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radar · Teologia Brasil

ORIENTAÇÃO MARXISTA ESTÁ VIRANDO PÓS-MODERNO!? DANIEL CIDADE E MARCUS BRUZZO DÃO LIKE!

¶1Grécia, escravagista, apóliatiense, que tinha sua forma de escravidão muito peculiar em relação a outras lá do do século eh 4 antes de Cristo. Não, ele achava que isso era justiça no geral e assim ele a fundamentava. Então, tem uma diferença absurda, né? E o ponto quatro, não se procurem, aliás, o Gustavo Machado tá parecendo um pós-moderno, né? indando um antirrealismo normativo epistêmico, um antirrealismo normativo moral, mas ele também é inconsistente porque uma hora ele faz alegações que demandam, né, o que pressupõe o realismo normativo epistêmico, como a gente vai ver aqui mais na frente.

¶2>> Validar uma metafísica particular, mas mostrar que as próprias questões metafísicas são, em realidade respostas a problemas particulares e característicos de uma forma de de organização social tomados ilegitimamente como universal. Esse é como assim ilegitimamente? O que que ilustra essa ilegitimidade? Ileitimidade é uma noção normativa que pode se vincular com up epistêmico e moral. O que que torna essas noções, essas questões metafísicas ilegítimas?

¶3E como que o fenômeno da semelhança não está presente em um âmbito transhistórico e que ele só foi, no caso, algo de preocupação a partir de um momento histórico. Por que que não pode ser esse o caso? Por que que no caso isso não seria o caso? Existem coisas particulares que apresentam características que são semelhantes entre si. Não, ou não tem coisas que são particulares e que não não se assemelham umas com as outras.

¶4Não existe isso. Isso não é o fenômeno. Na realidade se é o erro. Tomar uma questão particular queerge de um contexto particular. E óbvio que nem precisa dizer, né, gente?

¶5Quando isso é feito, quando eu transformo uma resposta a uma questão particular em algo geral, eu tô legitimando universalmente essa situação particular, tá? Mas esse é só um ponto. Então aqui resumo da ópera, tá? Eh, não há falácia genética, porque em nenhum momento eu afirmo ou levo a crer que o mero fato de se expor a gênese do fenômeno, ou seja, da surgimento da metafísica por si só a refuta. O que eu mostro é que essa metafísica que se pretende universal, ela só faz sentido diante de certos dilemas particulares.

¶6>> Fernando, não é transhistórico, pois a forma mercadoria, a forma valor só ocorre no capitalismo. Nós estamos no exato mesmo período histórico que a Europa industrial do século XIX. Nós estamos no exato mesmo período histórico. Poxa vida, cara. Samuel Martins.

¶7Ah, gente, por favor, um pouco de boa vontade. Vocês estão assistindo para refutar? Eu tô assistindo para analisar o argumento. Eu achei os argumentos terríveis. Eu achei que ele não respondeu foi nada do Bertot.

¶8Respondeu foi nada do Bert. Para não dizer que foi nada, talvez os exemplos históricos ele tenha respondido alguma coisa, né? Como dos textos deutero canônicos, né? do, enfim, deutero, deutero canônicas, alguma coisa diz assim, naqueles outos textos lá que ele que o Bert tinha trazido do exílio, envolvendo o âmbito do exílio babilônico e blá blá blá, para não dizer que ele não respondeu nada, né? Literalmente nada, mas o resto [roncando] muito ruim, cara.

¶9Ruim demais. Mas a forma mercadoria, ela se persistiu ao longo do quê? Do história, não é? Não é transhistórico. Esse tipo de coisa tá acontecendo em um âmbito o quê?

¶10Transistórico. Não tá. Poxa vida, cara. Não, o meu intuito não é ofender o Gustavo, é que de fato ele tá parecendo ser inconsistente nas posições dele. Eu não tô dizendo que ele é um pós-moderna, mas eu tô dizendo que ele tem raciocínios ali que tá beirando o pós-modernismo em alguns contextos.

¶11Em outros ele assume o realismo normativo epistêmico. Em outros ele assume uma visão que mais se alinha com o antirealismo normativo epistêmico. E isso se vincula bastante com o pós-modernismo, especialmente na parte que envolve um raciocínio que depende de uma noção antirrealista normativa epistêmica. Ai, que pariu, cara. Só corre no capitalismo.

¶12Mas o capitalismo, a gente tá no exato mesmo período histórico, cara. O capitalismo de hoje é o exato mesmo capitalismo da Europa industrial do século de ZFO 9. Eu sei que ele é crítico para m Laura. Ah, eu acredito que eu tô mais informado sobre o estado da arte dos assuntos interseccionais que eu tô abordando aqui do que o machado está. Como eu disse, o machado ele manja muito de marxismo, cara.

¶13Ninguém vai negar isso, acho. Eu, Ari, ninguém vai negar. Ninguém vai negar isso. Posto em certas formas de sociedade específica. Tranquilo?

¶14Eh, vamos lá então pro segundo ponto. São sete, tá? E não é número cabalístico não, viu? Que deu sete mesmo. Não tem culpa não.

¶15Deu sete. Sete pontos. Eh, o marxismo ocuparia uma posição epistêmica privilegiada. Isso é outro aspecto que ele coloca. Por quê?

¶16Então, segundo Bertoch, eh, eu admito, né, que todas filosofias são produto histórico, exceto na prática o próprio marxismo. [risadas] Por quê? Por que que o marxismo também não seria o produto histórico? Mas vamos lá. Porque você disse que em virtude de certas ideias terem surgido em contextos históricos específicos e que envolvem questões que pertencem à aqueles contextos e aquelas condições sociais históricas específicas, logo em outros contextos históricos com condições sociais distintas e etc, aquelas ideias simplesmente se tornam inválidas.

¶17Áidas. Enfim, vamos lá. ele introduz, né, Mahi, eh, o exemplo do Mahi aqui, justamente para mostrar uma alternativa, reconhecer que toda perspectiva histórica situada, ou seja, que Mahi conclui isso, sem concluir que todas sejam equivalentes. Estranho, porque eu nunca disse que todas são equivalentes, né? Ali é um vídeo que eu tô procurando problematizar a genes da metafísica sem entrar nos pormenores das diversas abordagens metafísicas que existem.

¶18O conceito de Paralx serve precisamente para afirmar que diferentes exposições históricas revelam aspectos distintos da realidade. É verdade, ô Bartosch? Sem dúvida você pode ter diferentes exposições históricas que revelam aspectos distintos. Vamos lá. Ó, a Laria Miller, ela chegou aqui, ó.

¶19Respondendo a sua pergunta, David. O capitalismo é o mesmo sim. No que diz respeito às relações sociais que o conformam. falo que é importante você se apropriar desse aspecto da discussão, pois sem compreender isso fica difícil de entender a posição. Você só tá corroborando comigo.

¶20Sabe por quê? Porque se você tá identificando algo que persiste, um dado fenômeno específico, que persiste que permite a teoria do marxismo se aplicar por dentro um âmbito transhistórico, em virtude desse fenômeno compartilhado, né, esse fenômeno presente, em virtude dessas relações sociais se manterem ao longo do tempo, então a mesma coisa pode ser visto com o problema da semelhança, pode ser visto com a questão da semelhança, o fenômeno da semelhança, que é o mesmo mesmo porente o âmbito transhistórico. Ou seja, se você invalida, você se você trata como inválido a metafísica em virtude de do condição de certas condições históricas que permitiram, no caso, uma reflexão, né, pessoas refletirem sobre essas questões acerca do problema da semelhança e articularem teorias metafísicas em cima disso, [roncando] né, em cima disso. E você ainda assim, né, você ainda assim não desqualifica o marxismo em bases similares, então você tá aplicando o duplo padrão, você tá atuando com o duplo padrão. se um não é invalidado ali ah em virtude no caso da do surgimento, né, das condições históricas e sociais específicas em que aquela reflexão e aquela teorização em cima de um dado fenômeno surgiu, se isso não desqualifica aquela teoria que foi articulada naquele contexto como se aplicável em âmbitos posteriores, transhistoricamente falando, mesma coisa para você aplicar para metafísica.

¶21Senão você vai querer o seu bolo e comer também. Você vai querer fazer o seu bolo e comer também, né? Teru bolo e comer também. Ah.