¶1[música] Oh oh >> [música] [música] >> เฮ [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] Oh. [música] >> [música] [música] >> Salve galera, beleza? Aqui quem fala o David novamente. Estamos aqui mais uma vez para mais uma live, beleza? Dessa vez nós estamos aqui para, enfim, fazer uma análise aí do relato de conversão do Joy Smid, né?
¶2Testemunha de conversão do Joy. Cara, confesso que eu fiquei bem chocado assim, né? Eh, eu esperava ele se converter pro, sei lá, protestantismo. Salve, galera, beleza? Aqui quem fala David novamente.
¶3Estamos aqui em mais >> eu esperava ele se converter pro protestantismo, né? De certo modo, é algo que eu já, enfim, que eu já tava aqui comigo matutando, né? De certo modo, eu já tava esperando esse tipo de coisa. Então não ia me surpreender se eu fosse pro cristianismo ou pro deísmo ou para alguma outra forma de religiosidade que envolvesse uma forma de teismo neoclássico, né? Como no caso a corrente do do hinduísmo também do enfim do Adepuru Shakagupta que ele chegou a discutir uma vez, né?
¶4o smid. Então assim, eh, só que o catolicismo, cara, foi [roncando] pego totalmente de surpresa. Catolicismo, cara, que é justamente que ele combateu a vida toda dele, velho, que os trabalhos dele foram direcionados a rebater o catolicismo. É, é simplesmente inacreditável, sabe? É, eu tô incrídulo até agora, não consigo acreditar nisso até agora.
¶5Para mim é muito surpreendente, sabe? é muito, contraria muito o que ele publicou, né, ao longo da vida dele. Então, sei lá, é muito estranho. Ah, eu eu tô curioso, eu confesso que eu tô curioso para ver o que que ele vai escrever em resposta às críticas antigas que ele escreveu, né, com relação ao ateísmo clássico. Eu acho que ele não vai ser um tomista, né?
¶6Eu acho que ele vai endossar uma forma de visão esotista, provavelmente ele vai ser um teísta clássico esotista, não vai endossar uma simplicidade divina absoluta, né? masidade de vida não absoluta como a do Thomas W e do Thomas Williams. Então assim, eh, eu sinceramente triste, cara, triste. Mas enfim, vamos ver, né? Acontece.
¶7Ã, vamos ver aqui o relato dele, né? Ele fez um videozinho relatando a conversão dele, né? Eu vou deixar ela com faixa de áudio em português, português Brasil. E bora dar uma uma analisada, né? Bora lá.
¶8novidades. >> Deus existe. Cristo é o Senhor e ele estabeleceu a Igreja Católica. Não estou brincando. Eu acabei de me converter ao catolicismo.
¶9Bem, na verdade você só está retornando a isso tecnicamente enganoso, meu caro. Conversão não mudança coração e mente. Isso acabou de acontecer. Para aqueles que não me conhecem, que vergonha. Eu sou Josm, sou doutorando em filosofia na Universidade de Princeton e fui agnóstico e crítico público do teísmo e do catolicismo por bastante tempo, mas no início deste ano tudo mudou.
¶10Então hoje eu só vou compartilhar minha jornada pessoal. O se quiser meu argumento abrangente de horas sobre o catolicismo, fique ligado. Isso virá muito em B. É, eu também tenho algumas coisas legais mais adiante no vídeo, então continue assistindo. Então, cresci em um lar católico devoto.
¶11Frequentei escola católica particular do jardim de infância até o ensino médio. Eu frequentava os sacramentos, eu rezava o tempo todo. Eu era totalmente envolvido com catolico. Tudo parecia estar na Megan águas na minha fé. Na verdade, eu era muito devoto, até por volta da sétima, oita série, quando tive a primeira hesitação.
¶12Então, na sétima da série, minha escola católica nos ensinou evolução. Infelizmente os católicos estão totalmente de acordo com a ciência. Então eles disseram: "Sim, podemos ensinar a evolução para você". Quero dizer, há tanta evidência científica para isso, é totalmente compatível com o catolicismo. Mas isso me fez começar a me perguntar como conciliar isso com meus compromissos sobre Adão, Eva e o Gênesis.
¶13Tipo, como dá sentido a isso? Essação não durou muito porque encontrei o trabalho de pessoas como Francis Collins e o Instituto Biólogos, defendendo a evolução teísta. E também comecei a apreciar que, sabe, o Gênesis, embora tenha elementos históricos, seu gênero é algo como mito poético com alguns aspectos teológicos e históricos misturados. E então eu pensei, ok, sabe? Eu consigo ver aceitando a evolução?
¶14>> A primeira coisa que eu gostaria de perceber, eh, de pontuar, é que geralmente essas histórias de conversão é sempre relacionado, né, na maioria das vezes que eu que eu presenciei isso, pelo menos, sempre relacionada à religião pelas quais essas pessoas já tinham background antes, já tinham pertencimento antes. E é estranho, né? Porque no caso a religião justamente que você tinha pertencimento, né? cheguei a ver esse caso se repetindo algumas vezes, né? Ah, algumas vezes ali.
¶15Ah, é o caso, por exemplo, acho que da Roxy, né, da Roxana, que era aqui do meio ateísta e se converteu, no caso, ali, eh, se reconverteu, né, pra religião do qual ela pertencia, né, que é justamente da igreja reformada, né, uma igreja reformada ali de uma linha calvinista. E e curiosamente é justamente por uma religião que ela já tinha passado, né? Então, acho que elas é um exemplo desse tipo de coisa, né? Esse tipo de padrão se repetindo. Então, dificilmente você vê essas pessoas se convertendo assim para pra outra religião, né, que é muito distante, é muito distinta, dos quais elas não têm nenhuma simpatia, não tem nenhuma nenhum estudo mínimo ou algo assim, ã, ali relacionado àquelas religiões ali que criem uma afinidade, né, que favorece uma certa nível de afinidade ali primária, né?
¶16Então, é um é uma informação que eu acho que muitos podem jogar em relevantes, mas eu acho que tem uma relevância ali. Eh, eu deixei ali, vocês podem ver ali na abinha de cima, ã, eu deixei um o canal do Shentai ali, que é um rapaz, né, que ele é da estatística, né, ele trabalha com, enfim, com com questões de estatística, né, envolvendo economia e tudo mais. E ele é da área da área de estatística e ele tem um canal ali, né, dedicado, no caso a, enfim, pontuar problemas em argumentos baisianos, principalmente de com apologético, né? Ah, argumentos baesianos, né, que trabalha com teoria de probabilidade e tudo mais, né? Então ele ilustra algumas problemáticas ali envolvendo esses argumentos e também traz alguns insightes de um âmbito mais cético e secularista, né?
¶17E ele ele fez um post interessante sobre isso. Eu já vou colocar lá, mas eu vou deixar rodar o vídeo primeiro, né? E depois a gente comenta sobre isso, né? Eu vou tentar não ficar interrompendo toda a hora, mas é só só para comentar aqui, OK? Ã, Enzo Juan Jeremias de Oliveira.
¶18Salve, Enzo, boa noite. Quando tu saiu da live do M e Maria, apareceu um anarquista individualista defendendo o neoliberalismo no debate. Foi bizarro. Esse anarquista individualista é amigo meu e a gente vai fazer o react amanhã, aliás, mais tarde, né, digamos assim, na parte da noite. Ah, vai eu, Atena e o Cameron.
¶19Ele é da mesma corrente que eu, né, do anarquismo individualista ali, ah, da linha da S4 SS, né, o libertadismo de esquerda da linha da S4S. Ele não tava defendendo o neoliberalismo, não era isso que ele tava defendendo, que ele tava esclarecendo o ponto acerca do que que é o neoliberalismo e que ele favoreceu elementos do neoliberalismo envolvendo o mercado, contribuindo, apesar das contradições internas que refreavam alguns avanços ou pelo menos dificultavam esse desenvolvimento, ainda assim propiciou o desenvolvimento, entendeu? É basicamente esse o ponto. Esse é o ponto. Mas enfim.
¶20Ei, David, tu já ouviu falar do apateismo? Já sim. E tem uma crítica com relação a tem uma crítica com relação a a essa conceituação de uma pessoa que é indiferente a ao a discussão sobre o ateismo e ateismo e ainda assim tem uma atitude, entendeu? E ainda assim é assim não nenhuma atitude ali, né? E ainda assim pode ser considerado ateia ou teísta, né?
¶21um teísta ou um ateísta pateísta, não faz sentido. Porque para você formar, né, a sua crença, né, sua a sua crença na proposição de que Deus ou deuses não existem ou de que Deus ou Deus existe, você tem que ter se preocupado minimamente com o assunto ao ponto de formar a sua opinião sobre esse assunto, ou seja, de você pesquisar minimamente de forma a ilustrar a razoabilidade de você crer e mandar da proposição. E, portanto, a noção de apateísmo não faz sentido, pelo menos segundo a argumentação do Ghop no livro Eismo Basex, né? Ah, ele tem uma argumentação disso ali, um dos capítulos, se não me lembro, é o capítulo dois mesmo. Ah, no capítulo um ou dois, acho que no um mesmo.
¶22No um, que ele já apresenta esse tipo de coisa, tá? Mas é isso, vamos lá. Ah, perdão, entendi errado. Não, é tranquilo. Acontece, as pessoas às vezes não entendem o o ponto que o que o a pessoa tá fazendo, né?
¶23Mas não tem problema. É porque o Cameron ele ele ele é de uma posição, né? A gente, eu, o Cameron, a Atena, nós somos de uma posição anarquista que não é muito comum no âmbito do discurso debate público, não é muito conhecida, entendeu? Então, às vezes pode ser pessoas que por ausência de familiaridade com os pontos que a gente avança, acha que a gente tá vendo defendendo uma coisa quando na verdade tá defendendo outra. Então, o são junto com que o catolicismo ensina sobre o Gênesis e as origens humanas.
¶24Mas então, perto do final da nona série, comecei a refletir mais profundamente sobre o processo evolutivo e em particular refletir sobre a brutalidade dele. Quero dizer, por centenas de milhões de anos, os animais estavam se despedaçando, sofrendo e definhando. E foi muito difícil para mim conciliar isso com a crença em um Deus todo bom, todo poderoso e todo conhecedor. Esse >> é o problema do mal. Problema do sofrimento animal evolucionário me corroeu por bastante tempo.
¶25É, incomodou de verdade. E sabe, uma coisa levou a outra e logo tava consumindo vormente debates e conteúdos online sobre teísmo versus ateísmo e cristianismo versus não cristianismo e tudo mais, sabe? Então eu ficava assistindo debates do William Lan Craig e assistindo aos novos ateus como Sam Harris, Richard Dawkins e Daniel Dannet, etc. Certo? Aqueles novos ateus, né?
¶26Isso foi uma piada. Ah! Calma. Depois de um tempo, os problemas para o teísmo e o cristianismo só continuaram aumentando e aumentando e eventualmente eu perdi minha fé. Isso aconteceu por volta do primeiro ano do ensino médio.
¶27Cheguei à conclusão de que o ateísmo é verdadeiro, então Deus não existe. Eu também pensava que o naturalismo é verdadeiro. Então sabe, no fundo o mundo é apenas fundamentalmente indiferente. A gente sabe, não existe um propósito fundamental, não existe uma mente fundamental. No fundo, como diz Richard Dawkins, é apenas uma indiferença cega e impiedosa.
¶28Sabe o mundo natural é tudo que existe. Na época achava que essa era a melhor explicação pros dados. Mas então, no verão, antes do último ano, tropecei nesse canal do YouTube chamado a World Design e fiquei simplesmente cativado. Tipo, comecei a assistir esses vídeos e pensei: >> "É o canal do do Joshua Rasm, né? O Josh Rasm é incrível, cara.
¶29é um teísta ali que eu que eu tenho admiração genuína, intelectual, mas ele é um teísta, né, que digamos assim, ele tem umas posições heterodoxas, né? Ele é um padenteísta, idealista metafísico e ele é defensor do universalismo. Ele é crítico do teismo clássico, que é esse tipo de teismo que o Joy Smid está abraçando agora. [risadas] Ele não é teista clássico, pelo contrário, ele é crítico do teismo clássico. Então assim, me sou estranha isso aí, mas tudo bem.
¶30lá. Uau, esses são argumentos novos para teismo que eu nunca tinha encontrado. O apresentador do canal era super amoroso, mas também incrivelmente rigoroso e sofisticado intelectualmente. Então, maratonei todos os seus vídeos e, bem, eles simplesmente abriram meus olhos para este novo mundo da filosofia teísta acadêmica. Então, uma pessoa por trás do canal, como descobri, era o Dr.
¶31Josh Rasmusen. Ele é um filósofo cristão. E na época ele estava publicando um livro com Alexander Pr chamado Necessary existence, defendendo todos esses argumentos de contingência novos e interessantes pra existência de Deus. E ele estava apenas popularizando e divulgando esse trabalho de vanguarda em seus vídeos. Então, sabe, depois que maratonei seus vídeos, eu pensei: "Uau, existe muito mais no texmo do que eu pensava".
¶32Existem todos esses argumentos novos interessantes que parecem realmente condinda tem algumas objeções. Então entrei em contato com essa pessoa misteriosa que eu não conhecia na época. Eu disse presado, Dr. Rasmus, sabe? Eu eu eu tenho maratonado seus vídeos recentemente e tipo, eu tenho algumas objeções, pode me ajudar.
¶33Então nós tivemos essa extensa troca de meios durante todo o meu último ano do ensino médio. Pô, e você sabe, eventualmente eu pensei sim, há muito mais a favor do teismo do que eu imaginava. e também sabe se apresentado por um filósofo profissional que sabia muito mais do que eu, que estava me superando intelectualmente, apenas revelou que acho que julguei prematuramente a questão de se Deus existe. A questão de se Deus existe. E como resultado de encontrar esses novos argumentos, dialogar com Josh, eu pensei: "OK, não posso mais manter meu naturalismo confiante, devo suspender o julgamento sobre a questão de se Deus existe." Então, não devo acreditar que Deus existe, nem desacreditar.
¶34E sabe, as evidências na época me pareciam talvez equilibradas, talvez seja difícil dizer para que lado as evidências apontam, mas como resultado de tudo isso, tornei-me um agnóstico convicto, talvez por volta do fim do 12º ano. E esse estado de agnosticismo persistiu de forma estável até a pós-graduação. Mas em algum momento, perto do fim do meu primeiro ano de pós-graduação, ou talvez no início do meu segundo ano, as coisas começaram a mudar um pouco. comecei a encontrar esses novos e interessantes argumentos a favor do teísmo que me pareceram bem convincentes. E também comecei a perder algumas objeções que eu tinha anteriormente, argumentos teístas que eu achava que falhavam.
¶35Então, ao longo do meu primeiro segundo ano, na pós-graduação, comecei a pender pro teísmo, comecei a ver o teísmo, sabe? a visão >> aí nessa época aí, né, ele já tava ele já tava sinalizando, né, que ele tava simpatizando com o teismo clássico, né, que é a perspectiva de Deus, né, do modelo divino monoteísta tradicional, que diz basicamente que o que que Deus ele é onipotente, onciente, onipresente, coisa e tal, né, mantém a boa parte dos atributos clássicos, mas rejeita os quatro grande atributos, né, que ele ele e o Linford denomin no Station Inertia N Classical Proofs, né, que é o livro de 2021 que ele publicou junto com o filósofo ateu analítico. e filósofo da física, né, o Dinford, em resposta a argumentos teistas clássicos, né, que são tipicamente vinculados aos católicos, dentre eles a primeira via do Tomás Jaquino. Ã, e ele já tava comentando, né, que ele tava, ele era um agnóstico, tava tendo uma inclinação para o teismo neoclássico, né? Então acho que foi por volta desse período aí, né, mais ou menos que ele começou a a deixar isso mais publicamente esclarecido, né, dentre eles, inclusive com uma live que ele teve, né, de discussão com Alex Conor, que foi essa live aqui sobre argumento ontológico.
¶36Ele comenta sobre isso aqui. Aqui, ó, dois jovens filósofos discutem o argumento ontológico. E aqui o Joy Smade, ele ilustra esse parecer dele, né, que ele tem uma inclinação ao neoclássico. Nessa época o Kber era protestante, né, não era católico ainda. E ele rodava mais esse canal aqui, né?
¶37Não tinha um capture em cales, que é um canal mais novo, canal mais novo dele. Mas enfim, vamos lá. De que a natureza fundamental da realidade é pura perfeição ilimitada. Sabe, existe ser perfeito na base da realidade, com toda perfeição, em uma medida ilimitada. Comecei a ver essa visão como uma hipótese relativamente simples, coerente.
¶38Não >> tão perguntando aqui, né? O Enzo tá perguntando, mas pera aí, ele voltou a virar católico depois de ver o vídeo de um cara que é paneteísta e crítico do do Deus católico. Isso não faz muito sentido. Ou entendi errado? Não entendeu errado.
¶39O que que ele quis dizer é que nessa época aí ele tava pesquisando, né? Ele tava pesquisando na internet, ele se deparou com o canal do Joshua Rasmus, que é o World Design, ah, design de visão de mundo, né? Ã, e aí ele entrou em contato com alguns argumentos novos, interessantes, né? Dentre eles os mencionados no livro ali do Alexander PS junto com com Rasmus, né? coescrito entre os dois necessary existence, que argumentos da contingência, e argumentos nessas linhas, né?
¶40Ah, e que favoreceram, no caso, ele a perceber que o teísmo tinha muito mais do que simplesmente ali ah aquilo que era exposto nos debates, né, do William Craig contra os novos ateus e blá blá blá, né, aqueles argumentos, né, típicos, né, que Calan Justifino e blá blá blá, entendeu? começou a ver outros argumentos interessantes, né, vindo do Joshua Rasmassy, que fizeram ele suspender o juízo, né, depois de interagir por e-mail com Joshua Rasmy, né, ter algumas interações ali por e-mail com com Rasmy, com para tirar dúvidas, para tentar rebater, apresentar objeções e coisa e tal. Aí ele se tornou agnóstico, ele percebeu que no caso tinha mais coisa no teismo do que ele imaginava, né? Ah, é isso. Aí já já ele vai comentar o por que ele virou católico.
¶41Ele vai explicar como que ele virou católico, arbitrária e elegante. E não apenas isso, mas o hipótese que oferece uma explicação unificadora para uma vasta e diversa gama de dados que, de outra forma, seriam altamente surpreendentes. dados que outras hipóteses ou precisam explicar aos poucos ou fazem um trabalho muito ruim explicar ou precisam aceitar como fatos brutos. E então esse tipo de metaargumento pro teísmo de que por um lado parece ser uma hipótese relativamente simples, elegante, coerente e não arbitrária, e por outro oferece explicação maravilhosamente unificadora para uma vasta diversa gama de dados bastante surpreendentes. Me fez começar a pender pro teísmo.
¶42E de quais dados estamos falando? Bem, é muita coisa para explicar e eu explico tudo com bastante profundidade na minha defesa abrangente do catolicismo, que será lançada muito, muito em breve. Então, fiquem ligados, fiquem bem sintonizados. Ah, essa foi boa. A gente vai fazer uma análise dessa defesa compreensiva do catolicismo, tá?
¶43Só não sei se vai dar para analisar tudo um dia só, né? Porque f em horas de vídeo, velho. 12 foca em hora de vídeo, porque o joystia é desses, né? De fazer um aqueles vídeos hiper mega gigante, né? O que é legal, né?
¶44O que é legal tem muita coisa, né? E geralmente deixa muita referência. Mas ainda assim, cara, muita coisa. Mas enfim, vamos lá. >> Boa.
¶45Mas só para dar vocês um visumo de alguns dos dados que realmente começaram a me atrair. Digo, já tinha em segundo plano uma confiança razoavelmente alta de que existe algum tipo de fundamento necessário para a realidade, ou seja, algum tipo de realidade última que não poderia ter deixado de existir. E eu, pelo menos, tendi essa visão com base nos vários argumentos de contingência que mencionei anteriormente, de Alexander Prus, Josh Rasm, vários outros filósofos como Rob Kuns, etc. Então, eu já tinha isso em mente e a questão era bem, o que é esse ser? >> Esses argumentos, eles são relativamente minados, né, razoavelmente minados por epistemologias e metafísicas modais ali específicas, né?
¶46Se você endossa uma concepção de metafísica modal específica, né, de posicionalista, né, como a a do OP. E aqui o próprio Schmid e o Alex MP defendem, né, de certo modo, a versão não enraizada dele. H, e você e de certo modo você endossa ali a uma epistemologia modal mais restritiva, né, não tão liberal assim, não sei seis modal mitigado ou algo assim, né, junto com o empirismo modal ou algo assim, ou um racionalismo e empiricamente informado. Ah, como Thomas Tac defende, coisa e tal. Então, nesse caso aí você mina esse caso em favor do da existência de Deus ou de um ser necessário, metafíssicamente falando, ah, o ser, ou seja, o ser que precisa existir em todos os possíveis, né?
¶47Ah, aí você pode inclusive vindicar a ideia de um ser que é meramente factualmente necessário, ou seja, que ele é, no mundo que ele existe, ele é indestrutível e, portanto, é necessário, como por exemplo a matéria mais basilar do universo, né? Se se houver uma matéria mais basilar ali, né? Hã, e que existe ali sendo indestrutível nesse universo, mas que não existe em outros mundos possíveis, né? Pode falhar existindo outros mundos possíveis, né? Então is parte esse tipo de coisa, OK?
¶48Então é isso. Então isso daí já deixa o caso minado em favor da existência de ser necessária no sentido metafísico, que é relevante. Mas vamos lá. Bem, talvez vamos examinar a natureza do seu efeito. Quando olhamos para a natureza do seu efeito, ela está completamente saturada com coincidências extremamente afortunadas que tiveram que acontecer exatamente da forma certa para que basicamente qualquer coisa interessante ou valiosa ocorresse no mundo.
¶49É impressionante para começar que existam quaisquer leis da física, mas vamos supor que existem. Mesmo assim, é bem surpreendente que essas leis da física tenham constantes que permitam faixas favoráveis à vida. Digo, afinal podemos imaginar ordas de leis diferentes, muitas das quais são muito mais simples do que as que realmente temos, que impediriam que basicamente qualquer coisa interessante ou valiosa acontecesse. Sabe basicamente como se fosse uma lei que existe uma única partícula que apenas vibra por toda a eternidade. Sabe, não conseguiria nada interessante ou particularmente valioso o mundo assim.
¶50Não tivemos um mundo como esse. Em vez disso, as estruturas das leis que temos são pelo menos compatíveis com a vida. E não só isso, mas essas estruturas, a forma dessas leis contêm certas constantes ou valores fixos. E esses valores fixos precisam estar dentro de faixas extremamente estreitas para que a vida ou basicamente qualquer coisa interessante se >> Então existem várias formas de você rebater esse argumento da gente fino, né? O Lord recentemente ele teve uma discussão com o Philip Gof, né?
¶51E ele avançou uma objeção interessante que ele ele repetiu, né? Ele já trouxe em outros contextos contra o F tuning. E basicamente a objeção dele, deixa eu mostrar aqui, basicamente a objeção dele visa favorecer, distinguir back up. There's a classic debate in philosophy of basicamente o que ele faz é o seguinte. Basicamente o seguinte, o ponto que o o Daniel Ford ele traz é uma distinção entre o ajuste fino, né?
¶52entre o ajuste fino ah de constantes vinculadas e e permissoras de vida e vinculadas ao âmbito do universo. Ou seja, que o universo ele é finamente ajustado, ou seja, que a justifina é uma característica do mundo, do universo, né, de certo modo. E o ajuste fino no sentido dos físicos, que é basicamente aquela ideia de que existem teorias ou hipóteses, né, ou modelos que são finalmente ajustados na medida que ele apresentam certos parâmetros livres, dos quais, no caso, eh, apresentam valores específicos não naturais, né? eh envendo esses parâmetros livres, né? Ou seja, valores que são não naturais ali presentes, hã, ah, presentes ali na vinculadas com aquelas teorias, né?
¶53Hã, então, em virtude desses valores eh improváveis ou não naturais e que se vinculam com certos parâmetros livres ali que precisam estar, né, que estão alinhados com uma faixa estreita de valores, né, dentro de uma gama de valores possíveis que ele pode assumir vinculado com aquela teoria, né, em termos do alcance daquela teoria, a gente pode dizer que as teorias, os modelos estão finamente ajustados, segundo o sentido de ajuste fino dos físicos. E aí tem um problema, porque muit esses valores não naturais assumidos envolvem elementos alinhados com suposições feitas com base nesse modelo teoria, que são basicamente suposições não demonstradas, não provadas ou enfim, não evidenciadas propriamente e que ilustram, no caso, tipicamente, né, segundo a ótica dos físicos, sempre quando você tem uma teoria que ela é ajustada finamente, né, que ela ajustada finamente. Isso ilustra que há um vício nessa teoria e que, portanto, essa teoria é provavelmente falsa. Essa atitude típica do físico quando ele se depara com teorias ou modelos que são finamente ajustados, OK? e não que no caso esse ajuste fino se reflete em um âmbito real na realidade.
¶54Ou seja, que essa teoria, esse ajuste fino nessa teoria se reflete ao ajuste fino na realidade, ou seja, no universo. E aí ele cita aqui o exemplo da da própria constante cosmológica e blá blá blá, né? Ã, como um exemplo desse tipo de situação, né? Quando simples desse tipo de situação e vou ver na teoria vigente, o modelo vigente. E aí ele ilustra o seguinte, que uma rota do naturalista rebateu o fine tuning é justamente negar que o ajuste fino seja uma característica da realidade e que é uma característica da teoria e que a teoria não reflete na teoria e o modelo não reflete a realidade genuinamente.
¶55Sendo este o caso, simplesmente não há o problema do ajustefino genuíno que o o ateu tem que lhe dar, quando ateu naturalista tem que lhe dar. Essa é uma objeção que é feita ao ajuste fino, né? De certo modo, é uma das objeções feita ao ajuste fino. E aí ele coloca aqui os slides, né? Vocês vocês verem aqui, ó.
¶56Ele coloca aqui, ó, o sentido do filósofo. Ó, as letras físicas são eh inesperavelmente inuspitáveis para a vida. A noção central aqui é a décala de que o universo está finamente ajustado para alguma propriedade, nesse caso, para a vida, por exemplo. Ah, a propriedade pode ser qualquer coisa que você quiser. Contendo vida.
¶57contendo croquê, contendo ou vida antes de um ano, né? Ah, antes do ano de 2000 ou croquê depois do ano de 2000 e etc, né? Aí ele extrai isso do John Horn e do Yov e Isaac, né? Para ilustrar um exemplo de uso no contexto filosófico por filósofos da religião que trabalham com a noção de ajustifino a acerca do qual que é a noção que os filósofos usam, né? E depois ele traz um trecho do artigo do Simon Frederic, que é um artigo da Stanford Philosophy sobre Fine Tuning, onde ele traz o sentido do físico em um certo em um certo segmento ali.
¶58Uma teoria modelo é dito como sendo finamente registrado quando ele reproduz o fenômeno observado somente se seus seus parâmetros tomam os valores dentro de um alcance extremamente estreito entre aqueles que a teoria em princípio permite, né? Então o que que isso aqui quer dizer? Basicamente o seguinte, para a gente reproduzir os os fenômenos observados segundo essa teoria, o modelo, né? Ou seja, fenômenos observados na nossa realidade que são explicados por essa teoria. Para que no caso e esses fenômenos sejam explicados por essa teoria, elas têm que tomar valores, né?
¶59Ah, seus parâmetros têm que tomar valores ali dentro de um um alcance extremamente estreito ali do que aqueles que em princípio a gente consegue ilustrar, né, como possíveis dentro daquela teoria, daquele forme teórico, né? Ah, e aí ele coloca aqui que isso daí é ilustrado como sendo o quê? Uma característica possuída por algumas teorias, das quais vários parâmetros livres ou condições iniciais tem valores não naturais ou improváveis. E dois, isso representa o quê? Um vício teórico, um vício na teoria, né?
¶60Ele coloca até um artigo aqui do Luke Barns publicado na Europa Journal for Science para esclarecer esse ponto, né? Para esclarecer esse ponto. OK? Então essa é uma das objeções que se faz ao fine tuning, né? H é das objeções que se faz ao fine tuning, né?
¶61Que se faz alfine tuning. E existem outras objeções que eu acho interessantes, né? A delas, a outra, uma delas eu acho a própria teoria metafísica modal que o OP usa, né? E a resposta que ele dá pro Fun, eu acho interessante em termos da metafísica modal dele, que assume no caso ali que a, enfim, a maneira pelas quais a nossa realidade ela poderia divergir, né? Ela poderia, no caso, divergir, né, por assim dizer, eh, bifurcar em possibilidades alternativas, por assim dizer, né, em mundos possíveis ali, distintos, né, por assim dizer.
¶62Hã, seria justamente se houvesse um fator indeterminístico na realidade, né, em um segmento posterior, né, eh, um fator indeterminístico ali na realidade que favorecesse essa bifurcação de modo a ilustrar cursos alternativos, ah, cursos alternativos de ramificação da realidade, né, da onde você poderia ter uma situação na onde, no caso, esse microfone existe, né, e uma outra situação, né, ah, ou seja, um mundo possível ali, né, ah, na onde esse microfone existe, ou seja, ele existe existe contingentemente, né? E um outro mundo possível, né? Ah, e um outro mundo possível nos quais esse microfone não existe, né? E, portanto, ilustrando que ele é contingente, né? Ele tem um perfil, status modal contingente, porque ele existe nesse mundo, né?
¶63Ah, nesse mundo atual, né? Que é uma ramificação, né? Tem que tá ramificado ali, eh, em de uma certa forma, mas não existe no outro mundo ramificado, né? Se houver de fato essa ramificação na realidade, né? Mas todas essas ramificações que há na realidade, né, e que explicam no caso porque que certos objetos contingentes existem ao invés de não existirem, eles têm um lastro na maneira como o mundo atualmente é, pelo menos em certos segmentos prévios dele, né, atuais, segmentos atuais prévios dele.
¶64Então essa visão é chamada de atualismo, não é atualismo modal ramificado, né? Ah, o Bridge Atles. E essa visão e essa visão ela explica, no caso, o porque que certos segmentos prévios, né, por assim dizer, seriam teriam o perfil modal necessário, né, o status modal necessário, ã, vinculado com o mundo atual, né, tal como ele atualmente é no nesses segmentos prévios, né, eh, segmentos prévios, digamos assim. OK? E aí você pode se perguntar, né?
¶65E aí o OP, né, ele fala o seguinte, né, nos certos textos dele, né, dentre eles o Matealist Causal Explanations, né, que é um é um texto dele, se eu não acho que 2016, não me lembro se é 2016, ah, acho que é 2019, se eu não me lembro, bem, acho que é 2019, né? eh esse texto dele, né, que é basicamente o um texto na onde ele discorre, né, de forma mais primária ali, né, sobre o atualismo ramificado, inclusive no contexto de abordagem do fine toin, né? Então eles ele diz o seguinte, né, nesse artigo que a gente pode dizer que o universo, né, a gente pode se perguntar, né, no caso se se há de fato um ajuste fino na realidade, né, enfim, não ajuste fino nas constantes vinculadas ao universo, né, as constantes físicas ali que propiciam, no caso, ah, ao estarem dentro de um alcance estreito permissor de vida, né, que permite, no caso, com que a vida exista no na nossa realidade. Se no caso essas constantes finalmente ajustadas, elas foram ajustadas no segmento inicial necessário, né? Tem o perfil modal, estatus modal necessário, ou seja, foi dado o ajuste posteriormente, né, dessas constantes físicas.
¶66E aí a gente já pode assumir que esse ajuste ocorreu por chance, né? Esse ajuste fino ocorreu por chance, né? H, e que, portanto, no caso, isso estabelece uma explicação para esse ajustifico, né, dessas constantes. Eh, e se no caso ela foi dado no segmento inicial por por conta do segmento inicial tem um perfil modal, um estatus modal necessário, então o fato de ter dado de se ajuste fin ter se dado no segmento inicial do universo ilustra que ele é necessário, ele ele se estende para todas as ramificações, né, essas constantes finamente agitadas se estende para toda e qualquer ramificação que o mundo possa ter posteriormente, né? se é que há algum aspecto relevante na nossa realidade que propicie essa ramificação, essa ramificação, portanto, a contingência de certos objetos concretos, né?
¶67Sos objetos ali concretos ahã que nós observamos, né? Nesse caso aqui, esse microfone, enfim, ah, esse esse computador, né? Esse mouse, [roncando] essa cadeira eu, vocês, etc., né? Ah, então isso daí fornece o quê? Uma explicação pro ajuste fino, né?
¶68Pro ajuste fino ali, em termos da de certas disposições, né? que se vincula com o âmbito do segmento inicial necessário ali do nosso universo que tem um perfil modal necessário ali. Ah, ok. Então, dessa maneira rota de você explicar o ajuste fino numa via naturalista, né? Ah, naturalística, né?
¶69E uma outra rota de vocês explicarem, de você lidar com o ejustifino é você usar o a argumentação, a linha de argumentação que o Alex Malpass ele endossa, né? Que é basicamente a hipótese do stalkening horse, né? Eh, ou seja, do cavalo de troia, que é chamado, ah, ou do cavalo do escudo, né, aliás, cavalo perseguidor, né, que é basicamente o nome dessa hipótese é dada porque ele se reflete aqueles cavalos, né, que basicamente a pessoa tipo tinha um uma espécie de escudo, né, ou uma, enfim, como se fosse uma um escudo alguma coisa assim, né, é como se fosse um uma emulação de um cavalo, né, que vai tipo perseguindo, né, que dos quais você vai perseguindo, né, você vai andando, andando, andando, né? ali, eh, e meio que ancorado, né, e se camuflando por entre esse, [roncando] e, esse objeto aqui, né, que ele simula um cavalo, né, por isso que é stalking horse, né, cavalo perseguidor ou cavalo, ah, ou cavalo de Troia ou algo assim, entendeu? Hã, e que não ilustra a pessoa que tá por trás, né, do a pessoa que tá por trás movendo ali essa essa plaquinha, né, ou esse esse objeto aqui que representa o cavalo, né, que seria uma representação ali de uma imagem de um cavalo, né, simulando o cavalo, algo assim.
¶70Mas enfim, whatever. Ah, e essa hipótese, ela ilustrar o seguinte, né, que pelo fato da da hipótese de teísta, né, para ela gerar preditatividade de certos dados específicos, né, ela tem que ser pré-especificada e imbuindo elementos relevantes nela, né, ou características relevantes na hipótese tista tem em questão que o IT tá considerando para gerar preditividade de certos ajustes específicos, como ajuste fin das constantes físicas do universo, né, ao ponto delas cairem um alcance estreito permissor de vida. o fato de haver, né, [roncando] o fato de haver essas pré-especificações, né, ah, e portanto no caso, o para especificações que favorec a diminuição da probabilidade prioritária, né, a a diminuição da probabilidade prioritária dessa hipótese em detentmento da elevação da função de velhas semelhanças, ou seja, da probabilidade extrínseca, né, na linguagem draperiana, pelo fato de ser o caso, né? Ah, então se o teísta pode fazer isso, né, de certo modo para especificar dessa maneira, de forma gerar essa preditividade, então o te, o ateu também no naturalista, ele pode articular uma uma hipótese, né, de um naturalismo ali aumentado ou disposicionalista, né, ou disposicional, que estabelece a disposição de ajustar as contas físicas finamente já no âmbito ali ahã da hipótese dele, né? Ou seja, a hipótese naturaleza dele envolve justamente aspectos naturais na realidade, né?
¶71ah, talvez algum item inicial necessário natural ou qualquer coisa assim que favorece com que ele tenha uma disposição intrínseca dele de gerar esse ajuste, né, de certo modo. Ah, e nesse caso aí simplesmente a hipótese, ambas as hipóteses ficam relativamente ali empatadas, né, relativamente empatadas ali e em frente ao just fino, né, frente ao justifino ali, né? Então seria um naturalismo aumentado, né, que é chamado augmented naturalism ou naturalismo disposicional também, dispositional naturalismo ou algo assim, né? onde você constrói uma disposição na hipótese naturalista que você tá articulando para poder explicar o ajusto em questão. É óbvio, né?
¶72Cada não não estabelecendo, né, genuinamente que essa disposição seja uma disposição necessária, né, ah, seja algo necessário, estritamente falando, ah, que vai favorecer, no caso, o ajuste ali com com a com probabilidade de um, né, que é o 100%, mas no caso que favorece ali uma elevação de probabilidade ali relativamente um pouco maior, né, ah, ali, né, o que favorece a diminuição da probabilidade prioritária, né, obviamente, né, a probabilidade eh intrínseca, né, se a gente for considerar a probabilidade intrínseca ausente de qualquer consideração de evidência, de qualquer evidência possível, né, na língua linguagem dorperiana, né, que seria a a probabilidade ali na hipótese ser verdadeira, sem ser condicionado, né, ou levando sem levar em consideração o conhecimento de fundo que a gente tem de várias disciplinas do conhecimento. hã, é essa probabilidade prioritária ou até a probabilidade intrínseca também, né, que aí já seria ausente do conhecimento de fundo, sendo considerado a habilidade dela ser menor, ainda assim, no caso, ah, ela não é tão inferior quanto no caso a hipótese teísta, que é extremamente especificada, né, e que apresenta alguns elementos ali que podem apresentar alguma noção de talvez ah que, ou seja, ele diminui nível de modéstia, né, a hipótese naturalista aumentada, diminui um pouco de em termos de modéstia, né? eh em termos de modé, mas ganha em termos de probabilidade condicional, né, em termos de probabilidade extrável pela evidência relevante, nesse caso da evidência do givino. E no caso ali a e a e apesar de ter a sua probabilidade intrínseca diminuída, ainda assim não é tão diminuída assim em relação à hipótese te muito mais bem pré especificada e portanto tem uma modéstia é muito menos modesta e portanto no caso menos intrinsecamente provável ainda assim do que a hipótese do naturalismo aumentado, né? Ah, então nesse caso aí seria uma rota de resposta ao justifo.
¶73Uma outra rota de resposta ao gestifino, ah, seria justamente em termos de uma outra resposta ao finance seria em termos do justamente do requerimento da evidência total que o Draper defende, né, em certos textos dele. Acho que o texto é de 2016, se eu não me lembro, ah, in defense of the requirement of total evidence, né, que ele realiza e que ele retoma esse essa defesa desse requerimento da evidência total, tanto no artigo, né, atualizado em 2022, né, que é o atismagnostism da Stanford Encyclopedia Philosophy, conto no livro dele de 2025, que é o and the problem of evil, né, quem tiver interesse, né, ah, sobre essa defesa do requerimento da evidência total, é só vocês virem aqui no meu canal porque eu vou continuar a leitura comentada, tá? Eu tô fazendo a leitura comentada da da série em questão, mas eu vou continuar. Eu dei uma paradinha, mas essa semana eu acho que eu vou continuar já pro sexto capítulo, tá? E aqui é onde eu apresento, ó, a a leitura comentada do livro Ehens and Pril.
¶74Aqui é o primeiro capítulo, o que é o ateísmo. Aqui é o segundo capítulo, argumentos de inconsistência. Aqui é o terceiro capítulo, argumentos evidenciais. E aqui é o é o quarto capítulo, que é onde ele articula noção de poidade intrínseca. E aqui o quinto capítulo que ele apresenta o argumento da evidência decisiva em favor do ateísmo nuclear, né?
¶75Coreismo que ele chama, né? Então aqui no capítulo 3 e no capítulo 4 ele discorre um pouco sobre esses pontos que eu tô colocando, tá? Principalmente o requerimento da evidência ah requerimento da evidência total, né? Ah, ele menciona isso aqui e trata disso aqui na parte de argumentos evidenciais, né? Argumentos que são probabilísticos e coisas e tal, entendeu?
¶76Opa, calma aí. Não, não vou mostrar, não. Vou mostrar não, não vou mostrar, não sai. Mas enfim, é isso. OK.
¶77Então, um exemplo de um do da aplicação do do critério do requerimento da evidência da evidência total no contexto do ajuste fino é que basicamente os teístas eles costumam se apegar ao aspecto geral do ajuste fino, né, ao fato geral do ajuste fino, né, assumindo que é um fato geninamente, né, ter questionamentos como do Lford ou até do Fred Siadas, né, que ele tem um artigo em 2019, né, publicado ali questionando a questão do do próprio ajuste fino, né, que esse ajuste não é tão fino assim, né? né, os valores não caem nesse eh que o âmbito, né, enfim, o alcance permissor de vida é mais amplo do que simplesmente aquele que geralmente assumindo no argumento, né? Tem esse tipo de argumentação também que questiona o próprio a própria existência do ajuste fino, né? Ah, mesmo assumindo que o ajuste fino é uma característica da realidade ou qualquer coisa assim. Então tem esse tipo de questionamento, né, feito por astrofísicos, né, como o próprio Fred Adams, mas assumindo que o adivino ele é um fato, né, sobre a realidade, ou seja, que o fin é uma característica não de teorias ou modelos, mas é uma característica da realidade e que portanto demanda uma explicação em evido de ser um fato relevante sobre a realidade, né, sobre o universo.
¶78Ainda assim, a gente tem que considerar a evidência total relevante vinculada com esse ajuste, porque ainda assim, parece que esse ajuste fino, ele tá ajustado finamente, né, ali para propiciar o quê? a existência de vida corporificada, né, material, né, que apesar de envolver agentes morais, né, o desenvolvimento e o surgimento, né, de agentes morais com tal como nós, né, que podemos nos relacionar com o suposto Deus, né, caso ele existisse, ah, que somos moralmente responsáveis aparentemente, né, por pelas nossas ações que nós realizamos e que somos capazes ali, né, de, enfim, sermos moralmente responsáveis e coisas e tal, né, pelos nossos atos. Isso ser uma característica moral valiosa que a gente esperaria de obter se houvesse um Deus, né, que desejasse criar um mundo, que permitisse, né, com ajustando as condições finamente, né, as constantes físicas e as leis, né, físicas, lei finamente, né, de certo modo, para permitir a existência, né, a emergência e a existência desse tipo de vida, né, e o desenvolvimento, a evolução desse tipo de vida no nosso universo. Ainda assim, existem características mais específicas desse ajuste que parecem ser mais prováveis dado o naturalismo ou qualquer outra hipótese vinculada com o ateísmo, pelo menos local, né, que é a rejeição de uma concepção particular de Deus, o conjunto de concepções monoteistas particulares de Deus, que é basicamente fato sobre a limitação da nossa agência ser estabelecida com base nas condições da onde a gente nasce, da onde nós nos desenvolvemos, da nossa nutrição, do nosso ambiente de criação, da nossa genética, enfim, de fatores ali, né, e que são vinculados com a nossa própria espécie humana, né, por assim dizer, né, em vez de nós sermos pertencentes a uma espécie de primatas, né, ah, de descendentes de primatas, né, digamos assim, ah, relativamente tardiamente ah, desenvolvidos, né, nesse caso, a espécie humana, né, do Homo sapiens tem cerca de 2.000 anos ou 3.000 anos aproximadamente aqui no planeta Terra, né? E que tem uma série de limitações, condições limitantes da agência, né?
¶79eh, da nossa agência moral vigorantes, né, no âmbito geral, né, a ali da nossa atuação no mundo e fatos sobre o sofrimento, né, ou seja, o tipo, a quantidade e a distribuição de dor e sofrimento no nosso mundo. Então, e o próprio fato da nós seros seres materiais físicos, né, tendo em vista que seres não físicos, né, na própria ótica de grandes religiões abraâmicas, né, monoteístas tradicionais, como a religião, religiões abraâmicas, são seres, né, envolvem seres ali, né, que são capazes, né, são capazes ali de São capazes ali, né, no caso ali são capazes de performar ações ruins, né? O próprio Satanás é um exemplo disso, né? Na visão cristã, Satanás realizou ações ruins, digamos assim, mesmo sendo não físico. Então isso ilustra o quê?
¶80que o fato de haver uma vida, né, corporificada, né, ah, física, né, que no caso envolve um que um organismo ali composto de carbono, né, digamos assim, uma vida baseada em carbono, aliás, uma vida baseada em carbono como a nossa, né, ah, pertencente a uma espécie de e de descendente de primatas, né, nesse caso, a espécie humana, né, do homo sapiens, que tem uma série de limitações no âmbito da sua agência e da responsabilidade moral, né, da capacidade de ser moralmente responsável ali em vert de certos os atos serem limitados pelas condições contextuais que você se encontra, né? Ou seja, sua exção moral é limitada, né? E afetada pelo seu ambiente continuamente. Seu raciocínio moral é afetado pelo seu pelo pelo seu ambiente, blá blá blá. O fato acerca da existência de dor e sofrimento dos tipos, quantidades, distribuições.
¶81Esses fatos mais específicos, eles são mais esperados à luz do do naturalismo de outra hipótese não temíica do que vinculada com o ateismo local, pelo menos. seja o fisicalismo de fonte, né, que o prodaper articula, seja no caso ali o o próprio naturalismo, né? seja no caso o deísmo independentista, né, que ele também articula no livro ali que eu mencionei, né, que eu tô fazendo leitura comentada aqui no canal com vocês. Isso tudo ilustra de certo modo que o ajuste fino em termos gerais, né, a evidência do ajuste fino em termos gerais, né, quando a gente considera os fatos mais específicos, não só o fato geral do ajuste fino, favorece outras hipóteses que não ateista, né? Então tem esses essas considerações, né?
¶82A mesma coisa se aplica mutantes mutantes, ou seja, com todas a quando devidas modificações necessárias para harmonia psicofísica ou harmonia psiconômica, né, que é justamente o que o Schmid, ah, o artigo que o Schmid recentemente publicou, né, relacionado ao problema da harmonia psiconômica, né, de certo modo, a harmonia psiconômica, OK? Então, todos os argumentos de design, eles têm seus down, seus downgrades, né, seus downsides, ah, em termos justamente quando a gente considera o o princípio, né, aplicação adequada do princípio, né, ou da do requerimento da evidência total, OK? Desenvolv, é como se tivéssemos ganhado o grande prêmio cósmico total e mesmo assim não terminamos. Além disso, as leis da natureza realmente correspondem aos conteúdos do universo de modo a resultar em evolução temporal. E mesmo quando você tem evolução temporal, é surpreendente que sujeitos conscientes evoluam, porque podemos imaginar um mundo que seja fisicamente igual ao nosso, mas onde a consciência não exista.
¶83E, portanto, é realmente muito notável que a consciência exista. E a consciência não apenas existe, como está emparelhado de forma muito fortuita. >> Ah, mas quem disse que no caso o a concebibilidade, né, a concebibilidade, a imaginação, a intuição são guias confiáveis, né? São guias confiáveis paraa possibilidade metafísica, possibilidade real. Se o cetismo modal mitigado, ele é vindicado.
¶84Então esse tipo de consideração, ela é minada com mundo físico. >> Nossas vidas mentais são surpreendentemente ordenadas coerentes. Pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. [música] Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada.
¶85Filosofia. Isso aí [música] para mim, isso aí não prova nada. >> Mandou R$ 30. Salve David. Não intimando, mas não pode fazer que nem o joie em não quero voltar para o ateísmo que era anos atrás aqui no Brasil.
¶86Meu ateísmo senso comum não aguentaria tanta vársia. K kk. >> Tamo junto, Nir, tamo junto. Valeu pela doação. Então, eh, não vou, não vou, né?
¶87Não vou. Eu, café, a galera toda vai continuar aqui. A gente vai continuar aqui. Ô, galera, para de brigar aí, pessoal. O Joy Grace aí, para de brigar, cara.
¶88Para de brigar também, José. Calma lá, cara. Vamos, vamos com calma aí, pessoal. Sem briga aí no no chat. Relax.
¶89Mas assim, o Joy, que o Joy fosse virar teísta assim, eu não me surpreenderia muito, sabe? O que me surpreendeu foi catolicismo, cara. Por que catolicismo, cara? Ah, porque milagre. Ah, porque eu não sei explicar milagre.
¶90X, Y, Z. [ __ ] merda, velho. Que catolicismo, cara. Enfim, vamos lá. inteligíveis e racionais, dados nossos estados físicos, funcionamento e comportamento.
¶91E se você pensar na vasta quantidade de formas concebíveis de emparelhar estados conscientes com estados físicos, apenas uma parcela extremamente pequena delas realmente leva a uma consciência que envolve bens como agência racional, relacionamentos significativos, virtude, prazer, experiência estética e assim por diante. Então, temos o conhecimento moral e é muito difícil ver como isso poderia ser o caso sobre naturalismo, porque os fatos morais não explicam nossos julgamentos morais no naturalismo. E temos também o conhecimento a priori, além de várias pessoas experimentando Deus, tendo vivências religiosas e a beleza saturando o mundo. >> É só que tem alguns d isso aí, né? Você tem também bastante feiúa no mundo.
¶92Você tem a questão dos dados envolvendo dor, sofrimento, qualidade dos seres seiscientes na terra, né? Que envolve dor e sofrimento, ah, enfim, ah, envolve a tristeza, envolve, no caso, frustração, envolve uma série de elementos, né? ali, ah, envolve tédio também, séri das circunstâncias tédio. Então, uma série de características ali, né, de fatos mais específicos que, no caso dificultam esse tipo de explicação, né? Ah, então você também tem coisas feias, coisas feiura na realidade e coisa e tal, né?
¶93Coisas nojentas na realidade, principalmente no reino animal, né? Coisa e tal. Então você também tem esse tipo de coisa. Ah, sobre no caso ali a questão do sobre a questão do pareamento, né, entre os fatos morais e, no caso ali o nosso, a, enfim, as nossas atitudes específicas, né, como intuição, crença, enfim, experiência ou qualquer coisa assim, né, que permita a gente tomar conhecimento, familiaridade de com esses fatos morais, né, e que eles fortuitamente estão pareados, né, o que que explica esse nosso conhecimento moral e coisa tal, né? Ah, existem várias respostas, né?
¶94Várias ras respostas. J mesmo fez um um vídeo sobre isso, né? Sobre argumentos desmascaradores, né? Ah, e eu traduzi um texto, né? Que é dos anos de Corman, que é o texto que ele baseou para fazer um vídeo sobre isso, né?
¶95C moda, eh, que é justamente o a desmascaradores, desmassadores. Então, aqui tem várias respostas relevantes para isso, né? Então você tem as estratégias eléticas, né? Ah, explanacionistas eléticas, eh, estratégias explanacionistas doxásticas que visão ilustrar o quê? que de fato a uma relevância explanatória, né, para certos fatos ah morais no da explicação do nosso comportamento, né, ali tem um artigo também da Edr Mogeson sobre essa questão da conexão entre os fatos morais, né, como fatores explanatórios, no caso que são ah que são ali ah últimos, né, digamos assim, né, que ele faz uma uma distinção, né, Andreas faz uma distinção entre fatores explanatórios ali proximais, né, ah, proximais e fatores es explanatórios últimos, né?
¶96Enfim, ah, últimos ali, né? Ah, então em termos de fatores explanatórios últimos, né? Ah, pode ser que no caso as nossas ah, os fatos morais exerçam como papel explanatório para explicar o nosso comportamento moral e as nossas crenças morais, né, vigorantes, ah, apesar de no âmbito proximal, né, mas no âmbito explanatório proximal, né, causal proximal, principalmente, ah, ainda assim uma explicação estritamente evolutiva, né, ah, de que no caso ali que eh que certas crenças morais que nós desenvolvemos, né, foi com base justamente no fato delas serem delas favorecerem, no caso ali a uma seta fittingness, né, ou seja, seja uma aptidão ali paraa sobrevivência e reprodução, né? Ah, e que, portanto, isso explica o porque que a gente tem uma da crença moral específica, por exemplo, de que é moralmente correto, no caso nós cuidarmos dos nossos filhos, né, digamos assim, né? Uma, sei lá, uma mãe tem uma intuição moral de que ela deve cuidar dos seus filhos, né, digamos assim, ah, enquanto eles estão e em processo de crescimento, né, de desenvolvimento ali, né, desde da infância, né, enquanto bebê, até se tornar um adolescente, até virar um adulto, enfim, e se tornar um adulto independente ou algo assim.
¶97Então esse tipo de intuição moral, né, de que isso é a atitude moralmente correta se tomada, né, digamos assim, ã, ela pode ser explicada próximamente através desses esse tipo de explicação de cu evolutivo, né, estritamente evolutivo, né, que não favorece uma conexão direta com qualquer fato moral específico, né, que se conecte com essa atitude específica, né, com essa crença específica que ela possui, de que é correto, no caso, ela cuidar do seu filho, né, ao longo desse processo de desenvolvimento. Mas ainda assim, em termos últimos, ainda assim o papel, o fato moral relevante, ele pode exercer um papel explanatório ali, né? E ele pode ser inclusive indispensável, talvez, né? Ah, pode ser visto inclusive como indispensável ali ah não da da explicação última, né, dessa dessa crença, porque que a pessoa tem essa crença específica, né, de que ah, cuidar do seu próprio filho é algo moralmente correto, né? Hã.
¶98[roncando] E aí no caso, para motivar esse tipo de visão, é basicamente o a Andrea Moren no artigo dela, ela usa o exemplo do de uma espécie de inseto, né? E acho que é um besouro, não lembro exatamente se é um besouro, mas é um inseto, mais um inseto. E um inseto que no caso ele se alimenta de músgo, né? Um musgo que tem uma coloração específica, né? Uma coloração específica verde e que o fato dele se alimentar desse musgo, né?
¶99Hele elementado desse musgo favorece no caso ali com que ele inira uma coloração ali específica, né, uma coloração, sei lá, verde ou algo assim e que isso favoreça com que ele se ele fique imune a certos predadores, né, digamos assim, né, ah, a certos predadores. E aí você pode dar uma explicação, né, relevante, né, do por que que no caso eh esse, enfim, por que que esse inseto específico, né, esse inseto específico, né, ele tem essa coloração particular em termos estritamente evolutivos, né, dá uma explicação estritamente evolutiva que não faz referência ao tipo de musgo, né, que ele se alimenta, né, que ah e que favorece, no caso, causalmente ali, ele tem esse tipo de coloração particular ou algo assim e que explica porque que no caso ele tem essa cor ah específica ao invés de outra cor. H, de modo a isso mostrar uma explicação em termos justamente de que isso foi vantajoso evolutivamente, né? Ou seja, foi vantajoso evolutivamente que ele tivesse essa cor, né? Justamente porque essa cor, né?
¶100[roncando] Com que ele fosse apto a sobreviver e se reproduzir ali, né? E, portanto, passar seus genes adiante, né? No daquela espécie de musgo, daquela espécie de de insétola. E aí você não faz referência ao tipo de musgo, né? o tipo de alimento que ele se alimenta para poder ter que tem um aspecto, um fator causal relevante ali que explica o porque que no caso ele tem aquela corção particular, né?
¶101Você não precisa explicar ah o porque que ele tem essa cor fazendo referência ao tipo de musgo que ele se alimenta, né? Ao musgo ali que é o alimento dele, né? Mas ainda assim parece que em termos de causa última, esse fator é relevante explanatoriamente para explicar o porque que ele tem essa cor, mas não é relevante próximamente, né? A próxima próxima meramente você dá um account evolutivo ali da forma como eu ilustre realmente é suficiente para cercar porque ele tem essa coloração particular, né? Então tem esse tipo de rota de resposta também que eu gosto que é que é interessante da Andrela Morgen que ela usa para responder tanto a tanto o Sherry Street quanto o Michael Rose, né?
¶102que são dois filósofos ali que é vosso tipo de argumento evolutivo desmascarador. Mas isso, ô J, para de tumulto aí, mano, por favor. Ô Elder, se você quiser botar mão de ferro aí, cara, se tiver muito tumulto aí, bota a mão de ferro, velho. Dá um dá um time out aí, quem tiver tumultuando, tá? Então, eu tava apenas refletindo sobre todas essas diferentes peças de dados e todas as coincidências que eu teria que empilhar umas sobre as outras para continuar sendo a teu.
¶103Isso estava apenas, estava ficando difícil. Mas eu não tinha chegado ao teísmo porque eu tinha todas essas barreiras contra o teísmo. Eu tinha um problema do mal e várias outras dificuldades e argumentos contra o teísmo que pesavam na minha mente. E esses ainda pareciam muito fortes para mim. Mas então, no meu segundo ano de pós-graduação, comecei a me deparar com evidências avaçaladoras de fenômenos milagrosos.
¶104Quero dizer, começou com certas pessoas fazendo vídeos sobre Nossa Senhora de Zeitum. sabe aquela aparição no topo de uma igreja coptodoxa que literalmente centena de milhares de pessoas viram, além de tonelados e milagres de cura documentados medicamente associados a ela. Outra coisa que deu início minha jornada aqui foi >> isso aqui, o James [ __ ] O James Fer não, o próprio Benjamin Blake Speed Watkins chegou a discutir com Travis Day, né? Vejme muito lixar na capturan aqui. Eleva ser um caso estilo rumiano, né?
¶105Só que em termos baisianos ali para para ilustrar que no caso agação de milagre não é vindicada. Aqui aqui, ó, apresentou esse milagre aqui, ó. O milagre do testemunho não é acredível, a menos no caso que um foo positivo seja menos provável do que um milagre reportado, né, para o teorema de R. Dois. A probabilidade de qualquer milagre reportado é muito baixa.
¶106A probabilidade de qualquer milagre de milagre é um fase positivo, não é muito baixa. Portanto, no caso, nenhum milagre, nenhum de milagre é credível. E aquele avança em termos mais baiesianos aqui o a linha de raciocínio, né? E aí ele finaliza com o argumento fazendo a comparação do caso das aparições marianas, né? Ah, como elas não tendo uma probabilidade intrínseca superior, mais do que no caso a bruxaria, né?
¶107Envolvendo o caso da das bruxas de Salémin, né? da perseguição do envolvendo testemunho da bucha de San, né? Então ele faz essa comparação e avança e avança um argumento aqui interessante, né? Contra o Travis Ding e o o caso em favor de Ziton, né? Como um milagre genuíno, né?
¶108milagre genuíno ali [roncando] que apoia o catolicismo. Então é bem interessante esse debate aqui. Enfim, >> foi o fato de meu amigo Cameron Bertu estar entrevistando vários psiquiatras profissionais, ministros de libertação, exorcistas e outras pessoas na periferia do Ministério de Libertação sobre fenômenos e manifestações demoníacas que eles testemunharam com seus próprios olhos. E aqui estamos falando de coisas super recentes, em circunstâncias totalmente favoráveis à percepção com pessoas sãs, às vezes no contexto de múltiplas ou até dezenas de testemunhas e coisas que parecem muito difíceis de se confundir, que são essas experiências multimodais complexas, onde a temperatura da sala simplesmente caía para um nível congelante a ponto da pessoa conseguir ver a própria respiração e depois ficava escaldante, fazendo com que todos na sala começassem a suar e a testemunhar coisas como, ah, poucos dias eu vi literalmente com meus próprios olhos. >> Esse tipo de coisas me parece que tem evidências.
¶109de psicologia relevantes, né? Psicologia contemporânea da área da psicologia, ah, psicologia correntiva e blá blá blá, que podem ser relevantes ali para lidar com esse tipo de caso, né? Esse tipo de explicação para alguns desses relatos, né? Alguns outros talvez sejam meros exageros, né? Pode ser exagero também de certo modo.
¶110Pessoas tendem a exagerar certos relatos, né? Em virtude de certas experiências, inclusive experiências coletivas, né, que elas têm ou algo assim, né, dos quais acaba havendo um contágio ali, digamos assim, né, um contágio ali na do que a pessoa tá sentindo, digamos assim. eh em virtude de, enfim, eh em virtude delas estarem, no caso ali sendo estimuladas, né, a estimuladas no caso ali a a se alinhar de certo modo, né, por certos vieses e coisas e tal, né, a presenciarem certas sensações e coisas e tal, coletivamente falando, né, ou seja, elas estão sendo sugestionadas, né, digamos assim, de certos modos a sentir certas coisas em conjunto ou algo assim, né? Ah, então você tem algumas explicações ali nesses termos. Inclusive o James [ __ ] faz alguma referência a esses fatores ah e alguns estudos queam esses fatores psicológicos na hora que ele vai desenvolver o modelo RHBS, né, que é o rebal hallucination cognitive bias socialization model, né, para explicar a questão da ressurreição de Jesus em termos naturalísticos, né, os, enfim, os supostos fatos mínimos que favoreceriam a explicação ali no lugar da explicação da hipótese da ressurreição de Jesus para explicar fatos mínimos específicos, né, com o argumento da ressurreição de Jesus ou algo assim.
¶111Ah, então você tem esse tipo de coisa ali que o o Fer, né, ele até menciona alguns casos de supostos relatos de milagres ou de aparições e blá blá blá, né, e até de avistaminas de oven ali no no capítulo no no penúltimo capítulo do livro dele, ah, que é justamente o Unreasonable Faith State Cree for Christianity, é um livro que foi publicado em 2000 e acho que 2018, isso acho que foi 2018, se eu não me engano, se eu não me lembro bem, acho que 2018 a a exata. Ah, e é isso, né? Então, ele ele favorece isso. E sobre as alegações de exorcismo, as alegações de exorcismo, você tem o James [ __ ] reagindo ao Vincent Lampert, que é um exorcista que o Cam trouxe pro Captain Christianity, Vincent L. Não, não é isso aqui não.
¶112Exorcist não vai dar desse nome não, cara. [ __ ] que pariu, velho. Não é isso não, cara. Quero pesquisar no canal do [ __ ] Quero pesquisar filme ou exorcista. Demons.
¶113Deixa eu ver. Demons aqui. Cara, fez uma live extensa reagindo a a esse pessoal, né? Dentre eles ouvind Lampard, né? que é esse pessoal exorcista que o Kber trouxe pro canal deles e foi rebatendo as ligações, rebatendo os pontos aqui, ó, um por um.
¶114Esse daqui foi o Vit Lampert, acho que foi. Esse daqui é do Vit Lert aqui, ó. Invt aí ele responde aqui, responde esse outro aqui também. o padre Carlos Martins, né? E vai respondendo, velho, vai respondendo vários desses vídeos que ele fez com esses relatos, né?
¶115No caso ali de de possessão demoníaca e blá blá blá, né? Ah, ele colocou até o título engraçado aqui, é um ateu batalha contra as ordens demoníacas no Cristianity. Mas enfim, ah, vamos lá. Bora lá, bora lá, bora lá. olhos.
¶116E várias pessoas presentes também viram e me contaram depois como várias coisas voando pela sala por conta própria e várias outras mudanças sobrenaturais instantâneas na estrutura facial ou nos olhos ou várias outras coisas como levitação e assim por diante. E eu realmente não acreditei nessas coisas por muito tempo. Eu achava que era algo bem plausível, mas o Kamer não continuava me impressionando. Ele dizia: "Joe, assista o vídeo qual é a sua explicação pro testemunho dessa pessoa?" Sabe, eu dava essas explicações naturalistas meio implausíveis e confusas para as quais eu não tinha nenhuma evidência independente. E basicamente eu tinha que adivinhar da minha poltrona que aquelas pessoas estavam mentindo descaradamente e que todos os outros ministros de libertação também estavam envolvidos e que esses vários psiquiatras também estavam e que os relatórios governamentais que temos sobre alguns desses fenômenos também estavam errados e que as pessoas que testemunharam naqueles casos estavam equivocadas e mais dezenas de outras coisas.
¶117Eu comecei a mexer na cadeira, eu tava começando a ficar desconfortável. E essa foi apenas a primeira das minhas preocupações, porque ao longo do meu segundo e terceiro ano de pós-graduação, fui completamente inundado por evidências esmagadoras de fenômenos milagrosos. E o calibre das evidências que estão falando aqui não é tipo: "Ah, eu rezei, minha dor de cabeça passou". É tipo, ok, ok, Suzi, fico feliz que sua dor de cabeça tenha melhorado, mas não tenho tanta certeza de que isso seja um milagre. Em vez disso, estamos falando de vídeos, fotografias, análises laboratoriais, as cegas, raio X, o que você imaginar.
¶118Nós temos isso, temos análises laboratoriais as cegas dizendo: "Sim, isso é tecido miocárdico em sofrimento e o que está fazendo sobre a qual o padre Atlóico acabou de rezar?" Tipo, se você vê isso, se espera que eu faça o que eu deveria. Ah, esse daí dos milagres eucarísticos, né? Se eu não me engano, ah, se eu não me lembro bem, tem até um artigo que foi publicado depois, né? Ah, agora não me lembro o nome do ator, que parece que ilustrou que havia um tipo sanguíneo lá, né? H, específico e que nesse caso a os teístas, né, digamos, eles tomaram como sendo uma evidência, né, ah, uma evidência ali de ser o sangue, né, um sangue ali que genuíno, né, que representava o sangue de Jesus ou etc, né?
¶119Mas aí, né, nesse outro estudo, né, eu vou tentar, eu vou tentar achar aqui, cara. Foi ilustrado que, na verdade, esse tipo de resultado, né, esse tipo de resultado ali com com esse com essa substância ou com esse tipo sanguíneo, etc., poderia ser favorecido justamente por uma espécie de bactéria, né, que poderia emergir a partir do do a partir do caso ali de certos resíduos ali, né, eh, que ficava no local ali específico, né, nome da hóstia. e que em virtude de um tecido limpo ou algo assim, favorecia com que surgisse esses tipo de, enfim, esses tipo de resíduos, etc., que pareciam sangue e que de fato conham esse tipo esse tipo específico ali, né? Mas enfim, deixa eu pegar aqui o artigo. Calma aí, já para mostrar para vocês o que eu quero dizer.
¶120R pessoé me mandado o texto, cara. Calma aí, deixa eu ver se eu acho aqui. Tinha me mandado faz cota, cara. Esse texto eu tinha lido. Vamos ver se eu acho no zap.
¶121Tem um artigo em questão, o texto Já que o celular que é mais rápido. aqui esse texto da Stacy da Stacy Trasanclos, que ela comenta sobre o artigo de um ator que é católico, né? Um católico fiel ainda por cima, né? hã, um ministrador da da Eucaristia, né? E que ele comenta sobre os exageros, né?
¶122Envolvendo essa relatos de milagres eucarísticos. Pegar aqui café tinha me mandado. Deixa eu mandar pro meu perfil aqui do zap que eu acho que é mais rápido que eu consigo puxar o artigo texto que ele sumariza os artigos em sifé do texto da stac. Ah, vamos lá. Deixa eu ver se [ __ ] não foi, velho.
¶123Calma aí. Não foi, cara. Como assim, cara? Como assim? Não foi.
¶124Não carregou. Ah, agora carregou. Beleza. Carregou. Carregou.
¶125Esse artigo aqui, vel, esse texto aqui, esse texto, na verdade, ele comenta sobre os artigos, né, de forma uma forma mais sumarizada, mas faz referência nos imperos relevantes. Aqui, ó, exageros e os milagres eucarísticos. seria trágico para os católicos de tentar convencer o mundo de uma presença real de Cristo no na Eucaristia com uma alegações científicas não substanciadas sobre hóstas sangrantes, né, e DNA divino. Dois eh artigos científicos forenses levantam preocupações sobre eh investigações sobre milagres eucarísticos. O principal autor, né, do artigo ali, Kelly Curse, é um fiel católico, ministrador de da da Eucaristia por ao longo de 20 anos e um professor de ciência na na High School da Knoxville Catholic High School no Tennessee.
¶126KS também é um imunologista que é treinado no John Hopkins, trabalhou como principal investigador no N, né, no Câncer, né, National Institute of Humans Cancer, acho que é isso. e na linha de imunologia e serviu como editor para os métodos nas em textos, né, ali introdutórios de biologia molecular, né, envolvendo métodos na biologia molecular acerca da molecular. Antes de sumarizar suas preocupações, eu quero tornar claro que o seu propósito não é desprovar os milagres e nem sequer questionar a presença real de Cristo na Eucaristia. Bem o oposto, a o presentes as presentes preocupações endereçam exageros em como corrigi-los. Ah, e como corrigi-los.
¶127KS aponta, no caso que explicações naturais que nunca foram endereçadas, né? Até essas sejam descartadas como causas, é prematura legar milagre. KS também providencia protocolos analíticos que iriam decisivamente mostrar se o sangue e o tecido cardíacos, né, as amostras de tecido cardíacos, todas originaram-se de uma única fonte, um ponto chave na validação dos milagres eucísticos que nunca foram endereçados, né? Aí aqui é o artigo, né? Faz uma referência aqui, ó.
¶128First paper, ó. The relics of Jesus and miracles, scientific analysis of shared AB blood type, ou seja, o tipo sanguíneo, que é o tipo AB, né? A B, que é o tipo sanguíneo que eu mencionei, né? Five samples test positive for type a BL, ou seja, cinco amostras testam positivo para o sangue do tipo AB, né? Ah, o tipo mais raros, né?
¶129Os tipos mais raros sanguíneos de cerca de 5% da população global, né? Da população global. dois dos casos de milagres eucarísticos do Laciano em Itália de ah no século 750 e também no caso outro na Testilã no México em 2016. Eh, de acordo no caso com a tradição, eh, no pão de lanciano se tornou, né, o pão de lanciano se tornou em carne e se fez vinho, eh, e o vinho, aliás, se tornou sangue. Ambas espécies passaram por científica, né, por análise científica em 1970 pelo professor Eduardo Linoli, que reportou o tipo sanguíneo AB, né?
¶130Hã, na tigila, uma freira percebeu uma substância avermelhada em uma rocha enquanto distribuindo a comunhão. Ela também testou como sendo do tipo AB. A outra, né, os outros resultados do tipo AB são de trages, né, são de trages de roupas acreditadas como sendo tocadas por Jesus na crucificação. As relíquias, o sudado de Turim, o o gramel de enterro, né, o ornamento de enterro e a túnica da Argentina, né, da Argentil. ah, um hobby, né?
¶131Enfim, um enfim, um pano, né? Enfim, a uma túnica, né? Uma túnica, não, uma um tecido ali, né? Enfim, aquela aquele tecido que no caso veste, né? No caso é serve como se fosse uma como que como se fosse uma saia, sei lá, um uns um coisa assim, uma saia ou algo assim.
¶132Acho que é isso mais ou menos. Ah, e o sudário de Oviedo, né? Uma um tecido de face, né? Um tecido de rosto. Parece incrível.
¶133É, parece incrível no caso que todos eles testem para o mesmo tipo de sangue, um tipo de sangue raro, mas aí é um problema. Os antígenos A e B não são únicos a seres humanos. Desde 1960, biólogos conheceram, no caso que, né, tem conhecimento ali de que células bacterianas também têm antígenos A e B no seus superfícies. Portanto, no caso, se uma amostra está contaminada com bactéria, então mesmo se ela conter nenhum sangue no todo, ah, ainda poderia ter mostrar, né, ilustrar um sangue do tipo B, né, A, B, ah, como resultado no teste. Então, no caso ali, como a gente tem evidências em termos da biologia, né, acerca de um fato conhecido de que a bactérias, néulas bacterianas pode favorecer o surgimento desse tipo de antígeno.
¶134Então, no caso, fato de ser encontrado um tipo sanguíneo A e B em todos esses casos, né, de lanciano ah, ali no Tchila, né, ah, no México, ah, e também na Itália, né, digamos ali, não são evidências no caso ali de que de fato isso seja algo divino, né, chegar algo divino. Ainda assim, né, sem qualquer checagem, né, sem qualquer pessoa, se quer checar para uma explicação bacterial, né, da para bactéria como uma explicação, a ligação sobre o sangue do tipo B é usualmente repetida como miraculosa. No se livro de 2021, né? No livro 2021 ali, um cardiologista da Minas Jesus, Dr. Franco Serafini calcula a probabilidade de todas as amostras terem produzido um resultado AB.
¶135Dada essa raridade para ser uma em 3.2 milhões. Então aí você tem pessoas que começam a calcular probabilidade, blá blá blá, né? O artigo de 2023 na Catalog Answers Magazine vai ainda mais longe para alegar que esse tipo de impossibilidade estatística é uma prova matemática para real presença, né? a prova de que Deus é real e a prova de que nosso Senhor tem um sangue tipo sanguíneo do A B. O artigo de 2024 na AWTN chama o tipo sanguíneo A B de o sangue divino, né?
¶136O tipo sanguíneo divino como revelado pelos milagres eucarísticos. Os investigadores sabiam no caso, que as amostras estavam sujas, levadas, né, ou manipuladas por várias pessoas, né, múltiplas pessoas e contaminadas com microorganismos, né? Dr. Linoli reportou resíduos de pequenos insetos mortos e até larva nas amostras, né, nas amostragens de lanciando. 50 anos atrás, e o sudário, né, as fibras de sangue do sudário foram encontradas como sendo contaminadas com bactéria e fungos.
¶137A tchila, né? A mostra de tila foi lidada ali por múltiplas pessoas ao longo de 7 anos que tomou a investigação, né? KS manteve que é razoável propor que os antígenos compartilhados A e B eram de bactéria que poderiam eh vindos de bactéria, poderia prontamente explicar o tipo sanguíneo compartilhado, observado, né? Então você tem esses tipo de downsides aqui nesse tipo de explicação. Não vou ler o artigo inteiro, né?
¶138Quem tiver interesse aqui, eu vou deixar aí no ah nos comentários fixados, aliás, no comentário aí para vocês lerem. E é isso. Esse tá aí. Aí vocês podem ler aí o daí, ele tá perguntando, né? 3982.
¶139Mas esse mesmo tipo de bactéria que produz antígeno A e B está em todas essas relíquias? Então, cara, só de você ter essa explicação naturalística disponível, já ilustra uma explicação que é compatível com o nosso conhecimento de fundo do da biologia, da química, da física, né? Ah, ou seja, nosso background knowledge, né? Ah, e se ilustra como mais provável, né? Prioritariamente ali de acordo com o nosso top background knowledge, tá?
¶140Ã, com o nosso background knowledge e favorece uma explicação adequada do dado relevante, né? Ou seja, observando esse tipo de evidência que a gente tem, né? esse tipo de fenômeno que a gente tá observando, essa observação que a gente tá tendo, qual a hipótese no caso que acaba sendo melhor suportada pela evidência total disponível, né? Quando a gente trata de conhecimento, de compatibilidade com os nossos conhecimentos pré-estabelecido em outras disciplinas. Quando a gente tá considerando esse background knowledge junto com a hipótese em questão que a gente articulou, nesse caso, uma hipótese naturalística de que todas eles esses casos, né, onde foi avistado esse tipo sanguíneo A e B, eram casos na onde havia indícios de contaminação.
¶141Parece que no caso uma explicação naturalista em termos do de do compartilhamento, né, de uma bactéria ou de conjunto de fugos e bactérias que propiciam, né, ah, o surgimento desse tipo de antígeno, né, que se alinham, né, que favorecem o surgimento desse tipo de antígeno, né, que produzem esse tipo de antígeno, favorece uma explicação mais parimoniosa, né, de certo modo, e que ainda assim dá conta de explicar todos os dados relevantes vinculados com esse com esse tipo de relato de milagre, né, milagres e coisas e tal, né? Então essa texo aqui da Stacy Trustles, né, ela faz uma sumarizada, né, do desses papers, né, desses papers científicos e ela deixa os links aqui, os hiperlinks, né, para quem quiser, enfim, dar uma olhada nos nos papers, né, tem aqui esse primeiro aqui que foi publicado no Journal of Forestic Science, tá? Na Medicine and Pathology, né? Você tem esse outro aqui, tá? O segundo artigo que é o análise científica dos quadrístico, importância de parametrização, né?
¶142padronização na na avaliação que foi publicado no Journal of Forensic High and Research. E eu acho que tem mais alguns aqui. Deixa eu ver. Acho que tem mais alguns. Acho que tem mais um, se eu não me engano.
¶143Não, é só esses dois mesmo que é que ela falou lá em cima, né, que é só dois. Mas enfim. E tem esses daí, né? Então, Café tinha mandado esse daqui. E aqui, se vocês quiserem dar uma olhada, vocês podem clicar nos artigos, depois ver a metodologia, tudo bonitinho, né, e verificar ali a questão das conclusões e blá blá blá.
¶144Ah, mas é isso. Oas Razer, Joyce Grace. Exatamente. Nav de angia fazer quando você vê isso, tipo, ah, não. E para alguns desses milagres de cura, é como se tivéssemos documentação para uma remissão permanente, instantânea e completa de esclerose múltipla avançada em combinação com o pulmão que se expandiu, redefinição dos músculos da panturrilha e a remoção instantânea da cegueira ao mesmo tempo.
¶145tudo relacionado a propósito com uma alucinação complexa. Ah, e eu sei, na verdade, como uma experiência religiosa de uma voz estrondosa dizendo: "Levanta-te, meu filho, e anda". Tipo, esse é o nível de evidência sobre o qual estamos falando. E, tipo, para alguns dos milagres de cura para canonização, pros quais é exigido a documentação médica, é como se tivéssemos fotos do sujeito antes com seu pé torto, congélito bilateral grave. Temos fotos da infância dele onde você pode ver, tipo, temos testemunhas de todos esses amigos e tal e de seus professores no sentido de que ele sempre tinha que andar sobre as laterais dos tornozelos e coisas assim.
¶146E temos fotos dele durante toda a infância com isso. Ah, então ele reza para um desses santos católicos e depois disso ambas as pernas estão retas e completamente curadas. Vamos lá. Esses relatos, né, de visões e de milagres performados por orações ou rezas intercessórias, ele tem um problema. Ele tem um problema.
¶147Opa, ó, o canal Papo do Porco mandou aqui. Tamo junto por 10 joias. Valeu aí, tamos junto aí. Ó o Sérgio aí. Valeu.
¶148Esses esse tipo de eh de argumento de milagre, né, baseado em orações intercessórias, ele tem um problema. Existe um artigo, né, que inclusive é referido pelo Philip Lonel naquela lista de 250 mais argumentos em favor do ateísmo, né, digamos assim, que um desses argumentos é justamente o argumento em favor da ineficácia, né, em termos da ineficácia das orações intercessórias contra a existência de Deus, digamos assim, né? Ah, e aí nesse artigo, né, esse artigo ali específico é um artigo publicado na Europa Journal for Philos of Religion, tá? No ano de 2015, ah, feita pelo Brandon, Brandon, ah, Thurnhill Miller e pelo Peter Milican, né? Peter Milican, inclusive, é um filósofo que debateu comen Cig, né?
¶149É um rimumiano, né? Analítico. É um rim é um rimano analítico ali, né? que se engaja muito com questões de interpretação do David Hilm, né, que desenvolve argumentos baseados no David Hilm, né, que é um cara bem rumiano mesmo, né, eh, se baseia muito David Hill em particular, certos argumentos. Eles publicaram um artigo, né, nessa revista, né, de filosofia da religião, onde eles mencionam uma revisão sistemática, né, eh, eles articulam uma espécie de dilema, né, um dilema que ele chama de dilema comum em termos justamente da de várias sistemas de crenças conjuntas, né, de várias construções de sistemas de crenças e várias e várias alegações, né, envolvidas na no âmbito de orações intercessórias, né, se ilustrarem, no caso ali como sendo completamente ineficazes ou ilustrando efeitos contrários à aquele esperado, né?
¶150Dentre eles, ele eles dois mencionam uma revisão sistemática conduzida, né, em 2019, né, de vários estudos, cerca de 14 estudos, 14 studies que eles mencionam, né, 14 estudos, ah, que ilustra, no caso nenhum efeito, né, nenhum efeito ali das orações intercessórias, né, como conclusão desses estudos, né, dessa desse estudo ali, que é uma revisão sistemática desses 14 estudos, OK? Que são conduz foram conduzidos de maneira ali controlada e blá blá blá, né? Eh, e um outro ponto é que eles mencionam também, inclusive, um estudo que o Edson Tocho chegou a mencionar no [roncando] canal dele, né? E que até o nosso amigo Dante, né, o no canal axeiomático, ele incluiu esse ponto justamente no iceberg do ateísmo, né? Ou seja, teve uma parte ali do back do ateísmo, logo na parte da superfície, né, do back do ateísmo, onde ele colocou esse estudo ali.
¶151E esse estudo é um estudo conduzido em 2006, né? É um estudo controlado, né? Sobre quando tendo vários grupos ali, né? Tendo grupos de controle ali, dentre eles um grupo que recebeu a oração, né? recebeu as orações, as preces, e ele sabia que estava recebendo as as preces e que essas preces elas foram ah elas foram realizadas, digamos assim, e essas pessoas sabiam que elas estavam sendo realizadas justamente no pós-operatório de uma cirurgia no coração.
¶152E nesse é âmbito da recuperação dessa cirurgia, não só essas pessoas não tiveram um efeito positivo no dessa recuperação, que seja é que ilustre uma diferença relevante por entre os outros grupos que ou não estavam recebendo oração ou estava recebendo, mas não estavam ciente. E o grupo que sabia que tava recebendo oração, né, que tava recebendo oração, é justamente um grupo que piorou de saúde, teve efeito nocebo, cara. Olha só que interessante, não só tem uma evidência, né, nesse estudo de 2006, né? Eh, eu falei o outro, o outro estudo é de 2009, tá? Falei de 2019, mas é de 2009 o outro estudo da revisão sistemática, tá pessoal?
¶153Ah, mas enfim, esse estudo aqui que é o de 2006, que é o o condu foi liderado pelo Herbert Bensen, né? Ah, acho que é Herbert Mason, isso é Herbert Mason. O Herbert Bas Herbert Meer, que foi um estudo ali sobre orações intercessórias ali, né? Sobre orações intercessórias, né? Ah, sobre eficácia de orações intercessórias.
¶154Stern, né? Eh, stepped, aliás, ele teve uma ilustração de um efeito quê? Um efeito de piora, cara. Isso é uma evidência relevante, é uma parcela de evidência relevante, não só sobre, no caso, a ineficácia de orações necessárias, como no caso até o efeito delas negativo quando as pessoas estão cientes que estão recebendo isso, cara. [roncando] Ou seja, os pacientes que não receberam nenhuma oração, eles se recuperaram de maneiras similares a uma a pacientes que receberam a oração, mas não estavam cientes.
¶155Não teve uma diferença ligeiramente relevante ali, né? Não teve nenhuma diferença ali entre o grupo e outro, né? Significativa. E no caso do grupo que estava ciente, no grupo controle que estava ciente que estava recebendo oração, reza, teve pior. Olha que que coisa doida, né, cara?
¶156Mas aqui, ó. Aí, se vocês quiserem ter uma ideia, o Dante mencionou isso aqui, ó. Dante mencionou isso aqui. Deixa eu ver. Ah, ficar um pouquinho mais na frente, cara.
¶157Calma aí, deixa eu pegar aqui. O Thomas Ober, o artigo dele subente eitude regressiva. A oração não funciona. Essa fala é muito recorrente e na verdade ela foi popularizada pelo próprio Edson Too que mostrou um estudo controlado feito pela ST. EP, coordenado por Rabbert Benson e financiado pelo NH, publicado em 2006.
¶158O estudo concluiu que a oração intercessória por estranhas não teve efeito na recuperação dos pacientes em cirurgia cardíaca. Curiosamente, os pacientes sabiam que estava recebendo orações e tiveram resultados ligeiramente piores. A vala popular, justamente por quanto de soltou e ele tem todo o crédito nisso. 2000 anos sem a volta. Exatamente.
¶159E aqui você tem o artigo. Cara, fico impressionado. Por que que o Shimid não viu isso, cara? Eu acho que ele não leu todos os artigos que estão aqui. Não leu todos os textos que estão aqui, até porque tem coisa para [ __ ] tá?
¶160Se você for se dedicar a estudar tudo isso aqui também é [ __ ] Eu não li nem metade disso aqui, tá? Isso aqui tem muita coisa, velho. Tem muita coisa a favor do ateísmo, tá? muita coisa mesmo. E aí você tem aqui, quer ver?
¶161Tercessory CR aqui, ó, em argumentos da experiência religiosa. Aí você tem aqui, ó, na parte de argumentos da evidência e da religião, experiência religiosa. Aí você tem aqui the argument ineffectiveness of prayer, ou seja, o argumento da ineffetividade das orações. Aí você clica aqui, você cai direto no artigo do no artigo do Brandon Thornhill Miller e do Peter Milican. articula o dilema, né, os dois dilemas deles.
¶162OK. O dilema da diversidade, né, do núcleo comum. favorece uma minagem, né, no caso ali esses tipos de inconsistências ou incoerências, né, contradições ali entre diferentes religiões, né, e a ilustração da inefetividade de certas orações, né, vinculadas com uma tradição religiosa particular ou qualquer coisa assim, favorece pratizações ali para para ser essas crenças religiosas, crenças sobrenaturais, né? Vamos lá. Step, step, ó, é step.
¶163Aí aqui, ó, é justamente mencionado o artigo que o Edson To e o sistemático. Sistemático não, axiomático. Sistemático é [ __ ] O axiomático mencionam aqui, tá? Ó, vamos lá, ó. Aqui, ó, é do conduzido ali, né?
¶164Enfim, liderado pelo Herbert Mason, né? Aliás, Benson, Herbert Benson da América. Her Jonal. E aqui é mencionado outro artigo, tá? É mencionado outro artigo aqui, ó, que é uma revisão sistemática, tá?
¶165De 14 estudos, ó. Quer ver? Ó, aqui, ó. Medical miracles intercessor pray, ou seja, milagres médicos e oração intercessória. Um do mais formas, uma das formas mais uniformes de popularmente alegadas a de alegados milagres, eh é evidência para a verdade de criças sobrenaturais é a resposta de a orações, né, orações intercessórias ou algo assim, né?
¶166Usualmente os curados, a as curas eh usualmente para as curas de si mesmos ou de outras pessoas, né? Mas uma metaanálise de cerca de 14 dos mais rigorosamente conduzidos das mais rigorosamente conduzidas investigações concluíram que não há nenhum efeito cientificamente discernível paraações intercessórias como avaliadas em estudos controlados, enquanto uma minoria de estudos mostraram alguma pequena, mas no aspecto geral equivocado, né, equívoco, ah, equivoco os efeitos. Outros, incluindo a maioria dos mais estruturados cuidadosamente de larga escala, duplo cego e estudos randomizados atualmente mostraram uma substancial e significativo impacto negativo na saúde em termos de resultados de pacientes que foram orados, né? Ou seja, tiveram orações em relação a ele, né? Achados que observadores críticos podem encontrar particularmente surpreendentes, dado a maioria das orações intercessórias, né, dos de orações ou rezas intercessórias foi no foram carregados por pesquisadores de orientação simpática cristã, ou seja, não tem esse viés anticristão que o pessoal pode achar, né, esse viés só.
¶167Aqueles desejando defender um valor positivo evidencial da oração devem responder a metodologias experimentais, não por ah várias razões ah e que não são metodologias que não são por várias razões ah bem adequadas para a avaliação da intervenção divina, né? Ah, tal resposta, né, que é uma resposta de ah, mas essas metodologias não são adequadas para avaliar a intervenção divina, né? Isso daí você quer estudar, você quer analisar empiricamente os efeitos do milagre, né? Os efeitos do milagre. Não é assim que funciona os milagres, né?
¶168Deus não atua, né, conforme você deseja, conforme você quer, ou qualquer coisa assim, ó. Ah, só que o Peter Milican e o Miller, né, o Huntingnan, né, o o Thornhill, aliás, Huntingn, o Thornhill Miller, eles dizem o seguinte, né, ó, para essas pessoas que respondem dessa maneira, tal resposta, contudo, arrisca ser excessivamente diferencial para a religião e falha em apreciar o ônus racional, o ônus da prova racional sugerido pelo chifre né, cético do nosso dilema para orações que são popularmente atribuídas ao poder do efeito de curas médicas em muitas diferentes religiões e é comumemente entendido dentro delas como evidência de verdade de religiões específicas. Ainda assim, religiões conflitam em vários aspectos específicos. Tant então talis alegações evidenciais, né, não pode razoavelmente ser aceitáveis a menos que eles tenham uma suporte empírico sólido para de distinguí-las de asigações que eles implicitamente contradizem. sem tal suporte diferencial, o melhor que poderia ser esperado em termos da evidência da eficácia dação em geral, dos quais então pode parecer reduzir, né, ou sim, eliminar ou reduzir, aliás, né, reduzir alegações em favor do do supernaturalismo, né, aliás, impulsionar, né, talvez no caso, ah, dos quais podem talvez no caso e impulsionar, né, reduzir o caramba, impulsionar aleações em favor do super sobrenaturalismo do sobrenaturalismo desse segunda ordem.
¶169Mas desde que estudos impedídos parecem favorecer nenhuma evidência positiva significativa, nós podemos ah nós devemos, no caso, atualmente rejeitar tais milagres médicos, entre aspas, como providência inevidência para qualquer forma de sobrenaturalismo, mesmo quando deixando em aberto a possibilidade teórica de que deuses ou deuses possam atuar dessa maneira secretamente quando não estão sendo testados. Apesar da ausência de evidência da eficácia médica de orações intercessórias com ã de inversões intercessórias, alta consideração pelo poder da oração como uma prática geral pessoal podem ser mais justificadas, né? Ah, baseadas sobre efeitos positivos substanciais no bem-estar subjetivo, né? Ah, no bem-estar subjetivo e nas relações interpessoais. aqui ele tá falando sobre outros efeitos positivos que podem haver das crenças religiosas, né, e da oração religiosa, né, em outros âmbitos, em outros contextos, né, que não desse de eficácia médica, né, de resolução ou de recuperação médica, né, de enfim, as cirurgias, né, no caso ali do na cirurgia no coração, né, no pós-operativo ou em outras situações, né, diferentes, né, envolvendo nossas situações médicas drásticas ou qualquer coisa assim que demanda ali uma recuperação logo assim.
¶170OK? [roncando] Ah, então é isso, né? Então aqui é ilustrado algumas evidências em favor desse ponto, né? Eh, e avançado no dilema de núcleo comum, como referido ali inicialmente pelo Brandon, né? Ah, eu vou traduzir esse artigo, tá?
¶171Na p lista, eu acho que vai ser bem relevante, porque provavelmente o Jo vai começar a avançar vários argumentos de milagres, então é bom os ateus estarem preparados para rebater a galera católica aí que vai vir com tudo. Valeu aí pelas doações, pessoal, para vocês mandarem aí. Mas é isso. Eu vi que ele que o papo de porco mandou aqui mais uns para nós. O Éer também mandou umas estrelinhas, né?
¶172Umas duas joias ali. Valeu, pessoal. Mas enfim, vamos lá. Então assim, o Josh Mid ele teria que lidar com tudo isso antes de vidicar que existe uma relação causal genuína entre essas orações intercessórias com essas recuperações supostamente milagrosas, incríveis e não naturais, né? e que poderia ter explicações, sim, apesar de talvez ah aparentar ser eh implausível, né, para você, né, eh pro pro Schmid, né, e para nós, né, para alguns de nós ali que não tem formulade de cois esses estudos mais amplos de efetividade das orações intercessórias, né, das rezas intercessórias, ah, parece algo surpreendente, né, e que de fato ali não é facilmente naturalisticamente explicável, né, em termos até mesmo de remissão espontânea, né, com várias coisas ali bem ah bem complicadas, bem trincadas e que são difíceis de se tomar como algo natural.
¶173Ainda assim, a evidência, né, o corpo de evidência de conhecimento de fundo quando você toma ciência dos estudos de eh os estudos ali envolvendo ensaios clínicos randomizados, né, eh duplo cego e blá blá blá, né, ã e que foram conduzidos ali de forma controlada, né, quando você vê os efeitos nulos da oração intercessória. Então isso daí ilustra como algo vigorante, né, que deveria vigorar no seu background knowledge com seu conhecimento de fundo relevante na hora de você analisar uma evidência ali, uma parcela de ah uma parcela de um fenômeno ali relevante, né, que pode servir como uma evidência ali para uma das hipóteses que você tá considerando, né? Hã, e aí isso no caso esse background knowledge se alinha muito mais com explicações naturalísticas, né, e favorece uma probabilidade a priori, né, uma probabilidade ah prioritária, né, por assim dizer, eh, ali uma probabilidade prioritária maior para hipóteses naturalistas do que simplesmente hipóteses sobrenaturalistas. Então você deveria atribuir uma credência maior, né, principalmente hipótese sobrenaturalistas específicas, né, específicas, que é um ponto ainda pior pro Schmid, né, que é o que é justamente o alvo do dilema do dilema ali comum, o dilema da diversidade do do artigo do do Brandon Thorney Hill Miller e do Peter Milican, né? Se você considera esse tipo de coisa aí que piora ainda mais, né?
¶174Piora mais ainda mais o caso do Schmid, né? Porque esse tipo de coisa não vindicaria, né? não poderia vindicar, por assim dizer, eh não poderia vindicar em virtude da ausência de uma conexão apropriada, né, causal ali, hã, apropriada, né, identificada através de estudos conduzidos, né, ah, de forma sistemática e controlada, eh, com metodologia apropriada, ah, entre essas durações intercessórias e a recuperação, né, o efeito de recuperação dos pacientes, né, nesse caso aí, nesses relatos mais surpreendentes, né, a prima, né, então nesse caso, não é possível ele atribuir especificamente essas recuperações especificamente pro sobrenaturalismo de primeira ordem dele, que seria vinculado o quê? Com o catolicismo. É tipo, ok, isso é insano.
¶175Ah, é como se tivéssemos raio X depois e [ __ ] depois. OK, que tá acontecendo aqui? Então você passa por todos esses outros casos e é simplesmente insano e eu simplesmente não consigo acreditar na conspiração que eu teria que supor para descartar todos eles. Parece que o universo está conspirando para fazer parecer que Deus existe, que Deus está realizando certos milagres. E não apenas milagres, mas milagres.
¶176Mas milagres que parecem validar doutrinas católicas distintas. Você tem, por exemplo, eucarístico muito bem comprovado. Você tem aparições marianas extremamente >> muito bem comprovado não. Muito bem comprovado não. Aparições marianas também muito bem comprovado também não.
¶177>> Bem comprovadas como Fátima, Lourdes e Zeitum, onde Maria está concedendo pedidos de conversão ao catolicismo. Ela diz: "Peça ao Santo Padre que consagre a Rússia fora de sua jurisdição a propósito ao meu Imaculado Coração, validando assim a Imaculada Conceição que apenas os católicos dogmatizam. E claro, você sabe, ela está, como eu disse, concedendo petições para converter pessoas ao catolicismo. Ela está dizendo as pessoas para rezarem o rosário, rezarem o rosário. Então, ela está promovendo a causa da oração do rosário, que claro, medita sobre mistérios como assunção e a coroação de Maria.
¶178E, é claro, é como se fosse a própria Maria, a mãe de Deus, aparecendo para as pessoas. Então, é como se tivesse repleto de implicações que validam o catolicismo. E existem todos os tipos de razões pelas quais as explicações naturalistas não são boas e porque as explicações demôníacas não são boas. Isso é mais fácil. Como em Lourdes você tem Maria dizendo a Santa Bernadette Subirus Jesu Maculé Conception, ou seja lá como tipo Pevu Francê estão falando e você que é a baguete o croaçã de qualquer forma ele está literalmente dizendo a Santa Bernadete, eu sou Imaculada Conceição, quero dizer quão mais claro isso poderia ser.
¶179E então Deus faz questão de realizar a série, mas sem precedentes de milagres de cura concentrados e medicamente documentados de toda a história em Lourdes. Simplesmente insano. Ou você sabe, se quiser ser, eu quero ser francês. Lourdes. E Deus também faz questão de intervir em várias ocasiões, em vários continentes diferentes, em vários séculos diferentes.
¶180Ele faz questão de garantir que quando pare católico há sempre para ser padres católicos. Quando um padre católico reza sobre um pão, ele se torna, ó, meu Deus, a tercido miocárdico sofrendo depois. E temos documentação científica disso em laboratórios de teste cego e cientistas neutros que analisam essas coisas que, bom, você teria que lidar com o ponto do Kelly Curse, que é católico inclusive, mas avança pontos de cautela com relação a esse tipo de conclusão, porque algumas explicações naturalistas plausíveis que não foram descartadas, como a da bactéria que produz o antígeno A e B. E também temos fotos deles que podemos comparar. E você pode até pedir a IA para analisar as fotos.
¶181É tipo, ó, sim, parece músculo, músculo esquelético ou algum tipo de tecido muscular. Ó, é tipo, e claro, você sabe, milagre em questão simula precisamente a mudança ontológica em que os católicos acreditam e há tantas outras coisas que estou deixando de fora. Mas, finalmente, em fevereiro deste ano, sentei-me com Etan Mus por 4 horas para falar sobre a evidência esmagadora por trás dos carismas místicos de São Padre Pil. Temos médicos que emitiram relatórios imediatamente depois, onde eles dizem: "Sim, eu literalmente", descrevem com tremendos detalhes suas observações. Chega a dar uma olhada nesse texto do dat, né?
¶182Chega dar uma olhadinha nele. E aqui ele fala sobre os estudos que foram conduzidos, blá blá blá, né? Sobre os autores aqui específicos, né? Que foram alguns médicos e coisa e tal, né? E assim, tem um tem um problema aqui, é que pelo que eu vi, né, principalmente na parte do das hipóteses que ele considera sobre se o padre Piu ele era um mentiroso, ah, ou se ele era lunático, e principalmente na forma como ele relata, no que a, enfim, a os relatos, né, do dos três doutores, né, dos três doutores ali, né, dos três doutores aqui, é, que ele omite o fato de que posteriormente alguns historiadores né?
¶183Eles começaram a entrar em contato com alguns documentos, né? Inclusive a cartas, né? Enfim, documentos autobiográficos, né? Como meu amigo Francesco comentou comigo, inclusive eu conversei um pouco com ele sobre esse essa conversão do Jmid, né? E principalmente sobre esse relato do padre Píbuna, sobre justamente esse suposto milagres, né?
¶184Esses supostos milagres vinculados ao padre Píbuna, principalmente das chagas, né? Das chagas na mão, né? E coisa e tal, que não se curavam e coisa e tal. E ele que estudou mais a fundo que eu esse esse esse relato aqui, né? e deu uma olhadinha no texto do HS, ele ilustra no caso que boa parte das coisas que são colocadas aqui só convencem, né, só são convincentes genuinamente para quem já tá predisposto a acreditar no catolicismo, né, de certo modo, por alguma algumas outras razões, né, alguns outros fatores.
¶185E ele comenta sobre algumas detalhes importantes, né, sobre alguns detalhes importantes. Ele comenta, né? Ele comenta, no caso ali sobre uma descoberta posterior, né, das cartas que o padre Pio tinha enviado ao próprio padre espiritual, né, nas quais ele descrevia as supostas experiências místicas dele. Na verdade, tinham sido plagiadas da biografia de uma outra mística católica também, de certo modo, que é a gema. Ou seja, ouviu plágio genuíno.
¶186Plágio genuíno, tipo a mesma coisa, contol C, contol V das cartas. Isso é uma evidência de que o padre Pil não era muito ético, né, no comportamento dele. Um outro ponto, né, um outro ponto que o Franisco comentou comigo que é interessante, que o padre P nunca foi estudado por uma médica em um ambiente controlado onde ele não teria acesso a substâncias químicas. Aí você pode falar: "Ah, mas o Interwils ele comenta sobre isso, né? Houve sim estudos ali, né, com uma metodologia rigorosa e coisa e tal, né?
¶187ele ficou por 8 dias, né, selado ali, né, enfim, num ambiente ali, hã, no, ah, no convento dele, blá blá blá, né? Sim, só que tem um probleminha. em 1919, acho que foi mais ou menos aproximado desse ano, não sei exatamente, foi em 1909, né, que foi onde começaram a conduzir esses estudos com relação a essa questão do pai Bri, né, esses três doutores aí que o ah que o Mis menciona, foi encontrado no caso registro de compra de ácido. Ácido acho que é cor búlico. Cor búlico.
¶188Isso. ácido corbúlico, corbúlico por parte do padre do padre Pil. É uma quantia bem estranha ali, não me lembro exatamente a quantia, mas houve uma quantia bem significativa ali e houve a identificação desse tipo de registro, OK? De aquisição desses ácidos. Então isso o quê?
¶189Levanta suspeita, né? levanta algumas suspeitas aí com relação à utilização desse ácido durante alguns períodos. E há questionamento se no caso esse período de 8 dias seria suficiente no caso ali para não ilustrar nenhuma evidência relevante, né? e se de fato ele não teria tido acesso genuinamente, né, ao a um ácido desses oculto, escondido ou algo assim no convento dele. Então, assim, há há certos pontos ali que são problemáticos, né?
¶190São problemáticos, são problemáticos com relação ao relato do padre Pio. OK? Então são problemáticos com relação ao relato de milagres do padre Piu. Isso joga o quê? Dúvidas sobre a idoneedade do padre Piu.
¶191Ou seja, esse essas outras parcelas de evidências quando você leva ele em consideração no seu background knowledge favorecem com que essas explicações aqui que ele deu, né, que o tentou dar para racionalizar o ponto dele, para tentar desconsiderar a razoabilidade das explicações de mentira, né? das aleações de mentira e também no caso ali de lunaticidade como sendo completamente razoáveis frente ao background knowledge relevante que leva em consideração esses esses aspectos que eu mencionei, né? Entenderam? Então assim, tendo em vista isso, essas explicações do Nit Muse, essas tentativas de desconsiderar explicações céticas aqui, como a da mentira e também a da lunaticidade, essas razões que eles fornecem aqui são não leva em consideração, né, essas supostas razões aqui que minariam o tipo de explicação cética naturalista vinculada com a mentira e com a lunicidade, elas não levam em consideração esses pedaços de evidência relevante. Acredito que é por essa rota inclusive que o James Fer vai ir.
¶192É mais ou menos por aí, né? Mais ou menos por aí que ele vai ir. Eu tô bem curioso para ver como que o James Fer vai responder esse caso do do Ethan Mus e do Jid, tá? em termos de relatos de milagres, mas eu acho que vai levar em consideração esses aspectos que eu tô mencionando aqui. Acredito eu.
¶193Pode vir pondé, pode vir qualquer, o mais proeminente, o mais prolixo dos [música] filósofos. Você vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. [música] Isso aí para mim, isso aí não prova nada.
¶194>> Mandou R 15, rapaz. Então quer dizer que a oração faz a gente perder XP? Kak. Complicado isso aí, cara, para nossos amigos religiosos. >> Pois é, cara.
¶195Pois é. Complicado, né? O resultado é totalmente o contrário do esperado, principalmente quando a gente tá ciente disso, né? Quando, quando as pessoas estão cientes, as pessoas que estão em período de recuperação, estão cientes que estão recebero oração, isso pode gerar uma piora para ela. Pode girar piora, porque elas sabem disso.
¶196Ai, falei ácido corbúlico, né? Mas é carbólico, pessoal. Carbólico. Olha, olha assim, ele literalmente apalpou suas mãos e seus pés. E ele descreve tipo: "Sim, senti um vazio palpável entre suas mãos e era separado por membranas finas em ambos os lados.
¶197Em ambos os lados." Ah, e outro médico, em uma ocasião anterior disse: "Sim, eu examinei e havia um buraco completo atravessando toda a mão dele, de modo que eu podia literalmente ler coisas do outro lado da mão se eu a colocasse contra ela." Então é tipo, OK, Ah, e então ele teve isso por cinco décadas com várias outras pessoas vendo. Temos fotos delas, temos vídeos delas, milhares, dezenas de milhares, centenas de milhares, provavelmente milhões de pessoas viram isso ao longo desses 50 anos. Ah, e eu tenho, sabe, temos fotos do dia da morte dele em que ele não tem cicatrizes, apesar de ter feridas profundas por cinco décadas. E claro, a etiologia e a natureza dessas feridas são simplesmente totalmente incompatíveis com várias explicações naturalistas que você poderia oferecer. Isso é só sobre os estigmas e temos tantos milagres de cura documentados medicamente com ele, envolvendo até a regeneração de olhos e também sua dor de santidade.
¶198Tipo onde ele ia, às vezes vinha em ondas uma fragrância enorme e bela que enchia os quartos e permanecia com algumas de suas relíquias por anos a fio. Aí também dezenas de vezes os médicos tiravam a temperatura dele e os resultados eram inexplicáveis sobre uma ótica naturalista. Em uma dessas ocasiões, um médico usou um termômetro de mercúrio sobre o braço dele. O termômetro literalmente estourou. Então eles pegaram um termômetro profissional de banho, mediram a temperatura que marcou 125º feto e 52º.
¶199Quer dizer, todos os seus órgãos falhariam completamente nesse eu poderia continuar e há muitas razões pelas quais tudo isso tem implicações vindicativas distintamente católicas onde parece que Deus está se esforçando para dar se esforçando para dar seu celo de aprovação a doutrinas católicas específicas. Meu ponto central é que durante o meu segundo >> bom esses pontos aqui dos relatos, né, que o Efemias até comenta nesse texto que eu mencionei, eh, eu não me ofender muito em todos esses pontos, né, esses outros pontos. Mas tendo em vista esses outros elementos que eu mencionei, levanta ainda mais suspeita sobre fraudes envolvidas, sobre até a associação de fato, né? Aumenta a razoabilidade sobre essas explicações em termos de associação do padre Pio com outras pessoas ali que estão exagerando nos relatos e blá blá blá e coisa e tal, né? aumenta ainda mais a razoabilidade da da hipótese de que tá acontecendo algo mais amplo ali.
¶200Aí não não ilustra que é uma conspiração tão louca, né? Conspiração, entre aspas, tão louca assim, né? Se de fato esses relatos forem procedentes, né? Digamos assim, de fato ter esse registro ali genuíno de acordo com que o Estemias expôs no texto dele, né? Da maneira como ele expôs e coisa e tal, né?
¶201terceiro ano de pós-graduação, comecei a ser inundado com evidências de milagres, primeiramente, mas também milagres que parecem validar doutrinas distintamente católicas. E não apenas isso, mas assim como o teísmo oferecia uma explicação maravilhosamente unificadora para uma vasta e diversa gama de dados que, de outra forma, seriam surpreendentes e coincidentes, comecei a ver o catolicismo sob a mesma luz. começou a aparecer para mim que o catolicismo explica de forma unificada toda essa evidência milagrosa, o padrão dos milagres, os milagres individuais. E por que você não se engajou em analisar relatos de milagres ou de eventos paranaturais ou paranormais ou qualquer coisa coisa vinculado com outras tradições religiosas? Tem isso no hinduísmo também, amigo.
¶202Tem isso no budismo também, amigo. Tem isso em outras religiões também, amigo. Mas esse cuidado todo, esse engajamento todo, não houve com a parte com essas outras religiões. Por quê? Já que você teve todo esse cuidado, tá, com as alegações da sua religião, da religião, que você tem mais afinidade, você ilustrou mais afinidade em ouvir, por que não foi para a a mesma coisa não foi aplicado para outras religiões e também não seria particularmente surpreendente que eu estivesse que que você não se mergulhou nessa literatura relevante, principalmente da ineficácia das orações intercessórias antes de se deixar levar por pelo menos pelos relatos de milagres vinculados com orações intercessória.
¶203Eu teria muito mais respeito pelo timid se ele tivesse dito que ele se converteu ao catolicismo em virtude de uma experiência religiosa pessoal. Eu acho que seria mais respeitável do que simplesmente isso daí que ele tá fazendo, sistematicamente me desviando com relação a algumas das minhas intuições morais ou intuições contra o inferno ou várias outras coisas desse tipo. Então, comecei a ver o catolicismo da mesma forma que via o teísmo. Claro, eu ainda tinha muitas objeções ao catolicismo e era tão difícil superar todas elas, sabe? Eu tinha objeções sobre o inferno, sobre a Bíblia, sobre os ensinamentos morais da igreja, objeções ao magistério e tudo mais.
¶204Mas ao longo desses dois anos, comecei a analisar essas objeções mais a fundo e elas simplesmente começaram a diminuir. Então, além de ler teologia, filosofia e sabe, magistério, além de tudo isso, assistia muitos vídeos no YouTube, mas também me sentava por horas a fio com meu bom amigo Itan Mus e ficávamos debatendo de um lado pro outro essas várias objeções. E na maior parte das vezes ele estava sistematicamente levando a melhor. Então eu pensava: "Nossa, que está acontecendo aqui?" Não, mas as respostas dele, as minhas objeções, eram realmente muito poderosas. Quero dizer, no final das contas, foi a conversa de 4 horas com Itan Mus sobre o padre Pio, que me convenceu intelectualmente de que o catolicismo é verdadeiro.
¶205Eu disse a mim mesmo, esc >> se os argumentos que o M usou contra a questão do inferno e blá blá blá for do mesmo nível que ele expôs lá no canal do Miles K, [ __ ] que pariu, velho. Vocês conversou Schmit? [ __ ] que pariu, velho. Rel Ruser meu ver. brilhou sambou em cima do do velho.
¶206Quem tiver interesse, ó, vídeo do News, vídeo do Mus aqui, tá? Do Mus aqui no M K. convertir ao e depois o vídeo do Rander Rowser, tá? responde os pontos dous aqui. Run Rouser que é um teista cristão também, mas é um cristão progressista, né?
¶207Ele argumenta contra o infernalismo dous. Ai, ai, não. >> Não consigo imaginar se eu morresse agora e visse a Cristo. Não consigo imaginar ter que dizer o que eu teria que dizer de acordo com minha visão como não católico. E eu simplesmente não estava disposto a apostar minha alma, não apenas em uma única conspiração, mas em uma conspiração de conspirações que estariam tramando para fazer parecer que o catolicismo é verdadeiro.
¶208E assim, no dia seguinte aquela conversa com Itus, fiz meu exame de consciência cobrindo uma década da minha vida longe da fé e no dia seguinte fiz minha confissão geral. Fecha agora. Eu tenho lhe contado o lado intelectual da história, mas qualquer conversão não tem apenas elementos intelectuais, tem elementos pessoais, elementos espirituais, certo? Porque conversão não é apenas uma mudança de opinião. Conversão é uma mudança de coração.
¶209Então, o que me ajudou a mudar meu coração, quero dizer, no final das contas, foi Deus. Mas o que o que mudou? Bem, começou com Santa Maria Goret. Assisti este vídeo produzido pelo canal Gabby After Hour sobre a história de Santa Maria Goret. Para encurtar a história, sabe?
¶210Isso aqui não interessa muito. >> Eu perdoo Alessandro Seren fala com tanta autoridade. Ele prega o amor radical ao próximo. >> Aqui a intro o cringe dele. >> Então bom porque disso >> a nova intro cringe do Majesty of Reason.
¶211Mas eu quero ver isso aqui para vocês. Olha, olha isso, mano. Olha, olha isso aqui, cara. Olha isso aqui. Vê se esse cara não tá emocionado, velho.
¶212Esse cara não tá num ponto tá fora de si. Tá fora de si, inclusive. Olha a pretenciosidade. Vamos lá. >> Presencial com Mat Fred.
¶213Será lançada. Será lançada. >> E então >> a gente vai assistir isso aqui, tá? Ó, já tá no canal do Mat Fred. Já >> Mat Fred.
¶214Mat Fred no Daily Wire. trailer. You have a popular agnostic atheist YouTube channel. And by the way, as we're recording this, you haven't announced this public. Last time you were on my show, you were debating on you.
¶215>> Português, sós verem, tá, pessoal? Português, português, português. Aqui, vamos lá, vamos lá, vamos lá colocar de novo, só para vocês verem o trailer. YouTube channel. And by the way, as we're recording this, [música] you haven't announced this publicly.
¶216Last time you were on my show, you were debating Father Gregory Pine on divine simplicity. You come on as a atheist agnostic and then a couple of months ago I get a call from our mutual friend Cameron Buzzi. What happened? What happened? [limpando a garganta] Who are you?
¶217And what happened? Why is GX impermissible? Why would God send people to hell? [música] Why is there so much evil in the world? Why is God hidden?
¶218Why is there so much religious diversity and religious confusion? The problem of evil was just so powerful to me. I'm very cautious. Like it takes a lot to convince me. At this point I'm like I don't know.
¶219I'm a little bit scared. Oh no. Vamos lá agora. Olhem isso aqui, cara. E a gente vai assistir isso daí, tá?
¶220Então você deve ser no canal do Opa, calma aí aqui. Calma aí. Vamos lá. Olha isso aqui, cara. prestando atenção nisso aqui.
¶221Resto da próxima semana, >> longo do resto da próxima semana, haverá muitas outras entrevistas presenciais misteriosas que serão lançadas, sobre as quais não vou falar agora. Vocês só terão que descobrir do que se tratam e com quem elas são. >> Aqui estão alguns planos para o futuro do canal. >> Futuro do canal do cara. Presta atenção.
¶222Quero você prestar atenção, principalmente nos dois últimos. conteúdo geral de filosofia haverá uma grande mudança no Então, a grande mudança é que planejo focar em defender o catolicismo e o teísmo daqui paraa frente. Vou analisar tudo que abordei neste vídeo com muito mais profundidade. Levará muito tempo, mas quero essencialmente criar e compilar a melhor série de vídeos da história sobre argumentos para a existência de Deus e para o catolicismo. Eu eu não posso prometer, mas gostaria de fazer isso.
¶223Então, primeiro gostaria de começar com argumentos para o teísmo, depois responder responder sistematicamente aos argumentos para o ateísmo. Então, examinar minuciosamente o caso milagroso para o catolicismo, examinar os argumentos não milagrosos para o catolicismo e responder extensivamente a todas as objeções ao catolicismo vindas de ateus, teistas genéricos, protestantes, ortodoxos, etc. Quero desenvolver um amplo conjunto de vídeos criticando outras religiões. Como eu disse, isso é tudo apenas um sonho meu. Eu gostaria de fazer isso e veremos para onde o Senhor me levará.
¶224de cara. Esses dois últimos são intancáveis dele colocar aqui. Olha a pretensão dele sendo uma pessoa que acabou de se converter. Vê se não é alguém que tá muito empolgado, tá excessivamente empolgado com uma conversão nova, né? Com uma visão de mundo nova ou algo assim.
¶225Sei lá, parece um meio doido. Desenvolver um corpo extensivo de vídeo criticando outras religiões, cara. Ele acabou de se converter. Ele já tá colocando isso na lista do que ele quer fazer, cara. [ __ ] isso que me faz deixar eu meio Como assim, cara?
¶226Pois é, o Mat Elder tá falando aqui, ó. Os hindus vão macetar isso, mano. Eu Pode apostar, velho. Pode apostar, velho. Pode apostar que vai ser macetado ali pelos hinduís.
¶227Enfim, mas é isso, né? Esse daí foi o a conversão do DM deprimente, tá? Foi foi um negócio assim, pelo que ilustra, nada demais, tá? Nada demais, nada de surpreendente do caso dele em favor do catolicismo e do Mils. Provavelmente o James Fer, o Fi Hperer, o Alex Malpaz, o Daniel Lford, provavelmente a galera vai juntar para dar uma mogada nesse caso aí em favor do catolicismo.
¶228Muito provavelmente. Eu tô curioso para ver como que no caso outros ateus vão reagir, né? Nesse caso aí o os ateus que eram parceiros do Mid em termos de publicação e tudo mais, né? Eu tô curioso para saber o que o James Hoder vai fazer com relação aos casos que ele vai listar ali. Acho que vai ser bem interessante as interações que eles vão ter, né?
¶229E é isso. Sim, o Locon se converteu pro catolicismo, mas o Locon é conversão cringe, cara. Conversão ainda mais se isso aqui foi cringe do Long foi mais cringe ainda. Ô Cirilu aqui a conversão dele não foi por questão intelectual não, cara. Estreitamente intelectual não, cara.
¶230os argumentos, né, os raciocínios intelectuais que ele que ele se convenceu, que né, que são os argumentos de milagres, são coisas que vão muito para além do que soma teológica, cara. Tem nada a ver com sua teológica. Tem nada a ver com sua teológica ali. A única coisa a ver que tem é o quê? É, é, é católico, né?
¶231É de matriz católica, né? de relato tipicamente vinculado com catolicismo. Mas enfim, é isso, né? Triste, triste, triste. Mas enfim, terminamos aqui.
¶232Então, ele tava flertando com teismo, mas não tm clássico, né, cara? Que é foi o que ele passou a vida inteira dele criticando, cara. Os trabalhos dele são totalmente incompatíveis com essa visão de mundo nova que ele que ele só completamente incompatíveis. Valeu, de novo, Enfim, vou finalizando aqui, tá pessoal? Valeu, valeu.
¶233Falou e até mais, pessoal. Um boa noite para todos. Amanhã, ah, mais tarde tem react, viu? A gente vai reagir ao debate do Humberto Matos versus os 20 liberais lá no Spect. Beleza?
¶234Então, falou, até mais, pessoal. >> [música] [música] >> เ >> [música] [música] >> เ เฮ [música] >> [música] [música]