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radar · Teologia Brasil

LIVE: DEBULHANDO ARTIGO DE PRESSUPOSICIONALISTA CRISTÃO! MÉTODO ISOMORFIA SEPTENÁRIA OU PALPITADA!?

¶1Oh. uh เฮ Salve galera, beleza? Aqui quem fala o David novamente. Estamos aqui mais uma vez para mais uma análise, né? Dessa vez nós iremos fazer a análise de mais um artigo, né?

¶2Nós já fizemos análise do artigo do Tony Canistol, que foi um artigo, enfim, ah, recomendado ali pelo Mateus Fugita e pela Gabi Schutz, né, referente ali a a uma suposto a um suposto suporte ao argumento transcendental, né, ah, ali em favor da existência de Deus, né, de certo modo, o argumento transcendental ali, alinhado com o idealismo transcendental, mais mais especificamente, né, ah, mais especificamente E e aí nós fizemos essa análise aqui, né? Basicamente aqui eu abri o artigo e mostrei para vocês que, na verdade, o o artigo ele não fornece uma ele não fornece uma demonstração lógica ali em termos de lógica modal nem nada do gênero, né? Ele só fornece um arcabolso formal distinto do arcabolso de outros inferências, né? Outras inferências ali envolvidas no âmbito matemático e blá blá blá, né? E que nesse caso aí favoreceria uma distinção do argumento transcendental, né?

¶3de argumentos transcendentais para argumentos, né, em favor de outras conclusões, né, outras conclusões como do domínio matemático e coisa e tal, né? Então era só isso, né, que o artigo ilustrava, né, a gente ilustrou aqui, e que também ele postulava, né, uma maneira de tentar pontear, né, de de tornar a as inferências de argumentos transcendentais ali razoáveis, né, ah, ou seja, de preencher a ponte através do idealismo metafísico, né? Só que daí é um ônus a mais, né? É um ônus a mais que no caso a pessoa que é proponente desse tipo de argumento tem para poder ilustrar uma demonstração adequada ali eh de um argumento transcendental bem sucedido, né? Ele precisa de um arcabolso metafísico ali específico, do idealismo metafísico e, portanto, torna a demonstração muito carregada metafisicamente, né?

¶4E difícil de se suportar ali, de se evidenciar para alguém que discorda de antemão desse tipo de visão, tá? Ã, mas enfim. Ah, um salve aqui pra galera que tá chegando, né? Ari, já ele chega aqui conosco, tá? Eu acho que ele vai demorar um pouquinho.

¶5Eu vou dar um salve aqui pra galera que tá chegando, né? Então eu tô vendo aqui que o cético da fé tá aqui conosco, né? Está aqui conosco. Ele disse o seguinte, ó. Desde que conheci o canal do Jadson, ele só fica com essa de que lógica prova Deus.

¶6Ele olha e e olha que eu conheço o canal desde 2022. É sempre o mesmo discurso dele e do Gavão. É porque eles estão basicamente, enfim, dentro desse tipo de abordagem apologética, né? Enfim. E muitas vezes eles usam mais âmbito retórico do que qualquer coisa, né, substancial, por assim dizer, né?

¶7Ah, e eles querem porque querem ilustrar esse tipo de abordagem, porque se esse tipo de abordagem fosse bem-sucedida, né? Ah, os ateus estariam em apuros mesmo, mas não estão em apuros porque tipo de abordagem é péssimo, tá? Para demonstrar o que eles querem demonstrar ou evidenciar o que eles querem evidenciar. Hã, a lógica não precisa de uma divindade para existir. Sim, eh, tem várias coisas aqui que a gente vai comentar já, tá?

¶8Tem vários problemas aí nesse artigo. A gente vai mostrar aqui vários problemas dele. Não sei se vai dar para ler tudo, né, para abordar tudo hoje. Vai ter muita coisa para comentar, mas a gente pode fazer uma parte dois, quem sabe talvez. Não sei.

¶9Talvez uma parte dois aí posteriormente. Ah, mas é isso. Ó o m aqui. Se tudo é brama, logo precisa. Aí o Thiago aqui, né?

¶10O Thiago que ué no artigo o preço posicionalista, infalibilista, epistemológico, finalmente irá conseguir refrutar de modo categórico as leituras antipsicologistas da lógica? Figueir revirar o túmulo. No túmulo. Pois é, Figuei vai se revirar no túmulo. Aí o Thiago me mandou aqui também, ó.

¶11Eu vou até pegar meu caderninho aqui. Os caras manj pacas. Os cara manj pacas, só que não. Jean Teixeira, salve. Salve Tejan.

¶12Ó Antônio, e aquele outro objetando ao colapso modal vai reagir também? Pode ser, né? Você tá falando do artigo do do conhecido do Thalis Muniz, né? Do Talis Muniz. Eu cheguei a reagir um pouco desse artigo e ilustrar algumas problematizações nesse artigo em uma das lives, né, em que eu tava reagindo o Talis Muniz.

¶13Então, já ilustre alguns problemas, mas eu não fiz corte dessa live nem nada, né? Tá aí privado para quem for membro, consegue ter acesso a uma das lives de tema livre, onde eu analisei uma parcela desse artigo, tá? Eu cheguei a tocar em alguns pontos, mas não cheguei a analisar por completo, né? Não cheguei a ilustrar reputação completa do artigo, mas a gente pode fazer isso também. J Elliot, salve David, salve.

¶14Ó o cético da fé. Gordon Clark é um fundamentalista. Não sei como os caras citam, os caras citam esse filósofo, né? Ele tem uma crítica interessante da analogia doente, né? Como por exemplo da visãoana, o Gordon Clark, acho que é no texto The God, no no texto The Gods Hammer, né, que até o café me passou e o Gabriel Brasileiro me passou.

¶15Tem uma crítica interessante a analogia doente, então pelo menos para bater em tomistas é interessante alguns insightes do do Clark, tá? Do Gordon Clark. Beleza, Alan. É esse mesmo. Isso aí.

¶16Ã, vamos lá. Deixa eu ver se o Ariou. Ah, ele perguntou se eu tô em live. Sim, tô em live. Já estou.

¶17Vamos ver se ele vai entrar agora. Beleza, eu chamei ele aqui. Vamos ver se ele vai se ele vai chegar. Bom, mandem mensagem, qualquer coisa a gente começa a analisar aqui e aí ele entra no meio e eu dou um uma contextualizada nas partes que a gente parou. Mas enfim, vamos lá.

¶18Opa. Esse aqui é o artigo, tá? Esse aqui é o artigo. Inclusive, ele já foi indexado, né, no no indexador bibliográfico da da F Papers, né, da Fel Papers. Ah, aí o o Jadson ficou todo oriçado, né, porque ah, nossa, tá na F papers, como se não deixasse merda lá também, né?

¶19Mas enfim, vamos lá. H, então o artigo, né, o título do artigo é o método de isomorfia seária. O que que é esse método? A gente vai ver aqui, né? Vou mostrar para vocês aqui.

¶20Fundamentação ontológica da lógica, insuficiência do naturalismo e resposta sistemática às 15 objeções contemporâneas do argumento da lógica para a existência de Deus. Já de São Barbosa. Então, vamos lá, vamos ler o resumo aqui, né? Vamos começar pelo resuminho, né? Só para ilustrar para vocês, o presente artigo apresenta o método de isoporfia seária.

¶21Miss, proposta metodológica original para avaliar se o sistema filosófico possui os recursos ontológicos. Isso aqui já é um problema, tá? Recursos ontológicos, cara. Recursos ontológicos necessários para fundamentar as leis da lógica, né? Essa noção de recursos ontológicos necessários.

¶22O que que quer dizer essa necessidade aqui, né? Já já essa primeira pergunta que a gente faz. Que tipo de necessidade é essa, né? Que tipo de necessidade é essa que tá envolvida, né? Que tipo de necessidade é essa que tá envolvida?

¶23E que que noção é essa de recursos, né? De recursos ontológicos, né? Mas enfim, vamos lá. Ã, basicamente isso aqui é só uma é só uma outra forma, né? Se você for ver no fundo, né?

¶24Ah, uma outra forma de dizer isso é basicamente que ah, a hipótese, no caso ali te ela tem uma pré-especificação, né? por assim dizer, ah, tem uma pré pré-especificação que torna, no caso, ali Deus um objeto enfim, um uma hipótese, né, ou pelo menos ali uma, enfim, uma proposição, né, uma hipótese acerca da existência de Deus, como eh a hipótese acerca da existência de Deus como sendo um recurso ali relevante, né, como por ser uma explicação com maior profundidade e amplitude explanatórias, né, porque no caso ele vai falar que ele utiliza inferência para melhor explicação, né, cita até o Lipton, né, ali em um certo ponto do artigo. Mas enfim, vamos lá. O ponto de partida é um princípio de suficiência explanatória. Esse princípio aqui, cara, esse princípio aqui é é engraçado.

¶25A tentativa dele de motivar esse suposto princípio de suficiência explanatória aqui vai ser engraçado, né? Porque ele vai utilizar uma analogia que não tem nada de relevante para motivar ou tornar inteligível essa noção de suficiência explanatória. No caso de uma explicação metafísica, como por exemplo da própria noção das leis da lógica, né? Ah, para existência da lei da lógica em termos metafísicos, né? Ah, mas vamos lá.

¶26Nenhum fundamento é adequado, ó. Nenhum fundamento adequado se carece de capacidade ontológica necessária. Capacidade ontológica necessária, cara. Capacidade, que tipo de capacidade é essa? Que que noção de capacidade é essa, né?

¶27Digamos assim. Ah, opa, deixa eu ver se eu Ari. >> Ah, tá beleza. Foi no outro grupo. Mas enfim.

¶28H, capacidade ontológica. Que que que que que isso quer dizer? capacidade ontológica. Você quer fazer o que, o que que isso quer dizer? Quer, quer dizer, em termos de poderes, né, de poder explanatório, amplitude explanatória.

¶29Ah, o que que é essa noção de capacidade? Qual a relevância dessa noção de capacidade eh ontológica necessária, né? E o que que qual que noção de necessidade ali relevante isso aqui figurante, né? Necessidade metafísica. É necessidade metafísica, necessidade lógica, necessidade o quê, né?

¶30Ah, enfim. Mas enfim, vamos lá. Essas são as perguntas iniciais, né, que a gente faz quando a gente vê umas noções dessas, né, para explicar as propriedades essenciais do que pretende fundamentar. A lógica exibe sete propriedades: imaterialidade, natureza proposicional, universalidade, imutabilidade, normatividade, atemporalidade, eternidade. Primeiramente, a a primeira questão que a gente tem que colocar aqui é essa noção de propriedade, tá?

¶31essa propriedade, OK? Eh, essa função de sete propriedades aqui, né? Vamos lá. Quando a gente fala de inferência para a mesa explicação, a gente fala sobre a articulação de hipóteses que são pré-especificadas o suficiente, ou seja, que no caso tem conteúdo relevante, né, embuído nelas, né, que permite, né, que permite, no caso, com que a a relação de verosemelhança, né, a relação de suporte evidencial em termos de verosilhança, né, da função de verosemelhança, ela se eleve em virtude de certas de certos fenômenos, né, considerados como sendo evidências, como servindo de evidência ali para essa hipótese, né, certos estados de coisas ou certas observações possíveis, né, envolvendo fenômenos específicos que tornem, no caso, uma hipótese mais provável relativamente a outra hipótese, né, relativamente à evidência em detrimento de outra hipótese alternativa, né, que é a negação dessa hipótese, né, a gente geralmente visualiza dessa maneira, tá? Quando a gente vai falar sobre inferência para para melhor explicação quando a gente fala sobre baesianismo, abordagem baesiana, por exemplo, né?

¶32H, conforme lógico baesiano, por exemplo, eh, que é uma maneira mais de tratar de forma mais formal a questão, né, a da inferência para a explicação, né, ilustrar o arcabolso formal que se vincula com esse tipo de raciocínio, né? Hã, nesse caso, e essas sete propriedades ou essas sete características seriam um fenômeno a ser explicado referente à noção da lógica, né? Ou seja, a lógica real, né? Ou seja, a lógica metafisicamente real, ou seja, a lógica que está por trás da estruturação da nossa realidade, supondo aqui, pressupondo o realismo lógico, seria uma lógica que apresenta, né, seria justamente ah uma noção de lógica que apresenta essas sete características e que demandaria uma explicação ali, ah, em forma de torná-las inteligíveis à luz dessa explicação, né, desse hipótese considerável, né, tornar isso tudo inteligível à luz dessa hipótese considerada, certo? Só que aqui tem algumas coisas, né, que são interessantes.

¶33Primeiramente, a questão da a questão da natureza proposicional, a questão da a questão da imutabilidade, da imutabilidade e a questão, no caso, da imaterialidade, tá? Da imaterialidade, OK? Essas três questões aqui são elementos vinculados com características que são pertencentes a um account de explicação para fenômenos genuínos vinculados com a lógica, né? Para fenômenos supostamente genuínos, né? Vinculados com a lógica, que supostamente demane explicação.

¶34A gente vai problematizar essa ideia de que a lógica pode ser explicada em princípio também, tá? Mas supondo aqui que seja fenômenos ali a ser explicados, né? Essas características, né? Ahã. Há três características aí que não são tão óbvias pertencentes à lógica, né?

¶35Que não seriam tão óbvias. Ah, tem certas características que não são tão óbvias assim como sendo pertencentes à lógica, né? A lógica, como essas três que eu mencionei, tá? Não são tão obviamente pertencentes à lógica. Tudo bem?

¶36Ã, mas universalidade, OK. normatividade é meio questionável também de certo modo normatividade, porque nesse caso quando a gente pensa de normatividade, a gente pensa em algo que pode ser violado, porque normas podem ser violáveis em princípio. Então você tratar essa essa questão da normatividade também como uma característica da lógica, né, da lógica real, né, metafisicamente real, né, que seria aquela que estrutura a nossa realidade em termos de metafísica da lógica, seria estranho, né, seria estranho no caso você assumir que a normatividade é uma característica dessa lógica que basicamente molda nossa realidade, né? Eh, e que nesse caso você assume que não seria violável em princípio, né? No caso ali você vê, por exemplo, esse microfone aqui, ele é um microfone e ele não pode ser o não microfone e o microfone ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto, ok?

¶37Esse objeto aqui, ele não pode ser o microfone e não e não ser o microfone ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto. Supondo, no caso que a lei da não contradição é uma lei metafísica, né? É uma lei não só de lógica pertencente ao sistema formal, né? Eh, ou a um conjunto de sistemas formais ali que aceitam a lei na contradição, como a própria lógica clássica e a lógica tradicional, tá? Mas assumindo que elas são as características da realidade.

¶38Então, no caso, esses objetos, né, os objetos existentes na realidade, né, como no caso a leis da lógica, são universais, atemporais, ah, e elas, no caso, elas regem ou elas favorecem uma explicação do porque que as coisas elas apresentam consistência, principalmente os objetos macrofísicos, como esse microfone aqui. Então, nesse caso, o microfone ele não poderia violar essa lei em princípio. Portanto, no caso, a característica da normatividade é meio estranha, né? Você assumir que isso seria vinculado com a lógica real, tá? Ah, com a lógica real, porque nesse caso você assumiria que no caso é isso poderia ser algo violável em princípio, né?

¶39poderia ser violável em princípio. E não é tão claro assim que no caso quando a gente pensa de um realismo lógico sobre leis da lógica que servem como se alinham com certos princípios lógicos que se refletem, né, ou que se traduzem em princípios metafísicos que regem, estruturam a realidade, que de fato esses princípios metafisicamente interpretados, né, como sendo princípios metafísicos também, não só princípios lógicos de algum sistema formal particular, nesse caso a lógica clássica, mas sistema da própria realidade, né, que regem o regulamento ou a a enfim que enfim que estruturam, né, não é aquele elemento, mas que estruturam a própria realidade, os próprios objetos concretos eh existentes, né, na nossa realidade, que no caso eles possam ah essas leis possam ser violadas em princípios, já que elas são princípios também metafísicos, né, tal como no caso o princípio de que no nada vem, né, que é o princípio que geralmente assumido como sendo o princípio metafísico genuíno, né, pelos próprios teístas e que não é assumido como sendo violável em princípio. Nem mesmo Deus poderia violar isso, né, ah, poderia violar isso, né, de trazer algo absolutamente do nada, né, absolutamente do nada. inclusive sendo um ponto do filtor em contraposição a no caso a no caso os teístas inclusive que assumem que isso é um princípio metafísico que estrutura a própria realidade e restringem o que pode vir a existir ou deixar de existir na realidade, tá? Ahã.

¶40Então é isso. Então vamos lá. Mas esses daqui seriam supostos fenômenos a serem explicados, né? Essas sete propriedades pertencentes à lógica, né? E quando a gente fala de lógica aqui, a gente tá falando sobre um realismo lógico, né?

¶41o realismo lógico que assume que existem, no caso, certas leis da lógica e que essas leis da lógica elas são estruturantes da nossa realidade ou do pelo menos de certos objetos da nossa realidade, né? Ah, ali no âmbito metafísico, no âmbito real, né? Do que existe. Então vamos lá. E cada uma impõe exigências específicas ao fundamento proposto.

¶42Então vamos lá. Qual que são as Qualis que são esses pontos? O artigo aplica o MIS ao naturalismo e ao nominalismo, demonstrando sua insuficiência explanatória sistemática. E responde com rigor filosófico as 15 principais objeções e a tese de que a lógica exige fundamento teísta, incluindo as três linhas de objeção formuladas por malpaz 2021. Aqui errou, tá?

¶43Aqui não é de 2021, não é de 2020, tá? Mas tudo bem, é erro de data, perdoável. Diretamente contra o Anderson Welth em 2011, né? que eles publicaram no artigo de 2011, que é o senhor da não contradição, que é basicamente um argumento onde articula uma forma de argumento da lógica, né, partindo inclusive de um conceitualismo divino, né, o conceitualismo divino, para ilustrar no caso que as leis da lógica, por elas serem proposições e proposições existirem na m na mente de pessoas, né, por assim dizer, existirem na mente e pelas proposições delas serem necessárias, por assim dizer, né, o status dela, status moral dessas proposições ser necessário. Então, no caso, elas só poderiam ser explicadas, né?

¶44Ah, só poderiam ser pensamentos na mente, ah, na mente de uma, de uma mente, ah, necessária, né? Uma mente ali necessária. E essa mente seria Deus, né? Eh, é o que eles tentam concluir ali no artigo, OK? A noção de necessidade envolvida, a noção de intencionalidade envolvida e o dilema para o conceitualismo divino.

¶45Conclui-se que o conceitualismo teísta do logos, desenvolvido por Gordon Clark, eh, Gordon a Clark, né? AID Clag e James and Anderson e Greg Elton é o único método modelo que exibe isomorfia plena com o septenário, tá? Então vamos lá, vamos começar agora introdução. A questão da fundamentação da metal lógica permanece como um dos problemas mais persistentes da metafísica contemporânea. Ah, não exatamente, né?

¶46Tem outros problemas que são mais ah mais vigorantes na metafísica contemporânea do que isso, tá? Mas ok, é um é um dos problemas abordados. As leis lógicas não são hipóteses científicas revisáveis. Aqui, aqui, aqui, uma pessoa que é proponente do antiecepcionalismo sobre lógica, né? Ah, do antiecepcionalismo sobre lógica, como a própria Dilly Russell, discord, discordam disso aqui, tá?

¶47O Felício, né? Ah, Maxmiliano Carrara e o Felipo Ferrari, né? São dois autores ali que tem um artigo, né? Ali tem um livro publicado tratando sobre antiecepcionalismo sobre lógica, que é uma visão ali que é influenciada, né, de certo modo pelo Quin, né, é uma visão influenciada ali bastante pelo Willard, filósofo analítico Willard Van Orman Quin, tá? que assume, no caso que a epistemologia a da a epistemologia no caso da ciência e no caso a própria abordagem ah a própria tratativa da lógica, né, não assume que a lógica ela é excepcional, né, ela é excepcional com relação às outras disciplinas, ou seja, que os métodos ou meios de investigação, né, e aspecto epistemológico envolvido no âmbito das outras disciplinas, também se aplica ao âmbito da lógica, né?

¶48Eh, e aí se argumenta contra a noção do excepcionalismo sobre lógica, ou seja, de que a lógica seria excepcional em relação às outras disciplinas, hã, as outras disciplinas enquanto o método envolvido no âmbito epistemológico e também no âmbito ali as presupções ontológicas ali como não revisáveis, né, em princípio. E daí se questiona o princípio da generalidade da lógica e outros princípios ali envolvidos ah no da lógica, como princípios genuínos, né, que estabelecem a antip anticionalidade da lógica com relação a méomia de verticação tipicamente vinculadas com a com as próprias ciências naturais, as ciências humanas, etc., né? Mas principalmente as ciências naturais, né? Ah, então uma anticpalização biológica Russell negaria isso aqui, tá? negariam isso aqui.

¶49Elas assumiriam, no caso, que existe uma justificação de certas leis da lógica com base numa abordagem abdutivista lógica ou então indutivista lógica, né, que é duas abordagens ali que alguns autores ilustram, né, para favorecer uma motivação para o antiecepcionalismo sobre lógica, tá? Ah, então até mesmo no caso leis da lógica seriam revisáveis ali, conforme no caso da investigação científica fosse ocorrendo, né? Então tem esse tipo de abordagem também. Então aí já já é colocado em questão essa noção da excepcionalidade, né, que teria que ser lidada com ela também. OK?

¶50H, então vamos lá. O princípio da não contradição [ __ ] né? Ah, o princípio da identidade, o princípio da identidade e o princípio do terceiro excluído são condições de toda a inteligibilidade possível. Bom, defensores de uma lógica para consistente, né, e de uma abordagem de lógica para consistente negariam esse tipo de coisa, tá? Eh, é possível você ter inteligibilidade mesmo com um sistema que assuma a existência de algumas contradições, eh, sem que no caso o sistema se exploda e, portanto, o sistema pare de carregar informação relevante, né?

¶51Ah, pare de preservar verdade por entre as proposições ou sentências ali nas suas derivações, né? Ah, e ao mesmo tempo restringja, no caso ali, ah, o âmbito das inferências, né? Enfim, estabeleça ali um sistema formal, né? e estabelece o sistema formal, que no caso possui uma regra que ilustra, né, que se alinha com uma não trivialidade, né, que no caso impede a noção de trivialização do sistema lógico, né, eh, tornando no caso o sistema lógico ali capaz de comportar contradições sem no caso explodir, né, né, sem explodir. Então, existe esse tipo de de questão, tá?

¶52E componentes, no caso ali de uma lógica paraconsistente, vão negar isso aqui, tá? Ah, que no caso o princípio da não contradição, por exemplo, rol da não contradição é é uma lei genuína que é necessária para ter intelig, né? Por assim dizer, vão negar isso daí. Não é uma condição necessária paraa inteligibilidade que não haja contradição alguma na realidade. Ah, ou em nossos sistemas formais, né?

¶53Para que no caso eles preservem alguma coisa de inteligível neles. OK? Então vamos lá, ó. Ó, sem eles nenhuma proposição poderia ser verdadeira, nenhum argumento poderia ser válido, nenhum debate poderia ser ter sentido, incluindo debate sobre a existência de Deus. Isso aqui é falso.

¶54Isso aqui eu apontei pro Jadson no grupo em que ele tá lá, que é basicamente o grupo de biologia, né, que tá eu, ele, tal, uma galera lá. Isso aqui é só falso, tá? É só fake, só fake, só fake, só falso. Porque o que que acontece? Existe certos autores e inclusive traduzi um artigo sobre isso, tá?

¶55que eles trazem um acabou lógico para consistente, né? E até para completo também acabou os lógicos ali para consistentes ou para completos por âmbito da discussão da filosofia da religião. Eles assumem no caso, que alguns aspectos, alguns atributos, algumas propriedades de Deus são inconsistentes, tá? Ou seja, que Deus ele inere algumas inconsistências nele e ainda assim ele é um ser real, né? Ainda assim é um Deus que existe genuinamente, né?

¶56Ah, é o caso do DC Bill, que é um filósofo da lógica, né? metafísico da lógica, que ele tem, no caso, um livro inclusive escrito, né, eh, sobre esse tipo de abordagem teológica, ah, ali para consistente, né, uma abordagem teológica ali que assumi para consistência, né, que é basicamente assumindo a inconsistência no da encarnação de Cristo, né? Então existe aquela questão sobre como que no caso um ser que ele é absolutamente divino, né, por assim dizer, ah, ele pode ter uma natureza divina e ao mesmo tempo uma natureza humana, ambas instanciadas ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto com relação a ao da encarnação dele. como é que ele pode ter duas naturezas ali eh que envolve, no caso, uma completude de uma natureza divina e uma completude de uma natureza humana naquele mesmo sujeito, né, nesse caso Jesus Cristo. Ah, e isso não ser uma contradição.

¶57Como que isso pode ser o caso, né? Como que isso pode ser o caso? Então, parece que haja uma uma contradição aí. E no caso, o decibil toma essa contradição em termos de valor de face e articula uma teologia, né? Uma teologia ali cristã para consistente, né?

¶58O nome do livro dele é The Contradictory Christ, o Cristo contraditório. E o Op ele se refere a visão do prist aqui. A visão do pristo aqui, tá? >> Deixa eu pegar aqui. >> Construção concepções de divindade suprema, tá?

¶59E o OP nesse artigo aqui que é um artigo publicado em acho que 2023, 2022, 2023. Opa, chegou. Salve, >> tá me ouvindo? Alô. >> A Universidade é o é o promotor das habilidades que depois >> Alô, alô, alô.

¶60>> Sim. Objetivo >> aí. Alô, >> sociedade, que é em grande medida informal pelos qualidade. >> Tá ouvindo? >> Tô ouvindo.

¶61>> Trabalho tá mais ligado às potências de internet. >> Tá me ouvindo? >> Para fazer isso, eu entendo que existe como grande >> alô. que é um nível muito elevado de taxa de juros que limita esses empreendimentos e ganhar. >> Alô, tá me ouvindo?

¶62>> Tá não, cara. Sai e entra de novo. >> Fiscal envolvers. Nível menor que ele vai sair entrar de novo. >> Se eu sar aqui se ele mandou alguma coisa.

¶63Quebrar barreiras tecnológicas. Coloquei lá, mas você caiu. Se não >> deixar mais acessível o crédito no Brasil para esse tipo de investimento. >> Ah, beleza. Voltou aí.

¶64Tá me ouvindo? Alô. >> Seja compatível a redução da >> ali. Se estruturalmente menor. >> Alô.

¶65Agora essa ouve ouço, mas tá meio abafado, mas te ouço. Você me ouve? Consegue entender muito bem qual é a vantagem, tá? Passado. >> Alô.

¶66>> Eita. Tá me ouvindo? Alô, tá me ouvindo? sentido as atividades mais arriscadas. >> Eita pegando >> chegou apenas o Ari espírito.

¶67Tá baixo o áudio do Ali, o cético da fé aqui. >> Deixa eu voltar aqui. Tá me ouvindo? Acho que não tá me ouvindo, cara. >> Tô te ouvindo.

¶68Me ouve? >> Ouço, ouço, ouço. Sim. Mas tá >> ou me ouve agora? Agora tô te ouvindo.

¶69Agora tô te vindo. Tá perfeito. Você tá vendo aí na tela? Dá, dá para ler o >> Você está me ouvindo? >> Tô ouvindo sim.

¶70Tô ouvindo, tô ouvindo. Boas ideias. >> Tá me ouvindo? Tranquilo. Você trabalha com moda e já usa inteligência.

¶71>> Alô. Tá me ouvindo? Putz, cara. Aí a foi de Discord [ __ ] Mas enfim, vamos vamos lá. Eu vou vou ver se o Ari ele, ele consegue arrumar aí o que ele tá arrumando.

¶72Vou vou prosseguir aqui, tá? Mas enfim, aí tem esse artigo aqui que eu traduzi, né? Concepções de divindade suprema, só para vocês terem uma noção, tá? E aqui em um texto, né, em um trecho, >> é comentado sobre a visão do CBIL, tá? Ó, alguns teístas abraçam conversas explicitamente.

¶73Opa, >> tá ouvindo? >> Tá, tá me ouvindo? Alô. >> Eu tô ouvindo, mas tá bem baixo. Você tá ouvindo?

¶74O Brasil é uma fábrica de >> caramba. Tá tá tá complicado o negocinho aí, velho. Tá doido, >> Chaves. >> Cara, eu tô te ouvindo. Acho que o pessoal da live também tá ouvindo.

¶75Só que tá bem abafado. Você não tá ouvindo nada do que eu tô falando. oportunidade. >> Deixa eu perguntar para ele no zap, cara. Então isso torna o dinheiro mais com que o empreendedor consiga ter eh gastos para poder respirar e poder ter dinheiro para poder trabalhar.

¶76>> E como vocês veem a relação da iniciativa? >> Bom, mandei uma mensagem ali no zap dele. Vamos ver se ele vai ver depois, mas vamos continuar aqui. H, aqui, ó. OP ele comenta o seguinte, ó.

¶77Austei. >> Oi, >> oi, oi, oi, oi, oi, >> oi. Tá, mandei mensagem lá para zap dele. Mas enfim, aqui o OP comenta o seguinte, ó. Alguns teístas abraçam conversas explicitamente contraditórias sobre atributos da divindade suprema que tem caracterização intrínseca.

¶78Explicações para essa adoção variam. Alguns teistas endossam dialeteísmo. Na visão deles, há verdadeiras contradições, ou seja, dialeteias. E os atributos da divindade suprema, que tem caracterização intrínseca, estão entre as coisas que são verdadeiramente contraditórias. Verdadeiramente contraditórias.

¶79Outros teistas supõem que, embora não seja literalmente verdade que os atributos da divindade suprema que tem caracterização intrística sejam contraditórios, as melhores expressões analógicas ou metafóricas que podemos dar a esses atributos são explicitamente contraditórias. para mais informações sobre teologias dialéticas ou dialeteias, né? Eh, dialeteístas, né? Veja, por exemplo, Bill, que é o DC Bill, Shodrin e Maharas. E aqui tem a referência do Bill.

¶80Tem a referência do Bill, ó, The Contradictory Christ, ó. The Contradictory Christ, que é justamente o livro que eu mencionei. E aqui tem um uma apresentação. Calma aí, deixa eu só colocar de novo aqui, né? Porque o Ari, se ele voltar, ele vai ver aqui.

¶81Mas assim, ó. E aqui tem um nível estadual, federal >> the contradictory só. Capturing Christianity. Ó, >> você ainda tem que carregar >> aqui, ó, tem uma entrevista do DCB comentando sobre essa visão dele, tá? is Christ a contradiction no capture Christianity, onde ele expõe essa visão no livro, né, o Cristo contraditória.

¶82E aqui também tem um debate dele com James Anderson, com o próprio James Anderson, que é o autor do artigo de 2011, tá? Que o Jadson fez referência aí no resumo, tá, no Abstract, discutindo sobre a questão da natureza contraditória de Deus, de Jesus nesse caso, com o DCBIL, tá, o James Anderson. Aqui, ó, os dois discutindo aqui, debatendo, ó, os dois aqui, ó, James Anderson, que escreveu o artigo, e o JC Bill, tá? Que defende, no caso ali no livro dele, a tese de que Cristo é contraditório, tá? Cristo é contraditório, a natureza de Cristo, né?

¶83Natureza encarnada de Cristo é contraditória. E ele defende que isso não refuta Deus, tá? Não refuta Deus, que Deus ele pode ser contraditório sim e tá de boa, tá? Não é explosivo isso. Você aceitar isso no seu sistema metafísico.

¶84Não explode o seu sistema metafísico. Não torna as coisas ininteligíveis. Ok? Então ele defende isso. OK.

¶85Tudo bem. Então só para deixar claro aqui que essa ligação aqui já é errônea, tá? Já é errônea. Deixa eu colocar o Ari de volta. Tá me ouvindo ali?

¶86>> Eu estou te ouvindo. Vai ser meu. Ah, >> agora eu te ouço, pô. Agora. Agora sim.

¶87Se apresente aí pra galera. Tá bacana. Eu sou a pessoa que não que não ouve. Tô brincando. Eh, você tá em qual parte antes de tudo?

¶88Você já avançou um pouquinho? >> Cara, tô bem no início do artigo ainda. Tem muita coisa para comentar. >> Ah, entendi. >> Eu eu expando a tela um pouquinho aqui.

¶89Facilita aqui. É isso aí, galera. Boa noite. >> Boa noite a todos aí. Bora lá.

¶90Bora. Assim tá bom? Acho que assim tá bom, né? Assim dá para ler. Assim acho que dá para ler.

¶91>> É, eu expando aqui, né, no na no próprio celular aqui e vou lendo. >> Mas eu vou Mas eu vou lendo. Eu vou lendo. Eu vou tipo falando também para para você ouvir qualquer coisa que eu tô fazendo justamente assim, né? Eu tô colocando na tela, tô lendo, tô lendo aí.

¶92Bom, basicamente é o seguinte, ó. Eu tô na introdução, ó. Vou ler a introdução aqui. Na parte um, eu li o resumo, né? O abstract.

¶93Já fiz algumas problematizações a prima, né, do abstract. Mas é aqui, eu tô na introdução ainda, cara. Já tô comentando um monte de coisa aqui já. Mas enfim, vamos lá. Ó, introdução.

¶94Ó, introdução. Beleza? Ó, a questão da fundamentação das lógicas permanece como um dos problemas mais persistentes da metafísica contemporânea. Aí eu comentei em brevemente que isso não é exatamente um dos não é exatamente o problema mais persistente, né, ou um dos problemas tão persistentes assim tratados na na metafísica contemporânea, né? Tem outros problemas ali que são mais relevantes, mas ok, tudo bem, pode pode conceder isso aqui.

¶95Aí as leisológicas não são hipóteses científicas revisáveis. Aí eu fiz um questionamento dessa alegação trazendo no caso a noção de antiecepcionalismo sobre lógica defendido por algumas pessoas que tm uma visão influenciada por Quin. >> Só um parênteses aqui, David, >> fala. Eu tô só te cortando porque como eu não comentei nada ainda, aí eu me sinto na, >> eu acho, para eh eh essa primeira parte aqui, eu acho que a gente já detecta um problema quando há essa menção de que a questão fundamental das leis lógicas permanece como um dos problemas metafísicos, né, eh, mais persistentes na metafísica contemporânea. Eu acho que isso aqui é um pouco, eu me recordo que a gente conversou, debateu um pouco esse ponto, inclusive lá na Redu Sético, que no nosso grupo até o café participou também e a gente tava de alguma maneira enfatizando isso, né?

¶96vai chegar lá >> de que maneira que de que maneira que leis da lógica são fundamentadas do ponto de vista metafísico? Porque nós estamos falando de uma fundamentação metafísica, porque nós estamos propondo eh Deus, nós não, né, mas o Jatson, o sistema do Jatson, tá propondo Deus como esse esse fundamento. Então é um fundamento metafísico mesmo. Nós estamos falando de que tipo de fundamento, né? Há uma dependência ontológica aí, há uma dependência do tipo causal.

¶97A, repito, nós estamos falando de uma fundação mesmo ontológica. Nós não estamos, não tá pressuposto aí apenas uma questão explanatória, né? Então, depois a gente pode eh se deter um pouco nisso porque já começa enfatizando um problema aí. >> Sim, sim. A gente vai entrar nesse ponto da da possibilidade de fundamentação e da noção da própria inteligibilidade da relação de fundamentação à luz de leis lógicas que são pressupostas para que essa própria relação de fundamentação seja inteligível em primeiro lugar, né?

¶98a gente pode entrar nesse ponto aí já já, mas vamos lá. Eh, aí beleza, né? Aí eu comentei sobre isso aqui, né? Essa parte das leis da lógica, ah, não serem hipóteses científicas revisáveis, comentando sobre a existência de uma perspectiva que tá ganhando vigor na academia contemporaneamente, né, na filosofia analítica, que é o antiecepcionalismo sobre lógica. Já ouviu falar, ô Ari?

¶99Antescionalismo sobre lógica. >> Mas a gente precisa se debruçar mais. Não sei se você já tratou no canal eh com mais ênfase, >> o que você tratei sobre essa questão do antiecepcionalismo sobre lógica? Isso >> não, não cheguei a tratar com a Isa Finco não. Eu cheguei a mencionar isso na na live com o Victor Hélios, né, de certo modo, ah, quando a gente foi fazer resposta a ele, que ele falou que no caso nesse caso, se os fenômenos físicos eles ilustram de maneira ali que violam, favorecem uma uma inconsistência ou contradizem, né, ou pelo menos não se alinham com princípios lógicos, né, ah, ali da lógica tradicional, isso ilustra, no caso, que os fenômenos, né, ou pelo menos a interpretação dos fenômenos que está errada, né, tem alguma coisa errada na maneira como a gente tá interpretando esses fenômenos, ah, ou algo assim, né, que o erro não pode estar na lógica, a gente não pode revisar os princípios da lógica que a gente assume como senda correta, né?

¶100Nesse caso, a lógica tradicional na no caso do Victores, né? E no caso aqui do Jadson, acredito que seja a lógica clássica, né? Ah, fregiuiana, roseliana, etc., né? que é basicamente o tipo de lógica que geralmente é referida ali pelo pela galera pressionalista, né, de certo modo. >> É, mas há um ponto de há um ponto de confluência nos dois sistemas na medida que o Jatson tá falando de princípios que que o que a que a lógica tradicional também conserva, né?

¶101Não tem >> isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso. Tem uma continuidade >> fazendo essa distinção de tradicional, eh, como realmente é lógico que adem antiguidade, Aristóteles. E a clássica é essa que pega ali, né, que pega esse contexto já no final da >> Sim. É, e ela não envolve só, ela não é só uma uma lógica de termos, né, digamos assim. Ela não é uma lógica só de termos.

¶102Ah, ela é uma lógica ali, né, a lógica clássica é uma lógica que ela incrementa outros elementos. envolve a questão dos predicados, envolve a questão também da, enfim, envolve a questão da das proposições em si, né? Eh, para assim dizer, tem as sentenças condicionais, né? Ah, as sentenças condicionais ali envolvendo os modos de inferência, modos pones, modos tollens, né, que não era comportado propriamente no da lógica tradicional propriamente, né, foram ali incrementos, né, ah, com contribuições ali dos históicos e blá blá blá. Então tem esses elementos aí na lógica clássica, né, que não são exatamente eh não são presentes propriamente ali no na lógica de do Aristóteles, provavelmente, né, lógica tradicional, mas enfim, é whatever.

¶103Ah, eles assumem no caso que a lógica, a lógica clássica correta, né, de certo modo, é a que reflete-se e estrutura a realidade. De certo modo, ela se reflete, ela se traduz em princípios metafísicos que regem a realidade, né? Ou seja, eles pressupõe, né, eles assumem um realismo lógico, né? A gente vai entrar um pouquinho nessa questão do realismo lógico versus antrealismo lógico um pouco mais na frente, tá? H, mas geralmente no caso não é tão controverso assim essa questão do realismo lógico, né?

¶104A gente eu como sou conservador fenomênico, então para mim parece ser o caso, que parece ser o caso que existem certas leis lógicas que se refletem em princípios metafísicos que regem ou estruturam a nossa realidade de alguma maneira, né? Então com base no conserv fenomênico, eu assumo no caso que o realismo lógico ali ele é ele é razoável, né? pelo menos até que me apresentei boas razões para eu duvidar dessas dessas minhas aparências, né, minhas intuições ali. Ah, >> não. E basta que um um e basta que dois princípios sejam metafísica, sejam também metafísicos para para já, pra gente já fazer o estrago, pra gente já fazer uma espécie de inflacionismo modal mesmo, ou seja, pra gente já falar em termos de possibilidades lógicas, ao mesmo tempo que isso significar eh eh possibilidades metafísicas, né?

¶105Porque se você tem pelo menos o princípio de identidade, de não contratação, refletindo o mundo de fato, né, como sendo de fato um reflexo não só da linguagem lógica formal, mas do mundo tal como ele é, ou seja, se eles forem de fato, como a gente acredita, princípios metafísicos, ontológicos, então isso já faz um estrago, né? Ou seja, a gente já pode assumir que muitas coisas que nós assumimos na lógica, no âmbito da formalização lógica, elas também se refletem ontologicamente na realidade. >> Sim, sim. epistemologia da modalidade. Se você tem uma visão inflacionista, de fato, esse é o caso.

¶106Ah, mas a gente tem considerações de ceticismo modal mitigado, que favorece a gente talvez tenha um pouco mais de ceticismo sobre se leis da lógica, né, principalmente da lógica clássica, né, se refletem leis reais, né, mas a gente vai entrar mais ou menos ní que é um outro ponto que eu fiz contra o Jadson lá no grupo, né? Ah, eu fiz uma série de pontos contra o Jadson. Tô comentando sobre alguns aqui, alguns que eu até não fiz lá, como esse da do antiecepcionalismo sobre lógica, porque basicamente o antiecepcionalismo sobre lógica é a posição que assume que a lógica ela não é excepcional em relação às outras disciplinas do conhecimento, né? E os métodos e os meios de investigação não são excepcionais pro âmbito da epistemologia da lógica, tal como da epistemologia de outras disciplinas, né, por assim dizer, envolvendo outros objetos de estudo hã de outras disciplinas, como no caso ali as ciências naturais ou coisa e tal. Ou seja, as leis da lógica, né, os princípios lógicos são, em princípio, revisáveis à luz de investigação empírica, né, certas investigações ou de certos fenômenos ali, empíricos, né, ou algo assim.

¶107Eh, e nesse caso, eh, elas são pelo menos revisáveis em princípio. E o tipo de abordagem que favorece a justificação de uma dada abordagem lógica, né, de uma dada perspectiva lógica, né, sobre um dado domínio ali específico, é justamente a abdução, né? Então, através de uma inferência abdutiva, indutiva, a gente estabelece que uma certa acabou lógico, né, o seema formal específico é o que se reflete como sendo correto para aquele domínio específico, entendeu? é o canado para aquele domínio específico. Então esse é o tipo de abordagem, né, que é avançada por autores como a Dy Russell, o Maximiliano Carara e o Felip Felipo Ferrari, né?

¶108São autores ali que avançam esse tipo de noção de antiecepcionalismo sobre lógica. Aí eu até mencionei um livro, vou até pegar aqui e o livro Felipo Ferrari. Felipo Ferrari. Deixa eu ver. Massimiliano Carara.

¶109É Felipo Ferrari Massimiliano. Cara, que esse >> enquanto você vai eh procurando aí, não sei se você vai colocar o texto na tela ou se é desnecessário, agora há uma particularidade nisso, né? Porque não tô dizendo que isso fecha a discussão, mas já que essa live eh, querendo ou não, uma live lógica e epistêmica também metapísica. Claro, porque nós estamos falando de um fund, >> colocar aqui para você, só para você ver, só para você ver também, ó, é esse livro aqui, tá? Ó, Cage Elements, philosophy and Logic, né, que trata sobre metafísica da lógica, filosofia da lógica, lógica, ah, e a questão da ciência, né, relação com a ciência, ó, logic and Science, do Felipo Ferrari e o Massimiliano Carrara, tá?

¶110Aí aqui eles corem sobre o antiecepcionalismo sobre lógica, beleza? Ó, aqui, ó, esse elemento se mergulha e mergulha-se na relacionamento entre lógica e as ciências. O tópico é trazido a improminência por Quin, né? Ah, que considerava a lógica como metodologicamente eologicamente similar à ciências. Por essa razão, Coin é visto como o pai, né, do antiecepcionismo sobre lógica, AL, uma instância nos quais se tornou prevalente na filosofia da lógica hoje em dia.

¶111Ah, apesar da sua popularidade e o volume de pesquisa que ele inspira, alguns problemas nucleares ainda faltam em claridade. Uma coisa, porque por uma coisa, a maioria dos trabalhos no debate permanecem vagos, o que deveria contar como lógica e o que deveria contar como ciência. Mais adiante, né, mais ainda, os termos de comparação são raramente especificados e discutidos de uma maneira sistemática. elemento propõe-se no caso avançado debate nesses problemas cruciais com a esperança de avançar o nosso entendimento do das dos fundamentos no caso do AEL, ou seja, do anticionalismo sobre lógica, né? Ah, esse título é também transposivá.

¶112E aqui, ó, tem alguns capítulos que fala sobre a questão de demarcação da ciência, demarcação da lógica, a lógica e ciência e uma a abordagem multicriterial ali tratada aqui, tá? Ah, e é claro, a questão da influência do do Quin, né, sobre a filosofia da lógica, principalmente esse tipo de visão, né, anticionalista. Mas pode comentar aí, An. É, eu ia falar que eh é uma é uma o anticionalismo, embora seja algo que é interessante eh colocar na discussão, é importante a gente ter isso mente, é importante a gente se interar eh sobre isso, claro, mas ele sempre vai esbarrar, pelo menos inicialmente, parece ser o caso que ele sempre vai esbarrar com o problema de que no fim das contas A lógica clássica, ela trabalha com princípios tão aparentemente elementares que é aquele tipo de coisa que quando você eh investiga esses princípios e a sua lógica, você eh não poderia não estar utilizando eh você não você não poderia eh se desfazer da lógica na nesse método. E aí no momento que a gente aprecia um fenômeno que possa ser o perí per mandar um pix para nós.

¶113>> Isso aí vai ser apenas filosofia cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Nil mandou R$ 20.

¶114Salve David. Debulhando o Galvãozinho. Eu costumo. >> Salve David. debolhando o Galvãozinho.

¶115Eu gosto. O Nil mandou vintão aqui para nós. Valeu, Nil. Eh, não, não é o Galvão, não. É o Jadson.

¶116É o Jadson. A gente tá debulhando o Jadson. >> É, mas indiretamente, né? Eu acho que o Galvão, ele compra >> e eh essa tese aí, não sei se em todo o seu contorno ou se em toda a sua completude, digamos assim, mas eu acho que no esboço geral acho que o Galvão deve concordar, né? >> Aham.

¶117Aqui, ó, o cafezinho, ele comentou aqui para nós, né? Ele mandou aqui os os textos. O artigo contém mais de cinco erros na introdução. Eu tava pensando em escrever uma resposta, mas desisti de tanto erro que eu teria que dar highl. Mas vamos lá.

¶118Ã, aí o Café diz o seguinte, ó. Ele disse que no caso ele desistiu de tanto que ele teria que dar highlight, ou seja, um esclarecimento ali envolvido a cada um dos erros na própria introdução e nos outros textos, né, na nos outros capítulos aí do do artigo. Ah, aí o Cafezinho disse aqui, ó, eu sou realista lógico. Ah, o problema desse preçoalista, um dos é coesificar a lógica. A gente vai entrar nisso daí, a gente não entrou ainda, né, Ari?

¶119O Ari até chegou a dar uma pincelada nisso. A gente vai entrar nisso daí já. é coisificar a lógica como se fossem entidades regulativas externas nas próprias coisas que as governam de alguma forma. O OP até comenta sobre o quão bizarro isso é, como se fosse uma força obrigando as coisas a não se contradizerem. Não sob interpretações plausíveis, essas leis apenas capturam a forma com a qual essas coisas são sendo leis constitutivas, né?

¶120Então, basicamente isso. Café que manda na braba. Manda na braba aqui. H, mas dear isso já já. >> Aham.

¶121Deixa eu eh só finalizar o ponto aqui que é o seguinte, o anticpcionalismo é um instrumento bacana pra gente também discutir a situação do jatson. Claro que a gente não precisa disso para discutir a questão do jatson. Eh, na verdade a gente não precisa nem sair do, a gente poderia ficar até no eh eh no próprio sistema dele para problematizar algumas coisas, mas enfim. Mas o fato é que eu acho que cale esse parêntese aqui, David. E aqui esse parêntese, toda vez que eu falar um parêntese, pode ser que o David não concorde, tá?

¶122Então t f claro isso, porque o excepcionalismo, né, na medida em que ele às vezes eh nos mostra fenômenos que de alguma maneira possam derrotar eh princípios lógicos mais elementares, né, e eh de alguma maneira esses fenômenos, no momento que a gente observa fenômenos derrotadores, digamos assim, da lógica, em alguma medida, que nos que nos coloque na na na emergência de ter que revisar, né, alguns aspectos elementares da lógica Bacana. Nós estamos revisando a lógica a luz desse fenômeno aqui empírico ou de alguma ordem científica, né? Porque o excepcionalismo propõe isso, que a própria que a própria revisão da lógica possa vir de coisas como a ciência natural, né? Então, no momento que a gente antipiecepcionalismo, o excepcionalismo renega isso, >> o excepcionalismo é a visão do Jadson, por exemplo. O Json é o >> excepcional.

¶123Sim, claro. Antcionalismo, até para ficar claro pro pessoal mais leigo, porque está o anti está negando o caráter excepcional da lógica, né, de destaque dela ser de fato a aquilo que não pode ser revisado, de que é o centro da do conhecimento e da e da realidade, então ela tá intacta ali tudo. Então só pode ser o antiecepcionalismo. Claro. E e e vai correr o risco de eu falar errado de novo o excepcionalismo.

¶124Aí você fala: "Olha, você falou excepcionalismo, mas eu vou querer dizer anticcionalismo, mas o fato é que no momento que a gente eh deflagra um fenômeno que aparentemente viola eh eh aparentemente derrota algum aspecto elementar da lógica, a gente precisa estar assumindo que aquele fenômeno eh enquanto derrota a lógica, ele está obedecendo eh eh esses fenômenos derrotados. Então você tem, às vezes ali tem que tomar muito cuidado de não incorrer em contratações eh eh performativas eh eh e as e aspecto e alguns problemas parecidos, né? Porque você >> é, então é bem que assim é sim, >> esse fenômeno esse fenômeno está derrotando a lógica. De que maneira que ele está derrotando a lógica? E eh a lógica não, de que maneira ele tá derrotando o princípio de não contradição, por exemplo?

¶125De que maneira esse fenômeno quântico, só para citar um exemplo, né? Está derrotando o princípio de não contração. É preciso que de alguma maneira haja uma estabilidade no fenômeno enquanto tal. E essa estabilidade nos é garantida, ironicamente pela lógica tradicional, né, pela lógica clássica, princípio de não contradição, por exemplo. Então, é preciso às vezes que que o próprio fenômeno enquanto pareça estar derrotando o princípio de não contradição, ele esteja de fato obedecendo de alguma maneira o princípio de não contradição.

¶126É precisa ver uma identidade nesse caráter de derrotador, nesse caráter de ser um fenômeno duplo, por exemplo, que que assume uma dupla. pode falar. >> Mas aí pode ser o caso que certo sistema formal lógico, né, como por exemplo e certos princípios vinculados com sistema formal lógico ali, como a lógica clássica, não se apliquem para aquele fenômeno em particular, né, naquele domínio, mas se apliquem em outro domínio também. pode haver uma espécie de pluralismo lógico, digamos assim, limitado ou algo assim, hã, na onde, sei lá, no domínio macrofísico, né, digamos assim, nos fenômenos ordinários, né, de âmbito da realidade do âmbito macrofísico, né, os objetos macrofísicos, como esse microfone aqui, ah, esse esse computador, esse monitor, etc., eles de fato eh esse fenômeno se ilustra como obedecendo de fato ali certas regras, né, como se alinhando, né, apresentando características ou propriedades consistentes, né, de modo a não violar essa essas características, né, ou seja, de possuir essas propriedades e não possuir ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto, né? Ahã.

¶127Ou seja, possui propriedades ali que envolvem a negação de outras propriedades ali ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto inheridos naquele objeto. Ou seja, não há esse tipo de coisa ali, né? Ah, não há esse tipo de coisa na realidade macrofísica, mas na microfísica pode ter fenômenos quânticos, né, como no caso ali a questão do, enfim, do colapso da função de onda ou qualquer coisa assim, né, a questão do da superposição, né, quântica ou algo assim, que pode envolver alguns estados, né, ah, de sobreposição ali de ah e de certos estados ali envolvendo no caso ali ah de certo modo ali o o comportamento, né, de ah envolvendo no caso ali a a dualidade, né, eh, partícula e onda ou algo assim, que ilustra de fato que há propriedades inconsistentes ineridas nesse objeto ou nesse fenômeno, nesse estado de coisas, sem que no caso isso se alastre, né, com âmbito macrofísico ou algo assim. Então pode ter no caso esse âmbito aí também, né, uma espécie de pluralismo lógico, né, limitado, digamos assim, porque no ato macrofísico certas leis da lógica podem ser vistas como sendo vinculadas com esse âmbito e e outras leis da lógica, por assim dizer, pelo menos com a negação do princípio da não contradição, pode ser envolvida no âmbito ali da microfísico, algo assim. pode ter esse tipo de coisa também, né, de certo modo.

¶128Eh, e aí essa questão da revisabilidade das leis, da lógica, envolve justamente a a revisabilidade ah das leis que a gente assumir como sendo as leis da lógica correta. a luz, né, a luz de uma abordagem abdutivista, né, a em termos de lógica, né, abdutivista em termos de lógica ou indutivista em termos de lógica, né, de certo modo. Então a gente pode endar esse tipo de abordagem e estabelecer que certas ah certas leis da lógica elas podem ser melhor tomadas, né? Elas podem ser melhor justificadas como sendo leis da lógica provavelmente corretas, né? Na medida que elas se refletem adequadamente de acordo com os fenômenos que a gente tá analisando ou algo assim, né?

¶129Ah, envolvendo aquele domínio que a gente tá analisando, considerando algo assim, né? Ah, isso daí ainda não evitaria, isso daí não vita contra o realismo lógico, né? Você pode ser um realista, lógico, ainda assim, mas endossar, tipo, pegar um, tomar um certo framework lógico ali específico como justificado, com base nesse tipo de consideração abdutivista ou indist. porque é interessante até pra gente não se muito nisso, mas eu acho que e eh falar pelo menos um pouquinho esclarece um pouco sobre o React, porque mostra pro pessoal do Jatson também como essa discussão é muito mais profunda e carregada de entre aspas mistérios do que simplesmente tentar resolver do modo como eles estão tentando resolver, né? Porque, por exemplo, legal, eh eh mas há uma discussão sobre se quando a onda ela tá se se quando o fenômeno eletromagnético se a luz, por exemplo, se comporta como onda num aspecto específico em específico do da medição, ela ela está sendo onda.

¶130Ainda que na medição lá na dupla fenda possa no dado momento se comportar como partícula, não, o resultado fica meio antagônico, mas o fenômeno em si não tá dado em que em que em que medida que que há uma uma, né, uma violação ali eh da natureza, né? Não, não há nada que garanta que há, objetivamente falando, algum momento do fenômeno ondulatório que ele de fato no mesmo aspecto eh no mesmo aspecto de medição, ele é de fato partícula e onda, né? Ou você pode pegar superposição de onda, superposição quântica e tudo mais e e pensar, não, tudo bem. E ainda supondo que haja um um fenômeno real, objetivo de superposição de estados ou de uma característica que no macromundo seria a negação da outra, né? por exemplo, como algo poderia estar eh vivo e morto ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto ou dentro e fora.

¶131Dentro e fora eh eh esquece isso, dentro e fora não é propriedade. É, eh, mas enfim, é como algo poderia ter uma propriedade, a negação dela ao mesmo tempo e de repente o fenômeno quântico parece mostrar isso, uma superposição de propriedades ou de características, mas em que medida que ainda que isso seja uma superposição ali no mesmo aspecto, uma superposição real e não de medida e ou matemática, ainda que de fato esteja ocorrendo uma sobreposição, uma aparente violação do [ __ ] do princípio de não contratação, o que me o que garante que isso Isso não é um olhar também um pouco limitado na medida em que eh se um fenômeno ele conseguiu ter uma superposição, se ele conseguiu se ele conseguiu ter um uma dupla característica que aparentemente são características antagônicas ou uma indeterminação ou uma indeterminação real, né? Porque daí já é uma coisa que >> favorece a negação. Isso daí favorece, ó, isso daí favorece a negação do terceiro excluído, né? E acredito eu que também o princípio da bivalência, acredito eu, ah, mas ainda assim preserva a questão de certo modo ali da a questão ali da da da identidade, blá blá blá, né?

¶132eh, enfim, falece a rejeição do do terceiro excluído e do princípio da viivalência e ou do princípio da viivalência, né, de certo modo, porque daí você assume uma ia falar que >> um âmbito prevalente, né, no valor indeterminado, um valor indeterminado vinculado, >> ainda que haja uma, >> ainda que haja uma superposição real para essa, me parece que para essa superposição ser possível, me ou seja, me parece que para essa aparente violação de um de um princípio tão elementar como da não contradição, me parece que é preciso que ele esteja distanciando ainda uma natureza tal que se fosse diferente, que se fosse diferente esse esse essa superposição não poderia ser o caso. Então, me parece que ainda há uma conservação de identidade, há uma não violação em algum aspecto eh eh daquele fenômeno que aparentemente está violando ali. pode ser que de fato esteja eh uma superposição real objetiva ali, mas me parece que isso ainda é o o instanciamento, a instanciação de uma identidade específica, de uma natureza eh específica, né? e e e que naquele momento que que há uma uma superposição de estados, mas essa superposição é alguma coisa, é uma é uma é uma natureza tal ainda, é uma identidade, se ilustra como uma identidade tal ainda que naquele momento sobre o mesmo aspecto, enquanto está sendo uma superposição, não poderia não ser essa esse ter esse estado que ilustra essa superposição, mas enfim, tá difícil colocar em palavras porque eu tô o raciocínio Mas eh eu acho que vocês entenderam alguma coisa aí. >> Eu acho que o pessoal entendeu.

¶133Acho que é porque é complicado mesmo. É filosofia da lógica, filosofia da física ao mesmo tempo. É [ __ ] Mas enfim, vamos lá. Eh, aí o cafezinho ele tá comentando ali, ó, o priest, né, que é o Graham Priest, um filósofo da lógica ali dialeteísta, né, proponente de aleteísmo. Inclusive tem um tem alguns textos dele interessantes, né?

¶134Tem até um presente nos 100 argumentos em favor, eh, os 100 argumentos mais importantes da da filosofia ocidental, né, onde ilustra o argumento dele em favor do monismo lógico, ou seja, ele é um monista lógico que rejeita a lógica clássica. Olha só que interessante, tem esse tipo de abordagem também, né? É uma abordagem que não é pluralista a lógica, que assume que a lógica correta é a lógica para consistente, né? Tem também esse tipo de coisa na literatura relevante de filosofia da lógica, tá? Ele diz o seguinte, ó.

¶135O priest cita o exemplo de paradoxos das fundações da matemática, como na teoria em gêno dos conjuntos e nos limites da linguagem e do conhecimento humano. Olha, ele vale ressaltar que o discibill, né, que é outro filósofo da lógica, só que esse daqui ele é pluralista lógico, tá? O DCB, ele é pluralista lógico junto com Greg Restal. Eles tm um texto, né? Eles tem um um texto ali sobre a defesa do pluralismo lógico contra o humanismo lógico ali, né?

¶136Ahã. Ó, viv, por exemplo, se vale dar noção de virtudes teóricas em seu dialeteísmo, né? ele usa a as regras que ele toma como rs of thumb, né, que ele chama, que são regras ali de, enfim, de abordagem, né, regras ali de ah de bom senso ou algo assim, né? Ah, alguns alguns dialeteístas acreditam, né? Dialeteístas, pessoal, pessoas que acreditam que existem contradições reais, tá?

¶137Ah, contradições verdadeiras, seja no caso no da linguagem, né, que é os dialeteístas semânticos, seja no âmbito da realidade, né, que é os diadlateístas metafísicos, tá? Ah, alguns atleteistas acreditam que interpretações inconsistentes de certos fenômenos ou paraconsistentes podem ser mais parcimonios e explicativamente adequadas, enquanto reformular essas teorias para evitar inconsistência volve torná-las mais complicadas, ideologicamente complexas, né? Aí ele tá falando aqui, ó, um exemplo é a teoria ingênua dos conjuntos, né? A teoria ingênuas dos conjuntos que o Cafezinho tá comentando. Ah, olha aqui, ó, o o Estação Naturalista, né, que é o nosso amigo Cristiano Constante.

¶138Ele tá comentando aqui, ó, ele tá comentando assim, ó. Quanto a lógica, tem inclinação realismo. Um sistema em superposição, tã tã, né? Ele colocou aqui a fórmula certinha, né? Não afirma que a partícula está no estado zero e está no estado não zero simultaneamente.

¶139Ah, tá. Mas você pode ser um realista lógico, né? Ah, você pode ser um realista lógico e assumir uma interpretação ali copenhaguiana acerca da mecânica quântica, né? Que assume que existe uma um estado de superposição real. Ah, e você pode assumir, no caso que esse estado ele é melhor eh tratado, né?

¶140Ele é melhora. H, melhor explicado em termos justamente de um arcabolso lógico para consistente, né? Ou então para completo, né? Se você não assume que há uma contradição real envolvida nesse estado de de superposição, né, quântica, ah, você pode endossar uma lógica que ela é para completa. Então, ela assume que há vãos de valor de verdade, né?

¶141e não exatamente no caso ali a gluts, né, de valor de verdade, ou seja, excessos de valor de verdade, que é algo que o JCB ele comenta, né, de certo modo, ah, ele faz uma distinção entre teorias lógicas, né, entre lógicas que assumem no caso que a a gluts, né, a gluts, que é basicamente excessos de valor de verdade com envolvido em certas proposições. E no caso existem, no caso ali as lógicas paracompletas, alias para eh paracompletas, aliás, elas apresentam vãos de valor de verdade. Ou seja, ela não possui nem um valor de verdade verdadeiro, nem o valor de verdade falso vinculado com essa proposição. Ela, na verdade, tem um valor ali indeterminado, enquanto no caso na na lógica paraconsistente, você tem excesso de valor de verdade. Você tem o valor de verdade verdadeiro e o valor de verdade falso ao mesmo tempo envolvido na mesma proposição.

¶142Ah, então esse tipo de coisa, né? Então, na lógica para consistência, >> eu acho que eu eu acho que, por exemplo, avaliando em termos de um ponto positivo no sistema para consistente e um ponto negativo, né? Qual que seria um ponto positivo, não só pro pro sistema paraconsistente, mas paraa visão antiecepcionalista como um todo? Um ponto positivo é você simplesmente eh de alguma maneira se ver livre de alguns problemas eh lógicos e metafísicos, porque eles deixam de ser problemas, porque esses problemas lógicos e metafísicos, até mesmo a pergunta liveana, porque é algo ao invés do nada tem muitas questões que só são problemáticas porque você está pensando em termos de razão suficiente e portanto em termos de lógica clássica. E uma vez que a a realidade do seu aspecto fundamental não se explica em termos cl em termos de em termos clássicos, né?

¶143Eh, no âmbito da lógica, alguns problemas eles deixam de ser problemas, alguns problemas metafísicos, né? Inclusive questões envolvendo estrutura hierárquica, regressão, vários problemas que a gente tenta responder com o naturalismo ou com Deus ou com isso ou com aquilo, eles deixam de ser problemas reais. Isso é é um ponto que eu vejo positivo, né? Porque se é a realidade, no sentido mais estruturante e fundamental, ela não obedece essas coisas que fundam o princípio de coisas como princípio de razão suficiente. Então, eh, a realidade ela ela ela tem liberdade de ser mais mágica mesmo, mais miraculante, entre aspas, né?

¶144Então, algumas coisas proibidas não são de fato proibidas, né? Então, realmente as coisas não precisam de uma explicação muito robusta e a realidade deixa de ser um mistério precisamente porque eh eh ela ela é eh eh absurda por por essência. Então, esse é o ponto positivo. Eh, qual que é o ponto negativo? é explicar o fato de que os fenômenos, sobretudo macroscópicos, eles eles têm eh eh eles têm acoplado neles a a identidade deles, né, eh enquanto propriedades de da eh eh vinculadas às naturezas das coisas, né, elas mantêm ali o princípio de identidade e tudo mais.

¶145Os fenômenos também são idênticos a eles mesmos. E e há uma isso mostra para nós uma espécie de de regularidade, né, na na natureza, padrão, que possibilita a própria ciência. E aí você pensa, como é possível essa regularidade, padrão, persistência e e esse algo fixo que nós observamos os fenômenos, isso tudo está assentado no no absurdo da do oposto disso tudo, do oposto do fixo, do oposto do do permanente, do idêntico. Como é que pode, como é que dá esse, como é que se dá esse salto entre o não permanente, o não fixo e não identitário com para para isso tudo, né? Então nós temos aí um um gap, né, explanatório entre esse esse aspecto para consistente e de repente um aspecto consistente.

¶146Aí nós temos um gap grande aí, né, de de poxa, como a realidade ela é tão estável e eu acredito nela, eu eu confio na na nos fenômenos e na própria lógica. Como é que eu posso confiar tanto nisso se o que subja isso, a baseógica disso não é absolutamente nada disso? >> Então fica esse gap aí. Então, com com relação a isso, eu tendo eu tendo a ser um realista lógico e assumir que pelo menos a lógica clássica, né, ela reflete pelo menos ali, ela se reflete em um princípio, né, os princípios ou as leis da lógica clássica se referem se refletem enquanto princípios metafísicos que estruturam a realidade, pelo menos no âmbito macrofísico. Pelo menos isso que é um ponto que o o Thomas e tá qualquer um filósofo da lógica, né, analítico, né, que trabalha com literatura de metafísica da lógica, tá, que é esse daqui, ó.

¶147Eh, inclusive foi a tradução de um amigo nosso, né, amigo meu que é o Gregory Gbarding, né, que é do da epistemologia analítica, né, e coisa e tal, da filosofia analítica, acadêmico ali. Bem, foi inclusive ele teve entrevista lá no Pedro Ivo, né, para quem tiver interesses, só que ele tratou sobre ceticismo acerca da realidade exterior, né, pessoal. Então, ó, quem tiver interesse, ah, quem é o Gregory Gabbord? Ele foi lá no Elan Marinho e também no Pedro Ivan, né, do Atel Former Informa Gregory. Gregory Barding aqui, ó.

¶148>> Vou votar agora, >> ó. Basicamente aqui, ó, >> filosofia. Foi para isso. >> Aí eles abordaram a questão de ceticismo acerca da do mundo exterior, né? Ah, e a abordagem, né?

¶149No caso ali do Gregory, né? que o Gregor ilustrou ali para tentar responder, né, a o desafio, né, do o desafio cético, digamos assim, ah, de forma ali a preencher o as exigências do cético, né, acerca da realidade exterior, né, de forma completa, né, a exigência mais forte do céo da realidade exterior, né? Ah, então quem tiver interesse é só assistir esse vídeo aqui para você quiser conhecer o Gregor, tá? Mas foi ele que traduziu esse esse texto aqui que o que o Ari, que eu tô mostrando aqui pro Ari, né? E aí tem um trecho aqui onde ele comenta sobre isso, né?

¶150Ele comenta sobre a questão da objeção da mecânica quântica, né? Vamos lá. Ah, mec, mecânica quântica aqui, ó. Ó, o desafio da mecânica quântica. Olha o que ele fala aqui, né?

¶151O Thomas e Taco. Por fim, devemos considerar brevemente o desafio que ocasionalmente é sugerido, que a meta mecânica quântica levanta ao princípio da não contradição enquanto o princípio metafísico, tá? que estrutura real. Deve se notar que o próprio priest, né, o Graham priest ele tá respondendo Grahar Priest, o DCB, o Restal, entre outros, né, os argumentos deles em favor de alateísmo, ele tá respondendo aqui e defendendo o princípio da não contradição como princípio metafísico, ó, não se apoia muito em argumentos baseados na mecânica quântica, ainda que considere uma teoria um tanto especulativa em termos de trabalho explicativo possível, que a teoria regloniana do movimento seria seria capaz de fazer acerca da incerteza envolvida na localização de uma partícula num instante, como certas interpções mecânic qu cânticas sugerem, né? Então o Gr ele traz uma noção de movimento ali eh regeliana para tentar motivar o dialeteísmo, né, de certo modo.

¶152Eh de certo modo também, né? A porém argumentos a partir da mecânica quântica que parecem sugerir que poderiam haver contradições verdadeiras no mundo, foram oferecidos por outros autores. Aqui ele faz uma referência a alguns autores que fizeram isso, tá? Aí aqui, ó, veja, por exemplo, Bueno e Colivan, né? 2004.

¶153O argumento principal deles é contra o apriorismo na lógica, mas enfatizam incompatibilidade da lógica clássica com a mecânica quântica padrão. Ah, a discussão é obviamente derivada de [ __ ] né? Aí vamos voltar lá, ó. Não é necessário entrar aqui nos detalhes da teoria quântica, pois são controversas de qualquer jeito. O que importa é que há interpretações da quântica, né, da mecânica quântica, que implicam que a realidade pode estar em violação do princípio da contradição, como a interpretação de Copenhagen, que é o que eu mencionei, né?

¶154E há outras que implicam o oposto, como a interpretação bomiana, OK? Por outras palavras, o Juri ainda não se decidiu quanto a interpretação mecânica quântica e no momento qualquer argumento apoiado em alguma dessas interpretações dificilmente é conclusivo. No momento, não está sequer inteiramente claro se a mecânica quântica pode ser entendida como algo que coloca um desafio ao princípio da não contradição. Além disso, mesmo que houvesse uma interpretação de mecânica quântica satisfatamente satisfatoriamente pusesse em causa o princípio da não contradição, isso não significaria necessariamente que o princípio da não contradição foi refutado definitivamente, pelo menos se adotarmos um sentido enfraquecido do princípio. Reconheça a falibilidade teórica até até mesmo de princípios fundamentais, como o princípio da contra da o princípio da não contradição, diferente do Jatson, né, que não reconhece nem isso, né?

¶155Ah, mas muito possivelmente, mesmo que a caracterização do princípio sugerida acima fale, uma versão enfraquecida do princípio pode ainda se manter. Isso parece plausível porque o mundo macrofísico claramente é consistente. Então você não vai ver esse microfone aqui, né? Você não vai ver essa câmera, você não vai ver o Ari, você não vai ver o David em estado de superposição aí, né? Estado de superposição.

¶156Então você vai ver a gente inconsistente, né? Com as nossas propriedades ali se mantendo consistentes, né? Como eu sendo o David e não sendo o Ari. né, como sendo David e sendo e permanecendo David, não sendo outra coisa, né, que não o David, ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto ali de forma estável, né? Então a gente tem uma estabilidade no âmbito macrofísico, no mundo macrofísico, que parece ilustrar que pelo menos o princípio da não contradição eh é um princípio também metafísico, né, pelo menos no âmbito do domínio macrofísico, né?

¶157Ó, assim, independentemente do que a história sobre o microfísico envolver, uma de suas implicações é que temos consistência no nível macrofísico. Isto é, o princípio de contatração é verdadeiro, ao menos no sentido em que é implicado pela estrutura profunda no mundo, mesmo que possa emergir da inconsistência. Seguindo isso, podemos apenas ter de revisar o princípio para assegurar que seja compatível com a inconsistência do microfísico. Isto pareceria, obviamente, uma concessão ao lógico para consistente. A interpretação metafísica do princípio na contração não se sustentaria na forma que defendis se fosse descoberto que há inconsistência microfísica.

¶158Mas desejo poder dizer algo mesmo nesse caso, a saber que a interpretação metafísica do princípio da contração ainda seria útil, mesmo que incorreta no nível microfísico, dada a consistência no nível macrofísico. Isto é, entretanto, uma observação muito especulativa. Parece que a interpretação da mecânica quântica está totalmente aberta. Logo, essa linha de raciocínio é meramente uma posição de reserva, né? Então, seria uma posição de reserva ali se eventualmente ah os físicos se decidirem, né?

¶159Os físicos e os filósofos da física se decidirem definitivamente sobre qual interpretação, né? pelo menos majoritariamente sobre qual interpretação da mecânica quântica é correta, né? E se a interpretação vindicada é uma que assume, né, que favorece a a noção da existência de uma inconsistência microfisicamente falando, né, no âmbito microfísico, ainda assim poderia ter essa interpretação enfraquecida do princípio da contradição enquanto o princípio metafísico, tá? H, que é justamente o que o Tac tá falando. Ah, em qualquer caso, ainda estamos falando sobre a realidade independente da mente, da mente.

¶160A ideia é que a realidade como um todo pode ainda ser considerada sujeita ao princípio de não contratação, mesmo que ignoremos, como é possível, de modo pelo qual a consistência do mundo macrofísico poderia emergir da inconsistência microfísica. Ainda teríamos as mesmas razões para pensar que o mundo macrofísico é consistente, independentemente de nossos pensamentos e conceitos acerca dele. De maneira algo análoga, né? De maneira algo análoga. Ainda não, ainda nos apoiamos na mecânica clássica na maioria das conexões, mesmo que falando estritamente seja falsa.

¶161Nesse sentido é ficar aquecido, o princípio na contção pode poder ser até mesmo compatível com dialeteismo metafísico, mas atualmente não temos razão para abandonar a versão plena do princípio da contradição. Assim tudo isso tá especulativo. Vimos que todos os argumentos contra a verdade do princípio da não contradição, entendido como o princípio metafísico, são, segundo as informações atuais, no máximo dobios. A menos que mais informações surjam, defendo que o dialismo metafísico é falso. Aí aqui ele faz também uma defesa do humanismo, né?

¶162De certo modo, ele faz uma defesa do humanismo contra o Bill e o Restal, né? Contra o Bill e Restall. Mas é isso, então que a gente vai ter esse ter esse texto aqui traduzido pelo Gregor Bard no Crítica na rede, tá? No Thomas e Tac. Foi publicar aqui em 2025 ou 2015 eles.

¶163Beleza. Táí, quer comentar alguma coisa? Cara, eu até queria, mas a gente vai comprometer o o React, essa discussão aplicada ao React do ao trabalho do Jatson, né? Porque senão a gente ficaria aqui dias e dias só falando sobre dialeteísmo. Bora, bora, bora, >> princípio de não contradição.

¶164Eu poderia dizer que eu acho sem graça se eu descobrisse que o princípio de não contradição é um princípio fraco que atingisse apenas o domínio mais eh eh macro da realidade, porque eu acho que as discussões mais interessantes que envolvem eh essas discussões que a gente faz, ela ela depende do princípio de não contratação. é um princípio real, forte mesmo, robusto, que que >> é legal você fazer redução absurdo, né, com a posição dos outros assim facilmente, né? porque aí você perde um pouco do dessa discussão mais profunda que a gente faz no âmbito da metafísica, do naturalismo, da existência de Deus e tudo mais. Eh, perde um pouco a a eh se a gente não puder usar o o a a o princípio de razão suficiente nessas discussões nossas, já que o princípio de não contratação ele ele tem um limite. Eh, então a gente não usaria ele no nos contextos que a gente mais gosta, né?

¶165Então, acharia um pouco sem graça e continuar continuaria sendo válido, claro, né, pros fenômenos da física que em âmbito macroscópico para eu olhar pro pro chão e acreditar que de fato eh eh o mundo tem uma regularidade e tudo, mas perderia um pouco essa graça dessa discussão mais profunda, né? Mas segue aí. >> Bora, bora, bora prosseguir aqui, ó. O princípio da não contratação [ __ ] o princípio da identidade e o princípio de ter ser excluído são condições de toda a inteligidade possível. Aí eu questionei ele mencionando que há concepções que preservam inteligibilidade sem necessariamente assumir, por exemplo, o princípio da não contradição através de um arcabolso lógico para consistente.

¶166E aí para ele ilustrar que a uma condição de inteligibilidade possível é somente no caso da lógica clássica, ele teria que lidar com essas outras acabos lógicos, né? Ah, que favorece o quê? a preservação da da verdade por entre as proposições e as sentenças envolvidas ali naquele sistema lógico, né? E que no caso esse sistema lógico ele não se explode, né? Esse sistema lógico não se explode, né?

¶167Ah, ou seja, consegue preservar a verdade por entre ele, né? Ah, por entre as inferências, blá blá blá, né? Se no caso você poderia levar tudo e qualquer coisa a partir da de alguma contradição ali, né? Que você identificar no sistema. Ou seja, eles conseguem suportar contradições ali dentro do sistema lógico, né?

¶168Então, se isso é possível, então no caso é difícil você dizer que a condição de toda intelibrididade possível, né? H, então foi um ponto ele que eu rebati ali e mencionando de CBIL, inclusive discutindo com o James Anderson, que é o justamente o que escreveu o artigo sobre o argumento da lógica que o Alex Malpass respondeu, ele teve um debate com o o James Anderson, né? O JC Bill teve debate com o James Anderson, que é esse proponente do artigo que o Roman Pass respondeu, eh, que é o artigo de publicado em 2011 sobre argumento da lógica. E eles tiveram esse debate lá no Capture and Christianity, né, que é o canal do Cameron Bertoy. E eu mostrei aqui pro pessoal, né, antes de você entrar o ali.

¶169Ah, aí beleza. Diz o seguinte, ó, sem eles, nenhuma proposição seria verdadeira, nenhum argumento poderia ser válido. Isso aqui é falso, né? Porque no caso você consegue fazer, você consegue inferir, né, fazer inferências válidas dentro de sistemas formais ali que não aceitam alguns desses princípios, né? Ah, por exemplo, sei lá, pega uma uma lógica de relevância ali ou uma lógica clean, né?

¶170Você pega uma lógica clean, ela rejeita o terceiro excluído, princípio do terceiro excluído. A lógica clean rejeita o princípio do terceiro excluído e ainda assim você consegue fazer inferências válidas dentro do sistema formal. Ah, também no caso a a lógica para consistente. Você consegue você rejeita a lei da não contradição e você consegue fazer inferências válidas, mesmo tendo contradição no sistema, né? Você consegue fazer ele suportar a contradição sem explodir, né?

¶171Sem explodir ali e perder inteligibilidade o sistema. Ah, então isso aqui é falsa, ó. Nenhum debate poderia ter sentido, incluindo sobre resistente de Deus. Daí eu falei sobre o DCB novamente, que ele tem um livro chamado The Contradictor Christ, onde ele assume um account contraditório sobre a encarnação de Cristo, né? E ainda assim ele articula uma teologia dialética ou dialeteia, né?

¶172Dialeteísta, né? De certo modo. E aí eu apontei o artigo do Grahop, né? Que eu traduzi na pensão naturalista, que é esse artigo aqui, né? É um artigo concepções e de divindades supremas, né?

¶173Concepções de divindade suprema, onde o OP ele discorre sobre isso, né? artigo publicado em 2000, acho que 24 ou 23, eh, que o artigo foi publicado. Deixa eu até ver aqui rapidão. H, ele foi publicado, deixa eu só para tirar essa, ter certeza aqui rapidão. Ah, aí foi publicado na na Sofia, né, na revista Sofia em 2024 mesmo, tá, pessoal?

¶174Então é isso aí. Eu traduzi ele, tá, né, pratalista. E aí, beleza, vamos continuar aqui, ó. A questão metafísica que se impõe é, portanto, inevitável. Que tipo de realidade é a lógica e sobre que fundamento ela repousa?

¶175Você quer comentar alguma coisa já sobre a questão do fundamento? >> Claro. O o Claro, o Jatson ele ele é adepto, né, da doutrina da simplicidade divina. ele é adepto do entendimento de que e ainda que ele não fosse adepto, ele já de alguma maneira enfatizou isso em discussões conosco, né, que ele é adepto de um do entendimento de que há uma identidade numérica que a lógica e a lógica não sentido mais amplo de uma de um de um de uma ciência formal, que isso é abstrato, mas a lógica no seu domínio eh eh ônico, ou seja, no seu domínio dos princípios, daquilo que tem, que pode ser mais concreto na lógica. Você confunde com Deus, é o próprio Deus.

¶176Doutrina da simplicidade divina. A simplicidade ela não garante que qualquer coisa seja idêntica dele, mas algo que tenha um elemento ônico, né, de realidade metafísica ali, eh, é, e que, e, e que não foi criado por Deus, logo é igual a Deus, é o próprio Deus, né? Então, Deus se confunde com a lógica. Só que o Jaton, ele já falou para nós e atravessando esse o esse ponto do concatenando esse ponto do texto aí com coisas que a gente já sabe que estão talvez estejam mais na frente do nesse artigo, mas querendo ou não é um entendimento que já tudo tem. Ele tem entendimento que a lógica ela a as as leis da lógica, né, para ser mais, elas são proposições e são proposições na mente de Deus.

¶177Na mente já fica um pouco errado, né? Na verdade seria o próprio Deus, né? Mas enfim, eu acho que quando ele diz na mente de Deus é para ficar um pouco mais didático, mas de maneira rigorosa, por via da simplicidade divina, essas proposições se confundem com o próprio Deus, né? E isso é engraçado, né? Porque eh tem a ver com esse ponto do parágrafo que você leu aí do Jackson, porque nós estamos falando da natureza da lógica, o status ontológico das leis da lógica, né?

¶178se a a o estado ontológico, se se a se as leis da lógica são proposições que se que se confundem identicamente numericamente com a mente de Deus, então esse já é o próprio status ôtico da lógica, ou seja, o status ôtico da lógica, que é o que você leu aí, ou é de natureza divina. E essa natureza divina é o quê? é uma mente em forma de proposição. Então, o estado da lógica seria uma uma natureza divina que se assemelha a uma a uma substância mental e que é descrita em termos de uma proposição. >> Isso não não sou eu que tô inventando.

¶179É a confluência de tudo que de tudo que a gente sabe que o Jadson acredita. Depois ele pode reagir a esse ponto de e esclarecer melhor. Claro, react são para isso, né? para dar opção da outra pessoa depois reagir a nós mesmos. Mas fazendo uma confluência de tudo que o Jadson defende.

¶180Um, eh, que Deus é idêntico com a lógica. Dois, que as leis a lógica são proposições também de Deus, três, simplicidade divina e tudo mais. Então, a gente só pode chegar nessa consideração de que o statuso da lógica é algo divino porque é idêntico a Deus, né? Portanto, deriva da da criança do chatos. É, são proposições, porque ele já disse isso, não sei se ele vai repetir isso nesse texto aí.

¶181E e enfim, e como e quando ele diz na mente de Deus ou isso igualando a mente de Deus também tem esse aspecto mental. Então é uma mente divina em forma de proposição. Ah, a a o status >> já vou eu eu eu vou aprofundar isso daí depois, tá? Porque é um ponto que o Mapaz, inclusive faz em resposta Anderson depois. Mas eh a primeira coisa que eu quero comentar é o seguinte, o Ari já fez esse ponto antes, inclusive no debate que a gente teve, né, eu e ele contra o Jadson e o o Diego Fernandes, né, e eu até coloquei aqui na tela para ele ver e vocês verem também, tá?

¶182Nesse vídeo aqui, né, que tá repostado no meu canal, que foi lá no Diálogo Livre Oficial, né, do Edu, um abraço aí pro Edu pro Anderson, né, o pastor Anderson também, super gente boa, os dois. H, nesse debate ele fez, o Ari fez exatamente esse ponto, cara. E o Jaton, ele parece acreditar na doutrina da simplicidade divina absoluta, que assumir o quê? Que para que no caso algo seja idêntico, né, por assim dizer, para que para que para que um atributo ou uma característica de Deus seja idêntica numericamente, a própria essência de Deus, ela tem que ser, no caso, ali a mesmice, né? tem que ser a mesma, exata, a mesma, ou seja, tem que ter uma mismice completa, que a noção de identidade numérica padrão que a gente utiliza, né, genuinamente, né?

¶183Ah, então se ele indossa essa visão de identidade numérica padrão, né, não uma visão de identidade numérica escotista ou algo assim, né, então ele vai ter que lidar com esse tipo de problema que o Ari tá colocando, tá? Porque isso daí é drástico, OK? E o Ari ele menciona isso aqui, ó. Vou colocar aqui. >> Isso.

¶184O Json, ele fala de Deus como a base da lógica e ele se compromete com a visão de que a lógica são proposições na mente de Deus. Ou seja, proposições na mente de Deus fundamentariam a lógica. Só que a lógica é proposições ou elas são abstratas e você como advoga pela simplicidade divina você teria que se comprometer que Deus também é abstrato, porque a lógica, as proposições seriam idênticas numericamente a Deus. Então, se proposição é é um elemento abstrato, Deus também é abstrato. Mas se proposições não são abstratas e sim existência concreta, já que elas são iguais a Deus, então precisam ter existência concreta, então nós temos uma circularidade metafísica na proposição como base da lógica.

¶185Porque se a proposição é a base da lógica, mas a proposição tem existência concreta, para pra proposição existir, Jadson, ela já precisa estar instanciando a lógica, que é exatamente aquilo que ela está fundamentando. Então nós teríos uma circularidade metafísica, mas meu tempo acabou, a gente sucede depois. >> Perfeito. Aí, ó, é o seu ponto ali. É o ponto que você fez.

¶186>> Ex. Exato. É. E agora eu tava só no aspecto preliminar. >> Depois, ó, depois você repete.

¶187Depois você repete aqui, ó. Vamos lá. Porque porque gente, essas proposições ou estão abstratas e o Jat nem tem uma teoria, um status ôtico do que do que são proposições. >> Por quê? Porque tudo tá muito vinculado a Deus.

¶188E se eu perguntar depois pro Jes, qual é o statusico da lógica, das leis da lógica, das proposições, tudo? Ele não vai saber. Se ele disser que é abstrato, ele tá dizendo que Deus é abstrato, porque ele tá dizendo que ele é ele é da simplicidade divina. Então, essas proposições em Deus têm que se confundir com Deus porque são características intrínsecas e não exísecas. idênticas aí >> e numericamente idênticas.

¶189Então absoluto, então Deus é abstrato. >> Se o Json achar que proposições são >> Deus não concreto. >> Se o Jon achar que proposições são árbitro é abstratas, Deus é abstrato. Olha que absurdo. Mas se o Json David assume que é proposições são concretas, porque Deus tem existência concreta, então essas proposições que pro Jadson seria o fundamento da lógica, para elas existirem e fundamentarem a lógica, elas próprias já precisam estar fundamentando a lógica no processo de existir, né?

¶190Porque quando essas proposições existem concretamente, elas não podem existir e não existir ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto. Então, para que haja proposições na mente de Deus distanciando a lógica, essas proposições circularmente já estão distanciando a lógica. Então, percebam que o pressuposionalismo, essa visão cristã deles e é eh eh precisa de mais rigor. E por último, ele apontou pra gente, David, eh eh vou falar rapidão para você terminar o último minuto. Ele apontou nossas divergências, >> mas enfim, é isso.

¶191Ali aprofundou aqui depois, né? E assim, eh, >> e por que que também é problemático de de eu ser abstrato, só quando proposições sejam abstratas, né? porque não tem não teria eficácia causal em alguns sistemas, pelo menos, né, em alguns sistemas metafísicos. Então ele não poderia ter eficácia causal sobre o mundo, sobre as coisas. Então o problema não é só porque Deus seria abstrato, uma entidade abstrata platônica, né, como se isso fosse um defeito metafísico, não é?

¶192Porque faltaria ele uma eficácia causal também, né? >> Olha quem apareceu aqui no comentário, só foi a gente falar do pastor Anderson. Um salve pro pastor Anderson, amigos do Avivavento. Ô, ô Anderson, a gente tá sentindo falta de um debate, cara. Se tiver um debate aí para nós, né?

¶193O Ari, acho que ele estaria disposto aí a ver pra gente ter um debate aí com a galera. >> Pois é, o Anderson e eh sumiu tal, mas mas por uma boa causa, né? Porque tá sempre recebendo. >> Sim, tá recebendo lá os convidados. Aham.

¶194Tá, tá, tá legal lá. >> O Anderson, >> o colega, o amigo >> política vai é o que vai ganhar mais contorno aí. E constinantemente, foi bem na hora que você pôs um corte lá no podcast deles, hein? >> Exatamente. >> Exatamente.

¶195Um um react de um zilhão de horas bem na hora que você pôs um corte de lá. >> Pastor Anderson tá, ó, atento. Tá, tá só. >> Mas enfim, vamos lá. Aí o que acontece?

¶196Eh, tá aí, qual que é o a qual que é a grande a grande problemática disso aqui, né, que o Ari mencionou quando Ari disse que no caso se o se as proposições são objetos concretos, né, ah, e elas no caso fundamentam alguma coisa, elas já teriam que est instanciando a lógica nelas, é justamente por um problema que o café apontou, cara. O café ele apontou um problema que eu acho muito bom. E >> será que o café ainda tá aí? >> Eu não sei se o café tá aqui. Não sei.

¶197Acho não sei se ele tá aí. O Anderson falou: "Vou bolar um para vocês". Tamo junto, tamos junto. Ah, enfim, vamos lá. Aí o que acontece?

¶198Bom, coloca a gente para debater com Json de novo, porque tá querendo ir pro segundo semestre. Aí a gente debate o C do artigo dele, mas prossegue. >> Pois é, pois é, pois é, pois é. Mas enfim, >> ó, ó o tema. >> Vamos lá.

¶199O que o que acontece? Vamos lá. O café ele chegou a apontar esse esse problema que é que é muito bom. Opa, calma aí que Opa, >> bacana. O título bacana, né?

¶200Olha como é que seria o debate. Tô aqui. >> Eita, tá mutando e ligando seu microfone. Não sei o que tá acontecendo aí. Tá falhando esse.

¶201>> Melhorou agora. >> Deixa eu ver. Melhorou. Melhorou, melhorou. Ó, o cafezinho tá aqui.

¶202O café tá aqui. >> E títulos e títulos criativos não faltariam que despertariam a atenção das pessoas. Por exemplo, é verdade que Deus é uma proposição? Cara, isso ia o tanto que isso ia ia chamar de de audiência até de gente que não tem nada a ver com filosofia. >> É verdade que Deus é >> Deus é é é só uma ideia abstrata.

¶203É verdade que Deus é só uma ideia abstrata. Negóci. >> Mas pode prosseguir aí. Enfim, vamos lá. Eh, o que acontece?

¶204Eh, o café ele aponta um ponto, aponta um ponto é [ __ ] né? Aponta um problema, eh, que é que é muito bom, baseando na noção do kitfine, né, de que números basicamente são bes, são objetos puros, né, que são basicamente unidades, quando você abstrai todos os aspectos ali e concretos, né, eh, ali do, enfim, dos objetos, etc., que são quantificados, né, em termos de um número, por exemplo, número dois. Ah, e você chega no bear object, né, que basicamente se alinha com os números em questão. Baseando nessa noção do kitfine sobre metafísica dos números e que se transporta pra questão da metafísica da lógica, ele identifica o seguinte, que as leis da lógica, elas só podem ser fatos edídicos, ou seja, fatos vinculados e dependentes dos próprios indivíduos concretos. De tal modo que esses fatos eles são hiperintensionais.

¶205E o que que isso quer dizer? Quer dizer que eles não são estritamente modais. Ou seja, eles não são envolve estrita modalidade estrita, né, de algo que é necessário, de algo que é contingente ou algo assim, né? Para que algo seja, tem o status modal de necessário, ele tem que ser alguma coisa em primeiro lugar. Ele tem que ter uma essência em primeiro lugar.

¶206ele tem que ser essencializado de uma certa maneira em primeiro lugar para que ele possa instanciar, né, a propriedades modais, né, para que ele possa ter um perfil modal específico, necessário, contingente, etc., né? Impossível. Para que ele tenha esse status modal, ele tem que a lógica não se eleva acima do ser, né? >> Não, pelo contrário, a lógica supervem ao ser, né, digamos assim, ela supervem ao ser, OK? A lógica, ela supervem ao ser.

¶207Ela não está acima do ser, ela depende do ser, entendeu? Então, se isso de fato é o caso, então sequer é possível você ter alguma fundamentação da da lógica em primeiro lugar. Não faz sentido você dizer que a lógica tem um fundamento. Não faz sentido você dizer que a lógica ela ela tem um fundamento em alguma coisa, >> ainda mais ótico, né? >> Ela, aliás, ela fundamentada, aliás, ela é fundamentada por alguma coisa, né?

¶208Ela é fundamentada por alguma coisa. Não é algo >> simplesmente não faz sentido. Porque aquela coisa para ela fundamentar qualquer coisa que seja e para que essa relação de fundamentação ela seja inteligível como uma relação de fundamentação ao invés de uma relação de não de fundamentação e uma não relação de fundamentação, ela tem que ser uma relação de fundamentação. E os objetos que visam fundamentar alguma outra coisa, ele já t essência específica que permite com que eles, sem princípio seja capaz de fundamentar qualquer outra coisa, entendeu? Então assim, isso de quê?

¶209Já pressupõe a existência da lógica, já presume a existência de lógica, entendeu? >> E atinge os dois relatas, né? atinge tanto aquilo que está fundamentando, que seria em princípio a lógica nesse sistema do >> Isso quanto o fundamentado. É, e e quando a gente vai pr pra lógica ser o fundamentado, que é o que o Jon propõe de alguma maneira, seja por Deus ou por alguma coisa, fica engraçado porque eh numa relação de fundação, né, que é uma relação hierárquica, eh de fato, ela já subentende uma individuação e uma e uma certa unidade além de uma natureza do das da da das duas partes que estão ali nessa entre aspas relação, porque nós estamos falando de uma fundação ontológica de verdade mesmo. Nós não estamos falando de uma questão explanatória e uma explicação, porque aí tudo bem, nós estamos falando de uma coisa do mundo mesmo, ainda mais sobretudo pro jaton, porque quem fundamenta isso é o próprio Deus.

¶210quer coisa mais concreta pro pro cristão do que o próprio Deus. Então, é o suprassumo do do objeto concreto, real, metafísico. Então, eh eh algo absurdamente concreto, fundamentando outra coisa que tem que ser concreta também, já é meio absurdo, né? Porque isso já viola até a simplicidade divina, porque na simplicidade divina dizer que Deus fundamenta a lógica é dizer que Deus fundamenta ele mesmo. Mas enfim, mas tudo bem.

¶211eh colocar Deus como essa base ou como essa equivalência numérica, essa identidade numérica, né? Você tem problemas. Se Deus é é o fundamento, né? Há uma hierarquia, há uma relação de dependência eh eh ônica, né? Há uma relação ali, por exemplo, de alguma coisa que está fundamentando outra.

¶212Portanto, há duas coisas que já existem. Portanto, Deus precisa est existindo e a lógica também concomitantemente já precisa estar existindo nesse processo, mas para ele existir, >> calma aí rapidão. >> Aí parece, >> ó, o Cristiano Constante aqui do Estação Naturalista, ele mandou aqui, ó. Ah, valeu pelo deizão, ô Cristiano. Ele mandou aqui, ó.

¶213Estado de superposição. Aí ele colocou a, como é que fala? anotaçãozinha, né, do anotaçãozinha aqui si igual a alfa dado 0 + beta dado 1. É ele mesmo uma única proposição bem definida e não contraditória. Gostaria de entender como de psi, né, ali igual a alfa a dado zero mais beta dado 1 se chega a PA e não PA, ou seja, a contradição, ah, ou seja, a afirmação da proposição e a negação da proposição, né, bem definido ali.

¶214Ah, então a gente não tá alegando que isso é o caso. Nem eu, nem a gente alegou que é o caso, tá? E eu eu conheço os trabalhos, por exemplo, de alguns autores, né? Dentre eles o como que é o nome dele, cara? Nossa, me fugiu a cabeça do do autor, cara, que até o Rubens tinha colocado o o texto, cara.

¶215Nossa, me fugiu o nome dele, que ele é ele é filósofo da da mecânica quântica, da da física quântica, cara. Ah, vou ver se eu lembro o nome dele, cara. Enfim, mas enfim, tem filósofos da da física quântica que eles eles avançam a ideia de que a lógica quântica, né, ela não envolve uma contradição propriamente, mas ela envolve a assunção de de um de um estado de indeterminação real e, portanto, no caso da ausência de um valor de verdade determinado ali para pra proposição em questão considerada, entendeu? Então, geralmente é esse o framework que se utiliza, né, para versar sobre sobre esse tipo de de questão de lógica quântica, né, do âmbito quântico, envolvendo domínio quântico, entendeu? Então, nesse caso aí, eu sei que tem esse esse tipo de ponto, né, que não não é pelo fato da gente assumir uma interpretação, por exemplo, copiana, né, que assume que existem estados sobrepostos, né, que necessariamente vai uma contradição, né, pode ser que seja um sistema paracompleto, né, ah, uma proposição ali ah vinculada com o âmbito para completo, sem ser uma uma proposição vinculada com o âmbito paraconsistente, né, ou seja, que apresenta uma inconsistência genuína.

¶216Ah, então tem isso aí também. Deixa eu até pegar o nome dele. É verdade que é um nome famoso, cara. Fugiu na minha cabeça agora o nome desse filósofo. >> Ã, deixa eu pegar aqui meus conteúdos só para eu lembrar.

¶217>> Pois é, é verdade que é um um domínio quântico. Você tá aí, David, me ouvindo? Tô aqui, tô aqui, tô aqui, tô aqui. Alô, tá me ouvindo, Ari? Ari, >> estou aqui.

¶218>> Ah, beleza. Agora tô te ouvindo. >> Estou aqui. >> Tô te ouvindo. Eita, seu microfone tá mutando e voltando.

¶219Tá mutando e voltando. Agora não tô te ouvindo aí, ó. Tá mutando. Mutou. >> Não, mas éando.

¶220>> Desmutou aí. Desmutou. >> É. Tá. Tá, tá, ó.

¶221Tá mutando e desmutando, mutando e desmutando agora, agora eu tô te ouvindo. >> Eu não sei o que você tá fazendo aí >> pel. >> Opa, calma aí que deu uma travada aqui. Vocês estão me ouvindo, pessoal? É só o ari que vocês não estão ouvindo?

¶222Tá acontecendo novo? É o Ali tá travando para vocês também, né? Tá, tá tipo mutando, desmutando, né? Comente, >> cara. Não sei o que você fez aí, tá toda hora mutando, desmutando.

¶223Sai, entra de novo. Sai e entra de novo da sala. >> Sai e entra da sala que tá desmutando e desmutando. >> Então fica atento aí que eu vou entrar agora, hein? Beleza, fica tranquilo.

¶224Ah, o Dio Kraus, cara. Nossa, não tava lembrando o nome do D. Não sei o que que deu na minha cabeça que eu não lembrei o nome do Dio Kraus. Mas enfim, o Dio Kraus, ele ele ele comenta sobre isso, né? Entendeu?

¶225Ô, ô, ô, Cristiano, mas o Cafezinho tá comentando aqui, ã, sim, relações de fundamentação grounding, nesse caso, vão envolver uma relação de dependência, de dependência existencial. Pera aí, deixa eu, calma aí. Boa. Voltou aí. Fala.

¶226>> Testando, testando, testando, testando. >> Parece que parece que parece que >> tá bom por enquanto. >> Tá, por enquanto tá bom. Então, deixa eu sair de novo. Tô brincando.

¶227Não. Eh, o que eu ia falar é que em alguns modelos que vinculados à ideia de que o domínio mais fundamental eh eh sobr próprio espaço tempo, né, é um domínio do do cosmos que pode estar, digamos assim, abaixo, entre aspas, no sentido de fundamentalidade em relação ao espaçotempo. Então, pode ser que há algo na estrutura eh dos fenômenos que passem desapercebidos para nós por essa eh eh por não estarem vinculados ao espaço métrico nosso, né? Porque há um domínio, pode ser que haja um domínio mais fundamental que participa desse fenômeno que não está no espaçotempo e que cause em nós a ilusão de que está de alguma maneira violando princípio de não contradição em razão de algum critério, quando na verdade ele está eh de fato eh eh e ele ainda continua um fenômeno eh consistente e não para consistente. Só que para nós ele tem essa aparência, porque nós não estamos observando ele no domínio eh eh apenas do espaço tempo nosso aqui.

¶228Então, no âmbito quântico, tudo é uma incógnita ainda. Então, pode ser uma uma um aspecto desse fenômeno que está simplesmente submerso eh fora fora dessa região, espaço temporal. Eh, e ele se e ele não se mostra na sua completude para nós. Então, eh eh fica faltando alguns dados. Então a gente não tem uma leitura completa dos fenômenos.

¶229Então é complicado ler esses fenômenos quantos? >> É. Então quando eu falei quando eu falei para completo, é para completo mesmo, tipo ele é indeterminado. Ele tá indeterminado esse fenômeno. Ele tá em estado de superposição e, portanto, indeterminado.

¶230Ele não é nem uma coisa nem outra. >> E ainda sobre a questão lá que a gente tava falando, que você trouxe o mencionou o café e tudo mais, né, da maluquice de se pensar em algo fundamentando a lógica. Eh, >> cara, tá te mutando toda hora seu microfone. Acabou de te mutar, >> ó. Tá te mutando.

¶231Eu não sei o que tá acontecendo aí. Não sei o que que você fez seu microfone no do celular ali. Mutou você de novo. >> Calma aí, >> cara. Tava perfeito, velho.

¶232Não sei o que que você fez aí no seu microfone, cara, que ficou assim. >> E agora? E agora >> tá OK. Tá OK. Pode falar.

¶233>> Pode prosseguir. >> Tá me ouvindo? >> Tô te ouvindo. >> Pois é, é complicado essa fundação, né? Porque seria uma espécie de dependência ontológica, seria uma espécie de haveria uma hierarquia ontológica.

¶234Há, portanto, uma relação real entre aquilo que fundamenta e aquilo que é fundamentado. Há uma, e, portanto, ambos, aquilo que fundamenta e o fundamentado tem uma certa individuação, uma certa unidade, uma certa natureza e ambos, portanto, existem. E e nesse processo em para conservar essa individuação, unidade, existência, já estão eh já estão instanciando a lógica nesse processo do fundamento da lógica que está em curso, né? Então, realmente é uma coisa assim um pouco estranha, porque tanto o fundamentado que é a lógica, quanto o aquilo que fundamenta que é o o Deus, por exemplo, ambos estão são eh consistentes consigo mesmos. Ambos têm uma identidade.

¶235Nesse processo, por exemplo, eles estão respeitando o princípio de não contratação. Não dá pra gente imaginar que há uma superposição, entre aspas, quântica, nesse no meio desse processo aqui, né? Eh, agora, se Deus não é o fundamento, porque ele é numericamente igual à lógica, já que nós estamos falando de simplicidade, ô, ô, David, o o problema se mantém porque se ele é literalmente a lógica, então a gente não precisa falar de um fundamento da lógica. Porque quando o Jadson diz que Deus, a lógica é o próprio Deus, então esquece esse papo de fundamento, de fundação. Como é que Deus estaria fundamentando ele mesmo na singularidade viciosa?

¶236Então, esquece esse papo de fundamentação. Não é de fundamentação, é de identidade numérica mesmo. Deus é a lógica. Então, eh eh é estranho porque essa lógica em sendo Deus, aí entra o ponto do vídeo lá, né? Ela ela existe enquanto proposição, não interessa, mas é uma proposição mental divina, não interessa.

¶237Mas ela está existindo por quê? Porque é igual a Deus. Ela é idêntica numericamente ao S de Deus, ao Y. Esse subsistemente de Deus, subsistemse de Deus. Então é o esse puro.

¶238A lógica, ela é a realidade pura enquanto idêntica a Deus. Então ela então ela que está servindo para fundamentar as coisas, ela enquanto Deus, realidade última, está fundamentando a lógica das coisas. >> Ela está existindo, só que ela não pode estar fundamentando a própria existência. Aí entra circularidade, né? Ou seja, nos dois casos há uma circularidade, tanto na fundamentação quanto na identidade numérica.

¶239Na fundamentação há um problema de de os dois objetos que que se que se relacionam já precisar instanciar a lógica. E na identidade numérica da simplicidade é o é o problema da circularidade, né, da lógica. Eh eh eh fundamentando tudo e e a pergunta de quem tá fundamentando ela. >> Exatamente. Perfeito, cara.

¶240já que ela existe Deus, quem tá fundamentando ela não pode ser Deus, porque aí a gente sai da simplicidade e volta pro fundamento. Então o Jatson vai ficar circulando nisso. Para ele responder o negócio da simplicidade, ele volta pro fundamento. Para ele responder os problemas do fundamento, ele volta pra simplicidade. >> E é tudo problemático aí.

¶241>> Sim. >> Tudo igualmente problemático. >> Sim, sim, sim, sim. >> E aí, Jackson, quem fundamenta a a existência de Deus, de Deus enquanto lógica? Não pode ser Deus, porque a identidade numérica agora que nós estamos falando.

¶242Então ela simplesmente existe, >> ela fundamenta tudo, menos ela própria, né? Ai ai, veli. Ai ai. >> E não preciso nem dizer, né, o problema dessa identidade numérica também, porque seria Deus seria desnecessário nesse processo, porque não haveria uma uma relevância maior do do te relação ao ateísmo, porque o Jadson diz que no no naturalismo nada poderia explicar a lógica, porque não há algo inteligente fundamentando a lógica. Mas se Deus é, se a lógica é igual a Deus, também não há nada inteligente fundamentando a lógica, porque ela já é o próprio Deus.

¶243Então não há uma um domínio mais fundamental também. Então o o Jadson não saiu do lugar, cara. >> Olha aí, pessoal. Eh, rapidão, esse livro aqui é Introdução a é a filosofia e a lógica da física quântica, né, com ênfase nas questões da identidade e individualidade das identidades quânsicas do Dio Kraus. é justamente um livro que trata sobre filosofia da lógica e filosofia da física envolvendo a mecânica quântica, né, ou a física quântica, né?

¶244Então, trata sobre essas duas questões, tanto de filosofia da lógica quanto filosofia da física aqui, ah, nesse livro, né? Mas principalmente com enfoque na questão justamente de identidade, eh, enfim, individualidade e coisa e tal, né? Ah, das entidades quânticas, dos fenômenos quânticos e blá blá blá, né? Então, e eu indico isso daqui, você dá uma olhada depois. o Cristiano Constante aqui ele fala sobre justamente um tipo de lógica que assume, né, que é aplicável ao fenômeno quântico, pelo menos de acordo, por exemplo, com a interpretação de Copenhagen, né, a interpretação ali ah da mecânica quântica, da física quântica de Copenhag, que é uma que assume que há de fato ali, enfim, para completude, que é chamada, né, ah, não para a consistência propriamente, né?

¶245Ah, então é só para você ter uma noção aí sobre o que eu tava falando, tá? Não, a gente não tava nem, eu não tava nem defendendo na mente que envolve, né, o fenômeno de superposições quânticas envolve com a tradução genuína, né, aí que portanto, portanto, sentenças que se referem, né, proposições que se referem a esses estados, né, são inconsistentes, né, propriamente, né? Ah, não era isso que eu tava definindo, mas enfim, tava dizendo que era uma possibilidade, né, uma interpretação possível, igual o o Thomas Taco mencionou também. É interessante, David, porque qualquer tentativa do Jadson tentar responder os nossos pontos, ele vai ter que de alguma maneira flertar com o entendimento que é o nosso, inclusive que a lógica independe de haver ou não Deus. A lógica, ele vai ter que assumir em algum momento que a lógica é eterna, necessária, independente de haver ou não Deus.

¶246É o único é o único modo dele sair desses problemas da visão dele, né? Certo. Aí aqui eu gostaria de comentar mais uma coisa, tá? Ó, o cafezinho ele comentou sobre isso que a gente tá falando, ó. Ele esclareceu, ó.

¶247Sim, relações de fundamentação ground, nesse caso, vão envolver uma relação de dependência existencial. Y para ser o que é depende existencialmente sobre X. Mas para essa relação ser possível, deve haver fatos sobre a identidade de X e Y que coloquem restrições sobre essa relação de fundamentação. Por exemplo, aquilo que fundamenta tem que ser idêntico a si mesmo e distinto daquilo que é fundamentado, dado que não eh que não relações de fundamentação são reflexivas, né? Que a aliz que a as relações de fundamentação são rreflexivas, né?

¶248Ah, e assimétricas, ou seja, elas são elas são unidirecionais, né? Elas não, o fundamentador não pode ser fundamentado, né, no no naquilo que fundamenta ele, né? por assim dizer, né? Então essa é a assimetria. Ou seja, o fundamental não pode ser fundamentado pelo o fundamentador não pode ser fundamentado pelo fundamentado, né?

¶249Não pode ser o caso, né? Porque é assimétrico, né? Porque envolve uma dependência ontológica do fundamentado em relação ao fundamentador, né? Nessa relação de dependência ontológica, ó. Então, deve haver fatos sobre a identidade de X e Y, ou melhor, a não identidade entre eles.

¶250E normalmente assumimos restrições sobre essa relação, como, por exemplo, a simetria de fundamentação. Mas normalmente defendem a simetria de fundamentação ou grounding justamente porque o contrário envolveria uma contradição. Mas se esse é o caso, relações de fundamentação devem estar regidas sobre a lei da não contradição e de identidade. Na medida em que um, o fundamentado não pode ser idêntico ao fundamentador e dois, ambos não podem ser fundamentar sobre a mesma relação, dado que implicaria uma contradição. OK?

¶251Certo? >> Sim. E para você evitar a assimetria e a irreflexividade, que são dois dentre outros princípios, né, da da dependência ontológica, eh, para você manter esses princípios, principalmente da irreflexividade da assimetria, ou seja, para uma coisa não fundamentar ela mesma e dois, para uma coisa que está sendo fundamentada não fundamentar ao mesmo tempo, aquilo que fundamenta ela para essas duas coisas serem verdadeiras. Por isso que eu falei em termos mais didáticos lá atrás de uma relação hierárquica com medo de algumas pessoas não entenderem, mas tem muita gente eh eh super qualificada que assiste suas lives, né? Mas às vezes tem uma pessoa leiga que pode sair da sua live, por isso que eu utilizei apenas a hierarquia, mas quando eu falei lá atrás de hierarquia, tava subentendido essa questão da irreflexividade e da assimetria, né?

¶252Porque tudo bem, como é que pode, se Deus está fundamentando a lógica? Eh, porque aqui não cabe nem a questão da da identidade numérica, porque nós estamos falando de dependência. Se Deus está fundamentando a lógica, ao mesmo tempo que ele está fundamentando a lógica, para ele tornar possível essa relação de hierarquia, ele tem que tornar possível a irreflexividade e a assimetria que o Café mencionou, que são dois dos de quatro princípios, >> duas propriedades formais de relações e >> é só que para Deus fazer e eh eh eh eh para Deus realizar isso, ele não tá fundamentando a lógica. Então a lógica deveria estar fazendo isso e não de >> é lógica que no processo tá sendo fundamentó do Jon. A lógica e lógica do Jon >> é a lógica que enquanto está sendo fundamentada por Deus que cria o princípio de reflexividade que Deus está obedecido ao fundamentado longe.

¶253É muito ruim, cara. É muito, é muita leícia em filosofia da lógica, cara. [ __ ] que pariu, velho. Como é que >> Porque como é que Deus iria ele próprio ser o criador desses dois princípios da da assimetria e da irreflexividade se ele não é a própria lógica, porque ele está fundamentando a lógica? Não, mas se ele é a própria lógica, ele não tá fundamentando a lógica.

¶254Aí a gente volta pro problema da simplicidade. Então assim, não tem escapatória pro pro Jason. Na simplicidade, ele cria uma circularidade metafísica. Ele torna no sistema dele obsoleto, porque também não tem fundamento pra lógica na simplicidade, que a simplicidade é dizer que a lógica é Deus. Então ela não é fundamentada por Deus.

¶255Ela é Deus, então ela não é fundamentada por absolutamente nada, que é o que eles grilam com o naturalismo, é o que eles criticam no naturalismo. >> Então não tem para onde correr, cara. Se for paraa simplicidade é absurda. E se voltar paraa fundamentação, vai ter que assumir que Deus está obedecendo a lógica que ele está fundamentando. Só que a lógica para fazer criar esses princípios precisa primeiro ser fundamentado por Deus.

¶256É. E não tem para onde para onde ir, né? O Cafezinho tá perguntando, Jadson já mordeu a bala de que Deus é idêntico a uma proposição ou ele ainda não notou a bola? >> Não, isso é um absurdo, né? Porque proposição é o cúm é o cúmulo do é exatamente o o a negação da da simplicidade, né, David?

¶257Porque a simplicidade é exatamente aquilo que não se eh eh eh que não tem natureza proposicional, porque a proposição é exatamente aquilo que cria uma composição, é aquilo que faz algo ter e ser outra coisa, né? é o que faz algo abrigar uma propriedade ou ser uma propriedade. E Deus e e não poderia ser proposição sendo simples, né? >> Exatamente. Exatamente.

¶258>> Deus ele teria que ser só o sujeito, mas aí já não é proposição. >> Exato. Vamos, vamos prosseguir aqui. Vamos prosseguir. Tá, tá, tá, tá divertido, velho.

¶259Ah, eu acho que eu vou, vou uma madrugada aí, hein, velho. Tá, tá, tá legal. Vamos lá. Enfim, vamos lá. Eh, ó, Anderson Welting 2011 ressuscitaram e formalizaram um argumento da lógica para a existência de Deus, demonstrando que as leis da lógica, por serem proposições necessariamente existentes, intrinicamente intencionais, né?

¶260Intencional aqui é um termo na filosofia justamente que é a capacidade de ser sobre alguma coisa, né? De se referir a algum estado de coisa, se referir a alguma outra coisa, né? Então, é ser sobre algo, né? Ah, eh, intencionais exigem uma mente necessariamente existente como seu fundamento, né? Como seu fundamento que todos entendem ser Deus, né?

¶261Ã, o argumento gerou debate filosófico relevante. Malpaz 2021 resposta direta o Anderson Welty formulou três linhas de objeção envolvendo a noção de necessidade, a noção de intencionalidade e um dilema para conceitualismo divino. O presente artigo propõe o método isomorfia seária. Vou chamar de isomorfia palpitaria, tá? como instrumento de avaliação.

¶262Isso para não dizer que é GPT, tá? Como instrumento de avaliação e resposta, um critério formal que sistema sete propriedades essenciais da lógica e demonstra que apenas o conceito satisfaz todas elas. Ah, vamos lá. Ah, propriedades essenciais da lógica, né, que é basicamente as características que ele lista lá. Eu mencionei no caso que tem algumas lá que são questionáveis, né, mas mais especificamente duas ou três características lá, dentre eles a normatividade, porque normatividade pressupõe violabilidade de alguma coisa, né?

¶263Então, se você pressupõe que a lógica ela é normativa, você pressupõe que ela é violável. Só que quando a gente visualiza a lógica enquanto princípio metafísico, a gente assume geralmente que ela não é violável, né? Que ela não é violável, que as coisas não podem, de repente deixar de seguir a lei na não contradição, né? repentinamente, né? Mas se no caso a as proposições, né, fossem ali se as leis da lógica elas fossem proposições na mente de Deus, e se essas proposições fossem proposições normativas e dependentes da mente de um ser, né, como no caso Deus, a mente necessária de um ser, né, mesmo que fosse necessário ou coisa tal, ainda assim, no caso, ah, o estabelecimento dessas proposições, né, pelo menos o pensamento nessas proposições, né, acerca dessas proposições, seriam pensamentos ali que poderiam ser muito bem arbitrários, né?

¶264H, muito bem, arbitrários e ou pelo menos violáveis em princípio, porque se no caso essas essas essas proposições elas são justamente normativas, elas são normativas propriamente, né? Ah, ou seja, elas são literalmente a proposições ali, elas são literalmente, no caso ali, ah, algo análogo ao o similar ao que os sistemas lógicos formais que a gente articula e fabrica, né, dentre eles sistemas que não são inclusive corretos, né, quees não são tomados como sendo corretos, né, como no caso a lógica paraconsistente, a lógica intuicionista, a lógica clean, a lógica de relevância, enfim, outras outras arcabolsos lógicos, né, sistemas formalmente distintos, né, que são que tem regras de inferência, né, vinculadas com eles, né, e tem princípios ali que regulamentam e regem, no caso das inferências, das proposições que são inseridas, né, e são utilizadas ali para poder inferir certas conclusões a partir desses sistemas formais, né, ah, chegar a certas conclusões, né, acerca derivações a partir desses sistemas formais, né, por assim dizer. Então, nesse caso, se literalmente as leis da lógica corretas, que seriam aquelas que refletiriam a estrutura metafísica da realidade, dos objetos concretos e coisa e tal, né? Ah, ela teria que ser violável também se ela é normativa, tal como no caso esses sistemas formais que a gente articula para poder refletir, né? Eh, alguns deles refletirem e outros simplesmente serem úteis para propósitos ali, né?

¶265Enfim, de computação ou de qualquer outra finalidade prática que a gente tenha, né? embora não se reflita nada na realidade, hã, para que eles sejam aplicáveis, né, por para por dizer, para para que no caso essa ele seja considerado uma uma lei lógica, né, ou algo assim. Então, teria que haver uma violabilidade em princípio. Então, sei lá, esse microfone aqui, ele tá obedecendo a lei da lógica, mas ele teria que ter a possibilidade de pelo menos ser violar a lei da lógica em algum momento, dele deixar de ser um microfone, aliás, dele se tornar um microfone e não um microfone ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto. Repetidamente, tem que isso teria que ser possível se a normatividade fosse uma dessas características, né?

¶266Isso é uma outra objeção que eu avancei ali sobre uma das supostas características da lógica, né? Quer comentar alguma coisa sobre isso ali? Eu acho que o Cristiano já leu o livro. Esse livro do Kraus traz um debate que converge com o realismo estrutural ontico. Yes.

¶267Mas enfim, vamos lá. O tá aí, tá aí. Alô. Está mutado, cara. Tá mutador aí.

¶268Acho que o Ali não tá aqui. Acho que o Ali não está aqui. Mas enfim, vamos lá. Mas vocês vocês vão ver esse método aqui, esse método entre aspas, esse método entre aspas, vocês vão ver o a porcalhada que é isso aqui, tá? Vamos lá, ó.

¶269O argumento central do M pode ser denunciado da seguinte forma, ó. Premissa um, ó. Vamos lá. O argumento, né? As lei la lógica possuem sete propriedades essenciais: imaterialidade, natureza, proposicional, universalidade, imutabilidade, normatividade, atemporalidade, eternidade, né?

¶270Então são a são as supostas sete propriedades essenciais da da lei da lógica, né? A gente a gente já questionou, no caso, a questão de imaterialidade, natureza proposicional, ah, a questão da da normatividade e também de certo modo a noção da da própria imutabilidade, né? De certo modo, né? Principalmente se a gente envolver uma perspectiva anticepcionalista sobre lógica ou algo assim, até pluralista lógica, talvez isso aqui não proceda, tá? Essa imutabilidade aqui, mas tudo bem.

¶271Hã, se a gente assumir no caso uma forma ali de relacionismo lógico também não proceda isso aqui, tá? Talvez. Mas enfim. Ah, vamos lá. Premissa dois.

¶272Um fundamento é ontologicamente adequado. Eu não sei o que, cara. Fundamento ontologicamente adequado, cara. fundamento ontologicamente adequado. Ah, olha as terminologias que tá sendo utilizada.

¶273Não tá sendo utilizada as terminologias padrões, né? Não tá falando de amplitude e profundidade explanatória, não tá falando sobre uniform favorecedor de uniformidade explanatória. Não tá falando sobre nada disso, sobre adequação a conhecimentos pré-estabelecidos. não tá falando sobre nada disso. Sobre nada disso.

¶274Tá falando sobre nada disso, das típicas virtudes teóricas, né, que a gente assume, né, quando a gente vai vai falar sobre a adequação de certas explicações, né, explicações ali em termos de um fundamento ontutológico ou qualquer coisa assim, outras explicações, né, não tá falando nada disso aqui, né, enfim. Ah, para a lógica, somente possui recursos metafísicos suficientes, né? Recursos metafísicos suficientes, né? Para explicar cada uma dessas sete propriedades sem ruptura explicativa, né? Sem ruptura explicativa.

¶275Então, vamos lá. Premissa três. Nenhum sistema naturalista nominalista satisfaz premissa dois, como demonstrado na sessão quatro, né? E aí ele vai demonstrar isso supostamente, né? Premissa quatro.

¶276Conceitarismo teísta do logo satisfaz a P2, né? satisfaz a premissa dois, ah, para todos os sete atributos, como demonstrado na sessão seis, ele vai demonstrar, né, supostamente. Aí, conclusão, conceit logos é, portanto, o modelo de fundamentação da lógica ontologicamente mais adequado. OK? Então, vamos lá.

¶277O Mis não pretende ser uma prova dedutiva no sentido matemático estrito, mas um argumento abdutivo, uma inferência paramela explicação. Lipton 2004. Elemas que o conceito adanteista possui os melhores recursos ontológicos para explicar o que a lógica é e que nenhum sistema rival o consegue oferecer explicação equivalente. Galera, isso aqui é o que para vocês? Isso aqui tá articulado em forma o quê?

¶278Tá articulado em forma o quê? Isso aqui, isso aqui tá em forma o quê? Dedutiva. OK. Tá em forma dedutiva.

¶279Tá em forma dedutiva aqui. Não tá articulado em termos de de probabilidade, né? O argumento de em termos de raciocínio probabilístico. Pelo menos nenhuma das premissas aqui tá claramente articulada, né? De uma maneira ali que seja estritamente abdutiva, tá?

¶280Talvez a justificação, né? O que ele quer dizer é que a justificação de duas das premissas, né? Mas especificamente essa daqui e essa daqui, né? Essa daqui, essa daqui, né, tem no caso ali um suporte evutivo, né, nela ou algo assim, né? É mais ou menos esse linha que ele vai ir.

¶281Mas a inferência aqui que tá sendo estabelecida é uma referência dedutiva de certo modo, né? Tá articulado como um argumento dedutivo, né? Mas whatever. Vamos lá. Ah, ele demonstra que o conceito a possibilidade recursos antológicos para explicar o que é a lógica e que nem o sistema rival consegue explicar de eh oferecer uma explicação equivalente.

¶282O artigo está organizado da seguinte forma. A sessão dois define o princípio de isomorfia ontológica. Vamos ver o que que é esse princípio aqui, tá? A sessão três analisa os sete atributos da lógica. A sessão quatro demonstra insuficiência explanatória no naturalismo e no nominalismo.

¶283A sessão CCO responde sistematicamente às 15 principais objeções ao conceitualismo teísta, incluindo a de Malpaz 2021. E a sessão se demonstra a isomorfia plena do logos teísta. Aí vamos lá ó. Dois. Princípio de isomorfia ontológica, né?

¶284Deixa eu ver se o Ari voltou. Ali caiu, cara. Ali acho que não sei se ele vai voltar não. Quando ele cai assim, geralmente ele não volta. Eu vou tirar aqui o coisinho dele, mas vamos lá.

¶285Princípio da isomorfia ontológica. O conceito de isomorfia ontológica designa a correspondência necessária de recursos metafísicos entre o fundamento e o fundamentado. Cara, o que que é essa relação de correspondência, velho? O que que essa correspondência necessária significa? é uma que tipo de relação há entre uma coisa e outra, entre o fundamento, o fundamento e o fundamentado que favorece com que a uma tem uma correspondência necessária de recursos metafísicos com outro.

¶286É porque ambos são numericamente idênticos uns com os outros. É porque eles apresentam características suficientemente similares. Ele vai dizer que é mais ou menos por aí, né? tem características suficientemente similares de acordo com aquelas, de tal modo que ilustra que o fundamento adequado seria aquele, só que aí que tá, o que ele teria que demonstrar é que nenhum nenhum objeto, né, ah, nenhum objeto ah o conjunto de objetos poderia apresentar ali características que permitissem, no caso, inerir esse tipo de ah esse tipo de noção, né, eh, esse tipo de noção, né, ou seja, inerir a lógica neles, né, ou pelo menos a lógica supervir neles, né? Ser superveniente ao ser deles ou algo assim, né?

¶287Ah, então poderia propor, sei lá, né? Se eu fosse levar a série esse raciocínio dele, poderia propor, no caso ali que ah, eu poderia propor, no caso ali que a função de onda, né, a temporal universal, ela preenche, sei lá, esses três requisitos aqui, né? Ah, preche, no caso aqui esses requisitos, né? No caso ali de materialidade, né? Principalmente se a gente tomar uma noção de materialidade como envolvendo um corpo, né?

¶288eh, que ocupa determinado espaço, em determinado momento, né? Eh, e que tem massa, né? Eh, ou seja, um corpo tem massa que ocupa um determinado espaço em um determinado momento do tempo. Então, eu poderia assumir que a função de onda ela apresenta a temporada, ela apresenta materialidade, ah, que ela apresenta também, no caso ali, ah, universalidade, ah, que ela apresenta também a temporalidade e que ela apresenta também eternidade, tá? E, portanto, no caso, eu ilustraria, né, por através dessa abordagem, né, se eu fosse levar isso a sério, né, se eu fos tô mais como fazendo algum sentido esse tipo de abordagem que ele tá propondo, eu poderia dizer que simplesmente o a função de onda temporal universal, ela favorece, né, ela parache todos os critérios, né, ah, todos os critérios ali ah relevantes, né, ah, relevantes ali para, no caso, ser um candidato apropriado, né?

¶289E é claro, rejeitando aqui a questão desse daqui como sendo uma característica essencial genuína da a enfim das leil lógica e negando também no caso ali talvez a imutabilidade, né? Talvez, né? Ah, ou eu poderia assumir que simplesmente a função de ona temporal universal também apresenta imutabilidade nos aspectos relevantes, né? Embora não seja absolutamente imutável, talvez em alguns aspectos relevantes ali que caracterizem ela essencialmente como sendo o que ela é, ah, ela seja imutável. Portanto, no caso, como ela é fracamente imutável, então ela é adequada a ali para explicar também essa questão da imutabilidade, né?

¶290Ah, e na normatividade eu simplesmente rejeitei por conta da consideração que eu acabei de mencionar, né? Então, tendo em vista isso, então segundo o método isomorfia septenária, né? O método isomorfia septenária, esse pseudo método aqui, ã, eu poderia dizer que no caso ali existe uma explicação melhor do que ateista, né? Que é sufici tem suficiência explanatória e que é naturalista ali, que é justamente da função de onda temporal universal. OK?

¶291Ah, então, pronto, já estaria ah, já estaria vindicado aí por esse método, né? Esse método. Mas vamos, vamos lá. H, então vamos lá. Então, vamos lá, ó.

¶292Ã, onde tinha parado mesmo? Aqui, ó. Uma analogia heorística torna o princípio acessível. Acessível, não é inteligível, compreensível, acessível. Como assim?

¶293Vamos lá. Assim como um recipiente deve ter capacidade suficiente para conter o líquido que nele se coloca, o fundamento de uma realidade deve possuir capacidade ontológica suficiente para sustentar as propriedades essenciais daquilo que fundamenta. Cara, que analogia absurda, velho. Que analogia absurda. Ainda não ficou isso.

¶294Ainda não não fez. Então, então a noção de capacidade ontológica ali, ela é relevantemente análoga a, no caso, a questão do da capacidade de um recipiente de receber alguma coisa. Calma aí, calma aí, calma aí. Então você tem, no caso ali o recipiente, que seria Deus, que vai ser adequado para receber a lógica. Seria esse aspecto análogo relevante?

¶295ele estaria recebendo lógica nele. Mas no o fundamento não é aquilo que pelos quais no caso deveria fundamentar ou basear a lógica, basear propriamente a lógica ao invés de ser capaz de recebê-la nele. Olha, olha, olha, olha, olha, olha, olha a coisa sem sentido disso aqui, cara. Olha coisa sem sentido. Olha que analogia estúpida, né?

¶296Olha que analogia estúpida. Não faz sentido, cara. contante falando justificação dos três critérios. Tirou do pressuposto do do pressuposto de é assim por porque é mesmo a justificação sid e dublador do sid da gelo é assim porque é porque é mesmo. [ __ ] que pariu, velho.

¶297Olha, olha o nível da analogia, cara. O que você inteligria, né? O que você consegue inteligir a partir dessa analogia, né, dessa analogia heurística, né, heurística, é basicamente que o princípio diz que Deus é um recipiente, é análogo a um recipiente que está recebendo as leis da lógica nele. Mas isso não significa que ele está explicando as leis da lógica, significa que as lógicas já existem e ele está recebendo elas nele. Ou seja, não é que as lojas estão provindo dele, ele é só capaz de receber elas nele.

¶298Agora, qual que qual que é o sentido disso, cara? Como que isso motiva uma relação relevantemente análoga aon de fundamentação, na onde já existe uma dependência ontológica genuína para algo existir, né? Como é que isso é análogo a uma relação de fundamentação, cara? Não é simplesmente não é. É cada coisa, velho.

¶299Mas enfim, vamos lá. Aí continua a escala que essa analogia é heística e uma peça, numa analogia, tá? Não ontológica. Ah, o que se quer, o que se afirma é adequação de recursos metafísicos. adequação de recursos metafísicos, cara.

¶300Quer dizer, o cara tenta tornar o negócio inteligível com uma analogia bosta e aí ele traz mais noções aqui que simplesmente não são claras. Adequação de recursos metafísicos. Vamos lá. não uma relação de contenção física, ou seja, se não é uma relação análoga a uma relação de contenção física, seja uma análise, uma relação, no caso ali de contenção metafísica, né, de contenção metafísica em termos de um recipiente, não de algo proveniente dele, né, não de algo que é contido nele e ele dele provém. Isso não é algo que é contido nele enquanto algo recebido nele, capaz de receber nele.

¶301Se não é análogo, se não era isso que você queria estabelecer, uma relação de analogia entre contenção física e contenção metafísica nesse sentido de ser um recipiente adequado dessas leis da lógica, né, dessas da forma como você tá querendo motivar. Então o que que quer dizer isso aqui? É uma analogia inútil. Então, pointless, mas enfim, vamos lá. Se o recipiente é menor que o conteúdo, nenhum artifício verbal resolve o problema estrutural.

¶302[ __ ] que pariu, velho. Eu não, cara. Isso aqui só piora ainda mais. se torna ainda mais inteligível o que ele quer motivar com isso daqui. O que que ele quer dizer com relação de contenção, em relação de adequação metafísica ou algo assim da declação de recursos metafísicos ou algo assim.

¶303Mas enfim, vamos lá. Antes de prosseguir, é necessário responder a objeção metodológica. mais imediata. Por que o fundamento precisaria corresponder às propriedades do fundamentado? Vamos lá.

¶304A resposta tem duas partes. Primeiro, a emergência não elimina a necessidade de explicação. Ela a transfere. Olha que coisa de GPT, cara. Esse travessão aqui, olha que coisa de GPT.

¶305Por isso que eu falei para ele, velho, tá parecendo coisa de GPT, velho. Tá parecendo coisa de GPT, velho. Olha que coisa ma escrita. Coisa mal escrita. Se os pontos que o café fez previamente e que eu e o Ari mencionamos previamente, eles procedem.

¶306Então essa necessidade de explicação some, tá? Essa necessidade de explicação só suposta necessidade de explicação. OK? Ó, se afirma que a necessidade lógica emerge de estados físicos contingentes. Outro ponto que eu questionei ele.

¶307Quem disse que todos os estados físicos são contingentes? Como que você sabe que todos os estados físicos são contingentes? Aqui entra uma consideração de epistemologia e metafísica modal, né? epistemologia e metafísica da modalidade. E aqui falta justamente justificar o por que todos os estados físicos são contingentes e porque que no caso as leis da lógica, né, por assim dizer a necessidade lógica, ela ter que emergir de estados físicos contingentes e não de estados físicos necessários, seja factualmente necessários, seja metafísicamente necessários.

¶308Aqui entra o ponto do filho. Deixa eu mostrar para vocês aqui o vídeo que eu até legendei. Eu tô até com preguiça de colocar isso aqui, velho. Deixa eu colocar aqui rapidão. Ó, parece que o estão comentando aqui mais coisas.

¶309O café, né? Ó, o estação naturalista, que é o Gricha, ele tá comentando aqui, ó. Analogia do recipiente equivoca conter fisicamente com explicar metafísicamente. O próprio autor admite isso. Eurídica não ontológica.

¶310Exatamente. Mas a usa depois como se demonstrasse a tese central. Exatamente. Ai, [ __ ] [ __ ] Ó, aqui o café tá comentando mais coisas aqui, ó. Café comentou mais coisas aqui, ó.

¶311O argumento de que o fazedor de verdade de X deve ter todas as características de X é falso. Considere, por exemplo, o fato proposição: "Nenhum homem é feito de pena". Essa proposição é eterna e necessária, pois toda identidade ou essência humana possível não é feita de penas. E os fazedores de verdade são fatos sobre a identidade do ser humano, que são seres contingentes e não eternos. Exatamente, exatamente, exatamente.

¶312Agora, então sim, podem haver verdades necessárias que tem fazedores de verdade contingentes. Exatamente. Porque basicamente todo ser humano é basicamente contingente não interno. Mas mesmo assim, cara, e ele tá fazendo uma negação modal aqui que ele não consegue suportar. Aí tem ele tem que lidar com C modig gado.

¶313Eu fiz esse vídeo de, né, esses dois vídeos que são interessantes, tá? Ah, inclusive esse é uma dificuldade que o o Alex Malpaza ele teve para lidar com James Anderson. Parecia que na época o Malpaz não tava muito inteirado em metafísica da modalidade e ppistemologia da modalidade. Ele tava tendo dificuldade para lidar com alguns pontos do James Anderson no na discussão que ele teve com o James Anderson depois no canal do Peter Set Parker Pencis. Eu vou mostrar para vocês a discussão depois, tá?

¶314Porque vai ter mais pontos aqui que eu vou querer fazer. Mas vamos lá, ó. Vamos lá. Das >> Vamos lá. Vamos >> explainer.

¶315Sabe aquela ideia de que >> esse vídeo de A foi feito com base nesse artigo aqui que eu traduzi, tá? Que é basicamente um capítulo, esse é o capítulo 3. Capítulo 3, tá? Capítulo 3 do Best of Things dialog, que é o debate entre o Philip Leon e o Jor R, tá? O Filipe Leon e o Joshua Br, ó, cticismo modal e causalidade material.

¶316OK? Então vamos lá. Vamos lá. >> Tudo no universo precisa ter uma causa, um ponto de partida. Pois é.

¶317Hoje a gente vai mergulhar no trabalho do filósofo Felipe Leon, que coloca tudo isso em cheque. Prepare-se para duvidar até do que parece mais óbvio. Nosso roteiro de hoje é seguir os passos do Felipe Leão. A gente vai explorar as três grandes dúvidas que ele levanta. Primeiro, vamos questionar se a nossa imaginação é confiável.

¶318Depois vamos dar uma olhada nos tipos de seres que podem existir. E por fim vamos encarar de frente a ideia de criar algo danada. E olha, a cada passo a certeza vai ficando um pouco menor. Tudo começa com aquela pergunta fundamental, né? A pergunta que move a humanidade a milênios, seja na ciência, na filosofia ou na religião.

¶319De onde veio tudo isso? Qual a origem da realidade? Por muito, muito tempo, a resposta parecia bem clara. Sim, claro que tem uma causa. A lógica é bem direta.

¶320Você tem uma corrente de coisas que dependem umas das outras. Uma coisa causa outra que causa outra. Mas essa corrente não pode ser infinita, certo? Em algum momento, ela tem que chegar num ponto final, um ponto de parada, algo que existe por si só e não depende de mais nada. É o que os filósofos chamam de ser necessário, à base de tudo.

¶321Só que é exatamente aí que o Felipe Leão entra e o lance dele é genial. Ele não vai dizer que essa resposta está errada, não. Ele vai atacar as ferramentas que a gente usa para chegar nela. Ele nos faz perguntar: "E se a nossa imaginação, a nossa própria razão, e se essas ferramentas forem, na verdade, inadequadas para essa tarefa tão gigantesca?" E aqui a gente chega na primeira grande dúvida dele, que vai direto ao coração do problema. A gente pode mesmo confiar na nossa imaginação para saber o que é realmente possível ou impossível no universo?

¶322Isso é o que os filósofos chamam de conhecimento modal. E é aqui que o chão começa a temer. Prensa comigo. Todo argumento para um ser necessário depende da gente poder dizer: "Ah, é possível que o universo nem existisse." Mas como é que a gente tem essa certeza? Nossa capacidade de imaginar as coisas evoluiu para resolver problemas práticos do dia a dia.

¶323Tipo, será que eu consigo pular esse riacho? Ela não foi feita para especular sobre a existência ou não de toda a realidade. É uma escala completamente diferente. E para deixar isso bem claro, o Leon é simplesmente genial. Tenta aí.

¶324Imagina uma barra de ferro flutuando na água. Fácil, né? Na nossa cabeça isso parece super possível. A imagem vem na hora. Mas é aí que tá a pegadinha.

¶325Ele nos convida a olhar os detalhes. Por qu? Vamos lá. Para uma barra de ferro de verdade flutuar, a densidade dela teria que ser menor que a da água. E para isso acontecer, a gente teria que mexer na estrutura atômica dela de um jeito tão radical que ela simplesmente deixaria de ser ferro.

¶326Entende? O que você imaginou não era ferro flutuando, era outra coisa com aparência de ferro. A sua imaginação te passou a perna nos detalhes. Então esse ceticismo dele se apoia e em três pontos principais. Primeiro, o problema dos detalhes que a gente acabou de ver.

¶327Segundo, os falsos positivos. A nossa imaginação consegue criar cenários contraditórios. Pensa numa conjectura matemática. A gente consegue imaginá-la sendo verdadeira e consegue imaginá-la sendo falsa, mas as duas coisas não podem ser verdade. E por último, o argumento evolutivo.

¶328Nosso cérebro evoluiu para sobreviver, para saber se dá para pular de uma árvore, não para entender a origem do cosmos. A gente simplesmente não tem o hardware para isso, ok? Então, se a nossa imaginação é tão furada assim, o que dizer das categorias que a gente criou usando ela? Pois é, e essa é a segunda grande dúvida do Leon. Ele vai direto na jugolar de como a gente classifica os tipos de coisas que existem.

¶329E você vai ver que o cardápio da filosofia tradicional é bem limitado. Basicamente, a visão tradicional te dá duas opções. Ou uma coisa contingente, tipo a gente, uma árvore, uma pedra, coisas que dependem de outras para existir, ou a coisa necessária, um ser que existe por si mesmo, que não depende de nada. Enfim, mas o Leon Laon olha para isso e diz: "Sério, é só isso?" Ele acha que esse ou um ou outro é muito pobre e deixa de fora outras possibilidades. E aqui que o negócio fica interessante.

¶330O Leon propõe a gente cruzar essas ideias. Pensa numa tabela. De um lado, dependente e independente. Do outro, contingente e necessário. A gente já conhece o dependente e contingente, que somos nós, e o independente e necessário, que é o Deus clássico.

¶331Mas e se existisse algo que é independente, ou seja, não foi criado por nada, mas que ao mesmo tempo é contingente, algo que existe, mas que poderia muito bem não ter existido. Ele dá um nome para isso, ser factualmente necessário. E o que seria? Pensa na matéria, energia fundamental do nosso universo. Ela não foi criada por nada dentro do universo.

¶332Ela é a base de tudo. Mas isso não quer dizer que ela tinha que existir. Ela simplesmente está aí. Existe no nosso mundo, mas poderia não existir em outro. É a fundação da nossa realidade, mas não de toda a realidade possível.

¶333E por que isso muda tudo? Porque de repente a gente tem uma explicação muito mais simples e digamos mais econômica pro universo. Em vez de ter que postular um ser super complexo que existe necessariamente em todos os mundos possíveis, talvez a resposta seja só à matéria-prima do nosso mundo, que simplesmente está aí sem causa. É uma solução mais conservadora pro grande mistério. Chegamos agora na >> E aqui agora vou colocar aqui o vídeo sobre empirismo modal, tá?

¶334rapidamente, só para vocês verem, >> que a gente simplesmente sabe que são verdade e a nossa certeza é tão forte, mas tão >> Vamos lá, >> a gente vai expar, vamos com algo bem do dia a dia. Olha pra cadeira aí perto de você ou para qualquer objeto. Você tem certeza absoluta de que ele pode ser movido, né? É óbvio. Mas já parou para pensar como você sabe disso?

¶335Essa certeza que parece até boba é o ponto de partida para uma treta filosófica das grandes. Então essa certeza toda tem até nome na filosofia. Alegação modal moriana. O nome vem de um filósofo, o Jay Moore, e a ideia é bem simples, na verdade. São aquelas possibilidades do cotidiano que a gente simplesmente sabe que são verdade.

¶336E a nossa certeza é tão forte, mas tão forte, que pode vir o filósofo que for com o argumento mais doido do mundo, que a gente não vai duvidar. Isso tá em todo lugar. A gente sabe que dá para atravessar ruim segurança, que um carro pode ser pintado de outra cor, que um limão pode ser partido ao meio. São fatos sobre o que é possível, tão básicos que a gente nem para para pensar neles. E é exatamente aqui que a nossa exploração de hoje começa.

¶337E o nosso roteiro vai ser esse. A gente parte dessa pergunta inicial, passa pelo tal do ceticismo da distância, vê onde a teoria faz água e aí a gente chega na resposta do Felipe Leon para entender porque a teoria dele é tão bacana e o que ela nos diz sobre os limites do nosso conhecimento. Beleza? Vamos pro primeiro grande conceito. Temos um filósofo chamado Peter Fun inwagen e ele chega com uma forma bem específica de ceticismo sobre o que a gente pode saber.

¶338Ele chama isso de ceticismo da distância. Olha, é super importante entender isso aqui. O Vanningwagen não é aquele cético radical, sabe? Do tipo que diz: "Não podemos saber de nada". A ideia dele é mais sutil.

¶339Pensa na sua visão. Você consegue chutar a distância até a esquina, certo? Mas e a distância até a lua? Impossível. Para ele, o nosso conhecimento sobre o que é possível funciona exatamente assim.

¶340Quanto mais distante do nosso dia a dia, mais ele falha. E na prática, a teoria dele divide as possibilidades em três níveis. As de baixa distância do nosso cotidiano, tipo pintar o carro de vermelho, isso a gente pode saber. As de média distância, tipo vacas nascerem roxas, naturalmente. Hum, aí já fica duvidoso.

¶341E as de alta distância, as coisas super abstratas, como a existência de um ser perfeito. Bom, para ele, essas já estão totalmente fora do nosso alcance. Só que é aqui que a teoria dele arranja um problemão. O Vanningwagen admite que a gente sabe essas coisas básicas do dia a dia. Ele concorda que eu sei que eu poderia ter comprado um PC em vez de um Mac.

¶342Só que quando perguntam para ele de onde vem esse conhecimento, ele é honesto e diz: "Não faça a menor ideia". E cá entre nós admite que a fonte do seu conhecimento é um mistério, deixa sua teoria numa posição bem vulnerável, né? E é exatamente nesse ponto fraco que a crítica de Felipe Leon entra com tudo para mostrar que essa posição misteriosa do Wenwagen, na verdade é bem instável. O Leon vai direto ao ponto. Ele basicamente diz que essa visão do Vanenwagen é sem princípios e adhaw.

¶343Traduzindo do filosofê, parece que a linha que o Veningwagen traz entre o que a gente pode e não pode saber é totalmente arbitrária, feita sob medida, só pra teoria dele funcionar. E a pergunta que fica no ar é essa, né? Pera aí. Se você não sabe nem de onde vem a sua informação, com que autoridade você diz onde ela começa a valer e onde ela para? Como você pode ter certeza sobre as possibilidades próximas se a fonte delas é um completo mistério?

¶344Não fecha a conta. E isso nos leva ao que o Leon chama de argumento popular, que basicamente encurrala o Vaningoran. A lógica é mais ou menos essa. Se a nossa imaginação não serve como fonte de conhecimento, como Vaningoren diz, então de onde vem a nossa certeza de que uma mesa pode ser movida? Se não temos fonte, não deveríamos saber, mas o fato é que a gente sabe.

¶345Então a conclusão parece ser que a nossa capacidade de conceber coisas tem que ser de alguma forma uma fonte de conhecimento. E aí o Vanningogen fica sem resposta. Então se a visão do Vinguagen é instável, qual é a alternativa? Bom, vamos finalmente passar pra resposta de Felipe Leon, que ele chama de empirismo modal. A ideia central do Leão é elegantemente simples.

¶346Ele propõe que o nosso conhecimento sobre que é possível não vem de nenhuma faculdade mental misteriosa ou de por imaginação. Ele vem do nosso conhecimento sobre o que é real. A gente simplesmente extrapola do mundo que a gente conhece pro mundo que poderia ser. Mas como isso funciona na prática? O Leon dá cinco ferramentas que a gente usa o tempo todo, todas baseadas no mundo real.

¶347A primeira é a dedução. Se o meu carro é prateado, então obviamente é possível que ele seja prateado. Simples. A segunda é a indução. Eu já vi um monte de outras mesas serem movidas, então eu concluo que a minha também pode.

¶348Terceira, testemunho. Alguém de confiança me conta que vi um carro ser pintado de outra cor. Quarta, as nossas teorias sobre o mundo, até as de senso comum nos dizem que objetos sólidos podem ser movidos. E por fim, a analogia. A gente sabe que vacas existem em várias cores, né?

¶349Então, por analogia, uma vaca roxa parece ser algo possível. E o mais genial é que essa teoria não serve só para coisas banais do dia a dia. Ela também explica como a gente justifica experimentos mentais super complexos na filosofia. Pensa nos famosos casos Getcher. A gente sabe que eles são possíveis porque cada pedacinho deles é real.

¶350A gente conhece pessoas que t carros, sabe que são evidências que enganam, conhece enganos e inferências. O experimento mental só recombina esses pedaços da realidade de um jeito novo, tá? Mas então por que essa abordagem empirista do Leon é considerada uma explicação melhor, mais robusta? Bom, o Leon aponta quatro grandes vantagens. Primeiro, simplicidade e conservadorismo.

¶351A teoria dele não inventa nenhuma intuição mágica sobre o possível. Ela só usa as ferramentas que a gente já aceita que tem, como percepção e raciocínio. Segundo, o escopo explicativo dela é gigante, funciona tanto pra nossa cadeira quanto pros experimentos filosóficos mais malucos. E por último, o poder unificador, porque ela se encaixa super bem com outras áreas, como a psicologia evolutiva, por exemplo. Então, o ponto >> e é isso, né, pessoal?

¶352Esse é o empirismo modal. endossando um ceticismo modal mitigado e um empirismo modal como do Leon aqui. Essa alegação de que a de que no caso as necessidades lógicas emiria de estados físicos contingentes que só podia haver esse tipo de possibilidade, né? É colocada em cheque porque pode haver estados físicos necessários, seja factualmente, seja metafísicamente, pelo menos em princípio. OK?

¶353Deixa eu ver aqui. O o Ari voltou. Salve, Ari. >> Agora tá melhor que com o microfone. >> Opa, tá bom, hein?

¶354Tá tá tá melhor. >> Não, bacana. Segue aí. >> Deixa eu colocar aqui. Eu vou botar de volta o artigo, né?

¶355Mas enfim, eu fiz a objeção agora do cicismo modal e do emperirmo modal, né? Com relação a essa alegação aqui sobre a necessidade de lógica só poder emergir, né? no caso emergia, aliás, de estados físicos contingentes, como se essa fosse a única possibilidade, né? Como se só pudesse haver estados físicos contingentes, inclusive, né? Aí eu fiz a objeção do cicismo modal medicado e do episodal.

¶356Aqui coloquei os vídeos, né? Eh, lastreados nos artigos em questão pra galera, né? Lembrando, pessoal, eh, esse vídeo aqui do cicism modal, é do empirismo modal também, no comentário fixado eu tenho o link pro artigo que eu traduzi, né, sobre o empirismo modal, que é um artigo, né, vinculado com o capítulo do livro Modo Epistemology After Rationalist, que é um artigo, é um livro de 2016 editado, né, com escrito, aliás, coeditado, ã, entre o Filipopio e Bob Fisher, tá? Ainda vou traduzir algumas coisas desse desse livro sobre psinologia modal. Tem algumas coisas interessantes lá que eu ainda preciso traduzir na pensar naturalista, inclusive uma possível objeção contra o pirismodal que também tem resposta lá, tá?

¶357Pelo Bob Fisher. Mas vamos lá, ó. Preciso explicar porque essa emergência é ela mesma necessária e universal, né? Ah, se não é a lógica que dela emerge também não é. O que contradiz o que observamos.

¶358Então, como o café mesmo mencionou aqui, né? Ahã. Na verdade, no, na verdade, não é necessário explicar essa emergência necessária universal, justamente porque a condição de verdade pode ser uma condição de verdade ali envolvendo um estado de coisas contingentes, né? O condições de verdades ali vinculado com com es contingentes ou indivíduos contingentes, mas ainda assim a eles podem ser o fazedor de verdade de proposições que são universais, né? Ah, e necessárias, como o Café mencionou aqui.

¶359Então, eh, é isso, né? E não precisa ter uma identidade isomórfica, né? uma identidade ali, uma identidade, digamos assim, uma paridade em termos de identidade ou de correspondência, ah, em perfil modal entre um e outro, em perfil ali, ah, de características, né, a alinhadas com aquilo que se pretende, no caso, eh, estabelecer as condições de verdade para aquele outro, né, ou favorecer uma explicação para aquele outro. Então essa exigência de isomorfia completa ou qualquer coisa assim é é não justificada, né? De certo modo.

¶360Ah, a metodologia aqui é toda mal justificada, né? Não tem justificação nenhuma adequada dessa metodologia aqui. Você pode só rejeitar ela e [ __ ] Ó, segundo, isomfia ontológica não exige identidade entre fundamento e fundamentado, mas adequação. Aí vamos lá. Um ser pessoal pode ser fundamento de verdades proposicionais sem se identificar com cada proposição.

¶361Opa, temos um problema aqui com a simplicidade divina absoluta que o Jonossa. Concorda comigo, Ari? Um, como é que foi? Um ser necessário pode ser ele não precisa ser, >> ó, segunda, né? Segunda, segundo ponto, né?

¶362Referente à questão da isomorfia, né? Entre um e o outro, né? Entre o fundamento fundamentado, né? Isomorfia existente, né? Isomorfia ontológica.

¶363Ó, segunda isomorfia ontológica não exige identidade entre fundamento e fundamentado, mas adequação. Um ser pessoal pode ser fundamento de verdades proposicionais sem se identificar com cada proposição. Mas tem um problema aqui com a simplicidade divina, meu amigo. Concorda? David, lê de novo, lê de novo aqui porque cortou para mim.

¶364Só que cortou não foi por culpa do de você e nem de mim aqui. Foi porque no momento que o de bugou a tela aqui e eh ficou preta aqui. Aí eu acho que na hora que ela ficou escura eu não consegui ouvir. >> Entendi. Você tá fora de casa, né?

¶365Então, entendi. >> Não, não, eu vi, eu tô, eu vim pro carro aqui porque no carro eu utilizo o viva voz aqui sem precisar utilizar o microfone lá dentro. Lembra que o microfone tava tava eh eh >> tava pipocando, tava fechando. Entendi. >> Fechando e abrindo tão rápido que tava que era quase ao mesmo tempo.

¶366Tava meio que para consistente o negócio ali. E aí eu vim pro carro aqui. >> Microfone doitro em superposição. >> É, mas fala, repete, repete aí que Deus pode ser ou >> [ __ ] velho. Mas enfim, vamos, vamos lá, ó.

¶367Segundo, o segundo ponto, né, que ele tá fazendo aqui, né? Segundo ponto aqui, né, do por que no caso ali o fundamento precisaria corresponder eh do porque que precisaria haver uma isomorfia ontológica, né? Ou seja, o fundamento precisaria corresponder à propriedades do fundamentado e coisas e tal. Eh, a segunda razão para isso é o seguinte. O segundo ponto relacionado a isso é o seguinte: isomorfia ontológica não exige identidade entre fundamento e fundamentado, mas adequação.

¶368Um ser pessoal pode ser fundamento de verdades proposicionais sem se identificar com cada proposição. Esse é o ponto. E ele tá nesse ponto também defendendo eh, só para entender bem, Deus como também como fundamento da lógica ou ou não é a lógica que tá nessa as leis da lógica mais elementares que está que estão na forma dessas proposições aí? >> E ele tá respondendo a pergunta que diz o seguinte, né, a pergunta anterior: por o fundamento precisaria corresponder às propriedades do fundamentado? Ou seja, por que que precisaria haver uma isomorfia ontológica, né, na na linguagem dele?

¶369Por que que temia, tipo, por que que no caso o aquilo que fundamenta, né, nesse caso aí o Deus, né, que fundamentaria as leis da lógica supostamente. Ah, por que que no caso ele teria que ser isomórfico, né, em termos das suas características com as características da lógica que ele diz que são as características da lógica, né, previamente, né, que é aquelas sete características, né, que a gente serviria previamente, né, universalidade, mutabilidade, ah, enfim, a natureza proposicional, né, até as sete características, né? Então, nesse caso aí o fundamento ele tem é interessante que as próprias características, é interessante um parêntese aqui, David, que as próprias sete características que que ele acertadamente eh dá para paraa lógica, faz como parte da natureza da lógica, já mostra que a lógica não precisa ser fundamentada. Mas segue aí, continue. >> Então aí aqui o que que eu, qual que é o segundo ponto que ele faz em resposta a essa pergunta?

¶370Porque que deveria haver uma isomorfia ontológica entre o fundamento e o fundamentado? Ele coloca uma segunda resposta o seguinte, que a isomorfiaógica não exige que o fundamento e o fundamentado sejam idênticos meramente, mas sim que eles sejam meramente adequados, né, uma ao outra. Ou seja, o ser pessoal, que seria Deus, pode ser o fundamento de verdades proposicionais, sem se identificar com cada proposição. Só que daí fica a pergunta, [ __ ] o Jadson nem dos a simplicidade divina, [ __ ] >> É complicado porque parece dois mundos. Um mundo é o da identidade numérica, vinculado à simplicidade, e o outro mundo é o é o da é o esse aspecto da fundamentalidade aí que parecem que parece que se entrecruzam assim, né, o tempo todo.

¶371>> Sim. E parece que favorece uma distinção numérica, né, entre Deus e as proposições. Uma distinção numérica quebra com a simplicidade divina que ele mesmo indossa. >> Não, não. Sim.

¶372Por isso que eu que eu eh eh conjitei aquela hora, né, antes de da tela ficar escura. Ele essas proposições incluem as proposições lógicas porque esse sim é uma violação ao princípio de simplicidade, né, que já onde já tá prescrito esse vínculo, né, essa identidade numérica entre proposições lógicas e o o esse de Deus, o ser de Deus. Eh, é complicado. É complicado, viu, Jon? É complicado isso aqui, cara.

¶373É como diria sacane, né? Tá complicado isso aí, cara. Mas enfim, vamos lá. Ó, aí ele diz o seguinte, ele continua: "O que exige é que o fundamento possu recursos certos. Eternidade para fundamentar o eterno, pessoalidade para fundamentar o normativo e materialidade para fundamentar o imaterial." Só que aí que tá.

¶374Se você disse que a pessoalidade é adequada para fundamentar o normativo, tem um problema aí também, porque a gente sabe que pessoas, né, elas podem arbitrariamente escolher, né, ah, elas podem arbitrariamente violar, né, ali nos próprios raciocínios delas certos princípios normativos lógicos e podem, no caso, elaborar sistemas formais, né, lógicos com ah com normas ali vinculadas com esses sistemas arbitrariamente da forma como elas quiserem. Então, é aquilo que eu falei, né? É aquilo que eu falei, você tratar a lógica como a lógica em termos da da lógica correta, né, que é justamente o se referindo ao âmbito do realismo lógico, né, vinculado com o âmbito metafísico como princípio, né, tratando como princípios de de algum sistema lógico formal específico ou conjunto de sistemas formais, como basicamente servindo como princípios metafísicos da realidade, né, estruturando a realidade ou algo assim, você tratar a lógica dessa maneira, né, como envolvendo essa dimensão normativa, essa lógica correta como tendo essa dimensão normativa, é você encorrir tem problemas. É isso que eu falei, né? É isso que eu falei.

¶375Mas enfim, vamos lá. Aí, ó, a força do argumento resistem seu caráter progressivo e cumulativo. Cada atributo da lógica elimina candidatos adicionais do espaço de fundamentos possíveis. Ó, a necessidade elimina fundamentos contingentes. A imaterialidade elimina fundamentos físicos.

¶376A normatividade, opa, calma aí, calma aí. Materialidade não elimina fundamentos físicos, não, elimina fundamentos materiais. A categoria de físico é mais ampla do que a categoria de de material hoje em dia, tá? não é estritamente conversível uma com as outras, uma com a outra, porque hoje em dia se admite inclusive a possibilidade, né, ou até a existência de entidades ou de a propriedade ou estado de coisas físicos que não são estritamente espaços temporais, por exemplo. E, portanto, são materiais no sentido mais convencional, né, mais de uma alinhada ali com a mecânica clássica, por exemplo, comade que são corpos que tem uma determinada massa o como determinado espaço e um determinado momento do tempo, né, localizados ali, ah, uma localização em um determinado momento do tempo, né?

¶377Ó, a normatividade elimina fundamentos impessoais, a temporalidade elimina fundamentos temporais. Ao final dos sete filtros, apenas um perfil permanece o do logos teístas, que seria o próprio Deus, né? A razão, o logos. E o er caiu de novo. Eita, tá [ __ ] hein?

¶378Vamos lá. Beleza, estamos aqui no três agora, né, cara? A gente tá página seis ainda. Tem coisa para [ __ ] velho. Tem coisa pr [ __ ] para comentar aqui.

¶379Acho que nem vai dar para comentar hoje. Tá, tá na página seis ainda, velho. Vamos lá. Três, as sete propriedades da lógica e suas exigências ontológicas. Vamos lá.

¶380Cada atributo é analisado em três momentos: identificação e argumentação da propriedade, antecipação da objeção naturalista mais plausível, resposta e implicação para o fundamento requerido. Cara, isso aqui é muito GPT, velho. Você é louco, velho. Mas enfim, vamos lá. As citações de Anderson Wel em 2011 seguem a estrutura por sessão do artigo original publicado na filosofia Cris, volume 13, número 2, de 2011.

¶381Deixa eu ver. Ah, vamos lá. 3.1. Imaterialidade. As leis da lógica não possuem qualquer propriedade física mensurável.

¶382O princípio da não contração não tem massa, não emite radiação, não ocupa localização espacial e não pode ser detectado por instrumentos empíricos. Ah, bom, a matéria escura e a energia escura também não, né? Nem por isso a gente diz que ela não é física, né? Mas tudo bem, que elas não são físicas, né? Vamos lá.

¶383Claro que observa abatços. Não faz sentido perguntar onde está a lida no contradição, porque ela evidentemente carece de qualquer localização no espaço. OK, whatever. Ah, boa, Clar. Whatever.

¶384A pergunta comete um erro de categoria. É como perguntar qual é o peso do número três. Cara, olha isso aqui, cara. Mano, olha isso aqui. Olha que, mano, enfim.

¶385Vamos lá. Os princípios da lógica. Tá muito mal escrito isso aqui, velho. Os princípios da lógica não são feitos de matéria e não possuem extensão física. Beleza, champs?

¶386Mas assim, existem entidades postularas na na física fundamental, né? Também não possui essas coisas. OK. Vamos lá. Não é possível pesar, tocar ou colocar sob o microscópio o princípio da não contradição.

¶387As verdades lógicas não possuem peso molecular em nenhum cupo espaço, existindo fundamentalmente como conteúdo de uma mente. Será? Será? Vamos lá. A imaterialidade da lógica exige um fundamento imaterial.

¶388Vamos lá. 3.2. Natureza proposicional. As lógicas são proposições portadoras de valor de verdade que afirmam algo sobre algo. Anderson tem argumento que abas lógicas são verdades, quer dizer são coisas verdadeiras.

¶389Entre as qualidades que exibem está a qualidade de ser verdadeiro. Anderson Wel 2011 sessão 1. Sendo verdade são proposições. Sendo proposições, possuem intencionalidade. São sobre algo de uma maneira determinada.

¶390Aí, vamos lá. A intencionalidade é desde Brintano 1974, a marca distintiva dos estados mentais. Anderson Wel conclui as proposições são intrinsecamente intencionais. O intrinsecamente intencional não é outro senão o mental. Portanto, as leis da lógica são de natureza mental.

¶391Wealthy underst wealthy. E acrescentam abessas. Não há, não há mais pensamento sem mente do que fumaça sem fogo, né? Fumaça sem fogo. Anderson Wing.

¶392A lógica intrinsecamente proposicional, consistindo em afirmações e pensamentos sobre a realidade. Como não existem informações flutuando soltas pelo espaço, toda proposição exige necessariamente a existência de uma mente para residir, né? Para residir. Eh, vamos lá. proposições, na verdade, elas são conteúdos de vinculados, né, a, enfim, conteúdos dos quais pessoas dotadas de mente, de pensamentos privados, elas pensam sobre, tá?

¶393Eh, e os pensamentos delas sobre essas proposições, elas não são acessíveis para outras pessoas, enquanto as proposições elas são acessíveis para outras pessoas. o Greg Welt e o James Anderson tentam escapar desse ponto, né, acerca da existência da distinção, né, no caso de mentes finitas, né, e contingentes, né, que eles mencionam, ah, a distinção entre conteúdo e os pensamentos sobre o conteúdo, né, nesse caso aí, os pensamentos que as pessoas têm privados, né, que não são acessíveis por outras pessoas, mas os conteúdos, que são as proposições dos quais essas pessoas pensam e que são acessíveis por outras pessoas, né? outras pessoas podem pensar na mesma proposição, ah, que é representada ali por sentenças linguísticas, eh, vinculadas com linguagens distintas e coisas e tal, né, com expressões linguísticas distintas. Ainda assim, tem um problema, né? Tem um problema nisso aqui.

¶394Tem um problema nisso aqui. Tem um problema nisso aqui, né? Que é o que o Malpaz ele aponta na discussão com o James Anderson e o Gregwelty. Vou botar aqui para vocês, para vocês verem. James Anderson, Greg, Alex Malpaz e James Anderson.

¶395Essa discussão aqui foi boa, tá? Foi muito boa, cara. No canal Parker Spences, tá? Para quem tiver interesse, eu recomendo que vocês assistam. Mas ainda assim, eu acho que Mass poderia dar ter dado umas respostas um pouquinho melhores, tá?

¶396Mas vamos lá. Vamos lá. Ó, o dilema pro conceito divino. Aqui o Mapaz esclarece o dilema que ele elaborou no artigo dele contra o conceito divino, né? Então vamos lá.

¶397I think we we've kind of if we haven already slid into it, we we're getting there about the uh the dilemma for the divine conceptualist and um I think it has to do with um thoughts being like self-reflexive or not and uh in order for the argument to work a divine thought Twic P uh they would have to be identical. T would have to be identical to P. And you have these two claims. Uh and you're saying you're drawing a contradiction between the two. Do you have that on on the top of your head to to lay out for us?

¶398Um, let's see. Uh, so I think what I was what I was trying to get at not sure I succeed really, but my thought was something like this, right? um that if the so take a divine thought that in James's system plays the role of something like the law of noncradiction um it does seem peculiar when you try and ask sort of basic questions about that right like I mean thoughts have propositional content usually So what's the propositional content of this thought? Um a question you could ask at least. And I suppose the immediate answer would be well the propositional content is about you know there can't be any propositions and their direct negations that are both true at the same time or something right but that just seems to be the law of noncradiction and now are my spidy senses are tingling when that happens.

¶399It feels to me like a regress around the corner surely um because it both is the law of noncradiction on this account. and has the law of nonradiction as its own content. But that seems kind of odd, right? Like when I think about something, normally the thing that I'm thinking about isn't the isn't my own mental life, right? I'm thinking about, oh, it's sunny outside, oh, I want to drink something like that.

¶400External pointing away from my own internal life. Um, you know, so in that case, the content is distinct from the thought. Of course, sometimes I can turn my mind's eye back on itself and I can think, oh, I, you know, feeling happy today or something or, you know, I just thought about that five minutes ago. It's funny you bring it up. Stuff like this, right?

¶401So, I'm like, obviously it's reflexive for some extent. But the question is, can it be like, you know, utterly reflexive? Can can I just think about a thought that has no content other than itself? Doesn't even make sense? And I think I was trying to push the line here that it really doesn't make sense.

¶402What happens then is that mean try and like come up with a way of speaking this at least that makes sense. Seem to me that you want to have a kind of basic piece of notation or something to distinguish the thought and the content of the thought. You know, bit like a predicate and a and an object that it applies to or something predicate and a variable or something. Um you would say like t of p to mean the thought that has p as its proposition. And the claim on the table is that you could have a thought that has its own content instead of a proposition distinct from it.

¶403So not the thought I just had is fun or something, but this thought right here somehow is is its own content. So that would be like t of t right and um then I'm trying to say well look uh unlike you know the the truth predicate like if you start off saying like some proposition P and then you say ok well it's true that P and then you can say it's true that it's true that P and it's true that is true that true and obviously there's an infinite I guess regress there or whatever progress or something it keeps going anyway right um but it's fine because you know at any level of that hierarchy there's a clear answer to what it is that's the subject of all these truth predicates right it's P it's no problem but The regress that I thought we were getting into just then was well I can say t of t but what's the inner instance of t like what's that actually about got the I got the aboutness for the outer instance of t but what about the inner instance of t and well what are you going to do you have to just iterate the schema again so I'll have t of t of t and and now what about the inner instance of t what's that about and it feels to me like there's no answer to that like there's just you can't settle it all you can do is iterate this schema over and over and that just means that you don't have any content a gente tiver interesse, tá? Esse esse dilema quanto conceitualismo teísta que o Mapaz avança, né? A em termos dessa distinção entre conteúdo e o pensamento sobre o conteúdo. Ah, ele faz isso aqui, tá?

¶404Eu traduzi esse esse artigo que é muito bom, tá? Que é o de 2020, que o Json escreve ali como 2021, mas é de 2020, tá? É Alex MP. Aqui, ó, vocês vem aqui, ó, problemas para o argumento da lógica. Pron para o argumento da lógica, uma resposta ao senhor da não contradição.

¶405O fim do preposicionalismo, tá? Ah, aí aqui, ó, fotinha do James Anderson do lado direito do Alex Malpass do lado esquerdo. Eu traduzi aqui, tá? Ele aborda essa questão do dilema do dilema aqui lá pro final, tá? OK.

¶406um dilema para consitasmo divino. Aí aqui ele articula o dilema, tá? Esse dilema aí que ele tá apresentando, tá pessoal? Então quem quiser dar uma olhada aqui no artigo, eu recomendo, tá? Aqui ó.

¶407Aí aqui ele articula certinho o dilema. Pá pá pá. Aqui ó. Aí aqui é o ponto que ele tá colocando agora, né? Que ele tá trazendo ali com LT, né?

¶408Que ele tá esclarecendo. Aí vocês encontram aqui no na versão atualista. Tem também um vídeo que eu fiz didático. Eu vou colocar ele aqui rapidinho só para vocês entenderem o ponto do MAP, tá? os pontos do Mapaz no no artigo.

¶409Acho que é até melhor. Deixa eu colocar aqui rapidão, só para vocês verem. Olha como é que tá a lógica. OK. Vamos lá.

¶410>> E aí, pessoal, será que dá para usar a própria lógica, as regras do nosso pensamento para provar que Deus existe? Pensa só nisso. É uma ideia assim super ousada na filosofia, mas como a gente vai ver hoje, o contra-ataque a essa ideia é igualmente poderoso. A grande questão é essa. A nossa capacidade de pensar de forma lógica já é por si só uma prova de Deus?

¶411Tem dois filósofos, o James Anderson e o Greg Welt, que acham que sim, com certeza. Mas aí chega outro filósofo, o Alex Malpas, e diz: "Opa, calma aí, não é bem assim." E olha, as objeções que ele traz são muito, mas muito sérias. Então o nosso roteiro é o seguinte, bem direto. Primeiro a gente vai entender o argumento a favor de Deus. Depois a gente vai começar a desmontar esse argumento olhando cada uma das três críticas principais do Malpas, uma de cada vez.

¶412No final a gente vê o que sobrou. Beleza? Vamos começar pelo argumento em si. A tese do Anderson e do Wells, que ficou conhecida como argumento da lógica, é surpreendentemente simples. Para eles, as leis da lógica simplesmente não poderiam existir se Deus também não existisse.

¶413Bora ver como é que eles chegam nessa conclusão. O argumento deles é basicamente um silogismo, sabe? Funciona assim. Primeira premissa. Se existe algum pensamento que tem que existir, que é necessário, ele precisa estar numa mente que também tem que existir.

¶414Segunda premissa, as leis da lógica são exatamente esses pensamentos necessários. A conclusão, então, parece inevitável, logo existe uma mente necessária. E para eles, essa mente só pode ser Deus. Parece um chequmate, né? Mas é aí que o jogo começa a virar.

¶415E aqui com as palavras dos próprios autores, a gente vê a linha de raciocínio completa. Eles fazem uma conexão direta. A lógica é uma verdade, verdad são proposições. Proposições são pensamentos. E, claro, pensamentos precisam de uma mente por trás.

¶416Cada um desses elos da corrente é fundamental pro argumento funcionar. E é exatamente aí que o Alex Malpas vai mirar. Ele vai atacar cada um desses elos um por um. E aqui começa o contra-ataque. O primeiro alvo do Malpas é a base de tudo.

¶417Essa ideia de que as leis da lógica são metafisicamente necessárias, sabe? A crença de que elas são verdades absolutas em qualquer universo possível. Mas será que são mesmo? A prova que eles dão para essa tal necessidade é um desafio paraa sua imaginação. Eles basicamente dizem: "Tenta aí, tenta imaginar um mundo onde uma coisa pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo".

¶418Você não consegue, né? A lógica deles é essa. Se a gente não consegue nem imaginar, então simplesmente não pode existir. E olha só que exemplo perfeito do problema que o Malpes aponta pro Kant, um dos maiores filósofos de todos os tempos, a ideia de uma geometria não euclidiana, onde retas paralelas se encontram, era loucura, era inconcebível. Hoje a gente sabe, graças à teoria da relatividade do Einstein, que o nosso universo funciona com essas regras malucas.

¶419A lição aqui é bem clara. Só porque a nossa mente tem um limite e não consegue conceber algo, não quer dizer que seja impossível na realidade. E o Malpesar acha mais um furo aqui. O Anderson e o Welt dizem que o argumento deles funciona para qualquer lei da lógica. Só que a única justificativa que eles dão pra necessidade se baseia na impossibilidade de imaginar uma contradição.

¶420E se alguém, tipo esses lógicos que estudam sistemas com contradições, os dialeteístas, simplesmente virar e falar: "Ah, mas eu consigo sim imaginar." Pronto, o argumento inteiro da necessidade deles desmorou-me. Vamos paraa segunda grande objeção. E aqui o MPaz ataca o que talvez seja o pulo mais importante do argumento. Essa ideia de que as leis da lógica, por serem proposições, tem que ser obrigatoriamente pensamentos. Pra gente entender isso, a gente precisa de um conceito chave.

¶421Intencionalidade. É o nome chique da filosofia para uma coisa simples, a propriedade de algo ser sobre alguma outra coisa. Meu pensamento sobre pizza é intencional. A frase "O gato está no telhado" é sobre o gato. As leis da lógica, então, são sobre a verdade.

¶422E aqui tá o pulo do gato do Anderson e do Elt. Para eles, qualquer coisa que tenha essa característica de ser sobre outra coisa precisa ser um pensamento, algo mental. Mas o Malas devolve a pergunta: "Ué, por quê? Será que não pode existir algo que aponta para outra coisa, que é sobre outra coisa sem ser um pensamento?" O Malpaz usa a teoria do filósofo Fred Dratsky como um contra-ataque perfeito. Pro Dratsky, intencionalidade é só carregar a informação.

¶423Pensa na fumaça. A fumaça carrega a informação sobre o fogo. Ela indica que tem fogo ali, mas a fumaça não pensa. Se essa ideia do Dadsk estiver certa, a conexão obrigatória entre ser sobre algo e ser um pensamento acaba de ser quebrada. E não para por aí, não.

¶424Pensa em 2 + 2 é igual a 4. Isso é um pensamento privado só seu. O grande lógico Gotl Frage diria que de jeito nenhum. A graça de uma proposição como essa é que ela é pública, todo mundo pode entender a mesma ideia. Já os meus pensamentos, ah, esses são só meus.

¶425Então, pro Freade, essas proposições não são pensamentos de ninguém. Elas existem num tipo de terceiro reino abstrato que todo mundo pode acessar. E agora a gente chega no clímax da crítica do Malbass, ele vai apresentar o que ele acha que é um dilema fatal para essa ideia de que as leis da lógica são os pensamentos de Deus. É o golpe final. Para se defender das outras críticas, o Anderson e o Welt fazem uma concessão bem importante.

¶426Eles separam o ato de pensar, que é privado, do conteúdo do pensamento que pode ser público. Eles precisam dessa separação pro argumento deles não cair antes. O problema é justamente essa separação que o Malpas vai usar para montar armadilha final dele. E aqui o Malpass armou o bote com uma pergunta super simples. >> E aqui é o dilema que ele apresenta quandoismo divino.

¶427Texista, mas que é devastador. que a lei da não contradição é ela mesma, um pensamento na mente de Deus sobre o que exatamente Deus está pensando, qual é o conteúdo desse pensamento? E essa pergunta cria um dilema com duas saídas e as duas são ruins. Primeira opção, o pensamento de Deus é sobre ele mesmo. Malbas diz que isso é como colocar um espelho na frente de outro espelho, sabe?

¶428Cria uma repetição infinita que nunca define a imagem original. É uma armadilha lógica. Segunda opção, o pensamento de Deus tem outro conteúdo ou nenhum. Mas aí a conexão entre esse pensamento e a lei da lógica vira uma coisa totalmente aleatória, arbitrária. De um jeito ou de outro o argumento quebra.

¶429Então, depois de todos esses golpes, qual é o veredito final do Malpa sobre o argumento da lógica? Para ele, a conclusão é que os três pilares do argumento simplesmente não aguentam o tranco. Primeiro, essa necessidade toda da lógica é só uma suposição baseada na nossa imaginação limitada. Segundo, a ponte entre ser sobre algo e ser um pensamento é derrubada por teorias bem plausíveis, como as de Dresk e Fred. E por fim, a ideia da lei ser um pensamento de Deus te joga num beco sem saída lógico.

¶430E essa citação resume a posição do Malpas de forma bem direta. Para ele, o argumento, por mais inteligente que pareça, não sobrevive a uma análise filosófica mais rigorosa. As bases dele são na visão de malpas insustentáveis. E tudo isso deixa a gente com uma útima. >> E aqui é interessante porque o Anderson, ele vai tentar responder aqui na discussão com Malpaz, né?

¶431A gente vai visualizar isso aqui agora, mas o Malpaz ele responde de uma maneira brilhante, tá? Ah, vamos lá. the same as well it's going an unstable concept that doesn't really ground out in anything. So if that's where we are then the kind of project seems to be kind of incoherent or something. Now I'm not sure I really even understand my own argument here.

¶432Sometimes I feel like I don't and maybe it's all nonsense. Um but that was certainly the way I was thinking when I wrote that out. Yeah. So I'm very interested really to know what James thinks about that because maybe I've gone wrong he can explain to me what's going on. Let me jump in real quick.

¶433Um you you did have a an interesting I I feel I feel the the force of it here. Um so you're not I don't think you're totally crazy or anything. Uh self you said selfawareness is hierarchical and when you have the uh you have a thought and you have content and I can have a thought about my thoughts but that bumped it up to the next level and then it bumps it up and and it bumps it up because at some level we got to have like the proposition this is proposition and your thought is around it. You have to have the content the proposition and so it seems like if the thought is about a thought in a self-reflexive way there is no content. It's like a mirror trying to uh image itself.

¶434There's like no reflection ever. And so Dr. I mean what what do you make of that um argument intuition type thing? It's it's very interesting and full credit to Alex because I think this is one of the most interesting objections we we've had to the argument. There happen others.

¶435Um, what's what's particularly forceful about it is not just pointing out that there's a gap in our argument saying well you haven't really justified this inference to that. It's actually targeting the conclusion and saying, well, there's something incoherent about the conclusion or or the theory that you're propounding here. And so, uh, there has to be something wrong with your argument because you can't end up with an incoherent conclusion. So, that makes it particularly potent and uh and thought provoking. If I can if I can perhaps state it in my own way, maybe Alex can um can confirm that that I'm understanding it correctly.

¶436Aqui você vê a diferença entre um acadêmico mais sério, né, digamos assim, que é o James Anderson, que apesar de tá propondo um argumento extremamente ruim e marginal na literatura, tem uma postura mais acadêmica, mais modesta, mais razoável do Jadson e do Galvão, né? A postura do Jadson Galvão, vocês conseguem perceber a diferença da postura de um acadêmico sério trabalhando no assunto com a postura de desse pessoal, né, para exposistência de internet, blá blá blá, né? Enf on the back of our earlier discussion about Ferum about propositions that exist independent of thoughts or sharable content of thoughts. So what what FR's argument seems to show is that we have to distinguish between my thought that P and P itself because Alex could have his own thought, his own private thought that's his mental state. We can have two distinct thoughts, but we can have we can think the same proposition.

¶437we can believe the same proposition or entertain the same proposition and that implies that there has to be a distinction between the thought and the propositional content. Now it seems to me what Alex is then doing is is sort of trying to hoist us by our own patard and uh and say well if if there's a distinction between the thought and the propositional content of the thought then that would seem to apply to God's thoughts as well. And if that applies to God's thoughts then God's thoughts can't be identical with a proposition or the propositional content because there's something incoherent about saying that t is identical with the content of t or a constituent of t or a part of t. So as long as there's a distinction between thought and propositional content, it seems as though we can't then identify divine thoughts with propositions. So Alex does that sound like >> aqui é a tentativa de resposta do Anderson, que inclusive o Jadson vai chupinhar.

¶438Só que o rapaz já responde aqui basicamente thoughtal proposition propositions and humans. However, that doesn't necessarily carry over into the divine case. In other words, I don't think anything in our argument commits us to saying that any kind of thought needs to be distinct from propositional content. Only minimally the human thoughts. Certainly we're committed to the claim that human thoughts have to be distinguished from their propositional content, but we're arguing that has to play the role of that propositional content.

¶439Something has to play the role of propositions. Então, basicamente, o que ele tá dizendo é o seguinte, ó. Não é só essa distinção entre conteúdo proposicional e o pensamento sobre esse conteúdo, né, que que se refere a esse conteúdo. Ah, eles só precisam ser distintos no caso das mentes finitas eh contingentes humanas, né? No caso da na mente necessária, né?

¶440Ah, na mente necessária a infinita de Deus, não precisa ter essa distinção entre conteúdo e pensamento, né? Ah, nesse caso, os próprios conteúdos, né, proposicionais podem ser os próprios pensamentos, né? Ou seja, tem idêntico a eles e, portanto, ter uma intencionalidade intrínseca vinculada com eles e ser capaz, no caso ali, de ser compartilhável, né, nas mentes de qualquer de quaisquer pessoas, né, de de forma amplitada, pessoas finitas que são humanas, contingentes, ah, e etc, né? Então, é basicamente isso que ele tá falando, né? Vamos lá.

¶441Aí, olha o que que o MAP vai responder. Achei engenhoso é a resposta do MAPs. Só que eu acho que ele vai ter um probleminha com o problema do do BN Serrafa. Eu acho que ele não pensou muito bem sobre o problema do Ben Serrafa com relação ao platonismo, mas eu vou agregar no ponto dele, tá? to the role of propositions.

¶442And so we're actually not committed to the claim that God's thoughts have propositional content. uh we make that distinction in the human case but in the divine case we want to say that God's thoughts just are the propositions uh at least the the propositional content of our thoughts. So what we what we call propositions that we share between our thoughts those are in fact identical to divine thoughts. And so divine thoughts don't have propositional content. Divine thoughts are the propositional content for human thoughts.

¶443So we're not even saying something like uh divine thoughts are their own propositional content. That would certainly raise the kind of worries that Alex has been articulating. But I don't think we're committed to that claim. As long as we can make the claim that God has thoughts and those thoughts have the kind of features that satisfy a good account of propositional content, then I think I think at least our position is is coherent and it doesn't fall into the kind of regress that that Alex um worries about. Ok.

¶444So can I just respond so cuuse I I do see the thought behind that move right so I think where I worry that problem with taking that route it seems to me is it's I think it creates attention with the earlier part of your argument right because aren't we supposed to be starting off tickling our intuitions with the idea that well you know why think that propositions are thoughts at all well it's because they're intentional um and now we find at the end of the journey we're offered an account of divine thoughts They're really not intentional because they don't have any content. So why should I think these are even thoughts? I mean all of this point, you know, you were saying previously, well, there's this bargain on the table, right? We've already we already know that thoughts have the power to be about things and have aspectual shape and stuff, but when we come to look at the the thoughts that you're presenting to us, they're not like that at all. They're in fact completely different.

¶445They're basically just propositions. I mean fact that you want to call them part of God, I mean that's fine. But like they're as far away from thoughts are you my hum normal human thoughts as propositions are. I mean they're just they're basically inerts of thoughts, right? You've made them play the role of proposition so much that they now don't look like thoughts anymore, at least normal thoughts.

¶446So all that bit in the argument that led up to it where we're supposed to be thinking, "Oh, there is some similarity between propositions and thoughts. Maybe propositions just are thoughts. That seems to me that's undermined by this conclusion if you take the if you avoid my dilemma by just saying oh gods don't have any content." É, então, basicamente esse é o ponto de uma paz, né? A intuição original pro argumento deles rodarem, né? Que é basicamente ideia a ideia de que os pensamentos eles têm um aspecto, uma forma aspectual, né?

¶447Que apresenta intencionalidade, né? Ou seja, a capacidade de ser sobre alguma coisa, né? E e nesse caso as proposições elas não seriam propriamente intencionais em si mesmas ou algo assim. H, parece que no caso ali o papel que tá sendo exercido, né, nessa ocasião e a distinção drástica entre os pensamentos de Deus, né, que seriam exalamente essas proposições que se vinculariam com os pensamentos de Deus, eh, eles são tão distintos do daquilo que a gente toma como sendo uma proposição e que a gente toma como sendo um pensamento, né, que no caso favorece com que a intuição inicial perca a atração, né? Ah, e novamente a ideia do platonismo freguiano, né, sobre proposições, né, por assim dizer.

¶448volta a vigorar, né? Porque parece muito mais análogo a isso do que simplesmente análogo a essa situação, né? Da onde no caso de fato essas proposas seriam pensamentos a propriamente, né? E aí já um problema no argumento dele. Well, and I mean obviously there's some very significant differences between divine thoughts and human thoughts and that's you know one's going to I think uh quibble with that.

¶449God's thoughts. Let's just leave aside the question of propositions. Assuming for the sake of argument that there is such a being as God and that God has uh a mental life or has engages in cognitive activity. And so there's something that we can call uh divine thoughts. They're obviously going to be different.

¶450They're going to exist necessarily. They're not going to be dependent on maybe some sort of physical substrate. They're not going to uh they're going to be uh eternal. They're um they're not going to be uh vary from one human being to another. There's going to be a lot of features that divine thoughts have that human thoughts have.

¶451But it's precisely those features that allow them to play the role of propositions. Um, and it's the it's really the intentionality feature. Now, you said where how can God's thoughts be intentional if they don't have propositional content? because they are playing the role of propositions. If propositions are those things that have intrinsic intentionality, then divine thoughts would have that feature precisely because divine thoughts are the the cognitive acts the God directing his mind in a certain way.

¶452And and uh you know if thoughts have intentionality then that's one of the as it were common features of divine thoughts and human thoughts that they both are about things and about things in certain ways. Yeah. Ok that kind of makes sense. Maybe this is just me saying same thing again, but another way of thinking about it is let's compare theories for a moment and I'll just be a platonist for the sake of the argument, right? So I think that there are you know frigan platonist not plato platonist right but so I think abstract objects whatever propositions mathematical objects stuff like that.

¶453And it's it's a third type of thing for sure and it has intrinsic intentionality. Let's just say um I'm just so now we've gone all the way to the end of the story and we see that the God's thoughts are like really really similar to these abstract objects. They're just they're just like we're calling them mental but it's not really mental in the same way that all of the mental stuff we're familiar with is mental. mental in a different way. Um, we back to just, you know, apples and orange or is it just like I'm just failing to see like really what the what the benefit is of this?

¶454I mean, cuz can't I just like why should I change my mind about well I've got an account over here where propositions are intrinsically intentional and maybe God exists even it's not anything atheistic about this. God could just exist alongside all of these propositions. I guess you're giving up some kind of doctrine of sovereignty or whatever, but really that's not my problem. This is an inhouse problem for you guys. But um you know certainly from my point of view I seem to be able to explain everything I want to explain without having to reach for uh there being um something mental about it.

¶455I just I just sort of feel now like I started off at the very beginning saying well the way I think about metaphysical stuff is like trying to balance lots of considerations and come to conclusions the best of all of the information like what's the best model point towards um I'm not seeing why it points decisively in favor of uh conceptualism here at all. Uma pasta tá dizendo basicamente o seguinte, bom, é por se no caso a essa mente divina de Deus, né, necessária, né, e essas proposições, né, que são idênticas aos pensamentos de Deus, né, ah, nessa mente necessária aí, que seria Deus, né, mente necessária divina, ah, eles são tão drasticamente distintos de pensamentos humanos e coisas e tal, né? E vocês estão exercendo o papel de proposições, né, que tem intercionalidade intrínseca, por que que ele não posso ser um platinista fregueiano, né, um ateu platonista frigueiano assumir essa teoria aqui, né, no caso de âmbito platônico fregueiano e simplesmente a gente tá no empate, né, não tem nenhuma coisa que se sobret porque que eu deveria mudar minha mente, por que que eu deveria deixar de ser ateu? É basicamente esse o ponto, né? Esse é o ponto que ele tá colocando aí.

¶456O James Anderson vai tentar rebater trazendo o problema do menacef, né, do Penacerraf contra o platonismo freguiano, né, nesse caso, o problema de acessibilidade dos objetos abstratos e coisas e tal, né? Então vamos ver lá como que o o James traz e aí eu vou comentar algumas rotas de resposta, inclusive mencionando, enfim, o artigo, né, do acho que é Mark Juggle o nome dele. Acho que é Mark JLE o nome dele. Ah, do Mark JL, acho que é isso. Mark JLE.

¶457And and you're right that in the end we are we're evaluating competing accounts of of propositions. I mean you've got the you know the hardcore anti-realist who just want to deny the existence of propositions altog. You've got some who want to characterize them maybe as sets or sentences. You've got the um the the human conceptualists who want to argue the propositions do exist, but they're human thoughts in some way, maybe thought tokens, maybe thought types, different variations. You've got the platonist who wants to say that they are necessarily existent abstract objects that are not mindent in any way.

¶458not intrinsically mental even though they have this intrinsic intentionality and you've got the divine conceptualist who wants to argue and um I mean the way the way you really have to resolve this or try and work your way through the issues is and this is I think what what Greg Welt has done quite effectively in his own work on this is to ask the question what sort of things do we need from propositions what what sort of features must they have in order to play the role that we take them to play and then which of the accounts um best satisfies or best best explains those features in a sort of um coherent unified way. And it's interesting that there are certain arguments about the nature propositions that push us towards platinism, right? That you know some people favor platinism those who are you know inclined by Frag's arguments because they recognize that these propositions have to somehow exist independently of human thoughts. They have to be objective in some way out there. Right?

¶459So there's the there's the platonist impulse but there's also the conceptualist impulse. And this is where some other philosophers go because of the intentionality of propositions. They want to try and find some mental account because intentionality seems best explained by by being grounded in a mind that has these sort of powers. Um, so there's a pressure towards platinism and there's a pressure towards conceptualism and of course if you're not a theist you you you're going to have to resort to some sort of human conceptualism but that has its shortcomings as well. And all you be the beauty of divine conceptualism is it satisfies both those impulses.

¶460It satisfies the platantist impulse towards objectivity and necessary existence but it also satisfies the conceptualist impulse towards intrinsic mentality. Um, so that's sort of a snapshot maybe of how we might think about some of the the competing positions here. It's a nice pitch. Got to say I like it more. It's awesome.

¶461We made progress here. Um, well, unless there's anything else to say on those last couple points. É, só que tem um problema, né? tem um problema, porque no caso essa mente, né, eh, esse aspecto da intencionalidade intrínseca, ã, envolvendo mentalidade, ele ele gera alguns problemas com a própria visão do Welthy, né, como o Mapaz mesmo vai discorrer aqui. Eu não sei se vai discorrer agora, mas ele chega a mencionar um problema aqui relacionado essa visão do Welty, do Derson.

¶462We got a couple questions here from the chat. Anything else before we jump into those guys? Well, let me just float an idea that only occur to me during this conversation which was maybe this is stupid, right? But could you say you know back on my side of the fence for a moment? Um, is it plausible to suppose that the in if you want to say well hold on um how what's the work the theoretical work here that we need to get done?

¶463Um, and I need to say something about like the intentionality of propositions. And you were taking it for granted that well obviously thoughts are intentional so easy to slot one concept into the other then. Propositions must be thoughts or something. Maybe I could say something like well agora vamos um the only thoughts that are intentional those that have propositions that content right if maybe this has obvious counter examples but you know the the thought that you know it's sunny outside or something is intentional in virtue of the fact that it has a proposition as as its content. And so it's only when propositions kind of crop up in thoughts that they uh are intentional.

¶464So that my thought is only of derivatively intentional on the basis that there's a proposition on on the scene contributing its intentionality to my thought. But maybe that's stupid. Like I said I a thought that occur to me during the conversation. So I don't know James am I being stupid? I probably am.

¶465I'm sure you're not being stupid. But you know I think I think this is part of where the the the fregan argument seems to sort of push us that what is it accounts for the intentionality of my thought and your thought that we have the shared thought that's about something whether this propositional content but then but then to to suggest that what makes a thought propositional is its propositional content that seems to me question begging in this dialectical context um and also it's really ultimately then committing you to some version of nonthistic platonism run around essa resposta muito boa não, porque na verdade quando você tá apresentando um argumento que você pretende ser dedutivo e apodítico, então se existe uma rota alternativa e outra pessoa ilustra essa rota alternativa, você dizer que ela tá peticionando princípio, se no motivo dela, na verdade é um ilustra como um derrotador rasteiro e não derrot refutador, ou seja, uma razão para duvidar das premissas do seu argumento, né, de que elas são suportadas evidencialmente ou argumentativamente, né, ah, ou seja, tem razões em favor delas que são boas. Se ela tá questionando justamente essa uma das premissas, né, a plaibilidade delas e não exatamente tentando questionar, né, você uma razão positiva para você duvidar dessas premissas, mas sim mesmo sendo uma razão negativa do porque que eu estou autorizado em negar essas premissas, eu acho que é profitamente razoável esse movimento do ma paz, cara, e dos freguirianos, né, platônicos. Mas tem outro momento aqui que ele vai mencionar sobre o plan de Benerraf, né? Ele vai falar que ele vai dizer que o conceitualismo divino teísta, ele tem uma vantagem sobre, no caso a visão platônica freguiana que o o ma entreteve, né?

¶466Justamente porque a visão platônico feriana tem o problema da da acessibilidade, né? O problema do acesso envolvendo ali o platonismo. Isto é, se esses objetos abstratos são acausais, ou seja, caus são causalmente inértitos, como que a gente pode ter um conhecimento acerca deles, né? Se a gente não interage causalmente com eles, né? Eles não vêm aqui bater na nossa cabeça causalmente, né?

¶467Interagem causalmente conosco, né? Esses objetos abstratos ou qualquer coisa assim. Como é que a gente pode ter conhecimento ou familiaridade ou qualquer coisa assim com esses objetos, né? Ah, então essa é uma questão que os que o problema de bena serra traz, né? Ah, e aí existe uma rota, né?

¶468De você negar uma das premissas do do argumento e questão do do problema de serrado, que é basicamente você assumir de fato que a não há uma acessibilidade causal, né, entre nós e esses objetos, não é uma interação causal. E, portanto, nosso conhecimento desses objetos não é causal, né? Ah, que dá uma transferência de informação desses objetos para nós ou algo assim. E que de fato a accounts, né, seja em termos do John Bson, né, de uma noção de de aspecto constitutivo, né, de ser desses objetos abstratos, seja seja um aspecto constitutivo dos nossos pensamentos sobre eles, né, ou das nossas intuições sobre eles ou qualquer coisa assim. Então existe esse account, né, no grasping in the third realm, né, o John Bex, ele chega a expor essa visão.

¶469você tem, no caso o account ali ah aliado com a linha do quine, né, de certo modo influenciado pelo quin em termos do R, né, do argumento dele, em termos do argumento da indispensabilidade dos objetos abstratos, né, que é o quin [ __ ] né, o argumento do quin e do [ __ ] sobre os objetos abstratos no da explicação, né, vigorante, né, vigorante nas nossas melhores teorias científicas, né, para explicar certos fenômenos e blá blá blá, né? Ah, e aí você tem a questão da inferência para melhor explicação como um meio de se obter conhecimento sobre esses ahã e e sobre esses objetos abstratos, né, seja eles matemáticos, lógicos, etc., né? Ah, que seriam e essas proposições em termos gerais, né? Essas proposições seria uma outra rota de você tentar responder isso, né? Eh, recorrer à inferência para uma explicação como meio de se favorecer ali, né, nessa linha feggiana, etc.

¶470B. influenciar pelo por esse tipo de argumento de indispensabilidade do fre do etc. Você você fazer uma inferência para explicação e através dessa inferência da explicação você tomar conhecimento justamente dessas entidades ou objetos ah platônicos, né, digamos assim, objetos abstrato platônicos, que serem essas proposições e blá blá blá. Essa é uma resposta que o Scott Perman fornece, né, de certo modo no é Platness and Object of Science, eu acho que é isso. Platness Object of Science.

¶471Ah, acho que esse o nome do livro, né, do Scott Berman, que é um autor platí que inclusive o Mal vai mencionar aqui, né, que inclusive foi entrevistado pelo Joy Media no Majestive Reason, né, no canal Magest Reason e coisa e tal. E ele junto com Gunter, né, acho que é Gunter o nome, Gunter Lade, alguma coisa assim. Ah, e o George Smidh, né, ao responder os argumentos do Edward Feer, né, que é um filósofo católico, tomista, analítico, que ele forneceu contra o platonismo, né, como por exemplo do livro Five Proofes or the Exist of God, né? Ah, ele traz eles eles trazem esse ponto da inferência para uma explicação como meio de se obter conhecimento acerca dos objetos abstratos, né? Então, sem a necessidade de uma interação causal, né?

¶472De uma interação causal ali e para poder favorecer essa transferência de informações dos objetos abstratos para para nós, né, paraa nossa memória, paraa nossa mente, etc., né? pros nossos pensamentos ou para nossas envolvendo as nossas intuições ou qualquer coisa assim, os nossos pensamentos, qualquer coisa assim. OK? Ah, e tem uma outra resposta também que é justamente a resposta do platonismo pleitudinoso, que é a resposta justamente do Mark Jagle, do Edward Enzalta, da Linda Zagepski, né, que é o platonismo completo, né, platonismo ali full blooded platonism, né, ou seja, o platonismo ah completo, né, o platonismo ah, enfim, completo ou o platonismo platitudinoso, né, platitudinos platinos, né, que é chamado, que é basicamente aquela aquela ideia, né, que nós temos um conjunto de teorias, de esquemas, né, teóricos ali, né, de estruturas matemáticas, estruturas lógicas, né, sistemas formais e etc, né? Ah, e todos esses sistemas, né, por assim dizer, né, ah, eles se refletem, né, um, eles são verdadeiros, por assim dizer, porque ao menos um deles ou boa parte deles refletem objetos abstratos, né?

¶473Eh, então o fato de existir uma plenitud, uma plenitudinosidade de objetos abstratos, né, alinhados com esses estruturas lógicas, né, esses sistemas formais que nós articulamos, né, de que são consistentes em si, é, coerentes em si, eventualmente pelo fato da gente ter capacidade de articular sistema que são coerentes entre si, então eles vão dar match com os objetos que existem na realidade, porque o que existe é uma plenitude de objetos abstratos envolv vendo vários âmbitos diferentes aliados com vários sistemas consistentes que a gente consegue articular, né? Eh, então, nesse caso aí, em virtude disso, a gente consegue obter conhecimento, né? Ah, a gente consegue obter conhecimento garantindo meramente para nossa capacidade de articular esses sistemas de maneira coerente ou consistente entre si, né? Sistemas matemáticos, ah, sistemas ali, ah, sistemas matemáticos, né? Sistemas formais e blá blá blá.

¶474e a gente conseguir pra gente ter capacidade de articular esses tipos de sistemas coerentemente ou consistentemente. Então a gente consegue tomar conhecimento de objetos abstratos de certo modo porque eles correspondem a uma estrutura vinculada com ábito real, né, digamos assim, ah, que é plitudinoso, né? Ah, então é uma outra rota, né? Mas essa essa rota é ontologicamente mais eh dispendiosa, né? Ainda assim, o Mark Jag, né, pelo menos no artigo dele, né, no texto dele da Stanfordológico, ele tenta tornar isso palatável.

¶475ilustrando no caso ali que existem certas virtudes acerca disso, mas enfim, vamos lá. Deixa eu mencionar aqui. Metaphysics. Aqui, ó. Não é Mark Jag Mark Ballager.

¶476Desculpa, falei Mark Jagle, mas é Mark Ballager. Confundi ele com o filósofo da lógica que é o Mark Jon. Aí aqui tem justamente o a objeção, né? Ó, o argumento epistemológico contra o platunismo. Aí tem as premissas aqui, ó.

¶477Premissa um do argumento do Paul Benacerraf, né? O problema de Benacerraf, ó. Premissa um. Seres humanos existem inteiramente dentro do espaço-otempo. Premissa dois, se existe qualquer quaisquer objetos matemáticos abstratos, então eles não existem no espaçotempo.

¶478Portanto, parece muito plausível que B3 não, três. B1 e B2 são verdadeiros. Então, se B eh se B1 e B2 são verdadeiros, então no caso existe eh existe algum objeto abstrato, né? Existe alguns objetos abstratos. Eh, e então se existe alguns objetos abstratos, então os seres humanos não poderiam obter conhecimento deles.

¶479Portanto, no caso de a B4, né, que é pr 4, se existe qualquer objeto, quaisquer objetos abstratos, então os seres humanos não poderiam obter conhecimento deles. Portanto, no caso ali B5, que é pro A5, se o platonismo matemático é verdadeiro, então os seres humanos poderiam eh não poderiam obter conhecimento matemático. Mas B6, seres humanos têm conhecimento matemático. Portanto, no caso matemático, o platonismo matemático não é verdadeiro. Aí aqui tem as rotas que eu mencionei, né?

¶480Tem as rotas que eu me tem umas menos exóticas, né? Que é mais vinculado com Platão e blá blá. E aqui tem a última estratégia que é a mais endossada academicamente, né? Que é rejeitar essa premissatriz, né? Essa daqui, ó.

¶481Ah, que se B B B B B1 e B2 for o caso, né? Foram verdadeiros. Então, se houver quaisquer objetos matemáticos, então seres hum não poderia obter conhecimento deles, né? Então você nega essa prensa aqui ali, né? Que favorece no caso uma negação de de que B1 ou B2 é verdadeiro, né?

¶482É, B1, B2 são verdadeiros. E aqui tem a visão do Bell, né, do John Bell, que eu mencionei do Crasp the Third Realm, né, que ele propôs uma visão de acordo com os quais no intuções matemáticas constituídas por objetos abstratos que eles são sobre, né? Ã, e aí tem aí tem essa daqui, né, que é inspirada em Kiner Kine, Steiner, entre outros. Res, ó. Basicamente o seguinte, ó.

¶483Argumentar no caso que nós temos borraça para acreditar que nossas teorias matemáticas são verdadeiras, mesmo que não tenhamos qualquer contato com objetos matemáticos, por causa que a essas teorias são incorporadas nas nossas teorias empíricas. Ah, e b essas teorias empíricas, incluindo suas partes matemáticas, foram confirmadas por evidência empírica. E, portanto, C, se nós temos evidência empírica para acreditar que nossas teorias matemáticas são verdadeiras, então no caso, os objetos matemáticos, eh, absticatos matemáticos existem. Hã, só que isso aqui é ancorado no rolismo confirmacional, né, de certo modo, no holismo confirmacional, isso é controverso aqui, como é mencionado. E aqui, caso é justamente o estruturalismo platonístico matemático, né, o estruturalismo platonístico aqui, né?

¶484Hã, e aqui é justamente o Platon Plitudinoso que eu mencionei, né, que se vincula com o estruturismo matemático, só que no caso agora com se vincula com um princípio da plenitude, né? Princípio da plenitude ali, ã, endossado por pelo Michael Balager, pela Lindas, aliás, pela Linda Zeps não pela Linsky, né? Confundir a Linda com Linsk, né? Lisk e o Edwardta, né? O Edwardta, que inclusive é o criador aqui da eh o organizador, né?

¶485O responsável por ter elaborado, né? Por ter elaborado e administrar a Stanford Cle Philosophy a o Enerta pela curiosidade de vocês, né? Hã, e aí né, no argumento ele segue o seguinte, ó. Então, o argumento que se o se platonistas endossam o platem resolver o problema e psológico do platonismo sem postular qualquer tipo de transferência, né? Contato transferidor de informação entre seres humanos e objetos abstratos.

¶486A versão de B do argumento procede como se segue, desde que o platonismo planitud de ou full bloed plat, né, ou platonismo completo, né, eh, inteiramente completo ou algo assim, diz que há objetos matemáticos de todos os tipos possíveis se segue no caso que o full blinis é verdadeiro. Então, cada a teoria matemática puramente é puramente matemática, que poderia possivelmente ser verdadeira, isto é internamente consistente, precisamente descreve alguma coleção de atualmente existentes objetos matemáticos, que é aquele ponto da consistência, né, o critério da consistência. Se você consegue articular uma teoria matemática pura, né, puramente matemática ali de forma consistente ou ou coerente internamente, ah, ou uma teoria lógica ou qualquer coisa assim, né? H, então nesse caso, ah, ela será verdadeira, né, de certa modo, hã, ela será verdadeira em virtude de corresponder com certos objetos matemáticos, né, ou objetos lógicos, objetos, ah, platônicos lógicos ou matemáticos ou whatever que seja, né, proposições ali existentes na realidade. Ah, então é isso, né?

¶487Então tem essa rota aqui também, né, que é uma rota do full blood plate mesmo, ah, para tentar responder a o argumento do P na serraf, né? Então é o problema de acessibilidade aqui, ó. OK. Então tem todas essas rotas aí. Tem todas essas rotas.

¶488Vou até fechar aqui, né, porque a não vai voltar mais. Ah, eu vou ler mais um pouco, mas aí a gente vai finalizar, tá pessoal? Nossa, aí cansadaço, velho. Cansadaço para [ __ ] velho. Mas enfim, vamos lá.

¶489Uma pasa objeta que identificação entre proposições e pensamentos mentais e problemática e que há alternativas como platonis que poderiam hospidar proposições sem apelar a uma mente. Esta objeção responde na sessão 3.7 e na na objeção 8. Ah, enfim, eu não vou ficar perdendo tempo aqui com esses negócios. Acho que eu vou direto para as objeções, cara. Eu vou direto para as objeções que ele faz a pass.

¶490Mas basicamente isso aqui é só injeção de linguiça, cara. E essas, a maioria dessas objeções são objeções, tipo, muito ruins mesmo. Então, se ele conseguisse responder algumas dessas, ah, não é muito surpresa, sabe? tão ruim que são essas outras objeções que ele tava engajando. Ah, aqui são as respostas, ó, para vocês verem a estrutura da resposta como é GPTzada, velho.

¶491Como é GPTzada, velho. Olha que coisa mal feita, velho. São 15 objeções. responde assim brevemente, de maneira bem chula. Ó, a a escrita do negócio tá todo ruim, cara.

¶492Eu vou botar o artigo aí para vocês lerem depois. Vou botar no comentário fixado o artigo, tá? Vocês lerem. Vocês vão ver que o tiver é ruim. Mal escrito para [ __ ] Mal escrito para [ __ ] Ah, vamos lá.

¶493Qual que é a parte de Malpaz? Malpaz acho que é da oito, né? Da oito em diante. Vamos lá. Aqui, ó.

¶494Vamos lá. Lógica está no mundo platônico. Formulações. Lei da lógica. As lei lógicas seriam entidades abstratas subdistindo eem um reino das ideias à parte, sem necessidade de uma mente divina que as pens.

¶495O platonismo lógico ofereceram um fundamento adequado sem comprometimento deísta. Aí resposta: Platonismo lógico enfrenta dois problemas fatais identificados pelo miss né? Ah, o método de isomfia seplinária. Mira intencionalidade para platões pradas em mente não são sobre nada. Carece da intencionalidade intrínseca.

¶496Bom, se o mal o ponto ma estiver correto, né, que no caso a gente pode tratar a intencionalidade intrínseca das proposições como sendo não favorecendo com que as a intencionalidade dos pensamentos, né, a sobre no caso essas proposições seja derivativa, né, então elas por elas, né? Eh, e a resposta do wealthy simplesmente não responde de forma adequada ao ponto. W demonstra que as profões possem direcionamento em forma aspectual, são intencionais e que o intrinsecamente intencional não é outro senão mental. Eh, bom, eles não demonstraram isso, né? Só afirmaram.

¶497E ele disse que no caso era peticionado de princípio, sendo que no caso o malpaz expôs aquilo como undercutting the feater, né? Não como rebuting the feator. Então, [ __ ] Ah, postular proposições sem mente é postular intencionalidade sem sujeito. Ah, então, mas aí se as proposições são extramente intencionais, né? Ah, nesse caso, no caso delas serem de do da da mente necessária de Deus, está exercendo o papel de proposições ali, né, e proposições intriscamente intencionais, segundo a visão do Welthony, por e elas e a mente de Deus é tão drasticamente distinta da mente humana, né, ah, da mente finita, né, contingente humana.

¶498Então, qual que é o problema de eu indossar uma visão platônica que ilustra que a proposições são intrinicamente intencionais também de certo modo, né? Elas também são distintas da da mente humana, né? Contingente a finita, né? Ah, então [ __ ] Ã, incoência ontológica fundamental. Não tem coerência fundamental.

¶499Segundo a normatividade, entidades platicas sem mente não exércit sem autoridade prescritível sobre nenhuma mente. Ã, olha que coisa GPTzada, velho. Olha, olha isso aqui, cara. Olha isso aqui, mano. Isso aqui não é GPT, velho.

¶500[ __ ] que pariu. Isso aqui não é GPT. Ó, mano, que troço mal escrito, velho. Que troço, sabe? Simplificado, velho.

¶501Coisa extremamente simplificado. Ele nem discorre sobre o que que é o problema de Benar Serraf, nem explica o que que é o problema de Benarf direito, velho. Nem expõe o argumento direito aqui, velho. Ó que lixo, velho. Isso aqui é lixo, velho.

¶502Isso aqui é ruim. Isso aqui é ruim. Mas enfim. Ah, vamos lá. Ah, sobre essa autoridade prescritível, eu já já mencionei já os problemas com esse tipo de ideia, né?

¶503Com esse tipo de ideia. Ah, e sobre Ben Serraf também acabei de responder agora a pouco, né? Mencionando ali o texto do Mark Balager, né, de certo modo. Ah, e também o vídeo do Schmid com o Scott Berman e o Gunter, acho que é Gunter Leid, acho que é o nome do autor. Ah, que tava lá no Mag esse vídeo, mas enfim.

¶504Objeção nove, a física quântica e lógicas não clássicas, abal lógica tradicional. Formulação. Descobertas da física quântica sugeriram que a lógica clássica não se aplica ao nível subatômico. Lógicas quânticas Bkov e Van, 1936 mostrariam que o princípio do ter excluído não é universal. Vamos lá.

¶505Respostar uma confusão de níveis. A lógica quântica é uma formalização das relações de proposições sobre fenômenos quânticos. Não é uma descoberta de que o pontção é fácil. Ela modifica a estrutura de certos coletivos em domínios específicos, mas não faz inferências metalógicas que pressupõe as leis lógicas clássicas. Nenhum físico quântico argumenta de forma para consistente para provar a física quântica.

¶506Uma argumentação clássica válida para afirmar que a lógica quântica substitui a clássica. É preciso que essa afirmação não seja n verdadeiro falso que pressupõe a o [ __ ] Ahã. Vamos lá. Esse aspecto da derivação, né, de certos sistemas formais a partir de sistemas ali que comportam, né, ou que reabobedecem a lógica clássica, né, as regras da lógica clássica em termos de sistema formal. É um ponto que o Cristiano Constante fez, mas até onde eu sei, até onde eu vi sobre filosofia da lógica, eh os lógicos não clássicos, eles têm maneiras de tentar contornar esse tipo de de elemento, né?

¶507Eh, e outra, o fato de um sistema formal ter sido derivado de outro não se ilustra, no caso, que ah que esse sistema formal ele dependa constantemente, no caso, desse sistema formal prévio para ter sido para continuar tendo a sua validade ilustrada, né? Pode ser que, no caso ali no âmbito metalógico, se articule maneiras de se lidar com esse ponto sem a necessidade da lógica clássica como base, né? Mesmo que ela tenha sido inicialmente derivada, essas lógicas não clássicas tenham sido derivadas inicialmente de ah um conjunto de inferências ali vinculado com o sistema lógico clássico prévio ou algo assim. Então, não sei exatamente se isso, ã, sinceramente, eu não sei, eu não sei se isso ajuda muito, né, esse tipo de argumentação. Ó, o Givaldo, salve, Givalda.

¶508Preciso mimir. Bom dia a todos. Eu vou dormir também já já. Impressionante o quanto, Isaac Peixoto. Impressionante o quanto você ganha potência, entre aspas combatendo o teísmo.

¶509O que você considera que foi marcante para criar essa marca na psique, cara? Hum. É um assunto que eu gosto. Eu gosto muito dessa discussão sobre filosofia. Filosofia é simplesmente é a minha vida, cara.

¶510Ah, é o que eu gosto de fazer. Eu gosto de discutir esses assuntos, debater e ir pra discussão, ah, escrever, traduzir conteúdos. Eu gosto desse tipo de coisa, cara. Então, sei lá, é uma coisa de mim. Ah, isso me ajudou a me aprimorar bastante coisa, né, de certo modo, conhecer bastante coisa que eu não conhecia antes.

¶511E isso é, isso é legal. Isso é legal. Por isso que o pessoal que fala que é só manipulação de e brincadeiras lógicas, né, que nem o Marcos Bruzo falou na live do Gontijo recentemente, né, foi péssima, né? Mas enfim, talvez até reaja depois, né, porque tem algumas gafes ali que ele encorreu que pelo amor de cara, ah, que até o pessoal dos grupos de filosofia que eu faz parte começou a zoar, mas enfim. Eh, talvez eu reaja lá, né?

¶512Mas enfim, eh, é esse tipo de coisa, né? Ajuda você a pensar, né, de certo modo e a se aprimorar intelectualmente. Então, gosto desse tipo de discussão, esse tipo de ponto. O Ari também, ele tem essa mesma vibe que eu, né? A gente tem essa vibe juntas aí, o Ari, o Café, o pessoal aí da do dos grupos de filosofia.

¶513Ã, mas é isso, né? Então, bora lá. Aí, aqui objeção 10. Outras lógicas refutam unicidade da lógica clássica. Formulação.

¶514A existência de lógicas para consistentes modais de múltiplos valores demonstraria que não há uma lógica privilegiada. Resposta: Formis é compatível com a tese do miss, né, do do método de isomorfia centenária, né? Ah, cada sistema lógico apresenta seus axiomas como necessários dentro do sistemas no plano metalógico a normatividade e mutabilidade das normas de validade. Vamos lá. O M defende que esse plano metalógico exige fundamento teísta.

¶515Mesmo os deliteístas como príncip 1987 contas verdadeiras ou fazem por razões como necessárias universais. Ponado de argumentar a estrutura normativa que o IS identifica a diversidade de lógicas de primeira ordem, não eliminando a unidade de das condições metalógicas de toda a racionalidade. Bom, isso aqui basicamente o seguinte, ah, os argumentos, né, no caso ali, ah, de domínios, né, de adequação de domínios, como do Greg VAL e do e do DCB, pode problematizar isso aqui, tá? Pode fazer só a problematização desse âmbito aqui, OK? Então, no caso desses argumentos, ã, contra o aspecto da generalidade, né, ou seja, de ã de adequação de inferências, né, ou de adequação de de validade, né, em termos de domínio de aplicação, né, de domínio ali considerado, né, ou seja, de case by case, né?

¶516Então, nesse caso, o planismo é vindicado contra o humanismo lógico, tá? Hã, acho que tem mais questões aqui do Malpaz, cara, que ele tinha mencionado mais coisas, velho. Gente da matéria. Ah, tá aqui. Beleza.

¶517Objeção 14. Noção de necessidade de Mapaz 2021. Só Mapaz 2021 objeto que a necessidade das le lógica não implica que seu portador deva ser uma mente necessariamente existente. A necessidade lógica poderia ser compreendida de outras formas. Por exemplo, necessidade de dicto referente a formas das preposições e na necessidade de reverente eh referente a objetos existentes, né?

¶518Ah, além disso, o apelo de eu ser necessariamente existente introduziria um tipo de necessidade que o próprio naturalismo pode questionar, né? Ã, é, aqui entra o ponto do cicismo modal e da do cicismo modal mitigado, do empirismo modal e também de certo modo ali do como fala, do antirrealismo lógico, né? Ou seja, você assume uma posição antirrealista lógica ali, né? Que o mapaza ele assumiu e ele defendeu, ele defendeu só por só por via de argumentação, né? Ele é um realista lógico, como ele mesmo admite ali no na discussão com com James Anderson, né?

¶519Ele é um realista lógico, né? Ah, mas ele tenta ilustrar que os argumentos que o Erty forneceu em termos de ah de uma epistemologia modal ali ah racionalista ou essencialista, né? em termos de atribuir um papel relevante paraas nossas capacidades intelectuais, né, mentais ali para obter conhecimento modal a partir do da nossa capacidade de imaginar, de conceber, de intuir, ahã a suposta verdade lógica necessária, né? Suposta verdade necessária, ah, da lei da não contradição, da lei do terceiro excluído, lei de identidade, principalmente a lei da não contradição, né, que foi o exemplo que o Welty e o Anderson trouxeram, né, que que isso é o meio adequado se obter conhecimento modal, né, sobre uma possibilidade real. possibilidade metafísica e também que no caso ali a há sistemas, né, a há formas de você tentar endossar um um antirrealismo lógico, né, do tipo intuicionista, formalista ou de outra maneira, né, enfim, outra perspectiva antirrealista ali, que são coisas, né, são elementos, são aspectos que no caso se deve eliminar, né, para que no caso ali o o argumento seja procedente, né?

¶520Aqui ó, ele considera isso aqui, né? Ó, intuiisto aqui, ó, o psicologismo, né? Como do jovel, ó. A afirmação de que as lógicas são metafisicamente necessárias não é em controvérsia e requerem algum apoio. Exemplos bem conhecidos de filósofos negaram essa afirmação.

¶521Defensores do psicologismo como Jovser, do formalismo como Hilbert ou do intuicionismo como Dumit, etc. Todos negariam essa afirmação. Os intuicistas, por exemplo, consideram objetos matemáticos e lógicos como construções mentais, crucialmente construídos pelas mentes de matemáticos e lógicos e não estruturas para existências na mente de Deus. Assim as intuições negariam a necessidade de metafísica da lógica. Se intuição qualquer uma das visões acima da sobre metafísica da lógica estiver correta, então o argumento nem sequer começa.

¶522Portanto, algo precisa ser dito para motivar o primeiro passo. Esse primeiro passo, Anderson Wild oferecem alguns argumentos para afirmação de que as lógicas são metafísicas necessárias, mas sua abordagem nos países questionável. Aqui está o exemplo de como eles motivam a visão. Aí aqui eles ilustram o a conibilidade como guia de possibilidade real, né? Possibilidade metafísica.

¶523E aqui o o mapaz traz uma série de problemas vinculados justamente com, enfim, com com o exemplo do Kant, né, que acreditava que no ah segundo uma interpretação padrão, né, embora essa interpretação seja questionada, né, por alguns cantianos, né, o próprio fugita questiona essa interpretação. Ah, mas o Kant ele pensava no caso ali que a falsidade da geométricana é inconcebível, né, não conseguia conceber segundo essa interpretação, pelo menos, né? Eh mas que aí depois, né, foi descoberta, né, a questão da da aplicabilidade das geometrias, né, a articulação de geometrias não eclesianas como a vinculada com a geometria minkkiana, né, ã como aplicável, né, no âmbito ali da, enfim, do âmbito da própria relatividade geral e blá blá blá, ah, e da relatividade especial, né, mas enfim, e por Einstein, né, foi ilustrada uma aplicatividade por Einstein ali desse tipo de abordagem geométrica, né, de persa geométrica no clidiana, né, ah, que não envolve um âmbito plano, né, geométrica plana. né, ali eh como aplicável na realidade, né, como sendo adequado na realidade. E, portanto, no caso ali a geometria eucleiana como sendo falsa, né, obviamente.

¶524Mas enfim, vamos lá. Ã, vamos lá. Resposta. Objeção de uma paz por pressupõe que a necessidade lógica pode ser explicada sim referência a uma mente, mas não oferece um candidato ontológico concreto que os pede essa necessidade. Não, meu amigo, não, cara.

¶525Não, não, não, não, não, não. Na objeção, cara, na objeção, isso aqui é GPTesco, tá? gebtesco. Claro, a objeção de uma paz é referente justamente é justamente a ideia de que a necessidade lógica ela pode ser explicada com referenciamentes, mas essa necessidade lógica não se reflete uma necessidade lógica metafísica. uma necessidade de lógica que se reflita no âmbito do metafísico.

¶526Essa é uma necessidade lógica vinculada ao sistema formal construído por mentes humanas, mas que não se reflete na realidade enquanto o sistema, enquanto o princípio metafísico, enquanto uma necessidade lógica genuína, real, metafísica. Então isso aqui já tá errado. Ah, Anderson Welter 2011, sessão 5 demonstra que as leis lógicas existem, as leis da lógicas existem necessariamente, não apenas como forma proposicional, mas como entidades reais com propriedade da verdade em todos os mundos possíveis. Na verdade, eles demonstram isso. Eles só assumem que a concebilidade é um guia de possibilidade real e eles assumem que eles obtiveram conhecimento sobre possibilidade real metafísica com base na concepibilidade.

¶527Mas aí o MP ilustre os contra exemplos ah referidos lá, OK? que é justamente o exemplo ah dos sistemas formais eh lógicos, não clássicos articulados posteriormente ainda para vários autores. Ele menciona até com os atores aqui, ó, como o próprio Carnielli ou Walter Carnielli, que foi inclusive professor do Alfredo Freire, né, que deu a palestra na PSE, o Priest, o Tan Tatol e o Coniglio, né, ão alguns autores que trabalham na lógica, né, moderna, na lógica contemporânea, e principalmente lógica não clássica, né, autores ali que trabalhar com lógica não clássica. E e simplesmente no caso ali foi ilustrado que há sistemas ah lógicos não triviais, né, não trivializados, é onde a ladição ela é falsa, né, de certo modo. Ah, e aqui o exemplo do Kant, né, sobre a intuição que o Kant tinha e a noção que o Kant tinha acerca de inconcebibilidade da falsidade da geometria e clidiana, que foi demonstrada como genuinamente falsa, da impossibilidade elétr da falsidade que depois foi utilizada como falsa geninamente.

¶528Ah, então vamos lá. Então vamos lá. Se algo existe necessariamente, deve existir no subtrato que eh que seja ele mesmo necessário. O naturismo rejeitar entidades necessariamente existente, além do universo físico, que é ele mesmo contingente, não possui recursos ontológicos para espidar a admitir lógico. Primeiro esse esse não seja recursos ontológicos a gente já questionou aqui, né?

¶529Ahã recursos ontológicos, recursos ontológicos adequados e blá blá blá. A gente já questionou esse ponto aqui, né? Não foi motivado o método em questão, né? O suposto método, né? Isomorfia palpitaria.

¶530A objeção de uma passa transfere o problema sem resolver a necessidade lógica que ele reconhece. Olha isso aqui, cara. GPT. GPT. O Jadson diz que não é GPT essa [ __ ] Isso aqui é GPT, cara.

¶531Isso aqui é GPT. Abção de uma P transfere problema sem resolvê-lo. A necessidade lógica que ele reconhece permanece sem fundamento no quadro. Olha que coisa GPTzada, velho. GPTzada.

¶532Vamos lá, ó. Objeção 15. A noção de intencionalidade de Malpaz 2021 e o dilema para o conceito formulação Mal 2021 apresenta duas críticas adicionais. Primeiro, questiona se a intencionalidade das proposições realmente exige uma mente, argumentando que a identificação entre intencionalidade e mentalidade é controversa e pode ser contestada por teorias naturalistas de intencionalidade. Segundo, propõe um dilema para o conceito divino.

¶533Outras lógicas são idênticas a pensamento de Deus, caso ah em que elas seriam contingentes, como os pensamentos divinos vai ser ou distintas dos pensamentos divinos, caso em que existem independentemente o que tornérfilo como fundamento. Aí vai dar aqui a resposta, né? Resposta à objeção da intencionalidade. As teorias naturalistas da intencionalidade de uma tela ou semântica a de Milican ou a teoria causal de Dérix explicam a intencionalidade derivada de estatos cognitivos em termos de relações causais ou funções biológicas, mas as proposições lógicas possuem intencionalidade intrínseca não derivada de relações causais com objetos físicos. o [ __ ] Então, mas a mas a aí se do caso a intencionalidade derivada desses estados cognitivos de relações causais funções biológicas, então não é necessário você ter intencionalidade intrínseca para poder explicar a noção de intencionalidade relevante, né?

¶534Intencionalidade relevante na ótica naturalista, né? Esse é tudo que precisa, tá? Então esse é o primeiro ponto, mas vamos prosseguir propões lógicas possía, não derivada de relações causa dos objetos físicos contar porque foi causado por algum objeto físico, é intencional porque é intrincamente sobre a estrutura das verdades enquanto verdades. Essa intrínica não pode ser explicada por teorias naturas que reduzem intencionalidade em relações causais contingentes. Por que não né?

¶535Não, não ficou claro por não? A marca digestiva do mental como identificou britano 1974 e Anderson wealth 20117 aplica um argumento argumento permanece ah intricamente intencionado é mental e não há teoria natural satisfatória da intencionalidade intrínica, né? Ah, intencional trísca tem sim a do freger e essa do que não foi ilustrado porque que não é satisfatória. Ah, e porque é necessário ter essa intençã intrínseca nesse sentido aqui, né? No sentido referido aqui.

¶536Ah, vamos lá. Resposta ao dilema. O dilama de malpaz apresenta uma dicotomia falsa idêntico aos pensamentos divinos portanto contingente ou distintos pensamentos divinos e portanto independente de mente independente de Deus. Há uma aqui é precisamente a do conceito clássico. Essas lógicas são constitutivas na natureza divina, não pensamentos contingentes que Deus poderia ter tido ou deixado de ter, nem realizas a Deus.

¶537Claro que é explícito. A lei da não contração não deve ser considerada um axioma. Clar que explícito. A lei da contada um axo anterior ou independente de mente de Deus. A lei é Deus pensando.

¶538A lei Deus pensando. Ah, isso não é contingente porque não é um ato de pensamento que Deus poderia não ter realizado. É a expressão necessária de como um ser racional necessário por essência pensa. Mas isso significa o quê? Que esse ser racional ele pensa o quê?

¶539Logicamente. Se ele pensar logicamente são significa que ele está instanciando a lógica que ele deveria fundamentar. Não é aquele ponto que a gente trouxe, né, que o café e o ali trouxemos, né, mas enfim, os pensamentos desse Deus tem que ser logicamente estruturados, né, e ordenados, né, mas enfim, é o que favore essa distanciação da da lógica previamente, aquilo que ele deveria fundamentar supostamente, né, mas enfim, vamos lá. Deus não poderia pensar de forma ilógica. Por quê?

¶540Porque na instância é a lógica. Será que é porque tem instância lógica? Ah, sem deixar de ser o o ser racional que é justamente porque ele é lógico, não é? Então, pronto. Ah, tá distância analógica, então.

¶541Ah, então aquela circularidade viciosa que o Ari argumentou, né, no dia que a gente debateu contra o Diego e ele, né, mas enfim. Ah, o dilema de uma paz podeentar simplemente uma concepção voluntarista de Deus, como se os pensamentos divinos fossem atos de vontade contingentes. Mas o conceito trenteista clássico regido precisamente essa promissão necessidade das leis lógicas das leis lógicas deriva da necessidade da natureza divina não daqueles divinos contingentes. Ah, acontece de resposta transversal de todas as objeções. As 15 objeções, apesar de suas diferenças, compartilham uma estrutura profunda comum.

¶542Todas utilizam as leis lógicas da Ah, isso aqui é contradição performativa, né? Suposta. Ah, mor pleno blá blá blá blá blá blá blá. E aqui no final, vamos ver aqui considerações finais. Ó, o método isomorfia centenária propõe um critério claro e verificável fundamento adequado da lógica.

¶543Ah, deve possuir os recursos metafísicos necessários para explicar as sete propriedades essenciais lógicas. Esse critério é apresentado não como intuição metafísica, mas como princípio de suficiência explanatória, que ele não explicou exatamente o que que é essa [ __ ] não tornou isso inteligível, né? Não tornou essa [ __ ] inteligível. Ah, mas enfim. Ah, um instrumento que qualquer interlocutor filosófico pode aplicar e testar independentemente.

¶544Ah, mano, essa [ __ ] nem faz sentido, cara. Como é que vai aplicar um negócio que nem foi nem é inteligível direito a noção de suficiência explanatória e recursos ontológicos adequados ou necessários? Enfim, um monte de noção aí jogada ismo que não não tem inteligidade nenhuma. As 15 objeções con do l foram respondidas individualmente incluindo uma forma estrutur todas argument normatividade incondicional além dos seus obtivos marcos teóricas as três linhas de objeção de de mal paz na necessidade sobre tensionalidade e sobre dilema para divino foram respondidas com base na terceira via clássico dissolve o dilema rejeitar sobre voluntarista oculta o convencionalista usa lógica como vinculante para argumentar que ela é convencional evolucionista diferença necessário olha que coisa de gtesca Velho, GPTS, velho. Aí aqui, ó, o Miss, né, o método isomorfia sempre na área agenda abre agenda de pesquisa futura sua aplicação as lógicas para consistentes.

¶545Ah, PR 197 exigiria demonstrar como a meta lógica que governa o dialismo pressupõe normatividade. que oismo não explica sua aplicação de eles iria examinar esse regist resolveu apenas transfere porção de matemática broweria verificar se a dependência das variedades matemáticas da atividade construtiva de uma mente humana compatível com aidade universalidade que eu exige isso que ele deveria ter se engajado já nesse artigo né mas enfim não quis ser engar e aqui são as referências né Aristóteles Games Galthy aí o Livinho do Jadson lá que enfim deve ser ruim também porque Só [ __ ] Ah, pelo que a gente pode ver aqui o texto, né? O artigo do Pedraf, né? Vel Newman logic Mechanics, né? Do Garret B Newon, né?

¶546O franitano que ele a maioria dessas referências deve ter pegado de alguns textos que ele que ele pegou ali e colou e só colou ali de qualquer forma e blá blá blá, né? Peter Lipton Inference Explation. Mas é isso, né? Maz, né? O artigo do MAZ foi publicado ali em 2020.

¶547Em 2020, tá? Não 2021, tá aqui 2021, mas 2020 religions ofert dois dogmas do empirismo, né? Do do Quin Rilos of Nature, né? espelho da natureza tomar aqui no teológia. Ah, mas é isso, né?

¶548Essas são as referências. Nossa, aqui tá muito forado, velho. Olha isso aqui, velho. Mano, enfim. Eh, se vocês quiserem, a gente pode analisar as outras objeções de outro dia, né?

¶549Tem muita coisa aqui para responder esses vídeos que a gente ficou maior tempo só na introdução, né? Você ver tanto de problema, tanto de coisa ruim que tem. Tem um monte de coisa aqui para comentar ainda. Mas é isso, né? Então, finalizamos aí.

¶550Beleza, valeu aí pessoal, uma boa noite para vocês. Valeu, falou e até até mais pessoal. Vou dormir. Um abraço.