negócio. Você percebeu esse essa transição bizarra aqui ou foi um lapso meu aqui? Ó, >> é, ele falou que os católicos odeiam, vão odiar o Danz Scot a partir do período do protestantismo, né?

¶462Eu acho. Ele colocou isso. >> O que o que é uma loucura assim, né? Por exemplo, eu acho que tem, eu eu vou voltar aqui só para confirmar. Eu acho que ele falou que os protestantes não gostam também de escotos.

¶463Deixa eu ver se é porque o que teve de protestante escotista também é muita gente que foi escotista. Deixa eu ver aqui. Eu considero o Tomásquino superior. Eu quando aquele não entrou. Enfim.

¶464Então você começa a ver um monte de problemas temporais de confusão associadas à história da Bíblia, que não é um texto pronto que caiu do céu. E e é um texto que é um um retalho, é um é um retalho de vários textos de contextos diferentes. Quando Paulo tá escrevendo as suas cartas, ele não tá escrevendo a Bíblia, ele não acha que tá escrevendo Novo Testamento, ele tá escrevendo cartas para comunidades cristãs num período em que as comunidades brigavam para caramba. E ainda acontece hoje isso, né? Você vê o apóstolo Paulo reivindicando ser palavra de Deus, né?

¶465Primeiro, pelo menos nas na carta, por exemplo, a primeira carta da igreja de a igreja de Corinto, ele fala como sendo o mandamento do Senhor, certas coisas que ele tá descrevendo. Eh, você vê o apóstolo Pedro chamando as cartas de Paulo como eh escritura, né? Porque ele fala Paulo e as demais escrituras. Então, Pedro invoca ali Paulo como autoridade divina. Então eles tinham ciência que estavam fazendo sim ali coisas que eram eh de Bíblia, né, equiparáveis a Bíblia do Antigo Testamento, né?

¶466Então é é meio desconexo aqui o que ele tá dizendo, mas pera aí que não era nem isso que eu >> e ele ele ele fala como se ele fosse um grande conhecedor desses temas, né? Ele é um gigante conhecedor. Ficou muito, ficou muito óbvio isso no debate que vocês tiveram. >> Ah, sim. >> Ele sabe muito ele.

¶467Ele citando o Carlos Orsy. >> É sim. Aquele orice lá para >> um jornalista. É, manja muito, manja muito. >> Exato.

¶468Bora ver aqui. Pera aí rapidinho. Ele, eu queria ver aquela confusão dele, ó. Vamos ver. ele vai fazer uma uma defesa do livre arbítrio, porque justamente a vontade para ele é superior ao intelecto.

¶469E isso te faz enxergar a teologia como algo fundamental paraa sua vida, paraa sua vida moral e paraa sua salvação. Então é muito diferente de Tomás Jaquino. Nesse aspecto unicamente talvez eu considero o Tomás Jaquino superior. >> Olha que Tolice, né? O voluntarismo aqui então significa que aí a teologia que é o importante porque lida com essas coisas que não são da razão, né?

¶470Enquanto que para tomar aqui não deve ser diferente assim, teologia não é tão tão relevante assim, porque o que importa, sei lá, são demonstrações, raciocínios, a lógica, né? Ai, ai, ai. >> É nesse aspecto mais >> Tomás, essa a para Tomás de Aquino, assim como Prescoto, a teologia ela é rainha, ela é pré-escoto não é rainha das ciências, mas é um tipo de sabedoria que reina em relação aos demais. >> Uhum. que deve nortear as demais ciências, né?

¶471Para escoto também existe essa relação de subalternidade entre ciências. Então o voluntarismo ficou relegado a essa parte aí que não tem nada a ver, né? >> Exato. Vamos lá. Jaquina é mais naturalista do que o Danz Coto.

¶472>> Tomás Jaquina é mais naturalista que o Danz Escoto. Que a gente tava falando antes, o Dans Escotos é muito à frente do seu tempo. Ele vai abrir as portas da modernidade que é a metafísica e não na sua ética, não na sua moral. Por que escotos importa? Por tudo isso que a gente >> era esse ponto aqui.

¶473Bora ver >> falando predominância. Ele foi predominante entre os franciscanos, né? Depois e os católicos quando veio o período do protestantismo com Lutero e tal, vão olhar pro escotos com muito maus olhos até hoje, né? Você vê aí tomistas que não conhecem a Bíblia e a história dos textos bíblicos e acreditam que a Bíblia é de fato escrita pelos apóstolos. >> Aqui, ó, não era, você tava certo.

¶474Ele falou dos católicos que começam a ver D Scot com maus olhos, né? Na época de de Lutero, eu acho que ele tava dizendo, né? Mas aí olha o que que ele começa a falar imediatamente depois sobre a Bíblia. Sabe, você percebeu? Eu não sei.

¶475Para você tem algum nexo, só tô tentando entender aqui >> dos bíblicos, >> ó. >> Vê aí tomistas que não conhecem a Bíblia e outros com muito maus olhos até hoje, né? Você vê aí tomistas que não conhecem a Bíblia e a história dos textos bíblicos e acreditam que a Bíblia é de fato escrita pelos apóstolos e tudo. Eh, que Paulo escreveu todas as suas cartas. >> Você viu, você viu a conexão de uma coisa com a outra?

¶476Ele tá falando assim: "É, os católicos começam a ver escoto com maus olhos." Tanto que até hoje tem aí os católicos que não conhecem da Bíblia, que acham que Paulo escreveu todas as suas cartas. Eh, >> não, não vi nenhum nexo. Não tem nenhum nexo. >> Pois é. Se simplesmente do nada assim, sabe?

¶477Sei lá se ele tava improvisando aqui, se ele ele parece tá olhando para algum lugar, mas não tem nem conexão com o slide que ele colocou aqui. >> Enfim, eles falam por aí em podcasts e tal que não, Dus Escotos, ele ele foi um grande erro da filosofia medieval e tal, que vai levar até Kant, que é o maior inimigo de Tomás Jaquino, Marcelo de Andrade, pessoas assim falando em podcast, essas pessoas têm uma leitura muito ingênua eh da crítica textual bíblica. Elas não estão a par da discussão. É, >> viu? Ele de novo aí fez a transição de novo, tava falando sobre os católicos criticarem não sei o que e tal.

¶478Aí do nada agora aqui Bíblia de novo. Benit tava muito louco aqui. Eu não não tô entendendo o fio da meada aqui. >> Sim. >> Erol não tão a parte da discussão ontológica também da filosofia contemporânea, tá?

¶479como Guilherme Freire, Marcelo de Andrade, esses caras eles pararam, se fecharam numa ideologia atomista e eles falam com a retórica que leram filósofos ateus, mas eles eles não leram, eles talvez foliaram já querendo discordar e se leram eles só leram eh um ou outro clássico como Bertron Russell. >> Tem que tem que inserir >> tem que inserir o Mateus Benites aí também. Ai, ai, ai. É porque quem leu esses clássicos todos foi o Benit, né? O Benit certamente leu.

¶480Leu muito assim, leu muito o homem uma máquina. >> Vamos lá. >> Os filósofos atuais, as objeções atuais, as vias de Tomás Jaquino, a a ao cristianismo em geral, ao teísmo. Eles não leram Graham Oppy, eles não leram William Roll, entre outros. Aí, ó, o R foi o que ele citou no debate contra mim, distorcendo e o OP foi aquele que o o OP, ele ele interpretou, gente.

¶481Puxa, é uma pena que quando eu comecei a falar sobre isso, ele ele tirou o vídeo do A antes que eu conseguisse fazer um react, mas eu queria muito que ele tivesse deixado no A, que era um vídeo que ele falava assim, Carlos, ele interpretando uma crítica do OP, como se ele tivesse falando que mundos possíveis era com eram quase como se fosse realidades que se influenciavam, se autocausavam entre si. tinha uma retrocausalidade de mundos possíveis, assim, ele tinha um um uma setinha que apontava o mundo possível, quase como se fosse um multiverso, assim, que aponta para esse mundo possível, que aponta para esse mundo possível. Eh, opa, pera aí que a minha câmera desligou aqui. Voltei. Não sei porque que ela tá fazendo isso.

¶482Ah, era uma mundo possível que aponta para esse mundo possível, pá. Eu tava para, eu ia fazer aquele meme assim do Homem-Aranha, sabe? Que eles voltam assim, aí fica um homem-aranha apontando pro outro assim, sabe? Então ele interpretou isso assim como se mundos possíveis coexistissem, né, na na semântica dos mundos possíveis. Ele ele não entendeu nada nem do que o AT OP escreveu, entendeu?

¶483Então assim, essa crítica dele aqui pros outros aqui fica muito pega muito mal, né? Não sendo um intérprete competente, pega mal acusar os outros disso, né? De não ter leitura, de não sei o quê. Esquisito para caramba isso. >> Uhum.

¶484Ó o pessoal falando aqui, o não sei como que é, o o cabolpou, sei lá o que que é isso aqui. K1, enfim. Eh, eu falei aquilo que ele bebeu não era água. Eh, aqui, ó, ele não queria farpar. Os ateus militantes geralmente fazem isso.

¶485Pois é. Ou as prangindo aqui. Enfim, vamos lá. Vamos terminar aqui. >> Então, o escotos também vai ser eh muito influente, além de ser influente no e nos nominalistas e vai ter uma aula como essa sobre o nominalismo e sobre a importância do então deixa o like e compartilhe o máximo que você puder.

¶486E defini >> imagina como vai ser essa aula sobre o né? >> Estaremos, quero dizer só o seguinte, estaremos aqui, Benites, estaremos ansiosos por essa aula, tá? Solte o quanto antes. Muito conteúdo pra gente. Efectivamente não ouço esses caras que eu mencionei, Guilherme Freire, Marcelo de Andrade, Carlos Nuguê, essas pessoas sem querer.

¶487>> Até o Nuguê, rapaz, o Nuguê foi mencionado aqui, ó. Nuguê foi mencionado. >> Desrespeitar. eu enxergo como fanáticos disfarçados de intelectuais, assim, fanáticos religiosos, >> eh porque eles estão completamente alienados da discussão contemporânea da >> Quem sabe mesmo é o Benitz, quem quem é o realmente o intelectual que tá sabe da da discussão contemporânea? Mateus Benites, >> filosofia.

¶488Recomendo o livro do Michael Shermer, eh, porque pessoas inteligentes acreditam em coisas estranhas e também, eh, o cérebro e crença. Esses livros são muito bons e explicam porque que isso acontece. Bom, então eh além dessas influências, ele vai influenciar o protestantismo, como eu disse, e a deontologia cantiana. Enfim, não diretamente, né? Mas você vê similaridades, né?

¶489Alguém propôs isso primeiro, então tá na teia da história e da filosofia e na lógica modal, né, de pensar em mundos possíveis para para argumentar filosoficamente. E aí, você ficou com alguma dúvida? comenta aqui embaixo. Essa foi a minha aula sobre a metafísica esotista e porque ela foi importante para o pensamento moderno, que está muito mais alinhado ao patamar científico e que também foi importante, por sua vez, para possibilitar esse próprio patamar científico com método experimental, com a busca por evidências. a gente sai da abstração e foca numa epistemologia mais centrada na parcsimônia, na economia, na não multiplicação de entes.

¶490Então, veja como que a gente foi de um ultrarealismo platônico até eh essa nova metafísica e vai chegar eventualmente no empirismo moderno. Vai chegar primeiro em Descart, no racionalismo, depois no empirismo com Lock e David Hilm e vai chegar no naturalismo, no ateísmo, vai chegar no Daniel Dennet, vai chegar no Grahamy, vai chegar no Michael Martin, vai chegar em nós, vai chegar em você, eu aqui, esse canal, esse debate, esses debates atuais em que o ateísmo, o naturalismo é uma posição perfeitamente plausível. Não tou. Eu botei aí na nessa foto essa foto gerada com IA, né, do Nietzsche, o Rilm, eu e o nosso grandioso Dans Escotos. Bom, eu disse que a gente podia discutir um pouco a vida do escotos também, né?

¶491E para fazer isso, eu decidi ler um pouco da introdução desse livro que eu recomendei para vocês, que fala justamente sobre isso, sobre a biografia do escotos, né? O Thomas Williams, que é o organizador, ele escreve a primeira data definida. >> Ah, acho que aqui já não é relevante, né? falar sobre a sobre a sobre a parte biográfica aqui. Ele vai só ler lá o autor, né?

¶492Assim, esse final aí também todo bizarro, né? Tô falando, eles fazem a linha, né? Dans Scot vai oca, não sei o quê. Danz Scott ilustra aí muito bem esse princípio da navalha, né? Não sei como é que o formalismo poderia ilustrar isso, né?

¶493Que sei lá, sobre o parcimone e tal, mas eh é isso, né? É, é uma, é isso aí. O vídeo de hoje foi isso aí. Eu só >> uma gambiarra >> é uma uma grande uma grande salada assim com confusões. Eu não sei se te eu não sei nem se teve alguma coisa que eu posso dizer que foi propriamente correta assim, né?

¶494É difícil lembrar assim de em quase 50 minutos de vídeo, né? Se teve informações minimamente articuladas corretamente, né? eh a distinção modal ser contingência ou necessidade. Ah, Dan Scott não tá não não se adepto da participação, ter rompido com a teoria da participação platônica. Qual que você acha que foi o palpite mais grave aqui, Carlos?

¶495>> Puxa, são tantos. E é um pior que o outro. Ele ele não explica bem nada do que ele se propõe a tratar, nem a teoria dosão formal. Ele tenta fazer um fazer uma explicação do léxico das da da das distinções e não faz bem. Eh, depois ele vai paraa individuação, ele tenta fazer um um resumo da filosofia de escuto, mas é um resumo muito mal, né, da teologia natural, da posição dele em relação ao estatuto da teologia como como ciência ou não.

¶496Eh, muito ruim todas as explicações que ele dá. Eu acho que todas estão no mesmo nível de ruindade. Eu até me parece que ele é ele é muito intelectualmente incapaz. Eh, muito intelectualmente incapaz. E ele ele emenda tantos erros atrás de erros que você até fica sem comentários, porque na verdade, sei lá, eh são a pessoa não acerta nada e você tem que comentar os erros tão basilares assim.

¶497Me me parece que ele tal ou tal vive as melhores fontes, mas de qualquer forma a dele, né? A culpa é dele. >> Uhum. >> É, então o que o que que ia falar é assim o o sei lá, aquela parte também que talvez para ele fosse o mais relevante para discutir, já que é um canal sobre ateísmo, né, que eram os argumentos paraa existência de Deus. chamar a prova do escolo do escoto como prova a apriorística, né?

¶498Tá tá tudo tão errado ali naquele naquela forma de demonstração dele assim, né? Sei lá. Eh, você tá você tá meio travando assim, amigo. Não sei se você tá tá com a internet, tá com tá instável aí. Para mim até algumas coisas que você falou deu uma travada.

¶499>> Pou, >> é, né? >> Acho que um pouco. >> Agora deixa eu perguntar do chat aqui, chat. O que que vocês acharam? Inclusive, bora fazer uma votação aqui, chat.

¶500Quem acha que palpitou mais aqui? O o Benites ou ou o Antônio Miranda naquele vídeo que a gente falou lá sobre eh sobre também argumentos para existência de Deus no debate dele contra Iar? Deixa eu ver aqui que enquanto vai pensando aí, Carlos, na sua resposta, enquanto eu leio aqui os comentários. A internet salvando Benites da humilhação completa. Não sei como que a internet tá salvando Benites.

¶501A internet para mim tá eternizando isso aqui, porque vai ficar no meu canal para sempre isso. Não dá mais para ele tirar do A que tá aqui os palpites todos salvos. Eh, ele acha que se o Esco vivesse hoje seria atu. É o pai do ateísmo, né? Praticamente eh se juntar se juntar o Benites e a Bibi Bailas para falar de metafísica escolásticas, eu pego, eu pago até ingresso para dar risada.

¶502Pois é, ó, inspetor buginganga, que ó, escotismo, empirismo, até ateismo analítico. Aí nós, né? Mateus Benites. Exato. Vai chegar no ápice, ou seja, Mateus Benites.

¶503Pois é. Vai chegar em mim. Vai chegar em mim. Exato. Se esco.

¶504Logo, Benites. Ai, gente, vocês não valem um Pix que vocês não mandam. Ó, Nug e Marcelo Andrade estão tão na pior que até o Benit está desdenhando deles. Ô louco. Pois é.

¶505Ah, esse aqui foi o melhor comentário da noite. Ai, céus. Ai, eh, aqui, ó. O perigo é que começar a falar o palpites começes a palpitar. Exato.

¶506Eh, o Giovani falou: "Eu dizia que é impossível um mestre doutor ser analfabeto funcional. Hoje, graças a um certo doutor em sociologia que comenta questões científicas, mudei minha posição. Ainda duvido o Benit. Ainda duvido que o Benit seja assim. Ah, eu não sei, Giovani.

¶507Ele deu várias provas já assim, sabe, de textos bem tranquilos que ele não conseguiu entender, sabe? Sei lá. Eh, aqui, ó, tá falando travando. Eh, quando o Carlos ia falar. Pois é.

¶508Eh, falaram assim: "Meu Pix, vamos já ver lá o seu sua pergunta", tá? O o nosso querido médico aqui falou: "Pois é, eh, Fugita e Carlos, mesmo com esse nível de palpitagem, juro que o pessoal que opina sobre ciências naturais consegue ser pior. É um nível inacreditável, eh, simco por vezes." Eu não sei, hein. Não sei, hein. A a disputa é grande aqui, hein, Giovan?

¶509Eu sei que tem muita gente que palpita sobre evolução, sobre, sei lá, eh, biologia e tal, mas esse nível de palpitaria aqui é muito difícil vencer, hein? Muito difícil. >> Que falar >> é difícil. >> E ele ele sempre ele ele sempre propõe vo maiores, n? Ele tentaçar voo maiores, ele faz vídeos de Tomás Jaquino e agora discuto.

¶510Daqui a pouco vai falar sobre Oan que é mais difícil níveis. Então vai saber quais serão os próximos palpites, né? Eu acho que ele precisa seriamente entender que ele é incapaz de de analisar esses autores, pelo menos por agora. Tem que ver se ele entende bem. Tal, talvez entenda só de NIT e só isso.

¶511>> Exato. E não seria um problema se ele falasse só de Nit, sabe? Não é feio isso. Ah, minha câmera de novo, ó, deu uma travada. Deixa eu ver se vai voltar aqui.

¶512Voltando. Pronto, voltou. É, então é, não, não seria feio se ele falasse só de Niets, porque é a especialidade dele, sabe? Não tem problema. Mas aí falar de escolástica e aí ele faz vídeo sobre a igreja adventista, faz vídeo sobre a Igreja Católica, né, dando grandes argumentos sobre isso tudo.

¶513É, esse é o nível, sabe? Esse é o nível. Fala assim, ó, o problema é o problema é que o Benites é doutorando, né? Pois é. O o Saulo falou aqui, ó, nível galinácio.

¶514Essa esse foi o adjetivo que o judeu Baruk popularizou, né? Nível galinácio, prédio luviano. Ele fala assim: "Galinácio, o nível prédio luviano em filosofia ainda." Pois é. Ah, fugito. O Benitz já desafiou alguém para um debate sobre um tema que ele sequer sabe definir?

¶515Já. Ele ele ele me desafiou para um tema que ele não sabia de nada, né? Os dois os dois temas que ele debateu comigo, ele não sabia de nada. o o que ele o que ele na verdade ele me desafiou sobre o se Jesus era Deus. Não não sabia de nada do tema que vocês viram no debate, né?

¶516E no da quarta via menos ainda. Não sei se você viu, né, Carlos, esse debate sobre a quarta via. Alô, Carlos. Ih, acho que o Carlos caiu. Acho que o Carlos caiu de vez.

¶517Mas deixa eu continuar lendo aqui. Eh, um certo cidadão o fez comigo. O cara não sabia o que era um dinossauro. Não fazia ideia, na verdade. É, então, pois é, eu entendo.

¶518Mas é mais ou menos esse nível, né? Eva me >> tô travando. >> Opa, amigo. >> Acho que eu tô tá tá meio instável aqui. >> Voltou agora.

¶519Tá me ouvindo, Carlos? Alô. >> Putz, velho, acho que eu travei. >> Alô, alô, Carlos. É, o Carlos tá tá com uma estabilidade ali, mas enquanto isso, deixa eu lendo aqui, ó.

¶520Eh, poxa, aí é complicado fugir, tá? Eh, falou assim, poxi o complicado, Fugita, mas eu digo que embora Benites tenha palpitado com força, ele se privou a palpitar sobre escotos. Eh, embora por isso palpite em outra, Miranda abrange mais áreas. >> Oi, Carlos, tá ouvindo? >> Voltei, voltei.

¶521>> Ah, tá. Agora tá tá mais estável. Eh, a última coisa que eu tinha entendido é, na verdade, foi quando eu perguntei se você tinha assistido ao meu debate contra o Benit sobre a quarta via. Sim, assisti tudo, vi tudo. Ele confunde coisas basilares, né, como você corrigiu ele.

¶522Eh, e ele até se ele se desculpou porque ele estava fazendo uma leitura da história da filosofia do real ou coisa assim, porque ele confundiu verdades no sentido valor verdade com verdade ontológica, que é o sentido da quarta via. >> Uhum. >> Certo? Ele cometeu um erro desses. >> Então é um erro, é um erro assim de um analfabeto mesmo.

¶523>> Eu pensei que ia soltar o ginasial, só que dessa vez o analfabeto. Ai ai ai. Pois é, o pessoal aqui rindo também. O pessoal tá falando que o Miranda é pior do que ele. Carlos, que que você acha?

¶524>> Olha, os dois brigam bem. A briga boa. Ai Carlos, n aguento que ó, sabe quando a pessoa não consegue diferenciar uma caracterização de uma definição ou não consegue ou não conseguir abstrair que um subconjunto tenha propriedades atípicas em relação ao conjunto que abarca? Pois é, não entendo. Mas é é isso aqui.

¶525A no discurso do Benites assim, teve trechos que não fez sentido sintático aqui, sabe? Você ele tava pegando o negócio e depois meteu o negócio da Bíblia e voltava para para atomismo e ia para escotismo. Aquele trecho final ali não fazia nexo nenhum, entendeu? Difícil aqui. Aqui, ó.

¶526Ó, meu Deus. Então, o buraco é mais profundo do que eu pensei. É, então a briga, como a gente tá falando, a briga é boa aqui, né? Aqui, ó. É o Carlos.

¶527Pois é, o Carlos pegou no sono com Palpites. Não, é a internet dele que tá ruim. Aqui assim, ó. O Benites tem eh faz o monólogo de acordo com as próprias interpretações, mas o Miranda debate com Iá, é humilhado e ainda aposta. Eh, pois é, mas supostamente o Benites também teria uma Iá aqui, né, para ajudá-lo, né, né?

¶528Ele faz o roteiro de alguma maneira e e errou, né? E no meu debate, o meu primeiro debate contra ele, ele pesquisa lá sobre se Jesus é chamado de Deus ali no final do Evangelho de João e ele lê a própria Iá dizendo que a palavra é feos em grego. Ai foi uma reputação muito boa assim ao vivo. Eu não precisei fazer nada, eu só assisti de camarote rindo assim, né? Dando uma, como o pessoal fala, farmando aura e dando uma risadinha.

¶529Eh, Giovani, tive um sonho essa noite. Eita, já tô falando de outra coisa. Quem é pior? Mirando ou Tochilo. Então esse esse trio assim, Tochil, Miranda e Benitz, a briga é boa, né, Carlos?

¶530A briga é muito boa. Eu acho o Tio um performer talvez melhor, mas ele é, eu acho que ele consegue ser, consegue ser tão incapaz e até mais burro do que o Miranda, talvez, porque o Tio ele não consegue entender o que é uma demonstração. Ele ele pede demonstração aqui, aqui no aqui no concreto, aqui no prático, no aqui agora. Ele é o tipo de pessoa que faz isso em debate. >> Pois é.

¶531Ora assim, eh, pessoal rindo aqui. É, pior que Brasil escola. Pois é, ó. Miranda e Tochi, não tem como definir eh o pior. Ambas estão na fronteira entre o C e o não ser, como diria Cotos.

¶532Muito bom. Muito bom. É, mas o o Miranda parece mais maldoso e o Benites me parece mais incapaz. É, o Benites ele foi super honesto assim comigo assim, né? Ele quando ele quando foi corrigido, ele agradeceu e tal, não sei o quê.

¶533Mas por trás, assim, ele já falou coisas ruins assim, né? Quando eu peguei pesado com ele aqui no canal, mas corrigindo intelectualmente, né, tal, mas enfim. Eh, o Miranda teve umas interpretações interpretações freestyle de artigos científicos também. Eh, quem entende mais de metafísica? Miranda ou Tox?

¶534Olha, eh, eu vou dizer que eu acho que o o Miranda entende um pouquinho mais de metafísica do que o Toshio, sabia? Eu acho porque o Miranda pelo menos tentou já naqueles vídeos lá sobre as cinco vias aprender o léxico, né? Mínimo assim do dos tomistas. Errou muita coisa. né?

¶535Mas pelo menos tentou, né? O Miranda ele debocha da tentativa às vezes, né? >> Então >> o o Miranda e o e o Toshi tem uma tem um defeito, é que eles não reconhecem, eles não reconhecem quando erram, eles não voltam atrás nunca num debate eh presencial e jamais você corrigiria um ou outro e eles agradeceriam. No máximo eles fariam algum tipo de algum tipo de deboche ou trucariam no erro, né? Ali e iam tentar trucar no erro.

¶536Eh, eu acho que o Benit ele ele é um pouco mais humilde, talvez. Sim, isso é verdade. Isso é verdade. Aqui, ó, o Olha só, olha só o nome desse usuário. Não fale assim do meu Tochi, diretor do Toxi.

¶537Eita! Pera aí que meu meu áudio pifou aqui. Pera aí. Acho que eu puxei meu fio aqui do fone. Oi, voltei.

¶538Não, esse comentário que foi impagável. Diretor espiritual do TI. Não fale assim do meu Toxi. E um anjo atrás do Toxio aqui. >> Ai, gente, eu não aguento vocês não perdoam nunca né?

¶539Eh, não se faz mais atú com antigamente. Como antigamente. É. Saudades Carl Seigan, né? Eh, mas não tem como negar que o Tchu é mais irritante.

¶540É intancável ele não tendo farma aura a cada frase. Pois é, ele ainda tá aprendendo. Não julgue o meu discípulo aqui, ó. Diretor do Tchi, você deveria falar para ele não ir nos debates. Um conselho sábio, né?

¶541>> Que é impossível. É impossível debater certos assuntos. >> Ai ai. Muito bom. Aqui, ó.

¶542Eu devo confessar, eu gosto do Toshibo. Ele é um comediante excelente enquanto defensor do ateísmo. Pois é. Pois é. Ai, ai.

¶543Talvez poderíamos concordar que o Benites é analfabeto funcional, incapaz enquanto os outros são mau caráter. Então, pois é, vou deixar isso para vocês. Ó, Carlos, eu eu vou eu vou pegar uma água aqui, mas tem aquele comentário lá do Pix para você responder. Eu vou ah, eu vou até colocar aqui. Cadê?

¶544Visão geral, painel de donates. Você consegue ler aqui? Eu vou pegar água, você consegue ler na tela? >> Ã, deixa eu aproximar aqui. Pera aí.

¶545Deixa eu ver se eu consigo ver por aqui. Falando em quadratura, Carlos, será que o mestre, a figura mestra de Lou escapa do Lin pela distinção entre geometria sensível, intelectual natural, ficando os números construíveis na primeira e a o quê ali? E a antecedência ou a conse e a antecedência de pi de algum modo na segunda. Não, acho que não. A figura mestra do do do Lem tem essa nem tem esse uso, né?

¶546Próprio de conversa alguma coisa aí fugir. Não sei se vocês estão escutando. Bugou, bugou o som. O meu som ou ou o do fugito? Deixa eu ver aqui os comentários.

¶547Oi. Oi. >> Deu uma bugada o áudio aí, fugito. >> O meu >> é acho que foi. É sim, deu aquele deu aquele parece uma interferência, algo assim, sei lá.

¶548>> Oi, oi, oi, oi, oi. Tá normal agora de novo? >> Voltou. >> Tá. Você terminou de responder?

¶549Eu nem vi que o cara pergunta. >> É, eu fiz uma assim para sintetizar bastante a figura mestra do Lua não tem essa não tem esse alcance para fazer qualquer coisa em relação >> Uhum. >> A à distinção, a a posição do do Lindman não tem essa ele não tem esse alcance. Entendi, entendi. Pois ó, o pessoal que diretor é esse?

¶550>> Eu tô ensinando escolástica naturalista para ele. Ainda entendi. Escolástica naturalista. Ele é irrefutável. Ele ele tem uns cacuetes irritantes, né?

¶551Ele fala que ele é irrefutável, que ele fala God, God. Por que que é God? Não aparece. Sai da caverna. Cara, é impagável de alguém debater com o Toxi.

¶552>> É, é. Ele parece aqueles bonequinhos já são que você puxa a corda e fala assim, né? Que nem o o Toy o o o wood do Toy Story, né? Tem uma cobra na minha bota. Aí você puxa assim.

¶553Ah, buz slidia sabe assim. Aí ele puxa assim, sai da caverna. Aí puxa a cordinha de novo. Eu estou aqui desafiando o God. Sabe?

¶554Sabe esse tipo de coisa assim? Porque eu sou irrefutável. Aí volta a corrigir. Eh, falaram assim: "Opa, acho que agora eu ouvi aqui. Pera aí.

¶555Acho que agora entendi. Acho que é porque o celular tava em cima do conector aqui. Sorry, gente. Teve live reagindo ao debate do Tochil versus o Apologeta. Eu vou falar com Carlos pra gente tentar reagir no sábado, Carlos.

¶556Essa essa live aí. Bora, >> bora. Tá. Eh, eh, deixa eu ver que que mais estão falando. Carlos, eu posso ser seu AJ?

¶557Não, você é o AJ do Fugita, você só pode ser meu AJ. >> Tá respondido. >> Carlos, você irá traduzir alguma obra do Lúlio? Não sei, talvez se vocês pedirem muito. >> Pois é, tudo depende aí da quem quer quem quer rir, né, Carlos?

¶558>> É, exatamente. >> Aí, ó, eh, infelizmente os debates com maior alcance no YouTube brasileiro são da série BC do conhecimento humano. São rinhas de chudras intelectuais. Pois é. Eh, o que você acha do anticatolicismo do Lucas Banzoli?

¶559Essa possivelmente deve ser para mim, né? Eh, olha, eu não gosto muito. O Banzoli sabe disso, ele sabe qual a minha opinião sobre isso. Apesar de eu não ser católico e eventualmente aqui no canal eu fazer alguns conteúdos criticando ou pelo menos dando a minha perspectiva protestante, né? Eu não gosto da do tom que aparece muitas vezes no canal do Banzoli.

¶560Ele sabe que eu reprovo que eu acho errado eh fazer ridicularização da fé alheia. Então, muitas vezes, por exemplo, aquele negócio, ah, de falar do santo, da cabeça do cachorro, de cabeça do cachorro. Opa, gente, eu não sei o que que é isso, não. Essa essa interferência bizarra. Opa, voltou ao normal, né?

¶561Alô, alô. >> Voltou. >> Pois é. Então, voltando aqui ao ponto, né, quando ele fala sobre esse negócio do santo, da cabeça de cachorro, quando ele eh ridiculariza o magistério às vezes ou não sei se na verdade foi isso que eu vi uma vez, não tem outras coisas, ele ele faz alguns memes assim, musiquinhas, assim como reprovo o Ariel fazendo, eu também reprovo o Banzoli fazendo, né? Eh, e ele sabe dessa minha opinião.

¶562Eu acho até que teve uma época que quando eu conversei com ele sobre isso, ele deu uma amenizada sobre, mas ah, eu entendo que às vezes ele faz mais como uma reprovação direta aos interlocutores, interlocutores católicos dele, que realmente às vezes passam muito do ponto também, né? Aí fica nessa briguinha eh de memes e de puro deboche, né? Eu não não acho que isso leva a lugar algum, na verdade. Eu acho que na verdade é até munição pros ateus, né? Que os dois lados se tratem assim, né?

¶563Tanto que a minha estratégia de aparecer lá eventualmente é de tentar mudar um pouco esse tom. Inclusive eu convidei o Carlos para participar lá porque eu acho que nos eu não consigo me lembrar de alguma ocasião e que tenha tido um católico falando seriamente lá no Banzol, né? Então eu achei que seria legal apresentar o o Carlos pro público dele para quebrar um pouco esse clima anticatólico, né? que para mim só prejudica o debate, né, e torna a nossa convivência muito difícil. Mas não precisa ser assim, né?

¶564>> Sim, >> sim. Eh, e teve pessoas que não gostaram que que eu que eu fui, mas algumas pessoas têm uma visão eh de da minha participação aqui em outros canais, eles vêm tudo como se fosse uma profunda richa. Sempre há uma richa. E sempre é o católico contra o protestante. Olha, ele é o católico.

¶565Ele está no canal do protestante como se eh não como se não existisse para além do catolicismo e do protestantismo temas comuns que eu gostasse de conversar com fugita, como por exemplo rir do do Benit, falar de filosofia, >> falar de teologia, >> sim, >> existem coisas que vão além de tudo isso. Então tem tem pessoas que tem tem dificuldade e é como se fosse um pecado, um pecado mortal eu aparecer em qualquer canal protest protestante. É pecado mortal. Então não existe mais temas em comum, não existe mais amizade que pode ser construída, construída em coisas mútuas, eh, que ambos admiram. Então, é bizarro de bizarro demais a bolha como como ela como ela se divide, como ela está hoje.

¶566Eh, eu só vejo, eu só vejo, eh, coisas coisas ruins assim para quem se engaja na na bolha em si, né? Porque, eh, a qualidade a qualidade é sempre no deboch. Infelizmente, quem estava se desculpando voltou a voltou a de novo com nomezinhos e etc. Então, a gente fica eternamente nisso. Enquanto enquanto existe pessoas dos dois lados, né, eh, apoiando isso, isso nunca vai acabar.

¶567Exato. Exato. Por isso que a minha estratégia é cada vez elevar o nível do debate com as pessoas que eu acho que conseguem me ajudar a elevar, como é o Carlos, como é a Gabi, eh o Luca também, o pessoal não gosta. Por exemplo, eu vejo que quando o Luca veio aqui, ele também foi criticado, né? Eh, ele postou o a dois trechos da live dele aqui, né, lá no canal dele que de que ele participou e postou no canal dele.

¶568E você vê muitas pessoas nos comentas não, na verdade, a maioria gosta, na verdade tô sendo aqui até, tô até exagerando, né? A maioria gosta dessa dessa dessa nossa conexão, mas existe aquela aquela minoria que quase sempre corresponde aos tradicionalistas, né, que não gosta, que não gosta de que nós façamos essas colabs, né? >> Mas eu não, eu não consigo entender assim, sabe? Porque o Lucas sempre é muito respeitoso, né? Ele teve algumas riscas conosco no passado, mas ele já se desculpou, ele melhorou.

¶569Parece que as pessoas não vêm, sabe, benefício nessas coisas, sabe? Parece que tem que ser sempre esse flaflu horrível, né, que faz com que a internet seja insuportável. Então eu se for para ser >> Exato. Exato. >> É, se for para ser odiado por esse tipo de pessoa, tá bom.

¶570Acho que é mérito, não é demérito não. Tá bom. Isso é isso que elas gastam. Enfim, a gente tá tentando fazer a nossa parte de tornar isso aqui um pouco melhor, né? Eh, eu acho que eu acho que existem inimigos em comum, assim, inimigos entre aspas assim, né?

¶571ou pelo menos ideias inimigas em comum que são mais importantes agora de a gente rebater, né? Eh, como, por exemplo, >> claro, >> você vê, por exemplo, o Benites aqui, né, falando essa esses absurdos aqui, né, você vai no canal dele, os vídeos mais assistidos são os vídeos em que ele tá criticando a igreja adventista, a igreja católica, fazando, falando em verdades sobre as duas igrejas, né? Então, a gente conseguir diminuir a influência desse tipo de pessoa que palpita sobretudo é mais importante para mim do que eu, tá? Agora debatendo sobre canon bíblico, sobre se existia o santo da cabeça do cachorro, se não existia, coisa assim. Eu posso até eventualmente falar sobre isso, mas com certeza vai ser de forma respeitosa e não com clima anticatólico.

¶572>> Eh, >> exato. Exato. E tudo tudo pode ser bem tratado, né? E novamente existem para além do do fugir ser protestante, eu ser católico, existem temas comuns e interesses múos que me fazem aparecer aqui. Ele pode aparecer no meu canal e vice-versa eu apareço no Banzoli.

¶573Por quê? Porque tem coisas mútuas e coisas que a gente pode acrescentar para além disso. Então não existe, ah, eu sou o católico que tem ou amigo adventista ou ele é o católico que é amigo do adventista, como se a nossa identidade fosse completamente eh resumível em nisso. Católico, adventista, ou é católico ou é adventista. Ou você é católico aqui ou você é adventista aqui.

¶574E >> não é bem assim, né? É, eu fico pensando para essas pessoas como que elas são na vida real assim, será que na vida real as os católicos, vocês aí só andam com católico na rua? Você sabe na vida real você, eu, por exemplo, será que eu só tenho amigos adventistas? Sabe por que que na vida virtual vai ser diferente assim, sabe? É, é tão esquisito isso, né?

¶575Eu acho isso estranho. Eu eu saio com amigo católico, eu saio com amigo ateu, eu saio com amigo protestante. A gente vive num país tão diverso assim que é agora não, na internet tem que tem que andar todo mundo em banda, assim, o o Carlos só pode andar com os católicos, eu só posso andar com os adventistas, o Banzoli só pode andar, eu nem sei que que denominação Banzol é hoje, mas só pode andar com aquele pessoal lá. Enfim, é guerra de facção mesmo que eles vêm, né? Eh, falaram, falaram assim, ele é realmente um opositor mais ácido, mas mais para os os apologistas.

¶576Basta ver que ele recebe os católicos educados com alegria. É, então na live do Banzol eu já vi entrarem outras pessoas lá, né? Mas geralmente os católicos que eu já vi debaterem lá não tinham um nível tão bom, né? Por isso que eu achei interessante levar o Carlos lá. Ó, de novo esse negócio aqui, ó.

¶577Pronto. Falaram assim: "Concordo fugir". Exato. Eh, sinceramente, tem momentos em que a crítica dele chega a ser ridícula, cara. Eu não sei qual que é o contexto desse comentário.

¶578Banzoli tem que ser igual eu. É verdade. Banzol, >> Banzol precisa aprender mais com Til. É, o Banzol é muito agressivo. Eh, falaram aqui, Tochil é mais pacífico.

¶579Aham. pessoal rindo aqui. Eh, vem tudo como se fosse uma enorme cruzada. Exato. Se fosse pecado mortal, Carlos já tá no inferno já.

¶580De tanto que ele aparece aqui no fugita semanalmente. Exato. Eu já até fiz essa analogia na última live, né? O Carlos já é aquele amigo que que tem a chave da casa, que entra quando quer, abre a geladeira, come assim, sem nem perguntar, não tem mais vergonha no banheiro, dorme aí. Ó, posso dormir aqui hoje?

¶581Pode. Entra aí. nem eh agora assim, eu não nego. A o o escoterína falou assim: "Bem, eu não nego. Há várias coisas que não concordo com ele e eu acho algumas objeções fracas as que ele fez aos livros dos Macabeus, mas ainda acho que ele é rigoroso na defesa.

¶582Entendi. Eh, quem é da tradição de Jax Maritan? É outro nível de catolicismo. É de fato, né? Você é muito difícil você ver católicos defenderem o Maritã na internet por algum motivo muito louco assim, né, que para mim é um dos maiores que eles poderiam tentar invocar mais recentes assim, >> mas o Carlos realmente gosta do Maritan e eu também.

¶583Eh, duvido que o Papa condenaria a colab de vocês. Acho bem pelo Acho bem pelo extremo contrário, na real, não exato. O catolicismo atual, o catol, gente, o catolicismo atual, os catolicismos, o catolicismo das paróquias atuais não tem nada a ver com esse catolicismo de internet, tá? Tirem isso da cabeça, assim, são dois catolicismos totalmente diferentes, assim. >> Exato.

¶584Eh, e é e é o que e é o é o catolicismo que importa, né? é o catolicismo. Só que esse pessoal ele vai dizer: "Ah, mas aí aí surgem as facções eles, na verdade aí que pertence a facções, né? são os tradicionalistas que aí aí eh que querem que, sei lá, protestantes morram, que fazem orações imprecatórias, que só enxergam um pensador como o melhor de todos, todos todo o resto é um lixo, ou não deveria existir, ou se ou se existe deveria estar subalterno a a um autor só. Então eles pertencem a essas facções.

¶585A igreja hoje, a igreja hoje e sempre eh a igreja ela não obriga você a adotar posição A ou posição B no sentido de posição filosófica. Não proíbe, nunca proibiu, por exemplo, a reunião de um católico com protestante, a benefício mútuo, por exemplo, falar de falar de filosofia, de religião. Por que não? Por porque por isso não poderia acontecer. né?

¶586E sem esse flafluo, sem eh sem essa essa questão de ah, é católico protestante, não sei quê. Não, não não precisa disso. Pelo menos não existe uma uma grande variação de assuntos, uma grande multiplicidade de assuntos que em que isso não é necessário. >> Uhum. Exatamente.

¶587Eh, e falaram aqui assim também, ó, eh, ele tem, eh, ele também sempre está disposto a debater também. Eh, sempre abre a live pra galera dialogar, debater, brigar, se matar. Pois é, quem quiser também subir um dia aqui para tretar comigo e com Carlos ou só comigo ou só com Carlos, a gente tá estamos aí pro fight. Eh, >> isso aí, >> ao contrário de certos apologetas. Pois é, certos apologetas que têm dificuldade com isso.

¶588Eu concordo. Agora assim, concordo. Verdade fugita, olha o nome da lenda. Pois é. Eh, inclusive nos comentários do Luca tinha um cara que comentou de novo esse Protex, pô, querem que façam um novo muro de Berlim separando ambos católicos e protestantes.

¶589Exato. >> Exato. Desculpa se a gente machuca, né, a opinião, o coraçãozinho de vocês. Quando eu falo que Tomás Jaquino não é o maior doutor da Igreja Católica, né, o que tem mais elogios e não sei o quê. Quando a gente fala que ele tem uma associação muito evidente com nominalismo, eles ficam chateados, eles levam pro coração, né?

¶590Vai fazer o quê? >> Sim. >> Fazer o quê? >> Sim. E os caras geralmente quem reclama é quem faz parte dessas quadrilhas, né?

¶591Eh, porque será que o pessoal não percebe que existe um âmbito todo de conversas possíveis entre um católico e um protestante sobre assuntos que não necessariamente sejam ou cató ou catolicismo ou protestantismo? Então, eh, aquilo é realmente uma coisa de internet, porque essas pessoas às vezes têm irmã, irmão, pai, mãe, avó, protestantes, conversam sobre sobre a vida e etc. Normalmente com essas pessoas eles não se encastelam, né, na vida real. Então, eu acho que eles é é uma coisa da internet mesmo, porque na vida real as pessoas não são assim. Exato.

¶592>> Pelo menos as pelo menos as normais, né? >> Exato. Exato. Agora assim, ó, previsão. Os trades rupturistas vão falar que o Carlos está se rendendo ao respeito humano.

¶593Assim, ó. A Santa Teresa do de cachorro falou: "Achei bez, olha o nome da Meu Deus! Olha o o seu nome. >> Santo cabeça de cachorro. >> Ai, ai, ai, pessoal aqui demais.

¶594Eh, falaram assim: "Valeu por responder. Você já cogitou o debate com Antônio Miranda, conhecido como chapéu de alumínio?" Já já cogitei. Se ele quisesse um dia debater comigo, eu super debateria com ele. Acho que não teria ninguém assim com quem eu não debateria na internet hoje. Agora, a não ser, ah, eu não tem muita gente que pede para eu debater com Fábio Sabino, mas ah, eu não sei se eu debateria, porque o Fábio Sabino, eu acho que ele perde o, eu já vi ele, ele perdendo o controle assim e falando, sabe, cada atrocidade.

¶595Não sei se eu debateria com, sabe, sea, se a pessoa me desrespeitasse assim, eu não sei, mas enfim, eu pensaria, né? Mas com Antônio Miranda acho que não teria problema nenhum. Ah, se esquece que antes de ser católico, adventisamos são cristãos. Exato. Carlos para mim é cristão.

¶596>> Exato. >> Aqui, ó. Mas em >> para Exato. >> Exato. É, falaram assim, ó.

¶597Mas em uma coisa eu me impressionei. Eu nunca imaginaria ver Carlos Alberto ensinando Lua Helsin de Castro. Um grande sonho febril. para você ver, né, gente? Eu é por isso que eu digo, o meu canal é um canal muito louco assim, né?

¶598Porque eu consigo a minha audiência ela é muito mista assim, né? E eu fiz uma enquete lá no meu Instagram e se não me engano, de todos os meus seguidores católicos, 10% são tradicionalistas. Então, eu tenho tradicionalistas, sede vacantistas, né? Sé privacionistas eh católicos, entre aspas normais, protestantes, ateus, agnósticos. Tem uma quantidade muito grande de público ateu e agnóstico que gosta de mim.

¶599eh, adventistas, eh protestantes em geral, pessoas que só gostam dos meus comentários políticos às vezes. Então, é um é um pessoal muito diferente. Então, eu quando vou pros lugares assim, eu acho muito legal mostrar, por exemplo, Carlos, né, eh, eventualmente quando a Gabi melhorar e tiver assim condições de aparecer mais também por aqui, levar a Gabi, eu não tenho problema nenhum. Até falei pro Cauê que seria interessante ter uma entrevista com a Gabi lá no Cauê. Então, na a minha cabeça assim, essa síntese desse monte de coisa é o que faz o meu canal ser o que ele é, né?

¶600Então, enfim, por que os ateus tendem a ser de esquerda? Eu acho que não sei. É, talvez a maioria seja, porque apesar de eu já vi ter visto muitos ateus de direita também, mas acho que talvez porque hoje o a pelo menos a moral ela tá bem inclinada ao que entre aspas se chamam de pautas identitárias, né? Então, como geralmente o espectro da direita tá mais associado ao conservadorismo que se afasta desses dessa luta, né, apesar de que eu acho que existem convergências aqui e ali nessas lutas, né, que são evidentemente cristãs, eh, eu acho que fica um pouco mais fácil de ser ateu de esquerda hoje. Eh, >> hum, >> acho que o debate aqui na internet devia ter começado desse jeito que vocês são, como amigos, conversando e aprendendo.

¶601problema que começou mal. Não, exato. Eu sou da época que eu via os debates do do Conde versus o Banzoli lá no Face, naquelas comunidades. Era era uma loucura aquilo, né? Fala assim, nessas horas ter a memória do Nuguê é uma grande cruz, pois certas coisas são boas de esquecer.

¶602Exato. Eh, por que a direita tem um estereótipo de evangelistão? Exato. Falaram assim: "Fugita, pretende fazer mais lives com a Gabi?" Com certeza. Ela vai aparecer aqui logo mais, tá bom?

¶603Eh, inclusive, eu gosto de de ter lives que estão eu, a Gabi e o Carlos. Eu gosto dessas lives. Para mim são as melhores. Ah, tradicionalista é eh, tupirani. Exato.

¶604Eh, diretor espiritual do Tixio tá na live, tá? Sim. Ou falaram aqui, ó. Eh, nesse mesmo comentário que mencionei, te chamaram de desonesto justamente por defender que Tomás era próximo do nominalismo, mas não apresentaram nenhuma objeção. É absurdo.

¶605Porque sim, Exato, né? Exato. Engraçado que eu eu eu não sou a primeira pessoa a falar disso na internet. Eu sói isso daí, mas a minha costa é larga, né? Vem sempre para mim essa esse peso, né?

¶606Mas eu não, eu carrego com todo orgulho aí, porque a gente tá defendendo uma coisa que tá certa. Fazer o quê? A gente vai fingir que não é. Eh, Fugita, coloca o vídeo do Meorin falando em alemão. Alguém tem que pagar aí.

¶607A gente que faz isso daqui ao vivo. Debateria com Flávio Martinez. É aquele do CAC CP. Ah, eu debateria com ele sim. Até com o chileno de novo.

¶608Ah, o chileno já começou a eh, talvez eu pensaria, né? Porque o chileno já falou cada atrocidade de mim na internet, né? Eu daria até para eu processar o chileno, né? Das coisas que ele falou. Eh, falando em debate, aguardo pelo debate de vocês contra o ação restauracionista.

¶609Eles deram alguma resposta react de vocês? Eu não fiquei sabendo. >> Hum. >> Não. Inclusive, de novo, faço o convite pessoal do ação restauracionista, o Zelen, Zelente, né?

¶610Sei lá como é que se chama. Quero, gostaria de debater com vocês dois sobre, Francisco Soares. E eu sei que vocês palpitam sobre outros assuntos, mas pode ser sobre Sues ou sobre o lachismo que eu já vi vocês palpitando também. Tá feito o desafio. Gostaria de fazer vocês passarem essa vergonha na internet.

¶611Inclusive, eu vi um vídeo, quer dizer, eu não assisti esse vídeo, eu só vi que eles lançaram, mas eu não nem cliquei ainda, que é sobre a ideia da pena de Não, era pena de morte, não. Ou era se não existe salvação fora da Igreja Católica. Eu acho que eles lançaram algum vídeo assim recente dando uma interpretação mais restritiva, né? Eu acho que é esse o assunto. >> Eles são vacantistas, eu acho.

¶612Eu eu eu acho, não sei se os dois ou se só um ou se o que a o que faz as exposições, né, ali. >> É, pois é. Deixa eu ver aqui que vocês eh falaram aqui. Eu queria ver o o Miinho e o Carlos debatendo lógica. Acho que o Carlos aceitaria, né?

¶613Não sei. Carlos, >> sim. Só não sei qual que seria o ponto de debater lógica, né, com minoria assim, né? Qual que é o ponto? Sei lá.

¶614Entrei, entrei esses dias no canal do Antônio. Meu Deus, parece o Léo Dias do mundo gospel. Como assim, né? Eh, falaram assim: "Fugidita, pretende reagir ao debate do Miori versus pastor Diego Fernandes sobre Purgatório?" Eu comecei a ver esse debate, não terminei. Eu achei meio mé, mas posso fazer.

¶615Do pouco que eu vi, né? Não sei se teve alguma coisa mais interessante ali. Eh, professor Carlos, pode falar um pouquinho mais sobre a pergunta do meu Pix. Não sei mais o que que ele quer que você comente, né? Queria entender médica.

¶616>> Lúlio é um dos mais opostos ao nominalismo na intelectualidade cristã, certo? >> Sim. É, é um dos mais opostos. A figura mestra, como qualquer figura Luliana, é uma figura da arte. A arte ela não tem eh gerência, por exemplo, em outras em outras ciências, pelas razões que o Sainger já expôs.

¶617Do contrário, ela não seria ciência suprema, ela seria qualquer coisa, ela seria tudologia, ela seria eh teríamos a as interpretações enciclopédicas, mas não a arte. O Lú não defende isso. Então, acho ela tem, e a figura, mestra, ela tem uma gerência muito eh muito própria. Ela tem o seu próprio plano de atuação, qualquer figura da arte, tirando esse plano, ela, a arte já não funciona mais no sentido de ela, de dela não tomar a autonomia, a autonomia, aquilo que é próprio de outras ciências. Então você não você não você não deveria ver Lulianos discut discutindo profundamente os postulados da geometria ou da outras ciências.

¶618O que o Luliano ele pode fazer, na verdade é mostrar os princípios sobre os quais as ciências, incluindo a geometria, se assentam ou as outras ciências. É o que ele pode fazer. Mas a arte tem a sua própria, o seu próprio modo de atuação e o seu âmbito de atuação. Isso é isso aí é é o que ela faz. Eh, então ela não ocupa o lugar de outras ciências, não é uma tudologia, eh, e a interpretação enciclopédica da arte tá errada.

¶619Então, aí o que eu posso dizer. Exato. Ah, falaram assim ainda, eh, o Artur Peri falou assim: "De forma fácil, diferença do molinismo pro Tomismo?" >> Olha, tem muitas diferenças, né? Tem diferença de que os molinistas defendem a ciência média. Eh, os eles não eles não têm essa eles eles articulam muito diferente a noção então de como isso seria propriamente, né, da sabedoria de Deus, como que Deus sabe as coisas.

¶620Ah, eles querem, ele falou assim de forma fácil, né, porque o pro Nuguê, o Nuguê geralmente fala assim, tem previsão de mérito, é molinista, não tem atomista. Essa é a grande divisão pro Nuguê, assim, né? Essa é grande divisão, mas a própria ideia de noção, de pré-emoção física que é que é atomista, mas assim, eu não sei por, ó, Carlos, a gente tem que falar assim, tem que calcular por R$ 2, não pode ser uma resposta complexa, tem que ser por R$ 2 a diferença entre molinistas e tomistas por R$ 2. Deixa eu pensar. >> Faça uma síntese, >> talvez.

¶621Hum. É, duas duas diferenças. Bom, primeiro existem várias posições tomistas, mas pegando que o tomismo tradicionalmente ensina, que é o banesianismo, né? O bonesianismo funciona sem ciência média por decret decretos predeterminantes na ordem da intenção e pré-emoção física na ordem da execução. Molinismo funciona com decretos condicionais e consciência média na ordem da intenção e com concurso simultâneo indiferente ou eh ou concurso trensecamente eficaz na ordem da execução.

¶622Ponto. >> Exato. O concurso, no caso, então, meus meu caro que tá querendo uma tradução. Concurso, então, no caso, Deus e a criatura remam, né, como se fosse essa ilustração que eles dão. Estão no mesmo barco e est simultaneamente remando.

¶623No caso do tomismo, existe uma pré-emoção física. Deus, como causa eficiente premove a vontade, né? Eh, tá. Vamos lá. Vamos continuar aqui.

¶624Fugita, você acha que é pecado ouvir calcinha preta? Esse pessoal tem cada pergunta. Eh, falaram assim: "Quais os melhores suaristas, Carlos?" Só o Losçada. Não sei se o Carlos recomendaria esse, mas eu também recomendaria você procurar o Soares Lusitano, que também é importante. Eu não sei se o Carlos, talvez o Carlos, eu não sei, talvez o Carlos prefira o Lossada ao Soares Lusitano, não sei.

¶625Eh, >> olha, os dois são excelentes. Se você lê um ou outro, você vai est anos luz, assim em relação a à leitura de Soares. Eu eu gosto de listar o Loçada, o sues lusitano, tem o Raburo, >> sim, >> que é o talvez o mais acessível no sentido do latim, mais fácil. Eh, >> é mais recente, tem melhores editorações, né? >> Exato.

¶626Exato. O Rabur é um gigante como suaresiano. Ele é um baita de um suaresiano. Tem um endive, um baita de um suaresiano também. Eh, a escola suaresiana é grande, né?

¶627Mas eu acho que como uma é uma escola mais recente, eh, primeiro que os soresianos eles eles se diversificam muito porque cada um às vezes tem uma opinião própria um assunto, eles não são tão fiéis como são de outras escolas. Por isso que eu cito as às vezes poucos comentadores, né, como Soares de Lusitano, Loçada, o Raboro, Mendive, porque são autores fiéis a Soares, muito fiéis, assim como um tomista. estrito seria fiel. Eles são muito fiéis a Suáes. Então, >> se você lê lê um deles, se você pegar, por exemplo, Lossada, você leu o Losçada junto com Aristóteles, porque ele comenta Aristóteles.

¶628Então, é uma obra excelente. Inclusive, eu indico para qualquer pessoa que quer se aprofundar em Aristóteles, porque você vai ter ali toda, ele vai reunir ali tudo que foi dito sobre Aristóteles até o século dele, que é o século XVI. Então, é muita coisa, é muita coisa, é muito material bom. >> É, você falou assim que eles são muito diversos assim nas opiniões dele, né? tava me lembrando até sobre lá, como que os suaresianos interpretam, né, de maneira muito diferente.

¶629Eh, por exemplo, já que eles, ah, eles não acreditam numa distinção real, né, entre essência e ser. Ah, o onde estaria, né, de fato a essência antes de a coisa estar atualizada, né, na realidade, estar instanciada na realidade. Eu sei que alguns acreditam que estaria em Deus, alguns acreditam que simplesmente não existiria, né? Acho que não tem uma opinião padrão, né? Então, de fato, eles são, como você falou, um pouco mais independentes em vários assuntos, né?

¶630>> Exato. >> Tá, falaram aqui assim, que mais para Ah, falaram assim, ó, para mostrar pro miurin que a lógica Luliana é superior à moderna, quer dizer, ou que tem de comum entre as duas. Aí o Asper falou: "É que o Lúlio fala que tem uma demonstração sensível". Isso que não entendi ainda. Como não entra no problema da transcendentalidade de PI?

¶631Ele não lê super chat aqui. Ô, acabei de ler. Ô, Artur, fala assim, não. Assim, ó. Tudologia, a ciência que o senhor de extinção de razão domina e que o senhor de extinção modal almeja dominar.

¶632Ai, ai, ai. Eh, o que vocês acham sobre essa galera da esquerda que defende que não faz sentido existir artista de direita? Ah, eu acho mais lesira assim, né? Eu eu particularmente primeiro que eu acho uma lesira a gente até se dividir também entre esquerda e direita, né? Para mim são termos que não querem dizer nada.

¶633>> Não quero dizer absolutamente nada. Eh, não acho que exista uma boa demarcação disso. Isso é muito esquisito. Os critérios são muito arbitrários. Eh, mas com certeza você pode ter uma pessoa com ideais mais cristãos ou conservadores ou eu conheço artistas que são até meio reacionários, né?

¶634Porque a arte não não tem muito que ver com esse tipo de opinião, né? Tem que ver com a sua competência na em alguma dessas eh dessas produções que a gente conhece, né, como a música. Qual que é a relação de, sabe, você ser músico e uma coisa que você defenda assim, sabe? Não consigo ver. Deixa eu ver o que mais falar aqui.

¶635Eu deixa eu ver que o Asperan tá falando sobre a demonstração sensível. Mas o mas o que que tem a ver uma coisa com a demonstração sensível? Você você leva o rigor algébrico, os números. Lu coloca figura e Lu coloca lá na figura mestra o quadrado médio, o círculo não terão exata mesma eh porque se leva ao rigor algéb, deixa eu só entender aqui a mensagem, porque se leva ao rigor algébrico os números que Lulu coloca lá na figura mestra, o quadrado médio e o círculo não terão a exata mesma área, mas o círculo terá a área maior. E sim, o que que tem a ver, o que que isso tem a ver com o que você perguntou antes?

¶636Eu não tô entendendo a relação. Você quer saber o uso da figura mestra? Para que serve? H, ele, ó, acabaram de mandar um super chat que eu vou vão já a gente vai já ler um super chat aqui, tá? Eh, mas ele perguntou, posso subir na live para perguntar sobre isso?

¶637Não sei o que que você acha, Carlos? Não faço ideia. Ah, pode, fica à vontade. Será até melhor. >> Manda, manda uma mensagem para mim no WhatsApp para eu te mandar o link.

¶638Então, eh, o Asperan, você tem? Eu acho o meu contato, né? Enquanto eu falo com ele aqui, Carlos, lê. Eu nem vi aqui sobre o que que você super chat. Vê aí que eu deixa eu mandar aqui para ele.

¶639>> Dei tudo que tinha. Agora me faz entender o molinismo. Temos realmente 100% de escolha para cooperar com a graça para o molinismo, a graça é extramente eficaz, ou seja, ela depende da cooperação humana. Ponto. Eh, Deus Deus nos guia até a graça, segundo Molina.

¶640Sim, porque Molina para Molina quem quem oferece quem oferece a primeira graça é sempre Deus. Então, sim, de certa forma Deus nos guia, mas como a graça é extramente eficaz, a cooperação com a da com a graça depende do livre arbítrio humano. E não existe isso de 100%, né? Tipo, não existe 50% livre arbítrio, 50% graça. É.

¶641ou ou há cooperação ou não há, ou o livre arbítrio ele ele é chamado à cooperação ou não é para a eficácia da da da graça, no caso. Eh, e é isso. >> Então, eu mandei aqui para ele que o que que era a pergunta? É sobre o quê? Sobre o molinismo.

¶642Ah, é o agora me faz entender. Ah, tá. Ele quer entender mais molindismo. Bem, acabei de mandar aqui o link pro Aspirance e aí ele vai subir aqui. Rapaz, eu acho engraçado, né?

¶643A gente tá em plena eh madrugada da sexta-feira, 1:23 da manhã de Brasília e tem 50 pessoas acompanhando assim, sabe, ao vivo aqui ainda. Minha audiência é bizarra. Obrigado, pessoal, por vocês serem assim fiéis. Cadê Asperan? Eu mandei o link para você já no WhatsApp.

¶644Você viu? Acho que foi colocar uma camisa, talvez para subir aqui na live. Ah, deixa eu ver o que mais estão falando aqui. Assim, ó. Carlos, ative o Mega Brain e explique todo o molinismo em 5 minutos.

¶645não comenta erros. É bastante coisa, gente. É bastante coisas. Ó, aqui falaram assistindo de Campinas, São Paulo. Seja muito bem-vindo, pastor Max Douglas.

¶646Glória a Deus. Glória. Glória. O irmão do Banz, o irmão Ateu do Banzol. Tenho que dormir.

¶647Fecha a live. Não dá. A gente não bateu a meta ainda que eu falaram fecha não tem até o sol nasceu. Exato. Eu tô sem trabalhar amanhã, então eu tô tranquilo.

¶648Falaram assim: "Tá bugado". Pois é. O que vale mais? Um público fiel ou Pix na conta? Pix na conta.

¶649É claro. As pessoas ainda perguntam, né? Foi a pergunta mais fácil de hoje. Eh, o site não aceita minha câmera e microfone. Eu não sei o que aconteceu.

¶650Tenta entrar por outro aparelho, sei lá, ou ver ou ver se ele dá se você pode selecionar a opção de câmera que você tem disponível. Quer dizer, o mais importante seria de microfone pra gente ouvir você, né? É agora que o Fujita irá colocar o Asper com o título de ADM? Não, eu só mandei o link para ele entrar aqui e subir para fazer a pergunta pro Carlos, né? Que talvez seja mais fácil ele ir explicando aqui, né?

¶651Do que comentando ou do que escrevendo, né? Que eu acho que o YouTube limita, né? A quantidade de caracteres assim, né? Eh, eu fui banido de um canal banesiano por defender o Molina. Eu acho difícil ter um canal hoje que defenda, pelo menos entre os católicos, que não defenda a posição atomista, né?

¶652Eles são bem fechados e meio meio irredutíveis contra isso, né? >> É, eu já tô já tô curioso também. Que can que canal é esse, Artur? Aquele, né? Ai, ai, ai.

¶653Mas é isso, gente. Mais alguém quer fazer um Pixel? Olha, a gente só recebeu dois pixs hoje. Tô aqui num num dia em que a gente trouxe conteúdo de primeira pro canal falando sobre o Benites. Vocês vão e se acovardam.

¶654Precisamos bater a meta, povo. Precisamos bater a meta. Vou já chamar a Gabi aqui para o pessoal começar a mandar mais picks. Fala assim, deixa, tá zoado. Vou vou vou vou mandar mais piqus.

¶655Então mande que eu entendi. Acho que eu eu tô meio começando a entender. Eu puxei aqui se >> Você não entendeu não, Carlos. Deixa ele mandar o Pix. >> Manda o Pix aí.

¶656>> Segunda vez que eu discordo do Carlos na live. Assim faz, faz uma cara de dúvida, Ca. O quê? Que que que que que tu não entendeu nada? Hã?

¶657Hã? O que que é o quadrado? Pi. O qu? Área quê?

¶658Hã hã. Ai ai. Olha o Asperan com o dedo no gatilho. Deixa ele qualificar a dúvida. Deixa ele cantar a dúvida.

¶659Já ligou para ex cantando castelo forte? Eu só posso fazer isso quando tiver o quando tiver o menino aqui, o o buscador. Rapaz, tivemos mais um super Pix agora de R$ 27,90. Eh, Carlos, como fica a necessidade dos sacramentos para a salvação nas diversas visões pré predestinacionistas católicas, especialmente a Eucaristia? Eucaristia é o meio, é um meio, os sacramentos são meios habituais de se obter a graça.

¶660>> Ponto. Ponto. A Eucaristia, aonde isso é dado de uma forma mais eminente ao fiel. Então, a em relação às visões predestos acionistas, a Deus predestas graças suficientes e eficazes. Elas atuam de várias formas.

¶661E uma das e talvez a forma talvez não, com certeza a forma onde essas graças são ofertadas de maneira mais forte são através do dos sacramentos. E e com sacramentos você obtém as graças. Com as graças você consegue operar no sentido eh de obtenção de méritos. Com méritos você eh se condiciona ou condiciona o seu destino final até mandou R$ 10. Quero sim saber o uso da figura mesta, mas quero saber também se a geometria ludiana está no ramo do quantitativo, algébrico e tal.

¶662Pequel distingue entre geometria sensível, natural e intelectual. O que são essas três? E Peter prova a quadratura. Ficou mais clara a pergunta para você, Carlos? >> Sim.

¶663Eh, eu eu falei que eu entendi o que você falou. É porque primeiro o você tá falando duas coisas diferentes, né? Porque, por exemplo, no no plano da demonstração sensível, o que que é demonstração sensível? É uma demonstração que se vale eh de elementos que estão na realidade sensível, ou seja, que é manifesta na experiência de alguma forma. Mas voltando ao assunto, a questão é que eh a são coisas distintas.

¶664Quando o Lúrio ele fala na geometria nova e em outros tratados onde ele aborda isso sobre o valor de capacidade ou igualdade de capacidade, que é, por exemplo, 12, né? você atribui, por exemplo, ao quadrado e ao círculo, ele não tá querendo dizer, por exemplo, no mesmo sentido eh da quadratura e o valor de pi um sentido distinto. É porque, por exemplo, é de fato no sentido algébrico, no plano algébrico, o círculo e o quadrado, né, não podem ser não podem ser quadrados equivalentes por uma construção exata, né, através de uma régua ou de um compasso. É, agora você agora no plano da demonstração sensível luliana, o círculo e o quadrado, eles podem ter a mesma capacidade que se expressa pelo valor de 12, sem que isso implique uma igualdade na área no sentido algébrico moderno. E aí tá tá a tensão que você viu.

¶665Deu para entender? Uma coisa é o valor algébrico, que quer dizer, uma coisa é é o valor da área no sentido algébrico moderno, outra coisa é o valor de capacidade que o Lu atribui, por exemplo, a na demonstração sensível ao círculo ao quadrado, né? No caso, não existe uma contradição entre essas duas coisas, porque essas duas coisas não estão no mesmo plano. Eh, e outra, qual foi outra dúvida? Foi, deixa eu ver aqui o comentário.

¶666Foi sobre a a figura sobre para que serve a figura mestra. Deixa eu ver aqui. Vê se tô vendo aqui mais mensagens que estão me mandando. Só um instantinho. Quero saber.

¶667Geometria. Acho que expliquei já. Geometria sensível natural ou intelectual. Natural. Natural é de alguma forma a geometria, não como um hábito propriamente adquirido, mas uma disposição natural que que nós temos a a a analisar os corpos que ele considera, o quadrado, o triângulo, etc.

¶668A intelectual não se vale de nada, nada sensível. E por que são essas três? Porque são três níveis distintos. Tem o sensível, que se vale de coisas sensíveis, os o natural, ah, aquele que é de alguma forma congênito e o intelectual que que é o justamente o adquirido, né, junto com o sensível. Ehm e o uso da figura mestra.

¶669A figura mestra, a figura mestra ela tem um ela tem um um tipo de uso comum. para demonstração dos princípios, tanto quer dizer, ela já tem os princípios indemonstráveis nela e tem uma valência que a outra que outras figuras não têm, que é uma valência para demonstração dos princípios de que estão em outras figuras também. Ou seja, ela não só é capaz de demonstrar ah os seus princípios, mas ou ela tem ela também tem um uso em outras figuras, ou seja, ela tem uma valência que outras figuras não tm. Por exemplo, a figura A não consegue, não tem gerência na figura T, nem a T na figura A. E assim também em relação à figura, a figura S, a figura V, a figura X, essas figuras cada uma tem uma valência, uma capacidade, regras, princípios, mas a figura mestra, ela ela ela consegue ela tem uma uma contextura que ela consegue atravessar o objeto dessas outras figuras e consegue demon ao seu modo também, que é um modo mais universal, etc.

¶670E é por isso que tem esse nome de figura mestra. É como se fosse uma chave, uma chave mestra que abre cada porta. Ah, é uma figura que é capaz de demonstrar vários princípios além dos seus, né? É claro. >> Exato.

¶671Eh, a pessoa falou assim: "Eh, agora foi tudo, vai falando mais do molinismo, por favor". Mas é, mas é porque ele falou assim, ele falou uma mensagem lá em cima, acho que ele não entende os termos mais difíceis, né? Ó, quando o Carlos fala sobre a o que falou sobre a intenção, sobre a sabedoria divina, eh sobre ciência média, o que a gente tá dizendo é que na visão dos tomistas, por exemplo, grosso modo, eh Deus sabe o futuro porque ele está decretando as coisas, né? Então ele está decretando e na visão molinista existe a ciência média que é rejeitada por eles, né? Então Deus saberia, por exemplo, todas as coisas, inclusive nos seus aspectos contrafactuais, né?

¶672Então, por exemplo, se Deus iria, ah, se se eu, por exemplo, iria aceitar livremente cooperar com a graça se eu tivesse nascido em 1980 na África do Sul, por exemplo. Deus também tem esse tipo de conhecimento, né? E eu não sei se você quer que a gente traduza esse tipo de termos assim, né? Eh, quando quando a gente fala, por exemplo, sobre o concurso simultâneo, a analogia para mim é mais ou menos essa, né? O o que é inclusive dada, né?

¶673Deus e o homem estão em um concurso simultâneo, ou seja, eles estão como se fosse o remo, né? Os dois estão remando na mesma direção. Eh, enquanto, como eu falei que na visão tomista nós temos uma causação de uma pré-emoção física, né? eh física nesse sentido de Deus ser uma causa eficiente. Deus está movendo a vontade humana eh ao se autodeliberar, enfim, a a escolher as coisas que ela quer e tal.

¶674Então, são duas visões distintas de como que Deus sabe as coisas, como que Deus está eh influenciando nessa causação. E então assim, mas tem uma miíriade de outros assuntos também, entendeu? para porque como o Carlos falou dentro do do próprio tomismo tem muitas visões discordantes. O próprio zumelianismo é é uma visão que destoa em coisas do do do Baners, né? Então eu não sei exatamente o que que você quer que a gente explique.

¶675Por exemplo, entre os molinistas também houve desenvolvimentos após o Molina. Eu não sei o que que se você tem algum trecho da Concórdia que você quer que a gente explique, sabe? Não sei, tem muitas coisas assim, mas em termos muito básicos assim, eh, eu não sei o que que que exatamente você gostaria que a gente comentasse mais, entendeu? Quando mando assim um Pix mais mais generoso, a gente comenta bastante. Dá para fazer uma live só sobre o molinismo, né?

¶676Mas eh sei lá, o que que você quer que a gente fale assim, né? Você quer complementar com alguma coisa, calar mais por R$ 4 sobre o molinismo? Sei lá, >> olha, um falar sobre esses assuntos daria uma aula inteira de várias horas, porque são muitos detalhes, mas o que eu posso resumir é o que o Fugita já disse. E a gente pode te dar o caminho das pedras, assim, existem algumas obras muito interessantes. Se você quiser entender eh um pouquinho dessa controvérsia, você pode ler, por exemplo, uma obra chamada e sua obra de de um de um tomista dominicano chamado Roy Marin, onde ele expõe o que há de comum, o que há de diferente entre o tomismo e o molinismo, o tomismo bonesiano no cl no no no sentido bonesiano, né?

¶677eh, comunismo. Mas tirando isso, eh, não existem tanto, não existem tantas e quer dizer, existem várias obras, mas as principais eh já requerem que você que você tenha algum tipo de eh valência teológica, ou seja, que você saiba um mínimo de de teologia escolástica para você entender os termos. Porque na verdade essa essa discussão é das mais complexas e ela exige que o leitor tem pleno domínio da do instrumento, que no caso é a teologia escolástica. Se você se você não domina a teologia escolástica bem, você não vai entender várias coisas. Eh, por exemplo, até mesmo a um conhecimento da filosofia e não da teologia.

¶678Outra coisa agora, filosofia escolástica, por exemplo, o Fugito explicou o sentido de físico, né, da premoção física. O que o que o que significa física? Significa atuar como causa eficiente. Se você não ler eh sobre eh filosofia escolástica em um bom manual, não manual porcaria, bom manual, você não sabe o que você não sabe a diferença entre eh uma moção que é somente física, de uma moção que é moral. >> Uhum.

¶679Eh, porque são distinções que aparecem manuais de formação escolástica, ou seja, você tem que dominar antes teologia escolástica, eh, filosofia escolástica primeiro e depois quando você dominar mais ou menos isso, você se intromete nas disputas teológicas. Agora, se você não entende nem isso, eu recomendaria que você não eh entrasse nessas controvérsias. Por quê? Porque ah, quando você estuda sobre a predestinação dos santos, a graça, você, se você for um recém-convertido, por exemplo, não é uma zona sem perigos. perigos, verdades que são no sentido são difíceis de entender e que podem até ser eh, por exemplo, para para alguém iniciante verdades escandalizáveis no sentido eh de que um iniciante vai ler, não vai entender plenamente e possivelmente vai se escandalizar com o sentido mais simples e de uma posição.

¶680Então, se você é um iniciante, fuja desse debate, porque é um debate para quem é maduro na fé, quem já tem uma um domínio da da teologia escolástica, da filosofia escolástica. E aí a pessoa sim, a pessoa busca entender esses assuntos depois. >> Pois é. Por exemplo, se você for >> fazer um contrário, >> hã, >> eu se falar assim, a pessoa for ver, por exemplo, o comentário banesiano clássico, vai se escandalizar, né? que realmente ela é uma visão muito muito eh radical assim, né, meio meio quase lotérica, né, da providência.

¶681Então a pessoa pode ficar realmente escandalizada que de como funciona para Deus, né? >> Exato. >> Mas se ia complementar com alguma coisa, pode falar. Exatamente. A visão bonesiana tem a visão rígida, moderada, mas todas são difíceis de entender, porque ali tem verdades que são difíceis de você entender no sentido o homem natural, o homem viator, é difícil e que ele entenda plenamente a providência divina.

¶682E se ela for realmente tal como dada em termos banesianos, eh, as coisas são meio lotéricas e aí você pode se escandalizar, isso pode enfraquecer sua fé e você pode cair para fora da fé. O que é, é por isso que é desaconselhável que pessoas que não tenham maturidade espiritual, maturidade eh no sentido da da das leituras, não se introduzam nesse debate. Por quê? Porque é dos mais complexos e porque ele envolve várias verdades que são difíceis de entender e de compreender, mesmo que você tenha anos de estudo na disciplina. Pois é, exato.

¶683Eh, falar assim: "Fugita, eu te mandei mensagem. A matemática me parece ser mais difícil de fundamentar do que a filosofia, menos intuitiva. No caso, a matemática é mais difícil de fundamentar do que a filosofia? Não sei como assim mais difícil de fundamentar. As duas vão, as duas têm princípios, as duas vão poder ser aplicar, você vai vai poder encontrar então axiomas, né, derivados de princípios.

¶684Você vai ter maneiras de demonstração nas duas, as duas, as duas são ciências teoréticas especulativas. Cada uma tem a sua dificuldade e a sua maneira, né? Hoje, obviamente, matemática no sentido contemporâneo mexe com coisas muito além, né, do que seria talvez o que Aristóteles teria em mente, assim, doente, quantificável, sei lá. Mas é porque hoje, por exemplo, teoria dos conjuntos, né? Você pode trabalhar até sem número nenhum, eh, números imaginários, né?

¶685As as a hipótese de pô em carê, as conjecturas, né? São coisas muito difíceis pela pela sua maneira mesmo de de assim de conhecimento difícil. Você tem que pensar em coisas muito abstratas, né? Mas no caso da filosofia não é como se não fosse assim, por exemplo, a gente tratar, por exemplo, se a gente fosse falar sobre semântica dos mundos possíveis, não pega uma coisa mais difícil a gente falar, por exemplo, sobre a a arte luliana, por exemplo, que é super difícil, super complexa, que é praticamente tem muitas intersecções com a matemática, né, na combinatória. eh, sei lá, falar sobre a predestinação mesmo que envolve a gente envolver coisas filosóficas, né?

¶686Por exemplo, teorias do tempo que também estão envoltas nessa nesse debate sobre predestinação, eh, a causação divina, todos esses temas são bem complexos também, né? Então, eu não sei dizer se dá para dizer que uma é mais intuitiva do que a outra, eu não sei. Depende, né? Depende do que você tá falando. Cada uma tem os seus desafios, né?

¶687Eh, falaram assim: "Fugito evita falar de Pedro Assad aqui, pelo visto". Por quê? Quem que Pedro Assad? Quem que é Pedro Assad mesmo? Tá falando de alguém conhecido, famoso.

¶688Você conhece algum? Quem que é? Quem que é Pedro Assad, Carlos? Alguém que eu deveria assistir? >> Não, não faço ideia.

¶689Não faço ideia. Deixa eu ver aqui se eu quem que é. Deixa que eu pesquisar aqui na internet. Pedro Assad é um professor do Enem. Tô vendo aqui o Pedro Assad é um professor do Enem.

¶690É isso? Não sei que que a pessoa tá falando disso. Ai ai ai. Mas enfim. Pedro Assad é um hacker do Enem.

¶691Eu não sei exatamente o que que vocês querem que eu comente sobre isso. Ó, o Artur Peri falou assim: "Vou cair fora". Então Pois é. Eh, gente, eu confesso que eu tô bem cansado aqui. As minhas costas estão doendo.

¶692Eh, eu eu vou vou finalizar a live por aqui. Acho que já acabaram todos os live pics que mandaram. E deixa eu ver aqui se teve algum super chat que eu não li. >> Só um ponto, só um ponto. É realmente em relação à predestinação, não entenda esses conselhos como um incentivo a não estudar, pelo contrário, entenda isso como sentido para você estudar mais de uma forma ordenada, com paciência, da forma correta, porque de fato esse tema, se você estudar ele errado, isso pode apresentar um perigo a fé.

¶693Por quê? Porque não é não é leite que se dá para as crianças. Isso aí é comida já que é um pouco mais complexa do que do que leite. Você não dá isso para para para crianças na fé. Você você na eh na verdade você alimenta adultos, pessoas maduras e não só adultos, pessoas que são adultas e que de alguma forma, né, eh pretendem estudar filosofia e teologia.

¶694Então, eh, veja isso como um convite a você estudar essas matérias de uma forma eh mais eh ordenada e não como incentivo a você não estudar e nunca estudar esse assunto. É claro, você pode estudar antes, mas é claro, eh, tem esses perigos que eu já falei, se você é novo na fé, etc., Algumas coisas podem ser perigosas para quem é novo, porque não é leite, como na na logia do apóstolo Paulo, já é um alimento que exige uma que exige uma maturidade, né, espiritual. >> Pois é. Falaram aqui assim: "Quero um debate entre o Fujito e o Pedro Assad. Gente, o que que eu vou debater contra um professor do Enem?

¶695Sabe ver o que que o que que vocês querem? Tem cada coisa bizarra que vocês querem que eu debate. Competição de cálculo mental. Eh, sei lá, eu, rapaz, trintão. >> Aspirons mandou R$ 30.

¶696Professor e companheiro, Carlos, o valor de capacidade e a equivalência do círculo e do quadrado médio na figura mestra são o que exatamente? Ou é muito difícil explicar esses termos aqui na live. >> Quer responder essa? >> O valor e a equivalência do círculo e do quadrado na figura mestra são o que exatamente? H, olha, na verdade, na figura mestra, o, eu entendi a pergunta, mas eu diria que isso exige que você no mínimo entenda a um pouquinho.

¶697Não sei se você entendeu muito bem a geometria, a geometria do do Lu, né? Então, eh, no caso que você quer uma explicação do da desse valor de capacidade e tal, né? Eu teria que fazer uma explicação aqui no mínimo delongosa sobre a o que significa valor de valor de capacidade, é a equipência do círculo e do quadrado médio na geometria do do Lul e na figura mestra. Então eu acho que é melhor você me perguntar isso no grupo do que que a gente tá que eu te explico lá. é melhor, te explico por lá do que por aqui, porque vai entrar em vão entrar em alguns assuntos que são preliminares primeiro e depois a gente entra nos assuntos que são mais mais difíceis depois.

¶698Inclusive, se você quiser, você pode eh colocar a outra pergunta que você fez lá também, porque eu tenho mais coisas a adicionar, ou teria, né, mas a gente já tá se encaminhando pro fim da live, então é melhor eu detalhar melhor pelo pelos comentários. >> Pois é. Eh, eles falaram assim para mim aqui assim, tô zoando fugir até o sono que bateu aqui. Eu até comentei, pior que eu sou bom em matemática. Olha, em cálculo mental eu era, eu não sei exatamente qual cálculo mental que eles fazem assim, mas, por exemplo, eu fiz cum, né, quando eu era criança até a minha adolescência e eu gostava muito o fato do cumon me deixar evoluir no meu ritmo, né?

¶699Então eu, por exemplo, tava na no terceiro ano do fundamental, eu já tava resolvendo equação assim do primeiro, do segundo grau, era muito legal. Então, aí e o comum ele força você a ter raciocínio rápido, né, assim, para, eu acho, eu acho que na época eu devo ter decorado até a tabuada do 27, assim, eu devia saber. Então, não sei exatamente que devo estar enferrujado, mas eu não sei se ele faz esse tipo de competição assim, né? Ah, o Pedro Assad faz competição de cálculo mental, ele é bom. Ah, entendi.

¶700O Aspran falou, demorou, vou vou mandar lá. O Carlos tem que aprender que não. Certas coisas só se responde em live, Carlos, justamente para Olha só, o Asperanz inclusive tava escondendo o jogo, falou que não, que se, como é que é que ele tinha falado que não tinha R$ 50 para mandar, que só podia mandar 30. Ah, me enganou. Me enganou.

¶701Olha quem apareceu agora. Boa noite, irmãos. Do nada Landre. Boa noite, Fugita. É, Fujita egocêntrico.

¶702Só só sabe falar de si mesmo no canal dele, na live dele. Negativo, negativo. Tô aqui exaltando o Carlos várias vezes. Aqui ó, o Landre rindo. Eh, boa noite, Landre.

¶703Chegou no final. Exato. Esses 30 vão me prejudicar. Negativo. Negativo.

¶704Isso daqui é é é conhecimento e entretenimento puro, entendeu? Eh, o Artur Peri falou: "Gostei da pergunta do São Luí Bastos". Qual que é a pergunta dele? Cheguei depois da live do Banzoli. O Banzol tava em live até agora.

¶705Misericórdia. Ó, tem que condicionar os inscritos para conseguir mais valor. Exato. Pessoal aqui tem que, ó, a gente, a gente, olha, foi, a gente deu um dos melhores conteúdos do ano que do ano, que foi a a live sobre o Benitz. E olha só, poucas doações, eu não tô entendendo.

¶706Então mandou R$ 5. Já leram L? Se salva depois de Kant, tanto o sistema metafísico quanto alguns argumentos particulares, como o da contingenca. Fugita, olha o meu zap sobre o curso. >> Vou olhar, prometo.

¶707Daqui a pouquinho vai. Eu já li o Libit, eh, eu gosto muito dele, na verdade. Eu acho que dos autores da geração dele, talvez ele seja o meu favorito. Eh, particularmente, tenho alguns problemas com algumas teodisseias que ele invoca. Eu tenho muitas críticas também à ideia de que nós vivemos no melhor dos mundos possíveis.

¶708Eu acho que esse é um conceito meio impossível ao melhor mundo possível. Não acho que seja de fato uma ideia adequada. Eh, tenho também umas certas implicações com as mônas, apesar de eu entender o que que ele tá querendo fazer ali, achar que é uma uma preocupação legítima, mas ele é um autor brilhante, assim na tanto nas partes da matemática, quanto na sua metafísica, quanto a ele comentou vários outros assuntos, né? ele tentou eh ele inclusive comentou que ele tentou finalizar o projeto que o Austed fez, né, de uma enciclopédia do conhecimento geral da humanidade, né, que era uma um projeto que o Alstad tinha. Eh, o Carlos já comentou em algum momento que ele tinha influências lulianas também, né?

¶709Então eu acho o Lebenit um pouco do melhor que existe da geração dele, assim, eu acho que depois, eu não sei porque que você comentou assim, né? eh se salva depois de Kant, talvez eh tanto o sistema metafísico quanto quanto alguns argumentos particulares. É porque de certa forma assim, né, o o Kant ele polemiza com uma metafísica racionalista na dialética transcendental, né, na crítica da razão pura, mas eu acredito que o o Labinits, ele com certeza se eu acho que ele é digno de ser estudado, ele tem coisas originais, ele tem coisas >> muito boas que são reaproveitadas por outros depois. Inclusive acho que as pessoas conhecem muito pouco do Libenit aqui no Brasil. Não vejo muitas pessoas comentarem sobre ele.

¶710Acho que devia ser um autor mais lido, né? Eh, mas enfim. Você quer que fala alguma coisa, Carlos, sobre ele? Eh, sim, eu conheço ele, já li alguns livros dele. Eu acho que ele é o dos racionalistas, já me ver, o mais talentoso, é o mais inteligente, porque ele é ele era enciclopédico, né?

¶711Ele era uma enciclopédia de de vários conhecimentos, como havia acontecido com os pensadores de duas, três gerações anteriores a ele, que são doanos, inclusive. Eh, ele se interessou pela arte quando ele era jovem. Ele inclusive desenvolveu uma lógica, uma lógica combinatória, né, onde você tinha princípios supostamente autoevidentes. Ele tentou fazer um espelho da arte do Lúlio, só que trocando as dignidades por conceitos, segundo ele, equivalentes, eh, de fato autoevidente e depois ele e ele chamou isso de lógica inventiva, né? essa lógica inventiva dele, eh, era um dos grandes projetos intelectuais dele, ah, depois do contato que ele teve com os Lulianos e com o próprio Lúlio, mas depois ele ele meio que desiste ah desse projeto por vários motivos.

¶712ele teve algumas algumas frustrações eh em relação a a como desenvolver uma uma lógica combinatória que fosse ao mesmo tempo metafísica. Ele teve algumas dificuldades em entender algumas regras lulianas em como imitá-las para o seu sistema. Então, eh, no final ele ele meio que desistiu da lógica inventiva dele, ã, mas sempre foi um admirador do do Lulo. Inclusive, talvez um dia eu faço um react eh, reagindo a algumas alguns comentários que o Lebin fez ao Lúlio sobre a monadologia dele. Eu acho que que é um é uma reinterpretação interessante.

¶713Eu vejo Libnis e eu eu percebo que que é, por exemplo, quando ele fala de modas ativas e passivas, a algumas fazem um papel formal, outras fazem um papel material, é como se fosse uma reinterpretação eh aos moldes assim bem originais do modelo do modelo eh ilórfico, porque é há de certa forma uma um aspecto formal e um aspecto material ainda, né? Só que eh isso é entendido pelas mônas ativas e passivas, formais e materiais, etc. Eu acho isso bem interessante. Ah ele era um autor com profunda admiração pelos escolásticos escolásticos também. Eh, existe um opúsculo onde ele trata só sobre o princípio de individuação.

¶714Ah, e é muito interessante como ele aborda ali Soares, aborda autores da escolástica também. Então, ele era um autor amplamente erudito também em escolástica. E ah, é isso. Eh, é claro, eh, não concordo com várias coisas, por exemplo, eu não acho que as provas da existência de Deus que ele elabora, como, por exemplo, o seu argumento, a sua versão do argumento da contingência, seja uma boa versão. Eu não, particularmente não gosto dos argumentos racionalistas para paraa existência de Deus.

¶715Eh, que mais? Eh, e eu acho que como o Luliano, obviamente eu discordo do projeto metafísico dele também, mas eu admiro ele como um pensador enciclopédico que foi genial, né? De certa forma, assim, o domínio que ele tinha em várias ciências era uma coisa que poucos na história da da humanidade conseguiram imitar, espelhar de alguma forma. >> Exato. Exato.

¶716Muito bom, gente. Eu vou vou me despedir aqui porque eu não tô aguentando mais. As minhas costas estão me matando, mas agradeço aqui pela participação de todo mundo, ao meu amigo Carlos. Achou muito engraçado participar aqui do do Reacts Al Benit. Acho que deu pra gente rir.

¶717Tem teve boas pérolas hoje. Vai com certeza render um bom corte aqui pro canal. E é isso. Obrigadão, povo. Até mais.

¶718>> Até.