¶1Salve galera, beleza? Aqui quem fala David novamente. Estamos aqui mais uma vez para reagirmos aqui a mais um vídeo no canal, OK? Dessa vez aí nós vamos reagir ao vídeo recente, né, da entrevista do Joy Smate no Matt Fred, né, que é um podcast católico do exterior, né, ah, vinculado ali com Daily War, né, alinhado com Daily War, enfim, que é um veículo de comunicação ali bastante famoso na direita e na extrema direita do exterior, né, digamos assim. Ah, e que é um veículo ali predominantemente católico, né, uma galera predominantemente católica e coisa e tal, né?
¶2Eh, e aí ele deu uma entrevista lá contando sobre o testemunho de conversão dele, as razões que ele trouxe, né, que fizeram ele a deixar o agnosticismo e se tornar, no caso, um católico, né, ah, novamente, né, ou seja, se reconverter, porque ele já era católico antes e era o católico devoto, segundo o relato dele. Eh, depois ele virou agnóstico, né, de certo modo ali, por conta do problema do mal. Eh, e aí no caso ele, enfim, ele entrou em contato com alguns conteúdos do Joshua Rasmassing, se tornou um agnóstico ali, né, depois de ter virado um ateu, né, por um breve tempo, um ateu no estilo neoateísmo, né, no estilo neoateísmo dalquiniano, umas paradas assim. Aí ele se desconverteu desse ateísmo daquiniano, virou um agnóstico e agora se reconverteu novamente depois de algum tempo, né, principalmente por conta de argumento dos milagres, né? Então salve aí pra galera que tá chegando, um salve aí pro Mirtinos, Olier, André.
¶3Ó, o curso tá mandando aqui, ó. Nem teísmo nem ateísmo. Panenteísmoismo sol. Tá bom. Ó, Gasl, nosso amigo Mat Elder.
¶4Salve para ele. E o J, boa noite, J. Boa noite. Boa noite. Ó o Adolfo aqui também que é católico, né?
¶5Ele tá aqui conosco. Salve, Adolfo. Tava na live do Fugi lá, né? Eu tava vendo lá, tava comentando com com o Fujita lá, cheguei a comentar algumas coisinhas lá, ã, com o Fujita e o Carlos lá na live deles, ele tava lá. Um salve aí pro Adolfo também.
¶6Eh, enfim, se apresente, San. San vai estar aqui junto comigo pra gente dar uma analisada aí nos raciocínios. >> Olá, pessoal. Meu nome é Bruno SK. Eu sou psicólogo e também doutorando em filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia com período sanduí na Universidade de Oxford.
¶7Na minha pesquisa de doutorado, eu pesquiso mais especificamente metaética, que é a área da filosofia moral, que lida com a linguagem moral. Eu também tenho um canal no YouTube onde eu posto vídeo sobre filosofia da religião, psicologia e temas relacionados. E eu agradeço o David Ribeiro pelo convite para reagir ao vídeo do Joy. >> Perfeito, perfeito. Então vamos começar aqui, né?
¶8Aqui tá o vídeo, tá? Para quem tiver interesse, eu vou mostrar aqui para vocês. Eh, ó, deixa eu tirar aqui da tela cheia, só para vocês verem qual que é o novo título do vídeo. Ó, mag reason Joy Schmids converts to catolicism, né? Ou seja, majestade da razão, Joy Schmid converte-se para o catolicismo.
¶9E aqui, de fato, ele apresenta as razões, né? As razões dele. Eu eu acho que eu vou pular a introdução aqui, né? Eu acho que eles cons até uma time stamp. >> Hum.
¶10Pode ser. >> Ah, até mais time stamp aqui, ó. Vamos, vamos colocar aqui. Eu vou deixar só rolar aqui o esse inicinho porque é legal a entro que eles colocaram, né? Ilustrando que o J Media ele é bem proeminente nos trabalhos ali de relacionados à defesa do ateismo analítico e do agnosticismo, né?
¶11De certo modo na na filosofia da religião, só pro pessoal ter uma ideia. >> Deixa eu só desacelerar, né? Porque tá muito acelerado. Então deixa aí. You haven't announced this publicly.
¶12Last time you were on my show, you were debating Father Gregory Pine on divine simplicity. You come on as a atheist agnostic and then a couple of months ago I get a call from my mutual friend Cameron Batuzi. What happened? What happened? Who are you?
¶13And what happened? Why is G impsible? Why would God send people to hell? Why is there so much evil in the world? Why is God so hidden?
¶14Why is there so much religious diversity and religious confusion? Prob evil is just so powerful to me. Very cautious. tak >> tá isso aqui, essa intro wasti Esse argumento, pessoal, é esse argumento aqui, tá? Do BR cutter Cutter.
¶15>> Deixa eu mostrar aqui para vocês qual que argumento é esse que ele tá falando que foi popularizado pelo Kit e pelo Cutter. Esse daqui tá pysic harmony. Any argument for the publicado na Oxford Studies em Falulation, tá? Ah, foi publicado em 2025 esse argumento começou a se popularizar bastante, o pessoal começou a usar lá, tá? Começou a usar lá.
¶16E basicamente o seguinte, né? Eh, esse argumento ele trata justamente da da ideia de que certos estados fenomenais, né, eles estão fortuitamente conectado com certos estados físicos ali, né, os estados naturais, né, eh, mentais, né, aliás, estados físicos do cérebro e coisa e tal. E eles propiciam exatamente o tipo de reação apropriada que a gente se a gente esperaria de se obter, né, a gente espera de se obter em relação a certos a certas estímulos específicos, né? Como, por exemplo, ali você, sei lá, você colocar a mão no na frigideira, né? você colocar a mão na frigideira e você sentir uma dor, você sentir dor ali e essa dor favorecer a repulsão do da seato, né, de colocar a mão ali na frigideira, uma coisa assim, né?
¶17Então, parece que esses estados fenomenais, né, esses estados fenomenais ali, eles estão fortuitamente conectados com estados físicos, né, eh, vinculados ali com certos eh estímulos, né, que você recebe no seu corpo, né, estímulos nervosos e blá blá blá, que favorece com que você tenha reações apropriadas ali fortuitamente de evitar certas coisas que são danosas a você, né, ao seu corpo físico e favorecer, né, sentir atraído por coisas que são benéficas para o seu corpo físico ou paraa sua mentalidade, etc., né? Eh, enfim, funcionamento do seu organismo e pra sua sobrevivência, né? Eh, então é mais ou menos esse o argumento, né? O argumento é mais ou menos nessa linha. Eh, eu cheguei a comentar sobre ele, inclusive numa live que eu tive com o Ani Martins, tá, algum tempo atrás, quando a gente tava comentando sobre eh, enfim, sobre o enfim, a qualidade do da militância ateísta aqui no Brasil e também em comparação com o exterior, né?
¶18E aí eu até mencionei o George Media, blá blá blá, né, na época. Mas é isso. H, então vamos lá. Vou voltar aqui pro Você comentar alguma coisa, S também? Você você fala.
¶19Acho que a gente pode perseguir aí. >> Beleza. Então vamos lá. Ó, um salve pra galera tá chegando. Chegou a Lucy.
¶20A Lucy tá aqui conosco e o dos de filosofia que o calma. Opa, calma aí. Calma aí, calma aí, calma aí que eu aí que eu tava ouvindo aqui um rebote. Se vocês quiserem mandar alguma mensagem importante, mandem aqui, tá? No Live Pix, que eu ai, né, eu vou dar uma paradinha para dar uma olhada aqui no no que vocês mandaram aqui no Live Pix, beleza?
¶21Aí, qualquer coisa, se eu não leio o Live Pix de vocês, vocês só me dar o toque aí que eu entro na hora aqui no coiso para ver exatamente o que que vocês mandaram, tá? Deixa eu ver aqui, deixa eu deixar aberto aqui, né, para vocês. >> Fim, pronto, tá aberto aqui meu Live Pix, tá? Aí vocês podem mandar suas mensagens aí que vocês jogarem relevantes e aí a gente vai lendo aí e comentando, beleza? Mas enfim, vamos ver, vamos ver lá exatamente como que o Joy Smith chegou nisso, né?
¶22Como que ele se convenceu desse elemento, né? desse aspecto aí do do ajuste fino, a fino não, da harmonia psicofísica e depois, é claro, também do ajuste fino, né, das objeções que ele foi perdendo com relação a justif, né? Mas vamos lá. the beginning of grad school. So, you know, I've been for quite some time.
¶23I thought that the evidence for and against God's existence was roughly counterbalanced. It was hard to tell one way or another which way the evidence pointed. And you know, I had some I had lots of evidence against God's existence the problem of evil and hidden and confusion and whatn I had some arguments that I thought pointed towards God's existence like the contingency argument and certain arguments relating to consciousness but really nothing tipped the scales particularly significantly. But then this paper came along published in Oxford studies and philosophy religion by Brian Cutter. He's a philosopher in Not Dame and by Justin C and he's a philosopher I think he's now working at like the insect institute or something like that some sort of effective altrist cause.
¶24And it's this called like the argument from psychophysical harmony or something like that. And they it up on film papers and I read it. I'm like, "Oh man, this seems pretty forceful." So years ago a husband and a wife in LCOM is the basic argument. Yeah. So, we got the physical world around us, right?
¶25Things made of matter and motion described by physical laws and whatn I claim that we can at least conceive of a world where it's just like our world down to every last microphysical detail right down to these subatomic particles et but of consciousness of this felt conscious experience of the world. que a gente já tem um problema para ele motivar esse tipo de argumento. Primeiramente ele tem que endossar uma uma forma de epistemologia modal liberal até demais, né? Liberal até demais, né? E é um ponto também vinculado com o próprio argumento do zumbi filosófico, né?
¶26Que o David Schamers avança, né? No caso ali num contexto de motivar a noção da, enfim, a a visão, né? A visão no caso ali de que de fato a consciência ela não é redutível ao âmbito físico, né, propriamente, né? ou seja, o argumento de concebibilidade de uma distinção, né, de certos estados fenomenais, como desvinculado de certos estados físicos, né, a a princípio, né, e como possibilitando uma espécie de mundo de zumbis filosóficos que não são dotados de qualha, né, ou seja, de aspectos qualitativos subjetivos em primeira pessoa. Ah, então isso daí é uma é uma é um aspecto, né, um passo questionável para quem dosa, sei lá, uma forma de epistemologia modal, ser cética modal, né, ah, como no caso o próprio Fiplion, né?
¶27Eh, então para quem tiver interesse, uma forma de você tentar minar esse tipo de argumentação é justamente você correr, recorrer ao cticismo modal mitigado, né, que é justamente o que o Fugita tentou bater, né? Eh, inclusive eu vou fazer uma resposta pro pro argumento do Fugita, que eu faz tempo que eu não que eu falei que eu ia fazer uma resposta lá para aquele vídeo que ele fez, né, que ele tentou responder e o SK sobre o argumento ontológico do Anselmo. Eu acho que ficou faltando lá eu eu dar resposta a contrposta, mas enfim, eu pretendo fazer a resposta dele assim que eu traduzir dois textos que eu acho relevantes aí para para dar essa resposta. Mas eh para vocês rebaterem esse tipo de ponto, né, vocês podem e vocês podem ir para esse texto aqui, ó. Deixa eu colocar aqui para vocês.
¶28Ã, calma aí, deixa eu colocar aqui só para eu vou dititar para vocês. Ó, vocês vem aqui na pr naturalista modal mitigado. Modal mitigado. Opa, calma aí. C modal.
¶29Vou colocar modal que já já vai aqui, ó. Aqui no Cismo modal você nesse artigo aqui, né, nesse texto aqui que na verdade é um capítulo, né, o capítulo três do livro is the best expans, né, a dialogue, onde o Philop Leon dialoga com Joshua Rism Joshua Rismas, inclusive que é o filósofo que foi responsável por deixar o Joy Media no âmbito agnosticismo, né, enfim, no a chegar na conclusão ali de que o o agnosticismo era a posição mais razoável, né, porque as previdências estavam meio que pareadas ali para ele, né? Ah, foi um dos primeiros filósofos aí que moveu o Joy Media a mudar um pouco as credências dele na questão do teísmo, né? eh, e a conhecer o teísmo acadêmico, né, na filosofia analítica, né, segundo o relato dele. Eh, e aqui no caso alguns argumentos que o Felipinho fornece, né, que são argumentos inclusive tentou objetar, né, no vídeo que ele tentou responder aí o sunk é justamente o argumento justamente da psicologia evolutiva, né, ele faz referência ali o Timothon Willon, né, a um texto justamente do Timothon Willson e também acho que o outro é o Crit, eu sempre esqueço o nome do outro do outro autor.
¶30Ah, quer ver, deixa eu pegar aqui o nome. É Shaw Ni Nichols, né, né, não é Shaw Ni Nichols. E o Sh Nichols também que ele traz, né, ele traz esses insites da psicologia evolutiva justamente para ilustrar, no caso que o nosso raciocínio, né, contra factual e nossa, ah, foi, foi um elemento muito importante, né, esse nosso raciocínio acerca de contrafactual, que é tipicamente vinculado com a nossa maneira de conceber cenários alternativos ali, ah, envolvendo o âmbito próximo, né, da no âmbito da das proximidades, né, ah, da onde nós nos encontrávamos no passado, né, da onde nossos ancestrais nos encontravam no passado ali, eh, e que proporcionou eles a sobreviverem, né, ou seja, tinha um papel evolutivo. a gente sabe, a gente desenvolver esse tipo de raciocínio contrafactual de ah, se eu pulasse, né, se eu não pulasse no caso num riacho ali específico, né? Ah, se eu ali, tem um riacho ali que eu preciso atravessar, mas se eu pular nesse riacho aqui com essa correnteza, será que no caso eu morreria, né?
¶31Se eu se eu fosse pular nisso ou algo assim e aí favoreceu o quê? que esse raciocínio contrafartual tivesse uma função em termos justamente de e possibilitar um se alinhar com o raciocínio contrafó que possibilitou, no caso, a questão da de um certo papel relevante na sobrevivência e na reprodução ali da espécie humana, né, de certo modo, teve um papel ali evolutivo relevante pra gente poder refletir e considerar ali ã certos cenários alios, né, ah, como sendo apropriados, né, da gente realizar, performar um certo curso de ação, né, realizar uma certa ação específica ou ao invés de outra, né? Um outro argumento que ele traz aqui é o argumento justamente da ah do o argumento dos detalhes, né, dos detalhes ali, que é basicamente o seguinte, né? Quando a gente tenta imaginar uma barra de ferro, né? Se a gente fecha os olhos e tenta imaginar uma barra de ferro flutuando, a gente consegue imaginar essa barra de ferro flutuando, né?
¶32essa suposta barra de fer flutô, mas quando a gente pensa nos detalhes, né, sobre o que que deveria ser modificado em termos da estrutura física, né, a estrutura atômica, né, mais basilar, né, molecular ali, ah, envolvendo, no caso ali o elemento químico, né, alinhado com o ferro, ah, o que que levaria, né, no caso ali para que fosse possível que ele flutuasse em termos de possibilidades físicas, por exemplo, dele dele flutuar, começa, no caso, a esvanecer a ideia de que seria possível realmente com que esse ferro ele pudesse se flutuar na água sem que no caso ele deixasse de ser ferro, né? Porque parece que no caso há um conjunto de elementos relevantes, né, de de aspectos relevantes, de condições relevantes físicas que teriam que se modificar e de elementos na estrutura molecular ali específica desse teriam que se modificar para que ele de fato flutuasse na água, né? Ah, entendeu? Então isso daí é um elemento que joga dúvidas na nossa capacidade de obter conhecimento sobre fatos modais, ou seja, fatos acerca de possibilidades reais através da mera concebibilidade ou da nossa intuição ou no caso ali da nossa, enfim, da nossa imaginação, né, que é esse caso. Ah, e um outro ponto que ele avança é justamente o ponto do de certas conituras matemáticas, né, como a conitura de Golba.
¶33Parece que no caso a gente consegue conceber a conjetura de Goba como sendo falsa e como sendo verdadeira. Só que no caso essas duas concepções, né, que a gente tem, eh, elas favorecem o quê? Uma contradição propriamente, porque a se a conjector de GB ela é realmente possível, né? Então, no caso ela é necessariamente verdadeira, né? Ela necessariamente verdadeira.
¶34E se no caso ela é realmente impossível, então no caso ela é necessariamente falsa, né? Porque no caso verdades matemáticas, né? Envolvendo conuras matemáticas e outras coisas mais, né? Verdades aritméticas, elas simplesmente, no caso, são verdades dos quais o status dela, né? o status modal delas é necessário, né, necessariamente verdadeiro, caso elas sejam verdadeiras, né?
¶35Eh, então, nesse caso aí temos um problema aí de conclusões incompatíveis e coisa tal, né? É um ponto que geralmente é utilizado para motivar a o C modalmentigado. Provavelmente o Schmid ele vai comentar sobre isso, né? No caso lá de 12 horas ou mais, né, em favor do catolicismo. Eu acho que ele vai comentar sobre isso também, sobre cicismo modal, eh, empirismo modal, né?
¶36Eh, e o o Lon, né, através disso, ele não deixa a gente no escuro, né, ele desenvolve também o empirismo modal, que é justamente essa visão aqui que ele discorre em um dos capítulos justamente do livro Modal Epistemology After Rationalism, né, que foi coescrito, né, aliás, foi coeditado com o Bob Fisher, tá? É, então ele motiva aqui de certo modo o empirismo modal, a perspectiva de que nosso conhecimento acerca de possibilidades reais na realidade ele é lastreado, no caso, em típicas inferências, né, ou em típicos meios de obtenção de conhecimento envolvendo o âmbito da experiência observacional, né, de alguma maneira, seja no caso uma premissa e um argumento dedutivo que é suportado experiente e permite a gente extrair uma inferência a partir disso, né, desse tipo de de elemento da experiência, né, seja no caso uma inferência indutiva, né, através da generalização de casos, né, generalização de de uma característica presente numa certa amostragem específica, né, de casos observados, né, ou seja, a gente observou várias vezes, né, várias coisas se repetindo e a partir disso a gente extrai uma característica geral, né, uma característica ali comum presente nessa amostragem relevante e a gente utiliza isso para generalizar essa essa característica presente nessa amostragem relevante para o todo, né, pra população total, né, é relevante ali dos casos ali, né, a gente tomar ela como representativa essas observações que a gente fez e a gente infere indutivamente, generaliza indutivamente essa característica pro restante da população relevante a vinculada aqueles elementos, né? alinhado com aqueles elementos ali daquele daquela amragem que a gente tá considerando. E no caso também o raciocínio eh abdutivo, né, através de inferência, parlicação, através da articulação de hipóteses ali, né, de hipóteses que visam favorecer a explicação de certos fenômenos, né, ah, a gente consegue, no caso, ali obter um conhecimento acerca de possibilidades reais através da articulação dessas hipóteses e verificando, no caso, se elas são bem suportadas, né, essas hipóteses são suportadas, né, através das observações, ah, das observações das quais a gente está em contato, né, as observações acerca de de fatos vinculados com a o âmbito muito observacional, enfim, experial que a gente tá observando, né? Um fenômeno específico que a gente tá considerando e é claro também a a inferências, né?
¶37Enfim, envolvendo raciocínio analógico, né? A gente articula analogias ali, né? raciocínios, argumentos analógicos a partir de pegar, né, certos casos específicos, né, ali e tentar identificar características em comum presentes ali, né, nesses dois casos comuns, né, os características relevantemente similares entre dois cenários distintos, né, eh, para a partir desses dessas relev dessas similaridades relevantes ali entre esses dois cenários, entre esses dois objetos, esses dois estados de coisas ou esses dois fenômenos, a gente tenta inferir uma característica posterior compartilhada em comum ã nesses dois fenômenos, né? H esses dois fenômenos a partir no caso, eh, dessas outras características em comum observadas como presente nos dois casos, né? Eh, então, através desses meios a gente obtém conhecimento de possibilidades reais.
¶38Então, é uma maneira de objetar eh o argumento da harmonia psicofísica. E uma outra maneira, uma outra maneira que inclusive o Joy Mid ele sugere, né? Ele sugere em um dos vídeos dele, né? Um dos vídeos bem passado, né? Provavelmente ele vai abordar isso também no, enfim, ele vai abordar isso no no caso dele, né, de 12 horas pro pro catolicismo, hã, que a gente também vai reagir, tá?
¶39A gente também vai reagir. >> Uhum. >> E que é basicamente esse presente aqui nesse artigo. Eu não sei se você já leu o Sunk, nesse texto aqui da Red Har, né, que é aquela é basicamente ela tem articular uma ideia de que de que nós temos ali, né? Eh, nós temos ali, nós temos a ideia o seguinte, através de uma argumentação, né, de uma argumentação em termos do critério de inconcebibilidade, né, ah, de um critério de inconcebilidade ali, ela tenta estabelecer que, no caso, há certas propriedades fenomênicas vinculadas com a nossa a própria experiência qualitativa da dor, né, com a a própria propriedade fenomênica, né, fenomênica ali da dor ou ou do prazer, que elas têm certo certos poderes específicos, né, poderes causais específicos constituind constituindo nela, né, constituintes dela, de tal modo que não é possível você ter, no caso, uma experiência de prazer, né, de prazer, sem que, no caso isso favorece que você sinta atraído por aquilo e você não tem uma experiência, no caso ali de dor, né, uma experiência de dor sem que você sinta repulsa nisso.
¶40Ou seja, a própria experiência de dor, né, a própria experiência, né, o estado fenomínico ali da dor, ela tem uma propriedade, né, ela se com uma com um poder causal ali relevante, né, essa propriedade ali da fenomenica, no caso da da dor, ela se lê com uma com poder causal fenomênico que favorece o quê? você a se sentir repulso para algo que favorece você a sentir dor. É, então ela nesse artigo, né, nesse texto, que é um texto inclusive que o próprio JMID recomendou uma vez, inclusive, ela articula essa visão ah como uma visão inclusive alinhada com psiquismo, para prosiquismo, né? Ã e que serve, no caso, para você tentar objetar o argumento da harmonia psicofísica, né? para você objetar, aliás, a o harmonio da harmonia psicofísica através do estabelecimento de certas regularidades ali psicofísicas ali que se se alinha com uma relação necessária, né?
¶41Seja um vínculo necessário, né, entre esses aspectos fenomênicos, né, entre as propriedades fenomênicas, né, ah, os estados conscientes fenomênicos e, no caso, os estados físicos relevantes, né, os estados físicos ali, né, de tal modo que não tem como você ah ter uma coisa sem ter a outra, né, por assim dizer. Ah, e aí no caso ela responde algumas objeções, como a questão do masoquismo ou do sad masoquista. Eh, justamente em termos de ilustrar aqui no fundo, o que favorece a atração de um masoquista em, no caso, inflingidor em si mesma, é justamente uma sensação de prazer associado com isso que favorece com que no caso haja esse esse poder causal relevante, né, atuante sobre, no caso, o masoquista ou algo assim que favorece com que ele se sinta inclinado a buscar a dor, não por si mesmo, mas como um instrumento para alcançar o prazer ali de certo modo. Tá? Então tem esse tipo de resposta aqui para esse tipo de objeção da do masoquismo, do sado masoquismo, né?
¶42Também ah aqui tá. Mas enfim, não vou não vai vou entrar detalhe, só tô mencionando que tem rotas de resistir esse argumento aí do da harmonia psicofísica, tá? E tem uma outra resposta que é o que o Grahop fornece, tá? O Grahop ele fornece uma resposta com relação a ao argumento da harmonia psicofísica. Inclusive ele teve uma um debate com Bri Cutter aqui.
¶43BR Cutter >> no canal Miles K, que é um canal muito bom. Recomendo vocês se inscreverem nesse canal. Acho que o o o Bruno também gosta bastante do Miles, né? Aham. >> E aqui eles tiveram esse debate sobre eles tiveram esse debate sobre o argumento da mania psicofísica grop.
¶44E basicamente uma das respostas do OP, né, envolve justamente a questão do atualismo modal ramificado, né, ou atualismo de bifurcação, né, que é algo que inclusive chego a abordar em uma das minhas aulas, das aulas que eu forneci aqui, que é essa aula aqui. Deixa eu ver, deixa eu pegar aqui. Tem justamente essa aula aqui, tá, pessoal? Só para mostrar para vocês >> aqui, ó. Essa essa primeira essa segunda essa segunda aula aqui foi justamente sobre o atualismo de bifurcação ou atualismo modal ramificado ou atualismo de ramificação, enfim, como é que você queira traduzir isso, né, pro português, né?
¶45É o modelism, né? B, basicamente, >> hã, que envolve aquela ideia de que, no caso, as maneiras pelas quais, né, em termos de metafísica da modalidade, ou seja, sobre a natureza, do que que do que que constitui esses fatos modais, né? eh do que o que que são esses fatos fatos modais e blá blá. Mas basicamente a o atualismo modalficado trata os fatos modais como lastreados ah justamente da maneira como a realidade atualmente é em algum segmento primário ali, eh, algum segmento, né? H, seja um segmento maximal, né, infinito, né, se for no caso ali, se você acreditar que há uma regressão infinita, pelo menos há um segmento maximal infinito, né, maximal infinito ali, que tem esse perfil modal necessário, seja no caso a ideia de um segmento inicial, né, ali prévio atual, né, eh, e que tem o status modal necessário, né, e que a partir disso, né, a partir de algum aspecto de indeterminismo posterior ou algo assim, ah, é explicado a questão da maneira pelas quais a realidade ela poderia ter divergido ou ela se divergiu genuinamente, né, se houve esse fator fatura indeterminístico real na realidade e que permitiu com que no caso as coisas contingentes, né, coisas que existem, mas que poderiam não ter existido, surgiram, né, ali na nossa realidade, né, por exemplo, sei lá, esse microfone, eu, o sanke, esse computador, essa cadeira aqui, né, essa cadeira gamer e etc.
¶46Então, basicamente o seguinte, eh, o atualismo modificado explica que a existência de objetos contingentes, né, a existência de objetos ã temporais, né, contingentes e blá blá blá, eh, concretos, eh, objetos concretos temporais e contingentes, etc., é explicado em termos justamente eh justamente no caso deles terem se sido oriundos de uma ramificação posterior, né, que ocorreu em alguns segmentos posterior e que ilustrou, no caso, com que esse microfone existisse, mas poderia não ter existido genuinamente, né, se de fato houver essa ramificação na nossa realidade em algum período, né, em algum segmento não inicial posterior do nosso universo, né, mas se a gente assume de fato, né, se de fato não houve esse essa ramificação, essa bifucação em virtor de fatores intermísticos na realidade em algum algum segmento posterior do nosso universo ou qualquer coisa assim. Isso significa o quê? Que no caso a o status modal ou perfil modal desse microfone ou da ou de mim ou do sanken ou de qualquer outra pessoa que seja é um perfil modal, né? O status modal necessário. A gente não poderia até falado existir se isso foro, tá?
¶47Ah, então basicamente é isso. Então o atalismo modal ramificado explica dessa maneira e basicamente tendo em vista isso, né? Tendo em vista isso e tendo em vista no caso o tipo de perspectiva com as quais o OP tá comprometido, né? nessa part metafísica mundal ali a ramificada. Uma resposta que o OP fornece, né, que ele chegou a fornecer tanto nesse debate quanto em outras circunstâncias, é basicamente que se você endossar uma visão, sei lá, fisicalista, reducionista de identidade de tipo, que é a visão que o opossa, né, que é um pouco mais controverso que, né, que ele é influenciado ali por filósofos como DJ Smart, etc., né?
¶48Apesar dele não ser estritamente, atualmente ele não tá tão confiante no nessa postura fisicalista reducionista aí a alinhada com a identidade de tipo, né? Ah, mas se vocês uma visão mais ou menos nessa linha, né? Basicamente você acaba ah acaba ilustrando o seguinte, que basicamente os fatos fenomênicos relevantes do seja propriedades fenomênicas relevantes são idênticas a propriedades ah a propriedades físicas ali, por exemplo, sei lá, do cérebro ou algo assim. E se isso é o caso, então significa que no caso ali, se no caso e a gente tem esses estados fenomênicos específicos, né, estados conscientes fenômenos específicos, como de dor ou de prazer ou qualquer outro estado fenomênico específico que você tenha, né, de sede, enfim, de de empolgação, blá blá blá, né, esses estados fenomênicos ali específicos que você tem, né, se no caso ali houve, né, por exemplo, a questão de um ajuste, né, de um ajuste ali de certas de certas ah constantes físicas, né, e o estabelecimento dessas leis fixas, a a fisa, a fixação dessas leis da natureza, nessas leis físicas ali no âmbito do segmento inicial do universo. Então, simplesmente o status dessas leis, né, por assim dizer, o estado desse desse pareamento, né, enfim, desse alinhamento, ah, é basicamente o seguinte, eh, é basicamente necessário, né?
¶49Eh, e portanto, no caso, é necessário que haja, né, em virtude desse tipo de configuração cerebral ou configuração, eh, organísmica que nós nos encontramos, né, eh, que no caso houvesse esses estados fenomênicos associados a eles, justamente porque eles se reduzem a esses estados físicos, sei lá, do cérebro ou algo assim, né? Ah, então se no caso ali essa visão é precedente, então nesse caso aí tem uma resposta ah tem uma resposta aí pra questão do da harmonia psicofísica e também de quebra pro ajuste fino, como eu acabei de mencionar, né? Esse ponto que eu fiz é um ponto que se aplica ao justifo. Basicamente o seguinte, se o, no caso, as constantes do nosso universo, né, eh, elas foram finamente ajustadas para propiciar a existência de vida, tal como a nossa, né, baseada em carbono e tudo mais, né, ah, nessas circunstâncias que nós nos encontramos no planeta Terra. Ah, então nesse caso, esse ajuste, né, se ele foi dado no segmento inicial do universo, ele tem um status modal necessário e, portanto, ele se estende para todos os mundos possíveis a partir dali com o perfil modal necessário, né, de uma maneira necessária, né, vinculado com a noção de que esse ajusto é necessário.
¶50Se foi no segmento posterior do universo, então no caso a gente pode assumir que ele foi por chance, né, principalmente se houve aquele aspecto indeterminístico na realidade que pro PCOCO no caso ah houvesse no caso esse ajuste ali naquele segmento posterior. Então, a resposta da chance, a resposta da necessidade de se desses termos, se você endiva metafísica modal ali, OK? Na visão de um naturalista. Ah, então esse é o tipo de visão ali, né? Que favorece o quê?
¶51Uma outra rota de resposta ali pro argumento da harmonia psicofísica e também pro argumento no caso, do ajuste fino. Ao mesmo tempo, você fornece a resposta pros dois ao mesmo tempo, né? De certo modo, até tipo de resposta. Ah, OK. Ah, só que no caso a teoria, né?
¶52O problema com esse tipo de resposta, ao meu ver, é o tipo de teoria que o HP tem que se comprometer ali, ao meu ver, né? Um fisicalismo de identidade de tipo eh é meio problemático, digamos assim, né? Meio ainda tem algumas problemáticas que tem que lidar o problema da múltipla realizabilidade, né? Eh, desses estados mentais, né? Esses estados fenomínicos no, >> enfim, em estados físicos, estruturas físicas distintas, né?
¶53Porque no caso o apin assume, né? Eh, não é razoável assumir que só os seres humanos que têm esses estados fenomênicos, né? a gente tem evidências que ilustram que outros animais também, né, de certo modo, ali tados fenomênicos específicos, né, eles têm dor, né, eles sentem dor e coisa e tal, né, a indício de que eles sentem dor, né, eles têm reações ali específicas, né? Ah, eles passam, muitos deles passam no teste do espelho, né, e coisa e tal, e outros testes que são estabelecidos ali empíricos para tentar identificar que eles estão, eles estão conscientes, né, que eles têm consciência no sentido fenomínico relevante e blá blá, né? Tem até autoconsciência, né, no sentido relevante e coisa e tal.
¶54Então é meio é meio complicado, né, de você dizer que eles têm a exatamente mesma estrutura física que nós temos, né, nosso, nosso cérebro, nosso organismo, etc., né? Então, se no caso esses estados fenômenos são multiplicamente realizáveis em outros estados distintos, isso gera um problema no caso ali para pro fiscalismo de identidade de tipo, né? Mas enfim, é o olhã. >> Uhum. >> Quer comentar alguma coisa isso aqui ou não?
¶55Ah, eu só ia só ia comentar que eu acho que um dos pontos importantes é o que você trouxe, assim, porque a teoria que a pessoa tiver sobre mente ou sobre consciência, ela vai influenciar bastante na maneira como a gente enxerga a possibilidade modal ou não de pensar alternativas diferentes do de como as coisas são no nosso mundo, né? É igual você falou na na filosofia, a gente faz essa dição que você fez no começo assim de entre conceitos opacos e conceitos transparentes, né? Quando a gente tá pensando em alternativas, em outras possibilidades e a gente tá usando um conceito opaco, a gente consegue conceber cenários em que se a gente entendesse bem o conceito, a gente não conceberia, né? Igual o exemplo que você, acho que você deu o exemplo do ferro, mas a gente pode dar o exemplo H2O da água, né? Então, antes da gente saber que a água é H2O, talvez a gente conseguisse pensar ele eh coisas sobre a água, que agora que a gente sabe a composição química da água como sendo H2O, a gente não a gente sabe que outros cenários que a gente concebesse com a água sendo H2O, ela não poderia ter propriedades químicas diferentes das que a gente conhece que ela deve ter por ser uma composição de hidrogênio e oxigênio.
¶56Acho que a mesma questão é é interessante a gente pensar sobre a consciência. Eu acho que talvez assumir o fisicalismo de identidade pode ser um pouco forte, né? entendendo? Mas eu acho que até mesmo se uma pessoa assumir um fisicalismo não redutivo ou se ela trabalhar com alguma maneira com uma noção de superveniência, talvez ela possa defender em alguma medida que dado certas ah certos processos neurais ou certos processos físicos, a emergência da consciência ela é inevitável assim, né? Dada a presença desses.
¶57E aí aí que entra, por exemplo, o exemplo do zumbi, né? Então, se o zubi tivesse exatamente os mesmos neurônios, as mesmos processos neurais, se a gente entendesse mesmo numa teoria de superveniência que seria impossível ter esses processos fisiológicos sem que deles emergissem a consciência, então por mais que a gente conseguisse conceber ou imaginar um cenário onde haja consciência sem esses processos ou o contrário, né, seria o contrário, né, esses processos sem a consciência, isso não quer dizer que a mera Concebilidade é prova de possibilidade. >> Isso é a mera concibilidade não é prova de possibilidade. Eu acho que também a gente precisaria pensar assim além dessa questão, a gente precisaria pensar o que que se esperava se o naturalismo fosse verdadeiro e o que se se esperava se o naturalismo, se o teísmo fosse verdadeiro, né? Porque a harmonia psicofísica a gente toma ela como meio que um dado da realidade de que a nossa mente está alinhada ah com a maneira como a gente interage com o mundo e tudo mais.
¶58Ah, mas a gente poderia pensar assim: "O que que se o teísmo fosse verdadeiro, né? O que que a gente esperaria?" Porque dependendo a gente pensa, Deus é um ser imaterial que não precisa de corpo, que não precisa de estrutura corpórea e mesmo assim ele consegue ser uma mente intelectual. Então, no primeiro momento a gente iria ter que questionar, né? Eh, para que exatamente a mente precisa existir no organismo físico? Por que exatamente Deus criou organismos onde há uma mente eh conectada a um corpo físico?
¶59Uma já seria uma questão assim que já seria uma coisa um pouco inesperada, né? que as mentes podem existir sem corpo físico. Ah, uma outra questão a gente precisaria pensar nesse alinhamento, principalmente no que você mencionou do mecanismo de prazer e dor. Então, assim, a primeira forma de consciência, a forma mais básica de consciência, provavelmente na história evolutiva, surgiu com mecanismo de dor e prazer e, provavelmente porque esses organismos tinham que evitar certas coisas e buscar outras. Então, o primeiro organismo sem ciente, a coisa mais básica que ele deve ter sentido foi dor ou prazer, né?
¶60era um mecanismo mais simples de dor ou prazer. Provavelmente isso foi o primeiro estado fenomênico que um ser experimentou na história evolutiva. E a gente poderia pensar, né, a o mecanismo de prazer e dor, ele funciona de forma até certo ponto ajustada com que aquilo que se deve buscar, o que não se deve buscar, mas ele também funciona de uma forma um pouquinho desajustada, digamos assim. Ah, a gente sente muito mais dor do que precisava sentir alguns organismos. É mesmo depois que a dor já cumpriu o seu papel, ela ele continua sentindo aquela dor.
¶61Então a dor permanece até por tempo mais do que é necessário. E aí seria interessante a gente pensar, né, será que o mecanismo de dor ele deveria funcionar assim dentro de um universo teísta? Será que ele deveria estar um pouco mais alinhado? Ah, então sei lá, por que os organismos, mesmo depois que a dor já cumpriu o seu papel, eles continuam sentindo dor por muito tempo? Ah, às vezes eles se machucam, sei lá, machuca a pata.
¶62um animal simples, sei lá, uma barata, machucar pata. Ã, a barata talvez é um pouco mais controversa, né, que a gente poderia pensar quais organismos tem senciência, mas vamos supor que a barata seja um ser sensiente. Ela machuca a pata, continua sentindo dor, mesmo depois que a dor já cumpriu o seu papel, que não sei mais o quê. Ah, então há um certo papel e do mecanismo de prazer e dor, um papel evolutivo, mas mesmo assim há uma certa aleatoriedade, há um certo acaso na medida em que a a nossa experiência de prazer e dor, ela não tá completamente proporcional àilo que se esperava se a nossa experiência de prazer e dor tivesse completamente ajustada ao propósito evolutivo, ah, ou propósito de fazer a gente evitar coisas e buscar certas coisas. Então eu acho que um um caminho seria pensar isso, assim, o que que a gente espera dessa harmonia psicofísica dentro de um universo teísta e dentro de universo naturalista?
¶63Acho que dentro de um universo naturalista a gente esperaria a consciência aparecendo dentro do processo evolutivo, eh, com uma certa função. E a primeira vez que a consciência aparece foi provavelmente em experiências fenomênicas de prazer e dor, com a função de evitar ou buscar certas coisas. E a gente esperaria um certo alinhamento, porque a gente precisa lidar e interagir com a realidade para sobreviver, mas ao mesmo tempo um certo desalinhamento em certa medida, onde, sei lá, o o nível de dor ou de prazer, ele não fosse totalmente ajustado àquilo que é o necessário para lidar com aquela experiência. Enquanto no universo teísta, talvez a gente esperasse um alinhamento do que realmente já existe. E talvez a gente até questionasse por Deus resolveu criar organismos físicos.
¶64se a consciência ela existia em Deus, eh, sem organismos físicos e se ela poderia existir. Deus poderia ter criado todos os seres conscientes nessa perspectiva, eh, sem, eh, um organismo físico que os instanciasse, porque aí iria se assumir, né, que a consciência, inclusive, a divina, não depende de um organismo físico. E aí entra entra até pensar essa possibilidade, entra nesse nessa questão do da epistemologia modal mitigada, né? Dado o que a gente sabe sobre a consciência hoje, eh, talvez a gente consegue imaginar um cenário de consciência sem corpo, sem organismo, sem processos neurais, mas dado que a gente conhece sobre a consciência, que ela emerge de certos processos neuroquímicos, ah, de que ela, todos os seres com consciência que a gente conhece são organismos ah que t processos e tudo mais. Eh, será que dado o conhecimento que a gente tem da consciência, a gente pode dizer eh que a consciência poderia existir sem o organismo?
¶65Será que a gente não tem uma uma Será que o conceito de consciência já não é opaco, né, para permitir conclusões muito fortes sobre a possibilidade de organismos conscientes? E dado que a gente conhece sobre processos fisiológicos, neuroquímicos, será mesmo que poderia haver uma espécie de zumbi filosófico que tivesse exatamente os mesmos processos que a gente tem sem ter consciência? Porque é engraçado, né? A gente chama de zumbi, mas não é um zumbi no daquele de filme. O zumbi filosófico, ele é uma pessoa idêntica em todo a em todo o respeito físico a nós, o mesmo o mesmo cérebro, os mesmos neurônios, os mesmos processos neurais.
¶66Então, será que poderia haver toda a atividade neural que acontece no nosso cérebro sem consciência? Ah, dado que a gente conhece na neurociência hoje? Acho que são alguns pontos assim, né, para problematizar um pouco isso. Mas é, é isso. >> O Bruno, o Bruno falou que essa pergunta só faz sentido abstraindo toda aontologia.
¶67Não sei se eu peguei bem a pergunta exata. Ah, você tá falando quais das perguntas? Todas essas. Você acha que só faz sentido abstraindo? >> Ah, toda antologia teísta.
¶68É isso. É porque assim, os pontos que a gente tá fazendo é porque assim, geralmente quando você avança o argumento do ajuste fino da harmonia psicofísica, você avança com um argumento positivo em favor do >> da visão teísta, né? >> Entendeu? Eh, se faz nesses nesses termos. >> Uhum.
¶69>> E aí se você desmotiva, né? Se você luta que tem rotas de resposta, ah, ateas, naturalistas ou enfim, que no caso ou agnósticas, né, que favorecem no caso ali você e repercorrer elas e de forma a rejeitar aspectos relevantes que se favorecem a motivação desse tipo de consideração, né, desse tipo de consideração com as premissas, né, se isso é uma premissa do argumento e questão, então no caso ela tem que lidar com essas objeções em termos da epistemologia modal relevante, né, para poder ganhar alguma atração inicial, entendeu? Sim. >> Então é isso. Vamos lá.
¶70Vamos, vamos ver se a gente reage mais um pouco, porque tem bastante coisa. sy the exact way but upside it's dark up there sorry and this world is missing lots of goods right missing the goods of free and rational agency. It's missing the goods of like meaningful relationships, conscious experiences, love of God and of each other. It's devoid of significant cultivation and manifestation of virtue and various other things. So consciousness seems to be intimately bound up with some of like the most profound goods.
¶71Ok. So like one question is why aren't we in a P zombie world? É, só que cons tá associado também com dor, com sofrimento, com tristeza, com ah enfim, com tédio, com >> enfim com uma série de fatores, né, que é o que o o Paul Raper, inclusive, ele chama no livro de 2025, que a gente tá fazendo leitura comentada aqui, pessoal, que é esse aqui, que é o AS and the Pri, né, que a gente tá fazendo leitura comentada aqui no meu canal. A gente vai continuar essa semana, viu? Ó, vamos continuar nessa semana aqui que é basicamente o o Athens and pr Evil, né, que é justamente a evidência da qualidade que ele chama, que é a evidência que ele chama de evidência decisiva em favor do caso dele, né, em favor do ateísmo nuclear, que ele chama de ateismo nuclear.
¶72E aqui, ó, para quem tiver interesse, é que a gente tá no capítulo cinco, tá? evidência decisiva. É nesse capítulo aqui, né, no capítulo 5 que aborda esse argumento da evidência decisiva. E aí a evidência relevante é a evidência que ele chama de quality, né, que é a qualidade do ser da vida dos seres sensientes no planeta Terra, né, que envolve todos esses elementos, né, todos esses elementos, né, de uma qualidade pobre na vida terra, né, envolvendo o quê? Uma limitação, né, no caso da da agência, né, da agência humana, a certas condições que limitam nossa livre agência de formas significativas.
¶73no caso, a questão da tristeza, né, da tristeza do a da tristeza do da do tédio, ah, enfim, da dor, do sofrimento, ã, enfim, e de vários outras, né, vários outros aspectos ali da da vida sensiente, né, que são claramente favorecedor o quê? Favorecedor o quê? De hipóteses que se vinculam mais com a negação do te nuclear do que simplesmente com a afirmação de um teismo nuclear, né? Tens nuclear aqui é a perspectiva de que existe um ser que ele é onipotente, eh, onisciente, onibenevolente e ele é amoroso, né? Ele é um agente pessoal amoroso, né, digamos assim, é um agente pessoal amoroso.
¶74Ah, então essa hipótese é a hipótese do teismo nuclear, né, que é um ser, ele, aliás, um ser que ele é muito poderoso, né? Ah, ele é muito poderoso, né? Ou seja, ah, ele é ele tem o máximo de poder possível que é que é possível que um ser, né, que um ser pessoal ali grandioso tenha, né, é o máximo de poder produtivo que ele tenha, ele tem o máximo de conhecimento possível, né, ah, que um ser que o ser pode ter, né, o máximo de conhecimento possível ali, que pode haver. vitória. >> Ele no caso >> ele tem o máximo de bondade possível, né?
¶75E por consequência ele tem ele é amoroso, né? Para assim dizer, ele é um agente pessoal amoroso e que em virtude disso quer se relacionar de certo modo com certos agentes específicos, né? Ele quereria se relacionar com certo de agentes específicos, né? Com seres pessoais finitos, né? Por consequência disso.
¶76Então essa essa articulação do ateismo nuclear que é chamado e o ateísmo nuclear é justamente a negação dele, né? E aí você pode tentar motivar o ateismo nuclear através de certas hipóteses específicas, né? O draper ele traz a hipótese do deísmo indiferentista que ele chama, né? Indference de indiferent deismo, né? Que ele chama.
¶77Ah, aqui no livro, né? E no outro texto dele da Stanford filósofo, ele menciona o deísmo estético, né? Eagnósticas, né? naf philosophy ele mencionaamente financeiro e não abrange obrigações >> o deismo estético tá nesse texto aqui que é o de 2022 né atualizado ali revisado em 2022 né publicado em 2017 e revisado em 2022 ele menciona o deismo estético aqui né como uma hipótese competidora, né? E através disso ele tenta motivar a rejeição do tismo nuclear justamente nessas bases através da articulação de modelos divinos alternativos dos quais no caso ali eh obtém, né, enfim, eles saem na frente, né, eh em termos de suporte evidencial, né, eh, eles estão empatados com todas as outras, todas os outros as outras informações, né, ou evidências de background relevantes, ou seja, com relação a todas as outras parcelas de fenômenos relevantes, eles estão empatados, né, o deísmo estético com com teísmo >> com teísmo ali nuclear, né?
¶78aliás, com ecuteismo nuclear eles estão empatados, né? H, mas no caso, quando a gente traz essa evidência da qualidade relevante, né? Eh, que se vincula com a dor, o sofrimento e outros aspectos mais, né? Que favorece o quê? Que se alinha com a piora, né?
¶79Com uma qualidade pobre ou ruim da da vida dos seres sencientes no planeta Terra, simplesmente no caso, uma hipótese do da indiferentista e ou do da estético sai melhor suportada, ah, sai melhor suportadas do que simplesmente a hipótese do do te nuclear, né? que é essa aqui que eu mencionei. H, então >> o Draper, né, ele tenta, >> ele tenta utilizar justamente esses aspectos, né, para motivar essa visão, né, distinta que favorece a justificação do ateísmo nuclear a que se vincula ali com ateismo, uma uma forma de ateísmo local, né, que a gente chama. Tudo bem? Então, >> então é isso.
¶80Então, tem alguns aspectos, alguns detalhes aí, né, que a gente não pode esquecer e a gente tem que sempre tomar cuidado para não deixar algumas evidências, né, relevantes de fora, porque daí a gente encorre o quê? No que o draper ele sinaliza como seno, né, a falácia da evidência suprimida, né, que é basicamente o que ele descorre aqui, ó, quando ele defende o que requerimento da evidência total que ele também defende nesse livro, tá, que eu mencionei, que é o Evalil, que a gente tá fazendo leitura comentada aqui, tá, pessoal? Então você tem aqui, ó, você tem aqui >> a defesa do requerimento da evidência total que ele faz nesse texto aqui, nesse artigo foi publicado na filosofence, né, revista filosofes em 2022, né, onde ele comenta justamente sobre isso, OK? Ele faz uma resposta inclusive ao Peter Fisher Abstein, né? hã, aos contraexemplos, ao requerimento em questão, né, de que no caso, quando você vai avaliar a ali duas hipóteses competidoras, né, eh, a credibilidade dessas hipótesees, você tem que levar em consideração toda a evidência, né, toda a evidência relevante ã à nossa disposição, né, para poder avaliar qual que sai melhor suportada em termos totais, né, de evidência total disponível, ã, indento da outra, né, qual que sai mais bem suportável para essa evidência total relevante.
¶81OK. Então, >> perfeito. >> Eu queria só comentar, né, uma coisa interessante, >> é que a consciência deve ter surgido no planeta Terra há uns 400 milhões de anos. 400 milhões de anos é muita coisa, né? É bem importante comentar isso.
¶82É porque a gente vive no mundo, num país em desenvolvimento e a maioria de nós tem uma vida razoavelmente digna de ser vivida. A gente acorda de manhã, a gente toma nosso café, a gente trabalha, a gente vive bem. Então, a nossa experiência como organismos conscientes é relativamente boa. No entanto, se a gente pegar a história da vida semciente no planeta Terra, desde que a consciência surgiu pela primeira vez, a maioria dos organismos que já passaram por essa Terra tiveram uma vida horrível, uma vida de sofrimento e dor contínua quase a todo tempo. Então, se a gente pegar 400 milhões de anos de existência de consciência e a gente fosse pesar se a consciência foi algo bom pro universo ou algo ruim, talvez a gente chegasse conquisando foi algo ruim, porque foi uma coisa que possibilitou a existência de organismos por mil centenas de milhões de anos com vidas que não valiam a pena ser vividas, com vidas onde na maior parte do tempo eles estavam fugindo de predadores, tentando sobreviver.
¶83E mesmo agora, né, com os seres humanos na Terra, a maioria dos seres ascencientes vivem vidas horríveis, né? Eh, sei lá, a gente mata na indústria da carne 85 bilhões de animais por terrestres por ano, trilhões de animais aquáticos. Ah, o ser humano é só uma parção. É. E o Joy reconhece isso, né?
¶84Ele é vegano. >> Ele é um católico vegano. >> Sim, sim. Perfeito. Então assim, ora pois Deus ter criado a consciência foi uma coisa boa pro universo ou foi uma coisa ruim?
¶85Além do mais, porque assim, na perspectiva teísta, não é necessário que Deus crie organismos biológicos para existir consciência. O teísta, ele acredita que seres conscientes podem existir sem um corpo biológico. Eles acreditam, eu não sei se o Joy Smith acredita em anjo, demônio, mas pelo menos em Deus. Agora eu acho que ele acredita que Deus é uma mente. >> Acredita.
¶86Acredita, acredita. Católico tem que acreditar, né? Não pode não acreditar. Portanto, é, olha que interessante, se existem anjos, se existem demônios e Deus, mesmo assim, tendo a possibilidade de nos criar como organismos conscientes sem corpo biológico, afinal de contas, por que que ele fez isso? Por que que ele criou um universo onde por centenas de milhões de anos a maioria dos organismos vivos viveram vidas que não são dignas de serem vividas?
¶87vidas num suporte físico frágil, onde há todo temposta, ele vai fornecer duas respostas para isso lá na frente. O argumento em termos da é o argumento em termos justamente do do livro do Trind Dogerte, né? sobre, no caso, a possibilidade de >> dos animais serem restaurados, serem julgados, deles terem a as capacidades cognitivas deles ampliadas, né, perto do julgamento final, né, ali, ã, perto, no caso ali do do enfim, dos fins dos tempos, né, enfim, do do julgamento final e tal, blá blá, >> que aí eles possam ter a oportunidade de talvez ali serem salvos ou ou terem ali, >> enfim, serem contemplados ali, né, enfim, de uma certa maneira ali que eles possam também ah inerir algumas virtudes ou qualquer coisa assim, né? Enfim, vai mais ou menos nessa linha a teodiceia do >> a teodiceia do do Trental Garten, né? E tem outra teceia que ele também é bem amistoso e essa que ele favorece bastante, que também se relaciona com esse seu ponto, que é a teodiceia da da omissão.
¶88Não sei se você já chegou a ler o artigo do Brian Cutter, do Philips Wenson sobre a teodiceia da omissão. Até até chegaram me perguntar na no na live do fugido o que que eu acho dessa teodiceia, né? >> Ela tipo uma versão, né? que nem o café tinha comentado, é uma versão da da teodiceia do plantiga, né, de que os demônios estão intervindo, né, e estão ocasionando certos males na realidade, né, terremotos ou enfim, desastres naturais, morte de animais, blá blá blá. Só que no caso essa versão ela é mais modesta e ela é mais compatível com os conhecimentos científicos, porque ela não demanda que esses agentes divinos, né, eh eles estejam intervindo na realidade, igual Plant demandava, né, a visão do Plantiga demandava.
¶89>> Ah, sim. Ah, mas sim que no caso esses agentes eh sobrenaturais eles foram omissos com relação àquilo que no caso Deus esperava que eles realizassem para poder contribuir com a melhora da vida das pessoas, né? Ou das pessoas e dos animais aqui no planeta Terra, né? Eh, inclusive antes do do surgimento do ser humano, né? Dos seres humanos.
¶90Então, no caso ali, como esses agentes eles ficaram omissos, né? Esses agentes sobrenatóriis ficaram omissos, então no caso sofrimento ah ocorreu em virtude dessa omissão, né? É por isso que a TS da omissão. Então é interessante, é interessante. A gente pode abordar lá algumas, alguns backlashes, algumas problematizações disso daí lá na frente, mas vamos lá.
¶91>> Sim, sim. Acho que é acho que eu dis a gente pode abordar mais pra frente, mas é podemos prosseguir. >> Hoje eu tô hoje eu tô no pique para ir essa live aqui até até longe. Vai depender de você aí. >> Perfeito.
¶92Continuar. to be in this brain state. I mean, after all, this is soy gray matter. Why is there something like to be in this state? It's very strange.
¶93Ok, but things get even stranger. Not only can we conceive of a world where things are physically just like they are in the actual world, but things are conscious like there's no sense of the smell of the taste of chocolate. >> Bom, já mencionamos aqui as obções para isso, né? Então, >> sim. Sim.
¶94O fato, o fato de algo ser, eh, >> isso, o fato de algo, não, o fato de você poder conceber algo não significa que seja metafisicamente possível. >> É só isso, >> é só uma da resposta e outra da red da Harstor Mor, que é sobre os poderes fenomenais, né? Phenomenal powers, que inclusive eu eu conheci isso através do próprio Schmid, né? Então eu presumo que ele vai também vai endereçar isso lá na no vídeo dele de >> de 12 >> é de 12 horas mais, né? In addition to being able to conceive of that world, I claim we can conceive of alternative worlds where the psychophysical mappings are different than they are in the actual world.
¶95So what is a psychopysical mapping? It's just a description of which conscious states are associated with which physical states. Okay? So in the actual world conscious states are associated with brains, right? is associated with C fiberfing which you know that happens when we get tissue damage and it causes us to engage in avoidance behavior and whatn we fail pleasure when we have fitness enhancing stimuli and that leads us to pursue the things which caused fitness enhancing stimul and more generally you know consciousness is associated with brains but we can conceive of hards of alternative ways of mapping conscious states phenomenal states as philoshers call them with physical states and boat loads of these are just not going to result in any intelligible or orderly or harmonious mental life so for instance it might have been the case that all physical states were associated with just the felt sense of a patch of blue.
¶96That could have been an alternative psychophysical mapping. Like the the physical world behaves exactly as it does in the actual world but all physical states are just associated with the sense of blue or something like that. That's a very simple psychophysical mapping. The psychophysical laws, the laws that connect conscious states with physical states in that world are very simple. It's just the simple universal generalization for any physical state P it feels like the presentation of blue or something like that.
¶97So we can conceive of that world. we can conceive of other sorts of worlds and just more generally our mental lives are strikingly orderly harmonious and just strikingly fortuous in a way that calls out for explanation and you're like just think about this I mean think about like a a screen right and think about the pixels on the screen if you could just randomize which pixels are showing up what colors and what not on all the individual pixels, how many times would you get a coherent orderly intelligible image? Almost never. You would never get a coherent orderly intelligible image on the screen. Well, our mental life is kind of like that, right?
¶98Think about all the different ways that psychophysical laws could have paired conscious states with physical states. Será que é realmente possível que todos esses estados conscientes tivesse pareado das maneiras como ele tá concebendo que eles são pareveis em princípio? >> Esse é o problema. É o problema do >> É porque até agora, é, até agora ele só disse que ele só disse que é concebível, né? Ah, esses o único argumento que ele usou parece para dizer que é possível é que é concebível até agora.
¶99Se eu não vi um argumento além da da concebilidade para esses estados serem impossíveis. Eh, realmente, >> e tem o backlash da rede da ração morte com relação a isso, >> com relação a essa concebibilidade, né? Ah, mas enfim, tudo bem. Vamos lá. which mimics the microchemical structure of our brains or you know basically any sort of conceivable psychophysical mapping which wouldn't have resulted in this kind of profoundly orderly intelligible harmonious mental life that we do in fact have and so just as if we came across a random TV monitor and saw that there was a coherent orderly intelligible picture on it rather than just chaotic static we would infer some kind of design because that's a very tiny sliver of the total possibility space for the ways that you could arrange pixels and colors on the screen.
¶100Likewise, the total way that you could arrange conscious states and appar them with physical states, only a tiny sliver of them result in orderly, coherent, intelligible mental lives that give rise to those goods that I mentioned. So, this seemed to just call out for some kind of explanation. We kind of hit the psychophysical jackpot and I was I was struggling how can I respond to this argument like uh but isn't isn't God's mind kind of like fortuitously harmonious as well? But then it just turns out that there are very simple underlying principles from which you can derive divine harmony. Um and I was just really trying to push back.
¶101But ar't there so many ways in which it's disharmonious? But those could be easily explained by giving us opportunities for developing our souls, our character. And so I was like I was trying to push back but this was the first. So it's like the fine tuning argument instead of the universe has to do with our brain matter how our mindsicals. >> É, o jogou uma dúvida sobre essa esse ajuste assim tão profundo, tão perfeito assim, tão bonitinho assim.
¶102Mas >> Sim, sim. fine tuning argument, but they just started falling by the wayside and I was like, "Oh no, the fine tuning argument probably works and the psychophysical fine tuning argument probably works." So I mean like with the fine tuning argument, right? We have various laws, physical laws that rain in our universe and they have various constants within them, right? And those constants take on certain values and we can uh examine like a physically meaningful range in which those values can take on and we can actually perform pretty detailed universe simulations for the universe would look like under different ways that the constants could have fallen uh within the broad parameters in which they they physically could have fallen. And it turns out that only an extremely narrow range in the total range that the values could have taken on would allow for life and anything to develop.
¶103So take the cosmological constant. This is a constant that governs the rate of expansion of the universe. If it been slightly larger by one part of 120. >> Tá, vamos lá. Eh, existe um problema com esse tipo de raciocínio que o Daniel Lford apontou recentemente lá no canal do Fio Hperer, >> que é basicamente o seguinte, né?
¶104Primeiramente a gente tem que fazer uma distinção entre o ajuste fino, né? Ah, o juste fino no universo em virtude de uma característica pertencente ao universo, né? Ou conjunto de característica pertencente ao universo que permite, no caso, a instanciação de uma certa propriedade, né? Nesse caso, uma propriedade vinculada com quê? Com vida tipicamente, né?
¶105vida ou croquê ou qualquer coisa ou qualquer coisa assim. OK? E o ajuste fino no sentido dos físicos. Então você tem esses dois sentidos. o ajuste fino no sentido filosófico, que é isso que eu acabei de mencionar, um ajuste fino que ele é vinculado no universo, ou seja, o universo está finamente ajustado para que, no caso, uma propriedade específica seja distanciada, nesse caso, uma característica específica como a vida seja distanciada e a propriedade, né, enfim, e o ajuste fino nas teorias, né, em teorias ou hipóteses relevantes, né, e que favorece, no caso ali a obtenção do dado ah do dado específico, né, enfim, do fenômeno observável específico, né, eh, em virtude dessa teoria está finamente ajustada.
¶106E o que significa que essa teoria está finamente ajustada? É basicamente essa teoria, né, apresentar um conjunto de parâmetros livres, né, no caso, eh, que são não naturais. Não naturais. Por quê? Porque apesar de ele ter um amplo alcance, né, eh, um amplo alcance ali específico, né, de valores que a que no caso e certas constantes nele ou enfim, eh, certas constantes nele podem assumir, ainda assim essas constantes elas estão, né, eh, elas se encontram dentro de um parâmetro muito mais estreito do que aquele vinculado com todas as possibilidades, né, a todos os ah, enfim, com todos os os possíveis valores que são abarcados nessa teoria, né, que são abarcados áveis para essa teoria, ou seja, só nesse valores, nesse alcance estreito de valores que é assumido ali, né?
¶107Ah, essa característica ali na teoria, né? Esse parâmetro ali é assumido na teoria, né? Esse parâmetro liga ali e que tem um valor não natural. Só nesse alcance específico, né? Ah, de valores, é que propia a gente observar, né?
¶108Quando a gente ajusta essa teoria dentro desse alcance, que permite a gente obter uma previsão, né? A gente obter ali os dados, né? alinhados com a, aliás, obterem as observações, eh, as observações ali fenomênicas, né, os fenômenos observados ali relevantes dos quais a gente quer utilizar a teoria para explicá-los, né, ou algo assim. Eh, então, nesse caso aí, isso significa a teoria ser ajustada finalmente em contraposição ao a justo fino se dar no universo, tá? Ah, então isso é um ponto que o Daniel Linford faz, né?
¶109E ele junto com esse ponto, ele avança o seguinte ponto, que para que o argumento do ajuste fino ele seja vindicado, primeiramente eh o ajuste fino dessas teorias tem que se refletir na realidade. E segundamente, para que no caso haja essa e esse ajuste fino na teoria, é necessário que você compre certas suposições físicas, né, envolvendo na teoria ali, certas hipóteses auxiliares ou certas suposições ali no âmbito da teoria física irrelevante para gerar aquela preditividade específica, aliás, para gerar aquele aquele ajuste fino específico, né? Para gerar aquele ajuste fino específico ali na teoria em questão. Tudo bem? Ah, então há um problema vinculado com isso, né?
¶110Há um problema vinculados isso porque eu existe um conjunto de outros eh de outras hipóteses ou elementos, né, enfim, vinculados com essa teoria física que estão em aberto. Simplesmente a gente não não foi algo decidido ou batido martelo ainda. E é uma rota do naturalista simplesmente se manter agnóstico com relação a isso ou simplesmente negar certas suposições físicas de fundo, principalmente vinculando com a própria constante cosmológica, tá? O quem o Falper e o Daniel Limford, eles discorrem sobre isso aqui, tá? isso aqui nesse videozinho aqui, ó.
¶111Nesse videozinho aqui, ó. Esse videozinho aqui, ó. Aqui é onde eles fazem primeiro. Você foi hipnotizado. Tem coisa melhor para você.
¶112>> A ilustração das terminologias, né? Vou colocar aqui, né, para vocês verem. and ver are claims the sense what I call is irrelevant for the fine tuning argument I claim in contrast that we should reformulate the fine tuning argument in terms of a sense and when we do so it makes the situation with respect to the argument look a bit different um sort of highlight some of the objections you can pull out for the the fine tuning argument so what is the philosopher size well here is a quote from uh a now famous paper at least among philosophers uh by John Hawthor and of Isaacs from 2018. So they say the laws of physics are unexpectedly inhpitable to life. The central notion here is the universe being fine tuned for some property.
¶113The property for anything you like containing life crque uh containing either life before the year 2000 crquet after uh the year 2000 etc. And what I really want to pull out here is that when we talk about fine tuning for life in the philosopher sense we're talking about a property of the universe. The universe being some the universe being ftuned for some property rate in this case for for life. Um so philosophers often not always for granted that physh discovered this fact about the universe the universe has this property of being fine tuned and that's fine tuning in his book why the purpose of the universe it's very recent book. Uh so for example I took a a random example of his use of the term tuning from that book.
¶114He says we wouldn't be here if the universe was not to. You can find that in page 36. In that sent it's the universe that has property being tuned. In contrast in the physic sense it's not the universe so here is a sentence from the first paragraph of Simon Federic 2026 article tuning in the stre encyclopedia of philosophy. He says a theory or model is said to be f tuned when it reproduces absor phenomena only parameters values an extremely narrow range among those who the theory and principle allows right in this case the thing to which the phrase tuning applies is not the universe but a theory or model.
¶115This is going to be a feature possessed by some theories where various parameters are initial conditions of unnatural or improbable values. Right? So it's going to somehow we recognize that the three parameters initial conditions with a particular theory uh have improbable values and then that's the the feature that makes that theory tuned. This is taking be a theoretical vice. Why is it a theoretical vice?
¶116Also a theoretical vice because if the um if we find that this is the case for some theory then that's some reason for thinking that theory is improbable. Now in fact you don't need just take my word for it or Freeds as I was saying before great leis and Luke Barns use the phrase uh in the way that that I'd like and I you know what I realized only very recently was that uh they describe it as what the physicist means by tuned. So this is two quotes from their their book. Similarly suspicious are theories that need very precise values of free parameters in order to explain the data and they go on to say this is what the business means by fine tune suspiciously precise assumption precision is great in our data but not in our assumptions um and here is another quote from from Luke Barns is from 2018 paper is a great paper by the way I highly recommend people read uh this paper and in fact a lot of what I'm going to be talking about today is just contained these two paragraphs uh we'll get to this later that what's at top the what I call the probability recipe. And this ratio in fact will play uh an important role later on.
¶117But right now we're just talking about tuning science and notice what he says here. He says this is what a physicist means by fine tuned. Fine tuned are unatural theories right so theories are the things that are fine tuned and they're fine tuned when they have very small likelihoods and the more fine tuned the smaller the likel. Uh and in fact it presentes a good reason to examine our background assumptions and search for an alternative theory perhaps only free parameters are not as which the quantity alpha is not a free parameter at all. Right?
¶118So theory sense is a different theory as opposed to saying the universe hasure of being >> justamente o que eu comentei. >> Justamente o que eu comentei. E aí, ó, eles corre aqui um pouco mais, né? Depois eu vou colocar na parte que fala sobre a constante cosmológica, o Daniel Lford e ele discorre um pouco com Alex Mass sobre isso rapidinho. Aí a gente volta pro reiting hypotes often inbun ways of thinking about this.
¶119So there's talking about the multiverse and at theism. Um both of those under this min rule would be theories that are less fine tuned than current theories. So the reason to accept either one of them would be precisely because they are purely l tuned. Later we be talking about the cosmological constant as a particular example of a parameter that uh that might be fine tuned. And there are some less familiar examples of theories that attempt to remove tuning with respect to uh the cosmological constant.
¶120So I've listed them out here. So some of them include mass of gravity theories, unogular gravity theories, gravitational ether. Um this is a uh I don't know if you're originally before but least he's published on it that NF Shorty who's a friend of this channel um has written about gravitational ether shorty theories which pur to give an account to the cosmological constant. There's also higher dimensional theories. We have we have a whole chapter about that theory in our book gravitational.
¶121Yes. Yeah. So, if you want to read more about the gravitational ether proposal, that's in the book by uh by Phil and and um you know, I'm not claiming here that any one of these four really four families of hypothesises. I'm noting that any one of these four really succeeds in getting rid of actually are less tuned than our current theories. What I am saying is that uh the way are thinking about the situation is that a reason you might prefer any one of these is if succeeded in being less fine tuned than our current theories about the cosmological constant.
¶122E aqui a parte que ele fala sobre a constante cosmológica aqui. Vamos lá. something like that. All right. Now, in the debate correctly, uh, makes this claim.
¶123He didn't this on slide, but this is kind of there. Essa aleação de probabilidade é o que vocês veem, os criacionistas repetindo direto, o pessoal que geralmente traz a justif repetindo direto, vocês v Paulo Vitor repetindo direto. É basicamente isso aí, tá? É basicamente isso aí. Naturalism naturalism doesn't tell you doesn't allow you to make this computation what will allow you to do this computation is a a more physical theory or hypothesis we'll see that this is quite the right number one of the corrections I want to make is that you know I previously I've given this 10 number um be done.
¶124So uh it's not it's not really the the right number and I'll show you what the what the number should be. Um but even once you have the right number uh it's still true that you need a background physical theory more specific than naturalism. But the naturalist right this saying the naturalist qu naturalist isn't committed to any specific theory or hypothesis. Uh so this statement at top here that are called claim is going to require knowledge includes two statements um really something relevantly similar to these two statements. Uh there are there are ways you could formally the argument in terms of some other statements but they're all going to basically result and in the same place.
¶125So you need a physical hypothesis in this case the physical hypothesis is that the vacuum energy calculated field theory gravitates like a cosmological constant. But I use that term gravitate. It just means that it exorts a gravitational influence and the kind of gravitational influence it it uh exhibits is the kind of uh gravitational influence that the cosmological constant and we'll talk about what that is materially the kind of gravitational influence the cosmological constant uh exhibits. In addition to just did not confuse people I think we're saying it's a negative gravitational effect right it's repulsive. Yes, that's right.
¶126Yeah. Justamente que o comentou we also need ailption just to some physical hypothesis that alone not going to give you anything probabilities because a physical hypothesis just by itself doesn't usually tell you whether the the parameters the free parameters that appear in that theory are going at probable or impropable values. If you need something addition you need what I'm calling a probability assumption. All right. Well, let's talk about this cosmological constant.
¶127So it turns out that the universe is not only expanding, the universe is accelerating and this accelerated expansion is due to some mysterious repulsion. That's that cosmological cost we're talking about. This is uh probably the same thing as dark energy this two terms are often using change one initially plus hypothesis that's hypothesis that is this thing we call the vacuum energy predicts that preds a value that's 10 to 120 times too large and this hypothesis uh can be saved if we postulate some other effect that almost completely cancels out that 10 to 120 uh number not completely cancels it out but very nearly does so but the cancellation is improbable unless we passate uh something like that life must um some kind of what callopic mechanismopic mechanism just means some mechanism that ensures the existence of life whether that's um god or multiverse or aarchism or some other kind of hypothesis uh the claim is going to go that this cancellation is very very improvable unless we have some additional postulate that makes life very likely so interestingly on um Philip's definition of naturalism um then they couldn't like any cancellation that was aimed at um value like axiarchism just doesn't count as naturalism because it's aimed towards because value is involved in the uh cause and goings of of the universe then in that case because right yeah I think that that's close to being right but not quite because so and maybe maybe need to modify this last point but if you had like a a multiverse plushropic selection then the you know in other words you have a multivers so overall there's no preference for life but your observations are going to be biased in terms of seeing life because you couldn't exist in some place where life couldn't exist. Um and that would be another way of ensuring that the cancellation that you observe um is the is is this particular value. I take that hypothesis and multiverse hypothesis would be a naturalistic hypothesise.
¶128Right. Right. Yeah, that would be butchism which which you did mention ago seems like it's excluded from Philip's definition of naturalism for some reason. Just a reason why I didn't like that definition. Yeah.
¶129No, that's right. I think that this is and this goes back to something I was mentioning earlier when we talk about the likel principle. Só para deixar claro, tá? Axiarquismo é justamente uma visão, né? É uma hipótese que se vincula com a ideia de que a realidade nível fundamental ela é direcionada, né, ao valor.
¶130Ela é direcionada ao valor. Você já produzir coisas que sejam de valor, tenha valor. OK? É basicamente isso. Isso é axiarquismo.
¶131O anaxiarquismo é justamente a negação dessa hipótese de que, no caso existe uma disposição na nossa realidade, né, em nível fundamental, algo assim, a gerar coisas que t valor, né, eh, a se direcionar, né, se guiar por coisas vinculador, né? >> Aham. That's one of my main kind of complaints with the fine tuning argument in general is that it's like ok well maybe you know maybe you're right that a version of naturalism is is not um expected given this evidence but that doesn't mean naturalism per say is now like unlikely or something you know some version of naturalism where we roll some like a cosmic lottery at the beginning to see what the content are going to be that type of thing seems ok fine I'm happy to just reject that just like every is going to reject some version of the um and every natur going to reject some version of naturalism and it doesn't matter that's why I'm cool with that you know so anyway that's just my grumble actually I want to just say something about that bu it's just kind of I just want to develop that a little bit like um you we have cases before where I mean this way I often hear from theist you know I I'm not an atheist because I don't believe the whole world just random and like well I'm an atheist but I don't believe the whole world just random either you know it doesn't follow that if you're an atheist everything is random um so and the classic example of course is um you evolution so if I don't see why the was any different to the biological design argument because ultimately we could cash let me finish so we could cash out the biological argument saying ok um arrange genes if we arrange the genes or genetic information randomly what how much of the probability space we have that gives you a life permitting organism is probably tiny right very very few organisms will be lifeitting um so what do we conclude do we conclude it must be designed or do we conclude the the way that that came about wasn't through random chance and it turns selection is not just random chance has a random component limitation but there's a nonrandom component which is selection so but generalising it you just say naturalism does not equal random chance um and so the fring argument which is well I'm going to assume that the were chosen by random chance and like ok that's not naturalism so you know I think it's important to point out that uh phip actually so in in Philip's book uh book called why um in the chapter and fine tuning he actually points out that precisely You just pointed out about Dorb Evolution. He points out about Dorb Evolution that the two possibilities are not chance or design that natural selection gives you an alternative possibility. Um of course he then also goes on to give the fine arguments thinks that uh there's some important disanalogy between these cases.
¶132I did I didn't want to acknowledge that in his uh in his book he does make he does say precise the same thing in his book he does but since since he published that book he has now when he wrote why it it doesn't doesn't make the argument for theism but since that book came out he has made an argument for theism so I think it's some slightly different grounds now um but any I just want to just clear up one tiny minor terminology thing that might help people and this is what I've come across from my discussion is that the discturing dark energy and cosmetical constant is that dark energy is a term used to describe Bom, mas enfim, é isso mesmo. Eu não vou colocar tudo aqui, senão a gente não vai no no >> no R do Joy, né? Vamos voltar pro J que é importante. >> Perfeito. Falando argumentar de tetra por causa do domingos.
¶133Domingos. Vamos lá. 10 to the 120 and the universe back in on itself in nees do you get anything of value you get any conversations like this do any conversions any cultivation and manifestation of virtue and love and relationship and if somebody had have said this to you two years ago what would you have said to oh i would well maybe i would have brought up oh well maybe this is explained by like the multiverse or something so if there's like a vast and diverse ensemble of universes each of which varies randomly in its initial conditions and the constants and the laws of nature well then it's going to be unsurprising that maybe somewhere in the vast multiverse const with the exceedingly nar life printing range. That's one thing I might have said. I mean now I don't find that particularly plausible.
¶134There are lots of reasons for that. I mean one thing is that like in order to even get it multivers up in the first place with these sorts of laws and law structures, you need a very striking degree of fine tuning so just pushes the fine tuning problem back a step. Also with at least lots of standard multiverse proposals a proliferation of Bolsman brains. So Bolsmon brains are just these like spontaneously formed local brainlik objects which uh pop into existence very shortly in the quantum foam and then dissipate shortly thereafter. as brains vast vast vast majority é o mesmo argumento que o cig usou contra o Carol, né?
¶135Deixa eu pegar aqui rapidão. O tá repetindo toda a cartilha dos cara, velho. merda, velho. Pior, né? >> É, né?
¶136mesmo agento do Craig, cara. que pariu, velho. Pera aí, >> deixa eu tentar achar aqui. Carol versus Wig. Deus existe.
¶137Acho que eu não sei se tem traduzido ainda aqui. Deixa eu ver se tá legendado aqui. >> Bots, man. Vou fazer o seguinte melhor para quem tiver interesse, teve o review do S Carol que tá traduzido aqui na pessa naturalista. S car review, acho que é isso.
¶138Review é a reflexão pó debate, né? reflexões pós debate do do caral e agora definitivamente é jogador do Botafogo >> aqui ó pensar na tua lista beleza só se digitar care review aqui na na lupinha você chega aqui no texto aqui tem a fotinha né Roby Collin aí o Team Malí tem aqui o como que é o nome dele cara que ajudou o Craig a escrever o capítulo do do Black Campology sobre Calan. Caramba, esse esqueci o nome dele, cara. >> Enfim, eh, o Craig aqui e aqui o Carol, né? E tem esse outro, esses outros dois aqui que eu esqueci quem, quem são esses dois, mas Ah, sim.
¶139James D Clair aqui, ó, tem aqui, tem aqui embaixo, né? Jamescreir, mas enfim. Eh, aí aqui tem o vídeo, né, do debate deles, legendada aqui, tá? Para quem tiver interesse, a gente legendou aqui, vocês podem assistir aqui. E aqui tem a parte do Boltsman Brains aqui, ó.
¶140Ah, logum só, >> olha, olha só o que ele diz, ó. Versão curta, que o review dele, né? Versão curta. Acho que tudo correu bem, embora consiga pensar facilmente em várias formas de ter feito melhor. No fundo, meus principais pontos foram que a demanda por causa explicações é completamente inadequada parafísica cosmologia moderna.
¶141É o é o que o Daniel Limford ele chama de neorocionalismo, tá pessoal? Eu vou traduzir inclusive o artigo do Danielford ainda ah sobre neorosanismo, que é bem interessante porque na verdade a noção de causalidade ela está ausente no da física fundamental, né? De certo modo, ah, os físicos trabalham eles trabalham com a noção de equações diferenciais >> para poder fazer assim um framework explanatório para certos fenômenos no âmbito ali da física fundamental, né? Eles não recorrem a noção de causalidade para lidar com os fenômenos do âmbito da física fundamental. H, então eles articulam a questão das equações diferenciais, etc., coisa e tal, e dão explicações ali em termos de leis e restrições, né?
¶142Leis e restrições lastrados em explicações matemáticas, né? Em articulações matemáticas e blá blá blá, né? Ah, então é isso. E que o teisísmo não é levado a sério nos círculos cosmológicos profissionais porque é irremediavelmente mal definido. Não importa o que acontece no universo, se você pode argumentar que Deus teria desejado que fosse assim.
¶143Esse é um problema aqui que é gerado principalmente pelo teismo cético, né? >> O teisísmo cético, principalmente na versão mais forte do teismo cético, gera isso aqui, né? O próprio admite isso, né? Ele dispensa o te cético mais forte, né? A versão mais forte do tismo cético, justamente por conta disso, né?
¶144As versões basicamente do Stephen Wixra, enfim, do Perry Hendrick, do Michael Berman, ah, enfim, do, como é que fala? Do Peter Vanagen, né? Para lidar com o problema do mal, né? Por exemplo, o próprio Schmid ainda despreza essas essas abordagens, tá? Tem um vídeo sobre teodiceias de ranqueamento de teodiceias no canal do Schmid, que ele ilustra isso, né?
¶145que ele não vê plausibilidade nenhuma desses teismos céticos mais fortes, né? Ah, ele acha que na verdade eles geram problemas, eles acabam com toda a preditividade do teísmo né, de certo modo. Ah, e é por isso que no caso ali ele endossa o midí agora ele passou a endossar uma versão mais fraca, né, modesta do teismo cético, né, que a gente vai ver ali já, se a gente tirar tempo, né, na parte relevant. Aí diz aqui, eu também não acho, eu acho, eu acho que se car tá errado quando ele diz que o te o te é mal definido, tá? Eu não acho que é mal definido.
¶146Eu >> acho que tem modelos bem delimitados, mas tudo bem. Ó, ele defendeu dois dos seus argumentos favoritos, o argumento cosmológico e o argumento do finino. Não há surpresas reais aí. Em termos de estilo, na minha respectiva, as coisas que ficaram um pouco frustrantes, porque o seguinte padrão se repetia várias vezes. Craig argumentava e eu respondia.
¶147Apenas repetiu o argumento original. Por exemplo, ele disse que os cérebros de Bolsmer era um problema para o multiverso. Eu disse que eles eram um problema para certos modelos de multiverso, que é algo que o Schmid não especificou. É que o Schmid não se especificou. mas não para outros, o que é realmente bom, porque nos ajudam a distribuir modelos viáveis de inviáveis.
¶148E sua resposta foi que o multiverso não era uma teoria viável por causa do problema do cérebro de Bolsman. Ou ele disse que o universo começou a existir, deveria haver uma causa transcidente. Eu disse que as noções cotidianas e causalidade não se aplicam ao início do universo. Expliquei porque elas poderiam se aplicar aproximadamente dentro do universo, mas não a ele. Não a ele.
¶149E sua resposta foi que se o universo ah pudesse simplesmente surgir, porque não as bicicletas? Sinceramente, fiquei um pouco surpreso com a falta de interação em tempo real, já que uma das maiores reclamações poras de KGER é que seus oponentes não nunca respondem diretamente aos seus pontos e me esforcei para fazer exatamente isso, né? Ah, para ser justo, ignorei alguns dos seus argumentos ver baixo, porque eu os considerei irrelevantes e queria concentrar nas questões importantes. Ele pode se sentir diferente. Ele pode se sentir diferente.
¶150Tenho certeza de que outros terão suas próprias opiniões, mas em breve os vídeos perguntirão a que ele comenta sobre coisa, né? Deixa eu ver. Acho que ele comenta meos detalhes em algum dos outros pontos aqui, ó. Aqui ele comenta um pouco mais em detalhes o qual foi o problema que ele identificou com essa ideia do do CG trazer o cérebro de B como uma problematização pro multiverso, né? Pro multiverso.
¶151>> Eh, como se fosse uma problema para toda e qualquer articulação do multiverso, né? Ó, contra o multiverso, o principal argumento de Craig, surpreendentemente foi o problema do cérebro de Bolsman. Digo surpreendente, surpreendentemente porque é um argumento muito fácil de refutar. Claro, os cérebros de Bolsman são problema para aqueles modelos com problema de cérebros de Bolsman, nem todos os modelos os possuem. E um bom cosmólogo moderno do multiverso concentra-se nos modelos que os evitam.
¶152Nesse sentido, o problema de >> Brain Bolzman, né, o cérebro de Bolsman, é bom, ajuda-nos a distinguir modelos viáveis de modelos inviáveis. Pelo que posso dizer, essa resposta direta foi completamente ignorada por Craig. Ele apenas repetia que os cérebros de Bolsman eram coisas realmente ruins. Ele dirigiu essa crítica particularmente Carol Chain, que eu diria que é um objetivo muito mal, né? Objetivo muito mal.
¶153É muito menos provável que os brain Bolsman, né? Brains, né? Ou seja, célebre Bman seja um problema no nosso cenário que na maioria das outras teorias do multiverso, uma vez que na verdade produzimos universos bibis como potencialmente milhares de milhões de observadores com mais frequência do que produzimos cérebros de bols individuais. Mas não enfatizei esse ponto, pois meu objetivo não era defender aquele modelo específico. A parte a discussão de cérebro il lustra um problema com a com o debate como um todo.
¶154Era demasiado técnico. Eu penso que principalmente para o lado de William Cray, embora eu merecesse parte da culpa, eu havia preparado um único slide sobre o tema, né? Ã, mas enfim, aí ele responde aqui. >> Uhum. Mas é isso.
¶155Então aqui ele comenta um pouco sobre essa questão. Ele especifica ao longo do debate aqui que isso não é problema para todos os modelos de multiverso, né? Essa questão da proliferação de cérebro esban, né? Ã, e ele entra em mais detalhes aqui no vídeo. Aqui não tem a IA, cara, para eu puxar a o tempo exato em que eles argumentam aqui, né?
¶156E essa aqui é a versão traduzida, específica, né? Mas eu posso tentar pegar o vídeo >> o vídeo no YouTube, né? Porque eu acho que não tem a tradução bonitinha, igual a gente fez aqui para mostrar melhor aí o ponto do Carol, né, que ele faz. Ele faz em mais detalhes lá, pelo que eu me lembro. Deixa eu dar uma olhada.
¶157Comentar algumas coisas enquanto isso, >> ah, enquanto isso, eu só ia comentar duas coisas, né, sobre essa questão de multiversos. A primeira, né, é que a teoria dos multiversos, ela não existe para tentar te explicar o ajustino e tirar Deus, né? Isso é importante de mencionar. Só só para mencionar, né, que as teorias do multiverso elas existem na física. Elas são assim, alguns modelos matemáticos, alguns modelos físicos propõem a possibilidade de multiversos.
¶158Então não é não é só para para quem assiste, né, saber disso, né, que a teoria dos multiversos ela não surge para tentar ocupar um lugar que Deus ocuparia, não é bem isso, né? embora ela seja citada no campo filosófico como uma hipótese eh para lidar com questões ligadas ao justifino ela o as teorias de multiverso, elas elas surgem dentro de certas teorias ligadas à teoria das cordas ou da mecânica quântica ou sobre teorias de inflação do universo. Eh, são teorias propostas na física e só delas serem serem teorias que aparecem ou são propostas, elas são modelos concorrentes assim que pra gente explicar a realidade, né? Então assim, pelo menos mesmo se a teoria do multiverso não for verdadeira ou se a gente achar que ela não conta com corroboração física suficiente, ela continua sendo um elemento que a gente pode usar filosoficamente para comparar modelos explicativos diferentes. E tem uma outra questão, né, para mencionar sobre a questão dos multiversos, é que filosoficamente, por mais que isso pareça estranho, né, pelo menos da maneira como eu leio, a teoria do multiversa, ela é mais parcimoniosa do que uma teoria de pressupor Deus como aquele que ajusta as constantes da física.
¶159Porque quando você inclui Deus na sua teoria, você está fazendo um passo ontológico, eh, que é postular uma nova categoria ontológica da realidade, que é uma mente incorpórea, ah, que não existe numa teoria naturalista, por exemplo. Enquanto postular multiversos ainda está dentro de uma teoria que não possui uma categoria ontológica nova. os multiversos físicos, pelo menos, né, se a gente adota uma teoria de multiversos físicos, eles ainda estão dentro da categoria ontológica de entes naturais. Então, a teoria dos multiversos, mesmo que você postule um tantão de multiversos, ela ainda continua continua sendo do ponto de vista ontológico mais simples do que uma teoria teísta. Porque >> qualitativamente, >> qualitativamente, porque a gente, o David Knock fala isso quando ele vai discutir simplicidade em teorias morais, ele fala assim: "Olha, quando eu postulo eh fatos ontológicos morais não naturais, eu não estou postulando uma categoria ontológica nova.
¶160Eh, então eu não tô postulando uma categoria ontológica que eu acredito que já não exista, porque eu acredito que os os aes matemáticas também estão na categoria de fatos não naturais. E aí ele explica, né, que antes da gente considerar a as quando a gente vai considerar parcimônia ou simplicidade ontológica, primeiro a gente considera quantas categorias ontológicas aquela teoria postula e depois a quantidade de entes que aquela teoria postula. Então, por exemplo, uma teoria que postulasse o universo com 1 milhão de átomos, ela é mais simples do que uma teoria que postulasse um átomo e Deus. Por quê? Porque a teoria que postula um átomo e Deus, ela tá postulando duas categorias ontológicas fortes.
¶161Ela tá postulando uma categoria ontológica de um ente que é imaterial, ah, e outra categoria ontológica que é um ente físico. Então, por mais que a gente tenha só um átomo e Deus, essa essa teoria ela é mais ela tem ela tem mais custo ontológico do que uma teoria que postulasse um universo com milhão de átomos, que não postulasse uma categoria ontológica nova. Então, se a teoria do multiverso, ela pode até parecer menos simples, porque ela postularia mais universos e a gente contaria, né? Tem esse universo, mais outro, mais outro, mais outro. Mas, ah, quando a gente pensa em multiversos do ponto de vista naturalista e físico, a gente não tá postulando uma categoria ontologicamente nova do ponto de vista qualitativo.
¶162A gente não tá postuando uma categoria ontológica nova. A gente ainda tá trabalhando numa categoria ah de entes naturais definidos como aqueles que são objetos de uma ciência física ideal. Enquanto quando eu postulo Deus, aí eu postulei uma categoria ontológica nova. E uma coisa importante, toda vez que alguém postula uma categoria ontológica nova, essa pessoa tem que assumir todos os custos que essa postulação nova qualitativa traz. Então, se eu postulo uma mente incorpórea, eu tenho que explicar como que funciona uma mente incorpórea, qual que é a psicologia de uma mente incorpórea, como que uma mente incorpora pode interagir com o mundo físico.
¶163Então, isso como que funciona a liberdade, o livre arbítrio dessa mente incorpórea, como que funciona o processo cognitivo, tomada de decisão, eh, vontade, todo aparato mental que uma mente tem, só que sem um corpo, sem o organismo. Então, o custo ontológico de postular Deus, ele é maior do que o custo ontológico de postular outros universos físicos. Agora, isso é só uma questão de comparação de parcimônia, né? Existem outros critérios que a gente leva em conta quando a gente vai avaliar a virtude de uma de uma teoria. Mas se tudo fosse igual, se em todos os outros critérios a teoria do multiverso impatasse com a teoria teísta, a teoria do multiverso ainda seria mais parcimoniosa.
¶164Mas o que eu quis mencionar pra gente lembrar que é importante, a teoria do multiverso, ela não surgiu para eh tirar Deus da jogada, né? Ela são, ela é um tipo de teoria que é proposta por alguns físicos dentro de certas teorias físicas. A física hoje ela tem ainda assim, a gente não tem uma teoria quandoifica, a mecânica quântica, que a teoria da relatividade. Então assim, digamos assim que o que a gente conhece ah sobre o universo físico ainda bastante inicial, assim, né? Então é eh a gente tem tomado sempre esse cuidado metodológico de não avançar demais, né, em conclusões a partir das teorias físicas atuais, que ainda falta muita coisa no universo para ser explicada.
¶165Perfeito. Botar aqui para rodar o vídeo. Acho que é nesse trecho aqui. Dr. C makes a lotin problemath bang.
¶166This is a significant misunderstanding of how the multiverse works. The multiverse doesn't say that everything that can possibly happen with equal probability. It says that there's a definite history of the multiverse and you can make predictions. Different multiverse models will have different ratios of ordinary observers to random observers. That's a good thing that helps us distinguish between models of the multiverse and nonviable models.
¶167And there are plenty of models where the brain random. E aí ele enfatiza isso novamente aqui, ó. Deixa eu colocar aqui. Ele enfatiza aqui em outra em outra consideração aqui. Bolsman brains.
¶168Areverse models passed. Then he could be the regions where ordinary observers could not exist because the parameters are not right. that Bolsman brains could exist. But the whole point is that Bolsman brains are forms of life. Bolsman brains can only exist where life is possible.
¶169So what one does in cosmology is look at the multiverse regions where life is possible and counts the number of Bolsman brains versus ordinary observers. There are models that pass the test. Now I think that this is a crucial again a philosophical point here because when I talked about the list of ways in which our expectations for theism come out completely wrong when you compare them to the world. Dr. Craig said well but that's not the point.
¶170E para finalizar, ele argumenta mais uma vez lá para perto do final. Vamos lá. Once again brains and there should be more brains than ordinary observers. I again explain why that's not true because it's a model dependent statement. In this particular model, it turns out to be easier to make a universe than to make a brain.
¶171That's a selling point of the model. Ah, vamos lá. E é isso, né? Para quem tiver interesse. E debate legendado, Deus e a cosmologia Carol versus Will C.
¶172Tem essa legenda aqui que o pessoal fez vocês ativam. Essa legenda aqui não é do YouTube, tá pessoal? Essa legenda aqui que eu coloquei aí para vocês é as próprias pessoas que traduziram e colocaram aqui. Beleza? Então, vamos lá.
¶173Vamos lá. Vamos lá. of monkeys just randomly typing on a tyewriter. How often do you think are they going to type an entire play of Shakespeare compared to how often are they going to type a single paragraph or a single sentence? Single sentences and single paragraphs are going to massively dominate the space of intelligible like sentences or intelligible vocabulary.
¶174Right? an entire work of Shakespeare that's going to be much rarer. So it's actually going to be exceedingly unlikely that you get this vast array of like a pocket of order and low entropy compared to just localized pockets of order or entropy. So actually and localized pockets of entropy or high order um that's just going to correspond to like the Bolsman brain compared to this ginormous pocket of uh order that we have that we see around us for like 13. years going up to now in this fast universe with an evolutionary history and whatn so and that of course if there are if both brains really do predominate observers then we are we we are in a skeptical scenario because that basically means that among all the beings which share my current brain state and thereby share all the same experiences that I have the vast vast vast vast vast majority of them are brains that are going to dissipate almost immediately and so then just casts us into challenges to the multiverse hypothesis >> bom isso aqui tá respondido pelo car né cert modo existem modelos e multiversos que são viáveis e outros que não são viáveis.
¶175Os que são viáveis não tem esse problema que o time tá apontando de que vai ter uma proliferação de cérebros de Bolsman. Simplesmente assim. Eu não sei porque o Smit tá repetindo isso, cara. Tá tipo, tá virando um CG if was willing to Christianity much less Catholicism I would I would think I'd be open to go fine fine you read this paper right fine there's some creator. Why was that a scary thing to come to?
¶176É, até aí beleza, né? Ele poderia até ter se convencido sobre esses raciocínios. Isso daí eu não teria tanto problema não, tá? Eu eu acho que ele tá errado, obviamente. Acho que os raciocínios são fracos, né?
¶177Algumas razões que eu apresentei aqui são razões contra esse tipo de de argumento, né? tipo de raciocínio, mas eu acho que se ele se conversia tão tão assim, sabe, escandaloso, algo assim, tão problemático, né? O problema foi que ele foi direto pro catolicismo, né? >> Então, né? >> Cara, eu não me encomundaria nem se ele tivesse virado cristão, você acredita?
¶178Nem nem se ele tivesse virado cristão, eu não me incomodaria nem um pouco. Nem um pouco. >> Iss é uma coisa, é essa, essa é uma coisa só comentar assim, que eu fico imaginando, né? Porque eu consigo imaginar tipo uma escadinha que a gente vai fazendo à medida que a gente vai sendo convencido para algumas coisas. Então, por exemplo, se eu tivesse sido convencido pelo argumento do ajuste fino, o próximo passo da escada ainda não seria o teísmo, porque eu acho que ainda tem outras eh hipóteses alternativas ah que poderiam explicar o ajuste fino de outras maneiras, né?
¶179Então, por exemplo, talvez eu abandonasse o naturalismo comum. Eu tô imaginando ser uma pessoa que tá fazendo essa escada, né? Então, eh, ou eu abandonaria, sei lá, descobri que o universo parece muito ajustado à vida. Então, o próximo passo seria abandonar o naturalismo simples e talvez adotar um axiarquismo ou adotar um naturalismo teleológico. Acreditar que talvez a matéria ou a natureza tem um telos intrínseco a produzir vida ou acreditar que o axiarquismo ateísta é verdadeiro, né?
¶180Lembrando que o axiarquismo, que é a posição segundo a qual a realidade fundamental ela não é indiferente ao valor, existem forma de de axarquismo teístas. Você pode acreditar que a natureza ela é ela surge orientada para o valor sem ser teísta. Você pode acreditar nisso. Existem propostas a serarquistas ateístas. Então você poderia, sei lá, assumir ah que o valor é intrínseco à própria realidade ou talvez você assumisse uma forma de pampsiquismo alguma coisa assim.
¶181Então assim, a na escadinha de coisas, eh, a gente geralmente vai devagarzinho assim, né, assumindo coisas gradualmente. E aí, ah, tudo bem, ah, se eu achar que oarquismo não é uma boa hipótese, se eu achar que acreditar que a natureza tem telos intrínseco não é uma boa hipótese, aí sim eu vou para uma hipótese de postular uma mente, porque é uma um custo ontológico muito grande você é postular uma mente material que o universo. >> Para quem tiver interesse, ah, não sei o que que é o axarquismo. O San tem um vídeo que ele postou recentemente aqui, ó. Cinco argumentos a favor do Axarquis Mateu, né?
¶182>> Por que algo? >> Ele postou aqui, ó, >> cinco argumentos a favor do Axanteísta. Beleza? Então, quem tiver interesse aqui é só assistir aqui. Beleza?
¶183Aí depois aí isso que eu ia falar. A gente ia subir na escadinha, né? Depois que a gente chegasse, Deus, pronto, a gente a gente descartou oarquismo ateísta, a gente descartou o naturalismo teleológico, o campo de naturalismo teológico, é a ideética que a natureza tem um telos intrínseco, tipo talvez uma visão meio e neoaristotélica, natural. Pera, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Sank mudo.
¶184Eu tô ouvindo San. >> Eu tô mudo. >> Para mim tá de boa. >> Vocês estão vindo o sangue? >> Ah, tá tá ouvindo.
¶185Acho que Gasl tá viajando. >> Tá viajando, Gasl. Mas enfim, vamos vamos lá. >> Ah, não, deve ser deve ser o computador, o computador da pessoa. Mas é, é isso que eu tava comentando, né?
¶186Geralmente a gente faz escadinhas de de mudança de posições. Aí depois tá assumir Deus. Qual que é o próximo passo, né? Aí Deus é um deus deísta, é um deus >> Então assim, até um fez o pulo do agnosticismo pro do de um agnosticismo pro pro teísmo católico tão rápido assim, né? >> Mas enfim, cara, assim, pelo que ele foi contando, foi indo o shift, ele foi indo de leve, entendeu?
¶187Até aqui, pelo menos, eu tô percebendo shift de leve. O problema é quando chega perto do meio, aí a coisa começa a acelerar mais, entendeu? Tipo, ele foi mudando, foi tipo, ah, eu tava um agnóstico inclinado pro ateísmo, aí depois fui um agnóstico inclinado pro teísmo. Aí depois eu me deparei com algumas evidências ali que parece que se alinar com com cristianismo e do nada, tipo, ah, começou a vir evidência de milagre católico e blá blá blá. Aí nessa parte do católico aí degrangolou tudo >> aí des você percebe que não fez você percebe que ele não fez um trabalho adequado de pesquisar da mesma maneira da exata mesma maneira com exato mesmo afinco os milagres de outras religiões.
¶188Ele não fez esse trabalho modo. >> Não só isso como pesquisar a própria tradição cristã, né? Os pra gente entender do ponto de vista histórico, o que que a gente pode afirmar e não pode afirmar. Exatamente. Talvez isso inclusive favorecesse a diminuição de credência em termos dos próprios relatos de milagres, né?
¶189Ele atribui esses relatos de milagres para aspectos sobrenaturais mais gerais e mais amplos em virtude de problemas es. Inclusive, é inclusive eu a inclusive um dos pontos é tipo assim a a só um exemplo, né? A Virgem Maria que eu conheço do ponto de vista histórico e a Virgem Maria que aparece nas visões dos católicos não tem nada a ver uma com a outra para mim. Mas enfim, talvez isso já seria um ponto de ceticismo, tipo, pera aí, a Maria que os católicos estão vendo não é a Maria histórica. Pode ser outra Maria, mas a histórica não é.
¶190Mas isso a gente comenta depois. Ó, fog tá fazendo uma dissertação sobre esses tópicos. Vai ser interessante. >> Acho que vai publicar alguma coisa e a gente pode dar uma analisada e ver o que os teístas ou que os ateus analíticos vão publicar em resposta, né? Eu tô curioso também pela reação do James Fer, né?
¶191O James Fer ele chegou a fazer uma reação pequena, quem tiver interesse, eu até recomendo vocês assistirem ao testemunho, né, de conversão do Josh Media, que eu até postei aqui na aba de comunidade, eu achei que alguns pontos que ele fez foram interessantes, foram bons. Ah, foram bons, viu? Perfeito. Ah, acabei de ver agora, cara, acabou de ser publicado o debate do Daniel Gontijo contra o Guilherme Freire, cara. Debate de uma hora e pouco.
¶192A gente vai reagir aqui depois. Depois a gente vai reagir aqui. Ah, inclusive eu ajudei o Gon a se preparar para esse debate aqui. Acho que essa conversão do Jo, eu tinha comentado que essa conversão do J vai ser até interessante, né, pra gente ver um movimento no debate filosófico sobre as questões que ele tá trazendo. Isso é interessante.
¶193>> Eh, não leva a rom >> todos os caminhos não leva. >> Mas enfim, vamos lá. Eh, o James Hoder fez um vídeo que eu até assisti ele completo, ele fez alguns apontamentos que eu concordei, né? Até o Sun também assistiu, né? Eu vi que ele tava comentando, o Sun tava comentando lá também um pouco, né?
¶194S chegou a comentar um pouco sobre os pontos que o >> aqui. Eu recomendo vocês assistirem. Eu achei que esse vídeo foi razoável, tá? Achei que ele foi bem razoável aqui. Aí o pessoal comentou aqui em massa, né?
¶195O o Derek Lambert do Vision chegou a comentar, o próprio Fer chegou a comentar, né? Deu um bravo ali. Quer ver? Deixa eu ver aqui. Pegar o comentário dele.
¶196Bravo. >> Falou. Bravo, James. Bravo. Bravo, James.
¶197Aí eu acho que ele vai fazer, eles vão fazer. Cara, eu tô doido para eles fazerem uma série, tipo, chamando biólogo, filósofo, chamando físico, chamando, no caso ali pessoas que são especializadas nesse estudo dos milagres, chamando chamando a galera toda para fazer um grande documentário contra os milagres católicos, cara. Mas eu tô doido para eles fazer isso. >> Então, isso que eu tá falando aí, você vai que eu chamei de brincando de efeito rebote, né? Sei lá, vai conversando do vai que é um efeito rebote movimentando a galera aí.
¶198vai movimentar uma galera, inclusive vai movimentar o pessoal a estudar mais a fundo os milagres católicos, né? Vai ser interessante isso, porque é uma coisa que o pessoal não dava muita bola, o pessoal cético assim, não sabe, negócio de, ah, os milagres católicos são distintos dos outros, o pessoal não botava muita fé, sabe, os negócios assim, não não levava muito a sério, né? E aí, como ele vai começar a trazer um caso de argumentos similares mais robusto, né, mais amplo, isso vai estimular os ateus, né, de certo modo, a se organizarem, a reagirem e a produzirem respostas, né, de certo modo e até explicações naturalistas ali, talvez até mais elaboradas, que não tenha se pensado ainda para certos casos que não não ganharam tanta atenção, algo assim. Eu acho que isso daí vai ser positivo para todo mundo. Eu acho vai ser positivo.
¶199>> Em certo sentido, certo sentido, acho que não vai ser tão negativo esse esse tipo de movimento, sabe? Eu também acho que não vai ser interessante. >> É, aí no caso eu achei a postura do Fio Hperer bem bem legal, né? Porque ele falou assim que eu não vou fazer, eu não vou responder até eu ver o seu caso completo e sendo dado nas suas 4 horas, né? Seu vídeo de 4 horas, que eu acho que é esse aí do do Mat Fred, né?
¶200>> Pode tomar um tempo longo, né, para digerir. Ah, também no caso vou, enfim, vou est fora aí, né? Vou est enfim fora no feriado, né? Na próxima semana, né? Aí ele falou que ele vai estar ocupado, né?
¶201Na próxima semana ocupado, entre aspas, né? vai est curtindo o feriado na próxima semana. E aí eu acho que depois disso, né, depois que Matu tá bem com esse vídeo aí, eles vão fazer uma resposta primeiro esse vídeo e talvez depois aí vai fazer uma resposta ao caso mais robusto, que é o de 12 horas, né? Eu acho que ali eh vai ser o caso mais relevante de 12 horas ah, 12 horas ou mais em favor do catolicismo. Mas é isso.
¶202Ahã. Então é isso. Eu concordo com bo muito um monte de coisa aqui que o comentou aqui. Dentre elas relatos do Schmid não não ser muito consistentes a maneira como ele tava expondo o caso aqui, tá? Eh, ele não tava ilustrando um comportamento de uma pessoa genuinamente cética, conforme ele tava relatando ali no no podcast do Mad Fred.
¶203ele manteve esse tipo de relato da mesma maneira, de uma maneira ali não muito organizada, no seguinte sentido, de não expor, né, com quais pessoas céticas ele conversou, né, antes de tomar essa decisão, né, quais pessoas céticas ele conversou antes de tomar essa decisão. Então, ele não relatou isso muito bem, né? Eh, parece, no caso ali, e é isso que o o enfatiza, que ele tem uma espécie de abordagem meio, como é que eu posso dizer? H, antes de redistribuir as credências que ele tem certas hipóteses ou proposições, ele faz isso de maneira muito acelerada, no seguinte sentido. Ele entra em contato com o conteúdo de alguém, né, que é ele julga como impressionante.
¶204ele começa a interagir com aquela pessoa, né, mesmo que aquela pessoa seja mais qualificada do que ele naquele assunto, né, por exemplo, Joshua Risming, né, foi o relato dele que fez ele, enfim, diminuir a credência dele, no caso ali na na proposição do ateísmo e entrar no âmbito do agnosticismo em virtude das interações que ele teve com Josh Rasmy, né, do canal World Design, né, que é um filósofo ali bem bem zínio, né, cristão que eu respeito, né, parenteísta. E ele tem essa abordagem de aparentemente, né, pelo menos a impressão que dá é que ele tem esse tipo de abordagem constante de não buscar o lado oposto mais qualificado antes de redistribuir as credências dele. Porque tipo assim, ah, a impressão que dá é que o relato dele ali, quando ele entrou em contato com argumentos ali da contingência, como ilustrado pelo Rasmus e o Prusce, por exemplo, ah, ele simplesmente não teve a atitude de tipo pera aí, tem esses argumentos aqui, esse cara aqui que eu tô debatendo é o cara mais qualificado do que eu. Então, nesse caso, eu ficar debatendo com esse cara não vai dar muito resultado. Então, eu simplesmente ficar debatendo com ele assim não é uma maneira razoável de eu julgar que eu devo redistribuir minhas crenças nas proposições daquilo que eu acredito.
¶205Eu tenho que ir do outro lado primeiro checar a visão da outra pessoa que contrapôs esse tipo de argumentação ou que tá disposto a contrapor esse tipo de argumentação e que é mais qualificado do que eu. Eh, ele ele parece que ele ele não se porta dessa maneira, né? E, portanto, ele não se porta de maneira cética. É, esse foi o ponto do James Hoder, não maneira que uma pessoa que tipicamente se julga como sética, tendo pensamento crítico, geralmente se importa, né, que ele buscar pessoas mais qualificadas do outro lado que se opõe as opiniões desse lado fazer uma média, né? Avaliar as duas opiniões, avaliar os dois lados antes de redistribuir sua credência em certas proposições, como no ateísmo, por exemplo, que ele diz que ele foi um ateu por um breve período e entrou em contato com os conteúdos do Joshua Rasmassy no canal World Design, né?
¶206e simplesmente foi já debatendo com ele e vi que os conteúdos era, foi consumindo os conteúdos de lá e simplesmente vi que eram conteúdos brilhantes e blá blá blá e coisa e tal e aí diminuiu a credência dele no no ateísmo, né, em virus disso, né, e começou a trocar e-mail com com Rasmusy, foi sendo respondido pelo Rasm e mudou as credências, né? Eh, esse não é uma atitude razoável pro cético, né? Pro cético ali razoável, tipo, começar dessa maneira, mas ir pro outro lado também. Opa, pera aí. Esse cara aqui que eu tô debatendo, ele tem mais qualificação que eu, ele tem uns argumentos interessantes, mas será que tem pessoas mais qualificadas ou que tem qualificações paradas com a Lili que são de um lado opostor dele e que pode, no caso, fornecer respostas razoáveis para esses pontos aqui?
¶207Então, vou atrás desses outros aqui primeiro, antes de mudar minha credência, né? Não, ele não fez isso, pelo que tudo ilustra aqui. E parece que ele se procedeu da exatamente mesma maneira com Ethers, né, com a questão dos milagres católicos, entendeu? Ele não foi se consultar com o James Fer antes ou com algum outro cédico que estuda milagres, né, de forma mais profunda, né? Ah, então isso é uma atitude meio não cética, né?
¶208Uma pessoa que se dizia cética, se dizia com pensamento crítico ou algo assim e que era como tinha uma postura, né, uma posicionamento e uma uma postura cautelosa, né, na hora de fazer esse tipo de coisa. Aí eu até vi o pessoal fazendo analogia, né? É que nem sei lá, eu chego, eu chego para um cara que é um vendedor de carros, aí esse cara começa, né? Ah, esse cara começa a me falar que o aquele carro é maravilhoso, que ele não sei o quê, que ele tem várias qualidades e coisa e tal e coisa e tal. E aí eu tento lançar alguns argumentos ali, né, para tentar problematizar esse essas qualificações que ele tá colocando pro carro.
¶209Só que o cara é tão habilidoso, né, nessa nessa habilidade de vender o carro que ele começa tipo dar umas gambeladas e conseguir responder os pontos, né, as objeções ou as problematizações que a pessoa tá colocando para não complicar o carro. Aí se você convence por isso, simplesmente sem você no caso ir consultar, sei lá, uma outra uma outra concessionária ou sem você verificar o preço do carro em outro lugar, se você verificar, no caso ali as qualidades, as características do carro em outro lugar, que é mais neutro, né, digamos assim, que não é um cara que tá querendo te vender o carro, simplesmente não aptitude razoável você só querer comprar o carro assim dessa maneira, só porque o cara argumentou ali convincentemente, sendo que o cara, o papel do cara é vender o carro para você, cara. Então assim, eh, basicamente é esse o ponto, né? Eu achei essa analogia perfeita, né? Então parece que ele não tem uma cautelosa nessa circunstância.
¶210Isso quer dizer que o Schmid ele não é crítico em outras circunstâncias, que ele não é cauteloso em outras circunstâncias. Não significa que nessa abordagem, pelo menos da maneira como relatou e repetiu esse relato no Mat Fred, ele não foi cauteloso, entendeu? Não foi tão cauteloso assim. >> Uhum. >> Concordo.
¶211>> Vamos lá. jogada. >> Deixa eu colocar aqui o vídeo de novo dos área and that So actually it was it was kind of exciting cuz I like wow I've sort of gone on this my whole life like my whole life submission really has been try to find out whether God exists. I mean since I was a child this has been something that's just been like consuming for me. I debated people on social media way before I had my YouTube channel.
¶212I had like Instagram accounts where I was just debating people paragraphs on paragraphs on paragraphs. And then like I don't know. I always just saw reality as this kind of quest. Uh and I was just so interested in what is fundamental what is does God exist? I've always so profoundly by and so prospect that there is this like all powerful all knowing all good perfectly loving being out there who set up the universe.
¶213It was I mean it was beautiful so I mean it was I have mixed emotions cuz like I was wrong this whole time I was starting to suspect that I'd been arguing against something that uh maybe I really shouldn't be arguing against. So that was a little bit nerve racking. I would think if I was in your shoes and came to that realisation, one of the first things I would do is talk to other atheists and skeptics to help them talk me out of what I feel like I might be being drawn into. Did you do that? And what was that experience?
¶214>> Yeah. Oh, definitely. So, I mean, I reached out to a lot of my friends who are thinking also about the psychophysical harmony argument and it turns out a lot of them who were skeptical at the time like Amos Wen, Matthew Adlsteen, these amazing guys, they were also starting to become convinced and so then they are like basically like yeah I'm kind of a theist now as well. So like we're all just looking at this argument. Cara, mas tem outros ali que não se convenceram sobre isso.
¶215Tryana, né? O James >> Uhum. >> Então são dois ali que não se convenceram. Você tem no caso ali o próprio GR Op, você tem o Alex Massa, você tem o Danford, você tem todas essas pessoas que não se convenceram com esses argumentos. Você foi conversar com eles para ver qual que era a resposta deles?
¶216E alguns desses eram pessoas que auxiliaram ele bastante, né? De certo modo. Al o Dan Linford, que foi parceiro dele na escrita do livro Existential Enerve Proof, né? Publicado em 2021, ele desenvolve onde ele desenvolve a tese da inércia assistencial e blá blá blá, foi bastante relevante, né? Foi bastante relevante ali para auxiliá-lo nesse empreendimento, né?
¶217Então, complicado, né? Mas enfim, vamos lá. I have other friends who have tried to offer responses to it and I just didn't find their responses at all remotely plausible. Like they're trying to appeal to like, oh, you know, divine psychology is super difficult and like who knows what God would do and maybe there's just some like foundational natural reality which has a kind of brute disposal life range and just like a brute disposical being striking for. Essa primeira resposta é a do Nathan Bray, né, que tava sobre é um é um acho que é um doutorando em filosofia, não me lembro agora aonde que ele tá doutorando, não sei se ele tá doutorando, ele tá se graduando, enfim, não lembro exatamente qual o que que ele tá fazendo, né?
¶218Ele tá se graduando, né, digamos assim, ele tá se graduando ali. Ah, e ele teve a supervisão, né, estava sobre a supervisão do Ghop, segundo o que ele relatou, né? Ah, e ele chegou a debater, né, em alguns alguns debates específicos, né? Teve uma aqui que ele debateu onde ele o ele avança essa objeção, né, do da do cicismo sobre a psicologia divina, né, sobre o que a gente pode dizer ou não acerca da psicologia divina, que é um ponto que o também fez algum tempo atrás, mas que o BR tá avançando isso de forma mais vigorosa, que foi onde eles debateram aqui, né, eles debateram duas vezes no canal mais K, tá? pegou a sobra, avança, segura, vem a >> nesse canal aqui, pessoal, ó, queidano, Maridano, inclusive é filósofo da ciência, tá?
¶219Para quem não sabe, é filósofo da ciência e filósofo da religião. Deixa eu ver, deixa eu ver. Nathan BR aqui, ó, nesses dois debates, né? Nesse aqui que foi ele do lado do Alex Mal Pass. E o Alex Mal Pass ele defendeu basicamente essa esse ponto aí que o Schmich tá colocando, que é o chamado de objeção do stalking horse, né, do cavalo perseguidor do cavalo de troia, né, que é basicamente aquela ideia de você construir um elemento, né, uma característica na sua hipótese, né, que favorece no caso com que ela tem uma relação de velosemelhança aumentada com relação a a condicionamento, né, a condicionalização na evidência relevante, né, no pedaço de evidência relevante que seria do ajuste fino.
¶220as custas, no caso da diminuição da probabilidade intrínseca ou da probabilidade prioritária dessa hipótese, né? hã, aliás, da probabilidade intrínseca dessa hipótese, é ausente de consideração de qualquer evidência possível, né, em termos extrínsecos, né, dentre eles do ajuste fío e coisa e tal, hã, e que constrói nisso, né, nessa hipótese a noção até mesmo do axiarquismo, né, se constrói essa hipótese em termos de um elemento axiarquista nele que favorece esse direcionamento para a produção de algo de valor nesse caso a vida, né, em termos desse ajuste fino, né, da das constantes ali pr pra questão da vida. H, então ele avou esse tipo de argumento e ele discutiu aqui contra o Noa Mc também amigo do Josh Mid, né, de certo modo, o Noa Mc eonde ele defende o argumento dos milagres aqui, né? >> É, ele ele usa um argumento dos milagres aqui, né, com caso específico, né, que o J vai mencionar, inclusive, acho que ele vai mencionar aqui também, ele menciona no testemunho de conversão dele, mas vai mencionar aqui também. E é claro, o argumento do Justifino que é defendido pelo Milas Kate Dunhu, né?
¶221E a mediação aqui é feita pelo Allen, né? Imos Allen. E aqui tem esse outro debate que tem o Braaper também e o Kevin Sharp junto contra o Bayer Brian Cutter, o Travis Dumsday e certo moto ali o o Alex Bapaz, o Kevin Sharp, o Ray e o Paul Draper, né? Argumentando aqui ah contra o outro lado, né? Olista que envolve o Dsday, o Mi, o Miles e o Cutter, né?
¶222Então é isso. Mas é isso. Vamos lá. and whatn um and I just I didn't find those responses plausible they sucumb to for instance like this like imagine that the initial conditions had spilled out in like the atomic soup made by god with love in all the human languages that would be insane evidence for god's existence but notice that you could apply lots of these objections to the pych army argument to the world which we had that as our evidence oh you know buuse I would say that's clearly evidence for god's existence it's powerful evidence for god's existence but a lot of these objections to the tuning argument Ah, tá. Isso aqui que ele tá falando é o que eu chamado de argumento da evidência trífica incrível, né?
¶223Aum evidence argument, né? que eles usam para tentar ilustrar que, ah, se você joga esses tipos de preocupações céticas e coisas e tal, ah, então vocês teriam que estabelecer, no caso, vocês acabariam estabelecendo a ideia de que essas incríveis eh coisas que nós tomamos com sendo evidências teísticas incríveis, não seriam evidências teísticas alguma. Então, sei lá, aí ele vai usar o exemplo que ah, sei lá, se no caso ali a gente fosse analisar, né, a estrutura eh molecular, né, de certas moléculas ali, enfim, a a se a gente fosse se fosse analisar a estrutura molecular de certos elementos ou sei lá, se a gente fosse eh analisar, né, o âmbito astronômico ali no âmbito da formação das estrelas e coisa e tal, e a gente se se deparasse com com uma com uma constelação ou enfim, com uma estrutura molecular ali que tem um monte de moléculas ali que se reúneem para formar a letra, né, o conjunto de letras que tá escrito feito por Deus, né, made by God. Eh, isso não seria evidência da existência de Deus, né? Mas claramente, no caso, se a gente se deparasse com esse tipo de coisa, seria uma evidência da existência de Deus ou algo assim, né?
¶224Só que aí tem várias ah, só que aí tem vários pontos relacionados a isso, né? Eh, primeiramente, no caso, porque a forma as próprias línguas em termos gerais são estruturadas, né? Ah, favorece, no caso, com que com que no caso ali, se algo assim se formasse, por assim dizer, né? Ah, se algo assim se formasse, por assim dizer, ainda assim poderia ser visto, né? Eh, poderia ser visto, sei lá, ah, poderia ser visto como uma coincidência fortuita, né?
¶225Justamente pelas estruturas das linguagens serem tão diversas e coisas e tal. Ah, é que no caso ali tão maleáveis, eh, ali que certas coisas poderiam ser interpretadas quando sendo as evidências da existência de Deus, como na realidade não seriam, né? seria uma preocupação que a gente poderia lançar com relação a esses argumentos da da das evidências terísticas incríveis, mas tem outras preocupações também, né? Eh, uma outra preocupação que pode se avançar é se quer ser esse tipo de parcela de evidência, se quer seria possível em primeiro lugar, né? Se você endossa uma resposta tipo do GROP, né, que ele deu pro Michael Hilmer quando ele foi debater com Hilmer através da teoria metafísica modal, né, atualista ramificada, né?
¶226H, então nesse caso, esse exemplo, né, ele sequer pod se refletir um caso real, né, um caso possivelmente, né, realmente possível, né, e por conta, portanto, não ser um caso realmente possível, em virtude justamente da nossa realidade, tal como ela atualmente é, né, no segmento inicial ali, ah, necessário ou no segmento maximal, né, infinito necessário, né, caso haja um segmento infinito ali, né, eh, que tem esse perfil modal necessário, >> ele não favorece, no caso ali a o surgimento desses tipos de estruturas, né, dessa maneira como tá colocando, né, ah, como no caso ali não é permitida a formação desse tipo de estrutura sequer em princípio, né, metafisicamente falando. Então, simplesmente esses exemplos ah muito abstratos, né, de de exemplos ali de ah, mas se o cenário apontecesse, né, eh ilustrasse esse tipo de formação de estrutura, né, a molecular ou as constelações elas se reunissem, né, elas fossem ilustradas de forma a formar as palavras ali, né, e as letras ordenadas, né, escritus ou qualquer coisa assim. E isso seria a evidência genuína, né, da existência de Deus ou algo assim, né? Eh, esse ponto daí ele foi avançado primariamente, né, de forma mais primorosa, né, mais inicialmente, né, pelo Michael Hilmer, né, o Michael Hilmer que trouxe esse ponto aí, ã, e em alguns textos dele, né, até onde já tinha visto. E depois ele foi trabalhado melhor e foi incorporado no caso dos teías aí e foi articulado como o caso da evidência tística incrível, né, que é basicamente esse ponto que o Schmid tá trazendo.
¶227Ah, então tem esse tipo de consideração e tem outras considerações que também são abordadas aqui no debate com ah no debate com os outros os oito filósofos, né, que tem ali o Brak Cutter e tudo mais, né? Mas vamos lá. for God's existence. Divine psychology is really hard, right? And you know, maybe there's just some kind of like natural reality which just has like the brute or necessary disposition to produce exactly that initial arrangement like it's ridiculous.
¶228Cara, você tentar adivinhar a psicologia de um ser divino parece ser muito pior, né? Muito mais difícil do que simplesmente >> ah você perscrutar a psicologia desse ser divino. Parece muito ser muito mais difícil do que você identificar algo assim na realidade, né? Eh, algum aspecto de disposicional da realidade, né? porque você teria que, no caso, ter uma capacidade ali de perscrutar as razões dele, de perscrutar ali a o que que ele pensa, enfim, a a estrutura psicológica dele, né?
¶229O que que ele entende ou não entende, o que que ele quer para você, paraa realidade, coisa e tal, e que envolve estados psicológicos complexos, né, e diversos, né, digamos assim, eh, mais amplos, né, um tipo de psicologia mais ampla ali, mais nebulosa, superior, muito superior cognitivamente à nossa do que simplesmente isso daí, né? Então a gentea acha que sim, ainda assim a objeção da psicologia divina ela tem algum alguma atração aí, né? Tem alguma >> especialmente quando a gente considera, né, modelos que são mais comum, é muito mais comum, por exemplo, no modelo católico você assumir a simplicidade divina do que hoje no protestantismo, nos evangélicos em comum. Não sei se o Joy Smith ele assume ou não vai assumir por simplicidade divina, que é uma questão que boa boa parte dos dos católicos costumam assumir. E isso cria bastante problema, né, para pensar como que é a psicologia divina, como que é a psicologia de um ser que não é composto, né?
¶230Como que é a mente, o intelecto de um ser que não tem composição metafísica. Isso é uma coisa muito estranha. >> Mas isso até é ininteligível, né? Inteligível. >> Mas até é ininteligível.
¶231Sim. Sim. Como pensa um ser que >> é como pensa um ser fora do tempo? como que um ele intelig, como que funciona, isso tudo é muito complicado de se de se especular. Exatamente.
¶232Inclusive entra o ponto que um filósofo que o Emerson Gre trouxe, trouxe falar tr >> que ele avança um argumento em termos de filosofia da linguagem contra o te clássico. Clássico >> aqui, ó. Traz um argumento de linguagem interessante, cara. Não sei se eu vou conseguir expor aqui. >> Deixa eu ver aqui rapidão.
¶233Deixa eu colocar aqui. Deixa eu ver se vai. Aí, beleza. Contra o teismo clássico. Um argumento em termos de filosofia da linguagem sobre falas sobre Deus, né?
¶234Des clássico, ele tava lá para fazer. >> Dois pro Botafogo, três pro Atlético. O Benz foi morrer lá dentro do gol. O Botafogo diminui o placar. >> Vamos lá.
¶235Acho que é nesse trecho aqui já. Vamos lá. to like religious life if it doesn't render it straightforwardly false. So I think this is an interesting argument against classical theism. >> Acho que o nome desse filósofo da linguagem é Law.
¶236Alguma coisa Law. Joseph Law. Alguma coisa assim. Deixa eu ver aqui o nome dele. Ele ainda acho que não lançou esse texto dele.
¶237Eu tô pensando em traduzir ele. Tem que lançar. Deixa eu ver. Joseph Law. É isso mesmo.
¶238Joseph Law. Yeah, it's mainly an argument for like non-classical the views. Yeah, that's right. Kind of the way I see the argument is that it's targeting certain attributes of God and saying these are going to cause serious problems for theological predication, kind of a ordinary talk about God. And then so the classical theists all the really tricky attributes and then you know kind of various versions of giving up on those attributes are going to be more or less acceptable to the argument right so maybe a theistic person will have a hard time with some of this but I think the really worst parts of it are more or less distinctive of classical theism and and pictures very close to it and that's really what what I have in mind in this argument ok so what is classical theism so this is a a certain very philosophical conception of god that's often associated generally associated with the abrahamic tradition and there kind of a pretty long tradition in Christianity of something like this picture of god a lot of philosophers today to this picture is going to be completely foreign to a lot of ordinary even though many of them are in some committed to it.
¶239This is more or less of the Catholic church for instance and it's kind of a certain concept of God and you can really lay it out just by attributing to God a kind of set of attributes right so the past theist god is omnipotent omniscient and omnipedevolent obviously but it has that in common with a lot of other pictures of god in addition and more controversially um the god of classical theism is simple transcendent where that means outside space and time impassible immutable so I mostly care about immutability sorry well really simplicity the big ones the other ones relate to those attributes in ways that cast them in a kind of uh darker light as it were but simpliity say the ones I focus on in the paper argument. Yeah, it's almost like God is more like an abstract object than anything that's like us. Yeah, God is impassible, unfeeling, nothing affs doesn't react to anything. Edhe classical existence or essence or his various attributes but rather is identical to his existence, his nature and his attributes. He is his existence which is his essence, which is his power, which is his knowledge, which is his goodness.
¶240So that didn't clear things up. Some of what you attribute to classical theism is just like straightforwardly a part of it, but other parts you're kind of deducing from their their commitments, right? Yeah. I mean there's going to be some small variation in what various philosophers will want to kind of package into classical theism, but it is I think a fairly narrow uh conception. I mean so there's definitely some variation on what simplicity consists in.
¶241I would say the view that gets really debated the most in the literature and divine simplicity is the one that you just laid out where God is so not only does God not have any parts in um kind of the the sense of which metapis will use that term but also um God his attributes which again aring parts of him but they end up being identical to one another a really radical view of simplicity that the one place where I say you know you don't have to package this into but it's going to be a view that the classical theist has to accept um so I I say that as part of aety soy is just the idea that God narrowly it's the idea that God isn't caused by anything outside of himself Isso aqui acho que vocês já estão cansados de ver. Deixa eu colocar logo o argumento em si. Ah, deixa eu ver aqui. Pegar o trecho que é o argumento em si. Acho que é por volta daqui, cara.
¶242Que vamos lá. And this is for the classical theist. Can you like briefly explain why that is? So politir similar notion and I do think it's like I mean so for philosophers language today linguists healthy is going to be paradigm case of polit so polit is just when yeah words have multiple meanings right so like a famous example that tromski gives is um actually I don't know if comes from Tromski from Petrovski who likes Tromski a lot but um uh something like um lunch was delicious and it lasted 3 hours right so the word lunch there is being used in two different ways right but I only refer back I don't use I don't repeat the word lunch I say and it right and so it's kind of referring back to previous use but it turns out that in one the first use I'm saying I'm talking about the in the second talking about the kind of events that replace and so that's supposed to be and again I think that that um that can explain the like different related part without being quite as obscure as analogy as supposed like it's like a middle way between equivocation and univical talk right um yeah and the notion of analogy for instance in just relies on a lot of the kind of apparatus thatus brings to be on its conception of language that's just not shared by contemporary philos language and I think should be given up I mean you know I'm not I'm not a scholar of ofus but I know by his vi of language I think yeah here's where I think he goes wrong and where I think we should uh update things the field obviously has moved on uh very far since day right I mean yeah just analytic philosophy for a long time was kind of obsessed with language and there just been really enormous shifts really revolution like criy revolutionized philosophy language um yeah so I do think we should move on but yeah I think is is one way to explain the fact that we take these word healthy friends to have different related uses without appealing to analogy and that's unfriendly to the classical theorist and so far as it doesn't really help explain how we can talk about um god's love for instance in the same analy supposed to be able to help explain that yeah you have a good line about this starts to become a problem when you start theorizing about God's love or justice or like what these attributes or what his you know like what his attributes could even mean like on the basis of analogy like with the example you gave earlier the body can be healthy food can be healthy urine can be healthy food is healthy you know to consume but then there's this you know like urine is healthy in the sense that it indicates bly health um and you were saying like trying to make infances based on analogy it's like you might as well say like you should drink your urine because it's healthy which I thought was pretty funny um but yeah it's like the problem for the classical theist is when they start trying to theorize or make predictions or like figure out what they're supposed to do with this, you know, they say they have about God when, you know, he's loving or he's just or whatever. Like that's one area where this actually starts to like become a problem for them.
¶243Ok, so now we're actually getting to the argument like this is where it becomes a problem for the classical theist because you know like the ordinary theological language that you have in mind is stuff like God loves us or um God has a plan for us um or like you know and this comes up in biblical text too like for God so loved the world. So if you're going to start saying that like God's love is identical to like 50 other things that seem to make it like pretty opaque what this concept actually means, um that becomes a problem. Like I said for theorizing and making predictions, but also just like as you argue in the paper, like it seems to just make nonsense out of claims like God loves us if it doesn't just make it outright false that God loves us. So can you explain the argument now that we've laid some groundwork? Yeah.
¶244I mean in a way the argument is just kind of reinforcing the problems we've already kind of hinted at so far. I mean the idea is just what is it to say that um it's analogical when we say that God loves us or compassionate or whatever right so forus it's all the way down it's not like we have unical talk out of which we can build our analything we can say god for is analogical including like god is one or god exists reinforcing só um problema de predicação interessante que avançado aqui mas vocês entenderam né problema ele some quando você assume a universidade né de certo modo al certos conceitos, né? você assume a universidade de certos conceitos aplicáveis, tanto às criaturas contra deuses, isso já melhora o problema, né, que é a visão só que no caso ali ainda assim mantém algumas coisas problemáticas para inteligir, né, ainda assim. H, mas você consegue resolver isso plenamente quando você assume que Deus ele é um ser mais próximo de nós, né, nesse quesito, no sentido de ser um ser limitado, né, que não tem ali, imitado, enfim, não tem características ilimitadas e que é um ser pessoal no sentido muito mais próximo de nós ainda do que simplesmente na visão teísta clássica em termos gerais, tanto a escotista quanto no caso a atomista, né? Então é basicamente esse o ponto, né?
¶245Ah, não é isso. >> Então, parece que você para escrutar, você para escrutar as razões de um ser como esse seria complicado, né? É, é difícil. Eu entendi. Ele, ele escolheu o modelo de Deus que ele assumiu.
¶246Depois eu vou conversar com você lá no Instagram, viu? Eu tinha esqueci de te responder lá. Foi mal. Ah, mas enfim. Bora.
¶247>> Mas pode falar, pode falar. S. >> Sim. O que eu ia falar assim é que o argumento do ajuste fino, né, por si só ele não ajuda muito a saber qual que é o modelo de Deus que a gente tem que adotar, né, se no máximo que talvez seja um Deus inteligente. Então não sei se a o mod ele primeiro se torna católico para poder adotar um modelo de Deus.
¶248Eu imagino que foi talvez por esse caminho. O catolicismo vem primeiro do que o modelo de Deus escolhido. Não sei porque ele poderia, sei lá, pelo ajuste fino, ele poderia escolher outros modelos de Deus, né? O argumento da Justifino não necessariamente prova o teísmo clássico, não necessariamente prova o te tradicional. Ah, você poderia ser até um deus aristotélico, né?
¶249O intelecto que pensa a si mesmo, ou ou um Deus meio deísta. Ah, eu imagino que talvez o modelo de de Deus que ele adota é por causa do catolicismo e não por causa do argumento da Justifina, eu imagino. Não, eu não sei. >> É porque eu não sei ainda, cara. Eu não sei o que que ele vai defender, entendeu?
¶250Temos de modelo de >> É, tem que esperar aquele vídeo maior dele, né? >> Parece, ele parece um católico bem, ele parece um católico bem comprometido. Então, é porque assim, eu tenho, eu conheço, e eu eu sei que não, >> eu sei, eu sei que no caso ali o existe alguns católicos que teismo ne clássico, mas isso tá em conflito com a com a igreja católica, até onde eu sei, porque a doutrina daidade divina, ela é >> Uhum. >> ela é oficializada, né, pelo magistério. >> Uhum.
¶251é batido no martelo ali que a doutrina simplicidade vindo é uma doutrina ali vivindicada pelo magistério, então não é negável, né? Então sei lá, cara. Eh, o que eu faço, o que eu chuto é que ele vai virar um um escotista, né? Não vai virar um tomista, pelo menos é o que espero, porque daí ele pelo menos diminui um pouco os problemas que ele vai ter. >> Então, deliberar um escoista é uma coisa só bem especulativa, né?
¶252Ele não falou nada sobre algo sobre isso. >> Exatamente, exatamente, exatamente. >> É porque eu tô muito obrigado. >> Tá a tá no concílio de latrão, né? Que que Deus é uma substância inteiramente simples.
¶253>> Isso. >> Então é uma doutrina católica >> Vamos lá. Se ele eu é podemos podemos >> não. Pode falar, pode falar pode falar, pode falar. Não, eu só ia eu só ia dizer que então provavelmente o catolicismo vem primeiro do que o modelo de Deus, né?
¶254O modelo de Deus ele é justificado a partir do catolicismo. Só isso. Eu imagino. Claro que a gente tem como ter certeza, vai depender do caso que ele vai trazer, mas imagino que ele assume o modelo teísta clássico, se ele assumir por causa do catolicismo e não por causa do ajuste fino. Porque até porque o argumento do ajuste fino ele, ele ele provaria não muito pouco, né, sobre como Deus é, como que seria esse intelecto que ajustou as constantes físicas, né?
¶255>> Sim. There still lots of barriers, right? The problem of evil was just so powerful to me. And this is something I'm sure you have read so much on it. You've watched so many debates.
¶256You're like, "Where can I go?" It feels like the well the scale tips in the side of atheism I suppose is where you were at the time. Yeah. So, I mean, I don't know exactly where I was leaning at the time. There were periods where I was like an agnostic leaning atheist. There were times I was more of a pure agnostic.
¶257I think when I came across the psychophysical harmony argument, lots of other arguments for God's existence, uh I started losing my objection to the fine tuning argument. I was a pure agnostic. Um and then I as a result of that, I started leaning towards thesism. So that's the first domino, the first light of grace coming into my life really. Um and I I still couldn't go all the way even though I thought these arguments were like reasonably forceable.
¶258I mean one reason is because like I should still maybe have some higher order uncertainty buuse there are some smart people who just disagree with me and whatn. Um but also just I mean the problem of evil was so powerful. It was so powerful like st it for as you can if you don't mind. Yeah. So, for hundreds of millions of years, animals have been ripping each other to shreds, praying on one another, parasitizing one another, languishing, being burned in forest fires, lying there in agony, crying out.
¶259This stuff has been going on for hundreds of millions of years, right? Just I mean, again, just like think about the most brutal kind of death you can imagine. Like, imagine an elephant getting trapped in a tarpet. It's there. It's wondering where its parents are.
¶260uma intervenção, teve uma intervenção divina, mas enfim, vamos lá. Thousands of documented witnesses with you, but let's go on. Então, esses >> essas testemunhas oculares documentadas de eventos sobrenaturais, de livros voando de um lado pro outro e coisa e tal, eu eu truco que ele estudou isso de forma apropriada, igual o James mesmo colocou. Eu tru que ele tem uma metodologia apropriada de estudos para avaliar esse esse tipo de alegações, né? Inclusive tem toda uma discussão, né, hoje em epistemologia, né, sobre epistemologia do crédito, epistemologia do testemunho, que é muito muito muito importante para discutir esses casos, né, do sobre testemunho, não só testemunho de milagres, mas qualquer testemunho, ah, qualquer coisa que uma pessoa te conta, eh, te passa uma informação, no caso dele até seria interessante, né, porque a gente poderia incluir até a credibilidade de testemunho de de aparições, né?
¶261se a Virgem Maria apareceu e falou alguma coisa, o quanto que a gente pode criar no que foi dito por essa suposta aparição, como que a gente sabe se foi confiável, se não fois, ali era Virgem Maria mesmo, se era uma outra entidade passa se passando por ela. Tem uma toda uma discussão hoje em filosofia sobre epistemologia do testemunho que é e aí a qual um crédito a gente dá para testemunho de pessoas que estavam esperando um milagre ou que estavam em conjunto com outras pessoas compartilhando a mesma fé? Mas isso acho que vai aparecer mais paraa frente, né? Exatamente. Colocou relatos documentados também existem em outras religiões.
¶262Será que ele fez esse estudo apropriado para as outras religiões, inclusive pro hiduísmo? Que tipo tem cara o o Rian Lobat, ele manda cada coisa pra gente, né? Ô San cada coisa lá manda os estudos, né? Sobre >> e uma uma coisa legal, né? >> É que o hinduísmo é a religião mais antiga do mundo, né?
¶263supostamente, supostamente uma das religiões mais antigas do mundo, mais antiga que o catolicismo, pelo menos mais antiga que o catolicismo. Talvez o catolicismo a gente trabalha mais com coisas, entre aspas, documentadas, porque o catolicismo tem uma preocupação com canonização de santos, né? Então eles se preocupa muito com essa parte de documentar os milagres para poder saber se vai canonizar uma pessoa ou não. Ah, então o catolicismo, talvez na parte de documentação por causa de um viés, isso inclusive que criaria um viés nos resultados, né? Porque se a gente tem uma religião que ela tem a a preocupação de documentar os seus milagres, então os dados já estão subnotificados das outras religiões, digamos assim.
¶264Então, sei lá, assim, pelo próprio critério da Igreja Católica, existe uma subnotificação de milagres de outras religiões, porque essas outras religiões não tm tanto essa preocupação de canonização, de ter que verificar que aconteceu um milagre para documentar, para mandar pro papa, para ver se canoniza. Então, digamos assim, é muito difícil comparar os milagres católicos com de outras religiões quando a gente pensa nessa nesse problema de subnotificação de milagres de outras religiões, que é uma coisa bem interessante, né? que eu acho que o hinduísmo ele não tem tantos tanto propósito proseritista nem propóito de canonização. Então imagino que os milagres que acontecem no hinduísmo, eles não têm tanto essa preocupação de documentar tudo como faz a Igreja Católica. Isso já cria um problema para comparação.
¶265>> Sim, sim, sim. Eh, e assim lá eles têm uma tradição intelectual vasta e tão rica assim quanto o catolicismo, né? É, inclusive o Joh, eu tô traduzindo um texto, tô traduzindo um texto para vocês aqui, tá, na pensa naturalista, que é sobre argumentos induz em favor da existência de Deus, tá? Da Jéssica Fraser, para vocês terem uma ideia, os argumentos que eles articularam, basicamente, são argumentos de teologia natural similares ao ao da teologia natural do do dos cristãos em muitos aspectos, né? Por isso a gente tem escolar da galera do teismo clássico.
¶266>> Aham. >> É, inclusive inclusive o Joy Smith fala uma expressão, >> é, inclusive o Joy Smith usou uma expressão assim, né? Eh, esse modelo teísta clássico é um modelo de tradições abraâmicas, né? Nesse caso, algumas correntes se usam. Acho que o Rean Lobat se considera um teísta clássico, por exemplo.
¶267Então, assim, o teo clássico não é exclusividade das tradições abraâmicas. Isso é um ponto importante. E o hinduísmo também é uma religião inclusiva. O que significa que o hinduísmo entende que outras religiões elas podem ter elementos de verdade e inclusive podem ter fenômenos sobrenaturais que são verídicos ou genuínos. Então, hindu, por exemplo, ele não teria nenhum problema em aceitar os milagres católicos como milagres reais, eh, sem nenhum problema.
¶268Eles, não, eles poderiam até aceitar Jesus como avatar, ah, uma das, dos avatares da divindade, coisas assim. >> Sim, é o que o Ran aceita, por exemplo, né? De certo modo, acho que o Ran aceita, >> o Ran aceita o Jesus como senatar. >> É, e esse é um bom ponto, né? Será que o Joy Smith fez essa comparação entre o o a o catolicismo, o induísmo quando ele tava pensando na questão dos milagres, quando ele tava pensando na questão do teismo clássico, >> será que ele viu os estudos, por exemplo, né?
¶269É, apesar de ser bastante questionado, né? naturalistas e céticos questionam esses estudos, mas será que ele for dar uma olhada nos estudos do Jan Stevenson e do Jean Tucker sobre a questão de fenômenos envolvendo experiências fora do corpo, envolvendo no caso aqueles ã experiência de quase morte e eh relatos, né, de pessoas, né, de crianças ali que nasceram com memórias de vidas passadas ou coisas assim. Será que ele chegou a dar uma olhadinha nisso daí também? Acho que acho que não, hein? Acho que nem isso ele foi dar uma olhada, né, nesse tipo de coisa.
¶270>> Então, não sei, né? Não sabemos. Quem sabe no no assim, eu espera tava esperando no no caso que ele vai fazer completo, talvez ele traga uma coisa de pensar por que os milagres das outras religiões não comprovam a verdade delas ou se eles são não são milagres reais, não são genuínos. Como que ele explica? Isso seria interessante também.
¶271Mas vou fazer, ó, eh, David, vou fazer uma transição da faculdade para minha casa, então vou vou ter que sair por alguns minutinhos, uns 5 minutos. >> Beleza, mas vai ter que desligar aqui, não, né? Ou vai, né? Acho, acho que sim. Mas eu, ah, talvez eu possa continuar pelo celular, mas é porque eu tô no computador.
¶272>> É, talvez eu desligue >> 5 minutinhos, mas pode. >> Tá, então eu espero aqui. Eu vou prosseguir aqui. Vou prosseguir aqui. Daqui a pouco a gente a gente volta.
¶273Mas é isso inet where par and slowly sinking. A day goes by starving. And then some hyenas come by like, "Oh, look, it's pray." And they go in, they start eating it alive from its guts outward and they they tear off its tusk. It's still there. It's whining.
¶274It's wailing. It's crying. And basically gets tortured. Let's say for another 24 hours. And I would just think like, where is God in this?
¶275Where is God in the suffering of the elephant? This is an innocent creature. It's not like the elephant is like, "Oh, yes, I'm going to develop my virtues and response to the suffering." It's like that's not what the elevant is doing. They're not cognitively sophisticated enough to engage in that sort of virtue cultivation. Right?
¶276So these innocent creatures are just being subjected to horrific suffering. And this was going on for hundreds of millions of years with no humans around, none of us to help them or anything like that. And this was the very means of the mechanism by which God brought about biological diversity in general and humans in particular. This was the means. This was your chosen means.
¶277You couldn't have like created them in 6,000 years like the young earth creationist think God did. You couldn't have maybe made them like photosynthesizers or something one in all. I mean it was hard for me to believe that a perfectly good all powerful all knownowing God would institute that as his divine created means. That was that's what initially caused my deconversion from Catholicism and it stuck with me. And I was just thinking like listen I could have I was starting to get a lot of evidence for at theism you know the psychophysical harmony argument the fine tuning argument etc.
¶278I could have all this independently converging lines of evidence for something but for a long time the problem of evil just seemed almost decisive right I mean we can almost compare it to like oh the Jeffrey Dommer is a nice guy hypothesis right so imagine that um you know we've got two people are debating whether or not Jeffrey Dommer is a nice guy um you know one of them points out all these like independently converging lines of evidence that Jeffrey Domer is a nice guy like yeah he served duty and he helped puppies and like he cared for this old lady one time and what like once you learn that he was like drilling holes in the skulls of his victims so they could insert hydrochloric acid to permanently zom them and make them sex slave. That is just a decisive refutation of the Jeffre Domers hypothesis. And so I thought with a problem of evil, I thought, ok, yeah, there is lots of independently converging evidence for God's existence and it's really hard to explain away as an atheist. But we just seem to have this decisive evidence against God's existence from evil. And for a long time, that was a big barrier.
¶279So, I mean, and part of what help me get over it was just like the sheer coincidences that I would still have to pause it as an atheist, right? Like, ok. Let's step back. Right. Firstly, there is like a physical universe at all in the first place.
¶280That seems quite striking, quite surprising. You can easily imagine that nothing existed under an atheistic world view. Um, and that seems much simpler than the world we got. just nothing exists. Okay, so we got a physical universe but now look at the laws of nature.
¶281Firstly, the structure or the general form of the laws of nature have to be strikingly parameterized or strikingly fine tuned. After all, the laws that could have reigned, we can conceive of all different sorts of law structures that could have reigned. It could have just been a law that there is a single electron and it just like vibes through all of eternity. That would have been much simpler than all the laws that we got. And very plausibly, like scientists rightly have a kind of bias towards simpler laws when we're comparing how probable things are before looking at the evidence.
¶282So like under Ath we'd expect a very simple law structure like that or maybe it's a law that like space time is empty or it's a law that you know we can imagine it's infinitely many of these sorts of laws that are even simpler than the actual law that we got but which would not enable any interesting or valuable things to occur. Okay so the structure of the laws have to be strikingly fine tuned ok but now look at the consens within law so let's hold the law let's hold the law structures fixed let's look at the consens within laws and then we see that they had to take on exceedingly narrow values as I said in order to allow for anything interesting to happen. And if we're talking about like one and 10 to 120, I mean you're more likely just think about like that number. There are I don't know how many Adams there are in the universe. It's something I think I've heard estimates like 10 to power of 80 right?
¶283So you'd be more likely to just throw a random dart as Robin Collins said. He's like a scientist who's worked on the on the fine tuning argument. You be more likely to throw a dart and hit a random like sorry to pick an atom in the universe and to throw a dart and to hit that atom. Then you are to get the constants in the laws of nature to fall within the l life hurning range by chance. So I'm like, ok, so the the constants within the law of nature have to be strikingly fine tuned.
¶284Ok, but let's suppose that they are strikingly fine tuned. Well, then in order to get any temporal evolution of the universe in order for the universe to evolve through time after the big bangs of nature have to match initial conditions of the universe. >> Aqui é o argumento das leis nomológicas, né? Acredito eu, >> ele desenvolveu, inclusive no artigo recente dele, né, o argumento das leis psiconômicas, né, que é basicamente >> mistura elementos ali do do harmonia psicofísica com elementos do ajuste fino de certo modo. Ah, e aqui ele tá falando especificamente sobre esse pareamento, né, esse pareamento ali.
¶285Mas acredito que as objeções, né, que foram fornecidas aqui até agora, elas se aplicam mutatis mutantes, no caso ali, ah, pelo argumento da harmonia psiconômica, né, de certo modo, ah, que é esse argumento que ele tá fazendo referência, né, que ele publicou um artigo sobre ã e tem o a o ponto, né, do draper, eu acho que é ainda mais drástico, cara, que é o ponto justamente da evidência total disponível, né, de você considerar a evidência total disponível relevante na hora de se avaliar. hipótes competidoras, né? E parece que uma hipótese como do fisicalismo de fonte, por exemplo, ela é mais intrinicamente provável, né? Ela está relativamente pareado, né? Em termos das evidências relevantes, né?
¶286Em grande parte das evidências relevantes, do que simplesmente no caso, a hipótese teísta, né? A hipótese teísta tradicional, né? Que se vincula com teismo clássico e neoclássico, né? Mas principalmente com principalmente com teismo clássico e neoclássico, né? ali que é abarca uma forma de teismo que o Jo é a forma de teismo que muitos protestantes de linha mais analítica, né, como o próprio Paulo Víor Nossa, né?
¶287dois, né? >> Então, quando a gente leva, >> quando a gente tenta considerar essas hipóteses, né, para se dizer, buscando ou >> quando a gente tenta considerar essas hipóteses, né, em termos de probabilidade que elas têm, né, intrincamente falando, ou seja, em termos de sua coerência interna, sua coerência probabilística interna entre os seus componentes, né, que os seus componentes eles se mesclam muito bem uns com os outros, são esperados à luz um do outro, né? Eh, e a gente considera, no caso, a modéstia, né, nesse caso, a a ausência de especificidade da hipótese, né, como no caso a hipótese do físicalismo de fonte, ela é menos específica e como no caso ele é mais compatível com todas as evidências relevantes, né, digamos assim. Então, basicamente, elas estão pareados, ã, elas estão pareados ali, ã, em termos de em termos evidenciais extrínsecos, o que favorece o que com que a hipótese, que é mais intrinsecamente provável, nesse caso, o fiscalismo de fonte acaba acaba começando a corrida com mais vantagem em detrimento da hipótese teísta, né, que no caso ele é mais específica do que simplesmente a hipótese a hipótese do fisic de fonte, né, na Copa do Brasil. Isso faz no caso com que a hipótese fisicalista de fonte ela acabe ganhando a corrida ali, né, digamos assim, por ele começar a corrida na largada, né, uma largada ali um pouco mais à frente do que exponente outro hipótese, mesmo que ambas estejam correndo na mesma velocidade, né, em prol do suporte evidencial, né, e seja suportada igualmente pelas mesmas evidências, né, de certo modo, o J poderia apelar pra ideia do >> pra ideia de que, no caso ali a a as evidências em termos de possessões demoníacas e blá blá blá, né, dos relatos de possessões demoníacas e blá blá blá lá super no caso essa hipótese, né?
¶288Ah, OK. Mas aí a gente poderia trazer o ponto do de outro argumento que eu acho mais interessante, que aí já não é o argumento de low priors, né, ou de decisive priors, ou seja, de que as probabilidades prioritárias, né, vinculadas com essas hipóteses ausentees da consideração de conhecimento de fundo, né, relevante sobre várias disciplinas e várias questões relevantes ao nosso mundo, né, no background knowledge, ele ele ganha essa corrida justamente por começar a largada ali ah na frente, né, a gente pode considerar outra hipótese, que a hipótese, no caso ali vinculada com um deísmo estético, né, né? No caso no livro no artigo de 2022 do Draper ou então o deísmo indiferentista, que é o que ele articula, o que o Draper articula no livro mais recente, né, 2025, que é o at the evil, né, ateísmo problema do mal. Ah, onde você tem um Deus que no caso ele é >> que no caso ele tem ele no caso ele é >> ele é onipotente, ele é oniciente, mas ele no caso ele é indiferente com relação à vida consciente aqui na Terra porque ele não é amoroso, né? >> Ele ele não é amoroso, né, digamos assim.
¶289Então, no caso, isso favorece o quê? que ele seja indiferente com relação à vida consciente aqui na Terra. Nesse caso, um ser que é indiferente com relação à vida consciente aqui na Terra, ele seria indiferente, inclusive de tal modo que ele poderia ser um ser ali que ele simplesmente criou tudo para testar as coisas, né? Inclusive criou talvez alguns seres sobrenaturais ou supostamente sobrenaturais ou algo assim, né? Ah, eh para fazer algumas mazelas por aí, né?
¶290sem ser vinculados a uma religião específica, examente falando. Isso favoreceria dar conta inclusive não só desses relatos, né, de supostas ah supostas eventos demoníacos ou possessões ou exorcismos, né, que no caso Hmmid ele advoga como sendo exclusivo do catolicismo, né, pelo que parece. Ele acha que exorcismo só existia no catolicismo, sendo que no caso em outras religiões no âmbito da ah asiático, né, mais antigo, já tinha exorcista lá, já tinha formas de exorcismo bem de exorcismo, né, de se exorcizar supostos espíritos e blá blá blá e coisa e tal, né? H, antes mesmo do caso do cristianismo chegar lá, né, já existia esse tipo de coisa, né? Se você for pesquisar aí, você vai ver que, eh, eventos relacionados a exorcismo já existiam, né?
¶291Ah, principalmente ali na Ásia, muito antes do cristianismo, eh, dar as caras, digamos assim. Ah, então essa hipótese ela consegue dar conta de tudo isso e ainda por cima, no caso, ela é desempatada pela evidência em termos da qualidade da vida dos seres sencientes aqui no planeta Terra, né? Então, se isso é o caso, então pelo menos o ateísmo nuclear ele é venticado mesmo diante de toda essa evidência total disponível, né? Mesmo com toda a evidência total disponível relevante ser considerada ali. E a evidência decisiva como exercendo um papel relevante para desempatar as duas hipóteses, né?
¶292Ou seja, ao considerar todas as evidências relevantes, né? Ausente da da evidência da qualidade, né? Que seria a qualidade dos seres sencientes conscientes ali, conscientes sencientes ali no planeta Terra, né? a vida semciente, consciente no planeta Terra, eles, essas hipóteses estariam importadas, ou seja, o deísmo indiferentista e ou o deísmo estético também, né, de certo modo, que é o que ele considera no texto da da Stanford, ah, com no caso o teísmo tradicional, né? E no caso ali o teísmo, o deísmo estético, o deísmo diferentista, ele ganha essa corrida por uma larga margem, né, de em termos de suporte evidencial.
¶293Ah, e portanto, no caso, pelo menos, o teismo tradicional, vinculado também com o teismo clássico, sem a linha com catolicismo, estaria não vindicado, né? não vicado, né? Eu acredito que ele vai responder esse argumento, né? Eu acredito que ele vai, Acredito que ele vai responder no no caso dele de 12 horas, mas notem uma coisa estranha que eu notei no canal do Schmid, tá? Notem uma coisa muito estranha que eu notei no canal do Gontijo.
¶294>> Uma coisa muito estranha que eu notei no canal do do Gontijo, não, no canal do do JM. Que Gontijo? Ficando doido, cara. Gontijo, pô. Olha uma coisa que eu notei de estranho no canal Magister Freez, tá?
¶295aqui nessa entrevista, né, que vocês estão vendo, nessa entrevista aqui, que é a que a gente tá reagindo, ele chega a comentar que ele se consultou com o diretor espiritual dele, né, de certo modo, acho que seria o padre ali da paróquia, algo assim, o diretor espiritual dele. E ele pediu conselho, né, após se confessar e blá blá blá, né, ele pediu um conselho ali sobre o que ele deveria fazer com com relação ao canal dele. E aí com ao receber esse conselho, ele resolveu tirar ao menos os vídeos que ele disse que são escandalosas, né? Os mais escandalos do canal dele. Só que entre esses vídeos escandalosos, ele fez uma coisa aqui que eu acho meio estranha, que me faz duvidar um pouquinho de honestidade intelectual.
¶296Ah, >> não sei, eu posso estar errado sobre isso, tá? Mas me faz duvidar da honestidade intelectual dele por conta disso aqui, tá? Por notem aqui, vocês vem aqui no canal Magest Freezer, você vem aqui na parte de vídeos. Para quem acompanhava mais antigamente o Joy Media, né, o Magister Freezon, você sabe que eles tinham um monte de vídeo de debate e um monte de vídeo de react, etc., né? Alguns, de fato, tinham algumas coisas meio escandalosas, né, que de fato poderia ser interpretado como algo escandaloso, ã, como algo escandaloso ou algo assim.
¶297né, de fato. Só que existia muita argumentação relevante nestes vídeos, OK? O que que ele poderia fazer, né? O que que ele poderia fazer? Poderia cortar alguns trechos mais escandalosos ou coisas assim e focar estritamente nas argumentações, OK?
¶298é uma primeira coisa que ele poderia fazer ao invés de ocultar os vídeos em questão, como por exemplo o que ele critica a lei natural sobre a questão do sexo, né? Sobre a questão do do argumento da faculdade pervertida contra relacionamento sexual eh entre pessoas do mesmo sexo, né? Outro que ele poderia fazer, né? Outra coisa que ele poderia fazer é justamente no caso cortar, né? pelo menos ali alguns trechos da live que ele teve com Dustin Cmit também rebatendo o Trent Horn sobre teoria da lei moral natural vinculado com o argumento da faculdade pervertida no da ética sexual católica.
¶299OK? como se na correta. treinador. >> E outra coisa que eu achei muito estranho foi ele ocultar duas lives específicas aonde não >> não tem nada de estritamente escandaloso, >> mas que eram eram discussões ou debates e que poderiam problematizar a crença em perspectivas católicas, que é basicamente a live que tem o Joshua Rasmus e Coredic Hayon sobre argumento do inferno, inclusive apresentando argumentos que problematizam o raciocínio du schmit que ele vai apresentar aí, argumento sobre o prolando do inferno, tá? Que é justamente eternal hell, né?
¶300Eternal Hell, nome do do vídeo era Eternal Hell, alguma coisa que era o Eric Hayon e o Joshua Rasmus, assim, né? São dois universalistas criticando inferno eterno, né? Eh, e enfim, tormento consciente eterno, né? criticando. E o outro vídeo era o debate entre o Trend Horn e o Desincrement sobre ética do aborto.
¶301Nesses dois vídeo não tinha nada de escandaloso. Nada de escandaloso. Outra coisa que ele também removeu do vídeo dele, o vídeo Intuition and Analysis, onde ele utiliza um texto da Stanford Philosophy para discorrer sobre o papel das intuições na filosofia, o que que são as intuições, qual que eh quais são os argumentos, né, utilizados ali para problematizar intuições, né, em termos de XFi, né, de de filosofia experimental, quais são as contrarrespostas e blá blá blá e coisa e tal, né? Ele removeu isso do canal dele. O que que tem de escandaloso nisso, cara?
¶302Tinha nada de escandaloso nesse vídeo. Ele removeu. Por que que ele removeu essas coisas? Qual que é o sentido de remover alguns desses vídeos? Não faz sentido, cara.
¶303>> É estranho. É estranho. É no mínimo estranho ele removeu alguns desses vídeos. >> Muito estranho. Muito estranho mesmo.
¶304>> Porque não tinha nada de escandaloso em alguns desses vídeos. Nada escandaloso. >> Tinha coisas que poderiam afastar pessoas da fé católica. Isso tinha >> tinha coisas que poderiam afastar pessoas da fé católica. Esse tipo de coisa tinha, mas não era coisas escandalosas, né?
¶305Coisas estritamente escandalosas. Deixa eu ver se ele ocultou também o debate do Brian Beisang com Scam. Eu acho que esse não contou não. Deixa eu ver não. Esse ele não ocultou.
¶306Aí seria já muito mais problemático. Mas esse aqui foi bem soft, né? Essa discussão aqui foi bem soft sobre lei natural, né? Teoria da lei natural e sexualidade, né? Com BR e o desencr, mas é estranho, né?
¶307Estranho. A >> vi, velho, eu vi, eu vi, eu vi. >> Ah, viu? Você viu o podcast dele no Pinc? Tô vendo agora.
¶308Tô assistindo agora. você eh você dá pro seu adversário tudo aquilo que ele quer é se defender bem e fazer o que ele >> O James cantou essa bola, tá? O James cantou essa bola. Ó, o nosso amigo San voltou. Voltei.
¶309>> Narnia King 777. David gostou do? Não assisti ainda, cara. Eu vou assistir depois disso aqui, antes de dormir, eu acho. Eu vou assistir se der tempo.
¶310Eu quero terminar de traduzir os os artigos, os textos. Ainda preciso falar com Darcy Clay que eu não falei que eu ia fazer o negócio com ele lá. >> Aí, Mirtinos, ô louco, eu tava procurando o vídeo do R assim no canal dele esses dias para assistir. Pois é, ele tirou, cara. Hoje tinha 20 gol sorteos.
¶311>> Sim, sim, sim. >> Daily War tá pagando uma galera 20. >> Ele tá porque ele tá sendo, eu não sei, cara, se ele tá sendo pago. Acho, eu, eu quero, eu quero acreditar ainda na boa fé e na honestidade intelectual do Schmid. Eu quero acreditar, entendeu?
¶312Ó, a minha fé aí. Essa é a minha fé. Eu quero acreditar que ele é uma pessoa intelectualmente honesta, que ele se convenceu genuinamente e que não tem nada ali, ele não tem medo de ser confrontado por nada. Agora que ele tá disposto a colocar a fé católica dele em cheque, em exame crítico, porque agora ele vai defender mais a Finco. Eu quero acreditar nisso.
¶313Givaldo, boa noite a todos. Boa noite, Givaldo. Salve. Então, cara, eh, isso aqui que eu tô comentando, eu tô comentando aqui que ele removeu alguns vídeos muito estranhos de serem removidos, mas que problematizam a fé católica, elementos relacionados à crença católica, né, e que podem desviar pessoas do catolicismo, entendeu? >> Ah, sim.
¶314>> Mas que não tinha nada de escandaloso. Não tinha nada de escandaloso. Por exemplo, eu citei dois exemplos aqui, né? Três exemplos, aliás. o debate sobre aborto, né, sobre a ética do aborto entre Trent Horn e o Dustin Crumet, né, Trent Horn do lado pródia, Dustin Crit do lado pró escolha, depois do caso R Wes, né, R versus Wade nos Estados Unidos.
¶315Ã, o segundo vídeo que ele removeu é um vídeo sobre intuições, cara. É intuitions é análisis. Intuições é uma análise. Antes fazia só uma análise, é uma análise baseada no artigo da Stanford Clop Filófes sobre intuições. Ele removeu, cara.
¶316Não entendi. Não entendi porque que ele removeu. Não entendi por rem. Igual é, eu achei engraçado isso. >> E uma outra coisa >> é e uma outra coisa que ele removeu foi também um vídeo super tranquilo entre o Eric T.
¶317O Joshua Rasm e ele cara falando sobre inferno eterno e o Joshua Rasm e o Eric Hit problematizando inferno eterno. Isso não é estranho. >> Isso, isso não é escandaloso. >> Isso não é escandaloso. Porque ele disse assim que ele perdeu um conselho do diretor espiritual dele, né, na igreja e tudo mais, né, depois da conversão e blá blá.
¶318E que foi aconselhado a tirar conteúdos escandalosos do canal dele, só conteúdos escandalosos, né, que sejam escandalosos. Ele removeu esses conteúdos e ele removeu também um vídeo que é justamente o vídeo que ele apresenta o argumento da evidência decisiva do po raper >> em favor do ateísmo, >> que é basicamente esses argumentos que eu apresentei. >> É estranho >> que é o the proof of atheism ou the best argument for atheism ou alguma coisa assim, eu não lembro exatamente o título. Ele removeu esse também. Já esquecendo de mencionar esse, esse do P raper que ele fez.
¶319>> Uhum. >> Ele removeu, cara. primeiros mais >> curioso, né? Por exemplo, eu tenho ó basics do grop, >> mas se você não sabe inglês, você pode adquirir o livro argumentando pelo ateísmo, né, que o Givaldo adquiriu também. Você pode comprar aqui na pensar naturalista o livro que a gente traduziu e legendou, né?
¶320Legendou, não traduziu. Tô achando que é vídeo. Legendar é Legend da livro é complicado. Legendar liv. >> Legendar livro.
¶321Isso chama legendar livro chama tradução interlinear. >> É, legendar livro chama tradução interlinear quando você coloca a ou tradição bilíngue, né? >> Tradição bilíngue. >> Mas enfim, você vem aqui na pensão naturalista, você vem na livraria >> e aqui você tem o livro para adquirir. Vai comentando pelo ateísmo, tá?
¶322Então é isso. E aqui tem outros livros, né, recomendados, ó, livros para iniciantes. Tem alguns aqui que você pode entrar, mas é de filosofia em termos gerais, né? Não é de ateísmo propriamente. Ah, mas é isso.
¶323Aquele lá é sobre ateísmo mesmo, né? Sobre filosofia da religião e ateísmo. Deixa eu ver. Alguém tá perguntando alguma coisa. Deixa eu ver se mandaram live.
¶324Não mandaram live, pessoal. Nenhum live, pessoal. Nada de live pix, pessoal. Nada de live pix. >> Nossa, perfeito.
¶325Mais um belíssimo jogo do vez. Se ele removeu algum artigo da onde? da qual page eu já colocaria o apoio também, na verdade. Então deixa eu te fazer uma confusão. Tava no lugar de >> Exatamente.
¶326Ele removeu o vídeo contra a lei natural, cara, que ele fez com Emos Wallen. >> Ele removeu. Só que aquele lá tinha algumas coisas que era meio, poderia só meio escandaloso mesmo. É isso daí. Que eles usam >> talvez matéria, matéria moral.
¶327>> É de matéria moral. Tinha algumas coisas lá meio escandalosas que eles fizeram mesmo zoando. Não sei dizer, cara. Eu acho que não. Eu acho que não removeu não.
¶328>> Teria que dar uma olhada. Quem olha mais é o café. O café pode dar uma averiguada lá depois para ver se deu muito bem no clássico. >> Mas enfim, vamos lá. >> Ele já mudou isso já.
¶329Já mudou isso, acho. Já mudou. Ele vai perder todos esses, pelo menos a maioria desses membros, né? Se não todos, pelo menos a maioria. Ah, e vai ganhar outros, né?
¶330Vai ganhar o público católico lá no no canal dele. É, >> isso vai ser uma experiência interessante. >> David livros são ótimos. Estou com dificuldades, mas com tempo consigo me adaptar ao voc vocabulário. Massa.
¶331Mas vamos lá, vamos continuar aqui. O time between law of the universe. And in fact given like that there are infinitely many possible physical properties that exist, it's very striking that a match between the fundamental dynamical laws and the physical conditions occurs. It be like, you know, uh taking like basically at random certain like a game board and like a rule book for it uh and like basically randomizing that. And then if you randomized both the rule book and the game pieces for how the pieces are to evolve like according to the rule book, if you randomized the pairing between the rule book and the game board, it'd be very crazy if you got a rule book that actually matches the the board itself and tells you how the pieces are to behave, right?
¶332That would be really striking. So we all want to make a difference million your step away for it's striking that there's a physical universe. It's striking that the uh the general form of the structure of the laws are as they are to even permit interesting and valuable things. It's striking that within those general features or forms of the laws of nature the constants fall with a narrow life burning range. It's striking that even given all that the laws match the initial condition.
¶333Bom, não tem coincidência sobre coincidência sobre coincidências, dados dados pontos que foram avançados aqui, né? Não tem isso não, mas tudo bem. Right? So we could have just had like the peace on the world or even if there is consciousness even if there are these laws which specify how conscious states are to interact with physical states which by the way that's like an extra addition to the ontology and that seemed like unlikely like under under naturalism we'd expect the universe to be simpler and not to include these extra fundamental dynamical laws not sorry these extra psychophysical laws but even if they do include those psychophysical laws then we see that they are strikingly fine tuned to allow for an orderly coherent intelligible mental life. Again, if you just randomize the pairing between conscious states and physical states, we would expect our mental life to just be like a chaotic static.
¶334Or maybe we'd expect it to be much simpler than the actual psychophysical law that we got. Even so now got psychophysical harmony to add to listopysical even the conturing >> chegamos na parte do s. Tu que domina isso aí. Vamos lá, >> vamos ver o que ele vai falar. E ele vai avançar um argumento de conhecimento moral aqui junto, aliado com deb um debanking argument, né?
¶335De certo modo. Um debanking argument. Ah, não sei se a gente tem muito conhecimento moral assim, não. Ou pelo menos se as nossas faculdades elas foram tão ah tão shapeadas, né? Tão moldadas assim, ao ponto da gente ter demorado muito muito >> ajustadas, né?
¶336>> É, tão ajustadas a ponto é shapeadas, né? Moldadas, né? ao ponto da gente ter há muito, muito, muito tempo tomado conhecimento moral acerca de coisas que hoje a gente julga como abomináveis, como escravidão, por exemplo, onde foi tolerado por muito, muito, muito tempo ou de um ímpeto por guerra. a gente demorou muito a tempo, >> já existia muito tempo atrás, né, entre conflito entre tribos de não reconhecer moralmente os outros enquanto sujeitos ah dignos de consideração moral, né, e de atribuição de direitos morais e blá blá blá, a gente demorou muito para tomar conhecimento moral acerca da inadequação, né, da inadequação desse tipo de comportamento tribalístico e coisa e tal, né, que a gente deveria amar o nosso próximo, né, a gente deveria, no caso, considerar o nosso próximo e coisa e tal, para nós termos consideração moral para os animais demorou muito, muito, muito, muito tempo. Foi e só agora que a gente tá começando, >> demorou e agora que tá começando, né?
¶337Nem tá. O mundo hoje é >> isso. E então a maneira como no caso esse conhecimento moral demorou para ser obtido. Me parece muito mais surpreendente na visão do teísta, né, que tem um Deus guiando por trás, né, um Deus que desejava e que moldou as nossas faculdades, né, guiou o processo, né, que moldou as nossas faculdades cognitivas, né, nossas capacidades cognitivas para obter esse conhecimento moral, que principalmente se fossem por fatores estritamente evolutivos e naturalísticos, né, combinado com a visão naturalística ou uma visão ali ah uma visão alinhada com alguma hipótese da indiferença, né, seja o deismo diferentista, ah, ou seja uma hipótese, outra hipótese, como no caso do deismo estético, também, né, dois estético ali que o Draper considera também >> eh qualquer uma dessas, né, do que simplesmente no teismo tradicional, cara. Simplesmente.
¶338>> Ah, então calma aí. Primeira vez não é tão conhecimento assim, né? Tanto tanto, tanto conhecimento moral que a gente tem assim, mas o a gente adquiriu bastante conhecimento. A gente adquiriu bastante conhecimento ali moral ao longo do tempo, mas demorou muito, cara. Só entre os séculos XIX e 20, 21 que a gente começou a obter esse conhecimento genuinamente, né?
¶339a gente começou a obter, né, e ampliar esse conhecimento, a moral, né, de forma mais ampla, >> né, que é algo que o Rilman, inclusive, utiliza para motivar o o realismo moral, inclusive, né, um argumento ali de progresso moral, né, em favor do realismo moral, né? Ah, então quem tiver interesse, né, ah, que que argumento é esse, David? aqui é a Liberal Realist para quem tiver interessadíssimo para você. Vocês estão certo, mas eu eu vejo também um Vasco Vitória muito equilibrado aqui, ó. Esse artigo aqui tá publicado na Fosfies, tá?
¶340no ano 2016, beleza? 2016. Ah, Libering CAS for Inclusive tem um vídeo do nosso amigo Kauan Henrique, né, does de filosofia presente no >> presente ali no sabe como >> canal dele, né, Dose de Filosofia. Aqui, ó. Vocês podem entrar no canal do Kauan.
¶341Se inscrevam lá no canal do Kan. >> E aqui você tem progresso moral. Argumento abdutivo. Acho que tá assim. Argumento abdutivo aqui, ó.
¶342Argumento abdutivo é favor do realismo moral. E aqui ele explica o caso do Hummer, tá? Eh, explica o caso do Hummer. Inclusive, ele tem uma resposta, né? Ele tem uma resposta a um pessoal que tentou objetar esse argumento do Hummer, né, no meio atu aqui.
¶343Ah, tem uma resposta aqui, >> ó. Vídeo resposta. AT não tem moral, né? Ele faz resposta ali o Glácio Gonzales, o Rodrigo, né, o do canal humanista. Um salve pro Rodrigo, a resposta pro biólogo Henrique, enfim, proh, pro Fábio também, coisa e tal, né?
¶344O pessoal ali antirealista moral do meio ateu, né? De certo modo. Mas é isso. Ah, vamos lá. Vamos ver eles pô no argumento desmascarador, né?
¶345Será que não exerce esse papel mesmo? Não. Tem um artigo da Andre. Mog é um artigo ali. Me esqueci o nome exato do artigo, tá?
¶346Ah, eu sempre esqueci o nome do artigo dela, da Andrea, mas onde ela faz uma analogia, né, e ela traz uma distinção que ela faz entre fatores causais, né, digamos assim, eh, fatores explanatórios ali causais proximais e últimos, né? Ah, e o como o que que essa distinção ela estabelece basicamente? Essa distinção estabelece basicamente que podem haver certos fatos relevantes ou certas explicações causais relevantes ali, né? Ah, em termos de uma causa proximal, né? Que favorece o quê?
¶347Uma explicação adequada para um certo fenômeno. Mas também podem ser alguns fatos que são ultimamente relevantes para explicar inteiramente aquele fenômeno, né? Ah, aquele aquela questão. Então, vamos supor o seguinte, eh, ela propõe uma analogia mais ou menos assim, né? Vamos imaginar no caso inseto, que no caso ali ele fica verde, né, para assim dizer, ele fica uma cor que permite ele se camuflar e, portanto, sobreviver, né, ali ataques de predadores e tudo mais, né, assumindo essa coloração verde em virtude de se alimentar de musgo, OK?
¶348em virtude de se alimentar de músculo. Só que vamos pensar no seguinte, eu consigo dar uma count, né, uma explicação estritamente evolutiva do por que que esse inseto, né, esse bisouro ou algo assim, né, eh, porque esse inseto específico ele tem a cor verde. Basicamente é porque eh esse tipo de coloração contribuiu, né, para, no caso, a sobrevivência e reprodução desse inseto, ou seja, um fator evolutivo ali que foi selecionado, né, houve uma característica foi selecionada evolutivamente que permitiu com que ele sobrevivesse e passasse seus genes adiante. Certo? H, de acordo com uma explicação em termos da síntese moderna, pelo menos da evolução, né?
¶349H, note, eu expliquei exatamente porque que esse inseto tem uma coloração sem fazer referência ao tipo de alimento que ele se alimenta, né, e que permite ele, né, que tem algum papel relevante para explicar também de certo modo, embora em termos últimos, o por que no caso ele tem ah ele tem essa coloração verde específica a ver de outra. Eu dei uma explicação estritamente evolutiva que dispensou a fazer referência a esse fato para explicar esse tipo de fenômeno. Mas ainda assim não significa que em termos últimos seja completamente relevante em termos de explicação, né, e fatores causal explanatório último, eu fazer referência ao tipo de alimentação que ele tem. Nesse caso, ele se alimenta de um certo tipo de musgo que favorece com que ele tenha essa coloração, contribui porque ele tem essa coloração em virtude dessa alimentação que ele tem. Ah, entendeu?
¶350Então, o fato da gente poder dar uma explicação estritamente evolutiva do porque que a gente desenvolveu certas crenças específicas, né, em termos evolutivos e certos comportamentos morais específicos em termos evolutivos, não exclui a ideia de ainda assim haver fatos morais pelos quais a gente é responsivo ali a esses fatos morais, né? >> Uhum. >> Perfeito. >> Então, como no caso nós não sabemos exatamente em qual dessas situações a gente tá, então a explicação de banking simplesmente não não ganha vigor, né? tanto a do Michael Rose quanto a do da >> Sherry Street, quanto a do Richard Joyce, né, que é justamente as explicações que o que a Andrea Mog ela está respondendo, tá?
¶351Ah, respondendo. Deixa eu só pegar aqui o artigo e questão só para É o Mens, tá? Vou ter que pegar no coiso aqui. Calma aí. Mas você quer comentar alguma coisa, S enquanto isso?
¶352>> Então, ia comentar, eu adoto uma perspectiva, né, eh, em metaética que é chamado o primitivismo de razões, que a ideia de que a gente tem algumas razões primitivas, que são as razões normativas, ah, para agir de um determinado modo ou de outro. Existem razões normativas, né, inclusive razões que não se restringem a razões morais. Nós temos, por exemplo, razões epistêmicas, razões para acreditar que 2 + 2 ig 4, por exemplo. Então, eh, hoje há uma tendência na meta de trazer a discussão sobre moralidade para o campo de razões. Então, quando nós agimos, nós estamos respondendo a certas razões para agir de uma determinada maneira.
¶353E se a gente pudesse avaliar essas razões em termos, né, a éticos, assim, pensar assim, qual o que é aquilo que eu tenho mais razão, razão em fazer do ponto de vista ético, a gente chama de razões normativas robustas. E aí essas razões elas são conhecidas ah por um tipo de raciocínio, né, onde a gente consegue raciocinar com base em razões, assim como a gente raciocina matemática com base nas razões que a gente tem para aceitar que 2 + 2 ig 4. Então tem esse elemento do primitivismo de razões e tem um outro elemento, né, que eu sigo a posição do Derk Parfet, de que verdades morais são verdades necessárias. Então, por exemplo, a verdade de que é errado causar sofrimento injustificado e sem propósito é uma verdade necessária. Ela faz parte da estrutura de inteligibilidade, da compreensão das das ações.
¶354Então, assim, assim como, por exemplo, a matemática, ela faz parte de uma estrutura de inteligibilidade pela qual a gente pode compreender certos fenômenos, a lógica também faz parte de uma estrutura de inteligibilidade para gente pode entender o mundo. Ah, pode falar. >> O mandaram aqui um live Pix. Eu vou botar para trocar. Calma aí.
¶355>> Live, ó, alguém mandou um live. >> Mandou um real, mas tá bom. >> R só >> tá bom, né? >> Eu acho que eu vou dizer que a gente tem razões morais para contribuir mais. as equipes que é uma boa nas costas do >> Mas enfim, deixa eu pegar aqui.
¶356>> Então eu acredito que a gente conseguiu. >> Ah, tá. Como é que tá abrindo aqui o OBS que eu deixei ele fechado. >> Eu vou abrir ele só para tocar aqui. Eu vou fechar.
¶357Toda vez que o pessoal mandar eu vou abrir a forem quando conseguiram evitar muitas ali bolas nas costas lá. Então eu não achei que ele foi frágil defensivamente pelo momento quando ele está sem a bola aqui. >> Ah, então >> beleza. Vou voltar para tocar agora. Acabou tomando gols em transição.
¶358>> Perfeito. >> Pode viré, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia para mim.
¶359Isso aí não prova nada. >> Anônimo mandou R. Fiquei sabendo agora quais os motivos da conversão dele, por gentileza. >> Isso é um motivos pode vir qualquer mais proeminente, o mais >> Ó, eu falei das sazões morais, deu certo. >> Cara, isso aí não prova nada.
¶360Filosofia para mim não prova nada. >> Mandou R$ 10. >> Só mandou R$ 10. Sal. Valeu.
¶361Tamamo junto. >> Ah, >> junto. A mandou só isso. >> Ai, não tem pergunta nem comentário. >> É, não, não teve nada não.
¶362>> É, o pessoal falou aqui que o Luca Almeida, né, o Sir Curies falou que o Luca Almeida postou um vídeo falando sobre a conversão do Joy. Ah, agora vai ser uma festa, né? Daqui a pouco aparece o Talis Muniz, aparece pessoal. Não se fala, não se fala de outra coisa no mundo da filosofia da religião. >> Não só isso.
¶363Acho que até na obra deve tá falando de J Smith. >> Você passar ali, >> é, você vai passar ali na padaria para comprar pão, o pessoal pergunta: "Que que você achou da conversão do Joy Smith?" >> Os católicos aí vão vão vão fazer festa, velho, com essa com essa notícia. Vai ser festa para tudo quanto é lado. >> É, >> agora imagina, imagina, imagina se aparece o hindu, >> o hindu da hora lá, começar a argumentar com ele, convence ele no hinduismo. Aí, pronto, >> vamos pedir o guru do EAN para falar com ele.
¶364Eu acho que é uma boa. >> É meu. Nossa, eu quero, eu quero ver ele interagir mais com o pessoal hindu também para ver para onde ele vai. >> Isso é legal. >> Onde ele vai também?
¶365>> É porque é um ele é novo, né? ainda deve, ele ainda deve passar por algumas transformações de visões ao longo da vida. >> Sim, sim, sim, sim. de de atacantes. >> Vamos lá.
¶366Mas continua comentando. Sist. >> Não, no que eu tava comentando, a minha perspectiva, ela é uma perspectiva que adota dois elementos, né? Uma que a gente chama de primitivismo de razão, segundo a qual existem umas razões fundamentais, ah, que são razões para explicar certas coisas, né? Explicar porque que a gente age de determinado modo, razões para crer em determinadas coisas.
¶367E aí a gente tem tipos de razões, né? Razões epistêmicas, razões prudenciais, razões morais, razões para se preocupar conosco mesmos, razões para se preocupar com a verdade, razões para se preocupar com de maneira imparcial. Ah, e esses esses elementos, né? Se a gente pensa moralidade como uma forma de compreender razões, a gente consegue entender um pouco mais como que isso se interage ou se conecta com a questão da evolução, porque daí a gente pode fazer uma analogia, por exemplo, com o que acontece na matemática, por exemplo, né? A matemática ela também opera com razões e certas certa medida.
¶368Ela opera com uma certa inteligibilidade básica para compreender certos fenômenos. E a matemática, ela também trabalha com verdades necessárias. No entanto, né, a algumas verdades matemáticas que a gente tem, tipo teorema de Gedel, ah, ou verdades da geometria euclidiana, não são verdades que claramente estão conectadas a funções evolutivas. Então, por exemplo, né, dificilmente eu consigo entender qual que é a vantagem evolutiva de discernir ou provar o teorema da incompletude de Gedel ou de especular a conjectura de Gold B. A gente não sabe isso.
¶369No entanto, se a gente volta evolutivamente, pensa no processo de seleção natural, a gente consegue entender que nossos primeiros ancestrais, eles precisaram eh de conhecimento matemático básico para sobrevivência. Então, sei lá, se eu vejo eh dois eh leões entrando numa caverna e depois eu vejo que saiu só um, eu sei que ainda tem um lá dentro, é uma subtração simples e isso permite com que eu não entre na caverna, porque eu sei que eu serei engolido e serei morto. No entanto, a a evolução, ela nos deu então uma capacidade de trabalhar com raciocínio matemático. Só que essa capacidade, depois de muita, muito, muito tempo, ela consegue operar coisas que não necessariamente tem fins evolutivos, como provar a teorema da incompletude de Gold Bar, ah, pior, perdão, o teorema da incompletude de Gedel ou a conjectura de Gold Bar ou ou um uma equação matemática super complexa, que não tem f evolutivo direto, mas a capacidade para operar com racioc >> no no início da evolução, ela teve um papel evolutivo. Então, a eu percebo a ética, na minha visão, a ética é uma disciplina racional, uma disciplina que trabalha com a razão, que trabalha com discernimento racional de boas razões para agir.
¶370Então, a ética, ela surge porque nós temos uma capacidade racional de pensar as nossas ações racionalmente, de pensar qual ação é mais racional, qual ação responde a melhores razões para agir, quais razões são as quais ações são as melhores de um ponto de vista imparcial. Então isso a a capacidade de raciocinar, ela teve um fim evolutivo no começo, né? Mas ela permitiu que a gente pudesse transcender esse fim evolutivo ah e responder a razões normativas de maneira mais geral. Então não é que a evolução nos deu a capacidade de ter raciocínio moral de uma só vez. A evolução nos deu a capacidade de raciocinar sobre as coisas.
¶371E raciocinando sobre as coisas, a gente poôde interpretar e eh o que tá na própria inteligibilidade da compreensão de uma ação. Quando eu penso numa ação, eu posso fazer perguntas como: "Essa ação foi aquilo que eu deveria ter feito? Essa ação foi a melhor coisa a ser feita? Essa ação é a coisa correta a se fazer? eu consigo fazer uma análise racional das ações.
¶372E então assim, a capacidade racional, el a capacidade de raciocinar, ela teve um papel evolutivo no começo, mas assim como na matemática, a capacidade de raciocinar nos permitiu pensar coisas que transcendem funções evolutivas, como o teorema da incompletude de Gedel. No campo ético, a racionalidade, a capacidade de raciocinar também nos deu a capacidade de de raciocinar sobre as nossas ações. Eh, e aí inclusive, isso é interessante que o David Ribeiro demonstrou, né? É que essa capacidade ela também vem sendo sofisticada, refinada por eh progresso cultural, social, né? Eh, tanto é que, eh, desde o Iluminismo, desde o século XVI, século XIX, a gente tem pensado racionalmente muito melhor sobre nossas ações em relação aos animais, nossas ações em relações a outras pessoas de outras etnias.
¶373E assim a gente pode superar a escravidão. Eu espero que a gente possa superar a exploração dos animais. E e isso é uma capacidade então que ela é refinada tanto por por pelo processo evolutivo, né? a capacidade foi além de uma função reprodutiva quando por processos de socialização, processos de desenvolvimento histórico, processo de conhecimento, informação, progresso e conhecimento. Então eu iria mais por esse caminho assim pra gente explicar a relação da moralidade com processo evolutivo.
¶374nossa capacidade de raciocinar no início do processo evolutivo teve uma função reprodutiva e de passagem de L do Gên para gerações futuras, mas essa capacidade de raciocinar nos permitiu alcançar verdades necessárias, verdades matemáticas, verdades lógicas que transcendiam um papel meramente evolutivo. E entre essas verdades estão as verdades morais. >> Perfeito. Aí o pessoal católico já comemorando aí. Mateus Tib fez vídeo.
¶375Eu fiz esse vídeo aqui. Eu achei que ele ia dar mais detalhes, né? Aqui eu não, eu não achei tão detalhado o vídeo do do Mateus Tiburso ver aqui o Luca Almeida. Fiquei curioso para ver. Vamos ver o shorts que ele mandou rapidão antes da gente vir.
¶376E eu já coloco o artigo da Andrea Maurice. Deixa eu ver o que que ele falou aqui. Ah, aqui. Beleza. >> O dono de um dos canais mais respeitados sobre ateísmo e agnosticismo do YouTube se converteu ao catolicismo.
¶377Jo Schmid, dono do canal Majesty of Reason, um dos canais agnósticos mais respeitados do YouTube, postou um vídeo com o seguinte título: Deus existe, Cristo é o Senhor, abrace Roma contando que a sua conversão ao catolicismo havia acontecido. Nem preciso dizer para vocês que esse vídeo chocou o YouTube e a comunidade inteira. Nesse vídeo eu vou te explicar o que foi que ele contou. O Joe tem 26 anos e é doutorando em filosofia na Universidade de Princeton. co-autor de um livro publicado pela Springer, a editora de filosofia acadêmica mais respeitada do mundo.
¶378Joey era amplamente considerado um dos objetores mais fortes do cristianismo hoje em dia. E o seu trabalho no YouTube era referência para atus e agnósticos no mundo inteiro. Joey debateu com grandes nomes do teísmo como Alex Ocon, Cameron Bertuzi, Alexander Prus, Strent Horn e etc. Inclusive o Patrick Fln, que é um filósofo, >> ele errou, né? O Alex Ocon não debateu não, cara.
¶379Alex Conor, ele teve uns uns diálogos, né, digamos assim, umas discussões amistosas lá no canal Camer Buzy e o Alex O Color não é ateísta, né? Mas tudo bem, tudo bem, acontece, mas o resto cô diagnóstico, >> mas o resto tá certo. O resto tá certo. >> Filósofo católico americano teve uma citação sobre o Joey muito interessante nessa semana. Ele disse o seguinte: "Que por anos a pessoa que mais pediram para que ele respondesse às objeções em relação ao catolicismo era o Joey Schmid.
¶380Em resumo, ele era um dos caras mais temidos desse meio. Pelos relatos do Joy, o que mais mudou para ele foi um diálogo honesto com todos esses teístas ao longo dos anos e que os argumentos foram aos poucos ganhando peso. Mas um segundo ponto importantíssimo pra conversão dele e que ele mesmo atribui como um dos grandes pilares para sua conversão foi ter estudado a história dos milagres. Segundo o relato publicado pelo Caleb Jackson, que é um protestante que teve um diálogo de horas com ele, a decisão do Joey foi grandemente impactada pelos milagres que ele estudou, que esses relatos pareciam explicitamente vindicáveis ver a cidade do catolicismo. Casos documentados, aparições marianas comprovadas, o resumo são as próprias palavras dele nesse vídeo.
¶381Submeti meu intelecto e a minha vontade a Roma e a igreja que Jesus Cristo estabeleceu. Ele disse que vai trazer o caso completo em um vídeo que provavelmente vai ter mais de 12 horas e vai ser um grande documentário do trajeto que levou ele à conversão. Agora esperar o vídeo longo dele explicando todos os detalhes da sua conversão. Se você gostou desse vídeo, compartilha com seu amigo. >> É beleza.
¶382Deu só um geral. Não é, na verdade não é documentário, né? ele vai fazer um aqueles vídeos que ele costuma fazer quilométricos com os argumentos >> contra a favor, né, do ponto do catolicismo, mas no final argumentando em direção ao ao árbitro favorável, né, ou algo assim. >> É, é só mencionar, né? Ele mencionou Alex Connor.
¶383Eu acho muito difícil o Alex Connor se tornar católico pelasgas do Troy Smith, porque o Alexocor tá numa guinada ideal, idealismo analítico, né? Eu acho que quase tudo que o Alex Oconor falou >> tem mais, eu acho que tá mais inclinado ao hinduísmo do que qualquer coisa, cara. Sim. E eu acho que, tipo assim, o idealismo analítico é justifo. O idealista analítico, provavelmente isso é coisa que ele não vai ter.
¶384Ou fenômenos paranormais, fenômenos, acho que o próprio Bernardo Carsop, ele é bem aberto a isso, né, de ter fenômenos paranormais, fenômenos estranhos, ele explica isso tudo com idealismo analítico. Então, acho que pr pro pra cosmovisão do do Alex Conor, isso não é um problemão muito grande assim. >> Sim, sim, sim. Isso, isso, isso. Ele tá muito mais, se se eu fosse chutar o que que ele vai se converter, cara, eu diria que é muito mais hinduísmo do que cristianismo, cara.
¶385Ele tá ele tá lendo bastante coisa de hinduísmo, cara. Ele chamou, ó, que ele chamou aqui. >> Ele chamou Conor Swami Savanda. S para Nanda aqui, ó. Ó o que, ó, o que que ele chamou aqui sobre a Divaita Vedanta.
¶386E tem um vídeo dele comentando sobre sankia clássico, então assim do do capila, né? Então ele tá muito mais inclinado pro pro hinduísmo ultimamente do que cristianismo de certo modo. Ã, e ele manja mais de Bíblia do que o o Shimid, eu acho, né, que ele manja mais de Bíblia do que o Shim. >> Ele mand ele manja. >> Sim, sim.
¶387Quando eu fui na na noites ter sido da igreja, é, apesar doid ter sido da igreja católica, eu acho que não, >> comparação com Alex, eu acho que elas mais tant que é no o Alex comenta sobre questões bíblicas perspectiva histórica, né, como o fato do nascimento de Jesus, dos relatos sobre o nascimento de Jesus. serem claramente mitológicos, coisas assim. E a chave desse ponto. Eu não tô me inclinando para nada não. Eu tô no ateísmo aqui bem bem bem seguro, bem safe.
¶388>> Assim, eu me impressionei com algumas coisas, né, quando o Rian trouxe pra gente de fato, né? Acho que o o Sunken também se impressionou, né? porque é uma coisa nova, né, que a gente não tava acostumado e coisa e tal. Mas depois a gente foi se acostumando, né, foi entendendo algumas coisas, alguns argumentos, foi vendo que tem similaridades entre tradições, ã, entre argumentos das tradições do hinduísmo com as do, enfim, do teismo cristão, né, católico, escolástico, etc., né? ateismo clássico também vinculado ao neoplatonismo.
¶389E aí a gente começou a ver outras escolas, né, outras correntes de pensamento também religiosas e não religiosas, né, até mesmo do âmbito do do âmbito oriental, né, eh, e a gente viu que tinha contraposições lá também, algumas até similares, né, algumas argumentações até similares que os filósofos analíticos contemporâneos, né, >> tanto a favor quanto contra a existência de Deus e blá blá blá. >> Mas enfim, vamos lá. X ands about eat normally. GBT. Cara, eu gosto muito dessa analogia do livro, né, que fala sobre os animais, né, a vida dos animais, né, enfim, as características dos animais vivendo em Madagascar para poder explicar o argumento do evolucionário refutador, velho, desmascarador.
¶390Ah, aliás, argumentos desmascaradores em termos gerais, né? Eu eu gosto dessa analogia do do Schmid, né? Eu costumo usar ela bastante para explicar desmascaramento de forma mais didática pra galera que nunca ouvi falar. Acho muito legal. Madagascar birds would you believing all the stuff in the book?
¶391I would not. No, it would no of course you wouldn't. So the naturalist grants that the moral facts don't explain our moral intuitions and our dispositions to evaluate things morally. And so the naturalist faces a skeptical challenge with respect to moral moral intuitions. They can't trust our basic moral intuitions.
¶392They can't trust our basic moral sensibilities. And you know again we could easily evolved in any which way which would not have been conducive to generally reliable moral faculties. I mean imagine for instance that we evolved like the honeybees. If we had we would sauty to kill our breas, >> cara, mas nossas faculdades cognitivas elas demoraram para ser moldadas, né, de certo modo, >> não? Inclusive, >> a gente de forma apropriada esses conhecimentos morais, né?
¶393Eh, inclusive, é o que explica o atraso na obtenção de conhecimento moral. Um dos fatores talvez que possa explicar isso também. Inclusive, uma das coisas que a gente tem feito hoje na filosofia moral é ver o evolutionary the bank não como uma coisa que destrói a possibilidade de conhecimento moral, mas como uma coisa que serve inclusive pra gente duvidar das nossas intuições morais. Então, a o o fato de alguma coisa, da gente ter uma intuição por mera razão evolutiva é um é um fator pra gente ser cético em relação a essa intuição. Então, por exemplo, né, se eu pego uma intuição do tipo que eu devo dar a mais prioridade ou dar prioridade ou considerar eticamente somente aqueles que são da minha própria espécie, isso é uma coisa que a gente consegue explicar muito bem do ponto de vista evolutivo, né?
¶394a gente consegue explicar porque que a gente tem uma intuição de que a nossa espécie é mais importante do que as outras, de que a gente tem que valorizar mais a nossa espécie, porque se a gente valoriza mais a nossa espécie, tem funções evolutivas. Então, quando a gente encontra uma intuição que a gente vê que ela é fruto de um processo evolutivo, isso, na verdade é um bom ponto pra gente duvidar um pouco dessa intuição. Por outro lado, se a gente tem uma intuição que ela é muito mais a resultado da nossa capacidade de raciocinar de um ponto de vista imparcial, essa essa intuição que é revisada criticamente por essa capacidade de raciocínio, ela passa a ter bastante peso. Então, por exemplo, né, o fato de que eu devo considerar os interesses de todas as espécies, não todos os seres sencientes, por exemplo, é um tipo de intuição que não seria não parece muito caramente porque que ela seria favorecida pelo processo evolutivo. E é um tipo de intuição de consideração universal dos interesses de todos os seres sencientes, que não é muito claro como isso resulta de um processo evolutivo simplesmente para facilitar a nossa sobrevivência.
¶395Então esse tipo de intuição que passa por revisão crítica de raciocínio, ele é um tipo de intuição que a gente tende a considerar mais confiável como representando uma verdade moral, porque ela se assemelha mais ao raciocínio que a gente faz na matemática, né, de tentar entender razões norma, razões matemáticas para adotar uma certa coisa. Ah, perfeito. >> Sim, sim. Aí tem esse artigo publicado na Social Philosophy and Paul pelo Michael Hilmer, tá? 2008, onde ele articula justamente esse esse ponto de forma mais ah mais bem elaborada que o San tá colocando.
¶396Eles põe cinco critérios de discriminação por entre intuições que são confiáveis ou não confiáveis, né? Eh, eu sumarizei, né, na minha discussão com com o Alberto Tread e com Thiago Saquarema, né, quando tava eu junto com o meu amigo Ari Martins, eu articulei de certo modo ali o eu eu sumarizei, né, esses pontos, né, eh, tanto nessa discussão contra também contra o Jadson, o Jadson Barbosa e o e o Diego Fernandes também lá no Diálogo Livre Oficial, né, Diálogo Livre Oficial. Eu sumarizei esses três, esses cinco critérios de discriminação de intuições em três critérios principais, né? No caso, a gente deve sempre buscar analisar essas intuições, elas apresentam coerência intrapessoal, né, entre outras intuições, que a gente atribui relevância, né, dizer, se ela dá um fit, né, adequado, ou seja, um quadramento adequado dentro desse âmbito de intuições ali, né, de várias outras intuições dos quais, no caso, nós temos, né, voltou de várias eh de várias descopas diferentes. e a coerência geral dessas intuições vinculadas com essa intuição principal que a gente tá avaliando, ou seja, a coerência intrapessoal dessas intuições.
¶397A gente deve avaliar se essas intuições, né, essa intuição específica, ela é interpessoalmente coerente, né, com as intuições de outras pessoas, né, que foram relatadas. E a gente deve verificar se as intuições elas não estão sistematicamente viadas por vieses cognitivos específicos identificáveis, né, identificáveis que estejam afetando drasticamente elas. Então são três critérios ali que basicamente sumarizam esses cinco critérios que o Hummer lista aqui nesse artigo, né? Ah, nesse artigo aqui de 2008, né? Então eu recomendo vocês lerem ele, né?
¶398Foi publicado na Social Philosophy and Policy, né? Ah, então é isso. É o Revisionary revisionário. >> Perfeito. Eu ia aproveitar para mencionar, né?
¶399Só que ele citou o caso das abelhas, mas o nosso caso não é diferente do caso da abelhas. Citando como se fosse um caso de contraponto, né? Ah, se a abelha tivesse evoluído, ela teria uma intuição muito ruim. As nossas intuições são igual as das abelhas, não tem diferença. Onde se a gente estuda a história do Homo sapiens, onde o Homo sapiens pisou, ele destruiu tudo ao redor.
¶400É uma coisa assim muito trágica. Ah, tipo onde o Homo sapiens pisava, ele ele a extinção sempre acompanhou a espécie humana. Onde a espécie humana ia, as espécies ao redor eram extintas, eram. Então assim, a gente não é muito diferente das das abelhas e até hoje a gente tá lutando contra intuições. Primeiro a gente intuições de que a gente a na luta com os neundtes, depois na luta contra a gente sempre teve a ideia de que as outras espécies são um problema, de que elas são inferiores de e aí onde a gente pisata as outras espécies como se elas devessem ser exterminadas.
¶401não só as outras espécies, mas também membros da nossa própria espécie que não compartilham traços fenotípicos que a gente eh acha que eles deveriam compartilhar ou que apresentem algum tipo de deficiência, né? Então basta olhar paraa história dos seres humanos, como que a gente tratou pessoas com deficiência, como a gente tratou mulheres, como a gente tratou pessoas que tinham uma cor de pele diferente. Então assim, a gente não é diferente do caso da abelha. gente, a evolução nos deu um monte de intuições ruins, a cultura, a socialização também nos deu, nos deu um monte de intuições ruins. Então, assim, o raciocínio ético não é baseado nas intuições que a evolução nos deu, não é não é pelas intuições que a evolução nos deu, que a gente guia.
¶402As intuições que a gente guia são as intuições que a gente consegue revisar por meio de raciocínio moral, ah, de uma capacidade de raciocinar moralmente, de criticamente sobre as nossas próprias intuições. >> Exatamente. Para discriminar elas de forma apropriada, né? Quais que a gente deve manter e quais que a gente deve revisar, né? Quais que a gente deve >> revisar a nossa consideração sobre elas, né?
¶403Em termos de atribuição de peso evidencial positivo para elas. Ah, >> então nesse caso, as nossas intuições, elas foram se aprimorando ao longo do tempo, inclusive, né, de certo modo, conforme a gente foi refletindo de forma mais apropriada, né, sobre isso e tudo. E aí a gente foi adquirindo o quê? Conhecimento moral. E curiosamente, então, as intuições que mais estiveram erradas em grande parte foram eram intuições que a gente manteve ao longo de vários tempos passados, né, digamos assim, e que é meio até meio estranho você esperar que um Deus que guiou, né, essa moldagem nas nossas faculdades cognitivas e nas nossas intuições, né, ah, através desses âmbitos, né, desses fatores evolutivos e tudo mais, se tinha um Deus por trás guiando tudo isso, né, ou estabelecendo todo esse processo, é meio estranho que a gente tenha vido a formar tantas crenças morais equivocadas, tantas ah, tantos engajados em comportamentos morais tão equivocados assim predominantemente, né?
¶404Ah, e ficado com intuições morais bem distorcidas, né, digamos assim, ã, nesses âmbitos, né? Então, sei lá, demorou muito pra gente se aprimorar. Perfect. So look what I'm doing. It's just coincidence coincidence coincidence coincidence for the naturalist.
¶405And I could just keep on listening these. Why not then accept or did you not flirt with Stephen Law's evil god argument? So if you can't do away with God and you can't do away with the problem of evil, maybe there's an evil god who wants as much suffering and pain in the world as he can. Maybe he's not as effective as he could be, but did you ever consider that? I wasn't really ever particularly moved by the evil god challenge.
¶406I mean, there are a few reasons for that. I mean, one thing is just like there are various theoretical virtues that we can apply to hypothesis independently of looking at the evidence. So, so there are a few criticisms I would raise here for the evil god challenge. One is just like in terms of the internal features of the hypothesis itself make it inferior to standard theism. And and secondly, I don't think it fits the data as well as standard theism.
¶407Cara, isso aqui eh ele ele mesmo já fez contraposição, esse tipo de raciocínio que ele tá expondo aqui contra o Evogal Challenge. Eu vou mostrar aqui já. E ele fez lá no Alexoconorer uma contraposição esse tipo de raciocínio. Mas vamos deixar rodar aqui. Eu quero que vocês prestem atenção nisso, tá?
¶408Especialmente nessa questão do critério da coerência probabilística que ele tá ele tá chupeando do próprio Draper, né, de certo modo, que o Draper articula no artigo dele, né, Simplicity and Natural Theology em 2016 e depois ele desenvolve isso melhor em outros textos, né, dentre eles o próprio livro de 2025 que a gente tá lendo aqui, né, fazendo leitura comentada. Mas enfim, vamos lá. of power. It's like it's got all independent of things. It's got all these great making features.
¶409But then, oh look at this. It's got like a badming feature. It's evil. That's a weird kind of tension. It's got all these other perfections of great making features like omnipotence and omniscience and a and whatn but then that that like oh then you get another one on the list, another feature on the list and it's like evil.
¶410Like that doesn't seem to mesh very nicely with the other features. Like just in general when we infances about the world, we should think that things are kind of uniform like you know the sun will continue to rise tomorrow. Uh in general we prefer hypotheses which has these like simple uniformies to them but this view this evil god hypothesis does not have simple uniformities to it instead you have this list of attributes all of which are seemingly great making feature great making feature great making feature great making feature oh and then a badmaking feature that's weird so it introduces a kind of tension and it's not as not as like a simple or uniform hypothesis as theismoreover under that view you can't derive all of those attributes from a simpler attribute of the being in question like perfection for instance so under theism if for instance god has let's say a simple attribute of perfection we can derive from that various Calma, calma, calma, calma, calma. Em que sentido de perfeição você tá, Dania? Então, perfeição das coisas mais vaga.
¶411>> Então, né? Porque se for no sentido de perfeição ontológica, geramente terceira, então há questionamentos sobre se isso imbui algum julgamento de valor axiológico aí nele. >> Perfeito. >> Inclusive aí é assim que no caso o John Collins propõe uma simetria. Tiver interesse?
¶412>> Uhum. >> Só vir aqui, tá? John M Cins aqui, ó, quem tiver interesse é traduzir esse texto aqui, tá, do Joins, que é um texto publicado em 2024, 25, acho que é 25, desenvolvendo o eval challenge contra a perspectiva texta clássica, inclusive do Aquina, do escoto, etc. Tá? Eh, basicamente esse artigo aqui que vai interesse, esse artigo aqui, mostrei a versão traduzida, né, que eu traduzi, mas se vocês quiserem na revista original, né, é esse aqui, ó, publicado na religious studies, tá?
¶413The Provil and Evil G challenge, tá? Eh, e tá traduzindo na pista naturalista, como eu mostrei. E aqui ele ilustra justamente essas essa tese da simetria, né, em termos justamente da noção de que a perfeição ontológica em termos de uma realização funcional, de um ser, né, de um ser capaz de realizar funcionalmente, né, ali, ah, enfim, as suas finalidades de maneira apropriada, simplesmente não imbuha um valor axiológico positivo nele, porque você poderia imaginar >> perfeito, >> uma coisa que ela é boa, ela tem uma finalidade e boa, né, em termos ontológicos funcionais, na medida que ela funciona apropriadamente para propiciar aqueles fins específicos dos quais é vinculado com a natureza própria dela. Mas ainda assim esse espírito pode favorecer a instanciação de estados de coisas extremamente cruéis, ruins e que geram sofrimento e dor para outros seres sencientes ou para outras pessoas. >> Uhum.
¶414>> É uma e o que favorece distancia características são axiologicamente negativas em termos de valor. >> Então você tem esse tipo de coisa, né? Você tem esse tipo de problema. >> E um outro tipo de problema, né? Um outro tipo de coisa é justamente a objeção que o próprio faz no canal do do Alex, né?
¶415Quando ele menciona esse tipo de dificuldade. Vamos lá. Agora Schmit contra Schimit. >> Schmimit contra Schmid. Vou botar o Schmid contra Schmid.
¶416Vamos lá. Aqui, ó, no more Alex Conor, né, que é o canal de cortes do Alex Conor. Vamos lá, vamos lá, ó. Vamos lá, ó. Vamos lá.
¶417Ele tá, ele tá trazendo essa objeção. Vamos lá, vamos ver. >> Deixa eu colocar a tradução, né? Porque o pessoal não entende. Desculpa, foi mal.
¶418I'm going to form a hypothesis about what I'm going to get next. And indeed, my observations so far give me good reason to think that the next one that I pick, the next ball that I pick is going to be black. This is just kind of standard inductive reasoning. The fact that all the eight balls that I've chosen so far are black gives me good reason to think that the other ball is is going to be black. And if you have a hypothesis, and your hypothesis is that, you know, despite the fact that all these other ones were black, the next one's going to be white.
¶419Um, your hypothesis is, you know, at least other things being equal worse than mine. Mine is more probable. Mine is better supported by the other internal uh aspects of my hypothesis that all the ones that were already taken were black. Whereas you think all the other ones that were already taken were black, but the next one's going to be white. So my hypothesis is better.
¶420It's more kind it's various parts mesh better together with one another. Ok. Um how does that relate to the evil god challenge? Well, when we compare the hypotheses of the good God hypothesis and the evil god hypothesis and we look at the the good God hypothesis, you know, like each of God's properties that that the good God is characterized as having seem to be perfections. They seem to be great making features like omniscience.
¶421Wow, what an awesome thing to have. How valuable it is to have all this kind of knowledge. Um, omnipotence. Oh my goodness, the ability to do anything. That's a great making feature.
¶422It's a perfection. Oh my goodness, necessary existence. It has a kind of robust grip on reality. It's not like it just happens to exist. Oh my goodness.
¶423It's independent. So, it's not like deriving its existence from another. It's not dependent. So, it seems to be great in all these various ways. And the good God I hypothesis says, "Yeah, it's got all great making features." So, there's a kind of uniformity there.
¶424Just like all the balls and like me saying that all of these eight balls together with the next one, they're all black. Um, the good God hypothesis says, "Yeah, all of God's features are great making features." But this is where we come to the evil god hypothesis. And that's actually like the your hypothesis that oh, despite the fact that all the eight ones that I drew black, the next one's going to be white. So you look at the evil god hypothesis and you know you start looking at its features. Oh my goodness, it's got like necessary existence.
¶425Oh my goodness, what a great feature. It's got a great grip on reality. This seems to be like a perfection. It seems to make a green a being better. Oh my goodness, it's gotnis.
¶426What a great making feature. You know, it seems to be a perfection cuz it's got all this knowledge and knowledge is valuable. Oh my goodness. It's it's omnipotent. It's got another great making feature, but then suddenly we come across another feature and it's suddenly a terrible feature, namely the feature of um being like maximally evil or whatever.
¶427And so you can see how there's a kind of the elements of this hypothesis don't mesh well together because the very fact this being has all these other perfections gives us good reason to think that it has all perfections. It gives us inductive reason to think that it has all perfections. But so then if you have hypothesis that uh no, it's got all the perfections but one and that one's a terrible making feature then your hypothesis it just doesn't mesh well with its various parts together and um it's going to be less probable than the good God hypothesis because of that. So anyway, that's that's one of the I think that's interesting. It does sort of maybe we're like importing moral or at least value judgements into things like omniscience and omnipotence to say they're great making.
¶428sort of we we want to say something like oh they're kind of like good things to have which I don't know if we can like assume that um like maybe there's just sort of like more of it uh like being more powerful like more knowledgeable and when it comes to morality unless you think evil is just a privation of good it's not obvious to me that like you can't just have more evil more good like it's kind of it's kind of hard to say but but at the same time on an intuitive level I understand what you're say like these things seem like good and they like the kind of being we're describing omnip these qualities that we sort of think yeah they're like uppers you know not downers um having said that like I don't know if it could be any other way cu I like the mirror image of this would be like a a maximally unpowerful maximally ignorant and yet perfectly good being which kind of wouldn't make any sense like that definitely doesn't make any sense. Um, but then so would like a sort of maximally unnowledgeable, maximally impotent uh and also maximally evil god, it sort of doesn't really make sense either. Like I had to know it's kind of weird to think about like the the sort of great making properties of omnipotence and omniscience seem to only move in one direction in terms of them having like more of it. Whereas morality seems to stretch off in two directions. So I'm not sure.
¶429I think that requires a bit more investigation but I understand what you're saying and at least understand why that would give it a bit more sort of like force in terms of it ability to actually convince people. Well, yeah. And also I mean just one final thing before we rank it. Um like one might think one might say in response to this kind of coherence base reasoning that I gave one might think that Olha ol maybe like whether those other features that I mention like omnipotence and omnisce and so on and necessary existence whether those features are actually great making or whether they're good actually depends kind of holistically on what the being is like overall. And if the being has for instance unlimited or infinite or maximal evil, well then those other features actually don't contribute to its greatness.
¶430Instead they make it worse. If there's a necessary being which is maximally evil, well, you know, itd be better if it exists in just one if it exists in just one world. But if exists in literally all possible worlds, that seems to that seems to be worse because again given that it's unlimited or infinite or maximal and evil, it's necessary existence makes it worse. Similarly, it's knowledge now it knows exactly how to implement all of its terrible plans and similarly with omnipotents. Now it's able to uh you know implement all of its terrible plans.
¶431So you might think that these actually aren't sort of like these features aren't in and of themselves great making. Whether or not their great making actually may depend on the moral character of the being in question. So actually maybe this hypothesis has a great deal of internal coherence because these are actually terrible they're all terrible making features. Given that it has unlimited infinite maximal evil or whatever. So yeah, interesting.
¶432>> Perfeito. >> E por que que ele não mencionou isso aí nessa entrevista, cara? Por que que ele não mencionou isso nessa entrevista? >> É, provavelmente ele, provavelmente ele já deve estar comprando a noção de perfeição católica, sei lá. Mas ela é uma ela é se ela p uma perfeição, >> será que ele não entrou será que ele não entrou em contato com com o texto do John Mcollins, >> esse mais recente?
¶433>> Não sei >> que eu acho que ele não se atualizou ainda 100% na literatura mais top do EV God Challenge. >> Pode ser que sim, pode ser que não. >> É, pode ser que seja isso, né? Uhum. >> Mas enfim, pode ser que seja isso.
¶434Bora. Porque essa resposta aí que ele deu é uma resposta que eu achei merda, né? Que ele mesmo acha merda, né? Ele achou merda ali e ele responde. Uhum.
¶435That's a very simple hypothesis, very uniform, very elegant. Nothing similar can be said with respect to the evil god hypothesis. you don't have some like simple or at least we're not aware of any simple property or simple attribute from which follows all these features and or something like that. So that's like one challenge to like the internal coherence of the hypothesis. Could you argue that maybe this is an example where our minds don't map onto the reality as the way that they should because after all it turns out evil is a perfection and that's just something you hav >> essa é a visão do que é col >> perfeito.
¶436Perfeição pode ser compatível com a maldade. A perfeição no sentido ontológico é compatível com >> a maldade >> com no caso uma características axeologicamente negativas como no caso ali a maldade. E o Matt Fred intuitivamente mandou essa objeção. Olha isso que interessante. O Mat Fred, eu gosto do Mat Fred porque ele tem umas umas umas tacadas como essas.
¶437Teve uma dessa, >> ele ele teve uma atacada dessa com Jordan Peterson que eu achei interessante, né? Pena que ele não é tão habilidoso filosoficamente para desenvolver isso melhor, né? Mas eu poderia ter desenvolver isso melhor. Aí aqui ele trouxe uma objeção em termos de cenário cético implicado pela hipótese do deus malignador, mas é algo que a Lancer Thomas inclusive responde em um debate com o Max Bakerit sobre o Evoga Challenge. Vamos lá, vamos deixar eles correr.
¶438Aí eu já coloco o trecho relevante do debate do Maxpaker hit com a com a pr vocês verem. If you want to go for that route and basically just like viciate all of our moral knowledge, uh that seems to be a much larger cost than even the cost that I was just mentioning. So like to go that route, you'd basically have to say that like we just went systematically with respect moral in which of leads to like another challenge for this hypothesis like this is evil demon >> não, não precisa disso, cara. É só você assumir que a perfeição ontológica no sentido aqui referido, ela é axeologicamente neutra. Só isso.
¶439E o ponto do artigo de Collins faz isso. Uhum. Sim. Sim. Maybe there's like an evil demon which is just feeding a sense impressions we just disembodied intellects and we're in just this kind of radical skeptical scenario.
¶440We don't know anything about the external world. This basically what the evil godon is positing right they're positing. I mean of course the people who run the evil god challenge they don't believe in the being. They're just trying to say that there's maybe some kind of evidential parody between theism and this hypothesis. hypothes ridiculous and so theism theism doesn't basically a car evil demon going out who existation of reality >> depende né se você um tismo cético ele numa versão mais forte você pode acabar num cenário como esse, né?
¶441Que Deus pode ter um moralmente suficiente que o justifique é te enganar também de certo modo sobre suas percepções ou coisas assim, né? >> Mas enfim, vamos lá, vamos pro tranca Thomas que ela responde o ponto do Schmid. Caraca, caraca. 254 pessoas. O Mam transferiu pra gente.
¶442>> Como assim? 254 pessoas. >> Fala galera, a galera do canal do Misa, ele transferiu da live dele para cá. 257 pessoas. Valeu, velho.
¶443Ó o Charles Darv aí. Salve, salve, salve. Ó o Misa. >> Valeu, Misa. >> Mandando umas pessoas aqui.
¶444Valeu, cara. Tamamos junto. Tamamos junto. Mas enfim, ó. Aíaster Thomas, ela responde isso aqui, ó.
¶445Aí, Shanter Thomas responde isso aqui nesse debate com Maxit. Mas enfim, vamos lá. Deixa pegar o >> a parte específica. >> Isso. Qual trecho abordado?
¶446O Evo Challenge, a objeção da distorção das faculdades não confiáveis no desafio do desmalé. No vídeo, vamos pegar aqui o trecho exato, tá? O trecho adequado, onde ela rebate isso, ó. Vamos lá. Ó, vamos lá.
¶447Aqui é o trecho que o Max Hit apresenta a objeção, né? Apresenta objeção. Aí aqui, ó, vamos lá, que é a mesma que Ah, não, não, calma aí. Esse aqui é um outro trecho. Vamos pegar aqui.
¶448Achacaster Thomas responde são das faculdades coletivas cognitivas distorcida. Bora, bora, bora, bora. Aqui, ó. Aqui. >> Vamos lá.
¶449Acho que é aqui mesmo. Itu. Because if we were to believe in an evil God, that would undermine our reason to trust our own judgements. Um, and we don't want that. So, we should therefore believe in a good God instead.
¶450Am I I don't want to um get that wrong. So, is that kind of what you were arguing? Um, so well ok so to it in the language of defeaters. So, in epistemology if if you um acquire a defeat for a belief, you acquire a reason for thinking that the the cognitive faculties or the evidence you use is can't be relied upon. So it's not a it's definitely not a kind of pragmatic appeal.
¶451It's definitely an appeal to evidential considerations. So the idea is that if a hypothesis had the result that we would gain a defeater for trustworthiness of all of our cognitive faculties, it would be irrational to ever believe the hypothesis. Ok. So this is really interesting and so first of all I would this really reminds me of the wellbeing arguments against the evil god challenge like pragmatic encroachment um arguments forward by Tasia and scrutin um as you know I don't think it's exactly the same because you're not arguing that the pragmatic encroaches upon ourthic um beliefs but um I don't see why that would make the good god hypothesis more likely that it will be more likely that a good God exists than that an evil god exists reason being because it seems obvious that if an evil god was um deceiving us so much then well that's just the way it is we would just be deceived. I I also would go back to what you said at the beginning um and talking about you kind of made the assumption that an evil god would want to deceive everyone.
¶452And I think I would I would question that as well. And this this phrase is a really important topic I think which is what is the nature of evil god's evilness and I think this has been underreesented in literature. Um so is an evil god s like you're saying that your concept of an evil god is just this very deceptive divine being that would want to deceive people as much as possible but but my concept of an evil god might not include that quality of deception. I might say well evil god actually doesn't care whether or not we know that evil god is there or maybe evil god doesn't care so much about deception. And maybe in some cases evil god would not want to deceive us because evil god would want us to be aware of the horrors of the world.
¶453So um yeah I suppose first of all I would just perhaps question your premise that evil god has to be this ultra deceiver and second of all I would say well even if we we do determine the evil god's evilness comes from that deceptive element that still doesn't mean thatically that that a good god is more likely than an evil god. Yeah, thanks. So, I'll take >> perfeit. >> Então, essa é a resposta que ela deu. >> Perfeito.
¶454>> Então, essa resposta do Shimid aí terrível, cara. Terrível contra o Rout Challenge. >> Terrível, cara. Terrível. Muito ruim.
¶455>> Muito ruim mesmo. >> Mas bora voltar lá pro pro que ele fala. We can't count on it to have given us reliable cognitive faculties. We can't count on it to have given us reliable moral faculties. We can't count on it to basically us in epistemically friendly.
¶456Bom, se o a ponto dacaster Thomas é procedente, então seria razoável esperar que o deus maligno, né? Se houvesse um Deus maligno, ele não estaria preocupado em nos enganar em todos os aspectos, né? Até porque ele provavelmente gostaria que a gente soubesse que a gente está inflingindo maldade, né? O que há pessoas sofrendo maldade >> de forma injusta, inclusive >> isso. >> Eh, então assim, para isso a gente tem que ter uma percepção, né?
¶457>> Eh, faculdades cognitivas funcionando de maneira apropriada, de maneira que favoreça com a gente tenha percepções apropriadas, inclusive a gente tenha julgamentos morais relativamente estáveis pra gente reconhecer coisas como injustas e maldades e se indignar com isso e saber que tá ocorrendo injustiça para no mundo. >> Então assim, >> é Uhum. >> Eh, resposta terrível. >> Sim, sim. É o deus, o Deus pode falar.
¶458>> É só comentário. Eh, o deus maligno não precisa ser o gênio maligno do Decart, né? Não, talvez por chamar os dois de malignos, a gente acha que não tem que ser o outro, né? Mas não. Ah, o Deus maligno pode querer muita coisa, né?
¶459Inclusive que haja uma religião de pessoas que fazem caridade, porque ele permite muitos bens para que deles se tirem um mal maior. Eh, então Deus maligno, provavelmente ele ia ser bastante arquitetado em termos disso. Tem um problema, né? mencionar para inclusive para teorias perfeccionistas, né? Teorias que lincam o bem à melhor realização de uma natureza ou ou a alguma funcionalidade de uma natureza, né?
¶460Um argumento que a gente costuma usar, né? Claro, tem uns argumentos que mostram que funções eh, por exemplo, uma boa bomba atômica, um bom vírus, eles fazem coisas que são horríveis do ponto de vista moral. Ah, e e ainda assim a gente chama de boa bomba atômica, acho que uma boa bomba atômica, um bom vírus, isso até engraçado, né? pelo jeito meio misleading que a gente usa a palavra bom, né? Ah, que às vezes a gente usa bom mais como uma metáfora para dizer que uma coisa tá funcionando bem e não necessariamente carregando carga aológica, né?
¶461Então assim, nossa, a minha bomba funcionou bem, matou um monte de gente, mas não quer dizer que isso é bom do ponto de vista axiológico e moral. Eh, e tem um problema, né, que a gente chama até na filosofia moral de problema do psicopata moral, né? E o psicopata moral não é só alguém que tem um diagnóstico de transtorno de personalidade antisocial. O psicopata moral. Po, a gente pode pensar no psicopata clássico, a gentea pode pensar alguém que a própria natureza dessa pessoa é agir de maneira má, né?
¶462A natureza dessa pessoa, ela é de tal modo ah que ela age para produzir mais sofrimento. O padrão que guia a sua ação é tratar as pessoas sempre como meio, tratar as pessoas produzir mais sofrimento, fazer coisas erradas. Só que no caso do psicopata moral, isso é uma coisa da sua natureza, do seu modo de ser, né? Eh, então, do ponto de vista perfeccionista ou funcionalista, isso que o psicopata faz é a simplesmente a realização da sua natureza de psicopata ou é simplesmente a realização da sua natureza. Então, se Deus é perfeito, ah, do ponto de vista, numa definição, funcionalista, se Deus fosse uma espécie de grande psicopata moral, eh, que simplesmente governa o universo como um psicopata, eh, ele ainda ele seria perfeito do ponto de vista ontológico, né?
¶463Entre aspas, ele poderia ser chamado de bom no sentido ontológico, né? essas operações seriam boas do ponto de vista de realizar bem a sua natureza e todos os seus atributos no todo contribuiam contribuiriam contribuiriam para que ele fosse um ser pior, né? A gente até brinca, né, com a figura do psicopata, porque a gente brinca que o psicopata é aquele que é só razão e não tem emoção, não tem empatia, não tem compaixão pelo outro. Então, o ser que fosse puro intelecto, que só trabalhasse racionalmente, que não tivesse sentimento, que não pudesse ter empatia por aqueles que sofrem, poderia facilmente se enquadrar numa espécie de psicopatia e talvez fosse até mais fácil para um ser que é puro intelecto ser um grande psicopata moral. Ah, isso é isso é bastante interessante.
¶464Então, assim, Deus poderia ser um grande psicopata moral e todos os seus atributos como unisciência só contribuiriam ainda mais paraa sua psicopatia, né? ele saberia mais, teria mais poder para poder realizar essa sua natureza de psicopata. Lembrando que quando eu tô chamando Deus de psicopata, o deus maligno, eu não tô usando psicopata no não necessariamente no sentido técnico da psicologia. Tô dizendo mais a um ser cuja a própria natureza se realiza em fazer mal pro outro, em causar sofrimento, em produzir esse tipo de carga negativa do mundo. >> Perfeito.
¶465Perfeito. >> Cara, o WX A ZC tá viajando aqui, cara. Tá viajando, velho. Falando de teoria do comand. Não, na verdade não.
¶466Ah, não, não é isso só seria verdade do comando. Tá viajando, acho. >> Talvez é porque, talvez é porque ele chegou agora lá do do M, né? A gente não tá comentando sobre Deus real, a gente tá comentando sobre uma hipótese, um Deus hipotético, que não é o Deus de verdade que existe. >> Não, não, não.
¶467Esse cara eu acho que é teísta, se não me engano. Acho que esse cara é teísta. Ele já tava aqui, eu acho. >> Acho que não é do M. A galera do Misa tá aqui, ó.
¶468Deu, deu um salve aqui o pessoal tudo. Tamamos junto aí pessoal. Bora, bora, bora volar aqui com reat. >> Ah, tá. Pensei que eu tava por fora.
¶469Perfeito. Bora, bora, bora, bora, bora. How the way you it, it's pretty forceful. I think about that today. Sometimes you think about evil and you don't see the horror of it, but it seems like the world is mad or unintelligible.
¶470Like you think that are é moralmente ininteligível, né, digamos. You think about I think about that and then I think and I think a lot of people would agree that they go, I I don't know. I It feels like God might not exist. H but of course as what you're doing is we're less interested in what it feels like and more interested in the way we should think. So how did you overcome the problem of evil or have you at the time I didn't overcome it.
¶471It was just a persistent thorn in the side. So I was starting to lean towards theism and starting to maybe more strongly lean towards theism was like where maybe to the point I'm like an agnostic leaning theist. But I didn't overcome the problem of evil until I basically got overwhelming miraculous evidence for Catholicism and Christianity. And basically once I got that, it kind of once I had that I was like, "Okay, I must just be missing something, you know, I must be missing something." And then along the way there were some interesting and new theodes or responses to the problem of evil that I thought like, "Yeah, maybe they have some force and maybe we can go into those." But I only kind of came to appreciate their force after I basically was just inundated with miraculous evidence for Catholicism. I see so cuz like well we can get into that but Oh, I'm pumped.
¶472Ok, so we should point out that you are a friend of Ethan M and we've had him on the show. People should go and watch out miraculous evidence. Deixa eu só comentar esse cara, velho, porque ele foi, a meu ver, ele foi bastante pressionado, tá? No canal do Miles K, tá? Esse aí que é um cara que tá avançando argumento dos milagres em favor do catolicismo de forma mais vigorosa, né, atualmente.
¶473Então vamos lá. Miles Kun. Cara, para mim ele foi bem molgadinho, tá? Foi bem mongadinho. >> Primeiramente aqui, ó, ele apresentou o caso em favor do inferno eterno aqui com com Miles que dano.
¶474Recebeu uma pressionada de volta do Miles. Embora no caso ali o Miles, eu acho que ele ele deixou a desejar um pouco. Ele poderia ter avançado alguns casos mais robustos. Poderia ter mencionado a Marily McDon Poderia ter mencionado ali o o Stephan Knar. poderia ter no caso ali, inclusive a Marily Mcordan rebate rebate o argumento Anselmiano que ele usa aqui em favor da justiça do inferno eterno, né, que o Aus usa.
¶475Ele poderia ter usado também os argumentos do Eric Haon e do Joshua Rasmassy, aquele argumento lá que o Café mencionou, né, pra gente, que ele mencionou no grupo inclusive sobre a ao fato de a a o fato do das punições, né, no inferno, elas jamais chegarem ao fim, digamos assim, né, jamais chegarem ao fim, né, eh, em virtude de serem punições constantes, né, enfim, que a pessoa ela vai sofrer pela eternidade e pelo fato de dessas punições elas serem potencialmente infinitas e não atualmente infinitas, né? em virtude da quantidade de punições que ele vai, a pessoa vai receber ao longo do inferno. Então, em virtude dela jamais ser capaz de formar o infinito atual através de adição sucessiva vinculado ao início de uma cadeia de punições, né, que, ou seja, uma cadeia de punições que se iniciou no tempo, né, digamos assim, um determinado tempo t0 ou algo assim, t1 e e assim continuamente, né, T2, T3, T4 e assim por diante, né, TN. em virtude dessa justiça, ela ser potencialmente infinita, jamais alcançar o infinito atual, né? Jamais formar o infinito atual, então a justiça plena de Deus jamais seria cumprida.
¶476>> Se de fato houver essa essa punição eterna, né? Se ela for sempre potencialmente infinita, a justiça plena de Deus jamais será cumprida. Isso favorece uma resposta a um outro argumento que o Schmid vai trazer, que é o argumento do ah que o Brian Canter traz, né, de certo no artigo que ele vai mencionar que é hell and proportionality, né, inferno e proporcionalidade. E aqui ver, ele foi aqui o o Rander Rouser, né, que é um cristão progressista, né, o Rander Rouser, ele tem um canal chamado Tentative Apologist, né, onde ele faz críticas aos próprios apologistas cristãos e blá blá, embora ele também faça apologética, tá? Mas ele faz uma apologética mais soft, ele é mais tolerante ao aos LGBTs, mais, né, enfim, é uma pessoa mais progressista, né, o cristão com mentalidade progressista.
¶477E aqui ele faz, ao meu ver, uma argumentação muito boa contra o Mios, né, em termos da justificativa do inferno que ele tenta fazer, né? Ah, então eu recomendo aqui a galera aí que souber inglês, né, dê uma olhada aqui no nesses vídeos que eu acho muito bons, tá? Ah, mas enfim, vamos lá. Talvez eu coloque alguns trechos aqui na hora que for relevante, tá? na hora que for o ponto relevante, que é lá pro finalzinho, se a gente der tempo, né, da gente chegar, porque tem bastante coisa ainda pra gente rebater.
¶478A gente vai falar sobre os milagres católicos, né, pelo menos alguns aí, e a gente chega lá depois. met Ethan um when I was agnostic leaning theist. Ok. I didn't know is this where he comes into the story? This is actually this is where Ethan comes into the story basically.
¶479Um so well actually it's a little bit after. So I was initially introduced to certain pieces of miraculous evidence that were just like pebbles in my shoe, thorns in my side as a result of some people that we'll mention in just a second. After that and I was starting to lean towards these and I was like, "Oh man, there is some miraculous evidence." I was introduced to Ethan and then the miraculous evidence really started just overwhelming me. So we can maybe talk about some of the initial sparks. Yeah.
¶480Tell tell us what you mean by I know what you mean but pebbles in the shoe. What were you being introduced to and why was it bothering you? So there are a few things here. One is demonic phenomena. And me even saying this right now, go back two years, I would have laughed.
¶481It would have been ridiculous. I would have joined the skeptics and be like, "Oh, this is just ridiculous. What are you talking about?" Demonic phenomena. Come on, we're prim proper intell we don't believe in demons or anything like that right that's what I would have said and I would have laughed it off would have thought that you guys are just like superstitious morons basically yes but >> cara isso aqui o James Fer não tancou velho. Eu também não tanquei.
¶482Ele levou a sério >> os testemunhos do Vincent Lumbert, o exorcista que o Cameron Bet trouxe lá no canal dele, do Captain Christianity. Ele levou a sério os relatos desse pessoal. levou a sério, levou a sério mesmo, a fer sendo que no caso o próprio James ele tem um vídeo onde ele sai refutando e rebatendo todos os testemunhos ali desse pessoal, rebatendo, fazendo react lá no canal dele, que aqui, ó, que tiver interesse, bora, bora, bora, bora aqui, aqui, ó, no canal James Fer, canal James Fer. Ah, deixa eu ver aqui, ó. Aheus B the demon of capturing Christianity.
¶483>> Aqui, ó, o ateu batalha contra a ordem, as ordens demoníacas do Captain Christianity. E aqui ele vai por todos esses relatos e todos os pontos que são trazidos aqui, ele vai reagindo e respondendo os pontos referente a galera aqui do Camer Berto, né, do Camer Bertus aqui, sobre essa questão das possessões demoníacas e blá blá, exorcismo e não sei o que lá. E cara, o que deixou mais impressionado foi que o J conseguiu se sentir movido por esses vídeos e também pela pela pressão que ele sofreu do Kamer Btusing, que é um cara que é aquela analogia, né? É aquela analogia. Você tem um cara, né, que ele tá querendo te vender um carro, de um cara de uma concessionária que ele tá querendo te vender um carro.
¶484Esse cara, ele não vai expor pontos que problematizem a venda do carro dele, né? Ele não vai, tipo, dar um detalhe ali de algum defeito, alguma coisinha ali no carro dele. Ele vai tentar fazer a o carro dele parece uma maravilha e vai tentar vender para você. Se você não for esperto, se você não fizer a pesquisa antes, você pode acabar um comprando um carro ali que tem alguns danos, né, como se fosse maravilhoso e ter problema lá na frente. Depois você pode comprar um carro que é mais caro, né?
¶485sendo que você não fez a pesquisa antes, você não foi consultar outras concessionárias, você não foi consultar ali na internet para ver outros outros lugares que você poderia adquirir esse carro ou qualquer coisa assim, você não pesquisou antes, né? Ah, você não foi consultar com outras pessoas que compraram carro em outras concessionárias ou coisa assim, né? Pessoas confiáveis e você ficou só no cara que quer te vender a do carro, né? Na concessionária ali com um carro que tem uns umas peças fodidas, mas ele tá tentando te vender como se fosse maravilhoso. >> Sim, sim.
¶486>> Então é claro que o cara vai te vender, né? ele vai tentar te convencer e ele vai ser bom nisso. Ele vai ter uma retórica muito convincente. Então, para você balancear isso, você tem que pelo menos conversar com algumas pessoas que são de outro lado diferente, né, que são de um de uma outra concessionária, etc e tal. A mesma coisa aqui o Jid, ele tava, pelo que tudo indica, ele tava em contato só com essa turma nesse período.
¶487Ele, como ele já tava se inclinando pro teísmo, ele tava ficando mais simpático com a galera dessa turma. Então assim, não não é aquilo que aí que entra o ponto que o James ele trouxe aqui, né? Eh, ele trouxe aqui no vídeo recente analisando o vídeo, o testemunho de conversão do Joy Mid, né? Do J Media. Magister Reason é um uma pessoa profundamente não cética, o triunfo da apologética desleixada, né?
¶488The trium of slowetics. Eu concordo com tudo que ele conventou aqui. Ele indotou uma postura de uma pessoa que é crédula. Ele não teve cuidado, o cuidado que ele tipicamente tem no âmbito do raciocínio crítico, enfim, no âmbito de considerar, redistribuir as credências dele, como tipicamente faz no canal dele, né, e nas exposições dos argumentos dele, né, que eles põem o lado X, Y, Z e coisa e tal. pelo que ele relatou, parece que ele não teve esse cuidado.
¶489Parece que ele não teve esse cuidado. >> Aham. Eu fiquei curioso, né? Que que aconteceu nesses fenômenos demôicos? Você vai contar ou o que que impressionou ele ou foi que exatamente?
¶490>> Boa parte, tipo, boa parte é relato, cara. Relato, relato, relato. Deliverance ministry like that. And Karen, we were good friends at the time and Caren was like, he started sending me some of these videos and he's like, "Jo, come on. Like, watch it.
¶491Like, stop making fun of it. Watch it. Listen to what the exorcists are saying them out. Listen to what Dr. Richard Gallagher on the faculty of Columbia, NYU, a Princedon alum.
¶492Listen to what he's saying, okay? And give me your explanation. I demand it. That's I mean that's basically what Camera told me in a little bit nicer terms, but Camer just kept on pushing me. He's like, "Explain it, Joe." So he would say, "OK, watch this video.
¶493And if you don't want to watch the whole thing, just go to this time stamp." And you know, I go to the time stamp and like the exorcist is basically saying like, "Yeah, so like we started the right, we did the litney of Saints and then the person started levitating and then he was there for about 30 minutes and I was like, uh, ok." Um, and so I go back to Cameron and I'm like, well, you know, maybe, ok, listen, maybe the dude was just misperceiving. Ok, the person had it was like kind of like holding themselves up with their arm and maybe that was being covered by their like dress or something. Lying, more likely. >> Yeah, lying. That's another potential option.
¶494But, um, so like I gave him this disjunction like maybe it's a combination of like either it's lying or confabulation or something or um maybe like some weird kind of trick or some memory distortion or confabulation or something. Um, and I was like, "Okay, yeah, and maybe the person was just, as I said, my initial clock was like, maybe they're just holding themselves up because I think like I didn't have any independent evidence for the person lying." Um, and then Cam's like, "Jo, I asked him that two minutes later go on and he said he could he literally his head down and could see under it, could see like a foot up." And I was like, "Ok." So, and I was like, "Okay, well, maybe this was a long long time ago and the person just forgot or something." Um, or maybe uh some kind of confabulation. He was like, "Jo, at the beginning of the interview he said that this was a week ago." And I was like, "Ok. Maybe he's lying. Não tem só essas explicações não possíveis, mas mesmo assim, cara, a atitude responsável para ele não é ficar fazendo essas psicologizações só de armchair, que nem o James Haer comentou, >> não é?
¶495Seria horrível. fazer uma é fazer uma investigação do caso mesmo. Se ele quiser investigar genamente esse caso, ele tem que tomar todo cuidado possível e ele tem que fazer uma investigação a campo mesmo, conversar com mágicos, conversar com doutores, conversar com outras pessoas, inclusive pessoas que são céticas, verificar o que que eles têm a dizer sobre isso, trazer o relato, trazer os pontos, verificar documentos por eles mesmos, por eles mesmos. E aí depois, né, eh, qual que é o problema de você dizer e falar, pô, não sei explicar esse daqui, não. Esse daqui eu não sei explicar agora.
¶496>> É, >> mas eu vou é inclus, é, inclusive eu não sei a natureza é difícil pra gente assim, né? porque ele tá contando um relato de que ele recebeu um vídeo no, provavelmente no privado, não é público. Eu não sei se esse vídeo é privado, é público, se ele comenta isso, se é um vídeo que ele analisou individualmente com o que recebeu, se esse vídeo é um vídeo aberto à comunidade científica para poder avaliar esse vídeo, para fazer uma análise desse vídeo. Eu não sei como é que funciona isso, mas esse é um fato curioso de que ele parece que ele ele ficou com a função de ele individualmente ser o juiz acontecendo naquele vídeo. Eu tô vendo aqui que o Darcy Clay mandou, Gival também mandou e mandou mais live pix.
¶497Aí eu vou botar os três para tocar aqui, tá bom? Um inscrito pro outro. Vou me respondendo aqui. Deixa eu só abrir aqui o OBS. Eu vou colocar para para tocar.
¶498Vou tocar paraou botar para tocar aqui. Pode ir comentando mais um pouco S enquanto carrega aqui. >> Ah, tá. Só vai comentar isso, né? que eu não sei bem se ele assumiu a função individual de analisar esses vídeos, se esses vídeos são públicos, se esses vídeos são analisados por uma comunidade, se esse vídeo são analisados individualmente.
¶499Eh, eu eu imagino, não sei, né, se o vídeo é uma coisa que pode ser publicizada. >> Depois eu te mando o vídeo do reagindo. Depois eu te mando, Depois eu te mando o vídeo do do desse vídeo do aí reagindo para você dar uma olhada. >> É muito ruim, cara. Agora eu acho, >> é muito ruim.
¶500Os testemunhos são muito ruim, cara. Mas enfim. Tem uma, eu ia. Aham. Pode ir.
¶501>> Botar para tocar agora. Ah, vamos lá. >> Perfeito. >> Pode vir pondé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara.
¶502Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim tá não prova nada. >> Darclei mandou R$ 10. A reversão do Joemi parece movida por fatores externos aos argumentos.
¶503Nas entrevistas não trouxe argumentação convincente. O vídeo de 12 horas sugere que ele ainda está montando o caso. Não que eu tinha. >> Sim, sim, sim. Tem isso aí também.
¶504>> Pode vir coné, pode vir qualquer, o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada.
¶505>> Givaldo mandou R$ 10. Dave poderia me explicar como alguém diz que um hotel tem infinitos quartos. Logo depois usa a palavra todos. Todos os quartos estão ocupados. Como isso não é uma contradição direta?
¶506>> Tá, já vou responder isso aí. Deixa eu tocar o último. Pode vir. Pode vir. Qual é o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos?
¶507Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> N mandou R$ 35.
¶508Salve David Sonkei. Dá para entender a conversão do Joe? Para torcer para esse timinho é necessário muita fé. Kk. TMJ.
¶509>> Pois é. Mas enfim, respondendo o Givalda, né? >> Você quer, você quer comentar sobre o comentário do do Givaldo primeiro? >> Não, não. Pode, pode comentar você.
¶510Eu só achei divertido como que fala de hotel dos quartos depois fala todos. Então, então esse esse ponto aí do do hotel de Hilbert, né, é uma coisa engraçada, porque na verdade a contradição é porque assim, o problema não tava se dizer que todos os quatro todos os quatro quartos estão ocupados, né? Todos os quartos estão ocupados. Ah, o problema tá em você dizer que eles eh que ele está cheio, né? Porque na verdade o se você imagina um telé que ele tem infinitos quartos que é capaz de acomodar infinitos hóspedes nele, né, digamos assim, em virtude da cardinalidade ser a lef zero, né, ser a cardinalidade ali vinculada com a cardinalidade do conjunto dos números naturais.
¶511Então você tá assumindo que já de princípio eh é possível você parear um outro conjunto infinito, né, nesse caso, conjunto infinito de membros ali, né, que podem ser inseridos nesses quartos, né, para assim dizer, eh, que esses conjuntos eles têm uma relação de bijeção, né, uma correspondência ali bijetora, né, eh, em termos da da cardinalidade dele, tem uma correspondente de um para um, né, com os elementos dos do conjunto dos quartos, né, ou seja, o conjunto dos elementos, né, vinculados com os hóspedes tem uma correspond exponência, né, de um para um com os os membros, né, do conjunto dos membros, ã, em termos de dos quartos, né, do dos infinitos quartos do hotel, né? Então, nesse caso aí, não teria problema em você ah em se não teria nenhum problema, no caso em esses infinitos quartos, né, ah, estarem todos ocupados e ainda assim serem capazes de ocupar o infinitos membros neles, infinitos hóspedes nele. Então não tem nenhuma contratação aí, só tem algo que é pode parecer a princípio contrainttuuitivo, mas isso é só porque no caso as pessoas elas ah elas consideram a elas não consideram justamente a natureza da infinitude, né, da da do conceito de infinito, principalmente vinculado com com a visão do da teoria dos conjuntos transfinitas do cantor e etc, né? Mas quando no caso ela considera justamente a natureza dos conjuntos infinitos, né, de conjuntos infinitos, simplesmente a contrainttuitividade some, né, justamente porque no caso as operações matemáticas, né, as regras de aritmética envolvendo operações matemáticas que são realizáveis com membros, né, de conjuntos infinitos, simplesmente não são as mesmas que são aplicáveis a conjuntos finitos, né? Então, ah, a intuição é porque as pessoas geralmente têm, elas pensam em conjuntos finitos, né?
¶512E aí elas pensam, no caso, nesses nesse conjunto infinito de quartos, né? É finito de quartos, sendo ocupados, né? Todos ocupados e sendo capaz de acomodar ali mais um hóspede ou qualquer coisa assim, né? Ah, então nesse nesse nesse sentido aí faz sentido você dizer que o o hotel, né, com com infinitos quartos, ele tá cheio, né? E nesse sentido, por tá cheio, ele ele é incapaz de ocupar novos membicos, né?
¶513Eh, é incapaz de ocupar novos membros, né? A menos no caso que você remova um membro ali do conjunto. Agora quando você fala de conjuntos infinitos, aí já não, isso não se aplica, entendeu? Por isso que no caso essas intuições são não são tão confiáveis, né? Intuições aí vinculadas a a conjuntos finitos, transportadas para se referir a conjuntos infinitos, né?
¶514Então é esse o problema. >> Uhum. >> Aqui o M tá comentando umas coisas que eu acho interessante. No caso meio a meio, no caso meio a meio, parte do sustento dos milagres são casos histéricos. Ou seja, também se embasa em relatos de pessoas em determinados estados psicológicos, né?
¶515Eh, um problema para além da da C. >> Perito. >> Ã, aí a Riga tá falando, ó, sim, mas que no evento do milagre tipo de Fátima, supostamente as crianças preveram o evento por intermédio de Maria. Geralmente um exorcismo não tem essas coincidências. Ah, >> mas também se você já vai para um lugar esperando um milagre de Fátima, já também é de um viés, né?
¶516Uhum. Aí sim, vamos lá. Vamos lá. Deixa eu sair aqui e voltar pro Rat. Vamos reagir aí o o Joy.
¶517A gente vai chegar nos milagres já. Bora. I don't know who never and I have no independent evidenceid of lying is a li and I'm accusing him of lying because well I just have these other like arguments or something. So I can divine from the arm these like empirical facts about the world even though I have no independent evidence them. And so I was shifting in my armchair and you know didn't bother me too much at the time.
¶518But then Cameron's like ok Jo you thought he was a liar. Well let's look at this other guy Dr. Richard Gallagher. Ok I've had him on. And just like you go through what Dr.
¶519Richard Gallagher is talking about. He has this Julia case for instance that Ethan talked about when he was with you. And like the things that he's testying to are things that are almost impossible to be honestly mistaken about. like you would just be extensive interactions with this Julia person and then things would literally just like just be him and something would literally just like fly across the room or Julia would engage in extensive fluent Latin and Greek even though she didn't know it and Dr. G knows that because he studied Latin and Greek at Princeton or you know like and he would just describe all these different sorts of things and I was like ok so this guy who has like all the professional credit and reputation you like a li gaining power or money through if anything it's the opposite if anything people are just like yeah people are thinking he's a sort of making fun of him or something like that and you know he's got like all these uh recommendations in his book demonic fo from like high ups in like the the psychiatric field he's seen like 30,000 patients and for none of his patients that he's normally seen for none of them has he ever suspected any diab he's a professional at detecting you know some kind of psychiatric mental illness like schizoprenia idorderia >> caral mas calma aí ele tá pegando, ele tá se ancorando, tipo, uma coisa que ele tá se encurando no testemunho só desse cara, só só desse cara para poder tomar isso como credível >> para atribuição da existência desse tipo de fenômeno.
¶520demoníaco dessa maneira como ele tá colocando. É, é, é a primeira coisa que eu achei estranho isso aí. Até o pessoal nos comentários tava comentando ali, o pessoal pessoal que é cético, né, da bolha cética ali, o Nathan Orman, né, do Digital Gnosis tava comentando ali, enfim, o Sapereald, enfim, uma galera ali, né, acho que até o Friction, né, que é o que é o Troy Dana, tava comentando também nos comentários esse tipo de coisa, né, a maneira como ele tá abordando esses assuntos é muito, sabe, muito emocionalmente carregado, sabe? deixando se levar pela, tipo, se impressionando muito facilmente e deixando se levar pelas primeiras impressões dele assim, nossa, vou sabe >> isso é também é uma coisa também é uma coisa importante de mencionar, né, que não existe essa disfunção tão simples, né, porque parece que ele tá falando que tem duas opções, né, ou eles estão mentindo ou é verdade o que eles estão testemunhando. Na verdade, a pessoa não precisa estar mentindo, né?
¶521Ah, quando uma pessoa tá numa situação onde ela tá fazendo exorcismo, quando ela tá lidando com coisas que supostamente são sobrenaturais, ela pode ver, pensar, agir, ter ideias, experimentar coisas que para ela são reais, né? Para tal, talvez o o cara lá não tá mentindo. Talvez enquanto ele tava lá, ele interpretou que a pessoa tava voando, ele interpretou que ela estava levitando, >> porque ela tava falando em latim, muito estranho. >> Isso. Ele interpretou que ela tava falando em latim.
¶522E isso pode acontecer por vários fatores psicológicos, né? A nossa mente, ela é um, ela é uma coisa super complexa da maneira como a nossa mente decodifica a realidade. Então assim, ele pode ter identificado na fala da pessoa algo que soava como latim. Ele pode ter interpretado que era grego, pode ter interpretado que ela tava voando e pode ser que ele esteja totalmente sendo sincero quando ele traz esse testemunho. Só que o que a gente sabe sobre a mente humana na psicologia é que a nossa mente ela é cheia de vies.
¶523A nossa mente nos faz ver coisas que não estão lá. A nossa mente, ela é ela é uma caixa de surpresas, assim, porque a nossa mente a nossa mente ela ela tem muitos vieses, distorões cognitivas, eh capacidades de interpretar, de ver coisas, de produzir coisas que a gente nem percebe assim. Então, pode ser que ele não tava mentindo, pode ser que tudo que ele contou, ele viu, ah, viu o olho da pessoa ficar preto, viu a pessoa falar latim, viu a pessoa ficar falar grego, viu a pessoa levitar, voar. E talvez ele esteja se sendo sincero, talvez ele viu fenomenologicamente isso. Agora, se não tem ninguém lá para fazer um estudo controlado no que tá acontecendo, né, e se ele tá baseando toda a informação do que aconteceu no relato, do que a pessoa testemunhou, o máximo que ele pode concluir é que se a pessoa tiver sendo sincera, ela não estiver sendo mentido, mentindo, é o que a pessoa fenomenologicamente experimentou.
¶524Só isso que dá para concluir. Testemunho não dá para você tirar tanta coisa, né? tem toda uma discussão em filosofia hoje sobre até que ponto a gente pode extrair conhecimento verdadeiro de mero testemunho. >> Pois é, testemunho em favor de coisas ordinárias que a gente observa cotidianamente tipicamente, né, que se conforma com aquilo que a gente já sabe como ser no caso, né, nosso background knowledge, que a gente chama na epistemologia baiesiana, né, nosso conhecimento de fundo eh de várias disciplinas e tudo mais. Ah, esse tipo de coisa, beleza.
¶525Um testemunho ali que favorece ali coisas ordinárias, né, coisas mundanas, né, como o próprio méd até comenta, né? Eu não gosto muito de Dante, né? Enfim. E eu concordo que alegações, pelo menos algumas alegações, em algumas circunstâncias são evidência, tá, de alguma, alguns fenômenos, de algumas coisas. a testemunho é alguma evidência, mas é quando esses tipo de alegações muito extraordinárias e fogem do âmbito daquilo que a gente muda sabe, elas são evidências extremamente fracas, né, e que devem ser suspeitadas, né, cero, devem ser olhadas com suspeito.
¶526>> Aham. Mas só só ia mencionar que assim, até em casos ordinários, na psicologia, depois do estudo da psicologia sobre a nossa mente e vieses. >> Ah, pode falar. >> Foi o que eu falei, né? O Lúcia tá falando, imagina o Joy lendo aquelas literatura espírita com relatos de km.
¶527crianças prodígio, lembrando de vidas passadas e ficando chocado. Pois é, cara. Imagina ele lendo. Aí eu peguei, peguei e falei, imagina ele lendo os estudos do Jan Stevenson e do Jean Tucker, que são sobre questão desses relatos, né, de crianças que lembram de vidas passadas, de elementos ou aspectos de vidas passadas ou coisas assim. >> Pô, ele se impressionar, né?
¶528Se impressionar com isso. >> E isso daí é uma coisa que poderia corroborar com o hinduísmo, né? Ou com religiões que aí reencarnação, não é o caso, >> não é o caso do catolicismo, né? O catolicismo nega a reencarnação. Portanto, o catolicismo teria uma séria dificuldade para explicar esses relatos.
¶529Inclusive tem relatos de pessoa de criança, né, que fala assim: "Olha, vou te levar lá no cemitério, onde eu tô enterrado, chega lá, tá o cemitério." Tem relatos assim. Ah, e isso isso é é interessante assim. Ah, mas é só comentar que até até caso de testemunhos ordinários na psicologia, a gente tem bastante cuidado com eles. Tanto é que na parte forense, né, na parte da justiça, você não condena uma pessoa só porque uma pessoa contou que viu ela, ah, tipo, acessa pessoa aqui foi a que me assaltou. a gente não faz isso.
¶530Ah, a gente pede mais evidências porque a o o que a pessoa lembra e o que ela viveu tem uma distância, tem um gap entre o que a pessoa lembra e o que ela viveu. A nossa própria memória é uma reconstrução. Então assim, principalmente situações que a gente tá emocionalmente envolvido com a situação, o que a gente lembra do que a gente viveu e a maneira como a gente percebe a situação, ela pode ser muito diferente do que realmente aconteceu. Assim, especialmente contexo que a gente tá emocionalmente envolvido, né? Mas já teve caso de pessoas falaram assim: "Eu tenho certeza que foi essa pessoa que me assaltou, eu lembro o rosto dela.
¶531A hora que ela me assaltou, eu gravei o rosto." Eu olhei bem e gravei e vai descobrir a pessoa não era aquela pessoa. A pessoa se confundiu totalmente. Então assim, a testemunha é uma das coisas muito complicadas de basear crença. Assim, não é que não conta, é um elemento entre outros, né? O testemunho tem que ser só uma partinha assim, um elemento entre outros para você chegar a uma conclusão, >> principalmente quando envolve justiça criminal, né?
¶532a questão de justiça criminal e a questão de eventos muito extraordinários, né? Alegação de eventos muito extraordinários que fogem daquilo que a gente mundanamente sabe como sendo ah conhecido, né? >> Já no nosso background knowledge, né? Conhecimento de fundo. >> Mas é isso, né?
¶533Então assim, é complicado, velho. Dre, será que ele checou essa literatura também, né? É, não checou, né? Mas enfim, >> não é, >> vamos lá. just like turn completely black instantaneously or your eyes turn into like thin green slits instantaneously which is what like a lot of these exercis delimer ministers are saying.
¶534Being a schizophrenic doesn't make you in the room with like a dozen witnesses. Basically the room would instantaneously change to like freezing cold such that people can see their breath and then instantaneously change to for instance like almost scorching heat where they're sweating, things like that. doesn't make you able to leitate doesn't make you able to have things just fly off the shelf and we just literally have hundreds thousands of testimonies to these sorts of things from seemingly honest people in group settings individually contemporaneous documentation at some point that you seent >> ele coloca só essas duas hipóteses, cara, >> não precisa ser mentira. Esses tipos de experiências são super comuns de serem sinceras. As pessoas realmente vem pessoas levitando, vem os olhos das pessoas mudando, experimentam mudança de temperatura.
¶535Tem pesquisas de psicologia que isso pode acontecer em conjunto, não precisa ser uma testemunha só. Se tiver 12 pessoas numa sala, elas podem tem reações que são contagiosas no ambiente, influencia processos cognitivos, que influencia inclusive a nossa percepção. A única coisa que dá para dizer, se ele se baseou somente em testemunho, é que para essas pessoas essas experiências foram fenomenologicamente reais. Só isso que dá para dizer, que elas experimentaram isso, né? Nem tudo que a gente vê é o que acontece no mundo.
¶536Isso é muito importante. Nem tudo que a gente vê é o que tá realmente acontecendo. E não só individualmente, a gente pode estar em conjunto, né? Você pode estar com 20 pessoas numa sala e vocês podem ter uma experiência anômala conjunta. Isso é normal.
¶537Isso acontece. Não é que não é que é normal. Isso isso já perguntando. Eu fico me perguntando, ele não leu o livro do não, cara, em resposta ao argumento da ressurreição de Jesus do Craig, velho. Porque lá ele deixou o F, o comenta isso.
¶538Isso >> ele deixa um monte de pesquisa em psicologia. ilustrando evidências, né, ali de estudos, né, sobre fatores psicológicos adversos que explicam esse tipo de fenômeno. Isso, >> como que as pessoas podem experiment >> Uhum. E nem sempre houve ilusão ou alucinação. Nem sempre.
¶539>> Não, não, não, não precisa envolver alucinação. Às vezes iso é porque a nossa mente, ela tem uma capacidade de processar o ambiente que é muito curiosa. Assim, ela pode distorcer, ela tem vieses, o a nossa própria memória também distorce as coisas. Então assim, tá, se as pessoas contaram que vivenciaram isso, o máximo que você pode concluir é que para elas essa vivência foi real, para elas fenomenologicamente. Agora você não tem como partir do testemunho de que as pessoas experimentaram isso, de que isso literalmente aconteceu, a não ser que você tenha uma forma independente de testar isso, né?
¶540Só testemunho não ser muita coisa assim. Se uma pessoa chegar falasse para mim, eu tava numa reunião na minha religião, vi pessoas mudando o olho de cor falar: "Olha, para você essa experiência foi real. Eu não tenho como garantir que foi isso exatamente que aconteceu, mas que para você foi isso que você experimentou, foi isso que você viu." >> Então, mas é aquilo, né? Eh, quando se trata de alegações que fogem do âmbito daquilo que a gente já conhece de em termos de conhecimento de fundo, é necessário uma evidência adicional, suporte evidencial adicional e não só a alegação de pessoas. independente.
¶541Perfeito. >> Agora se for uma coisa mais mundana, beleza. Uma alegação da pessoa pode servir de evidência suficiente. Agora, quando esse tipo de alegação assim muito extraordinária, muito distante, aí precisa de uma evidência também proporcional à aquilo que está sendo alegado. I mean, very credit, they might be.
¶542I don't know if I've I think I would know if a friend had seen someone's eyes turn completely black or levitate. Uh I have some people whove told me stories like that but you see my point it doesn't seem that common. We don't seem to have video footage of this stuff taking place. Isn't it just shouldn't we just conclude that these people either may simasão, né? Essa aqui foi o que é que resetou aqui o vídeo, mas vou be more than we're getting credit.
¶543I don't know if I've think I would know if a friend had seen someone's eyes completely black or levitate. Uh I have some people whove told me stories like that but you see my point it doesn't seem that common. We don't seem to have video footage of this stuff taking place. Isn't it just shouldn't we just conclude that these people were either Yeah, maybe they're lying just it seems more obvious cuz we don't have a direct experience of these uh crazy phenomena and you couple that with the fact that I imagine most claims to supernatural experiences aren't true. Even Catholics would acknowledge them.
¶544So why not just say well then well this is what's going on in my mind. On the one hand, I'm thinking it seems incredibly difficult to explain away what they're saying. And I mean, actually there are some cases where you know we do have at least photographs and things like that that have talked about and shared and car's actually done a video on that with like Mon Retti or something like that. So anyway, this is this is actually some like kind of tension in my mind where I'm thinking ok maybe they they're all just like cosmically lying and fabulating on like cosmic proportions. That's like one hypothesis.
¶545Another hypothesis is that they're telling the truth and what they're reporting seems to be things that are very difficult to be honestly mistaken about. Like again like a group setting where like mile of them are like testifying to the exact same thing, contemporaneous documentation, etc. So I'm just thinking like again at this stage I don't actually believe it. I'm just shifting in my seat, right? And I don't know how someone could like seeingly honest people like Dr.
¶546Richard Gallagher, Adam Bly, all these exorcists and like basically panultural testimony for thousands of years um to the and not at least shift in their seat, especially if they actually listen to the people like Cameron demanded that I do and try to offer some kind of explanation for all of them systematically. You tried to explain it. And again, I could I could at the time. I didn't actually believe it, right? Once I I came across this.
¶547I'm only at the moment of shifting in my seat, right? This is a pebble. It's a pebble in my shoe. It's something that's bothering me. Right.
¶548This is this is a really good point. And I love that Cameron tried to get you to come up with a hypothesis cuz it's easy to be dismissive, it's easy to mock, but there's got to be some explanation. Yeah. Well, there something even if it's lying or whatever. So you tell me what you think it is based on this.
¶549Yes. And you know you can just divine from the arm that there's basically this massive conspiracy among all the people in question where they're just like saying like yeah I was there and like the words were literally being carved on his like carved on his skin right in front of us without him doing it. He had his hands by his side. This is like the Roby Manheimer rolling docase where we have like the contemporaneous taken notes from like the two exorcist at the time. Lots of other cases like you know in the um in the uh see again it's not just deliberance ministers and whatn um in the London's case and like Gary Indiana or something like a decade ago or something like that.
¶550Um they had like a whole government report about this and we had like testimony from like um the workers at the hospital where they literally walk in and they see the child with like they have this weird grin on the child's face and they literally in the government official government report they did for this. We have the testimony from like a nurse or two saying, "Yeah, I saw him walk backwards up the wall and like it's like this is a government like official government report with like a nurse like wrong and like again I'm just shifting my seat." I'm not convinced but again it's something like Jesus. >> É, >> é. E ele parece ter só duas possibilidades, né? Ou eles estão mentindo ou eles estão sendo, ou é verdade, né?
¶551>> Parece que ele não vê a possibilidade deles. Mas vamos, vamos supor, vamos supor, vamos supor que seja verdade, vamos supor que o sobrenatural é o caso, que a explicação sobrenatural é o caso. >> Perfeito. Vamos supor, >> como disso ele chega na no catolicismo, cara? >> Então, porque essas experiências elas existem muito antes do catolicismo e tem tudo quanto é >> falei que experiência, ó, experiências de exorcismo existem na Ásia há muito tempo atrás, cara.
¶552Existe na Ásia. Existe catolicismo da cara, velho. >> Existem tribos amazônicas também. Existem tribos amazônicas. Existe na África.
¶553Eu eh existem religiões afrasir, eu já testemunhei ter eh expulsão de entidades num terreiro de umbanda uma vez, tipo assim, uma vez eu fui num terreiro de umbanda visitar e eu eu exper, eu vi uma pessoa eh passando por um ritual de exorcismo, tinha uma entidade maligna no corpo dela, foi expulsa, né? pessoa fez um ritual lá, pegou umas plantas, sei lá, e ele fala como se fosse eh, tipo assim, fala, milhares de pessoas passaram por isso. Por mais estranho que pareça, as experiências anômolas, elas são muito mais comuns do que a gente imagina. Quase todo mundo, se você pedir pra pessoa contar uma uma experiência da vida dela, ela vai te trazer algum caso de ter tido uma experiência anômula. Então assim, não é tão estranho, não é incomum de acontecer de pessoas terem esse tipo de experiência anômala, de falar: "Ah, teve uma época na minha vida que eu sei lá que uma coisa ou eu tava dormindo e vi flutuando no teto, coisas assim".
¶554Essas experiências anônimas acontecem. Elas são mais comuns do que a gente pensa. Elas são muito mais comuns. Acontecem, acho quase todo mundo, em algum pelo menos uma vez na vida, vai experimentar alguma experiência anômala, difícil de explicar, porque a nossa mente, ela é capaz de produzir experiências bastante variadas. Mas agora vamos supor, né, vamos supor que essas experiências são reais.
¶555Ora, o que que isso significaria? Significaria no máximo que poderia, dependendo da leitura, até isso talvez não significaria totalmente, né, que o naturalismo é falso, porque dependendo da perspectiva naturalista pudesse ter uma perspectiva que pudesse abarcar fenômenos anômalos. Ah, talvez, talvez o o Alex Conor, com o idealismo analítico, ele poderia explicar essas experiências anômalas. Dá para explicar a experiência da anômalas com um monte de framework diferente. E eu fico pensando mesmo se eu chegasse à conclusão, né?
¶556Vamos supor que eu não vou usar teoria porque eu poderia adotar uma teoria em filosofia da mente que tornasse esses fenômenos possíveis, mas ainda assim se eu aceitar o sobrenatural, né, de onde que isso vai me levar no catolicismo? Eu acho engraçado porque assim, se eu chegar essa conclusão de que existem espíritos além de nós, aí que eu ia que eu ia ter que ser mais cético, né? Porque da mesma maneira que o David, que é uma pessoa real, pode me enganar, um espírito, se ele existir, como é que eu vou saber se se esse espírito é confiável, né? Porque comos seres humanos, a gente, pra gente confiar uma pessoa, a gente precisa ter questões para avaliar a credibilidade dela. Então, a próxima coisa que eu me perguntar é: que eu avalio a credibilidade de um espírito?
¶557Como que eu avalio se esse espírito tem boas informações? Como que eu avalio se esse espírito está dizendo a verdade ou está me enganando? Como que eu avalio quem é esse espírito? Então assim, depois que eu assumo sobrenatural, se tem vários, se o mundo é povoado por espíritos, aí que eu tenho que ter mais ceticismo, né? Porque existem mais pessoas do que as que eu conheço fisicamente.
¶558Se existem mais pessoas do que as que eu conheço fisicamente, essas pessoas são capazes de produzir na realidade coisas espantosas para enganar. Elas podem, sei lá, pode ter um espírito que inventou uma religião, pode ter um espírito que você, pode ter espíritos que que criaram sua própria religião para pr para enganar a humanidade. A partir do momento que eu passo a admitir que além dos das pessoas físicas, existem pessoas não físicas no mundo, aí que eu tenho que ter mais ceticismo com com dialogo com esse tipo de de aparição, né, com esse tipo de entidade. Aparece uma um ser para mim, eu vou falar assim: "Como é que eu confio nesse ser? De onde ele veio?
¶559Quem é você? Como é que você me prova de onde você é? Como é que você me dá credenciais de que eu posso confiar no que você fala? Eh, tipo, então assim, para eu sair disso para ir pro catolicismo, é muito muito difícil, é um gap enorme. Eh, assim, né?
¶560E e fenômenos espirituais existem tudo quanto é religião, né? Tudo quanto é religião tem. Religiões afro-brasileiras têm fenômenos anômalos difíceis de explicar. Religiões hinduístas t fenômenos anômalos difíceis de explicar. Religiõ religiões indígenas t fenômenos anômalos difíceis de explicar.
¶561E aí, que que a gente faz com isso, né? Talvez a Igreja Católica tenha mais documentação, porque ela faz todo o processo de avaliar ah paraa canonização, né? Como eu disse, as outras religiões talvez esteja subnotificado porque elas não têm essa preocupação, mas eu acho que se toda religião tivesse a a o movimento que o próprio catolicismo faz de tentar documentar os seus milagres, a gente ia ter um tanto de coisa documentada de tanta religião que no final das contas, por que que a gente escolhe o catolicismo, né? E mesmo se só o catolicismo tivesse eventos sobrenaturais, por que que eu devo confiar no que os espíritos que agem no catolicismo, por que que eu devo confiar neles? De onde eles vieram esses espíritos?
¶562Por que que eles são confiáveis? Por que que a manifestação deles eh me dá garantia de alguma verdade dessa religião onde eles estão aparecendo? Se bom, não sei, é uma coisa muito estranha, mas é isso. Certo. Federico falando cinco vias mais argumento moral, mais evidências de milagres, mais história.
¶563Igual prova que o catolicismo é verdade. Eu falei cinco vias nenhum Joey leva a sério e provavelmente nem vai mencionar o caso. No caso dele quer apostar quanto? >> Eu acho que ele não. Eu também eu não acho que ele vai mencionar cinco dias, cara.
¶564Eu acho que ele vai o Joy tem outro tipo de mindset do que os outros católicos. >> Sim, sim. Acho que ele não vai ser um filmista. >> Tem um mindset mais analítico. É.
¶565Uhum. What do I do? I don't any room in my world for this sort of thing. It seemed ridiculous but like all these people all this testimony, contemporaneous documentation, pan etc. And in fact, I could see at least nonsilly explanations for why this stuff isn't so prevalent.
¶566Right? Então os demônios, pera aí, os demônios, os demônios não querem que acreditemos no catolicismo, no cristianismo. Olha que interessante. Será que se se tiverem demônios tentando enganar as pessoas, né? Vamos supor que outra religião, o hinduísmo, fosse verdadeiro, né?
¶567Os demônios, entre aspas, do hinduísmo, então tentariam fazer as pessoas não acreditar no hinduísmo. Uma forma de um demônio fazer uma pessoa não acreditar no hinduísmo é fazer parecer que o catolicismo é verdadeiro. Então, um demônio poderia fazer milagres no catolicismo, um demônio poderia tomar a forma da Virgem Maria. >> Eu acho que lá no no hinduísmo você tem acho que as Azuras, né? Não sei se é no hinduísmo, cara.
¶568>> É Azuras que fala. Deixa eu ver. Calma aí. Vou vou ver isso aqui. Continua.
¶569>> Isso que isso que ele não entende, né? Tipo, tem o tem tem tipo assim, um deva, um ser da talvez de outra religião, poderia muito bem estar tentando enganar as pessoas para elas afastarem elas da verdade. Inclusive, é justamente isso que muitos protestantes falam. Então, muitos protestantes falam que os mira católicos são reais, só que eles são operados por demônios que querem afastar as pessoas do cristianismo verdadeiro. Eh, inclusive muita, eu acho que o Mateus sugita que é adventista, os adventistas costumam falar isso, né?
¶570Que os milagres do catolicismo são operados por demônios. Não sei se o progito acredita nisso, mas muitos adventistas defendem que os milagres do catolicismo são operados por demônios. E aí, e agora, né, se na própria visão do >> Joguei no Geminia, joguei no Geminia aqui rapidão, ó. Ó, mostrar para vocês aqui, ó. Ó, Azuras.
¶571Os Azuras no hinduismo são seres mitológicos poderosos, frequentemente descrito como antideuses, semideuses ou forças caóticas que se opõe aos devas, os deuses menemolenses. Origem e evolução, ó, ah, do conceito, textos védicos antigos. Nos hinos mais antigos do rivura tinha um sentido positivo ou neutro, significando senhor, espírito de divino. Deus maiores como Agne e Indra já foram chamados de Azuras, textos pós-védicos. Com passar do tempo, nos épicos e poranas, o termo passou a designar exclusivamente os opositores dos deuses associados ao orgulho, a busca de poder cósmico e ao desequilíbrio.
¶572Parentesco divino, ó. Tanto Divas quanto os Azuras são filhos do sábio cachiapá, o que os torna meio irmãos espirituais. É aí, principais subdivisões, ó. Daitias, filhos de Dite, Cachiapa, conhecidos por grandes batalhas contra a orden divina de Navas, filhos de Danu, Cachapa, ligados a energias tônicas e aquáticas e Hanas. rachaça, seres ferozes ou espíritos da noite que muitas vezes compartilham o mesmo papel hostil na enciclopédia britânica britânica.
¶573Aí tem aqui as classificações, né? Tá, ó. Reemônio extremamente eh poderoso, Azura, benevolente devoto, roubar o elixir CP cosas secas blá. E o OP mesmo comenta sobre os Azuras no texto que eu traduzi, no texto que eu traduzi, que é The Concept the Divine Concept the Supreme Concept of God. Acho que é isso daqui.
¶574The Supreme Concept of God. Esse aqui, ó. de divindade suprema. Pera aí. Divindades supremas.
¶575Concepções de divindade suprema. Isso aqui. Concepções de divindade suprema que é do GRP. Aí ele menciona Azuras aqui, ó. Vamos lá, ó.
¶576Ó o que que ele diz aqui, ó. Devas, assuras, anjos, demônios, etc. Ó. A maioria das tradições no Oriente, no Ocidente se comprometem com mais do que divindades supremas, entidades passivas de investigação científica. Então, por exemplo, no ocidente encontramos compromisso com anjos, demônios, shitin, jin, golem, debuxs, fantasmas e assim por diante.
¶577E no oriente encontramos compromisso com devas, Azuras, Rakhasa, Pitri, Preta, Kimid, Yakshaa, Dians, Seres do Inferno e assim por diante. Além disso, a maioria das tradições do Oriente no Ocidente se comprometários humanos especiais entre alguns desses tipos de entidades e de seres humanos profetas, videntes, riches, bodisates, santos, pujares, imãs, sacerdotes, Caim, eh, Cahim, bicos, puroites, daches, ling, bruxas, magos, mants, wasas e semiletes. Então, tem equivalentes a demônios lá, os assuras. >> Perfeito. >> Tem demônios lá, >> tem.
¶578Então pode ser no caso possessão por asas, por azuras, querendo criar >> impedir no caso a formação da crença no Deus verdadeiro, que é um Deus hindu. >> Uhum. >> Por então, >> perfeito. >> Uhum. É tipo e daí se é tipo assim, a partir do momento que você assume que podem existir entidades que estão >> deu uma o M me deu uma corrigida aqui, ó.
¶579Ele que é mais versado em filosofia. uras não servem como demônios. O que seriam obsessores são os pretas. Olha só que interessante os pretas. Mas enfim, é isso.
¶580>> Tá perfeito. É, o ponto é que a partir do momento que o Joy admite que os as entidades sobrenaturais podem estar buscando afastar as pessoas da verdade ou da verdadeira religião, ele já não tem mais como confiar nos próprios fenômenos sobrenaturais que justificam ele acreditar na religião dele. Porque como é que ele garante que esses espíritos não estão enganando as pessoas? Exato. >> Ele tem que ser cético, não só com com as pessoas, ele tem que ser cético com os espíritos também.
¶581A partir do momento que você assume espíritos, você tem que ser sete com que os espíritos te falam, com que eles te mostram. Tipo, da mesma maneira que ele tem que ser cético, o cara que tá passando testemunho para ele, ele vai ter que ser cético com as pessoas não físicas, né? Então ele tem que ter, ele tá com muito pouco ceticismo. Ele não tá com ceticismo com pessoas físicas. Imagina se ele vai ter ceticismo com espíritos, né?
¶582Se apresquer coisa pro Joy, será que ele acredita assim? Será que ele não pera aí, de onde você vê, espírito? De onde você é? Me me garante você, tipo assim, como é que você mostra a identidade? O espírito fala assim: "Eu sou a Virgem Maria".
¶583Você tem identidade para mostrar que é a Virgem Maria mesmo? Como é que confirma? Eu não sei como é que confirma. Tipo assim, eu eu sei falar que eu sou o papa, né? Eu tenho como as pessoas podem lá olhar na internet, ver como é que é o papa de verdade.
¶584Agora você chega um espírito e fala: "Eu sou a Virgem Maria". Como é que você confirma? Tem identidade para confirmar? Como é que faz a confirmação da identidade? Você você tem os espíritos carregam uma espécie de identidade?
¶585Será que eles eles passam um relatório? Como é que eu eu não faço ideia assim como é que como é que eles garantem que esses espíritos são o mesmo quem eles dizem ser, que o que eles estão dizendo é verdade. >> É, então, pois é. They can hide themselves, especially in a world where we're basically all deadended to the supernatural. Then they're presumably going to maybe go out of their way to hide themselves.
¶586And of course, maybe God in his mercy will allow them to do manifestation so that people can get in localized context, so that people can get freed. But basically to to all that they can do, they're going to try to hide and they're only going to show their hand if God basically forces them for the sake of liberating a victim. And you know, of course this is like an extremely intimate setting. These people have doubled in the occult. They're basically being systematically oppressed by these spiritual forces.
¶587aí complica, né? >> Fazer que nem o Antônio Miranda, né? Complica meu corgo aí complica meu corgo >> que que me gué, cara. Que me gué. Por que que não pode filmar?
¶588Que que tem demais? O tanto que ele não se converteu por causa dos argumentos dos milagres. Por que que seria ruim para Deus? A possão demoníaca não fez ele se libertar, não é? Ele falou que é é importante para se libertar ainda.
¶589>> Então os vídeos que ele recebeu lá do Cameron, não é, não foram importantes para ele. U por que >> é do Cameron. Ah, por que que por que que não pode gravar, gente? Não entendo. Tipo assim, como é que besteira assim?
¶590O que que tem a ver? Se pode uma pessoa testemunhar, não pode gravar? usually extremely humiliating gry things and I think providence orchestrated things such a little situation. Esse é o ponto que o trouxe para ele, cara. Ele se convenceu com essa merda, >> gente.
¶591Mas como como que pode? Não é possível. Camon isicen by I mean like he's messaging me joke what is your explanation? I have I've gotten like a dozen of these people on who they don't seem like they're lying. What what's your explanation?
¶592Are are they just systematically lying? Are they confabulating on cosmic proportions? And what I had to say I was just shi I'm uncomfortable. Ok. Karen continues to make videos.
¶593He picks our lady of zatoun. So here comes a mar apparition and I'm like ok come on camera. Like okay you got demonic phenomena and now you're doing a marion apparition like the mother of god is like appearing to people like what are you talking about? Um this is ridiculous. But again, he's like, "Just watch, watch, listen.
¶594Have eyes to see and ears to hear. Listen." Ok, so again, I'm thinking, "OK, fine. I'll watch your silly stupid little video on Marions." And then I go in, I'm like, whoa, something happened here. So, give you a little bit of context. Umun was probably like the biggest mass religience event since parting of the Red Sea.
¶595So 1968 1971 orthodox church in Z. >> E por que ele não virou católico ortodoxo e católico romano? >> Então, né? Eu achei curioso que ele mencionou desde o Mar Vermelho, só para mencionar, né? Todo mundo quem aqui eu acho que o pessoal já deve saber disso que Moisés não existiu, que a história do Mar Vermelho é mito, isso aí já tá estabelecido como consciência na pesquisa acadêmica, blá blá blá, né?
¶596Mas isso é só para mencionar, para não deixar passar essa fala. Ah, eu fico até curioso, né, de saber o que que ele pensa sobre a pesquisa acadêmica sobre a Bíblia, né? Porque assim, uma coisa que uma coisa que eu vi algumas pessoas fazerem com o espiritismo, só comentar assim, por que que é importante a gente até bater esses fenômenos sobrenaturais com que a gente sabe do ponto de vista histórico, né? O espiritismo tem um monte de entrevista com discípulo de Jesus, com e que as pessoas ultimamente começaram a fazer, que eu achei interessante, né? Pegar esses essas entrevistas e bater de frente com a pesquisa histórica da Bíblia.
¶597E o pessoal começou a ver falar assim: "Não, não tem como isso, esse espírito aí tá não tá não tá batendo, porque a pesquisa histórica da Bíblia mostra que esse cara nem é real. Ou a pesquisa histórica da Bíblia mostra que esse evento, esse evento não aconteceu assim. Eh, e uma coisa que eu acho bem interessante, né, seria a gente poder pegar a a Maria que a gente encontra na Bíblia com essas essas aparições da Virgem Maria, né? Porque quando a gente abre a Bíblia, né, a a primeiro que o nome ele só é mencionado em um documento independente, que é o Evangelho de Marcos, capítulo 6, verso 3. Depois o nome é repetido em Mateus e Lucas, mas eles leram Marcos, então não contam como fonte independente.
¶598Todos os outros textos do Novo Testamento que citam a mãe de Jesus não falam o nome dela. Então só uma fonte diz que o nome dela era Maria. Então até isso a gente não pode bater o martelo com certeza. Pode ser que fosse Maria, pode ser que não, porque só uma fonte diz o nome dela. Eh, outra coisa interessante, no Evangelho de Marcos, capítulo 3, eh, especialmente dos versos 31 ao 32, menciona que Maria rejeitou Jesus no começo do seu ministério, dizendo que ele estava louco, né?
¶599Lá é dito que a mãe de Jesus junto com os irmãos de Jesus, né, os E aí indica que ela ela tinha outros filhos, né? Então, Maria não permaneceu sempre virgem, ela tinha filhos. Ah, ela se juntou com os irmãos de Jesus, foram até ele porque achava que ele estava louco para tentar convencer ele parar de pregar. Chegaram lá, né, Jesus, o pessoal fala assim: "Olha, a sua mãe tá te chamando". Aí Jesus fala assim: "Pera aí, minha mãe de verdade, meus irmãos de verdade, não é esse pessoal que tá aí fora me chamando.
¶600Minha mãe, meus irmãos de verdade é quem ouve minha palavra". Se a Maria, a mãe de Jesus, duvidou do ministério de Jesus, logo ela não é imaculada, né? porque ela teria cometido um pecado. Eh, se Maria tinha outros filhos além de Jesus, e o próprio apóstolo Paulo fala que que Jesus tinha um irmão chamado Tiago, Mateus capítulo 6 verso 3, eh, e melhor dizendo, Mateus capítulo 3, menciona os irmãos de Jesus acompanhando Maria. Então, a gente tem todas as razões para acreditar que Maria teve outros filhos além de Jesus.
¶601Se ela teve outros filhos além de Jesus, logo ela não era virgem. Eh, e além disso, né, todos os relatos que mencionam alguma virgindade de Maria é feito reinterpretando um texto do Antigo Testamento que não tem nada a ver com a época de Jesus, que é Isaías 7:14, que é um texto que fala de uma jovem que viria vivia no período do profeta Isaías, que tava grávida, que ia ter o filho como um sinal de que Deus ia libertar Israel da Síria, que não tem nada a ver com o tempo de Jesus. Então assim, se a gente pega o que a gente sabe de Maria do ponto de vista histórico, a gente tem evidências para pensar que a mãe de Jesus rejeitou o seu ministério, portanto ela não era imaculada. A gente tem razões para pensar que ela não permaneceu sempre virgem porque ela teve outros filhos. Então, tá, se a gente pegar essa Maria e quem tá aparecendo nas visões, não bate.
¶602A Maria histórica, a Maria da Bíblia, a Maria que a gente conhece do ponto de vista bíblico, não bate com a Virgem Maria que aparece nas manifestações católicas. Então assim, ah, é, eu poderia dizer assim, se é verdade que existe alguém se manifestando nessas manifestações católicas, não é a Maria da Bíblia. E e isso não é uma um argumento baseado em sola escritura, isso é baseado nos documentos mais antigos. Então assim, se Maria tivesse toda essa importância, se Maria fosse tudo isso que dizem que ela é, ela não teria passado como alguém que nem o nome dela ficou registrado com clareza, né? Se Maria fosse tudo que o catolicismo diz que ela é, eh, ela não teria sido mencionada como alguém ah que eh não achou que Jesus estava louco quando ele começou a pregar.
¶603Então, se a gente pega os textos mais antigos, né? Ah, essa essa questão de ser primo também, essa interpretação de que os irmãos de Jesus eram primos, surgiu no século com ah Jerônimos. Demorou 400 anos para para as pessoas descobrirem que os irmãos de Jesus eram primos dele. Tipo assim, por 400 anos ninguém sabia que os irmãos de Jesus eram primos. Por 400 anos as pessoas acreditavam que os irmãos de Jesus eram irmãos biológicos.
¶604Demorou 400 anos para pessoa, para as pessoas descobrirem que ele era, que eles eram primos de Jesus. Então, percebe isso? Não faz, não faz sentido do ponto de vista histórico. >> Federico disse que vai te refutar no post de substac. >> Tudo bem.
¶605Eh, mas o que o que é importante? >> Vai escrever e vai mandar. Aí eu te mando depois, tá bom? >> Pode ser. >> Ai, é >> não, não relata, né?
¶606Não, não existe nenhum relato antes do século o próevangelho do século século 1, não, né? século 2, que é o protoevangelho de Tiago, diz que eles eram filhos de José, não filhos de Maria. Ah, só que eles não dizem que ela que eram primos, eles dizam que eram dizem que eram meio irmãos. A primeira pessoa a interpretar que os irmãos de Jesus eram primos foi São Jerônimo no século antes do século ninguém interpretou que os irmãos de Jesus eram primos. interpretaram que eram meio irmãos, que é o caso do do próevangelho de Thago.
¶607Mas assim, isso isso é interessante, né? Tipo, Maria era tão importante assim e ela passou desapercebida no primeiro século, assim como uma figura que não era muito importante. Como que uma figura com peso da Virgem Maria passou o primeiro século como uma figura que não era muito importante, que nem que que o nome dela nem foi registrado com tanta clareza, que Marcos fala que ela achou que Jesus estava louco. >> Então assim, >> ele falou exato, ó. Ele falou exato, ó.
¶608As duas interpretações são válidas para preserva virgindade perpétua. >> É, mas aí que tá, né? A interpretação de que são primos é tardia. A interpretação de que são meu irmãos, ela vai surgir no próevangelho cobe no século mas já é tardia também, né? Pra gente uma coisa que aparece só a partir do século 2 também já é tardia.
¶609>> Fal para pesquisar sobre as doutrinas arcanas. >> Eu não sei muito bem o que eu quer dizer por doutrinas arcanas, né? Mas enfim, mas eu eu falo assim, isso é o que a gente consegue pensar do ponto de vista histórico. Só que o que que a gente faz, né? a gente bate a Virgem Maria que aparece nessas visões com que a gente sabe dela do ponto de vista histórico.
¶610E aí quando a gente faz essa comparação, né, é muit tipo só essa só isso já deve gerar um certo ceticismo na gente de que pode ser que ah, tipo assim, que que credencial essa aparição da Virgem Maria apresenta para realmente provar que ela é mãe de Jesus? Qual que é a credencial que ela apresenta? Como que ela prova isso? Como que ela prova que ela é a mesma mãe de Jesus? Se se existe um espírito aparecendo e dizendo que é a Virgem Maria, como que esse espírito está garantindo que é a mãe de Jesus?
¶611Que que tipo de informação? Que tipo de prova esse espírito apresenta para que a gente possa dizer assim: "Esse espírito é a mesma mãe de Jesus". Eh, então, eh, o Silas comentou aqui, né? Uma coisa eu tenho dúvida. Se alguém refutar os milagres do Joy e ouchifina, ele dificilmente volta a ser agnóstico?
¶612Eu não sei, cara. Não sei, talvez, talvez ele volte a ser agnóstico. Não sei. Não sei. Não sei não, cara.
¶613Mas eu acho que ele tá tão mergulhado nisso, cara. Eu acho difícil ele deixar de ser deixar de ser católico, viu? Eu acho que agora ele vai pisar fundo no na apologética católica. Sabe quando você mergulha com tudo num numa coisa e aí depois para voltar, velho, para abandonar aquilo, >> dá um trabalho. >> Difícil.
¶614>> Vai ser difícil. Ele parece que tá mergulhando mesmo de cabeça no negócio e vai ficar por um bom tempo nisso aí. >> Uhum. >> Se prepara porque os católicos vai ficar mais chato ainda, tá? aí vai ficar mais arrogante ainda.
¶615É >> É assim de >> vai lá. >> Não, não. Eu só ia só ia mencionar assim para alguém que tá já dentro do catolicismo, pode ser mais fácil comprar as aparições de Maria como reais. Só que a gente tem que pensar que o movimento do Joy foi sair do agnosticismo pro catolicismo. Então assim, se ele observou que tinha fenômenos sobrenaturais no catolicismo e ele passou a concl que que esses fenômenos eram reais, ele precisaria de alguma justificação independente para poder confiar que isso que tá por trás desses fenômenos sobrenaturais é realmente de origem divina.
¶616Porque a partir do momento que você aceita que tem poderes sobrenaturais operando no mundo, como que você garante que esses poderes sobrenaturais são de origem divina ou são de uma origem oposta à religião verdadeira que tá ali para enganar, né? Então, a partir do momento que ele aceita, o catolicismo, tem fenômenos sobrenaturais, ele precisa fazer mais um passo, né? Como que ele garante que esses fenômenos sobrenaturais são origem divina? >> Ponto, exatamente esse ponto foi o ponto que o Shensai fez. Shentai fez Shent Sai fez esse ponto aqui, ó.
¶617Ele fez esse ponto no na aba de comunidade dele aqui no nos posts de comunidade aqui, ó. >> Uhum. >> Ó. Deixe-me tornar fácil para qualquer um a entender o porque que milagres são pobres candidatos para confirmar uma escola teológica particular. Primeiro, não é conceptualmente, não é conceitualmente difícil de imaginar um evento extraordinário que que desafia explicações naturalistas conhecidas, né?
¶618Conhecidas. Se tal evento ocorreu, alguém pode razoavelmente se perguntar se no caso alguma força sobrenatural estava envolvida. Isso não significa sequer eh isso nem sequer requere a uma religião bem estabelecida. Ah, uma casa mal assombrada, supostamente, né? supostamente mal sobrada, iria levantar a mesma questão.
¶619O que eu tenho problema de ahã de lidar, né, na minha cabeça, é a ligação adicional de que o milagre confirma uma interpretação particular em termos de sua causa. Deixe-nos chamar essa de eh esses de milagres vindicadores, né? Ah, significando milagres que supostamente vindicam uma religião específica ou uma doutrina específica, né? H, mas agora quando nós determinamos se o milagre atualmente vindica qualquer coisa, isso é onde no caso vi de confirmação e postrock, racionalização postrock, entram na imagem, né? Entram ali na picture.
¶620Ah, imagine um casal lutando para conceber. Doutores dizem a eles, no caso, que eles são inférteis, mas eles recusam a lidar, né, enfim, abandonar isso. Daí eles visitam uma um templo, né, dedicado à fertilidade, né, a deidade da fertilidade, alguma coisa que você pode encontrar em muitas muitos países asiáticos. Breviamente depois disso, a, a esposa ela se torna grávida. deixa nos colocar de lado se o evento realmente foi miraculoso e simplesmente garantir pelo bem do argumento que ele de fato foi.
¶621Ah, esse milagre no caso indica a identidade da difilidade. Isso de fato estabelece no caso que esse Deus particular existe e respondeu às orações, as preces. Eu tenho certeza que ah o casal iria dizer que é claro, esse Deus é conhecido por abençoar casais com as crianças. Ah, eu suspeito no caso que muitos cristãos, contudo, iria dizer não, iriam dizer não. Talvez no caso Deus cristão teve compaixão no casal e deu a eles a uma criança, mesmo no caso que eles estivessem orando para no santuário errado, né?
¶622No templo errado, no santuário errado. OK? Isso é pelo menos uma explicação plausível. Mas agora imagine o mesmo casal vai para uma igreja ao invés disso e ora para Jesus e uma esposa se torna grávida brevemente depois disso. Esse milagre indica o cr o cristianismo.
¶623Agora de repente, né, eu arrependidamente muitos desses mesmos cristãos iriam ser muito mais inclinados a dizer sim. Mas por quê? Poderia no caso daidade de fertilidade não ter tido compaixão acerca do casal e dado a eles uma criança, enquanto o cristão de Deus cristão não fez nada. se invocaram um diferente agente sobrenatural e suficiente para prevenir o primeiro milagre de confirmar outra religião, porque no caso a mesma possibilidade não eh não prevém, né, não prevém o segundo milagre de confirmar o cristianismo. O problema não é um milagre em si mesmo, o problema é assunção de proximidade para oração, templo, igreja ou tradição religiosa identificar, né, identificando, né, eh, que identifica, no caso, a gente sobrenatural responsável por ela.
¶624Isso não é só uma objeção vindo de um ateu. Cristãos já usam o mesmo raciocínio um contra os outros. Muitos protestantes não acham que o milagre de Fátima ou do Sol, né, vindicam católicas doutrinas sobre Maria. É o caso do Fugita, né? Eu vi o Fugita usando esse tipo de resposta.
¶625Eh, uma resposta mais ou menos nessa linha. Ah, tem alguns milagres ali que são compatíveis com eh que são compatíveis ali com com o adventismo, né? Eu vi ele usando uma resposta mais ou menos assim, né? Católicos não geralmente pensam que reportes ou registros de eh curas milagrosas em igrejas pentecostais vindicam teologia pentecostal. Em outras palavras, cristão já reconhece que mesmo se o milagre tiver ocorrido, né, a sua ocorrência não automaticamente valida a interpretação teológica do ambiente, né, ali da da enfim ao redor, né, ele só se tornam muito menos consistente com quando o milagre acontece dentro da sua própria tradição.
¶626Conhecemente no caso que que exemplos do caso do Joy Schmid oferece de milagres que supostamente vindicam o catolicismo. Um caso que Joy parece particularmente fascinado é o do estigmas, né, dos estigmas, os as chagas do padre Pigo, né, do padre Pico. E contro esse exo extremamente faltante, né, em termos de evidência, né, ou seja, evidências ali extremamente pobres, né, ah, underwhelming, né, católicos ah não são os únicos cristãos que acreditam que Jesus fosse crucificado, certo? Mesmo assim o padre Pio, né, se as os machucados, né, enfim, as a os danos, né, enfim, a os machucados ali, os danos, etc., né, cicatrizes na mão, os machucados na mão, fossem genuinamente miraculosos, porque isso iria vindicar o catolicismo a ve cristianismo, mais geralmente. E o estima levanta uma questões adicionais.
¶627Alguns pesquisadores argumentaram que vítimas de crucificação teriam sido pregadas através dos seus punhos, dos seus punhos, ao invés das suas palmas. Se isso estiver correto, então as chagas aparecendo nas palmas da mão de alguém pode refletir uma arte cristã, né? Um trabalho de arte cristão tradicional mais do que >> as feridas de fato de Jesus, né? As feridas de fato de Jesus. Isso não necessariamente tornaria o fenômeno menos incomum, mas tornaria faria, no caso, a sua interpretação ah como uma confirmação divina consideravelmente mais complicada.
¶628Joy também menciona reportes, né, registros de Padre Pio, incomumemente tendo alta temperatura, mas como isso é suposto para vindicar qualquer religião, muito menos o catolicismo, é o o Deus cristão o único agente sobrenatural capaz de levar a a temperatura corporal de alguém. Ah, o sobreaquecimento de um padre católico supostamente seria ser uma uma um movimento de assinatura de Deus, né, uma assinatura ali de Deus. Mesmo se a temperatura reportada fosse genuína e naturalmente inexplicável, você ainda precisaria de um argumento conectando aquele fenômeno à doutrina católica. Simplesmente observando que o padre Pio foi era católico, não estabelece que quaisquer que seja o evento, o fenômeno causado foi eh favoreceu o endorço de qualquer coisa que ele acreditava, né? Então, a Fátima Joy aponta para as aparições associadas com Maria, o Rosário e a linguagem devocional católica.
¶629Mas o evento extraordinário correndo ao ao longo do imaginário, né, católico, ainda não automaticamente estabelece que a maiorologia católica é verdadeira. Primeiro, você teria que mostrar que a aparição alegada atualmente foi de Maria. Então, você teria que estabelecer que as suas mensagens registradas estavam precisamente sendo recebidas e transmitidas. Então você teria que mostrar no caso que essas passagens, essas mensagens especificamente confirmam doutrinas, tais como no caso a concepção Imaculada e a Assunção, ao invés de meramente refletir assunções católicas já mantidas pelas pessoas interpretando o evito. Isso não são passos triviais.
¶630Maria não está ausente da do cristianismo protestante e ortodoxo. E mesmo se alguém garantisse, ou seja, concedesse que uma aparição marana ocorreu, não seria automática, não seiria automaticamente que cada doutrina católica sobre Maria está, portanto, correta. O mesmo problema roda através de todos esses exemplos. Um evento inexplicado é uma coisa, identificar a sua causa sobrenatural é outra. Estabelecer que a causa entendida para endossar uma parte, um sistema teológico particular é ainda outra coisa.
¶631Jo parece no caso se mover do primeiro ao terceiro muito mais rapidamente do que a evidência favorece, né? Ah, a evidência permite. Então aqui está minha questão para Joy Beat. Como exatamente você sabe que esses milagres que você citou como distintamente vindicativos de doutrinas católicas, né? Ah, que critério distingue milagres que confirmam a doutrina católica de milagres registrados por protestantes, pentecostais, hindus ou devotos de deuses da fertilidade?
¶632E como você explica esses outros milagres sem introduzir explicações que poderiam só facilmente minar a sua própria? A menos que essas questões sejam respondidas, chamar o milagre de vindicador, entre aspas, parece muito menos uma conclusão estabelecida com base na evidência e pensamento crítico e muito mais como uma interpretação teológica sendo lida no evento depois do fato, né? Então, basicamente esse um ponto perfeito ah ali. OK. Perfeito.
¶633Eu disse que >> tem um outro posto que o o Shenai ele chega a citar, né? Mas isso daí de outro contexto, né? um contexto que ele tá discutindo com outros apologistas antes dessa conversão do Joe e coisa e tal, que é basicamente um texto onde ele comenta sobre aqueles estudos, né, que foram conduzidos a primeiro estudo de 2009, né, ah, que foi um estudo sistemático, né, uma revisão sistemática conduzida ali com 14 estudos, né, ah, e que ilustrou, no caso, que não há nenhum efeito negligível, né, envolvendo orações ou preces intercessórias, né, na verdade, não teve nenhum efeito relevante, né, efeito causal relevante ali presente, né, ah, esses estudos foram feitos com grupo controle, blá blá blá e coisa e tal, né? identificado nenhum nenhum fator causal significativo e melhora, né, em termos de cura médica eh de ninguém. e o de 2006, né, que é justamente um que até o Edson T cita, né, eh, que é um dos maiores estudos conduzidos em termos de, eh, em termos de estudos controlados, né, que é um estudo conduzido ali sobre STP, né, que é orações intercessórias e blá blá blá, né, e foi conduzido, né, e foi liderado pelo Herbert Masen, né, Herbert Ben, né, eh, inclusive o próprio o próprio Dante, né, axiomático, ele cita esse estudo aqui, ó, no iceberg do ateísmo.
¶634aérico ateismo axiomático, ilustrando caso que é a evidência chamado de argumentações. Mas não só isso. Esse tú ele foi feito com três grupos. Um deles recebeu a oração e sabia que estava recebendo oração, a as preces intercessória. E ad aconteceu com esse grupo que sabia que estava recebendo as preças intercessórias, ele piorou de saúde.
¶635Dep, justamente ali no pós-operatório, né, de cirurgia no coração, eles pioraram ao saber que estavam recebendo preces para a melhora deles, né, intercessórias ali para que houvesse uma melhora da situação de saúde deles. Olha que interessante, cara. Eh, então é algo que é comentado aqui, ó. Mas enfim, vamos lá. >> A oração não funciona.
¶636Essa fala é muito recorrente e na verdade ela foi popularizada pelo próprio Edson Tello, que mostrou um estudo controlado feito pela STEP, coordenado por Rabber Benson e financiado pelo NH, publicado em 2006. O estudo concluiu que a oração intercessória por estranhas não teve efeito na recuperação dos pacientes em cirurgia cardíaca. Curiosamente, os pacientes sabiam que estava recebendo orações e tiveram resultados ligeiramente piores. A fala popular, justamente por conta do Sol Toil, ele tem todo o crédito nisso. 2000 anos sem volta de >> Perfeito.
¶637E aí o que acontece, né, o que acontece aqui? Eh, tem um artigo do Peter Milikan e do, enfim, do Thornhill Miller, né? Do Thorn Hill Miller, que eu cheguei até a mostrar na outra live. Eu vou mostrar aqui de novo, onde eles articulam uma espécie de dilema comum, né, do do dilema do núcleo comum, né? Ah, po núcleo comum barra da diversidade, né?
¶638Ah, que envolve o sobrenaturalismo, que ele chama de sobrenaturalismo de primeira ordem, né? O sobrenaturalismo de primeira ordem, basicamente, é a crença, né, de que religiões, aliás, crenças religiosas particulares vindicam uma concepção religiosa particular, né? Ah, e aí, né, esse nesse artigo, na onde a gente articula esse dilema, eles usam para suportar esse dilema evidências oriundas justamente ah de estudos envolvendo orações intercessórias, né? Ah, de orações intercessórias. Ó, em suporte of this conclusion, ó, em suporte dessa conclusão, nós expomos uma pesquisa, né, um conjunto de pesquisas empíricas, né, concertes a orações intercessórias, experiências religiosas, experiências de quase e morte e várias vieses cognitivos, né, como, por exemplo, a detecção de agência, teoria da mente, egocêntrica, vé de confirmação.
¶639E aqui, e aqui no trecho eles chegam a mencionar tanto esse estudo que o Edson T mencionou, né, eh, aqui, ó, STP do conduzido e liderado pelo Herbert Penson. né, para articular esse argumento filosófico, né? Lembrando que esse esse artigo aqui ele foi publicado na European Journal for Philosopher Religion, tá? Pelo para esses dois autores que é o Peter Milican e o Thornhill, o Thornhil Miller. E aqui o outro estudo que eu mencionei, né, que é justamente esse nove, que é a revisão sistemática com 14 estudos.
¶640Eles comentam aqui, ó, milagres médicos e oração intercessória. Uma das mais formas, das formas mais universais de milagre popularmente alegado como evidência para a veracidade de crenças sobrenaturais é a resposta a orações preces, né? usualmente para curar a si mesmos ou os outros. Mas uma metaanálise de 14 dos mais rigorosamente conduzidos investigações concluíram ah concluiu que não há nenhum efeito cientificamente discernível para orações ou preces intercessórias como avaliadas em estudos de controle, enquanto uma minoria de estudos mostraram alguma pequena, mas no todo, né, no aspecto geral, ah, efeitos. Outros, incluindo o mais cuidadosamente estruturado de larga escala, duplo cego e randomizado estudo, atualmente mostrou uma substancial significativo impacto negativo na saúde, né, de resultados de saúde de pacientes orados, né, ou alvos de preces ou de orações.
¶641Encontos no caso que observadores críticos podem encontrar particularmente incrível, dado que a maioria das orações, os as peças intercessórias nest de press foram carregadas por pesquisadores de orientação cristã, né, simpática cristã, né? Então é um ponto aí interessante, né, que é utilizado aí para motivar essa argumentação. Então quem tiver interesse, eu recomendo esse artigo, tá? Eu vou traduzir ele na pensão naturalista do Thor Hill Miller e do Peter Milican, tá? E ele foi publicado aqui, ó, como é dito aqui na European Journal for Philosophy of Religion, tá?
¶642Em 2015, esse artigo aqui. Beleza? Então é isso. >> Perfeito. >> Humil sempre esteve certo, mano.
¶643Humil quase nunca erra, né, mano? foi um grande filósofo. Isso é verdade. Muslim transit workers. Orthodox church suicide.
¶644They freaking out like we have testimon like don't jump. Don't jump. They call the cops. They started they start to wonder like hold on a second because then it started like floating above the the I know started floating the apparition thing which they thought was a n like evidently they had had some kind of like female figure or female shape and then it started floating up so like ok what's going on and some of them started thinking well maybe this is like Amerition so it turns out the person who initially saw it um I forget his name Mohammed or something like that this is in Travis's book excellent it's called like um our lady atune the near is aun evidential inquir or something like that I've had them on my Para quem tiver interesse, Travis Day, ele teve, ele teve debate com Benjamin Blake Speed Watkins, sobre Zaiton, Opa, calma aí, no canal Cameron Bitus, Capturing Christianity. Isso aqui, ó, Capturing Christianity.
¶645Ah, Zun. Zaun zaunit destrói o ateísmo. Debate entre céticos e crentes. >> E aqui o Benjamin Speed Watkins usou um argumento rumian, inclusive, né, fazendo um paralelo ali com os relatos envolvendo o caso das da bruxaria em Salenda, das bruxas de Salenda, testemunho das bruxas de Salin. Ah, e usando uma um framework rumiano aqui, né, para argumentar, né, um raciocínio estilo rumiano aqui, né?
¶646R estilo aqui, ó. Aqui, ó, para vindicar o caso dele contra o Travis DNA. E aqui foi interessante essa discussão, né? Essa discussão foi interessante. Vocês podem assistir aqui no canal que Chris Jer e você tem o vídeo do próprio Majest Freen Travis aqui, ó, sobre o argumento do milagre.
¶647né, dos milagres do Travis Dance Day, tá? Foi no canal do próprio J. Beleza? Então é isso, mas enfim, vamos lá. Muslim transit worker pointed out the operation initially a dead finger was scheduled for invitation the next day he goes the next day they open up the bandage new finger finger came back aí seria interessante dar uma olhada nessa documentação em particular, né?
¶648Perfeito. É porque ser uma documentação não quer dizer muita coisa, né? É que é um registro, né? Só um registro. >> Registro.
¶649Pessoas podem fazer registros errados, né? >> Sim. Inclusive médicos, né? Médicos fazem registros errados. Que mais acontece?
¶650>> Já que >> acontece, né? Falsos positivos também acontece bastante. >> Sim, sim. >> Falsos positivos. >> Perfeito.
¶651>> Tem muita coisa aí. Muita coisa. Agora, uma coisa que eu acho interessante, pode falar, >> tá? Eu só ia comentar uma coisa que eu acho interessante dessa pressão de Maria, perceba que ele viu a forma de uma mulher, apontou o dedo e interpretou que era Maria, né? Olha, percebe o quanto que, tipo assim, qual que é o elemento que ele usou que justificava interpretar que ele vê uma forma de uma mulher é Maria?
¶652Tipo isso já é um já é um gap ah bastante grande. E é interessante, né? Porque a imagem de Maria, que é uma mãe e tudo mais, ela não é exclusiva do catolicismo, no sentido de que isso é um tipo arquétipo, né? Se a gente for usar uma palavra do Jung, que não é muito boa, mas tipo, a ideia de uma grande mãe em religiões, ela é comum, não só no catolicismo, sei lá, outras religiões têm figuras maternas, o próprio hinduísmo tem uma figura que é interpretada como materna, que é shaquit. Então, ah, uma coisa que é interessante, né, é que talvez se a gente tivesse uma entidade que ela está preocupada com a sinceridade das pessoas, essa entidade poderia inclusive ser boa e aparecer numa religião por causa da sinceridade das pessoas, né?
¶653Então, sei lá, Shaquit, que é uma deusa mãe, uma divindade materna, poderia, né, pros católicos aparecer como Virgem Maria, porque talvez ela queira eh levar em conta a sinceridade das pessoas. Então, ela não vai confrontar a crença dos católicos. Ela vai falar assim: "Olha, o que o o que os católicos na doutrina deles mais representam próximo à figura de uma mãe é Virgem Maria. Então Chaquite, que sou uma deusa hindu, uma deusa materna, vou aparecer para os católicos como ah Maria. Poderia isso acontecer." Ou ou sei lá, né?
¶654No a gente tem em Emanjá nas religiões deubáas, que também é uma figura materna, que muitas vezes é no sincretismo, é associada com a figura da Virgem Maria. Então você vê que existe uma, igual a gente fala da subdeterminação da Bíblia, existe uma subdeterminação da interpretação da aparição. Tipo, essa aparição poderia ser interpretada de diferentes maneiras. Inclusive, quando Maria aparece, ela não aparece do mesmo jeito, né? Ela sempre aparece de um jeito diferente.
¶655Aqui no Brasil, ela aparece como uma mulher negra. Eh, e na Ásia ela aparece como uma mulher asiática. Ela nunca é a mesma forma. ela sempre assume a forma daquela cultura, que é uma coisa também bastante interessante de levar em conta. >> Tá bom?
¶656Então, é, então, exatamente que quando você tem as visões hinduístas, né, geralmente tem umas visões mais inclusivistas, não seria, >> isso não seria um problema, >> não seria problema, né? O hindu poderia acomodar isso facilmente na na perceira dele. >> Perfeito. Mas foi muito rápido. Ele viu a forma de uma mulher, concluiu Maria.
¶657É porque na verdade os registros ilustram que tipo acho que era um meio que um raio de luz, era tipo um fenômeno que é tipo um raio de luz que ganhava forma assim que parecia Maria, alguma coisa assim, né? O fenômeno, é um fenômeno estranho que foi interpretado dessa maneira, né? Região. >> Só que uma coisa curiosa é que os islâmicos também, os muçulmanos, eles de certa modo eles têm um respeito por Maria. Eles têm um respeito por Maria.
¶658E tinha muçulmanos lá também. Tinha muçulmanos por lá, tinham ortodoxos e tinha pessoas de outras linhas próximas assim, sabe? Que tinha contato com esse tipo de concepção cultural ali naquela região. >> Perfeito. >> Então esse pessoal visualizar essa imagem como sendo imagem de Maria ou alguma coisa assim, não é tão surpreendente ali, dado esse condicionamento, né, do do tipo de pessoas que estavam lá próximas ali, né, na proximidade, né, e o conjunto de crenças de fundo que essas pessoas têm >> na visão de mundo delas.
¶659CR se eu não me engano Teve, porque de fato teve vários relatos de aparições em lugares diferentes, né, até onde eu sei, desse desse mesmo tipo de fenômeno. Mas esses registros, esses milhares de registros, não é tudo isso não. Até onde eu me lembro, acho que é menos do que isso de registros até ver aqui. Ah, quantos registros tem da aparição de Maria Initon? Não, não quero saber quanto que é relatado de pessoas que estavam presentes.
¶660Eu quero saber dos registros. Ah, tá. M. Deixa eu ver se eu vou conseguir achar aqui a Zata. Se quiser comentando alguma coisa, aí >> Ah, tá.
¶661Aconteceu comentar assim, tem estudos. Ah, não vou lembrar, eu li num livro sobre Porque acreditamos no Paranormal, esqueci o nome do livro. Ah, é um livro que inclusive o Daniel Gotijo indica no canal dele sobre paranormalidade, porque vemos, >> por que pessoas inteligentes acredita coisas estranhas do Michael Shermer ou outro, será? >> Não, acho que é outro. >> Acho que é outro, né?
¶662>> Mas o livro ele estuda isso, ele cita, tipo igual o Fer faz, estudos da psicologia e tem estudos sobre essa coisa de pessoas terem experiências visionárias compartilhadas, comuns. E uma coisa que é interessante, né, é que a pessoa não precisa estar vendo exatamente a mesma coisa. Basta que a visão ela tenha traços comuns. Então, sei lá, vamos supor, se naquela região as pessoas entendem que uma aparição de Maria é igual você mencionou, uma luz aparecendo. Ah, então essas visões elas têm traços comuns.
¶663Ah, quando essas pessoas estão reunidas no mesmo lugar e elas estão compartilhando dessa experiência, elas não precisam necessariamente estar vendo exatamente a mesma coisa. elas podem estar tendo uma experiência compartilhada, né, que tem um background do que elas esperam de traços comuns. Então, a cada uma delas vai produzir uma imagem individualmente, né? A mente de cada uma produz que elas estão vendo. E desde que essa imagem tenha traços comuns, isso é suficiente para que essa comunidade interprete que elas estão vendo exatamente a mesma coisa.
¶664Então, por exemplo, sei lá, tá, eu ou o o David Ribeiro, nós dois, ao mesmo tempo, você começa a falar que a gente tá tendo uma visão. E eu falo assim: "Estou vendo um homem de chapéu preto com roupa preta, eh, com barba e a e o David Ribeira. Tô vendo a mesma coisa. Um homem com chapéu preto com barba. Só que, tipo, se eu tivesse dentro da cabeça do David Beiro, talvez ele tá vendo o homem negro, eu tô vendo o homem branco, tem diferenças.
¶665O o dele tem olho azul, meu tem olho verde. Só que o ponto que a gente compartilha da experiência são essas características gerais. Isso faz com que a gente interprete que a gente está tendo exatamente a mesma visão. Então, nessas experiências de apreção coletiva, geralmente essas pessoas estão reunidas no mesmo lugar. Elas estão testemunhando uma experiência que elas interpretam como a mesma coisa, mas isso não significa que individualmente cada uma está tendo exatamente a mesma visão.
¶666Só que como a visão delas compartilha de traços comuns, né, elas fazem uma interpretação de que elas estão vendo a mesma coisa. Então é comum que em experiências que você tá com outras pessoas, principalmente em contextos como como acontecer em que você compartilha algum tipo de experiência, há um tipo de sugestionalidade, há um tipo de contágio psicológico. Então as pessoas são contagiadas pela própria visão. Um fala assim: "Olha, estou vendo a mulher". Aí a outra pessoa olha bem e fala: "Eu também tô vendo".
¶667E a própria sugestionabilidade psicológica faz com que a mente produza essas imagens. E a imagem não precisa ser exatamente a mesma. Então, às vezes, parece pra gente que é surpreendente porque parece que todas as pessoas estão vendo exatamente a mesma coisa, mas não precisa ser exatamente a mesma coisa. Elas podem estar tendo eh uma visão, cada uma tendo a sua visão particular, mas que compartilha traços comuns que assim elas interpretam com uma visão coletiva. Então, se todas estão reunidas no mesmo lugar, acreditam estar tendo uma vendo uma aparição mariana, elas podem não estar vendo exatamente a mesma mulher com exatamente os mesmos traços, mas os traços gerais, né, que aquela visão produziria já é suficiente para que elas interpretem de que elas estão participando numa mesma visão.
¶668Isso é um um dado interessante. >> É aqui, pelo que eu vi aqui a frequência documentada, o fenômeno manifestou-se em com uma constância de dois a três vezes por semana, estendendo-se de 2 de abril 1968 até 29 de maio de 1971, que foi o que ele falou, né? A total chamado de noites. Isso resulta em uma média matemática histórica de 300 a 400 noites com aparições e manifestações luminosas coletivas sobre os domos da igreja. Duração dos registros manifestações variável de poucos minutos a horas seguidas sendo a mais longa oficialmente registrada a partir de 30 de abril de 1968 durando 2:15 interruptos das 2:45 às 5 horas da manhã.
¶669fotografade de autores. Ao contrário de boatos que apoiam apontam milhares de fotos nítidas ou o inventário oficial de imagens reais mantido pelo patriarcado copta é estrito e limitado. Olha só, estrito e limitado. >> Fotógrafo. Fotógrafos oficiais catalogados.
¶670As imagens mais credíveis e validadas eh e validadas pela comissão de inquérito. Pertence a profissionais específicos com destaque para a coleção de Vagris Mat. fotógrafo que registrou o fenômeno em datas exatas como 13 de abril, 8 de maio e o 10 de junho de 1968. Outros fotógrafos editados oficialmente pela paróquia inclui ali a Ibrahim Fauzi Mansura. Volume de negativos.
¶671Embora a imprensa da época e cidadãos tenham batido centenas de fotos apenas cerca de uma dezena de fotografias distintas são considerados registros de referência limpos e livres, né? Ã, livro de adotteração. A ressalva científica histórica, ó. Fontes acadêmicas céticos ressaltam que muitas das imagens comercializadas na época dos mercados do Cairo eram, na verdade, ilustrações desenhadas por cima de fotos super expostas. Como a silhueta brilhava intensamente contra o céu noturno, os filmes da época estouravam o branco, gerando apenas borrões luminosos para torná-los vendíveis.
¶672As silhuetas eram acentuadas manualmente laboratório, né? Ah, aí tem aqui, ó, testemunhões formais. O volume massivo do reg do registro entre as não existe em mídias visuais. Não existem filmagens e vídeo de 16 e eh milímetros, acho que é isso, milímetros, mm, né? Ah, preservadas da época, mas sim na quantidade documental de relatos, né?
¶673Ah, então aqui, ó, é, >> é, >> sempre tem uma ideia, né? Do porque que não pode ter acesso a à coisa para público sético avaliar, né? >> Sim, >> a gente >> sim, sim, sim. Enfim. Bora, bora, bora voltar aqui.
¶674fact was like the biggest apparition stay there for hours on end where people could just lally see the witness of their father so they see this like female figure luminous female figure and there are all sorts of other things that are happening in connection with this married apparition people are seeing luminous dove-shaped objects spontaneously form around the church fly around without clapping their quotequ wings some in the sometimes in the formation of a cross which way at least period photos and also they would fly around without flapping wings and of course doves don't fly at night neither do pigons and whatn and they're like luminous as And then they also just like spontaneously fizzle out like what is going on and then of course like you look the testimony there like striking independent convergences or corroborations or undesigned coincidences between different sides of the church like there's one night where they there's a person on like one side of the church and a person on another side of the church and they see the apparition phenomena start as like a ball of light a thin slit of light they describe it as starting as a thin slit of light turning into a ball and then taking a distinctive female shape and then engaging various intentional movements both of them describe the averion at the at the same time engaging in like starting in that exact way. So like we have tons of independent convergences about this. We have the the luminous shaped figures. We have um medically documented healings. These are insane.
¶675The Coptic Orthodox Church set up a medical commission to to examine these and we have healings from like muteness, paralysis, hernias, all different sorts of instantaneous organic untreatable diseases remitting after praying to the apparition and for the intercession of our lady. So it's and again we have medical documentation for this. Travis Dumsy goes through this extensively in his book. It's it's really powerful. And then in addition to all this we have like other sorts of anomalous phenomena.
¶676So like there are these anomalous clouds that below up and that have this huge scent of fragrant incense um associ with them which cover the crowd like a ton of testimonies to this thing as well. >> Digga. >> É, tem tem vários vários elementos aí. Primeiro que ele tá de novo se baseando em testemunhos. Uma coisa que é que é complicada, né?
¶677até nas, paraa gente que é mais ético, que sabe como funciona ciência, essas coisas, a gente sabe que que questões precisam passar por revisão de pares, né, ser exposta paraa comunidade científica avaliar. Então, tudo que ele tá falando, ele tá se baseando no testemunho, eh, até mesmo não importa se é testemunho de médico. Eh, eu não sei se esse se essa se esses laudos que esses médicos fizeram e tudo mais passou por revisão de pares, foi publicado numa revista científica, os outros puderam avaliar como é que foi feito o diagnóstico. médicos, médicos cometem um monte de erro e e médicos mesmo acertando, né, mesmo fazendo o trabalho deles direitinho, eles podem cometer falsos positivos, eles podem ah fazer diagnósticos equivocados. Então assim, a gente a gente sabe que médico não é autoridade infalível, nem registro médico é autoridade infalível.
¶678E por isso que geralmente a gente procura ou alguma coisa que foi revisada por pares, publicada numa revista científica, mostrou a metodologia, revisou por pares, ou quando a gente quer buscar uma relação de causa e efeito, a gente busca estudos controlados com duplo cego, né, com todos os elementos do ambiente controlado. Tudo isso que ele tá relatando não aconteceu em ambiente controlado nenhum, aconteceu na vida comum, né? As pessoas se relataram, viram a luz, pessoas que tinham doenças orgânicas, depois e os médicos viram que foi curada e tudo mais. E tudo isso tá baseado em testemunho, não tá baseado em nada que aconteceu num ambiente controlado, que as variáveis fossem controladas, nem que foi revisado por pares, né? Até uma comissão médica, né?
¶679Eu não sei como é que funcionou nesse caso, que comissão médica que é essa, de onde que essa comissão médica veio, o que que se era uma comissão médica independente, que tinha pessoas céticas ou se era uma comissão médica eh com viés de crença, ou se era uma comissão médica da própria Ireia Católica, se era uma comissão médica da do do da região local. Então assim, é muito muito difícil, mas ele tá ele tá dando muito peso para testemunho. Isso isso é um pouquinho estraf assim, ele tá tipo assim, ele tá dando um peso enorme pro testemunho. Eu achei isso bastante curioso. Ah, de do peso que ele dá paraa testemunha.
¶680Ah, é muito forte para o peso que ele dá para testemunha. >> Sim, sim, sim, sim. e falsos positivos são de fato mais mais comuns do que se imagina na medicina. >> Sim. >> O que favorece que essa explicação seja mais plausível do que simplesmente que foi cura milagrosa ou algo assim.
¶681>> E e tipo tudo, toda vez tem alguma por que que tipo assim onde que estão essas fotos, né? Por que que o registro é por que que o acesso ao registro dessas fotos é limitado? Umas coisas estranhas assim, >> mas enfim. like you could even produce this with like hundreds or thousands of sensors. So then it's like okay what is going on?
¶682Like I have to say, "OK, yeah, dead fingers are coming back to life." Like all these all these like organic untreatable diseases are just like being remitted in connection with praying with this thing. Like somehow despite there being no power in the around the neighborhood or anything like that, the operations are there. People are seeing it with like hours on end. Uh there's no evidence of any projectors or anything like that. And of course, they didn't even have that technology at the time.
¶683So it's like ridiculous deposit that. Um like you go to my comment section on my video with Travis Dum saying one of them was like, "Well, maybe it was just like a complex paper m thing that people were up and of it's like ridiculous." Of course like it doesn't explain the the luminous do or just like the billowing incense or anything like that. Like I was shifting in my seat now real big time. I'm just shifting around with Zatoun because again we have at some at some points there were hundreds of thousands in the crowd and like literally we have thousands of testimonies. I'm not exaggerating.
¶684We have thousands of testimonies to this. All which say like yeah luminous female shaped figure. Not I mean there were anomalous lights and whatn other things that were like associate with it again like um there were sometimes like fireworks or not fireworks but things were sort of resembling that or um they were like the luminous upshaped figures and various other things. But there was overwhelming testimony to a luminous female shaped figure who would go around and engage in intentional movements including massive undesigned coincidences, insane medically documented healings for multiple years. For multiple years on end.
¶685Esse argumento das coincidências não designadas. Ah, eu vi o modern ateism abordando ele, velho. Pera aí, deixa eu ver aqui. Modern atismesign. Eu acho que foi junto com o Richard Carry, se eu não me engano.
¶686>> Hum. >> Foi nesse aqui, mas não cheguei a assistir ele não. Esse tipo de raciocínio, né? Undesign coincidences, né? Porque ele apelou agora para uma argumento estilo de coincidências não designadas, né?
¶687>> Uhum. >> Coincidências não intencionais e blá blá blá. Aí o Carer fez o modern mesmo que ele traz ele traz vários conteúdos, né? Tanto de crítica textual, né, crítica bíblica, quanto de filosofia da religião, quanto de questões científicas em termos gerais. Ele traz bastante o itens.
¶688Eu tô gostando do canal dele. Bem, bem bem legal mesmo. >> E aí ele trouxe o carry aqui para falar sobre argumento de coincidências não designadas. Ah, apesar de não gostar muito do carryer, acho que talvez tenha alguma coisa interessante lá, mas enfim. Perfect.
¶689I could say maybe it's some sort of like technological hoa like maybe there's some sort of um I don't know the government just trying to do this to like get people to get tourists or something um but like a coptic orthodox church not like the Muslim majority or anything like that bu like you know the time like minority and there actually being persecuted a lot by the Muslim majority at the time and of course like not even invented at that time or anything could like figures form essa hipótese né no caso ali de que o governo poderia estar contribuindo para esse tipo de fenômeno, esse tipo de coisa. Quando você para para pensar bem, ah, o tipo de crescimento econômico que isso pode favorecer naquela região como ponto turístico ou qualquer coisa assim, talvez possa ter uma coisa dessas também, né? Talvez seja razoável uma coisa dessas. >> É possível >> seja tão irrazoável assim, tão conspiratório e blá blá blá. Ah, e é claro que fazer isso num ambiente onde a maioria, digamos assim, é muçulmana, iria atrair tensão de gente cristã para para esse lugar, né?
¶690E pessoas quererem visitar e e o lugar a se popularizar e fazer uma movimentação econômica. Sei lá, cara, parece, não parece tão absurdo assim, sabe, esse tipo de hipóteses. E quando você para pensar nos bônus, né? >> Ah, >> sim, sim. É, eu eu não adiano, me engano, é justamente de um período que tava saindo o quê da tava saindo ali da questão da próximo da saída da segunda da da Segunda Guerra Mundial e blá blá blá e não sei o que lá.
¶691Sei lá, cara. Não sei, velho. >> É o que eu comentar assim é que também a gente a gente a gente talvez as coisas não seja tão preto no branco sempre, né? Igual o Joy às vezes coloca, né? Ou é verdade ou o pessoal tava tentando enganar.
¶692Pode ser também que o pessoal tivesse tentando enganar e tivesse uma parte que fosse sinceridade. Podia ter uma mistura dos dois, né? Talvez esteja uma teve um momento de sinceridade, muitas pessoas estavam tendo aquelas experiências de maneira sincera e o governo de lá aproveitou essa experiência sincera das pessoas para fomentar essa experiência ainda mais. é uma possibilidade. O fato é que as coisas que eles citam, né, por exemplo, os fenômenos ópticos, luzes, essas coisas são as coisas mais interessantes para ter eh viés psicológico nessas experiências, né?
¶693Eh, aqui no Brasil tem um caso lá do cara que vê uma luzinha, umas luzes numa chácara, já achou que era nave espacial, né? Mas, mas assim, eh, >> tem gente acreditando nisso até hoje, >> mesmo o cara sendo desmascarado, velho. Tem gente acreditando nisso até hoje. Imagina então vocês, cara, >> imagina numa época, num lugar, num lugar, não sei, eh, mais isolado, mais antigo, que não tem a tecnologia que tem hoje. Como que as pessoas interpretavam fenômenos luminosos, né?
¶694ah, como que elas liam, interpretavam esses estímulos, né, esses reflexos ópticos, uma nuvem, uma ave voando à noite que pode ter sido interpretada como uma pomba. Eh, então assim, é, é, tem vários elementos, a a tem os próprios filtros culturais, né, que influencia na própria maneira como as pessoas interpretam o que elas estão vendo. Então, são vários elementos psicológicos que poderiam estar atuando ali. Eu acho que é isso que que o Joy às vezes não não trabalha muito, porque ele pensa as experiências com muito externas, tipo, são coisas que as pessoas estão vendo lá fora. É, parece que ele não trabalha com a hipótese de que a própria mente das pessoas pode estar produzindo essas experiências, né?
¶695Parece que é uma coisa que não fica muito, tipo assim, ou ele acha que elas estão intencionalmente mentindo, ou ele acha que o que elas estão vendo está lá fora, mas às vezes o que elas estão vendo tá dentro da mente delas, né? Tem tem um fenômeno dessas experiências relogiosas, a gente chama de porosidade, né? que é quando a pessoa não consegue distinguir o que tá acontecendo na mente dela, o que tá acontecendo lá fora. Então assim, eh ele não pensou na hipótese de que a mente das pessoas pudessem estar produzindo essas coisas, sinceramente, sem nenhum tipo de intenção de enganar, vamos supor, as pessoas, sinceramente, elas estavam vendo coisas porque a experiência mental delas estava produzindo essas coisas. Eh, mesmo e coletivamente, essas coisas também acontecem coletivamente, né?
¶696a mente, pessoas coletivamente reunidas, né, por fenômeno de contágio social, contágio psicológico, sugestionabilidade, a elas podem produzir um fenômeno psicológico coletivo. Parece que ele não trabalha muito com esse hipótese de fenômeno psicológico coletivo. >> Sim, cara. E o Father lista um monte dessas coisas, cara, no livro face. merda.
¶697eu falar que cura também cura de doença é uma coisa super complexa também, né? Porque cura é uma coisa que para você realmente saber que uma coisa foi curada demanda geralmente você tá acompanhando um paciente, ele apresenta uma cura, uma melhora e depois de um longo período de tempo, eh, você percebe se aquela cura se manteve, né? Porque pode ter sido só uma remissão temporária dos sintomas. Eu não sei muito bem como é que os médicos avaliaram essas curas, né? se eles acompanharam essas pessoas por mais tempo, se foi um alívio temporário da doença, se foi um falso positivo, se eles sabiam o o passado médico dessas pessoas, como que eles avaliaram eh se elas tinham essa doença antes e se elas deixaram de ter depois, se elas a cura se manteve ao longo do tempo ou se foi só um alívio temporário.
¶698Tipo, é uma umas coisas, tipo assim, uma umas coisas céticas que a gente levanta eh para problematizar o que ele tá trazendo, né? o testemunho que tá trazendo. >> Sim, vamos lá. Não, cara, não precisa ser só fora. Pode ser os futures, cara.
¶699>> E alguns que você não tá considerando, cara. Não precisa ser mentira, não precisa ser os médicos tentando enganar. Pode ser que os médicos fez fez fez uma apelação médica errada. Eles confundiram, acharam que a pessoa tava curada, não era uma cura. >> Aí esse coincidência sobre coincidência é é o argumento de coincidência, coincidências não intencionais, não designadas.
¶700Tá, vamos lá. Que que você acha da gente ir pra parte do sobre a doutrina do inferno, sobre o ensinamento da igreja acerca da homosexualidade e a gente chega no cotamento divino e o problema do mal? Que que você acha? >> Pode ser. >> Vamos lá, >> pessoal.
¶701Só ia comentar >> beber uma água, tomar um remédio aqui rapidinho, um segundo. >> Ah, enquanto isso, enquanto isso eu comento aqui, eu só ia comentar, né, que um naturalista ele não precisa saber explicar todos os fenômenos anômalos que acontecem no mundo, né? Eh, pode ser que alguns fenômenos permaneçam inexplicados, mas à medida que a gente vai, tem muitos fenômenos anônos que antes a gente não conseguia explicar e que depois a gente consegue explicar, isso faz com que a gente tenha um tipo de expectativa de que outros fenômenos podem ser explicados, outros fenômenos não vão ser explicados porque a gente não tem documentação suficiente, a gente não tem como entrar numa máquina do tempo e voltar lá e fazer testes controlados com o que aconteceu. Então assim, naturalmente alguns fenômenos anômalos, na realidade eles permanecerão inexplicados, né? O naturalista, ele não tem o dever de explicar todos os fenômenos anômolos que acontecem no mundo, né?
¶702ele busca explicar na medida do possível, mas à medida que explicações naturalistas elas vão funcionando para explicar uma grande variedade de fenômenos que a gente conhece, a gente pode manter uma uma tese de que se os se os naturalistas conseguiram explicar esses fenômenos, aqueles outros fenômenos que permaneceram inexplicados, eles provavelmente também possuem uma explicação naturalista. Então, assim, o fato de alguns fenômenos anôos permanecerem inexplicados não significa que eles não tenham possibilidade de explicação. Eh, e, né, e a gente tem vários fenômenos anômalos acontecendo nas mais diversas religiões e várias possibilidades de de explicação por meio de fenômenos psicológicos. Outras vezes a gente pode até problematizar, né, sem aí necessariamente contar uma explicação. Então, a gente pode problematizar o fato de que a gente tem vezes psicológicas que a nossa mente produz fenômenos conjuntos.
¶703Tem uma coisa também interessante, né, que o Joy Schmith, eu acho que ele também ignorou, é que as pessoas elas podem eh mentir, entre aspas ou elas podem forjar, entre aspas, algum milagre, não porque elas fizeram isso intencionalmente. Às vezes a gente, inconscientemente nós indiretamente forjamos o próprio milagre, né? Tem umas pesquisas sobre, por exemplo, aquele fenômeno das pessoas usarem, por exemplo, uma mesa que todo mundo senta ao redor, coloca a mão sobre a mesa e a mesa começar a se mexer. E hoje a gente sabe que é porque as próprias pessoas inconscientemente elas mexem a mesa. Isso é uma coisa bastante interessante porque às vezes até inconscientemente nós podemos produzir fenômenos que a gente não percebe que nós mesmos estamos produzindo.
¶704Então vou dar um exemplo, né? Sei lá, alguém pode produzir chagas na própria mão, pode machucar a própria mão, sei lá, usar um um um líquido químico corrosivo e produzir chagas na própria mão. E não ter feito isso conscientemente, não ter feito isso intencionalmente. A pessoa pode ter feito isso inconscientemente, pode ter feito isso de maneira subconsciente, né? Sem tá consciente do que tá fazendo e depois ela mesma com sinceridade interpretar que essas chagas surgiram na mão de maneira sobrenatural.
¶705Então, olha que interessante, né? Até eh a gente pode produzir eh fenômenos anômalos de maneira inconsciente, não intencional e depois interpretar isso como sobrenatural de maneira sincera, né? A gente pode prosseguir pra próxima parte. >> Perfeito. Vamos lá.
¶706Vamos agora pro inferno. Vamos ver os argumentos doid contra o inferno eterno. sa legenda, né? >> Não tá aparecendo a legenda, né? Pera aí.
¶707>> Acho que não. >> Ô Calma aí. Colocar de novo. >> Calma aí. Acho que agora vai.
¶708we love to victor people >> configur >> porque tá escrito como se ela tivesse em inglês. Isso gerado automaticamente. Não, >> não tá nem aparecendo, cara. Deixa eu ver. Vou sair aqui.
¶709Sair do YouTube. Vou vou colocar de novo. Que porcaria é essa, velho? Entrar de novo. Mat Fred tá falhando.
¶710É, que merda. Ah, vamos lá. Mat Fred, galera tá resistindo aí conosco. Galera tá gostando. 79 pessoas ainda aqui com a gente.
¶711Bora, pessoal. Se interessou pela pelo >> Caraca, mas o que que tá rolando aqui? Calma aí. Vou tirar isso aqui. Vou tirar isso aqui.
¶712Vou desativar e vou ativar de novo. Acho que agora vai. Deixa ver. >> Ah, que raiva, velho, que eu tô desse bagulho, velho. Não tá aparecendo a legenda, velho.
¶713Não, não é polonês, não, cara. Tá doido. >> Bugou a legenda. Não é possível, cara. Eu não acredito nisso, cara.
¶714Que raiva que eu tô, velho. Negócio. Deixa eu ver. Deixa p >> tradução automática, demoraria muito. >> Ah, agora voltou.
¶715Beleza. que pariu, hein? Tá doido. Tá dizendo que você tá tão dizendo que você tá xingando muito e que o Papai Noel não vai vir para você esse ano. >> Vai que você tem uma, vai que você tem uma aparição do Papai Noel, né?
¶716Uma aparição sobrenatural. Papai Noel. >> Eu acho que eu acho que é a legenda que tá falha mesmo, né? >> É, acho que sim. >> Olha só.
¶717Tá português, tá aparecendo moreosigade. É, então, basicamente o que o que o Met Fred perguntou pro Schmid, né, para quem não tá entendendo, eh, é se ele chegou a a dar uma olhada no nos trabalhos do David Blehard, porque no na no catolicismo ortodoxo, né, na, né, no âmbito do do catolicismo ortodoxos, né, da da igreja ortodoxa, você tem posições que admitem, no caso, esse tipo de ideia, né? É possível que se tenha uma visão como a do David Bladlyarts, né, que é uma visão universalista de que todos serão salvos em última instância, né? be saved, né? Igual no livro dele, David Bentley Heart e tal.
¶718Então tem esse tipo de possibilidade, né? Ah, mas enfim. Aí o Schmid ele tá dizendo que ele não se familiarizou, que não se aprofundou no trabalho do David Bentley Hars, né? Tanto assim, >> aí ele falou que essa questão do inferno era uma das grandes barreiras junto com outros problemas, como no caso condenação do relacionamento sexual entre pessoas do mesmo sexo e blá blá blá. seja homosexualidade.
¶719Aí ele tá falando, ah, como que eu trabalho com relação a isso, né? Como que eu lido com isso? Aí ele falou: "Duas coisas para se falar de cara." >> Hum. >> Cara, sabe o que que eu vou fazer? Vou colocar em português e Portugal, cara.
¶720Será que vai ir? Talvez funcione. >> Vou testar. Calma aí. Vamos ver se vai.
¶721Português de Portugal. Acho que você vai falar da tem tanta evidência das aparições no catolismo? Tô brincando. É possível. Vamos ver se vai se vai dar certo.
¶722Nossa, cara, >> isso é normal. >> Não sei o que tá acontecendo, cara. Nossa, tá tr isso aqui, ó. Mas não é possível que o argumento dele é nessa linha, mas isso é muito ruim. O argumento dele tá parecendo carta coringa, tipo.
¶723>> Aham. Eu tô puto com essa legenda, cara. Eu não sei o que tá acontecendo, não. >> Você quer traduzir pra galera o que ele tá falando? S rapidinho, >> tá?
¶724Tá, ele tá fazendo uma analogia assim, né? Vamos supor que você tá lá no tempo de Jesus e você vê os milagres que Jesus operou, você viu Jesus morrer, você viu Jesus ser colocado no túmulo e de repente você vê Jesus ressuscitado. >> Sim. Aí ele tá utilizando isso como esse tipo a todos os suportes evidenciais que eu tenho de todas os aspectos relevantes, né, de todos os outros aspectos, corrobora com o catolicismo de tal forma que essa questão minoritária, mesmo se não tivesse uma resposta adequada, ainda assim não favoreceria uma superação da das considerações em favor do catolicismo, né? Seria mais ou menos isso.
¶725>> Nome de sermento tá muito estranho. >> Vou eu vou colocar aqui no cara na legenda gerada colocar como português normal mesmo. Se surgir ela surgir ou se não surgir, a gente vai traduzindo pra galera. >> Só falta surgir um texto enorme na tela de outra vez. and he's breathing on you.
¶726He's like literally breathing. It's a very bodily thing. And then he's with you for 40 days and he's eating fish and he's going out there and he's like, "Simon, you love me and like you're hearing all this. You're there and youve seen all of this. Imagine that happened and imagine as is the case that Christ teaches that there is everlasting punishment in people who are unrepenters." Aí ele tá falando: "Ah, imagine o seguinte, se no caso você ouvesse Jesus, né, respirando em você, você tocasse nele, enfim, você v ele multiplicando os peixes, né, e os pães e blá blá blá, >> é, ele passou 40 dias.
¶727>> É, ele passou 40 dias e coisa e tal. Agora imagine que no caso você descubra que junto com a crença nele, né, que você teve esse contato todo físico, etc., O que o J não teve claramente ele ele se convenceu por coisas relatos de >> testemunho de distância, >> foi nenhuma experiência, não foi nenhuma experiência pessoal com ele, né, de certo modo, não foi nem isso que que ele teve, né? Mas tudo bem. Ah, que seria mais compreensível, né, se fosse pelo menos isso. >> Então, se fosse é se fosse eu chegaria assim, é, >> não pode falar.
¶728>> E aí, o que que ele disse? Agora, imagine que junto com essa crença, né, eh, junto com esse conjunto de crença, você descubra que no caso, para que você acredite em Jesus, né, e tal, né, tal como ele se apresentou, você tem que acreditar que, de fato, a doutrina do tormento consciente eterno é verdadeira ou algo assim, né? Ah, será que isso superaria as considerações em favor da dessa visão, né? favor no caso da ideia de que de fato eu tive contato com Jesus e blá blá ou algo assim mais ou menos nessa linha que ele quantje >> não é possível falando é a masine que você visse tudo isso e aí você simplesmente pensasse: "Ah, não, cara, não posso ir junto com Jesus, né? não posso ir junto com ele, não posso acreditar nele, eu não posso endossar as ideias dele simplesmente no caso, porque todas essas tem todas essas objeções abstratas, né, e teóricas contra o inferno ou algo assim, né?
¶729This guy rais people from the dead sight to the blind now just like intercted with him after I saw him and turn in the tomb like maybe maybe there's some sort of story that I'm unaware of that but I've just got to be dful to this guy because he has been manifestly vindicated by God and that just overcomes my abstract theoretical objection like again and I mean the sort of evidence that we have for these Catholic miracles like we are like one person removed from palpating a reduplication of Christ's passion wounds. ele tá falando sobre a os testemunhos diretos, né, sobre caso ali a a questão das próprias chagas, né, as os estigmas, né, que as chagas do padre Pio e coisa e tal. nós temos, no caso, todas essas evidências e coisas e tal, sendo que no caso para ele considerar todos esses aspectos, né, de forma ali adequada, ele teria que engajar numa uma investigação muito mais cautelosa, muito mais profunda do que ele se engajou, né, de certo modo, até onde eu >> é pel jeito ele não se engajou muito, >> não ficar falando só com apologista, né, com o vendedor do carro, né, como a analogia bem ilustrou pramente. Não, você você não ficar falando só com vendedor de carro, né? Não é só com vendedor de carro.
¶730Ah, mas seria seria legal ele conhecer mais sobre a figura de Jesus, o que é histórico sobre ela, que não é, mas Anderson, salve pastor Anderson. Ó, amigos do avivamento, fala David. Tava no debate hoje na Mais FM. Falei de você doido, chileno, meus amigos. Abração.
¶731Abração, cara. Um abraço. Valeu. Muito obrigado aí pela Não, mas não é possível. Esse argumento é muito ruim.
¶732Pera, ó. Que eu ia falar assim, né? Primeiro que seria interessante se ele tivesse um conhecimento sobre Jesus histórico para saber o que é histórico, o que não é histórico sobre Jesus. Não, mas eu não vou entrar nesse ponto, né? Tem um monte de coisa que ele afirmou, não é, não é, não faz parte do que Jesus realmente fez.
¶733Mas o que eu achei interessante que mesmo se eu tivesse vivido com Jesus, eu tivesse visto os milagres que ele fez e Jesus chegasse em mim e falasse alguma coisa do tipo: eh, o inferno é eterno ou ele chegasse em mim e falasse assim: "A homossexualidade é imoral", eu ia pedir argumentos a favor disso. Eu não vou concluir que tudo que uma pessoa que só porque uma pessoa faz milagres que tudo que ela fala é verdade. Porque de onde que tá a ligação? assim, ó, a pessoa pode fazer milagres, a pessoa pode ressuscitar mortes, ela pode fazer um monte de coisa, mas a partir do momento que ela fala assim: "Olha, eu acho que o inferno é eterno, eu vou eu vou eu tô ensinando que o inferno é eterno. Eu vou eu vou pedir argumentos para sustentar essa fala.
¶734Eh, mesmo mesmo que a pessoa fosse capaz de operar sinais sobrenaturais, né? Eu não posso dizer assim: "Eu acredito que a homossexualidade é errada, porque uma pessoa que faz milagres me falou que é." Tipo, que lógica que é essa? Tipo assim, eu acredito que o inferno é eterno, porque uma pessoa que faz milagres me diz que o inferno é eterno. Não, eu vou pedir uns argumentos, tipo, ué, tipo, eu vou eu vou acreditar em tudo que uma pessoa fala, simplesmente porque ela faz milagres, porque ela ressuscitou dos mortos, porque ela fez coisas sobrenaturais, tudo. Eu vou comprar tudo que a pessoa fala, sem procurar o argumento, sem questionar de onde vem, até se Deus aparecesse, igual a gente tem aquela brincadeira do dos comandos divinos abomináveis, né?
¶735Até um Deus que aparece para Abraão e mata, manda Abraão matar o seu próprio filho. Provavelmente um Abraão que tivesse conhecimento de filosofia moral teria dito para Deus que não iria fazer isso. Ah, não importa se é Deus que tá aparecendo, né? Qualquer pessoa que te pede para ter ditar numa coisa, ela tem que apresentar as razões para você acreditar nisso. Não importa se essa pessoa faz milagres.
¶736De onde que se tira que se uma pessoa faz milagre, você tem que acreditar em tudo que ela fala sem questionar. Que lógica que é essa? Tipo, se uma pessoa faz milagres, logo eu tenho que acreditar em tudo que ela fala sem questionar. >> Aqui, ó, eu acho que tem um silogismo implícito do Joy, que ele tá supondo que Jesus se disse ser Deus e isso se justifica pelos milagres. Então, se ele falasse algo, seria uma inconsistência.
¶737Exatamente. >> Perfeito. Lembrando que Jesus nunca é >> lembrando que Jesus nunca reivindicou ser Deus, né? De acordo com inclusive, né? Se a gente tomar tudo o que os evangelhos que estão na Bíblia falam como histórico, até mesmo o evangelho de João, de João, a gente ainda não tem evidência suficiente para concluir que Jesus afirmou ser Deus.
¶738Não existe nenhuma declaração no Novo Testamento inteiro que atribui a Jesus uma fala de que ele afirme de maneira clara que ele é Deus. Isso não tem. Se a gente vai, é, é, >> inclusive, é, inclusive, esse foi o ponto de discussão que teve entre o Mateus Benites e o Mateus Fugita, né, e que a gente reagiu aqui, quem tiver interesse, teve as lives que a gente reagiu, depois teve as respostas e contrarrespostas, né? Ah, e é isso. Deixa eu ver aqui.
¶739Na verdade, acho que não, essa daí não teve contrar resposta, né? Esse eu acho que é aquele que eu ainda tá pendente para eu responder, né? Eu acho que é aquele lá que ele tentou rebater as respostas ao argumento lógico que a gente fez, né? >> Ah, que eu fiz, aliás, algo assim, né? Que eu com base no R e outros, né?
¶740H, mas enfim, ó, quem tiver interesse, eu e o Sunk, a gente fez uma análise do debate do Mateus Benites contra o Mateus Fugido, tá lá no canal do Antônio Miranda, tá? No canal do Antônio Miranda. Então, Mateus Benites versus Mateus Fujita. Quem tiver interesse, teve a parte um e a parte dois, tá? Ó, Mateus Benites versus Mateus Fugida.
¶741Jesus é Deus. Aí teve a parte um e a parte dois. E aí o Fugida fez uma última resposta pra gente e ficou pendente para eu responder, né? Foi, eu respondi algumas coisas no comentário, nos comentários dele, né? Mas não cheguei a fazer uma refutação ainda do vídeo dele, né?
¶742Vou vou ver se eu faço Vou ver se eu faço aí esse, não sei se esse mês aí eu marco ele. >> Tem tem um, >> tem um texto. >> Acho que Bruno San, deixa eu colocar, se eu colocar Bruno Sun, acho que aparece aqui, ó. É esse aqui, ó. É isso aqui, ó.
¶743Em defesa do argumento ontológico que ele fez resposta, né? Ele encorreu, inclusive uma uma interpretação do >> encorreu um pequeno erro de interpretação ali que é comum, tá? Não é não é um erro assim grave que é doest Fioco, né? do Marcelo Oreste Fioco. Ah, e eu cheguei a responder algumas coisas aqui, né, nos comentários.
¶744Respondi isso aqui. Tinha mais comentários meus, não sei se eu deu bug no aqui, ó. Teve mais coisas aqui. Deixa eu ver se tem mais coisas aqui que eu tinha respondido. Lembro que eu fiz um monte de resposta.
¶745Fiz um monte de textão. >> Uhum. Ã, deixa eu ver se esse aqui, ã, ã, ele me respondeu aqui. Não sei se eu respondi. Deixa eu ver.
¶746Ã, vamos lá. Aí teve mais coisas aqui, ó. Enfim, aqui eu fiz um monte de resposta para ele, um monte, um monte, monte, monte, monte, monte, um monte de resposta, mas algumas ele tentou responder, outras simplesmente ele não respondeu e outras eu também não respondi do que ele respondeu. Mas enfim, vou ver se eu faço uma resposta em algum momento aí. Mas quem tiver interesse aquele vídeo lá de análise que eu e o SK fez sobre o debate deles dois, mas foi sobre essa questão de se Jesus é Deus, né?
¶747>> Uhum. Perfeito. Eu ia mencionar também tem um texto no meu blog que chama O Novo Testamento ensina que Jesus é Deus, ponto de interrogação. Tem algum lugar do meu blog e onde eu explico os textos do Novo Testamento e mostro que o Novo Testamento não é suficiente para concluir que Jesus é Deus no mesmo sentido que o Pai. Aqui o Novo Testamento não ensina que Jesus é Deus.
¶748Aqui achei. Achei pra galera ver. Vou até jogar o link aí pro pessoal entrar no seu blog, tá? Ah, bo. Quem tiver interesse, o blog do Bruno Sun, ó, o Novo Testamento não ensina que Jesus é Deus.
¶749Aqui, ó, foi publicado em 2025, né? Abril, 8 de abril de 2025. >> Isso tem uma análise dos textos, tudo mais, para quem quiser >> ver >> aqui, aqui, ó, para quem quiser. Mas enfim, deixa eu jogar o link aí. Esse aqui é um pouco mais difícil de achar seu blog.
¶750Então, quem >> meu blog é uma bagunça para achar essas coisas, >> mas enfim. Tá aí o link. Queria mencionar eh eu queria mencionar assim, mesmo se a gente tomasse todas as falas de Jesus como históricas que estão na Bíblia, ainda assim a gente não poderia concluir que ele afirmou que ele era Deus. Eh, Jesus fala algumas coisas meio vagas assim, ele falou: "Eu pai somos um, né? Quem vê a mim vê o Pai".
¶751Mas ele nunca fez uma declaração muito explícita assim de que ele era Deus. Além disso, né? Por exemplo, tem o clássico texto que tem muita chance de ser histórico, que tá em Marcos 10:18, em que Jesus, né, vira para uma pessoa e fala assim: "Por que que você tá me chamando de bom, né?" Porque alguém chega em Jesus e fala assim: "Bom mestre, o que que eu preciso fazer para ir dar a vida eterna?" E aí Jesus responde: "Por que você tá me chamando de bom? Só tem um que é bom, é Deus. Então assim, né, a gente não imagina um Jesus que é Deus falando numa coisa dessa." Tem outra fala de Jesus, né?
¶752Também tá em Marcos 13:32 e Mateus 24:36, que Jesus fala assim: "O dia do fim do mundo, o dia que o filho do homem vai vir, eu não sei, não tô sabendo. Quem sabe é só o Pai". Ou seja, Jesus inclusive ele fala que ele não sabia o dia nem a hora da sua vinda, né? O que não se esperaria de um ser que é onisciente. Ah, tem tem várias falas de Jesus assim que que faria a gente interpretar que ele tava não ele tava se esforçando para não se colocar na mesma posição que Deus, né?
¶753Lá em João 5:28 ele fala em João 5:28 a seguir, né? João 5:25, na verdade, eu acho que ele fala, né? Que tudo que ele faz, ele não faz com poder dele, é o pai que dá poder para ele fazer as coisas, né? João, João 147, eu acho que ele fala que o pai é maior do que eu. Então, em vários momentos, Jesus faz uma coisa de colocar si mesmo numa condição inferior ao Pai.
¶754Tem um texto também em João, capítulo 17, verso 3, né, que ele fala que a vida eterna é esta, que conheçam a ti o Pai como o único Deus verdadeiro, né? Então ele fala: "Só o Pai é o Deus verdadeiro". Ah, então são são textos assim que levaria a gente a questionar um pouco se Jesus afirmou mesmo ser Deus. não tem nenhuma afirmação desse tipo e até tem afirmações, como eu mostrei, né, que e vão numa outra direção. Mas eu queria mencionar que se o Joy Schmith está seguindo o que Jesus fala, ele não poderia fazer esse tipo de conclusão que ele fez, porque o próprio Jesus, ele disse que você não deve confiar em alguém só porque essa pessoa faz milagres, né?
¶755Jesus disse isso. Então, por exemplo, em Mateus capítulo 7, do versículo 22 ao 23, Jesus fala que no fim dos tempos, muitos virão e dirão: "Senhor, Senhor, nós usamos o seu nome para profetizar. Nós usamos o seu nome para fazer exorcismo, nós usamos o seu nome para fazer milagres." E Jesus vai dizer para essas pessoas: "Eu não conheço vocês. Apartai-vos de mim, vocês que praticam a iniquidade." E também tem um texto do próprio Jesus em Mateus, capítulo 24, verso 24. que ele diz que no fim dos tempos muitos profetas virão e farão grandes sinais e grandes milagres para enganar as pessoas.
¶756Então Jesus acreditava que milagres não é suficiente para você dar credibilidade para alguém. Então o próprio Jesus disse isso. Milagres não são suficientes para você dar credibilidade para alguém. Ele alertou as pessoas no final dos tempos vão aparecer pessoas fazendo grandes sinais e milagres. Não acreditem nessas pessoas.
¶757E aí, tipo, e agora >> um protestante poderia usar isso para argumentar também, de certo modo, contra católico, né? >> O o o Joy não tá não tá tendo cticismo que Jesus exige. Jesus tá falando mesmo se os milagres forem reais, vocês não devem acreditar simplesmente porque fazem milagres. É, ainda tá falando do padre P, tá pessoal? the fact that it was like deep wounds for 50 years naturalistically inexplookable we have phot so I had to accommodate myself to the facts m I to accommodate myself to the facts and so basically the evidence I thought was very similar in kind and very forceful very similar in kind of evidence would have if I saw Christ with eyes >> ele falou que ele tá ele tem evidências para essas coisas né como no caso ali é dos milagres, né, do pai do atribuídos ao padre Puio, padre Pio, aliás, e as chagas deles por 50 anos, né, sem infecção e blá blá blá.
¶758>> Sim, sim. E que ele tem essa evidência pareada com a se ele visse Jesus com seus próprios olhos ou assim, realizando milagres ou qualquer coisa assim. Aí ele tá falando no caso ali que bom, se fosse isso, então ele ele teria razões para duvidar, aliás, ele teria razões para para se manter, né, acreditando no que ele acredita >> e e para duvidar, no caso, né, de que de fato não há uma resposta para ele, para aquilo ali, né, ou seja, de ficar em dúvida se de fato não é uma resposta genuína acerca daquilo ali, né? Eh, porque de fato filosofia é um empreendimento difícil, né? Você coloca vários filósofos ali uma mesa e eles discordam entre si, entre várias coisas, né?
¶759É basicamente isso que ele tá falando. Fal, >> você vai colocar, você vai conseguir, né, a partir desses vários filósofos numa mesa, você vai conseguir 34.000, né, respostas diferentes para problemas filosóficos, >> porque eles estão aplicando métodos, estão tentando utilizar suas intuições e dar um jeito nisso e tal. Mas eles radicalmente vão errado. Eles radicalmente erram, né, ali toda vez, né, a todo momento. Aí ele tá falando que os seres humanos não são muito bem alinhados, né, com esse tipo de raciocínio filosófico abstrato, né, teorizador, o que é bem engraçado, né, porque no caso a a cosmovisão, a a cosmovisão católica e a cosmovisão vinculada com com o catolicismo, né, digamos assim, a assim como no caso cosmovisão ate naturalista, são cosmovisões intelectualizadas, cara.
¶760Então é muito estranho. Ele ele está colocando, >> ele está colocando o Eu pensei que ele tava dando muito peso para testemunho, mas ele tá dando peso muito mais do que eu imaginava. Ele tá colocando testemunho de um milagre acima do critério de avaliação racional de argumentos para as coisas. Isso é um uma loucura assim que gente que que de onde que o testemunho tem tanto peso assim a ponto de e nem é o testemunho, tipo assim, não é nem o testemunho diretamente ligado ao argumento. Tipo o Jesus ter feito um milagre não tem nada a ver com a doutrina do inferno.
¶761Tipo, é uma coisa assim, a ter chagas na mão do Papo Pio e o inferno ser verdadeiro estão numa num gap de distância um do outro abismal. E tipo, ele acredita que a o as chagas na mão do do Papa Pio pode ter mais força para justificar a doutrina do inferno. É, >> perdão. >> Que que eu falei? Far papi.
¶762Foi foi confusão aqui da minha cabeça. Perdão. As chagas na mão do padre Pio, eh, elas são mais, elas contam mais como evidência do inferno ser verdadeiro do que uma argumentação racional. Tipo, que loucura que é isso é muito estranho. >> Pois é.
¶763E e como eu eu costumo comentar, as nossas visões de mundos, elas são intelectualizadas. É, uai, >> elas não são como o animismo. O animisma é o o a a nossa cognição, as nossas faculdades cognitivas naturalmente nos inclinam a formar concepções, né, crença em concepções ah religiosas, animistas ou de divindades menores, deuses e divindades menores, >> e não na concepção monoteísta tradicional de Deus e não numa concepção de milagres, de atuações divinas, né, de um ser externo transcendente que atua no âmbito imanente. né, performando milagres e não no naturalismo e no ateísmo. Simplesmente todas essas cosmovisões são intelectualizadas, são racionalizadas, >> tanto as nossas, né, a minha e a e a de outras pessoas que estão aqui na na live, né, que são secularistas, quanto a dos religiosos que endam esse tipo de religião monoteísta tradicional, né, vinculado com essas grandes religiões institucionalizadas.
¶764São são columisões intelectualizadas, cara. >> Aham. Beair forma menos intelectualizados. >> Beira é um flirtico com irracionalismo, né? Você falar que você vai acreditar em uma coisa eh porque a pessoa operou milagres e não porque ela te apresentou bons argumentos.
¶765Beira um um flirt com com certo grau de racionalismo, né? Tipo, ao invés, se uma pessoa operou milagres, performou milagres diante de mim, eu dou mais credibilidade, eu vou dar credibilidade ao que ela me mandar acreditar, mesmo se ela não me apresentar boas razões filosóficas para adotar aquela visão. Tipo, eu não tô nem a isso. A pessoa fizer um milagre da minha frente, ela tiver me falando assim: "Você tem que acreditar em X, eu vou falar quais são os argumentos e as evidências para acreditar em X. Eu não tô nem aí se você é capaz de operar milagres, se você, sei lá, faz o o a água virar vinho, se você ressuscita mortos, tudo bem.
¶766Mas eu quero que você me apresenta eh evidências do por que eu devo pensar assim, sei lá, e pode até ser um profeta de Deus, né? Pode ser uma pessoa que tá falando em nome de Deus e que realmente eu tenho confiança de que tá falando em nome de Deus. Mas se ela me apresenta assim: Deus quer que você não seja homossexual, mas eu tenho que perguntar por quê? Quais são os argumentos? Qual que é a razão?
¶767Tipo, tudo bem, talvez Deus te usa para fazer milagres, agora que Deus te usa para fazer milagres, tudo que você fala é verdade. Uma coisa assim >> é meio complicado, né? And so it wouldn't be surprising at all if I just am making some mistake in my assessment of the hell arguments buuse those were just like it's theoretical speculative philosophy and I don't know maybe there's something I'm missing and still I wanted to dent evidential force in my mind and there were things that did that fundamentally how it was a finite limit. Mas as inferências que você faz a partir daquilo que você observa também, de certo modo, faz parte de um uma cadeia de raciocínio que você tá empregando, né? O argumento dos milagres se chama argumento dos milagres porque tem um raciocínio aí.
¶768>> Sim. Sim. >> Tem alguns elementos concretos, obviamente, algumas algumas coisas que você toma com de suporte evidencial concreto, né? Observacional, empírico, etc. Mas ainda assim tem uma cadeira ali de raciocínio que envolve abstratos para você chegar na conclusão em questão que você quer chegar, né, que você visualiza, né, no caso, como ser na conclusão do seu raciocínio.
¶769>> Perfeito. >> Então ainda volve uma uma gota de filosofagem para você chegar no catolicismo, mesmo com essa questão do dos relatos de milagres. blah blah blah full creature. Um, God has manifestly vindicated his church and maybe I don't know exactly how to respond to it, but I submit my intellect and will to what is being manifestly promated to me as truth with divine stamp of approval. I have to get the point.
¶770Agora ele vai apresentar como que ele acomoda a questão do inferno na visão de mundo dele. Vai apresentar os argumentos agora. lembrar que ele só lembrar tem algumas coisas ele vai trazer ele vai trazer um artigo agora. >> Sim, sim. Eu só ia lembrar que ele >> Aham.
¶771Eu só ia lembrar que ele usou a expressão que Deus vindicou a verdade da sua igreja, de Cristo e da sua igreja por meio desses milagres, né? O que é uma afirmação muito forte, né? Então ele fez uma interpretação filosófica. Ele interpretou que os milagres são uma vindicação divina da verdade do catolicismo. Isso é pura filosofia que ele fez.
¶772Então assim, é uma interpretação filosófica muito forte. Inclusive eu não diria que ele tem uma gota de filosofia, né? No raciocínio dele tem um balde de água de de raciocínios falíveis e filosóficos que ele teve que fazer para tirar essa conclusão. >> Sim, mas vamos lá. Ele vai apresentar o primeiro argumento.
¶773Esse daqui eu acho que o do Brian Cutter que ele apresenta primeiro. Ah, inferno e proporcionalidade. Hell and proporality and propority. >> Publicado na mesma revista, né, do The Syncment e do Brutter, que eles publicaram o, enfim, o artigo lá sobre a harmonia psicofísica. Mas enfim, ó.
¶774I think how ele tá falando aqui, ah, não, você mencionou antes, né, no caso que nós temos vários pecados finitos na terra e blá blá blá, né? Como que nós acomodamos isso com a noção de justiça do inferno eterno, né, de um tormento interno consciente ou algo assim. E a proporcionalidade disso, não tem aquele, no caso, aquela punição infinita do inferno, pessoa meio que desproporcional e etc. O inferno, no caso, favorece uma punição desproporcional. Deus não inferiria uma uma punição desproporcional, >> porque isso é injusto e Deus é justo.
¶775Portanto, não há tal coisa como o inferno, né? Seria o argumento aqui em questão. >> Essa provavelmente no caso, a versão de homem de aço, né? Ou seja, uma versão reforçada do argumento. Brian out >> e o que o Brian Cutter aponta paper neste artigo.
¶776So >> quero dizer, no caso, há algumas maneiras que você pode ir, né? Você pode querer ir. Vamos lá. Uma é que você pode dizer basicamente os pecados não são infinitos em termos da sua gravidade. >> Eles são infinitos em termos da sua gravidade, em termos do daquele que eles ofendem tem uma dignidade infinita.
¶777>> Glória infinita, dignidade infinita. E ele falou que é uma coisa intuitiva, né, e do senso comum. Muito bom. >> O tipo de coisa que você danifica importa, importa muito sobre a gravidade, né, acerca da gravidade. Aí ele vai falar aqui, >> tipo, dá um pisão na cabeça de uma formiga.
¶778Você não deveria querer, enfim. volitivamente, né? Pisar voluntariamente ali na cabeça de uma formiga. >> Não faça isso. Mas >> isso não é tão ruim como do caso pisar na cabeça de umpy, de um cachorrinho ou algo assim.
¶779Seria muito pior. Você não deveria pisar na cabeça na cabeça de um cachorrinho, >> mas muito pior do que pisar na cabeça de um cachorrinho. >> É pisar na cabeça de um bebê. Ah, isso é muito pior por causa do digo, justamente por causa do tipo de dignidade, o tipo de ser que você está machucando, né, que você está encorrendo numa ação errada com ele. Você está correndo uma ação ali que danifica ele.
¶780>> E se você extrapolar isso por causa de Deus, esse ser é um ser de dignidade infinita. Ele vai falar, né? É o grande benfeitor. Tudo é devido a Deus. A ele é devido um tipo de honra totalmente incompatível com a decisiva rejeição dele e o decisivo desvio que você sabe que é gravemente errado, oposto à lei dele, oposto ao amor dele.
¶781Seu grande benfeitor é infinitamente valioso, infinitamente digno de honra e de de valor. Você diz não para isso. >> Quer dizer, como se você roubasse um pedaço de como se você quisesse roubar um pedaço de gomma, sei lá, de gomma de bal. >> É gomma, tipo que streckled, sei lá. >> É, mas primeiramente que isso é um pecado venial, né?
¶782Não é o pecado mortal no catolicismo. >> É, eu achei >> não tá. Esse esse esse argumento é muito estranho. Muito estranho. >> É, eu tipo assim >> é muito ruim, eu acho.
¶783Mas ele ele tá concordando com esse argumento? >> Não, ele vai ilustrar que é só uma um tipo de argumento. Esse é o argumento do Santa Celmo e do Santo Agostinho. >> Esse argumento para caramba na literatura relevante. É, esse argumento é muito ruim.
¶784Sim, basicamente o seguinte, existe uma resposta que a Maril Mcord a desfaz, inclusive tem um texto traduzido na pensar lista que é justamente o termo em termos da gratuidade de certos males infligidos que favorecem o quê? Com que a vida, a qualquer aspecto de positividade na vida de alguém seja extirpada em uma atacada só, né? e dos quais Deus favoreceu essa sujeição dessas pessoas a esse tipo de punição em virtude, no caso de zerdarem ali eh naturezas defasadas, naturezas defituosas ou até em virtude deles não terem uma agência plenamente perfeita, se ter sido colocados em tensão ali. exemplo, ah, por exemplo, de sei lá, se alguém dissesse, no caso ali que eu tenho que, no caso, segurar, né, e desenhar ou escrever um texto ali ou alguma coisa, né, um exemplo mais ou menos assim que a Mar usa, né, ah, sobre a ponta de um lápis, né, enfim, no numa polegada ali, né, enfim, de uma distância ali específica. E se eu entortasse ali, né, na hora de escrever eh um pouquinho pro lado ou pro outro, simplesmente no caso alguém ia apertar um botão para começar a terceira guerra mundial, né?
¶785Sei lá, eh, uma guerra nuclear, né? Ia bombardear nuclear alguma região do planeta ou alguma coisa assim, né? Ah, simplesmente no caso, isso favoreceria o quê? com que eu estivesse em uma tensão não natural que favoreceria com que eventualmente em um momento ou outro eu iria errar, justamente porque no caso é esse tipo de exigência é uma exigência não razoável para uma pessoa que tem uma natureza finita, uma natureza defasada, uma natureza que vai favorecer com que ele acabe errando pelo menos em algum momento. É basicamente você garantir que essa pessoa vai condenar todo mundo de alguma maneira, né?
¶786E isso coloca a agência ali na região do divino sobensão não natural. Então você vai ficar numa tensão ali onde qualquer coisinha, qualquer rinho vai favorecer que você seja infinitamente punido. Pô, que ser, que Deus amoroso é que coloca seus filhos, né? Que que coloca seus filhos, seus criados, né? Enfim, seus aquelas pessoas com as quais ele ama em uma tensão contínua, das quais qualquer rinho que ela encorrer, ele faz uma punição infinita.
¶787Que tipo de concepção de amor é essa? uma punição essa que vai falecer o sentimento, uma estirpagem do todo o aspecto de positividade da vida daquela pessoa e uma atacada só, ou seja, vai encorrer em uma gratuidade de male, né, de mal. Então a merda do Maord avança esse tipo de caso, né, justamente rebatendo, rebatendo o Santa Celma, >> rebatendo Santa Celma. E ela faz isso nesse texto aqui. Ela faz justamente isso aqui, tá?
¶788Nesse texto, que é o problema do inferno, um problema do mal para os cristãos, né? que é justamente o inundo desse texto aqui que eu traduzi, que é extraído do Reason Fait, fé raciocinada in filosophical theology in honor of Norman Cratzman. Ensai sobre teologia filosófica e honra a Norman Cresman, editada ali pelo Elenor Stamp e o Norman Cresman, tá? E aí o que acontece? Vamos lá.
¶789Além disso, tem uma outra objeção, né, que em termos esotistas, inclusive, né, de certo modo, se não me engano, acho que ele vem do do Jo de um dos escutos, se não me lembro bem, posso estar me lembrando errado da de quem que é essa objeção, a objeção exata, mas acho que é do John dos escuto mesmo, que é inclusive um escolo, né? Escolástico ali. >> Uhum. E que é basicamente o seguinte. A punição não parece ser razoável como sendo vinculada à dignidade do ofendido propriamente somente, mas sempre tem que levar em consideração a capacidade do as capacidades e as limitações do ofensor.
¶790Porque penso nisso, >> vamos imaginar o seguinte, vou imaginar que você tem duas crianças, certo? Ah, opa, mandaram alguma coisa aqui. Ah, tá, se inscreveram, tá? Vamos, vamos imaginar o seguinte. Vamos imaginar que a gente tem duas crianças, certo?
¶791Aliás, que a gente tem uma criança e tem um um adolescente, né? Uma criança um adolescente. Vamos supor, no caso que que eu diga, vamos supor que eu tenha um, que eu seja pai, né? e que eu tenha um vaso ali que ele vale, sei lá, ele ele vale R$ 5.000, sei lá, alguma coisa assim. Vale R$ 5.000.
¶792Vamos supor, no caso, que eu eu diga para esses meus filhos para não tocar nesse vaso, certo? Para não tocar nesse vaso e para tomar cuidado para não quebrar ele, OK? ou seja ficar distante dele. Vamos supor, no caso ali que esse meu filho mais novo, né, que é uma criança, ele vai lá e quebre esse vaso. Nesse caso, o tipo de punição que eu vou aplicar para ele seria diferente, por exemplo, se o meu filho mais velho quebrasse o vaso, meu filho mais velho, que é adolescente, que tá numa idade alionde ele pode trabalhar, inclusive, faria sentido, no caso, eu exigi com que esse meu filho mais velho, ele me restituísse o valor, né?
¶793restituísse esse vaso, enquanto não faz sentido de aplicar a mesma punição pro filho mais novo, porque ele é uma criança, não faz sentido eu botar ele para trabalhar e ganhar dinheiro nessa idade para poder suprir, né, para poder suprir simplesmente esse dano que foi causado ali, porque primeiro ele não tem a mesma mesmo nível de consciência, né, mesmo nível de consciência moral dos seus atos que o filho mais velho. Ele é mais limitado nesse aspecto de consideração de razões morais, né, do que ele pode ou não fazer. ele tem menos controle sobre si do que simplesmente a pessoa mais velha, ele é menos maturo. Então a punição parece ser adequada também levando em consideração as limitações de quem fez ação errônea, né? Quem fez ação errônea.
¶794Então esse é um tipo de resposta que ilustra que talvez, né, esse esse raciocínio aí de que só deve ser levado em consideração a dignidade do do ofendido e não também as limitações do ofensor. Parece que no caso ali esse raciocínio é furado. OK? raciocina furado. Tem um outro ponto inclusive que o Modern chegou a fazer na no post na aba de comunidade dele que eu gostei bastante que é o rapaz do Modern, né?
¶795Eu não sei o nome dele exato, que é esse mesmo aí que fez a entrevista com o Richard Carryer, né, que eu mostrei aqui para vocês sobre o argumento das coincidências não designadas, que é basicamente o ponto de que, pô, beleza, vamos supor que no caso de fato, a dignidade do ofendido seja o aspecto relevante pra gente estabelecer a punição adequada pro ofensor. Só que a gente tem que analisar o contexto também do da ofensa e se a pessoa que está ofendendo está consciente de quem ela está ofendendo. Porque pensa o seguinte, >> vamos pensar o seguinte, eh, o seguinte cenário, vamos supor que, no caso, eu esteja no meio de um julgamento e tem um juiz, né, julgando um caso e simplesmente eu começo a ofender ele, começo a ofender ele ali no meio do julgamento. Nesse questão, nesse, nesse contexto de ofensas, esse tipo de ofensa pode representar uma ofensa, né, no caso, uma tentativa de disrupção com com a justiça naquela circunstância, né, ou seja, com eu favorecer o quê? interrupção no caso, né, no na maneira como o sistema ali está prosseguindo, né, para favorecer a condenação ou qualquer coisa assim, né, isso pode ser interpretado como atentado contra a justiça naquela naquela ocasião, né?
¶796Mas vamos supor que no caso eu encontre o juiz no meio da rua, né, que eu não tenha conduzido esse tipo de ofensa ali naquele contexto, mas eu encontro o juiz no meio da rua e eu simplesmente nem sei que esse esse cara é o juiz, né? Eh, eu não lembro dele ou qualquer coisa assim ou simplesmente no caso ali, ele tava ali com roupa e paisana e coisa e tal. Aí vamos supor que eu ofenda ele nesse contexto, nesse contexto fora ali do julgamento. Isso não representa que eu estou atentando contra a justiça nesse contexto, né? Não tá no mesmo contexto ali.
¶797Agora vamos imaginar um cenário ainda pior, né? O cenário ainda pior. Vamos imaginar que eu nem sei que aquela pessoa que tá no meio da rua é um juiz em primeiro lugar. Eu eu nem sequer fui fiz parte de julgamento nenhum e coisa e tal. Eu nem sequer saiba que aquela pessoa é um juiz e simplesmente xingo ela, ofendo ela naquele contexto.
¶798Nesse caso, ah, apesar daquela pessoa ser um juiz, ela não está no exercício da função de um juiz naquela circunstância. ou pelo menos eu não sei que ela está naquele exercício, mesmo que ela esteja a caminho para exercer a sua função. Eh, ainda assim eu não sei, eu não sei nem sequer que aquele que aquela pessoa é um juiz em primeiro lugar. Essa é uma situação análoga a que a maioria das pessoas no mundo está. Elas não sabem que que aquele Deus, né, é o Deus genuíno, né, se de fato foram o Deus genuíno.
¶799>> Então assim, não é razoável simplesmente assumir que elas são dignas de punição >> em virtude disso, né? Então isso é uma outra resposta que você tem para isso, para esse tipo de argumentação, OK? E aí tem esse texto aqui interessante do Stephan Knight, né? Um texto 2005, OK? Que eu traduzi, onde ele trabalhando com a noção de uma justiça retributiva, né?
¶800Que estabelece o que? A desireção moral, ela favorece uma punição envolvendo uma retribuição justa, né? Há uma punição justa, né? Eh, proporcional, no caso ali a aos crimes incorridos. O K discorre sobre a ideia, né?
¶801Ele discorre aqui, argumenta que nós temos caráteres morais e ações morais transgressoras finitas. Nós somos capazes somente de transgressões morais finitas, ações morais transgressoras finitas ou desertoras finitas. E temos caráteres morais finitos, de forma que o tipo de culpa e de responsabilidade moral que a gente inere só pode ser finito, ok? só pode ser finito. Em virtude, no caso de Deus, ser justo.
¶802Não seria justo ele estabelecer um sistema de punições na onde, no caso, pessoas finitas vão sofrer uma punição infinita. Por quê? Justamente porque pessoas finitas só são capazes de inherir uma culpa finita. De tal modo que se Deus é justo, ele reconheceria que o tipo de punição adequada seria uma punição finita. E no caso, se Deus existe, então simplesmente não haverá inferno.
¶803Simples assim. Ou então se o inferno não existe, então simplesmente não há Deus. OK? Se o inferno existe, não há Deus na concepção notícia tradicional, né? Então é basicamente esse o ponto mais ou menos do argumento do KD, né?
¶804Ele até sumariza aqui o raciocínio em premissas aqui, ó. Atenção, seu inferno para seres humanos é justo. Então alguns seres humanos merecem uma punição infinita. P2. Nenhum ser humano merece punição infinita.
¶805Conclusão. Portanto, o inferno é justo. OK. E aí ele suporta essas duas premissas, tá? tanto a preguiência condicional, sentença condicional da de que é a preguiça um, quanto a sentença dois, né, que é basicamente a afirmação, aliás, a negação do consequente, né, a negação do consequente ali, portanto, no caso, ele a ele infere a partir da negação do consequente ali, que portanto o inferno é justo, é injusto, seja modos toens.
¶806Mas é isso. Ah, vamos lá. Colocar aqui o vídeo do Jole Aí que ele tá falando, ah, e dado esse princípio de que, no caso, a ofensa, né, ela se escala de acordo com a dignidade do ofendido. É basicamente ele tá só reforçando um argumento questão, né? A gente já vai chegar no outro argumento que ele vai trazer do BR cutter.
¶807in its matter. You know, if you decisively reject with full knowledge and deliberate consent with fully knowing that you're doing something gravely, seriously wrong, you stared clearheadedly at evil. Something opposed to God which evines a hatred of God and you chose it. You chose it. Maybe maybe I'm just wrong in my intuition that that doesn't have infinite gravity.
¶808Maybe it does have infinite gravity. Ah, ele falou: "Talvez as minhas intuições estejam erradas e que isso não é de uma gravidade infinita, mas talvez as minhas intuições estejam errado, né? Estejam dando errado como já deram em algumas circunstâncias e coisa e tal". >> Aí ele falou: "Ah, isso é uma rota que a gente pode ir, né? Mas tem outras rotas diferentes pelo quais pode ir".
¶809>> Você tem objeções com relação a isso, mas ok. Mas se tem uma disunção aí, mas tem essa grande âmbito de disjunção, né, de alternativas possíveis, coisas que eu poderia dizer. E aqui que entre o inferno e a proporcionalidade do Bri do Brian Cutter, né, que é basicamente o artigo que ele mencionou antes, publicado na Oxford em falig, né, talvez de fato >> ao longo do curso da vida da vida após a morte, os sofrimentos do inferno são somente em agregado finito. Como isso poderia ser o caso? Bom, talvez a intensidade do sofrimento diminuir uma proporção geométrica por certos períodos.
¶810Não sei como calcular, mas talvez, sei lá, uma a uma acho que é 1 milhão, né, de eh de unidades de sofrimento, acho que é isso, né? Aliás, 1000 unidades de sofrimento, acho que eles ficam falando, 1000, né? 1000 unidades de sofrimento. >> Então você então você tem 500 500 anos de unidades ali de sofrimento. >> Então você tem 250 anos, né, de unidade de sofrimento na próxima porção.
¶811Você tem uns, ã, >> 125, >> você tem 100, é, eh, não, 175, acho que é 100, não >> é? É, não é 45. 14, é 145, né? 145, acho que ele falou. Ah, é, eu tinha entendido é 145 unidades de sofrimento e você diminui pela metade >> ao longo do tempo.
¶812Se você adicionar isso, né, se você adicionar tudo isso, né, se você agregar e somar tudo isso, é um fato matemático provável. Isso só adiciona a 2000 unidades de sofrimento. Perceba, é um sofrimento perdurante, né? Ou seja, que dura para sempre, porque você decisivamente rejeitou a Deus. Você olha bem, você olhou diante do mal e você escolheu >> e conformou sua vontade com ele.
¶813>> Então Deus vai respeitar o seu livre arbítrio de fazer isso, de conformar sua vontade com com os males. Mas se você adotar esse modelo onde o sofrimento ele geometricamente diminui, então o sofrimento total é finito. Então se você pensar que o crime ele é só ele é finito em gravidade, >> então a punição é só infinita em termos de gravidade também. >> Você pode lidar com isso, né? Só que ainda assim essa visão, a minha primeira objeção com relação a ela seria que no caso ali a ele ele mencionou sobre unidades e sofrimento em termos de diminuição, mas que ainda assim esse essa punição seria eterna, pelo que eu entendi, não é?
¶814Seria everlasting. >> Éverlasting. >> Everlasting. >> A intensidade do sofrimento que iria diminuindo em termos de unidades, né, de sofrimento. >> Progressão geométrica, negativa, >> progressão geométrica, mas ainda assim você sofreria, né?
¶815Só só que no caso uma diminuição, >> haveria uma diminuição e um âmbito finito ali específico. Só que aí é que tá. Se nesse caso a punição justa, a punição justa ela deve ser realizada e se no caso a punição ela é infinita, digamos assim, aliás, se a punição ela é, como eu posso dizer, se o sofrimento ali ele é eterno, por assim dizer, se a pessoa fica no inferno eternamente, Então, ainda assim, esse estado de coisas vai ser pior do que simplesmente o estado de coisas da salvação ou o estado de coisas do limbo, sei lá. >> Uhum. >> Porque senão, qual seria a diferença disso para uma visão, sei lá, aniquilacionista ou algo assim?
¶816Parece que no caso há um certo tipo de sofrimento impedido, né? um tormento, sofrimento ali em termos de um tormento consciente eterno. >> Uhum. >> Que persiste, né? Como ele falou, Everlasting.
¶817É Everlasting, mesmo quando caso essas unidades de sofrimento, elas vão diminuindo ao longo do tempo e são finitas ali, né? São finitas ali essas unidades de sofrimento. Ainda assim vai ter chegar um momento em que vai ter que haver uma espécie de sofrimento estático, né? Uma parcela pequena de sofrimento. Se eu entendi bem o ponto dele, né?
¶818Não sei se eu peguei o argumento por completo, o argumento do cutter, né? Eu teria que ler o completo o artigo depois. Mas a minha objeção inicial com relação a isso seria basicamente o seguinte, que se no caso ali se no caso ali esse esse sofrimento, né, esse tormento consciente eterno, né, ele é de fato genuinamente eterno, então significa que ainda assim essas unidades de sofrimento, digamos assim, ah, vai chegar num momento em que vai ter que chegar uma unidade mínima que vai se perdurar ao longo da eternidade completa. Ao longo da eternidade completa. >> E ainda assim, né, se você chegar na sua unidade mínima de sofrimento ali que vai se persistir, vai se perdurar ou algo assim, ainda assim vai ser algo que em termos gerais vai ser algo infinito em última instância, né?
¶819Não sei que que você acha desse desse desse ponto. Ô, >> eu acho Ah, tá. Eu acho que tem uma coisa muito estranha, porque assim, primeiro, né, se a gente fosse diminuir, se tivesse um decaimento geométrico, igual ele colocou do sofrimento, ia chegar um momento que não ia ser sofrimento, porque, né, mesmo que não chegasse a zero, teria que chegar a algo, a um nível de de intensidade que seria imperceptível, né? diminuir tanto se a gente for dividido por dois, por 2, por 2, por 2, por 2, por 2, por 2, por 2, por do, assim sucessivamente, uma hora a gente chegaria num sofrimento que é 0,001, que provavelmente seria a uma intensidade imperceptível, que é estranho de entender, mas acho bem esquisito isso do sofrimento e decaindo desse jeito. Mas tem uma outra questão, na doutrina católica, tem uma separação entre duas punições que uma pessoa sofre quando ela vai pro inferno.
¶820Porque assim, ah, depois do juízo final, tipo assim, quando a pessoa morre, agora se você se você morresse assim, o David Ribeiro morreu, faz de conta e a doutrina católica for verdadeira, a alma do David Ribeiro vai pro inferno intermediariamente. Só a alma. Ela vai ficar lá até o juízo final, quando vai ter a ressurreição. Aí de novo a alma do David Ribeiro vai ser unida ao corpo dele e você iria pro inferno com corpo e alma para ser punido. E aí teria duas punições, né, no inferno.
¶821Uma punição dos sentidos, que aí você vai sentir dor, você vai sofrer, você vai chorar, você vai ter toda a parte do sofrimento. E tem uma outra punição que é a própria separação de Deus. Então assim, pros pro catolicismo, né, a estar separado de Deus é por si só uma punição, né? Então o inferno é eterna separação de Deus. Nesse caso, talvez, eu não sei se ele tá tentando fazer isso, né?
¶822Talvez pudesse se distinguir essas duas punições, né? A separação eterna de Deus. Então você tá no inferno, que é um lugar onde você não compartilha da visão beatífica, onde você não experimenta a presença de Deus. E outra coisa é o sofrimento dos sentidos, que é a dor, o sofrimento e tal. Eu não sei se se a ideia dele é que talvez esse sofrimento vai decaindo, decaindo, decaindo, decaindo, decaindo.
¶823Não sei se chegaria num nível imperceptível, mas não sei se ele chamou de Everlasting, talvez a punição de estar eternamente separado de Deus no inferno. Então não sei, uma interpretação possível do que ele falou é que talvez o que fosse Everlasting, o que fosse Dorassim para sempre fosse a punição de eterna separação de Deus. e talvez não necessariamente o sofrimento dos sentidos, a punição dos sentidos, mas foi essa assim, é uma interpretação do que ele falou. Não sei se é exatamente isso que ele quis dizer. >> É, pelo que eu entendi, é isso.
¶824Eu teria que ler também o artigo do do Queterter por completo, né, para entender melhor o o raciocínio dele e ver se não tem alguma outra problematização possível, né, para esse tipo de >> linha de raciocínio ali. >> Mas enfim, vamos lá. Ele tá falando aqui que não sabe se de fato esse tipo de coisa é estacionada ou permitida pelo magistério, né? E se no caso não for, ele submete, no caso, toda a autoridade do do magistério e que ele é o primeiro a atacar fogo, né? Colocar isso numa numa fita ou alguma coisa assim, né?
¶825no pen drive, tacar fogo e sumir. O primeiro a celebrar uma queimada, né, desse, enfim, desse HD ou desse, enfim, esse dispositivo de armazenamento, né, ou algo assim. >> Aí ele trouxe aquele ponto lá de que o inferno é um estado atemporal, é sem fim. Mas se no caso é temporal e você tem só uma finita de sofrimento, ele nunca está acabando. Está sofrendo, mas é só um sofrimento finito.
¶826>> É só uma punição finita pelo que o objetor chama de um crime infinito. Essa visão acho que era incompatível, né? O an com a com a visão até é como eu disse, eu fui de o exemplo do David Ribeiro, né? No final, depois do juízo final, o David Ribeiro teria que ir pro inferno de corpo e alma. Então não pode ser timeless, né?
¶827Porque como é que vai ter um corpo e alma junto numa condição timeless, né? Isso é bastante bastante estranho. Eh, então, até onde eu sei, assim, na doutrina católica, o inferno ele não é atemporal, até porque a alma ela tem uma experiência diacrônica, né, no catolicismo. A experiência da alma do tempo, ela é diacrônica, ela não pode ser sincrônica, até onde eu sei, você não pode ter uma, você não pode também nem ter experiência como o intelecto dos anjos, né, que tem uma experiência que os católicos chamam no Evo, né, que é chamada devo temporalidade, que é uma experiência do tempo. é atemporal, mas não é a mesma temporalidade divina.
¶828Envolve uma experiência das coisas de maneira discricionária, ao invés de contínua. Mas até até onde eu sei, a alma no catolicismo, ela tem uma experiência do tempo que é diacrônica. Eh, no inferno eterno, a pessoa vai estar lá em corpo e alma. Isso é muito importante na doutrina católica. A pessoa vai pro inferno depois do juiz final, não só em alma, mas também em corpo.
¶829Ela está no inferno em corpo e alma. Mas eu acho que é muito curioso ele usar a expressão, né? eu submeto o meu intelecto ao magistério da Igreja Católica. Tipo, ele foi, todos esses milagres foram suficientes para ele chegar à conclusão de que ele deve submeter o intelecto dele. Não é tipo assim, só meus artigos de fé, só as coisas que eu acredito em relação a Jesus.
¶830Não, ele submeteu a intelectualidade dele ao magistério da Igreja Católica. Mas enfim, só notando o que ele disse, né? Eu achei bastante forte. Eu acho que ele intelecto, vai querer dizer, talvez ele tenha querido dizer submito aos artigos de Federicados pela pelo é >> é >> talvez ele só errou só na fala >> aí tem outros modelos que você pode ir, né, para tentar lidar com isso. Aí ele menciona, vai mencionar aqui a visão do Jack Maritané, >> acho que é o tomista do século X.
¶831Na verdade, eu acho que Ja maritan lembro se exatamente tomista, se não me lembro, acho que não, não sei. Model called like the revery model or something like that. Where maritan ele é mencionado pelo Brian Shelly no texto que eu traduzi, né, sétimo ano. Ah, >> eu acho que ele pode serum >> leomista ou neutomista. É, é confundindo com luz de Molina, eu acho.
¶832Por isso que que eu vi com essa questão. A luz de Molina que é distinto do tomismo é outra linha. >> Ah, deixa eu ver se o que que ele falou. Não, não presta atenção. Calma aí.
¶833>> O modelo da reverência. Basicamente Deus mitiga o sofrimento. Condenados falou do curso do tempo até o ponto que depois que eles têm preenchido a punição justa. Talvez isso seja totalmente não meritoso. Basicamente seu sofrimento diminui.
¶834O sofrimento diminui até o ponto de que em algum ponto ele só experiencia a perda, a experiência da perda da visão não obstante em termos dos seus sentidos e da sua felicidade natural, eles alcançam o estado de beatitude natural. Esse exemplo do que o Jack Maritan propôs coisas sobre a população do inferno. Isso isso é consistente com as questões do magistério. Eu falei com James Dominic Rooney. >> Ele tem um um livro excelente sobre o inferno.
¶835Ele fala sobre esse modelo, até onde eu me lembro, sendo magisterial. Uhum. Mas enfim, vamos. O que que você acha desse modelo aí do Jack Maritan? Então tem essa tem essa ideia mesmo de que a pessoa no inferno ela pode receber algumas graças, talvez, não sei se graças divinas, é alguns católicos talvez, né, como algumas graças divinas que Deus pudesse fornecer para elas enquanto elas estão no inferno.
¶836Eh, e eu acho que aí ficou muito claro que talvez ele esteja realmente diferenciando a pena dos sentidos da pena da separação, né? No caso do Jax Maritã, fica bem claro, né? A pena da separação, ela vai se manter. Não tem como tirar essa. Ah, os os condenados do inferno jamais terão acesso à beatitude eterna.
¶837Ah, no entanto, a pena dos sentidos, ela pode ser mitigada por Deus e depois pode ser inclusive acabar, né? Não, não vai ter mais. Vai mitigando, mitigando, mitigando até não ter mais. Então eles ficam só com a pena eh da separação e eles podem ter acesso a uma felicidade terrena, né, que é a betitude natural, que é o que o Aristóteles chamaria deudaimolia. É a é a felicidade que uma pessoa terrena poderia ter.
¶838Agora, o assim, o que eu acho curioso é que eu não sei se a sensação que dá quando tem esse movimento é que é uma espécie de tentativa de mitigar uma doutrina que ela é muito pesada se ela for aceita de maneira pura. Eu acho que a maioria dos católicos não faria essa tentativa de mitigar doutrina. Eles diriam claramente: "Olha, o ensino da Igreja Católica é que uma pessoa que ela vai pro inferno, ela vai ficar lá sofrendo para sempre, né? Eh, choro e rangir de dentes." As linguagens bíblicas é bem assim, né? Fogo eterno, vai ter choro e rangir de dentes.
¶839A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, apocalipse 14. Ah, então a linguagem também, né, do catecismo também, o fogo é eterno. Então, se a doutrina pura e crua é dizer que o inferno é eterno, o sofrimento é eterno, ah, e que ele e que ele vai progredir indefinidamente, ele nunca vai acabar. No entanto, né, se percebe no Maritã, percebe agora no Joe, que que ele tá tentando fazer? Ele tá tentando mitigar essa doutrina, porque ela, na sua forma pura, ela não é muito palatável.
¶840Eu acho isso é um movimento, né, que contrasta um pouco com o que o George Smith falou, ah, de que para lidar com os milagres católicos, para tentar achar uma explicação naturalista, ele tinha que fazer, eh, malabarismos, né? Algo do foi a linguagem que ele usou. O que eu sinto é que como diante e a sensação que dá agora é que ele tá fazendo malabarismo para poder mitigar uma doutrina católica, né? Eh, tipo, uma doutrina católica que se ela for aceita na sua forma nua e crua, ela é nem um pouco palatável. Então ele precisa, ah, não, então a gente vai ter que recorrer ao artigo que fala que vai ser, na verdade, uma um decaimento em progressão geométrica.
¶841Ou a gente recorre ao Meritã, eh, vai ser, na verdade, uma questão que Deus vai aliviar essas penas. Então, assim, será que o fato dele ter assumido o catolicismo como fé já não tá exigindo dele fazer um malabarismo para poder explicar certas doutrinas? né? Será que isso já vai não vai exigir? Não sei se ele vai perceber esse custo, né?
¶842Eh, depois, porque agora ele tá começando no catolicismo, né? Mas eu não imagino assim, quando ele entrar em contato com a com pesquisas históricas, com discussões dogmáticas, né? Será que ele não vai acabar se vendo tendo que fazer malabarismo para defender as posições do magistério da Igreja Católica? Porque vai chegar alguns pontos que ele vai ter que escolher entre a explicação mais racional ou que o magistério da Igreja Católica definiu. E ele vai fazer o quê?
¶843ele vai ter que fazer um malabarismo intelectual para dar razoabilidade àquela doutrina que o magistério está impondo para ser crida. Então assim, será que ele não acabou trocando um malabarismo pro outro? É o que eu fiquei pensando assim. Perfeito. Eu tô tentando visualizar um problema mais claro com esse tipo de visão, mas >> eu acho que qualquer qualquer noção de inferno e de punição pós morte, né, ela passa por por comprar uma determinada noção de justiça, né, >> a de >> eh justiça retributiva e tudo mais.
¶844Isso já já é um problema. Ah, eu eu acho bastante bastante estranho, estranho isso, na verdade. Então, acho que que talvez uma problematização maior dessa questão iria até pela problematização ah da a noção de justiça retributiva, como ela funciona, como que exatamente ela seria executada. E eu acho muito estranho, tem uma, tem uma problematização que eu também acho curiosa assim, é que isso os hindus, eu acho que talvez a noção de infernos dele é mais palatável, né? Porque os hindus acreditam que no final dos tempos todas as almas que passaram pro inferno em alguns momentos elas vão ser salvas, né?
¶845Eles estão uma espécie de universalismo, né? Eh, isso é bastante interessante porque na ontologia católica, digamos assim, na ontologia católica, geralmente a gente tem a ideia de que no fundo todas as pessoas foram criadas à imagem de Deus. No fundo elas têm uma semente, né? Mesmo que seja uma fagulha de bem. Então se a gente pensar assim, não sei quanto tempo demoraria, né, mas toda pessoa, provavelmente exposta ao conhecimento e à oportunidades necessárias, um dia acabaria por se converter, né?
¶846Então eu fico pensando assim, por que exatamente Deus não poderia libertar ou resgatar uma pessoa, né, depois de muito tempo, né? Por que que tem que manter essa separação eterna de Deus? São coisas assim curiosas, né? Uma coisa que me passou pela minha cabeça é que parece que esse tipo de de raciocínio piora o problema do da razoabilidade de morte de bebês e de fetos. >> Sim, sim.
¶847>> Sabe? Ah, porque assim, se você vai ter só essa parcela de sofrimento, de sofrimento, no caso ali, que vai se diminuindo ao longo do tempo até você cumprir uma pena específica, né, que é finita, digamos assim, em termos dos seus atos, né, proporcionalmente falando. Então, parece que no caso não é uma gravidade tão grande assim, ao ponto de você não conseguir suportar isso se você sair matando vários bebês ou vários fetos que vão ganhar a visão biatífica ou pelo menos vão ir pro limbo, ah, e vão ter aí a oportunidade de conseguir aquilo que é de melhor para eles, né, de certo modo. >> Então, o sacrifício que você for fazer com a sua alma, né, se você for fazer um sacrifício com a sua alma, não vai ser tão grande assim. Então, sei lá, se você tiver vários filhos e ficar assassinando eles, né, batizar eles e ficar matando eles, ou então se você >> se é simplesmente a sua punição por isso, ela vai ter uma proporção ali reduzida e blá blá blá, né?
¶848É, >> então parece que no caso ali para que os seus filhos, para que os seus filhos, né, enfim, as pessoas, né, enfim, as as crianças e os bebês, eles não sejam alvos ali de sequer dessa parcela de sofrimento que você tá se dispondo a sofrer para poder salvá-los, parece que você pode fazer esse esses pequenos sacrifícios, né, do seu da sua salvação, da sua contemplação, da visão biatífica para garantir que o máximo de pessoas possíveis, né, elas sejam salvas. Aí a pessoa pode falar: "Ah, não, mas esse raciocínio aí que você tá fazendo, é um raciocínio utilitarista com sequencialista, tá tentando maximizar o bem-estar geral dos seres?" >> Não, exatamente, né? Porque na verdade se a gente ilustra argumentações como a do próprio Michael Hummer, né? No texto dele que ele apresenta, que é um texto, no caso ali de acho que 2016 mesmo, que é o lexical priority and the risks, né? Prioridade lexical e o problema do risco.
¶849Nesse artigo, ele tenta ilustrar justamente que visões, né? no caso ali deontológicas absolutistas, né, ou visões no caso de de eh de prioridade lexical, ou seja, que atribuem uma uma que estabelece que existe certo conjunto de bens de ordem superior, nesse caso direitos, né, no caso da visão de direito absolutista, direito à vida absolutista, eh, que são invioláveis, né, por assim dizer, esses direitos. Se a gente for assumir esse tipo de concepção, né, de direito absoluto, então a gente entra num problema, né, e a gente entra no problema. a gente o problema que é o seguinte, parece que diante do problema do risco a gente, se a gente tiver uma tolerância zero ao risco, então a gente não poderia nem sequer mover um dedo, nem coçar o nariz, nem fazer nada, porque qualquer coisa que a gente, qualquer ação que a gente performe aqui pode gerar um efeito em cadeia, uma reação em cadeia que pode gerar alguma violação de algum direito à vida de alguém por aí, >> o efeito borboleta, sei lá, qualquer coisa assim que vai favorecer o violação de direito de alguém, enfim, alguma coisa, alguma consequência negativa para alguém. Então você teria que ficar estático igual um um vegetal, né?
¶850Você tem que ficar igual um vegetal. Por quê? Porque essa visão de direito absoluto, sinal de você não tem tolerância a risco, eh, você não tem eh tolerância a risco nenhum, né? Para justamente por favorecer a possível violação a do direito de alguém, né? Então, esse caso você deveria ficar absolutamente imóvel na sua casa e virar um vegetal, né?
¶851Ficar vegetando aí. Mas se você tem uma visão de tolerância ao risco, de visão máxima, ou seja, uma tolerância máxima ao risco, então o critério absolutista jamais vai se aplicar e, portanto, você pode se guiar por considerações consequencialistas em termos do risco à disposição para poder favorecer a violação desses direitos. Agora, se você tem uma visão de tolerância ao risco com limite, o limear especificado, aí você entra em um paradoxo, porque você tem duas ações que são individualmente, né? Você tem um par de ações que individualmente elas são OK de serem realizadas, performadas, mas que quando você realiza as duas ao mesmo tempo, você simplesmente é impermitido, você não é permitido a realizá-las. Então parece meio uma coisa meio estranha, porque se no caso as ações individualmente elas são permissíveis, dizer que no caso o fato delas estarem agrupadas juntas, né?
¶852Você estarem agrupadas juntas e ilustrar que o fato delas estarem agrupadas de uma certa forma ou de uma certa maneira impede com que você realize ah aquela ação, né? eh ilustra que você não é permitida realizar aquela ação. Parece ser algo que não se alinha exatamente com aquilo que a gente tipicamente toma como sendo algo que favorece a permissibilidade desses atos, né, desses atos em si serem performados em primeiro lugar. Então parece que isso gera uma espécie de paradoxo, né? Ah, porque no caso das ações, elas são ou permissivas, independentemente se elas são agrupadas ou não de determinadas formas.
¶853Então isso gera um problema aí pra questão das ações, né? Ah, então gera uma espécie de paradoxo, né? OM ilustra isso nesse artigo aqui. Nesse artigo aqui, ó, colocar na Pacific que fala que quer prioridade lexical e o problema do risco, né? Lexical priority a problem, né?
¶854Ah, e aqui ele objeta não só teorias de direitos absolutos, né, através desse problema do de risco, né, usando o problema do risco para ilustrar a problemática dessas visões, como visões também utilitaristas que atribuem a certos tipos de prazeres de ordem superior um valor tão grande que, no caso, nenhuma quantidade de bens de prazeres de uma ordem inferior poderia favorecer a superação de considerações sobre esses bens de ordem superior na hora de você performar uma ação, de se justificar a realização de uma dada ação, um curso de ação. E aí, se isso é o caso, então isso aqui é vindicado, tá pessoal? Isso aqui é vindicado. Deixa eu colocar aqui. Tem até um, tem até um vídeo que eu fiz de A, né, com o notebook ElM.
¶855Com notebook Elim. aqui, ó, no meu canal, que é baseado no texto que eu traduzi do Mstin sobre a questão, tá? Ah, Matthew Adstein aqui, ó. Aqui, ó. Pera aí.
¶856>> Sabe, é como se fosse o desejo de manter o >> Pera aí, ó. Vamos lá. Vamos lá. >> Olá, pessoal. Hoje a gente vai mergulhar de cabeça num argumento filosófico que é ao mesmo tempo super lógico e bem bastante perturbador.
¶857Vamos seguir o raciocínio do autor Matthew Adolstein para confrontar uma ideia que mexe com uma das crenças mais fundamentais de muitas religiões, a doutrina do inferno eterno. Olha só o nosso roteiro de hoje. A gente vai seguir a lógica do Adem passo a passo, tá? Do dilema inicial pro argumento principal. Depois a gente passa pelas objeções e outras visões até chegar na conclusão dele.
¶858Preparados para esse desafio? Então bora lá. Bom, para começar, o ponto de partida do Adolstein é um dilema que ele acha muito, mas muito perturbador. É um tipo de paradoxo que aparece quando a gente bota duas crenças bem comuns lado a lado, e o resultado disso acaba desafiando o nosso senso mais básico de moralidade. Primeiro, é super importante a gente entender de onde o autor tá falando.
¶859O Adelsin não faz nenhuma questão de esconder que ele acha a ideia de um inferno eterno algo moralmente horrível, repugnante mesmo. E é justamente essa repulsa que serve de motor para ele investigar se essa crença se sustenta de pé, sabe? Se ela faz sentido do ponto de vista lógico. E aqui, aqui tá a pergunta central. É a bomba que o Adols tem joga no meio da discussão.
¶860Pensem comigo. Se um bebê que morre vai direto pro céu, mas se ele crescer corre um risco enorme de ir pro inferno para sempre. Porque então matar um bebê é considerado o pior dos crimes e não o maior favor que alguém poderia fazer? Essa contradição chocante que a gente vai tentar desembolar. OK?
¶861Agora que a pergunta tá na mesa, vamos desmontar a lógica que tá por trás dela. Como é que o Adstein constrói o argumento dele a partir desse ponto? A lógica toda, segundo o Adolstein, se apoia em crenças que são super comuns. Pensa só. Primeiro, a grande maioria das pessoas de fé acredita que bebês que morrem vão pro céu.
¶862Segundo, essas mesmas pessoas acreditam que se esse bebê crescer, ele corre um risco bem real de acabar no inferno. Se você junta essas duas ideias, a conclusão lógica parece inevitável. O único jeito de garantir o paraíso para alguém é se essa pessoa morrer quando ainda é um bebê. E para mostrar que esse risco de ir pro inferno não é pouca coisa, o Adelstein vai buscar na própria Bíblia. Essa passagem aqui sugere que o caminho da salvação é apertado, difícil, enquanto o caminho da perdição é largo, fácil e é por onde a maioria vai.
¶863Quer dizer, viver até a idade adulta é uma aposta de altíssimo risco. E aí a gente chega na conclusão lógica, por mais desconfortável que ela seja, se o objetivo final é garantir o paraíso para uma alma e a morte na infância é um único caminho 100% seguro, então se a gente seguir essa lógica até o fim, tirar a vida de um bebê não seria um ato de maldade, mas sim o maior ato de misericórdia que se poderia fazer. Claro, tudo dentro da gente grita que essa conclusão tá errada e o Adstein sabe disso. É por isso que ele se dedica a analisar as objeções mais comuns para ver se alguma delas consegue de fato desfazer esse nó na nossa cabeça. A primeira objeção é a mais óbvia de todas.
¶864Ah, mas a Bíblia diz não matar ráas. A resposta do Adelstein é que isso é uma regra, não uma explicação. O mandamento diz o que não fazer, mas não explica por ou isso seria errado nesse caso específico. Um caso onde o ato parece garantir um bem infinito pra vítima. A contradição então continua ali de pé.
¶865A outra objeção é aquela matar é errado e ponto final. Mas o Adstein questiona isso também. Ele diz: "Se dentro dessa visão de mundo a morte é só uma mudança de endereço para um paraíso eterno, porque ela seria um mal absoluto? Como pode ser um mal absoluto mandar alguém de um lugar cheio de dor e risco para um lugar de felicidade infinita? Não fecha a conta.
¶866>> E aí, se você complementa isso com argumento do Hilmer, contra visões de absolutismo ético, né, como de direitos absolutos, >> você consegue avançar esse ponto aí mais adiante contra o católico. Não para por aí não. Adelstein leva o argumento para um ponto ainda mais incômodo, o luto. Se a morte de um bebê é, na prática um bilhete dourado pro paraíso, por os pais ficam tão tristes? Sobe essa ótica, luto vira quase um ato de egoísmo, sabe?
¶867É como se fosse o desejo de manter o filho aqui arriscando a alma dele, em vez de celebrar sua salvação eterna e garantida. Certo? E se a visão mais comum leva a gente para esse beco sem sair da moral, será que existem outras doutrinas, outras crenças que dão uma escapatória para isso? O Deus vai analisar algumas delas também. Uma alternativa e olha bem sombria, é a doutrina da condenação infantil.
¶868Basicamente a ideia de que bebês podem sim ir para o inferno. Isso resolve o dilema inicial na marra, né? Porque agora matar um bebê não é mais um favor, é a pior coisa que você poderia fazer com ele. Só que pro Adelstein, essa solução é moralmente monstruosa. E para ilustrar isso, ele usa uma citação devastadora do David Bentleyhard, que descreve essa imagem de um inferno cheio de bebês.
¶869Um deus que permite uma coisa dessas, conclui a citação, não seria um Deus de amor, mas sim um tirano que a gente obedece por puro medo. E além desse horror moral, o Adelstein aponta que a condenação infantil só inverte o problema. Pensa bem, se um bebê que morre vai pro inferno, então salvar a vida de um bebê vira uma obrigação moral infinitamente maior do que salvar a vida de qualquer adulto, que pelo menos teve a chance de se salvar. A moralidade fica toda torta de novo. Tá bom.
¶870Vamos para uma terceira opção. A ideia de que bebês passam por algum tipo de teste depois da morte. Parece uma solução, né? Mas o Adostin mostra que isso só cria um outro dilema. Pensa comigo.
¶871A chance do bebê passar nesse teste é maior do que a chance de um adulto se salvar em vida? Se a resposta for sim, a gente volta pro problema original. Ainda é melhor para ele morrer beber e ter essa chance maior. E se a chance for menor ou igual? Bem, aí a gente teria um sistema onde Deus dá pr as almas mais inocentes a pior chance de salvação, o que parece incrivelmente cruel.
¶872De novo, um beco sem saída. Então, depois de percorrer todo esse labirinto lógico, de analisar as objeções, as alternativas, qual é o veredito final do metro Edelstein? Onde ele quer chegar com tudo isso? Para ele, o problema já começa na fundação de tudo. A própria ideia de uma punição infinita, por erros que foram cometidos numa vida finita, já soa para ele como algo totalmente desproporcional e, por isso muito difícil de acreditar.
¶873E aqui tá o ponto central do argumento todo. O problema para destein não é só a doutrina do inferno em si, é o efeito dominó aquela causa. Para conseguir fugir daquela conclusão de que matar bebê seria algo bom, a pessoa é forçada a abraçar ideias ainda mais sombrias, como a de que bebês podem ir pro inferno. É como fugir de um monstro e cair direto nos braços de outro, ainda pior. No final das contas, o Adelstein nos deixa com uma pergunta bem desconfortável.
¶874O que acontece quando uma única crença, quando a gente leva ela até a sua conclusão lógica, entra em guerra direta com o nosso senso mais básico do que é certo e errado? A gente é forçado a escolher entre a nossa lógica e a nossa moralidade. E essa é uma reflexão poderosa que fica com a gente muito tempo depois que essa análise termina. E aí, quem tiver interesse, aliás, a deixa eu colocar aqui de volta o texto do Metel Adstein. É esse aqui, tá?
¶875Tá no comentário fixado. Eu traduzi também na pensa naturalista. mostrar para vocês. A gente vai só reagir mais um pouco à questão do do problema do mal, né? As respostas que ele dá o problema do mal e aí a gente finaliza.
¶876Pode ser, San? Rapidinho. >> Tentar ser rápido aqui que já é 3 horas da matina, cara. Vai dar. >> E aí todo mundo precisa deitar, dormir.
¶877A gente reagiu bastante. Deu para reagir bastante coisa. >> Uhum. Deu, deu bastante. >> Vamos lá.
¶878Vamos lá. Aqui, ó, ele fala sobre homossexualidade também. O ensinamento da igreja é homossexualidade. Mas vamos pro mal que, infelizmente não vai dar para abordar tudo. Vamos pro mal que eu acho mais relevante.
¶879>> Vamos lá. Ele ele tá dando três respostas básicas, né? não seria tão surpreendente para Deus, dado que Deus é infinitamente sábio. Então, souteísmo não seria terrivelmente supernões que Deus tem, dos quais a gente não está ciente. Tem cético, né?
¶880Isso aqui, só que uma versão mais fraca, mais modesta. Ele tem para permitir vários males. E perceba que eu não estou dizendo que nós estamos totalmente no escuro sobre quais são as razões de Deus, >> porque meus argumentos da teologia natural, né, que eu uso, eles dependem que eu tenho que fazer alguns julgamentos comparativos sobre psicologia divina. Então, não tô dizendo que nós estamos totalmente no escuro sobre a existência, sobre existência, as razões de Deus, >> mas nós temos que ter um pouco de humidade epistêmica. E isso precisa favorecer assinalmente de uma credência não negligível, uma probabilidade não negligível pra hipótese, que talvez tenha razões que Deus tem, né, para permitir vários males que nós estamos nós estamos cientes.
¶881Então, na medida que isso é o caso, então isso é uma boa razão que diminui significativamente, pelo menos reduz a força evidencial, problema do mal, ao ponto de que poderia realmente ser superado por, sei lá, não pé em pé, não perna em perna, que é basicamente o milagre lá do de um dos santos, né, que ele que ele relatou, né, que ele passou a acreditar, né, só teria vários registros e coisas e tal, né, que ele toma como confiáveis, né, genamente, blá blá blá. >> Então, só uma coisa a dizer agora. Vamos lá. Para responder isso daí, eu acho que é bom a gente trazer a analogia do pai modificada, a analogia do pai reverso que o Trend do Doger traz, >> né, >> no texto de 2016 >> e, né, e que justamente faz um espelhamento na analogia que tipicamente utilizando para motivar o te sético em versões mais fortes, né, como do Stephen Wickstra, do Perry Hendricks, do Michael Bergman e de outros, né, e que o Paulo Vitor gosta, né, desse tipo de teismo cético. Ahã.
¶882que é basicamente o seguinte, essa analogia reversa, ela trata da seguinte maneira. V, vamos pensar assim num pai que de fato ama seus filhos, certo? Agora pensa o seguinte, se esse pai ele tivesse um poder explanatório ali ilimitado, né? Seja que se se esse pai ele fosse onipotente, ele tivesse uma capacidade explanatória de explicar para os seus filhos e de tornar compreensível as coisas que ele tem para os filhos, né? Por exemplo, compreensível para o filho, que no caso a agulhada que ele que o filho dele tomou no braço, que ele levou para tomar no braço, né?
¶883Na hora de tomar vacina, né? Para se prevenir, né? Para imunizar esse filho, se ele fosse capaz de explicar, né? ele tivesse um poder explanatório muito amplo, de forma a tornar compreensível e inteligível para o seu filho, que é aquela agulhada específica, ela serve para imunizá-lo, né? Isso fosse compreensível, né?
¶884Fosse fosse ele fosse capaz de plenar compreensível do poder limitado dele, inclusive poder explanatório. Então é razoável você imaginar, né? Você pensar que no caso esse pai não faria isso, ele não utilizaria esse poder dele relevante para tornar compreensível pro filho as razões pelas quais ele levou ele para tomar aquela agulhada dolorosa, né? Para imunizar ele contra doenças específicas. Ok?
¶885Essa analogia, ela é referida pelo Michael Ten no livro The Problem of Evil de 2019, tá? E esse livro foi publicado pela Cambridge Elements, OK? Vou colocar aqui na tela só para vocês verem. Mas se essa analogia ela é procedente, então a gente tem um problema com esse raciocínio do teísmo cético modesto do Schmith, né? Nem esse teísmo cético do Schmid é vindicado frente a essa questão, né?
¶886Nem mesmo esse teismo cético mínimo é vendindicado frente a esse essa questão, porque é razoável nós pensarmos que em virtude de Deus ser limitado, ele nos faria compreender todas as ações relevantes referente aos males, principalmente aqueles males mais horrendos que nós observamos, né? Inclusive males orinos vinculados o quê? Com o sofrimento animal também. Com sofrimento animal. >> Sim.
¶887Sim. >> Com sofrimento animal. Ok. Então essa resposta simplesmente não não é muito boa, digamos assim. Simplesmente não é uma resposta muito boa.
¶888Para quem tiver interesse, >> esse aqui é o livro, tá? O livro do Michael Toley 2019. Tudo bem? E aí tem um capítulo específico, né? Tem um capítulo aqui específico que trata sobre terismo cético, limitações epistemológicas humanas e incompatibilidade e argumentos de incompatibilidade a partir do mal, né?
¶889Onde ele discorre justamente sobre essas tentativas de se articular, né? Ter respostas céticas, né? Para lidar com o problema do mapa. E aqui traz essa analogia reversa do Tradogard, né, que é mencionada pelo Toly e que serve justamente para desmotivar várias visões de tismo cético ao mesmo tempo. Ah, então é isso.
¶890Bora lá pra segunda justificação dele. >> Bora. >> Mas será que não tem? Se você quiser comentar alguma coisa também, isso aqui acho que não, >> eu só ia comentar que tá muito muito curioso, né? O ele, essa coisa dos milagres católicos tá pensando naquela carta coringa que toda vez aparece quando tem uma objeção, tipo igual o pessoal quando descobriu subdeterminação e tudo era, né?
¶891Ah, mas a subdeterminação, tipo, a toda hora qualquer coisa, argumento que aparece aparece, mas em primeiro lugar, né, os milagres católicos, né, eh, cria uma coisa na balança que mostra que a gente tem que ter uma explicação para isso, sei lá, né, mas só mencionar isso. Mas pode prosseguir >> sim, sim, sim. is that well I mean you could say it actually is very very strong evidence but there's like very strong evidence >> quer dizer pode dizer no caso ali que você tem muita muita muita muita muita evidência ali que tem muita evidência ali contra a existência de Deus, né, nesses termos do da dor e do sofrimento, né, dos males, mas você tem muito muito muito muito muito muito muito muito mais evidências em favor da existência de Deus, né? Só que tem um problema, essas muita muita muita muita muita muita muita muita muita muita muita evidências para existência de um judeus é sujeita à refutação, né, pelo menos a problematização através de argumento dos low pras, dos pries baixos, né, outros pras decisivos e do argumento da evidência decisiva. Então, todo esse caso, ele pode ser rampelado por uma hipótese deísta indiferentista ou uma deísta estética.
¶892Você pode utilizar essas duas hipóteses para rampelar todas essas muitas, muitas, muit muuit muita evidência para existência de Deus, captando todas elas ali de certo modo, no caso em questão e usando a evidência relevante, né, ali que é a evidência do da qualidade, né, que o o Drager chama de qualidade, que é justamente vinculado com a referência à qualidade dos seres semcientes, né, conscientes sem cientes, a vida, né, dos seres conscientes sencientes aqui no planeta Terra, que é uma qualidade ade péssima, envolvendo muito sofrimento, muita dor, muito tédio, muito, enfim, muita intensidade nessa dor, esse sofrimento, muita tristeza, enfim, muita frustração e etc, etc, etc, etc, etc. Entende muita infelicidade e assim por diante, ok? E isso poderia envolver o quê? Rampelar também esses milagres, >> esses relatos de milagres também, sendo cooptados por um caso de um deísmo indiferentista ou de deísmo estético, né? >> Uhum.
¶893>> De um deus que no caso ele tem, ele é onipotente, onisciente. Ah, mas ele não é motivado por razões morais, né? Mas sim por razões estéticas. ou então que ele é motivado por razões ali que são indiferentes à questão da qualidade dos seres sensientes, o conscientes sem cientes, né? Eh, aqui no planeta Terra, ou seja, a questão da vida consciente semciente aqui no planeta Terra, que é a hipótese que ele articula no livro dos quais a gente tá fazendo a leitura comentada, que é o livro Athan the of Evil, que é esse livro aqui.
¶894Mostrar para vocês rapidão, rapidamente. Cara, tem 52 pessoas na live, você acredita, San? >> Três, quase 3 da manhã, né? Na verdade, o >> pessoal gostou do O pessoal tá gostando da live, cara. O pessoal tá gostando da live.
¶895Mas enfim, vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Eh, aqui para quem tiver interesse, vocês podem se tornar membros do clube de membros aqui do canal, tá? Por apenas R$ 27,99, tá?
¶896Vocês conseguem ali ter acesso a essas lives aqui que eu tô fazendo de leitura comentada. Eu vou dar continuidade ao capítulo 6, tá? do livro do Podrapper, mas é basicamente esse capítulo aqui. Esse capítulo aqui, deixa eu só colocar aqui rapidinho, só para vocês verem um trechinho só nada. Esse aqui eu falo sobre o argumento da evidência decisiva, OK?
¶897Nesse capítulo aqui, mas tem quatro capítulos aqui já desse livro, aliás, cinco capítulos aqui desse livro. Eu vou pro sexto de leitura comentada e vocês podem ter acesso através da assinatura do plano, ok? Capítulo 4, eu tratei sobre a questão da probabilidade intrínseca. Capítulo três, eu tratei sobre argumentos evidenciais, né? Ah, em favor do ateísmo, ah, do ateísmo nuclear.
¶898Aí depois aqui teve o capítulo dois, que foi sobre argumentos de inconsistência e o capítulo um foi o que é o ateísmo, né? que é o primeiro capítulo do livro do ahã do livro do Draper, né, de certo modo. E ali discorre, né, é discorrido, né, ele expõe essa hipótese doism diferentista aqui no capítulo 5, tá, pessoal? Então, eh, só para vocês terem uma ideia, mas enfim, vamos lá. Vamos lá, vamos lá, vamos lá.
¶899E o terceiro ponto que eu vou fazer é só aqui. >> Eu não sei, há muitas aí fora >> na literatura filosófica. de identificar certos bens, né, vários bens que Deus pode ter, que justifica ele a permitir vários males. Se nós tomarmos a massiva disjunção dessas, >> ah, seja essa aqui, essa bem ou essa outra ou aquela outra ou aquela outra. Eu acho que isso significativamente reduz a força.
¶900Mal para rodar ele. Para o mal ser feito bem surpreendente na visão do teísmo. Você tem que negar sistematicamente cada uma dessas teodiceias. E tem bons casos para rejeitar cada uma dessas teodiceias, tá? >> Sim.
¶901tem bons casos em favor disso para reitar cada uma dessas regrases individuais. Mas ainda assim, se você for brincar, né, com essa questão de haver várias teodiceias em favor do Deus, a gente pode trazer o Deus, o desafio do Deus malévulo na jogada de novo e fazeria, >> porque a gente pode flipar essas teodiceias em favor do Deus malév >> e fazer o argumento de paridade, né? O argumento de simetria, >> rodaria é uma coisa bem bem ampla, né? Você quase que pode fazer qualquer coisa numa sério. Você pode criar um mundo que os animais ressuscita, você pode criar o a história do pecado original e te é uma coisa muito aberta, né?
¶902Então assim, criar histórias para explicar o mal. Eu acho que dá para fazer bem de maneira simétrica com Deus Maléblo, um monte de que tem odisseia simetricamente, né? Paralela. >> Uhum. Uhum.
¶903Uhum. Vamos lá. >> Uhum. Então, um exemplo de teodiceia para o sofrimento evolucionário animal. >> Boa, eu ia perguntar isso, né?
¶904O, >> quer dizer, o Trenter, ele tem esse livro sobre o problema da dura animal, né? Mas de todas as criaturas grandes e pequenas, onde basicamente haverá um tipo de vida após a morte. os animais, onde os sofrimentos que eles experienciam nessa vida, de fato, irá favorecer com que eles forme uma parte de um todo integrado, nos quais é melhor no todo, como resultado do sofrimento de que eles passaram. Então a capacidade cognitiva deles, né, a será aprimorada no escato um, né, que é os fim dos tempos, para que eles possam apreciar o papel no plano providencial de Deus. >> Você acha que eles vão ser salvos, né?
¶905Ou contemplar visão típica. Eh, bom, eu acho que eles não vão ser salvos, né? Tem que ser conscientes. >> Talvez não. Talvez os mosquitos, né?
¶906>> Esses leãos e as lemones, né? Eu acho que é lem lemores, né? Acho alguma coisa assim. Fato tem algum tipo de desenvolvimento narrativo ao longo da vida deles. E eles podem meio que cultivar uma virtude que, sei lá, supera que eles experienciam nessa vida com o resultado.
¶907Esse é um primeiro argumento para ir contra o Thomas, né? O Tomás ao dizer que os animais eles vão para o céu. Vamos lá. Já que ele se expôs essa teceia, que você tem a dizer sobre ela primeiro, s antes de eu comentar sobre que você acha diss dos animais? Ah, de novo, de novo.
¶908Eu acho que tem um pouquinho de do malabar, eu não te mando de malabarismo, mas não é porque é malabarismo no sentido negativo necessariamente, é só no sentido de que você tem que ter um dado difícil de explicar e que você tem que ficar criando hipóteses para explicar esse dado, que é bastante complexo e que era uma coisa que não precisaria existir se não se tivesse uma visão muito mais simples que falasse que o sofrimento animal, infelizmente, é um dado da realidade que não tem que mostra caridade não tem propósito, né? Coisa mais óbvia, 400 milhões de anos. os animais estão em sofrimento, né? Já tem cerca de 400 milhões de anos desde que surgiu provavelmente o primeiro ser senciente e a vida no reino animal tem sido de sofrimento na maior parte desse tempo. Eh, isso é um dado a realidade muito ruim, 400 milhões de anos é muito tempo de sofrimento, que é difícil de explicar.
¶909A visão cristã tradicional nunca foi muito pró animais, né? Vocês abre Gênesis falando que o ser humano tem que dominar sobre os animais da Terra. Eh, o cristianismo nunca fez uma declaração de que é errado, até onde eu sei, né? Não tem uma declaração eh de que é errado, por exemplo, a exploração animal. Os os teólogos, você pega Tomás de Jaquin, você pega os pensadores católicos, eles sempre colocaram a ideia de que os animais estão ali para servir os seres humanos, de que de que os seres humanos podem se dispor dos animais para atender a o que eles quiserem.
¶910E também tem uma a doutrina que que o ser humano é superior porque ele tem uma alma racional, então na hierarquia ele tá numa posição superior. Ah, então a gente tem um monte de ensinamento que na verdade a própria tradição cristã corroborou a ideia dos animais como não tendo tanta importância assim, né? Até que tem até hoje cig, né? Legando que os animais sofrem assim todo todas essas questões. >> Neocartesianismo, né?
¶911ne cartesianismo, >> é, você entra em contato com uma coisa que o cristianismo, infelizmente, não ligou muito. Até porque o cristianismo pensa para você ter vida eterna, você precisa ser uma alma racional que tem continuidade de personalidade para você poder ressuscitar e você ser contínuo em relação à pessoa que você ressuscitou. Eh, e é e assim, só os seres que têm alma racional vão ressuscitar, né? Porque os animais não têm alma racional. Agora, agora tem um monte de problemas, né?
¶912Primeiro, é difícil até entender como é que funcionaria essa questão da ressurreição animal, porque para haver ressurreição, se a gente pega uma teoria meio parfitiana, né, de de identidade pessoal e tal, né, para haver ressurreição tem que haver continuidade entre a pessoa ressuscitada e a pessoa que morreu. Ah, muitos animais sem cientes, eles podem não ter o nível de continuidade psicológica necessária para isso acontecer, né? né? Então, provavelmente muitos animais que sofreram, talvez nem se não nem tenha como eles ressuscitarem, né? dependendo doal de conexão psicológica, eh, entre o eu deles do presente e o eu deles do futuro.
¶913Eh, mas assim, eu acho, eu acho que é de novo um pouco um pouco da do tanto que o adotar a visão católica tá cobrando dele ter que especular, eh, pensar, reformular, criar teorias para tentar lidar com um dado que se a gente for reconhecer assim, o catolicismo, o cristianismo não é uma religião lá muito próanimal na sua história, né? Tirando alguns casos, né, tipo a gente pega lá Francisco de Assis, alguns casos realmente se importaram com os animais. Recentemente tem te órólogo se importando com os animais, mas a tradição padrão no cristianismo sempre foi colocar o ser humano no topo da criação, os animais embaixo e os animais para servir os seres humanos. E agora, né, que a gente tem uma preocupação com os animais, eh, a gente precisa explicar o que que acontece com eles na eternidade, se eles estaram lá ou não. Não há nenhuma doutrina católica oficial sobre isso, né?
¶914A Igreja Católica não diz que os animal serão animais serão ressuscitados, não tem uma afirmação sobre isso, mas é uma especulação que eu acho que também não tem nem a favor nem contra, né? é uma coisa que a pessoa pode especular em relação a isso. Mas é isso. >> É, então eu vou comentar algumas coisas aqui. A primeira coisa que é difícil de você visualizar como é que seria esse tal desse julgamento e o e o o que de relevante que teria sido favorecido em termos do crescimento moral desses animais de ter passado por, sei lá, uma situação de sofrimento ou sei lá, um dragão de comodo, ele simplesmente morde, né?
¶915Ele morde uma prisa, injeta veneno nela e favorece com que ela fique agonizando e sangrando constantemente, né? Constantemente ali, sem parar até morrer, né? Até morrer ali, através de um sangramento ali que não se estanca, né? Em virtude do veneno do dragão de comodo. Ah, é meio estranho ver isso.
¶916É meio estranho também. É meio complicado de ver também qual que seria o propósito, né? Qual seria o grande crescimento moral ou o grande plano de Deus providencial em estabelecer, no caso, uma um animal, né, que no caso ali como babirussa, que no caso tem o o chifre dele, né, que cresce, né, digamos assim, que cresce e perfura a própria cabeça, né, eh, o os o acho que é o chifre ou dente, não lembro agora, mas que cresce e perfura a própria cabeça, né, de uma modo ali a ele ficar com aquiloada na cabeça dele e coisa e tal. É difícil de você ver, no caso, ã, é difícil você ver o propósito de uma vespa que ela coloca os seus ovos numa lagarta ali que basicamente se alimenta, você clode esses ovos e se alimenta da lagarta por sai de dentro da lagarta ali, né, devorando ela por dentro. É difícil de você ver o propósito desse tipo de coisa num plano divino perfeito, né, de um ser perfeito, moralmente falando, que estabeleceu dessa maneira, né, eh, esse tipo de sistema.
¶917É muito difícil de ver esse tipo de coisa, né? Que tipo de plano providencial esse, que tipo de crescimento moral estaria ocorrendo nesses animais, né? Qualquer coisa assim, que tipo de coisa que eles poderiam aprender disso, né? Eh, que tipo de ensinamento moral eles poderiam aprender esse tipo de coisa. Então, há esse problema aí nesse tipo de teodiceia, né?
¶918Esse teodiceia da da enfim da restauração animal, do julgamento animal e coisa e tal, né? É meio complicado de ver como que isso seria o caso. Outra coisa que gostaria de comentar que parece que essa teodiceia ela tá em tensão com a teodiceia do ela tá em intenção com a teodiceia da omissão que ele vai expor agora do Brian Cutter e do Philips Wenson, porque parece que aquela outra teotseia, né, essa teia da da omissão, ela demanda, no caso, com que a gente ah seja com que a gente seja agente, nós sejamos agentes morais ali, né, que estamos numa posição onde a gente pode se obtir ou até intervir em certas situações da natureza para evitar sofrimento animal desnecessário, né? para evitar ali sofrimento animal ali específico, né, ou coisa assim. Eh, >> então isso daí parece ilustrar uma uma espécie de problemática, né?
¶919uma espécie de problemática aí com relação a isso. Eh, porque parece o seguinte, se há um certo papel nesse sofrimento para que a gente intervenha nessa sofrimento animal, então significa que esses animais, né, o propósito desses animais é justamente serem alvos da nossa ação, né, dos quais vai favorecer com que esses animais sejam empatizados, né, e se empatizem ali conosco, algo assim, né? Eh, mas isso só >> mas isso só se só é possível no caso ali se no caso o propósito geral, né, providencial justamente a gente auxiliar seres que são incapazes de se auxiliarem a si mesmos, né, ou algo assim, né? >> Perfeito. >> Ah, então nesse caso aí eh se ele parece haver uma espécie de tensão aí a primeira fase, né, à primeira vista, pelo menos a impressão que eu tenho, né?
¶920Pode ser que eu esteja errado. Hã, uma outra questão, eu gostaria de saber exatamente se esse tipo de teodiceia não favoreceria uma espécie de, sei lá, de ceticismo moral, né? De ceticismo moral. Porque se no caso ali, se no caso é um propósito de Deus que no caso ali haja esse tipo de sofrimento, né? Ah, se no caso há esse tipo de papel, né, de sofrimento ali, do sofrimento animal, né, naturalmente falando, né, e que vai favorecer com que, no caso, os animais ele de de qualquer maneira, né, os animais de qualquer maneira eles sejam alvos e frutos, né, ah, sejam alvos ali no caso de consideração moral, né, ah, e de um engranecimento, né, de um aumento nas suas capacidades cognitivas morais, né, ah, de modo eles reconhecerem o plano deles, né, eh, ali o papel deles no âmbito providencial, né, no âmbito do providencial geral.
¶921Então, nesse caso, ah, o que que acontece? Nesse caso, o que que acontece? Acontece que parece que qualquer intervenção que você tente realizar, né, por assim dizer, qualquer intervenção que você tente realizar para auxiliar eles ou para reduzir o sofrimento deles, etc., é algo que pode estar muito bem afilutando contra o propósito natural, né, vinculados com esse plano providencial ali que você não tem ciência. Isso se generaliza também para males morais em outros âmbitos, né? Mas enfim, eh, outra coisa que eu acho que talvez gereia de eu ir abordando, é aquele argumento do Carlo, do Luiz Oliveira, aliás, do Luiz Oliveira, do Luiz Oliveira a respeito do da tese da simetria de que, no caso ali pelas mesmas razões que Deus estaria supostamente justificado em permitir certos males, né, com base em considerações ali, ah, enfim, de considerações em termos de direitos divinos, em termos de considerações, no caso ali, ah, de livre arbítrio, ah, com base em considerações ali de, enfim, em considerações ali de permitir com que certas virtudes sejam fomentadas ou qualquer coisa assim, se no caso essas mesmas razões não favoreceria simetricamente a gente está justificado em se abster de agir moralmente em certas circunstâncias, já que no caso Deus vai extrair um bem maior de qualquer adversidade que aconteça ali, né?
¶922Ah, e qualquer ação que a gente realize pode ser que favoreça o impedimento da extração de um bem que poderia ser ainda maior do que simplesmente se a gente intervir. Ah, então eu gostaria de saber exatamente o que que ele tem a dizer sobre isso também, sobre o argumento da simetria do Luiz Oliveira, né? Para quem não sabe, né? O o problema da simetria é esse daqui. É between the rock and the hard place.
¶923Luis Oliveira God evil between the rock and hard aqui, ó, no publicado no International Journal for Big em 2023, tá? Inclusive o próprio J Media, ele fez uma discussão no canal dele entre o Justin Money e o Luís Oliveira, né, para quem tiver interesse, ó. E o Luiz Oliveira, inclusive, ele é um filósofo brasileiro, tá? Sto modo, ali é o filósofo brasileiro ali. H, é o filósofo brasileiro.
¶924Aqui vocês vão canal Magister Reason do J, vocês vão ter a discussão do Luiz Oliveira aqui, ó. If God exist is everything permitted. Se Deus existe, tudo é permitido. Aqui, ó, Luiz Oliveira com o Justin Mania. Foi muito legal essa esse debate aqui, essa discussão foi foi interessante, foi legal.
¶925Então é isso. Então, quem tiver interesse aí só assistir aqui, OK? Onde eu ilustro esse argumento da simetria, da simetria, mas enfim, vamos lá. Aí ele fala assim: "Ah, quando você diz que eles vão estar no céu, né, no paraíso, não é que eles contemplam a visão biífica, né, Mas isso não é ensinamento da igreja, né? Essa questão de que vai haver animais numa visão beatífica ou qualquer coisa assim.
¶926>> Falou: "Certo, certo". Aí ele falou: "Ah, ah, aí o Schmit falou: "Ah, mas até onde eu posso dizer, isso é plenamente consistente com que os ensinamentos do magistério falar: "É, é consistente, >> mas esse é o argumento primário do TR, né? Ele tá perguntando." >> Aí o falou: "Eu acho que é um dos argumentos, né? É uma das principais respostas pro argumento evolucionário do sofrimento animal. >> Ele falou a mais recente agora feito pelo Brian Cutter e Philipson chamada de sa da omissão.
¶927>> Sim, ele ganhou um primo muito bem estimado na filosofia, coisa e tal. Deixa eu ver aqui. Eu acho que vai está prestado >> nós já temos nosso conhecimento de fundo, né? Deus não deu deu a nós responsabilidade moral de alta escalão por quão bem as vidas das outras criaturas prosseguirão serão para outros animais, mas também para outros seres humanos. Ele nos colocou basicamente em uma situação, né, circunstâncias morais de alto alto risco ou de alto escalão você ou se omite a ajudar ou você ajuda.
¶928Nós podemos fazer uma massiva diferença para o quão longo de outros prosseguem. Porque Deus pode fazer esse tipo de coisa. Bom, porque se nós de fato ajudarmos as pessoas, isso pode favorecer infinitos benefícios por entre eternidade, porque isso pelo menos habilita o melhor relacionamento e entre eu e a pessoa com as quais eu ajudei. Eternidade ou você me salvou. estava me avocando e você salvou minha vida.
¶929Pense sobre isso, né? Se isso aprimora o nosso relacionamento eternidade, então esse bem pode ser agregar e favorecer um bem infinito. Isso isso pode a possibilidade de habilitar esse tipo de bem. justifica arriscar em termos de danos finitos, de nós omitirmos de ajudar outras pessoas. Agora nós de fato temos o nosso conhecimento de fundo.
¶930Isso é meio que a god eh é um ponto de acerca de Deus, né? Algo assim. pode muito bem estar interessados, né? Pode estar interessado dado o alto escalão, né? O alto nível de responsabilidade moral.
¶931>> Isso só se aplica ao Isso se aplica também no caso ao do processo evolucionário. >> Talvez era vários seres, né? agentes não humanos >> racionais delegado com a tarefa de de benevolentemente guiar o processo evolucionário para longe de dor e sofrimento e enfim e definhamento por não >> Opa, calma aíbios de uma simbiose. Mas eles simplesmente omitiram de intervir, né, de ajudar. Então, razão pelo quais talvez tenha seja anjos porque, por exemplo, não quiseram.
¶932>> Eu não vou guiar o processo evolucionário >> na direção benevolente, né? Uma direção benevolente ou algo assim. >> É uma direçãoente. >> E aqui novamente isso pode ser justificado, ó. O fato de que se eles tivessem feito >> a sua tarefa apontada divina.
¶933Opa, >> poderia ter permitido. >> Mandaram live pix. Pera aí. >> Pera aí. R$ 5.
¶934Na sua opinião, que as pessoas mesmo ao existir de forma tão passiva na realidade, ainda assim continua acreditando. >> Tá, deixa eu colocar aqui rapidinho, ó, quem mandou para nós. Vamos lá. Cara, tem várias explicações, né, desde explicações psicológicas, né, em termos da psicologia da pessoa. desde explicações ali, talvez de razões, né, razões específicas envolvendo, sei lá, respostas que a gente tem.
¶935>> Eu não ouvi o o áudio, não sei o que que ele falou. Que que ele falou? >> Você não ouviu, cara? Deixa eu ver. >> Não, >> eu nãoitei o áudio.
¶936Vocês não ouviram? Vocês não ouviram não? >> Eu não ouvi não. >> Tá. Basicamente ele ele perguntou na sua opinião, porque as pessoas mesmo com mal existindo de forma tão massiva na realidade ainda assim continua acreditando, né?
¶937Acho que foi isso. Eh, isso aqui é o satanás mandou Satanás. >> Satanás. >> Será que ele é um de Será que ele é um um dos um dos dos seres angelicais que está se omitindo? Talvez é isso que ele faz.
¶938O que você acha? Que que você acha? >> Eu acho, eu acho isso muito estranho, né? Porque primeiro assim, eh, se existem seres que eles foram delegados com a função, eh, de guiar o processo evolucionário, impedir esses sofrimentos, primeiro que eu fico pensando como é que eles iriam guiar o processo evolucionário, né? Porque se eles interferem no processo evolucionário, o processo revolucionário requer seleção natural, sofrimento, morte dos que não conseguiram se adaptar, blá blá blá.
¶939Provavelmente não sei se o se o se o processo revolucionário funcionaria bem, mas enfim, eu não sei como é que funcionaria isso exatamente. Eh, eles guiam no processo evolucionário. Eu fico pensando, né, a gente teria que admitir que todos não guiaram o processo evolucionário, porque até onde a gente sabe, el tem nenhuma evidência de alguma intervenção nesse processo. Até onde a gente sabe, né, eles não deixaram nenhuma marca de intervenção. Então assim, todos se omitiram, não teve nenhum dos dos que foram delegados essa função que que fizeram alguma coisa.
¶940Será? Será que alguém chegou, algum desses seres chegou a fazer alguma coisa? Você chegou a fazer, não deixou nenhuma marca na história da evolução? Como é que foi isso? Eh, e tem uma outra questão que assim, quando a gente delega uma função a uma pessoa ou um grupo de pessoas e esse grupo não vai cumprir essa função, isso não tira a responsabilidade da gente fazer então o que tem que ser feito, né?
¶941Sei lá, se você, sei lá, você tá numa praia, tem um salvaavidas, né? O o tá lá, você sabe que o Salvovidas não vai cumprir a função dele, sei lá, o Salvo Vidas ele é preguiçoso por algum motivo, não quer cumprir a função dele de salvar as pessoas que estão pior. Pior, ô San, complementando você, pior, ainda mais quando envolve um sofrimento excruciante e de muitas pessoas, né, ali de muitos seres conscientes. >> Sim. É, nesse caso, nesse caso é porque a gente não tem não tem não tem lógica do tamanho de tantos seres que são, mas a casa chegaria os quentilhões.
¶942É porque a gente a gente não é muito, gente, não é muito é é chegaria na casa dos quentilhões. É uma coisa assim que não dá nem para contar, porque são 400 milhões de anos e hoje a gente já tem evidência consistente de que boa parte dos insetos eles são sementes. Então, inseto é o que não falta no planeta. Então assim, boa parte dos insetos eles são sem cientes. Eh, acho que é o Brian Brian Francis que coloca a casa é 10 elevado a um número bem alto.
¶943Agora eu esqueci, não sei se é 10 elevado 18, 10 elevad número bem alto, é na casa dos quentilhões. Assim, não dá nem para mensurar assim, na nossa na nossa cabeça não cabe isso. Ele usa até uma analogia, né, que se a gente entrasse numa numa nave espacial e fosse para um planeta, chegasse lá e descobrisse que lá tem 10 quentilhões de seres sencientes sofrendo de maneira excruciante, a gente conclui que o ser que criou aquele planeta só pode ser um ser horrível. Porque como assim? Você colocou 10 quilhões de de organismos num planeta para eles sofrerem de maneira excluciante.
¶944Então, se a gente tem 400 milhões de anos, eh, quintilhões de de organismos sem cientes e que viveram a sua maior parte da sua vida de maneira bastante sofrida. Ah, que tipo assim, e e aí que entra, né, a sei lá, se você tá numa praia, tem 15 milhões de pessoas se afogando, você pode fazer alguma coisa para impedir isso? E aí você vai falar: "Não vou fazer porque na verdade quem foi delegado foi o o salvavidas". Não é a minha função. Isso não faz não faz sentido, né?
¶945Eh, se o a o princípio de ajudar uma pessoa que tá em uma situação de sofrimento é assim, se você sabe que quem deveria estar ajudando não tá ajudando, isso não tira a sua responsabilidade de fazer alguma coisa, né? Eh, então assim, eu gostaria, eu gostaria que que as pessoas, sei lá, né? Eu gostaria que os governos fizessem mais coisa para diminuir a pobreza. Eu gostaria que a a e isso não tira minha responsabilidade de ajudar uma pessoa que tá passando necessidade, porque o governo tem a responsabilista, né? Só de professor para facilitar, vamos supor que fosse a função do governo ajudar as pessoas em situação de pobreza.
¶946Isso, se o governo não tá fazendo nada, isso não tiraria a minha responsabilidade de fazer alguma coisa? Então assim, eh, que que Deus é esse que delegou um grupo de pessoas que não vai que ele sabe que não vai cumprir essa função, um grupo de seres racionais que se que ele sabe que não vai cumprir essa função e ele não faz nada então para para colocar alguma coisa no lugar dessas pessoas para convocar outras pessoas então para fazer essa função. Sei lá. >> É uma resposta ridícula. É, é que nem o Café falou, né?
¶947Uma versão modificada ali do da visão do Planta, né? sobre a intervenção dos demônios, só que agora com seres omissos, né, que supostamente seria compatível com as teorias científicas atuais, né, as hipóteses científicas atuais que a gente tem, né, ah, já que no caso não há sinal nenhum de intervenção ou algo assim, né, cientificamente falando. Ah, só que isso daí é, eu costumo dizer o seguinte, vamos usar uma outra analogia, né, para para deixar isso claro pro público aqui que tá. Imagina que eu sou pai, né, seu eu sou pai e eu delego a função pros meus filhos, né, mais velhos. simplesmente cuidarem dos meus filhos mais novos.
¶948Só que daí eu percebo que eles estão sendo omissos, né? Com relação a isso. Eu não faço nada para obrigar eles a cuidar direito dos meus filhos mais novos, né? Então, gente, >> 400 milhões de anos, quilhões de organismos vivos, sei lá, se meus filhos mais novos começassem a sofrer ali ou enfim, não fossem alimentados direito, né, nos períodos ali relevantes em que eu deleguei essa função paraos meus filhos, né, naquele período que eu que eu tava ocupado e eu percebo isso, né, e não faço nada para obrigar eles a a tomar alguma algum curso de ação ou eu mesmo não tomo curso de ação de alimentar meus filhos direito ou de cuidar deles direito. Eu sou também igualmente responsável, cara, por isso daí, por essa omissão.
¶949>> Uhum. Sim, sim. Ficou e e tipo assim, ótimo de tempo, né? Passou 400 milhões de anos, eles não cumpriram a função deles e Deus não fez nada. Eh, todo esse tempo ele não obrigou, ele não fez não obrigou, ele mesmo não fez ele mesmo não fez alguma coisa quando ele viu que ninguém tava fazendo nada, >> deixou sofreras.
¶950>> Piorar, para piorar, chegou os seres humanos e a gente tá fazendo o contrário, né? A gente tá matando animais a rodo, né? 85 bilhões de animais terrestres todo ano, trilhões de de peixes, de seres aquáticos. E Deus também não tá fazendo nada, né? A gente ainda não >> isso é isso no nosso caso, né?
¶951Porque ali o essa teodiceia, essa teodiceia ela visa esse pro período >> préhomoospens, né? Pré-homo sapiens, pré-homo sapiens e pré-outros >> ancestrais comuns dos homo sapiens, né? Digamos assim. >> Uhum. Então, tipo assim, nossa, o o os esses seres espirituais que deveriam estar ajudando os animais não estão ajudando.
¶952Os seres humanos chegaram na onda, tão destruindo os animais, explorando, matando, causando sofrimento. E esses esses seres eh que foram delegados para cuidar dos animais também não estão fazendo nada. E Deus não tá fazendo nada também. >> É igual não existisse, né? Como se não existisse esse Deus, né?
¶953Mas também >> não faz diferença. Não faz diferença. É. É um Deus omisso, né? Não é só, não é só os anjos que estão omissos.
¶954Deus também tá muito omisso. >> Uhum. >> Deus omisso. Vamos lá. >> É, mas esses bens infinitos por toda a eternidade só seriam obtíveis se de fato houvesse esse relacionamento, se houvesse essa intervenção genuína desses seres.
¶955Mas não tá tendo. Não teve e não tá tendo. No nosso caso agora tá tendo algumas, né? Mas ainda assim, em comparação com as intervenções negativas, nem se compara. >> Uhum.
¶956>> Você vai ter mais sofrimento, mais problemas do que simplesmente ah um relacionamento genuíno e mais íntimo entre essas pessoas ou de uma que seja infinitamente valioso, coisa e tal, né, de reconhecimento, deh, você me salvou. A maioria desses relacionamentos, na verdade, vão ser relacionamentos da onde a pessoa que foi vítima de alguém, ela vai reconhecer aquela outra pessoa e ela sentiria o quê? O sentimento apropriado em relação à aquela outra pessoa seria o que? De repulsa, de nojo pela pessoa que violentou ela, esquartejou ela e matou ela. >> Uhum.
¶957>> Nesse caso dos animais, principalmente dos animais principalmente, né? Com a fazend as fazendas lá. >> É os animais, os animais na terra como se eles tivessem jogado nos jogos mortais, né? O brincadeira que a gente faz daquele tem aquele tem aquele filme, né? O filme, não, série Round Six, eh, Jogos Mortais, porque o a natureza selvagem é tipo isso, é tipo uns jogos mortais.
¶958Você tem que tá tem um predador atrás de você a todo momento, você tem que tá caçando comida. É como se Deus tivesse tacado os animais no mundo que parecem jogos mortais e que eles se virem nesse nesse planeta, né? Uma analogia. Mas é porque a vida no mundo selvagem é quase isso. Ela é ela é bastante ruim.
¶959E no mundo doméstico para seres humanos não tá melhor, né? Mas enfim, vamos lá, vamos lá, vamos terminar logo aqui. Deixa eu ver. Tá acabando. Acabando.
¶960>> É, então essa correta ou você tá dizendo que é? Aí ele falou: "Não, sim, sim, sim. Tô tentando dar uma acomodação". Com certeza. Isso é como outra coisa, essa história não precisa ser plausible por ateísta.
¶961Isso daí. A gente só tem que considerar que condicional atteísmo. Condicional te tentando prever. Comproável, no caso, a evidência do teicional ao teísmo teísmo. Isso é pelo menos uma negligente não improvável história e eu acho que é não negligente provável.
¶962Para iniciantes, nós já temos significativas evidência e empírica em favor da existência, fenômenos demoníacos, intelectos não humanos. Segundamente, é bom para criar criaturas boas. O que que acontece com essa grande vão? esse grande vão, o intelecto de nós, intelecto, nós seremos surpreendidos no todo. Deus criasse uma horda de outros seres intelectuais, seres intelectuais, né, capazes tanto quanto nós ou até mais do que nós.
¶963Já sem, nós já sabemos de acordo com o nosso conhecimento de fundo, que Deus dá as pessoas, as significativas, altos níveis, né, alto escalões de responsabilidades morais, mas que se nós nos omitirmos de levar nossas obrigações morais a sério, isso pode ter muitas consequências drásticas na nossa vida. e na vida de outros. >> Então vamos lá. Nós já temos no nosso conhecimento de fundo evidência testemunal para evidência testemunhal no caso da existência de demônios. >> Caramba.
¶964Diga. >> É, se ele tem eh eu só ia falar assim, se ele tem evidência da existência de demônios, né? Pelo jeito, o mundo dele tá populado de espíritos malignos. Isso criaria um ceticismo enorme, como a gente já explicou, nas próprias crenças dele. Então assim, eu acho que ele não percebe isso, né?
¶965Que os mesmos demônios que estão deixando as pessoas possessas podem ser os mesmos demônios que estão fingindo se é a Virgem Maria. Podem ser os, porque os demônios, inclusive biblicamente, eles têm o poder de se transfigurar em outra pessoa. Isso é um uma visão comum no cristianismo de que o dos demônios têm poderes de transfiguração. Então, um demônio pode fingir ser o David Ribeiro aparecer aí para alguém no quarto, começar a falar alguma coisa. Então, assim, nada impederia que esses demônios estivessem se passando por Nossa Senhora.
¶966Ah, segundo ele vai citar a Bíblia, né? E aí eu lembro de novo, né? que o próprio Jesus Cristo foi ele mesmo que disse, Mateus capítulo 7 versículos 21 e 22 e Mateus capítulo 24 versículo 24 que não se deve acreditar em alguém só porque faz milagre. Inclusive, né, o Lutero, só eu mencionar isso, né, o Lutero, que é um protestante, ele tinha uma expressão por causa desse texto de Jesus que ele dizia assim: "Não se deve acreditar em alguém que pregue contra a Bíblia, ainda que essa pessoa faça chover milagres todos os dias". Então ele era um protestante, né?
¶967E contra os argumentos católicos a favor de milagres, ele usava essa expressão. O próprio Jesus disse, né? É baseado no que Jesus disse, eu posso dizer assim: "Se você encontrar uma pessoa, mesmo que ela faça chover milagres todos os dias, você não deve acreditar no que ela tá ensinando se você não tiver boas razões." Mas vamos prosseguir, >> vamos prosseguir aqui. >> É, então isso não é um propósito de adock, né? Satã, ele é o príncipe desse mundo.
¶968Ele é o príncipe dos poderes do ar e coisas como essa. >> Nós sabemos e nós precisamos ver o porquê haverá diferentes bens habilitados por esse tipo de de responsabilidade ao longo do curso. E evolutiva ao dar eles dar ao dar esses anjos um tipo de providencial. é providencial em relação ao resto das criaturas. E até aqui disse no caso que é Deus Deus deu aos anjos aos anjos certas tarefas no ordenamento providencial e governança da criação.
¶969é condicional ao não é do todo surpreso que Deus irá criar seres como esse. >> Não há tão surpreendente assim dados infinit infinitos bens que podem seros disso. Essa responsabilidade fazedor de diferença. >> É, não é no todo de rock. essa evidência aí em termos de a evidência de possessão demoníaca como sendo totalmente não adoque e não surpreendente no teísmo.
¶970E novamente as hordas evolucionárias que nós vemos são males finitos. Por ruim que eles sejam, eles são finitos. Só que aí entra aquela teor de série, aliás, entra aquela resposta do Maid Peter Ha com analogia, no caso, com a analogia do da pessoa que ela tá sendo torturada, né, de certo modo. Eh, eu eu faço essa modificação na analogia porque eu acho que ela mais interessante, né, e ela ilustrou o problema com esse tipo de raciocínio, né? Ah, que é basicamente o seguinte, vamos pensar numa pessoa que ela tá sendo torturada, né, por um terceiro ali.
¶971Vamos pensar que eu tenho uma arma na mão ou tenho um um telefone na mão e eu sou capaz de ligar pra polícia ou até de atirar naquela pessoa, naquela pessoa ou favorecer com que ela pare de torturar a outra. Só que eu simplesmente olho para aquela pessoa, né, que tá torturando a outra e eu vejo, eu cruzo os braços e deixo essa pessoa sendo torturada lá na cadeira, né? Essa pessoa fica lá sendo torturada na cadeira, né, e coisa e tal. E só cruza meus braços, né? sendo que eu poderia fazer alguma coisa para impedir isso, né?
¶972Essa pessoa, ela tortura aquela outra na cadeira até um certo momento e ela vai embora depois dessa tortura. Aí eu chego para essa pessoa, desamarro ela na cadeira e eu resolvo mandar ela pro spa, né, para ela ter um belo dia, um belo tratamento e uma recuperação dessa tortura. E ela se recupera ali até de uma forma até bem melhor, sabe? Ela se recupera tão melhor assim que, tipo, ela sai com uma com estado melhor, né? um estado melhor a mental, em um estado melhor ali, eh, em termos da, enfim, da saúde dele, das cicatrizes, né, dessa pessoa.
¶973Ela sai no estado melhor em virtude de ter ido pro spa, né, enviado por mim. Eu paguei um spa para ela e falei: "Ó, passe o resto aí do do seu mês ou dos seus do ano ali ou qualquer coisa assim nesse spy e essa pessoa se recupera tranquila". Isso justifica o meu ato de ter simplesmente ficado ali em pé observando essa pessoa sendo torturada? Era necessário essa pessoa ser torturada para eu poder mandar ela pro spa. O problema é justamente a questão da conexão necessária entre uma coisa e outra, cara.
¶974O próprio Schmid usa analogia do dentista, cara. Ele usa, ele usava analogia do dentista, né? Então é basicamente o seguinte, imagina um dentista que ele que ele simplesmente ah ele simplesmente no caso, imagina o dentista que ele simplesmente, no caso, chega, ele chega para você, né, ele identifica um um certo problema com o seu dente, né, enfim, na sua gengiva, etc. identifica que ele tem que remover esse dente para não infeccionar ou qualquer coisa assim. Só que em vez dele te dar uma anestesia para fazer isso, ele simplesmente faz com você, sem anestesia, onde você sente uma enorme dor nesse processo de extrair esse dente.
¶975E aí você vai paraa casa de boa, né? Você vai pra casa de boa depois, né? Depois da dessa dor enorme, enorme que você sentiu, né? Ah, nesse procedimento sem anestesia. E aí você chega, né, de certo modo.
¶976E aí você chega e você resolve pesquisar na internet ali. Enfim, você dá uma coisa na sua cabeça, você fala: "Pô, eu senti uma dor do caramba, mas será que não tinha outro meio, né?" Você começa a se perguntar, pô, não tem outro meio de fazer esse tipo de procedimento sem que seja dolor. E aí você pesquisa na internet, você descobre que existe uma coisa chamada anestesia para realizar esse procedimento. E aí você chega lá naquele lugar, você chega naquele lugar, né? Você chega no, enfim, no consultório do dentista e você questiona o dentista: "Pô, por que que você, no caso, extraiu meu dente sem anestesia, sendo que existe anestesia?" Aí o dentista simplesmente responda: "Ah, mas veja que foi um grande bem que eu fiz para você, né?
¶977O que importa é justamente que no caso, o bem que você obteve em virtude dessa extração do dente é muito maior em termos da sua saúde." Então isso justifica, no caso, eu ter realizado essa extração do seu dente sem anestesia. Pô, o que que você acharia desse dentista se tivesse esse tipo de desculpa? Você acharia que ele é o quê? Se não tinha necessidade dele fazer dessa maneira, por que que ele fez dessa maneira? Essa é uma analogia que o Joy Smid usava bastante.
¶978E me surpreende aqui ele não ter percebido que isso é um problema, cara, nesse tipo de série. Deus basicamente permitiu as criaturas a serem hábeis lá. esses esses níveis de de responsabilidade moral de nível superior, né? Esse âmbito de responsabilidade moral de escalão superior ou de nível superior, os anjos ou o que quer que seja, ele deu essa tarefa apontada, né, para guiar providencialmente criaturas. E se ele tivesse E se ele tivesse seguindo em diante divinamente apontado, haveria ocorrido, né, haveria ocorrido, no caso, um aprimoramento da relacionamento entre eles e as criaturas pelos quais eles cuidaram por toda a eternidade.
¶979Então, há um pagamento, né, infinito, né, há um payof, ou seja, um pagamento infinito. E Deus estava justificado em basicamente arriscar eles, usar o seu livre habío e abusar do seu livre habío desse tipo de maneira e de que eles livremente se omitam de guiar o processo evolucionário. E perceba, isso não é como se os demônios estivessem brincando com as placas tectônicas ou qualquer coisa assim. O incendio, né, fazendo um incêndio florestal, né? >> Isso é compatível com as nossas melhores evidências científicas.
¶980Isso explica o porquê muitos do que o mal evolucionário parece meio aleatório >> ou ou distribuído de maneira irregular. >> Eu acho que isso pelo menos reduz a força do problema animal. Eu acho que não reduz é nada. Eu acho que ess uma das piores uma das piores que tu poderia endossar, cara. Eu acho que até do dos do a do Trend Dogger tem a melhorzinha que isso aí, essa essa última aí que ele colocou, ele colocou no >> Sier essa essa teia ele tem um vídeo comen onde ele coloca no s essa teia te é bosta é bosta >> é ruim é ruim >> é ficando nisso mesmo.
¶981Eh, tipo, essa feudiceia, se ela for verdadeira, mudou não muda nada no mundo. Se ela for falsa também não muda nada no mundo. O mundo é igual do mesmo jeito. Uma seria irrelevante. Ah, os demônios não fazem nada.
¶982Deus não faz nada. >> Aqui, ó, ele coloca no tier. Quer ver? Deixa eu colocar aqui. Ah, o mission desse aqui, ó.
¶983Aqui, cara. Colocou no ranking S, velho. Essa tia e eu se mínimo na no rank A, cara. Como pode, velho? Muito ruim.
¶984Muito ruim, cara. Muito ruim, cara. Muito ruim. Muito, muito, muito ruim. >> Não é possível.
¶985>> Ai. >> Ah, até o se lá do do Pit é mais legal. >> Acabamos aí. Acho que acabamos. >> É, >> considerações finais aí, ô San.
¶986Que que você achou aí dessa conversão, desses argumentos, dessas teodiceias? >> Eu acho que sim, né, do do ponto de vista da pessoa pessoal, né? Claro que o George Smith é natural que as pessoas mudem, eh, passem a adotar crenças diferentes, se convertam ou não converta a uma religião. Eh, eu imagino que assim, em geral, quando uma pessoa se converte a uma religião, é muito difícil de muito é muito improvável que o que pesou foi só razões intelectuais, né? Claro que a gente não tem como avaliar, mas mas assim, os argumentos que ele apresentou não achei tão fortes assim para justificar sair do agnosticismo com mau catolicismo, né?
¶987Até se assumir que tudo que ele falou é verdade, né? Que os milagres são reais e tudo mais, no máximo isso poderia criar problemas pro naturalismo, né? Talvez isso a gente ele pudesse abrir mão do naturalismo, talvez pudesse aceitar que existem fenômenos eh que têm origem sobrenatural no universo. Não, não iria mais do que isso, né? os milagres, todos os milagres católicos podem ser verdade e o catolicismo ser uma religião falsa, não tem uma conexão direta entre as duas coisas.
¶988Ah, então eu achei que foi um salto muito maior, né? Eu fiz no começo do vídeo, né? Aquela aquela analogia da escadinha, né? Geralmente quando a gente tá mudando de opinião sobre alguma coisa, a gente vai mudando de escadinha, né? Primeiro, sei lá, eu me convenci de que existem esses fenômenos sobrenaturais na realidade, aí depois, sei lá, eh, eu não consegui achar uma explicação dentro de um da do do das teorias atuais.
¶989E a gente vai mudando aos poucos, né? Mas ele comprou um pacote muito rápido, né? Parece que ele saiu de um mundo agnóstico, onde provavelmente o mundo dele não era povoado por entidades especiais. E agora ele já tá vivendo em um mundo que é povoado por demônios, povoado por anjos, povoado por por seres que receberam a tarefa de Deus de cuidar do processo evolutivo. Então assim, mudou muito.
¶990Eu não sei se é claro que teve teve pelo menos uns se meses, né, para ele desenvolver essas questões, mas eu acho mesmo seis meses para você sair assim do agnosticismo, por causa do argumento dos milagres, do ajuste tudo mais, chegar num num mundo como o que ele tá vivendo agora, né? mundo que tem demônios, que tem anjos, que tem deus, que tem inferno eterno, que tem tudo isso, assim, o mundo dele passou a ser povoado por entidades ontológicas muito rápido. E, tipo, parece que todas essas entidades ontológicas entraram no mundo dele pelo pequeno buraquinho de eh milagres católicos foram reais. Alguns milagres católicos foram reais. Aí essa essa brecha fez entrar um monte de entidade ontológica no mundo dele de uma vez.
¶991Eu achei isso bastante divertido. >> Abriu a porteira dos demônios. Abriu a porteira, entrou demônio, entrou anjo, entrou inferno, entrou tudo. >> Ai, entrou tudo, bicho. Deixou passar tudo na porteira, velho.
¶992Tu é doido. >> Sim. >> Mas é isso, né? >> Mas é isso. >> Ah, >> cara, eh, o que eu ia dizer é o seguinte, que eu acho que até ele começou nesse modo escadinha.
¶993Ele começou no modo escadinha, mas depois >> para mudar. Só que eu acho que quando chegou na parte ali do dos milagres aí, sabe quando a pessoa começa a andar mais rápido para subir a escada? Aí ele começou já começou a ir mais rápido, acelerou, >> acelerou, acelerou muito e sequer prestou atenção para ver se não tinha outros caminhos que ele podia seguir, né? Se não tinha uma escadinha ali no canto que ele poderia descer um pouquinho, né? É, descer na mão mesmo, um pouquinho ou qualquer coisa assim.
¶994Se não tinha uma plataforma acima, né? um pouquinho mais acima que ele poderia ter percebido e subido ela e ela levar outro caminho diferente. Então é é isso, né? Porque ele não estudou outras religiões, né, de cer moda. Então sei lá.
¶995>> É, imagino que não. É. >> Então é isso, né? Então agradeço aí a galera que ficou aqui. Tem 45 pessoas às 3:51 da manhã assistindo.
¶996O pessoal gostou mesmo do negócio. Enfim, >> foi legal. Então, >> eh, Aham. Agradeço aí ao Misa, tá? E a galeria que vi do Misa.
¶997Espero ter agregado aqui com vocês com várias referências, várias coisas. E é isso, nos vemos. Ah, >> aproveitar que tem mais, apareceu mais gente, né? Só para mencionar que eu tenho um canal no YouTube também chamado Bruno San. >> Tá na descrição.
¶998Bruno San descrição, tá na descrição aí. Ah, tá o hiper, tá o o arroba dele, beleza? Então, agradeço vocês todos, tá? Se inscrevam no canal do George Smid, tá? Acho que tem umas coisas interessantes lá.
¶999Não, não, não precisa se desinscrever, só saber discriminar os conteúdos, né? só só saber discriminar os conteúdos e ainda tem bastante coisa da da era antiga dele ali que é relevante. Beleza? Então é isso, agradeço a todos vocês. Valeu, falou e até até mais, pessoal.
¶1000Uma boa noite para vocês. >> Até mais. Boa noite,