a tese
Pedro Doria estreia um react ao horário eleitoral gratuito, lendo a intenção dos marqueteiros de cada campanha presidencial e mostrando que todos disputam o mesmo eleitor: a classe C urbana e periférica, sobretudo em São Paulo.
aprofundar
talvez
análise fina de propaganda eleitoral 2026, do interesse do Bruno em política brasileira; vira conversa se ele quiser acompanhar a corrida.
O que foi dito
- Augusto Curi (grafia incerta), candidato em ascensão fora do eixo Lula/Flávio, precisa apenas fixar o número; teria potencial de crescimento na “turma do nem-nem”.
- Ronaldo Caiado monta programa de apresentação, martela “antipetista há 40 anos” e acena com segurança pública (o roubo de celular dói em São Paulo).
- Flávio Bolsonaro estrutura em três blocos (quem é ele; “as mulheres da minha vida”; segurança, segurança, segurança), tenta a moldura “Bolsonaro moderado” e cortejar a mulher conservadora, mas Doria julga o retrato de família anacrônico para a eleitora da periferia (que quer autonomia e serviços públicos, não filho carinhoso) e nota a ausência de Michelle; lembra rachadinha, loja Copenhagen e milícia no gabinete.
- O PT insere logo após Flávio uma contrapropaganda em tom sépia que parece continuação, sujando a peça dele sem contaminar o clima colorido do próprio Lula.
- Lula tem a peça mais bem construída do dia (cores saturadas, “Lula da Silva”, comida e serviço público na ponta, imaginário do “Brasil grande” desenvolvimentista); Doria critica o uso de Janja e a troca do jingle clássico.