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radar · Teologia Brasil

LIVE: LUCAS PAVANATO VS LETÍCIA CHAGAS - ABORTO É ASSASSINATO!? - LIVE TEMA LIVRE 18

¶1[música] Ah. [música] >> [música] [música] >> uh [música] [música] >> [música] [música] >> Oh. >> [música] >> Salve galera, beleza? Aqui quem fala o David novamente. Estamos aqui mais uma vez para mais um react aí de tema livre.

¶2Então eu irei reagir aqui a um a discussão que ocorreu, né, no canal do Spectrum entre o Lucas Pavanato e a Letícia Chagas, né? Letícia Chagas ali é socialista e no caso o Pavanato ali ah é do PL, né? Eu me lembro, acho que é do PL e enfim, bolsonarista, né, propriamente. E nós iremos reagir aí o trichem que eles falam sobre ética do aborto, né? Então, houve uma um momento ali onde houve a discussão sobre a questão do aborto, né, da permissibilidade ou não, moralmente falando do aborto.

¶3>> Eu acho que vale a pena a gente ter esse tipo de discussão, né? Eh, e que tem repercussões legais, né, jurídicas aí dessa questão de se aborto é assassinato ou não, tá? Então, nós vamos começar com esse vídeo, não vou reagir todo o vídeo, vou reagir só esse tricho, OK? Só esse trich. E e é isso, né?

¶4Me digam se tiver muito alto aqui o volume. Se tiver muito alto, vocês me avisam, tá? Vocês me avisam aí que tem um uma TV ali no canto ligada e aí pode ser que o barulho fique muito alto. Aí vocês me avisam, beleza? Vocês vão dar esse feedback aí.

¶5Um salve aí pra galera que tá chegando. Ã, por enquanto tem três pessoas apenas, três pessoas apenas aqui conosco. Agora cinco pessoas, enfim, o pessoal vai chegando aí aos poucos. Uma livezinha de madrugada. Mas é isso, bora, bora prosseguir aqui e mandem aí seus live picks, né, com os vídeos que vocês querem que eu reaja posteriormente, OK?

¶6Eh, e bora seguir com isso daí, OK? Então, vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos. Aqui é o trecho eles começam a discutir sobre a questão de aborto, né? Bom, a minha primeira afirmação é que não existe diferença moral entre aborto e assassinato. Essa falta é importante para mim, porque o aborto é maior causa de morte ao redor do mundo e são 73 milhões de pessoas.

¶7que morrem por meio de abortos. E eu acho que defender a vida é a pauta mais importante, deveria ser a pauta mais importante para todas as pessoas. >> Então, eh, aqui já tem um problema, tá? A noção mais relevante não é a de vida para essa discussão do aborto, é a noção de pessoalidade. O que o PANAS deveria dizer é o seguinte, é que no caso a vida humana, por envolver a vida de pessoas, né?

¶8H, por envolver, no caso ali a questão da pessoalidade, né? Eh, por seres humanos serem seres vivos dotados de pessoalidade, portanto, dotados de direitos morais, né, como, por exemplo, direito à vida, nesse caso, seria moralmente errado, no caso, abortá-lo, né? Seria moralmente errado abortá-lo porque seria equivalente, no caso, a um assassinato, né? Você assassinar o embrião ali, né, que já é uma pessoa, né, o primeiro estágio, né, o estágio inicial, né, no âmbito da concepção de desenvolvimento de uma pessoa posteriormente. Ah, isso seria, no caso imoral.

¶9E, portanto, no caso, seria seria de certo modo ali equivalente ao assassinato, né? Você estaria acabando com a vida de uma pessoa que é dotada de direitos ali ah dentro do âmbito da concepção, né? Só que aí no caso, para ele motivar essa concepção de pessoalidade, ele teria que estabelecer, no caso, uma teoria de identidade pessoal que estabelecesse que, no caso, o feto ou o embrião, ele já é uma pessoa desde o âmbito da concepção. Esse é o primeiro ponto que ele deveria estabelecer, tá? Porque somente aí é que seria razoável, no caso, para pessoas do outro lado, terem que lidar com esse tipo de concepção, tá?

¶10Com esse tipo de ponto, OK? Assim que a sua teoria de identidade pessoal, né, ela fosse motivada, ah, no caso, a Letícia, ela teria que lidar com esse account, ou seja, essa noção de pessoalidade para poder rebater ali ah o raciocínio em questão do pavanato, tá? Então, é a primeira coisa aqui, tá? Então, o pavanato, ele já começa com uma alegação errônea, tá? não é a questão da vida que importa por si, mas sim, no caso a vida de uma pessoa que é dotada de direito à vida, OK?

¶11É só esse tipo de vida que tem uma certa relevância moral ali nesse contexto de discussão sobre a ética do aborto. Se não tem pessoalidade, não tem direito à vida. Se não tem direito à vida, então não é não é merecedor de consideração moral. não é merecedor de consideração moral, né, nessa nessa circunstância específica, né, ah, ou pelo menos no caso essa consideração moral não se eleva ao nível de um direito, então não tem uma restrição deôntica acerca do que os outros podem ou não fazer com esse embrião, tá? E, portanto, esse embrião ele pode ser morto, né?

¶12Pode ser morto, principalmente se ele não for senciente aí, que de fato não tem uma característica moralmente relevante ali, eh, genuinamente que permita, no caso ali a gente estender a nossa consideração moral por ele, né? eh, de modo que seria equivalente a, no caso, você matar uma bactéria, você matar um ser, um um ser vivo que não tem sem ciência, né, que não é dotado de, enfim, de um âmbito de capacidade de ter experiências, né, de experienciar, né, eh, ter certas experiências do ponto de vista de primeira pessoa e experienciá-las como positivas ou negativas, né, de certo modo. Então, como não há nenhum sinal eh de que, no caso ali o embrião e o feto tem esse tipo de experiência, então no caso seria moralmente permissível paraa mulher abortada dentro do pelo menos do primeiro trimestre, né, que aí sim, de fato, né, depois do primeiro trimestre aí já teria a questão do sistema nervoso central formado e blá blá blá, já teria já uma estrutura já teria um um substrato neurofisiológico ali formado que permitiria, no caso, instanciar de certo modo a ali certos estados mentais, como estado mental da dor, OK? O estado mental ali qualitativo da dor, OK? Eh, e portanto, no caso, o seria passível de sofrer, né, o feto em questão.

¶13Eh, mas antes do primeiro trimestre, no caso, ali não teria esse problema, né? Eh, mas aí é claro, no caso aí se o Pavanato não motivasse a concepção de teoria de identidade pessoal dele, se ele não motivasse, no caso, esse ponto, no caso da imoralidade de se matar a o embol feto, né? Eh, ou seja, de que uma pessoa adotada de direito à vida, ela tem esse direito que é inviolável em qualquer circunstância que seja, né? Eh, já que no caso ele ele parece ser um pró vida mais extremista, né? Também eu acho igual aquela Mariana Leitão lá e e a Roberta lescano, né?

¶14Ah, deixa eu tirar a fotinha do Sanky, né? O San tá nem tá aqui, cara. Esquecendo de tirar a foto dele, mas enfim, é isso, né? Então, bora lá. >> Boa pergunta, Pavanatos.

¶15Tem a ver com o debate que a gente tava fazendo antes, porque os vários dos países que você fala com muito afinco de que são desenvolvidos e tal, são países que permitem o aborto, o aborto legal. E isso também tem a ver com o capitalismo, acredita? Por que que países desenvolvidos permitem aborto? E o Brasil não permite o aborto, porque é uma coisa muito importante. Além >> é é meio difícil de estabelecer essa relação causal entre a e o capitalismo e coisa e tal.

¶16E e é por causa disso que não tem, no caso, essa permissibilidade do aborto. Eu acho que tem vários fatores aí envolvidos, né? Dentre eles fatores também envolvendo uma dimensão moral, né, filosófica, moral ali, a, aliás, uma dimensão moral ali envolvendo a cultura de certas regiões e coisa e tal, né? H, locais com uma cultura de pessoas um pouco mais secularizada, talvez tenha uma tolerância maior a questão do do aborto, a questão do aborto que simplesmente em outros lugares onde não tem isso, né, propriamente. Ah, então acho que isso também afeta isso, tem alguma relação também de certo modo ali com a questão da permissividade ou não do do aborto em certas regiões, né, em certos países mais desenvolvidos e blá blá blá, né?

¶17Ah, embora talvez tenha uma outra exceção, né? Ã, eu acreditei a isso também, né? Você tem bastante a ver com esse tipo de coisa. Além das commodities que você falou aí, o Brasil também exporta a mão de obra. Brasileiro quando sai daqui para trabalhar na Europa, para trabalhar em Portugal, para trabalhar na França, passa um monte de dificuldade.

¶18E por que que passa um monte de dificuldade? Porque é o brasileiro, é o imigrante que vai para esses países e lá tem que estar nos piores empregos, o emprego que o europeu não quer ter. Então, é o brasileiro que vai lá pros Estados Unidos para ser empregada doméstica, é o brasileiro que vai para Portugal para ser Uber, é o brasileiro que vai para Portug, que que isso tem a ver com o assunto de se existe ou não uma diferença moral entre aborto e assassinado? consentar entender qual é linha de argumentação. Ô Letícia, você tem que se engajar com ponto e questão, com tópico e questão que tá sendo colocado na mesa.

¶19Você tem que demonstrar que existe sim uma diferença moral entre aborto e assassinato, que no caso feto ele não é um ser portador de direitos, né? Ele, pelo menos no âmbito ali do dos primeiros períodos de desenvolvimento, né? H, os primeiros ou pelo menos antes do no âmbito anterior ao primeiro trimestre, ah, aquele embrião ofeto, ele não tem um status moral pleno, ele não tem características ali moralmente relevantes que permitem atribuir certos direitos morais, dentre eles o direito à vida. E, portanto, no caso, não é passível de ser considerado como imoral e impermissível o aborto, né? Então, esse era um ponto que ela deveria avançar, deveria avançar, sei lá, um argumento tipo da Judis Thompson, né?

¶20talvez, né, que assume até que no caso o feto tem direito, o feto emboralmente permissível ali a a morte de certas pessoas, né, que são dotadas de direito à vida, ainda assim certas circunstâncias, né? Eh, e você poderia avançar no caso de o argumento de 1971, né, que é da Thompson, é o do o argumento do violinista, né, você poderia usar, ô Letícia, você poderia usar também, Letícia, o argumento, no caso ali a versão modificada dele, que é a Elizabeth Harman ilustra no artigo de 2025 da Stanford Blade of Philosophy. Você poderia usar também, de certo modo, ali o o argumento do futuro ah do princípio do futuro atual, né? H, o princípio do futuro atual, que diz basicamente que o que importa de fato genuinamente para estabelecer, no caso, se alguém ah, aliás, se um ser vivo, né, por assim dizer, ele é uma pessoa genuinamente, né, ah, no sentido moralmente relevante, né, e portanto, aliás, e portanto é uma vida no sentido moralmente relevante, né, hã, que envolve a atribuição de direito à vida, é justamente o futuro atual que esse embrião ou esse efeto tem com relação a um organismo já desenvolvido, né, nesse caso, uma pessoa já existente, né? Ah, então nesse caso ali, ã, através da ilustração de um argumento como esse, né?

¶21Através da ilustração justamente de que, ah, existem fetos ou embriões que simplesmente eles não conseguem chegar nos estágios finais da vida e, portanto, eles não pode ser considerado o estágio inicial da pessoa de ninguém, né? Da noção da existência de pessoalidade no sentido relevante de ninguém, né? hã, ilustra, no caso ali que aquele que aquele embrião ou aquele feto ele não tem o status moral pleno e, portanto, no caso, não é uma pessoa genuinamente, portanto, não tem o direito à vida, né? Então, esses argumentos aí são alguns argumentos que você poderia utilizar, né? Óbvio, tem outros argumentos também.

¶22Ã, mas enfim, seria esse tipo de coisa, né? E o Pamanato também poderia avançar com um tipo de argumento em favor da posição dele também, sei lá, o argumento do Donal Marquez, ah, ou o argumento ali do cuidado, né? H, enfim, do risco, argumento do risco também, enfim, qualquer argumento dessas linhas, né? Hã, mas enfim, né? Os dois aqui tão começaram péssimo, né?

¶23Começaram cagado aqui. Mas bora lá. >> Portugal para limpar a casa dos outros. Então, o Brasil ele precisa exportar mão de obra. Por isso não dá para permitir o aborto no Brasil em países como o Brasil.

¶24seria extremamente negativo se o Brasil tivesse menos gente nascendo. E, aliás, não só no Brasil, como em vários outros países do mundo, a taxa de natalidade, ou seja, o número de gente nascendo tá sendo baixa. E vários governos estão tentando fazer com que isso mude, porque precisa nascer gente, precisa ter muita gente para essas pessoas serem exploradas. Por que que você acha que o iFood funciona tanto? Porque tem tanta gente precisando de emprego hoje e tão pouco emprego para essas pessoas que você tem muita gente ajuda a jogar o salário lá para baixo, sabia?

¶25Porque se alguém não quiser ser motorista de food, a gente tem gente suficiente. Alguma >> essa noção é do exército industrial de reserva, né, do do Marx de que no caso ali, como tem um exército industrial de reserva, né, de trabalhadoras ali disponíveis, né, para os capitalistas explorarem, né, os burgues explorarem no salvo. >> Ó, eh, onde tava mesmo? >> Tá, me chamaram aqui, né? fazer um uma chamada aí eu perdi um raciocinzinho.

¶26Deixa eu voltar, tá? Vamos lá. Eh, ah, tá. Essa noção aqui é do exército industrial de reserva, né, do Marx. E é aquela ideia, basicamente no caso ali que ã é algo que vale a é é algo é algo que há, né, no campo do capitalismo.

¶27Ah, que no caso há um um exército industrial, é bom que haja um exército industrial de reserva, né, por assim dizer, de uma massa de mão de obra ali, né? eh disponível no caso para contratação, porque daí no caso é possível com que o o os capitalistas, né, os grandes capitalistas, né, os burgueses, etc., eles tenham, no caso, à disposição, uma massa de trabalhadores ali disponíveis de tal modo a favorecer com que invertor tem uma ampla massa disponível de trabalhadores, simplesmente o valor desses trabalhadores, aliás, o salário, né, ali eh que no caso ah é pago, né, é pago, é pago para os trabalhadores e a condição a condição no caso ali de trabalho que esses trabalhadores se sujeitam, no caso, para conseguir sobreviver, né, são acaba sendo favorável, né, algo que favorece os grandes burgueses, né, os grandes capitalistas ali de certo modo, justamente por conta desse exércitos industrial de reserva, né? Simplesmente no caso ali, se os trabalhadores não se submeterem a essas condições de trabalho ali mais precárias e não realizarem esses trabalhos de forma precarizada, simplesmente no caso o capitalista ele vai poder ah se desfazer no caso desse trabalhador, né, facilmente e contratar outro ali, né, justamente virtude da existência desse exército industrial de reserva, né, que é algo que favorece no caso ali ah esses capitalistas, no caso ali a a pagar salários baixos, né, de certo modo, e ainda assim ter uma a sua disposição uma massa de trabalhadores dispostos, no caso, a trabalhar em condições extremamente precárias ali, em dessa situação que eles se encontram, tá? H, onde eles estão desempregados, blá blá blá, né? Então, tem esse ponto aí também que ela tá trazendo, né, de certo modo, só para >> a outra pessoa vai querer ter.

¶28Então você ter muita gente nascendo é importante para exportar pra Europa e é importante para empresas como o >> Ó, salve aí o pessoal que tá chegando, capo, ela ainda tá se apresentando? Não, já se apresentou. Ã, Givaldo de Carvalho, boa noite. Boa noite a todos. Olier, boa noite.

¶29Pessoal, digam se tá alto aqui a TV. aqui no canto. Aí qualquer coisa abaixo, tá? No canto. Mas enfim, vamos lá.

¶30>> Vamos lá. Vamos lá. Uber com My Food explorarem o trabalhador aqui. É por isso que o aborto não é permitido em países como o Brasil e é permitido em países que você acha desenvolvidos. É esse o debate que a gente quer fazer.

¶31Agora, não dá para falar isso pra população, né? Então é muito importante que exista um pavanato, é muito importante que exista um Bolsonaro que vire pra população e fale: "Não, não tem a ver com exploração do trabalho, não. A gente é contra o abor porque a gente é a favor da família. Se vocês fossem a favor da família vocês estavam lutando pelas crianças negras, as crianças pobres. >> Pelo amor, Letícia, cadê o argumento em favor da posição para pra escolha?

¶32Cara, tá faltando argumento em favor da posição paraa escolha. Aí >> que já nasceram, >> você tem que ilustrar justamente que o embrão ofeto não é uma pessoa e, portanto, não é dotado de direito à vida. É, é só isso que você tem que fazer para fazer uma distinção moral entre o aborto e o assassinato. E até agora não fez isso. E que estão morrendo hoje pelas mãos da polícia, tão morrendo hoje pela baixa qualidade de vida.

¶33Não sei se você havia um bebê de um ano morreu semana passada em São Paulo porque não foi bem assistido em uma creche privatizada da prefeitura aqui de São Paulo. Se vocês defendessem mesmo as crianças, era essa a prioridade de vocês. >> Bom, primeiro que ela ela falou assim, eh, como se, beleza, os países desenvolvidos eles eles têm o aborto eh liberado, mas beleza, os outros esses país esses mesmos países lá atrás tinham também escravidão liberada, não é porque um país ele é desenvolvido que todas as práticas que ele tem são práticas corretas. Eh, o segundo ponto é que ao mesmo tempo que ela fala que a condição do de quem emigra paraos Estados Unidos é pior do que aqui, ela ela fala que a condição aqui é terrível. E eu tenho parentes que trabalham fora do país, eh, trabalham com esse serviço que você considera de segunda qualidade e eles ganham mais do que eu como vereador em São Paulo.

¶34Então, assim, e eles preferiram ir para lá. Eh, a gente não tem problema, na verdade, de pessoas tentando vir pro Brasil. A gente tem problema de pessoas tentando ir para países desenvolvidos. E eu quero entender assim, você falou assim que eh lá é legalizado o aborto, sério, você é contra ou você ou você é a favor do aborto? Você é a favor de legalizar ou você é contra?

¶35Quero entender isso aí direito. Sou completamente a favor de legalizar o aborto, porque como eu disse, a proibição do aborto no Brasil não tem a ver com a defesa da família, tem a ver que o Brasil precisa nascer muita gente pra gente exportar a gente pros países desenvolvidos. É, eu não sou a favor de legalizar o aborto, não. Sou a favor de descriminalizar, então, que é basicamente o que a Michele e a Tai Vasconcelas, elas defenderam, né, de certo modo, tem uma diferença aí sutil entre legalizar e descriminalizar, tá? Descriminalizar só você remover essa questão da da criminalização de fato, né, do aborto.

¶36Agora, no caso legalização, aí você de fato ah a legalização de fato você regular, né, você regulamentar, estabelecer certas regulações ali acerca da questão do aborto propriamente, né? Eh, mais óbvio, só for da descriminalização até a terceira até o terceiro trimestre, obviamente, né? Depois disso, obviamente, eh, como no caso ali a gente visualiza como sendo uma pessoa, né, de certo modo, né, já nesse estágio de desenvolvimento, especialmente se você endossa uma teoria eh metafísica ali, né, de identidade pessoal vinculada com continuidade psicológica, né, uma teoria na linha do Parfet, né, do Derck Parfet ou algo nessas nessas linhas, ah, é possível você identificar no caso ali a justamente a pessoa, né, a pessoalidade de alguém e, portanto, as condições de persistência dessa pessoa como se iniciando no momento em que essa pessoa tem um substrato físico, né, neurofisiológico ali relevante, que permite ela ter certos estados psiccológicos primitivos e, portanto, apresentar continuidade psicológica e conectividade entre esses estados mentais, né? Eh, em termos psicológicos, né? Esse pacote de estados psicológicos ali contínuos espaço temporalmente, blá blá blá, né?

¶37Então, é aí que a gente começa a identificar a pessoalidade segundo essa teoria de identidade pessoal, tá? Que que eu endosse de certo modo, beleza? Então, vamos láos e essas pessoas serem exploradas. Você falou assim: "Ah, mas os países desenvolvidos eles escravizaram. Nem nem tudo dos países desenvolvidos é bom".

¶38De fato, inclusive os países desenvolvidos, eles são desenvolvidos hoje porque eles escravizaram, porque eles lucraram explorando a população negra. Todas essas coisas que eu disse aqui t a ver com o sistema econômico e político que nós vivemos. E você não sabe falar disso porque você não tem formação. É uma tristeza sentar aqui para debater com parlamentar que não tem o mínimo. >> Á, deu um deu um ruinzinho aqui no meu microfone e voltoução histórica nem econômica.

¶39Você coloca também que tem pessoas que da sua família que vão para fora e ganham bem. Óbvio, tem gente que faz faculdade aqui, vai estudar fora, já que o Brasil também hoje em dia não tem a menor condição de pagar pesquisadores, muito pesquisador vai trabalhar fora, vai buscar melhores condições de vida, tem um ou outro. Mas a verdade é que muita gente sai aqui do Brasil e vai para trabalhar lá fora para trabalhar empregos que o europeu não quer. Mesmo que lá ele receba mais do que no Brasil, ele com certeza recebe menos do que o europeu. E hoje em dia, ainda, a depender do país que você tá, os Estados Unidos, por exemplo, que vocês tanto gostam, é um país que está perseguindo os imigrantes.

¶40Está perseguindo imigrantes. Então, a gente precisa falar da realidade da população, né? A proibição do abor não tem a ver com moral e bons costumes. Isso é conversinha pro abor dormir. Tem a ver com que vocês precisam que nasça muita gente no Brasil mesmo, porque quanto mais brasileiro desempregado, menor vai ser o salário.

¶41>> Bom, eh, primeiramente é interessante que ela falou aqui que se eu tivesse preocupado eu ia estar defendendo as crianças negras, mas a maior parte dos abortos acontecem com pessoas negras. Então, são crianças negras mortas no ventre da mãe e ela passa pano, ou seja, ela defende a morte, a morte de crianças. Eh, ao mesmo tempo ela disse que esses países desenvolvidos, eles são ricos porque eles escravizaram. O Brasil é o país que mais escravizou no mundo e a gente é pobre. Então assim, é uma falácia.

¶42Eh, outra coisa, eu queria entender da parte dela, ela se diz feminista, se diz defensora das mulheres, se diz defensora dos negros. Mas e os negros que são abortados, por que você não defende? E as mulheres que são abortadas, por que você não defende? Por que que você foge do assunto? Você não tem coragem de sustentar a sua posição a favor da morte, a favor de matar vidas humanas?

¶43Porque por que que um bebê dentro do ventre não tem direito humano, não tem dignidade humana e quando ele sai ele tem? Então, Pato, para você motivar esse a sua alegação, você deveria trazer também um argumento em favor da sua teoria de identidade pessoal, seja um dualismo de substância, né, uma ideia de uma alma imaterial, né, que no caso ali a coexistência, né, na na terminologia do Renê Decart, né, ou seja, a resistência, aliás, a rescogitans, né, a rescogitance, né, ou seja, a substância congitante, né, ou, enfim, a coisa congitante em contraposição, no caso, a resistência, ou seja, a coisa extensa, que seria o corpo ou, enfim, ali o corpo da pessoa, né, o aspecto físico, né, material ali, né, do embrião, né, como do zigota e blá blá blá. Então você deveria, no caso, defender isso e defender, no caso ali que a homagem, né, enfim, a o insolvement, né, que é chamado, ou seja, na a infusão da alma, né, por dizer, ela ocorre diretamente justamente no da concepção, exatamente na concepção. É isso que você deveria suportar essas duas alegações. Primeiramente que a teoria de identidade pessoal adequada é justamente dualismo de substância, né, por assim dizer, se você é um dualismo de substância, né, interacionista, cartesiano, blá blá blá, ã, e que no caso a a alma ela ocorre na infusão da alma ocorre no âmbito da concepção, ou seja, no âmbito dos idotos, ele já tem a infusão da alma já naquele âmbito, tá?

¶44Então é aí que no caso você deve você deveria no caso argumentar em favor disso, seja no caso ali hã hã biblicamente, né, teologicamente, seja no caso filosoficamente, né, de preferência filosoficamente, porque daí você teria que apresentar de certo modo razões ali que são publicamente acessíveis para qualquer pessoa, inclusive uma pessoa secular, a a entreter essas razões e avaliar seus argumentos, né, de certo modo. Então é era isso que deveria ser apresentado antes de você alegar que de fato é um enfim, não existe diferença moral entre aborto e assassinato, né? Ah, é justamente para isso que você deveria trazer esses argumentos, né, para suportar essa teoria e, portanto, indicar que, de fato o, enfim, o embrião é uma pessoa aí, portanto, tem direito à vida. Caso contrário, simplesmente é só um showzinho retórico e não tem substância nenhuma. Só só um show retórico aí que não traz a substância, né?

¶45Não suporta a sua alegação, tá? Só deixando claro aqui. Ã, tem qual a diferença? Explica para mim. Tava, >> salve, Edu.

¶46Ó o Edu aí com nós. Edu com nós. Boa noite, David. Boa noite. Bora.

¶47>> Seu corte tá feito. A única coisa que você sabe fazer é criar espantalhos. Você falou aí, não sei da onde que você tirou esse dado. Independente de ser verdadeiro ou não, a verdade é que o aborto acontece. Você mesmo disse, né?

¶48Muitas crianças negras abortam. O aborto é uma realidade e ele acontece sendo permitido ou não. A questão aqui é que mulheres negras, que em maioria são mulheres pobres, elas precisam se submeter a condições de aborto degradantes. Elas sofrem, >> cara, ã, essa esse argumento eu já falei, falei inclusive na análise da Michele e da Tais Vasconcelos, né, que ela tava argumentando contra a Maria Leitão, Mariana de Leitão, a E a, aliás, a Roberta Leitão e a Mariana Ascano, né, Lescano, lá no espectro sobre o aborto. Esse argumento é terrível.

¶49Ah, no caso, ah, queira você goste ou não, queira você ache isso ou não, o aborto acontece, tá? Oato simplesmente pode virar para você e simplesmente dizer: "Cara, [roncando] assassinados acontecem, abusos sexuais acontecem, enfim, ah, mortes acontecem, agressões acontecem e nem por isso, no caso, isso é moralmente justificável, né? E nem por isso a gente deveria legalizar, né? Só por causa disso, a gente deveria tornar legal ou permissível, né? Descriminalizar esse tipo de coisa só por causa que acontece.

¶50Ah, mas acontece a revelei da a revel da lei. É, inclusive tem o texto do Pedro Gaião, justamente sobre esses argumentos ruins, né? Pedro Gaião, acho que é crítica na rede aborto. Acho que é Galvão ou Gaião. Acho que é Gão mesmo.

¶51Deixa eu ver. Clica aborto. É Pedro Madeira, eu acho. Aborto. Acho que é argumento sobre.

¶52Acho que é esse aqui, ó. Pedro Madeira. Esse aqui, ó. Aqui, ó. Ó aqui, ó, ele fala sobre justamente esse tipo de argumento, ó.

¶53Aqui, ó. Dignidade, ó, os argumentos da inevitabilidade da dignidade, ó. Vamos lá, ó. Argumento sobre aborto, tá? Esse texto aqui é muito bom do Pedro Madeira de 2004, tá traduzido aqui na, enfim, aliás, tá presente aqui na parte de ética da da do crítica na rede, né, que é do filósofo de Dério Murcho, filósofo de Portugal, que inclusive deu aula no Instituto Ponto Azul do Daniel Gontio, tá?

¶54Ah, aqui, ó, os argumentos da inevitabilidade e da dignidade, ó. Comecemos então por analisar dois maus argumentos frequentivamente apresentados em Portugal. O primeiro é a favor da legalização do aborto, o segundo é contra. Ó, o primeiro temos o argumento de que continuarão a ser realizados abortos, quer o aborto seja descriminalizado ou não, pelo mais, pelo que mais vale descriminalizar e deixe modo fornecer melhores condições às mulheres que desejam abortar. A resposta óbvia ao argumento é: roubar é crime, mas há roubos na mesma.

¶55Ah, por isso, o melhor é descriminalizar o roubo, deste modo, fornecer melhores condições aos pobres ladrões, para que não rasguem as calças no arame farpado, nem corram no risco de tropeçar e partir uma perna quando fogem da polícia. A resposta será, obviamente, estás a ser tremendamente injusto. O aborto e o roubo são coisas completamente diferentes, mas é claro que são. Ninguém está a dizer o contrário. O ponto é simplesmente de o de quê.

¶56Se achamos que o argumento de que as pessoas falam, falouam, ou seja, fala, fariam isso, né, eh, na mesma, não é por si só justificação suficiente para discriminar o roubo, então também não poderá ser por si só justificação suficiente para discriminar o que quer que seja, incluindo o aborto, né? aborto incluído. Aquilo que se passa é que ao usar este argumento de que ah, as pessoas vão fazer a si mesmo, os defensores da legalização do aborto estão implicitamente a partir do princípio de que o roubo é eticamente incorreto, ao a passo que o aborto, se não é correto, será pelo menos eticamente permissível. Assim que nos apercebemos disso, né, que nós apercebemos esse tipo de coisa, vê-se claramente que ao usar o argumento de que as pessoas farão a si mesmo para tentar justificar a legalização do aborto, os defensores da legalização estão puramente a fugir da questão. É frequentemente dito que o aborto é errado porque vai contra a dignidade da pessoa humana ou por causa da santidade da vida humana.

¶57Isso é um daqueles argumentos que me deixam acostar a cabeça, tentando descobrir o que é que alguém poder estar a querer dizer com isso. Isso aqui é o argumento pró vida, tá? Isso aqui que já seria um argumento estilo pavanato, algo assim, né? às vezes usa isso aqui, né? Hã, a interpretação mais caridosa é talvez a interpretação religiosa, segundo a qual a única coisa que este argumento diz é que atribuído uma alma feto no momento da concepção, porque é imoral matá-lo em qualquer momento da gravidez.

¶58>> Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Givaldo mandou R$ 20. Salve David.

¶59Hoje chegou o meu livro Argumentando pelo ateísmo. Ai, que emoção. >> Isso aí. Boa, boa, boa, boa, cara. Boa.

¶60Bravo, bravo. >> Mas enfim, vamos lá, ó. Ah, onde eu tava mesmo? Ah, tá aqui, ó. Esse argumento talvez seja suficiente para conhecer uma pessoa religiosa de que aborto é imoral.

¶61No entanto, dado o seu caráter religioso, não é um argumento que possamos usar contra a legalização do aborto. É de notar de passagem que a própria ideia de uma alma ser atribuída, por assim dizer, no momento da concepção é problemática. Não estou a falar do problema de saber o que é supostamente uma alma. A sua composição já nem vou tão longe. O problema é o de que não há um momento preciso em que você dá a concepção.

¶62Essa é apenas uma ilusão. A fertilização é um processo grátis. É, pode vir. Qual é o mais proeminente, o mais prolixo dos [música] filósofos? Isso aí vai ser apenas filosofia, cara.

¶63Isso aí não prova nada. Filosofia. [música] Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Vinícius mandou R$ 10. David, nós possuímos responsabilidade moral com indivíduos que ainda não existem como futuras gerações.

¶64Essa responsabilidade também não se aplica com a pessoa do feto que irá se desenvolver? >> Ah, não. Não tem as responsabilidades com pessoas futuras que não existem. Não temos indivíduos que não existem, nós não temos responsabilidade com relação a eles. Nós temos responsabilidade, né, com relação ao ecossistema, né, de certo modo.

¶65Aí entra a ética ambiental, né? Nós temos nós temos responsabilidade com o ecossistema, ah, largamente derivativa, né, da nossa responsabilidade moral com certos indivíduos pertencentes a esse ecossistema, né? Eh, especialmente se você é vegano, né? você é sensocêntrico, você não é ecocêntrico, então você vai colocar, no caso ali a ah valor moral maior, no caso, nos seres sensientes, né, nos indivíduos sencientes de outras espécies, não só espécie humana, mas de outras espécies. E, portanto, você acaba adquirindo um dever ali, né, de certo modo, certas obrigações, né, éticas, né, digamos assim, eh, certos deveres éticos com relação à manutenção do meio ambiente de certo modo, ah, para o bem-estar não só da espécie humana, mas de outras espécies de animais, né, de certo modo, ali, para você não favorecer, no caso, a inflação de certas ah certos dor, né, dor, sofrimento, dano para outros animais de outras espécies, né?

¶66Ah, e é isso, né? Aí entre ética ambiental e ética animal, né? Ah, mas responsabilidade com relação indivíduos que não existem, você não tem nenhuma, você não tem nenhuma, não. Beleza? É isso.

¶67Espero ter esclarecido sua dúvida, tirado sua dúvida, mas enfim, vamos lá. Ó, não estou a falar do problema de saber o que é supostamente uma alma. Sua composição já nem vou tão longe. O problema é de que não há um momento preciso em que se dá a concepção. Essa é apenas uma ilusão.

¶68A fertilização é um processo gradual que leva cerca de 22 horas. É difícil de perceber em que altura é que a alma supostamente será atribuída, entre aspas. Uma interpretação menos caridosa deste argumento dirá que das duas uma. Ou o argumento é simplesmente vácuo, né? Um vácuo.

¶69Ahã. O opositor da legalização consegue pouco mais ao avançá-lo do que aclarar a garganta. Ou então o argumento está por e simplesmente a fugir da questão e não há mais nada a dizer. Dizer que o aborto é imoral porque o feto tem dignidade intrínseca ou coisa que o valha é um conversation stopper, ou seja, um parador de conversa, né? Um conversation stopper, é tipo um ponto de parada ali de conversa, né?

¶70Ahã. Vi uma vez um episódio curioso no debate televisivo em que num dos convidados avançou este argumento, mas vou deixar essa interessante história para depois contá-la e na última sessão, a oitava, que é a última sessão aqui do artigo, tá? Hã, e é isso aqui. Aí aqui tem outros argumentos ruins, né? Enfim, argumentos em favor e contra, ã, a legalização, tá?

¶71Ã, e aí só lá pro final, né? H, só lá pro final, no caso. E aqui ele começa a apresentar alguns argumentos mais interessantes em favor do aborto, tá? Ah, em favor e contra o aborto, né, de certo modo. E aí ele vai rebatendo os argumentos em favor, eh, contra o aborto e articula uma argumentação ali da linha dele em favor do aborto, tá?

¶72permissibilidade do aborto moral. OK. Então é isso. Quem tiver interesseir artigo do Pedro Madeira. A TV tá baixa.

¶73Não entendi. Hã? Não entendi. Ô Givaldo, a TV tá baixa. Tá falando da TV que tava aqui.

¶74Já desligou. Tá baixa, não, tá zerada. Ele já desligou. Mas enfim. Ã, vamos lá.

¶75Vamos lá. Vamos lá. Risco de vida. Enquanto isso, mulheres ricas, que em sua maioria são brancas, elas têm total condição de abortar. Paraato, você sabe disso.

¶76Inclusive, um ex-colega seu, né, o Guto Zacarias, e ele pediu pra namorada dele fazer um aborto. E o que que ele disse quando pediu pra namorada dele fazer um aborto? >> É, isso aqui é puramente retórica, né? Porque primeiramente que no caso o cu do Zacar do MBL nem é nem amigo do Pavanato. Até onde eu sei, né?

¶77Pavanato ele tá cagando e andando pro pro G Zacaras. Na verdade, ele até bate nos no grupo de Zacarias, até onde eu sei. Ah, e também outro ponto é a retórica de, ah, não, mas as mulheres brancas vão ter acesso ao aborto, né? Continuam ter acesso ao aborto através de clínicas clandestinas e blá blá blá. Elas têm dinheiro e condição de nas melhores clínicas e e não sei o que lá e as mulheres negras morrem, não sei o quê.

¶78Tá, mas cadê o ponto, cara? Você tem que deslustrar que, no caso, existe uma diferença moral entre o aborto e o assassinato, cara. Esse é o ponto relevantido. Até agora não teve argumento nenhum. Os dois lados aqui tão estão bem ruim, né?

¶79Pode fazer o aborto porque tem clínicas muito boas lá nos jardins que não vão te trazer nenhuma dificuldade, vai ser tudo, ó, tranquilinho. Essa é a verdade, Pavanato. Você não defende nem criança, nem adulto negro, porque o aborto, você querendo ou não, ele acontece. E a proibição dele, na verdade, ele só serve para matar as mulheres negras. Porque quem tem dinheiro no Brasil faz aborto com qualidade, faz aborto com descrição, enquanto quem é pobre não pode sofrer risco de vida por conta disso.

¶80>> Vejam que ela não respondeu minha pergunta. Vou repetir a pergunta aqui, depois vamos ver se ela vai ter coragem de responder. O que? Por que que um ser humano antes de nascer ele não tem dignidade? Depois que nascer ele passa a ter dignidade?

¶81O que muda? Segundo ponto, não sou amigo do Guto. O que ele fez é desprezível. Me julgue pelos meus atos, não pelos atos dos outros. Aliás, isso é uma é um bom sinal, né?

¶82Ela tem que me julgar pelos atos dos outros, prova de que eu tô sendo coerente. Eh, segundo ponto, eh, não, não tem como você falar em defender, eh, o negro, etc. Defender a mulher a partir do momento que você defende que eles sejam assassinados desde o ventre. É você defender que um ser humano mais frágil, mais vulnerável, seja morto por seres humanos mais capazes. Isso é um absurdo.

¶83Isso é um absurdo. É o genocídio dos tempos modernos. Ela falou: "Da onde veio o meu dado dos 73 milhões de mortos. Isso aí vem da OMS". Eh, a segundo a segunda maior causa de morte do mundo são problemas cardíacos, cardiovasculares.

¶84E são 19 milhões. Olha a diferença de abortos. a quantidade de abortos que acontece todos os anos, milhões de crianças são abortadas ao redor do mundo. Eh, milhões de crianças eh eh morrem nos ventos das mães por conta do incentivo que pessoas como você dão. E quando você fala em relação a a as pessoas já praticam, as pessoas já abortam, verdade, até porque para você proibir uma prática, ela tem que acontecer.

¶85Esse é o pressuposto mais fundamental. Então falácia, é, não é porque assassinatos acontecem que eu vou deixar de proibir os assassinatos, até porque a ideia é coibir uma prática que já acontece, não é porque a sal justamente o ponto do Pedro Madeira, né, do texto aqui que eu mostrei de ética do aborto de 2004 aqui no criticar na rede, né, mano? Terrível esse argumento, cara. Terrível. acontece que eu vou deixar de proibir os assaltos, até porque é uma prática que acontece, por isso eu tenho que proibir.

¶86Você proíbe não simplesmente porque eh não acontece, até porque senão não seria necessário a proibição. Você proíbe exatamente porque acontece e você quer coibir. E se existem clínicas de aborto, a gente tem que fechar essas clínicas e responsabilizar as pessoas que praticam essa prática nefasta. Então assim, responde para mim, não foge da pergunta, não. Mostra a sua coência, responde: por que um bebê antes de nascer não tem dignidade humana e depois que ele nasce ele passa a ter.

¶87E segundo, já que você defende o aborto, é a resposta é fácil, porque não é uma pessoa e só pessoas têm direito à vida e tem dignidade humana, digamos assim. Só elas têm dignidade e, portanto, direito à vida, né, de certo modo, ah, se não tem características moralmente relevantes, se não é uma pessoa, não tem características que indicam pessoalidade, então simplesmente não tem direito à vida. É, é simples assim, cara. É simples assim. E o pessoal pró escolha não sabe argumentar em favor disso, cara.

¶88É incrível. Eh, sempre a mesma coisa, cara. Sempre a mesma coisa. Esses argumentos ruim. E os pró os os pródidas também não tão bom não, tá?

¶89Só para deixar claro. O Pavanato que também não argumentou bem não, mas eu fico abismado assim que o pessoal não muda, velho. Ass. Ninguém estuda a ética do do aborto, ninguém estuda teoria de identidade pessoal. E esse assunto, né, esse debate demanda esse tipo de coisa.

¶90Qual dos métodos você escolhe? Você prefere a sucção, sucar, sugar parte do bebê? Você prefere picotar ele em pedaços ou você prefere dar uma injeção letal que é proibida para animais nele para que ele tenha um ataque cardíaco? Escolhe o método. >> Você não consegue fazer debate, só tem sensacionalismo.

¶91Você não traz dado de nada aqui. Primeiro que eu acho engraçado, Pavanato, que você anda com só gente ruim, né? Você anda aí já andou com o pessoal do MBL, você tá no PL, o presidente do seu partido já foi preso, condenado pelo mensalão. Você anda com Flávio Bolsonaro, que inclusive agora tá >> Qual que é a relevância disso pro tópico, cara? Qual que é a relevância de Picop, velho?

¶92Qual que é a foca em relevância deop? >> [ __ ] que pariu. >> Tá sendo investigado por um grandíssimo esquema de corrupção, né? Vamos ver da onde que ele enfiou aí o dinheiro para fazer o filme do Bolsonaro. Você anda só com gente ruim, mas só você é bom.

¶93Nossa, eu acho isso interessante. Você é assim, meu Deus, um anjo na terra, né? Agora diga-me com quem andas, né? Que eu te direi quem tu és. você, a gente sabe bem de onde você vem.

¶94Agora, outra coisa que também me chama muito atenção, você não consegue ver nenhuma diferença entre um feto e um bebê que já nasceu, está com a sua família. Se você não consegue ver essa diferença, Pavanato, não tem nada que eu possa fazer aqui, porque para mim essa diferença é muito óbvia, muito óbvia. E essa é a diferença. Vocês defendem, na verdade, as coisas só na abstração. É só na abstração que você defende crianças negras.

¶95Você defende a criança negra quando? Quando ela tá lá no ventre, né? Quando ela não existe. Passou a existir e acabou. Eu te pergunto novamente, então, Pavanado, você que defende tanto bebês nelegros.

¶96O que que você faz então quando um bebê de 1 ano e 4 meses, quando um bebê de 1 ano e 4 meses, esse bebê morre por conta da política da Prefeitura Municipal de São Paulo, que é uma política de privatizar as creches da cidade. Quando se privatiza, o lucro é mais importante do que a vida de uma criança negra. Vocês não têm pauta, só criam espantalhos. Você fala que é contra o aborto porque você quer fazer cortezinho na internet, porque na verdade você é a favor de algo muito pior, que é abortar seres humanos vivos e que não ten mínima condição de vida com dignidade nesse país. >> Olha, sinto te informar, mas eh o bebê no útero, ele é um ser humano vivo.

¶97Sabe por que que ele é um ser humano vivo? Porque ele tem um DNA individual humano, porque ele está vivo, senão você não precisaria abortar. Então ele é um ser humano vivo. Então assim, você não defende seres humanos. Mas a questão para atribuição do status moral relevante, completo e, portanto, a atrib a passividade de atribuição de direito moral para um ser vivo, humano de qualquer outra espécie, digamos assim, é justamente o fato dele ser uma pessoa.

¶98Se o fet embrião ele não é estágio inicial de uma pessoa futura atual, de uma pessoa futura atual, então simplesmente o fato de ele ser um embrião afeto, ele não favorece a atribuição de um direito moral para ele em virtude dele não ser uma pessoa, ele não ser o estágio inicial de uma pessoa. O que importa não é o futuro potencial, mas sim o futuro atual desse embrão ou fetelor e segundo o princípio do futuro atual que a Elizabeth Harman motiva no texto The Ethics of abortion. Aqui, ó, a gente vai interesse, tá? Esse é o texto da Elizabeth Harman, tá? Foi publicado em 2025, tá?

¶9914 de maio de 2025, né? Numa quarta-feira. E aqui tem uma a parte, né, do argumento em questão, né? o argumento em questão sobre potencialidade, né? Ó, as objeções que nós consideramos na sessão 1.2 e 1.2 eh garantiam a as alegações no caso de que os fetos são pessoas e as pessoas têm um direito à vida.

¶100Essas objeções garantiam, no caso, as elegações 1, 2 e 3 do argumento do direito à vida, né, que é justamente esse argumento aqui, tá, pessoal? É esse argumento aqui que é apresentado no início, beleza? Então é concedido essa premissa, essa premissa e, portanto, essa daqui final, nessa conclusão aqui intermediária, né? H que, portanto, no caso do feto tem o direito à vida, né? Em virtude dele ser o quê?

¶101Uma pessoa, né, concedida ali na premissa dois e na premissa um, né, ã, que todas as pessoas têm um direito à vida e no caso na premissão de que o feto é uma pessoa, tá? Ah, e aí o argumento do violinista visa estabelecer que ainda assim seria moralmente permissível abortar, mesmo que a gente considerasse o feto uma pessoa, OK? Mesmo a gente considerar o feto uma pessoa, segundo o argumento do violinista da Jed Jarvis Thompson, seria moralmente permissível assassinar em certas circunstâncias fetos específicos, né? eh, seja no caso ali no caso da de uma gravidez oriunda de um abuso sexual, seja no caso uma gravidez oriunda no caso de uma prevenção, né? Ou seja, de um sexo ali que no caso ele envolveu a utilização de preservativos, tá?

¶102De preservativos. Ah, e aí o que acontece? Ah, já no caso desse tipo de argumento aqui, é um argumento que não concede o direito, né? Não concede no caso que o feto é uma pessoa e, portanto, tem o direito à vida, tá? Ó, vamos voltar agora para considerar o desafio para a ligação três, dos quais mant que o feto tem um direito à vida.

¶103né? Ah, o objetor mantém, no caso, que ter um potencial de se tornar um ser humano, né? Um ser com direito à vida ou uma um ser com status moral completo, não é suficiente para atualmente ter um direito à vida ou para atualmente atualmente ter um direito, né, enfim, ter um status moral completo, né, por assim dizer. Note que esse objetor também vai negar ou alegações um ou dois. Eles vão não negar a alegação um se no caso ela for lida com a alegação de que infetos tem status moral completo.

¶104Ou eles irão negar, no caso da alegação dois, se ela for lida com uma alegação de que todos os seres humanos têm um direito à vida. Na sessão 1.1, tá? Nós iremos considerar dois diferentes desafios para a ideia de potencialidade ser suficiente para o direito à vida. Aí aqui tem um o caso, né, do do enfim do soro, do soro e do gato, né, da quinta ser case, né, objection. Uhum.

¶105[roncando] E aqui tem a objeção em termos do princípio do futuro atual, tá? Que é esse que eu mencionei, que eu acho mais interessante do que esse daqui, tá? Esse caso do do soro, do soro nos gatos, né? Ã, mas enfim, vamos lá. The serum kiden case, né?

¶106Eu acho que esse caso do do soro do gato eu acho meio relevante, tá? Não não acho muito relevante não, mas enfim. Vamos lá. Ó, esse daqui é o ponto que eu ilustrei, ó. Uma outra objeção, né, que é alinhada com o princípio do futuro atual, uma outra objeção nega a significância do futuro potencial do feto ao contrastá-lo com a significância do futuro atual do feto.

¶107Argumentos para a ligação de que potencialidade é suficiente para o status moral podem incluir alegações tais do caso de que o feto é o estágio inicial de uma pessoa. Mas isso não é verdadeiro de todos os fetos. Para todos os fetos. algumas características de eh alguns fetos têm como estágios iniciais eh ali alguns fetos são os estágios iniciais de pessoas, os fetos que se tornam você, né? Ah, o feto que se tornou você era o estágio inicial de uma pessoa, mas muitos fetos não são, porque um feto morre previamente, ou seja, de forma primitiva, né?

¶108Em forma ah primitiva ali na gravidez. não há nenhuma pessoa tal que no caso eles seriam o estágio inicial daquela pessoa. Em uma visão, não é o futuro, a pessoalidade pessoal do futuro, ou seja, o potencial de pessoalidade futura, mas a futura, né, a atual pessoalidade futura que de fato favorece a o status moral, ou seja, a atribuição de status moral. De acordo com o princípio do futuro atual, fetos pronscientes que irão se tornar pessoas já tem eh que irão se tornar pessoas já tem o status moral. Enquanto no caso fetos préconscientes que irão morrer como préconscientes, né?

¶109Quando fetos como fetos préconscientes tem a uma ausência de estado moral. OK? Veja Harman, em 1999, no qual introduz o princípio do futuro atual e argumenta de que o princípio do futuro atual faz sentido de vários casos, né? vários várias alegações comumentemente mantidas, mas aparentemente conflitantes, tá? São no caso as seguintes, duas alegações de que aborto nos estágios primários requerem nenhuma justificação moral, enquanto não obstantemente é apropriado a amar e errado a danificar aqueles fetos primitivos dos quais estão começando a serem carregados até o final da gestação, né?

¶110Ah, OK. Então, basicamente é isso. OK? Basicamente, basicamente isso. Esse é o ponto, tá?

¶111Esse é o ponto. OK? Então, se o princípio do futuro atual for adequado, então no caso importa não é a potencial a pessoalidade futura que importa, mas sim a atual pessoalidade futura que importa para a atribuição do estágio do status moral ah ali para os fetos. E nós sabemos, no caso ali que eh de fato, afetos, no caso ali préconscientes que irão morrer, né, que não morrer como fetos preconconscientes não tem estatus moral, né, ah, ali em questão, né, mas é isso, né? É isso.

¶112O Capcen tá falando, vai ter gente achando que os dois estão arrasando. Isso que dói. É [ __ ] velho. E os dois estão ruim, velho. Ruim demais.

¶113Mas vem rolaros vivos. Você fala: "Ah, nossa, o Flávio que está com você, ele está sendo investigado por corrupção. O Lula que você votou foi condenado, minha filha, e você não ligou. Então, ética não é a sua prioridade. Ética não é a sua prioridade porque você relativiza a vida humana.

¶114Você defende que o ser humano seja morto no ventre das mães. Você fala: "Ah, o que que você fez?" É sempre a mesma dicotomia. Ou você def ou você é é contra o aborto e ou você defende crianças depois que nascem. Eu posso defender as crianças depois que elas nascem e também antes de nascer. Por exemplo, eu deixei R$ 600.000 emendas com amparo maternal na cidade de São Paulo.

¶115Exatamente. Para ajudar mães com filhos pequenos, mã mães que não têm estrutura familiar e que precisam de ajuda para poder cuidar dos próprios filhos. Eu fiz minha parte. é que foi uma promessa de campanha, inclusive tentar defender a vida, não somente e defendendo que a prática criminosa do aborto que você defende seja proibida, mas ao mesmo tempo também ajudando as mães para que elas não precisem abortar, para que elas tenham uma boa condição de vida. Aí você vem me falar: "Não adianta você usar a palavra feto para tentar desumanizar, porque sabe quem fez isso?

¶116O nazismo fazia isso. Tratava judeus como animais. O Ai, [ __ ] que pariu. Bigodismo não, cara. É, virou comum agora em qualquer discussão sobre esses assunto meter bigodismo para cima de dos dois lados, né?

¶117Ai, [ __ ] >> Nzismo tratava negros como animais. Quando você chama de feto, você tá tentando tirar o peso moral do que você tá fazendo. Aborto é matar uma vida humana em defesa. In. >> Ó, você tá perguntando o que determinaria um feto ter status moral.

¶118Então, o fato de ter características moralmente relevantes, como aciência, por exemplo, tem uma subestrutura neurofisiológica ali já, ah, que possibilita, no caso, a existência já de certos estados psicológicos, né, e pacotes de estados psicológicos contínuos e não ramificados ali de certo modo, né, pacotes de estatus psicológicos contínuos ali e não não ramificados ali, já naquele feto, né? Então, isso já favorece a atribuição de status moral ah completo para aquele feto, né? Hã, ao ponto, no caso, dele ter um direito à vida, de ser atribuível um direito moral à vida. OK? Então, basicamente é isso aqui, na minha visão, favorece a atribuição de status moral ao feto completo, de modo a permitir com que ele tenha de certo modo ali, direito, né, um direito à vida.

¶119Antes disso, no caso, não tem direito à vida. Antes disso, pode, no caso, abortar antes do primeiro trimestre. OK? Basicamente esse é o ponto, certo? Pers [roncando] per um.

¶120Joia isso de acordo com no caso a teoria de identidade pessoal que é o endóceo, tá? Que é basicamente teoria de continuidade psicológica de pacostes de estados contínuos psicológicos inocente no vento e da mãe. Para quê? Para não lidar com a própria irresponsabilidade. Ou seja, a mulher deita com deita-se com vários homens, não se previne, engravida e o que que ela faz?

¶121Ela mata, ela corta como se fosse uma verruga o próprio filho. Isso para você é normal, é moralmente aceitável. Então você não tem eh capacidade, você não tem e estatura, envergadura moral para poder falar de de ética, porque não existe nada mais antiético do que defender o assassinato sistêmico de crianças no vento. Isso você defende. Então não adianta querer: "Ah, é um feto, é um feto, não.

¶122Feto é um quê? É um ser humano menos desenvolvido que você quer matar". É exatamente isso. Então não adianta eh vir com um papinho, nossa, eu defendo a moral, você não defende as crianças depois que elas nasceram? Eu defendo sim e defendo elas no ventre.

¶123Já você não faz nada pelas que nasceram e ainda defende que elas sejam mortas no ventre. Então eu defendo os negros quando antes deles nascerem, depois de nascerem. Eu defendo as mulheres antes delas nascerem, depois de nascerem. Você não, você >> não, não é arbitrário, porque é a teoria de identidade pessoal que é o idoso. Ã, existem várias motivações para essa teoria de identidade pessoal.

¶124Uma delas é relacionada justamente o o experimento mental do transplante de cérebro, né? Ah, bom, vamos imaginar aqui o cenário na onde no caso ocorra um transplante de cérebro de uma pessoa para outra, né? ou de uma hemisfério do cérebro de uma pessoa para outra, etc. E no caso, em virtude desse transplante, simplesmente essa pessoa inira todas as memórias, as crenças, a personalidade, ah, enfim, os estados afetivos, né? Ah, enfim, conativos ali, mentais conativos daquela pessoa, aliás, seus, né, propriamente naquele outro corpo distinto.

¶125Nesse caso, parece razoável dizer que aquele corpo é você agora, entendeu? Ah, e uma outra razão, no caso, para se objetar contra teorias ali que no caso atribuem a estabelecem a pessoalidade em termos de uma alma substancial, né, de uma alma substancial, né, nesse caso aí um dualismo de substância cartesiano, interacionista ou algo assim, né, de que no caso, na verdade, o que é você é uma alma imaterial que persiste ao longo do tempo, digamos assim, e se vincula com esse corpo, né? é uma substância cogitante, né? uma coisa cogitante, uma res cogitance em contraposição, no caso, a substância extensa ou a resistência, é justamente no caso ali os argumentos da individuação, né, que eu expuso no caso numa live que eu tava com sanky, né, de certo modo. Ah, e o argumento, no caso, em termos da o problema da interação de certo modo, e também a objeção com relação à adequação de você inferir, no caso, a existência dessa alma e material, né, a partir de argumentos de concebibilidade ou de introspecção, né?

¶126O argumento de concebibilidade, ele sofre de certos problemas, né, que nem o argumento que o Renê Decart avançou em favor do dualismo de substância. Ele sofre de um certo problema porque ele depende de um de uma epistemologia modal liberal demais. E aí a gente já sabe que no caso de acordo com o ceticismo modal mitigado do Felop Leon, é inadequado a gente inferir, né, a gente inferir ali a questão da existência de uma alma imaterial, né, de que nós somos almas desencarnadas, né, a nossa pessoalidade, a nossa pessoa é uma alma desencarnada ou qualquer coisa assim a partir no caso dessas ah a partir do caso de certas inferências ali ou de certas de certos âmbitos, né, que envolvem no caso a obtenção de conhecimento acerca de possibilidades reais, né, de fatos modais a partir no caso de fatos modais, né, a partir no caso ali de da mera concebibilidade, né, da mera concebilidade ou qualquer outra capacidade mental que nós temos, né? Então, o mero fato de você conceber, imaginar, enfim, intuir ou qualquer coisa assim e que no caso você é uma alma imaterial, é algo duvidoso, né? Segundo no caso a argumentação do Philip Leon, tá?

¶127Ah, por conta do cicismo modal mitigado, né? Mas enfim, esse tipo de coisa. Quem quiser entender, né, a questão do cicismo modal mitigado, tem esse videozinho aqui no meu canal, tá? Ah, tem um vídeo sobre ceticismo modal mitigado e também sobre empirismo modal. Vou colocar aqui rapidinho, só para vocês verem que ele é bem curtinho.

¶128Ah, bem curtinho. Cticismo modal. Ó, vamos ver aqui rapidinho. Vamos lá. Vamos lá.

¶129Vamos lá. E >> um dos argumentos em favor da existência da alma, né, e material é justamente o argumento da concebibilidade cartesiana, né, que é chamado argumento concebility argument, né, em favor da da noção de uma alma e material. Só que sofre desse problema aqui. Deixa eu, deixa eu ver aqui rapidão. Não entra.

¶130E o lance dele é genial. Ele não vai dizer que essa resposta está errada, não. Ele vai atacar as ferramentas que a gente usa para chegar nela. Ele nos faz perguntar: "E se a nossa imaginação, a nossa própria razão? E se essas ferramentas forem, na verdade, inadequadas dessa tarefa tão gigantesca?" E aqui a gente chega na primeira grande dúvida dele, que vai direto ao coleção do problema.

¶131A gente pode mesmo confiar na nossa imaginação para saber o que é realmente possível ou impossível no universo. Isso é o que os filósofos chamam de conhecimento modal. E é aqui que o chão começa a tremer. Prensa comigo. Todo o argumento para um ser necessário [música] depende da gente poder dizer: "Ah, é possível que o universo nem existisse." Mas como é que a gente tem essa certeza?

¶132Nossa capacidade de imaginar as coisas evoluiu para resolver problemas práticos do dia a dia. Tipo, será que eu consigo pular esse riacho? Ela não foi feita para especular sobre a existência ou não de toda a realidade. É uma escala completamente diferente. E para deixar isso bem claro, o Leon usa um exemplo que é simplesmente genial.

¶133Tenta aí. Imagina uma barra de ferro flutuando na água. Fácil, né? Na nossa cabeça isso parece super possível. A imagem vem na hora.

¶134Mas é aí que tá a pegadinha. Ele nos convida [música] a olhar os detalhes. Por qu? Vamos lá. Para uma barra de ferro de verdade flutuar, a densidade dela teria que ser menor que a da água.

¶135[música] E para isso acontecer, a gente teria que mexer na estrutura atômica dela de um jeito tão radical que ela simplesmente deixaria de ser ferro. Entende? O que você imaginou não era ferro flutuando, era outra coisa com aparência de ferro. A sua imaginação te passou a perna nos detalhes. Então, esse ceticismo dele se apoia e em três pontos principais.

¶136Primeiro, o problema dos detalhes que a gente acabou de ver. Segundo, os falsos positivos. A nossa imaginação consegue criar cenários contraditórios. Pensa numa conjectura matemática. A gente consegue imaginá-la sendo verdadeira e consegue imaginá-la sendo falsa, mas as duas coisas não podem ser verdade.

¶137E por último, o argumento evolutivo. Nosso cérebro evoluiu para sobreviver, para saber se dá para pular de uma árvore, não para entender a origem do cosmos. A gente simplesmente não tem o hardware para isso, ok? Então, se a nossa imaginação é tão furada assim, o que dizer das >> E é isso. E aqui no comentário fixado tem o artigo em questão, tá?

¶138Aí ele fala sobre a questão das mentes desencarnadas aqui, ó. Ó, nesse sentido, pode-se considerar que a afirmação sobre o início da existência de todos os particulares concretos esteja em pé de igualdade com as com a controvérsia premissa modal, por exemplo, de possibilidade, né? Ah, do argumento modal de plantiga. Possivelmente um ser ancano existe, né? Ah, e aqui possivelmente no sentido metafísico, tá?

¶139É, ou seja, realmente possivelmente um ser anciaminano existe, tá? Outros argumentos de concebibilidade para o dualismo, possivelmente, ou seja, realmente, possivelmente, ah, eu existo à parte do meu corpo, né? Ou algo assim, né? que é basicamente o tipo de argumento que o Rencart avançou, tá, nas meditações dele, né? Ah, aliás, não lembro se foi nas meditações ou algum outro texto.

¶140Faz tempo que eu não não vejo. Eu não lembro exatamente se foi nas meditações, mas acho que foi nas meditações também, tá? Ah, foi nas meditações junto com o alinhado com o cogito, né? O cogido ergonum, né? O cogito logo sou um ser congitante, né?

¶141O algo assim. Ah, enfim. E tem também o argumento da introspecção, né? Só que na introspecção também existem problemas com ele, porque se você fecha os seus olhos e você introspecte, se você introspecta internamente com você e você presta atenção justamente dos estados mentais, né, no fluxo de estados mentais ali da sua mente, coisa e tal, você vai perceber que não existe um eu fixo propriamente, né? Inclusive esse é o ponto dos budistas no da meditação também, de certo modo, OK?

¶142Então, a introspecção não é o meio adequado de você, através dela você tomar conhecimento da ideia de que você é uma alma desencarnada ou algo assim, de que a sua pessoa, né, o David, por exemplo, é uma alma desencarnada ou algo assim, né? Ah, além de algumas dúvidas sobre a confiabilidade até da nossa introspecção para a gente saber acerca de alguns estados mentais internos nossos e coisa tal, né? Eh, pode ter algumas dúvidas aí também em algumas circunstâncias, mas é isso. OK? Então, esses são os argumentos cartesianismos e se você mina eles, isso você avança algumas razões positivas, como o problema da interação entre alma e corpo, né?

¶143Ah, entre o âmbito da alma e o corpo físico, né? E também no caso ali o problema referente no caso ali a a individuação, né, da das almas, né, a individuação das almas em relação à sua conexão com certos corpos, né? Ou seja, de que no caso essas almas estão individuadas e em termos de estarem conectadas com o único corpo, né, e não com vários corpos ao mesmo tempo, que permitiria, no caso, várias almas serem instanciadas no meu corpo, né, nos dedos ou enfim, na minha cabeça, enfim, nas partes baixas e qualquer coisa assim, né? Ah, o que seria um problema, né? Porque a gente tem que atribuir ah um status moral pleno para cada parte do nosso corpo.

¶144E nós não poderíamos, no caso, danificar nenhuma das partes do nosso corpo, né? porque poderia ter uma alma vinculada com cada parte do nosso corpo. Eh, esse é um problema ali também pro dualismo de substância, tá? Ah, é um outro problema, o problema da individuação, OK? Então, então é isso.

¶145Então, essas são as razões pelas quais eu sou um defensor, no caso ali da visão de continuidade psicológica, tá? Tem tem outros argumentos também, mas esses são alguns argumentos que eu uso contra a visão da alma, tá? De que nós somos alma desencarnadas ou algo assim. Ah, você defende que o egoísmo sacrifique crianças. Então, a pessoa pode ser responsável, a pessoa pode engravidar de quem ela quiser, porque ela vai lá e mata, esfaqueia literalmente o próprio filho, corta os pedaços dele e para aí tudo bem.

¶146Aí tudo bem, ah, como eu não vi, o que o olho não vê, o coração não sente. Mas uma vida está sofrendo no ventre. Então assim, é triste ver que pessoas que querem se colocar no debate público tenham tanta baixeza moral, baixeza. Ah, vamos lá. O Pavanato tá no modo retórico aqui, né, como vocês estão vendo.

¶147Mas o Perzum ele manda o seguinte, ó. Mas a sensi ou capacidade de sentir não decorre de um cérebro, não exatamente, mas sim de um cérebro com, no caso, o sistema nervoso central formado e que ilustra um certo substrato neurofisiológico ali relevante, né, mínimo, que permite, no caso, esses estatus psicológicos, estarem alinhados e atrelados a eles, OK? Serem ilustrados por eles, ah, por esse cérebro. Ah, porque se você coloca semência como condição necessária e suficiente para ser pessoa, como ficariam quem está em coma? Ah, vamos lá.

¶148A pessoa que está em coma, ela não deixou de ser senciente, tá? Só para deixar claro, ela ainda sim tem certos estados psicológicos contínuos não ramificados. Ela ainda continua sendo uma pessoa, tá? Só para deixar claro. Ah, a senciência não envolve só, no caso, a questão da dor ou algo assim, envolve certos estados psicológicos mínimos existentes na pessoa, tá?

¶149Então, calma lá, calma lá, OK? H, então isso ainda assim ilustraria que elas têm direitos, mesmo estando em coma, né? Que você não pode fazer qualquer coisa que você quiser com aquela pessoa só porque ela tá em coma, né? Porque ela não está totalmente ausente de certos estados mentais relevantes ali que permitem, no caso, ela experienciar certas coisas do ponto de vista de primeira pessoa, OK? De primeira pessoa, só para deixar claro.

¶150Beleza? Então é isso, digna dos piores ditadores. Você tenta me colocar o lado de pessoas ruim que eu repudi aqui, mas você tem posicionamentos semelhantes ao posicionamento do Mussolini, ao Hitler. Quem diria se o Hitler pudesse descobrir que uma criança judia nascer no vento, ele mataria todas. Então assim, o pensamento é igual, é da mesma natureza.

¶151Aliás, maior genocídio de >> ele tá insinuando que a Letícia Chagas está definindo eugenia, tá pessoal? Eugenia, ou seja, aquele que a Letícia Chagas tá defendendo morte de fetos de embriões para favorecer o quê? O aprimoramento genético. Porque é isso que esse o discurso bigodista advogava, tá? Advogava exterminar raças inferiores e favorecer, no caso, o aprimoramento genético com as raças superiores, né?

¶152No caso, a reprodução e ampliação de raças superiores, né? Nesse caso, a raça ariana, né? Ah, então nesse caso aqui a acusação que ele tá fazendo é seríssima, tá? é seríssimo o tipo de acusação que ele tá fazendo. E é óbvio que próes escolhas não precisam aprovar toda e qualquer tentativa de se abortar pessoas por toda e qualquer razão que seja, mas não significa que eles defendam quem se deva proibir em virtude disso.

¶153Justamente por cetos embriões eufetos não serem pessoas em estágios iniciais de vida, né, de desenvolvimento, aliás, no da gestação, é que no caso eles não podem ser visto como vítimas de qualquer coisa que seja. Eles não se quer pessoas ainda para ser vítima de alguma coisa, para ser vítima de eugenia ou qualquer coisa assim, entendeu? O que a gente pode dizer é o seguinte, que mesmo que eles não sejam pessoas, ainda assim a razão pelas quais certas pessoas podem abortar pode ser por razões eugênicas também. E isso é moralmente reprovável caso a gente descubra. Mas não significa que a gente deva criminalizar isso, né?

¶154criminalizar essas pessoas de abortarem, pedir elas de abortarem só porque as razões pelas quais elas vão tomar como base para justificar o eles para levar esses embriões ofertos para serem abortados, né, na clínica de aborto são razões ah eugênicas, né, ah por assim dizer, se eles não estão danificando a vida de nenhuma pessoa, eles não estão assassinando uma pessoa, então esse caso, eles não estão cometendo nenhum crime. embora as razões do aborto deles, né, que não é um assassinato nessa circunstância, ah, pelo menos não até o até o primeiro trimestre, ah, mesmo que as razões para eles abortarem sejam terríveis, tá? E aí a gente possa condenar essas razões pelas quais eles estão abortando e possam reprimir essas pessoas caso a gente descubra que elas só estão abortando os embriões ou os fetos no períodos nos estágios iniciais de desenvolvimento ali o nome da gestação, só por causa de uma característica moralmente arbitrária que eles estão tomando como base para discriminar certas pessoas que nasceriam se eles deixassem esse efecto desenvolver-se, né? Ah, então um progressista pode condenar esse tipo de coisa, pode condenar eugenia, seja uma eugenia autoritária, né, que é o mais claro exemplo disso, né, que seria criminoso generalmente, ah, seja liberal, né, que aí já tem uma discussão em ética aplicada se é permissível moralmente se abortar por desse tipo de razão ou não, né, esse tipo de coisa. [roncando] Não, feto não tem feto.

¶155Não tem fet não tem. Me persquou sobre a origem do planent nos e eu com a Mar Ranger. As ideias dela pareceu bem. Não cheguei a aprofundar não, não cheguei a pesquisar muito a fundo não. Planet Planet Pared Hood.

¶156né? Ah, não cheguei a ver não, mas se no caso a razão, né, motivações que se listavam em favor da liberação a do aborto, tinha um teorenista, eu condeno esse tipo de teor, né? Ah, eu condeno esse tipo de teor, mas não significa que não seja, a gente não deva lutar pela permissibilidade moral do aborto, caso de fato a gente consiga estabelecer que pelo menos até o primeiro trimestre o feto ou embrião não seja uma pessoa e, portanto, não tenha direito à vida. Todos os tempos é o aborto, 73 milhões de mortos e você defende. >> O debate não é se eu defendo o aborto, é se o estado deve ou não proibir o aborto.

¶157E você, como se distão liberal, agora contraditoriamente tá defendendo que o estado intervenha cada vez mais na vida da família brasileira. >> Exatamente. Porque eu sou liberal, eu defendo a vida, que é o princípio que vem de antes de todos os outros. Eu não sei se você sabe, mas na filosofia liberal, quando você lê John Lock, ele vai dizer que os princípios fundamentais são vida, liberdade e propriedade. Ou seja, a vida ela vem antes dos outros direitos, porque se eu não tenho vida, não posso ter liberdade.

¶158Então é exatamente essa proteção da vida que é fundamental. Quando você coloca o princípio da liberdade de uma pessoa em contraponto com a vida, qual que é mais importante? A vida. A vida. Esse é o princípio mais importante.

¶159Mas você despreza. Você despreza. Você não consegue eh sustentar uma posição. Por quê? Porque ela é imoral.

¶160Você não consegue sustentar essa posição. Me explica por que um bebê antes de nascer ele ele é menos digno do que depois que ele nasceu. Por quê? Que que muda? Que muda que a mulher não viu?

¶161O >> que muda é que ele passa a ser uma pessoa e não exatamente depois de nascer, é depois do primeiro trimestre, OK? A partir do momento que ele ilustra, no caso, pacote de estados psicológicos contínuos vinculados e lastreados no substrato neurofisiológico, o que é possível em virtude desse substrato neurofisiológico desenvolvido o suficiente para permitir esses estados, esses pacotes de estatus psicológicos de existirem e, portanto, no caso, o feto ser sem, OK? Então, é aí que entra a questão da atribuição de direito moral à vida, OK? Então, direito moral à vida está conectado com isso. O direito moral, a vida está conectado com isso.

¶162Sim, ô persa. Sim, o suficiente para saber que ele não é senciente até esse período, né? A partir desse período, que é um período ali razoável para se identificar. no caso se se ele tem sem ciência ou não, né? Que a característica moralmente relevante ali para a gente considerar a questão da atribuição de um direito moral à vida, certo?

¶163Perce e você pesquisou? Se sim, diga aí. [roncando] >> A mulher não viu? Aí fala: "Não, nós defendemos as mulheres." Por isso que a gente defende isso valela, não defende a mulher no ventre e não defende a mulher que faz o aborto também. Porque 81 as mulheres que abortam tem 81 >> Nutri Marafiot nutrição esporte, mas se você sabe que o ser biológico antes do terceiro trimestre está em processo contínuo, está em potencial de adquirir essas funções, decidir você também está tirando a potência de existência.

¶164Sim, mas o que importa, segundo pelo menos a argumentação do princípio do futuro atual, é justamente o futuro atual desse feto e não o futuro potencial, né? A pessoalidade em termos de futuro ah potencial ali do feto, entendeu? eh, se tornar uma pessoa, né, mas sim a futura atual em termos de pessoalidade do féon, né, ah, como ilustrado pela argumentação dela. Eh, e tem outras argumentações também, né, de certo modo. Pesquisei pelo livro do Kth Morer.

¶165Interessante. Ah, e só uma correção, como é ausência de consciência? Calma lá, não é ausência de consciência completa, não, tá? Ainda tem alguns estados psicológicos mínimos. Ausência de consciência completa é morte.

¶166É morte, tá? É morte. Beleza. É morte. Ainda tem alguns estados mentais ali vinculados com aquele com aquela pessoa que está em coma.

¶167%% mais de chance de depois terem problemas psicológicos. Ou seja, o aborto é um trauma que vai prejudicar a saúde psicológica das mulheres. Então você também não defende a mulher que aborta. Você só defende o egoísmo. O egoísmo.

¶168O egoísmo que mata crianças. O egoísmo que mata mulheres. Até porque também não existe aborto seguro ilegal. Todo aborto é um risco. Mulheres não tá.

¶169Existem formas de se abortar menos invasivas, né? Inclusive a Tai Vasconcelos e a Michele ilustraram justamente isso e resposta a Roberta Leiton e a Mariana Liscano, né? Ah, lá no debate do Spectrum também, né? De certo modo aqui no Zona Nutra, né? Ah, onde no caso elas comentaram sobre a questão da agulha, né?

¶170Da agulha que é colocada e que no caso favorece com que o coração do feto, né? Pare de bater e coisa e tal, né? E ele morra, digamos assim, né? Ele seja ah expelido, né? Tem, no caso, um método ali que seja extremamente invasivo ou qualquer coisa assim, né?

¶171Ah, tem no caso a próprio método de sucção, né? O próprio Gutu abortarias comentou sobre o método de sucção. Enfim, tem métodos ali não invasivos, né, digamos assim, que são mais seguros. Então, o que ele tá falando aqui é só bobagem, tá? Só bobagem.

¶172Fake news. Mas enfim, vamos lá. morrer, morrer eh abortando tanto se for um aborto legal quanto se não for. Então assim, é é triste ver que para geração moderna, para pessoas como vocês do pessoal, a pessoa não precisa ter responsabilidade. Sabe onde a pessoa pode escolher ter um filho ou não ter?

¶173Na cama. Aí ali ela escolhe se ela quer ter o filho ou não. Depois de grávida, ela tem que arcar com a responsabilidade. E quem defende e pratica o aborto tem que sim ser combatido pelo estado. Até porque da mesma forma se eu se eu dissesse você diz: "Ah, eu não sou a favor do aborto, eu sou a favor da legalização".

¶174É a mesma coisa eu falar: "Não, eu não sou a favor do assassinato, mas eu quero que legalize o assassinato". É óbvio que você quer que aconteça. Você legaliza para facilitar a prática. Favanato, você mente que nem sente mesmo. E não é porque você tá gritando que as mentiras que você tá falando viram verdade.

¶175A verdade é que todo mundo que tá assistindo sabe muito bem que no Brasil as leis não valem para todo mundo. E você até agora não respondeu o que eu te trouxe aqui, que é um fato. Mulheres pobres abortam, mulheres ricas abortam. Quem é criminalizada é mulheres pobres. A lei não funciona para mulheres que têm dinheiro.

¶176E o que a gente tá discutindo aqui não é se eu ou você somos favoráveis ao aborto. Se você é contra o aborto, você vive no mundo em que você não é obrigado a pedir pra sua companheira fazer. Pronto. Se você é contra o aborto, pregue, vá na igreja, pregue para as pessoas nunca abortarem. Vá lá no parlamento e pede para as pessoas não abortarem.

¶177Você tem total direito de dizer, de dizer isso. Agora, o que é bastante estranho, eu não sei que liberalismo é esse que você conhece, é muito estranho para mim um cara que se diz liberal, na verdade está defendendo que o estado intervenira. Aliás, não é estranho, porque é justamente isso. O liberalismo é liberdade para quem tem dinheiro e controle total sobre a população que não tem. Todo mundo sabe que o aborto é um fato.

¶178A sua opinião, a minha opinião não importa. E o que eu estou debatendo aqui é que mulheres que fazem aborto não devem ser presas e criminalizadas. Por isso, as mulheres que fazem aborto não devem ser presas e nem feita chacota delas por pessoas como você, que não sabem nem o mínimo de economia de história que dirá de saúde da mulher. >> Bom, é interessante a a incoerência, né, de tudo que você fala. Eh, mulheres ricas abortam, mulheres pobres abortam e ambas são criminosas.

¶179Ambas estão matando. Ah, mas se você não quer abortar, não aborte, então. Então, beleza. Então, se o meu vizinho tiver matando o filho dele, eu vou ficar quieto? Não, eu vou intervir porque eu defendo a vida.

¶180Ah, mas você é liberal e você não defende os princípios. Exatamente. Ser liberal é é você acreditar que o estado tem um escopo limitado. E sabe qual que é o principal função do estado? Garantir a vida, proteger a vida.

¶181Então assim, é é muita distorção do ter. Ah, você não estuda toda hora, você não estuda, você não estuda e você e você não conseguiu definir aqui para mim por que uma vida é menos digna antes de nas antes de nascer do que depois que nasce. Você não conseguiu definir, você não conseguiu aprofundar aí para um debate filosófico porque você arrasa. Eu até esperava inclusive um debate um pouco mais profundo, mas você é incapaz. >> Pavanato, se você não sabe de >> É, de fato, essa argumentação, velho, da Letícia Chagas é [ __ ] velho.

¶182Ah, de fato é complicado, velho. Ela em nenhum momento ela conseguiu justificar de fato que o aborto é moralmente permissível, né? De certo modo, eu não avançou argumentos em favor da teoria de identidade pessoal vinculado com pacotes de estados psicológicos contínuos não verificados, enfim, não não ilustrou nada assim que contribuísse de fato genuinamente para por conto dela. Não avançou argumentos em favor da de uma posição para escolha, né, como os que eu mencionei aqui. Hum.

¶183complicado, mas também o Palanato, como eu disse, não suportou adequadamente a visão dele de dualismo de substância ou dualismo ilórfico para estabelecer a pessoalidade de alguém ou qualquer coisa assim, né? Então, tão [ __ ] Ã, o pers tá falando aqui, ã, não, morte é fim, perfusão sanguínea e cerebral. Chama morte cerebral, inclusive, como é total ausência de consciência. Alguém em coma não tem estados psicológicos. Não tem estados psicológicos, acho que é um pouco forçado.

¶184Você não diria que não tem estado psicológicos que ilustre, no caso o nível de consciência, né? consciência assim, ah, que é chamado de, como é que fala? Acho que é metaconsciência, né? Você estar consciente de que está consciente ou algo assim. Ah, então você não tem metaconsciência, né?

¶185Eu acho que é isso que você quis dizer. Ah, o fato de ter certas atividades cerebrais mínimas, né? Atividades cerebrais mínimas que permite, no caso ali, ah, se atribuir, né? No caso ali, ah, a pessoalidade da pessoa ainda vinculada com ela ou algo assim, né? Ou seja, ainda assim, a apresentação nível de continuidade psicológica ali mínima, por assim dizer, já favorece no caso com que aquela pessoa seja ainda assim ela mesmo estando em coma, entendeu?

¶186É esse ponto. Se tem atividade cerebral mínima, então tem atividade psicológica mínima com pacotes de estados psicológicos contínuos justa apostos e conectados, né? Apresentando conectividade mínima que permite a gente dizer que aquela pessoa ainda continua sendo uma pessoa e ainda continua viva de certo modo, né? Ah, então é isso. Mas vamos lá.

¶187Eh, pelo menos na visão de continuidade psicológica, né, que eu defendo teoria de identidade pessoal. OK? Então, isso, ou seja, a mesma base estando em coma, ela ainda apresenta estatus psicológicos mínimos, mínimos ali que favorecem, no caso ali com que com que no caso ele ele seja o estágio posterior de uma pessoa, digamos assim. Isso não seria análogo ao feto não, porque o feto não tem esse substrato mínimo, né, neurológico que permite ele ter estados psicológicos contínuos e não ramificados, né? Ou seja, capacidades psicológicas mínimas ali, ah, que permita, no caso, você atribuir um direito para ele em certos estágios, em certos estádios de desenvolvimento, pelo menos.

¶188OK? Eh, esse é o ponto. Por isso que não é análogo ofeto, é desanálogo, [roncando] entendeu? Vamos lá. Mas enfim, bora >> diferenciar o que que é uma criança no vento, o que que é uma criança nascida.

¶189Eu não tenho nada o que te explicar aqui. Ninguém tá debatendo dignidade aqui, não. As pessoas, o que eu tô debatendo aqui é a incapacidade sua de ter proposta para uma criança viva. >> Crianças antes de nascer e depois tem o mesmo valor. >> A minha segunda afirmação é: professor não é vagabundo.

¶190>> Esses outros assuntos não me interessam muito de [roncando] Não me interessa muito, pessoal. Ah, deixa eu ver se tem alguma coisa aqui que a gente possa abordar. Não tem nada aqui de interessante, cara. Deixa eu ver. [roncando] Ah, >> deixa eu ver que que eles discutiram antes isso aqui que eu não lembro.

¶191Eu cheguei a assistir um pouquinho disso aqui, mas eu não lembro exatamente que que eles discutiram mais. Deixa eu ver. Só uns temas assim que sabe não me interessa nem pouco, mas enfim. Vamos lá. >> Aí você e não tem cheque.

¶192Não tem. >> E qual o estágio de desenvolvimento? Opers. Ah, e essas reações elas se vinculam, no caso com estados psicológicos ali mínimos. Feto tem atividade cerebral?

¶193Sim. Em que período? Em que período? No caso que ilustra sem ciência neles? É isso.

¶194Que período? Em que em que estágio de desenvolvimento de estacional? em qualquer estágio. Então, sei lá, concebeu o o embrião, desenvolveu, virou um fetinho nos está de desenvolvimento. Então, já tem isso.

¶195É isso. Não, você é religioso, Pers? Eu já tive tentando argumentar em favor de posições religiosas aqui. é religioso. Bom, pessoal, vou esperar aqui.

¶196Vocês querem mandar algum vídeo, algum vídeo para reagir aqui? Mandem aí, pessoal. Mandem, mandem, mandem. Deixa eu ver quantas pessoas estão aqui na live. Deixa eu dar uma olhada.

¶197Tem qu 14 pessoas aí. Manda aí, pessoal. manda um live px para nós, um vídeo aí que vocês queiram que eu reaja porque se usar o seu critério de ausência de consciência, mas meu critério não foi ausência de consciência, foi justamente ter um substrato neurofisiológico mínimo que permita ter pelo menos ali estados estados psicológicos primitivos, né? Estados psicológicos contínuos, não remificados primitivamente e que apresenta continuidade e conectividade entre eles. Isso estabelece a pessoalidade de alguém para caracterizar aquela aquele ser vivo como uma pessoa e a partir disso é atribuível um status moral completo para aquela pessoa e, portanto, um direito à vida para ela.

¶198Esse é o meu critério. Meu critério não é a tem ausência de consciência. tem presença de consciência no sentido de o estado meta meta eh metacognitivo, né, de consciência ou algo assim. que tá fazendo. Ninguém vai mandar, pessoal.

¶199Taperão, link para entrar na live. Aqui não é live de de não é live de discussão aberta não, cara. O que que você gostaria de discutir, Taperão? M. Plus F9964.

¶200David, salve GoPlus. Ah, diga plus. >> Fala aí, Taperão, o que que você queria discutir. Você tá pedindo o link da live, só para ter uma ideia. Perum.

¶201Pois é, alguém não, como não tem isso, que que você fala metacognição e também cognição, né? No caso ali, o âmbito da percepção, é isso. Mas ela tem atividade cerebral mínima e ela ainda assim é um estágio posterior de uma pessoa, não é? No sentido relevante que eu mencionei, não é? Só conversar e trocar ideias.

¶202Entendi. Sobre o que que você queria trocar ideia? Taper só para ter uma noção. Go Plus, explica só um pouco do socialismo de mercado liberto. Explico sim.

¶203Ah, a visão do socialismo de mercado liberto, né? Primeiramente a gente tem que definir o que que é socialismo no sentido relevante, né? dos socialistas de mercado liberto. O Gear Charter, ele tem um texto presente aqui. Ah, deixa eu pegar aqui de novo.

¶204>> Texto presente aqui, né, num dos capítulos aqui nesse texto onde ele fala sobre fins socialistas e meios de mercado, né, em um dos capítulos. Ah, eu sempre esqueço o capítulo exato, né, a numeração do capítulo exato, mas é um dos capítulos aqui, ó, tá presente aqui nesse livro, OK? Esse livrinho aqui que é muito bom, tá? Recomendo vocês adquirirem aí, tá? No comentário fixado o link para vocês adquirirem.

¶205Se vocês adquirirem, vocês me ajudam com comissão, tá pessoal? Com comissão. Então, adquiram aí, OK? S o anarquismo de Mercado Liberto do Charles Johnon e do Gary Charter, tá editado por eles. É um livro de 2011 e no original é o Market Nat Capital, foi traduzido aí pela editora Conquin.

¶206E eu tô em parceria com eles vendendo por uma comissão, tá? em troca de uma comissão. E aí o que acontece, hum, nesse capítulo, o Charter, ele traz uma definição de socialismo ali que visa abarcar a os mutualistas, né, os anarquistas individualistas mutualistas do século XIX, tá? Dentre eles o próprio Benjamin Tucker, que é o exemplo mais claro que ele traz ali, né? Um exemplo mais claro que ele traz de um anarquista de mercado liberto, OK?

¶207E basicamente ele define o socialismo como sendo a visão, né? Ah, como tendo, no caso uma versão, digamos assim, de estado, né? Uma visão autoritária de estado e uma visão libertária, né? Ali que é justamente essa dos defensores do mercado liberto, OK? Hã, que é basicamente o seguinte, né?

¶208O socialismo ele é caracterizado em termos do combate ao chefismo, né? Bosses, ã, chefismo, né? O bosses, que é basicamente a ideia de que existem certos burgueses, né? capitalistas, né, grandes burgueses, capitalistas, etc., que são donos e exercem um certo nível de controle maior do dos espaços de trabalho, né? Ah, ou seja, são chefes que exercem comando ali, né, de uma forma de uma hierarquia rígida e coisa e tal.

¶209Ah, o socialismo ele é oposto a esse tipo de âmbito, né, esse tipo de coisa. E o socialismo ele é oposto. Há, no caso, um arranjo ali, né, onde há uma simbiose entre o estado, né, de certo modo ali, e essas grandes capitalistas, né, em forma de conseguir privilégios de certo modo. E também eles são contra, no caso, a pobreza, né, a pobreza estrutural propiciada, ah, justamente por pelo exercício, né, de propriedade, né, pela propriedade privada, né, exercida por esses chefes e etc, né, e que contribuem, né, contribuem ali pra pobreza, enfim, para desastres, enfim, para várias questões ali, várias questões ali que envolvem ah resultados oriundos desse tipo de coisa, tá? H, então nesse caso, seriam duas ou três características, né, que ele lista no livro referente referentes aí a ao que caracteriza o socialismo, né?

¶210Ah, então se você, no caso, combate essas coisas que eu mencionei, né? Se você contra essas coisas, né? Ah, ou seja, o bossismo, né, o chefismo. Ah, você contra no caso ali, a questão de certos mazelas, né, a cita pobreza estrutural e mazelas ocasionadas justamente pela propriedade ah privada, né, oriunda ali, ah, de desses grandes capitalistas e blá blá. Se você adere a esse tipo de ponto, você é um socialista, segundo essa visão.

¶211OK? Então, o socialismo, a característica do socialismo, segundo o que o Charter define, é mais ou menos nessas linhas, né? H, e aí no caso os socialistas de mercado eh liberto, eles defendem no caso, a noção do Mercado Liberto, né? O William Gils, logo no primeiro capítulo do livro, nesse livro em questão, ele delimita esse tipo de compreensão do que que é o mercado liberto, né? Um mercado ausente das deformações oriundas justamente da intervenção do Estado, né?

¶212Da intervenção do Estado no âmbito econômico e principalmente no âmbito mercadológico, tá? H, nas relações de mercado. E um dos capítulos ali posteriores, né, que é justamente da primeira parte do livro, eh, é um capítulo do Charter, do Charter, não, do Charles Johnson, também esclarecendo a noção do que que é o Mercado Liberto. E ele define o Mercado Liberto como sendo justamente um espaço de experimentação social consensualmente o sustentado, né? É assim que ele delimita, ele define o termo mercado liberto, né?

¶213Então, o mercado liberto ele abarca, no caso ali a possibilidade da existência de cooperativas, de trabalhadores, né? hã, de trabalhadores ali, né? Ah, em termos mutualistas, ele abarca, no caso, a possibilidade de alguns arranjos, né, de empreendimentos, ah, de proprietários solitários, né, proprietários solitários. Ah, ele admite, no caso, a existência de alguns arranjos, talvez similares aos arranjos capitalísticos, né, capitalistas, né, no sentido de ter a possibilidade, pelo menos, de um trabalho de a de um trabalho assalariado ali, né, mas com hierarquias reduzidas, né, hierarquias reduzidas. Ah, e é claro também a própria existência de comunas, né, enfim, da estabelecimento de uma economia de dádiva ou algo assim, né?

¶214Então, esses aspectos justamente são desenvolvidos no mercado liberto. E o Mercado Liberto é basicamente um mercado que não tem nenhuma deformação oriunda de intervenção do Estado. E isso só é possível quando a gente chega no quê? Numa revolução, quando no caso não há mais uma instituição centralizadora do poder político, né? Ah, e detentora, pelo menos alegadamente detentora, né?

¶215do uso da força da coção legitimada, que é justamente o que a gente denomina tipicamente como estado no sentido verberiano, né, que é justamente esse sentido verberiano aqui que eu esse sentido que eu acabei de mencionar. Ah, então quando a gente não tem um estado dessa dessa maneira, ah, a questão do próprio bossismo, né, o próprio chefismo é ilustrado como impossível de ser mantido de certo modo, né? Porque no caso é uma série de estruturas eh uma série de incentivos econômicos, né? Ah, nesse arranjo de mercado, né? E há uma ausência, no caso, de privilégios de estado recorríveis por pessoas ali, né?

¶216Ah, por certos players no mercado, né? De certo modo que favorecam, né? O que pode favorecer eles a exercerem um certo domínio sobre outros ali, né? E a impecílios para a entrada de outros no âmbito da competição do mercado, né? Ou algo assim.

¶217Ah, então nesse caso aí isso favorece o quê? O que que isso favorece? Isso favorece com que seja possível a existência de arranjos diferentes, né, ajuntos distintos nesse mesmo espaço de consens e de sustentação social consensualmente sustentado ali. Ah, ok. Ah, então é mais ou menos por aí.

¶218Isso seria o que caracterizaria o socialismo de mercado liberto, né, de certo modo, ah, seria caracterizado desses modos. Então, foi uma explicação ali rápida sobre esse tipo de coisa. Mas você acha que esse sistema é viável nos dias de hoje, tendo em vista a toda uma engrenagem complexa indo contra esse sistema? Acho, acho que é viável. Acho que é viável e acho que no caso já há a construção desse tipo de instituições alternativas por debaixo das instituições atuais.

¶219Eu acho que isso já tá acontecendo. É que a gente não fala muito, né? As pessoas não falam muito. Ã, mas isso acontece. Ação direta acontece o tempo inteiro.

¶220Ação direta acontece o tempo inteiro. Ah, mas o que que é essa ação direta? Tem um texto aqui na que eu compartilhei, inclusive, né? Um texto que eu compartilhei aqui, ó. Deixa eu pegar aqui do Disly Bias da CorSs.

¶221Aqui, ó, aqui, ó. Se vocês forem vir aqui, vocês vão descendo, descendo, descendo, descendo. Falando nisso, eu ten que fazer essa essa live aqui, tá? Eu acho que eu vou fazer essa aqui amanhã. Rebatero no artigo do Jadson que eu falei que ia fazer essa semana.

¶222Eu vou fazer amanhã, eu acho. Ah, aí, pessoal, ó, isso aqui, pessoal, importante, tá? Quem puder me dar um auxílio aqui, eu ainda não consegui atingir, tá, o valor necessário para pagar sequer a conta aqui dentro da coisa. Falta pouco, tá? Falta pouco.

¶223Hoje mesmo vocês mandarem alguns a alguma grana para mim, tá? Eu preciso pagar essa conta de luz até amanhã, tá? Até amanhã. Beleza? E ela tá atrasada, tá?

¶224Noss dois dois tr dias atrasado. Ah, falta só um pouco aqui para eu conseguir o valor necessário para quitar ela. Eu tô com 203, né? Eu tô com R$ 203 nenhuma das minhas contas, né? Minhas contas de banco.

¶225E falta, no caso, R$ 155, né? Eu acho que agora com esses R$ 28,50 aqui que eu consegui, né? com a doação de vocês de hoje, ah, vai dar um, vai já diminuir esse ponto, né? Ah, vai diminuir bastante esse ponto, né? Hã, mas assim, eh, quem puder me auxiliar aí, agradeço, tá?

¶226Ah, se vocês quiserem doar diretamente aqui pela chave do Live Pix, agradeço. Se vocês quiserem mandar aqui um, aproveitar para mandar algum vídeo para eu reagir, agradeço também. Massa, já vai ajudar bastante. [roncando] E é isso, tá? Ah, mas vamos aqui, vamos pro texto do Jason Le bias, OK?

¶227Tendo dito isso, vamos pro texto Jason Leas. Ã, aqui, ó, cheguei a compartilhar esse texto aqui, ó. O que é o libertarismo de esquerda desse force center for stating. Aqui no final, aqui no final, ó, há justamente o tipo de estratégias ou de ações que os libertários a de esquerda, né, dessa linha do anarquismo de mercado liberto, se engajam, tá? as ações que eles se engajam em termos de ação direta.

¶228Ó, uma visão de ação direta sobre mudança social no ato político, né? Ó, se os libertários de esquerda estiverem certos sobre como os estados necessariamente gravitam em direção à dominação e à exploração, isso pode fazer com que a ação política pareça desesperadora. De fato, é se a sua visão de ação política se resume a esforços eleitorais e outras abordagens centradas em políticas, tá? Em vez disso, os libertários de esquerda tendem a se concentrar na interação direta com aquilo que estão tentando mudar a sociedade, em vez de apelar para aquilo que desejam eliminar o Estado. Isso inclui não apenas as forças educacionais, mas também a busca por métodos para conar repressão estatal e a construção de instituições alas para lidar com os problemas criados pelo Estado ou com aqueles que ele não consegue resolver.

¶229Ó, historicamente isso inclui experiências como American Leather Male, né, que é justamente uma empresa, né, uma empreendimento de Correios americano que, né, uma companhia de correios americana, né, ali, né, de cartas, né, enfim, de correio americana que o Lender Spuner ele montou, né, ah, os esforços trabalhistas radicais e dialum e a ideia de contraeconomia de Samuel Edward Conquin I, né, doismo hoje pode ser encontrado noismo libertário de esquerda por projetos como criptomoedas, ativismo trabalhista radical, impressão 3D, compartilhamento de crivos, ajuda a multa ao popular e vigilância policial. Vigilância policial, como explica Kevin Carson, o objetivo da esquerda libertária não é derrubar o estado, mas ignorá-lo. Qualquer pessoa que queira continuar a apoiar o Estado e a obedecer as suas leis é livre para fazê-lo, desde que nos deixe em paz. Nosso objetivo é construir o tipo de sociedade que desejamos impedir que o estado nos derrube enquanto fazemos. A última pessoa sair do estado pode apagar as luzes, né?

¶230Ah, mas é isso, né? Então, essas são algumas das ações, tá? Tem mais coisas, tem mais coisas ali na literatura, se vocês forem dar uma pesquisada, tem mais coisas que podem ser até de ajuda para vocês em nível pessoal mesmo, ah, que os libertários se engajam bastante em termos de ação direta, tá? Ah, então é isso. Então a gente simplesmente ignora a política institucional e tenta apostar em alternativas ali para simplesmente burlar a repressão estatal e as regulamentações, né?

¶231As regulações, regulamentações, proibições e coisa tal. Quando for conveniente, obviamente, né? Quando for não for conveniente, a gente obedece circunstancialmente algumas leis, né? Ah, conforme a conveniência para, enfim, não da bo da BO, né? Mas é isso.

¶232Qual o seu Pix, David? Não, L Pix, o seu Pix mesmo. Opa, Divald, é esse aqui, cara. Se quiser dar uma força aí, agradeço, tá? Esse aqui, ó.

¶233Tá aqui. Vou vou pegar, vou copiar e vou jogar aí, tá? Falta só pouquinho, cara. Falta só pouquinho para apagar esse troço. Tá atrasado.

¶234Tá aí, ó. Live Pix aí. É porque eu, como eu falei, só vou receber no dia por volta do dia 30, né? Por causa daquele atraso que eu falei, né? Tá aqui, ó, nesse texto aqui.

¶235Se vocês leram, vocês sabem o que que rolou, né? o que que aconteceu aí. No caso, quem puder me dar uma força aí, eu agradeço. É só para adiantar um ponto e vai precisar desse dinheiro de tamb para pagar essas contas, pagar essas essas paradas, entendeu? Então, se vocês doarem, eu agradeço demais, cara, demais mesmo, tá?

¶236De coração. Tendo em vista que a visão anarquia que acredita que as estruturas que regem a nossa sociedade hoje oprime a sociedade. Não entendi. Calma aí, deixa eu voltar. Deve ter comentado mais alguma coisa, né?

¶237Então, ô Nutri, a gente vai fazer um react da discussão que aconteceu entre o Humberto Matos com os 20 liberais e o meu amigo, o Lucas Cameron, que é dessa mesma vertente que eu e a Atena, né? Atena Figueira da Atena do do canal Atena Brasil, né? Como vocês conhecem, nós todos somos anarquistas de mercado liberto, tá? Nós somos da linha da se force S. Nós temos alta influência dos anarquistas americanos individualistas do século XIX, né?

¶238Ali e a gente vai fazer reatch desse episódio aqui, tá? No Spectral mesmo. Deixa eu voltar aqui pro Spectral. Deixa eu voltar lá no lado do Spectral. O Cameron, que esse nosso amigo, ele foi lá, foi lá debater contra Hobberto Matos.

¶239Ah, foi aqui, ó. Shorts. Até saiu o shortzinho dele, ó. Esse aqui, ó. Eu me oriento mais numa linha de libertarianismo de esquerda.

¶240Então, críticas ao neoliberalismo. A gente, >> eu me oriento mais numa linha de libertarianismo de esquerda. Então, críticas ao neoliberalismo a gente também encontra de tal maneira, do mesmo jeito que até mesmo o RB >> é anarquista, cara. >> Sim, na linha mais ali >> de esquerda, anarquista de esquerda, >> na linha do anarquismo individualista do final do século XIX, que tinha uma defensor defensoria do CF radical, só que de forma antagônica ao capitalismo da época. Sabe?

¶241Então, tanto é que >> é, eu tenho dificuldade de entender isso. >> É engraçado porque o pessoal não tá acostumado com esse tipo de posição, velho. Pessoal não conhece os anarquistas direito, só fica lendo marxismo ali, punhetando marxismo ali na própria bolha e coisa e tal. E também alguns anarcocomunistas só ficam punhetando um pouco autores anarcocomunistas, anarcossindicalistas e não conhece essas outras correntes do anarquismo, né? De certo modo.

¶242Aí buga quando vem um negócio assim, tipo, [ __ ] buga, sabe? Trava. Acho que o Bom nem sabe que no caso o próprio Mur Rothbard, ele acabou dando um start, né, numa corrente ali alternativa que é a corrente dos Rothbardianos de esquerda, que até o Kevin Carson discorre, tem até o texto na Anarkis Library, Library Left Rth Bardians, que é esse texto aqui do Kevin Carson que corre sobre os Rth Bardians de esquerda, né, que emergiram ali a partir das ideias do Rothbn, embora não sejam, embora o Rothbne, se ele não fosse dessa linha, né, de certo modo, ele só deu start em uma certa linha de pensamento que acabou levando o surgimento dessa corrente, né? H, que é uma corrente horizontalista do Rth Bardianismo. H, o pessoal não conhece essas coisas, sabe?

¶243O pessoal se surpreende com várias coisas assim. Ah, mas enfim. >> Bom, são herdeiros do mutualismo em território americano que exerceram uma influência nos ancaps, mas discordam de algumas questões, como, por exemplo, a própria relativização que fazem da ditadura do Pinoché. >> Hum. esse exemplo, >> beleza?

¶244>> Próprio RB dos anos 60, por exemplo, vai lá e elogia a experiência da Yugoslávia como modelo de privatização. >> É, mas que o Rot tinha aquele papo de vender bebê, charo aquilo, né? >> Sim. E isso também é AB. >> Olha só, ó a tentativa de ah jogar um ó um truque retórico, né, de jogar ali a esquinha, né, jogar a esquinha para ver se no caso o Lucas Cameron mordia, né, com relação ao Rothbard, sendo que no caso o Lucas nem é tão apegado assim o Rothbard, né, ele é mais apegado ao Rod Long e outros autores libertários de esquerda, né, não tem assim muito afinidade, digamos assim, pelo Rotbard em comparação com outros libertadores de esquerda, né, dentre eles alguns ah de linha Rothbard linha de esquerda e outros de linha mutualista, genamente, né?

¶245Mutualista propriamente, como ele vai mencionar aqui, né? Porque ele menciona se questão de discussão dentro, não é uma questão fechada dentro. Vamos falar o que que é agora é neoliberalismo, né? O primeiro ponto é a gente definir, ã, afinal, o que que é o neoliberalismo dentro da tradição clássica e como que essa dicotomia entre estado e mercado, ela não tá presente dentro maior parte dentro do liberalismo. Só as duas escolas, uma delas é a escola austríaca e outra é o liberalismo de Manchester, das quais alguns desses manchesteristas eram tão radicais na defesa do LCfer que eles então tu concorda que a fase capitalista neoliberal não desenvolveu país nenhum?

¶246Não, ela desenvolve, só que ela desenvolve com os problemas, as contradições que eles entendam do capitalismo. Em qual país se desenvolveu com essa fórmula? >> Sim. Ora, de que maneira senão a própria China que passa por um processo de abertura de >> China neoliberal, cara. >> Sim, [música] >> vai reagir isso daí, tá?

¶247vai ou Lucas Cameron, provavelmente Atena também vai estar com a gente. Ã, e a gente vai registrarecer esse ponto do Camer, porque na verdade ele argumenta posteriormente justamente ah justificando esse ponto, tá? Ah, inclusive ele chegou a Futucal, o plano de governo, né, o plano da China, inclusive o mais recente inclusive que acabou de lançar, né, digamos assim, ah, tem esse componente da da economia ser orientada pelo mercado, tá? eh, e com regulações pontuais ali circunstanciais, né, e não uma intervenção forte e contínua na economia, pelo menos no âmbito interior principalmente, né? Ah, ou seja, é um tipo de plano equional que favorece o estímulo de uma concorrência intraprovincial ali, ã, de certo modo, né, o que é uma característica tipicamente vinculada a alguns governos, a algumas [roncando] políticas governamentais tipicamente vinculadas a perspectivas neoliberais, né, digamos assim, né?

¶248Ah, e neoliberal aqui a gente traz, pode trazer o sentido mais técnico vinculado com Kevin Wier, né? hã, ou seja, de um governo, né, enfim, de uma linha filosófica política, né, ou de uma corrente filosófica política que defende, no caso, que certas políticas de estado e econômicas sejam vinculadas o quê? com uma existência de uma um mercado relativamente livre, né, pelo menos no âmbito interior, né, do país. Ã, aonde no caso é orientada em grande parte pelo mercado, né, sem intervenções ali bruscas no mercado, né, nessa dinâmica de mercado. Ah, um estado de bem-estar social e, no caso, algumas seguridades ali em termos de, enfim, ah, em termos de democracia ou algo assim, né?

¶249Então são características tipicamente vinculadas com com governos ideolerais, segundo a definição vinculada com trazida pelo Kevin Walier, né, que é o especialista em história do pensamento filosófico político, né, dos séculos, enfim, 16, 17, né, acho que é 17, isso, 17, 18, 19, 20, 21, né, dos séculos 20, X 21, OK? Ah, e que discorre, né, sobre isso no texto da Stanford Philosophy, que é neoliberalismo, OK? onde ele aborda, no caso, a compreensão de vários acadêmicos que trabalham eh na área relevante, né, sobre estudo acerca de história, né, de pensamentos filosóficos, políticos e coisa e tal. E ele identificou, no caso, usos de termos, né, específicos para se referir a posições como neoliberais ali de forma relativamente consistente academicamente e conseguiu elaborar, né, uma noção ali que abarca, né, que permite estabelecer e firmar uma corrente filosófica própria, que é a corrente neoliberal, OK? que se distingue do liberalismo clássico, a do liberalismo austríaco e de outras formas de liberalismo, como essa mesma mencionada pelo pelo K, que é o D Manchester e blá blá blá, né?

¶250Gente, não tem nenhuma aqui para acabar acabar meu >> cara. Valeu mesmo, viu? Foi você que mandou, né, Givaldo? Pô, valeu mesmo, cara. Valeu mesmo aí pelo cinquão.

¶251Muito obrigado, tá? vai ajudar bastante. Valeu mesmo. Agora deve faltar acho que uns 70 conto, velho. Deixa eu ver.

¶252Ah, eu >> na verdade falta sim. Falta 100 conto ainda. 100 conto, pessoal. Falta ainda 100 cono. Valeu.

¶253Tamamos junto, velho. OK. Tá, para quem tiver interesse, tdo Kevin Valer, neoliberalismo. Inclusive, um dos neoliberais mais interventores que tem é o Hik. E a política ali vinculada com o plano conal da China se assemelha, pelo menos em alguns aspectos, com o tipo de intervencionismo vindicado pelo Hayek, tá?

¶254Pelo Hek, OK? Ah, que é o intervencionismo ali pontual, circunstancial, etc., né? Mas ainda assim com uma economia, né, orientada pelo âmbito de mercado, tá? Então, então vamos lá. Aqui, ó, a luz, no caso desse trabalho histórico recente, nós agas estamos em posição para entender neoliberalismo como uma teoria política distinta, né?

¶255Librand mantém que a sociedade, né, as instituições da sociedade, né, políticas e econômicas deveriam ser robustamente liberais e capitalistas, mas suplantadas, né, suplementadas ali pelo uma democracia constitucionalmente limitada e um modesto estado de bem-estar social. Neoliberais endorsam direitos liberais e uma economia de livre mercado ah para proteger a liberdade e promover a prosperidade econômica. neoliberais são amplamente democráticos, mas avançam as limitações da democracia ah comum uma necessidade muito maior, né? Ah, as mist necessity, né? Muito mais além da sua necessidade, né?

¶256Eh, enquanto neoliberais tipicamente pensam que o governo deveria providenciar ah assistência social e bens públicos, eles são céticos, no caso de no estado regulatório ah gastos governamentais extensivos e também ah políticas contracíclicas, né? hã, levadas pelo governo. Portanto, o neoliberalismo não é uma mera doutrina econômica. De acordo com Britcher, né, Briter e o neoliberalismo explicitamente endereça as condições não econômicas de mercados funcionais, né, mercados funcionais, né, em funcionamento, aliás, e os efeitos interativos entre mercados e os seus ambientes. Ah, e neoliberais compartilham o problema de como identificar os fatores indispensáveis para a manutenção de mercados funcionais, né, ou em funcionamento.

¶257Flobodian argumenta que todos os neoliberais vieram e visualizaram um projeto intelectual como encontrando o estado correto e a lei correta para servir a ordem de mercado, OK? Para servir a ordem de mercado. E isso aqui é uma característica vinculada bastante com plano da China, cara, que no caso que a minha me mostrou, velho. Ah, depois eu vou se eu pego o link, mas tem um trecho ali bem interessante, velho, onde argumenta justamente isso, né? justamente isso que basicamente o estado ele está a serviço da orientação do mercado no âmbito interno, né?

¶258No âmbito interno ali, OK? Isso que é uma coisa interessante. Ah, neoliberais, portanto, no caso, oferecem eh prescrições institucionais únicas sobre bases distintivas, né, distinguidoras. Importantemente. Então, neoliberais como natureza filosófica não é uma neoliberalismo como natureza filosófica não é uma mera tentativa de eh de suprir instituições com a ideia de agentes humanos.

¶259Ah, como homoeconômicos Brown 2019. Ao invés disso, seguindo Jessica White 2019, neoliberis tem uma dimensão normativa que vai muito além do econômico, desde que neoliberais acreditam que um mercado competitivo funcional requerido, requeria, no caso, uma fundação legal e moral, tal como no caso os argumentos em favor de instituições neoliberais envolveram apelo a princípios normativos. Nós podemos esperançosamente, né, ah, explicar, neoliberalismo ao examinar os conceitos políticos, princípios e políticas compartilhados por três dos economistas políticos do século XX, Frederic Augusto Vhike, Milton Freedman e James Bushdon. Enquanto no caso eles eram economistas treinados, né? Ah, enquanto os três ele eram treinados a eles eram treinados como economistas.

¶260Todos os que escreveram sobre teoria política e Bushnan fizeram fizeram isso examente identificando temas comuns dos seus trabalhos providencia uma precisa iluminadora imagem do neoliberalismo como uma doutrina filosófica. Ah, e aqui lá embaixo, >> lá embaixo, lá embaixo, lá embaixo, lá embaixo. Ah, tem a parte do rai aqui. >> Aham. Ó, gente, caramba.

¶261Pera aí. Lá embaixo aí first state, né, que é o que eles defendem. bem-estar socialdade legal. O que que é bem amigável, né? Bem amistoso com várias intervenções governamentais.

¶262No caminho da servidão, Hayek 19947 defende uma política monetária contra cíclica, construção governamental de infraestrutura de transporte, ah, seguro social, né, assistência social para desastos naturais, ã, seguro, né, de assistência social e governamental para a saúde e uma renda básica mínima, né? Ah, e regulações estritas com respeito à horas de trabalho, saúde, né? Segurança do trabalho e da saúde, ah, envenenamento, deflorestação, ah, métodos agriculturais danosos, barulho, fumaça, ah, e preços de bens e serviços que são monopólios naturais. Olha só que interessante, né, que o HK defendia. E ainda assim ele é considerado o quê?

¶263Um neoliberal. Segundo a literatura acadêmica relevante aqui, como a ilustração aqui do ah do Kevin Wer, tá? Ele é considerado neoliberal, tá? Ó, celularmente na Constituição da Liberdade diz que o governo deveria prevenir depressões ah e providenciar pensões, cuidado médico, ah, e dinheiro para a educação na forma de vouchers. Hack repetidamente avança aqui, né?

¶264Alega aqui. Várias formas de lesser ou de não intervenção não providenciam-nos com adequado critério para segur e o que não é admissível em o sistema livre. R que até mesmo suporta uma renda básica, né? Ó, o seguro, né? ou assistência de uma certa renda básica para todo mundo aparece não somente como sendo totalmente uma proteção, uma uma não somente uma proteção totalmente legítima contra o risco comum a todos, mas uma parte necessária da grande sociedade, né, de uma grande sociedade, né, da grande sociedade, dos quais o indivíduo não mais tem alegações específicas sobre os membros de uma pequena parcela de grupos dos quais, no caso, ele foi nascido.

¶265Ó, enquanto o Hayek usa o termo legítimo, enquanto o uso do termo por Hayek legítimo é impreciso e pode somente de alguma maneira se justapor com o uso do termo na filosofia contemporânea política, ele aparentemente pensa que governos são moralmente requeridos em se engajar em medidas de bem-estar social, né, de estado de bem-estar social. governos deveriam perseguir, né, impedir, no caso ali favorecer, aliás, perseguiram ali a a o alívio da pobreza, não somente por causa que é beneficial, né, ou seja, benéfico, mas por causa que ele é a coisa correta a se fazer. Aí que se preocupa que a segurança, as redes de segurança social podem sair fora do controle, mas ele suporta elas de qualquer maneira, Cwell, né? Então é isso, beleza? Então é isso.

¶266Então o H ele era bem intervencionista, tá? Ele é bem mais interfaccionista do que que os outros autores, tá? E ainda assim é considerado neoliberal, tá? E algumas dessas políticas aqui são políticas vinculadas o quê? Com tratados no âmbito da China também, de certo modo.

¶267Então não é impreciso, não é impreciso ele ser considerado como ah, enfim, certas políticas de estado vinculadas com a China serem considerados políticas neoliberais, tá? Políticas neoliberais. Beleza? [roncando] Ah, não é porque a China tem algumas intervenções, né? uma de interventoras que ela deixa de ter políticas ali que podem ser consideradas razoavelmente ali minimamente como neoliberais ou algo assim, né?

¶268Ah, ok. Então, o Cameron não tá viajando completamente na maionese quando ele fala isso pro Humberto Matos, beleza? Ele não tá só viajando ali da cabeça dele, punhetando e coisa tal, ele tem base, tá? Ele tem base. Então, vai ser interessante aí essa essa discussão, porque o pessoal não tá acostumado a ver um anarquista de mercado liberto entrando nesses debates, né?

¶269Geralmente é o quê? comunista, é trabalhista, é ANCAP, é conservador, é uns liberal assim, sei lá, liberal meio wish wash bolsonarista, né? Enfim, liberal na economia, conservador dos costumes e não sei o que lá e blá blá blá, né? Os Lucas Pavanato da vida. E o pessoal não tá acostumado a vir a visualizar uma anarquista de uma linha diferente, individualista, muito menos anarquista de mercado liberto da linha que o o eu, o Cameron e Atena a gente defende, né, de certo modo.

¶270Então vai ser interessante aí. Valeu, Givaldo. Tamo junto, viu? Tamos junto, velho. Valeu mesmo.

¶271Quer escolher algum vídeo, cara? Quer escolher algum vídeo para reagir, Divaldo? Manda um vídeo aí para mim, já que você mandou 50 ali. Escolhe um vídeo aí para nós enquanto o pessoal não manda. A gente vai torcer que acaba que nem a gente tá comando de comer Tipo, nosso chefe, pra gente a gente domingo pra gente tomar.

¶272>> Não, tava esquecendo de somar aqui, cara. Eu acho que falta menos do que 100 conto, velho, para para eu bater a meta, por causa que eu tava não tava contando do Live Pix que o pessoal mandou. Então eu contabilizei só o que tava aqui no no aplicativo do Ah, então eu acho que eu tô com falta o quê? Dev faltar 70 mesmo. 60 pouco.

¶27370 para eu bater a o valor aqui para pagar logo de uma vez o o coiso aqui. Ó, Mateus Barbosa. Ó, Maria Fiot mandou vir, então, velho. Valeu. Valeu, cara.

¶274Valeu. Falta, falta pouquinho. Falta pouquinho. Deixa eu ver aqui. Deixa eu somar aqui rapidão calculadora que eu tô ruim de conta aqui para fazer a conta de cabeça aqui.

¶275Coisa tá [ __ ] Deixa eu ver. [ __ ] não isso aqui não, cara. Nossa, deixa eu, calma aí, deixa eu arrumar aqui para dar o valor exato aqui para eu falar para vocês quanto que falta, cara. Falta falta R$ 54, velho. R$ 54.

¶276Valeu, viu, Marafi Fiot? Estamos junto. >> Faltam R$ 54. R$ 54. Não tenho nenhum em mente.

¶277Outro dia eu escolho. Pô, não tem nada, cara. Em mente. GoPlus F9964. Eu sou libertário e também gosto do anarquismo.

¶278Você é libertário em qual sentido, cara? Eh, ser libertário no sentido, digamos, é porque assim, libertário é um termo amplo, né? Pode significar várias coisas. É, em que sentido vocês consideram libertários? Só para ter uma noção.

¶279Ah, escolhe o vídeo aí, Gevão. sei lá, pegar qualquer coisa aí que você acha interessante. Eu me oriento mais numa linha de Deixa eu voltar aqui. Deixar aqui. Hum, hum.

¶280Ele foi atrapalho. É trabalho. Cara, eu acho que nessas eleições eu vou começar a falar de filosofia política, hein, velho. Vou falar mais de filosofia política, velho. Eu vou começar a reagir mais coisas de filosofia política, velho.

¶281que é amiga, velho. Deus. >> Ah, então você se considerário no sentido libertarismo de direita que a gente chama, né? Que você é um cap, é isso? Então, ou goplas, >> vocês consideram un cap, então é nada com capitalista ou minarquista ou algo assim.

¶282Minarquista não, né? Minarquista ainda defende um estado mínimo, né? Scap, então o que você acha do antinatalismo? Assim, eu acho alguns argumentos interessantes, mas eu acho que eles têm contraposições, né? Acho o argumento no caso ali do, como é que fala?

¶283O argumento no caso da do desbalanço entre o przeiro, né? O argumento ali da assimetria entrei, eu acho interessante do David Benator, mas tem contraposições, né? Tem respostas ali na no âmbito acadêmico a esse argumento. Eu achei ele interessante. Falaram para eu ler o do Júlio Cabreira, mas ainda não parei para pegar nada do Júlio Cabreira para ler não.

¶284Mas eu li do do David Benatar, né? Ele tem esse argumento da assimetria da Dor do Prazeira. Eu acho interessante, mas eu não me não me convenci não. Eu me inclinava bastante pro antinatalismo, mas aí eu acabei, enfim, por influência do Michael Hummer e de algumas outras ideias ali, eu acabei me distanciando um pouco. Ah, não me firmo não no noalismo.

¶285[roncando] Mas eu defendo coisas que não são de direita, como aborto. Ah, tá. Mas isso não é consensual nem mesmo entre os libertados de direita, né? Eh, digamos que as as correntes mais reacionárias, né? Como a do reserma roupa, né?

¶286Embora o roupa em si, ele não seja exatamente pro E não seja exatamente pródia, né? Mas ainda assim ele acha abominável o aborto, né? Embora ele seja pró escolha de certo modo, né? Ele e o Stephan Quincela, né? Então essa esse tipo de corrente, né?

¶287Foi o que ganhou mais tração, né? A corrente ali, digamos assim, mais racionária do libertarismo de direita, né? que é o do Resema Hoper, ah, enfim, do Gary North, ah, enfim, ah, do Le Rockwell, enfim, essas essas esse tipo de corrente, né? E do RB Tardil, né? O RthB Tardil, uma corrente mais menos cosmopolita, digamos assim, menos cosmopolita, menos ahã menos aberta ao multiculturalismo e a ideais tipicamente progressistas, né?

¶288E aí, no caso, a maioria dos libertades de direitas defendeu o aborto. Quais livros você recomenda para iniciarem filosofia política? Cara, é meio difícil de dizer assim, por onde eu recomendaria você começar sobre filosofia política em geral, né, de forma genérica? fazer o crochê. Eu >> acho meio complicado assim eu dizer, pô, começa por isso aqui, começa por aquele ali.

¶289>> Tem um livro do meu amigo Brun Sucky, que de fato ele, como eu posso dizer, eh, ele favorece, no caso, uma introdução geral à filosofia política, principalmente analítica, né? filosofia política analítica. Não sei se ele disponibilizou no no blog dele, mas eu achei bem interessante esse livro, cara. É sobre introdução a filosofia analítica em geral, tá? em geral, mas tem uma sessão sobre filosofia política e aí fala sobre várias várias correntes principais ali, eh, incluindo marxismo, libertarianismo, eh, conservadorismo, liberalismo, várias correntes, né, de uma forma bem interessante.

¶290Ah, mas tem um outro livro que eu acho que pode ser interessante para você, tá? É o FPL. UFP e ela Universidade de Federal de Pelotas, tá? Tem a série investigação filosófica deles. Ver investigação filosófica.

¶291Existem um livro sobre filosofia política que na verdade é um é um calhamacinho, né? Ah, de textos reunidos, né? Ah, Verbites reunidos da Stanford, CB philosophy, traduzidos em português. Traduzido em português. E lá tem um de filosofia política.

¶292Deixa eu ver se eu acho filosofia política, cara. Filosofia política. Tentar achar de filosofia política, né? Deixa eu lembrar aqui. Aqui filosofia política.

¶293Sério investigação filosófica aqui, ó. Gratuito, tá? gratuito. Você pode entrar aí no no site da Universidade Federal de Pelotas, tá? E aí você entra lá na série investigação filosófica aqui, ó.

¶294Série investigação ter selecionado de filosofia política, tá? Ó, foi organizado pelo Everton Marciel, tá? Aqui ó, Everton Marcial, organizador. E aqui, ó, aí o conselho editorial, dentre eles teve um, enfim, o MP Lorini. Tã.

¶295E aqui, >> gente, [roncando] >> aqui, ó, tem várias, tem introdução assim bem legal, cara. A filosofia política, tá? A filosofia política aqui, ó, filosofia política antiga, ó. Tem o capítulo um, filosofia política antiga, aí tem o capítulo dois, a filosofia política medieval. Aí tem aqui, ó, tem a visão do Agostinho, blá blá blá, natural, direitos naturais, a política de Aristóteles, bã.

¶296Aí tem a três aqui, ó, liberalismo. Aí tem a quatro, liberdade positiva e negativa. Liberdade negativa, que aí fala sobre o A Berlin, né? a noção de liberdade negativa e positiva. Aí o cinco sobre libertarianismo.

¶297Só que aqui, cara, aqui cara eh esse sobre libertarianismo, ele tá desatualizado, tá? Ele é do Baservsen. Esse é o de 2000 e acho que 2002. Esse é de 2002, cara. Pelo que eu lembro, é de 2002.

¶298E aí teve atualização mais recente 2023 que aí sim tem um o texto ficou muito mais completo sobre libertarianismo, cara, na Stanford Philosophy que aí foi editado pelo Billy Christmas e ficou muito mais completo falando sobre libertad de esquerda, principalmente da linha da ForceS, né, com Kevin Carson, Ry Long, Charles Johnson, Gary Charter, blá blá, fica mais completo, mas ainda assim é interessante você ver aqui. Aí tem capítulo 4, bioética feminista P. Aí aqui capítulo 7, democracia. Aí tem o neoliberalismo. Isso aqui é do Valer.

¶299Acho que esse aqui já é do Ver, ó. Deixa eu ver aqui. Neoliberalismo. Pá pá. Deixa eu voltar aqui.

¶300Mas enfim, é isso, né? Então tem várias coisas ali, cara. Tem várias coisas bem interessantes. E a partir >> a partir desses verbetos, né, desses livros, hum, a partir desses textos, né, da da série da investigação filosófica da UFPL, você já vai ter uma noção, né, de referências ali para maior aprofundamento na bibliografia, entendeu? Opa, valeu, valeu, X1, presente com X1, X1, X1, X1.

¶301A Chiley, ela, Vilena Chiley, ela mandou o seguinte: "Ribeiro, o que achas do anarcocomunismo de Baconim?" E o Bacunim às vezes, o Mikai Baconin muitas vezes é considerado um anar coletivista e não exatamente um anar comunista, né? Por muitos ali anarquistas. Então não é exatamente an comunista, né? Mas tudo bem, né? De certo modo deu uma um stat nesse tipo de corrente ali que vai se vincular mais com Cropotkin, Goldman e outros, né?

¶302Cropotkin, Goldman, Bertman, Malatista, Magno, Flores Magon. Eu vou comentar sobre os que eu tenho mais familiaridade, tá? Os que eu li de fato texto sobre eles, tá? Nesse caso, Ema Goldman, Bacunin e o Cropotkin. Eu acho, no caso, a os insightes que o Baconin traz no Deus e o Estado, principalmente sobre a relação da noção de autoridade política com a noção de autoridade divina, muito interessantes, tá?

¶303Ah, inclusive algo que acredito que se vincula muito com que autores na filosofia analítica contemporânea, né, anarquistas analíticos contemporâneos, né, como o próprio Robert Paul Wolf no livro Indefense of Anarchism na de 1970 e o próprio Michael Hummer, né, no The Problem of Political Authority, eles abordam como sendo, no caso ali a a noção de autoridade política como sendo uma espécie de resquício da noção de autoridade divina, de certo modo, né? ah, como sendo um elemento ali que se desprendeu da noção de autoridade divina, mas que ainda assim é como se fosse um resquício dessa noção de autoridade divina sobre os governantes, né, que favorece com que eles têm um status moral superior a nós, supostamente, né, ah, e que legitimam ele a eles a supostamente nos governarem, né? E nós temos o dever e nós ilustrando no caso, o suposto dever nosso de obedecê-los, né? Obedecer as leis, obedecer as regras, as instituições estatais e coisa e tal. Então acho que o insite dele, a crítica que ele faz a no caso o Estado como algo vinculado com a noção de Deus, né, como legitimadora dessas instituições políticas e blá blá blá, eu acho uma crítica interessante, tá?

¶304Ah, e que de fato me influencia bastante no meu pensamento e que acredito tem conexão com pontos que autores desses anarquistas analíticos que eu mencionei, né, dentre eles o Humor, ah, e o Paulo Wolf, ah, meio que ineriram esse tipo de pensamento, esse tipo de noção, tá, de certo modo, em alguma medida. O Cropotkin ali, eu acho o livro dele, né, que é foi o que eu li, que é justamente a conquista do pão, né? E também aquele aquele dele, acho que é ajuda mútua, pelo que eu me lembro, ajuda mútua. Eu achei interessante os pontos que ele traz lá, né? Ele inclusive traz uma reflexão sobre uma espécie de moralidade natural, né?

¶305Ah, uma espécie de noção, acredito que o que se vincula bastante com, pelo menos que me pareceu, sabe, uma noção meio que naturalista ética, né? No meta que ele meio que tava matutando com ele mesmo, algo assim. Achei bem interessante esse tipo de ponto, tá? Uma moralidade ali, vinculada ao biológico de certo modo, né? Mas ainda assim natural, né?

¶306Ã, sei lá, algo assim. Acho interessante esse tipo de ideia do do do Cropotkin, né? Ah, me fletando com o universalismo moral, né? Um objetivismo moral, algo assim, achei interessante. E a Gonom não preciso dizer nada, né?

¶307A Gonman, ela é incrível. Ah, inclusive era uma pessoa que tinha uma boa relação com a Walter and Declare, né? Uma das minhas anarquistas individualistas favoritas, né? americanas do século XIX favoritas. Ah, OK.

¶308E eu acho isso incrível, sabe? Eu acho incrível e eu gosto bastante doos insightes que ela tem. Ah, principalmente com relação à libertação feminina, né, e coisa e tal. Acho que ela e a VN declare tem pontos bem bem bem legais. Eita, me salve pessoas.

¶309Ai, passada que salva essas. Ele vaiar o papili vilena chili. Interessante. É isso aí. É isso aí.

¶310Ó, o Gilvado mandou aqui, ó. Um dia eu vou mandar o Pix para você reagir a um vídeo meu com meus argumentos tosquinhos. Toquinhos contra o teísmo contra o teísmo é meu sonho. Prometo que vou fazer, mas hoje tô muito ocupado. Tô te ouvindo enquanto travar.

¶311Eita peiga, velho. E mera demais. Eu gosto dela para caramba, cara. Mesmo ela não sendo de uma corrente das quais eu me filio, né? Eu acho que ela tem insites muito proveitosos.

¶312E ela era amiga da Vter Declare, [ __ ] Votar declare, que é de fato uma anarquista que eu admiro bastante, que eu tenho muita ali a influência, principalmente no anarquismo sem adjetivos dela, né? >> Prentei. Vou cobrar o Pix. [risadas] Ó o Met aí. O m vai vai te cobrar, velho.

¶313O Divaldo, Mat tá na moderação aí, ó. Criou uma relação cármica agora. Ai Ej Ninguém vai mandar nada, pessoal. Nenhum live Pix aí para reagir uns 30. Cara, eu fiquei curioso para ver isso aqui, velho.

¶314Velho, Paulo Cogos versus Denis Grillo. Eu não sabia que tava tendo um debate de política não, velho. No canal Diálogo Livre Oficial. É [ __ ] né? E mano, época de eleição, acho que, mano, todo mundo vai voltar para esse tipo de coisa, né, velho?

¶315Tô pensando em ficar mais ativo em filosofia política, velho. De fato, por causa disso, velho. Galera toda falando de política. [roncando] Divaldo falando k. É sério?

¶316Vou fazer meu vídeo. Amiga, mãe dele é é é amiga, que é tipo assim, eu consigo falar a janela mais para você, >> cliquei aqui sem querer assim. [ __ ] mano, esse esse debate do PT versus MBL ali que a a Spectro que Senza participou deu deu view para [ __ ] hein? Sabia que tinha dado tanto viu assim não. Vur peixoto.

¶317História islâmica. Deixa eu ver aqui que vocês estão comentando. De fato, fiquei de cara com biólogo Henrique. Ele era Lula livre, agora tá elogiando Renan Santos, cara. Achei bizarro.

¶318Ah, mano. E ele, ó. E ele? Ah, [ __ ] Vi isso aqui hoje, tá? Essa atrocidade hoje.

¶319Aldo Ribilo com biólogo Henrique falando mal de esquerda. Ol, ó, ó. Isso aqui eu não assisti, eu só dei um clique, só vi tipo um trechinho pequeno e já fechei nem vi nada, mas deve ter sóido várias atrades daqui. Ah, apesar de tá dando aqui como visualizado, eu não vi nada, tá? Ah, deve ser só porque eu cliquei ali no parte posterior, né?

¶320Acho que perto do final. Aí ficou assim. Mas enfim. Ah, mas cara, isso previsível, tá? Previsível.

¶321Ah, [roncando] Belog Henrique é oportunista. é oportunista daquele pior tipo, é aquele que não tem princípios morais restringidores da onde ele pode ir para conquistar o poder, né? Conquistar poder, relevância, grana. Ah, mas ele tem já grana para caramba e blá blá blá. E daí a pessoa gananciosa pode querer ainda mais grana por qualquer meio que seja.

¶322E daí isso quer dizer nada. Ah, mas ele já é rico, ele já tem mansão, já tem. E daí? Isso impede ele de querer ainda mais grande? Não.

¶323Então essa ideia, desculpa. Bullshit, né? Mas uma pessoa assim oportunista, assim, sem escrúpulos, né? Sem limites morais ali acerca da onde ele pode ir ou não para conquistar o poder político, para poder fazer o que ele quer fazer, né? Pessoa que não tem limites morais, travas morais muito claras ao ponto de se associar com pessoas que tm polêmica de associação com gente que tem vínculo com quê?

¶324Com bigodismo, né? Pelo que tudo indica, como no caso do The Felic Man, né? Com Renan Santos. gente que é capaz de associar com esse tipo de pessoa para conquistar eleitorado, para conquistar relevância, blá blá blá, simplesmente não é pessoa digna de crédito, né? Uma pessoa digna ali de consideração ali, ah, por você, né?

¶325De certo modo, né? [roncando] Eu não deveria. Ã, então assim, era para mim era esperado, né, esse tipo de coisa. H, mas de fato é irônico, né? Porque ele ele chegou a ensinar uma vez, pelo que eu me lembro, tá?

¶326pelo que eu me recordo, que eu se me tornaria alguém tipo um Victor Hellios Ateu, né, ou algo assim. Ele ensinou algo mais ou menos nessa linha sobre mim. E olha só que ironia do destino, o que que ele se tornou, né? Para onde que ele foi? Foi até mais longe do que eu do que eu pensava, né?

¶327Foi com MBL ainda por cima. A Shirley Vilena Shirley. Depois que o biólogo Henrique virou parça do Richard, virou reaça. Pois é, né? Pois é.

¶328Ó o Zin. Zone mandou alguma coisa aqui. Calma aí. Zone 53 43 mandou o seguinte, ó. Dilema.

¶329Se houvesse um botão para apagar a existência do câncer, porém 50.000 pessoas aleatórias morrem como consequência. Você apertaria, se soubesse que isso evitaria milhões de mortes posteriores. É um dilema moral bem complicado, né? Bem complicado. Hum.

¶330Aí vai depender em termos de magnitude e probabilidade dos riscos envolvidos, né? Será que isso favorece a superação das restrições deônicas em termos dos direitos individuais desses indivíduos? como direito à vida, por exemplo. Hum. O direito moral à vida.

¶331Teria que se pensar sobre isso daí. Porque aí a gente teria que analisar justamente a questão de riscos. você teria você nessa situação seria bem, é que assim, um dilema, um dilema é basicamente uma situação onde você tem razões que favorecem você realizar, né? H, favorece, no caso, com que seja realizável, né, quando que dois cursos de ação sejam moralmente justificáveis de de, por assim dizer, né, de acordo com certas razões, mas que qualquer curso de ação que você adotar vai gerar em algum resultado que vai fazer você falhar em agir de forma moralmente correta enquanto a agente moral, né? Então assim, você tem dois cursos de ação para tomar numa dada circunstância.

¶332Em qualquer curso de ação que você tomarem por entre esses dois cursos, né, qualquer escolha que você optar por esses dois cursos de ação, você vai falar em agir de forma moralmente correta de forma moralmente correta, de acordo com alguma razão que você tem para evitar ah certo dano ou evitar certa violação de direitos, evitar certas coisas, né? Ou seja, você tem razão ali, razões que favorecem, no caso você ah, você, digamos assim, [roncando] adotar certos cursos de ação, mas qualquer curso de ação que você adote, né, genuinamente, vai fazer com que você faleem a gente com forma moralmente correta em última instância. Então isso o dealer uma moral envolve isso, envolve duas opções ou até mais dos quais qualquer curso de ação que você optar, você vai encorrer algum erro moral, ou seja, você não tem opção de escolher qualquer outra alternativa. Nesse caso, eu te pergunto, aonde está o dilema aí nesse ponto que você colocou também, né? Porque assim, você colocou como se fosse um dilema, mas parando para pensar, eu tenho que escolher essas duas coisas, né?

¶333Entre essas duas coisas aí. Oh. se de fato só tiver essas duas opções. Então, nesse caso aí é de certo modo, né, se você não optar por apertar o botão a você vai, de certo modo, você vai est sendo omisso com relação às às milhões de pessoas, né, as milhões de mortes que você poderia poupar, né? Ah, posteriormente.

¶334E se você apertar o botão, você vai tá sendo responsável pela violação de certos direitos morais dos indivíduos, no caso direito à vida, de 50.000 pessoas aleatórias. Então, nesse caso, qualquer curso de ação que você optar, se for um verdadeiro dilema, né, um true dilemma, se não tiver uma outra terceira opção, né, você vai est falhando em agir de forma moralmente correta em qualquer uma dessas situações. Aí resta você optar pelo mal, pelo mal menor. Porque eu não sei, né, dessa circunstância, eu não sei exatamente se essas milhões de mortes, elas favorecem, no caso, uma superação das restrições ideônicas da do direito moral à vida das 50.000 pessoas, entendeu? Ainda tô meio assim nesse dilema.

¶335A minha intuição inicial, ah, a minha intuição inicial é de não apertar o, é de não apertar o botão, a minha intuição inicial é de que as restrições deticas, né, dos direitos desses indivíduos nessa circunstância específica, ah, eles favorecem, no caso, a superação, ali a quantidade de mortes, né, digamos assim, essas milhões de mortes em si, elas não favorecem a superação, no caso, da das restrições deas, né, enfim, da consideração pelas restrições deônicas dos direitos individuais dos 50 das 50.000 50.000 pessoas aleatórias, né? Nessa circunstância, parece que você apertar o botão seria você matar essas pessoas injustamente e essa essas mortes não seriam justificáveis em termos da quantidade de bens gerados, justamente da quantidade de pessoas que você poupou em salvar, né, nessa circunstância específica. Então, as instruções deônicas moderadas parecem superar as considerações consequencialistas. Pelo menos eu tenho essa intuição, né? Ah, é minha intuição inicial segresse cenário.

¶336Sim, não conheci a definição de correta de dilema. Eita [ __ ] Shirley Vilena. Eu conheci o Victorelli no início do Facebook. Ele era integralista na época. Não sabia que ele era integralista.

¶337Não sabia disso. Victoros atu é pesado. Basedda o embell. Odeio eles. Qual a treta com linguagem?

¶338Você tá falando o quê? Da da no caso da treta que eu tive com a linguagem. Eu s aí contra o pessoal da linguagem, tipo Malboro, Meorim e blá blá blá. É isso. É isso que você quer saber o copos?

¶339Tá falando sobre aquela treta lá referente ao livro do Antiw. A shinena Shilin, a cientista do Barogênese, traz uns insightes muito bons sobre a origem da vida. Não sei se algum vídeo do canal dela já apareceu no seu feed. Não, não cheguei a ver. Chile ó Givaldo mandando ela.

¶340Se você deixar eu escolher as pessoas, eu prometo alimentar 10 vezes esse número, caso você seja um demônio aqui na live. Quer dizer aumento. Mat Elder Loading Sims. Vinilon. Chato demais esse David.

¶341Ele curte trans. Tem pinta. Então cara se for completamente transicionado, não tem problema nenhum. Mas confesso que a questão do a questão do órgão genital faz eu bruxar um pouco. Então, uma trans não completamente transicionada, né?

¶342Não, não ter não, não me, não me gera atração. na Chile, ele deixou o integralismo e virou católico. O tradicionalista Red Tread. Não, Red Tread eu acho que ele não é. Eu acho que ele aceita a autoridade do Papa.

¶343Ele aceita a autoridade do Papa. Ele não acha que a séante, então não é Red Rad. Eu acho que ele é tradicionalista, né? Acho que você quer dizer. Se bem que atualmente teve uns problemas aí para uns tradicionalistas, principalmente o pessoal da FSCP FSPX, né?

¶344FSSPX, né, que é a fraternidade de São Pio X com a questão do escomungamento. Rolou uma comunhão ali massiva, né? Inclusive o Carlos Nuggets, né? O Carlos Noguet foi escomungado. Givaldo Carvalho.

¶345Ué, David, pensei que você era gay. Estou surpreendo. Não sou não. Considero hétero. F2N NN.

¶346O problema do biólogo sempre foi irístico. Para piorar, moldado no meio cético, entre aspas. Então, mas o Funny ele comentou aqui que não conhecia o Zun, né? Ele comentou que não conhecia a definição correta sobre dilema. A definição correta sobre dilema é essa que eu mencionei previamente, né?

¶347que basicamente é quando você tem dois cursos de ação e qualquer curso de ação que você optar por realizar, né, em termos de ação, né, qualquer ação que você tomar em termos de um desses cursos de ação, vai resultar e você falar de e agir de forma moralmente correta. Isso daí é o que envolve um dilema. Você tem razão em favor da de dois cursos de ações contrapostos, dos quais você só pode escolher um curso de ação. E qualquer um desses cursos que você escolher de ação, você vai falhar em agir de forma amoramente correta nos dois, em qualquer um dos dois, tá? Que você optar.

¶348O solament o soltin. A aceitação do papa varia muito entre os católicos chamados de reds, tradicionalistas radicais. Em geral, eles reconhecem a autoridade formal do Papa, mas fazem fortes críticas públicas. Então, Red Tread que eu que eu vejo, o termo Red Tread é utilizado para ser de vacantista, cara. Os que aceitamidade para pau visto como tradem fortes críticas públicas as decisões sem ensinamentos estilo pastoral.

¶349Isso daí é tradicionalista, cara. Até onde eu sei. Givaldo de Carvalho. Apesar de trans é uma figura feminina, não faz muito sentido para mim alguém gay sentir atração por elas. Mas é justamente isso, cara.

¶350Eh, pessoas trans, principalmente as que têm alta nível de passabilidade, digamos assim, elas são atraentes para héteros, entendeu? Eles são por serem passáveis, né? tem alto nível de passabilidade. Z 53 43 ensina a cuidar do cabelo. Hã, eu sou a pessoa péssima para dar esse conselho, tá?

¶351Eu eu sou péssimo para tratar meu para cuidar muito do meu cabelo. Eu não cuido tanto tanto assim, não. Faço básico. Deveria fazer mais, mas enfim. Simam, facção radical menor defende que a série de pê está vágua.

¶352Se vacante. Hum. Chile, vila, chiley. A Tiffany, se quiser continuar atuando na elite do vôlei, do vôlei, vai ter que ir pra Superliga masculina ou jogar em um país que permita atleta trans, atletas trans. Red Tradantista.

¶353Hum. Eu sempre usei o termo red como equivalente a sido vacantista, né? Então, talvez eu esteja aí sendo impreciso nesse quesito. Então, os tradicionalistas defendem Estado católico, estado conflicionalistas católicos defendem Estado confal católico, defende teocracia mesmo, entendeu? A Valdi 38, David, hoje em dia você se considera Nind?

¶354É uma dúvida que sempre tenho. Eu não tenho problema me considerar nind não. Eu tenho muito vínculo com anarquismo americano individualista do século XIX, como eu falei, né? Muito vínculo com eles. Ã, mas eu me considero um panarquista, né?

¶355é o termo que eu acho mais preciso, que é o anarquismo sem adjetivos, como defendido pelo Car no texto de 1980, né? Anarquismo Iens. Ah, e o texto da Volter Declar, Anarquismo de 1901, onde ela defende o anarquismo sem adjetivos. Filip Vilena Chile Red Trade católico é quem defendeocracia, estado católico e afins. Tradicionalistas católicos defendem isso, cara.

¶356É parte do tradicionalismo católico essa defesa. Defender um estado monárico confal católico, entendeu? Moná com absolutista igual lá no Vaticano. Fim do voto. Voto feminino.

¶357Tradicionalista defende isso. Tipicamente defende isso. tipicamente defends Que pararquismo é esse? Só conheço do Depuit, do Paul Emily Depuit, né? Ah, o dele é uma envolve uma concorrência entre governos alternativos ou algo assim, não é?

¶358Entendeu? Já o da VT declare do Carl H envolve não só a questão de de uma espécie de concorrência ou competição entre formas de governar alternativas, mas no caso a possibilidade de você ter alternativas distintas de organização social, política, econômica e uma mesma região, né? Em prática assim, não difere tanto do do Pud, né? Tem algumas pequenas diferenças que não envolve só a restrição do âmbito governamental, mas é mais ou menos seguindo numa linha de que várias formas de se organizar socialmente, né, comunas, né, ah, com economia de dádiva e blá blá blá, cooperativas de trabalhadores, arranjos ali no caso de mercado, né, envolvendo eh pequenos empreendimentos, blá blá, todos eles são igualmente legítimos, né, e assim por diante, né, assim por diante. Vários outros arranjos aí.

¶359Não só esses, mas outros arranjos, talvez. Todos eles são igualmente legítimos e devem ser respeitados, né? Porque envolve, no caso, ali associações voluntárias entre indivíduos livres estabelecidas de certo modo ali, que que não envolve, no caso ali a enfim a dominação de um sobre o outro, qualquer coisa assim. É mais ou menos por aí o anarquismo da o panarquismo da Monterclare do Cars. Ou seja, várias formas de ser um anarquista são legítimas.

¶360O que você acha do Mateus Salvadore? Acho legal, cara. Eu acho o canal dele bacana. Eu gosto do professor Mateus Salvadori, mas eu acho que às vezes ele aborda alguns assuntos assim que de um jeito que eu não sei se é superficial demais, mas eu acho que é também porque eu tenho contato muito com os conteúdos mais públicos dele, né? Ele ele dá cursos, dá aulas, então talvez nas aulas e nos cursos ele ele aprofunde mais, seja mais técnico e coisa e tal, entendeu?

¶361Então eu eu gosto do do Mateus Salvador, deixa eu ver aqui o GoPlus FF 9964 disse: "Ó, durante uma live do Autolinguagem, o Elan Marinho entrou na live após ter saído do MBL. O meurin estava questionando ele e ele falou das pessoas que tinham uma intelectualidade. E qual a opinião delas só sobre essas pessoas acerca do MBL? Ele te citou e falou mesmo ele sendo safado. Em outra live, o Malboro te chamou de o quê?

¶362Não entendi, cara. Eu me chamou do quê? Que live foi essa, cara? Me manda depois. Você consegue lembrar qual live é essa?

¶363Qual trecho? Ah, [ __ ] Ja. Quem me citou e falando que eu que eu sou safado? O Miinho ou o Elan? na Fiotção esporte.

¶364Parece que a Spectro ficou chocada com o comportamento dos MBLs. O estranho é não ter enxergado antes. Estava nítido. O pior é que ela é inteligente. Pelo que eu vi, cara, na entrevista recente do do Tamir, né, eu assisti um pouco da entrevista dela do Tamir e também aquela do Breno Altman, né, que eu achei bem interessante.

¶365Achei legal a entrevista dela do do com Breno Altman. Eu gostei. Eu gostei da entrevista dela com com Bren Altman. Pelo que eu vi no na intervenção do Tamiro, ela disse que já sabia que o movimento era assim antes dela entrar. E ela tinha comentado, né, que tinha esperança de mudar o movimento e blá blá.

¶366Ela comentou até comigo, né, antes, quando ela foi entrar, eu falei que era cada. É muito mais fácil ela mudar em virtude do movimento do que o contrário. Uma questão óbvia. Ah, mas não quis me ouvir, então fazer o quê? >> [roncando] >> É isso, David.

¶367Qual os qualos Deixa eu ver aqui, Avald 38, David, quais argumentos antiaborto você considera bons para que o debate fique fica menos falacioso? Eu acho que um argumento bom, um argumento interessante é o do Don Marques, né? Ah, o argumento do futuro como nosso. Future like ours arguments. Eu acho esse argumento interessante.

¶368Acho esse argumento interessante. O argumento do risco também eu acho interessante, pelo menos a princípio. Ah, argumento do futuro como o nosso, né, para quem não conhece. do Donal Marquez, né, do filósofo do Donal Marquez. É basicamente aquele aquela ideia de que no caso privar uma pessoa, né, aliás, privar um organismo, né, pelo menos um estágio inicial de um organismo, né, de algo que seria um organismo e que teria um futuro como o nosso, né, por assim dizer, é você privar, né, você matar esse organismo ou essa esse embrião ou qualquer coisa assim, é você privar ali um certo um certo ser, né, uma certa vida, digamos assim, uma certa vida que teria um futuro como o nosso, né, que no caso, caso você não tivesse privado com ela, ela poderia muito bem ter um futuro como o nosso, né, aliás, ela terá um futuro como o nosso, né, de certo modo, ah, se tudo ocorrer bem, né, você estará privando ela de um futuro que pode ser muito bem um futuro extremamente valioso.

¶369O futuro tá como eu e você temos. Então, nesse caso aí seria algo moralmente errado você privar essa pessoa desse futuro, porque você estaria privando uma pessoa futura, né, a que tem um futuro como o nosso, digamos assim, você tá tá privando um ser, né, uma vida ali que tem um futuro como nosso, de certo modo, ah, de modo indevido, né, de modo indevido ali, ah, removendo algo que a gente quer de valioso ali, ah, que seria de valioso justamente para essa pessoa que iria se formar e coisa e tal, né, que teria justamente esse futuro como nosso. Então isso ilustra, no caso, a imoralidade do ato de você abortar em virtude desse tipo de coisa, né? Seria mais ou menos por aí o argumento do do futuro como nosso, né? Tô simplificando ele bem aqui, mas ele é abordado de forma mais detalhada lá no no texto da Elizabeth Harman, né?

¶370Da Elizabeth Harman. Eu acho esse argumento interessante, embora embora eu acho que seja sujeito a problematizações em termos de teoria de identidade pessoal e e blá blá blá. Ah, ele deve ter me chamado de safado na zoeira, então eu acho, né? da zoeira. Então, se ele chamou sorrindo.

¶371Ah, GoPlus FF994. O meorin parece gostar um pouco de ainda de você, mas o Malboro eu tenho certeza que não não iria querer nem te ver pintado. Eu também não quero ver ele pintado não. Oxe, o Malboro, cara, o Malboro é um cara que eu desprezo, sério. Passei a desprezar muito, cara, depois que ele fez com o meu amigo Bruno San, cara.

¶372Ah, e eu fiquei triste. Eu fiquei triste, eu fiquei meio meio puto com Miin também, porque de fato ele foi na onda do Malbouro e não fez a resposta pro Bruno San, cara. não deu continuidade ao diálogo com a relação do antiwok, velho. Eu eu tava esperando para ver exatamente como que se desenrolaria a discussão. Acho que daria uma discussão até interessante sobre a questão do antiw.

¶373[roncando] Ah, mas não, nem nem se fizeram a resposta, não. Foi na onda do Malboro lá e tal. Enfim, se tratou o Sank lá também junto com o Malboro por causa disso, indo na onda do Mobboro. Não gostei disso aí não, cara. Não gostei disso aí não, entendeu?

¶374Fiquei triste para caramba com isso aí. Achei, achei zoado para caramba. Fizeram com o Sunk. Pô, o S cara acadêmico top, velho. fez doutorado sanduíche em Oxford, conheceu o David Kck, conheceu a Christian Cgy, conheceu o Graham Prest, velho, o cara ali bem dedicado, conheceu Alex Conor, conheceu o Anti Wright, enfim, um cara super competente assim, respeitado por eu, pelo Denner, né, que eles fancorearam a a análise do do Denner, né, mas praticamente a análise do Denner Romero complementa elementos da análise do do sanoto.

¶375Então assim, vangloliado simplesmente porque deu uma puxadinha de saco ali. Achei zoado, velho. Achei zoado demais, velho. Fizeram com San, velho. Muito zoado mesmo.

¶376Mas daí me fez ficar triste com com Meorin, desanimar de fazer a resposta que eu ia fazer também. Eu falei que ia fazer uma análise também, né? De certo modo, eu fazer uma análise do piló que a libertária de esquerda com relação a ao antiwol que eles tinha escrito. O que que o Lamarinho foi fazer no chat, cara, do da alta linguagem? Linguagem não tá puto com com eles.

¶377Chile, Vilena. Chile Ribeiro, será que o Pirula volta até o final do ano? Pirula evoluiu bastante. Eu não sei, cara. Eu, cara, que eu não posso comentar, eu acho que não posso comentar isso, tá?

¶378Mas você sabe que eu que eu me encontrei com Daniel Gontijo, com Chileno Gomes, enfim, com a Taina Veriras, enfim, com a galera ali, né? Eu até mandei foto ali, coloquei a foto aqui no no aqui, ó. Até coloquei a foto, né? Mandei foto aqui no aqui, ó. Encontrei eles no Outback aqui em São Paulo.

¶379No Outback aqui. A gente se encontrou, fez um encontro ali de amigos e tal. Muito legal, tá? Foi muito legal esse encontro. Gostei bastante.

¶380E Gil me contou um pouco, né? Contou pra gente um pouco a situação do Pirulo, tá? algumas alguns algumas informações ali, pelo menos para mim ali, pro chileno e tal. E assim, eu não vou compartilhar tudo, tá? Mas eu não sei se dá para para ter essa esperança toda da situação da recuperação do do pírula, não, tá?

¶381Não sei exatamente como vai ficar isso daí. Se a gente pode ser muito otimista. Elder usar anata a favor em favor do aborto. Zi 53 43. É viável que pessoas salaridades sejam veganas?

¶382Cara, eu tava vendo um podcast do Fábio Chaves com chavoso da USP, cara. Sobre isso, cara. Sobre isso aqui, cara. Deixa eu ver aqui. Cadê o Aqui, ó.

¶383Nesse podcast aqui eu achei muito bom, tá? Eles comentam justamente sobre isso. A questão de veganismo é privilégio, né, digamos assim, se de fato h a maneiras, né, a como uma pessoa, né, no caso de com salário reduzido e coisa e tal, né, condições financeiras complicadas serem veganas. E o chavoso ele aumenta muito bem, que no caso ali uma dieta vegana sai muitas vezes até mais barata do que uma dieta carnívora, né? De certo modo, se você parar para pensar, né?

¶384Se você se alimentar bem ali e também ficar no basicão ali, é referente ao veganismo, de fato não sai tão caro assim, não, né? Acho que o que sai talvez mais caro assim seja talvez o suplemento, né, de B12, seja algumas coisas assim, sabe, mais específicas, mas de resto é de boa, né? Se você não for uma pessoa tão que quer tanta coisa assim, né, ou algo assim, que é tipo ter conforto, né, com coisas saborosas para consumir, blá blá. O vídeo dele falando, o gordão dele me deixou com esperança. A voz dele está intacta.

¶385Ele falou sem Gjara. Uhum. Tomara que se recupere, né? M. Eu acho o veganismo perigoso.

¶386Provavelmente você estou mal informado, mas há um risco maior de desenvolver a demência. Não, se você segue uma dieta adequada, não tem esse risco, tá? Pode ficar tranquilo. Se você faz uma dieta bonitinha, regrada, não tem esse problema. Pode ficar tranquilo.

¶387Tem que suplementar B12. [roncando] E para fazer os exames ali, o checkup, checkup para ver como é que tá a sua B12, para ver como é que tá, enfim, a sua, como é que fala? Como é que tá as suas vitaminas, né, a dosagem e tudo mais, né? Como é que tá a sua saúde. Cara, muitas pessoas conseguem facilmente ir num postinho ali perto perto de casa, né?

¶388postinho do SUS ali, enfim, UBS ali da vida, né? Pelo menos serve para algum alguma coisinha. Se serve para alguma coisinha, é isso, né? Se você dizer que você é vegano, você consegue o fazer os exames ali. Tranquilo.

¶389Tô Brandão 4769. Pirula, que escreveu um livro sobre teoria da evolução, evoluiu bastante. Olha aí a Buse, todo dia de manhã em jejum. É isso. O argumento que muitos esquerdistas usam para defender o aborto.

¶390Abraças, a mulher tem que abortar o feto porque ele vai sofrer e vai ter dura. Fecha aspas, você vê esse argumento como falacioso? Hum, depende. Se ele nasceu com condições ali específicas, vão fazer ele desenvolver até um certo estágio onde ele vai ter sem ciência, né? esse feto, esse brão feto e ele vai literalmente sofrer muito e morrer brevemente nesse período em que ele se tornarciente.

¶391Eu acho que é uma boa razão, no caso, para abortar. É uma boa razão para abortar, para justificar um aborto, até mesmo de uma de uma ótica pró vida menos extremista. Acho meio complicado você deixar uma pessoa que tem uma doença genética ali específica, né, um problema genético específico, algo assim que vai favorecer eles se desenvolver, né, por assim dizer. até um certo período de vida, onde ele vai ter sem ciência e a pessoa vai morrer sufocada ou morrer agonizando, qualquer coisa assim. Eu acho meio cruel você deixar esse efecto com esse abigão continuar se desenvolvendo.

¶392Foi um argumento que a Michele usou, né, contra a Roberta Leitão e a Mariana Lascano. Go Plus FF9964. O veganismo eu concordo e acho que é uma uma descravidão animal, mas eu gosto. K k k concorda no caso ali que é algo análogo pelo menos análogo à escravidão, né, com relação aos animais, mas você gosta de se alimentar de ou produtos de origem animal, é isso, de obter prazer através do consumo desse tipo de produto. É, é, é, é isso que você quer dizer?

¶393Não entendi muito bem. O Goplos. Você conhece o Michael Hummer? Conhece, né? Sou eu e o Miin, a gente divulga bastante Michael Hummer.

¶394Ah, ele é um vegano. Ele tem uma argumentação a partir de intuicismo médico em favor do veganismo. Com certeza você dá uma olhadinha. Ã, inclusive eu acho meio paradoxal, né, o Mun achar que no caso ali a é necessário, no caso, haver restrições deônticas no âmbito ali no consumo de carne, né? H, enfim, no consumo, enfim, da execução de animais, né?

¶395Ou seja, que os animais tem que ter literais direitos para, no caso, a gente ter consideração moral deles em relação a eles, ao nível da gente ter um certo dever moral de se abster, de infligir dor e sofrimento necessário neles, né? Acho isso meio bizarro, porque o Hummer argumenta em favor do veganismo a partir desse tipo de ponto. Acho meio estranho. Hã, ele não visualiza, no caso, porque que ele deveria aderir o veganismo ali através do intuito mético. Acho meio estranho, mas ok.

¶396Não v, não entendo porque que ele não veio a relação direta entre uma coisa e outra. A Chiley Chile Vilena, Shily, estou tentando aderir ao vegetarianismo. Muito legal. É o primeiro passo, né? Você começa de passo a passo.

¶397Aerir ao vegetarianismo por razões morais, né? já é um bom passo para depois chegar no veganismo. O que você pensaria de alguém que não come mamíferos? Você acharia que é válido? Mamíferos parecem ser mais inteligentes possuirem emoções.

¶398Na verdade, várias outras espécies de animais já tados, né? H, que ilustram, né, estados mentais que ilustram que eles possuem sem ciência, tá? Ah, vários animais. Inclusive a própria declaração ah de Nova York, né, a declaração sobre consciência animal de Nova York ilustra justamente isso, né, indica que animais de várias espécies, não só mamíferos, possuem sem ciência, né, são passíveis de sofrer disso. Так.

¶399Veganismo, para quem não sabe, fazer refeições pratos com verduras, legumes, afaces e frutas e não tem dinheiro para sempre estar comprando esses alimentos. É difícil. Exatamente. Nos Marafiot, ainda quero debater com você sobre vegetarianismo versus veganismo a partir da premissa mutualista. Como assim?

¶400Premissa mutualista, cara. Mutualista Mat Elder, lembrando que mandei uns vídeos recentes nos grupos. Muito que inviabiliza o veganismo é o hiperfaturamento capitalista. Hum. Deixa eu ver aqui.

¶401Ja. Assim, ó. Eu mandei um exemplo de toneladas e cenouras jogadas fora por não terem tamanho padrão. Ah, eu lembro. Você mandou isso daí no grupo.

¶402Eu vi. [roncando] Nada podre. Pois é, velho. Desperdício. Desperdício, cara.

¶403Desperdício [ __ ] velho. e vendidas para fazer por 1/5 do preço. Так. Cara, eu não sei o que você quer dizer por vegetarianismo atualista, sinceramente. Ó, onde há relação de proporção entre dois seres biológicos, tendo em vista recursos casos, proteção e sem planeção, causando sofrimento e o dano.

¶404Porque assim, vegetarianismo ah estrito, por exemplo, é uma dieta. Vegetarianismo moral é um princípio moral de não consumir carne. De não consumir carne, OK? Não consumir carne. E veganismo moral é a posição de que é impermissível comer não só carne, mas também usufruir de produtos de origem animal em termos gerais, inclusive derivados de animais.

¶405e tudo mais. Então, uma questão de princípio moral, cara, não entendo essa questão do vegetarianismo atualista versus veganismo. Não tá fazendo sentido para mim. Simplesmente não tá fazendo sentido para mim. veganismo moral uma posição ética aplicada, como o Tyler Dogs discorre, né, no texto Mor Vegetasmo.

¶406Então, sei lá, cara, estranho. Eu costumo muita coisa que poderia se encaixar em dietas viganas, então tô acostumado a ver esse preço abusivo. Cara, a veia de marca é quatro vezes mais caro que a granel. Multivitaminos são 10 vezes mais caros do que os suplementos especializados, apenas para B12, ferro, etc. Dub individualmente.

¶407Sim, sim. Isso é tu, velho. Isso é tu. Isso é tu. Olha um pouquinho, pessoal.

¶408M. que você pensa sobre um costume de ostras? Eu acho assim, até onde eu me lembro, eu não sei se as são cientes, tá? Não sei exatamente. Tem alguns animais que não são sencientes, mas são poucos.

¶409Mas mesmo assim, cara, eh, eu acho que a gente deveria evitar o máximo de consumir qualquer coisa que a gente não tá certo que seja que tem algum nível de semência ali. OK. Então, se ostras aparentam ter alguma algumas características que ilustram sem ciência, é bom a gente evitar, sabe? É bom a gente evitar. tem esse tipo de desse tipo de política, né, de atuação, digamos assim.

¶410Thiago Santos 611. Salve, David. Comecei a te acompanhar dos debates. Acho teus pensamentos muito inteligentes. Tem algum alguma introdução ao pensamento filosófico por meio de livros que você possa indicar?

¶411Pensamento filosófico. Eu acho muito genérico. Que tipo de pensamento filosófico você quer introdução? Mas se você quer introdução gerais, a filosofia e a áreas distintas do da filosofia, tem uma lista presente aqui na pensar tua lista que vai te ajudar, tá? Você vem aqui no site da pensatural lista, você vai aqui no recomendamos, você vai na parte de livros, você vai livros para iniciantes, vai livros iniciantes, ó, guia de livros de filosofia para iniciantes.

¶412E aqui você vai ter vários livros que você pode tomar como base para começar a ler, introduzindo a várias áreas diferentes da filosofia, inclusive história da filosofia, metafísica, filosofia da linguagem, epistemologia, filosofia da matemática, filosofia da ciência, filosofia da mente, ética, lógica e assim por diante, né? E tem recomendações de canais também aqui embaixo, beleza? Canais tanto BR quanto gringo, interessantes para você, tá? De filosofia. E aqui tem recomendações de sites muito bons, tá?

¶413Do criticar na rede, que eu já mostrei aqui hoje. Stfford também mostrei aqui hoje. Inter philosophy não mostrei hoje. E compreend linha de problemas de filosofia analítica, tá? Então tem esses aqui.

¶414Comece por aqui. Se você tá zerado ou se você não sabe por onde ir, começa por aqui. Beleza? Então é isso da hora. Vou atrás.

¶415Ó, Mat Elder de como um bom, né? Que é o do Mata Stup, que é o Epistemology, né? na Stanford. Esse do Mata Step é bom mesmo. Fala sobre questão de sucesso cognitivo, relação de sucesso cognitivo entre instituições, agentes, lá lá.

¶416fala sobre fundacionalismo, coerentismo, infinitismo. Bem, bem legal mesmo. Pessoal, acho que eu vou finalizando, tá? Quem puder me ajudar, tá? Agradeço aí.

¶417OK. Meu Pix é esse aqui, tá? Deixa eu mostrar para vocês. Para pagar a conta de luz falta pouquinho, só que tem umas outras paradas que eu tenho que pagar ainda. Dentre eles o próprio, enfim, o próprio uso que eu fiz do limite do Itaú, velho, não paguei ainda, mas só isso aqui já ajuda bastante.

¶418Então, quem quiser me ajudar aí, o Pix é esse aqui, tá? davidbeirofilosofia@look.com.br. Tá cara, eu tô precisando agora de 53 conto, tá? Acho que o 53, 54 conto eu já consigo pagar. Aí quem puder agradeço, beleza?

¶419Então, valeu, falou e até mais, pessoal. Uma boa noite para todos. Nos vemos amanhã, tá? Que na verdade é hoje, né? Hoje mais tarde.

¶420Ah, enfim. Falou. เฮ [música] >> [música] [música]