a tese
A apologista católica SJ Thomason responde a ateus e biblistas céticos (Kipp Davis, Vishanti) que criticam a conversão de Joe Schmid, sustentando que a rota dos milagres marianos e contemporâneos é evidência legítima e acusando os críticos de falácias ad hominem e genética.
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Apologética católica popular, digressiva e argumentativamente frouxa (acusa falácia genética sem ver que a objeção de Davis é epistêmica, e trata milagres marianos como equivalentes à ressurreição); serve no máximo para o Bruno amostrar o tipo de argumento por milagres que Schmid usou e a réplica cética, não pela qualidade do vídeo.
O que foi dito
- SJ Thomason (christian-apologist.com) abre listando o que julga falhas nos ataques a Schmid: ad hominem (James Fodor chamando-o de “profundamente acrítico”) e falácia genética (Kipp Davis privilegiar como Schmid chegou ao catolicismo, via milagres e não via estudo bíblico, em vez de se a conclusão é verdadeira).
- Reproduz Schmid narrando o Milagre de Calanda (séc. XVII, Juan Miguel Pellícer, perna amputada supostamente restaurada), com transcrições do processo canônico e testemunhas, e o cita dizendo que isso é “melhor evidência que a ressurreição”; Kipp Davis responde que isso mostra o problema de ancorar a fé no nível de evidência de um evento.
- Thomason contrapõe defendendo a ressurreição com o argumento apologético popular de “42 fontes em 150 anos, nove hostis” (Tácito, Josefo, Talmude, Suetônio, Plínio) e o martírio dos apóstolos, misturando-o com Fátima, Lourdes e as crianças ameaçadas de “fervura em óleo” pelos comunistas.
- Detalha Nossa Senhora do Pilar em Zaragoza (Maria ainda viva bilocando ao apóstolo Tiago no ano 40) como origem do santuário ligado ao milagre de Calanda.
- Desvia para crítica das hipóteses da alta crítica (Dêutero-Isaías, Wellhausen/JEPD, datação macabaica de Daniel), atribuindo-as a viés antitéico e alegando que só levam à apostasia quem já quer apostatar (cita Habermas, Licona, McDowell como quem não caiu).
- Defende exorcistas contemporâneos (Dan Reehill, Carlos Martins, Chad Ripperger, Richard Gallagher) como não-fraudadores porque um padre sob voto não daria falso testemunho, e narra relatos de possessão e uma experiência de quase-morte.
- Grande parte do vídeo é bate-boca no chat com Vishanti sobre se o jornal O Século de fato testemunhou o milagre do sol em Fátima ou só relatou alegações; Thomason insiste que o autor estava presente.
- Fecha com longas digressões morais e políticas (aborto, o caso Lindsey Clancy, dissonância cognitiva, escravidão e nazismo, e um alerta islamofóbico sobre a Batalha de Lepanto) e ora pela conversão de Kipp Davis e Vishanti.