¶1Salve galera, beleza? Aqui quem fala é o David novamente. Estamos aqui mais uma vez para analisarmos dessa vez o caso cumulativo que o Joy Smid montou, né, pelo menos na primeira parte do vídeo dele, né, o primeiro vídeo que ele publicou em favor da questão da existência de Deus, OK? Favor da existência de Deus. Então estou aqui com o meu amigo Bruno San mais uma vez para nós analisarmos os raciocínios que foram apresentados, né?
¶2Ah, e é isso, né? Então, dá um salve aí, San. Se apresente aí pra galera. >> Olá, pessoal. Meu nome é Bruno Sanque, sou psicólogo e doutorando em filosofia.
¶3Eu fiz doutorado sanduíche na Universidade de Oxford e faço doutorado na Universidade Federal de Uberlândia. Eu pesquiso metaética, mais especificamente, que é sobre linguagem moral. Eh, eu também tenho um canal no YouTube onde eu posto vídeo sobre filosofia, filosofia da religião, psicologia e e temas eh ligados a esses tópicos. E agradeço a convite do David Ribeiro para mais um React. Perfeito.
¶4Perfeito. Então, é, a primeira coisa que eu quero deixar claro aqui é o seguinte. Ã, vamos lá. Primeira coisa que eu quero deixar claro aqui é mostrar para vocês como que ele fez o caso dele, tá? Pelo menos vão comentar rapidamente aqui como foi articulado o caso dele.
¶5Ele fez dois vídeos de 7 horas, né? 7 horas e um de 10 horas, né? né? O de 10 horas é sobre milagres católicos, né, que supostamente vicariam o catolicismo. Ah, e os outros dois são de 7 horas.
¶6É, um é relacionado ao caso cumulativo, que é o que a gente vai analisar hoje, tá? Pelo menos uma parte dele, um trecho dele. E o outro, no caso final, é justamente respondendo objeções tanto ao cristianismo quanto ao catolicismo, tá? Ou seja, o cristianismo em termos mais gerais e o catolicismo em termos mais particulares, né? Então é isso.
¶7Eh, dentre eles, no caso, questão de problemas é passagens moralmente eh passagens moralmente abomináveis na Bíblia, enfim, a questão do inferno eterno, a questão no caso ali do problema do sofrimento, né, animal, né, especificamente, ah, e coisa e tal, né? Então teve várias aí eh objeções que ele endereçou lá, né, que ele colocou para endereçar é objeções em termos de intuições morais, né, que no caso favorece essa questão da consideração de imoralidades no católico, né, ele avançou uma objeção em termos de um argumento desmascarador, né, condicional, né, ou seja, condicionada à visão de mundo católica, a gente tem um mecanismo, né, explanatório que favorece com que certas intuições sejam desmascaradas, né, como não sendo rastreadoras de verdades acerca do domínio moral, né? Então, intuições sobre questão da permissibilidade de relacionamento de pessoas do mesmo sexo, intuições no caso acerca de eh da imoralidade, da punição no inferno, intuições, no caso ali acerca da, enfim, do sexo fora do eh não só fora do casamento, mas enfim, ah sexo não procripriativo, intuições, no caso ali, enfim, intuições acerca de vários âmbitos distintos, né? Intuições acerca do deontologismo absolutista, né? Da do deontologismo absolutista, acerca da restrição do de uma classe de ações que você pode performar ou deixar de performar, esse tipo de coisa, né?
¶8Então ele tenta esse tipo de argumento desmascarador, né, através da noção de eh efeitos noéticos do pecado, né, atuantes sobre as intuições, né, eh o que é problemático, né, algo que ele inclusive algo que ele inclusive chegou a objetar no Mike Winger uma vez, né, do apologista cristão, protestante do Mike Winger uma vez, esse tipo de, enfim, esse tipo de raciocínios, né, uma coisa bem engraçada, né? Mas enfim, hum, mas enfim, é isso. Ó, o Edu, salve Edu, salveu, salve. A Gaslete também tá aqui conosco. O Tir, o Vall, enfim, no aguardo.
¶9Ó o Dai, dai também tá aí conosco, enfim. Tá, tá a galera aí conosco. Então, como é que vai ser essa coisa aqui, tá? Ó, vou mostrar para vocês. Esse aqui é o canal do Schmid, OK?
¶10Esse é o canal do Schmid. E e o S, a gente tava até começando, até comentando, né, que eu acho que o o Schmid ele tem toque de escrúpulos, né? ele tem toque de escrúpulos. Ã, e por isso que no caso ele deve tá, enfim, ele deve estar ocultando vários vídeos, até vídeos que não tem sentido de ocultar, sabe? Que eh, enfim, tá gerando uma impressão ruim sobre ele, né, de certo modo.
¶11E aí, ainda por cima, tendo toque de escrúpulos e sendo católico, tendo que confessar, né, todos os os supostos pecados, as ações moralmente errôneas que ele encorreu e blá blá blá, aí que faz ele ele ficar atacado mesmo. E por isso que eu acredito que ele fez esse vídeo, esses três vídeos aqui correndo que nem doido, né? esses vídeos de 25 horas correndo que nem doido. Tanto é que tá a qualidade desses vídeos em termos de objeções tá muito ruim, né? Em termos de respostas àas objeções tá muito ruim.
¶12Mas em termos do caso ali de ah de um rigor mínimo tá bacana. Tá bacana tem um rigorzinho um pouquinho mínimo ali, mas ainda assim em questão de abordar objeções relevantes, deixou um monte de fora. Um monte de fora. >> Mas enfim. E aí o que que a gente vai fazer?
¶13A gente vai reagir esse primeiro aqui, tá? Esse primeiro aqui que foi o que dei 110.000 visualizações, né? que é o primeiro caso dele em favor da existência de Deus. E a gente vai, provavelmente, a gente nem vai conseguir chegar no da harmonia no homológica, tá? A gente vai parar provavelmente no finitismo causal, acredito eu, né?
¶14Ah, no finitismo causal e também no argumento ali, ah, no argumento ali, eh, como é que eu posso dizer? Eh, em argumentos ali, né, que favorecem, no caso, tenta favorecer, no caso, que a probabilidade prioritária, né, eh, do teísmo não é, não seja proibitivamente baixa, né, digamos assim. ele vai tentar motivar a premissa um do argumento central dele através de um caso em favor da não probabilidade prioritariamente baixa, né, ali acerca do teísmo em relação a outras alternativas como naturalismo ou qualquer outra alternativa que vindique uma forma de de ateísmo local, qualquer coisa assim, né? Ah, então a gente vai mencionar o caso que ele faz em favor da premissa um do argumento mestre dele, porque basicamente ele articula esse argumento aqui, né? Deixa eu mostrar aqui para vocês.
¶15Deixa eu colocar aqui a legenda, né? Colocar a legenda. Deixa eu ver se tá em português. >> Beleza. E aí o que acontece?
¶16Ele articulou esse argumento aqui, ó. Argumento mestre. Per argument esse aqui, esse aqui é o argumento mestre, tá? Então a premissão é o seguinte: teismo não é muito muito improvável priormente e prioritariamente antes de levar em conta qualquer pedaço de evidência, qualquer evidência empírica. Premissa dois, teismo prediz o dado muito melhor do que o ateísmo.
¶17E a conclusão no caso, ah, aliás, premissa, premissa três, ah, se o teísmo não é muito improvável prioritariamente, eh, a levar em conta qualquer evidência empírica e prediz o dado muito melhor do que ateísmo, então o te é provavelmente verdadeiro. Aí, conclusão no caso, então o te é provavelmente verdadeiro, tá? Então, é basicamente esse o argumento. Então, tem três premissas e uma conclusão. Então, ele vai tentar suportar essas três premissas ali, né?
¶18Ah, essas três premissas ali, né? No caso ali, ã, e disso, no caso ali ele vai inferir a conclusão ali que é final, que é justamente que o te é provavelmente verdadeiro, tá? Provavelmente verdadeiro. E aí, no caso, a gente vai avaliar primeiro aqui o argumento da contingência que ele trouxe aqui, né? Eh, eu não sei se eu não sei se seria interessante a gente abordar a história dele, né, enfim, como que ele chegou a catalismo, porque isso daí a gente já viu, né, praticamente.
¶19Aquele vai só repetir, talvez adicionar um pouco mais de detalhe ali alguns elementos aqui. Eu não cheguei a assistir ela não, tá? Mas provavelmente é a mesma coisa que ele falou no Mat Red e blá blá blá, né? E blá blá. >> É o da conversão.
¶20Acho que a gente já é da reação que a gente fez ao outro, né? Já >> é a entrevista dele no Mat Fred. Eu acho que ele já expôs o que que era relevante de ser exposto, né? De certo modo. Eh, então acho que não.
¶21Vamos, vamos logo pro argumento. Então aqui o primeiro argumento que ele apresenta é uma formulação, né? Uma articulação do argumento da contingência ali, estilo libnesiano, algo assim, né? Mais ou menos nessa linha, estilo de um argumento ali, >> ah, nessas linhas, né? De certo modo.
¶22Ah, mas enfim, bora lá, bora lá. Ó, o Bruno Henrique, ele tá falando aqui, ó. Saudade de nossas conversas da UFU, né, na Universidade Federal de >> Ah, oi, BR. É, o Bruno já estudou da mesma faculdade que eu. >> Saudade também.
¶23>> Eu não sabia disso, cara. Não sabia disso. Que que você tá achando aí, Bruno, dessa conversão do do time de catolicismo aí? Que que você tá achando? Quer saber?
¶24Mas enfim, vamos lá. Eh, lembrando, tá, pessoal, se vocês quiserem mandar live ps, live ps, tá? Eu vou est aberto aqui, tá? recebimento de live pixela para tocar assim que eu receber, tá? Eh, só que é o seguinte, eu vou dar uma pausa, vou olhar aqui para ver se foi recebido.
¶25Ã, deixa eu ver aqui. Aqui, ó. Ah, o Edu mandou aqui. Bora lá, bora lá. Deixa eu, deixa, eu, deixa eu colocar aqui para tocar o Edu.
¶26O Edu mandou, mandou cincão aqui para nós. Ele mandou cinco só para ouvir o áudio do do Marx falando. Ah, >> pode vir ponder, pode vir qualquer, >> pode vir qual filsofo? Isso é só filosofia. Solilóquio.
¶27Ah, >> talvez esse, talvez o vídeo, é o vídeo do talvez seja uma espó. Vamos lá. >> Sai de mim. >> Vamos lá. Pode vir pondé, pode vir qualquer, o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos.
¶28Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Ele mandou R$ 5.
¶29A mensagem é só para ouvir o áudio do Marcos Santos e apoiar o canal. Tamamos junto. Valeu. Valeu. Eu vi também que o Nathan Norman, né, do digital noises, ele tá fazendo uma análise do uso da da estatística baesiana nesses argumentos também.
¶30Vou ver depois. Apesar de discordar de algumas perspectivas metafilosóficas do, né, que é o do digitalnosis, >> ele é bem pragmático, sabe? Bem vestiniano, umas paradas assim. Então eu discordo dele, eu sou mais neorracionalista, mas eu vou dar uma olhadinha o que que ele tem para oferecer sobre o uso de estatística vaisiana para provar existência de Deus, essas paradas assim. >> Uhum.
¶31né? Acho que ela faz algumas críticas lá interessantes, mas é isso. Eh, e provavelmente o Fodor e ele vão fazer a vão voltar com a série de mais apologética, né? Bad apologetics. Aí, resposta ao shmid provavelmente.
¶32>> Ah, que legal. >> É, mas enfim, vamos lá. I started to find their arguments for a foundational or ultimate or fundamental necessarily existing being quite compelling. You can learn more about these in my contingency arguments playlist as I continued to be sympathetic with them past high school and of course still now. But here's a basic simplified version of one of their contingency arguments.
¶33A contingent thing is something that can fail to exist. It doesn't have to be in reality. There's some possible way that reality could be such that it doesn't exist. So for instance, you and me are contingent things, right? Like our parents never met, we wouldn't have existed.
¶34My water bottle is a contingent thing. You know, it's not like basicamente que ele tá dando só a definição de uma coisa contingente, né? Uma coisa contingente é uma coisa que poderia falhar, existir, né? Que existe, mas poderia falhar, existir, né? >> Então, sei lá, esse microfone aqui, Sun, etc., Então nós somos objetos concretos temporais e contingentes, né?
¶35De certo modo, somos objetos concretos e contingentes, né? Eh, e todos os exemplos, né? Se a gente for visualizar aqui, todos os exemplos claros que a gente tem, né? Manifestos de objetos concretos são objetos concretos que poderiam ter falhado em existir, né? Quando a gente pensa em objetos concretos, né, e coisa e tal.
¶36Tipicamente a nossa experiência, né, a nossa experiência, né, enfim, aquilo que a gente toma como justificado, é basicamente que toda coisa, né, que é um objeto concreto, basicamente um objeto que poderia ter, sei lá, falhado existir, né, pelo menos assim, na nossa no nosso de vivência ordinária, pelo menos, né, esses objetos que com que a gente tá em contato, né? Então ele vai se basear base ou menos nisso daí para articular o argumento, mas ele tem alguns probleminhas com relação a isso e a gente vai ver já já. Vamos lá. Agora tem esse ponto aqui que é interessante porque teve um rapaz, não sei se vocês conhecem um canal chamado Modern Athe. Acho que o nome do rapaz que ele é dono desse canal é Juan.
¶37Ele tem um canal muito bom cara que é esse aqui, ó. Ah, deixa eu mostrar para vocês. Eu não vou botar o vídeo dele para tocar não, mas eu recomendo que vocês assistam ele. Até mandei pro Francesco, né? Francisco tá aqui, eu mandei para ele, ele até falou que parece com Rodrigo, né, do do canal humanista, igualzinho, mas enfim, vamos lá.
¶38Ah, é o Rodrigo do canal humanista, só que na na gringa e que manja de filosofia da religião. Ah, esse cara aqui. Vamos lá. Vamos lá. Esse cara aqui, ó, modern.
¶39Modern, ó, Modern. Ô, caramba, sai com OK. Esse canal aqui, tá? É canal muito legal, tá? Ele já entrevistou muita gente aqui, ó.
¶40Se vocês tiverem interesse, já entrevistou, ah, já entrevistou, no caso, o Michael Hilmer, entrevistou o Team Paul, né, que é atista clássico e coisa e tal. entrevistou o Ax Malpaz, né? O Richard Carrier entrevistou ali de certo modo, ã, entrevistou a Lia Mcreill, né? Entrevist Lia Mcreill, que é é proponente, no caso, de um caso maximalista em favor da ressurreição de Jesus, né? Uhum.
¶41Aí ele trouxe aqui, né, o Nevaminhaga, né, também um teísta analítico, bem bem famoso, bem respeitado, né, ã e trouxe outros, né, tanto ateus, agnósticos, quanto teístas ali bem relevantes do âmbito acadêmico, né? Então ele tem um canal bem legal aqui, ó, trouxe Michael Hilmer para discutir sobre o argumento dele contra a impossibilidade e a a impossibilidade e a improbabilidade da existência de Deus, né? Ah, principalmente um Deus onipotente, coisa e tal, né? Em virtude do argumento dele contra a impossibilidade de infinitos, de magnitude intensível. a gente vai entrar já já nisso.
¶42Ah, e ele fez uma resposta ao Joh Mid, né? Pelo menos essa primeiro argumento da contingência ao Josh Mid. Então, algumas coisas que eu vou mencionar aqui são relacionadas ao que ele já abordou aqui, tá? Então, eu recomendo vocês assistirem ele, né? Eh, até o Fantisco falou que era o Rodrigo, é o Rodrigo Humanista do da gringa.
¶43É o Rodrigo Humanista, só que manja de filosofia da religião, né? Mas enfim, eh, e ele já chegou a abordar esse caso, né? Então, algumas coisas eu vou repetir aqui, mas vou trazer algumas coisas que ele não menciona ali. O Modern 8, eu não sei se é porque ele não tá ciente ainda, ele não leu ainda sobre, né? Não se aprofundou ainda sobre ou simplesmente no caso ali porque, sei lá, ele não achou relevante de mencionar, né?
¶44O que acho meio meio bizarro, né? Porque acho que é relevante de ter mencionado algumas coisas aqui que eu vou mencionar. Mas e é isso, né? Hum. Sim, sim, sim.
¶45Francisco, mas é justamente ele vai tentar motivar uma prior probability maior do teísmo antes do contato com qualquer evidência possível, ou seja, uma probabilidade intrínseca, né, que o Paul Raper chama Paul Rapper, nos textos dele, né, de 2016, de 2022, né, que na verdade é uma versão revisada, né, de 2017. E também no outro eh também no outro, né, agora, né, o livro que ele publicou recentemente, que é o que eu tô fazendo leitura comentada aqui, que é o Athens of the Evil, né? Eh, ele chama de probabilidade intrínseca, tá? Então, quem tiver aqui, ó, deixa eu mostrar aqui, >> ó, tem no meu canal aqui a série que eu tô fazendo. Eu vou continuar, inclusive essa semana eu já vou programar uma uma aula, uma aula não, uma leitura comentada adicional, tá, pessoal?
¶46Eu tinha parado aqui, mas é porque tá as coisas tá corrida, enfim. Eh, eu tava distraída e focada em em fazer um arranca rabo lá com Schmid e o o Itam lá no lá no ex no Twitter, né, para ver se ele respondia as objeções dos milagres hindus, né, que eu tô trazendo junto com o meu amigo Rian, né, o nosso amigo aqui, o Romato, >> para poder pronizar pelo menos a o aspecto, né, o o passo vindicatório do catolicismo. Então, meu objetivo é primariamente minar o passo vindicatório do catolicismo no contexto de interação com o MES e com o Schmid, né? Eh, inclusive, para quem não sabe, talvez Holly Debate, talvez hol, tá? Não, não tenho certeza.
¶47Mas talvez role um debate entre eu e o Rian contra, no caso, o Itan Mus e o Joy Mid, né? Talvez no canal Capit Catholicism do Kamer Bus, não sei exatamente, tá? Talvez role aí. Ah, ou seja, uma interação entre a gringa e a gente, né? Eh, só que eu não vou estar defendendo o naturalismo, né?
¶48E nem o ceticismo. Eu vou est defendendo uma visão hindu, né? Hindu, eu ou neoplatônica, né? Inclusivista religiosa contexto, só para derrubar o caso vindicatório do catolicismo, né? essa ideia de milagres do catolicismo.
¶49Derrubando isso, eu deixo o restante pro James Fer e o resto do pessoal cético e naturalista lá do exterior lhe dar, tá? Para articular explicações ali mais plausíveis, naturalísticas, né? Tem algumas dicas e possíveis formas de explicar naturalisticamente alguns desses fenômenos, né? De se articular hipóteses mais bem robustas, mais bem trabalhadas, mas ainda não foi tão bem trabalhado porque, enfim, o folder não se debruçou muito profundamente em certos milagres ainda. Enfim, é uma coisa muito incipiente ainda, né?
¶50oid e o como eles estão trazendo isso muito em volso ainda vai ganhar repercussão suficiente ali de forma a motivar com que ah os ateus acabem tendo que se engajar de forma mais profunda com cada um dos milagres individualmente, né? Os relatos de milagres e os pontos de milagres que ele trouxe no caso vindicatória, né? Em favor do catolicismo. >> Mas enfim, aí o que acontece, né? Eh, para quem tiver interesse, eh, só você se torar na assinante do plano três, né?
¶51O plano de apoio naturalístico, né? De 2799. Vocês têm acesso a essa leitura comentada que eu tô, essas leituras comentadas que eu tô fazendo do livro do do raper, tá? E aqui no capítulo quatro, tá? No capítulo 4, ó, capítulo 4, nesse daqui eu trato sobre probabilidade intrínseca, tá?
¶52Eu trato sobre como que o driper ele justifica a probabilidade intrínseca, tá? A noção de probabilidade intrínseca, ou seja, de atribuição de probabilidade prioritária ausente do contato com qualquer conhecimento de fundo relevante, ou seja, background ali, OK? O fator extrínse a hipótese, né? Os componentes da hipótese, tal como ela é articulada pura e simplesmente, tá? Ah, ou seja, uma probabilidade estritamente apiorística, né?
¶53estritamente a priorí que você atribui em termos de credência, né? As credências que você atribuir são justificadas em termos puramente apiorísticos, né, ali eh iniciais, né, as pridades iniciais. E aí o Schmid ele vai tentar trazer algumas razões para privilegiar a hipótese teísta e ilustrar que ela não é proibitivamente a probabilidade dela não é proibitivamente é proibitivamente baixa, né? Ah, então é isso que a gente vai se engajar aqui, tá? E uma das razões para ele não ser proibitivamente baixa é o argumento da contingência, tá?
¶54Que é isso aqui que ele tá apresentando. Beleza? Então é isso. >> Uhum. Vamos lá.
¶55Ã, eu não sei, cara. Eu acho que não. Simplesmente eu acho que não. Mas teria que analisar todos os relatos de milagres, tudo bonitinho e assim. Mas claramente nada livre de é tipo assim, se você for ter uma visão mais ampla dos relatos de milagres, incluindo os relatos hindus, o não se sustenta, não se sustenta, cara.
¶56Eles vão ter que encorrer em petição de princípio, em falácia de apelo de súplica especial, né, para poder promover uma inscão. Eles vão, é, eles vão ter que recorrer à explicações de demônios que, no caso, as pessoas de outras regiões podem usar para deles. Então, tipo, não tem não tem como, não tem não tem o que eles fazer, cara. indicar o o catolicismo não tem como, entendeu? Não tem como, simplesmente não tem como.
¶57Não tem como. >> Se a religião deles é exclusivista, eles estão lascados para lidar com relatos de milagres de outras religiões que são vindic que são claramente ali podem ser claramente vistas como vindicatórios de outras tradições religiosas, dentre eles a tradução hindu, né? Ah, então é isso, né? >> Ah, mas vamos lá, vamos lá. True.
¶58There's no possible world in which false in which you know 1+ 1 equ like 781. In other words, there's no comprehensive way that reality could be such that that claim is false. Likewise, a necessarily existing thing or a necessary thing is something that cannot fail to exist. It's not existence is impossible. It must be in reality.
¶59You can think of it something nature almost demands that exist. Tá? Vamos lá. A primeira coisa é o seguinte. O primeiro ponto que eu ilustrei é justamente que os exemplos que geralmente se dão de coisas contingentes são de objetos justamente concretos, certo?
¶60Então é meio duvidoso, né, que no caso ali haja algum objeto concreto que de fato seja necessário, né, se de fato seja necessário. >> Ah, especialmente porque os tipos de necessidades que geralmente a gente considera envolvendo o quê? Necessidades lógicas, né? Como no caso necessidades matemáticas, eh necessidades lógicas e coisas e tal, né? Ah, então princípios lógicos, princípios matemáticos e coisas e tal, né?
¶61Regras aritméticas, né? Ah, e coisa e tal. Então, geralmente são essas coisas que a gente toma como sendo necessárias, né? Ou seja, que as células são verdadeiras, elas são verdadeiras em todos os mundos possíveis, né? Assumindo aqui uma espécie de realismo, né?
¶62De estrutura matemática sobre a realidade ou qualquer coisa assim, tá? H, então, se no caso há algo que seja candidato a ser obisamente é logicamente ou é o metafíssicamente necessário é claramente objetos abstratos, OK? Claramente objetos abstratos, não objetos concretos. Isso é um ponto que o Paul Draaper ele faz justamente nesse livro que a gente tá lendo, tá? Nesse livro que ele tá fazendo a leitura comentada aqui no canal, OK?
¶63Então, no primeiro capítulo que ele trata sobre a definição, né, sobre o que que é o ateísmo, ele aborda o argumento ontológico, né, ah, na articulação do santelmo, né, e também numa articulação modal, de certo modo também. Ã, e ele ilustra, no caso, que de fato há uma dúvida se de fato algum objeto concreto, né, alguma entidade concreta pode ter o status, né, o perfil modal necessário, OK? H, especialmente em termos de necessidade metafísica, né, de não poder falhar em nenhum mundo possível, né, utilizando aqui a semana com a linguagem de mundos possíveis, ou seja, de que se há algum mundo em que no caso poderia eh ela poderia não ter não existido, né, digamos assim, o objeto concreto, né? Então, é duvidoso, é duvidoso isso. OK.
¶64Eh, o outro ponto é o seguinte, >> esse ponto aqui é um ponto que, no caso o Juan, né, que é esse rapaz do Modern, ele não chegou a abordar, mas eu acho que é importante mencionar, que é justamente o do ceticismo modal mitigado, que eu cheguei a mencionar na outra live, né, na live do Mad Fred, né, que a gente reagiu Mad Fred, >> a entrevista dele no Mad Fred, né, do do J Smith, eu cheguei a mencionar a questão do cismo modificado, porque boa parte das coisas que ele vai abordar nesse vídeo, inclusive em termos de harmonia psicofísica, em termos de harmonia nomológica, em termos de ajuste fino e coisa e tal, vai depender de uma metafísica modal, né? Em grande parte vai depender, né? Principalmente o argumento da harmonia psicofísica, né? O argumento da harmonia psicofísica principalmente, né? Vai depender de uma epistemologia modal liberal.
¶65Isso é epistemologia modal, ou seja, um meio de se obter conhecimento acerca de fatos modais, ou seja, acerca de fatos de possibilidades reais vinculadas aos objetos ou estado de coisas da realidade, ou seja, como as coisas realmente poderiam ter sido, se é que elas poderiam ter sido de uma outra forma. hã, que se vincula com a ideia de que nós obtemos o conhecimento dessas possibilidades através da nossa poltrona, uma reflexão intelectual de poltrona, na onde a gente tem uma intuição intelectual, né? Eh, uma intuição racional ali, né? Ou então, no caso, o onde a gente imagina ou concebe cenários alternativos e isso ilustra mundos realmente possíveis, né? Mundos possíveis próximos, né?
¶66Ali são realmente acessíveis e, portanto, no caso, são ilustr possibilidades reais vinculadas à realidade, né? Vinculadas à realidade, né? Ou seja, como como as coisas estão estruturadas na realidade. OK? Eh, e isso é duvidoso por causa dos argumentos que o Filop Leon avança, né, e articula contra o a o racionalismo modal e o essencialismo modal, que são duas visões que atribuem, no caso, as nossas capacidades cognitivas, né, vinculadas ao nosso boloso cognitivo, a capacidade, né, relevante que permite a gente ter acesso a fatos acerca de possibilidades reais na realidade.
¶67OK? Então esse é um ponto que o Juan não fez, mas que no caso depende se ancora todo esse caso aqui também de certo modo, né? Boa parte desse caso aqui se ancora justamente nessa ideia de que a concebibilidade é um guia para a possibilidade real ou que pelo menos ela que ela ou implica a possibilidade real ou ela é um guia confiável pra gente tomar conhecimento de possibilidades reais vinculad à realidade ao nosso mundo real. OK? E isso é questionado.
¶68OK? Então o Phil Leon junto com o Bob Fisher, eles escreveram, né? Eles, aliás, eles organizaram um livro, né? Eles organizaram um livro que é um livro de 2016, que é o modo epistemology after rationalism, epistemologia modal depois do racionalismo. Lá o Felopon ele comenta sobre uma visão, né, que ele articula, que é justamente o empirismo modal.
¶69é a ideia que no caso as nossas a o nosso conhecimento acerca de possibilidades reais é vinculado ao nosso conhecimento oriundo da experiência empírica de alguma maneira, seja no caso em termos de premissas de inferências dedutivas que do cujo qual é justificado em termos de observação experiencial direta, né, no nosso mundo. Ah, como no caso a possibilidade de que, sei lá, eu possa pintar, sei lá, posso pintar esse microfone aqui de rosa, né, ou de vermelho, né? Essa possibilidade, ela é fundamentada no fato de eu já ter visualizado, né, ter experienciado o microfone, né, microfones, né, similares a esse >> com a cor vermelha, né, com a cor vermelha. Então isso é o que fundamenta e permite, no caso, eu inferir, né, eu incluir isso numa premissa, né, no raciocínio ali, de que eh que me permite, no caso, inferir dedutivamente, né, pode ilustrar que inferir dedutivamente, que no caso é possível que o que esse microfone é realmente possível que esse microfone seja pintado de vermelho ou então uma inferência indutiva, né? Ah, eu sei que eu consigo mover essa poltrona, essa poltrona aqui, né?
¶70Essa cadeira gamer, eu sei que eu consigo mover ela para esse lado, justamente porque eu observei várias vezes, né? No caso ali ela, aliás, ela se movendo, né? No caso, eu movendo outras pessoas movendo cadeiras similares, etc. E eu sei que no caso é possível com que eu mova, sei lá, esse computador, eu movo esse esse essa webcam, eu mova os objetos aqui, justamente porque eu já vi pessoas em outros contextos movendo objetos similares, né? De modo a ilustrar que eu esteja razoavelmente, indutivamente ah, autorizado, né, a inferir, né, a generalizar inindutivamente, que, no caso, provavelmente outras cadeiras similares, outras poltronas, outros computadores, outros monitores também possam ser vomidos, realmente movidos, né?
¶71realmente movidos. Eh, então é basicamente isso. Ah, um outro meio de obtenção de conhecimento moral é justamente as nossas teorias articuladas sobre o mundo, seja de sens comum, né? Ou seja, teorias de sens comum que a gente articula intuitivamente, blá blá blá, né? E que a gente utiliza para versar sobre o âmbito da nossa realidade cotidianamente, né?
¶72Ã, como no caso, sei lá, a ideia de que, no caso eu, que a ideia de que, no caso, eu possa eh que que seja possível, no caso, com que eu me mova, né? com que eu entre, né, com que, sei lá, eu entre em certas casas ou algo assim, né? Ah, ou que no caso não haja, no caso, alguma força, né, que vai me impedir com que eu me movia, etc. Justamente por quê? Porque no caso é razoável, né?
¶73Eh, nós temos uma teoria de ciência comum, né? eh, que ela ela articular de tal modo a ilustrar que eh os objetos, né, ou pelo menos as coisas que nós temos na nossa realidade, elas apresentam, no caso, certas regularidades específicas, né? Certas regularidades específicas de tal modo que não é razoável a gente achar que, no caso, sei lá, isso vai ser suspenso em algum momento ou algo assim. Então, seria, sei lá, com base numa teoria de senso comum também, a gente pode estar razoavelmente justificado em acreditar que, no caso vai ter uma uniformidade no, enfim, na maneira como as coisas estão ocorrendo, na realidade, coisa e tal, né? Eh, por justamente porque a gente não tá num cenário simulado, por exemplo, ou no cenário na onde as leis elas podem ser violadas ou qualquer coisa assim, né?
¶74Seria um outro exemplo aqui que eu pensei, né? Eh, um outro exemplo. Ahã. Ó o Chopen, Heidin, salve, salve, Chopen, valeu aí pelo pelas joias. Eh, ou então, no caso, as nossas teorias científicas, né?
¶75As nossas teorias científicas, nossas melhores teorias científicas também, elas são guia, no caso ali, eh, elas de fato servem pra gente obter conhecimento as possibilidades reais do nosso mundo, né? Eh, eu sei que no caso, eu sei que no caso ali, né, no âmbito no âmbito terreno, né, eh, eu sei que no caso ali, eh, certos objetos, né, eh, é possível que certos objetos, no caso, el se mantenha o movimento relit uniforme ausente de da, enfim, de certas forças atuantes sobre ele que se anula entre si, né, que apresente um resultado não nulo entre si, né, a a um resultado não nulo atuando sobre aquele objeto, né, que está em movimento retiro no uniforme, que ele vai continuar aquele com aquele movimento retiro no uniforme, né, que é possível que ele continue nesse momento regra como no caso a a as nossas teorias científicas, né, e certas leis, né, como no caso lei, a primeira lei de Newton, a segunda lei de Newton, etc., né, ah, ilustram, né, no caso ali, né, principalmente a lei da inércia, né? Ah, então nesse caso, eu sei que esse tipo de fenômeno é possível, é realmente possível, justamente por conta desse tipo de teorização vinculada com esse âmbito, né? Ah, teórico vinculado com, por exemplo, sei lá, a primeira lei da a primeira lei da a primeira lei de Newton, né? Ah, então nesse caso aí, né?
¶76Ah, a primeira nesse caso, eu sei que desse tipo de coisa é possível, né? É realmente possível porque justamente há uma teoria, né? Ou pelo menos uma teorização ou pelo menos uma articulação de uma lei, né? de uma lei científica que diz que esse tipo de coisa é realmente possível na realidade, tá? Eh, que objetos ali eles possam continuar em movimento retiro uniforme, né?
¶77Assim que eles entram em movimento, eh, e que eles continuem no movimento de uniforme, mesmo que um haja uma força atuante, né, forças atuantes ali cujo resultado seja não nulo, né, sobre aquele objeto, né, que está em movimento ril uniforme, ah, para ele que para ele que se perpetue, né, ele prossiga com esse movimento, tá? Então, é um exemplo aqui e outro exemplo é justamente a analogia, né? Então a gente por inferências, né, ampliativas, ou seja, que visam ampliar ali a a atribuição, né, pelo menos a a inferir uma característica posterior com base em similaridades entre dois cenários, através desse tipo de inferência, né, de analogias e coisas e tal, né, de argumentos analógicos, a gente consegue obter conhecimento também de possibilidades reais, tá? E isso daí uma forma de raciocínio ampliativo de certo modo, né, tal como no raciocínio indutivo ali, tudo bem? Ah, o raciocínio indutivo ali, OK?
¶78Então, é basicamente isso. Então, esses são os meios de obtenção de conhecimento de possibilidades reais, segundo o Philon, tá? Segundo o que ele articula nesse livro. OK? E quem tiver interesse, tem um, justamente dois vídeos que eu articulei, né?
¶79Eh, com base eh, em dois textos, né? Um com base no debate que ele teve com Joshua Rasmassy, né, que é um dos filósofos que o Schmid vai se basear aí para articular o argumento da contingência, tá? Para avançar o argumento da contingência. Ah, e um outro que é justamente esse com Bob Fisher, né, que é o de 2016. Então, um é de 2019, que é o debate dele com Ry e o outro é de 2016, né, que é o justamente o livro sobre episologia modal.
¶80Ah, depois o racionalismo, né? Então você tem esse, você tem esses vídeos aqui, tá? Para quem tiver interesse, que eu fiz com base e eu fiz, no caso utilizando notebook L e também de certo modo eu deixei na no comentário fixado, no primeiro comentário fixado, eu deixei ali o o link, né, de certo modo, eu deixei o link dos textos traduzidos, tá? Do capítulo ali, dos capítulos dos livros relevantes, né, desses dois livros que eu acabei de mencionar, tá? Então você tem ali o Philip Leon, OK?
¶81Então você tem esse texto aqui primeiro, né? Esse daqui, aliás, você tem esse daqui primeiro, né? Que é basicamente uma explicação didática ali ah do argumento em favor do cticismo modal, né? Em favor do cismo modal, ou seja, que a gente tem que ser um pouco mais ter um pouco mais de cuidado acerca da alegação de possibilidades reais, né? Com base em méa concepibilidade, imaginação, intuição e coisa e tal, esses meios tipicamente apriorísticos, né?
¶82De obter conhecimento de possibilidades reais. E no caso, esse outro aqui é o que motiva o empirismo modal, tá? É o que motiva o empirismo modal, que é justamente os do cicismo modal a empirismo modal aqui, ó. >> E aí >> é basicamente esse vídeo aqui, tá? Ah, e aqui no comentário fixado vocês vão vocês conseguem ter acesso aos textos traduzidos, né, na pensada lista sobre isso, tá?
¶83Então aqui, ó, você consegue ter acesso ao texto sobre empirismo modal do filho e no outro ao cicismo modal que ele motiva em um dos capítulos de debate com o Russia Ry, tá? O Joshua Rusy, que é esse aqui, tá? Então é só isso, beleza? Ah, eu cheguei a abordar também alguns desses argumentos lá na live anterior da gente analisando a participação do JM do Mat Fred. OK.
¶84>> Uhum. >> Vamos lá. Bom, essa ideia de que existe um objeto concreto que ele é necessário que a sua necessidade demanda, né, favorece com que ele tenha que existir, né, ah, por necessidade. É uma questão que ela é questionada em um artigo que o café me mandou, que é esse aqui. >> Uhum.
¶85Noel B S. Acho que é esse o nome dele. Necessary be. Acho que é isso. Necessar noel aqui, ó.
¶86Esse artigo aqui não é NB, não é o B Sains, tá? O nome dele. Eu ainda não cheguei a ler esse texto, tá? Mas o Café não me explicou o ponto dele. E basicamente vai na linha do que o modernismo, né?
¶87o ele vai, né, ele tenta ilustrar justamente, né, inclusive respondendo, respondendo o Alexander Pruce e o Joshua Rasm, né, de certo modo ali, né, ah, justamente que a ao aplicar no caso o princípio causal modesto, né, digamos assim, ã, quando aplicada a questões gerais e fundamentais, né, o princípio ele se torna muito bem falso, né, pode ser muito bem falso, né? Ah, então aqui ele ilustra que essa noção de que existe uma coisa, né, existe um um ser, né, que ele existe por necessidade, né, por assim dizer, ela não se mantém, tá? Ah, então esse é o ponto. Esse texto aqui eu não li, mas o rapaz do Modern Instance, ele faz um ponto que vai mais ou menos nessa linha, tá? Vai mais ou menos nessa linha.
¶88Deixa eu colocar aqui um trecho, colocar um trecho do do vídeo dele para vocês entenderem o ponto aqui. OK. vocês entenderem o ponto que o café comentou que vai mais ou menos dessa linha mesmo. Faz isso aqui. Colocar aqui.
¶89Vamos lá. Deixa eu ver aqui o trecho relevante. Deixa ver se é aqui. >> Pins. >> Calma aí, deixa eu pegar aqui de puxar logo no na I.
¶90Ele vai puxar o tempo exato. Ah, trecho exato. Ô, car, qual o trecho exato? Porque tem um trecho que ele aborda isso aqui. Ideia de algo existir por necessidade.
¶91Pronto, ele vai puxar time stamp certa até eu ficar puxando aqui o a minutagem exata. Vai demorar. Ah, não, não é essa aqui não. Não, não é essa aqui não. Deixa eu ver se ele vai puxar.
¶92Não, não tá puxando, mas é por aqui, cara. Deixa eu ver aqui. colocar aqui and stage two of the argument right so there are some that do grant that there is necessary thing kind of physical É, o OP, ele ele pensa que no caso o segmento inicial do universo ele é necessário, né, de certo modo ele nossa uma metafísica ali modal atualista ramificada, que é o que eu vou abordar também de certo modo. Ah, e aí ele assume, no caso, que a maneira pelas quais ah as coisas poderiam ser, né, ter falado existir, ou seja, serem contingentes é justamente ah em virtude de alguma disposição, algum aspecto causal relevante ali que favorece, no caso a bifurcação entre possibilidades reais, né, ah, e uma ramificação ali, né, aonde, no caso você pode ter cursos alternativos, né, no caso ali de de cenários, né, na onde você pode ter coisas que falam de estilo ou coisa assim, né, em um cenário ao invés de outro. Eh, então é basicamente isso.
¶93Então, todas as possibilidades reais, né, elas são vinculadas, né, e lastradas. Ah, e através de um segmento causal, né, eh, compartilhado com o mundo atual, né, tal como ele atualmente é, pelo menos em algum segmento inicial necessário ou algo assim, né? Mais ou menos por aí, mas enfim, vamos lá. Que que ultimate normal physical teams? Esse ponto aqui que ele vai fazer é um ponto bom, que é um também que eu acho interessante se fazer, porque apesar da gente ordinariamente visualizar >> coisas, né, físicas ordinárias, né, que a gente tem contato no nosso mundo aqui, né, nossos espaços temporalmente localizados, né, ã, nós temos contato com coisas espaço temporalmente localizado, né, objetos concretos, físicos, espaço temporalmente localizados.
¶94Não é tão claro assim que lá no âmbito da singularidade inicial, né, no âmbito pré-espansionário, que de fato ela ela algo contingente, né, a singularidade inicial é algo contingente, né, então não é tão óbvio assim que ela seja algo contingente, né, propriamente, né? Eh, é óbvio, o Schimit ele vai tentar motivar essa ideia do porque que no caso ali eh tanto o Schimit quanto outros teas vão tentar motivar a ideia porque que o segmento inicial necessário, ali o segmento inicial, né, do universo, ah, envinculado com o estado pré-espansonário ali, né, com a singularidade inicial, algo assim, não pode ser necessário, né, ah, tomando ela como algo real, né, a singularidade como sendo algo real ou algo assim, ela não pode ser necessária justamente porque ela tem várias características arbitrárias ou enfim, ela não é ilimitada em todos os aspectos ou coisa assim, né, que é basicamente o argumento dos limites arbitrários que eh é abordado aqui. Mas tem um trecho aqui que >> deixa eu ver um pouquinho mais na frente. singular relevante, >> tá? Isso aqui eu vou mencionar depois, esse ponto aqui do da impossibilidade infinita de magnitude extensiva.
¶95Ja. que eu não tô ouvindo, na verdade, por algum motivo. >> Você não tá ouvindo? Não, eu tô sei que o vídeo tá acontecendo e as legendas, mas eu não consegui ouvir. Mas eu não sei se é só eu.
¶96>> Opa, salve, salve, salve. Travou, travou, travou. Voltou, voltou, voltou. Galera, tá me ouvindo aí? Ó, o Misa jogou para cá, galera.
¶9755 pessoas aqui, ó. Misa jogou para cá. Salve, >> vocês estão me ouvindo agora? Tô ouvindo. Eu acho que foi isso, hein.
¶98Acho que deu uma deu uma balançada na live por causa do Eu acho que acho que é porque o Misa jogou todo mundo para cá e deu uma >> É, ouvimos e sim. Beleza, então vamos lá. Eh, vocês estão ouvindo o vídeo também, né, do rapaz aqui do Modern, né, que é o Juan. Vocês estão ouvindo ele, né? Acho que vocês estão ouvindo também, mas enfim.
¶99Vê aí se você tá ouvindo isso aqui. Tá ouvindo agora? Eh, pior que não. >> Não, deixa eu ver aqui >> o vídeo não. Talvez é melhor abrir ele de novo.
¶100Vamos >> aqui, ó. Vê se você vai ouvir. Contingenture on >> tá ouvindo agora? >> Agora sim. Agora tá com áudio.
¶101>> Acho que deu um deu uma travada, né? Tá sem áudio o vídeo. >> Ó o Misa aí. Salve Misa. A Misa tá conosco.
¶102Tá conosco, Misa. >> E aí Misa? >> Tamamo junto, velho. >> É agora, agora tá. Sim.
¶103Beleza. Beleza. Tá de boa, ó. OK. Vamos lá.
¶104Mas o importante é o seguinte. Essa parte aqui, ó. Vamos lá. So you say that God so you say that God had free will and he chose to make a with this amount of trees and that explains the fact that the trees exist that explains the existence of the trees but it doesn't explain that amount of Aqui ele tá criticando o princípio da razão suficiente contrativa, né? Ele faz uma distinção entre o princípio da razão suficiente existencial e o contrasto.
¶105Existencial basicamente visa demandar uma explicação do porque que uma é do que do por uma coisa existe, né? Porque um dado objeto contingente existe a vez de outro, né? Ah, e ali, eh, o princípio da razão suficiente contrativo é um princípio mais forte que demanda, no caso, uma explicação do porque que esse objeto contingente, ele tem a característica que tem a invés de outra, >> não só porque que ele existe ao invés de outro não existir ao invés de não existir, mas também porque no caso ah ou porque que no caso ali e ele tem aquelas características específicas e não outras, né, digamos assim, né? né? Basicamente esse o ponto aqui do do >> do princípio contrativo.
¶106Isso daí demandado basicamente pelo princípio, né, enfim, pelo argumento da dos limites arbitrários, né? No caso ali que coisas que têm limites arbitrários, no caso elas demandam uma explicação posterior em termos do porque que ele tem aqueles limite ao invés de outros porque que ele é limitado daquela maneira ao invés de outra maneira, né? De não ser limitado de outra maneira, né? Ou de não ter limites ou qualquer coisa assim, né? Então, basicamente é um princípio mais forte, né?
¶107Digamos assim, da ração suficiente mais forte, né? eh, que é justamente o que contrasta com um caso princípio da razão suficiente mais fraco, que seria relacionado também ao âmbito existencial, meramente existencial, né? Eh, mas todas essas são formas de princípios explanatórias, tá? Princípios da razão suficiente explanatórias. OK?
¶108Eh, e que abarca, é claro, abarca também o o princípio explanatório causal, tá? Blue because that you why he pick red blue? And it's obvious that you have no response to that. It's obvious that there is no answer to that. Right?
¶109You cannot say well he just chose it. Yeah. But why what why for choosing red instead of choosing blue? You can say there are some reasons for red and some reasons for blue. I mean yeah but I can still ask you why blue the red end up being picked right.
¶110I don't think there is a response to that. I don't think this solves the issue and you may want to appeal to libertarian free will that personally I'm a compatibilist. Eu também sou parteista, >> mas não era isso que eu queria ilustrar. Eu tô tentando achar o trecho exato que ele fala sobre o argumento da necessidade, né? Necessidade metafísica de um ser que ele existe por si mesmo.
¶111Eu não sei se é aqui. Vamos lá. Ah, vamos lá. Okay. So here we moving on to the one of the super important parts of the moral collapse.
¶112anyb is going to be right what happens with the arbitary in the world has caramba mas enfim eu acho que ele ele coloca esse ponto aqui para cá. Cara, eu tô tentando achar o exato momento, mas eu não tô conseguindo achar. Enfim. Ah, mas a objeção é mais ou menos assim: Não existe nada que possa existir eh que possa existir por necessidade própria, né? Porque no caso ali, ah, simplesmente ah para que algo ele seja, para que algo ele exista, né?
¶113Em virtude do que ele é, digamos assim, em termos necessários, né? Em virtude de ser em virtude de si mesmo, né? Da sua própria essência ser necessária. A própria essência tem que existir previamente a questão da da própria necessidade dele ou algo assim. É mais ou menos assim.
¶114projeção, né? Então não há nada que possa existir simplesmente pela própria necessidade, né? Porque no caso, para que algo exista, né? Para que algo exista pela própria necessidade, né? Eh, pela própria essência necessária, ele teria que essa essência necessária teria que existir primariamente no caso para que no caso ah, ele pudesse para que pudesse ser necessário em primeiro lugar, né?
¶115Então, é basicamente isso. Ah, então é mais ou menos essa objeção, tá? É uma objeção similar ao que o próprio Joy Mid faz com relação ao argumento de enter, né? o próprio Joy Made junto com o Daniel Leford fazem com relação ao argumento de enter uma objeção similar a a essa, né, de uma espécie de regresso infinito, né, eh, de eh esse, né, ou seja, de existência, né, traduzindo para um termo assim mais vulgar, né, existência, né, no sentido tomístico, né, que seria o esse, eh, que é é justamente aquilo que compõe a essência de alguma coisa e favorece com que essa coisa exista, provavelmente na visão tomística, pelo menos na visão tomista, é similar no caso esse regresso que no caso ele propõe o Schmid Willenford propõe que vocês podem encontrar de certo modo aqui na na pensatura toda lista, né? Você pode encontrar esse esse tipo de argumentação aqui na pensar na toda lista.
¶116OK? Ã, mas é isso. Ah, deixa eu ver aqui, >> ó. Mostrar para vocês aqui. Sim.
¶117Microfone aqui. Microfone não. Infistencial. Aqui é o capítulo 7 do livro Exation Ner and Classical Proof que Proof que foi publicado em 2021 e em parceria com escrito, né, entre o Joy Smid, né, que é esse rapaz que a gente tá reagindo que se tornou católico junto com o Daniel Lford, né? E aqui uma das objeções é justamente o dente, né?
¶118Ah, aqui no argumento dente, ele faz uma objeção basicamente alinhada com essa aqui, né? Vamos lá. Vamos ver se eu acho aqui. Ã, regressão infinita aqui, ó. >> Vamos lá.
¶119A ideia é que certamente o esse é o ato de existência de uma coisa a um existe em si. Afinal o proponente do argumento de enter certamente não quera permitir que a seguinte afirmação seja verdadeira. Não existe tal coisa como essa. Mas então parece que deve haver um ato de existência para A1, pois esse é aquilo sem o qual seu sujeito não existirá. Kir.
¶120E assim para que um ato de existência seja qualquer e em qualquer sentido, um ato de existência deve ter esse. E assim o próprio A1 tem um ato de existência A2. Mas então podemos aplicar o mesmo argumento com A ou A2 e concluir que deve haver igualmente o ato de existência A2, A3 e assim por diante. A de infinito, ou seja, ao infinito. Eh parecemos levantar eh parecemos levados a uma regressão infinita viciosa e, portanto, ao absurdo, né?
¶121H pode se argumentar no caso que o EC, né, para identificar o seu próprio eh, olha que A1 é idêntico ao seu próprio ato de existência. Nesse caso, A1 não tem um ato de existência numericamente distinto. A A dois dessa forma o regresso é impedido de surgir. Mas o mas primeiro, certamente somente Deus sobre tismo clássicomista é suposto ter aquilo que é idêntico ao seu próprio ato de existência. Segundo o ato de existência é suposto ser intráha aquilo em virtude do qual algo é diferenciado do nada.
¶122Assim o ato de existência desempenha em algum papel metafisicamente aplicativo. Mas se a apenas o ato de existência de A1, então A1 parece estar se erguendo por suas próprias amarras metafísicas. Ah, está de alguma forma fundamentando sua própria existência. H, fazendo-se ser diferenciando-se da não existência, mas certamente algo já deve existir para ter qualquer fundamento ou poder explicativo. E, portanto, no caso, não pode fundamentar nada.
¶123Eh, outra resposta é que a regressão não é viciosa. T t t t t t t, né? H, mas não é isso aqui. Calma aí. Tem que achar o trecho exato.
¶124Muito mais pode ser dito. Hum, hum. Deixa eu ver se eu acho aqui um trecho exato. Hum. >> Existir por si mesmo.
¶125>> Ah, necessário. Calma aí. Tem um trecho que fala sobre justamente isso. Eu vou pegar um um trecho, deixa eu ver se ele não apagou no magister, que é uma resposta que ele faz, que eu acho que fica mais fácil de mostrar para vocês o o ponto em que estão, né? Deixa ver.
¶126reason mid. Deixa eu ver se n response response Tyler Delta Magnus. Deixa eu ver se ele não ficar mais fácil de mostrar para vocês que lá ele tem um um trecho específico. Eu acho que ele acho que ele simplesmente apagou, tá? Acho que você simplesmente apagou >> virtude de si mesmo aqui, ó.
¶127para fazer um café de manhã >> existir em si mesmo ou existir por si mesmo existir por si mesmo. >> É queou >> acho que aqui, ó. Calma aí >> aqui, ó. De forma mais geral, não é de todo claro que possa haver algo que existe em virtude do que é. Isto é, algo cuja essência explique metafisicamente sua existência, pois a essência a essência e a existência dessa coisa são distintas ou idênticas.
¶128Se forem distintas, então sua essência teria que ser anterior à sua existência para explicar da metafisicamente. Mas plausivelmente a essência de nada pode ser anterior à sua existência, pois então a essência da coisa já existiria antes de sua existência, o que é absurdo. Em contraste, se a essência e a existência de algo são idênticos, então teremos a existência de algo se explicando metafíssicamente. Pois se uma coisa existe em virtude de sua essência e a essência da coisa é apenas a existência da coisa, então a coisa existe em virtude de sua existência. porém, esse tipo de bootstrapping, ou seja, de avanço, né, de empurrão metafísico, é impossível, né?
¶129H, a existência de algo não pode ser não pode ser sustentada por seus próprios bootstrappings metafísicos, ou seja, os empurrões metafísicos. Ah, isto é, a existência de algo não pode explicar metafísicamente, porque essa mesma existência existe. Para começar, a explicação metafísica, em outras palavras, é irreflexiva. Para que X explique Y metafíssicamente, X deve ser anterior a Y, de modo a explicar porque existe algo como Y para começar. nunca em absoluto e nada é anterior a si mesmo.
¶130De qualquer forma, quer a essência e a existência de X eh sejam distintas ou idênticas, X não pode existir em virtude do que X é, né? Então é basicamente é um ponto mais ou menos como esse que o não e B si faz, só que mais trabalhado com relação a isso, tá? Ah, com relação à objeção que é um pouco mais geral do que simplesmente a em no contexto do dente. Esse aqui é pro dente, especificamente para rebater o dente entirtude de ser idêntico a a si mesmo, né? A sua própria essência, né?
¶131Ou seja, a sua existência e sua essência serem idênticas umas com as outras, né? Ou algo assim, né? Eh, mas se aplica de maneiras análogas, mutates mutantes, né, ali paraa questão do da existência necessária, né? Ou seja, de algo existir simplesmente porque ele é metafísicamente necessário, né? De ter uma essência ali que é necessária ou algo assim.
¶132Ah, então é mais ou menos por aí o ponto relevante, tá? Beleza. Então vamos lá. Vamos voltar aqui pro pro R, senão o pessoal vai se perder. Humanista gringo é o mod, né?
¶133O Juan. It seems plausible that there is an explanation of their existence. You suppose you and a friend are hiking in the forest and come across a group of shiny spheres on the ground. Naturally youd wonder how they came to be there if your friend said there is no reasonation here tá aqui tem um tem uma problemática que o até o Juan ele ele aborda que é o seguinte se no caso o seu amigo, né, se você se deparasse com essa bola, né, essa bola iluminosa ou algo assim no meio da floresta, ã seria É tão bizarro você dizer, né, que nunca nenhuma explicação para essa para essa bola ser da tá ali, né, da maneira como ela está. Quantos no caso teria uma explicação e quantos no caso a explicação do seu amigo de que aquela bola seria metafísicamente necessária, né, ou algo assim.
¶134Ah, então as duas explicações seriam bizarras, né, igualmente igualmente bizarras. A dizer, não, isso aqui existe porque é metafísicamente necessário que exista, né? Porque não pode falar existir nenhum mundo possível, né? seria bizarro também igualmente. Ah, então nesse caso, apesar de ser bizarro ele dizer que não tem explicação, é bizarro também ele dizer que no caso a explicação do porque ela tá ali, né, e ter aquelas características porque ela necessária.
¶135Aí o Juan até mencionou também outro ponto que eu acho interessante, né, ali no no vídeo dele, que é basicamente o seguinte, eh, ó, mas o Joy ele vai pode dar um pushback, né? você pode dar um empurrão e dizer: "Não, mas é porque no caso esse tipo de objeto, ele tem certos limites ou características ali limitadas, né, que parece clamar por explicação, né, posterior, né, eh, por certas explicações posteriores, né? Ah, eh, enquanto no caso, sei lá, eh, um outro objeto que se fosse um candidato mais adequado a item inicial, aliás, um a um ser necessário, não teria essas características tipicamente contingentes, né, ou tipicamente vinculadas a objetos que é a demanda explicação, que seria justamente as características envolvendo o quê? limitação envolvendo no caso está no contexto espaço temporal envolver o quê? Tem características ali que no caso parece ilustrar que esse tipo de coisa que demanda explicação e que não é metafisicamente necessário, né?
¶136Mas que sim, outras coisas são metaficamente necessárias. Eh, um ponto que eu faria com relação a isso, né, em complemento ao que o Juan faz, é basicamente a ideia de que se a gente endossa cicismo modal mitigado, então não é tão razoável assim, Alice, não é razoável a gente dizer, né, é o cicismo modigado, não é razoável a gente simplesmente chegar e dizer, né, eh, e tomar simplesmente essas características ali, né, que a gente tá ah, com aquela bola simplesmente ilustrando que ela não é passível, né, de ser considerado, né, ali, de certo modo ali, ah, aliás, a gente tem uma explicação, né, de certo modo. ali ah em termos de algo ulterior ou qualquer coisa assim, né? E que esse algo, né, digamos assim, que favorece a explicação dela, não possa ser um candidato, no caso, a a esse item inicial, aliás, esse item necessário ali, né, seja factualmente, ou seja, se é algo contingente, mas que não poderia falhar, existir nos mundos em que existe, né? Seja algo no caso ali e portanto é factualmente necessário, seja no caso ali algo metafisicamente necessário, ou seja, que existe e que não poderia falhar existir em nenhum mundo possível, né?
¶137Ah, em todo caso, a gente tem que tomar cuidado um pouco com as nossas intuições modais, digamos assim, com as nossas intuições modais acerca de atribuição de status modal, né, de um perfil modal para aquele objeto que a gente tá considerando ali, simplesmente porque, no caso, a princípio, ele parece ser, né, passível de uma explicação anterior ou passível de uma >> passível de uma característica ali específica, né, ah, enfim, de uma explicação específica ali porque que ele existe e porque que ele tem aquela característica delimitada, aquele características delimitadas ao invés de outras, né? Então, é basicamente isso. OK? Então, seria esse ponto aí. comentar alguma coisa.
¶138Isso aqui é porque alguém agora que eu vi alguém dizer assim, deixa o sangue aqui explicar alguma coisa. Não, mas a assim eu eu eu vou na verdade as coisas que o David estão comentando, eu vou na mesma direção, né? Acho que a primeira questão é a gente mitigar quando a gente fala de epistemologia modal, né? Porque concibilidade não é suficiente para você provar possibilidade metafísica. Acho que esse é o primeiro ponto de ter bem claro e que existem outras propostas, né, da gente pensar o que é realmente metafisicamente possível.
¶139Uma dessas propostas é considerar o que a nossa melhor ciência disponível fala do que é provavelmente a estrutura básica da realidade e pensar quais são os tipos de coisas que realmente podem ou não surgir dessa estrutura ontologicamente básica. Então, talvez esse seja o primeiro ponto, porque a mera consibilidade não é suficiente. Isso isso inclusive pro teísta, né? Por exemplo, se a gente pega o conceito de Deus simples, sem sem se aprofundar nos detalhes do que isso significa Deus, a gente consegue conceber conceber um cenário em que Deus não existe. Eu consigo, sei lá, conceber um um cenário onde eu tiro tudo da realidade eh e não sobra nada, ou que eh eu tiro Deus da realidade, só sobra o universo.
¶140Então eu consigo conceber cenários em que Deus não existe. Mas o teísta, ele diria assim, quando você estuda o que a teologia nos informa sobre o conceito de Deus, eles diriam que está incluso na nas nos atributos divinos que ele é necessário e, portanto, você não pode realmente conceber Deus como não existindo. Esse é um argumento, né, que parte da ideia de que o conceito de Deus é um conceito opaco, ou seja, você não tem clareza desse conceito e do que ele implica metafisicamente sem estudar o que esse conceito significa. Da mesma maneira, né, um teísta, quer dizer, um naturalista, ele pode argumentar que quando a gente estuda certos conceitos e se aprofunda no que eles realmente significam, a gente não vai considerar aquilo metafisicamente eh possível. Então, provavelmente, por exemplo, se depende da sua teoria sobre filosofia da mente, se você considera que a consciência só pode emergir de um substrato mais básico que é físico, então seres conscientes que não tenha a emergência dessa consciente a partir de um substrato físico não seria metafisicamente possível.
¶141Esse é um primeiro ponto, então, a gente trabalhar que a gente precisa de algum outro tipo de parâmetro epistemológico para decidir se alguma coisa é ou não é metafisicamente possível. E aí um dos parâmetros é considerar a nossa melhor ciência disponível e o que pode uma ontologia ah básica da realidade pressupor do que pode emergir dela ou não. Eh, um outro elemento que eu acho que é interessante que vem do vídeo que o David mostrou que é sobre princípio da razão suficiente, porque o Joe colocou, né, there is an explanation for their existence. há uma explicação para sua existência. Pra gente apelar para essa ideia de que para toda coisa contingente há uma explicação para sua existência, provavelmente ele tá endossando alguma forma de princípio da razão suficiente.
¶142Eh, e o princípio da razão suficiente, como o David já colocou, ele pode ter um caráter constrativo ou existencial, né? O princípio da razão suficiente existencial dizer pra gente que para cada coisa que existe de maneira eh que não tem explicação da sua própria existência ou algo assim, é algo que você precisa de uma explicação porque aquilo existe ao invés de não existir. E a gente tem o princípio da razão suficiente constrativo, que é que explica porque uma coisa é de determinado modo ao invés de ser de outro. Mas o que é importante a gente observar é que se a gente mantém leitura forte desses princípios, a gente cria um monte de problemas, sendo um deles uma espécie de necessarianismo de colapso modal. Porque se a gente for dar uma explicação constrativa, existencial, robusta para tudo que existe, que é contingente, a gente destruiria a contingência, porque estando uma razão suficiente presente, aquilo que ela explica também está presente.
¶143Portanto, se a razão suficiente que explica porque as coisas são como são e porque elas existem ao invés de não existir, é uma razão suficiente necessária, como por exemplo a existência de Deus e das suas razões para criar as coisas, a gente acabaria destruindo a própria contingência, porque todas as coisas se tornariam necessárias. Isso cria um problema, porque a gente se, o, o argumento da contingência, ele evoca uma causa necessária justamente para explicar a contingência. Então, se você começa com um problema que você precisa explicar e aquilo que você usa para explicar o problema faz o problema desaparecer, e seria uma coisa bastante estranha, né? Ah, então a gente acaba tendo que suavizar o princípio da razão suficiente. Eh, por exemplo, o princípio da razão suficiente existencial, a gente poderia limitar o escopo de aplicação desse princípio para somente fatos não autônomos, ou seja, fatos que dependem de outros para existir e talvez a estrutura ontológica básica da realidade não precisasse cair no princípio da razão suficiente.
¶144Um outro exemplo, né, é enfraquecer o princípio da razão suficiente constativa. E ao invés de trabalhar com o princípio da razão suficiente constrativa positiva, a gente poderia trabalhar com o princípio da razão suficiente constrativo negativo, né? O fato de uma coisa ser de um modo e não ser de outro, talvez seja mais interessante explicar, né? a que isso pode ser o caso, que é o caso, porque não há nada que impeça que isso seja o caso. Então, ao invés da gente buscar uma razão suficiente positiva, a gente buscaria uma razão suficiente constrativa negativa.
¶145Ou seja, algo, né, vai existir na medida em que não haja nada eh que impeça essa coisa de existir. Então, ao ao fazer isso, acaba que a gente fica impedido de de concluir fortemente a existência de um ser necessário no sentido mais robusto ou forte da palavra na base da realidade, porque isso acaba criando mais problemas. Eu acho que acaba que se você tem que enfraquecer o princípio da razão suficiente, deixa ele mais moderado, a ideia de que a da contingência se segue à existência de um Deus necessário vai se tornar cada vez mais difícil de ser mantida. Mas é isso, só comentando. Mira das coisas que eu comentei, o David já falou, né?
¶146Então, só só trazendo mesmo. >> Perfeito, perfeito. É, o Ran chega a trazer um monte de objeções lá interessantes, né? A gente vai chegar já no no passo dois, né? passo dois da do necessário ali.
¶147>> Ah, if you'dick insane, right? Explaining. They didn't have to exist and they certainly didn't have to be in the forest or be shiny or be spherical or have that that exact size. It seems like these facts need explanation. Note aqui que ele tá exigindo um princípio da razão suficiente, não só existencial, né?
¶148Princípio da razão suficiente existencial, mas também contrativa, porque ele tem que explicar também porque ele tem aquele tamanho, aquele, enfim, aquela cor, enfim, aquela, aquela moldura e coisa e tal. Aqui o Juan ele faz um ponto que eu acho legal, né, lá no no vídeo que eu mostrei do que é basicamente o seguinte, né, meio estranho você dizer que uma coisa ela demanda mais explicação quanto maior ela for, quanto maior ela for. Porque se a gente for, se for levar isso a sério, né, as últimas consequências, Deus, né, ele seria, apesar de não ser espaço temporal, né, ele seria um ser maior do que o qual outro pode ser concebido, então ele demoraria ainda mais explicação, né, sei lá, meio estranho isso, né? Até raciocínio que ele quer desenvolver é meio estranho, mas enfim, vamos lá. Verdade, a intuição que eu tenho, né, aí já é a questão de intuição, né, que quanto maior uma coisa é, menos explicação ela precisa, né?
¶149Eu tenho uma intenção inversa dele. Então, nesse caso aí como é que fica, né? Como é que fica? Mas enfim, vamos lá. Even an infinite regress of shiny spheres replicating for all eternity wouldn't remove the need for explanation since the whole infinite series of shiny spheres would call out for explanation like why is there that series when there could have been a different series of doll sphers or shiny cubes or marshmallows or noin series at all the shiny size of the other one tá aqui eu vou trazer um ponto que é basicamente vinculado com a com com epistemologia modal, aliás, com a metafísica modal do do OP, né, que é o atualismo ramificado, que inclusive o próprio Chim já trouxe alguns trabalhos na literatura relevante, principalmente o com Alex Malpass, né, especialmente no contexto da resposta a argumentos cosmológicos com base em metafísica modal, né?
¶150E basicamente metafísica modal, pessoal, é basicamente trata sobre teorias que estabelecem, né, o que que são, né, no que que são basicamente lastados os fatos modais, né, os fatos acerca de possibilidades reais. Eles são fatos acerca do quê? acerca do arranjo, né, de objetos concretos, né, arranjo maximalmente consistente de objetos concretos, né, por entre vários mundos, né, ã, envolvendo mundos possíveis reais, né, ou seja, mundos possíveis reais, como no realism leuisiano, eles são no caso ali, enfim, um conjunto maximal, né, de proposições abstratas maximalmente consistentes, né, ali maximalmente consistentes, né, envolve combinações de proposições ali maximalmente consistentes, digamos assim, abstratas, como na visão do Plantica e do Robert Anas. Eh, eles são, no caso, fatos vinculados com a essência, né, com a essência, ah, vinculada à natureza de certas coisas, né, no caso de que são abstraídas, né, através do nosso intelecto, ou seja, nosso intelecto abstrai aquelas características ah vinculadas aos objetos, as coisas que a gente observa num uma forma de essencialismo aristotélico. Ah, ou no caso elas são vinculadas com disposições causais nas coisas, né, ah, ali que elas possuem em virtude de serem o que são, né?
¶151Ah, então são que as disposições causais. Basicamente a visão atualizada é uma visão disposicionalista acerca dessas ah dessas possibilidades, né? Acerca do que que da da acerca do lastro dessas possibilidades. Essas possibilidades reais, elas se vinculam com disposições reais vinculadas com certos objetos, etc., né? Eh, e que favorece, no caso, a produção de certas ah certos efeitos causais ali, né, como resultantes, né, dele, né?
¶152Eh, então basicamente isso, né? É uma visão disposicionalista, visão atual rficificada, né? e que estabelece, no caso, que as possibilidades reais com essas disposições, né, vinculada com alguma entidade, né, eh, ali o item, eh, vinculado com o mundo tal como ele atualmente é em algum segmento prévio, né, em algum segmento prévio ali da nossa realidade, né, que é compartilhado, né, seja um segmento maximal de mundo, né, ah, necessariamente compartilhado, né, é necessário compartilhado e justo aposto, né, com outros segmentos, ah, com outros segmentos, né, mundiais, né, ã, >> seja no caso ali uma dead, uma não regressão infinita, um item inicial, pelo menos um segmento inicial ali que é obtém, né, que possui o status, né, o perfil modal necessário ali, OK? Eh, e que a partir daí, né, a as as coisas contingentes podem, ou seja, as coisas que poderiam não ter sido, mas que são, né? Eh, se houverem coisas que podem ter sido aques que são, mas que poderiam não ter sido genuinamente, né?
¶153Ou seja, se não houver se o necessitariamismo não for vindicado, a ideia de que tudo que existe é necessário, metafisicamente falando. Então, eh, isso é explicado em termos de um aspecto, né, de uma disposição causal, né, vinculado com algum segmento posterior, né, ah, que favoreceu, no caso ali em o fator de chance objetiva com que a realidade se bufurcasse, né, ou se ramificasse ali, de tá modo existirem coisas que existem, mas que poderiam falhar existir, né? Eh, e se não houver essa ramificação, essa bifurcação e simples deit tudo é necessário. Eh, basicamente essa é a visão atualista ramificada, né? Eh, e se você endossa essa visão, então uma explicação fácil, né, para isso é justamente que há há um segmento que ele é inicial compartilhado, né, eh, por todos os mundos possíveis, né, que se vincula se elastre como mundo tal como ele atualmente é no segmento inicial necessário ou no segmento eh no segmento mundial, né?
¶154Ah, segmento mundial ali, né? Eh, justo aposto, né? Ah, mundialmente, né? Outra vez mundialmente, que no caso é é necessário, né? E e é um segmento infinito, né?
¶155Segmento infinito, justo posto, né? Ah, em justa posição e que é que é maximal ali e que ele tem um perfil modal necessário, né? E que a partir disso se explica o porque que a qualquer coisa existe ali, né? Qualquer coisa existe. É justamente a virtude disso.
¶156Então você pode ter essa essa visão, né? de metafísica modal que também gera problema aí pro ah de certo modo gera gera uma resposta uma rota de resposta possível ali com relação ao ateu e naturalista, né, de certo modo mais enfível. >> Uhum. seem to be a relevant difference between the spheres and other sorts of contingent things that could account for the former there's an explanation for their existence and this makes intuitive sense you know both the existence and a given thingurality of contingent things are real genuine possibilities only one of those genib nã nesse cas se o o o atualismo r mamificado modal tivesse necessário e indicado então no caso Não há há uma, aliás, há uma explicação, né? Porque tudo existe, né?
¶157Tudo que é existe contingentemente existe atualmente, é justamente vit deles compartilharem o segmento maximal ali ah mundial, né? no caso tras mundial, ah, que é necessário, né, por assim dizer, né, em jejo, ã, como tá, como ele eral atualmente é, ah, e que nesse caso aí, né, ou então no segmento inicial necessário ali, eh, que favorece a explicação do porque que há qualquer série, né, ah, e porque a contingência ali tal como ela, tal como a atualmente, né, então tá como a na realidade, né, tal como nós visualizamos. Mas is oppos other account some reason why it does exist when reality easily could have been such that it didn't. This exponatory principle is also just like abundantly confirmed by our universal experience, right? Like when we encounter contingent things in our experience, every which way we look, they uniformly have explanations including quantum particles that indeterministically fluctuate into existence in a law caus.
¶158É, então aqui há um aqui há um questionamento de de fato há uma explicação em termos justamente do porque que no caso essas características, né, ah, do âmbito quântico, né, do âmbito subatômico, digamos assim, enviniculado com as partículas subatômicas, né, no caso que surgem, né, emergem ali de flutuações quânticas, né, ah, quântic ou qualquer coisa assim, se ela de fato tem uma explicação genuína do porque que elas essas partículas em específico surgiram ao invés de outras, né, digamos assim, por que essas específicas surgiram ao invés de outra, né? Então, há esse questionamento também sobre se o princípio sobre se isso não envolve justamente o princípio da razão suficiente contrativo que foi mencionado, né? E, portanto, no caso ali como esse princípio ele é problemático, né, ele gera problemas ali, né, eh, e não se aplica adequadamente esse âmbito, né, pelo menos de acordo com uma das interpretações da mecânica quântica, né, que é de Copenhagen, né, digamos assim, que assume um determinado real, digamos assim. H, talvez no caso não haja uma explicação do porque que essas partículas, né, subatômicas específicas surgiram ao invés de outras não terem ao invés de outras terem surgido num lugar, né, a ali, né? Eh, justamente em virtude das características do vácuo quântico ou algo assim, né, da batômico, né?
¶159Então, sei lá, talvez, talvez tem esse tipo de problema aí também para esse tipo de ponto que ele tá colocando, né? Então, então é, mas enfim. Just more generally the principle just very nicely accounts for our observations. You know, like if this explanatory principle is false, like why on earth do we consistently and repeatedly find that contingent things have explanations and never stumble across the principle? Eh, isso fornece, né?
¶160Só poderia conceder que ele fornece talvez suporte indutivo para um princípio da razão suficiente existencial, né? mas não princípio da razão suficiente. Contrativo. >> Contrativo. >> Ah, e portanto, no caso ali não favorece os tipos de argumentos que ele vai tentar avançar para tentar identificar, no caso ali, ah, uma causa específica, né, como sendo necessária ali em virtude disso, né, eh, em virtude disso, em virtude de da aplicação do princípio da razão suficiente ali para tentar raciocinar e chegar na na ideia de uma de uma causa que ela é ilimitada em todos os aspectos ou qualquer coisa assim, não.
¶161Ah, e também no caso, como eu mencionei, a gente tem que tomar cuidado com, no caso, as nossas inferências indutivas e abdutivas, porque no caso esse princípio, ele pode muito bem se aplicar ao âmbito da nossa realidade atual, né, ao âmbito da nossa realidade, né, contextual, né, do âmbito ordinário, né, ele pode parecer se aplicar para uma realidade como um todo, esse princípio da razão suficiente, até mesmo existencial, justamente porque a gente não tem conhecimento adequado sobre, no caso, o âmbito do âmbito ali do básico, >> é o âmbito justamente do do do segmento, né, digamos assim, ali do nosso universo que se vincula justamente com a própria singularidade, né, e próprias condições que se vigoravam, né, as condições que vigoravam ali, né? Ah, então até mesmo isso talvez seja duvidoso também, até mesmo o princípio da da razão suficiente explanatóri, talvez eh de de cunho, no caso ali existencial, talvez seja duvidoso também que ele ele se aplicar na realidade. Mas mesmo que se a gente consider o o que ele precisa mais, né, para poder argumentar em favor da existência do Deus dele é o princípio da razão suficiente ali contra Chivo, OK? Porque no caso, se a gente assume um princípio da razão suficiente ali e explanatório, né, meramente existencial, então nesse caso a gente pode recorrer a explicações inclusive não causais, né? Não causais, o que já um pouco a questão da existência do Deus dele, né, de certo modo.
¶162Uhum. Tá aqui é justamente o argumento da, enfim, é o argumento do caos, né, que o próprio Craig usa, enfim, o o James Den usa, o Wonder Loco usa, né? Eh, bom, se no caso ali, né, e o princípio, né, da razão suficiente, né, no caso ali, ah, explanatório, né, de contrasto, por exemplo, né, ah, ali, ele é falso, né, digamos assim. Eh, então no caso até mesmo talvez o existencial, né, conjuntamente, se esses princípios, né, da razão suficiente são falsos, né, ou pelo menos um deles é falso, então por que que no caso então como a gente teria uma explicação, né, eh não haveria nenhuma explicação do porque, sei lá, eh, o as quinta sinfonia de Vetoven ou enfim Jujubas ou uma bicicleta, uma uma bicicleta ou qualquer coisa assim, né, e spawnasse, né, ficasse spawnando por aqui, né, na nossa realidade ou qualquer coisa assim. Por que que no caso a nossa realidade não é caótica ou coisa assim, né?
¶163O próprio Joy Schmid dá a resposta disso, só que no conceito do no contexto do da justificação do princípio causal. Lá no no canal do Stephan Woodford, do Rationality Rules, ele mesmo responde isso. Eu vou colocar aqui rapidinho só para vocês verem, cara, que ele não tá mencionando as objeções relevantes com relação aos raciocínios que ele mesmo articula, cara. Ele não tá apresentando, não tá apresentando nada, mas nada, né, em nada. >> Ele deve fazer na parte, será que ele traz no terceiro vídeo?
¶164Fiquei pensando. >> Vamos lá. Por isso eu tô achando estranho, cara. Não tá, não tá abordando as objeções relevantes. >> Ele, será que ele será que ele traz as objeções, essa essa objeção no terceiro vídeo?
¶165>> Pelo que eu vi, não. Pelo que eu vi, não. Vamos lá. Ele tem uma série do Calan com Stephan Woodford, né? que é esse rapaz aqui.
¶166Uhum. Aqui, ó. Esse rapaz aqui que é um um ativista teísta, né, do exterior, né, também estudante de filosofia da religião, certo? Modo Stephan Woodford. Ah, ele faz uns vídeos estilo aquilo do que o Misa faz, né, no caso ali com >> com a questão do dos vídeos que ele tá fazendo, né, do >> analisando debates, né, digamos assim, é de secando debates, né?
¶167Então ele faz o vídeo nesse estilo ultimamente, né? Ele anda fazendo mais nesse estilo. Mas vamos lá. Ele tem uma série sobre Calan comigo. >> E aqui ele aborda o argumento do Calos, cara.
¶168Aqui, ó. >> Ele aborda o argumento do Cal com muito bem batida como aparece jogos. >> Agora o detalhe do gol e a câmera por cima. Câmera aérea mostra muito claramente esquerda da defesa do Corinthians. Enquanto ficaram olhando pra frente.
¶169Deixa eu ver. Tem mais um jogador aqui. >> Deixa eu ver se esse aqui ele tem um editado. Aqui >> otherways aqui ele abordou o argumento, né? Basicamente esse aqui aguenta, ó.
¶170Estado de São Paulo. >> Deixa eu tirar aqui rapidão, >> botar aqui na tela para vocês. Velho calã. Isso aqui é pra justificação do velho calã, né? O princípio causal no velho calã.
¶171Ó, permissão. Se o ó, >> ó, qualquer coisa que começa a existir tem uma causa. Aí aqui é a premissa do argumento, né? O argumento do caos, né? Versão dois.
¶172Se o príncipe causal é verdadeiro, não é no todo surpreendente, porque um caos não causado não prevade a realidade, né? Não prevade a realidade. Ah, prensa dois. Se o princípio causal é falso, é extremamente surpreendente eh que aquele caos eh que um caos causado não pervado a realidade. Portanto, no caso, o fato de não haver um caos ah um caos encausado, né?
¶173O caso de não haver um caos causado pervazendo, né? Enfim, pervazendo a realidade, né? >> Fortemente confirma o princípio causal, né? E aí para rebater esse tipo de argumentação, >> é avançado várias rotas aqui, tá? Você vai avançar várias rotas aqui.
¶174>> Esse aqui é um princípio, ó. É um princípio que recorre, né? Um princípio alternativo que é recorrido para poder lidar com essa explicação, né? vai fazer fornecer uma explicação do porque que isso é o caso. Ó, mudança no sistema físico deve depender em parte de um do sistema ganhando ou perdendo matéria ou energia ou de outra maneira dois, a transferência de matéria ou energia entre os subsistemas do sistema, né?
¶175Então é basicamente isso, esse é o princípio da mudança. Esse é um princípio que ele menciona como tipo de princípio que pode substituir o princípio causal e que não demanda nessante de aplicação de princípio causal universal, né, na realidade, né? E portanto, no caso, não vindica a premissa um do calã, né? Do velho calã e do novo calan também de certo modo, né? que a estrutura inicial do do novo Calan também ah se baseia nisso, embora no caso da justificação do do novo do do novo Calã, né, de novo calã, é justamente o o que a gente vai ver aqui na frente, né, no vídeo do do próprio Schmith, que é o finitismo causal, né, é o finitismo causal.
¶176Ah, mas vamos lá. Aí aqui eles abordam, né, objeções e e coisa e tal e abordam uma versão final, ó, ah, uma versão final aqui da da resposta em termos do princípio da transferência, né? Ó, não há nenhuma diferença relevante entre a transferência de matéria energia entre sistemas e subsistemas e a matéria energia começando a existir quando vem a requerer uma causa, né? Mas enfim, ó. Aí aqui >> aí aquele ilustra no caso ali esse tipo de coisa.
¶177E tem outros princípios, né? No caso ali é possível você avançar uma versão mais restrita do princípio, ó. Ó. Aí aqui é um princípio causal restringido, ou seja, tudo aquilo que começa, tudo aquilo que seja não inicial e que começa existir tem uma causa, né? Ah, no tudo aquilo que começa eh tudo aquilo que é não inicial no universo, né?
¶178Ah, e portanto começa eh portanto começa a existir no universo, né? Ah, ele tem uma causa, né? Ah, que é basicamente uma versão restrita do princípio causal ali relevante, né? Embora no caso haja algumas objeções que eles abordam aqui, é uma rota possível de se seguir, né? é uma rota possível que de se seguir.
¶179E a outra é da sobregeneralização, né? É uma objeção da sobregenalização que ele avança, né? Ah, que é justamente o seguinte, ó. Se coisas realmente poderiam atemporalmente existir incausadas, então se torna inexplicável por não qualquer coisa e alguma coisa, né? Ah, não porque qualquer coisa ou alguma coisa, né?
¶180Ou todas as coisas, aliás, simplesmente não atemporalmente existem não causadas, né? Ã, então você tem essas objeções também de sobregeneralização, né? sobre generalização. E aqui tem também a objeção de que, no caso, a causação, ela é justamente uma característica, uma relação essencialmente temporal, né, que é basicamente o que doido quê suportado pela nossa experiência observacional, né? Ah, então quem sabe no caso ali a o princípio da razão suficiente, né?
¶181Os princípios da razão suficiente explanatória, principalmente de cuenh contra, né, que é o mais relevante, né, para poder vindicar a conclusão da existência de Deus que ele quer vindicar, né, principalmente com os argumentos adicionais que ele vai trazer. Eh, não há nenhum no caso, mas um elemento, né, que favoreça ali, que talvez no caso esse seja justamente oriundo, né, essa essa generalização indutiva que a gente tá fazendo seja baseado justamente nessas características que a gente observa o quê no mundo espaço temporal da onde a gente se encontra, né, mas talvez no caso no âmbito além desse espaço temporal, né, no âmbito pré-espanson isso não se aplique, né, isso não se aplique e portanto no caso não há uma explicação do porque que no caso a singularidade, né, elas tinha as características que tinha ao invés de outras e o por que no caso ela veio existir ao invés de não existir um todo. ou qualquer coisa assim, né? Ah, por causa dela, o porquê dela existir ao invés de não existir ou no todo ou algo assim, né? Então tem esse tipo de explicação também e e é isso, né?
¶182Então assim, não é claro que as inferências que o J tá fazendo favorecem, no caso ali, enfim, os argumentos racionales que ele tá apresentando favorecem a justificação das premissas, né, principalmente a premissa um do argumento da contingência, tal como ele tá avançando aqui, tá? Ah, então é isso. Vou voltar aqui pro pro vídeo. principle has disaster skeptical implications that undermine our empirical knowledge one reason beyond those they give uh is that you know a live possibility that contingent things exist inexplicably then it would also be a live possibility that inexplicably there exist universes causly disconnected from our own which are filled with brains that duplicate your brain structure and dynamics for a very short period of time before fizzling out of existence but if that's a live possibility then it's a live possibility we have no empirical knowledge and no knowledge of the future which is absurd because if it's a live possibility that a large proportion of observers who are indistinguishable from you from a firstp perspective Tá, tá, tá. Vamos lá.
¶183Esse argumento do PR e do Kuns, o Juan também rebate aqui, tá? Você quer comentar alguma coisa, S antes da gente prosseguir aqui para não deixar? >> Ah, pode mostrar o o Pode mostrar o Ah, enquanto você procura. Então, pode mostrar o vídeo primeiro. >> Não, só ia comentar, né, que ele é porque passou um pouquinho, né, mas a parte do da bola que se acha na floresta, né, que é bastante complicada para testar intuições sobre esse universo como um todo, ele precisaria de uma razão suficiente.
¶184Porque no caso, quando a gente imagina uma bola na floresta, a gente tá pensando algo dentro de um certo contexto, é governado por certas leis, então é um objeto intra >> intraespaço temporal, né? Ele já tá dentro de um certo contexto familiar governado por leis. Então, pra gente testar as nossas intuições. E o universo não é não é literalmente como se fosse essa bola que tava dentro de uma floresta ela e aí a gente pensa ela maior maior, >> tem características relevantemente é tem tem características relevantemente distinguidoras entre o nosso universo e a bola que favorece com que esse tipo de cenário não seja razoável pra gente poder generalizar, né, para âmbito geral, né, pra gente extrapolar pro âmbito geral, né, essa intuição modal que a gente tem, né, essa intuição ali. Sim, sim.
¶185>> A gente tem que explicação anterior, algo assim. Perfeito. Bola ela tá >> Aham. A bola ela tá dentro de um background, né? Um ambiente de fundo.
¶186Então ela não é igual ao universo que o universo que seria a totalidade de todas as coisas naturais ou alguma coisa assim. Eh, é bem diferente de pensar uma bola luminosa no interior de um contexto familiar que já é governado por leis, que já tem um ambiente de fundo, um background. Então, acaba que as nossas intuições para pensar o universo como um todo seria um gap, né? Um gap entre um objeto concreto concreto intrauniverso e o universo como um todo. Mas eu acho que era só isso que eu comentar.
¶187Acho que pode mostrar o vídeo porque eu acho que aí entra outra coisa de novo. Acho que vai entrar o problema do ceticismo modal mitigado, né? Porque não é necessariamente porque a gente consegue conceber situações em que surgiriam cérebros e tudo mais, que necessariamente isso é uma possibilidade metafísica real, né, que entraria no caso do do Bolzman Brains, dos cérebros de Bolsman. Aí a gente, se a gente pega uma ideia de exatamente isso que o R >> ah que ele vai comentar. Ah, então vou deixar pro pro pro vídeo mostrar common argument >> pera aí, deixa eu ver aqui se vai.
¶188Hum, deixa eu colocar a tradução aqui de novo. Será que vai dar bugar de novo a tradução? Só faltava Ah, não, Douga, por favor. Deixa eu ver se eu acha aqui. Calma aí.
¶189Aí >> aqui é faixa de áudio. >> Ah, quero a legenda. Essa legenda gerada automaticamente. Tradução automática. Beleza.
¶190Vou colocar aqui português. Português, português, português, português, português. Só falta bugar de novo. >> Acho que bugou de novo essa porcaria. Deixa eu ver aqui.
¶191>> Calma aí. >> Mas isso vai. Será que não é por vídeo que buga? É tudo blue ver aqui. Voltar.
¶192>> Nossa, tá ficando chato isso aqui. Calma aí. Ã, segura mais um pouco aí. Pode comentar mais alguma coisa aqui enquanto isso. Ah, tá.
¶193Eu ia comentar, né, que dependendo da maneira como a gente entende como funciona a epistemologia modal, né, a gente poderia, sei lá, uma das formas, uma uma maneira de pensar epistemologia modal seria pensar que a gente vai considerar metafisicamente possível algo à medida que isso tá é condizente, né, com que uma estrutura básica da realidade ou algo que é ontologicamente básico poderia permitir que surgisse, né, talvez ainda também pensando no atualismo ramificado. E acho que a gente comentou essa coisa do cérebro no vídeo anterior, no reactor, né? Ah, acho que foi um vídeo do St. Carol, né? Que ele que ele mostra que não é todos os modelos de multiverso que pressupõe a possibilidade de surgirem cérebros de Bolzman.
¶194Ah, então ele não necessariamente se aplica a todos os cenários de multiverso ou a todos os modelos matemáticos sobre o que poderia surgir de uma de um estado ou de uma flutuação quântica, algo assim, e que inclusive a ideia, o modelo, né, a questão dos cérebros de Bolzmam poderiam ser até usados como uma espécie de filtro pra gente ver quais modelos cosmológicos são viáveis e quais não são. Então, por exemplo, se um modelo matemático cosmológico prevê que é muito mais fácil surgir vários cérebros de Bolsma, ao invés de universos viáveis, isso poderia inclusive ser uma espécie de filtro pros cosmólogos descartarem certos modelos como ruins e focarem em outros tipos de modelos que não pressupõe esse tipo de coisa. Então, esse é um ponto, né, inclusive em resposta ao Craig e tal, quando ele vai criticar a teoria dos multiversos citando esse problema. Ah, dos cérebros e de Bman. Agora deu certo o vídeo.
¶195>> Tô tentando aqui. Calma aí. Eu vou, não sei o que tá acontecendo. >> Tem tem um outro elemento que eu também ia comentar, né? Tem tem algumas pessoas que propõem que para pensar primeiro, né?
¶196Tem algumas pessoas que propõem restringir o princípio da razão suficiente só para fatos não autônomos. Ah, o que seriam fatos que não são ontologicamente básicos. Então, por exemplo, se existir uma estrutura física fundamental, quântica, sei lá, que é ontologicamente básica, a gente não necessariamente aplicaria o princípio da razão suficiente, mesmo existencial, a essa estrutura básica, né? Essas reformações do princípio da razão suficiente são justamente para evitar, por exemplo, consequências estranhas como necessarianismo, né? Então o o dasgupta, né, ele tem, não sei se é assim que pronunci o nome dele, mas o dasgupta tem o o princípio da razão suficiente, mais enfraquecido, porque ele se aplica somente a fatos substantivos não autônomos.
¶197E se algum fato ontológico for básico, né, como uma estrutura física fundamental, eh essa estrutura física fundamental, ela ficaria de fora dos limites do princípio da razão suficiente existencial. E tem algumas pessoas que propõem também, agora não vou lembrar o nome, mas que propõe o princípio da razão suficiente merológico negativo para explicações constativas, né? Então, ao invés da gente explicar porque algo é de um modo, ao invés de ser do outro, no caso das flotações quânticas e da estrutura ontológica básica ou da combinação de partículas, a gente trabalharia com o princípio da razão suficiente merológico negativo. Mereológico vem da ideia de combinação de partes ou das partículas, nesse caso da da estrutura básica. E negativo vem de que a gente não explica por a coisa é de um modo ao invés de ser do outro ou mas sim a gente explica de maneira negativa.
¶198Seria mais ou menos dizer assim, né? Eh, que na estrutura ontológica básica, se for um campo de flutuações quânticas e tudo mais, as partículas ou subpartículas, melhor dizendo, elas tendem a se combinar ou ganhar configurações, desde que não haja nada que esteja impedindo isso de acontecer. Então é um princípio da razão suficiente merológico negativo. Então a gente tem uma razão suficiente para explicar porque certas coisas não surgem a partir dessa estrutura ontológica básica, mas a gente não teria um princípio da razão suficienteológico positivo, forte para explicar porque que surge isso ao invés de não surgir outra coisa. Porque nesse caso, né, a estrutura ontológica básica, esse especialmente se ela for explicável pela teoria quântica, ela funciona de um jeito muito diferente do universo macrocósmico, né?
¶199a causalidade é diferente. Às vezes nem se é bom aplicar propriamente o conceito que a gente tem de causa. Se a interpretação de Compenhagesse certo, é uma é uma uma maneira de funcionar que é indeterminística. Então, a gente não poderia aplicar um princípio da razão suficiente forte, eh, constrativo a esse tipo de estrutura básica, mas a gente poderia aplicar um princípio da razão suficiente merológico negativo, ah, segundo o qual as subpartículas, ah, nessa estrutura ontológica básica da realidade, elas tendem a se combinar e ganhar configurações, desde que não haja nada que impeça elas de se configurarem dessa maneira. E por que que elas se configuram de determinada maneira ou não de outra, seria alguma coisa mais indeterminística.
¶200Então, não teria uma explicação completamente suficiente, mas a gente teria explicações do porque que elas não ganham configurações que e podem haver restrições físicas, né, ou restrições metafísicas para que elas não ganhem certas configurações. Ah, agora pode, agora deu certo. >> Arrmei, arrumei, arrumei, arrumei, arrumei. Finalmente. >> Nossa, >> eu fiz um esquema aqui para poder arrumar.
¶201Eu descobri o que que é. Já sei o que que é. >> Ah, tem que fazer um esqueminha aqui para arrumar toda vez que dá esse problema. >> Ah, perfeito. >> Ã, mas vamos lá.
¶202aqui, ó. Vamos lá. Aí, beleza. Aqui, ã, deixa eu pegar aqui o trecho relevante, que é esse aqui, ó. Some air or whatever, right?
¶203Think that's a possible response to why don't we see microscopic objects poping our nowhere in our normal experience. So an atheist could say maybe in the universe this is the case but outside the universe like in the multiverse or the the blind eternities you know whatever this is not the case right things can't just stop out of nowhere this is how the multiverse is right could maybe I mean not like sure is weird but it's not like logically impossible right so that would be one answer there one those they give is that you know if were a possibility that contingent things exist inexbly also be a possibility that inexpl there universes causely disconnected own which are filled with brains that duplicate your brain structure and dynamics for a very short period of time before fizzling out of existence. But if that's a live possibility then it's a live possibility we have no impal knowledge and no knowledge of the future which is absurd because it's a li possibility that a lartion of observers who are indtinible from you from a first person perspective are rely deceived and that would just undermine your knowledge of the empirical world. No, I don't agree with him there. I think this is a very bad argument.
¶204He seems to be saying that there is one scenario that that leads to you know global skepticism. Well, then somehow prove that that scenario must be false. But how is that work? Look, imagine this analogy. I'm going to make an analogy that shows how how wrong this argument is.
¶205We are trying to evaluate this hypothesis, this scenario. In a million years, humanity will be able to create computers that can connect to human brains and can send them the stimulation of a complete reality. And these humans will be able to take a brain from the moment they were born place them in a simulation that that send them to like an period in history. For example, is the GR 2 millions right but they can brains in and make them think that they are in the year they were born in the year 2000 or in the 90s right I want to evaluate so is this possible is it possible that humanity will ever reach this stage of technological or or advanced aliens or or whatever right? Is this possible?
¶206Now imagine someone like Joe says wait hold on hold on hold on if that scenario is possible then I could be one of those humans that they place in a simulation right so I will have the real knowledge of the world I will be deceived and that's impossible so it must be that that scenario is impossible right it must be that humans will never have this this ability does that work do you think J recently justoved that scenario of human stimulating brains I don't I don't did obviously not right obviously the point of this experiment like a deceiving demon or obviously the conclusion is where yeah I mean you don't have knowledge you can never know maybe that's the case right so I think I think >> só para deixar claro tá o fato disso ser uma possibilidade real não significa que é algo provável então são duas coisas diferent >> Uhum >> né? Eh, o que ele tá tentando motivar ali é uma coisa mais forte, a ideia de que, no caso, não é uma possibilidade real que a gente esteja num cenário como esse, OK? Agora, não significa que seja razoável a gente acreditar que a gente tá nesse cenário atualmente, porque aí inclusive em virtude de princípio, como no caso princípio do conserv conservador fenomênico, né, que diz que basicamente nós estamos justificados em acreditar, né, eh, em algo, principalmente simplesmente porque parece ser o caso, ah, parece ser o caso ali que a gente esteja em contato com uma realidade real, né? Eh, então se você tem essa aparência, né, se você de fato você tem uma experiência, né, forte, no caso ali, uma experiência, né, o siming, eh, umas o sim experial, né, que ilustra para você, né, que tem uma forçosidade assertiva, né, que ilustra para você, né, eh, eh, favorece no caso com que você forme a crença de que você vive numa realidade que ela existe realmente, né, forma independente das mentes de qualquer pessoas ou ou que a gente não tá numa simulação ou algo assim, né, que a gente não tá sendo simulado, etc. Então, você tem algum grau de acreditar que isso de fato é o caso, tá?
¶207Ah, na medida que não há boas razões para você duvidar atualmente eh desse tipo de eh intuição, desse tipo de aparência, né? Pod dizer. Eh, outra razão é justamente o argumento probabilístico que o Hummer articula, né, com relação a esse tipo de cenário, né, que esse tipo de cenário ele não é provável, né? Serious theories and skeptical theories. Serious theories and skeptical theories.
¶208É esse esse artigo aqui, né? aqui, ó, esse artigo, esse artigo muito bom. Esse artigo aqui, ó, do Michael Hummer, publicado na Fall of Cudies, tá? Ah, que é um artigo de 2016, tá? Aqui ele argumenta justamente com base em teoria de confirmação paesiana, né?
¶209Ah, ele ilustra que hipóteses ou teorias céticas, né, elas não têm uma função de velosemelhança, né, ah, muito forte, né? Então elas não são suportáveis adequadamente por evidência, justamente porque elas são compatíveis com qualquer observação possível e, portanto, elas predizem pouca coisa. Portanto, no caso, a relação de suporte evidencial que ela tem, né, com relação a certas parcelas de evidência que ela tem em contato, né, com certas observações possíveis que podem poderiam ser tomadas como parcela de evidência ou até contra evidência, alguns cenários, né, ali para essa hipótese, simplesmente por ela ser compatível com muitos, muitas observações possíveis, simplesmente ela se torna menos falseável e, portanto, menos suportável pela evidência. Quanto menos falseável a uma hipótese, menos suportável pela evidência relevante ela é, entendeu? Então é basicamente isso.
¶210E por isso que teorias sérias que postulam que há uma realidade real, né, que predizem justamente esses padrões que nós observamos na realidade, elas são credíveis enquanto hipóteses céticas, né, ou teorias céticas, elas não são credíveis, ah, probabiliticamente falando, tá? Então, é basicamente isso. Então, uma outra razão pra gente não acreditar que o cenário cético é provável, tá? Mas isso não significa que não seja possível. Basicamente o ponto da argumentação do Kuns e do Prus no artigo que no o Schmid tá fazendo referência é justamente aquilo que que não é uma possibilidade real que a gente esteja num cenário como esse, é uma impossibilidade metafísica que a gente esteja no cenário com esse, não é que ah é improvável que a gente tenha cenário como esse, entendeu?
¶211Então é basicamente esse o ponto, né, do da questão da motivação desse ah desse tipo de a linha de área comunicação, né, que é ilustrado ali, né, >> pelo timid. OK. Então é esse o ponto que o Juan ele tá problematizando, OK? Que ele está problematizando, está colocando problemas em cima desse tipo de linha de raciocínio, tá? É basicamente essa questão.
¶212Então vamos voltar aqui. Vou colocar de volta, colocar de novo aqui só para vocês verem que ele tem mais coisa para falar sobre isso. Wow. Of course we have knowledge of the empirical world jo brains that you up that you saying that they are deluded they also think that they have knowledge of the empirical world. Don't you see that because they are duplicates of Jew.
¶213So how do you know if you have real knowledge of the empirical world or duplicate? You know that that's entirely the point. >> Você não pode saber disso com certeza absoluta, né? Você não pode saber disso com certeza absoluta. Se você conhece, né?
¶214Se a gente uma epistemologia falibilista, por exemplo, né? Que nós você precisa ter uma certeza absoluta, digamos assim, ah, para poder uma certeza epistêmica absoluta para poder ter uma >> para poder ter justificação nas suas crenças, né? Ou seja, que a sua crença, a sua justificação, ela não precisa ser infalível, né? Então, basicamente, é o seguinte, apesar de ser uma possibilidade real, né, metafísica, que você esteja num cenário como esse, né, ah, uma possibilidade ali que pode ser uma possibilidade real, né, vinculada com uma possibilidade real, genuína, que você possa estar nesse cenário, ainda assim não é provável que você esteja nesse cenário, né, ou algo assim, né? Ah, isso se a gente não assumir o branching atance, né?
¶215Se a gente assumir o branch atance, aí que não é possível mesmo esse cenário, né? Mas ah se a gente não assumir o branching atualism, né? se a gente deixa uma uma se a gente deixa uma metafísica modal mais abrangente, né, não exatamente uma disposicionalista como essa do OP, né, que o OP dosa. Ah, então fica ainda mais claro, né, de que no caso ali, ah, apesar de ser uma possibilidade real, né, isso não mina o nosso conhecimento empírico, né, genuinamente. Porque no caso a gente, ah, todo, tudo aquilo que a gente sabe, né, se é que a gente sabe de alguma coisa, eh, a gente sabe falivelmente.
¶216Então, a gente pode estar errado acerca das daquilo que a gente acredita saber, né? E a gente nunca vai saber, se a gente sabe de fato, a gente nunca vai saber que a gente sabe. É basicamente esse é o ponto. Uma visão falibilista, ela assume o seguinte, que mesmo que a gente tenha uma justificação, né, que a gente tem uma crença justificada, que ela ela seja verdadeira e mesmo que a gente tenha uma crença, que ela seja verdadeira, que ela seja justificada, né? E é claro, alguma outra condição que você adicione, né, para evitar o problema de GTR, né, como no caso a derrotabilidade ou não hababilidade, mesmo que você preencha todas essas condições e você tenha esse e portanto você tenha conhecimento sobre alguma coisa, você não tem como saber que você tem conhecimento.
¶217Uma visão falibilista, mas você ainda assim pode ter conhecimento, mesmo sem saber que você tem conhecimento. Por isso que a humildade epistêmica é favorecida quando você endossa uma visão falibilista, porque você pode estar enganado sobre aquela coisa que você julga sabendo, né, que você julga conhecer, né, por assim dizer. Você pode julgar que você sabe algumas coisas. Isso é OK, mas ainda assim você não pode estar certo sobre isso, né? Certo em termos tanto epistêmicos quanto psicológicos, né?
¶218Não é razoável você ter a certeza psicológica também, né? Nesse termo, justamente porque você eh você tem uma noção de que vocês uma epistologia falabilista e, portanto, você pode estar em princípio errado, tá? Sobre o que você julga saber. Mas é basicamente isso, é só deixando claro, ok? David, eu não tô entendo nada que você tá falando.
¶219Recomendo você ler esse texto aqui, tá? Eh, foundation justification, series of justification, tá? Eh, vou recomendar o texto do Mat Stup, né? Mat stup, que é sobre epistemology, né? Eh, epistemology, epistemology.
¶220E também esse daqui que é justamente do ã justamente do Ali Hasan e do Richard Formerton, que é esses são esses textos aqui, tá? Esses textos aqui sobre teorias fundacionistas de justificação epistêmica. É esse texto aqui, tá? Aqui explica um pouco sobre isso, tá? sobre isso e sobre epistemologia em geral.
¶221Sobre epistemologia. Epistemologia em geral tem esse texto do matéri e hamneta, tá? E hamneta, OK? Aqui é discorrido sobre isso aqui, tá? Sobre o que que é sucesso cognitivo, né?
¶222Relação de sucesso cognitivo, né? O que que são as demandas de valores, o que que é as nossas substantivas estruturais de conhecimento substantivo estrutural, né? Ah, e coisa e tal, né? O que explica o quê e várias outras coisas aqui, né? Dentre eles, no caso, a visões ali, né?
¶223Acerca do fundacionalismo, do coerentismo e etc., né? Então é isso. Bora, bora voltar pro Schmid. Era só isso. You know, you can see the books and papers on screen for more.
¶224And together the arguments made it really plausible to me that contingent things both individuals and groups there of have explanation. But considering all the contingent things that exist, if there's an explanation of their existence seemed that some necessary thing must exist. After all, nothing contingent could explain why anything contingent exists. It would invoke as part of our explanation the very thing for which we're seeking an explanation to begin with. It would be like appealing to a penguin to explain why all the penguins exist.
¶225Like no that fails to explain why all the penguins existence it simply assumes rather than explains the existence of the penguin cited in the explanation. Tá? Mas aí é justamente aquele ponto do princípio da razão suficiente explanatória >> contrasto. Porque no caso, se você recorrer a um princípio da razão suficiente explanatório meramente existencial, acredito que a própria existência dos pinguins ali, né? você assumir que pelas pelo menos ah um dos pinguins ali ou pelo menos vamos v se você assumir que a existência de pelo menos certos objetos ah concretos ali contingentes, né, digamos assim, objetos concretos contingentes ali, ah, eles são dependentes no caso ali de um objeto concreto, que no caso ele poderia falhar muito bem existir em qualquer outro mundo possível, né?
¶226Mas existe no mundo atual e ele é indestrutível, como sei lá, a matéria energia fundamental, né, do nosso universo ou qualquer coisa assim, né? Ah, e matéria que eu você pode entender num sentido até mais vago, mais amplo, né, de uma tough, ou seja, alguma coisa pelas quais as outras coisas são feitas de made off, né, ou seja, feitas de, né, sei lá, é uma matéria que compõe alguma dada coisa, tá? Como os componentes ali, né, os metais, enfim, ah, os componentes aqui desse microfone compõem esse microfone, né, de certo modo ali, enfim, são aquilo que favorece o quê? Que favorece o esse microfone ser feito de desses componentes, né, específicos, né? Então, sei lá, se você assumir que pelo menos alguns desses componentes mais basilares, né, ou pelo menos a matéria energia fundamental ou qualquer coisa assim, eh, ela é eh ela é aquilo que explica todos os outros, né, a todos os outros aspectos objetos concretos ali, ah, todos os objetos concretos, né, nesse caso, os objetos concretos temporais ali, eh, que são oriundos desse tipo de coisa, né, desse tipo de fator.
¶227Ah, então nesse caso aí você tem uma explicação ali que não demanda uma explicação em termos de um ser que ele é necessário no sentido robusto do termo, né, metafísico do termo, mas éamente necessário no sentido factual, né, que é o que o Felpplon ele comenta nos textos dele, né, ah, com a ideia de um ser que no caso ele é contingente, ou seja, ele poderia não ter existido em algum mundo possível, mas na nos mundos em que ele existe, como pode ser muito bem o caso do mundo atual, ele simplesmente não falha, né, em existir, né, aliás, ele simplesmente é indestrutível, né, ou algo assim. Então, pode ter esse tipo de explicação também, mas enfim, vamos lá. It follows that some necessary thing exists which explains contingent things. So that's the first stage of reasoning of a simplified form of one of Prut and Rasmison's arguments. They have lots of other contingency arguments with more modest premises that introduce possibility operators and use modal logic.
¶228And I also found those super interesting and quite reasonable too. But even if there's a necessary thing which explains contingent things, it doesn't follow that such a thing is God. That's where the second stage of contingency arguments comes in which tries to identify such a thing with God. In high school and college, I found the second stage reasoning interesting and thought provoking but ultimately not fully convincing. Still I could see some plausibility to it.
¶229So it was getting harder to maintain my confident naturalism. I could see why people think necessary thing would have to be nonysical or immaterial. Physical material seem intent and physical things. Aí aqui entra aquele ponto, né? Nossa, estágio dois entra aquele ponto de que beleza, ah, coisas físicas ordinária pode até parecer que seja uma uma candidata inadequado para não ser necessário no estágio dois, né?
¶230Pode até parecer. Uhum. >> Mas será que no lâm da singularidade inicial, quando a gente tá pensando na questão da singularidade inicial, né? Ah, por exemplo, tomando ela como algo real, né? Como algo real, que é algo que no caso simplesmente os físicos tipicamente não tomam, né?
¶231Que é simplesmente com um limite matemático, qualquer coisa assim, né? Ou até como uma falha na teoria, né? Na teoria vigente ali do do modelo padrão, né? o modelo called Dead Matter e etc, né? O lambda CDN.
¶232Ah, mas mesmo se a gente assumir a a singularidade como algo real, né? Será que no caso ali simplesmente aquilo é um candidato a algo contingente? Não parece ser o caso. E é físico, claramente é físico, mas não parece ser algo contingente, né? Então tem algumas características talvez ilustra que não é tão contingente assim ou algo assim, né?
¶233Talvez. Eh, e esse é o ponto do OP, né? Quando ele assume que a singularidade inicial é ela justamente o o é justamente no caso o item inicial necessário, né? Ah, atribui um status, um perfil modal necessário para ele. É justamente esse tipo de coisa que ele tem que ele tem em mente, né?
¶234I could see why only one necessary entity sobre que ser único eu não tenho simplesmente no caso, ah, eu não tenho essa intuição forte, né? as intuição modal ali de que ah um candidato ao ser inicial necessário ou algo assim, né, seja factualmente, seja metafísicalmente, tenha que ser de fato no caso ali algo único, né? Para mim, no caso, eu consigo pelamente no caso ali ter uma intuição modal vinculada com a ideia de que podem haver múltiplas coisas, né, múltiplos itens ali, sei lá, numa versão pluralista, né, ah, uma pluralista ali, né, ah, ontológica ou algo assim, né, eh, em termos justamente um um pluralismo ali, né, metafísico, digamos assim. pluralismo metafísico algo assim, eh como esses itens, né, que são candidatos ali, né, sei lá, uma visão atista, por exemplo, ou algo assim. Então, me parece que pelo menos aí não é algo tão claro que seja a única coisa possível ou algo assim.
¶235Ah, ilimitado em valor, né? Ah, me parece o seguinte, que no caso a ideia de que seria algo limitado em valor, ela já ilustra algumas algumas problemáticas, né, digamos assim. Hã, porque simplesmente parece que qualquer coisa que você assuma que fosse limitada e limitada em valor genamente, ah, não poderia sequer ter limites específicos em termos de estrutura, né, de estrutura de preferências, em termos de desejos, em termos de volções, em termos de intenções e coisa e tal, né? Ah, então me parece muito estranho, no caso, você advogar por algo que seja limitado em termos de valor, né? porque parece que ele teria que apresentar características ali específicas que se vinculariam, no caso, com certas intenções ou decisões ou aspectos específicos que favoreceriam o quê?
¶236Com que a esses aspectos não fossem explicados contrativamente, né? Não fossem explicáveis contrativamente, né? Ah, porque caso você assumisse uma explicação contrativa, né? Com o princípio da razão suficiente contrativa, você colapsaria modalmente, né? Ah, ali a modalidade do contingente no necessário, né?
¶237Então, sei lá, não me parece, no caso essa questão de valor ilimitado, de aspectos ilimitados, né? poder ilimitado ou qualquer coisa assim seja características ah que de fato favorece com que algo seja mais adequado a um candidato ah aí a um candidato aí a ser necessário do que simplesmente no caso. Ah, outras coisas que são limitadas em alguns aspectos, né, mas cujos quais essas limitações simplesmente são ah são necessidades brutas, né, são necessidades brutas ou algo assim, né, bruto necessities, ou seja, necessidades que não são explicadas em termos de outras necessidades, né, mais basilares ou algo assim, né, >> necessidades que não demandam uma explicação anterior, né, do porque que elas são necessárias, né, digamos assim. Eh, e que ainda se envolvem algumas limitações, mas sim, mas que no caso essas limitações não são eh essas limitações são hã não não são arbitrárias, né? São vinculadas com a própria necessidade, com a própria estrutura ou pelo menos com a natureza ou com a o perfil modal da pr a perfil daquela própria entidade que a gente tá considerando, né?
¶238Ou aquele ente que a gente tá considerando, aquele ser que a gente tá considerando, né? Então é isso where Josh was coming arlit according it had at least some value given that it has various valuable powers to produce lots of good things and any finite cutof in value would seem to be an arbitrary unexplained cutof that alone seems some problematic but it also just seems problematic to brute unexplained necessary features of thingscially ones that highly arbitary and could conceivably differents of ways novamente concebibilidade como guia de possibilidade. Isso de novo. >> Exatamente. O fato de algo ser concebível, né, de uma outra maneira, não significa que uma guia de possibilidade real, genuína, adequada.
¶239Fato de eu poder conceber que no caso, sei lá, ah, >> o fato de eu poder conceber, no caso, que existe um um unicórnio real, né? Existe um unicórnio ali com qual a essência dele, né? Ah, seja idêntico, aliás, com com caso a essência dele seja tal, que no caso favoreça com que ele exista na realidade, né? Segundo essa concepção, do que que é um unicórnio real, né? É o really corn, né?
¶240really unicornio ou algo assim, não significa que esse unicórnio vai existir na realidade, né? Usando aqui uma analogia, né? Um exemplo aqui hipotético, né? Que eu tô usando aqui só para deixar mais claro o ponto em questão. Ah, então parece que no caso o um guia de possibilidade real, né?
¶241Um guia de possibilidade real não adequado, não é simplesmente a conceibilidade, tá? Possibilidade não que adequada paraa possibilidade real. Ok? Ah, um outro ponto é o seguinte, é aquilo que eu mencionei e que o Philip Lon comenta no livro de 2019 de debate com Joshua R. Ainda assim, esse ser que vocês julgam, né, como sendo ilimitados em poder, valor, etc., né, em várias outras características, em conhecimento e tudo mais, ele ele, né, no caso ali, ele teria que ser, né, no caso ali ele teria que ser, né, de certo modo, ah, limitado em termos dos da sua estrutura de preferências ou de intenções, estrutura de preferências, de desejo, de intenções ali específicas.
¶242>> Uhum. Ah, então nesse caso haveria esses limites específicos que simplesmente no caso ali apareceriam limites arbitrários também, né? Além disso, tem ainda o problema da trindade, né? Porque parece o seguinte, por que que no caso esse esse ser tem que ser o trinitário, né? Se você for cristão, >> por que que esse ser teria que ser trinitário?
¶243Parece que a noção de ele ter três pessoas ao invés de quatro, cinco, seis e sete é algo arbitrário também, um limite arbitrário. >> Então, parece que ainda sim há algumas arbitrariades, né? Alguns limites arbitrários ali estabelecidos, né? Mas você pode dizer: "Ah, mas esses limites aqui são necessários, né?" E no caso ali essas três, as três, Deus é fundamentalmente um, né? Digamos assim, ele é fundamentalmente um, mas ele é não fundamentalmente três pessoas.
¶244Ou seja, o perfil, né? Ah, o perfil necessário, né? Ele se vincula, né? O perfil necessário ilimitado se vincula com uma com o aspecto fundamental, né? De Deus, né?
¶245Com que Deus fundamentalmente é. E os aspectos não fundamentais de fatos têm os limites, né? Mas no caso, o âmbito fundamental, né? Deus fundamentalmente, né? Ah, o perfil de Deus fundamentalmente é um perfil no caso limitado.
¶246Ah, mas é aí é que tá. Cada uma das figuras da trindade é vista como sendo Deus. É isso que diz a trindade. A a as figuras da trindade, né? O pai, o filho e o espírito santo também são Deus.
¶247Também são Deus, né? Também são Deus. Não é só no caso, a substância, né? A substância em si, que é que é justamente a zia que é que é Deus, né? Não é só, não é só ela que é que que é Deus, digamos assim.
¶248As próprias pessoas da trindade são Deus, né? >> As próprias pessoas da trindade são Deus, né? As hipóstes >> de Deus ali, que são as três pessoas da trindade, né? É o pai, o filho, o espírito santo, né? No caso, o pai gerado, o filho gerado e no caso o espírito santo ali espiado.
¶249Ah, essas três pessoas da trindade também são Deus. Também são Deus. Então, desse modo, no caso, eh, se Deus ele fundamentalmente é ilimitado, então, no caso, os aspectos não fundamentais de Deus, por serem também Deus, também tem que ser limitados, senão simplesmente não é Deus. Não há uma diferença relevante entre esses aspectos que favorece que em que Deus ele seja uma única substância, uma única substância em três formas distintas e não sendo, no caso, todas elas, sendo o próprio Deus, o que seria bizarro na visão cristã. co quem heresia.
¶250Então tem esse ponto aí também pros cristãos. >> OK. >> Ã, então esse é um dos pontos ali. Inclusive o Schmid ele ilustra esse tipo de resposta justamente o vídeo antigo dele, cara. Esse vídeo aqui mostrar para vocês, ó.
¶251Vocês verem como ele objetava esse tipo de raciocínio de limites arbitrários. tá no canal dele ainda. Ele não excluiu. Ele não excluiu esse vídeo do canal dele. Ele não excluiu esse vídeo do canal dele.
¶252Tá ainda no canal dele o vídeo aqui, ó. The argument arbitrar limit. >> Vamos lá, ó. Vamos lá. Ó como que ele objeta, ó como ele objeta aqui.
¶253Olha só. Vamos lá. are fundamental being the fact that features the foundational being and those fundamental features will be unlimited is that this unlimited thing is got but of course to all the space and throughout all of time and so we could even have a spacer temporal object which is not limited even in those senses. So my point is just that I'm actually quite skeptical that you can infer perfect from unlimited because maybe lots of the properties that like apply to God, it's not as though we're saying that it has like oh yeah it has some knowledge but it's like a super duper limited degree of knowledge or those sorts of things or it has some value or it has some goodness but just a super duper limited degree. No those sorts of properties aren't even applicable to it and yet it's still unlimited in the various properties that are applicable to it like spatial extent or temporal extent or whatever.
¶254So that's the third response that I level the fourth response that I want to level is a problem. Arguably God or at least the Christian God cannot be unlimited. This seems to that something is unlimited and the idea is that this unlimited thing is God. But of course the Christian God I argue cannot be unlimited. So first the problem of trinitarianism.
¶255So to be trinitarian is to be limited in a certain respect. One is limited in one's number of persons. It's not two, it's not four. It's not 250. It's not infinitely many.
¶256It's exactly three. And so God isn't after all unlimited if God is trinitarian. Now, of course, one response that you're probably going to give and one response that Josh himself gives is that, oh well, the foundational being simply can't have fundamental limits. It can have non-fundamental aspects or properties or features or respects in which it is limited in various ways. So, it can have various non-fundamental limited aspects or properties or features and so on.
¶257It's just that those limits must be explained by or depended upon or grounded in more fundamental features or aspects of the foundational being and those fundamental features will be unlimited. But by my lights, that response is seriously problematic for several reasons. The first reason why that response is seriously problematic is that how are the persons then fully divine? Is aety not a divine attribute? Is it not an essential divine attribute?
¶258Possibly aety is a perfection and so the persons would then be lacking a perfection and so not after all God. So the trinitarian problem still remains. Now why would I say that they be lacking perfection? Well, because this argument is saying that any of these limits are non-fundamental. They're grounded in some positive ontological items, some more fundamental layer of the foundation as a whole.
¶259But in that case these various nonfundamental aspects the trarianood of this being the fact that it exists in three persons that's going to be grounded in something more fundamental than the three persons. And so the fact that there are three persons it seems this limit would then be grounded. It would be nonfundamental. It wouldn't be it would be dependent on something else within God. But then it's difficult to see how the three persons are fully divine because then they seem to be dependent realities.
¶260Here's another way to see this. For any X, if X is God, then X is fundamental. That seems plausible. God is that in which nothing is more fundamental. God is the fundamental ground of reality or whatever.
¶261God is by nature fundamental and so anything that is God is also fundamental. Now the father is God, the son is God and the spirit is God. So each of the father and the son and the spirit are fundamental. But if each of the father or son and spirit are fundamental well then God's being trinitarian is likewise fundamental. Since God's being trinitarian just is a matter of existing in these three persons.
¶262The father, son and the spirit. And so if these three persons are fundamental so is God's trinitarianood. So it would follow that God being trinitarian is fundamental which is of course in compatible with the response above. The response above that was just given says that no actually that limit the fact that God is trinitarian god's trinitarianood that's actually not fundamental contrary to what we just arrive. So that's my first response to this rejoinder to the trinitarian point.
¶263I would say no then that that just seems to be incompatible with the person's being fully divine which is what you need to affirm if you want to affirm trarianism. Ok what about the second response to this rejoind that it's fundamentally unlimited but it can have non-fundamental limited properties or aspects or features or whatever. My second response to that is well then you're going probably have to say goodbye to the doctrine of divine simplicity as well. Then you're going to have to say goodbye to the doctrine of divine simplicity as well. At least of course for those who accept trinitarianism.
¶264So Christians wouldn't be able to be accepting both the argument from limits and then the doctrine of divine simplicity because again the response in question requires there to be some more fundamental layer of god upon which the other limited aspects of God like for instance God's being transitarian depend but then it is false contrdefine simplicity that everything in God is God dependence relations within god among numerically distinct positive ontological items is simply debred by divine simplicity now of course I'm okay with this since I think there are lots of independent reasons to reject divine simplicity and I know Josh Rasperson likewise doesn't accept the traditional doctrine of divine simplicity aspoused by classical theism but I just want to flag this as a problem for trinitarian proponents of divine simplicity Tá, esse aqui são só algumas objeções, né? Essa essa objeção que ele avançou é muito mais eh ela mina muito mais, digamos assim, ã, ela mina muito mais no caso a simplicidade divina absoluta do que qualquer coisa, né, digamos assim. Ah, ou seja, mais vinculada com tomismo, não exatamente com o scotismo, né, pelo que me parece, pelo menos. Eu acho que não exatamente do scotismo, acredito eu. Ah, mas enfim, mas vocês visualizam que ele ele lança uma série de objeções, cara, ele não menciona nenhuma delas aí.
¶265Ai, para não assim, ó. >> Vamos lá. >> Ó, vamos lá. Sobre os argumentos, né? Sobre o argumento que eu avancei aqui do do Filiplin.
¶266Vou mostrar para vocês onde tá. Tá na pensar na to da lista eu traduzi o texto, é justamente um texto que o Schmid nem menciona, né, do do debate do fil do Leon contra o o Joshua Brzon. Assim. Então vamos lá. Eh, vamos lá.
¶267Variedade do naturalismo. Aqui, ó. Variedade do naturalismo, né? Na parte do argumento geométrico, né? Que é um argumento que o Jorge Abra se avança junto com esse argumento da Ahã.
¶268junto com argumento dos limites de arbitrários, né? Só modelo. >> Então vamos lá. >> Mas o cabelo é meu pegar. Ó, minha primeira em resposta permit começar com um ponto conciliador, dizendo que embora eu não esteja tão confiante quanto os meus sugeridos, a aos meios sugeridos para chegar à imagem proposta de realidade concreta fundamental, ah, talvez minhas conclusões não sejam tão distantes da R assim, embora eu as tenha alcançado por um caminho diferente, porque em certos momentos eu também me inclino a pensar que a realidade última pode muito bem ser máxima ou ilimitada em algum sentido.
¶269Mais sobre isso nas sessões do livro, mas no espírito de injeção levantarei algumas preocupações sobre a resposta de BR. Minha primeira preocupação aqui tem a ver com o princípio da inexistência de limites arbitrários. Ó, vamos lá. O que o que torna um limite arbitrário de uma, aliás, aqui são são os problemas que ele ilustra, né? O que torna um limite arbitrário de uma forma que clama por mais explicações.
¶270Ah, um questionamento que o Willan faz, né? Aí outro, dada uma resposta um, que fundamentos poderiam haver para aceitar o princípio da inexistência de limites arbitrários? Ó, dadas as respostas um e dois, o princípio da inexistência de limites arbitrários fornece uma boa razão para pensar que o fundamento último modalidade é ausência de limites ou fronteiras. Vamos começar com um e dois. R se pretende abordar essas questões por meio de um experimento mental, segundo o qual a geometria do universo se assemelha a de um grande jacaré ao longo do tempo.
¶271Ele conclui que tal universo possui limites espaciais incomuns de uma forma que clama por explicação o que fazer com o experimento mental do Ry? Certamente ele está certo ao pensar que o universo com geometria de um jacaré gigante é arbitrário de uma forma que aclama por explicação. No entanto, pode se temer que o que esteja impulsionando a intuição sobre a necessidade de uma explicação, neste caso, não seja meramente o fato de tal universo ter fronteiras ou limites, mas sim que sua forma particular carregue as marcas de um artifício, né? Ah, pois suponhamos em vez disso que os dremos universo com uma geometria que não apresenta as marcas da invenção. Ele apenas parece para todo mundo uma mancha amorfa, como sua forma desenhada aleatoriamente, por assim dizer, a partir do espaço platônico de geometria, geometrias possíveis.
¶272Então, minha intuição de que a forma clama por explicação se evapora. A discussão anterior fornece uma resposta às perguntas e dois acima. O experimento mental fornece uma razão inicial para pensar que os objetos têm limites arbitrários de uma forma que clama por uma explicação se eles apresentarem as marcas da invenção. No entanto, dadas as respostas para um e dois, não conseguiremos obter uma resposta afirmativa para três, a menos que tenhamos fundamentos para pensar que nosso universo tem limites que apresentam as marcas da invenção. Até agora, no entanto, não vimos os fundamentos para pensar assim.
¶273Agora, é claro que é duvidoso que Rasmus tivesse em mente uma versão artificial, entre aspas, do seu princípio de não haver limites arbitrários. A ideia é que qualquer hipótese que envolva limites ou fronteiras é, portanto, arbitrária, pendente de uma boa razão para pensar o contrário. Mas vimos que o experimento mental do universo em forma de jacaré não sustenta essa hipótese. Aí outra preocupação que temos que tenho sobre o problema dos limites arbitrários, é que ele parece pressupor que se a realidade fundamental tem limites aparentemente arbitrários, particularidade finita, então este é um fato contingente sobre ela. Minha preocupação aqui decorre do meu ceticismo em relação a afirmações modais, ó, a distante da experiência comum, pois me parece que dado ceticismo modal moderado, né, mitigado, não temos razão para pensar que é improvável que a realidade fundamental tenha sua particularidade finita de necessidade metafísica.
¶274Mas se isso se revelar assim, então seus limites não são arbitrários ou inexplicáveis, embora a necessidade de sua própria particular definida só seja cognissível se é que é, se é que o é a posteriores, seja a partir da observação, né, da experiência empirica de alguma maneira, né, ah, das maneiras como eu listei, né, através das inferências que eu mencionei, ah, ampliativa, né, ampliativas, né, nesse caso, analógica, indutiva, ah, no caso ali abdutiva, ou imperferências dedutivas, ou, então no caso teorias de sens comum, né, ah, teoria de sens comum ali, né? que a gente utiliza, né, a no nosso dia a dia, que a gente se ancolora, né, no nosso dia a dia. Ah, mas não poderia acontecer, pelo que sabemos que este último não seja o caso. Parece que podemos levar a questão mais adiante, pois poder ia argumentar que em nossa experiência toda a quantidade de variedade, aparentemente inf infinitas de entidades que observamos são explicadas em termos de entidades com particularidade finita. Portanto, provavelmente todas as entidades, quaisquer que sejam, t particularidade finita, incluindo a realidade fundacional.
¶275Aqui é uma inferência indutiva, ó. Tá vendo? Ó, ele faz uma inferência indutiva, né? Nós observamos várias coisas finitas, né? Tendo ali uma particularidade finita, né?
¶276Explicando outras coisas com particularidade finita, né? E através disso, no caso, através dessa amostra relevante que a gente tem de casos que a gente observa, né? Como sendo representativo o suficiente, a gente generaliza pro o universo como todo, né? A gente é capaz de generalizar ali de certo modo pro universo como todo, né? A gente pode generalizar ali, né?
¶277eh, como o universo como todo, a gente pode fazer essa generalização, mas com uma certa cautela, porque como é um âmbito muito distante, então a gente tem que manter o ceticismo mitigado, né, mortal, mitigado, porque isso até mesmo essa inferência pode ser imprópria, até mesmo sem inferência, mas enfim. Hã, talvez esse seja um ponto de parada satisfatório para muitos, mas se também se inclinar a pensar que toda particularidade indefin deve ter uma explicação, então podereia ir mais longe raciocinar que a hipótese de que a particularidade definita no caso a questão é fundacional, a explicação não pode ser externa ao objeto. E se for assim, então a explicação deve ser interna a ele e talvez considerada fisicamente necessária, né? Aí outra preocupação com o princípio da existência de limites arbitrários pareceria afastar muitas hipóteses teístas, não menos do que muitas naturalistas. Assim, recordemos o problema da trindade levantada no capítulo 5, que é o problema, é o mesmo problema que no caso ah, o Schmid aponta, tá?
¶278É basicamente o problema que o Leon aponta no capítulo 5, tá? Ah, esse aqui é o capítulo sete. Se as explicações trinitárias da realidade última forem aceitáveis, então elas ameaçam minar os fundamentos contra a particularidade finita que é contingente e bruta. >> Elas também ameaçam minar os fundamentos contra a particularidade finita fundamental que tem sua natureza de necessidade, apesar de parecer contingente. No capítulo anterior, Rasm apontou que para o argumento a priori de Swimber, 1994, a forma do moneteismo da trindade como uma ilustração de como alguém poderia aceitar o princípio contra limites arbitrários, ao mesmo tempo em que reconcede limites ou particularidades no nível metafísico, ou seja, na natureza de Deus.
¶279Tem algumas coisas a dizer em resposta, né? Primeiro, muitos trinitários, talvez a maioria rejeita o argumento de Swimbern, né? Que ele traz um argumento de Swimbern sobre a trindade em termos justamente da relação perfeita de amor, né? Do amor perfeito da trindade, né? Das figuras da trindade, né?
¶280que favorece com caso eh essa configuração em três pessoas não seja arbitrária, né, geninamente, porque no caso ali a há uma relação amorosa perfeita entre as três pessoas da trindade, né? E, portanto, isso demandaria que Deus tivesse justamente essa esse tipo de limite, né, por assim dizer, esse tipo de limite ou esse tipo de característica, né, definida e delimitada, ah, ao invés de outra, né, ali, justamente porque isso favorece uma explicação ali acerca do dessa relação de amor, né, da amorosidade divina de Deus, né, ah, como se ilustrando através da relação perfeita entre as três pessoas da trindade. É basicamente esse argumento do swing, né, pra trindade. >> Uhum. Ah, por não ser convincente.
¶281Tr is e se a a história serve de guia, as perspectivas não são promissoras para um futuro argumento a priori a favor do trinitarianismo que convença a muitos. Segundo, muitos trinitários argumentam que o trinitarianismo social de Swimborn é herético. Embora esse fato histórico possa não fazer diferença filosoficamente, deve-se notar que muitos teistas interessados em volumes desse tipo são cristãos ortodoxos e, portanto, podem encontrar fundamentos teológicos para rejeitar o argumento. Terceiro, o argumento debern envolve crucialmente a criação dos outros dois membros da trindade Exnillo. Mas como argumentei e como R se concedeu argumentando, ah, a criação exnila é metafisicamente impossível.
¶282Mas se essas coisas são assim, então na ausência de outras explicações para uma exceção a princípio da inexistência de limites arbitrários, elas fornecem fundamentos não triviais para os teístas trinitários rejeitá-lo. Dado que a maioria dos filósofos analíticos teístas da religião são trinitários, isso pode ser uma desvantagem significativa do ponto de vista dialético, ou seja, o ponto de vista da discussão. E tem mais outra aqui ainda. Aí finalmente o problema dos níes arbitragem da particularidade finita para o teísmo não termina com tentarismo. sem aplicar a natureza, a estrutura de preferências, que foi o que eu falei, o caráter e escolhas de Deus, né?
¶283Que é algo que inclusive o próprio Juan comenta no vídeo do modern, né? Ah, modern. OK. Assim, suponhamos que concluísssemos que o deus do teismo é o fundamento último da realidade concreta contingente, porque esse Deus, em particular, com seus atributos e estrutura de preferências particulares em v de algum outro. Além disso, porque uma pessoa, a hipótese de uma base pessoal do ser exibe particularidade e, portanto, pareceria cair na ilusão do princípio da inexistência de limites arbitrários, né?
¶284Ah, então é isso, né? Então são esses pontos, né? Para quem tiver interesse, esse aqui é o capítulo, tá? É o capítulo capítulo sete, varieties naturalism, tá? Eu traduzi aqui na pão naturalista como variedades do naturalismo, né?
¶285Ele discorre sobreismo liberal, moderado, conservador e ele discorre aqui sobre esse tipo de refutação, resposta ao argumento dos limites arbitrários do Rus Rens, que visa suprir o argumento geométrico dele, o argumento geométrico, ou seja, um complemento do argumento geométrico que ele traz contra em favor da existência de Deus, né, de certo modo. E que é algo mais ou menos ali que o tá apelando, né, o princípio dos da ausência de limites arbitrários. >> Perfeito. >> Quer comentar alguma coisa, San ou não? Ou >> é, eu acho que é só comentar assim, eu acho que essa questão da trindade é bastante interessante, né?
¶286Eh, até porque se a gente a gente segue seguir a maioria da da fé cristã, eles provõem que a trindade é um conhecimento sobre a natureza de Deus que é revelado e que não pode ser seguido por argumento puramente racional, né? Tem exções para isso, como por perspectiva racionalistas, lulismo lá, essas coisas, né? Mas a maioria dos cristãos, a maioria da teologia cristã entende que o dogma da trindade, ele é um dogma que é conhecido só por revelação ou por fé e, portanto, ele não se segue de uma derivação racional. O que já seria estranho a se a gente assumir, porque a gente teria que assumir que a trindade é um aspecto necessário da natureza de Deus e não meramente contingente. Ah, se ele é necessário da natureza de Deus, deveria ser mais claro como ele se segue da própria compreensão do que Deus é.
¶287Então, talvez era era para ser uma matéria de teologia natural, talvez descobrir que Deus é uma trindade. Mas isso isso é interessante porque a gente descobre uma uma questão sobre a estrutura divina que é tr, eh, sem que a gente tenha um uma razão suficiente clara do porque Deus é uma trindade, né? Se tiver uma razão suficiente clara que segue da própria natureza de Deus, então isso deveria ser possível de ser derivado racionalmente. Se não é uma coisa que deveria tá, se não é uma coisa que que fere o princípio da razão suficiente. Então é uma coisa bastante complexa.
¶288Tem tem teólogos que tentam explicar porque que Deus é três, ao invés de não ser dois ou quatro, né? tem o o o a ideia de que as processões são suficientes para ser três, mas isso é é bastante complicado. Tenho tenho a escola de São Víor também que tem algumas tentativas de mostrar que Deus exemplifica três formas de amor. O amor que doa, o amor que é doado. O amor que doa, o amor que recebe, o amor que ao mesmo tempo doa e recebe.
¶289Por isso seriam três. Mas são todos meio que justo stories, just não não parece ser muito claro como que essas coisas dão razão suficiente do que Deus precisa ser trino. Eh, eu acho que todas as coisas que o Joey colocou que seguiria nessa segunda etapa, nenhuma delas é muito convincente, né? Porque ele fala primeiro que Deus quer dizer que a causa necessária do universo deveria ser não física. Só que aí isso só se aplicaria a um conceito muito restrito de físico, talvez, né, que a gente tá pensando objetos concretos, macroscópicos, ah, que tem composição de partes, limites temporais, espaciais, eh, que existe dentro de um contexto governado por certas leis físicas.
¶290E se a gente pegar a física contemporânea, principalmente a teoria, a mecânica quântica, os objetos, a, o, como a gente enxerga o que é um objeto físico, tá cada vez mais diferente, né? como como que a gente pensa algo físico agora que a gente tem as descobertas da mecânica quântica. Então, algo físico não precisa necessariamente ser um objeto concreto composto por partes com limites, espaçotemporais e que depende de condições externas, né? Hoje, >> ah, pode >> mandaram vintão aqui pr pra gente aqui. Deixa eu ver.
¶291>> Mandaram vintão. Eu vou dar uma olhada aqui. Deixa eu vou botar para tocar. >> Uhum. Pode botar, >> mas pode terminar.
¶292Pode terminar o raciocínio. >> Ah, tá. Eu só ia comentar, então assim, hoje a física contemporânea tem revelado que talvez o mundo seja muito diferente do que a gente pensa e talvez aquelas coisas que a gente considerava serem propriedades físicas necessárias para que algo contasse como físico. Eh, talvez já não seja mais, né? Talvez haja coisas físicas que não necessariamente são espaços temporais.
¶293Talvez haja e eh coisas físicas que não obedecem leis de causalidade estritas e determinísticas. Eh, há há há algo que pode ser chamado de físico, que não obedece as leis, que a gente entende que govern macrocósmico. E também há algo que a gente chama de físico, que não obedece ao realismo local, né? Então, por exemplo, a gente pega o entrelaçamento quântico, duas partículas duas subpartículas podem continuar correlacionadas sem que elas estejam localmente próximas. Então, as propriedades que geralmente a gente atribui ao que é físico, tradicionalmente na física tradicional, hoje já não se aplicam tanto.
¶294Então se torna cada vez mais difícil dizer eh que tudo que é físico necessariamente exibe marcas de contingência, porque a própria noção de fisicalidade hoje na física está um tanto em abalo, assim. Então, eh, talvez haja uma estrutura física fundamental que não carregue as marcas de contingência que os objetos físicos macrocósmicos carregam. Então, algo poderia ser eh físico e fundamental e ainda assim não ser contingente no sentido dos objetos concretos físicos, macrocósmicos, que são contingentes. E aí nesse caso, a gente tem que lembrar que o que a gente chama de físico não é necessariamente o que carrega essas propriedades que objetos concretos, físicos, macrocósmicos carregam. Físico é tudo que cai dentro do escopo de uma ciência física ideal, né?
¶295Igual o David sempre fala, né? E a melhor maneira da gente saber quais objetos eh pertenceriam ao escopo da de uma ciência física é a gente pegar a melhor ciência física disponível e considerar quais objetos ela postula. E se a gente pega a mecânica quânica, a gente vai descobrir que talvez o mundo físico no seu nível mais fundamental pode ser muito diferente das propriedades que a gente encontra nos objetos macrocósmicos. Então a gente não tem tanto, a gente não tem elementos suficientes para dizer que necessariamente uma estrutura física quântica fundamental ela carregaria as marcas de contingência que os objetos físicos macrocósmicos carregam. Mas ah, agora pode passar o negócio.
¶296>> Perfeito, cara. Perfeito. Vou colocar aqui para tocar. É uma é uma pergunta, né? Uma um pedido de indicação de de textos.
¶297Ah, vamos lá. Pode vir ponderé, pode vir qualquer, o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Você vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia.
¶298Isso aí para mim, isso aí não prova nada. >> Buscador mandou R$ 20. Olá, David. Olá, Sunkei. Vocês poderiam recomendar boas obras de introdução ou visão geral sobre o ateísmo, suas correntes e desenvolvimentos históricos e sobre o ateísmo contemporâneo analítico.
¶299Bastante >> pós p e inclusive eu montei uma lista junto com café e tá na minha aba de comunidade. Deixa eu pegar aqui. Ã, deixa eu ver se eu acho. Inclusive tem um vídeo do Mí que eu deixei lá, né, que eu e o café a gente deixou lá, que é um vídeo bom até. Não sei se ele privou, né?
¶300Não sei se ele privou o vídeo, mas enfim. Vamos ver. Vamos lá. Você vem aqui na aba de comunidade, né? Deixa eu ver lá.
¶301Push, push, push. Pô, seria bom se deve desse para puxar, né, os posts mais antigos, cara, porque eu lembro que foi bem bem antes que eu coloquei essa lista. Mas se você for descendo aqui, deixa eu ver. Hum. Tá.
¶302Calma aí. Vamos lá. Tá, tá, tá. Esses aqui são os artigos do Bull, do David Bull e do Marx. Traduzir as tretitas que aconteceu comero mágico.
¶303>> Uhum. >> Hum. Vamos ver se eu acho aqui rapidão. Mas tá bem lá atrás. É você colocar lá na frente.
¶304Aqui é justamente os eventos que aconteceram, né? Aliás, o evento que aconteceu atende no século XX, né, lá na PCE. Ã, OK. Feixes aqui esse po aqui. Vou vou ver se eu deixa eu ver se tem a opção de eu compartilhar ele novamente.
¶305Eu vou fazer o seguinte, vou compartilhar ele novamente. Vou repostar ele aqui, ó. lista deas sobre ateísmo analítico. >> Pronto, agora ele vai tá lá, vai tá lá fácil para você acessar, tá? Buscador.
¶306Ó, mas aqui, ó, aqui você tem. Epa, pera aí, cara. Deixa eu voltar lá para cima, lá para cima que agora vai tá lá para carregar. Ah, aqui a lista de leituras. Aí aqui você vai ter, ó, livros introdutórios sobre atismo em geral, ó, você vai ter o seguinte: o ateismo liberdade do Cancian.
¶307É uma introdução, né? Apesar que ele ele não é analítico, tá? Ele é um autor brasileiro. Ah, assim, que foi um dos livros que me introduziu a ateísmo de certo modo. Ele tem uma pegada nilista, nitiana.
¶308Então, assim, eu recomendo você tomar um pouco de cuidado. As críticas dele também, argumentos cosmológicos, ontológicos, etc., não são boas, tá? É, mas é porque de fato ele não é um cara aprofundado de filosofia da religião. Mas assim, para introduzir o ateísmo é é uma obra legal, uma obra legal. H aí você tem o o dois, né, que é justamente o mundo sem deu exercício sobre ateísmo, que é basicamente o The Cambridge Companiones, né, da Cambridge Campionas no inglês, né, que é o livro de 2000 e eu não lembro agora, não lembro agora de 1900 e pouco, de 2000 alguma coisa, eu não lembro, mas é um livro ali que ele reúne uma apanhado de textos, né, sobre psicologia da religião, sobre história, aliás, sobre psicologia do ateísmo, ah, história do ateísmo, ah, sobre desenvolvimentos históricos envolvendo o ateísmo moderno.
¶309sobre, no caso ateísmo continental, né, e a questão do da do pós-modernismo, né, a relação do do ateismo com o pós-modernismo, a questão do ateísmo analítico, né, envolvendo argumentos ali, né, contra a favor da existência de Deus. Inclusive tem o capítulo 4 que é do Craig, né, o Craig ele defende alguns argumentos ali existência de Deus, né, aqueles que a gente já sabe, né, aquelas exposições que a gente já sabe de sempre CG. Ah, e no caso dos outros capítulos, né, o capítulo 5, 6, 7, eh, o capítulo 5, 6, 7, ah, principalmente o cinco, seis, né, eles são do Richard Gale, né, eh, e do e do Cave Parcelos, tá? Basicamente são capítulos ali dedicadas a refutar os argumentos basicamente que foram apresentados no capítulo do Craig. Ah, enfim, tem capítulo ali sobre metaética também, né?
¶310Sobre filosofia moral ou ética, principalmente de uma ótica ateísta, né? Sobre como se fundamentar, né? Tem o texto que é do capítulo nove, né? Que é do David Obrink, né? Que é um naturalista ético corneliano, né?
¶311Que ele traz uma argumentação em favor do dação da autonomia moral, né? Ah, em relação ao a Deus, né? A concepção de Deus, a autonomia da moral em relação à concepção de Deus. Então assim, é um livro muito bom, cara, muito bom mesmo. Recomendo que vocês leiam ele.
¶312Ah, você tem esse três, esse terceiro aqui que é o que eu, meu, meus amigos, no caso Irã, filho e teste Medeiro, a gente traduziu e revisou, né? Eu fui um dos revisores junto com o meu amigo T, meu amigo Irã foi quem revisou lá na Pensar Natalista. Vocês conseguem ter acesso no site da Pensar Naturalista, tá? Para pode lá, tem uma lá em cima na parte superior, né, da pensar lista tem a a abinha de livraria. Vocês clicam lá e vocês conseguem ter acesso, tá?
¶313O livro em questão. Aí tem o itens da basic do GRHOP também. É uma introdução muito legal mesmo, muito boa. Você tem o texto do Paul Reaper, né, de Stanford Philosophy, né, que ele foi publicado em 2017, ah, ele foi 2022 também atend de uma maneira muito legal de sismo. Você tem esse vídeo aqui que é do Joy Smid, né?
¶314Ah, eu acho que ele tá, deixa eu ver se ele tá, eu acho que ele não exclui esse daqui, não, não exclui isso daqui. Esse vídeo é muito bom, tá? Do J. Ah, que é justamente evite esses erros graves sobre teísmo, ateísmo ecicismo, né? Como é o vídeo mais geral, acho que ele não tirou do canal dele, né?
¶315Ah, você tem um item da F justification do Michael Mart, você tem o God evil readings and logical problems do Nelson Pike, você tem Gen Evil do Edg Musk, você tem o Esse daqui é repetição do Camage Compan, né? A gente deixou repetido aqui, mas enfim, é o mesmo livro Cenia aqui é o mesmo livro. Aí você tem o Argent for Evil da Andrew Iceberger, né? Esse Argam for evil você encontra ele como capítulo no próprio mundo sobre atismo no capítulo 10, tá? Ah, e assim sucessivamente, tá?
¶316Aqui vocês têm livros interessantes aqui para sobre ateísmo, tá? E aí você tem o Oxford Handbook of editado, né, pelo Stephan Bull Mus, que aí sim trata sobre a história do ateísmo, trata sobre a história do ateísmo no ocidental, a relação dele com o tomismo, a relação do ateísmo, né, vinculando ali a certas certas perspectivas políticas como o próprio marxismo. Você você ilustra no caso a capítulo aqui, como por exemplo do Grahop, do Stefan, do Stefano Law, entre outros, né, que tratam sobre outros assuntos e argumentos a favor do ateísmo também, de certo modo. Tá, então tem muita coisa aqui no no Dark Hand do Michael R, tá? Então recomendo esses ladem tem o Natural Relication GK e esses aqui todos, né?
¶317Esse aqui é o Sg the bestation ofs, né? É que é justamente o debate do Filin com Josh Risers que eu traduzi alguns capítulos na pensão naturalista como esse aqui que eu acabei de mostrar agora a pouco, né? Esse que eu acabei de mostrar agora a pouco é relacionado a isso. Então é isso aí, entendeu? Então se vocês tiverem interesse aí, buscador sincero, né?
¶318Buscador aí. Ah, buscador, né? Yes. Ah, é só vocês irem ali. OK.
¶319>> Então, vamos lá. Vamos voltar pro R. Tem mais muita coisa ainda. >> Perfeito. >> A gente não chegou nem nem passou do da contingência ainda.
¶320>> É verdade. princation novamente isso aqui demanda o princípio da razão suficiente explanatório contra Chichi. >> Uhum. >> É o primeiro ponto. Segundo ponto, há limites arbitrários em Deus.
¶321>> Perfeito. >> OK. Há limites arbitrários em Deus. Então, pronto. Precisely because they have no further explanation because the ultimate explanatory stopping point of reality must be unlimited.
¶322This meshes far better with theism than standard alternative hypotheses. As the posits a being of unlimited perfection at the foundation of reality. And there are still other reasons for thinking the necessary foundation is God. You know, like given that this foundation necessarily exists and is the ultimate source of contingency in the actual world, it's very natural to think that in any other possible world contingenting contingent things, it would also be the source of contingency therein. Especially if you grant that contingent things in any world have an explanation and there's only one necessary foundational thing.
¶323>> Isso aqui não é vindicado pelos pontos que a gente já listou aqui. >> Ceticismo modalmente mitigado, empirismo modal, tá? Pode ser. Muito bem o caso que haja, né, uma coisa finita, né, eh, aliás, >> uma coisa que seja ah, seja limitada, né, em alguns aspectos, né, ah, algo seja finito, né, limitado em certos aspectos que seja necessário, pelo menos no sentido até mais fraco, talvez, né, no sentido justamente de ser factualmente necessário, né, ou seja, de ser um ser tal que ele é incapaz de falar existir no mundo que existe, mas que há um mundo possível que ele poder não ter existido, ok? E, portanto, ele nos mundos em que existe, ele é independente, enquanto as outras coisas contingentes são contingentes dependentes ou derivadas dessa coisa contingente independente.
¶324E, portanto, no caso, não é necessário que ela exista em todos os mundos possíveis, né? Ou algo assim. What's more, if this foundation has the ability to bring about any possible state of affairs, that's at least very good evidence of omnipotence. I also had sympathies with combining stage one of a contingency argument with an inference to the best explanation of various observed features of the cosmos. As you can see in my devil's advocate debate on capturing Christianity from 2020.
¶325Second reason is that um this immaterial nonphysical necessary being is what is explaining the wonderful world of contingent things we find ourselves in. Tá? Aí aqui ele já tá apelando para características que são extrínsecas, a própria hipótese que ele tá considerando, que ele tá articulando para poder aumentar, no caso, a questão da probabilidade ali, ah, para tratar, no caso a questão da probabilidade prioritária no caso dessa hipótese, né? Ah, então nesse caso aí o que acontece? ele já tá partindo de elementos que são extrínsecos à própria hipótese, não intrínsecos a ela, para poder tentar vindicar a razoabilidade de assumir que esse fundamento, né, ah, da realidade, ele teria que ser um fundamento necessário metafisicamente falando, e que esse fundamento necessário metafisicamente seria adequado como sendo Deus, em virtude das várias características que a própria realidade pelas quais ele seria o fundamento, ah, o fundamento, né, o último ali ela exibe, né, as características ali que exibem um certo padrão específico, né, ou algo assim.
¶326Mas vamos lá. intelligible, orderly, regular, consistent, rationally investigable, and contains massive amounts of stunning beauty. We have reason to think that this nonphysical necessary being that accounts for such a world is more like a craftsman or an artist than some impersonal chancy process. info, mas você tá escrecendo algumas parcelas de dados relevantes que o Philip Linho menciona e que vão contra esse tipo de ponto que você tá colocando. Agora eu não sei exatamente o que tá acontecendo, né?
¶327Não sei se convenientemente, mas você sequer menciona as coisas que o Philip Lon menciona lá. Não tem que ele responde. >> É, eu achava que ele não mencionava porque ele ia falar as objeções no vídeo três, mas acho que o vídeo três é só objeções mais contra o cristianismo e o catolicismo, né? Ele não adressa, endereça >> sim, objeções contra o catolicismo. >> Adress é, pois é, >> adressa palavra é endereça, né?
¶328>> Beleza. Aí você tem aqui. Vamos lá. Ele não tá >> como naturalismo explica. Vamos lá.
¶329>> Eu vou trocar. Eu vou trocar. Ai, >> poderia explicar. Como naturaleza poderia explicar? Vamos ver aqui.
¶330Eita. >> Deixa eu colocar aqui. Fil. Não, vamos lá. Eh, como naturalismo, poderia explicar o justi fino, poderia ajustino, racionalidade, moralidade, blá blá blá.
¶331Acho que é aqui, ó, esse texto aqui do Filipinho, tá? Esse texto aqui, esse texto aqui é muito bom. Eu traduzi, ele é um dos capítulos também do IsG, tá? Capítulo 9. E aqui ele mostra mais um monte de dados relevantes que no caso são não são bem não são dados contas, né?
¶332Não são dado conta do pelo spint, né? Mas enfim, vamos lá. Hum. Vamos lá, ó. Vamos lá.
¶333Finalmente, assim como na orgesti fino, mesmo que o dado geral da razão eh infle a probabilidade do teísmo, outros dados mais específicos relacionados a essas regras parecem esvaziá-la. Aqui estão 10 exemplos. Primeiro, existem contra exemplos aparentes para o modo stens, caso em que ele se aplica apenas e com qualificações. E o Sim 2012 também foram levantados para o modo ponens colonflein. Segundo, ainda não temos uma explicação incontroversa da natureza dos condicionais, sejam eles indicativos, subjuntivos, restritos, etc., que capture todas as nossas intuições sobre suas condições de verdade.
¶334Terceiro, existem problemas nutriviais com outros sistemas de racionalidade teórica e prática, incluindo o baesianismo e a teoria da decisão. Quarto, os fundamentos da teoria dos conjuntos estão atualmente em disputa e há motivos para pensar que escolher entre as explicações alternativas dos fundamentos é uma questão de considerações pragmáticas. E quinto, quinto lugar, Merced e e Kenman 2011 levantaram sérias preocupações, né, sérias preocupações sobre a utilidade da lógica dedutiva para a vida cotidiana em relação a vários tipos de raciocínio indutivo e heurídico. Em sexto lugar, existem problemas com inferência abdutiva, incluindo como classificar as virtudes teóricas para determin qual teoria é a melhor explicação para um determinado conjunto de dados. Em sétimo lugar, é controvérs que a probabilidade de TE, né?
¶335Aliás, probabilidade de TE, não, princípio do terceiro excluído e princípio da não contradição e outros princípios lógicos básicos são realmente regras corretas ou regras da razão sem exceções. Priest 2006 em em oitavo lugar, mesmo assumindo que existam princípios da razão corretos em controversas, a maioria das pessoas parecem incapazes de se valer deles, pelo menos de forma consistente. Em nono lugar, de acordo com uma robusta gama de estudos empíricos, a mente humana está repleta de vies cognitivos que regularmente impedem os humanos de raciocinar de forma eh confiável. Cemman, né? E o Tavertsky também, né?
¶336Eles trazem esse ponto. Por fim, mesmo que a maioria das pessoas possa se valer deles, não está todo clor que a maioria faça a ou faça para evitar erros de forma confiável. Em suma, mesmo que dados gerais da razão discutidos por raz sejam eh esperados no teísmo, outros dados específicos sobre a razão, por exemplo, sua utilidade prática limitada a nossos direitos cognitivos que rodinariamente subvertem, o fato de que a maioria é incapaz de se valer ah desses princípios e a modesta utilidade de tais princípios sobre o raciocínio consciente, heurístico, etc. são tais que não está de todo claro que seriam esperados em uma explicação teísta de uma mente fundacional em encontrarse ah se não existe talmente no sentido robusto do termo em em rasm então eles não parecem nada surpreendentes. Portanto, não está de todo claro para mim que a hipótese de R seja a melhor explicação para os dados relevantes de questão.
¶337Nesse caso dado da razão, né? Mas tem outros dados também referente a à questão do a a outras questões, né? Ele menciona aqui sobre a questão do fin aqui causa sinais, né? que ele usa uma objeção contra o ajuste fino, né, interpretção de causas finais ali vinculadas ao próprio Aquino, né, de acordo com Hoffman, pelo menos, né, Hoffman. Hã, e aqui, hã, e aqui no caso, ó, aqui existe uma outra conjunto de razões que o Filipino traz, que favorecem, no caso, com que haja uma explicação melhor, né, de um fundamento, né, um fundamento ali, ã, um fundamento necessário ali que não tenha um perfil, né, que se vincule com a aspect com a com com o perfil, né, de um de um deus pessoal, né, de um ser pessoal, dotado de pessoalidade, intencionalidade, que de fato ajustou, né, deliberadamente conscientemente, né, decidiu ajustar finamente, né, essas características ou ou decidiu que essas características existem na realidade, do que simplesmente no caso do te.
¶338Ó, em terceiro lugar, existem outras razões independentes que podem levar alguém a duvidar que o ajuste fino cósmico deva ser atribuído a um ou mais sintonizadores finos e inteligentes. Aqui mencionarei uma. Outras características do universo não são o que se esperaria dessa hipótese. Por um lado, parece que a vasta maioria do universo observável é bastante hostil à vida, ou seja, o problema da escala. Por outro lado, né, por das vida, aliás, por outro lado, a maioria do número relativamente escasso de seres vivos que conhecemos no universo parece definhar por uma parte significativa de suas vidas, a questão da instinção e massa oriada pelo processo evolutivo, né?
¶339Ah, por outro lado, os membros de muitas espécies são os a existência daqueles ah das outras, né? Então, uma hostilidade entre os membros de uma espécie em relação à outra também, de certo modo, esse tipo de hostilidade. Ã, em suma, mesmo que os fenômenos mais gerais do ajustifino cósmico possam parecer surpreendentes no naturalismo, mas não no teísmo, os aspectos mais específicos da vida, porque parece ajustada finamente, são surpreendentes no teísmo, mas não no naturalismo. Consequentemente, enquanto o primeiro tipo de fenômeno pode aumentar a probabilidade de uma refundação inteligente, o segundo tipo de fenômeno parece esvaliado. Isso se alinha justamente com o princípio da requerimento da evidência total do per.
¶340O po draper ele discorre sobre isso, sobre a questão da gente na hora de a gente avaliar a probabilidade de uma certa hipótese nitamente de outra, né, a favorecer uma inferência para de explicação, né, recorrer uma inferência para explicação, a gente deve prestar atenção não só nas características mais gerais daquele fenômeno que a gente tá tomando como base para poder inferir qual o melhor explica aquele aquela característica presente na realidade, né, vincular com aquele fenômeno, mas a gente tem que visualizar os aspectos mais específicos. E quando a gente considera aspectos mais específicos, não não parece ser o caso que hipóteses como naturalismo ou fisicalismo de fonte ou então no caso qualquer outra hipótese, né, de um deismo diferentista saiam piores do que simplesmente a hipótese teísta, né? A hipótese teísta, tanto o teísmo nuclear, né, que é uma é mais modesto do que o teísmo tradicional que o Jmid tá defendendo, quanto, imagina então o próprio teísmo tradicional que o Schmid tá defendendo, cara. Tem inúmeros problemas possíveis ali que inúmeros problemas que no caso ali o próprio P Draper aponta, né? eh, no livro dele and the of Evil, né?
¶341Eh, quem tiver interesse, né, de conhecer esses problemas, é só assinar o plano, né, eh, do clube, ah, do clube aí, né, eh, de assinatura aqui, né, o clube do canal. Ah, clicando aí na na no botão se tornar membro e se tornando membro do Clube 3, OK? Por apenas R$7,99 mensais, OK? Aí vocês têm acesso a essas leituras comentadas e vocês vão ter acesso à próxima leitura comentada que eu vou fazer sobre o argumento dos pr decisivos, tá? Ah, então esse é um ponto aqui que o o Philip Linho faz, o Podraper faz inclusive no Eagnosis, né, lá da da Stanford Philosophy.
¶342Vou mostrar aqui para vocês rapidão, só para vocês verem, né? Ah, para vocês verem aqui. Eu não sei se mostrou na tela, né? Acho que eu mostrei na tela ou não. >> Acho que não.
¶343>> Aqui, ó. Aqui, ó. Basicamente, esse aqui é o texto, tá, pessoal? Esse é o texto aqui. Esse é o texto relevante, tá?
¶344Esse é o texto relevante aqui. E aqui é basicamente onde o Brion discorre. Aliás, aqui, ó, aqui, ó. Esse aqui, ó, esse aqui é o ponto que eu li, né, sobre o ajuste fino, né, e os as características específicas desse ajuste, né, desse suposto ajuste fino, né, que no caso favorece muito mais o naturalismo do que simplesmente o o teísmo, né, em termos gerais. E lá embaixo, né, na parte que fala sobre razão, né, razão, ó, aqui na parte que fala sobre razão, aqui no finalzinho é trazido aqueles dados sobre nossa racionalidade, né, sobre vários problemas envolvendo a racionalidade e sistemas lógicos e formais ali que problematizam, né, que não são esperados aqui na visão teísta, mas são esperados na visão naturalista, que tudo isso aqui haja, né, haja todos esses problemas aqui vinculado com a racionalidade, né, ah, com a com a questão da razão, né, e principalmente a questão de princípios lógicos e tudo mais, né?
¶345Todas essas controvérsias aqui que o Leon menciona, OK? Então, basicamente, esse é o texto relevante. Mas enfim, ah, vamos aqui no na nois. Inclusive o Schmid, ele tinha um vídeo do desse argumento do PPER aqui que eu vou mostrar no canal dele, que é argumento da evidência decisiva, size evidence arm. >> Ele tinha sobre o argumento dos low prise também, se eu não me lembro bem, acho que dos low prise ele também tinha.
¶346Ó, porque a gente vai ter esse, esse é o texto, tá, do podriper, né? Foi revisado em 2022, escrito em 2017, revisado em 2022. Aí aqui você tem o argumento dos low prers, né? Hã, dois argumentos em favor do atismo local. Aí você tem o argumento dos low price, né, dos pr baixos, né?
¶347E aqui você tem o ponto que ele faz sobre o requerimento de evidência total, né? Total evidence requirement, que é esse aqui, ó. Vamos lá. É porque assim, basicamente o argumento é esse aqui, né? A evidência total, né?
¶348Pregissão, a evidência total não favorece o homiteísmo ao invés do fiscalismo de fonte, né? Que é a hipótese mais modesta que o raper articula, né? fisicamente de fonte a hipótese, no caso que de que a realidade ela fundamentalmente, digamos assim, ela fundamentalmente eh física, né? E, portanto, a mentalidade, né, mesmo que ela emerja a partir do âmbito físico, né, ah, mesmo que haja um dualismo de substância, né, por assim dizer, a, a substância mental ela é posterior à substância física, né? Ou seja, a substância física ela é fundamental, né, e é da dela que se origina a substância não física, né, nesse caso aí o o dualismo de substância, né, caso haja um dualismo de substância genuína, né?
¶349Eh, e aqui não precisa nem vericar o princípio do fechamento causal, né, de todas as causas, né, vinculadas, eh, todas as causas vinculadas com com âmbito, ah, com âmbito real, né, digamos assim, né, todas as aspectos causais relevantes, né, se vinculam, né, com âmbito causal físico, né, se restring ao âmbito causal físico, né? Eh, então, eh, se se vem colocar aquele princípio, né, no caso ali de do fechamento causal de que tudo para todo eh, fenômeno, né, o evento eh X, né, há uma causa física suficiente para aquele fenômeno, né, ou algo assim, né, há uma causa física suficiente para aquele fenômeno ou algo assim, mais ou menos assim, o que que há uma causa física suficiente que explica aquele fenômeno, né, ou algo assim. >> Ah, é basicamente por aí que é o princípio do fechamento causal, que é chamado, né, na na defesa do fisicalismo, né, que fazem. Ah, mas você não precisa endossar esse princípio, tá? Você pode ser admitir o dualismo ontológico na visão do físic de fonte, tá?
¶350Mas basicamente o aspecto da do físico, né, da da realidade física, ela é vista como mais fundamental no no fisicmo de fonte. H, e aí, né, a partir disso, você articula uma hipótese que ela é mais modesta, ela tem um conteúdo menos específico, né, ela é menos específico, ela é menos específica ali, ah, nos conteúdos do que simplesmente o teísmo, né, que no caso ali é uma versão específica do idealismo de fonte, segundo o Paul Draperer, né, que é basicamente a visão de que a realidade ela é fundamentalmente mental, né? Ou seja, a substância mental ela é fundamental e a substância física ela pode emergir, né, de certo modo, como numa visão dualista de substância, mas ela é posterior à substância mental, né, digamos assim. eh substância o âmbito mental, né? Hã, e aí no caso, ah, o teismo é uma versão específica dela que atribui, né, não só a mentalidade, mas também características omni específicas, né, como onipotência, onisiciência, onipresença, pessoalidade, a consciência, ah, aliás, consciência, não, volições, né, estruturas de preferências, né, desejos, ah, enfim, ah, decisões, né, e coisas e tal, né?
¶351Então, basicamente são essas características que você embui, né, no caso ali, eh, nessa hipótese. Portanto, ela vista como uma é uma versão específica, no caso ali, uma versão mais específica do idealismo de fonte, né? Eh, enquanto no caso do o fisicalismo de fonte, ele é uma visão inespecífica do fisicalismo em termos gerais, né? Ah, do fisicalismo, ah, ah, do de fisicalismo, né? Uma versão inespecífica, né?
¶352Ela não é tão específica assim, não tem tanta coisa construída na hipótese, né? Para favorecer preditividade, né? Então ela tem uma probabilidade prioritária de ser verdadeira maior do que essente, uma hipótese menos modesta, né? antes do contato com qualquer evidência possível. E aí no caso a evidência total não favorece o hometismo em vez do fisic de fonte, né?
¶353Essa premissão. A premissa dois é o fiscismo de fonte é muitas vezes mais provável tristicamente do que o omniteísmo. E aqui é é o que ele vai argumentar, né? O que o draper vai argumentar ali nas sessões subseguines, né? Aí premissa três, né?
¶354Que segue de um e dois é o fisicamente de fonte é muitas vezes mais provável do que o homiteísmo. Segue no caso a partir de três que quatro. O homiteísmo é muito provavelmente falso e segue a partir disso, né? no cinco que ateísmo, entendido aqui como uma negação do homismo é muito provavelmente verdadeiro, né? Ah, e aqui, né?
¶355E aqui, né? E aqui no caso, eh, o podriper, ele descorre o seguinte, ó. Uma exame, um exame direto no caso dos argumentos em favor e contra premissa um é obviamente impossível aqui, mas vale a pena no caso mencionar a defesa que a defesa no caso dessa premissa não precisa ligar que os fatos conhecidos tipicamente pensados como por natural eh teólogos naturais como favoreciteismo sobre competidor hipótese competidores, como no fisicamente de fonte tem qualquer força, né? Aliás, não tem nenhuma força. A invés disso, poderia ser aclamado, né?
¶356policia ser ligado que qualquer força que eles têm é simplesmente superada pelo menos a até um um grau significativo por fatos mais específicos favorecendo o fisicamento de fonte ao invés de oniteísmo. Teólogos naturais rotinamente ignoram esses fatos mais específicos e, portanto, parecem comprometer-se com que pode ser chamado de falácia da evidência subestimada. Ou seja, eles ignoram parcelas da evidência que são relevantes para mim na o caso deles e simplesmente focam só naqueles aspectos gerais que favorece o caso deles. É o que Schimit faz ao longo desse vídeo em todo, pelo menos até onde eu assisti. Até onde eu assisti.
¶357Assisti até metade ali do do coiso. Assisti metade ali do coiso. E tudo que ele tava fazendo, ele não tava citando fatos mais específicos que não corrobora com o ponto dele, né? Fatos muito mais específicos que minam o caso dele, né? O minam o caso cumulativo dele, né?
¶358Ele não tava mencionando esses fatos específicos, né? Eu vou listar isso ao longo da dos nossos reacts, mas precisamente o ponto é esse. Mesmo quando te aulas naturais são bem sucedidos em identificar algum fato geral sobre algum tópico que é mais provável dado do aniteísmo do que dado o fiscal de fonte, eles ignoram outros fatos mais específicos sobre aquele mesmo tópico. Fatos que dado fato mais geral parecem ser significativamente mais porado dado físicamente de fonte ao invés de homísmo. Por exemplo, né?
¶359É suportado por fato geral que o universo é complexo, né? é o universo é complexo. Alguém não deveria ignorar o fato mais específico descoberto por cientistas que a estrutura como subiciente dessa complexidade no nível mais basilar dos quais nós experienciamos no universo, a, né, subjaz, né, que subja essa essa aquilo que nós experenciamos no universo é muito mais há um um universo muito mais simples primitivamente dos quais, no caso essa complicidade emergiu e também uma um universo contemporâneo muito mais simples no nível micro, né? um congêno de relativamente pequenos números de tipos de partículas, todos os quais existem em uma ou mais pequenos quantidades de estados diferentes, né, pequeno número de estados diferentes. Em breve, né, e de forma breve, é importante levar isso em conta, não só o fato geral de que o universo, que nós diretamente experienciamos com nossos sentidos é extremamente complexo, mas também os fatos, o fato mais específico de que dois tipos de simplicidade ocultas, né, estão ocultas dentro do universo que podem explicar a complexidade.
¶360Dado que o universo complexo existe, esse fato mais específico é exatamente o que alguém esperaria se o fog se o filmo de fonte fosse o caso, né? por causa que ah, como os nossos melhores teólogos naturais, por exemplo, Richard Swinborn 2004 diz que a complexidade do universo favorece, né, ou clama por uma explicação em termos de alguma coisa mais simples. Ah, contudo, no caso, nenhuma razão no todo, para esperar que é esse fato mais específico do homiteísmo, ah, a que esse fato mais específico no homiteísmo desde que se tudo mais estiver correto, se algumas desses mesmos teorás estiverem corretos, então Deus mais simples pode inicia uma explicação mais simples para a complicidade observada do universo, seja ou não aquela complexidade também explicada por qualquer causas mediadoras físicas simples, né? Uma outro exemplo é concernente à consciência, né? A mente, né?
¶361a mente. A sua existência realmente parece muito mais provável, dado o omniteismo, do que dado o fiscalismo de fonte. E, portanto, no caso, isso leva a proporção da probabilidade do omniteísmo à probabilidade do físicismo de fonte. Mas nós sabemos, no caso, muito mais sobre a consciência do que só que ela existe. Nós também sabemos graças em parte de uma nova, uma relativamente nova disciplina na ciência que estado conscientes em geral e até mesmo sua própria integridade, né, de a própria integridade nas nossas personalidades das nossas personagens.
¶362Não parabenar pra gente unidade do eu são dependentes de um alto grau de eventos físicos ocorrendo no cérebro. Dado o fato mais geral de que consciência existe, nós temos razão no fiscalismo de fonte que nós não temos, no caso, no te esperar esse esses fatos mais específicos. Dado teísmo, não seria tão surpreendente no todo se as nossas mentes fossem mais independentes do cérebro do que elas de fato são. Afinal de contas, ah, o seismo é verdadeiro, então pelo menos uma mente, nesse caso, mente de Deus, não depende no todo, em qualquer coisa que seja física. Portanto, no caso, quando a evidência disponível, a evidência disponíveis sobre consciência é completamente afirmada, ou seja, não subestimada, é longe de claro, no caso que ele simp favorece o homiteísmo, né?
¶363Ó, a problemas similares ameaçam a minar apelos do justifica. Isto é, apelos ao fato de que o número de aparentemente parâmetros físicos aparentemente independentes, né, tem valores que enquanto não fixados por uma teoria física atual, não obstantemente acontece de cair dentro de um relativamente pequeno, né, ou estreito alcance de permissor de vida, assumindo nenhuma mudança nesses parâmetros, nesses parâmetros, né? Argumentavelmente, dado oifino é requerido por para vida inteligente e dado que o homiteísmo, né, o hom de Deus, né, ele tem razão para criar vida inteligente e nós temos mais razão para esperar o ajuste fino no homiteísmo do que no fisic de fonte. Dado tava justifico. Contudo, é muito mais surpreendente no que no no fiscal de fonte que nosso universo não está repleto, né, com vida inteligente, né?
¶364Eh, enfim, não está inteligente e que a e que os organismos inteligentes mais impressionantes que nós conhecemos existir são meramente humanos, primatas, agressivos e autocentrados, dos quais usualmente matam, enfim, abusam sexualmente e torturam uns aos outros, né? injusti injusteza, oniteísmo. Contudo, a maioria desses seres humanos são agentes morais e muitos têm, né, experiências religiosas aparentemente com Deus. O problema é que enquanto a existência é predita, né, ou seja, prevista pelo omniteismo melhor do que o de fonte, também é verdade que dado a sua existência, a variedade e frequência de facilmente evitáveis condições que promovem comportamento moralmente ruim e que severamente limitam a liberdade, agência, autonomia, de incontáveis, seres humanos, são muito menos páveis, são muito mais prováveis no fisicamente de fonte. E enquanto experiências religiosas, aparentemente de Deus, são sem dúvidas mais esperadas, se o omniteísmo existe, né, o Deus do omniteísmo, né, o deus eh omne existe, do que no caso ah se seres humanos são produtos de forças físicas cegas.
¶365Também no caso, é verdade que dado tais experiências, dado tais experiências ocorrem vários fatos sobre a sua distribuição deveriam ser surpreendentes ateísas. Hã, esses subentes paraateístas são exatamente o que alguém esperaria no fisc de fonte, tais como no caso o fato de que muitas pessoas nunca têm elas, né, essas experiências com Deus ou qualquer coisa assim. E o fato de que aqueles que de fato tase sempre no caso tem ou uma crença porque ele estará em Deus ou uma exposição extensiva a uma religião teía, como é o caso do Schmid, que ele voltou a acreditar no Deus católico, justamente porque é essa concepção de Deus que ele tinha desde a infância dele, né? eh desde a infância dele e através de certas experiências surpreendentes, né, de relatos de milagres, né, eh ou pelo menos imagens, fotos ou coisas assim que ele tem em contato que impressionaram ele, ele simplesmente voltou a acreditar na existência de Deus. E um Deus vinculado com a religião tradicional, né, que ele era ah inerido desde a infância, né?
¶366Então isso é um algo que é melhor explicado aqui no caso pelo o fisicalismo de fonte do que simplesmente pelo teo, tá? Então vamos voltar lá pro caso dele. Vamos voltar lá porque a gente nem >> Sim, sim. >> Vamos lá. There is a single necessarily existing nonphysical material foundational entity with unlimited value and unlimited power which is the ultimate source of contingency not only in this world but in any world in which contingency exists and which may very well be intelligent and might even be perfect.
¶367Again at the time in high school while I was coming across this stuff and you know early on in college I wasn't fully convinced by the stage two reasoning but I thought there's like a decent chance that these or other stage two arguments work and that admission naturally pushed me to take theism a lot more seriously. Beleza. Alexander nothing pretty swiftly delivers the conclusion that there's a first cause after which we can run various stage arguments for thinking that such a cause is God. Robons was also working on arguments to the same effect and Josh Rasm has made further developments since we have here the three gigs of newm there desses aí o mais shed que eu acho é o é o R, né, que curiosamente contraria muitas coisas que ele comprou com esse catolicismo dele, né, mas tudo bem. Uhum.
¶368causal regresses lead to viciously circular explanations. If we imagine for example an infinite regress of alternating black and white dominoes knocking each other over, we might find it plausible that the explanation for why there are fallen white dominoes is that the black dominoes fell and knocked them over. Right? And the explanation moreover for why there are fallen black dominoes is that the white dominoes fell and knocked them over. But then the falling of white dominoes at least partially explains itself right because it partially explains why black dominous fellow which in turn partially explains why the white dominous fell it seems like explanation is transitive in other words if a explains b and b explains c then a explains c but then the following of white domines at least partly explains itself which is absurd and this viciously circular exponatory structure is shared by any infinite causal regress since we can imagine labeling the alternative nodes of the regress with black and white labels and you know the white nodes will partially Primeiramente, vamos lá.
¶369Eh, esse argumento ele é muito ruim, né? Porque no caso ele tenta tratar a ele, primeiro ele estabelece no caso que qualquer tipo de regresso infinito tem apresenta esse mesmo tipo de característica, né? No caso ali de que é análogo a Dominó, no caso ali que no caso vão caindo, né? E vão >> que tem cores distintas, né? No caso ali a dominóos brancos, pretos, etc., que no caso ali, eh, eles têm cores ali, né?
¶370E que no caso tem um aspecto explanatório, né? eh que se vincula com um aspecto explanatório parcial ou algo assim, né? Eh, de si mesmo, né? Hã, só que aí aqui tá não parece no todo que no caso eh um regresso infinito, né? eh, regressos infinitos em geral apresenta uma cara de viciosidade, eh, de viciosidade ali, eh, de viciosidade, eh, justamente porque, primeiramente, no caso, hã, não há nenhum fator, né, nenhum fator explanatório ali, eh, relevante, né, eh, que, no caso favorece com que haja esse tipo de viciosidade ali si, né, parece no caso que é plenamente aceitável você aceitar uma explicação em termos de um regresso infinito de coisas causando outras coisas, né?
¶371h, um regresso fido de coisas causando outras coisas, sem no caso ali haver uma hã que no caso no caso ali a esse tipo de característica seja restrita por qualquer tipo de ah de elemento, né? Qualquer tipo de elemento, fator ali eh específico, né? Eh, eu eu não compartilho dessa intuição de que, no caso ali o cenário de que certas cadeias causais específicas sejam análogas a, no caso, essa cadeia referente ao dominó, né? Referente a esse dominó que ele tá colocando, né? De dos dominó peitos e, né?
¶372me parece mais algo mais transitivo que não envolve uma característica delimitada assim, né? Eh, delimitada da maneira como ele tá colocando, né? Porque quando ele ele tenta afirmar desse modo, né? Parece de fato que é algo que vicioso, né? Mas só que no caso, quando você pensa na derivação de certas características, né, por entre outras âmbitos menos fundamentais, né, numa, sei lá, no infinitismo metafísico ou algo assim, ah, parece que existem existe um um tipo de regressão infinita ou pelo menos de progresso infinito, né?
¶373eh o de regressão, eu e progresso infinito também, que apresenta, no caso uma eh uma característica ali não viciosa de transitividade ali explanatória que não favorece o quê? Uma uma a uma ausência de explicação do porque que há aquela aquela série infinita ali específica ao invés de outra, né? Você pode endossar, né? Para evitar qualquer tipo de viciosidade nesse desse tipo de regressão também, você pode endossar um princípio explanatório, né? Do que há aquela série, né?
¶374do porque que há aquela série específica, ao invés de outra ali no caso um atualismo modal ramificado, tal como o próprio Schmid defendeu, né, no artigo de 2023, né, junto com o o Alex MP, né, ah, inclusive em resposta a um argumento em favor do finitismo causal, né, da tese do finitismo causal, que é justamente o Brchin Atlas, né, eh, Brchin Atlas em resposta a esse tipo de esse tipo de argumentos, né, em favor do finis causal, como por exemplo os paradoxos de Benadet, né, dentre eles os paradoxos do Ceifador, né, né? Ah, então indossando o atualismo modal enraizado, né? Aliás, não enraizado, né? O rooted brchis, né? Um roed burntis, né?
¶375que é um atualismo modal não enraizado, você pode assumir que um segmento específico, né, mundialmente, né, ah, compartilhado, né, e não justo aposto, né, um segmento, um segmento ah mundial, né, eh, um segmento mundial, né, ali específico, né, hã, e justo aposto, né, que apresentado na justa posição ali, né, ah, ele tem um status, né, ele tem um status, né, o perfil modal necessário. E, portanto, no caso, isso explica porque que aquele regresso infinito de não haver nenhum ou algo assim, né? Isso favorece o quê? com que outras segmentos, né, posteriores, né, aliás, outros segmentos ali, né, eh, ali, eh, infinitos, né, eh, eles simplesmente sejam explicados em termos justamente desse desse segmento infinito, né, eh, mundial, né, eh, compartilhado, né, não justo aposto, aliás, justo aposto, que no caso apresenta um status modal, né, o perfil modal necessário, por, portanto, não poderia falhar e não existir, né? Eh, então, nesse caso, seria uma forma de você eliminar, né, mitigar essa noção de uma de uma viciosidade no regresso infinito ali, eh, em termos justamente do explanatório da série como um todo, né?
¶376Uma série como toda, né? Então, seria mais ou menos isso, uma resposta ali para esse tipo de argumentação.É, quer comentar alguma coisa, S? Eu concordo. Acho que dá para para defender uma espécie de transitividade, né, de A explicar B, B explicar C e assim por diante, sem cair numa circularidade que fosse viciosa. Isso eu concordo.
¶377Não sei se desse ponto se eu tenho tanta coisa para comentar. Acho que eu guardo a maioria dos pontos que você levantou, que eu acho que é curioso. O que eu acho curioso é porque na época dos vídeos que eu tinha assistido do Schmith, ele costumava responder esses pontos sobre infinitismo causal. >> Sim. que é uma uma coisa que ele teve que abrir mão, então, de de uma coisa que é uma coisa que ele objetava bastante, assim, tem vários, eu tinha vários materiais, vídeos dele objetando justamente esse ponto e acho que que a resposta a essas objeções não aparecem nesse caso aqui.
¶378>> Exato. Ó, vou mostrar para vocês. Inclusive a >> bastante coisa. >> Sim, inclusive lá no Scadfield, né? Ó, se vocês forem vir aqui, Sky F Green Reaper, ó.
¶379Sky def Green Reaper, tá? >> Uhum. Ah, isso eu fiz esse vídeo. Você tem esse aqui, ó. Você tem esse aqui, ó, replicando ao novo Calan, que é justamente o argumento cosmológico Calan, dos quais o o Robert Suns, né, principalmente no artigo dele de 2016, acho que é isso, que é o Danil C argument, né, The Greener, The Green Reaper Cen Argument, né, acho que esse é o o argumento.
¶380Ele articula a defesa no caso ali do do paradoxo do ceifador, né, do paradoxo do ceifador ali em favor do fentismo causal, né? Hã, e que ele utiliza isso para motivar. Eh, e ele utiliza isso para motivar, né, para motivar a a segunda premissa do Calã, né, do do chamado velho Calan. E ele ele rearticula para favorecer a defesa do chamado novo Calã, do chamado novo Calã. Mas é isso, né?
¶381Então, vamos lá, ó. colocar aqui que ele usa uma resposta em termos justamente do, pelo que eu me lembro aqui, ele apresenta uma resposta em termos do do atualismo ramificado, né, se eu não lembro bem. Acho que aqui nesse trecho a questão do BRAS, né, do atismo dar hificado para responder o paradoxo do seifador, né, paradoxo do ceifador ali, principalmente no caso o argumento, aliás, o princípio do o patchwork principal que é chamado, que é o princípio da recombinação, né, que é o princípio que vem desde o David Lewis, mas que também, né, o Schmid, ele menciona que pode ter vindo também do David Hilman, que é aquela ideia de que, no caso, para cada região arbitragem, aliás, para cada região espaço temporal que vocês imaginem, né, ah, e cada objeto concreto, né, que tenha vinculado com essa região é um espaço temporal. Ah, há no caso um cenário que você possa eh há uns certos cenários onde você pode visualizar umas você pode recombinar esses objetos, né, localizados espaço temporalmente para que eles fiquem prósperos uns aos outros, para que no caso eles existam imposições das quais, no caso, ah, eles não estão atualmente e você rearranja eles de maneiras distintas, né? Então é possível que eles estejam rearranjados de maneiras adversas, né?
¶382É de tal modo que você possa recombinar eles de maneiras adversas ali para favorecer ali ah combinações adversas n que você queira recombinar, né? Ah, ali desses objetos, né? no âmbito espaço temporal, nem regiões espaços temporais ou algo assim. is by appeal to the Patrick principle. Now, how let me just say how would this claim if true how would this claim challenge the UPD?
¶383Well, if this claim is true, if there could be an infinite pass there could be paradox. Well, not a second there can't be paradox buuse they're contradictory right? So then it would follow that you can't have infinite pass and so you'd get temporal finitism and so in order to solve Benardy paradoxes satisfactorally we basically have to take on board uh temporal finitism. Ok. Ah, é o Kuns, na verdade, nesse artigo, ele defende o finismo temporal, só para deixar claro, mas também é utilizado para defender o >> finitismo causal também.
¶384Ali paradoxos de Bernadet em geral, né, vinculados com esses tipos de cenários vinculados Green Raver, ele serve para motivar tanto finitismo causal quanto temporal, né, tipicamente. OK, perdala andifack. different formulations of this they trace back at least to David David Leis but you know it's arguable that they also tr back to people like David Hum because David Hum said that there are no necessary connections between distinct spatially nonoverlapping things uh so it's not like the existence of my water bottle forces there to be let's say the galaxy you can have one without the other you can have the other without the one um so it's going back this idea that there are no necessary connections between basically spatially and temporally separate things. So the patr principle has stated just says that when you have whenever you have individually possible things like my water bottle with Androm Galaxy well then they can possibly you can basically possibly recombine them and rearrange them in whichever way you please. So uh if it's possible for there to be a water bottle and it's possible for there to be an Andromeda galaxy then it's possible to sort of rearrange them in such a way that you have a water bottle next to anomal galaxy.
¶385Uh or if it's possible for there to be a dragon and it's possible for there to be a centar then there's a possible world in which the dragon is like right next to the centar in that sort of thing. And we can rearrange things as well. So like my laptop is here and my mic is here. Um but by the patter principle we can rearrange individually possible things in basically whichever way we please. And so it's going to be there's going to be some other possible world in which these two basically have swap places in which my laptop isn't set here and my microphone is instead over there.
¶386So Patrick Princip interrupt for one second just in relevance to this argument would it be fair to describe it as saying um if youl allow me one grim reaper and you allow me a second grim reaper then you should be allow me all the grim reapers if you're going to consider an infinite pass. Is that yeah that's that's basically the rest of it. So they basically say so long as there's a possible world with enough kind of spacetime room to be able to fit the arrangement uh then we can basically take yeah an individual reaper and duplicate it and recombine it in a certain way such that it populates the infinite past so that there are actually infinly many reapers spanning the infinite past and uh we suppose that each reaper sort of intrinsically has its ability and commitment to kill Fred if only if n the previous ones do and so then the thought is that we didn't get a benety paradox so yeah that's the basic the rest of the reasoning it's basically saying reapers are individually possible it's individually possible for a reaper to like successfully commit to doing something if and only if no previous reaper And uh so long as there's a space time with enough room to fit a certain arrangement of infinly many of these individually possible reapers stretching back the infinite past by the Patrick Principal we can that there actually is a possible world in which all those infiners coexist together. We can sort of rearrange those individually possible things in that way. But that of course is a better de paradox.
¶387And so our initial assumption is mistaken. Our assumption that there could be a possible world with enough space time to be able to fit this arrangement. And so there can't be init past. That's that's the basic sort of reasoning. Right.
¶388So what wrong with that reasoning? in the everything is wrong with it. I'm kidding. So I mean I uh Alex actually sent me a picture when he saw that I I gave kind of citation because I've done I've published a number of papers criticizing this this argument in so many different ways. Um Alex and I 2023 article in Phil Studies develop a criticism of this kind of reasoning based on this metaphysical hypothesis called branching actualism.
¶389We don't need to get into that but the patr principle actually conflicts with independently plausible or independently motivated views about the metysics and morality. That's one thing that we say. Another thing is that um Joe Joe I don't think everyone will know what we mean by metaphysics and modality. So you're talking about possible worlds, right? What's possible, what is not possible.
¶390Yeah, exactly. There are basically views about what it is in virtue of which something is possible. That's basically what we're talking about. And some plausible views about that conflict with the Patrick principle. So that's one criticism that we raise.
¶391Uh another criticism I get briefly. I'll talk about what we raise in the paper, but I just want to mention these for the audience. So we we uh raised that branching actualist criticism in our Phil studies paper 2023. Um in my single author mind article I raise a kind of endless future parody. We can equally use Patrick Princip to uh infer that the future must come to an end.
¶392Um in my 2024 synthes article I Patrick principles actually don't work to license the inference that there actually is a paradox in the patch together world because actually requires certain extinsic facts to obtain which the patr doesn't allow you toilos. >> Isso foi publicado esse ano, tá? Esse foi publicado esse ano do Troy Dana. Vocês perceberam isso? Olha só que interessante.
¶393Duas objeções, principadoxo de Benet que desenvolve em círculo. E você pode usar os princípios, no caso de recombinação para ah desenvolver isso, para inferir a possibilidade disso, que obviamente absurdo. Isso aqui tem relação, tem uma certa nível de relação com o que ele tá argumentando ali, né? Tem alguns nível de relação, OK? Ah, então é só para vocês terem uma noção aqui, tá?
¶394Todos os papers que ele publicou, tá? Hã, pelo menos ali eu acho que tá faltando um ou outro, se eu não me engano, mas aqui, ó, aqui tá todos os papers que ele publicou em relação a essas objeções. Por que que ele não menciona essas objeções aqui? Contra esses tipo de tentativa de motivar o finitismo causal e o finitismo temporal, especialmente em termos dos paradoxos de Benadet. Por que que ele não argumenta nisso?
¶395Por que ele não argumenta contra isso de certo modo? Por quê? Por quê? Por porque por porque não mostra, né? Não comenta sobre a existência desses problemas com o finitismo causal, né?
¶396Por quê? Estranho, né? Estranho. Estranho para >> Uhum. E foi pouco tempo, né, que ele que ele preparou esse artigo.
¶397Mas não tá tão distante, >> me par Sim. Exatamente, cara. Exato. >> Mas enfim, a sensação que dá, te dizer, por ser recente, né? Eh, é, vai falar a sensação que dá por por ser recente o fato de que há pouco tempo, não tem muito tempo, que ele adotava eh críticas a esse argumento do regresso infinito.
¶398É f por exemplo mais que ele ele passou a favorecer outro tipo de argumentação por causa da mudança prévia que ele teve de crença e não porque ele a começou a achar que o argumento do regresso infinito, essas coisas era realmente bom, né? Fica parecendo que é mesmo um movimento meio a posterior, né? Primeiro, elas são uma certa cosmovisão, é uma certa maneira de ver o mundo. E a partir disso eu sou obrigada a comprar um certo argumento, mesmo que há pouco tempo atrás eu achava ele implausível. Então não sei se é não acho que é porque o argumento se tornou plausível.
¶399Acho que é porque acaba que ele por necessidade do que ele passa a defender, ele passa a ter que adotar esse argumento, porque é muito pouco tempo para esse argumento ter deixado de ter essa plausibilidade. >> Exato. Exato. Ele foi se sentindo obrigado pelos pelo argumento dos milagres, né, vindicadores católicos a indoçar esse tipo de coisa. E é triste, né?
¶400É triste. >> É >> porque ele abandonou tudo que ele produziu. Ele ele jogou cuspiu tudo no no próprio trabalho dele, né? nas coisas que ele fez, simplesmente por causa milagre, milagre, milagre, milagre aqui, milagre ali, milagre ali. >> É, >> sendo que ele poderia muito bem ter virado um, sei lá, um hindu e abandonado esses argumentos, cara.
¶401>> Sim, sim. >> Mas o que irracionalismo, esses esses argumentos de finitismo causal, os hindus também objetam, cara. Os hindus também, ó. Sim, sim. Os hindos também objetam ganhando >> também.
¶402Cagan principalmente no âmbito causal ali, eh, linear, né, que a gente chama âmbito causal linear. >> Sim, sim. que chama >> o custo é o custo para ele adotar esse argumento é muito grande. É o custo dele de mudança de visão é muito grande, né? Ele teve que abandonar várias coisas que para ele eram racionalmente mais plausíveis para adotar uma cosmovisão, uma maneira de ver o mundo com um monte de coisa que é altamente implasível pra visão que ele adotava antes, né?
¶403Então assim, é uma mudança de maneira de pensar muito drástica que você acaba tendo que, não sei se não deve ser confortável para ele, né? tem que adotar um monte de teses e argumentos que eram implausíveis há pouco tempo para ele mesmo. Assim, é muito essa mudança drástica é meio estranha assim, mas enfim, >> é triste porque assim, os hindusos eles só não aceitam regresso infinito no âmbito fundacional, mas no âmbito linear ali tá de boa para eles. Pode ter um regresso inforal, pode ter um regresso infinito causal linear ali, eles cagando e andando, né? Então é So again like late in high school early college I was starting to see reasons for thinking there's some first cause.
¶404Again I was convinced of stage two of these arguments at the time which tries to identify first cause or anything like that. But again I thought Schmid. Aqui, aqui o Schmid ele tá mentindo. Não, cara, você não visualizava plausibilidade nesse tipo de argumento, cara. Esse tipo de argumento específico, você não visualizava plaibilidade, mas nem cara.
¶405>> Esse tipo de argumento você atacava vigorosamente. Esse tipo de argumento aqui, cara, de possibilidade de regresso infinito de vários tipos. Principalmente linear. Principalmente linear, cara. Temporal e causal linear.
¶406Esse tipo de regresso infinito você objetava, cara. Como assim, cara? Não, não, não, não. Esse tipo de argumentos favoritismo causal não, cara. Não, não.
¶407E finitismo, finitismo temporal também não, cara. Enfim, vamos lá. case that a distinctively theistic account of metaphysical modality has lots of advantages over rival theories of metaphysical modality and so my reasons for theism were really starting to mount of course you know there were lots of other arguments for theism that started weighing on my mind for instance in my yagnostic video i covered both an oper tuning argument as well as an argument from moral knowledge that kind of me at the time vai ser interessant vai ser interessant inclusive o debateu sobre argumento do conhecimento moral com >> ah com Benjamin Blake Speed Watkins, né? E ao meu ver o B, o Benjamin, ele mandou muito bem contra o Kitations and arguments that decreased confidence in atheism it was also the fact that I literally stumbled upon like a half dozen arguments for at theism that I had never come across that lots of professional philosophers and scientists were rigorously defending and that I found reasonable and this indicated that I hadn't taken into account lots of pieces of evidence that bear on the question of God's existence and so I was premature in judging that God didn't exist I was also extensively interacting with theists who are obviously much smarter and more well read than me indeed these were professional philosophers who could eat my arguments for lunch so I figured that >> e os filósofos ateistas cara não tava interagindo com eles também não >> então, né? pelo menos na mesma proporção que você interagia com os teístas.
¶408Então isso sentiu que você tava querendo que o teísmo fosse verdadeiro de certo modo. Não, se você tava interagindo com menos intensidade com os filósofos ateístas, que você interagia com os filósofos teístas, isso indica alguma coisa. Talvez, talvez indique alguma coisa, né? Talvez algumas pessoas que estejam psicologizando o mid não estejam tão erradas assim, talvez. Mas enfim, vamos lá.
¶409that I'm not. These high order realizations solidified my turn to agnosticism. I could no longer confidently maintain that God does not exist. Part because there were reasonably plausible arguments for theism that started pulling on my mind. Partly because I realized I had prematurely judged the question of God's existence without taking into account of vast SW of potential evidence.
¶410I mean like after all there was this whole world of arguments and considerations that I was previously completely unaware of and partly because I was interacting with brilliant theist scholars who might be seeing something I'm not. These considerations percolated in my mind throughout senior year of high school and by the beginning of freshman year in college I was thoroughly agnostic. In other words, I suspended judgment on whether God exists. I neither believed God exists nor believed God does not exist. I thought the evidence was roughly counterbalanced or at least it was too unclear to tell which way it pointed.
¶411I remained agnostic throughout college in my first year of grad school and for reference I'm about to begin my fourth year in the fall. Near the end of my first year of grad school though, I started coming across some thorns in my side. M. So three things prompted me to start reconsidering theism. And boy, they nagged at me.
¶412First I started to lose my major objections to the standard fine tuning argument for God's existence. Second, I was introduced to the argument from psychophysical harmony which not at me for a very long time before I eventually relented. And finally, I was introduced to some empirical evidence for supernatural phenomena that I just didn't have a satisfactory atheistic explanation of. And while this section comprises my comprehensive philosophical case for theism, even if you're not convinced by anything in this section, the miraculous case alone should convince you both exists and catholicism is true. Não, mas é engraçado isso.
¶413Isso isso não faz o menor sentido, porque assim, ele falou que mesmo se um e o dois não te convencer, o três sozinho já é suficiente para provar a que Deus exige que o catolicismo é verdadeiro. >> Você tá entendendo que no caso tudo, você tá entendendo que tipo tudo se ancora nessa porcaria desses milagres? Se sim, sim. Tudo. >> Ou seja, mesmo se eu tiver errado sobre o e o dois, o três já resolve tudo.
¶414É tipo assim, o três é a carta coringa. >> É, não, uma carta coringa. >> Não, não, não. E não só pro teismo, pro catolicismo. >> Não, para tudo do catolicismo.
¶415Isso, isso não faz o menor sentido. >> Então assim, a maior motivação, por isso que eu falei, >> esse primeiro vídeo não é o vídeo relevante de ser minado para quem quer problematizar o teismo do smi. Quem quer problematizar o te do smet tem que minar o segundo caso que ele faz. Eu é o segundo que >> ele é ele coloca na ordem. Por isso, por isso por isso que o a meu ver o James Fodor, o Falper, a galera toda deveria focar no segundo caso, deixar o primeiro caso para depois, entendeu?
¶416deixar o primeiro caso para depois, porque o segundo caso dos milagres vindicatórios, né, supostamente vindicatórios dos catolicismos, ele é o mais relevante da do pessoal olhar e, pô, vou minar essa porcaria aqui. É por isso que eu tô eu tô enchendo o saco do Smid lá no no ex no Twitter, porque eu quero que ele reconheça que há muitos problemas com esse tipo de conversão que ele teve, cara. Agora isso. Agora >> tem um problema assim, >> o ele relata como se tipo assim, primeiro ele conheceu as objeções pro Fine Tuning argument, depois os argumentos do psycho physical harmony e depois do empirical evidence for supernatural phenomena. Só que o jeito que ele tá falando do três, como dispensando até os dois primeiros, é até duvidoso se foi realmente nessa ordem de gênese para ele favorecer os argumentos, né?
¶417A sensação que dá, eu posso estar errado, mas a sensação que dá é que o três já desempenhava um papel forte para ele começar a achar que as objeções contra o fine tuning e a psychophysical harmony eh tinha um peso maior assim. Não sei. É porque eu não sei a ordem que ele entrou em contato com essas coisas assim, né? primeiro ou se na verdade talvez ele conhecesse tudo ao mesmo tempo, >> se todo foi tudo ao mesmo tempo, se não foi porque ele tá fazendo uma reconstrução, tem um tipo de reconstrução, eh, isso a psicologia estuda bastante, né, sem querer psicologizar as coisas, né? Lembrando que eu não eu não tô interpretando psicologicamente ultimate não, porque depois o pessoal pode achar isso.
¶418Mas só tô falando que tem um tem um tem um viés, né, psicologia cognitiva que é chamado de eh viés é um viés de confirmação, mas é um tipo de viés assim quando você muda de crença é um viés quase todo todo mundo, todo mundo que muda de crença costuma ter esse viés no começo. Quando você muda de crença, você relê as suas crenças passadas à luz da nova crença que você teve. Então, por exemplo, né, se amanhã o David Ribeiro virasse teísta, virasse católico, que seria muito estranho, mas vai que acontecesse uma coisa assim, muito provavelmente, é, muito provavelmente se amanhã, >> Deus, Deus me livre, Deus me livre. >> É, muito provavelmente se amanhã o >> Muito provavelmente se amanhã o David Ribeiro virar católico, ele não vai dizer assim: "Eu virei católico agora por causa dos argumentos que acabou de me convencer". Ele já vai dizer assim: "Não, já tinha um tempo, uns seis meses atrás, que eu já achava os argumentos ateistas não muito fortes, já tava começando a ficar em dúvida, já comecei a não conseguir resolver as objeções.
¶419Todo mundo que muda de crença costuma fazer esse movimento retroativo de identificar na memória situações que mostra que ele mudou de a mudança dele de crença já estava prevista em posições anteriores. Isso é um viés de confirmação retroativo que a gente relê. Chama, na verdade eu lembrei o nome, chama viés de continuidade. É porque você pensa que você está em continuidade com o seu eu do passado. Então assim, a gente não sabe até que conta esse relato retroativo dele, falar: "Primeiro eu percebi que as objeções do fine tun argumentava perdendo." Depois a harmonia psicofísica eh começou a me convencer e depois que eu fui convencido pelo argumento dos fenômenos sobrenaturais, se isso não é um meio que um viaja de continuidade, né?
¶420se ele não tá pegando talvez momentos em que ele entrou em contato com a harmonia psicofísica, fin tun argument, que talvez não necessariamente convenceu ele naquele momento, mas que agora que ele relê retroativamente, ele dá mais peso, talvez igual o argumento infinitista, ele acabou de falar alguma coisa do tipo: "Ah, eu já não achava isso plausível". Isso é um tipo de viés de continuidade, provavelmente, sem querer psicologizar, só levantando essa hipótese pra gente duvidar um pouco, talvez dessa construção retroativa, porque eu tenho a impressão que talvez esses argumentos do sobrenatural tiveram peso até pros argumentos filosóficos a favor da existência de Deus. Não é como se ele tivesse primeiro decidido que Deus existe e depois se convencido pelos argumentos sobrenaturalistas. Parece que o argumento sobrenaturalista influenciou o quanto ele pesava os argumentos teístas. é uma hipótese, né, do que acontei, né, a Iga falou o seguinte, eh, no Pinas, ele disse que não achou nenhum milagre das outras religiões.
¶421Oxe, >> não, que eu me lembre, ele comentou que não viu nada do nível, né, que seja vindicatório, tal, como os milagres do catolicismo, né? E vindicatório aqui é aquela é aquela questão, né? Um milagre que ilustra uma intenção clara de Deus de revelar, né, ou pelo menos confirmar um conjunto de doutrinas, confirmar, né, legitimar um mensageiro ou coisas assim, né? Basicamente esse é a noção, né, a definição de milagre vindicatório do do Etus, né, do Ethan que ele tá usando agora argumento dos milagres, né, é mais ou menos essa definição. >> Ah, e ele não visualizou isso em nenhuma outra religião, a não ser o catolicismo, né?
¶422Ah, só que ele tá ilustrando uma ignorância completa sobre outras religiões, inclusive da do aspecto teológico das outras religiões, né, como o Rian mesmo ilustrou lá no no ex no Twitter, né? Ah, então você tem um o milagre do acho que é pranajadi, né, ou Prajadi, que é justamente o milagre lá, eh, enfim, pelo menos o relato de milagre, né, com relação ao rapaz de 80 anos, né, no caso ali que ele diz que foi visitado, né, ele teve uma visão que foi visitado pela deusa Amba, né, a deusa Amba. >> Uhum. e que no caso ela deu concedeu ele habilidade no caso de se nutrir, né, de certo modo ali com uma espécie de buraco na boca assim, um negócio assim na na no topo da boca, algo assim, né? Ah, que favoreceria ele com que ele sobrevivesse sem a necessidade de se alimentar e coisas e tal, né?
¶423Eh, e isso daí, inclusive houve um estudo, né, no ambiente controlado de certo modo, ah, sobre isso. E de fato foi uma coisa impressionante, né? O cara ele ficou acho que uns 14 semanas, acho que é 14 semanas, se não me engano, 13 semanas eu acho, ah, sem se alimentar, sem urinar, sem defecar, né? Segundo pelo menos esse relato, tá? Porque não foi revisado por pares esse estudo, tá?
¶424Então pode ficar tranquilos aí que não teve revisão por pares, então tem esse problema também. Mas ainda assim, se você for comparar o nível de controle que teve nesse estudo com o nível de controle, né, que teve, né, no nível de rigor e de controle metodológico que teve em outros relatos de milagres católicos, nem se compara, cara. Nem se compara. tem esse daí, >> esse aí do amba, né, do do Pralajani, acho que é Pralajari. Pralaj.
¶425>> Eh, então esse é um ponto que o set o Set Hart, né, que é um é um protestante, né, um cristão protestante que chegou a debater com o Hindu no canal do Captain Christianity, né, com Arjuna Galager >> sobre questão de reencarnação, evidências de reencarnação e de renascimento, né? Hã, ele chegou a escrever um texto recente, justamente resposta também fazendo referência ao Ey Mid, né, com essa ideia de milagres vindicatóicos catolicinos, ilustrando uma problematização desse tipo de caso, em virtude desse tipo de caso identificada, né, ah, no hinduísmo. E além disso, o Scott Alexander, né, que é um cético, né, um autor cético, que ele tem também um substeck, né, escreve várias coisas lá e tal, ele também teve interações com o Acers, né, respondendo AC News, né, e o S também respondeu pelo menos um dos textos dele, mas tem um texto mais recente dele que fala sobre o milagre do sol de na Macaia, né, em 1998, >> por volta do dia 6, né, do dia do dia, aliás, do dia >> 6/09 de 19. É, acho que é 6 de setembro de de 1998, que foi onde, no caso, houve um evento, né, um fenômeno, né, pelo menos há registro de um certo fenômeno que apresenta as características idênticas ao milagre de Fátima. Idênticas.
¶426>> Sim, sim. É, é o mesmo milagre, só que exatamente. E esse fenômeno foi presenciado por 20.000 pessoas. Perfeito. É praticamente o mesmo milagre, só com interpretação teológica diferente.
¶427Inclusive, inclusive isso é uma coisa bem curiosa assim, porque quando o pessoal fala de sobreeterminação, né, você aplica até a interpretação teológica do milagre. Então, quando a gente fala assim, esse milagre foi vindicatório de doutrina Y ou de doutrina Z, isso já tá subdeterminado, já é uma, às vezes às vezes a gente mescla sem perceber, né, o milagre com a interpretação teológica que foi feita dele. Então, sei lá, Fátima aparece eh em Portugal, isso é uma forma de vindicar a interpretação teológica sobre a Virgem Maria. E geralmente o milagre junto com a interpretação teológica, eles são contados como se eles fossem inseparáveis. Só que, na verdade, as interpretações teológicas dos milagres, até para poder dizer que eles são milagres vindicatórios de uma doutrina tal, eles também são subdeterminados, assim como sei lá, eu interpretar as passagens bíblicas como vindicatórias de uma determinada doutrina, né?
¶428Então, assim como tem uma subeterminação da interpretação da Bíblia e que doutrina que ela tá vindicando, até os milagres, né? Tem uma subdeterminação ah do que exatamente esse milagre tá vindicando, né? A, o milagre de Fátima tá vindicando qual doutrina? Será que o o Real Lobato até ilustrou isso, né, de que os traços eh do que acontece no Milagre de Fátima é compatível com outras interpretações, porque existem milagres semelhantes como esse no budismo ou mesmo milagres no paganismo antigo que tem as os mesmos traços do milagre de Fátima. É só o framework teológico de interpretação desse milagre que é diferente.
¶429Então assim, até essa a interpretação teológica do milagre, ela é subdeterminada. Até para você dizer assim, esse milagre tem a intenção de vidicar essa doutrina. Isso já tá subdeterminado, né? Já é uma uma questão sujeita à subdeterminação. >> Aqui o problema, né?
¶430O problema no caso do glaring. Não sei exatamente o que, deixa eu ver se >> significado brilhante, né? O problema brilhante, né? Acho que é glar. Glarin é brilhante.
¶431>> O problema brilhante com o argumento ah dos milagres, né? Má lógica, argumentos incompletos e o estranho caso de Pralad Jani, que é foi o que eu acabei de mencionar, né? Ah, e aí o o Iran chegou a compartilhar esse texto justamente para esclarecer esse ponto, né? Ah, ó, para clarificar de cara, né, de prontidão, eu sou um advocador de alegações miraculosas. Esse artigo não é direcionado solenemente a católicos, apesar de ele ter feito isso expediente desse post.
¶432Nem eu sou um oponente de milagres como apologética, né, como utilitulação de milagres na apologética. Meu desejo é ver até é ver o argumento ser aprimorado, mas dado minha pesquisa atual sobre espiritualidade oriental e alegrações milagrosa, o seguinte precisa ser dito. E aí ele ilustra o caso, né? É esse caso aqui do Praladiani, né? Que é um uma pessoa de 80 anos, né?
¶433>> 80 anos de idade, né? Que alegava no caso ali do que na no no topo da boca, né? Enfim, no céu da boca, né? Ah, ele alegava que no caso fluía, né? havia um fluido de néctar que fluía dele e permitia ele sobreviver, né, sem se alimentar e coisa e tal, né?
¶434Ah, enfim, em virtude da sua devoção pela deusa amba, né? Ah, que foi revelada, né? Foi visitada ele, né? Foi feita uma visita para ele. Eh, então, nesse caso aqui, ele articula até uma pratização, né?
¶435Ele discorre sobre o caso, né? Fala que o caso ele é melhor documentado até do que muitos milagres católicos e blá blá blá. E ele fala também pratizações para o apelo a demônio, né? O apelo a demônio. Se você ficar apelando para demônio, isso pode correr o risco do da sua própria religião, servo de ser vai ficando a de rock, você vai você vai favorecendo com que outras pessoas de outras religiões pohar para sua e falar: "Não, esse daí é espírito maligno da minha religião.
¶436Isso daí é espírito maligno da minha religião". Entendeu? E sendo no caso dos casos relevantemente análogos aos milagres dos católicos, né? Como esse caso aqui é análogo, sei lá, a, por exemplo, o milagre do padre Piu, né? É o mais análogo que tem e até mais bem, digamos assim, até mais bem evidenciado, segundo esse eh esse estudo que foi conduzido, né?
¶437pelo menos, apesar de não ter sido revisado por pares, ainda assim foi conduzido um estudo muito mais controlado, né, com uma observação contínua, né, do para Jani ali do que simplesmente no caso do padre Pi isso geraria um problema, né? E aí ele coloca aqui um argumento, né, o argumento encurtado, né, o argumento do Shimid e do Mus, né, dos milagres, seria o seguinte, ó, premissa um. Se milagres ocorrem, que aparentemente eh aparentemente validam certas alegações religiosas, nós estamos garantidos em acreditar nessas alegações religiosas. Premissa dois. Milagres ocorrem que aparentemente validam certas alegações religiosas.
¶438Portanto, conclusão, nós estamos garantidos em acreditar nessas alegações religiosas. Premissão é argumentavelmente satisfeita por outras alegações religiosas que vindicam outras religiões, né? aquelas que são incompatíveis com o cristianismo, apelando para o engano por seres espirituais, mina permissão, portanto, danificando o argumento, aceitando as duas premissas, ah, iria parecer, né, aparentemente implicar abraçar alguma coisa outra do que o cristianismo ortodoxo para dar conta desses milagres, como no caso pluralismo religioso. Então, o hindu, os hindus, como por exemplo os chivaístas da Cachimira, eles têm esse recurso. Eles podem ser pluralistas religiosos ou inclusivistas religiosos.
¶439O cristão não pode, os cristãos ortodoxos não podem ser inclusivista religioso. Eles não podem ser exclusivista religioso, pluralista religioso, não podem, eles simplesmente não podem fazer isso, entendeu? E isso gera um problema, né? Isso gera um problema. Isso gera problema para isso.
¶440Eh, porque se é uma religião deles é exclusivista, então, meu amigo, mesmo que ele indo uma forma de pluralismo religioso vago, né, o católico, né, como no caso em oit indossam uma forma de pluralismo religioso, aceitando alguns milagres em outras religiões, digamos assim, eles não podem aceitar milagres vindicadores de outras religiões. E milagres ventiladores, eles apresentam um padrão específico dos quais alguns milagres em outras religiões apresentam esse mesmo padrão e podem ser interpretados como vindicadores de outras religiões. E, portanto, isso não favorece uma perspectiva exclusivista religiosa que eles têm que se comprometer no cristanismo tóxico, entendeu? Ó, e o último recurso, né, o último recurso seria, no caso, minar as elações de milagre emergindo de outras religiões. Mas isso arrisca a peticionar o princípio, a ser uma petição de princípio sem demonstrar que cada uma delas falha em satisfazer a mesma bancada, né, o mesmo ah, enfim, a mesma marca evidencial alcançada por milagres cristãos, principalmente católicos, né?
¶441Ah, nesse caso, principalmente católicos. Ah, até onde eu estou consciente, nós não temos nada que se aproxime disso, né, de resolver isso. Eh, isso não é para dizer que não pode ser feito, mas somente no caso que não foi ainda. Então, basicamente isso. Então, isso deixa argumentos dos milagres ali em apuros.
¶442Aí o Schmid ele tentou responder aqui, ô, ô Sanky, ele tentou responder aqui, ó. Ó, veritados esplendor. Obrigado por isso, certo. Eu provavelmente não irei seguir, né, dar seguimento por causa que, como você pode imaginar, há uma quantidade insana na minha mesa de coisas na minha mesa. Mas brevemente eu não sou não tão brevemente, mesmo garantindo no caso que isso é uma um pródigo não natural.
¶443A linha crucial é essa. Se o católico, né, invoca o engano demoníaco para explicar uma um fenômeno aparentemente miraculoso fora do cristianismo, qual critério principiado previne ele a a previne a mesma a mesma explicação de ser aplicada a fenômeno aparentemente milagroso dentro do cristianismo? Há uma simetria relevante aqui, né? Aí é que ele tentando fazer o ad rock dele, o Schmid, né? O Schmid tentando fazer o ad rock dele.
¶444Há uma simetria relevante aqui, né? a invocação de Deus como criadora, a de Deus, o criador, isto é, o supremo, último, perfeito, Deus, criador de tudo mais, como conhecivo, eh, como conhecível através da razão natural, ou seja, da teologia natural, coisa que o o Deus do do do hinduismo também é, né? Deus do hinduismo também seria. Nós temos vários argumentos centrais, mas não, mas eles não são, eles não raciocíniam como, ah, o evento natural aconteceu em conexão com uma certa visão ou aparição de uma entidade não natural com conteúdo P ou em contexto religioso R. Então, no caso P ou R, né?
¶445Ah, P D R é verdadeiro, né? P E R são verdadeiros, né? Hã, é verdadeiro. Hã, ao invés disso, o único argumento nosso na vicinidade é que o Deus criador nãoá nos nãoá deixar seu nome, seu nome, né, aliás, seu nome ser forjado, né, ser falciado, né? Ele não vai deixar criaturas performadas genuinamente naturalísticas e inexplicáveis sinais ah em testemunha para falsas revelações que invocam o nome do Deus criador e dos quais, no caso, não são diseníveis de enganos demoníacos.
¶446Assim como no caso Gary Glang explica, o milagre performado em nome de Deus, o criador em confirmação dessa revelação, de alguma revelação, parece aceitada a mais por todas, mas não pode ser falsa. Especialmente se o as maravilhas, né, os trabalhos maravilhosos primeiro anunciam, né, as maravilhas, né, os trabalhos maravilhosos anunciam, né, as obras maravilhosas as anunciam. Primeiro, isso é assim por causa que ela se e se encontra em contradição com a infinita bondade, sabedoria e verdade, né? veracidade de Deus, dos quais ele iria permitir eh que seu nome fosse alegadamente eh colocado em ordem a substituir um falso milagre para o por um verdadeiro e ele iria sofrer. Ah, e isso iria eh in that he will suffer e isso iria eh sofrer seu nome sendo trazido em diante em testemunho de uma mentira através dos quais os homens iriam necessariamente invencivelmente serem levados ao erro.
¶447Ah, milagres vindicatórios católicos invocam o Deus o criador para lá disputativamente pródigo não natural não, mas claro que invoca porque no caso amba, né? Amba é visto como uma manifestação de Brama. >> Perfeito. Não tem tanto, tem tanto erro nesse comentário. Tem tanto erro nesse comentário.
¶448É, ó. A deusa amba não é o último deus com D maiúsculo, né? U case D. né, que é basicamente o Deus com D maiúsculo, né, supremo, ilimitado, perfeito, fundamento de todo ser. Então, no caso, é uma simetria relevante do ponto de eh logo do ponto de largada.
¶449Se nenhum sinal não natural vem a passar para para os milagres católicos que um evocam Deus, o criador e dois são disceríveis por eh decepção, ou seja, engano demoníaco a partir de circunstâncias morais ou físicas. Por exemplo, no caso um mentiroso serial, um adulterador, um fornic e e fornicador, né, dos quais sacrifica malvilha para o demônio. Então, a assinatura de Deus foi enforjada, dos quais é contrário a a sua bondade e o seu desejo para a verdade sobre essa revelação para ser acessível. Mas nem nenhuma de tais forges ocorrem no caso, no pródigo não natural putativo, né? Putativamente do praladis, né?
¶450Ah, na medida que não não é sequer uma revelação alegada invocando o nome de Deus. Para mais na estrutura do raciocínio, eu recomendo checar nesses dois vídeos do Aths, né? Enfim, ele tá se ancorando no As, né? O Mils tá sendo o cara que ele tá se ancorando. Aí o Cimento é muito ruim, >> muito ruim, cara.
¶451Muito ruim. Muito ruim. E tem um monte de erro, é ruim vários, é ruim vários pontos, mas enfim, pode ler a resposta que >> é aí o Set Heart, ele argumentou o seguinte, ó. Obrigado pela rápida responsa Joy. Pela rápida resposta, Joy.
¶452Eu sei que você está sendo bombardeado, então nenhuma pressão no todo para responder, né? Não se sinta pressionado para responder. Eu tenho um bebê recém-nascido, então eu duvido no caso que eu tirei estamina para manter isso em diante, né? De qualquer maneira, eu vou só dar alguns pensamentos rápidos, né? Hã, aparece no caso como que eh a partir da sua resposta que seu objetivo é oferecer uma resposta para a citação, para aquela citação.
¶453Apesar de eu pensar que lidar com ela em isolação erra, como no caso ele exerce no aspecto do argumento total, né? Do argumento total. Pera aí rapidão. >> OK. Eu espero.
¶454Tá, enquanto ela atende, né? Eu acho que esse comentário tem diversos problemas, né? o comentário do do Joy, né? Primeiro que ele subestima o que as outras religiões têm de milagres, né? Outra coisa que cria um problema de subdeterminação, qual a interpretação teológica que a gente dá pro milagre?
¶455Então, às vezes a própria interpretação de um determinado fenômeno miraculoso como significando eh justificação de uma determinada doutrina é uma coisa que tá subdeterminada. Ó, o David voltou. Pode prosseguir. >> Pesquisa eleitoral. Pesquisa eleitoral.
¶456Vou fazer nada. >> Ah, tá. Coisa chata. Mas enfim, vamos lá. Eh, aí que o que o que que o C fala, né?
¶457H, apesar deixar que você que lidar com ela de forma isolada, né, essa citação, >> erra, como ela exerce no argumento geral, né? Ah, o argumento não é que católicos oferecem nenhum conjunto de critérios para distinguir atos divinos legítimos, sobrenaturais de não divinos. Não é o argumento de que Prala Jny, né? né? O caso de Paran Jani serve para desprovar o catolicismo.
¶458Sendo cristão eu mesmo, eu iria obviamente encontrar isso objetável, né? O argumento questiona como os católicos ou protestantes podem explicar esse evento. Dado os recursos explanatórios em oferta no cristianismo, é tentador assumir alguma engano demoníaco. Ainda assim, mesmo que isso seja verdadeiro, o o dos quais pode muito bem ser, ele corta, né? Ele remove o suporte evidencial da alegação de milagre ao garantir forças demoníacas o poder de verificar, entre aspas, falsas alegações religiosas.
¶459Agora, alguém poderia responder com Gargor Grange, né, com o critério Gargor Grange, né, para delimitar o alcance de alegações que o demônio poderia falsamente verificar, né, ou validar. Mas isso é peticionador de princípio. É uma petição de princípio. Ele assume a verdade do critério para o milagre católico. Quando o catolicismo é a própria coisa que ele busca demonstrar, né?
¶460Ele busca demonstrar como uma nota de lado, né? Como uma nota ali de lado, né? Ou seja, uma nota adicional, né? Lateral, um comentário lateral. Mesmo dado o critério de Garg Grand, alguém poderia meramente substituir esse milagre por outros, tais como aqueles atribuídos a Emanuel Zwendborg, dos quais a partir do meu da minha pesquisa limitada, né, da prescrutação limitada, né, parece no caso ter tido o mesmo peso evidencial, né, favorecendo a sua validade, como digamos no caso de José de Copertino.
¶461Então o argumento ainda se mantém mesmo se nós substituirmos o milagre em questão. Como marca nota de lado, eu prometo, né? Eu prometo ali, mas um comentário ali lateral, né? Eu prometo, tanto quando as much as I love Gary Grant, né? Por mais que eu ame Gary Groll Grant, as suas questões sobre telologia é essencial de leitura em termos de leitura, eu estou curioso do seu critério, eh, se seus critérios eh são problematizados por Mateus 7 22 23, os quais parecem implicar que ah, trabalhos maravilhosos, né, enfim, obras maravilhosas e não precisam ter estatus confirmatória ou por implicação o ensino >> de uma de um trabalho, né, enfim, de uma obra maravilhosa, né, >> apesar de eu admitir que isso é provavelmente o meu argumento mais fraco.
¶462Obrigado pelos vídeos, mas dada a minha situação exposta acima pode ser pode ser um pouco antes, né? In my be a bit before, né? Isso pode ser um pouco antes, no caso, que eu possa conseguir atravessar 6 horas de conteúdo. Muito apreciado de uma maneira ou de outra, muito, muito feliz de ver a sua conversão, né? Que Deus te abençoe e e o seu trabalho, né?
¶463Certo. Aí ele fez aqui, >> aí o Schmid ele respondeu de uma forma bem brochante, né? Mas enfim, vamos lá, ó. Ele disse uma vez aqui. Obrigado, muito obrigado no caso, pela as suas palavras gentis e belas.
¶464Césarei orando uma década por você e pelo seu bebê recém-nascido à noite, meu amigo. Ah, esse é o meu último salvaguarda, né? Minha última salvaguarda. Como foi? Porque eu deveria atender, né?
¶465Eu devo, no caso, atender a outras questões, né? Eu devo me engajar com outras questões, né? Mas brevemente, eu não acho que minha resposta remove o suporte da alegação de milagres ao garantir forças demoníacas o poder de verificar alegações religiosas falsas. O ponto é que nós estamos razoavelmente esperados a conhecer, sem revelação divina, eh, sem revelação especial, que nem cada espírito, né, nem cada um dos espíritos é automaticamente confiado. Então, só por causa que um espírito performa algum sinal e em testemunha a uma mensagem imputativa ou prática, não se segue que aquela mensagem ou prática deveria ser sentada.
¶466Pô, mas o outro religioso também da outra religião para falar a mesma coisa para você, né? É o fato de no caso aparecer relações. É, pode. Fato de aparecer esses relatos milagres ali de José de Copertino, do Calanda, né, do da perna se restaurando, né, do Miguel Juan Pelizer, né, ou sei lá do ah do padre Pio, né, das chagas do padre Pio, que tinha odor, né, enfim, tinha na verdade um cheiro maravilhoso, né, e coisa e tal, né, o odor é um perfume cheiroso e não sei o qu e que não fechava as feridas e coisas e tal. Ele pode dizer a mesma coisa que no caso ah, ele espera no caso que que é esperado por revelação divina especial, nesse caso divina vinculado com os os textos do Vedanta, né?
¶467Ah, os textos do Vedanta, né? E de outros textos, né, religiosos, né, Bagada Vargita e outros textos vendantins, né, e coisa e tal, que no caso também Deus ele não forarece uma revelação falsa de certo modo, né, que vindique uma doutrina falsa ou qualquer coisa assim. Cara, isso pode ser feito com outras religiões também, cara. Existem existe margem para isso para as outras religiões. Se você faz com a sua, vai abrir pras outras também, inclusive até pelo pro islamismo, né, que é uma religião ali um pouco mais vizinha, né, de matriz abraâmica.
¶468E os islâmicos podem usar a mesma coisa que você, cara. Simples assim. >> Ã, >> perfeito. >> Ah, então assim, eh, só por causa no caso que espírito performa algum sinal de testemunho de uma mensagem putativa, né? Ou prática, não se segue no caso que a dita mensagem ou prática deveria ser excitada.
¶469OK? Eles podem dizer a mesma coisa, mas ah o isso é crucialmente desanálogo de Deus, o criador, dos quais é o porquê não há nenhuma remoção, hum, não há nenhuma remoção de justificação, né, da das premissas, né, do da delegação de milagre, envolvendo as delegações de milagre, nós estamos razoavelmente esperados de conhecer que por razão natural que Deus, o criador é confiável. Ah, e nós somos razoavelmente esperados a conhecer através da razão natural, não através de revelação católica, que ele não iria deixar a sua assinatura ser forjada, né? ah, na medida que isso é contrário à sua verdadeira, né, a sua confiabilidade, ah, e a sua verdade, eh, e a sua verdadeira, enfim, sua verdadeira, né, enfim, sua confiabilidade, né, ou algo assim, tr worness, né, confiabilidade. Então, se um sinal é performado em testemunha de uma mensagem retratando-se para ser de um Deus, o criador e se no caso não há nenhum sinal deor ah de engano demoníaco, tal como no caso um indivíduo terrível que sacrifica ovelha para um demônio, nós então podemos saber, eh nós estamos podemos saber através da razão natural, não revelação católica, que tal sinal é de um Deus e, portanto, no caso, demanda sentimento.
¶470Então não, não há nada de peticionando princípio aqui. Há sim peticionando princípio. Há uma petição do princípio clara aqui. Ah, eu não estou assumindo a revelação católica, cara. Mas você tá assumindo critérios que os católicos assumem.
¶471>> São católicos. Esse é um problemaão. São circular. Ele usa critérios confirmatórios do catolicismo. É.
¶472>> E se o Deus de outra religião for verdadeiro e tiver outros critérios de vindicadores que não esses? >> Então isso que que é interessa. De onde que ele tirou os critérios de vindicadores? É de onde que ele tirou esses critérios vindicadores, >> né? Por que que são esses critérios?
¶473Como que ele justifica esses critérios? Como que ele testa esses critérios? De qualquer maneira, revelação, revelação católica. É você assumir livro católico é secular tem que ser na >> é circular, viciosamente circular, né? Se viciosamente circular, não é não é só circular porque tem circularidade virtuosa.
¶474Uma viciosaim nesse nesse caso é viciosa, ou seja, ele tá pressupondo. >> Aham. Perfeito. Pode, >> amiga. Ele vai, >> pode finalizar.
¶475É, eu tô falando assim para porque assim, a quando a gente conclui que não são todos os milagres que confirmam ou vindicam a verdade de um ensino, então a gente introduz algum critério confirmatório. Então ou esse critério confirmatório ele é independente ou ele foi derivado da própria religião. Se ele foi derivado da própria religião, o critério que ele tá usando, ele é viciosamente circular. Se ele é independente, então ele tem que fazer um grande processo para justificar esse critério e mostrar como ele se aplica. Os os vídeos até agora onde eu sei o caso, ele passou a maior parte do tempo vindicando que os milagres são reais.
¶476Eu se se na verdade se for uma questão de critério confirmatório independente, ele deveria passar talvez quase o mesmo tanto de parte mostrando qual que é o critério confirmatório, como que ele justifica esse critério confirmatório e como que ele aplica esse critério confirmatório a cada caso. Isso se tornaria mais importante ainda do que provar que os milagres são genuínos. No primeiro, no terceiro vídeo, ele eh terceiro não, segundo vídeo, ele faz um pouco disso, né? Pelo menos ele fornece uma definição de milagre vindicatório que vai mais ou menos na linha que eu expus previamente, mas cara, o critério é muito, sabe, muito muito dependente da revelação. >> Ele abre margem para tipo você enquadrar >> coisas de forma conveniente.
¶477Parece que ele é moldado convenientemente para vindicar a sua religião. Ah, ali, simplesmente porque simplesmente sim, né? Porque tá tá descrito na Bíblia que é assim, né? Tá escrito na Bíblia. certos critérios ali, certos elementos ali da Bíblia que eles pensam para articular esse critério e que já toma, né, que e dos quais a justificação desse critério depende justamente de você tomar o livro, né, os livros, aquele conjunto de livros compilados, né, nos textos bíblicos como sendo revelação divina genuína, entendeu?
¶478Então, absurdo, velho. É um absurdo isso aqui, velho. É um absurdo, mano. É incrível como o cara saiu um diagnóstico para um negócio desse, cara. Não entendo isso, cara.
¶479Ó, Mateus 7 22 23, ó. não conflita com a o critério do Garrent, né? os trabalhos maravilhosos, né, enfim, as as obras maravilhosas, né, no caso em Mateus 7: 222, 23, não são a obras maravilhosas, né, obras maravilhosas em testemunho para revelações falsas alegadas com relação a Deus, né, enfim, ah, em nome de Deus, né, o criador, sem sinais discerníveis de decepção, ou seja, de engano. Para ser um contraexemplo a seu critério, nós precisamos de um caso onde um pródigo não natural é trazido em diante eh em testemunha, né, para uma doutrina e invocando o nome de Deus, o Criador. Luiz, não há nenhum quaisquer sinais discerní níveis, né?
¶480Ah, de engano demoníaco. E ainda assim três, a doutrina é falsa, né? Ah, doutrina é falsa. Ah, primeiro, por que que a gente deveria endossar esse tipo de coisa aqui, né? É, é aquilo que a gente falou esse critério?
¶481>> Por que que um budista deveria vindicar assumir que esse critério é um critério vindicatório adequado pra religião dele? >> Não, e ele tá tirando esse é, ele tá tirando esse critério >> da isso que falar. Agora, uma coisa que eu queria queria comentar sobre a vindicação de milagre, >> a Bíblia e do Gary Go, né? Do Gary Go, né? que elementos da Bíblia pode articular esse critério.
¶482>> Isso. >> Ó, uma coisa muito importante, não existe, até onde eu sei, nenhum caso na Bíblia de milagre vindicatório que tem como função vindicar uma doutrina para descrentes. Isso não existe. Na Bíblia todas as vezes que tem milagre vindicatório é para vindicar uma doutrina para alguém que já acredita na revelação divina. Então, por exemplo, Jesus discutindo com os fariseus religiosos, ele fazia milagres para os fariseus fariseus religiosos, vê que ele era o quem cumpria as profecias bíblicas.
¶483Então, assim, na no contexto bíblico, até onde eu se não conheço eh exceção para isso, os milagres vindicatórios, eles são direcionados para alguém que já assume o background da revelação cristã. É por isso que os critérios são ligados à revelação cristã. Então, sei lá, né? Jesus, se ele fizer um milagre vindicatório e a mensagem que ele tá pregando estiver em contradição com a revelação divina do Antigo Testamento, então o ensino de Jesus não deve ser aceito. Isso tá, por exemplo, em Deuteronômio, capítulo 13, versos 1 ao 3, que é o texto base para ideia de milagre reivindicatório no Antigo Testamento.
¶484lá fala assim: "Quando um profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te dizer e te der um sinal ou um prodígio e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, dizendo: "Vamos após outros deuses que não conhecestes e sirvámol-los, não ouvirás as palavras daquele profeta, o sonhador de sonhos, porquanto o Senhor, vosso Deus vos prova". Olha que interessante, o próprio Deus deixa a pessoa fazer esses sinais porque ele tá provando a pessoa para saber se ela vai preferir a revelação divina ou o milagre para saber se é mais o Senhor vosso Deus com todo vosso, vosso coração e com toda a vossa alma. Então o critério era assim, né? Você pega o milagre, ele tá aprovando uma doutrina, essa doutrina te afasta da revelação divina, então você não deve seguir essa doutrina mesmo que ela venha acompanhada de milagres. Está escrito em Deuteronômio, capítulo 13, versos 1 ao 3, que o próprio Deus permite que isso aconteça para testar a fé dos cristãos.
¶485Ou seja, Deus vai permitir que pessoas venham, façam milagres, a convidando a aceitar um ensino que não está de acordo com o que Deus revelou no Antigo Testamento, justamente para que ele teste se a pessoa vai cair no nos milagres e vai dar mais importância pros milagres do que pra revelação divina nas escrituras. Então assim, no Antigo Testamento, no contexto bíblico, milagres vindicatórios são só para quem já acredita em Deus e já acredita na revelação divina, né? Não, não, não, não se aplica o caso a pessoas discrentes, porque elas não têm como testar se o milagre é vindicatório ou não. O milagre é vindicatório se ele está de acordo com a revelação divina anterior de Deus. Ou seja, se esse é o critério, o o a vindicação de milagres não vale para uma pessoa descrente, não vale pro caso do Joy Smith, por exemplo.
¶486Porque o Joy Smith, ele não, antes dele se converter, ele não acredita na revelação divina. Então, como que ele vai testar se o milagre realmente está confirmando o que Deus já revelou ou contradiz o que Deus já revelou? Por isso que acaba virando circular, porque os critérios que a Bíblia põe são critérios voltados para alguém que já acredita na revelação divina. Por isso que são critérios desse tipo assim, muito muito estranho. Não tem não tem caso de de milagre vindicatório na Bíblia que seja para pessoas externas a revelação cristã ou a revelação judaica ou hebraica, né, no caso do Antigo Testamento.
¶487>> Mas é isso. >> Pois é, cara. Aí aquele só fica falando sobre essas coisas, né, que no caso ali é ah que é uma razão que são compatíveis, né, com essas maravilhas, né? Hã, aí a questão de que há sinais discerníveis, né, que são claros ali entre a dividade demoníaca, né, enfim, obras maravilhosas, obras maravilhosas que são o iriundas de trabalho demoníaco, ah, e que eles são, enfim, lobos e império de cordeiro, blá blá, né? Ele comenta coisas assim aqui, né?
¶488Ah, então não vou ler. Aí ele ele aí ele agradece no caso ali o o Setf, né, pela interação, ã, e que diz que vai estar na oração. E aqui ele faz falar que uma pesquisa superficial que ele ele realizou, né, sobre o o caso do Swendenborg ah, indica no caso eh fornicação e necromancia, né? Ah, e aparentemente biografia acadêmica nota, no caso que Zwember disse para as mulheres, disse que mulheres tinham sido a sua paixão chefe, né, sua paixão liderante ou algo assim, né? Ah, só que aí tem a resposta que o Davi deu, cara.
¶489O Davi deu uma resposta para ele muito boa aqui. Tá até com quatro coraçãozinhos aqui também. Ó, o Davi ele deu a seguinte resposta para ele, ó. Obrigado por expor a simetria de forma tão clara. Eu acho que isso aponta, né, exatamente aonde a discordância subjass, né, porque eu quero avançar um pushback, né?
¶490Ou seja, quero empurrar você um pouquinho para trás, né? Fala: "Opa, opa, opa, calma aí, né? Quero avançar um pushback". Aí ah, em uma premissa específica no seu argumento, ó. A deusa amba não é o último.
¶491Deus com D maiúsculo, supremo, ilimitado, perfeito, chão de todo ser, né? Base de todo ser, né? Fundação de todo ser. Isso é precisamente o que a teologia Shakta, Shakta, né? Sacta ou Shakta nega.
¶492E ela nega ela de nos seus próprios termos, né? Opa, calma aí que mandaram mandaram um live Pix. Calma aí. Hum. Tá, depois eu coloco para tocar.
¶493Ô, Nar, aguarda só um pouquinho. Qualquer coisa você me dá um toque aí se eu esquecer de colocar para tocar, mas eu não vou esquecer não. Ó, aí beleza. Ele falou aí o o Davi, né? O Davi é um amigo nosso, tá?
¶494Conhecido nosso ali do do grupo do Rian, né? do grupo sobre hinduísmo do Rian Vada. Ah, >> então é conhecido, é conhecido meu, é conhecido do do Bruno, né? Aí ele comentou aqui, né? Isso é precisamente o que a teologia Shakra nega e ela nega nos seus próprios termos, né?
¶495No próprio termo do Schimit, ó, Tomy David Guita em si mesma do que os qu pertence no caso a algum complexo textual, a história de Pralad, né? De Pralad, a deusa que diz de si mesma, qualquer coisa, né? O que quer que haja é visto ou escutada e pervade tudo dele, né? ambos de forma interior quanto exterior e no caso se eh abundam nela para sempre. Ah, e ainda mais impressionantemente, né?
¶496Andarkly, né? Mais impressionantemente. Não há nenhuma coisa quaisquer que seja movendo ou não movendo-se, né? Que é separado de mim. Se tal coisa de fato existe, ele seria não existente, né?
¶497Seria não existente, como no caso filho de Bar, né? De Baron, de uma pura mulher, né? Ou algo assim. Acho que é Barry. Bering, acho que é puda, né?
¶498Alguma coisa assim. Deixa eu ver. >> Beraring. >> Deixa eu pegar a tradução. Ã, calma aí.
¶499Pegar aqui. Pegar a tradução aqui que o inglês tá fando. Tá falhando. Calma aí. Estéreo.
¶500Mulher estéril, né? Ah, seria como no caso filho de uma mulher estéreo, né? >> Ah, de outra maneira, no caso, ela ele declara, né? De um, em outro lugar, ela declara, né? Eu sou da natureza do Brem.
¶501A partir de mim procede o universo constituído por Practi e por Usha, né? Eu sou vácuo e o não vu. E na linguagem que da linha acima incrivelmentemente bem se enquadra incrivelmente bem com o seu próprio critério de conhecibilidade e perfeição ilimitada. Ó, abraços. O Veda se originou de mim, dos quais são é um onisciente e onipotente, né?
¶502Ah, dos quais eu sou onisciente onipotente, né? Desde que há uma ausência absoluta de ignorância em mim, o suruti pode jamais ser autoritativo. A última linha está fazendo muito trabalho aqui, desde que ele é uma alegação explícita às próprias propriedades, onisciência, onipotência e ser a fundamentação última da revelação em si mesmo que você está usando para diminuir o caso católico do caso hindu. Você pode replicar aqui, isso descreve o Devi, né, em algum sentido geral e que amba, especificamente, a deusa atualmente evocada na história de Palades, né, não carrega a aquela identidade. Mas o Dev Bag Bagavatar responde suas possíveis preocupações.
¶503Em 3.1, já na Mja Jaia, pergunta-se a as point blank, ou seja, pergunta ponto acerca a o ponto branco, né? Deixa eu ver. Ah, deixa eu pegar aqui a tradução que tá falando também. Pergunta sem rodeios, né? Pergunta sem rodeios.
¶504A point blank. Quem é o amba? Quem é o amba? Quais são as qualidades dela? O que ela qual é a forma dela e da natureza?
¶505A resposta escreve Bavani, a grande Deus em questão desta maneira. Ela não é diferente de Brama, dos quais é ambo, Purcha e Prac, a creatrix, preservatrix e é a destrutrix de tudo, a mãe de todos os deuses, seres e loucas. Ah, ela é melhor. Ah, ela é sem início e sem fim, completa, presente em todo ser, em todos os lugares. E o melhor munes, os melhores munes, né?
¶506Ah, os conhecedores das verdades do Vedanta, meditam sobre ela como sem a forma, né? Ausente de forma imutável. Ah, acho que sta, eu não sei exatamente o que que é sta. >> Isso, >> deixa eu ver. Stainless.
¶507Stainless é inoxidáis. É, >> é stainless. Stainless é inoxidável. Isso. Stainless.
¶508Stainless. >> Ah, onipresente Brama. No capítulo que lida especificamente com o ambagána, ela é chamada de brama viia, o substrato de tudo, subtratam de tudo. E a toda pervaridora, né? Eh, a toda pervasiva, né?
¶509Que pervade todas as coisas, né? Então, dentro da própria teologia que ela enquadra, né? Eh, que enquadra a história de Pralades, né? Ah, amba não é apresentada como uma menor ou restrita deidade, ficando fora da sua quadoria de Deus com o D maiúsculo, né? Pelo nome, ela é sem início, sem fim, toda pervasora, o substrato de todos os seres e não diferente do Brama.
¶510Se isso está correto, então a premissa da sua simetria depende em invocar amb eh de que invocar amba invocar alguma coisa outra do que a última suprema limitada, perfeita fundação de todo ser, né? Isso não se mantém contra a fonte do material descrito por ela, né? Ah, o material fonte, né? Descrito, descrevendo ela, aliás, descrevendo ela. Então, nesse caso, através dos materiais, né, indus, você consegue ver que se enquadra preenche tudo, né?
¶511A amba preenche todos os critérios ali que é, no caso, eh, deveria ser preenchido para ser considerada deusa, né? Deus genominalmente, né? Hã, então nesse caso aí há um problema pro Schmind, né? Porque pelos próximos critérios dele seria uma revelação vindicatória de um um ser divino ainda assim, né? Só que no vinculado ao hinduísmo.
¶512Então assim, é cara é terrível, né? É terrível de cara. E ah, para quem tiver interesse, tem também o milagre budista, tá? O milagre budista de 1998, tá? >> Lá no te daia, >> na Tailândia, né?
¶513É basicamente o que o >> o Scott Alexander, ele traz aqui, tá? Ele traz aqui, ó. foi de 27 de março de 2026, aonde o uh Alexander. Opa, deixa eu ver aqui. Acho que tá travado.
¶514Calma aí que tá travado aí. P destravou, acho, né? Destravou. Beleza. Ah, então aqui ele discorre sobre ã sobre no caso ali esse milagre, né?
¶515Esse milagre, ó. E 6 de setembro de 1998, né? Um grupo de 20.000, né? Uhum. >> Ali presentes na cerimônia.
¶516OK. Aqui, ó, 20.000. OK. E vamos lá graísticas quase inteiramente idênticas, né? Ah, inclusive eles visualizaram um dos monges budistas, né?
¶517Meditadores no céu, que é o Lang. por s, igual no caso os as pessoas, né, no caso do milagre de Fátima, no Cova, né, no Cova em 1917, né, perante Lucia, né, perante, no caso ali o priming da da Lucia, né, pedindo para todo mundo olhar pro céu que eles visualizaram, as coisas similares aconteceram e tipo quase inteiramente idênticas, cara. Então assim, então é >> eh e aí >> isso que eu tô pensando, será que o Joy não fez eh será que o Joy não fez um um estudo comparativo dos milagres em outras religiões antes de concluir o que ele concluiu? Ele não foi atrás assim de estudar os milagres de outras religiões, comparar o peso das evidências, vê se ele também tem ou preenche as características que ele considera importante para serem considerados milagres vindicatórios. analisou se eles realmente eh preenchem os critérios para ser lido como como perpetrados por entidades demoníacas.
¶518É complicado. E tem tem também os os tem literatura, né, também sobre os casos de reencarnação, como do Ian Stevenson, né, que ele traz Twend Cage do Jimby Tucker também. J Tucker também. Isso, isso também é bastante interessante porque no caso, né, inclusive no caso dos reencarnação, eles são metodologicamente e epistemologicamente mais fácis, mais fortes no sentido de que uma que tem uma depende do milagre, né, a a comparação do do método usado mais sistemático ou menos pode ser até mais forte do que outros casos católicos. Mas não só isso, né?
¶519Se os se os milagres de reencarnação, entre aspas, né, se os casos de reencarnação eles passarem no teste de serem genuínos, eles têm um poder na balança epistemológica mais forte do que os milagres católicos, né? Porque reencarnação é muito mais difícil de você explicar de mane da maneira como você está fazendo com os outros milagres, né? Porque como é que eu explico que uma pessoa se lembra de eventos de uma vida passada e aí quando eu vou vou levar essa pessoa até o lugar onde supostamente viveu o eu passado dela, as informações que ela traz batem com quem foi essa pessoa, o que que ela vêu, o que ela fez. Ah, tipo, para explicar isso dentro de uma cosmovisão católica é bem mais difícil, né? Porque o hind simplesmente a reencarnação, eu aceito, eu tá de acordo com a minã meu sistema de pensamento.
¶520Agora o católico vai fazer o quê, né? Se ele for apelar para o que o o modo de argumentação que eles estão usando, né, que é atribuir isso à atividade demoníaca, o demônio teve muito trabalho, né, porque o demônio teve que ir lá vigiar a vida de uma pessoa, saber como ela viveu, os eventos da vida dela, depois ir em outra pessoa, uma criança, sei lá, que nasceu em outro lugar, implantar memórias falsas na cabeça dessa pessoa para ela achar que ela era aquela outra pessoa. Tipo, é uma é uma coisa muito uma um malabarismo explicativo, ad rock muito grande que que um católico precisaria fazer para, sei lá, atribuir a atividade demoníaca, por exemplo, que certas crianças lembram ter vivido a vida de uma outra pessoa que já morreu, né? Então assim, é uma é uma coisa bem curiosa. >> Pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos.
¶521>> Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Mandou R$ 50.
¶522Salve David Sunke Brabos DMS. >> Tamo junto. Valeu Niil junto. Valeu pelos 50. Deixa eu colocar para tocar o do Narni também.
¶523Ó ele vai perguntar um negócio. >> Pode vir ponderé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia.
¶524Isso aí para mim não prova nada. >> Narnia King mandou R$ 4. Sunkei. O que acha da psicologia do Jung? Arquetipos seriam a coisa educante que nunca temos acesso, mas que nos afetam psicologicamente.
¶525>> OK. >> Então, o a psicologia dos arquétipos do Jung surgiu quando o Jung foi estudar religiões e mitos comparados. Então, o que que o Jung percebeu, né? Pelo menos o Yung fez um trabalho que o Joy Schmith não fez, que quando o Jung percebeu fenômenos anômalos em certas religiões, ele resolveu pesquisar em todas. Então, o Jung fez uma pesquisa de eventos anômalos em várias religiões, eh, e também fez uma pesquisa sobre eh mitos em várias religiões.
¶526E ele fez um estudo comparado e ele mostrou que geralmente as religiões compartilham os mesmos traços. Então, por exemplo, se eu pego a deusaitísmo, eu pego a Virgem Maria no catolicismo, eu pego Yemanjá nas religiões deubás e eu pego, sei lá, Isis na religião egípcia, essas divindades, elas ou essas figuras compartiam traços comuns. Ah, e também quando ele pegava eventos anômalos, né? Então, faria uma coisa parecida igual o do milagre do sol dos budistas, né? na época do Yungo não tinha esse milagre, mas ele comparava, olha, teve uma aparição que teve um sol que se moveu, ele cita até um assim, na verdade, o Yungi, ele até cita um caso do sol se mover no céu.
¶527Eh, então ele ele via que esses traços, esses milagres e esses relatos eh se repetiam. O que ele fez no instituto comparado, ele viu que não era uma coisa única, tipo assim, não era só o catolicismo, só o cristianismo que tinha esses elementos. Só que a hipótese que ele elaborou para explicar essas similaridades que é um pouco extravagante. Então ele vai dizer assim que a mente humana ela possui certas estruturas que ele vai chamar de imagens primordiais. Essas estruturas se formaram no começo do processo evolutivo da espécie humana.
¶528Então, por exemplo, né, vou dar um exemplo bem bem simples. Ah, quando os nossos ancestrais eles estavam eh vivendo a experiência de ter uma mãe, a maternidade, então um bebezinho mamava no seio da mãe, a na mente da do bebezinho fixou uma imagem de uma mãe. E essa imagem materna, ela foi, ela passou a fazer parte da estrutura da mente humana, que é compartilhada por todos os seres humanos. Então, cada ser humano dentro de uma cultura, ele vai projetar essa imagem que está na mente numa figura cultural. Então, ele tem uma imagem de uma mãe estruturada na mente.
¶529Ele vai projetar naquela cultura a imagem de uma de um ser maternal. Nesse caso, na tradição católica, esse ser maternal é Nossa Senhora. No caso da tradição hindu, esse ser maternal é Shaquite. No caso da tradição yorubá, esse ser maternal é yemanjá. E aí, eh, os arquétipos não é que eles não são acessíveis, eles são estruturas vazias em si mesmas.
¶530Por quê? Porque essas estruturas elas vão ser preenchidas pelo elemento da cultura. Então, a estrutura ela é igual, é um padrão, um padrão de imagem maternal. E essa estrutura vai ser projetada em cada cultura em uma imagem diferente. Maria, Ianjar, Isis.
¶531E a gente tem essas estruturas. É isso. Ele ele acreditava que essas estruturas são compartilhadas por todos e fazem parte de uma coisa chamada inconsciente coletivo, né? Todas as pessoas compartilharam de um inconsciente coletivo onde estão gravadas essas estruturas primordiais. Essa hipótese, no entanto, do Jung, ela ainda pode ser lida por um viés naturalista.
¶532Então, seria uma outra, seria até uma hipótese metafísica alternativa para tentar explicar porque que tem fenômenos anônulos e imagens simbólicas parecidas em todas as religiões. Mas eu acho a tese extravagante, porque a interpretação que do jeito que eu coloquei até vai, mas aí depois o Yung tira umas conclusões disso que é muito radical, né? Ele ele entende que a mente humana é capaz de coisas anômolas, porque e essas estruturas do inconsciente coletivo seriam atemporais, a gente seria capaz de prever o futuro, de fazer cadeira flutuar. Mas pro Jung, tudo isso é poder da mente humana. É a mente humana que é capaz de de fazer uma pessoa levitar.
¶533É a mente humana que é capaz de transformar uma hósa em sangue, sei lá. É a mente humana que é capaz de fazer um tarot, acertar a profecia. Porque a mente humana ela tem um poder muito maior na teoria do Jung do que em outras teorias psicológicas. Mas isso é interessante porque isso é uma uma hipótese que inclusive poderia ser interpretada como concorrente para explicar esses fenômenos e milagres, que seria uma hipótese psicológica extravagante. A ideia de que a nossa mente, a mente humana, mesmo sendo natural e tudo mais, ela tem um poder operativo no mundo que é muito maior do que a gente realmente geralmente supõe.
¶534A gente consegue mover objetos parada bem bem bem parapsicológica mesmo, né? >> Parapsicológica, paranormal. >> Sim, sim. É. Mas talvez dependendo dessa hipótese poderia ser menos extravagante do que postular demônios, vários anjos, eh, agentes incorpóreos interagindo no mundo, né?
¶535A dependendo talvez ela seja menos exigente do que outras hipóteses, apesar de já ser aor, tem um autor, é, tem um autor que tá ganhando popularidade, né? Até o brasileiro me marcou nesse nesse autor aí, num vídeo sobre ele, que é o Jeffre Jeffrey Cripple, o nome dele, Jeffrey Cripple, >> que ele fez justamente esse estudo envolvendo os milagres, né, os relatos de milagres em várias religiões, né, e ele toma, né, muitos desses relatos de milagres como em valor de face, né, e ele busca, no caso, articular uma nova disciplina, né, tentando elaborar uma espécie de parapsicologia, né, que integra conhecimento sobre a os esses fenômenos anômalos de todas as religiões, né, eh, incluindo também o APS, né, né, que são os ah que justamente são os os ah unidentify anomal phenomena, né, que é justamente outros fenômenos anômalos também que tipicamente são tomados como ufológicos. Ele tenta unir, né, unificar tudo isso em uma espécie de disciplina, né, uma uma espécie de nova nova parapsicologia, né, sem ser a velha parapsicologia. Aí ele tá tentando avançar isso, né? Tá tentando avançar um negócio assim, sei lá.
¶536Importante importante. O Jung também inclui, é, o Yung também inclui os fenômenos eh de ETS também. Ele ele inclui tudo. Ele fala que tem, ele fala assim, ele pega os ETs, os milagres, na verdade tem os mesmos traços. A, a, o sol lá da Maria aparecendo tem os mesmos traços de uma pessoa dizendo que viu uma nave espacial.
¶537E ele falava que tem os mesmos taços também de uma pessoa em surto psicótico. Ele fala assim que que se você pegar uma pessoa esquizofrênica, um uma pessoa que acredita em ufologia e uma pessoa que tá vendo o milagre de Fátima, toda é o mesmo é a mesma coisa, é o mesmo traço. Só muda aqui a interpretação que a gente faz pro fenômeno, mas é a mesma o mesmo fenômeno para ele. Pois é. Pois é.
¶538Pois é. Eh, enfim, mas é isso, né? Então, ó, e teve um debate lá no Capture Crushity, inclusive é impressionante como eles esqueceram desse debate, tá? Esse debate ele foi feito com Arjuna Galager no Capture Christianity. >> Ah, sim.
¶539>> Capture Christianity. Ajuna. Eles tiveram os dois debates, se eu não me engano, os dois debates, ó, com justamente o Seth Heart, justamente o Seth Heart, que é esse da rapaz que escreveu essa peça aí em resposta ao music, ó, 4 anos atrás, ó, forte evidência da reencarnação, ele debateu com a Juna Galager, né? Com a Juna Galager aqui, ó, >> um debate de hindu versus cristão, né? Debate ali de hindu, ó, hindu versus cristão, >> ó.
¶540E o Set Heart aqui contra o Argenda Galer, né? Então teve aqui uma discussão sobre as evidências e coisas e tal, né? Ah, entre eles, né? Teve no caso ali uma discussão filosófica entre eles, eh, com base nas evidências, né, de reencarnação e coisa e tal, né? As poostas evidências de reencarnação.
¶541Então, é isso, né? Então, eles esquecem disso, cara. Esquecem disso. Parece que o hinduísmo nem existe mais, sabe? >> Então, né?
¶542>> Mas é aí que tá, né? Um trabalho comparativo exigiria investigar outras religiões, exigiria investigar eventos paranormais, relatos de eventos paranormais, exerí uma investigação bem mais minuciosa assim, né? Pode ser que, pelo menos nesse caso, o Jung foi melhor do que o J fazer uma investigação bem minuciosa de todos esses fenômenos. A conclusão que ele tirou é extravagante, é, mas eu acho que uma coisa o Yung acertou que esses fenômenos têm traços comuns em diferentes religiões, né? Não só não é exclusividade de uma religião.
¶543>> É por isso que não gosto de filosofia da religião. Uma prisão mental. E é preconceito, cara. Ó o preconceito aí. >> Não é porque aconteceu isso daí que vai acontecer com todo mundo, tá?
¶544Relaxa. Tem muito filósofo da religião atu agnóstico bom. >> É, pessoas mudam de opinião, oposição, se convertem por razões boas, razões ruins, racionais ou irracionais, porque o filósofo também é um ser humano, né, com como qualquer outro, com vieses, com isso é normal. Uhum. Não só o hinduísmo, né?
¶545O budismo, o jainismo, o s é clássico, né? Eles têm tem bastante coisa interessante lá. É, inclusive muitos trabalhos intelectuais ali que ah que a gente pode visualizar elementos da filosofia analítica já presentes desses autores, né? Autores dessas tradições filosóficas, religiosas passadas, né? E até algumas irreligiosas também, como ah, como o próprio charva, né?
¶546Os charvacas locatas. Mas enfim, é isso. Casism doesn't stand onits of myilos arguments. Don't worry too much if you come away from my philosophical case for theism unconvinced. Uh it's still important though because seeing a robust case for theism can make you more receptive to the miraculous evidence.
¶547And I do indeed think that the philosophical case for theism is exceptionally robust. But anyway, these three uh no three promptings kicksted a renewed inqu into theism around the end of my first year of grad school. And the main fruit of that inquy was a serious shift towards theism. So me you discovered over the next year. Tá, vamos lá.
¶548Tem um problema com isso aqui, tá? Quando você vai aqui pro pro pra tabela de conteúdos, né, que é basicamente isso aqui é o documento que ele falou. Literalmente as referências do cara é unilateral, tá? É unifoque lateral. >> Complicado isso daí.
¶549>> Complicado isso aí, cara. É unilateral. Só coisa que corrobora o teísmo. Nada que tipo é contra, tá ligado? Nada, nada, nada, nada.
¶550Olha isso aqui. >> Ah, >> documento de recursos de conversão. >> Até o nome, ó. É comunicar >> recurso de conversão. Documento de recurso de conversão.
¶551Muitos desses recursos foram muito influenciais na minha conversão. Esperaçosamente todos eles irão servir você. É claro. No caso, por favor, não assuma que eu concordo com cada coisa contida nos recursos, né? Enfim, nas fontes, né?
¶552Ah, e nem no caso que eu li ou assisti todos eles, mas eu fortemente encorajo você a checá-los. >> Então, tem coisa aqui que ele nem assistiu também, que ele colocou na naade >> é aí aqui, ó. Aí beleza. Você tem aqui, ó, tela de conteúdos, no caso do filosófico, favor do teismo. Aí, blá blá blá.
¶553>> Aí aqui, ó, você tem o quê? Livros acadêmicos. Você tem só livro teísta. Só livro teísta, ó. Livro teísta.
¶554Livro teísta. Artigos acadêmicos, teísta. Artigos e postísta também, ó. Quase qualquer coisa sobre Alexander Pruz, ó. E BR H Cter e Josh R também, ó.
¶555Adste, ó. Poxa des doad te também tudo te ó vídeo também caso do filon em favorismo caso de que ága favoreismo probabilidade intrateismo. Ó aqui, ó. Mano, mano, ele não botou, vocês ter uma ideia, ele não botou nem o texto do Driper criticando a noção de de probidade intrínseca do do Swimbern, cara. Nem isso ele botou aqui, cara.
¶556Nem isso, até um pouquinho é porque de fato a crítica que o o Paul Driper faz, a noção de probabilidade intrínseca do Swimborn, gera problemas pro teísmo. Gera problemas pro teío, por causa da teologia natural do teísmo aqui, Só coisa do teismo. Teismo, teismo, teismo, teismo, te nenhuma nuância, nenhuma nuância. Nenhuma nuância. Tipo, é como se ele quisesse que todo mundo se convertesse imediatamente agora pro teísmo, né?
¶557Teísmo, teo. Só teismo, mano. Que coisa terrível, cara. Coisa terrível, sabe? >> Uhum.
¶558Vou voltar lá. I am the cringe. So here like here's like my master argument that I'm going to be defending in this section. De fato, no caso o te ele aparece, ele apresenta uma coerência probabilística ali minimamente razoável, vai minimamente razoável. >> Uhum.
¶559Sim, sim. >> Inclusive o Podrap ele admite isso de prontidão, tá? inclusive no livro recente, só que ele fala que isso não é suficiente para minar, no caso, a probabilidade intrínseca maior, né, e principalmente em termos de modéstia, né, de outras hipóteses, de outras hipóteses. E simplesmente no caso, quando a gente visualiza, ah, quando a gente visualiza a importância, né, no caso ali da coerência ah probabilística, a gente não deve focar também na coerência probabilística, simplesmente envolver no domínio estrito, um domínio específico, mas seência probabilística geral, né, total. E também no caso a modéstia, a mesma coisa.
¶560A mesma coisa. OK? Então é isso, é um ponto aí que a gente tem que avisar de propidade início, tá? a explicação, no caso, em termos da hipótese do da diferentista e da explicação, né, em termos a e aliás, a hipótese do source ideal, do source, source physicals, eles favorecem uma explicação dos mesmos dados, né? Eles estão empatados em termos de dados específicos, mas eles desempatam e favorecem o ateísmo nuclear e, portanto, a rejeição do teísmo, né, do teísmo tradicional, né, que é o que você endossa através, no caso, da evidência da qualidade, né, da chamada qualidade, OK?
¶561very likely true unless it's super improbable prior to taking the evidence into account but theism isn't like that since it can be relatively compactly stated in fundamental joint carving termitary and claims together na realidade né na realidade e essas outras hipóteses, né, essas outras hipóteses que eu mencionei também se vinculam com isso, tá? Se vinculou com isso, apresenta uniformidade, né? Uniformidade ali, especialmente no caso o fisicalismo de fonte, né? Ele apresenta uma certa nível de uniformidade porque ele não postula nada que quebre essa a, enfim, essa uniformidade acerca daquilo que a gente já visualiza, né, inclusive na realidade, né, de certo modo, né? Eh, enfim.
¶562Mas enfim, vamos lá, vamos lá, vamos lá. simplicity, nonbitranity and basta ser provável, não basta ser ele tem uma probabilidade intrínseca ali ah não negligível, né? não negligmente eh baixa com relação a uma hipótese específica. Nesse caso do naturalismo, que é o que ele vai considerar, tem que ser em relação a outras hipótesees também, pro seu caso em favor do tismo ser bem-sucedido. E você só focou no naturalismo e numa forma de naturalismo muito específica, né?
¶563Nesse caso, um naturalismo ali, >> ah, o naturalismo ali, o naturalismo ali que eu posso denominar como seno conservador, né, pelo que me parece, mas enfim, vamos argumentable prioring account any empirical evidence. Premise two theism predicts the data much better than atheism. Premise 3, if theism is not very improable prior to taking into account any empirical evidence and predicts the data far better than the is true. This base theem get into my video here. Esse vídeo é bom.
¶564Eu usei inclusive como base para uma das minhas aulas, né, para quem tiver interesse. Ah, usei de base para esse para essa aqui. Essa aula aqui tá aula três. Vocês podem assinar clicando na na descrição e assinando ali na enfim o plano de assinatura apoio naturalístico nível um ou nível dois, né? Assando nível um você já consegue acesso, tá?
¶565Só você me chamar pelo Telegram que eu libero as aulas para você, beleza? you know like depending on how much better it predicts the evidence and like the extentity in the prior probabilities probabilities prior to taking account empirical evidence like it'll get you the conclusion theism is very very probably true that's kind of the By the way, this is actually the new book that I'm currently cutter Din Cremit, Philip Swenson, Matthew Adsteen, and Amos Wallen. It's tentively titled God an argument and we're going to be giving the best comprehensive case for theism on the planet. Well, ok, the best comprehensive case after my current video, you know, cuz this video is clearly the best on the planet. So, in fact, the following defense of the first premise draws from a part that I co-authored with Brian Cutter.
¶566So I'm going to shout out Brian Cutter and give him a lot of credit for what's contained in the following. So let's look at the first premise in more detail. According to this premise theism is not very improbable prior to taking into account any empirical evidence. In other words, the intrinsic probability or prior is not very low. >> Pera aí rapidão.
¶567Segura um pouquinho aí isso aqui rapidinho. >> Ah, sim. é que nesse caso, né, para formular o argumento, ele tá recorrendo a uma coisa que a gente chama de probabilidade prévia, né? Geralmente, quando a gente vai calcular a probabilidade de uma crença ser verdadeira, a gente considera um background antes de considerar as evidências empíricas do quanto aquela hipótese é viável antes mesmo de você começar a testar ela. Então, por exemplo, né, se eu começo a testar a hipótese de que existe um bully eh eh minúsculo que é impossível de enxergar gerando em volta da Terra, é bem provável que a gente tome, né, esse tipo de eh hipótese como tendo uma probabilidade muito baixa, que inclusive a probabilidade eh prévia baixa dela faz com que ela nem seja justo, nem haja nem vha a pena tentar verificar a verdade dessa hipótese, porque ela tem um um grau de probabilidade de ser viável muito baixo, então não vale nem a pena a investigação.
¶568Então isso a gente chama de uma, isso é uma probabilidade prévia ou anterior. Ah, e e é uma probabilidade que a gente calcula o tanto que aquela hipótese vale a pena ou não ser investigada. Quando a gente pega uma hipótese do tipo a hipótese teísta de que Deus existe, já a probabilidade prévia, antes mesmo de você considerar a evidência específica, que a gente chama de probabilidade intrínseca ou probabilidade prévia, né? Então essa, antes de você considerar a evidência específica, a probabilidade do teísmo já é considerável a ponto de ser digno de investigação. Aí depois dessa probabilidade ela pode aumentar ou diminuir à luz das evidências específicas.
¶569Quando as evidências específicas forem consideradas, tem um outro tipo de distinção, né? Ah, quando a gente tá considerando a avaliação da probabilidade de uma hipótese, que é a distinção entre confirmatory probability e pi, na verdade, a gente chama isso, na verdade, chama, a gente chama isso, né, de eh indução confirmatória e indução probabilística, né, ou c indutive and indutive. Ah, no caso, confirmatory inductive and probability inductive. Isso é outra coisa que a gente leva em contra, por exemplo, né, uma evidência quando ela é indiv, quando ela é confirmatória, ela favorece essa hipótese em relação à outra hipótese que concorre com ela. Quando a gente tá considerando uma probabilidade indutiva, a gente tá considerando se a evidência mais provável do que ela era antes quando você considera essas evidências.
¶570Então existem duas maneiras de avaliar a probabilidade de uma coisa que é considerar, né? Primeiro, se os dados eles tornam a probabilidade mais provável de ser verdadeira do que ser falsa. Então esse é um primeiro ponto, né? Então quando a gente considera os as evidências, essa a probabilidade do teísmo depois de você considerar as evidências, ela é mais forte ou menos forte de ser provável, verdadeiro, do que antes? E tem uma outro tipo de probabilidade que a gente considera comparando as concorrências.
¶571Então, né, para para esclarecer, né, vamos supor, eu tenho teísmo, eu posso pegar a hipótese do teísmo e a primeira coisa que eu vou avaliar é a probabilidade intrínseca. Ou seja, antes mesmo de eu considerar a evidência específica, qual que é a probabilidade do teo ser verdadeiro? Então, a gente considera que é razoável. A probabilidade não é uma coisa tão improvável quanto uma uma xícara minúscula invisível. Aí depois que eu considero essa probabilidade intrínseca, ou seja, que há uma um certo grau, mesmo antes de levar em conta a evidência empírica específica, depois a gente considera se o teísmo é mais provável de ser verdadeiro do que improvável quando a gente considera as evidências.
¶572E tem uma terceira coisa que precisa ser feita, que é que depois de você considerar que o teísmo é mais provável do que ser é mais provável de ser verdadeiro do que falso, é considerar ele em comparação com outras hipóteses concorrentes. Se a hipótese do teísmo ela ela tem eh explica melhor os dados do que as hipóteses concorrentes. Então, só tava comentando antes do David aparecer o o tanto que dá o trabalho assim para você eh considerar a probabilidade de uma hipótese, né? Mas o David retornou, podemos prosseguir? >> Sim, sim.
¶573E a noção de probabilidade relevante aqui é de probabilidade epistêmica. Probabilidade epistêmica intrínseca, né? Eh, probabilidade epistêmica, que é basicamente a noção de de probabilidade relevante e vinculado com a sua situação epistêmica, né? Eh, considerando ali a situação epistêmica que você se encontra, né? O que que você considera ali?
¶574Ah, e para estabelecer essa probabilidade intrínseca epistêmica, >> há alguns critérios, né, que são levados em considerações, né? O sh ele vai tentar defender que existem alguns critérios específicos, né, e fatores a mais, né, além dos que eu vou mencionar aqui, que favorece, no caso, o estabelecimento, a estimação da probabilidade intrínseca de hipóteses antes do contato com qualquer evidência ali relevante e o background knowledge. Mas enfim, ah, o que acontece, eh, eu vou eu vou questionar os critérios que ele coloca aqui, tá? Porque basicamente dois critérios que ele vai colocar aqui para mim são derivados de dois outros. Nesse caso, a coerência modéstia, né?
¶575Mas ele vai tentar colocar dois outros critérios como fatorano na questão da escolha da, enfim, na na avaliação da probabilidade intrínseca da de certas hipóteses, né, que eu discordo totalmente, tá? E que o Draper ele realiza a crítica, né, de certa forma, ele critica os wimbern de certo modo, por incluir a a questão da simplicidade ali, não da da probabilidade, né, intrinsca. Mas enfim, vamos lá. prior is its probability independently of any empirical evidence or before taking any empirical evidence into account but why do we even need to attend theism's intrinsic probability to begin with right like why can't we just look at the evidence well consider the following two hypotheses hypothesis one is spatial uniformity the basic physical laws that govern the behavior of matter like massive b attract like charged particles repel etc these basic physical laws that govern the behavior of matter hold all throughout the universe. Compare that with the second hypothesis.
¶576We can call that anomalous patch. Those basic physical laws hold everywhere except for one tiny anomalous patch where for no reason at all the usual laws are suspended and matter obeys a completely different set of rules. So those are two apostes that we should consider. Now most would agree that it's more reasonable to accept the first theory than the second. But our scientific evidence is about equally good for both, right?
¶577If there's just one tiny patch, minuscule patch governed by different equations, then it's astronomically unlikely that we would have found it. So the two theories predict our observations about equally well. If we really are justified in thinking spatial uniformity is much more probable than anomalous patch, then there must be something about the former hypothesis that makes it more probable in itself. In other words, spatial uniformity's advantage is primarily due to a higher prior probability before taking into account any empirical evidence. The same can be seen through the examples of these two hypotheses.
¶578Tempor uniformity says that the fundamental laws of nature hold at all times. And then the second hypothesis here is induction failure that says that the fundamental laws of nature hold all the way up until 2050 and then for no reason stop holding at some point in 2050. Esse aqui é basicamente ele tá motivando, né, tá ilustrando a relevância, né, do critério da coerência probabilística entre os componentes de uma hipótese para estabelecer a para estimar, né, favorecer a razoabilidade da estimação da probabilidade ah intrínseca de uma dada hipótese como sendo maior do que outras hipóteses que são menos uniformes, né? né, que não apresentam uniformidade ali, né, que apresentou, no caso, quebra de uniformidade, variedades de algum tipo ou qualquer coisa assim, né? Ah, >> então é isso, né?
¶579Então é basicamente isso que ele tá ele tá postulando, ele tá comentando. And this shows that we need to attend to theism's intrinsic probability if we want to mount an evidential case for theism. Since even if we have a lot of evidence for something that won't matter if it's prohibitively improbable from the getgo. So we need to attend to various factors that affect the intrinsic probability of a hypothesis. One factor is modesty.
¶580A hypothesis is modest to the extent that it's unspecific or true in a wide range of possible scenarios. For example, the claim that someone died is more modest than the claim that Ethan M died, which is more modest than the claim that Ethan Mus was murdered, which is more modest still than the claim was murdered after. É aqui que oer ele questiona a questão da simplicidade. Ele tenta ilustrar que justamente o critério da simplicidade ele é derivado do critério da coerência. né, da coerência probabilística.
¶581Então, é através dele que ele consegue derivar, inclusive a consideração da simplicidade qualitativa, né, ah, como sendo até mais relevante do que a simplicidade quantitativa, né? Então tem um capítulo dele sobre pridade intrínseca no livro aqui, Aens liv, onde ele escolhe sobre isso. Deixa eu pegar aqui rapidão, pegar aqui rapidão, rapidão. Eu não sei se você já leu esse livro aqui do Drapers mais recente. Acho que você não leu, né?
¶582>> Ah, não, esse não, não li. Deixa eu ver aqui. Ô, caramba. Que que é isso aqui? >> Ele corre sobre isso, né?
¶583Ele corre também no texto de 2016 dele. Ele descorre sobre isso. Ele deriva o critério da coerência do critério da simplicidade. Hum. As bolas estão faltando no final do campo.
¶584>> Deixa eu botar aqui na tela. Falta falta perigosa. Movimentar intermediária. Vila na intermediária. É oente na parte de probabilidade intrínseca.
¶585Objetividade, simplicidade aqui, ó. Aqui na parte de simplicidade, ó. >> Ele diz o quê? Simplicidade. São 4.5.
¶586Em resposta, no caso da primeira parte do problema da simplicidade, a questão de o que é simplicidade é filósofos deram uma variedade de respostas aqui. Ah, aqui eu irei focar, no caso, nas três mais populares respostas. As respostas não precisam ser consideradas como como convincentes e hipóteses podem ser simples em mais de um sentido da palavra simples. E é possível, no caso, que mais do que uma dessas refere-se, no caso, a uma propriedade que faz, no caso, uma teoria ah possuí-la ah, ser mais provável de ser verdadeira, ou seja, ter uma uma é uma virtude alética, né, dominar teorias, ela ser simples. Ah, nesse caso, ah, uma maneira, no caso de que uma hipótese pode ser simples do que a outra é ao postular a existência de poucas entidades ou tipos de entidades.
¶587Isso é chamado de parcimônia ontológica. Uma segundo conjunto de eh um segundo tipo de eh de simplicidade é elegância, o quais é uma questão de concidamente uma hipótese pode ser formulada. Finalmente, no caso, uma teoria pode ser simples no sentido de ser mais fácil de ser entendido. Deixe-nos chamar, no caso do terceiro tipo de simplicidade de inteligibilidade, né? inteligibilidade.
¶588Eu iria argumentar no caso que a a razão pelas quais grande parcimônia, grande elegância e grande inteligidade são a são cada uma um sinal de verdade, é que cada uma ou implica ou é correlacionada com grande coerência ou menos frequentemente com grande modéstia. OK? Isso providencia uma solução para o problema da simplicidade, que explica no caso o sucesso do critério ah o seu sucesso como critério para escolha de teoria na ciência e mais importante, para os propostos desse livro, né? Mostra no caso que ela não precisa ser adicionada como um terceiro determinante de probabilidade intríca. Eu não nego que há outros tipos de simplicidade ah além dessas três consideradas.
¶589Por exemplo, pode ser, no caso, pode haver eh pode haver formas de simplicidade únicas para campos específicos ou áreas de pesquisa, por exemplo, Sober 2015 argumentou. Ah, e pode, no caso ser que esses outros tipos seja não eh sejam ou não atleticamente virtuosos ou ou são atleticamente virtuoso por alguma outra razão do que elas implicam ou são correlacionadas com grande coerência. Contudo, esses outros tipos de simplicidade envolvem fatores extrínsecos as hipóteses, ou seja, que envolve você considerar parte da dividência ou background knowledge, né, o conhecimento de fundo sobre várias disciplinas relevantes do conhecimento, né, enfim, sobre a nossa realidade, coisa e tal, né? Hã hã sobre no caso das hipóteses em questão, então são só vi candidatos viáveis para afetar a probabilidade intrínseca. Por essa razão eu não preciso discutir isso aqui, ó.
¶590Paratológica usualmente associada com a navalha de oca. Ela vem dois sabores, quantitativo e qualitativo. A anterior sendo uma questão de quantas entidades são postuladas e a posterior sendo uma questão de quão muitas reais postas a relativas à linguagem, tipos de entidades são postuladas. Deixe-nos começar com a posterior. Primeiro, primeira coisa, no caso, note aqui, ó, primeiro, note que é contencioso se hipóteses que postulam o mesmo número de entidades, mas poucos tipos de entidades são mais modestas, né?
¶591Ah, são mais modestas, OK? Mesmo assumindo que elas não são, com tudo, a hipótese é que, por exemplo, 10 coelhos comeram cenouras, é mais coerente e menos qualitativamente parimoniosa, né? Ã, parimoniosa, né? uma hipótese menos qualitativa partea do que nove ah nove coelhos e um cavalo comeram essas cenouras por causa que ela tem menos variedade, né? Menos variedade para o mundo.
¶592Uma parte da hipótese, a ligação de que há pelo menos nove dos 10 animais que comeram a cenoura são coelhos, indutivamente suporta outra parte daquela hipótese de que todos os 10 os comedores de cenoura são coelhos. No caso da hipótese do coelho, cavalo barra cavalo, há uma tensão probabilística entre as suas partes, né? O fato de que pelo menos nove dos 10 animais em questão são coelhos é evidência contra agação de que nem todos os animais são coelhos. Por uma parte de uma hipótese, eu quero dizer, no caso, uma consequência lógica dela, né? Portanto, no caso, a virtuosidade alética da simplicidade no sentido de par coletiva é dado conta através da minha teoria de pridade intrínseca.
¶593por causa da grande qualitativa parciânia implicar grande coerência, né? Eh, implica grande coerência. E no caso sobre parcimônia quantitativa, né? Partimônia quantitativa. Ah, por que no caso deveria postular poucas entidades fazer materia mais provável de ser verdadeira?
¶594>> Novamente, é, >> é mais modesto de afirmar que exatamente nove coelhos comeram cenouras do que, no caso afirmar que exatamente 10 coelhos comeram cenouras. Não é como se a palavra 10 tem mais, tivesse mais conteúdo do que, no caso da palavra nove. Mais uma vez, apesar de um apelo à coerência providenciar a resposta, ah, se alguém no caso aceitar a identidade dos inseríveis, então multiplicidade requere disseribilidade, né? Disseribilidade, pros quais, no caso, se segue que postular um grande número de coelhos implica postular um grande número de tipos de coelhos. No curto, no caso, se a identidade interes é verdadeira, então a virtuosidade de parcimânia qualitativa pode ser explicada pela virtuosidade de parcimânia qualitativa, né?
¶595se isso for o caso, né? Isso que eh foi referido mais adiante. Mesmo se alguém negar que os índice níveis são necessariamente idênticos, né? Ahã. Ah, são necessariamente idênticos.
¶596Na medida que alguém aceita que todos ou até mesmo a vasta maioria dos indícios níveis são uma questão de fato idênticos, alguém pode dar conta para o sucesso de qualquer princípio de parcimônia quantitativa em termos do princípio de parcimônia qualitativa. Então, ultimamente em termos de coerência. Nesse caso, no caso grande quantidade eh parcimônia quantitativa não irá implicar grande coerência. eh grande coerência, né? Eh, mas irá ser altamente correlacionada com ela.
¶597OK? Hã, então aqui ele tenta ilustrar, né? Ele vai ilustrando que as vários tipos de coerência, né? Vários tipos de de simplicidade são dados contas através da do critério de coerência paralítica e do critério da modéstia. Seja derivar todos os outros critérios, né?
¶598Ali a partir deles, né? São derivativos no mínimo. OK? Hã, e aqui no caso ele responde basicamente os pontos relacionados ao swimborn, né, de certo modo, porque ele motiva a visão de que, no caso, o que dá conta de estabelecendo é o que o fatora da probabilidade intrínseca é justamente a coerência e a modéstia somente, né, não e nada mais. >> Uhum.
¶599>> Mas enfim, vamos lá. Mais um ano manual não simplicidade, né? Simplicidade. A simplicidade ela não é fatorada, né? Principalmente em termos doística, a não é fatorada, né?
¶600Não é considerado a questão da fundamentalidade, a menos que você endosse o chamado laser de shafer. Aí sim, quanto menos entidades fundamentais que haver, mais simples será aquela teoria ou aquela hipótese que você tá postulando para poder explicar certos fenômenos, como no caso de fundamentação, outras coisas. >> Sim, inclusive, é, inclusive ele usou o mesmo argumento no na parte dois, no stage to do argumento da contingência, né? Quando ele foi argumentar que tem que ser única a o que que tem que ser único, né? a causa que explica, ele usou o mesmo argumento de parcemônia desse estilo.
¶601>> Sim. E parece que isso pressupõe o chamado laser de Shifer, que é uma versão específica do da navalha de Oka, >> que é basicamente trata com só que ela >> ai >> ela articulada da seguinte maneira, né? Ela ganhou esse nome por causa do filósofo Jonathan Shafer, né, que é um metafísico ali que trabalha na metafísica de fundamentação, né, defende inclusive o humanismo de prioridade, é naturalista, né, mas ainda assim defende um fundacionalismo metafísico, né, da de que existe uma fundação real dos quais todas as outras coisas dependentes dessa fundação derivam sua realidade, né? Cheguei a mencionar ele inclusive no Ka Santos, né, do podcast. Ah, mas o laser de chief, ele ele basicamente o seguinte, que ele diz que nós não devemos multiplicar, né, ã, as entidades fundamentais, né, para além daquilo que é necessário para favorecer a explicação de cetos fenômenos, né, a envolvendo fundamentação, né, envolvendo na cadeia de fundamentação, né?
¶602Ah, então no caso ali, quanto mais entidades fundamentais a vera, né, mais menos simples no caso uma hipótese e uma teoria será, né, menos parcimoniosa ela será, né, nesse nesse quesito. Se você aceita o laser shaver, né, é algo que o Joshua ele compra, né, para avançar o caso dele em favor da existência de Deus, né, através daquela ideia de que Deus é um único tropo onipotente, simples, né? Eh, hã >> Uhum. >> E que que eu posso dizer? O próprio Schmid tem uma resposta a isso, né, em contexto de resposta ao Petfing, que inclusive o Café chegou a mandar para mim.
¶603E o Podraper também ele recusa, no caso, ah, ele ilustra, no caso ali que não há nenhuma motivação que favorece ah o laser de shafer em relação ao princípio da navalha deca, né, a navalha deca original, né, dos quais de fato o critério a critério da criidade pode genuinamente ser derivado, né, ser derivado no caso ali da coerência probabilística e da modéstia. OK. Hã. Então vou ver se eu acho aqui o texto do do Schmid. Só aguarda um pouquinho.
¶604>> Uhum. Você vai procurar, >> pode ir comentando alguma coisa. >> Ah, tá. Eu ia aproveitar até para comentar um pouco mais, né, sobre essa questão da simplicidade, né? Ah, porque aí a gente tem que separar inclusive dois tipos de parcimônia, um tipo de parcimônia qualitativa, um tipo de parcimônia quantitativa, né?
¶605E geralmente a a gente tem a intuição às vezes de que quanto mais entidades necessariamente significa mais menos parcimoniosa uma teoria. A gente tem que considerar também quanto mais categorias de entidades uma teoria está eh postulando. E às vezes até uma teoria, né, que postula ah, por exemplo, uma teoria que postulasse, eu até comentei isso na outra live, né, uma teoria que postulasse eh 1000 átomos e uma teoria que postulasse um átomo e Deus em termos de parcimôia qualitativa, né, a teoria que postula 1000 átomos, ela é mais parcimoniosa do que a teoria que postula um átomo e Deus. Eu acho bem complicado a gente trabalhar quando a gente aplica simplicidade até postular a existência de Deus, né? Porque por mais que a gente, os os teistas geralmente adotem a ideia de que Deus é um ser simples, a hipótese de Deus vem carregada de um monte de coisa que demanda ainda mais explicação, né?
¶606Vem carregada com vontade, vem carregada com uma estrutura de preferências, vem carregada com uma cognição, vem carregada como uma forma de se autoconhecer, de conhecer o mundo, vem carregada como uma estrutura de poder do que ele é capaz de fazer, do que ele não é capaz de fazer. E aí depois acaba virando uma vem carregada, né, também com uma ontologia própria sobre como é a natureza de Deus, que ele é uma trindade e tudo mais. Então é é curioso, né, quando esse esse princípio é evocado e quando você postula Deus como um ente único e simples, que daria conta de uma explicação mais parimoniosa, mas a carga ontológica de postular um tipo de entidade como Deus pode inclusive ser muito mais custosa, ter muito mais custo ontológico do que uma explicação que adotasse, por exemplo, uma uma um grau um ground ontológico pluralista, por exemplo. Tá? Porque às vezes, né, por exemplo, se você postula um estado quântico com ou várias subpartículas fundamentais, você ainda ganha em parcimônia qualitativa, porque você não está pressupondo uma categoria ontológica nova, porque você ainda tá trabalhando dentro da categoria ontológica do que é objeto de uma ciência física ideal.
¶607Eh, e você não tem o custo ontológico de ter que explicar como que funciona a mente de Deus, como que funciona o livre arbítrio de Deus, o poder de Deus, como que é um Deus que é uma trindade. Eh, e até engraçado, né? Se fosse usar o argumento da parcimônia assim, a gente poderia até falar que postular um Deus que é unipessoal é mais simples do que postular um Deus cristão que é uma trindade, né? Talvez um Deus que fosse só uma pessoa seria um Deus mais simples e menos eh complicado do que um Deus que é três pessoas. Então, o mesmo argumento, a mesma navalha que ele tá usando para evitar certos problemas, poderia criar mais problemas ainda do porstuar um deus que é trino ou do que porstular um deus que tem toda essa estrutura ontológica complexa de vontade, de conhecimento.
¶608Agora, ah, agora deu certo. >> Sim, sim. Esse texto aqui do Schmid é uma resposta que ele fez ao Patin, né? Patrick Fln, que é o dono do canal Fal ofer for the People, né? Que é um rapaz católico, né?
¶609H, que inclusive anda sinturmando a Equ para avançar as argumentações contra o ateísmo, naturalismo e blá blá blá. E aqui foi em 2024, né, que ele tava interagindo com Petfle, respondendo Petfle, né? Ah, e aqui chega um momento, no caso que o Petfle, ele chega a considerar o seguinte, né, que o Petfl disse aqui também a simplicidade de coisas fundamentais que importa para escolha de teoria, né, que é isso que importa. Ah, e aí o Smit, ele respondeu o seguinte: "Eu acho que isso também é um erro". Incidentalmente isso era o próximo erro.
¶610Erro, no caso, número #30, no meu na minha série de erros comuns, né? No no minuto 1, 46 e 11, né? H, do vídeo que foi linkado previamente. Ó, eu recomendei, eu recomendo assistir aquela porção do vídeo h para uma mais detalhada disposição dos problemas para essa visão. Veja especialmente, no caso, exemplo dali, né, em diante de eh vidas mentais epifenomenais, não fundamentais, né, correndo em paralelo.
¶611É engraçado e também uma visão bem poderosa objeção aqui, apesar disso, eu iria intencionalmente ser breve e deixarei muitas qualificações e elaborações, suponha no caso que você tenha de outra maneira teorias idênticas do mundo, digamos, no caso mero cristianismo. Mas eu também postulo Lepercs, né, assim, eh, lepra calls, né? É claro, no caso que eu noto que esses leer calls são contingentes e ultimamente explicados por Deus, então eles são não fundamentais. Suponha no caso que eles também não afetam minhas explicações sobre qualquer dado. Talvez no caso eu possui eu posto que eles não interagem com o nosso espaçot-tempo de qualquer maneira, né?
¶612Ah, talvez no caso deles são estão em outro espaço tempempo em outro espaço tempo. Agora, minha teoria é obviamente pior do que a sua, né? Ainda assim, a a sua piora não é por causa que eu explico o nosso dado pior do que você, mas por causa que a minha teoria é muito menos simples ou modesta do que a sua. E eu faço um número de postulações adicionais. Ah, eu tenho, no caso, uma caracterização te eh tem uma, eu tenho teoricamente caracterizar esses seres de várias maneiras.
¶613Eu tenho que postular, no caso, universo separado que não interagem com o nosso e assim por diante. E ainda assim, todas minhas postulações extras são não fundamentais, eles dependem sobre Deus. Ainda assim, não pode ser verdadeiro que a sua simplicidade das coisas fundamentais é o que importa para teoria de escolha, né? Hã, isso também pode ser visto através de uma perspectiva para olística, pelo menos dependendo de como nós construímos teorias. Se, por exemplo, nós construímos uma teoria de alguém, né?
¶614Eh, se nós construir a teoria de alguém ou a visão de mundo de alguém como uma grande conjunção de um descomponente de alguém, então alguém está acendo comprometemente com algumas postulações, né, postulados não fundamentais. Ah, P. Adicionando P, a teoria de alguém deve a diminuir a probabilidade de alguém, né, da teoria total de alguém. Se a se a probabilidade de P condicional ao resto da da teoria de alguém for menos do que um, né? Isto é, o resto da teoria de alguém não logicamente implica P.
¶615Isso só segue no caso do fato de que a probabilidade de Q e P é igual a probabilidade de Q multiplicado eh a validade de Q, né? Multiplicado pela validade P dado Q, né? H se no caso Q é a conjunção do resto dos comprometimentos de alguém, então alguém está considerando comprometer-se AP. Então o competente AP deve diminuir a probabilidade total da teoria de alguém, dos quais agora é Q e P, quando P não é logicamente implicada por os componentes ou componentes mente de alguém. Isso se mantém independentemente de se P é um postulado não fundamental, iria ser explicado através de postulados fundamentais de teoria de alguém ou pelo menos no caso em terminos teorias no sentido seguinte, né?
¶616Mencionado o seguinte, dos quais aproximavmente como OP e o número de outros entendem a, né? eh compreender eh comprendes não fundamentais são muito usualmente por custos proísticos, mas note que há outros noções perfeitamente eh legítimas de teoria dos quais não identifica a teoria de alguém com a coleção de comprometimentos fechados sobre implicações lógicas, né? Ah, e então algum em algumas tais noção Pia, no caso, aumentar a probabilidade da teoria de alguém, mesmo se P não é logicamente implicado por portanto, né? Eh, isso obviamente se segue a partir do teorema de Bis também não parece errar no caso que a a simplicidade de um ser com a simplicidade do da teoria teísta clássica, né? Ah, e aqui no caso ele escorre sobre outros pontos, né, que não são relevantes, mas o ponto é o seguinte, né?
¶617H, que existem razões pra gente considerar que não é simplesmente o fato de você postular entidades mais fundamentais ou não na sua TI, né, que favorece, no caso, com que ela seja menos simples, né, digamos assim, ah, seja menos simples, né, eh, e portanto mais teoricamente virtuosas, né, mas simples, no caso, simplesmente no caso, a simplicidade ah qualitativa e quantitativa é o que contam para estabelecer, no caso se uma teoria ou hipótese ela mais simples ou não genuinamente, tá? Ah, e claramente o te postula, postula uma entidade a mais, né? entidade a mais de um tipo distinto, né, digamos assim, cin natural que nós observamos, né? Em todo nesse caso ele acaba sendo menos nesse esquisito, tá? Qualitativo e quantitativo também de forma.
¶618Ah, mas é isso. Ultrapassagem João Vieira de Luizão devolve Marquinhos Gabriel Marquinhos para trás com Heiner. carrega com o espaço, foi levando travado na zaga do perigo para longe. Vai começar por ali o Thago >> Vamos voltar aqui. Perfeito.
¶619Principlence for theories is a standard diagnosis of what's wrong with conspiracy theory. Like fit all the data conspiracy get extremely complicated and this complexity makes it less probable. Curve fitting is another example. Suppose the observed data approximately fit the hypothesis that y is a simple linear function of x. Scientists will typically prefer the linear model to a more complicated model that zigs and zags to hit every data point.
¶620The ladder theory might achieve even better. Isso aqui também é dado conta pelo lateral >> pelo dripper, né? É exatamente isso. Aqui embaixo fazendo essa função de lateralmente pisar na linha de fundo com muita frequência. O V trabalhando um pouco mais pelo lado esquerdo.
¶621Len lobado ajudando, imagino eu aqui do lado direito. Próprio vamos ver se ele se aproxima para receber essa bola ou recebe na >> mostrar aqui. >> Aqui ó. Lá eu não acertei o ataque cito o exemplo da lei de movimento de Kepler, né? Ah, em contraposição a teoria de Copéric, né?
¶622Mas vamos lá. Deixa eu ver. Ó, em preparação no caso para responder essa questão, vale a pena, no caso, notar aqui de cara que em caso de teorias envolvendo leis, elegância como parcimônia, vem dois sabores. Primeiro, no caso, uma lei pode ser mais elegante do que outra lei por causa da equação ou a desigualdade de descrição matemática, expressando a lei, implicando poucos termos. Segundo, uma teoria pode ser mais elegante do que outras por causa que ela postula poucas leis.
¶623É claro, no caso que em ambos os casos grande elegância pode simplesmente ser o resultado de grande modéstia, nos nos quais casos seria eh teria que ser explicados o por que, no caso a ela faz, no caso, a hipótese ser mais provável de ser verdadeira. Nesses casos, há muitos casos, contudo, né? eh, nos quais, no caso, parece haver igual modéstia e ainda assim também parece haver probalidade diferencial que não pode ser explicada por fatores extrínsecos à duas hipóteses sendo comparadas, como no caso melhor enquadração, né, enquadramento com dado ou com informação de plano de fundo. Mais uma vez eu submeto que é o critério mais fundamental de coerência dá conta de qualquer verdade que seja para a postulação de que elegância em tais casos é teoricamente virtuosa, né? e a virtuosa no sigo alético, ou seja, de condutora a verdade.
¶624Ah, uma razão para isso é que quando uniformidade pode ser descrita na linguagem da matemática, poucos termos são tipicamente requeridos para descrevê-la. Aí ele dá o exemplo aqui da eh da constante de velocidade, né? Ah, ela pode ser descrita através de uma bem elegante equação, né? D = KT. Enquanto no caso uma mudança uniforme em velocidade, isso é umação uniforme, pode ser descrita por uma menos elegante, mas ainda assim muito elegante.
¶625Equação d = KT a elevado quadrado. Tipicamente, no caso, uma equação menos elegante desse tipo é assumindo, no caso, a equação não pode ser expressada mais elegantemente em linguagens matemáticas ordinárias, as mais variadas eh quanto mais variados ah moções, né, no caso ele atribui a objetos e, portanto, menos coerente a hipótese ou a equação em questão e ah portanto elegância correlaciona com grande coerência do quais explica o porque que teorias elegantes são usualmente mais prováveis de ser verdadeiras. Isso também se aplica às teorias expressadas em linguagem natural. Então é isso. Então isso não é o critério eh a questão do critério daagidade não é critério adicional que fatória, não é separado, ele é derivado, ele é derivado do critério da coerência probabilística, né, da doerência probabilística e também da monéstia.
¶626OK. >> Uhum. Uhum. Perfeito. H.
¶627Possibly that's because the uniform hypothesis is simpler in some sense. Relevant kind of simplicity has to do with how sucinctly one can completely describe the fundamental elements of the theory. And again, by the way, like the fundamental elements of a theory are those taken as given by the theory rather than explained by other elements of it. Describing physics on a uniform theory requires just one set of physical equation. Patch theory requires describing the set of laws posited by the uniform theory plus another set of laws describing the patterns in the special patch plus a specification of which laws govern which parts of space.
¶628This kind of simplicity might be called compressibility. Now the anomalous pat world is harder to compactly describe without information loss. Notice also that the spatial uniformity hypothesis is far less modest than the anomalous patch hypothesis since there are many many many more ways that the ladder could be true than that the former could be true. Right? Like there's only one way that the spatial uniformity hypothesis can be true.
¶629Namely the relevant set of equations hold everywhere. Whereas there's an infinite number of ways the anomalous patch hypothesis could be true. One for every candidate location of the anomalous region. And this shows that advantage with respect over disadvantage with respecty. Calma.
¶630Mas não é simplesmente a coerência em um domínio específico que conta para poder estabelecer, no caso ali que uma hipótese mais modesta, ela não deve ser preferida em detrimento de uma hipótese mais coerente, probabiliticamente, digamos assim. Deixa eu pegar aqui o trecho que o Pauler responde o Ted Poston sobre isso, né? Vou pegar aqui rapidinho, ver se eu acho. OK. Você quiser comentar alguma coisa, Squir?
¶631Ah, acho interessante depois como que ele será que ele vai aplicar cada um desses critérios, né? Mas já já é uma questão complexa a maneira como ele tá interpretando cada cada critério. Mas eu fero ver como é que vai ser a aplicação, a parte da aplicação dos critérios. Lançamento pelo corredor aqui, ó. Jogando demais chão.
¶632O jogo fica pegado, rapaz. Deram por trás amarelo pro João Vieira. >> Ele avança a seguinte objeção, né? Ele avança uma objeção ali ao critério da ah >> ao critério do Draper, né? A teoria no caso de probabilidade intrínseca do Driper.
¶633E aí em um dos pontos ele o breve response assim, ó. Vamos lá. Primeira uma outro desafio mais radical a minha teoria e como eu aplico ao teismo nuclear vem no caso de Ted Potson 2020. Aqui ele tem sua própria teoria de como avaliar as probabilidades intrínsecas de grandes teorias explanatórias como teímo e naturalismo. Isto é, teorias que retratam, né, que o que buscam no caso é explicar toda a realidade contingente em termos de uma realidade contingente fundamental, né?
¶634H, ele acredita no caso que alguém deveria primeiro identificar essas teorias como sendo plausíveis. por causa que somente teorias plausivos de ser assinaladas a porção não negligível do espaço de probabilidade. Assim que isso é feito, né, eh, alguém deveria usar o princípio da indiferença, né, eh, para guiar como alguém distribui as probabilidades intrínseca das das teorias plausíveis. O princípio da diferença, pessoal, é basicamente o seguinte. Quando você não tem uma razão para favorecer nenhuma das duas hipóteses, né?
¶635Ah, então você atribui, né, uma probabilidade ali distribuída, né, relativamente igual para todas as hipóteses, né, igualmente, né, então é o princípio da diferença, né, você tem que ser indiferente com relação às hipóteses, né, na hora de distribuir a probabilidade de impur entre elas, né? Então é mais ou menos isso que ele tá colocando. Ah, se alguém não tem nenhuma razão a priori para preferir uma das teorias explosíveis em detrimento das n menos outras, então no caso da poidade intríca de um dado n deveria ser assinalada para cada uma. Tudo isso deveria ser feito antes de considerar o impacto de evidência empírica al na probabilidade de qualquer teoria particular. A questão chave, é claro, é o que faz uma grande teoria explanatória plausível, né?
¶636Entre aspas. Poston responder no caso que a essa questão é que a essa questão que para simpes grau que não são maximais. A vez disso, quaisquer propriedades, né, quaisquer propriedades que são atribuídas à realidade fundamental devem ser ilimitadas. Opa, pera aí, pessoal. OK.
¶637>> Segura, >> tá? O tá. Vou esperar o David voltar, mas antes, né, continuar comentando sobre essa questão dos critérios que ele tá utilizando e que é uma aplicação bastante bastante complexa, como que a gente vai aplicar cada um desses critérios no modelo paesiano, né? Então eu achei achei bastante curiosos os critérios, né? Como de alguns são derivados de outros.
¶638Então a gente tem, por exemplo, o critério da modéstia. Ah, só que a gente poderia poderia considerar, né, que a hipótese do teismo clássico na prática, não há várias vários desses critérios aqui, eu acho que mesmo se assumindo a verdade desses critérios, é bem provável que o te clássico não cumpra bem esses próprios critérios que foram elencados. Acho que se a gente avaliar critério por critério, é bem provável que a hipótese teísta não cumpra eles na prática. Então, por exemplo, né, os critérios, primeiro critério que ele coloca é a modéstia, né, de que seria hipótese de que o clássico existe um Deus perfeito. Ã, ah, só que é bastante estranho como que se aplica isso ao teísmo clássico.
¶639Eh, porque o teismo clássico não é só a ideia de que um ser perfeito exe existe. Ah, e essa noção de um Deus perfeito é bastante complexa. já incluir várias noções, né, do que do que exatamente é um ser perfeito. Deus é pensado como tendo intelecto, como tendo vontade. E qualquer pessoa que estuda um pouco de teologia, discussões sobre a natureza de Deus, sabe o quanto que depois entra numa situação bastante complexa, né?
¶640é distinguido tipos de vontade em Deus, como vontade antecedente e vontade consequente. É discutido ah questões sobre como a gente entende desejos de Deus, como a gente entende as razões que Deus tem para agir. Então no fundo, né, a hipótese tem ista não é só dizer que um Deus perfeito existe, né? É dizer que um Deus com desejos, com certas intenções, com uma certa vida interna, com uma maneira de conhecer as coisas, como esse ser existe, né? né?
¶641Então, talvez não seja tão modesto assim como parece a princípio. Depois, o outro princípio da simplicidade também é bastante complexo, né? Como eu já disse, tem a distinção entre simplicidade qualitativa e simplicidade quantitativa. Então, por exemplo, né, uma hipótese que postula 1 milhão de átomos é mais simples do que uma hipótese que postula Deus e um átomo só, né? Porque Deus e um átomo só são duas categorias ontológicas e 1 milhão de átomos é apenas uma categoria ontológica, que é a categoria ontológica das coisas físicas.
¶642Então, por mais que alguém pudesse argumentar que o teísmo postula apenas uma entidade que é Deus, o naturalismo ele possui muito mais parcimônia qualitativa, porque ele postula apenas um tipo de entidade, que são a entidade das coisas naturais. Então assim, você introduzir uma categoria ontológica completamente nova, deixa seu sistema muito menos eh parcimonioso, né? Por exemplo, uma teoria de multiversos, uma teoria que dissesse que há vários universos físicos, ela é mais simples do que uma teoria que fala que existe Deus em um universo só. Por quê? Porque vários universos físicos ainda está dentro da mesma categoria ontológica.
¶643A gente tá falando do mesmo tipo de coisa. A partir do momento que eu possuo um tipo de coisa nova, eu tenho um custo ontológico muito grande, porque eu vou ter que explicar como que funciona um ser que não é físico, como que um ser que não é físico pensa, como um ser que não é físico conhece, como um ser que não é físico cria, como um ser que não é físico interage com o mundo físico, como um ser que não é físico tem interesses e vontades. E se a gente coloca ainda mais a hipótese teísta específica como um Deus que é simples, é um Deus que tem vontade, conhecimento, uma maneira de de exercitar o seu livre arbítrio. Então, quando a gente postula uma categoria ontológica nova, o custo explanatório ele é muito alto, né? Por isso, uma teoria que postula um único tipo de categoria ontológica, mesmo que postule uma variedade grande, a uma quantidade grande de coisas, ela costuma ser menos custosa, ter menos custo explanatório.
¶644Porque a partir do momento que eu postulo uma mente material, aí eu tenho uma dívida explicativa muito grande, porque eu tenho que pensar qual que é a psicologia de uma mente incorpórea, como que um ser que é uma mente incorpórea toma decisões, como um ser imaterial interage com a matéria. Então eu eu trago pra realidade uma caixa preta, né, uma uma caixa de Pandora. Eu qu toda vez que eu incluo uma categoria ontológica nova, eu abro uma nova caixa de Pandora de onde pode sair um monte de coisa. Mas é o David voltou. >> Voltei.
¶645Boa. >> Aí o que que o que que ele diz, né? O Poder ele continua aqui, ó. Poston responde a essa questão que para ser plausível, uma teoria deve não atribuir a realidade fundamental quaisquer propriedades de grau que não sejam maximais. A vez disso, quaisquer propriedades que são atribuídas a realidade de fundade devem ser ilimitadas.
¶646Ele alega, no caso que meu argumento na sessão prévia desse capítulo para autoprilidade intrínseca do atismo nuclear falha por causa que ele não leva a sério, né? não leva seriamente a viciosidade explanatória de qualquer forma de idealismo de fonte que postula limitações brutas, né? Se é um ponto implícito, eu tomo, é que o teísmo é a única versão do idealismo de fonte que é plausível, entre aspas pelo seu único critério de plausibilidade e, portanto, até mesmo se levemente menos provavelmente riscamente do que o idealismo de fonte, por causa que alguém não pode assinalar a probabilidade de zero para o idealismo de fonte não teístico. A diferença é negligível. Perceba para iniciantes que eu não de fato ignoro a viciosidade de limitações públicas.
¶647A invés disso, eu mantenho que teorias que postulam propriedades como onipotência a um criador e, portanto, postulam somente limitações lógicas aos poderes de um criador são mais coerentes. Outras coisas permis do que teorias que atribuem algum específico grau finito de poder ao criador, ao criador. Isso é uma das razões pelas quais eu não acredito que o teísmo tenha uma probabilidade intrínseca negligamente baixa. Isso também é o porque que não ele não é não há nenhuma necessidade de distinguir entre alguma virtude teórica de plausibilidade que é distinta da probabilidade intrínseca ou a priori, né? Ou a priori, né?
¶648Ah, então usar um princípio da indiferença para determinar o a priori ou a probabilidade a priori ou intrínseca de teorias explosivis. Meu critério de coerência já dá conta para a intuição de que há alguma coisa alicamente virtuosa sobre teorias que não postulam limitações brutas. De fato, de fato, é possam que falem levar seriamente ao completamente ignorar o fato de que grande coerência em geral e não só grande coerência devido à ausência de limitações brutas postuladas e mais importantemente grande modéstia, cada uma faz uma teoria intricamente mais provável de ser verdadeira. A sua decisão de ignorar a modéstia parece ser baseada em um argumento que ele pega emprestado de Swimber, que se ancora na aparentemente aparente erro de identificação de Swimber no seu trabalho prévio acerca do tamanho do conteúdo de uma hipótese com o seu escopo no sentido estrito. Aqui está posto de swão de todas as grandes teorias planetais são igualmente modestas, né?
¶649São igualmente modestas. Ó, Sver nota três aspectos de uma teoria que determina a sua probabilidade intrínseca. Adequação com o conhecimento de plano de fundo, escopo e simplicidade. Teorias de tudo t igual escopo e se enquadram com o background knowledge, esse conhecimento de fundo. O escopo de uma teoria é o quanto de uma evidência que é entendida a explicar, né?
¶650Uma grande teoria de tudo é entendida, né? Entendida no caso como explicando a origem e a natureza do universo. No caso da probabilidade intrínseca de uma grande teoria, a evidência relevante, né, de Black World, seja de plano de fundo, é informação patológica e, portanto, é a mesma. Portanto, no caso, as razões de swimbo são a a único determinante da probabilidade intrínseca de uma grande teoria é a sua simplicidade. Ó, para iniciando deveria ser mencionado que enquanto a adequação com o conhecimento de fundo afeta a probabilidade prioritária no sentido da probabilidade de uma teoria tem prioritário a isto é independente da nova evidência, né?
¶651Ou seja, evidência sobre consideração em particular, né? pedaço de evidência que você tá considerando em particular. Adequação com background knowledge, a sequência de mento de fundo, é obviamente uma consideração extrínsca, ou seja, não faz parte da própria hipótese, não é uma característica da hipótese enquanto tal e assim não afeta a probabilidade intrínseca ou a priori ali. Isso não alega que ela faça. Mais importantemente, mesmo se essas duas teorias cada uma alegasse alguma coisa é verdadeira de cada coisa, ou seja, de cada coisa contingente ou cada coisa física que existe, dos quais implica igual escopo, não se segue que essas teorias são igualmente modestas, porque a simples razão de tamanho do conteúdo, do que eles dizem sobre cada uma das coisas existentes pode não ser igual, né?
¶652Ah, por exemplo, uma teoria pode dizer alguma coisa mais específica sobre essas coisas do que a outra teoria, né? H, então na avaliação da probabilidade intrínseca ou a priori de grandes teorias explanatórias, modéstia não pode ser ignorada. Mais adiante, isso é precisamente o porque que o idealismo de fonte é tão mais modesto do que o idealismo nuclear, como eu argumentei acima. Possam ter no caso, estreitar esse vão entre o teísmo e os idealismo de fonte não teístico. A argumentar que todos os atributos que ele toma como sendo essenciais para a divindade seguem-se a partir de um único atributo de poder intencional, né?
¶653Ah, poder intencional limitado, ou seja, limitless intentional power. Infelizmente, no caso, a derivação não é bem sucedida, porque uma coisa, né, porque para uma coisa, poder intencional limitado não é o único atributo. E poder produtivo limitado não implica onisiciência, apesar de pode implicar a habilidade de se tornar onisciente. Segundo, um ser com poder intencional limitado não precisa ser o criador ou sustentador de tudo mais que existe. Terceiro, poder ilimitado não implica, no caso, uma falta de desejos brutos não racionais, ou seja, perfeição.
¶654Ah, perfeição, um, liberdade perfeita no sentido de swimberd. Quarto, mesmo quando combinado com onisciência e liberdade perfeita, ele não implica perfeição moral, porque é uma coisa dos quais eu irei discutir mais adiante do capítulo 5c, crenças sobre valor não são na ausência de desejos não racionais de motivação necessitadora, né? Ou seja, de razões ali é falso, né? De certo modo, segundo, não é óbvio que a não é óbvio que a ação suportada pelas melhores razões, dos quais podem incluir razões não morais iria em todos os casos ser moralmente a melhor ação que um ser onipotente uniciente poderia performar. Suponha, contudo, que eu esteja errado sobre tudo isso, a derivação de poston de alguma maneira funcione.
¶655Isso iria ter pouco efeito no meu argumento de que o idees provável intrincamente do que o teismo nuclear, porque há muito mais alternativas idealistas de fonte ao teísmo para negar do que no caso a distrição ocupa muito mais um espaço muito maior em termos de espaço de probabilidade do que a hipótese títica. e aquele argumento em favor do idealismo de fonte, né, enfim, do idealismo de fonte como sendo provável e com no caso do fisicalismo de fonte como sendo igualmente provável com o idealismo de fonte, né? E aí ele utiliza o fisicalismo de fonte para defender a hipótese às vezes o argumento do dos praiers decisivos contra, no caso, a concepção de teismo nuclear, >> OK? Que é basicamente a ideia que existe um ser que é onipotente, onisciente, onipresente, aliás, onipotente, onisciente, no caso, ah, que ele a é a que ele é amoroso, né? Ah, que ele é amoroso ah e que ele tem um interesse, né?
¶656no caso ali, né, pelo bem-estar, né, do, enfim, ah, dos seres conscientes sem cientes, né, pela qualidade dos seres sem cientos e aqui na Terra, né? Ah, então é basicamente essa hipótese do do teismo nuclear, né, somarizando. Ah, e ele que ele argumenta contra o teismo nuclear, que também bate, né, de certa forma a argumentação dele bate no teismo tradicional que o Schmid tá defendendo nação colorada. Feliz demais. Olmid, ele vai usar já justamente esse tipo de estratégia para estreitar, né, a o gap entre, no caso, o naturalismo e o ele vai considerar basicamente o naturalismo, né?
¶657E a hipótese no caso ali do >> do te que ele tá defendendo no argumento mestre dele em termos de não ter uma probabilidade negligente baixa em relação ao naturalismo. >> Uhum. Perfeito. New 1.1 second. seconds new years and so on the temporal uniformity hypothesis is overwhelmingly moreable than the induction failure hyes hypoes não é só quebra de uniformidade em nível fundamental é em nível não fundamental Another factor that spaal high intricat essa questão aí desse fator, né, desse fator afetador, no caso da probabilidade intrínseca da de minizar a vitorialidade inexplicada.
¶658de minizar >> arbitralidade inexplicada, eh, ou seja, limitações brutas também é dado conta pela argumentação do raper contra o Ted Poston. Então, tanto a simplicidade quanto no caso a minimização da arbitrariedade não explicada, ambas são critérios derivados da coerência porolítica. >> Uhum. >> Ambos. Ambos.
¶659don't know if instead they just arbitrarily failed to hold under a hypothesis that detracts from the intrinsic plausibility of the hypothesis and this point is illustrated in science with inverse square laws like for hundreds of years scientists justifiably held that the gravitational attraction between two bodies was inversely proportional to the square of their distance rather than their distance to the power of say 2.00129 129 even though both of those hypotheses you know with enough zeros both of those hypotheses fit the observational data equally well both two exactly and 2.00129 are equally precise and equally modest and yet an inverse square law is plausibly much more intrinsically probable because much less arbitrary than an inverse 2.00129 1229 law. Similar points applied to the speed of light. Before we had any empirical evidence about its speed, scientists assumed that it was infinite which is distinctly nonarbitrary in a way that finite cutoffs aren't leading to a bias in the priors for the infinite value. A final factor affecting the intrinsic probability of a hypothesis is coherence which is which is roughly how well the various parts or entailements of hypothesis fit together. A hypothesis is more coherent to the extent that the propositions that follow from it support each other.
¶660And a hypothesis is less coherent to the extent that the propositions that follow from it disconfirm or count against each other. All else being equal, more coherent hypotheses are more probable than less coherent hypotheses. Note that coherence comes in degrees. A maximally incoherent hypothesis is one that's you know like logically inconsistent or contradicts other things we can know a priori from the armchair independently of sense experience. But other hypotheses suffer from a degree of incoherence even though they're not maximally incoherent.
¶661For example, a theory which says that Jones is generally very honest and reputable and stole $1,000 worth of veggie burgers from the local eatery suffers from some incoherence and is therefore quite intrinsically improbable. After all, the fact that Jones is very honest and reputable makes it very unlikely that he would commit such a heinous, unforgivable crime. And you know, it's not just a crime and you know, it's not just, you know, the unforgivable crime here is not just stealing veggers, but it's also like the wrong community. >> Ele continua vegano mesmo depois do do da conversão católica. >> É uma coisa boa, né?
¶662Isso pelo menos >> é uma coisa boa, mas uma das coisas que eu acho mais interessantes que isso é um problema moral também, né? A gente pensar que uma instituição como a Igreja Católica não desincentivou, não incentivou as pessoas a se tornarem veganas, né? A a instituição que recebeu, a instituição que está sobre e a e a consideração moral dos animais ainda assim é vista como derivativa. >> É, não só isso como é a Igreja Católica reenforçou a ideia várias vezes de que o ser humano foi criado a imagem de Deus e os outros animais não. De que o ser humano tem alma racional os outros animais?
¶663Não, de que o ser humano é a coroa da criação, de que o ser humano teve a ordem divina de dominar sobre a terra. É uma e não tem nada. A a a Igreja Católica se preocupa até com a moralidade se deve usar camisinha ou não no sexo, mas descentivar comer carne animal, né? É o único descentivo que tem é que você não pode comer carne na sexta nas sexta-feiras, né? E pelo menos pelo menos uma vez por semana não pode comer carne.
¶664Mas mais do que isso é o máximo, acho que eles colocaram como princípio. >> Pois é, pois é. Complicado, cara. reputable and also stole $1,000 worth of veggie burgers like that's going to suffer some incoherence and it's going to be quite intrinsically improbable as a result you know like because the fact that Jones is very honest and reputable makes it very unlikely that he would commit that crime. But even still right like the two components of this theory are compatible since occasionally you know honest and reputable people do heinous things and when we apply these various criteria affecting the intrinsic probability of hypothesis to theism we see that premise one in my master argument is spot on theism does not have a super low intrinsic probability we can formulate theism roughly as the claim that there exists a fundamental mind that is unlimited in power knowledge and goodness in other words a fundamental mind characterized by the three traditional omniatt attributes Omnipotents are being all powerful, omnis are being all knowing and omnibevolence are being all good.
¶665Granted, this claim is imodest because it rules out many possibilities but the spal uniformity versus anomalous patch example andarbitary. Mas é a coerência geral que importa. Quando você postula um deus com essas características, vai ter uma incoerência geral quando você considera o tipo de cenário, né, pelos quais você articula essa hipótese para explicar. Em primeiro lugar, é a coerência geral que importa. não é coerência em determinado de limitações brutas, né, da ausência de limitações brutas, como no caso o Paul Draper falou, >> só hipótese ou teoria, ela pode ser coerente, né, ali no aspecto de não ter a de não ter, no caso ali, eh, qualquer limitações brutas, mas ela pode ser incoerente, né, ela pode ser incoerente em termos gerais justamente com quando a gente pensa, no caso, ao que que essa hipótese ela se propõe articular para explicar, né, que é justamente aquilo que a gente observa, né, em termos da realidade, como se não algo uniformemente ali natural, né?
¶666Uniformemente natural. Então assim, é, tem esse problema aí também, cara. Tem esse problema. É a uniformidade total da sua hipótese, né? É a uniformidade total da sua hipótese, que no caso é relevante por a questão da atribuição de probabilidade intrínseca maior que conta junto com isso, no caso, a questão do a questão também no caso ali do modo de reserva.
¶667Se você pega, sei lá, uma hipótese, você pega, no caso ali a hipótese do fisicalismo de fonte, né, ou do idealismo de fonte, né? Se você pegar o idealismo de fonte, por exemplo, né, ali para argumentar contra o teísmo ah, igual faz, né? Eh, como no caso existe uma disjunção de perspectivas diferentes, né, no idealismo de fonte, né? Ah, então esse ilustra o que que é o idealismo de fonte, no caso ali, ele é coerente, né? Ele é coerente ali com o ele apresenta um certo nível de coerência ali e de modéstia ali.
¶668Ah, >> bem relevante, bem significativo, né? Eh, ele pode apresentar porque no caso e o idealismo de fonte é basicamente uma disjunção de opções distintas, né? De posições distintas, não tecas que podem haver, né? Idealistas de fonte que podem haver ali vinculadas com a a perspectiva. Então, ela mais modesta e ela pode apresentar ainda assim um certo nível de coerência ali em termos gerais.
¶669Ah, >> isso comparavelmente, né? A gente pode tomar o o idealismo, o fiscalismo de fonte como sendo pareado com o idealismo de fonte, né? Em termos de modéstia, ah, em termos de modestia ali, né? Ah, em termos de bodestia e de e de coerência probabilística, né, de certo modo. Ah, então nesse caso, nós podemos utilizar o quê?
¶670O física lismo de fonte também para argumentar con teismo, mas ele não considera ter o fisicalismo de fonte aqui, cara. não consideram. Ele tá considerando o naturalismo simplister, né? O naturalismo ali definido da maneira como ele vai ilustrar. Crucially simplebitaryle being with basic power and goodness to an unlimited and therefore distinctly nonarbitrary extent.
¶671We can imagine instead a foundational mind with like arbitrary gaps in its knowledge or power. For example, being that knows every truth except blades of grass on some particular lawns. Mas o a hipótese dois vai ter que ter algumas limitações arbitrárias. >> Algumas limitações arbitrárias, conforme no caso o Filipe Lin argumentou. >> Não, sempre sempre vai ter.
¶672>> Ainda vai ter que ter algumas limitações arbitrais. >> Sim, sim. Inclusive, por que Deus criou esse universo ao invés de criar outro ou coisas assim? >> Exatamente. >> A estrutura de preferências desse ser, os desejos, aliás, as intenções, as decisões, tudo isso, >> tudo isso vai ser relevante.
¶673>> E no cristianismo pior ainda por causa da das três figuras da trindade, né? Mas enfim, >> isso porque que Deus é três >> Uhum. >> Sei lá, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 250, alguma coisa assim, mas enfim, vamos lá. as the anomalous patch scenario is far less intrinsically probable than the spatial uniformity scenario. And this point bears emphasis like I want to bang my gongs very very loud here so that you get it right.
¶674Part of what makes spatial uniformity and a temporal uniformity so attractive is that their fundamental positly describable universal generalization right like the basic laws of physics hold everywhere or at all times. Likewise, part of what makes theism attractive is that it characterizes fundamental reality with a small number of simple, elegant, and compactly describable universal generalizations. Right? Like to say that God is omniscient is to say roughly that God knows everything. To say that God is omnipotent is to say roughly that he can bring about any possible state of affairs and whatever he will comes to pass.
¶675To say that God is roughly holy good and always including the coherent. >> Cara, o mindset do do não combina com o teismo clássico, cara. Sinceramente, >> ele tá com mindset muito analítico ainda, entendeu? Mindset muito analítico. >> Sim.
¶676Sim. Não combina com texo clássico. >> Clássica. >> Comentários o quê? >> Eu tipo, não tô dizendo o seguinte, que tipo >> o mindset dele, a mentalidade dele continua analítica assim, muito, muito, muito analítica, >> muito, muito analítica >> para ter virado católico assim desse jeito, cara.
¶677E católico geralmente tem uma mentalidade ali não tão analítica assim, a maioria. Sim, sim. A maioria não. >> Os que tem ali, os que tem ali se distancia bastante, né, de certo modo. Mas enfim, >> ele ainda ele ainda não se, eu não sei se ele ele já se comprometeu com um modelo texto tradicional específico, tipo clássico, né?
¶678O clássico >> se comprometeu. Ele ele ele se comprometeu, mas ele tá mais alinhado com é pelo que eu vi na terceira resposta, né, que é o terceiro vídeo, ele falou que tem várias rotas, né, de lidar com as objeções contra a simplicidade divina. E ele e ele mencionou os modelos esotistas, né? Então acho que ele vai virar esotista, cara. Acho que ele vai virar escalz vai para um caminho mais esotista, né?
¶679>> Uhum. >> Entendi. É porque explicar, inclusive se explicar esses atributos de Deus em como que eles são coerentes com um com o outro, isso também já cria um monte de problema que que abre uma caixa de Pandora de coisas que precisam de explicação, né? Como que a onipotência se relaciona com a onisciência que se relaciona, como que funciona exatamente um Deus que conhece todas as coisas, inteligindo a própria essência. é como que se relaciona a vontade de Deus com seu inteligir, né?
¶680Então, Deus conhece todas as coisas inteligência, mas ele não pode desejar criar todos os universos que ele intelig. Ah, que aí vai ser vai ser uma coisa que não pode ter uma explicação muito clara porque senão ou você cai no necerianismo ou você cai Então fica um fato meio bruto no final no final acaba tendo assumir é que nem o é que nem o Juan falou né? Se você assumir um princípio da razão suficiente contrastão mais forte, hum, colapsa modalmente. >> É, colapsa modalmente. >> É, ou ele vai ter que transformar porque Deus escolheu esse mundo e não o outro num fato bruto, alguma coisa assim, né?
¶681Não tem uma razão suficiente porque Deus escolheu esse mundo ao invés de escolher outro. Então, de duas umas, né? ele vai ter que admitir coisas que não ficaram explicadas, cai no cai no problema da arbitrariedade ou é uma hipótese que cria um colapso modal. Então não é verdade que eu é porque assim, se você só dizer assim: Deus existe e falar: "É uma hipótese mais simples, não arbitrária". Só que quando você fala Deus existe, você quer dizer bem mais do que isso.
¶682Você quer dizer, existe um ser com uma mente eh incorpóreo, que tem desejos, que desejou criar esse mundo e não outro, que conhece todas as coisas inteligindo a sua própria essência, que tem uma vontade, eh, que tem preferências, que tem que conhece, que tem uma faculdade cognitiva, uma maneira de conhecer as coisas. E aí isso não é tão não é tão simples não orbit e porque você falar só Deus existe parece que é muito simples. Mas a hora que você pede para esmiuçar do que que você tá falando, que que exatamente é Deus, como que a mente dele funciona? Como que a vontade dele funciona? Como que é o livre arbítrio dele, eh você percebe que não é verdade que é uma hipótese modesta, simples, não arbitrária, quando você detalha mais o que você tá chamando de Deus?
¶683Exatamente. Vamos lá. Vamos terminar de responder pelo menos a premissa um do argumento dele. causing a limit or break in the universal applicability of the laws would introduce some incoherence into one's hypothesis. The same holds true for theism.
¶684Positing a divine being with great but limited power or expansive but limited knowledge or significant but limited goodness introduces incoherence into one's hypothesis. The very fact that a being has large quantities of power, knowledge, and goodness gives us reason to expect that it has all power, knowledge, and goodness. In fact is not only highly coherent with respect to individual divine attributes but also with respect to the collection of divine attributes. That's because all of God's attributes are follows that is valuable than other things. É duvidoso que da perfeição simplesmente se derive tudo isso, né?
¶685E primeiramente que a perfeição pode ser uma perfeição meramente ontológica, né? Se for uma perfeição meramenteógica, então no caso nada de axiologicamente valioso se deriva propriamente de uma perfeição pura e simplesmente, né, no sentido lógico, né, não se deriva facilmente esse tipo de coisa, né? >> Perfeito. >> Outra coisa, existe aquela consideração que ele fez com relação a a no caso, a as características axiologicamente positivas, né, ali, né? Hã, existem características ali que parecem ser só eh positivas quando elas estão conectadas com outras características são vistas de como genamente valiosas, ou seja, são derivativas, né?
¶686O valor delas positivo é derivativo de outras características mais basilares, né, e específicas. No caso que ilustra que eles terem esses, esse ser ter esses atributos particulares é axiologicamente positivo. Então, sei lá, se, por exemplo, você descobre que uma característica central de um ser, né, que você tá considerando o ser necessário ou enfim, o Deus que você tá considerando, ele tem um perfil moral, né, um perfil moral pessoal, né, de uma pessoa ruim, malevolente. E aí você começa a visualizar que ele tem outros atributos associados a ele, nesse caso, o atributo da onipotência, da oniciência, da onipresença, eh, enfim, >> e coisa e tal. Parece que no caso esses atributos vão vão ilustrando que no caso esse ser ele se torna cada vez pior conforme você vai adicionando esses atributos.
¶687Então parece que esses atributos eles não tm um valor intrínseco por si. El não tem uma uma valor axiologicamente positivo em si mesmos, mas somente quando eles estão em conjunto com, no caso, um atributo mais basilar, mais central, que é justamente uma perfeição, ah, moral axiológica, né, em termos axiológicos, ou seja, perfeição moral mesmo. Ah, mas só que isso daí não se deriva da noção de perfeição meramente ontológica, né? Ou seja, de algo que simplesmente tem que ser, né? Então, o fato de algo ser puramente ser não se deriva automaticamente no caso que esse ser ele é bondoso, né?
¶688Ele sumamente bondoso, não se deriva no sentido eh sumamente bondoso no sentido moral, né? >> Que ele é que ele é onipotente, que ele é onisciente, que ele é onipresente e etc, né? E que mesmo que se a gente conseguisse derivar alguma coisa, né? Se a gente assumisse que esse ser ele tem uma característica axiologicamente ali eh negativa em termos de valor axiológico, né? Eh, embora no caso uma característica positiva em termos ontológicos, ainda assim, ainda assim tudo que se seguiria, né, o valor dos outros atributos, né, no caso ali de onipotente, onisciência, onipresença, etc., né?
¶689Ah, eles seriam derivativos desse atributo, dessas características axiologicamente negativa, né? Axiologicamente negativa, justamente ter um perfil moral maldoso. >> E é justamente isso que você responde na live, né? OMIA, é justamente isso que você responde pro próprio Alex Coner com relação a às objeções, né? A objeção ali, ah, nesses termos, né?
¶690A objeção ali de simplicidade, né? de simplicidade, de uniformidade ali, contra o Deus malévolo, a hipótese do Deus malévolo, né? Então é isso. Now theism traditional omni attributes understates theism's simplicity, coherence and nonarbitaraniness. Since these specific attributes aren't a miscellaneous hodge podge, they can likely be subsumed under a unifying principle or derived from a more basic attribute.
¶691Indeed, even if the omniattributes can't be logically deduced from a more basic attribut principle of the omnierties might beable or at least not very improbable conditional basic. >> Vamos ver se de fato dá para derivar isso daí desses princípios que eles vão colocar. >> Qual que é o é esse? Vamos lá. Ele vai listar a uns três, ele vai lutar uns três ou quatro princípios ali dos quais a gente pode derivar, poderia derivar os atributos divinos alhei.
¶692>> Ah, isso eu quero ver. plausibly met in the case of theism since candidates for the basic principle or attribute from which god's other attributes are derived or rendered probable are compactly describable inasonbly and swbnip bullshit. Esse aí é ruim. Esse daí o já descartou, tá? Vaper já rebater isso aí.
¶693Acabei de ilustrar problematização de derivar perfeição, né, da noção de perfeição axologicamente positivas. Não tem como. Alexander highlights in one my prefer take is that there is an X such that for all P if P is a perfection X says P. How do you define perfection? Oh, I don't.
¶694That's that's an undefined primitive. Oh, you could say it's like a great something that necessarily makes its possessor greater. What about this? Um, it entails value but doesn't this value. That's going that's a necessary condition.
¶695It may not be sufficient but then have all those properties all the properties that value. Uhum. Eu consigo visualizar no caso uma derivação. Se a gente fosse assumindo uma a ideia de que a partir do valor, no caso de você atribuir uma parcela de valor, no caso específica, ah, e tomar isso como sendo uma perfeição, né? Ah, eu poderia, no caso, assumir que uma característica ali, né, desvaliosa, né, poderia ser, no caso, uma perfeição ontológica e ainda assim uma uma algo desvalioso e a partir disso, por permitir, no caso, derivar ainda mais características que piorariam ainda esse ser em termos axiológicos, né, que é basicamente o Deus malévolo.
¶696Então, assim, >> Deus malévulo pelo Deus bondoso, se esse for o caso, então os dois são simples, né? Os dois são ah simples ali, os dois, no caso, favorecem essa derivação da mesma maneira. Então, assim, é terrível esse critério. >> Sim, sim. So we got this perfect theory according to which there's this perfect being with all the perfections gloss at waste.
¶697Um why should we accept this? Mas esse valor, por que que no caso não poderia articular uma hipótese alternativa, né, do Deus malévolar supremo desvalor e a partir disso eu consigo derivar todas as outras características ali ah desvaliosas, digamos assim. Ah, >> é >> por não poderia ter esse tipo de coisa, entendeu? >> Uhum. Curioso, curiosamente, é curiosamente na axeologia perfeccionista funcionalista é o nome, nossa, é como nome muito grande, né?
¶698Mas sei lá, vamos colocar que geralmente, né? O tipo de perfeccionismo que alguns católogos costumam endossar é um tipo de axiologia perfeccionista funcionalista, né? Segundo a qual o ser bom, o bem é a melhor realização de uma dada natureza, né? Então, se uma de um dado fim de uma natureza, né? Por isso funcionalista, né?
¶699é o bem, é a melhor realização do fim próprio de uma dada natureza. Ah, se Deus fosse um grande psicopata moral, cuja natureza é um psicopata moral, então até nessa definição axiológica, ela poderia, entre aspas, ser chamada de perfeição e bem. Nessa definição, isso seria muito estranho, mas é engraçado que a palavra a palavra bom poderia acabaria sendo esvaziada de sentido axiológico positivo de acordo com as nossas intuições morais. E até o deus malévolo, ele poderia ser chamado bom dentro dessa definição de bondade como a melhor realização da natureza ou do fim da natureza de um determinado ser. E aí, nesse sentido, né, a gente diria que um ser que tem uma um grau máximo de capacidade para ser psicopata, sei lá, um psicopata moral, o conceito de perfeição poderia se aplicar a ele e o conceito de bem nessa definição poderia se aplicar a ele de uma maneira muito estranha.
¶700Isso é muito esquisito, mas isso é possível nessa nessa tipo de axiologia, assim como a gente fala, por exemplo, que o bem de uma bomba é o bem de uma bomba atômica é matar muita gente, o bem de um vírus é contaminar muitas pessoas, o bem de um deus que é psicopata moral é ser um ser perverso e cruel. >> Sim, exatamente. Para quem tiver interesse, ó, a teoria do mal como privação e o desafio do malévelo contra Kin Scoter e o Tismo clássico em geral. Aqui o John Mcollins, né, filósofo John Mcollins, ele discorre sobre isso nesse texto, tá, que eu traduzi, ah, nesse texto que eu traduzi, beleza? Então, aqui tem um trecho onde ele comenta justamente sobre isso lá na parte de resposta ao David S.
¶701Holderberg, né? David S Hberg, ele chega a comentar sobre isso, ó, bem como realização, né? Aí ele chega a comentar aqui sobre esse ponto aí do do sunk, tá? Para quem tiver interesse aqui. Não vou ler não, porque senão vai ficar muito muito tarde, eu >> muito longo.
¶702>> Já já eu vou sair para mostrar, não jantar. É verdade, temar daqui a pouco. >> Aqui, ó. Você não pode derivar as simetrias dinâmicas da física. David G fala isso.
¶703Sim. >> Acredito que sim. Ele ele comenta lá, né? Ele argumenta no origination of things, né? Ele chega comentar sobre isso.
¶704Enfim, vamos lá. book how reason no god to lead can reason how no no no no how reason can can lead to god okay another approach constres theism as the claim that the fundamental reality is a mind without limits or an unlimited mind the attributes arguably fall out from simple postulate philosophical traditions mind não >> não é derivado facilmente assim não. limitada, você deriva, >> você deriva, sei lá, de potência. >> Então não deriva, né? Um ser é um ser pode conhecer ter conhecimento ilimitado, mas não ter poder limitado.
¶705>> Eh, entendi como é que deriva também. Na verdade, até agora nenhum deles parece ser suficiente para derivar os atributos divinos. Acho isso muito estranho, né? Táand cara >> mente limitada que assim >> tá uma mente uma mente sem limites não tem barreira sobre o que ela pode conhecer >> isso >> agora como como de dis se tira que uma mente sem limites não tem barreira sobre o que ela pode causar ou produzir na realidade Sim, não se segue, >> não parece se seguir. O que parece se seguir é justamente, é, o que parece se seguir é justamente, talvez a uniciência, né?
¶706Você consegue derivar a uniciência, mas você consegue derivar pura e simplesmente da mente limitada ah os homributos. Se fosse assim, então não haveria o idealismo de fonte, né? Idealismo de fonte ali, eh, >> é >> é uma visão mais modesta que envolve pode envolver uma mente limitada, né? uma grande uma grande mente alimentada, >> uma consciência universal que não é onipotente, alguma coisa do tipo. >> Isso não tem nada de incoerente nisso, falar não tem nada de incoerente, né?
¶707Tem nada de coerente aí nesse esquisito. >> É, até não sei muito. Tem que pensar como que seria essa derivação. On the side of will, an unlimited mind would have no limits and no limits on what it can affect aside from being unable to do the impossible and would therefore be omnipotent. Alsousible or at least not highly implausible would be unconstraces from.
¶708Cara, isso aqui não não se deriva mais nem ferrando. Esse último deriva >> não se deriva mais nem ferrando. O fato de uma mente ser limitada não favorece a a derivação, não favorece a derivação de nada, né, de de de ausência de restrições de desejos não racionais. Isso claramente não dá para derivar. Ou seja, mesmo se você conseguir derivar a questão onipotente, não deciência, né, a gente possa conceder, da onde você tá tirando isso de que não vai ter, vai ser livre de desejos irracionais?
¶709Dá um você tá >> simplesmente não dá. >> Não dá também. É, inclusive uma mente, sei lá, um psicopata moral com uma mente limitada, ele poderia não ter vícios do tipo epistêmico, como ignorância ou vícios de conhecimento, mas ele poderia instrumentalizar todo esse conhecimento dele, que inclusive ia ser muito ruim, porque o conhecimento dele ia estar bem bem adaptado à realidade, né? Então ele ia saber todas as coisas, ia saber onde uma pessoa tá, onde ela se escondeu. Ele não ia ter vieses eh de ignor vieses de cognitivos e ignorância, mas ele poderia eh instrumentalizar todo esse conhecimento para praticar ainda mais o mal da da tal.
¶710Eu também não sei porque que um ser não poderia ter um intelecto ilimitado e uma vontade limitada. Eh, na verdade é difícil entender porque que um ser não pode ter um intelecto ilimitado e uma vontade limitada. Eu não sei exatamente. Eu tô tentando pensar porquê. Ah, mas eu não sei.
¶711Até porque o conhecimento de um ser divino, né, com intelecto limitado, ele não apreende o conhecimento das coisas sendo afetado pela realidade externa, né? No teo clássico, Deus ele conhece todas as coisas conhecendo a própria essência. Então, Deus, conhecendo a sua própria mente, ele conhece todas as coisas, porque todas as coisas estão contidas na mente de Deus. Então, a o conhecimento intelectivo de Deus, ele não está relacionado a aprender uma realidade externa. Então, dizer que a vontade tem que ser limitada, porque a mente divina afeta e interage com a realidade de uma determinada maneira, é estranho porque o conhecimento de Deus não tem nem conexão com a realidade externa.
¶712Deus não conhece as coisas por aprender ou se >> Deus não tá realmente relacionado com com com a criação. Somente a criação que está realmente relacionada com Deus. >> Com Deus. É. Então assim, eu não sei onde que vai ser o fio condutor que linca o intelecto com a vontade de poder afetar, interagir coisas na realidade de maneira ilimitada.
¶713Eu não sei. Eu não achei estranho. >> Vamos lá. as worthy to be desed and will that it sees by omn to be good benover and só que tem um problema no cas essa essa derivação dele de que Deus ele por ser onisciente, né, por ser onisciente ele conheceria né, tudo aquilo que é valioso em si mesmo e blá blá blá e que ele seria, portanto, onibenevolente ou coisas assim, livre de desejos irracionais e coisa e tal, se conecta, acredito, com o internalismo de razões, né, motivacional, de razões. Ah, é bem possível >> um internalismo >> bem possível >> de motivação, né?
¶714Eh, ali interalismo de razões motivacional e também no caso ali com a, como é que eu posso dizer? É, e também no caso ali com a questão de de que no caso há certos fatos fatos morais ali vinculados com a natureza desse ser que favorece com que ele esteja inclinado, no caso, a formar certas atitudes, né, com relação a a esse conhecimento, né, ao tomar conhecimento, ele seja motivado, no caso, a agir de forma moralmente correta e, portanto, seja perfeito, né, moralmente perfeito ou algo assim. Isso é algo que o próprio Paul Dripper, ele questiona aqui. Deixa eu pegar aqui rapidão. >> Sim, sim.
¶715Ele pode tanto tá caindo no internalismo, na ideia de que se você conhece o que é certo e bom, você automaticamente está motivado a agir dessa maneira. Portanto, um ser que conhece perfeitamente o que é bom, está automaticamente motivado a agir de forma a promover esse bem, que é uma tese metaética, é uma tese em psicologia moral bastante específica que pode estar errada, né? Pode estar errada inclusive sobre seres humanos. Quem quem dirá ainda mais de um ser divino? Pode ser que Deus possa ter um conhecimento que não gere automaticamente motivação para agir de uma determinada maneira.
¶716Esse inclusive é o problema do psicopata moral, né, na na ética. Por isso que eu vou usar o termo psicopata, porque o psicopata moral seria aquele que entende bem, para ele tá claro o que é certo, o que é errado, para ele tá claro que é bom, o que é ruim. Ele não tem dúvidas do que ele tá, do que ele tá fazendo é certo ou se é errado, se é bom ou se é mal. Ele não tem dúvida. Isso é cristalino para o para o psicopata moral.
¶717É cristalino que o que ele tá fazendo é mal. é cristalino o que é o bom e aí mesmo assim a vontade dele é fazer o que é cruel, é cristalino, né? Ah, e aí é é interessante porque se o psicopata moral é é possível, é um caso possível, né? Então é possível que a vontade não esteja alinhada ao conhecimento, né? Então, pode ser sim que um ser conheça de maneira cristalina que algo é bom e não deseje isso.
¶718Eh, também fiquei pensando se ele não tá pressupondo uma uma espécie de perspectiva platônica ou agostiniana sobre a vontade. Ah, porque na perspectiva platônica e agostiniana, né, a vontade ela só erra porque ela confunde algo bom com algo mau como sendo algo bom. Então, na interpretação, por exemplo, do Platão, na interpretação de Santo Agostinho, eles até quer chamar de problema da acrasia, né? Como que uma pessoa pode eh fazer alguma coisa que é errada, sabendo o que é o certo a se fazer? E geralmente a resposta platônica e agostiniana a esse problema é que sempre há uma ignorância por trás de um erro moral.
¶719Ou seja, uma pessoa só erra moralmente porque ela é ignorante do que é realmente a coisa certa a se fazer. E a vontade naturalmente ela deseja o que é bom. Só que isso depende de uma metafísica bastante específica que precisa comprar a ideia platônica agostiniana de que a vontade naturalmente se inclina para o que é bom e que parece já pre uma metafísica que é a metafísica que está em questão, né? Que a metafísica parece que que é a ideia de que a vontade aquilo que se apetece pelo que é bom. já é uma proposição metafísica que tá pressupondo muito provavelmente já o tipo de ontologia de onde se cria a ideia do deus teísta clássico, ah, onde onde onde bem e ser não são separados e que, portanto, o bem já parcipou um monte de de ontologia perfeccionista, um monte de coisa para provavelmente você chegar ao tipo de afirmação de que a vontade é uma faculdade naturalmente orientada para desejar aquilo que É bom.
¶720Isso já é um pressuposto metafísico que eu suspeito que já pressupõe o teísmo clássico, de que os teistas clássicos geralmente definem vontade assim, porque eles acreditam que tudo que Deus cria é bom, tudo que Deus deseja é bom e tudo que nós desejamos naturalmente como criaturas de Deus também é bom. Então isso pressupõe muita coisa, na verdade para você chegar à conclusão de que uma de que um ser que tem conhecimento perfeito também tem uma vontade de que deseja aquilo que é bom. Pera aí que eu vou pegar o texto da que é melhor, >> tá? Então acho que é acho que tem esses dois pressupostos para derivar que a vontade divina, se ela está ela associada a um conhecimento ilimitado, ela é boa, né? Primeiro, o internalismo motivacional em psicologia moral.
¶721Segundo o qual se um sujeito moral conhece que algo é bom, ele naturalmente se sente motivado a fazer isso. Então é uma noção de que a vontade naturalmente se inclina para aquilo que é bom. E segundo, é o tipo de perspectiva platônico agostiniana sobre acrasia, né, que afirma que a vontade ela está naturalmente inclinada para o bem e que a vontade só deseja o que é mal na medida em que ela julga isso que é mal como sendo bom. E, portanto, para vontade, pra mente julgar algo como sendo bom, quando na verdade isso é mau, é preciso então dizer que a vontade ela só erra quando a mente está sujeita à ignorância e, portanto, o erro moral é fruto da ignorância. Mas isso é uma tese específica, né?
¶722É a tese de que o erro moral ele sempre é fluo de uma ignorância e que, portanto, se um ser tem conhecimento perfeito, logo ele não comete erros morais. E mas para assumir isso tem que assumir a tese agostinianoplatônica sobre acrasia e tem que assumir a tese internalista em psicologia moral. Teses que podem ser facilmente questionada se a gente pensar na possibilidade de um psicopata moral e que não é só uma possibilidade, né? Tem eh que a gente sabe que psicopatia chega muito próximo disso, de alguém que tem clareza do que é certo, do que é errado e mesmo assim pratica atos imorais. Mas até assumindo o princípio de concebilidade que o Joy Schmit tá assumindo, né, é perfeitamente concebível uma vontade que não é naturalmente inclinada para o bem ou um tipo de perspectiva externalista sobre motivação em psicologia moral.
¶723Então é complicado. Não acho que dá para derivar não. Tá aqui, ó. Ó. É, eu não achei o trecho exato que o Driper objeta, mas ele também chega a objetar lá no no livro do The Pro Evil.
¶724Eu não lembro exatamente o trecho exato que ele objeta, mas ele chega a comentar. Mas enfim, whatever. Ah, aqui tá o texto da Aanc Thomas. ela lança algumas objeções, né, algumas comentários, né, no contexto do desafio do Deus Malévolo, eh, no contexto do Deus Malévolo ali para lidar com a questão do, enfim, do internalismo de de motivações, né? O internalismo moral de motivações.
¶725>> Uhum. Aqui, ó. Em resposta ao Word, pode-se argumentar que nem a qualidade de empatia perfeita, nem a qualidade de racionalidade implicam a qualidade da unibenevolência, que o desejo de sofrimento não é necessariamente patológico e que o desejo humano por um deus bom determina que um deus seja benevolente na realidade. CAS bom. W também comete o mesmo erro de Daniels ao presumir que a qualidade da unisciência requer necessariamente possedor dessa qualidade prática o bem, né?
¶726Ahã. Christopher River emprega uma postura cantiana que se baseia em suas versões do racionalismo moral e do interanalismo de razões para contornar a objeção óbvia do argumento de Daniels de que agentes morais às vezes fazem o mal conscientemente. Considere sua explicação. Abçoso. Se supusermos que o malismo é verdadeiro, né?
¶727Ou seja, hipótese do deus maligno é verdadeiro e o mundo metafíssicamente metafisicamente possível W. Em W, o deus malévolo, né, no caso DM, saberia de todas as suas obrigações morais. dado racionalismo moral, o malismo, ou seja, de malévelo, ah, o malteísmo, né, seria boas razões, ah, teria bom boas razões para cumprir seus deveres morais, embora o malismo, né, ah, fosse constitucionalmente tal que não puder, eh, não, não pode cumprir tais deveres morais. Mas se o malismo tivesse boas razões para cumprir suas obrigações morais em dado, então dado interalismo modesto de razões, seria possível para o malismo ser motivado a cumprir seus deveres. Além disso, seria possível para o malismo desejar cumprir todas as suas obrigações morais.
¶728Qualquer mundo possível que apresente um estado de coisas em que o malismo deseja cumprir todas as suas obrigações morais e é motivado a cumpri-las, é garantidamente o mundo em que pelo menos um bom estado de coisas prevalece. O agente moral responsável pela obtenção desse estado de coisas é obviamente o malismo. O malismo não pode ter essencialmente eh essencialmente tal que promova o mal em todas as suas ações, pois é um truísmo dado racionalismo moral e o modesto internalismo de razões que somos obrigados a desejar o que é certo, desejar realizar ações corretas paraer o bem, estabelecer metas para alcançar a promoção do bem é em si promover o bem pela ação correta. Malismo é, portanto, impossível. Aí fecha segundo então as agentes morais têm a obrigação de desejar o que é certo, o que o deus mal não faria.
¶729Portanto, a existência do Deus mal é necessariamente impossível. Aagem abordagem cristiana de Weaver ao desafio do Deus mal, né, do desmaléo, é sustentado por uma teoria semelhante a de Daniels, a de que todos os agentes morais desejam o que é certo. Portanto, a menos que seja se seja um teísta com inclinações cantianas, como IR se referece à postura, argumento não consegue minar o desafio dos mal. Se rejeitarmos o racionalismo moral ou internalismo das razões, seu argumento também estará extinto. Outra resposta que o defensor da hipótese de Deus mal pode dar é afirmar que o Deus mal não precisa ser racional para ser onisciente.
¶730Algo que considera e rejeita. Embora seja necessário mais escopadamente a profundidade de cada variante da objeção de possibilidade, STFO afirma que elas são superérflas de qualquer maneira. Aí ele dá a resposta aqui, né? Industri resposta do faló a com a estratégia do porque o Maxbck Hit e o e o Bage eles denominam com a estratégia do dos colchetes, né? A estratégia dos colchetes que eles denominam que acho que foi no artigo publicado em 2023 ou 2024, não lembro agora exatamente.
¶731Ah, que é justamente meeting the evil god challenge, né, que é o artigo deles. Ah, mas enfim, é isso. Então, existem razões ali para você aditar um pouco essa doismo de motivações, né? aismo moral de razões, né, motivações. Então não é tão óbvio assim que no caso se derive.
¶732>> Sim, sim. >> Se derive. >> É, é, é até interessante como a gente tá falando de de psicologia divina, né? Poderia até ser o caso que a psicologia humana é internalista. Quer dizer, é, a psicologia humana é internalista e a de Deus não fosse ou coisas assim.
¶733Até porque primeiro que nada indica que a psicologia divina tem que ser exatamente como a nossa, né? Então, mesmo se fosse, se a gente, sei lá, conseguisse provar que o ser humano funciona de maneira internalista, né, de que se a gente conhece uma coisa, a gente naturalmente é motivado a fazer isso, daí não se segue que a psicologia divina necessariamente funciona da mesma maneira, né? Então, até uma pessoa que aceitasse o internalismo divino, no caso dos seres humanos, ainda poderia pensar que é possível que Deus, caso exista, tivesse uma psicologia moral diferente. E só a possibilidade metafísica de Deus ter uma psicologia moral ah externalista já evitaria, já criaria um problema para perspectiva do Joy tirar da onisciência a bondade. Mas é isso.
¶734Sim, sim, sim. Exological orientation. >> Mas aí que tá o próprio bem ou bem de todos, né? >> É, inclusive. >> Uhum.
¶735Aliás, inclusive, né, tem na tem algumas perspectivas sobre sobremo clássico, né, de que o bem que Deus vive é sempre o bem próprio, né, porque se a gente for parar para pensar, né, se Deus é o ser maior que há, aquilo que ele deseja só pode ser o bem maior que há. E, portanto, em última instância, Deus só pode desejar a si mesmo como bem último, né? O bem das criaturas só é desejado na medida em que realiza o bem divino. Então, até nessa definição de bem, se no final das contas eh fosse bom para Deus criar um universo onde ele sente prazer estético com a tortura de todos os seres humanos, ah, e esse bem eh isso atendesse ao bem de Deus nesse tipo de ontologia, isso seria o que Deus desejaria de se ele fosse bom, o que é bastante esquisito, porque Deus poderia, talvez, porque pela definição de de um Deus é sumamente bondoso, o bem máximo que ele pode desejar ele mesmo. Então, o bem divino é sempre o último bem a qual Deus deseja de maneira máxima.
¶736Como eu disse, né, na própria definição de bondade, que é adotada geralmente por perspectivas funcionalistas ou perfeccionistas, ah, poderia ser definido como bom que Deus desejasse coisas que a gente considera cruéis ou sádicas ou malévolas, né? Isso poderia ser lido como bom. Então, se a gente lê onibenevolência numa definição perfeccionista, eh eh ou numa num sentido ontológico apenas ou no sentido funcionalista, ainda poderia ser o caso, entre aspas, que seria bom para Deus que ele realizasse os seus desejos sádicos e malévolos. E seria inclusive, né, se Deus realizasse esses desejos sádicos e malévolos para o seu próprio bem, é o que se esperava de um ser onibenevolente, entre aspas, ah, que desejasse a si mesmo como bem máximo que pode ser desejado, né? Porque o bem de Deus é o máximo bem.
¶737Então, portanto, se a vontade divina deseja aquilo que é o máximo bem, o bem máximo que deve ser esperado que Deus busque satisfazer é o próprio bem. E se Deus tem desejos sádicos e malévolos, seria bom >> que ele satisfazes esses desejos sádicos e malévolos. Isso seria chamado de bom nesse tipo de ontologia, o que é bastante esquisito. >> Exatamente. >> Muito estranho.
¶738>> Exatamente. Exatamente. Exatamente. Theismamental omnipotent omnis omnibenevolent mind. Duvidoso, >> duvidoso, muito duvidoso, >> duvidoso.
¶739Esses dois aqui são problemáticos, como a gente já apontou. >> Mostramos problemas para todas essas propostas. Não, não se segue. É, não se não supera. Se se os argumentos que a gente avançou aqui nessa live são procedentes, então simplesmente não supera.
¶740E, portanto, no caso, a premissa, um indidicada. of my argument and there are others to the first premise to instance even iftical accounts and hypoance >> não. Minha credência é muito baixa em qualquer um desses acontos. Muito. >> É, não me convenceu também.
¶741hypothesis theism is not very improbable before looking at the evidence then you should simply multiply that not very low probability by 5% to get a not very low minimal bound for how probable you should think theism is before taking into account any evidence and that alone suffices to motivate the first premise of my argument so notice that even if you're pretty confident that all the accounts I gave on which theism is a relatively simple hypothesis are false and that theism is instead a hopelessly complicated hypothesis that we shouldn't take seriously so long as it's not super unlikely that you're mistaken isos that suffices the purposes of my arument another to the first prem of my arument is there some cara a credência acerca da possibilidade de um sucesso de uma demonstração dessas é extremamente baixa eu diria até baixo. Isso é falso. Isso é falso. Pela maior parte do período da humanidade, a maioria das pessoas acreditaram em animismo, concepções de deuses ancestrais antigos, né? Aliás, concepções de deuses menores, concepções no caso ali de espíritos ancestrais.
¶742Foi o que a vasta maior parte da população, né, da da ao longo da história acreditaram esquisito. Ah, >> sim. >> Principalmente no caso pessoas o quê? De um âmbito, né? de um âmbito ali, ah, envolvendo que tribos isoladas, o que aumenta no caso ali a credencial para argumentos, como no caso de, ah, argumento de convergência, né, que a gente pode chamar, que é o argumento de consentimento comum, como defendido pelo TD Smith.
¶743>> Perfeito. >> Tismo é algo relativamente tadi relativamente tadi bem tardio. >> Uhum. Entendeu? >> Então é meio duvidoso e até é falso que todo mundo tem essa concepção de Deus.
¶744>> Uhum. >> A que a maioria das pessoas, né, que a maioria das pessoas, não todo mundo, mas a maioria das pessoas tiveram essa concepção de Deus propriamente como uma concepção pré-teórica ou qualquer coisa assim. Se é porque eu entendi bem o que ele quis dizer que eu esteja tenha interpretado errado esse ponto. Mas ah, olha só, ele tá colocando aqui, ó. A maioria da humanidade acreditou em e considera preteoricamente.
¶745Preteoricamente, ou seja, >> muito falso, >> sem a teorização. Isso aí é falso, cara. É só você ver isso, só você ver o estudo. É só você ver no caso, o estudo >> até até na tradição ocidental ou na tradição é >> até na tradição judaica, na tradição >> é o teismo tradicional é recente que é isso estudo aqui underghers and of religion cara >> o próprio >> até na tradição judaica não é claro que que uma concepção teísta existia antes da influência helênica, por exemplo, algo assim, uma uma concepção teista tradicional clara, ela vai aparecer até na sessão judaica tardiamente. Então assim, sim, >> esse estudo aqui, né, do Heavy Se peoples, do Pil Duda e do FR My Ly, foi o que eu avancei inclusive contra o padre, né, na discussão com o padre que eu tive.
¶746H, e que ele comenta justamente, né, ele ilustra aqui com uma base numa n amostral de 33 tribos, né, eh, de 33 tribos de caçadores coletores, que no caso a todas essas tribos, ou seja, nessa amostra, nessas 33 tribos, né, de caçadores, coletores, que eles tinham, né, de certo modo, crença, todos eles tinham crença no animismo. E as outras concepções de divindades que eles tinham, né, por assim dizer, embora não todos eram que de deuses menores, como é ilustrado aqui, ó, nesse gráfico estrado aqui, ó, foi pegado, né, foi pegar uma amostra que se vinculava a tribos de caçadores condutores ao redor do globo, certo? Ah, inclusive com o devido cuidado, né, metodológico para se evitar o viés, né, envolvendo ali o o efeito Gauton, né, ah, o problema de Gautton, aliás, problema de Galton. e, portanto, garantir uma independência estatística significativa entre essas tribos, né? E aqui, ó, aqui você vê os dados, 100% dessas tribos, né, dessa amostra de N33 tribos, né, o número de sociedades ali com a característica relevante.
¶747100% delas eram animas, 79% tinham crença na vida pós-me. 79% é acreditavam no chamanismo, 45%, né, acreditavam de espíritos ancestrais, né, de adoração a espíritos ancestrais, deuses superiores 39%, ancestral, né, e espírito ancestral ativo, 24%, e deuses superiores, né, deuses superiores ativos, 15%. 15%. Então, se a gente fosse, a gente já fosse assumir qualquer coisa que fosse pré-teoricamente, intuitivamente plausível, eu seria mais adequado a gente dizer que o animismo é algo préórico do que simplesmente no caso o teísmo tradicional. Teismo tradicional é extremamente teorizado.
¶748Extremamente teorizado. >> Perfeito. >> Teismo tradicional é intelectualizado. OK. Intelectualizado.
¶749>> Tudo bem. Uhum. >> Ele surge tardiamente no período em que começou a se estabelecer o quê? A agricultura, né? A agricultura >> começou a ter um espalhamento, no caso ali, né?
¶750Uma um diminuição no analfabetismo e um aumento no sedetarismo. Em sociedades onde há esse tipo de características, que seja realmente são sociedades um pouco mais desenvolvidas, é que começa a surgir a crença no monoteísmo. OK. >> Sim. Sim.
¶751Inclusive o Justin Schber comenta sobre isso em resposta ao Michael Jones. Ao Michael Jones aqui, ó. Tá traduzido no meu canal inclusive do Real. >> Mostrar aqui. Carlos Eduardo.
¶752Lino. Olha o P. Perz tá aí. F ele corrigiu, né? Rou problema para ele, mas ele mesmo corrigiu o problema.
¶753Tá tudo certo. Bola comprida. Vem pelo lado direito, velocidade do Internacional. Pelo lado direito, cruzamento. Esto maricão avante.
¶754>> Escanteio pro Colorado. >> Ai ai. >> São torcida do Inter Brasil. Vem ela aí na 47 48. Samadra na área.
¶755Ronaldo também. que é o caso da descreção resistente. OK, vamos lá. to be a very strong case for the existence of non-existent nonbelievers. Properly understood.
¶756That case begins with first acknowledging how the premise is much more antecedently probable relative to its denial. Now to that point here is a clip from an earlier video of mine where I elaborate on this particular claim. I want to look at Shellenberg's claim and then compare that claim to the denial. Aqui, ó. Aqui, ó.
¶757Na hora de fazer o caso para existência de crentes não resistentes, ah, e onde é comentado sobre não teas isolados, né? Não teas isolados. Ohier menciona isso aqui, tá? all is that there are concept ofism is not serious debate with sciences biologists anthropologists and cognitive scientists have brought deep human history into view with some degree of understanding about their beliefs their values. in their practices for their partn scienig toigly are naturally predisposed to form and spread belief about spiritual and religious ideas more here's michel jones from one of the leading figures in Jessy goes later Belief is a cognitive and that being equal in any given cultural context religious leaves are driven into expression universal evolv of psychological intuitions present in all normal human brains.
¶758Now to be clear by religious ideas these researchers are not specifically referring to traditional mon rather they are referring to an extremely wide variety of ideas either about or directly relating to supernatural agents or forces. Justin Barrett, a Christian and leading experimental psychologist whose research has been repeatedly cited by Michael Jones, also observes arguably the oldest and most widespread form of god concept is the ancestor spirit or ghost, a type of afterli belief. Now, if he's right about this, then much more so than traditional monotheism, these limited gods and spirits are a kind of default mode or content of human cognition. For most of all human history then the evidence suggests that not only did we not possess belief in a monotheistic god many of us had lacked even the theological concept to consider. Of course this is not the end of our best evidence of these matters the results of recent anthropological work philosopher Helen Cruz summarizes monotheism correlates with large sizes and literacy is about 200000 years old most whoever existed to been spiritually content with more limited gods more even if the concept of monopism que o Bruno Sant acabou de comentar.
¶759>> Perfeito. >> Então é isso. Então tá só errado. >> Tá só errado. >> Tem até um debate, né?
¶760Porque >> Uhum. >> Sim, sim. Tem até um debate a a em que ponto que os israelitas se tornaram monoteístas, né? Alguns acham que foi no período do exílio babilônico, alguns acham que foi no período da influência persa, alguns acham que foi no período da influência helênica, mas a gente jogaria lá pro ano 55 não antes do ano 530, 570, 580, não antes do ano 580 anes de Cristo. 580 anes de.
¶761Cristo em história da humanidade é muito pouco. A a o que a gente tem antes, né, talvez no ano, no século VI antes de Cristo, século VI antes de Cristo, foi a monolatria, né, que era a adoração de uma única divindade, ao mesmo tempo em que se reconhecia a existência de outras, mas só adorava só o Deus Javé. Mas até na história iselita, até se a gente incluir a monolatria, no máximo a gente vai no século VI, no século VI antes de Crist. Agora, se o monoteismo surgir na tradição judaica entre o século 8 antes de Cristo e o século 5, 6, é muito pouco perto de história humana. A humanidade, a humanidade tem muito mais tempo, então assim, não daria nem daria uns 3.000 anos, no máximo 3.000 anos atrás que o monoteísmo surgiu na tradição judaica.
¶762é muito pouco. É como eu não tenho como saber como o monoteismo surgiu, né, a primeira vez, porque isso talvez o Ran Lobato que saberia dizer melhor, que teria que ver na tradição indiana, quando o monoteísmo ou uma ideia deus teísta hindu, aparece num num monoteísmo polimorfo, talvez a gente chamaria assim, mas quando a ideia de um deus único aparece na tradição ah islâmica, islâmica não, indiana, eu não sei, então não tem como dizer, mas eu, pelo menos, eu sei que na tradição judaica não é tão tempo assim, não. pouco tempo. >> Pois é, o aprendizando, né, que é o Francesco, ele tá comentando aqui o primeiro monoteísmo, se não me engano, é o dos zoratistmos, estão enganado. Eu não sei dizer, cara.
¶763Eu não sei dizer qual que é exatamente, >> não sei. Eu não sei se é porque eu não sei, eu não sei o da tradição indiana. Então assim, muitas pessoas dizem que o monoteísmo ah judaico veio do monoteísmo do zoroatrismo, né, quando teve o domínio persa sobre os hebreus, principalmente ali por volta do ano 400 antes de Crist, 500. ah, talvez tivesse tido uma influência do zoroatrismo na no 500, não, né? Eh, 500, 400, 500, não, que por volta de 530, 550, é por volta de 530, que é quando os os persas dominaram por ali, por volta do século VI antes de Cristo, por aí, teria sido a influência do zoroatrismo no judaísmo para fazer com que eles se tornassem monoteístas.
¶764Mas aí, isso seria nas tradições que eu conheço para cá, né, nos persas e tal, mas agora na tradição indiana eu não sei quanto seria. Pode ser que seja mais antigo, mas acho que até na tradição indiana não vai remontar mais do que o período da do surgimento da agricultura, eu imagino. Ah, então não é tanto tempo assim não. Ah, os o homo sapiens essa chave tão rápido. Uma outra decisão >> aí o disse aqui temos evidência de pensamento simbólico abstrato, indo atrás de 40.000 anos.
¶765Então podemos supor que algum tipo de animismo já tenha existido há 40.000 anos. Pois é. Enfim, vamos lá. >> Vamos terminar aqui. I want to addjection of the one of the's main competitors is naturalism.
¶766the view roughly that you know the natural world is all that exists and is fundamentally purposeless. The objection is that naturalism is bound to be simpler than theism because naturalism poses only the natural universe together with a specification of its basic laws, initial conditions and stock of fundamental natural features. Whereas theism pos that natural universe and God. And so theism is going to include all the stuff that naturalism accepts plus more. And so isn't then naturalism bound to explain the character of the natural world at least as well as theism while being simpler than theism.
¶767And if so, isn't naturalism bound to be more probable than theism in light of the total evidence? Uh no. Uh so this objection firstly we know it goes wrong somewhere because it implies that we should favor naturalism over theism no matter what the natural world turns out to be like at the physically fundamental level. Even if say we discovered that the initial conditions of the universe spelled out in some atomic soup made by God with love as you can see on screen here in those conditions aqui eu confesso que eu não entendi porque que ele usou a a evidência têntica incrível aqui. Não entendi.
¶768>> Seria só importante também fazer uma, tipo assim, o jeito que eu defini naturalismo, imagino que é porque ele quis dar uma definição, grosso modo, mas evidentemente naturalismo não é simplesmente a tese de que tudo que existe é um mundo natural. Essa é uma maneira bem grosso modo de se definir, né? Naturalismo é a tese de que a realidade causal é exaurida em seus níveis fundamentais por entes naturais. E entes naturais são definidos como aqueles que são objetos de uma ciência natural, uma ciência física ideal, algo assim. Mas a, inclusive, um naturalista, ele pode admitir que existem fatos não naturais que emergem de fatos naturais, como a consciência ou propriedades supervenientes a fatos morais, que são propriedades não naturais, poderia eh assumir isso como propriedades morais que podem ser supervenientes a ações naturais.
¶769Eh, e também um naturalista, ele pode admitir objetos abstratos não naturais, que não tenham eficiência causal. Eu poderia adotar um realismo em relação a objetos matemáticos ou em relação a objetos, a fatos morais. Eh, então o naturalismo ele é ele permite mais coisas do que simplesmente dizer coisas que existem dentro do mundo natural, né? Eh, ou coisas que existem o que só o mundo natural existe, né? Talvez o melhor seria dizer que existe o mundo natural e aquilo que emerge ou pode emergir de fatos naturais ou pode ser superveniente a fatos naturais.
¶770E fatos naturais, caso existam de maneira ah de alguma maneira eles não têm eficiência causal ou não entram na rede causal, como no caso de objetos abstratos matemáticos. Mas só esse comentário mesmo. Sim, >> sim, sim. O Café até tinha comentado um negócio, né? Até peguei aqui o comentário dele, né?
¶771Quando eu perguntei para ele exatamente o que que ele vê de problemático na no argumento da evidência teca incrível, né? Ele chegou a comentar o negócio. Eu acho que vale a pena ler aqui. >> Acho interessante o ponto que ele fez. >> Ah, sim.
¶772Legal. Perguntei: "Qual que é o seu ponto com relação ao que eu tava perguntando para ele qual era o ponto dele com relação a ao static evidence", né? Ele diz o seguinte, ó. Ele disse o seguinte: "A evidência teística maravilhosa, né? por exemplo, versículos bíblicos no céu ou o Corã, não suportam te em virtude de ocuparem uma região rara dentre as possibilidades epistêmicas, lógicas, metafísicas, etc.
¶773alternativas. Ou seja, não demandam uma explicação em virtude de ocuparem uma região relativamente pequena no espaço de probabilidade epistêmica. Demandamos explicação por conter elementos dos quais podemos derivar a intencionalidade apenas visualizando, dado que possui uma linguagem reconhecidamente humana, baseada em regra de manipulação simbólica humana e com significado altamente preciso ou uma assinatura intencional, entre aspas, se você preferir chamar assim, ainda que fosse metafísicamente necessário, a evidência tíica maravilhosa ou mesmo sistemicamente necessária de ocupar todas as regiões do no espaço de possibilidade, por exemplo, ainda demandaríamos uma explicação para o conteúdo com assinatura intencional. Por exemplo, suponha que necessitarianismo é verdadeiro, né? Ele colocou aqui.
¶774E a evidência teística maravilhosa aparece no céu. Ainda assim, por ter uma assinatura intencional explícita, demandaríamos uma explicação subjacente, uma causa necessária para essa assinatura intencional. Nada que tem a ver com chance e probabilidade, etc. E, no entanto, as melhores versões de argumentos de ajuste fino são formulados em termos de chance e probabilidade, etc. Meu ponto é que a necessidade metafísica é suficiente para tirar do chão todos esses argumentos, embora não seja suficiente para qualquer vindicação de uma assinatura intencional do universo.
¶775Ah, aqui minha objeção é que o argumento telológico do tipo poderia ser colocado com como algo mais análogo à quinta via, por exemplo, que parte da inteligibilidade, ordem, etc., para inferir uma intencionalidade ou inteligência. Mas um, como argumento leon, o mesmo se aplica a Deus. E dois, o naturalismo é compatível com o tipo de base level eology. Então esse foi um ponto interessante que eu achei que ele comentou, né? Ah, e ele comentou aqui.
¶776Outra coisa podemos argumentar é que ainda que os parâmetros que conhecemos que permitem a vida sejam raros, isso não significa que haja uma assinatura intencional sobre a vida. Aí ele citou >> a hipótese do Fio Halper, né, sobre a questão da seleção natural que atua a nível cosmológico, né, que é um dos pontos aqui referido no documentário que tá aqui traduzido na na no meu canal, né, sobre que o Robert fez lá no Skyw. Isso. >> Fala David, fala Sani. Ó o João Ferreira aí.
¶777Salve João. >> Olá João. >> Enfim, vamos lá. to explain subsequent states of the universe and the poses the exact same initial conditions and the natural universe plus god but that objection would rightly fall on de ears if we had observed this data so we know the objection wrong somewhere and here where in that simplicity of the fundamental matters most comparing theories não segundoundo a sua própria argumentação contra o petos precis Inclusive o próprio o próprio Paul Draper na resposta que ele dá ao Luke Wilson comenta sobre isso. rejeita o laser de shafer, esclarecendo no caso ali que se você tem uma hipótese, uma teoria que ela postula dois ou mais itens fundamentais, né, por assim dizer, na sua teoria, mas que no caso o fenômeno derivado, né, digamos assim, o fenômeno ali que elas explicam, né, ou que é derivado a partir desses três itens fundamentais é justamente no caso ali, ah, é justamente um único fenômeno, né, o único, uma única entidade ou uma única, enfim, uma única >> entidade eh não fundamental, por assim dizer.
¶778>> Ou seja, eles são esses três são postulados de nível fundamental, mas eles explicam a mesma coisa, eles têm o mesmo alvo explanatório. Isso não favorece no caso com que essa teoria ela se ilustre como mais complexa, né, ou menos simples, ou menos coerente, ou menos modesta. >> Então ele faz isso aqui, ó. Luc. >> Opa, que que é isso?
¶779>> Aqui, ó, na hora de lidar com objeções, ele diz o seguinte, né, sobre o Luc Wilson 2020. Ah, em uma cuidadosamente argumentado artigo, Luke Wilson 2020 desafiou meu argumento na sessão prévia, né? é um argumento em favor da teoria sobre problem intrínseca que ele desenvolveu em termos de de coerência probabilística e em termos de modéstia. Especificamente, ele de fato não pensa que eu tenha feito um trabalho suficiente para defender a premissa de que o fisicalismo de fonte e o idealismo de fonte são igualmente modestos e coerentes. Esse propor no caso que pode haver assimetrizes ocultas, né, entre essas duas hipóteses, tendo a ver com fundamentalidade e que essas assimetrias poderia fazer uma diferença ambos na relativa modéstia dessas hipóteses e da sua relativa coerência.
¶780No caso da modéstia, sua preocupação é que, por tudo que nós sabemos, uma das duas hipóteses podem muito bem implicar que uma certa certas entidades não físicas ou não mentais são fundamentais, né? Ah, enquanto a outra pode implicar que nenhum dos dois dessas duas entidades são fundamentais, eh, nem que nós não são não são fundamentais, fazendo cada hipótese posterior mais modesto. Eu suponho que isso é possível, mas isso é só um exemplo de uma implicação epistemicamente possível que iria afetar a probabilidade epistêmica intrínseca. atualidade inter das duas hipóteses, se fosse conhecido no caso, mas não tem nenhum efeito nelas se não é conhecido. Desde que meu argumento é sobre probabilidades epistêmicas intrínsecas, não probabilidades lógicas intrínsecas, ã, a mera possibilidade epistêmica de tal implicação é irrelevante.
¶781Aí aqui, aí aqui ele avança, né? Uma segunda preocupação, né? Eu vou pular essa preocupação aqui que é irrelevante essa preocupação, né? do se no caso o o espaço físico, né, o físico de fontece a caracterização do físico em termos de algo que é espaço temporal, né, ou seja, o físico sendo dependente de algo que é ah de algo que é justamente o espaço tempo, né, para ser caracterizado, né? Ah, mas enfim, isso aqui é irrelevante.
¶782Esse ponto eh, o ponto mais relevante é esse aqui. Esse segundo aqui, essa segunda perguntação. Wilson tem a a segunda preocupação de Wilson sobre é sobre coerência. Convencido por algumas dos trabalhos do Jonathan Shafer, né? Ehã, sobre parcimôia, Wilson afirma que uma teoria pode ser qualitativamente mais parosa do que a segunda teoria, mesmo que cada teoria postula o mesmo número de tipos de entidades.
¶783Isso pode acontecer, eh, isso pode acontecer por causa que de acordo com Wilson, ah, o mais fundamental eh o mais fundamental um certo tipo de identidade é o menos parcimanioso, ah, uma teoria postulando a existência daquele tipo de entidade. Por exemplo, no caso, se duas teorias, cada uma postula três tipos de entidades, mas uma postula que duas são fundamentais e uma não é, né? Ah, ou que duas, no caso, são mais fundamentais do que a terceira, enquanto a outra postula, no caso que uma é mais fundamental e duas não são. Ah, uma que no caso é mais fundamental do que as outras duas. Então no caso da teoria posterior é mais pares, desde que eu não mostrei no caso que o desmo de fonte e o fiscalismo de fonte não por essa razão diferem na sua parcialomidade e desde que no caso grande parcialomia e aleg al alegadamente implica grande coerência segue no caso de acordo com isso aqui eu falei e mostrar que o delismo de fonte os casos de são equalmente coerentes.
¶784Paraar esse ponto, Wilson mais uma vez apela para a teoria metafísica de que a fiscalidade de re qu localização espaço temporal, notando que se essa teoria é verdadeira, então o fisic de de fonte a a existência de dois tipos de entidades mais fundamentais do que entidades mentais, nomeadamente espaço e objetos físicos no espaço, enquanto no caso forte postulas somente existência somente de um tipo de identidade, nomeadamente objetos mentais ah mais do que no caso ah mais fundamentais do que no caso a objetos físicos espaciais no espaço, né? Em resposta no caso, eu iria encontrar esse primeiro eh o primeiro apontado do caso, que contrário ao que o diz, isso é uma objeção à minha teoria de probabilidade intrínseca. Isso assume erroneamente que grande parcimônia fundamental implica eh como grande parcimia qualitativa em geral implica grande coerência. Lembrem-se no caso que a razão de que grande eh parte qualitativa implica grande coerência eh é que os atrib é que ela atribui no caso maisformidade para o mundo e é portanto eh seus implicações ah seus implicações indutivas, né? Eh a sua relação de suporte eh indutivamente, né?
¶785Implicações indutivamente suportam umas outras, né? São as implicações conhecidas. até buscar, >> eu posso pensar de nenhuma razão no todo para pensar que grande participa grande coerência a vez disso, se a visão de Shafer estiver correto, né, estiver correto, então poisamente a personia fundamental iriacionada como terceiro fator, afitando a probabilidade intrínseca ah no qual caso ah haveria, né, ainda haveria uma objeção, uma objeção a minha posição de que o fiscalismo de fonte e o idealismo de fonte são igualmente prováveis intrincamente. Então, basicamente, o que ele tá falando aqui é o seguinte, é que o Shafer, né, e o o ponto que o Lon tá trazendo, né, de certo modo, é que a visão do Shafer sobre parcimôia, né, ser estabelecida em termos do quanto de entidades fundamentais, né, no caso que você postula para poder explicar certos fenômenos e coisas e tal, né, e a quantidade de entidades postuladas que você assumir como sendo fundamentais ou algo assim. Então é isso que >> Eita, mandaram mandaram L Pix aqui bem na hora que eu tô do minutos depois, mas o atacante não pode, né?
¶786É, é complicado falar de fora, é muito muito mais fácil, né? Mas o atacante não pode fazer um, uma finalização como essa que é assim, >> tá? Vou já calcanhado >> tá, vou já falar o nar só espera um pouquinho, já vou colocar aqui para vocês ouvirem também, tá? a o life pix que ele mandou. Mas basicamente que ele tá falando é basicamente o seguinte, que eh a parcimônia qualitativa, né, que ele tinha articulado previamente, né, na nas ao longo do capítulo, né, no lá pro início do capítulo, ela é estabelecida em termos do justamente da grande coerência, né, envolvendo o âmbito da uniformidade atribuída ao mundo, né, de certo modo, ah, por aquela teoria ou hipótese e questão que tá sendo consideradas.
¶787Então, portanto, no caso aqui a questão da da simplicidade, digamos assim, a da parcimônia, né, ela é principalmente a parcimônia qualitativa, ela derivada no caso dessa atribuição de uniformidade ali ao longo do mundo, né? Ah, feita por essa teoria, essa hipótese, né? Ah, mas enfim, vamos lá. Eu admitir com tudo que eu não estou simpático, ah, simpático a modificar minha teoria dessa maneira. Talvez no caso Shiffer Wilson tenha uma intuição que eu não tenho.
¶788Eh, garantido isso, a uma teoria que postula a existência de um tipo de entidade fundamental é naquela exção mais provável intrinicamente do que uma teoria ah que postula a existência de entidades fundamentais de dois tipos, né, de dois tipos. Ah, mas se a primeira teoria afirma que essas entidades fundamentais, né, essas fundamentais geram dois outros tipos de entidades, enquanto no caso da segunda teoria afirma que elas geram entidades de um único tipo, então no aspecto geral nós temos um empate. Outras coisas para serem iguais, nenhuma das teorias é mais provável intricamente do que a outra. Em outras palavras, é a grau de uniformidade no todo postulado por uma teoria que importa não quanto de uniformidade ela obtende de termos de distribuição por os diferentes níveis de fundamentalidade. Então não importa exatamente ali ah >> não importa exatamente no caso ali se se no caso você postula dois tipos de entidades fundamentais ali, né?
¶789Dois tipos de entidades fundamentais. Aliás, >> dois tipos de entidades fundamentais ali, né? Por dizer, desde que no caso elas não geram outro tipo de entidades, né? Ah, outro tipo de outros outros dois tipos de entidades ali, ã, que sejam geradas a partir de a partir delas, né? em algum momento do jogo.
¶790>> Então, nesse caso, né, uma segunda teoria aqui afirma que elas geram entidades de um único tipo, né, no aspecto geral, você tem, no caso, uma questão de empate para essas teorias, porque elas atribuem um nível de uniformidade ali relativamente similar, né, entre elas. E, portanto, no caso ali, não há nenhuma coisa que desempate, né? Nenhum aspecto que desempate um em relação à outra, né? nesse aspecto aqui, é mais ou menos esse ponto que ele tá fazendo. Então, nessa questão, a fundamentalidade, né, a seas entidades são fundamentais ou não, não é tão não é exatamente relevante no caso para saber, no caso, ah, em termos de qual o grau de no caso ali, em termos geral, né, de coerência modéstia por entre essas teorias, né, ali, >> a maneira como no caso essas é distribuído, no caso, ah, essas uniformidades não é o que importa, né, em diferentes níveis, mas sim, no caso, se há o mesmo nível de uniformidade ou se uma apresenta mais uniformidade do que a outra ou se uma apresenta uma quebra de uniformidade em relação ao outro para estabelecer qual que é mais provável em relação ao outro tristicamente falando, né?
¶791Deus que eu sou >> Opa, o SK voltou, ele deu uma pro celular >> só porque eu >> eu vi lá o café, eu cheguei a mostrar o o argumento do Petar >> o argumento do Petto que você, >> ó, é a simplicidade global da teoria que importa, não a simplicidade de um subconjunto específico de entidades. Exatamente. Mas enfim, vamos lá. Vamos só terminar esse trecho aqui e aí a gente prossegue. sprang into existence uncaused years ago.
¶792Everything simply you know popped into existence fully formed in the 1920s with a misleading appearance of age fully formed human beings sprang into existence with brain structures encoding false memories of the past and apparently ancient artifacts and fossils are just you know deceptive novelties. Proponents of these theories might champion their allegedly superior simplicity. Like after all, opponents of solsism posits of other things, right? And opponents of the short past hypothesis add many years of cosmic history before the 1920s. But none of us should find this convincing.
¶793What the proponents of these two hypotheses are missing here is that their bedrock truths, that is the fundamental or unexplained truths according to their theory, form a hopelessly complicated, unsystematizable mess with loads of striking unexplained coincidences. under solism like why are my experiences intricately coordinated in ways that exactly simulate a stable independent environment and why do my experiences exceptionally and intellig coher with each other both at a time and across time solitism just treats like whole swa of my mental life as brute posets of its theory without any deeper unifying explanation that is simpler and less arbitrary than my complex mental life and you know for the short past hypothesis why do written records and physical records and memories that the initial conditions coher so nicely if they aren't toonuse these theories are highly complex and suspiciously coincidental at the fundamental level a simpler theory the fundamental level which explains those complex and coincidentalenom even if theory more entities primit não como argumentado aqui questão do aspecto fundamental não é relevante. ali para se estabelecer, no caso, qual que é mais simples em termos globais ali, né? Ah, e o próprio já comentava com isso, conta com fl, velho. Mas enfim, deixa eu colocar aqui o o live ps do Narnia King e aí a gente vai chegar justamente no na parte final, né?
¶794E aí eu vou jantar que já tá tarde. Eh, amém. Daqui a pouco pode vir ponderé, pode vir qualquer é o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada.
¶795Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. King mandou R$ 4. Sunque indica alguns livros/rautores/ artigos sobre psicologia para iniciantes. Queria saber também o que você acha da hipnose?
¶796>> Divertida pergunta. Bem, psicologia é um campo muito amplo, né? Então assim, depende do que a pessoa quer focar, se é psicologia cognitiva, se é psicologia eh de modo geral. Então, a bibliografia varia bastante a depender do que a pessoa tem em mente. Ah, então talvez, sei lá, livro sobre psicologia cognitiva pode ser interessante ou mas é porque depende muito do que a pessoa quer estudar em psicologias, né?
¶797por exemplo, quer estudar psicanálise, quer estudar psicologia, quer estudar psicologia cognitiva, quer estudar psicologia. Então, vai depender do que exatamente a pessoa quer focar. Então é meio difícil de indicar uma uma bibliografia específica sem saber o que exatamente em psicologia as a pessoa tem em mente. Agora, a segunda pergunta. Ah, tá.
¶798talvez um um ah, não sei, na verdade. Ah, a segunda ah, a segunda pergunta era sobre hipnose. Eu acho que assim, hipnose é uma questão que não tem comprovação científica de produzir resultados duradouros. Então, assim, a hipnose, ela produz um alívio momentâneo, mas ainda não tem muita evidência científica de que ela produza efeitos duradouros. Então, ela não é muito usada no contexto terapêutico em psicologia hoje ou em psicoterapia hoje, porque você é assim, hipnose, você coloca uma pessoa num estado de transe ou num estado ter consciência ou num estado hipnótico, quase como se ela tivesse quase dormindo, e ela fica num estado de relamento e depois ela retorna, né?
¶799Mas ah não há evidência de que isso produz algum tipo de efeito duradouro. Na época da psicanálise antiga, né, é do Charcou, antes mesmo, no início dos trabalhos do Freud, ele acreditava que a hipnose poderia ajudar a pessoa a trazer conteúdos inconscientes, mas o próprio Freud percebeu que isso não funcionava e aí ele desistiu. Mas a assim, hipnose não é não é muito utilizada como técnica terapêutica hoje que não produz resultados duradouros. É isso. >> Beleza.
¶800Tá pipocando um pouquinho o seu áudio aqui, mas não tá tá atrapalhando muito não, mas é que tá pivocando um pouquinho. >> Vamos finalizar aqui. Vamos terminar aqui o primeiro. For cosmologti that hypois. Physicists posital particles like electrons and quirks to explain the diverse and complicated behavior of macroscopic objects.
¶801Biologists explain the rich biodiversity and complex biological systems that we see in terms of a few basic principles like natural selection operating on simple primordial substrates. And here's the kicker. Theism accomplishes something similar. Unlike naturalism as we see, theism offers a unifying explanation of a large constellation of otherwise remarkably fortunate data in compact fundamental terms. Unlike theism, naturals imposits hards of striking coincidences that they have to write in by hand that aren't predicted by more fundamental simple nonarbitrary, coherent theoretical posets.
¶802Finally, one might object that, you know, although theism may be compactly statable, it's not compactly statable in fundamental terms since, you know, for example, knowledge is seems like a highly derivative property in all the cases that we're familiar with. And you know what determines the simplicity of a theory is the simplicity of its most compact statement in fundamental terms. But this objection fails. In order for theism to have a not super low intrinsic probability it need not be likely that the omni properties are relatively fundamental. As long as it's not super unlikely that they're relatively fundamental in termsility of theism won't be super low.
¶803That's all that matters. And in fact you know there are lots of reasonable views on which knowledge power and goodness are fundamental. You know there are knowledge firsters in epistemology. There are dispositionalists and new airtelians who fundamental causal powers. There are nonnaturalist realists to posamental moral properties and show on right.
¶804Besides, like the theist does not need to claim that all of these are fundamental since again there are plausible candidates for a single unifying principle or attribute from which cause other attributes flow. And for many of those candidate principles or attributes, it's like totally reasonable that the attributes or the notions employed therein are fundamental or at least relatively natural. For example, you know, the notion of limits or minds or perfection or value or awareness or, you know, whatever. Essa premissa aqui, bom, pelo que a gente já argumentou, não é vindicado, não tá bem muito >> não. >> Então, a premissa um do argumento mestre dele não tava tão bem motivado assim.
¶805>> É, não, não. >> Então é isso. Então, próximos vídeos aí vai ser mais focado na premissa dois. Beleza, pessoal? Então veremos aí.
¶806OK. Considerações sinais s. >> É, também não me convenceu muito o jeito aplicou os critérios e tudo mais. >> Alô. >> Então eu também não fiquei muito muito convencido de que a permissão teve tanto sucesso.
¶807Também não não ficou me convencido, não me convenceu de que há um princípio unificador a partir do qual você pode derivar certos atributos de outros atributos também. Isso não me convenceu. Eh, não, não me convenceu a gente que tem que ter que aplicar simplicidade no nível fundamental dessa maneira. Ah, não, na verdade, prente quase todo não conhecer. Na verdade, eu não achei muito bom a os argumentos para primeira premissa.
¶808Também não achei que foi muito teve muito sucesso o argumento da contingência, como foi exposto. É, realmente não me convenceu muito, mas quem sabe, né? Depois que a gente avaliar o segundo, talvez segundo, é, não sei, não sei se vai convencer muito. É porque essa primeira premessa não funcionar, a outra também não funciona, né? depois tudo junto.
¶809Mas enfim, eh, e eu tenho a impressão de o P errado, mas eu tenho a impressão que o George Smith fez um movimento retroativo, né, do tipo assim, eu me eu me convencio, eu preciso assumir que Deus existe, preciso assumir que certos argumentos sustentam a sua existência. Então, alguns argumentos que ele tinha algum gosto enquanto ele era agnóstico, ele deu um peso maior para esses argumentos. Eu não sei se minha se tá travando quando eu falo, mas >> não tá não. Agorainha, mas tá dá para ouvirem, >> tá? É, é isso.
¶810Eu acho que assim, eu eu tenho uma eu tenho uma suspeita de que tem um viés de continuidade, a ideia de que ele eh achava esses argumentos interessantes ou fortes antes de ser convencido pelo argumento dos milagres. É o suspeito que tem um viés de continuidade, de que talvez não seja bem assim. que talvez foi o argumento dos milagres que deu mais peso a esses argumentos, que talvez ele achasse um pouquinho interessante, mas que passou a ter um peso maior, mas eu não tenho como ter certeza. Eh, e é isso. Eu agradeço a participação na live.
¶811No meu canal YouTube eu posto vídeos sobre filosofia. Inclusive, eu postei um vídeo recente sobre argumento cosmológico Calan a favor do ateísmo, que eu comento um pouco sobre essa questão do princípio da razão suficiente, que pode ser interessante, também sobre a questão da parcimônia qualitativa e tudo mais. Eh, depois quem quiser acompanhar, >> beleza? Então, agradeço aí o San por ter participado, tá? Minha impressão sobre o timidia é basicamente as mesmas, né?
¶812Eu fiquei, eu achei estranho ele usar o argumento da evidência teística incrível nesse contexto de simplicidade fundamental e de verificar, no caso, e usar o laser de shafer ali, sei lá, achei muito confuso, não sei, achei, >> parece que ele fez um negócio tipo na ansiedade correndo e não pensou muito bem no que tava usando ali, não sei, ficou estranho. >> Eu não entendi muito bem não o que ele quis fazer, né? Mas eu tentei interpretar aqui, né? tentei fazer uma interpretação do que ele faz lá, tentar dar um sentido porque ele tava fazendo, mas não sei se é sei se faz sentido não o que ele fez eh nesse contexto, né, nessa parte aí do nessa primeira parte, né, de justificar a primeira premissa. Mas é isso.
¶813Eh, então agradeço aí a participação de todos, tá? Agradeço aí a doação do pessoal. Valeu, falou e até mais, pessoal. Uma boa noite para todos. >> Boa noite para todos.
¶814Até mais.