Radar

radar · Teologia Brasil

LIVE: O APOLOGETA(CRISTÃO) VS EDSON TOSHIO(ATEU) -DEUS EXISTE? OCULTAMENTO DIVINO E TRIPLA PRIMAZIA!

¶1เ e he เฮ Salve galera, beleza? Aqui quem fala o David novamente. Estamos aqui de volta, né, para mais uma live aí. Faz tempo que eu não, enfim, faz tempo não, né? Eh, faz alguns dias aí que eu não tô, enfim, sendo tão frequente assim nas lives, né?

¶2Eu tô ocupado traduzindo coisa, tá? Eh, depois dessa onda aí do Jid virando católico e blá blá blá, né? e um monte de coisa acontecendo e agora vai ter o debate meu com Paulo Víor. Então eu tô estudando bastante, tô também eh pegando algumas coisas para traduzir, né, e coisa e tal. Então tô tô meio off aqui com vocês, justamente por conta disso, tá pessoal?

¶3Então peço desculpas aí se eu tô meio out, mas é justamente para esse tipo de coisa, beleza? É pro bem aí da galera. Ah, inclusive eu vou indicar aqui, né, os os textos que eu traduzi aqui, a as áreas que eu tô fixando, tá? esses textos aqui para vocês terem uma referência, tá pessoal? Então só deixa eu dar um salve pra galera que tá chegando aqui, né?

¶4Um salve aí pro Vin mentalista, o J Elliot. Ah, por enquanto acho que só tá os dois aí, né? Se não me engano, acho que tem mais algumas pessoas. Deixa eu ver aqui quantas pessoas que tem na live. Tem sete pessoas, né?

¶5Então, um salve aí pra galera que tá aqui. Ah, provavelmente não vai ter muita pessoa por enquanto, né? Eh, porque eu comecei bem cedo, né? E o pessoal acho que ainda tem algumas pessoas, talvez ainda vai chegar do trabalho e blá blá blá. Então não vai ter tanta gente ainda, né, assistindo, né?

¶6Talvez assistam depois aí, mas enfim, eu tô aqui para analisar o debate que ocorreu entre o o Apologeta, né, o Gabriel, né, que debateu inclusive contra o Misa do do Mari, né, lá no um ateu versus acho que 20 ou 25 cristãos, né, no Spectrum, canal Spectrum. Hã, eh, eu vou analisar o debate que ele teve com o Edson Toso, né? O Edson Toso ali, que também já foi comigo, né? Enfim, já a gente já foi lá e debater contra o Guilherme Freed juntos, né? De certo modo, lá no no Inteligência Limitada, né?

¶7Na na época. A gente já se encontrou algumas vezes aí. Ah, mas acho que só uma vez, né? Na verdade, só uma vez, só nessa vez aí do do Guilherme F que a gente se encontrou pessoalmente, né? E aí a gente vai fazer uma análise aqui da, enfim, do debate que eles tiveram, né?

¶8eh, no canal do Kaauê Santos. Beleza? E aí foi abordada a questão de ocultamento divino, questão no caso ali referente a contradições na Bíblia, você não lembra? Acho que acho que foi abordado isso. Ah, foi abordada a questão de passagens moralmente abomináveis na Bíblia, né?

¶9E por isso a gente envolvendo escravidão. Foi abordada, no caso ali a questão do da própria história de Jó, né? A própria história de Jó, né? Ah, foi abordado, no caso ali a questão do problema do mal, né? Ah, do problema do mal.

¶10Foi abordado o argumento da tríplice primazia do John dos Escoto, que geralmente não aparece muito, né? Mas ele trouxe lá o argumento do Scotton, né? Ah, então a gente vai analisar aí o debate em questão, beleza? Também algumas teodiceias ali que, né? A teodiceia do conflito cósmico, né?

¶11Que o o Apologeta trouxe, que é péssima, tá muito ruim. Ah, mas enfim, a gente vai ver isso tudo aqui. Beleza? Então, um salve aí pra galera que tá aqui. Ó o Daniel, Daniel S Limão.

¶12Salve, salve Lima, salve meu amigo. Se café é Jesus dos Ateus, David Rachos é o Espírito Santo dos Ateus. Oh, amém, amém, amém. Mas enfim, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Vamos ver isso aí.

¶13Vamos ver se o Edson Tocha também soube manusear algumas coisas, né? Ah, será? Será? Será? Eu sou irrefutável.

¶14Mas vamos ver. Vamos ver se o irrefutável foi refutado. Vamos lá. Ã, então esse aqui é o debate. Ó o José aí.

¶15Salve José. E aí David? E aí José, tudo bom? Tudo bom José? Tudo survive, suave, suave.

¶16Ã, mas é isso, né? Então aqui tá o debate em si. Mas antes da gente prosseguir pro debate, deixa eu só comentar aqui. L, o que você acha da omission? Péssima, péssima, terrível, terrível, terrível.

¶17Eu cheguei a comentar inclusive no na análise recente que a gente fez, ah, principalmente da da entrevista que ele teve no Matt Fred, né? O quão ruim essa teia é, né? Porque é como é é aquela analogia famosa, né, do pai deixar os filhos mais velhos ao cuidado, né, enfim, deixar os filhos mais novos sobre os cuidados dos mais velhos, né, e atribuir, no caso, uma questão de responsabilidade para esses filhos, ah porque seria um bem, né, em estabelecer uns tipo de aprofundamento na relação entre os filhos mais novos e os filhos mais velhos. Só que daí o filho dos filhos mais velhos simplesmente não fazem nada. O pai ciente de que os filhos mais velhos não estão fazendo nada, não estão cuidando direito dos filhos mais novos e ele não faz [ __ ] nenhuma.

¶18E ainda assim, E ainda assim não tem nada de errado aí, né? Tá bom, tá bom, tá bom, Schmith. Tá bom. Ah, enfim, é péssima, velho. Teodiceia da missão é péssima.

¶19Ã, aquela também, aquela teodiceia do da restauração e do julgamento dos animais, né, do do da elevação da capacidade cognitiva dos animais, né, que é de vinda do trend doerty, também é péssima. Também é péssima. Inclusive no vídeo que o Lon Tonio ele legendou, aonde o Shimid participa, né, no canal do Fio Halper, tem justamente um trecho específico que fala sobre uma teodiceia alinhada, uma resposta alinhada com essa do trade do Gert, tá? Que é a da compensação, né? É a parte é o trecho que fala sobre compensação, compensation, né?

¶20Eu vou postar aqui no canal. H, inclusive o Schmid participou, né, no Sky Field, né, no Fiel Halper, foi um dos que eh tava argumentando lá, né, contra as teodiceias, né, referente ao problema do sofrimento animal. E no caso é engraçado, é engraçado ele agora se converter em esse tipo de teodiceias, né, esse tipo de teodia porcaria. Mas enfim, ah, salve aí pro Anot também, né? Salve, salve, salve.

¶21Mas enfim, que tiver interesse, pessoal, eu tô traduzindo uma série de textos, tá? Uma série de textos aqui, vocês estão podem ver aqui na na aba de postagens, né, de comunidade relacionada aos argumentos que o Schmid tá avançando, que outros estão avançando e coisa e tal, né, rebatendo o catolicismo de certo modo, né? Então, todos esses textos aqui que eu tô deixando aqui na aba de comunidade são textos relacionados aos argumentos que o Schmit tá trazendo em favor do teísmo e também alguns relacionados ao catolicismo, tá? Então, quem tiver interesse aqui, ó, é só vir aqui que tem vários textos que eu tô postando, ó. Todas essas aqui são relacionados a argumentos tipicamente escolásticos, tá?

¶22Eh, tipicamente católicos, né? Servinar argumentos tipicamente católicos. Ah, e concepções de Deus católicas, né, como do teismo clássico. Ah, e também no caso ali, eh, outros justificações para o teísmo tradicional, né? Não só do do teismo clássico, mas teismo tradicional, né?

¶23Como a questão da harmonia psicofísica e blá blá blá blá blá bl bl bl bl bl blá, tá? Então, quem tiver interesse, eu tô postando aqui justamente textos relacionados a esse tipo de questão, tá? Por causa que o Schimit tá trazendo essas coisas. Eu vou traduzir, no caso, um texto do Aon Lucas, né, de 2018 que o Café me passou sobre a questão de vieses cognitivos, né, cognitivas, né, eh, e a questão da da justificação em termos do pecado original, né, dos efeitos noéticos do pecado que o Shmid usando, né, na resposta do debunking argument dele, né, o conditional debunking argument, né, que é um argumento de desmascaramento de intuições, ã, ali condicional, né, eh, que ele endossa. Eu vou trazer ali esse tipo de ponto e também vou trazer alguns textos relacionados a argumento dos milagres do David Hill, tá?

¶24Então fiquem atentos aí que eu tô fazendo esse trabalho aí para vocês, tá? Para vocês ficarem preparados, porque se vier algum católico, com esses tipo de respostas, vocês já estão com as contrarrespostas já na ponta da língua, beleza? Relacionado a milagres, relacionado a a debanking, né? Refutação condicional, né? Enfim, desmascaramento condicional eh em termos da cosmosão católica, né?

¶25envolvendo intuições oriundas de efeitos noéticos do do distorcidas por efeitos noéticos do pecado. Ah, a questão no caso ali do argumento da da harmonia psicofísica e homológica, a questão da concepção de infinito relacionada ao Deus que o o apologeta vai trazer aqui, né, na com a que é a conclusão do argumento do apologeta, tá? Ah, que é vinculado a uma concepção escotista de Deus. E é isso, né? Ã, é esse tipo de coisa, né?

¶26Ah, pois é, né? Ô, José, estamos upando, estamos upando de nível. Ah, e quem tiver interesse, né, eu tô postando esses artigos, tá? Centralizando eles em em vídeos chaves, ó, bem chapido. Esse vídeo aqui que é o justamente do próprio Joymade com o Stepan Wood for that R on respondia o Ben Chapiro, eu aqui n comentário fixado os argumentos do Michael Humer, os argumentos do Michael Humer aqui para vocês.

¶27Deixa eu ver, deixa eu ver, deixa eu ver, deixa eu ver. Aqui, ó, eu coloquei aqui, ó, os dois argumentos do Michael Humer relacionado ali a questão da impossibilidade de infinitos de magnitude intensiva para contra a concepção de Deus infinito, tá? Que é basicamente o que o John dos Scottos defende, né? Uma concepção de um deus que ele é infinito, né? E que com os quais a infinitude dele é analogamente relevantemente similar a infinitos de magnitude intensiva e não extensiva, né?

¶28E, portanto, o argumento do Humer se aplica a visão dele, como a gente vai visualizar aqui, tá? Ah, e o que já gera problemas para esse tipo de argumentação que o apologeto tá avançando. Então, já traduzi aqui. Então, quem tiver interesse, ó, tem coisas aqui que eu tô traduzindo relacionado a ao teismo clássico aqui, né? Tem também no caso ali sobre questões envolvendo moralidade católica, né?

¶29Moralidade católica e cristã em termos gerais, né? Com absolutismo deontologista, né? envolvendo ali a inviolabilidade eh em termos de um direito à vida absoluto, né, envolvendo pessoas, né, ou fetos ou qualquer coisa assim, né? Hã, eu já disponibilizei aqui, ó, naturalismo, ontologia, ã, teismo e ontologia moral, que é justamente esse vídeo aqui, tá, do Jeffre de Lauder. No comentário fixado, eu já deixei os textos aqui que eu tô traduzindo, tanto do M, tá?

¶30Quanto do Michael Hummer, tá? Então, quem tiver interesse aqui, ó, tá? Os textos aqui, ó. Tá os textos aqui, ó, para quem tiver interesse, os dois textos, né, do o do Master Adstein, porque eu não sou católico, e também o do Michael H, porque problema do risco, tá? Ah, então se vocês tiverem tiverem interesse, tem aqui também.

¶31E lá sobre o problema do mal também deixei o texto do Matstein sobre catolicismo lá também, né, os vídeos de problema do mal, né, do Emerson Green, enfim, do Emerson Green ali, entre outros vídeos relacionados ao problema do mal aqui no no canal eu legendados eu deixei também no comentário fixado, tá? Então é isso. Então bora lá pro apologeta. >> Você não consegue chegar Deus abstrato genérico. Ele quer que exista um amor genuíno a partir da liberdade epistémica.

¶32>> De onde você tirou isso mesmo? Porque Deus é amor. >> Deus é amor ensinando a matar os 10 filhos. >> Mas é outro assunto. Tô falando você pode me acusar de um monte de gente assim.

¶33Falei: "Beleza, sou provando agora que eu tô errado." Mas matar a galera. >> Ele não falou para matar, ele permite que saiu e ele saberia o que ele faria. >> Questão não é o que ele faria. A questão que as outras criaturas elas vão saber diante da >> Só que se for analisar biblicamente, né? Até Satanás ela é melhor do que o próprio Deus.

¶34Porque quem sai matando geral aí, fazendo genocídio, matando criança inocente e tudo mais, é códico. >> Deus não queria que, por exemplo, aquele pecado que aconte acontecesse com J sua família. >> Aí você vai ter que falar que a Bíbl tá errada. Ele teria que, de fato, repito, matar os 10 filhos. É esse amor que você tá defendendo?

¶35Você faria isso com seus filhos. >> Eu permitiria que ele demonstrasse sua tese para o florescimento do amor genuíno. Aí vent o que eu falo como a fé. Ela deixa. Cara, que absurdo isso, né, velho?

¶36Que absurdo. Tipo, ah, para mostrar no caso a fidelidade a mim, né? Esse Deus, ele quer justamente ilustrar que uma pessoa é fiel, né? Coisa que ele, pelo conhecimento preciente, infalível dele, já deveria saber, né, de certo modo. E aí, para mostrar que de fato esse servo dele é fiel a ele, ele simplesmente, no caso, favorece o quê?

¶37A remoção daquilo que era de mais valioso para essa pessoa, né, que é para essa pessoa ali específica. Para quê? Qual que é o sentido? Se no caso ele já sabe que o Jó é um seguidor fiel, né? É um servo fiel.

¶38Se no caso ali de fato ele não deve nada para Satanás, por que que no caso ele tá dando ouvido para Satanás, que é um ser ali que simplesmente, enfim, simplesmente não merece nada de Deus, né? Nenhuma consideração, nenhum não merece ser levada a sério por nada por Deus. Porque por que perante esse tipo de coisa, né? É uma coisa absurda, né? Ah, imagine no caso, eu sempre uso esse exemplo, né?

¶39Imagine no caso que você tem um pai, né? Aliás, você tem um avô e no caso ele quer testar, né? Ele quer saber genuinamente se o filho dele é fiel a ele, né? Genuinamente, né? Se de fato ele tá disposto a segui-lo, né?

¶40a seguir seus conselhos, a ser respeitoso com relação a ele, a ser eh submiso com relação a ele, a ser, no caso, ah, uma pessoa que considera ele, né, ali, né, a palavra dele e tudo mais. Imagine que esse vô avô para testar a fidelidade do do filho dele, ele simplesmente favoreça o quê? Ele favoreça o quê? ele favoreça com que no caso ali o, enfim, o filho, né, aliás, o neto dele morra por alguma questão específica, né, ah, por algum fator específico, ou seja, ele ele remova a vida de um neto simplesmente para testar, né, a luz, no caso, ah, a luz no caso desse tipo de ato, a fidelidade do filho em relação ao pai, né? Eh, nesse caso, né?

¶41Eh, e pense que ele faz isso justamente porque, no caso, ele ouviu, né, um blá blá blá, né, um blá blá blá de uma pessoa de uma outra família ao lado, né, de uma pessoa de uma família ao lado ou do trabalho dele ou qualquer coisa assim, que simplesmente é uma pessoa que odeia ele e também o filho dele, que no caso ele, esse filho, não é fiel a ele. E para testar a fidelidade do filho em relação a ele, ele simplesmente vai lá e mata o neto, o neto dele. Vai, que tipo de pessoa seria essa? Que que a gente julgaria uma pessoa dessa como? que que que essa pessoa seria julgada como, né?

¶42Eh, uma caralha, né? Uma louca, né? Uma louca, linda, enfim. E uma ingênua também, né? Por confiar, né?

¶43Ah, enfim, na nas tagarelices de uma pessoa que ele sabe explicitamente que detesta ele, que não merece consideração nenhuma por ele e blá blá blá, né? Mas enfim, é bizarro, é só bizarro, é só bizarro, cara. as pessoas, mas com algum tipo de, >> mas ele permite o pecado, ele não tá querendo >> e no caso Deus, por estar numa posição análoga desse voo, a gente deveria julgar ele como como canalha, como uma pessoa ali louca, como pessoa, enfim, ah, não s a cabeça e claramente como não sendo onibenevolente, né? Ah, onibenevolente, onisciente, onipotente, né? Porque se ele fosse onisciente e onibenevolente, ele saberia de fato, no caso ali, que essa pessoa específica que tava do lado dele não merece consideração nenhuma, né?

¶44e que, portanto, ele não deveria fazer nada com relação à testagem ali da fidelidade do filho, muito menos matar o próprio neto para testar a fidelidade do filho em relação a ele, né? Muito menos isso, né? É óbvio, tem as desanalogias nesse cenário, né? Porque no caso o avô, ele não é exatamente Deus, né? Mas nessa posição ele tem características, né?

¶45Nesse exemplo particular, ele tem características nessa pessoa do avô, nesse exemplo particular, né? análogo. Ele tem características anogamente relevantes, relevantemente análogas a Deus ali, relevante questão, tá? Já que Deus também é tratado como figura de o pai analogamente, né, de forma inteligível, né? Então é isso.

¶46Não >> posso permitir uma coisa que eu sei que vai afetar gente inocente, que não tem nada a ver com nós aqui. Como é que eu permitiria assim? Não, beleza, você tá me acusando, pode matar os 10 filhos dele. Que que tem a ver os teus 10 filhos com a minha jogada, cara? E você tá defendendo que isso tudo bem, se eu fosse Deus, eu permitiria?

¶47Então, esse Deus não é uniciente, que ele não saberia outras histórias. Deus permite que Satanás é tudo para demonstrar sua tese. Diante dessa sua acusação, você tirou os bens de Jó. Mas não toque na família dele, não toque nele >> não. Já começou matando os filhos.

¶48>> Não, não, não começou primeiro não. Primeiro tirou os bens. >> Então, digamos que ela tirou os bent. >> Na verdade, foi uma permitia a calamidade, só que eu causei um mal moral matando gente inocente. E ele disse que Jó não peg.

¶49Imagine que o avô ele vai lá e roube os bens do filho. Imagine que no caso esse avô, no exemplo análogo que eu ilustrei, ele vai lá e roube os bens do neto simplesmente para testar a fidelidade ah do neto e do filho, simplesmente para testar a fidelidade dos dois, né, e principalmente do filho com relação a ele. seria moralmente justificável esse tipo de coisa para testar a fidelidade do filho, principalmente diante de um blá blá blá, de um cara que não merece credibilidade nenhuma e que esse avô, se ele fosse, se ele tivesse um pingo de consciência na cabeça, né, eh, de noção na cabeça, ele perceberia que essa pessoa que tá falando blá blá blá na cabeça dele, que o filho dele não é não é fiel a ele, né? não é uma pessoa que respeita ele, que admira ele, que eh que está disposto a seguir os a enfim os conselhos dele, blá blá blá, né? Os ditames dele, que ela não merece nenhuma consideração.

¶50Será que no caso seria razoável a gente considerar esse avô como um bom avô? Claramente não, né? [ __ ] >> ficou com a sua boca. Então foi Deus quem mandou. Bom, >> era uma permissão de Deus a partir da entrada do pecado.

¶51>> Se eu permitir, eu tô fazendo coisa errada. entrado. A >> partir da ele permite a entrada do pecado porque eles, >> de acordo com toda a demonstração que eu falei aqui que ele causa primeira não causada, etc. Ele ainda para mim ainda se sustenta de acordo com uma análise. >> Enfim, antes da gente começar, né?

¶52Vamos logo pro que interessa aqui. Vamos logo pro que interessa. Melhor já ir direto do que para essa apresentação, né? Mas enfim. Ô, Vini, eu não sei se eu vou fazer agora, cara.

¶53Eu tô muito focado nas traduções, mas a existência de Deus, né? se Deus existe, hã, e aí os dois vão trazer os argumentos. O Edson, provavelmente aí vai com certeza tentar na no ponto de vista dele provar que Deus não existe e o Gabriel de que Deus existe, né? Que essa é a discussão que a gente tem aí milhares de anos na filosofia. Será que realmente Deus existe?

¶54Será que existe alguma coisa que criou essa realidade que a gente vive, né? Bom, então primeiro e eu vou falar aí pro Edson se apresentar. Ele tem 6 minutos, eu vou colocar aqui e bora lá, galera. >> Maravilha. Mais uma vez, obrigado, Cauê, pelo convite.

¶55Obrigado, Gabriel, também aí pela proposta de debate sensacional. O seu irmão Alexandre, o grande literalmente, né, cara? Tem tem um irmão gênico, carigazinho ma barato. Obrigado a Bruna que tá ajudando a gente aqui, a você que tá assistindo esse debate sensacional. E vai ser um prazer a gente compartilhar um pouco aqui desse tipo de ideia a respeito da existência ou não de God.

¶56Eu costumo dizer que se a gente já tá fazendo um debate sobre a existência de Deus é porque já prova que ainda existe. Mas antes de desenvolver, então, ah, meu nome é Edson Tochilu, pode me chamar de Tochilu, sou professor de ensino superior, minha formação é como bacharel em ciência da computação. Tem uma pós-graduação lato sens como especialista em engenharia de software, tem uma estrito sens, uma pós-graduação como mestrado em engenharia biométrica e atua mais de 11 anos como professor na em cursos de tecnologia da informação, em cursos de gestão, de marketing e comunicação. E há mais ou menos 2 anos e meio eu comecei a fazer esses conteúdos também. Eu tava fazendo um conteúdo sobre oratório, persuasão.

¶57Fiz mais de 18.000 vendas em relação a esses cursos e até que chegou um momento que devido aos conhecimentos que eu tava tendo, já fui mais de 20 anos como cristão e depois eu parei com o cristianismo devido a uma série de situações e até comentei aqui n um dos episódios, alguns dos episódios aqui com Cauê que você pode assistir aí depois aqui você fica aqui agora com a gente. E depois eu comecei vendo, né, realmente não faz sentido não só o cristianismo, como outras fessor conheci um aluno que me fez pensar, falei: "Caramba, seria interessante eu começar a compartilhar o conteúdo que eu sei". e vê se ajuda uma galera aí, como alguns, infelizmente, acabam até tirando a própria vida, por causa da fé, por não se encaixarem nos padrões que determinada religião eh acaba exigindo dos seus seguidores, né? Eu comecei a compartilhar isso, acabou chegando para mais pessoas e então tenho feito também esses conteúdos e a ideia é basicamente desmistificar a Bíblia, mostrar que ela não é a palavra de God e dizendo também que não tem Deus nenhum. E eu costumo brincar dizendo que nesses dois assuntos eu sou irrefutável.

¶58É, não, não, não, não, não, não. Eh, nessas questões controvérsias filosóficas, claramente o Tochinho não é irrefutável e claramente no caso ali, ninguém é refutável, né, de certo modo, todo mundo é possível de refutabilidade a partir do momento que você articula um argumento ali que tem certas premissas, né, e conclusão. Ah, eu diria que é difícil ter algum argumento que não seja eh que é que não seja refutável, pelo menos em princípio, tá? Pelo menos alvo de um shift muriano, né, talvez, ou algo assim, né? Ah, um shift muriano ali, né?

¶59Enfim. Eh, mas enfim, eh, mas eu diria, no caso, que algumas teses filosóficas, algumas bem específicas, talvez, eh, sejam de fato irrefutáveis, tá? Mas não propriamente essa questão de argumentos contra a favor da existência de Deus e essas questões são mais controversas, tendo a concordar com o GR Hop ali, que a margem ali para pessoas discordarem, né, razoavelmente e negarem as premissas um do outro, né, de certo modo. Eu acho meio difícil ter um argumento definitivo, embora eu simpatize com algumas demonstrações e alguns argumentos de que mais dedutivo também, tá? Eh, embora eu simpatize com alguns argumentos de dessa linha, ainda assim eu prefiro argumentos mais eh probabilísticos, né, mais amplos, como os argumentos do próprio P Raper, né, que a gente tá fazendo leitura comentada aqui, inclusive, né, ah, dos argumentos ali da evidência decisiva, né, o argumento da evidência decisiva do do draper e o argumento dos priers decisivos, né, do do draper também, eu acho mais interessantes.

¶60Mas enfim, tendo em vista isso, ã, eu eu acho assim que se o Thiil ele quer de fato minar a crença dos religiosos, ele tem que começar a se engajar mais seriamente com filosofia analítica da religião, tá? Ah, caso contrário, ele vai ficar só falando para, enfim, pregando para convertido ou então, enfim, só convencendo pessoas retoricamente, mas não vai se engajar com as melhores versões do lado oposto, né, de certo modo. E se ele quer minar a religião dos outros, né, de certo modo, ele quer avançar pontos que minem a perspectiva religiosa dos outros, ah, então acha razoável ele se engajar pelo menos um pouquinho mais com algumas coisas filosóficas ali, né? Talvez não tanto assim, porque não é o alvo principal dele, né? O principal dele é bater em formas mais caricaturadas e mais populares, né, da concepção do teísmo cristão, né, digamos assim, né, do teismo tradicional, né, tal como geralmente acreditado pelas pelas pessoas, não, ser comum e coisa e tal.

¶61E geralmente para rebater um pouco essas visões mais vigorantes no seis comum, pelo menos a compreensão das pessoas vigorantes no seis comum, geralmente é não precisa de tanto assim de filosofia analítica da religião para poder bater nelas, né? Hã, então acho que esse é mais um foco do Thio, mas eu acho que se ele tem uma se ele busca ser intelectualmente honesto, se ele quer de fato se engajar com as melhores versões do outro lado, se ele quer tá preparado inclusive para bater em apologetas mais bem sofisticados, mais bem aprofundados na literatura relevante, como o próprio Gabriel aqui, né, que é um pouquinho mais aprofundado, mas eu não diria que é tanto, tá? Eu acho que ainda falta muita coisa, ele tá atrasado em algumas coisas, né, digamos aí. H, e ele é muito, ele se ele se escora muito no fugita, né, pelo que eu percebo, né, muita coisa que ele reproduz é coisa do fugita, de certo modo. Ah, só que às vezes de uma maneira até mais não tão bem alinhada quanto o fugita mesmo reproduz, né?

¶62Eh, então eu acho que ele tem que melhorar aí mais, né, nos pontos que ele tá trazendo. Mas enfim, vamos lá, vamos lá, vamos ver aqui. Aí eu fal, por quê? Eu vou ser refutado, se qualquer coisa aí, normal, mas não quer dizer que eu não possa ser corrigido. É uma coisa.

¶63Eu digo, quando Deus não existe e nem é, é porque para um Deus que normalmente é defendido como um ser pessoal, um ser que deseja se relacionar com o ser humano, alguém que se importa, que ouve orações, que realiza milagres, alguém que deseja que você esteja próximo a ele, alguém que é tratado como um pai dentro da própria Bíblia, né? Esse Deus que inclusive quer ser adorado e se não for adorado, ele fica chateado, quer dizer que tem problemas psicológicos aí no meio, tem um problema narcisista aí no meio dentro dessa figura criada pelo ser humano. Então você fala esse tipo de entidade, esse tipo de ser, não tô falando de um deus deísta, nada disso, tô falando desse ser que os teístas muitas vezes fecham. Essas características obrigatoriamente exigiriam que esse Deus fosse autoevidente. Então quando eu digo que um ser, >> eu não diria que é exigiria que ele fosse autoevidente, né?

¶64Eu de eu eu diria, né? E aí, trazendo a formulação pelo menos do Shellamberg, do cotamento divino, eu diria que no caso ele ele deveria, no caso, se ilustrar ah evidente para aqueles que o buscam sinceramente, né? Ah, enfim, aqueles que no caso não resistem a a um relacionamento pessoal com ele, ou seja, que não estão cultivando uma série de disposições, desejos ou qualquer coisa assim que favorece elas se distanciarem de locais aonde elas poderiam ser encontradas por evidências apropriadas da existência desse Deus, né? Ah, então sei lá, pessoas que no caso ali estão numa situação de não resistência seriam os excrentes, né? Seriam excrentes ali, né?

¶65envolvendo pelo menos alguns ex-creentes ali que ah se inseriram dentro de comunidades religiosas e não queriam perder a fé deles e ainda se se inseriram dentro de comunidades religiosas ah se sujeitando a uma série de restrições morais significativas, né? Eles se impuseram essas restrições morais significativas a eles. Eles, no caso, oraram, eles buscaram, no caso, ali conversar com Deus, enfim, buscaram ã ali estudar até mesmo apologética, coisa tal, e mesmo assim perderam a fé, né? Ah, pessoas, no caso ali que são convertidas para religiões não teístas, né? no caso giainismo, ah, hinduísmo, sangue é clássico, ah, budismo, né?

¶66Budismo ali de várias correntes, né? Mamaca, vigaiana ou outra vertente que seja, né? Hã, e que justamente se converteram ao estudar tantos os textos da religião, né, matriz deles, né, nesse caso, textos de religiões abraâmicas, né, tipicamente sendo o cristianismo e o islamismo ou até o judaísmo, né, de certo modo. Ah, e depois começaram a estudar eh textos de religiões de matriz oriental, né, de matriz oriental, ah, e acabaram se convencendo, né, pelos argumentos, pelos raciocínios e pelos pontos ali ilustrados nos textos religiosos. Ah, ou até mesmo se convencer através de o quê?

¶67de um âmbito de meditação ou qualquer coisa assim, né? Onde já tiveram alguma experiência com o vazio, né? Enfim, com ah com a com o vazio, né? Em termos de uma essência, né? Ah, uma essência imutável ou algo assim, né?

¶68Enfim, de uma natureza imutável ou algo assim, né? Ã, eles tiveram esse tipo de experiência, né? Pode ser vista como uma experiência religiosa ou qualquer coisa assim, acabaram se desconvertendo do teísmo tradicional para uma religião que não é não teísta, né? Não tem uma concepção de Deus do teismo tradicional. Ou então no caso pessoas ali que são buscadores sinceras, né, de longa vida, pessoas que no caso buscaram a vida inteira delas estudando vários textos de várias religiões, ah, vários argumentos filosóficos de várias perspectivas diferentes, né, não teístas e teístas também de certo modo.

¶69E elas acabaram chegando no caso ali na enfim, numa descrença na concepção teismo tradicional. Eh, ou então no caso ali de certo modo também os descrentes de tribos isoladas, né? No caso ali os piraãs ou enfim pessoas de outras tribos, né? Adversas, ah, principalmente de tribos de caçadores coletores do passado, né? Ah, de caçadores coletores do passado, cerca de ah, vários anos atrás, né?

¶70150.000 anos, eh, 1000 anos atrás ou qualquer coisa assim, né? Aproximadamente. Ã, enfim. Ah, e acabaram, no caso ali, enfim, em virtude dessa situação, não tendo como formar o conceito relevante de Deus, né, do texmo tradicional. e para e sequer tinham como adotar qualquer atitude tipicamente religiosa em relação a esse Deus.

¶71Ah, justamente porque não tinham, né, aliás, qualquer atitude proposicional com relação a essa proposição, né, de afirmar ela, né, e, portanto, acreditar nela, né, ou seja, acreditar que Deus existe e, portanto, ser capaz de se relacionar com esse Deus justamente em virtude disso, desse tipo de circunstância, esse tipo de coisa, né? Então, a gente tem esses exemplos aí mais claros de descrentes que podem se enquadrar como não resistência no argumento do Shellon. E no caso, em virtude, a gente não tem essa e eh essa evidência toda para essas pessoas específicas, né, para esse conjunto ou subconjunto de descrentes específicos que são descrentes não resistentes. Então, nesse caso ali, eh, isso é um problema. Isso é um problema no caso do putismo tradicional, tá?

¶72Ah, e eu acho que se o Thiil articulasse dessa maneira, o argumento dele seria muito melhor do que simplesmente ele se endossar com essa visão, ele essa visão de Deus teria que ser autoevidente, né? Ah, ou seja, em si mesmo autoevidente para todos, né? Para todos. Não, não importa quais que sejam, né? A pessoa que seja.

¶73Eu acho que aí fica até melhor se ele articulasse dessa outra maneira, né, de certo modo. ou então numa maneira que envolvesse a própria maneira como as ciências cognitivas da religião e da antropologia da religião contemporânea, né, elas retratam, no caso, ali a questão da nosso próprio aparato cognitivo, né, eh, que favorece, no caso e nos predispõe a formarmos crenças, no caso, em concepções de deuses limitados, né, ah, deuses, no caso, antropomórficos, ah, ou então em espíritos ancestrais, né, de certo modo, ah, ou até mesmo no animismo e coisas assim, né, eh, e não propriamente na formação, né, não nos predispõe a formar a crença numa concepção do monoteísmo tradicional, né, vinculado ao teismo tradicional, né, de certo modo. Então, acho que se ele articulasse de uma dessas duas maneiras, eu acho que eh o acutamento divino ali seria mais forte, né? Seja na articulação do Shellberg, seja nessa articulação que é a do Daniel Leford e do Diesel Megel, tá? É autoevidente, quer dizer que não poderia ter dúvida alguma a própria palavra autoevidência já significa isso, que ela não precisa ser provado.

¶74Por isso que eu comentei quando a gente fala de um debate, será que Deus existe? Deus já tá provando que não tem, né? A gente não precisa debater sobre a existência disso aqui do microfone, por exemplo. Não precisa. Tá aqui.

¶75E se eu duvidar, eu posso fazer testes e verificar se não é uma viagem da minha cabeça. >> É porque no caso a existência do microfone aqui na nossa frente, né, dessa desse computador na minha frente ou enfim ou enfim ou da da das minhas mãos, né, digamos assim, são alinhadas com crenças murianas, né, que a gente forma com base na experiência perceptual de senso comum, né? Essa experiência perceptual é o que favorece a nós estarmos não inferencialmente, ou seja, sim, um processo de raciocínio justificado e acreditar que existe um microfone aqui na minha frente, né, e que ele tem essas características que ele apresenta aqui na minha frente, que eu estou aqui na minha frente, que eu tenho duas mãos, que não estão, né, de certo modo numa ilusão ou qualquer coisa assim, né? Então são crenças murianas ou crenças de de sens comum, né, que a gente tem, né, e que forma ali sem uma a necessidade de um raciocínio, né, sem uma base um raciocínio, né, a crença de Deus, ela poderia ser alvo de uma de ela poderia até ser crença, né, pelo menos ali, ela poderia até ser alvo de ser considerada uma crença muriana se no caso ela fosse mais amplamente compartilhada e facilmente formada em seus repetitivos contextos adversos, né? Ou seja, se pessoas de comunidades adversas tivessem uma predisposição a formar a crença, né, eh, essa crença, né, basilar da existência desse Deus, com base nas experiências dela ou coisa assim, né, ah, mas não é o que a gente visualiza propriamente, né?

¶76E por isso que no caso a crença em Deus, né, no pelo menos na concepção do teísmo tradicional, não é uma crença que pode ser considerada apropriadamente básica, tá? apropriadamente básica, justamente em virtude desse aspecto, né, que desses aspectos que eu mencionei, né, eh, de que não é uma crença amplamente compartilhada, né, eh, quase universalmente ou universalmente compartilhada ou qualquer coisa similar a isso, tá? Eh, então esse é um ponto ali que conta contra, né, conta contra a conta contra a concepção, né, no caso ali de que a crença no te tradicional, né, foi no monoteismo tradicional é uma crença apropriadamente básica, contrariando novo implant, né, de certo modo, mas enfim, vamos lá, né? Agora, sobre Deus, não. Sobre Deus, você tem as maiores definições, sejam elas distintas na própria fé cristã, inclusive, né?

¶77O Gabriel é cristão, tem a sua vertente específica, certo? O Gabriel que você vai apresentar aqui para nós. E a gente sabe que dentro de alguns monitoramentos do cristianismo, deixa eu só ver o tempo aí, tá legal? Eh, nós temos mais de 50.000 denominações cristãs. Obviamente, se você for pegar as repetições aí, vai ter algumas milhares de denominações.

¶78É muita coisa. Isso tudo baseando-se num único livro. É, no caso ali o Fugit ele deu uma resposta com relação a isso, que é basicamente o seguinte, né, que ah, quando você vai analisar as discordâncias doutrinárias e e blá blá blá, né, os aspectos específicos de cada denominação, essa quantidade ela reduz drasticamente, né, porque na verdade há uma concordância ampla em certos aspectos nucleares, né, ah, principalmente algumas, vou ver o próprio crédito nisseno e blá blá blá, né, e coisas assim, né? Então, grande parte desse tipo de dessas divisões, digamos assim, dessas denominações adversas, elas podem ser reduzidas a uma gama menor. Mas sei lá, cara, ainda assim a, sei lá, se você tiver 10.000 ou se você tiver 1000 denominações distintas, né, de certo modo, ã, ou 1500 ou qualquer coisa assim, né, uma quantidade bem mais reduzida, ainda assim não melhora muita coisa, né?

¶79Ainda assim tem bastante discordância e outros aspectos ali ã adversos, né? E há sim algumas denominações que discordam em aspectos centrais doutrinários, tá? H, como o Sun mesmo comenta, né, de certo modo. Eh, e existem trechos, né, versículos bíblicos que a imagem para interpretações adversas, o que permite o surgimento de discordância até mesmo em aspectos doutrinários específicos, como unitarismo, trinitarianismo, ah, enfim, ah, eh, como no caso infernalismo, universalismo, aniquilacionismo e outras coisas mais, outras aspectosológicos ou até doutrinários alios, ah, que são vistos como nucleares em algumas denominações, né, de certo modo. Ahã.

¶80H, e a questão do abolicionismo sabático, enfim, ou outras visões, né, enfim, eh, tudo isso daí, né, tudo isso daí à margem, no caso, ali para para um certo nível de discordância ali, tem alguns aspectos um pouco mais centrais, né, que podem ser vistos como mais centrais ao cristianismo, né, ah, que no caso são problemáticos ainda assim pro pro cristão, né, de ter todas essas denominações, né, se Deus, no caso, ele queria se fazer mais claro, né, digamos assim, eh, aliás, se Deus de fato existe e ele quer, no caso, favorecer a salvação. ão de todos. Então, no caso, tem os aspectos doutrinários nucleares que Deus deveria ter sido mais claro com relação a isso, de modo a não permitindo umas, enfim, uma subdeterminação tão grande assim dos textos religiosos ao ponto de permitir a o surgimento de doutrinas adversas ou de perspectivas adversas >> que dizem que é guiado pelo Espírito Santo. Cara, então a própria Bíblia diz que o Espírito Santo guiaria em toda a verdade e não teria necessidade que alguém vos ensinasse alguma coisa. Só que as próprias pessoas que alegam serem guiadas pelo Espírito Santo, que alegam acreditar no mesmo Deus, que usam essa Bíblia, que dizem ser revelação da palavra de God, elas têm visões completamente diferentes em relação a coisas essenciais das doutrinas cristãs.

¶81Por exemplo, como é dada a salvação, se tem livre arbítro ou se é predestinação, se o batismo é para ser feito quando é criança ou quando você está amor, posso batizar por mortos? Os mórmons são parte da doutrina cristão, mas antes disso o apóstolo Paulo já falava que tinha gente que se batizava pelos mortos. Então não é coisa dos mórmons. Aí você tem aqueles que não quando você é adulto ou tem aqueles que tm um rebatismo e aí tem aqueles que acreditam que tem um dia específico para você santificar. Alguns vão dizer que é o domingo porque Jesus estuda no domingo, vamos dizer que é o sábado porque tá escrito que é uma aliança perpétua que é no sábado.

¶82E aí esse Deus seria no mínimo confuso. Ele não conseguiria trazer a evidência necessária. >> É esse problema aí que o To tá avançando é esse aqui, tá pessoal? É o que o Sun sempre aborda. É o que o Sanorda aqui.

¶83Ah, deixa eu pegar aqui o texto do Sune. O espito do Sun é melhor. Ah, aliás, vou pegar o o vídeo, né? Só subdeterminação da Bíblia. Isso.

¶84Subdeterminação aqui, ó. É, é esse, esse vídeo aqui o san aborda o problema da subdeterminação e as tentativas de solução ali do problema da subdeterminação da Bíblia, tá? porque ele faz uma divisão entre o problema da subdeterminação geral, que envolve qualquer teoria ou enfim qualquer eh qualquer perspectiva que envolvem o uso de linguagem, né, de certo modo ali vai envolver um aspecto de subdeterminação em termos gerais. Mas existe uma versão específica da subdeterminação, né, do problema da subdeterminação, que é só para quem acredita que a Bíblia é um livro, né, envolve um compilado de textos religiosos, né, ah, um canon religioso ali ou o conjunto de canons, etc., né, ou um ou mais canonos, etc., que são tomados como no caso sendo divinamente eh inspirados por Deus, né, de fato, né? Ou seja, que ilustra uma revelação genuína de um Deus verdadeiro, né, o Deus real, né, que quer se comunicar conosco através desses textos religiosos compilados e blá blá blá.

¶85Ah, então no caso para quem acredita nesse tipo de visão, né, no caso dos cristãos, ah, eles acabam com um problema ainda maior, que é o problema da subdeterminação da Bíblia, né? Ou seja, qual que é a interpretação que de fato se vincula com aquilo que Deus de fato quis nos transmitir em termos de mensagem, né? eh, em termos de doutrinas centrais ou de eh de perspectivas específicas, né, sobre seu teologia, enfim, sobre seu teorologia e blá blá blá, né? Eh, enfim, eh, sobreerologia, escatologia, blá blá blá, né? Enfim, eh, entre outras questões, né?

¶86Enfim, o que que Deus de fato revelou, blá blá blá e coisa e tal, né? Então, é esse tipo de coisa. Pera aí. Beleza. Bom, voltei aqui.

¶87Eu tava conversando aqui. Ã, mas enfim, vamos lá. Vamos lá resolvendo o negócio aqui rapidinho. Mas enfim, eh, para quem tiver interesse, né? Então, para quem acredita que de fato os textos religiosos, né, os textos presentes na Bíblia, né, o compilado de textos religiosos, né, dos evangelhos, blá blá blá, presente na Bíblia, né, presente na Bíblia, se eles de fato ah são divinamente, genuinamente inspirados religiosamente por esse Deus verdadeiro.

¶88Então, qual que no caso é a é justamente a interpretação adequada que reflete a isso que Deus quis nos revelar, né? Ah, e aí no caso é o problema da subdeterminação. E tem várias tentativas de resolver, né? tentativa de resolver com magistério católico, tentativa de resolver, no caso ali através do apelo à tradição histórica, né, de certo modo ali, né, ah, enfim, tem a tentativa de resolver através de demonstrações metafísicas e blá blá blá, né? E todas essas tentativas de resolução são sujeitas a problemas similares de subdeterminação e blá blá blá.

¶89Ou seja, elas são sujeitas também a serem subdeterminadas, né? Inclusive as demonstrações metafísicas, ah, onde elas são sujeitas a inclusive à refutação através de métodos, por exemplo, como desambiguação. Ah, desambiguação. Então, ah, de fato, no caso, nem mesmo demonstrações metafísicas são ausentes de subdeterminação e, portanto, não são uma solução adequada para o problema da subdeterminação dos textos religiosos, né? para estabelecer o que que de fato Deus quis nos revelar ou não, né?

¶90Se de fato há um Deus que se revelou através desses textos, né? Ou quis revelar alguma mensagem através desses textos. Então esse é um ponto ali que o Sankey avança. E quem tiver interesse, né? Tem o texto dele, no s ã subdeterminação, né?

¶91Aqui tem o blog dele para quem tiver interesse. Ah, tem um blog dele que eu vou mandar aqui, né? Ilustrando a subdeterminação doutrinária na prática, tá? Na prática. Deixa eu mandar aqui para vocês.

¶92Mandar aqui para vocês no chat. Quem tiver interesse, ó, vocês podem visualizar aí, tá? Vocês podem visualizar aí. E aqui, ó, aqui, ó, o sunk ele mostra na prática, tá? Na prática aqui, ó, trinetarianismo versus arianismo.

¶93Ele pega vários versículos ali que conseguem favorecer ele justificar tanto uma coisa quanto outra coisa, né? tanto o trinitarianismo ortodoxo, né, que é justamente a visão definida majoritariamente pelos cristãos, quanto o arianismo, eh, que é a regenção do tritarianismo, quanto o infernalismo, aniquilaismo e universalismo, tanto quanto no caso consciencialismo e o mortalismo, tanto no caso ali como calvinismo e armenianismo, enfim, tanto no caso ali o sabatismo, dominicalismo e abolicionismo sabático, né? Então é isso, né? É isso, né? Então é é interessante, né?

¶94É interessante ali a a maneira como no caso essa subdeterminação afeta os textos religiosos de modo a não permitir uma, enfim, uma interpretação uniforme, né, de certo modo, né? Ah, e tá um problema, tem um problema muito grande aí para quem acredita que esse texto genuinamente é divinamente é divinamente ah, genuinamente divinamente inspirado, né? Genuinamente aí, ah, aprender desenhando. Boa tarde. Gostaria de saber qual a razão pela qual o Tor pronuncia sempre godemão.

¶95É só para zoar, só para tirar a onda, pô. É só para tirar a onda. Ô Francesco, bora >> as pessoas não terem dificuldade, fal, não, realmente é essa daqui, essa parte correta, vamos seguir aqui, vamos viver em união numa boa. Não, até eles mesmos acabam se degladiando, acabam batendo entre si. E se for pegar católicos e protestantes, nós temos uma história aí de guerras, de assassinatos, de mortes sendo realizadas em nome de Deus.

¶96E nem tô colocando cristianismo contra islamismo, que também é outra vertente que é de Deus. Então, vamos pegar lá e vamos, né, mandar bala. Então, pode ver que a própria realidade prova que não tem esse Deus, não só o cristão, qualquer um. Aí dependendo dos argumentos que a gente >> é basicamente que ele tá avançando é uma espécie de argumento dos conflitos religiosos, né? Ah, agora, né?

¶97Já tá puxando, ele primeiro puxou no caso ali uma forma de, digamos assim, uma articulação ali mal pensada, né, de um argumento que poderia ser o ocultamento divino, né, de certo modo, mas infelizmente ele articulou de uma maneira que fosse que é muito ingênua, né, aquela ideia de que, ah, Deus só pode ser ah Deus só pode, no caso, ser evidenciado, né? Deus só existiria no caso se ele fosse autoevidente, né? De certo modo. Eh, a gente só poderia estar justificado em acreditar que Deus existe com base no fato da autoevidência dele, né? Ou seja, ah, numa base não inferencial de justificação, que é falso, né?

¶98Eh, a gente pode, no caso, ter inclusive justificação, tanto não inferencial quanto inferencial para certas coisas que a gente acredita que existe na realidade, né? De forma clara. Ah, então a gente pode ter uma justificação, né? A gente pode argumentar até sobre coisas que a gente que a gente acha muito triviais, né? Como por exemplo, sei lá, a gente pega um exemplo ali de um, sei lá, uma cadeira, né, uma cadeira gamer, a gente, pô, a gente vive argumentando, raciocinando, articulando inferências, né, inferindo coisas a partir de coisas ordinárias, né, enfim, que são autoevidentes aqui para nós, né, de certo modo, qu existência dessa cadeira aqui atrás de mim, na cadeira game.

¶99Então, da mesma forma, no caso, para coisas não tão trivialmente manifestas, né, digamos assim, como Deus, né, que ele seria o suposto ser transcendente, faz sentido, no caso que também a demonstrações ou evidenciações, né, digamos assim, ah, fossem possíveis serem articuladas em termos diferenciais também, né, de você articular uma cadeira de raciocínios em favor de você argumentar que, enfim, ah, a cadeira ela tem característica X, Y, Z e ela é boa, né? Essa cadeira aqui ela é melhor do que a outra marca por causa de X, Y, Z. Aí você articular argumentos, né, e raciocínios e inferências para tentar justificar por que essa cadeira aqui é melhor do que outras cadeiras gamers, né, ou vice-versa, porque outra cadeira gamer é melhor do que essa. Então, da mesma forma, a gente pode, no caso, articular argumentos para tentar não só ter tentar demonstrar a existência de Deus, né, no caso livre dos apologetas, né, tentar demonstrar a existência de Deus, como demonstrar que esse Deus ele tem características X, Y e Z, né? Ah, então não vejo porque que em princípio isso não seria plausível, né?

¶100Ah, mesmo que fosse possível você ter uma justificação não inferencial na na crença desse Deus, né? na crença acerca da existência desse deus, né, que é basicamente o que alguns autores, né, como planta, enfim, Willam Pston e o Richard Swimborn defendem de certo modo, né, mas principalmente o o Alfant, né, com a epistemologia reformada dele, né, que ele articula, né, com a ideia daquele senso divinitates, né, que a gente tem uma faculdade cognitiva adicional que permite a gente ter o senso do divino, né, a gente sentir a presença de Deus e, portanto, tá justificado com base nisso, ã, racionalmente, no caso ali, sem base em argumentação ou evidência que esse Deus existe, né, de certo modo, né, ou algo assim. Ah, mas enfim, como eu disse, isso é questionável justamente pelas razões que eu que eu listei primariamente, né, com o argumento lá da enfim, com o argumento do cotamento divino articulado na versão do Limford e do Jonel, né, de certo modo. OK, então vamos lá de trabalhar aqui. Não tem como você trazer a tona uma evidência que a gente fala: "Caraca, é Deus".

¶101A gente pode explicar por conhecimento científico, psicológico, whatever, quanto tempo eu tenho que apagar 10 segundos, beleza? entre outras questões, mas a gente não consegue chegar ao cerne da questão em si, mas depois a gente continua aí e valeu, obrigado. É nós. >> Eh, agora seis minutinhos, Gabriel manda bala, velho. >> Bom, eh, primeiramente e uma boa tarde.

¶102Obrigado pela oportunidade, Calv Santos pro e essa disponibilidade pra gente estar conversando aqui, fazendo um debate aqui. Agradeço ao CH por ter aceitado o debate sobre a existência de Deus também. Eh, >> que bom que a gente pode ter uma conversa aqui muito top. Eh, as duas pessoas aqui que estão na minha frente são realmente pessoas muito boas. Gostei de conhecer.

¶103E inclusive a gente pode até conversar depois individualmente, porque eu tenho um canal no Discord que eu converso com alguns discrentes. Também tem no WhatsApp também, mas tem no Discord e eu tento, né, pelo menos tento todo final de semana ou toda semana na verdade conversar sobre os assuntos que os discrentes eles têm e provalmente viram no meu perfil aqui no Discord. Então se quiser a gente pode conversar eu e você. >> Pô, talvez eu é que desse Discord, cara. Mas talvez eu entre nesses Discord aí para trocar uma ideia com ele.

¶104Talvez. Não sei. Já me falaram desse Discord aí. É porque eu detesto Discord, cara. Discord é um negócio que eu detesto.

¶105Eu não entro para nada quase. Eu tô no grupo do Fugita lá no Discord, mas eu não faz tempo que eu não entro, cara. Faz tempo que eu não entro no Discord. Enfim, tá abandonando nada lá meu Discord. O pessoal sabe que eu detesto o Discord, ah, por inúmeras razões.

¶106Mas enfim. Mas talvez eu entre aí em algum momento para discutir com eles lá, não sei. Ah, mas é isso. Bora. >> Você só assim numa boa conversar sobre alguns assuntos assim, acho que é uma conversa muito interessante, muito saudável para ser feito, né?

¶107Eh, bom, a minha abordagem é um pouco apologética clássica. >> Apologética clássica, normalmente você começa defendendo os argumentos para a existência de Deus no nível mais geral, filosófico. >> E depois você vai entrando no dado revelado e aí você vai, por exemplo, demonstrando a ressurreição de Cristo. E aí você tem várias abordagens da apologética. >> É um caso tipicamente tomado como de certo modo ali caso cumulativo, né?

¶108Você vai fazendo, você vai construindo o passo a passo do seu argumento até você chegar na conclusão final que você quer chegar, né? Nesse caso aí você começa com Deus mais filosófico, abstrato, né? H, e aí você vai construindo a ponte entre esse Deus filosóal abstrato com o Deus mais religioso, vinculado com a religião que você quer vindicar, né, justificar ou algo assim, né? Ah, então sei lá, se é o hinduísmo, o hindu vai tentar trazer alguns argumentos lá, talvez argumento dos milagres ou qualquer outro argumento que seja, né, em favor da visão dele. Ah, se for, no caso cristianismo, ele vai trazer argumento da ressurreição de Jesus na formulação dos fatos mínimos ou fatos máximos, né, ou algo assim, ou até a demonstração luliana, né, enfim, da ah da da via da equiparação, né, e enfim, e os argumentos de conveniência da encarnação de Cristo e blá blá blá, né?

¶109Então, e se for, sei lá, se for um judeu, vai tentar argumentar de uma outra maneira, se for um islâmico, vai tentar argumentar de outra maneira também. H, e assim por diante, né? Geralmente vai apelar mais para milagres, né? Geralmente ã o argument da ressurreição de Jesus envolve a ideia da ligação de milagre, né? De milagre, né?

¶110Obviamente. Então, todos esses argumentos em última instância vão tentar construir em grande parte, pelo menos. Ah, boa, aliás, boa parte desses argumentos vão tentar construir uma ponte entre uma coisa e outra através de apelo a milagre, né? De certo modo. Acho que só o do Lú que foge um pouco disso, né?

¶111Que já é uma demonstração, mas tenta ser apodítica, né? Acerca da trindade e também da encarnação de Cristo, né? etc. Mas enfim, a apologética clássica é uma dessas abordagens abordagens. E eu antes de começar a falar do Deus cristão, >> normalmente eu falo do Deus assim como você diz teísta, né?

¶112Um deus teísta, uma causa primeira não causada, eu sou, etc. Aí depois a gente vai avançando. Então eu monto um caso onde a gente primeiro demonstrar algo mais geral, esse deusmo clássico ou alguns teistas neoclássicos e depois eu posso avançar para >> teismo tradicional, né? Que abarca tanto clássico quanto neoclássico, né? tem umas diferenças de atributos ali, mas são diferenças assim que são sutis, né, digamos assim, né?

¶113Enfim, mas os dois são o Deus que é chamado do homem atributos, né? É o deus omni que a gente chama, né? >> Os próximos tópicos. E aqui é interessante porque você já comentou, já começou a comentar sobre uma possível objeção que seria da autoevidência, uma coisa muito interessante que eu queria discutir com você pegando vários clássicos de teologia clássica. Eh, eu tenho um argumento aqui, talvez a gente aborre depois esse argumento, mas eu tenho um argumento metafísico modal da escolástica, que é do Dan Scott, que seria da tríplice primazia, eh, do >> Opa, esse argumento aí ele é diferente, né, digamos assim, mas ainda assim bebe da mesma estrutura metafísica que a que de certo modo os argumentos escolos tipicamente se ancoram, né?

¶114E é por isso que é problemático, né? Enfim, você trazer um argumento que é muito metafísicamente carregado para discutir com ateu vai ser um problema, né? Principalmente o ateu, tipo, da linha do tochio vai ser um problema. Ah, e também de certo modo, se você pegar um atu bem preparado, né, versado em ateismo analítico, né, você também vai ter um perrengue ali para lidar com esse tipo de argumentação, para justificar sua posição, né, porque você nesse contexto dialético é o que vai inerir todo o ônus da prova, né, de no caso justificar inteiramente, né, e não dar margem para a rejeição de nenhuma premissa sequer, nem sequer através de argumento, né, ali de shift muriano, né, o que é o último recurso que o AT pode recorrer, um argumento estilo shift muriano, até porque no caso quando você considera demonstrações dedutivas, você atribui um nível de tendência para cada uma das proposições envolvidas as premissas do argumento que são conectadas através de uma regra diferença, né, o conjunto de regra diferença para chegar na conclusão irrelevante, né? E se no caso a outra pessoa com a qual você tá discutindo, ela trabalhência muito maior na rejeição da conclusão do seu argumento, ou seja, na negação da conclusão do seu argumento.

¶115Eh, e se no caso ela tem um conjunto de evidências ampar amparadas em termos de um conhecimento de fundo de várias disciplinas ou vários outros conhecimentos relevantes que talvez você não tenha ou que talvez no caso ah você até tenha, mas no caso ilustre que no caso isso tá muito mais contra você do que a favor de você, de certo modo, da sua visão e de mundo. Ah, então nesse caso aí, né? Ah, nesse caso aí, ah, enfim, em virtude dessa pessoa atribuir uma credência muito alta na negação da conclusão, né? Ah, e portanto uma credência baixa na veracidade das premissas do seu argumento. Ela tá autorizada epistemicamente a negar a conclusão do seu argumento e, portanto, está autorizada a inferir a falsidade da conjunção das premissas do seu argumento, né?

¶116E é assim que funciona o shift muriano, né, de certo modo. Ah, então aquilo que você tá mais confiante, né, em termos de conhecimento, né, aquilo que é menos abstrato, né, menos abstrato, menos, no caso, ah, apodítico, digamos assim, e que é mais certo, né, a a nós do que simplesmente, no caso, uma demonstração metafísica ali altamente controversa, né, que depende de um raciocínio altamente abstrato e da ideia de que a nossa capacidade de refletir sobre questões abstratas é é boa ou suficiente pra gente concluir certas coisas, não faloosamente, né, enfim, essa incerteza sobre as nossas faculdades cognitivas, serem tão confiáveis assim e serem tem um meio adequado da gente tomar conhecimento sobre a estrutura fundamental da realidade, é algo que talvez favoreça a negação do seu argumento metafísico, né? E por isso que eu acho que esse tipo de argumentação é terrível, tá? Terrível. Mas é o tipo de argumentação que o Fugita, enfim, o Aploeta, o Carlos e outras pessoas costumam gostar, né?

¶117Primeiro princípio, né? Então ele trata por três vias. Seria a causalidade eficiente, a causalidade final e a via da eminência. E aí eu poderia, acho que futuramente eu posso abordar um pouco sobre esse argumento, mas basicamente ele trata dessas três vias, depois ele junta, será que existe uma tal natureza que é responsável por essas três vias, né? Ele meio que junta essas três vias, a causa não causada eficiente, a causa primeira não causada eficiente, a causa final e última não causada e o mais perfeitíssimo de todos.

¶118Será que eles são a mesma natureza? Depois disso, ele conclui que sim. E aí ele demonstra os atributos eh do Deus do teismo clássico, desse Deus do teismo clássico. Mas a primeira coisa que eu queria comentar, que inclusive eu tenho algumas citações, será essa questão da autoevidência que você disse, que não precisaria ter debate, apologética, talvez nem fé por causa da autoevidência de Deus. >> E aí eu queria citar algumas horas.

¶119>> Eu tenho um argumento interessante que é do John Loftos. Eu eu não gosto muito do John Loftos porque ele é meio neoateu, né, digamos assim. Ele tem uma pegada neoateísta e coisa e tal, né, aquela coisa de uma militância mais jogada e coisa e tal, né? Ele foi ex-aluno do Craig, né, de certo modo, se desconverteu. Ah, e ele é de uma vibe meio anoateísta, meio de Richard Dawkins, umas paradas assim, sabe?

¶120Ele meio aquela coisa de, ah, eu sou fortemente contra a religião e blá blá blá e aquelas críticas mais de cunho social do que filosoficamente robustas e coisas e tal, mas ele tem um argumento interessante que é o argumento metapologético da sofisticação que eu acho eu acho esse argumento bacana. Eu acho esse argumento bacana. que é basicamente um argumento que ele articulou e que inclusive tá até no no canal do Contra Sofista, se vocês quiserem ver, deixa eu colocar aqui rapidinho, só para vocês verem que argumento é esse. Eu acho esse é um argumento muito interessante. Ã, vamos lá, vamos lá, vamos lá.

¶121Opa, lançaram um vídeo aqui. Ah, tá. Esse aqui é corte, é corte da live contra os sofistas. É o corte de live do Fugi. Tá falando sobre a conversão do J.

¶122Depois eu vejo, mas eu acho que eu eu cheguei a ver um pouco, né? Porque eu até comentei lá na live. Ah, mas enfim, vamos lá. Ã, aí ele tem um argumento aqui, problema da sofisticação apologética, né? Vamos lá.

¶123Eu acho interessante esse linha de argumento. O James Fer também concorda com esse tipo de linha de raciocínio, né, que tem uma espécie de problema metapologético de sofisticação ali nos argumentos que são avançados, né? Eh, então é uma coisa que não é tão boba assim, tá? e que o John Loftos ele articulou de forma primária ali. A meta apologética preocupa-se com questões apologéticas, especialmente em relação às quais o método apologético é o melhor para defender a fé cristã, se é que existe.

¶124Estou introduzindo um problema metapologético anteriormente ignorado para os apologistas cristãos responderem, se eles puderem responder. Constitui um problema sério que visa todo o empreendimento apologético. Por que é preciso tanto esforço e conhecimento sofisticado para defender a fé cristã? A probabilidade de que a Bíblia seja a palavra de Deus é inversamente proporcional à quantidade de trabalho que os apologistas cristãos precisam para defendê-la das objeções em contrário. Isto é, quanto mais trabalho sua defesa exigir, menor probabilidade da Bíblia ser a palavra de Deus e requer muito trabalho para supor que seja.

¶125Considero o grande número de apologistas, estudiosos e livros cristãos que foram publicados por autores como CS Lewis, Nan Geiser, William Lan Craig, Richard de Swin Bunny, Alvin Plantinga, Gia Berma, Pirevan Noagen, Michael Bra para citar alguns dos mais dignos de nota. Enquanto alguns desses autores lidam com os mesmos assuntos, a maior parte de seu material é exclusiva deles para defender ainda mais sua fé. Se adicionarmos seus livros, artigos publicados e referências citadas, teríamos toda uma biblioteca de obras em defesa da fé cristã. Isso é o que uma apologética abrangente requer. A questão importante, deixada sem resposta por eles, como sempre, é porque uma defesa requer tantos livros.

¶126Por que o cristianismo precisa de tal defesa? O fato de que é preciso muito trabalho para defender o cristianismo é um forte indicador, por si só, de que o Deus cristão não existe ou ele não se importa se acreditamos. Se Deus tivesse feito um trabalho melhor em revelar sua vontade, não haveria muita coisa para os defensores cristãos ou apologistas em compartilhar a mensagem do evangelho como os evangelistas. Mas como Deus da Bíblia era de fato incompetente, os apologistas cristãos são forçados a defender sua fé contra a multidão de objeções levantadas contra ela. É como se Deus desse aos defensores cristãos uma segurança de emprego permanente, enquanto esquecem que há destinos eternos em jogo.

¶127Pessoas que, em alguns relatos, sofrerão tormento consciente para sempre por causa disso. Ao lidar com o problema da falta de comunicação divina, os advogados de defesa cristãos buscam apenas que seu cliente divino seja absolvido, independentemente do custo intelectual ou moral. Em vez de enfrentar essa evidência que mostra que seu deus não é mais do que o produto de pessoas antigas que não tinham a menor ideia sobre assuntos civilizados, esses apologistas usam um legalista complicado para ofuscar e confundir o Juri. Normalmente eles dizem que não podemos saber o que um Deus unisiciente está pensando, então não temos o direito de julgá-lo. No entanto, mesmo se este for o caso, não muda nada.

¶128Milhões de pessoas morreram porque Deus não revelou corretamente a verdade. Os cristãos ainda dirão que simplesmente não sabemos se Deus fez alguma coisa para ajudar as pessoas que morreram. Mas este é justamente o meu ponto. Se Deus fez alguma coisa para ajudar essas pessoas, então quais são as evidências? Onde elas estão?

¶129Pense nisso. Não há nenhuma. Essa objeção é baseada na fé, não na evidência. A mesma coisa que as pessoas razoáveis devem rejeitar se quiserem saber honestamente a verdade. E se Deus realmente quer que acreditemos nele e que ele nos ama, essa é uma maneira estranha de fazer as coisas.

¶130Um Deus onisciente saberia que gerações posteriores de pessoas inteligentes o considerariam culpado de não fazer o que pessoas decentes fariam se pudessem. e como resultado descrer nele e em seu amor. Os melhores advogados de defesa cristão são liberais que admitem que há textos na Bíblia que em grande parte refletem uma perspectiva antiga em vez do rígido literalismo dos crentes conservadores. Na visão deles, a revelação de Deus é progressiva, tornando-se melhor à medida que os humanos buscam entender o divino. Em outras palavras, a teologia evolui.

¶131Os liberais não chegaram facilmente a essa conclusão. Ao longo dos séculos, eles chegaram a ela enquanto as realidades da vida e os resultados da ciência os obrigavam a aceitá-la. No entanto, essa visão é exatamente o que esperaríamos encontrar se não houvesse verdade em sua teologia. É o que esperaríamos se não houvesse mente divina por trás da Bíblia ou da Igreja. Se existe um Deus, então sua assim chamada revelação progressiva é indistinguível dele, não revelando absolutamente nada.

¶132E como tal, a revelação progressiva deve ser rejeitada como uma hipótese teológica desnecessária, indigna de pensar. Além disso, tal visão de fato prejudica sua teologia, pois leva ao relativismo teológico, já que não havia nenhum ponto na história da igreja em que qualquer teólogo pudesse dizer que uma teologia final e imutável havia sido alcançada. Ahim. A teologia de ontem foi verdadeira para os cristãos do passado, da mesma forma que a teologia atual é verdadeira para outros e a teologia de amanhã será verdadeira para outros. Então, não fale sobre uma verdade teológica imutável.

¶133Não fale sobre um padrão absoluto para a verdade teológica. Não existe, nunca tem, nunca terá. Os liberais, portanto, não podem declarar qualquer verdade teológica que seja verdadeira para todos os tempos. Tanto quanto eles podem saber, o resultado final da revelação poderia ser a morte de Deus, a conclusão de que não precisamos de Deus, o que o tornaria efetivamente morto. Até onde os liberais podem saber, o ateísmo pode ser o futuro de sua teologia.

¶134A única razão pela qual eles não aceitam o relativismo de sua teologia é que eles percebem a necessidade de acreditar. Eles estão jogando um jogo muito parecido com as pessoas do filme, A Vila, do diretor Emnight Shamal. Os liberais deveriam simplesmente parar de fingir. Se o Deus deles tivesse revelado a verdade desde o princípio, então esses cristãos usariam isso como prova de que ele existe. Mas como ele não o fez, eles introduziram.

¶135>> Imagine se no caso os ensinamentos bíblicos fossem tão superiores, moralmente falando assim, ah, a ponto no caso deles citarem mais certas passagens que são tipicamente interpretadas como moralmente abomináveis em cultos e coisas e tal, mas geralmente eles não citam essas passagens, né? Geralmente essas passagens ficam um pouco mais de lado ou então são citadas ali com tom mais amenizador, né? a pessoa tenta, tipo, ah, trazer um outro versículo distinto para poder amenizar aquele outro e coisas assim, sabe? Eh, enfim. Ah, mas se no caso fosse algo mais claramente moralmente elevado, né, eles citariam passagens, né, relacionadas ali a questões sobre questão de escravidão, né, condenação da escravidão.

¶136Eles prontamente diriam e colocariam isso pras pessoas, né, pros fiéis ali, a questão de Êxodo 21, né, se no caso fosse uma passagem explicitamente condenando escravidão, né, enfim, fosse uma passagem ali facilmente ah compreensível com uma condenação explícita, pô, estaria brandando a Bíblia para tudo quanto é lado como, enfim, alvo, né, como algo que contribuiu pra abolição de escravidão de forma muito mais clara, né, de forma muito mais clara e vigorante, né, mas não, geralmente isso fica um pouco para escanteio, fica mais pra questão de apologética de YouTube, apologética no caso ali de internet enfim, essas coisas, né? H, enfim, essa questão de você defender das críticas que os céticos avançam de certo modo. Pô, imagina se tivesse alguma condenação explícita da escravidão, né, de forma clara assim, categórica em algum momento, né? Ah, ou então se no caso houvesse uma declaração de Deus ah tolerando a escravidão, mas ainda assim condenando ela, ou seja, condenando, mas tolerando momentaneamente, né, contextualmente ali, ah, as pessoas daquela época, né, porque tinham corações duros ou coisa e tal, pô, os cristãos saem sairiam brandando isso e os os céticos não teriam muito o que argumentar, né? Então, isso é um problema, né?

¶137Isso é um problema. Ah, então é isso, entendeu? Então eu acho esse esse ponto aqui do John Loftos muito bom, cara, muito bom mesmo. Eu acho que o o Tochio e outras pessoas, né, do discurso debate público, né, deveriam trazer esse tipo de ponto mais vigorante, né, esse tipo de argumentação aqui, né? Eh, e o Loftons é um cara que, como eu falei, não tenho nem muita simpatia assim, não, tá?

¶138Ele é bem, ele tem umas atitudes meio duvidosas ali, digamos assim, ah, publicamente, né? Ah, mas ainda assim ele tem tipo de esse argumento aqui que ele articulou, eu acho muito bom. E o James Fer também assina embaixo nesse tipo de argumentação. >> Com o conceito de revelação progressiva que traz seu desejo de acreditar, não importando o custo intelectual. O que eles estão fazendo é justificar seu Deus depois dos fatos, em vez de perguntar diante dos fatos o que eles esperariam de seu Deus se ele amorosamente se comunicasse com os seres humanos.

¶139Para se ter uma ideia mais clara do problema criticado aqui, vejamos alguns dados sobre o livro publicado pela editora Wiyley Blackwell, que traz ensaios de diversos filósofos em defesa da existência de Deus. Esta é uma obra altamente técnica. Até mesmo leitores com doutorado podem ter dificuldade em acompanhar alguns dos materiais. O argumento de contingência temporal de Robert Midle tem 87 passos e é apresentado inteiramente em lógica simbólica. O capítulo de Craig Sinclair está cheio de diagramas que descrevem modelos cosmológicos complexos.

¶140Os capítulos de Colins e Magruz contém longas sequências de notação probabilística. O capítulo de Alexander Pres é repleto de lógica modal e simbólica. Se Deus realmente existe, quer que nós o conheçamos, então não esperamos que defender sua existência tenha muito trabalho. Que razão Deus teria para tornar as evidências de sua existência acessíveis apenas a acadêmicos profissionais? Se Deus realmente existisse, é inconcebível que ele tornasse sua existência tão difícil de provar que isso não poderia ser feito até o século XX e apenas por um punhado seleto de pessoas que alcançaram um nível de realização educacional que supera quase todo o mundo que já viveu.

¶141E certamente parece inconcebível que Deus puniria as pessoas com tormento eterno por entenderem erroneamente as implicações das mais recentes especulações cosmológicas, o por elas falharam em aplicar apropriadamente o raciocínio baesiano a dados históricos pouco conhecidos. O próprio fato de que este livro precisa cavar tão fundo para justificar seu argumento é de certo modo uma evidência contra a existência de Deus. Detalhes adicionais sobre esse conteúdo estão nos links. Meu >> interesse, né? O link tá aqui, OK?

¶142O texto completo tá aqui do John Loftus, OK? Do John Loftus. E é isso, né? Esse argumento específico do John Lops, eu acho, eu acho interessante, tá? Ah, eu acho interessante esse tipo de argumentação do Ltos.

¶143Mas enfim, vamos lá. obras, por exemplo, de tomquino, na suma teológica, na prima parte, na primeira parte, tratado de Deuno, questão 2, artigo 1, ou até suma contra os gentios, livro 1, primeira parte capítulo 11, onde ele justamente quando você pega os tratados de teologia clássica, tratados de filosofia que começa com teologia natural, eles abordam nessa questão. Eles justamente vão pegar, será que é possível demonstrar a existência de Deus? >> E aí dentro disso, antes de falar dos argumentos em Deus por si só, ele trata da questão da autoevidência. Será que Deus é autoevidente?

¶144Porque aí você tem aquela discussão de ansio de cantuário também que pelo pelo próprio conceito que você tem, você já deduz a existência de Deus e Tomás que não vai discordar disso. Tá lá na sua teológica, na sua contra os gentios, ele discordando os cristãos discordando entre si os argumentos, né? >> Uhum. >> E aí a questão é: será que Deus é auto evidente? E aí eu deixei algumas citações aqui, mas acho eu não vou ler, mas você pode ver também dan Scots e Dan Escotos, né?

¶145Eh, no livro na obra Ordinácio um, livro um, segundo distinção. E você tem até o Francisco Soares também abordando. Então, as principais tradições para mim, né? Os tomistas, os escutistas e os suaristas, né? Tom Jaquino, Dan Scotes e o Francisco Soares da escolástica, né?

¶146Ou uma escolástica mais tardia, né? como o Francisco Soares, mas basicamente ele disse que tem como uma coisa ser auto evidente em si mesmo per e autoevidente para nós. Então essa coisa ela pode de fato ser auto evidente em si mesmo e para nós ou ela simplesmente autoevidente em si mesmo, mas não necessariamente para nós. E ele vai falar qual que se encaixa Deus, né? Porque o que que é uma coisa ser autoevidente per em si mesmo?

¶147Quando o conceito do predicado está incluído, está incluso, está dentro do conceito do sujeito, né? Então é como se fosse uma verdade analítica, né? Se você pegar estilo cant e aí fala assim: "Eh, o todo é maior que a parte". Toda a marca parte é um conceito autoevidente. Por quê?

¶148Porque o predicado ele está dentro do do sujeito, o teu da marca parte. Ou outros exemplos também. O triângulo é um polígono, eh uma figura de três lados, por exemplo, né? De três ângulos. E ele fala assim: "São coisas que são autoevidentes em si mesma, mas para serem autoevidentes para nós, a gente precisa conhecer os termos, a gente precisa conhecer o conceito, por exemplo, o conceito eh de todo eh de parte.

¶149E aí seria autoevidente para nós." A questão é: será que Deus ele é autoevidente em si mesmo? Por quê? Quando você fala que ele é o sumo ser, ele é autoevidente, ele como se fosse o sol. Então o a o predicado, ele existe necessariamente ou a existência ou o ser estão inclusos no sujeito, que é o próprio Deus. Mas ele não seria autoevidente para nós, porque nós não podemos ter uma intuição direta da essência divina, uma intuição direta da própria essência divina.

¶150Então a gente não consegue eh demonstrar, a gente não consegue ter uma intuição direta da essência divina. E por isso que a gente precisa demonstrar a existência de Deus, porque por causa da >> alguns teistas analíticos contemporâneos vão discordar um pouco disso, tá? Pelo menos no aspecto de justificação não inferencial, tá? O Alvin Plug mesmo, ele articula uma epistemologia reformada, como eu havia dito, que favorece uma justificação, né, pelo menos fate, ou seja, a primeira vista, ã, que visa favorecer pelo menos uma justificação sem necessidade de um argumento ou uma evidência ou qualquer coisa assim, né? Então você tem você tem lá a, enfim, a a epistemologia reformada nele, né, com a o funcionalismo apropriado, né, a ideia de que no caso ali, ah, enfim, nós temos justificação, né, em certas crenças ah basilares, na nossa teia de crenças e que permite a gente inferir outras crenças a partir delas.

¶151a partir no caso de uma justificação direta, né? Ah, uma justificação direta ali, né, imediata, que não precisa de um raciocínio propriamente, né, um raciocínio elaborado, algo assim. E aí ele articula uma espécie de epistemologia, né, fundacionalista ali, ah, que é justamente externalista, né, e que estabelece os critérios, né, os elementos, né, eh, enfim, os os aspectos favorecedores de justificação das nossas crenças. Pode vir ponderé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara.

¶152Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Ozinho mandou R$ 5. Independente da existência de Deus, tem alguma religião ateísta ou teísta que você gosta, seja pela estética, festas, história, etc.

¶153E qual religião das que você conhece você mais concorda? >> Cara, eu vou dizer que assim, cara, gosto muito do eu ando gostando muito das coisas que eu tô entrando em contato de de religiões orientais, né? Então, budismo, jainismo, hinduísmo, né? Tanto o san quanto o san clássico quanto outras vertentes que são mais teístas, né? Ah, eu eu ando gostando das coisas que eu ando vendo, dessas religiões.

¶154Eu acho que tem bastante sofisticação intelectual e e uma história bem interessante de algumas delas, né? Então eu acho que eu diria que essas religiões assim mais de matriz oriental elas são mais interessantes para mim. Elas andam sendo mais interessantes assim do do que eu andei estudando, entendeu? E lendo sobre. Ah, acho elas mais legais do que simplesmente as religiões abraâmicas, né?

¶155Digamos assim, coisas muito mais muito mais legais do que religiões abrancas. Mas é isso, né? Então, então acho bem bem mais interessantes, né, do que enfim ah, do que religiões casas, digamos assim. Mas enfim, bora lá. H ah, já tava, ah, tava tá explicando epistemologia funcionalista apropriada do plant, né?

¶156Ah, então nesse caso aí os critérios que favorecem nós estamos justificados n certas crenças apropriadamente básicas, né, que a gente toma, que são crenças não inferencialmente justificadas, né, pelo menos não a princípio, eh, ali que são eh, eles is que são não inferencialmente judicados, é justamente o fato de nós temos uma série de faculdades cognitivas, né, que dado no caso o projeto de design delas, né, e aqui projeto de design não precisa ser interpretado exatamente como se houvesse Deus, né, designando essas faculdades cognitivas, né? Mas sim, em virtude de certos certos ah em virtude de um certo desenvolvimento ali e alinhamento com o processo evolutivo, né? essas faculdades cognitivas foram moldadas de maneira com que no caso elas favorecessem no caso a na medida em que funcionam de maneira apropriada, dado esse projeto de design, né, vinculado com os mecanismos da evolução, né, da crição natural, entre outros fatores, né, evolutivos que moldaram essas faculdades cognitivas, elas favorecem com que essas faculdades cognitivas, enquanto funcionando apropriadamente, permitem nós formarmos crenças ah apropriadamente básicas de forma ali ah a estarmos justificados na verdade delas, né, nessas crenças que nós formamos, né, basilares ali, né, de certo modo. E é claro, no caso, eh, o plante com base nisso vai defender que no caso ah, ele vai articular o argumento evolucionário contra o naturalismo, né, de certo modo, ah, que é o argumento famoso, né, que argumenta aqui no caso ah, a premissa um, né, trata no caso aqui, no caso, a confiabilidade das nossas faculdades cognitivas, né, ou seja, a, o fato das nossas faculdades cognitivas serem confiáveis dado do teismo é muito maior, né, a probabilidade da das nossas faculdades do cognitivas da adulte serem confiáveis é muito maior do que simplesmente a probabilidade das nossas faculdades cognitivas. serem confiáveis, dado o ateísmo, né, ou dado o naturalismo, mas especificamente, né, o naturalismo e a evolução, né, a conjunção do naturalismo e a evolução, né, ou seja, a conjunção do teo e a evolução favorece com que, no caso, nossas faculdades cognitivas sejam muito mais confiáveis do que simpmente a o as nossas faculdades cognitivas sendo confiáveis, dado o naturalismo e a evolução, né, a teoria da evolução, né?

¶157E aí no caso, né, a segunda premissa, no caso, advoga, no caso que a probabilidade no caso do teismo não é tão baixa, né, em comparação com do naturalismo, né? H eh, aação do te dado, no caso ali a a teoria da evolução não é tão baixa, né? da e e em comparação com a com o naturalismo da teoria da evolução. Logo, no caso ali através da aplicação do teorema, né, de bais, né, do cálculo de probabilidade baesiano, você chega na conclusão final, né, no caso ali, né, se a gente for sumarizar o argumento em si, você chega na conclusão no caso ali que o fato das nossas faculdades serem eh o teísmo no caso é visto como sendo mais provável, dado o fato de que nossas faculdades cognitivas são confiáveis, alinhado no caso ali com a a com a teoria da evolução, né, em detrimento no caso ali ah do ateísmo, né, dado, no caso a faculdade colativas sendo confiáveis em conjunto com a teoria da evolução, né, de certo modo, né, Então a probabilidade é muito maior, né? Muito maior ali na conclusão final do argumento, né?

¶158Eh, e aí você tem essa versão, no caso ali, essa mais ambiciosa, né? Ah, que trata sobre a confiabilidade da nossa faculdade cognitiva em termos mais gerais, né? Ah, em termos já gerais. E tem outra que é mais restrita à crenças metafísicas, né? Ao domínio metafísico, né?

¶159Uma versão dessa desse tipo de argumento evolucionário. Só que no caso tem vários problemas com esse argumento, né? Um deles é basicamente o que o OP aponta, né? eh, que é basicamente o seguinte, as nossas faculdades cognitivas justamente não são confiáveis, dado, no caso, questões metafísicas mais profundas, né? Se a gente for pegar a versão, inclusive mais modesta, né, mais modesta do argumento, que é mais plausível, ah, a gente visualiza, no caso que há uma discordância ampla entre filósofos, né, ah, teístas e ateas sobre questões metafísicas profundas e até entre os próprios teístas há questões de discordância envolvendo o domínio metafísico, ou seja, qual que é o modelo divino adequado, quais são os atributos de Deus, quais são no caso ali, ah, enfim, as distinções relevantes vinculadas com Deus, né?

¶160a gente pode ver os tomistas discordando dos ah dos escotistas, né, na questão da distinção formal. Você pode ver, no caso ali até mesmo entre outros modelos divinos, né, que não só o teismo clássico, né, dentro do próprio teismo clássico, a questão teismo neoclássico, né, que eles rejeitam a simplicidade divina absoluta, né, ah, ou até mesmo, enfim, rejeitam também, no caso ali a questão de que Deus ele ele não tem composição metafísica. Rejeitam no caso ali que Deus ele é, enfim, que ele é impassível, né, e coisa e tal. você tem essa discordância de modelo divino até mesmo entre os próprios teístas. Tem discordânciasológicas também, tem uns que são molinistas, tem outros que são tomistas, tem outros que são ah tem outros que são calvinistas, outros que são arminianos e assim por diante, né?

¶161Ah, tem outros que são universalistas, tem outros que são infernalistas, tem outros que são, ah, enfim, aniquilacionistas e esses tipo de coisa, né? Discordançasológicas e tudo mais, né? Ah, o que é complicado, né? O que é de fato complicado. Ah, mas enfim.

¶162Ah, é isso, né? Então o ele utiliza isso para ilustrar no caso ali que de fato a gente tá no cenário aonde no caso ali seria muito mais esperado, né, que as nossas faculdades contivas em virtud justamente não serem confiáveis sobre domínios metafísicos ser combinada justamente ser justamente ah esperada dado a conjunção entre o naturalismo e a evolução, tá? É basicamente isso. Ã, o Alice Souza, você se sente seguro no naturalismo? Sinto, sinto, sinto, sinto, sinto, sinto da limitação do nosso intelecto.

¶163E aí a gente demonstra a partir dos efeitos, que é uma demonstração cuia, né? Então, a partir dos efeitos, a gente chega a ter a causa justamente porque Deus não é autoevidente para nós nesse sentido. >> Boa. Bom, obrigado pela apresentação de ambos e obrigado pela presença novamente dos dois. E agora a gente vai partir aí para as rodadas de argumentação, né?

¶164>> Uhum. Então agora serão três rodadas nesse formato. Eh, vocês podem jogar aí Join P para ver quem >> Jo pode começar. >> Pode começar, >> Edson. Ah, então beleza.

¶165Eh, no caso, o Edson então vai ter 4 minutos para desenvolver o argumento, depois o Gabriel 3 minutos para responder e aí o Edson 2 minutos para pr para tréplica, né? Tréplica. Depois o Gabriel no mesmo esquema, a gente repete. Na verdade, acho que para ser justo, acho que seriam quatro rodadas, né? Porque senão o Edson vai ter mais tempo de fala, teoricamente dizendo, >> né?

¶166Ah, beleza. >> É, então, quatro rodadas. OK. Então, bora lá. 4 minutos para desenvolver um argumento aí, Edson.

¶167>> Show de bola. Eh, a gente pode ir depois tocando nesses assuntos. Vou trazer a pergunta porque é o momento de você responder, né? E aí a gente vai falando em cima. Agora só fica aquela questão, se for que a gente não tem intuição da essência divina, a gente não poderia ter essa intuição da essência divina.

¶168Se a gente não pode ter a intuição da essência divina, como que alguém pode falar sobre a essência divina? Como é que alguém pode julgar ou analisar quem é Deus e muito mais colocar as características sobre ele, n? ele vai dizer que no caso a gente consegue ter um ah, a gente tem um conhecimento acerca do que que Deus é, mas não de quem Deus é, né, propriamente. Aliás, nós consemos ter o conhecimento de de quem Deus é, mas não o que Deus é, né? É basicamente isso.

¶169Ah, então ele vai dizer basicamente isso, né? Ou seja, a gente consegue, no caso, chegar na conclusão de que Deus existe, né? Ah, que Deus existe e de quem Deus é, né? No caso ali vinculado a um modelo divino específico, né? Mas não, a gente não consegue ter uma intuição direta, né?

¶170um conhecimento direto da essência divina acerca do que que ele é em si mesmo, né, digamos assim. Ele vai dizer isso, né? Basicamente é isso que ele vai dizer. Ah, mas vamos lá. Eh, até antes de começar aqui, até para conseguir respeitar o tempo e dar um contexto para você, >> ele vai dizer que o meio pelo qual a gente sabe que Deus existe e quem Deus é, digamos assim, é através é através da de inferências, né, de meios inferenciais, né, seja dedutivos, indutivos ou abdutivos, né, mas especificamente dedutivos, né, na sua ocasião que ele tá indo uma abordagem mais clássica, eh, e de uma apologética apoditicista, né, que tenta chegar na conclusão de que é apoditicamente ah verdadeiro, né, que Deus existe, que Deus tem os atributos omni e blá blá e que ele que é o de tismo clássico e coisa e tal.

¶171Então ele vai nos dançar uma abordagem apoditicista, né, digamos assim, né, que tenta chegar a uma conclusão absolutamente certa de que Deus existe e de que Deus ah é vinculado com o modelo de mínimo particular, nesse caso, tío clássico, né? Então, >> lembrando que independente da via filosófica, né, e ainda que eu concedesse que as vias estivessem corretas, não estão, mas ainda que estivessem, independente de quais que você aborde, você não chegaria de maneira alguma a Deus. Nunca chega a Deus nenhum. >> É, só que ele não, ele não trouxe exatamente a cinco vias, né? Ele trouxe o que ele mencionou, né?

¶172Ele, na verdade, ele nem articulou o argumento ainda, né, em favor da existência de Deus. Ele vai articular depois. Ele só mencionou que ele vai trazer o argumento, né? Eu acho que nesse ponto aqui seria mais interessante o o Tchil ele perguntar exatamente qual o argumento que ele vai usar mais especificamente, né? Quais são as premissas e a conclusão para daí avaliar as premissas e a conclusão do argumento, entendeu?

¶173avaliar ali, poder fazer uma discussão sobre cada uma cada uma das premissas ou até fazer um movimento de timuriano, talvez, né, que é justamente você negar a conclusão, né, com base nas evidências que você tem de outras áreas relevantes, né, do background knowledge que você tem, o conhecimento de fundo relevante que você tem de várias disciplinas relevantes, né, de antropologia, de história, de psicologia, neurociência, ah, enfim, e outros conhecimentos que você tem, né, em termos de disciplinas ali de biologia, química, blá blá blá, né, cosmologia, você articular, né, com base nisso uma espécie de argumento de shift muriano, né, ali, ã, caso você não consiga minar uma das premícias ali de forma apropriada, né? Então você deixar um uma rota final ali como o shift muriano, né? De reserva, né? O shift muriano de reserva ali, se você não conseguir minar, especificamente cada uma das premissas, né? Você pelo menos ah favorece a rejeição razoável da conclusão e, portanto, tá autorizada a inferir a falsidade da conjunção das premissas do do outro, né?

¶174Do do Gabriel. >> Uma abordagem filosófica chega a Deus, ela vai chegar no máximo a um X metafísico genérico completamente abstrato. E aí a pessoa tem a tendência de pegar e jogar e falar: "Isso aqui é Deus". Mas ela não tem uma ponte, ela faz basicamente é um salto sem ponte onde não tem nenhuma evidência, nenhuma mostra, nenhuma demonstração. No caso que a primeira via, né, a primeira via do movimento, né, e do primeiro motor imóvel, ela de fato encorre no secor, tá?

¶175Mas seis no secor, né, segundo o Schmid e o LMD, né? H, o shmid pré-conversão, né, pré-reconversão, né, que era agnóstico. Ah, eles ilustram isso no capítulo dois do livro Exension Classic Proofs. Então, de fato, tem lacunas enormes, né, entre você chegar, no caso, numa num primeiro motor, ah, ali, que ele é imóvel num aspecto relevante que propencia com que ele seja capaz de executar, né, realizar uma determinada mudança, né, envolvendo um aspecto específico, né, ah, no aspecto relevante, ou seja, eh, e que, portanto, no caso, não precise ser plenamente atual em todos os aspectos, né? Hã, e portanto, plenamente imóvel, né, totalmente imovível, né, mais especificamente.

¶176H, então nesse caso aí tem vários no sectors, né, vários no sectors ali específicos, né? Ah, mas é isso, né? Mas vamos lá de que aquilo de fato é Deus. É um X metafis, pode ser qualquer coisa, pode ser coisa, não alguém. E poderia, se fosse alguém, poderiam ser mais pessoas, tá?

¶177Mas assim, voltando porque esse Deus deveria ser no caso preste chegar na ideia de um único motor imóvel, né, digamos assim. H, e não basicamente uma ideia de que existem motores eh que são imóveis em aspectos eh relevantes ali para propiciar o movimento naqueles aspectos relevantes pelos quais os motores, né, que são dependentes daquele motor ali naquela cadeia, né, específica, né, na cadeia essencialmente a drenagem específica, eles demandam, no caso, daquele tipo de movimento específico para ter aquela característica atualizada naquela cadeia específica, né? Mas ainda assim esses primeiros membros, né, esses primeiros motores nessa cadeia podem ser movidos em outros aspectos não relevantes para esse poder eh para esse poder causar o relevante, né, esse para essa capacidade de promover um movimento relevante, né, e atualizar os aspectos potenciais relevantes, né, nos membros dependentes, né, nessa cadeia específica. E aí pode ter uma regressão infinita de membros e em uma cadeia essencialmente ordenada, né? Você pode ter uma regressão infinita ali de membros, ã, dos quais aí você tem um primeiro membro em certas séries específicas, mas ainda assim esses primeiros membros nessas séries específicas, dos quais eles são os términos, ainda assim eles podem segredir infinitamente, né?

¶178Ah, em várias cadeias, né? Codependentes ali, coisa e tal, né? Codependentes umas à outras, né? Então você tem esse tipo de coisa. Hã, além do mais, esses motores, né, podem ser vistos com motores meramente mundanos, né, e não transcendentes.

¶179Mas ainda assim que você demonstrasse que tem que ter exatamente um motor ali. Ainda assim, esse motor ele pode ser plenamente mundano, né, mundano, né, ele não precisa ser plenamente naturalizado em todos os aspectos. E ainda assim, mesmo que você eh demonstrasse que no caso esse motor ele não é mundano, ele é transcendente, ainda assim faltaria você derivar características relevantemente divinas, a características divinas relevantes desse ah desse desse primeiro motor, né, digamos assim. Ainda faltaria isso. Então tem várias lacunas ali, né?

¶180O Schmid ele aponta mais lacunas ainda, né? São seis ou sete lacunas que ele que ele mostra, acho que são seis no argum da primeira via, né, do primeiro motor imóvel e no contexto de resposta ao mnab e o Michael the Vitel, né, etc. Bora. Hã, mas é isso. Evidente.

¶181É porque el falando de um Deus cristão. No final das contas, independente da filosofia que você aborde, você tá querendo defender o Deus cristão, certo? E ele não é uma causa distante. Então ele seria, como eu falei, pessoal é interessado em relacionamento, verdade, adoração, salvação. >> É só que no caso ali ele tá construindo o caso dele, né?

¶182Então a gente tem que ver exatamente como que ele vai conectar uma coisa com a outra, né? Ah, então antes de você objetar os pontos, seria interessante você exigir exatamente os argumentos, né? Primeiro o argumento demonstrando a existência de Deus, depois o argumento derivando os atributos divinos relevantes. Depois no caso o argumento lincando essa concepção de Deus, né, mais filosófica, né, e foi colado teismo tradicional com o Deus cristão, né, nesse caso, o Javé, o Yahé, né, digamos assim. Eh, então nesse caso aí eh você, sei lá, cara, eu acho que nesse estádio aí você teria, seria mais interessante você ou avançar um um argumento positivo em favor do seu ateísmo, né?

¶183eh, seja um cultamento divino, problema do mal, conflitos religiosos, blá blá blá, né? Ah, você enfatizar esses pontos que você já trouxe, né, esses argumentos em questão que você já trouxe, você detalhar um pouco mais eles, né, defender melhor eles ou pelo menos substanciar melhor eles, né, de certo modo. Ah, e aí depois, no caso, você avançar uma pelo menos uma um questionamento, né, você exigir que ele exponham o caso dele para daí depois você objetar os argumentos, porque se o cara não apresenta, não tem como você objetar uma coisa que o cara não apresentou ainda, né? O cara não apresentou o argumento, né? você vai ficar só chutando aí.

¶184Você chutou as três vias, né? Enfim, as vias do Aquino, mas ele não vai usar as vias do Aquino. Então, sei lá, cara. E tem lá em Romanos, no capítulo primeiro, que ele diz ali que tudo que é de Deus pode ser conhecido e manifestado eh pelos atributos da criação. E inclusive diz que as pessoas ficariam indesculpáveis ao dizer que não tem Deus nenhum.

¶185Então, Romanos capítulo primeiro já fala isso. Então, nós temos um Deus que ele quer ser conhecido. Ele sabe perfeitamente como cada mente funciona e ele possui poder ilimitado para se comunicar. Certo? A resposta comum é a pessoa falar o seguinte: se Deus ele se tornasse uma sua evidência existente demais, não sei se é o seu tipo de abordagem, tá?

¶186Eh, o pessoal falar: "Não, se ele é muito evidente, ele destruiria a liberdade do ser humano". Só que assim, o conhecimento e obediência são coisas bem diferentes, tá? Porque assim, eu posso saber que alguém existe, eu posso rejeitar essa pessoa, eu posso saber que, sei lá, o presidente existe, eu não preciso gostar dele. Então, saber que existe, não >> expr satanás ali, eu acho que é mais claro de todos, né? Satanás nunca sabia que Deus existia e ainda assim se revoltou contra ele, né?

¶187Ah, há alguns autores inclusive que advogam que isso é algo até doentil, né? Porque no caso se Satanás, ele ele tava, ele sabe, ele sabe que Deus existe. Ele sabe que Deus é todopoderoso, que ele é todo conhecedor, que ele é onibenevolente, que ele é tipo omnitudo e que ele não tem nenhuma chance sequer de vencer qualquer coisa, né? Qualquer luta ou qualquer batalha ou qualquer coisa contra Deus, ele não tem a menor chance de fazer de de coisa. O tipo de obstinação moral que ele tá se engajando é algo doentil, de tal modo que é é até questionável se ele poderia ser moralmente responsabilizável por estar nessa condição e não se ele merecesse algum tipo de tratamento, né, por parte de Deus, né, porque se você sabe que Deus existe um Deus, que ele é onipotente, onente, onipresente, onimevolente, que ele é governador, ele é controlador, providente de tudo, que você não tem nenhuma chance sequer de bater de frente com ele e você ainda assim loucamente quer desafiar a autoridade desse Deus, né?

¶188Loucamente você quer desafiar a autoridade desse Deus, você não deve estar muito bem na cabeça, né? Você não deve est muito bem na cabeça, né? Então, há alguns autores, né? Acho que o Rud Rouser ele argumentava mais ou menos nessa linha de que os agentes racionais, né, se eles, sejam eles angelicais ou humanos, o tipo de o tipo de contrariedade, né, ou o tipo de conflito que eles têm com relação a Deus é um conflito que ilustra que eles têm uma irracionalidade tão grande, né, um aspecto de comportamento tão irracional, mas tão irracional, que não é razoável Deus estabelecer uma punição eterna no inferno, né, no inferno eterno, não é, com com tormento consciente eterno no inferno. Eh, com base nesse tipo de consideração, né?

¶189é o que essas pessoas mereceriam ou esses seres angelicais caídos ou qualquer coisa assim, esses demônios mereceriam, é um tratamento, né? E é por isso, no caso, que Deus ele daria oportunidades distintas, no caso, para essas pessoas se recuperarem, né? Para essas pessoas, né? sejam no caso seres angelicais, caídos, demônios ou humanos, com que eles tivessem eh oportunidades adversas de, no caso, se reconciliar com Deus, né, de certo modo. E aí entra a justificação do universalismo, né, na visão dele, né, do Rather Wer pelo menos.

¶190Que é um é um teista cristão mais progressista, digamos assim, eh, e universalista. Aí pessoal, En vamos lá. Ah, não, Survi. O problema do mal para mim é bem sucedido, mas o problema é que ele apenas trata de um deus com atributos muito específicos, principalmente de benevolência. Não, exatamente.

¶191Ah, seres que são benevolentes, mas em um grau menor, também são afetados pelo pelo animal, tá? Só para deixar claro, ã, seres também limitados, né, que t muito poder, mas não todo poder, que tem muito conhecimento, mas não todo conhecimento, que tem muita bondade, mas não toda a bondade, tá? Eles também são afetados pelo problema no mal. Só deixar claro, o Edward Maiden e o Peter Hair, eles articulam pelo animal para outras concepções de Deus, inclusive quase teístas, né? O que eles chamam de quase teísmo também de certo modo.

¶192Ah, então é possível você estender o problema mal para outras concepções até de deuses mais reduzidos, mas ainda assim que apresenta uma característica de benevolência. Pelo menos >> pode vir pondé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia.

¶193Isso aí para mim não prova nada. >> E Marqu mandou R$ 3,40. Uma pergunta. No combate às facções criminosas, como comunidades anarquistas iriam enfrentar esse problema sem a força militar e estatal? Parece que legitimaria a existência da autoridade nesse caso?

¶194Ah, não, pera aí, eu já respondo. É rapidinho, pessoal. Enfim, desculpa aí, pessoal. Ah, tava vendo umas coisas aqui, tá rolando num grupo de filosofia e voltei. Mas enfim, vamos lá.

¶195Eh, deixa eu ver, deixa eu ver, deixa eu ver o pessoal aqui. Já respondo o Juan, né? Foi o Juan que mandou. Deixa eu ver. Ran.

¶196Rian Marques. Respondo. Você, Rian. O José tá falando aqui, você acha que o deísmo é mais defensivo do que o deísmo? Não.

¶197Eu acho que o deísmo ele é bem bem menos, ele é bem mal pré-especificado do que o do que o teismo, né? Do que o te nuclear, né? O coreismo que o Paul Draper se refere no livro dele, né? O ahã o Atens and Evil, né? 2025.

¶198Ã, mas enfim, bora lá. Eh, repetir aqui a pergunta do Rian Marques, né, para quem não pegou, né, para quem tá chegando agora ou algo assim. Ó, Ran perguntou o seguinte, né? Ele perguntou o seguinte, eh, uma pergunta. No combate às facções criminosas, como comunidades anarquistas iriam enfrentar um problema sem a força militar estatal?

¶199Primeiro, táticas de guerrilho, armamento distribuído por entre, no caso, toda a comunidade, né, como acontecia na questão de rojava e coisa e tal, né? Ah, e é claro, um senso forte de comunidade naquela região. Isso já vai favorecer, no caso, a questão do combate a organizações criminosas, tal como no caso outras organizações ou invasões estatais, né? Ah, então esse senso de comunidade forte, a questão da distribuição de armamento, né, ali na região, né, entre as pessoas da comunidade, né, ah, tudo isso vai contribuir, no caso, com que através da articulação de certas táticas de guerrilha, certas invasões, né, de facções criminosas sejam resistíveis, tal como no caso invasões de outros exércitos estrangeiros de países, né? Eh, historicamente, no caso, houve sim o sucesso no combate eh em certas invasões, né, de exércitos estrangeiros por parte de táticas de guerreir, né, de guerrilheiros ali, né?

¶200Então, houve um certo sucesso ali, né, em alguns exemplos históricos, né, o Hilmer, mesmo cita alguns no capítulo dois do livro, ah, do livro de 2012, né, dele, que é justamente o The Pro of Political Authority, né, The Proy, né, examination of the right to course and the duty to obey, né? Então, no capítulo dois, onde ele vai fazer uma defesa, né, da visão dele, né, ele menciona alguns exemplos históricos acerca disso, né, dentre eles, não só ah, envolvendo, no caso, alguns que tiveram uma certa ajuda de outros estados estrangeiros que tinham interesse no conflito, né, de certo modo, ah, mas alguns que não tiveram, né? Ah, então ele cita, por exemplo, a, ele cita o Afeganistão, né, que aí sim teve influência estrangeira envolvida, né, ajudando os guerrilheiros. Ah, o Vietn também que teve auxílio estrangeiro também ajudando os guerrilheiros, mas ele cita dois exemplos, né, alios, né, que é justamente o de, ah, esqueci agora qual que é o exemplo, mas cita dois exemplos específicos que não envolvem isso, né, nesse capítulo. Então, nesse caso aí, né, eh, acho que um desses veio a guerra de independência da Argélia, se eu me lembro, envolvendo a Argélia, né?

¶201Uma dessas envolvia na Argélia e o outro envolvia um outra uma outra região, né? Que agora fugiu o nome agora me fugiu agora de cabeça, né? na região, mas ele cita dois exemplos que não envolveu auxílio de estados estrangeiros e ainda assim os guerrilheiros, né, os favorecedores, né, os as pessoas que iriam independência daquela região conseguiram enfrentar aqueles exércitos, né, eh, grandes, né, ah, dentre eles um exército, acho que da França em uma das circunstâncias, ah, e um outro exército específico, né, acho que da Bretanha, né, em uma outra no outro conflito de guerrilheiros. E esses exércitos, né, de guerrileiros, esses guerriliros saíram na vitória mesmo sem auxílio de potências estrangeiras ah de fora, né, digamos assim. Eh, então ele cita alguns desses exemplos históricos, né?

¶202Eh, no capítulo dois, né? Quem tiver interesse é só dar uma olhada. Eh, então isso ilustra que há uma evidência histórica de sucesso de tática de guerreia para lidar não só com estados, mas é razoável de você pensar que também para lidar com facções criminosas seria efetivo da mesma maneira, principalmente quando os armamentos estão ah facilmente acessíveis para as pessoas da região que tem um senso de comunidade forte, né? Ah, então seria essa maneira, né? Teria outra maneira de lidar com esse tipo de ponto, né?

¶203Com esse tipo de questão. Então é isso, né? Então é isso, espero tenha respondido aí o Ria Marques. Hã, então nós temos evidência da efetividade desse tipo de tática, tá? De táticas de guerrilha para lidar com estados grandes e poderosos.

¶204O que a gente espera é que seja razoável também, que a gente consiga lidar com facções criminosas grandes e poderosas também dessa maneira, né, de certo modo, arbítrio de ninguém. Então não é uma desculpa para Deus não se manifestar de algum modo, tá? Outro problema também é que alguns podem falar que já deixou evidência suficiente, mas se fosse suficiente a gente não teria dúvidas sobre essa questão da existência de Deus. Então já não daria certo. Aí também nada é demonstrado como sendo de Deus sem você poder explicar de uma forma completamente eh cultural, humana, eh geográfica, inclusive para aquela existência de Deus.

¶205E a própria Bíblia também não mostra Deus como incapaz de se manifestar. Bem ao contrário, de Gênesis Apocalipse, ele procura se manifestar para as pessoas, não só em sonho, em visão, para não parecer uma alucinação de alguém. também tem isso, mas ele faz questão de se manifestar de maneira de várias formas, inclusive seja com coluna de fogo, seja com coluna de nuvem, seja caindo fogo do céu quando a pessoa pede, seja levando pessoas pro céu, seja curando enfermos, seja expulsando demônio, seja ressuscitando mortos, seja ele aparecendo para Moisés, seja ele falando diretamente com Moisés face a face, seja ele fazendo a glória inundar o templo, o templo e o pessoal não conseguir ficar lá. Tudo isso existe. E não adianta falar: "Ah, Deus é espírito, por isso não adianta ele se manifestar".

¶206Não, não dá, porque aí é negar todo o resto da Bíblia, né? Então minha pergunta é: se Deus quer que as pessoas o conheçam, sabe exatamente o que seria suficiente? E ele pode fornecer essa evidência sem retirar a liberdade? Por que que a sua existência permanece tão dependente, mais uma vez de várias controvérsias, de cultura, de geografia, de tradição religiosa, né? E mais diretamente, como é que o criador de todas as coisas consegue ser menos evidente do que aquilo que ele criou?

¶207>> Boa. >> É, hum, eu acho que esse ponto final aqui, eu acho que a resposta é fácil, né? Porque e aí eu acho que até o Gabriel vai mencionar isso, né? Eu não me lembro, acho que um trecho, não sei se agora, ele vai mencionar a questão da do pintor, né, eh, de uma certa pintura específica, né? Então você vai ter uma pintura específica, né, nesse caso, sei lá, Monalis, eu acho que ele vai usar esse exemplo, né, o o aqui o Gabriel, né, que é o Apologeto, ele vai usar esse exemplo, né, já, que é basicamente o exemplo da Monalisa, né?

¶208Ah, beleza. A gente sabe que a Monalisa é uma pintura e que tem um pintor que pintura a Monalisa, né, mas a gente só sabe que o pintor é, sei lá, o de Leonardo da 20 ou algo assim, né? eh, justamente por conta eh de certas cadeias de evidências adicionais, de certas inferências que a gente faz indutiva, abdutiva, certas evidências históricas que a gente tem da existência de Leonardo da Vin que de fato ele é autor que indicam de fato que ele é o autor n desse tipo de obra. Ah, mas a gente não tem uma visualização direta imediata acerca de que pelo fato de haver uma pintura ali da Monalisa, logo ela foi pintada por um pintor e que esse pintor é um pintor específico ali, né? Ah, que esse pintor, no caso, é um pintor específico nesse caso do Lon da 20, né?

¶209Então, a gente precisa de uma cadeia de raciocínios, de inferência adicional, né, de investigação adicional, né, empírica, pra gente determinar, né, enfim, chegar na conclusão de que de fato e essa pintura, né, e esse quadro é uma pintura e que de fato essa pintura tem um pintor específico e que esse pintor específico, sei lá, é o Leonardo da 20 ou algo assim, né? Então, ã, então nesse caso aí acho que esse ponto final não ficou legal. Mas agora os outros pontos que o o Toxu trouxe é interessante porque o K Parson ele traz isso na hora de reforçar os argumentos de alguns neoateus, né, como Dalkes e coisa e tal, né? Eh, tá inclusive traduzido aqui na pensar atual lista. Ele pega o trecho de, acho que primeiros Reis, acho que 45, não lembro agora, Primeiro Reis 45, na onde mostra aquele desafio, né?

¶210H, desafio que é feito aos profetas, aos profetas, né, os seguidores ali de Baal, eh, sobre, no caso ali aquela questão da tocha, né, ah, a questão do desafio, né, sobre qual seria o Deus verdadeiro, né, a questão da oferenda, né, e quem desse a oferenda de fato, né, ah, quem desse a oferenda de fato ali, né, ah, ah, e, e, e de fato quem tivesse essa resposta, né, adivinda ali, né, de algum sinal da divindade relevante, estaria com Deus verdadeiro. Portanto, no caso ali, eh, seria digno ali de ser aquele que vai exterminar os outros, né, digamos assim, eh, ao ter ilustrado que o Deus dele é o Deus verdadeiro, né, e os outros são os outros deuses são os deuses falsos, né, nesse caso dos profetas de Baal e blá blá blá, né? Ah, acho que foi primeiro Reis 15. Deixa eu ver aqui. Cate parsons.

¶211Neatismo. Cavesons. Deixa eu ver aqui se vai. Deixa eu ver aqui. Tem um texto do C Parson sobre reforço dos argumentos dos neus ateus, né?

¶212Ah, deixa eu colocar K Parson. Se eu colocar 15 parons vai aparecer rapidinho. Pars. K parts. Hum.

¶213Vamos lá. Crepuscir, né? Tem um texto aqui. Aqui, ó. Os argumentos dos neoateus, entre aspas, né?

¶214dos neateus podem ser fortalecidos. E aqui eles citam uma passagem de primeiro reis 45 se ou primeiro Reis 15, não lembro agora. Deixa eu ver. Ah, primeiro Reis, deixa eu ver. Reis.

¶215Reis aqui. Primeiro Reis, né? >> Aqui, ó. >> Capítulo 18. H aí aqui é primeiro Reis 18, desculpa, não é 15 não, ó.

¶216Aí ele diz o seguinte, ó. Mais uma vez vemos a ideia de de da prova fazendo trabalho pesado ao argumento de McGrath e precisamos observar que prova, entre aspas, se interpretada da maneira muito estrita, é um ônus muito grande para os métodos das ciências naturais suportárias. No entanto, se prova, entre aspas, significa um teste empírico decisivo, então se a escritura servir de guia, eh, um teste científico ou algo muito parecido, poderia de fato julgar a questão de Deus, né? Ó, Primeiro Reis, capítulo 18, fornece o exemplo tão bom de um experimento crucial quanto se poderia desejar. Ele desafiou os sacerdas, né, que é o profeta Elias, né, ah, desafiou os sacerdotes de Baal para uma competição.

¶217Eles eriam um altar para Baal e ele outro para Jeová, né, o Yahvé, né? Eh, os sacerdotes de Ba implorariam a seus para enviar fogo para consumir o seu sacrifício. E eles pediria a Jeová, né, o Yahé, hã, para fazer o mesmo. De acordo com a história, o fogo caiu no céu consumindo o sacrifício de Elias. Jeová foi vidicado como o verdadeiro Deus e Elias liderou o povo em um massacre comemorativo do sacerdote de Baal, né?

¶218Qualquer que seja a opinião de alguém sobre a historicidade desta narrativa, certamente mostra que, em princípio, pelo menos, poderia haver um teste empírico decisivo de afirmações religiosas. Se o fogo, em vez disso, tivesse consumido o sacrifício de Baal, isso teria sido uma forte confirmação da hipótese de Baal e uma forte desconfirmação da hipótese de Jeová, né, o de Yahvé. Mesmo que deixemos de lado cenários histriônicos, como a história de Primeiro Reis, capítulo 18, certamente parece que as descobertas da ciência podem fornecer a oferecer fortes evidências, confirmando revoltando hipóteses que postulam criadores ou designers. Por exemplo, se ao contrário do fato ah do fato o registro fósil não revelou nenhum exemplo inequívoco de fósseis de transição entre taxonos superiores, pássaros e répteis, digamos, isso realmente apoiaria uma hipótese postulando na criação fragmentada, ou seja, que ao longo do tempo geológico houve uma série de eventos de criação. Por outro lado, uma vez que há exemplos indiscutíveis de fósseis de transição entre taxos superiores Isaac, página 103 128, este fato conta fortemente contra qualquer hipótese de eventos de criações especiais e intermitentes.

¶219Ou seja, qualquer hipótese que rejeite explicações macroevolutivas envol atividade criativa direta ocasional de um criador ou projetista para explicar o surgimento de novos taxos superiores. Ah, será seriamente prejudicada pela presença de instâncias inegáveis de fósseis transicionais, tá? Então é aqui, ó. Eh, o primeiro de é o exemplo é de Primeiro Reis, capítulo 18, pessoal. Desculpem, sempre esqueço os versículos, tá?

¶220Não sou não sou bom de lembrar os versículos exatos, não, tá? Então, tenho minha memória para versículo bíblico é um pouco ruim. Ã, mas é isso, né? Mas enfim. Não, não.

¶221Eh, Felipe não é só pro paraas religiões abraâmicas, não, tá? Eh, é pro é pro judaísmo também, tá? Ah, porque você tá falando que é só para duas religiões, não? Eh, é pro judaísmo, ou seja, para as três maiores religiões abraâmicas, né? Se eu entendi bem.

¶222Ah, é que você falou, as duas maiores religiões, né? De fato, as duas maiores religiões é o islamismo e o e o cristianismo, de fato, né? Mas o judaísmo também se aplica, né? mesmo não sendo uma das maiores religiões, ah, é justamente pro islamismo, pro pro cristianismo, judaísmo e também por algumas vertentes do hinduísmo e também pro psiquismo, tá? Psiquismo também é afetado pela psiquismo também é afetado pelo problema do mal, tá?

¶223Para deixar claro. Ah, mas é isso. Agora, Gabriel, você tem 3 minutos aí para responder, cara. >> Uhum. Eh, a primeira a primeira pergunta, como podemos conhecer a essência divina?

¶224Justamente por pelos efeitos. Então, justamente por Deus não ser autoevidente para nós, mas ele é autoevidente em si, porque ele é o sumo ser. >> Eh, justamente por isso que a gente precisa demonstrar a posterior. Então, tem dois tipos de demonstração, >> tem mais, né? Mas dois tipos clássicos, que é demonstração propter quid e demonstração quia.

¶225Demonstração propter quig, propter quid é aquela que você parte da causa para já deduzir os efeitos, demonstrar os efeitos, mostrar os efeitos. demonstração cuia justamente que você parte dos efeitos para chegar no conhecimento da existência da causa. Seria assim, inclusive deixei alguns exemplos, mas acho que melhor eu não falar esses exemplos por como que a gente chega até Deus, o conceito de Deus, justamente a gente tendo um argumento cosmológico, um argumento cosmológico ser parte dos efeitos para >> examente você pode ter um argumento teológico, você pode ter um argumento também de certo modo ali, como que posso dizer? É, você pode ter um argumento teológico, você pode ter um argumento da contingência também, que não precisa ser necessariamente eh cosmológico, né? Ah, mas usualmente é cosmológico, né?

¶226Embora tem a versão também ontológica, né, que é aí já vai paraa via propóter quid, né, de certo modo que ele se referiu, mas é isso. Tem o telológico também, né, de certo modo, de forma mais clara, né? Ah, então vamos lá. E aí tem vários tipos de como que você pode chegar à essência divina. Você pode fazer, por exemplo, via analógica de Tomas Jaquina, então ou você pode fazer por uma via e negativa.

¶227Então, por exemplo, Deus é não temporal, então ele é temporal. E aí você consegue saber alguns atributos divinos. Não tem como a gente ter uma intuição como se fosse algo alto evidente, algo imediato, uma intuição, né? Por exemplo, na primeira operação do intelecto, não tem como você ter uma intuição direta da essência divina, porque na nossa condição não temos como conhecer naturalmente eh a própria essência, o conceito de Deus, assim, de modo alto evidente, justamente porque a gente tá limitado nesta vida. Agora, os santos, né, de acordo com a teologia católica que tem a visão biatífica, eles vêm Deus face a face.

¶228Aí a questão, eh, o Deus cristão, o Deus cristão, ah, inclusive o próprio Paulo em Romanos 1, ele começa dizendo que as coisas, eh, os atributos de Deus, né, aí vai falar alguns atributos de Deus, a sua existência são eh são conhecidas, claramente conhecidas a partir das coisas criadas. Você pega Salmos 19, né? Os céus eles proclamam a glória do Eterno, alguma coisa assim. E aqui a gente já começa a ver nascendo, né, um próprio argumento cosmológico no sentido assim, a existência de Deus e o seu poder, ele pode ser conhecido a partir das criaturas, a partir dos efeitos. Por quê?

¶229Porque os efeitos eles são mais evidentes para nós do que o conceito a essência divina. É justamente por isso que a gente teria que utilizar a demonstração cuia pelos efeitos até a causa. E aí a gente consegue saber alguma coisa de Deus, alguma coisa. Como que é possível? Aí Dans Scott e Tomas Jaquino, eles vão diferenciar na sua metafísica.

¶230Mas basicamente por isso que a gente poderia chegar até o conhecimento da existência de Deus. partindo pelas coisas que são mais evidentes, para coisa que é mais menos evidente para nós, para nós, né? Porque >> é aqui entra o ponto relevante, né, que eu queria levantar, é porque se você parte desse meio, né, das coisas que são mais evidentes aos sentidos, para chegar aquilo que é menos evidente aos sentidos, então o os princípios que você vai utilizar para poder chegar nessa conclusão vão ser justificados também com base aquilo que é mais evidente aos nossos sentidos. Nesse caso, um princípio causal, né, de causalidade eficiente, né, eh, de causalidade final, né, uma noção de causalidade final, vai ter vínculo com aquilo que a gente observa na no âmbito terreno e ele vai ser justificado e tomado como base pra gente raciocinar e chegar nessa causa primeira, né, nessa suposta causa primeira, através do âmbito daquilo que a gente observa cotidianamente, certo? Só que se houverem problemas com esse raciocínio justificador do princípio causal relevante, então no caso você vai sendo impedido e barrado de chegar nessa conclusão da causa primeira justamente nessas nessas bases em questão, tá?

¶231Ah, e aí que entra, no caso, objeções em termos de justificação dos princípios causais, né, nesse caso aí o princípio da causalidade eficiente, né, eh, e também a noção de causalidade final também que a gente visualiza mais presentemente aqui no âmbito do mundano, né, eh, de causas finais, né, seja interpretado no caso como consciências deliberativas, projetando coisas, né, nesse caso, a nossa consciência, né, seres que são agentes de fato, né, agentes de fato que tem consciência deliberativa e que projeta certas coisas, né, como nós, né, somos projet projetistas de várias coisas, vários artefatos ou coisas assim, seja no caso ali, ã, seja no caso casualidade final compreendida como, ah, sei lá, algo que favorece, no caso, a produção de um efeito específico, né, em direção a um determinado termino a ali específico, né, ou seja, ah, algo que produz um certo efeito ao invés de outro, né, em termos ali do do término, né, ou que seja, ah, produza, não quer, um efeito ali que vai se alinhar com um certo término específico, né, é um certo término específico, algo assim, né, ou outras concepções similares, né, ah, ou alguma coisa que favorece a produção de um efeito que é bom em algum sentido ah importante, né? Nesse caso, no sentido ontológico meramente, né? Não não no sentido necessariamente axiológico, né? Que é conversível ao âmbito axiológico, né? Avaliativo, valorativo, etc., né?

¶232Que seja bom no sentido valorativo, né? Ah, então ã envolve mais o aspecto de funcionalidade própria de alguma coisa, né? Dado a sua natureza apropriada, né? Dado a sua natureza própria, coisa e tal, né? Ah, mas é isso, né?

¶233Então, se há algum problema para justificar esse princípio, então esse princípio não pode ser utilizado como base em um argumento para poder analisar pro todo. E há razões principiadas pra gente duvidar da aplicação do princípio causal universal, tá? Ah, princípio causal eficiente universal, tá? E por consequência também o princípio causal ah envolvendo causalidade final no sentido pelo menos de consciência deliberativa, né? De consciência deliberativa pelo menos, né?

¶234Pelo menos nesse sentido, ah, que é basicamente o seguinte, a objeção em termos do neorcelanalismo, né? ah, da abordagem ne russeliana, por exemplo, a defendida por filósofos da física e físicos, né, que é justamente o Daniel de Limford, tá? Então, segundo Limford, há características relevantemente distinguidoras no âmbito subatômico, microfísico ou até mesmo no âmbito pré-expansionário, né, ali, envolvendo o âmbito da física fundamental, né, de certo modo, que versa sobre o estado pré-expansionário, né, e que os matemáticos, aliás, os físicos, né, ah, que trabalham com física fundamental ali, versam, né, sobre esses âmbitos em termos do tipos de explicações apropriadas desses domínios, ah, em virtude justamente de todos os aspectos relevantes que se vigoram no nosso universo atualmente, né, pós expansão, pós expansionário, como no caso as leis da física vigentes e a situação vigente, né, no caso ali a pós-expansionária. Ah, as condições do período pré-expansional são relevantemente desanálogas e distintas das condições presentes no âmbito pós-expansionário, de tal modo que, no caso, os princípios que a gente utiliza para raciocinar aqui nesse domínio físico específico que a gente se encontra não sejam adequadamente aplicáveis para aquele domínio do pré-expansionário, né? Ah, isso favorece o quê?

¶235a justificação da ideia de que o princípio causal eficiente, ele se aplica no âmbito intratemporal e no caso intramundano, né, digamos assim, e não no âmbito extramundano, né, vinculado com a o nosso mundo atual, né, ah, aliás, o nosso universo, né, ah, o nosso universo atual pós expansão, né, ah, em virtude de haverem características relevantemente naas pro espaço relevante pelos quais você quer generalizar o princípio causal, isso favorece com que esse princípio causal que você quer universalizar, ele seja inaplicável adequadamente para aquele aquele período, né, para aquele período ou até mesmo pro âmbito subatão microfísico, talvez, né? Ah, isso favorece o quê? Com que seja impedido de você raciocinar através de argumentos cosmológicos, né? Articulação de se articular argumentos cosmológicos visem chegar na conclusão de que há uma causa primeira justamente nessas bases. Seja uma causa sustentadora, né?

¶236Ah, eficiente, né? Seja uma causa origenadora eficiente, né? Então é isso. Ah, então o Daniel de Lenford, ele discorre um pouco mais da justificação do neorocionalismo, né? Essa ideia de que a causalidade ela está ausente do âmbito da física fundamental, né?

¶237Eh, e que, portanto, é inadequado você apelar paraa causalidade para chegar na conclusão de que existe uma primeira causa, né, eh, do universo, eh, justamente no artigo dele publicado na Europa Journal for F of Science, né, que é um artigo de 2025, tá? Ah, então nesse caso aí qualquer argumento cosmológico é barrado nessas bases. Opa, salve. O matéria escura está aqui conosco. Salve, Hércules.

¶238Ó o Hércules aí. Um salve galera. Mas luu existe, hein? Aí sim, pô. Ã, mas vamos lá.

¶239Para quem tiver interesse, ó, eu vou traduzir esse texto, tá, pessoal? H, ó, without microphysical causation. Without microphysical causation, tá? Ah, not just anything can begin to exist, just anywhere, né? Sem causação microfísica.

¶240Não, qualquer coisa pode começar a existir em qualquer lugar, né? Ah, onde o Linford ele justifica esse ponto, né? negando o princípio, o princípio causal ali. E, portanto, no caso ali o princípio Hobs Edwards Prier, né, que foi definido por esses três filósofos, né, o Thomas Hobbs, o Arthur Priyer e no caso o Jonathan Edwards, né, que inclusive é um teólogo, né, vinculado ali muito com a galera do do calvinismo, né, tipicamente, né, eles citam muito o Jonathan Eders e ele ilustra no caso que a rejeição do princípio ah desse princípio é possível de ser realizada e ainda assim fornecer uma explicação do porque que coisas não começam a pipocar a existir em momentos distintos, ah, enfim, quantidades distintas, em locais distintos. arbitrariamente, né?

¶241Então há razões, né? Há explicações restringidoras relevantes, né? Ah, em termos, no caso, explicações em termos de restrições lógicas, ah, de restrições lógicas, matemáticas, etc., né? Que favorecem, no caso ali, né? Ah, leis, né?

¶242Que favorecem, no caso, uma restrição do que pode vir a existir ou não, mesmo se o princípio causal universal for falso, tá? Ah, então nesse caso aí o princípio do Hops, Edwards Prier, né? Eh, é minado pelo Daniel Limford aqui neste artigo, tá? Então, só deixando claro aqui que isso favorece uma minagem de vários argumentos cosmológicos em favor da existência de Deus, seja de sustentação ou de originação, tá? Ah, então é isso.

¶243Então, bora lá. Bora voltar aqui pro pro vídeo. É como se Deus ele fosse o sol, só que nós fomos fôssemos o morcego. Isso seria o exemplo que eles dão na escolástica, né? E bom, o Deus cristão, justamente eu tô tentando montar um caso que antes da gente chegar ao Deus cristão, a gente já pressupõe algumas coisas.

¶244Por exemplo, a gente poderia falar do teismo clássico. Aí já pressupõe uma uma causa primeira não causada com certos atributos antes de chegar no Deus cristão. Então eu dem demonstraria primeiro eh esse Deus do teísmo antes de chegar no Deus cristão. >> Deu, cara. Dois minutinhos, Edson.

¶245Bora. >> 2 minutos. Beleza. Show de bola. Quando você pega e fala assim, para conhecer alguma coisa de Deus, é interessante.

¶246Se você for pegar e falar desse jeito que a gente poderia deduzir que algo que a gente não sabe explicar. A gente poderia dizer que seria Deus, porque qualquer coisa que você pega do observável e você vai pegar, igual eu até falei de comandoos capítulo um que você falou, falou: "Não possível, cara, você tem que pedir o cara para mostrar, né? Vamos pôr a demonstração, velho. Porque ele diz que ele consegue demonstrar. Então, nesse caso, você tem que exigir o cara que demonstre.

¶247Ele não demonstrou até agora. Ele só ficou falando: "Ah, não, mas na escolástica é assim que a gente argumenta." Ele só tá explicando como que tipicamente os escolásticos argumentam. Mas ele não tá expondo o argumento em si, né? Ele vai expor daqui a pouco. Mas se eu tivesse no seu lugar, eu exigiria ele mostrar a demonstração, né?

¶248Ele ele ilustrar a demonstração de forma clara ali para poder minar os argumentos e as premissas, né? E, portanto, as premissas do argumento, né? e focar em uma premissa e minar essa premissa específica, né? Nesse caso, uma das premissas mais, a meu ver, mais assim mais diretas assim que eu acho que ele não teria como justificar adequadamente, é justamente a premissa da do princípio da causalidade, que é o que demanda os argumentos cosmológicos, tá? Argumentos cosmológicos, qualqueres que sejam esses, seja o argumento do escoto, seja o argumento do Aquino, seja o argumento de do que que for, depende desse princípio causal ser verdadeiro, tá?

¶249E do, portanto, do princípio do Hobs Edwards Prior, né, principle ser correto, tá? Então, se você mina esse princípio, já era. Argumento, vai tudo pro saco. >> Como 19, o universo ele não testemunha que tem um Deus. O universo é evidência do próprio universo, entende?

¶250A natureza é evidente, evidência da natureza. Ela não evidencia Deus nenhum, nem um criador, até porque não tem um criador, não tem alguém que fez as coisas. Tanto é que a própria ciência estuda isso continuamente, fazendo a sua regressão, fazendo um monte de coisa para compreender as coisas e adivinha, não tem Deus nenhum em lugar nenhum, tá? Não existe isso daí. Aliás, em todas as equações criadas, a gente, por acaso, não tem Deus ali.

¶251Se você colocasse Deus na equação, não ia mudar nada. É, é mais ou menos par >> mais ou menos. Eh, existe no caso o argumento do J fino que fala sobre a questão do de certas constantes físicas, né, como a própria constante cosmológica, né, que ela possui, né, ela, ela possui um determinado valor específico estabelecido, né, que determina a taxa de expansão do universo, né, de um período póspansionário específico, né, e que é acho que é calculado ali 10 elevado men- 120, né, ou 10 elevado a 120, alguma coisa assim, ah, que o Luke Barns e outros calculam, né, estabelecem ali, eh, e que no caso se uma variação pequena nessa constante, né, nessa constante ali como a constante cosmológica ocorresse no caso simplesmente no caso não haveria tempo suficiente para qualquer estrutura complexa, né, de vida complexa ali pudesse se formar ou então no caso ali o universo se colapsaria ali de um certo modo, né, se no caso fosse mais rápido ou mais lento ali ou não teria tempo suficiente para se formar essas estruturas complexas ou então no caso, ah, o universo se colapsaria ou algo assim e não permitiria formar nenhuma forma de vida interessante, né, ou qualquer coisa assim, né, nenhuma forma de vida ali, de fato genuinamente, né, ou algo assim. Eh, então eles têm esse tipo de argumento, né, que estabelece que existe uma espécie de alcance permissor de vida, né, que é um alcance estreito em comparação com os alcances possíveis, né, envolvendo os parâmetros, eh, esses parâmetros livres, né, e essas constantes, né, acerca de parâmetros livres, dos quais, no caso, só o fato delas terem estarem justamente nesse alcance estreito permissor de vida, sendo que, no caso, o alcance eh permitido pela teoria é muito mais amplo. Ah, ilustra no caso ali que a alguma explicação é demandada para esse tipo de ajuste, né, desse ajuste fino, né?

¶252Ah, eí você tem esse tipo de argumento que é um argumento que geralmente é utilizado para se advogar por uma hipótese específica de seletor, né, dessas constantes, né? Eh, uma dessas hipóteses de seletores, né, é justamente o teísmo, né? Então, o teismo é uma hipótese de seleção dessas constantes, né, eh, que é avançada ali por proponentes do ajuste divino, né? Eh, só que é óbvio, tem várias objeções com relação a isso, né? Primeiramente, o fato das constantes, né, envolverem parâmetros livres que estão finamente ajustadas, né, e que só através desse ajuste fino dessas constantes a gente e à luz dessa teoria é permitido a gente observar o fenômeno relevante que a gente observa na realidade.

¶253Isso pode ser justamente uma característica da própria teoria, sendo gerado por hipóteses físicas auxiliares, né, ou teorias físicas de fundo auxiliares que estão favorecendo a geração dessa previsão, aliás, dessa dessa observação, né, ah, e portanto da demanda desse ajuste fino, né, a demanda desse ajuste fino. Portanto, no caso, a possibilidade de obter esse fenômeno observado à luz desse dessa hipótese auxiliar ou o enfim, essa hipótese auxiliar física, né, vinculada com essa teoria física vigente, né? Eh, e isso tipicamente, né, teorias finalmente ajustadas, como Daniel Limford mesmo argumenta, né, especialmente no contexto de debate contra o Felipe Goff, elas tipicamente sinalizam, né, sinalizam que há um vício na teoria. há um vício na teoria ou pelo menos um conjunto de podes auxiliares vinculados com essa teoria e que provavelmente essa teoria ela vai ser substituída futuramente por uma melhora e que elimina ou reduz esse ajuste fino, seja tornando esses parâmetros não livres, né? Não livres, seja no caso favorecendo com que o ajuste fino diminua, ou seja, a a o aspecto de de estar finalmente ajustado se reduza ou ou seja, o alcance permissor, né, permissor de vida ali se amplie, né, nesse caso aí.

¶254Eh, então, eh, isso geralmente, no caso é um ví como um vício teórico da teoria que provavelmente será substituída futuramente por uma uma teoria física melhor, né? Uma teoria física melhor, né? É basicamente isso que o Linford argumenta contra o Philip Goff, né, de certo modo. Ah, então ainda assim existem esses tipo de argumentos, né, que tem uma uma vibe científica para tentar justificar a existência de Deus, né, ainda assim, mas tem vários problemas, né, esse é só um problema que eu apontei, né? Eu tenho outros problemas ali.

¶255Ah, dentre eles, no caso, existe alguns artigos aí de alguns astrofísicos, como Fredsy Adams, e também no caso ali o Victor Stanger, né, que eles através de certas simulações que eles rodaram, eles visualizaram, no caso, que essas e esse alcance permissor de vida talvez não é é visto como sendo tão estreito assim, né? Porque no caso de acordo com essas simulações que eles rodaram, né? Ah, e aí eu não tenho, como eu não sou físico, eu não vou ter como entrar nos detalhes sobre isso, né? Mas eles rodaram esses modelos, né, essas simulações. E de acordo com essas simulações, no caso, eles conseguiram identificar que há um alcance ainda maior pelos quais, no caso, favoreceu a permissão do da geração de vida de acordo com essas modelagens que eles fizeram, né, essas simulações que eles fizeram, né?

¶256Ainda assim foi permitido, né, foi ilustrado a visualização de certos fenômenos observáveis, né, específicos, se obtendo, né, eh, ali envolvendo a vida ou algo assim à luz dessas simulações, né? Então, isso parece ilustrar que talvez esse ajuste fino não seja tão fino assim. né? Então ess pontos que inclusive o Simon Frederick, né, no artigo Fine Tuning da Stanford S philosophy, ele chega a comentar tanto sobre o Victor Stanger quanto sobre o Freds e Adams, né? Então você tem essas objeções aí que você pode avançar.

¶257Ah, tem outras objeções mais, né? Tem objeções de psicologia divina, né? Que o Nathan Bre e o James [ __ ] articularam, né? O James [ __ ] primariamente. Depois o Nathan Bre agora tá avançando mais academicamente a coisa, né?

¶258Que é um dos alunos do GRP, né? De certo modo. Ah, pelo menos é um dos que estão super um que foi super visionado pelo Grahop, né? Segundo o próprio relato dele, né, que ele tá sobre a supervisão do GRem, né? Eu não sei se ainda está sobre a supervisão dele, mas ele disse que estava.

¶259Ah, e no caso ele avança esse tipo de argumento também, né? Tem a objeção de Stalking Horse do Alex, do Alex Malpaz, enfim, tem várias objeções, né? Ao Justifino ali, mas é um argumento que tipicamente tem um raciocínio científico por trás, né? De certo modo. Ã, Luna, boa noite.

¶260Salve, David. Você já elaborou alguma vez o motivo de você ser ateu em vez de diagnóstico? Porque de tudo que eu conheço de você, a segunda coisa me pareceu mais plausível de se concluir. >> Pode vir pundé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Você vai ser apenas filosofia, cara.

¶261Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada. >> Ele mandou R$ 5. David, você já elaborou alguma vez o motivo de você ser em vez diagnóstico?

¶262Por que de tudo que conheço de você no YouTube, a segunda coisa me pareceu mais plausível de se concluir. Ah, eu não sei se não. Eu eu eu cheguei a comentar sobre isso na minha na minha live, né, que eu participei do Daniel Gontio, ã, do Daniel Gijo. Eu eu comentei mais sobre o processo, né, não sobre os raciocínios, mas eu cheguei a comentar isso na live com Daniel Gauticho, né, se você tiver interesse. Deixa eu ver.

¶263Daniel Gijo, David Ribeiro. Daniel Gouttijo, David Ribeiro. É o ateu mais inteligente do Brasil, né? A história do ateu mais inteligente do Brasil. Não sou, não sou atu mais inteligente do Brasil, tá pessoal?

¶264É só um título bait, tá? Ah, mas enfim. Ah, aqui eu cheguei a comentar um pouco sobre o meu processo de conversão, de desconversão, né? Digamos assim, de eu passar no caso ali do, enfim, do teísmo cristão, né? de nesse caso aí para chegar para uma forma de agnosticismo ainda assim meio inclinado pro teísmo para uma forma de no caso deísmo para depois retornar pro agnosticismo inclinado ao ateísmo para depois chegar no ateísmo e só depois chegar no naturalismo, né?

¶265De certo modo, né? Eu falo um pouco sobre esse processo ali aqui na nessa live aqui e também na da Bruna, né? Do Bora Opinar, bora opinar. David Ribeiro, eu cheguei a comentar até que eu um pouquinho mais de detalhe nessa daqui do que no do Contijo, tá? Essa daqui, ó, a minha trajetória, ah, até o ateísmo, né?

¶266onde eu contei lá com a Bruna do canal Bora Opinar eh um pouco dessa minha trajetória até chegar no naturalismo, né, do ateísmo naturalista. Eh, mas basicamente envolve a abordagem das virtudes teóricas comparadas do OLP, que eu acho que é uma abordagem muito boa, tá? Eu acho uma abordagem muito boa para justificar o ateísmo global, tá? O ateísmo global em última instância. Mas ainda assim os passos para eu chegar até essa posição envolveram vários ah vários steps, digamos assim, né?

¶267Vários steps ali. A minagem de certos raciocínios que eu comecei a julgar plausíveis, né? E depois eu comecei a abandonar, né, como implausíveis até eu chegar, no caso, ali numa tipo de abordagem como a que o AP articula para vindicar uma visão a naturalista de certo modo, né? Ã, mas é isso. Como você responde o dinama de Hampel?

¶268Ah, cara, eh, eu acho que a resposta da Jessica Wilson, ela é interessante, tá? Ela favorece, no caso ali uma restrição da, ela favorece o critério de restrição de ã não fundamentalidade do mental, né? Na hora de articular a noção do fisicalismo dela, né? Então ela estabelece, né? No caso, ela leva em consideração tanto a física atual, né, quanto a física futura, né, mais especificamente a física futura, mas ela atribui um critério de restrição de não eh de não fundamentalidade mental, não fundamentalidade mental para evitar, no caso, com que com que se trivialize, né, o conceito de de físico, né, de do que que é uma propriedade física.

¶269Então, uma propriedade física, basicamente é uma propriedade que é postulada numa numa física idealmente complexa e verdadeira, mas que nesse caso é restrito em termos da não fundamentade eh não fundamentade não fundamentalidade mental ali ah vinculada com essas propriedades futuras, né, reconhecíveis, né? Eh, então é basicamente isso. ela estabelece um critério de não fundabilidade mental para poder impedir com que no caso se trivialize a noção de propriedade física ali e, portanto, se vindique a relevância e a significância da noção de ah de física, né, de propriedade física vinculada ao fisicalismo, né, para evitar, no caso ali o dilema de Hampel para evitar a questão da vagueza, né, o problema da vagueza ou da trivialização, né, aonde no caso ou você torna ou você torna, no caso ali como a propriedade noção de propriedades físicas ali como vagas ou então como falsas, né, eh, ali, né, eh, se elas dependem única e exclusivamente ou da física atual, né? Eh, elas vão ser consideradas como falsas, né? Essas propriedades físicas postuladas na física atual, por ela não tá completa, ela vão ser considerada como falsa, né?

¶270Ah, como falsa, pode ser considerada como falsa. Eu, num caso, se for numa numa física futura, né? Se se a se a definição de propriedades físicas foi estabelecida com base na física futura, então no caso ali eh a gente concorre o que? Na vagueza, né? No problema da vaguea, porque até propriedades ou características tipicamente mentais poderiam estar vinculadas com a física futura, né?

¶271idealmente completa e verdadeira, né? H, e aí ela articula esse critério para impedir. Quem tiver interesse, né, saber como que ela articula esse ponto. Jessica ã on the on characterizing character rising the physical Jessica Wilson. Tá?

¶272Então você tem esse artigo aqui da Jessica Wilson uncterizing the physical. Deixa eu ver aqui aqui, ó. Un characteriz the physical foi publicado na FC Stories, tá? Para Jessica Wilson. Aí ela articula um account, né, de não fundar mentalidade no mental, né, não fundamental mentality, OK?

¶273Para impedir, no caso, essa vagueza no futuro, OK? Ah, mas é isso. Eu vou ver se eu traduz esse texto da Jessica Wilson no na pensar naturalista. Achei interessante ter ela porque eu acho que a restrição que ela propõe é muito boa, cara. É muito boa.

¶274Melhor do que as outras propostas que eu já vi. Então é assim que você viague do já encurtando que você vai trazer. Você pode trazer aí as questões da escolástica e tal, mas eu repito e já falo, todas as coisas que a filosofia vai trazer nunca chega a Deus. o salto que você que vai demonstrar. Eu gostaria muito de ver essas evidências robustas que não dá para você identificar de forma alguma com qualquer outra coisa a não ser Deus, ainda mais o cristão.

¶275Aí seria legal você demonrar isso, aí seria sensacionível. Mas pensa bem, ah, se eu não consigo conhecer só pouca coisa de Deus, como é que alguém chega e já fala que tem um plano para salvação, que ele deseja tal coisa, que você não pode dormir com pessoas do mesmo sexo ou qualquer coisa? Cara, como é que ele pega e sabe de tanta coisa que sabe? >> Ex um passo lá na frente da no caso cumulativo dele, né? Então ele tem que primeiro demonstrar que Deus existe, depois que Deus tem os atributos relevantes vinculados ao deus teismo tradicional e depois ele vai tentar vincular o deus teismo tradicional com a religião dele.

¶276Mas ele não apresentou nada até agora, então não dá para comentar muita coisa, né? Aqui só tá o Tchil comentando sobre coisas ali, enfim. Ah, como que você vai chegar nisso? Aí o cara tá falando: "Eu consigo chegar nisso". Aí o o Toomo você vai chegar nisso?

¶277Ah, eu consigo por causa que é assim que tipicamente os psicológicos argumentam. Tá, mas aí vai faltar o argumento, né? Aí eu acho que eh só ali na frente, né? né? Acho que é depois disso daí que ele apresenta pelo menos a tríplice primazia, né?

¶278O argumento da tríplice primazia do escuto, né? Mas enfim, vamos lá. Que Deus quer ou não quer. Você entende? Você tá saindo de um argumento específico que eu compreendo, porém quando tuudo entretanto, todavia ele não vai sustentar a tua fé, porque a tua fé, repito, tá na Bíblia.

¶279Por mais que você desenvolva tudo isso aí do bonitinho, você vai ver que você tá criando um Deus separado da filosofia do Deus cristão. Você vai chegar um ano, você vai ter que escolher. Ou você vai querer esse abstrato, metafísico, genérico, e que você não consegue identificar. ou aquele Deus cristão que é todo cheio de paixão que eu acabei de falar aqui e que tá dentro dos registros da sua palavra. >> Boa.

¶280>> Valeu. >> Eh, Gabriel, você pode seguir no mesmo tópico se quiser também ou se quiser, enfim, né? Bora. >> 4 minutinhos, cara. >> Bom, eh, sobre o Deus da filosofia metafísica, eh, metafísico que está distante, o Deus cristão, como como eu disse, primeiro a gente chega um caso do Deus metafísico cristão.

¶281De fato, ainda não é o Deus cristão, isso posso concordar. Só que quando a gente pensa em Deus, obviamente o que eu estou querendo dizer é uma causa primeira não causada com certos atributos do teismo clássico. Então eu não quero falar, por exemplo, das escrituras sagradas ainda por enquanto, né? Por causa da da abordagem da apologética pra gente chegar em níveis, porque primeiro a gente tem que conceder, por exemplo, o Deus do teismo clássico e depois a gente tem que chegar no dado revelado, no dado cristão. >> É, dá para você restringir uma discussão, né?

¶282você contextualmente supor a existência de Deus, né, de certo modo, ou supor que no caso ali a Deus foi demonstrado e você discutir aspectos posteriores, né, sem você exatamente vindicar que Deus foi demonstrado generalmente dá para também fazer esse tipo de discussão, né? Eh, o próprio Benites, né, o Mateus Benites junto com Mateus Fugita, fizeram esse tipo de discussão para discutir a questão da divindade de Cristo, né, a questão da divindade de Cristo, né, Jesus é Deus, né, eh, lá no canal do Antônio Miranda, né? H, mas aí, tipo, tem que ser combinado antes, né, de certo modo. E aqui, pelo que eu entendi, o Gabriel, né, que é o apologeto, ele quer argumentar primeiro, né, e e mais focalmente na questão da existência de Deus do teismo tradicional propriamente, sem necessariamente, né, vincular ele com cristianismo de de bate pronto, né, digamos assim, né, talvez lá na frente vincular isso ou não, né, mas ele quer de fato refutar o ateísmo do do Tosiu, né? E aí o Tio ele tem que se engajar com os argumentos aqui se ele quiser preservar o ateísmo dele.

¶283Que eu acredito inclusive por demonstração metafísica, que a gente tem como demonstrar o Deus cristão metafisicamente, a Santíssima Trindade, encarnação do Verbo, mas acho que não seria tanto tema agora, porque eu justamente queria falar desse Deus da filosofia que a gente primeiro postula e aí a gente pode tratar do do dado revelado. Essa é a apologética clássica clássica de Tomás Jaquino sobre como quem chega até Deus, até o conceito. E aí tomá Jaquino, ele vai falar um pouco da analogia do ser. Então, eh, por exemplo, a gente consegue dementear, aí você tem um termo médio por aí vai por termos análogos, por analogia do ser doente. Mas aí você vai pegar dan Scot, ele defende a universidade do ser, que para ele é o que possibilita a condição de possibilidade da própria metafísica e da teologia, como que a gente pode atribuir, predicar coisas de Deus a partir de uma demonstração, eh, e com e estar aberto ao infinito.

¶284A gente ter a possibilidade de conhecer, por exemplo, alguma coisa desse ser infinito. a universidade, né, nos predicados, né, ou nos conceitos que eles têm uma eh o conceito ele tem uma extensão que abarca tanto as criaturas quanto Deus, mas no caso isso não implica que tem uma propriedade, né, real, né, compartilhada entre os dois, né, em comum que permita, no caso, com que eles estejam literalmente, no caso, eles tenham literalmente o exato mesmo modo de ser ou algo assim, né? H, mas sim no caso que os conceitos são univocamente predicáveis, né? Enfim, univocamente eh predicáveis ali, né? Hã, para tanto Deus quanto as criaturas ali, né?

¶285Num sentido e úíco ali, mas ainda assim com grau de analogia, né? Uma universidade com grau de analogia. Eh, e Deus teria o seu modo de existência, né? O seu modo de ser ali distinto do modo de ser das criaturas em virtude dele ser infinito enquanto as criaturas serem infinitas, né? E aqui eu vou entrar numa problematização já já desse ponto de de Deus ser infinito, tá?

¶286do ser, enquanto toma Jaquina e outras pessoas vão defender a analogia do ser, mas são pessoas que defendem a possibilidade da metafísica da teologia, que seriam ciências naquela época muito sérias. Sobre a ciência que mostra que Deus não existe, pelo menos não precisa de Deus, é um elemento desnecessário. Eu diria que a ciência ela trabalha com as causas secundárias e Deus ele seria a causa primeira. Então são ordens distintas, né, que você trabalha primeiro na metafísica. >> Ah, mas aí é que tá.

¶287Existe uma certa conexão entre as causas denominadas como segundas com a causa primeira, né? Caso haja uma causa primeira, certo? H, caso haja uma causa primeira, ela tem uma certo nível de conexão com a causa com as causas segundas, justamente em virtude deles ter uma eficiência causal que é manifesta na realidade, né, que se manifesta em última instância na realidade, né? Tanto é que através dos efeitos que a gente consegue tomar conhecimento da da causa, né? A gente tomar conseguiria tomar o conhecimento da suposta causa primeira através dos efeitos que são mais manifestos, né, nas causas segundas, né?

¶288Tanto é que é isso. Ah, e aí o que o que que o que que acontece, né? Eh, aí tem um probleminha, porque o mundo natural, em virtude dele ser supostamente causalmente dependente, né, dessa causa primeira eficientemente e também enquanto causa final, claramente no caso qualquer característica, no caso que seja vinculada com a nossa realidade, que contradiga ou pelo menos que ilustre uma problemática para essa concepção desse deus específico, né, eh, que seria supostamente causa da primeira, isso gera uma contravidência, né, contra evidência a existência dele também, justamente em virtude da gente dizer coisas, né, da gente utilizar certos predicados, né, ah, certos termos, né, para se referir a Deus, seja analogamente, né, a envolvendo ali a analogia do ser daquino, seja univocamente, né, mas com grau de analogia, né, envolvendo a visão escotista, que esses termos eles capturam algum elemento ali que tem um aspecto em comum com elementos vinculados com âmbito terreno, mundando relevantes, de forma a tornar inteligível à luz desse tipo de de terminologia utilizada. para poder se referir a ele. Isso favorece o quê?

¶289com que certas coisas na realidade que não fossem esperadas da gente obter e que contr contradiriariam, né, contradizem aquilo que a gente inteligente toma como sendo uma característica divinamente relevante, né, de Deus, serve uma contraevidência da existência dele em virtude dessa paridade, né, dessa conexão. Ah, então, nesse caso, através de certas coisas, né, de certos fenômenos na nossa realidade, né, ah, que contradizem ou que inteligente são vistas como coisas contrariando as concepções que a gente atribui de maneira análoga a Deus, né, e permite inteligo, à luz dessas concepções análogas, né, ou unívocas, né, com grau de analogia ali, para compreendermos Deus, né, por assim dizer, para compreendermos o que Deus é, ah, aliás, quem Deus é ou algo assim. Isso favorece justamente com que se articule argumentos teológicos, argumentos teológicos sejam articuláveis para minar essa concepção de Deus, tá? Dentre eles problema do mal, contamento divino, conflitos religiosos, eh, enfim, a distribuição irregular da crença teísta, ah, no caso ali a as experiências religiosas adversas, né, com concepção de deus e deuses adversos ou até com experiências demoníacas, né, ou supostamente demoníacas ou qualquer coisa assim, experiências com aspectos de horror, ah, seja no caso ali, ah, seja em termos da variedade de escrituras supostamente divinamente inspiradas e reveladas ao redor do mundo, seja no caso ali e em termos justamente da própria hã enfim, do próprio por design, né, o design probre. envolvendo certos animais, né?

¶290Enfim, a maneira como certos animais ali por exemplo, claramente são coisas que a gente atribuiria a um designer incompetente, intuitivamente, né? Incompetente ou algo assim, uma incompetência ali no design, né? A gente consegue imaginar um designer ali que se ele fosse muito bom mesmo, né? Se ele fosse perfeito, né? Ou algo muito bom, né?

¶291Fosse um bom designer, ele jamais permitiria certas coisas, né? se obterem ali no âmbito do, enfim, no âmbito da maneira como certos organismos, né, são hã, enfim, desenvolvidos, né, se desenvolvem ali na na na realidade natural, ah, e blá blá blá, né, e outras coisas mais, né, que podem servir ali como contraevidência ali a questão da existência de Deus, né, e esse tipo de coisa, né, e também no caso ali, Deus pode ser tomado como uma hipótese ali, né, em um caso ali abdutivo, né, em uma espécie de raciocínio abdutivo para poder ser avaliada com relação a outras hipóteses naturalistas competidoras, né, ah, para explicar um determinado fenômeno. específico. O próprio exemplo do argumento do ajuste fino é um desses exemplos aonde Deus ele é postulado como uma cena inferido, como sendo a melhor explicação para esse suposto ajuste fino dessas constantes, né, que se envolvem parâmetros ali que estão finalmente ajustados, né, parâmetros livres que estão finalmente ajustados dentro de um alcance permissor de vida, que permite a gente obter o fenômeno observado da vida, né, eh, da vida corporificada, né, ah, da vida corporificada ali, ã, ah, a corporificada aqui que nós observamos, hã, no nosso mundo, né, na nossa realidade, né? Mas é isso.

¶292Salve salve filósofo arte. Salve salve. Pera aí, eu acho que já vi ele em debates passados no canal Foco Davi. Eu acho que eu já vi a mesma voz, exatamente a mesma aparência. Sim, sou eu, cara.

¶293Eu sou eu. Eu sou David. Eu sou David. E o Gabriel aqui também do Apologeto, ele já apareceu lá no Spectrum, ele debateu contra o Misael do Miss Maria. Você tem ciências particulares onde você estuda, por exemplo, alguns fenômenos e descrições até matemáticas da realidade.

¶294Então, uma coisa você trabalha com as causas secundárias e outra coisa você trabalha com a causa primeira sobre uma ótica metafísica que é Deus. Então não são ordens que se anulam. Na verdade a ciência ela busca explicar as causas secundárias e Deus causamente, né? Se você endossar uma apologética evidencialista ou se vocêsar uma apologética clássica atualizada de acordo com a, enfim, as nossas melhores teorias científicas contemporaneamente bem estabelecidas, né? é possível você articular argumentos ali de teologia natural nessas óticas também, nessas bases, eh, que envolve, no caso, você tratar Deus, né, no caso ali, né, tratar os âbitos das causas segundas, como no caso favorecendo o conhecimento da causa primeira de uma maneira ali envolvendo raciocínio tipicamente científico vinculado com as ciências naturais, né, a ou similar à ciências naturais, tá?

¶295Então, não é bem assim. Eh, claro, aí muitas pessoas no começo achavam que Trovão era Zeus, mas o argumento que eu queria eh realizar é justamente a existência de Deus do te clássico. Eh, bom, e o argumento que eu queria trazer, inclusive, é justamente pegando essa essas três vias, não é só as três vias de Tomajquina, é um argumento modal metafísico de transcot, por exemplo. >> Bora, bora, bora, bora, bora, bora, bora para trplic primeirinha. >> Ele começa com essa segunda passagem que é modal, né?

¶296É possível, é possível que exista uma natureza que seja causada. possível que exista uma natureza que seja causada, mas aí é que tá. Esse é possível que exista uma natureza que seja causada. Esse uma natureza, eh, essa possibilidade que está sendo alegada sobre essa uma natureza, primeiramente, essa possibilidade é uma possibilidade metafísica justificada em que base? Concebibilidade, intuição ou experiência observacional empírica, né?

¶297Quais bases que você tá justificando essa alegação modal, né? essa legação modal que você tá fazendo sobre, no caso, a natureza relevante que você vai se referindo. Segunda questão, qual que é o escopo dessa alegação de uma natureza, de que é possível que uma natureza seja causada? O que que essa uma natureza se refere? Ela tá quantificando sobre que domínio, sobre quantas entidades, aliás, qual que é o escopo dela?

¶298Ou seja, qual que é o domínio? Ã, aliás, qual que é o escopo dela, né? Ela envolve o quê? Quais entidades? as entidades, tipicamente no âmbito natural aqui, né, da nossa realidade que a gente observa, né, as entidades físicas ordinárias, digamos assim, entidades materiais, né, compostas no caso de moléculas ali mais basilares, né, ah, de partículas mais basilares, como no caso esse celular, meu corpo, esse microfone, ah, eh, esse monitor, etc.

¶299É, é isso, né? É isso. Essas entidades que são compostas ali de átomos de moléculas mais basilares e coisa e tal, né? São são essas são essas entidades que estão abarcadas nesse uma natureza, dessa uma natureza que é possível que ela tenha uma causa ou ela tá barcando tudo, inclusive o âmbito do estado até pré-expansionário, até pré-expansionário ali, esse uma natureza e marca até mesmo no caso ali a um período pré-expansionário do universo, né? para esse pionário ali, envolvendo o âmbito da própria singularidade, do que é tomado como uma singularidade ali na na nossa teoria vigente, né, do modelo lambda da CDM, né, modelo cosmológico padrão.

¶300Se for, no caso, se for uma alegação de um alcance amplo, ou seja, de se referir no escopo às entidades naturais que a gente observa atualmente, né, nesse caso ali, as entidades físicas ou materiais que a gente observa na nossa realidade. Mas se no caso é isso se estende, né? Ah, aliás, a gente pode até aceitar, né? No caso essa questão de da dessas coisas e serem possíveis de terem uma causa, né? Uma causa ali eficiente ou algo assim.

¶301Agora, se você tiver quantificando, você tiver endossando o domínio de quantificação para quantificar não só esse subconjunto de entidades físicas, que são as entidades materiais, né, que se encontram dentro do universo e no estado pós-expansionário, mas o próprio estado pré-espansonário também, né? Aí já é duvidoso esse argumento que é possível que tenha uma causa, que seja realmente possível que tenha uma causa, entendeu? Aí é duvidoso se o domínio de quantificação abarca inclusive o estágio pré-espansonário do universo, OK? Aí você teria que justificar isso, essa extensão frente ao argumento dos neuroscelianos, né? Dos neocelianos e frente, no caso, a argumentos em favor de uma epistemologia modal mais modesta, né?

¶302Do ceticismo modal mitigado, como do Filop Leon, por exemplo. OK? Isto é, a ideia de que no nosso conhecimento modal, ele é muito mais restrito ao nosso âmbito mais ordinário, né? O conhecimento das possibilidades reais que nós temos, ele é muito mais restrito ao âmbito ordinário e também alguns âmbitos que a gente infere, né, a partir do empirismo modal que o o Felipe articula, que a gente infere a partir de inferências específicas ah empíricas, né, tipicamente empíricas, como no caso indução, dedução com premissas eh fundamentadas na observação empírica. H, no caso ali o ah, argumentos por analogia, né?

¶303No caso ali argumentos por analogia, ah, teorias de senso comum e teorias científicas, né? Bem estabelecidas. OK? Tudo bem? Então, de acordo com esses esses cinco meios de obtenção de conhecimento modal real, de possibilidades reais, né?

¶304de acordo com uma visão empirista modal ou pelo menos até mesmo de uma visão de racionalismo empiricamente ali e empiricamente embasado, né, digamos assim. Ã, qualquer uma dessas epistemologias modais que atribui uma relevância muito grande pro âmbito do conhecimento empírico para estabelecer alegações de possibilidades reais sobre a realidade, vai gerar problemas para esse tipo de alegação modal, tá? Para esse tipo de alegação modal ali extrapolada, tudo bem? de que é possível que eh uma natureza tenha uma causa. se esse uma natureza abarca, no caso e codifica sobre todas as entidades naturais, né, e todas as naturezas vinculadas com todas as entidades naturais ah, que a gente conhece, né, dentre eles é inclusive o âmbito do estágio pré-espansonário do universo, né, que é o que a gente tem conhecimento ali, onde todas as leis físicas colapsam ali, onde tem características relevantemente distinguidoras, de tal modo que não é razoável a gente atribuir esse tipo de alegação de possibilidade real, né, de que tem uma causa real eficiente para aquele domínio, né, não há ainda uma base adequada pra gente inferir esse tipo de coisa, né, pra gente estender as nossas inferências, né, envolvendo um princípio causal eficiente para aquele âmbito, para aquele âmbito do estado pré-expansionário, né, do universo.

¶305Mas enfim, vamos lá. >> Não, então ele começa aqui, né? É possível que exista um ser que seja produzivo, que ele possa ser causado. E aí >> é possível que exista um ser que seja produzível, que seja causado, mas no caso essa legação é uma ligação de possibilidade real e vinculada exatamente a esse ser. quantificando o quê?

¶306Abarcando o quê? Todo e qualquer ser a natural, todo e qualquer ente ou ser que toma é tomado por nós como sendo contingente. É possível isso? Essa questão de possibilidade real se vincula com uma quantificação sobre todo o conjunto, né, o conjunto global de entes ou seres que a gente toma tipicamente como sendo contingentes, ou a um subconjunto deles. Se for um subjun conjunto deles, beleza, não tem problema.

¶307Mas eu acho que você não vai conseguir chegar na conclusão de uma causa primeira se for só esse subconjunto. Você tem que abarcar todos os seres contingentes, né? Todos esses seres, OK? Que tem essas tem uma natureza, né? Digamos assim, de acordo com assim.

¶308Então vamos lá. >> E aí ele vai fazer isso e vai falar assim: "O se isso é possível possibilidade metafísica, né? A gente tá falando de argumento". >> Sim. Possibilidade real.

¶309Possibilidade metafísica é possibilidade real. Ou seja, é realmente possível que essas coisas tenham uma natureza e, portanto, sejam causadas, né? Que que essas coisas tenham uma natureza, sejam causadas, né? é possível, né? Isso é uma alegação de possibilidade real, só que aí que tá.

¶310Ela é fundamentada no que essa alegação de possibilidade real, a gente consegue ter uma justificação adequada para essa alegação de possibilidade real atualmente, dado nosso conhecimento científico atual, aparentemente não. >> Mudar o metafísico, possibilidade de metafísica. Sim, >> isso se no caso visar quantificar sobre todos os entes, né? Ah, os seres ou entes ah que são nós tomamos como sendo tipicamente contingentes e que existem aqui na nossa realidade, né? digamos assim, na realidade natural, observável, etc., né?

¶311E também no caso vingorante, né? Eh, alinhado com as nossas melhores teorias científicas. >> Se isso é possível, então ou ele foi causado a partir do lado ou ele causa si mesmo causado por outro. Eh, >> beleza? Mesmo se a gente concedesse, vai, vamos, vamos supor que no caso ali ele esteja quantificando sobre todos os entes contingentes, né?

¶312Sobre todos os entes ou seres da realidade natural, né? de certo modo, ah, que eles acelagação de possibilidade real de que eles têm uma causa se vincula a esse conjunto completo, né, ou essa classe completa, né, de seres ou whatever. Ah, ainda assim tem essa segunda premissa, né, tem essa segunda premissa que fala, no caso ali que dá três alternativas. Vamos ver como é que ele elimina a questão da regressão infinita. >> É causada a si mesmo é contraditório porque ele teria que existir antes da própria existência para causar a si mesmo.

¶313Causado a partir do nada também é contraditório porque o nada nada pode fazer ou ele é causado >> assim. Vamos lá. Eh, aí tem um probleminha que é o seguinte, ah, existe um dilema, né, que o Felopleon propõe para quem propõe a extensão do princípio causal, né, princípio de causalidade eficiente para o âmbito geral, né, para o âmbito geral, OK? universal, né, global, que é o seguinte, eh, é o seguinte, vamos pegar a a nossa intuição básica que favorece a justificação do princípio metafísico de que do nada nada vem. Basicamente, o princípio de que do nada nada vem, né, exniilo niilfit, né, do nada vem.

¶314Esse princípio ele é justificado com base em intuição racional, inferência indutiva, inferência abdutiva, ok? São os meios de justificação desse tipo de princípio, tá? Princípio metafísico, ou seja, que no nada pode ser produzido ou pode vir a ser, OK? Só que esse tipo de base de justificação, esses meio de justificação, favorece com que a gente não só esteja justificado igualmente no princípio causal eficiente, né, que tipicamente os teas usam. Ah, enfim, vamos lá chamar aqui.

¶315Mas enfim, com base nesse mesmo, nesses mesmos meios de justificação, desse princípio metafísico de nada, nada vem, a gente também tem justificação, né? A gente igualmente estaria justificado em acreditar no princípio causal universal, eficiente, que o teísta geralmente recorre para vindicar esses argumentos teístas em favor da existência de Deus, né? esses argumentos cosmológicos e coisa e tal, só que tem um problema, né? Se por esses meios eu consigo justificar um princípio causal universal eficiente, eu também consigo justificar um um princípio tão intuitivo quanto o princípio causal eficiente e quanto a alegação de que do nada nada vem, né, que é um princípio metafísico de que do nada nada vem, que é basicamente o princípio da causalidade material, de que tudo aquilo que tem uma causalidade eficiente originadora ou sustentadora, também tem uma causa material originadora ou sustentadora. E esse princípio ele é justificado exatamente nas três mesmas bases, cara.

¶316nas três mesmas bases, OK? Então, nós temos uma justificação desse princípio causal, da causalidade material, o que vai impedir dele chegar na conclusão de um Deus que ele quer chegar, Deus do termo tradicional. Porque o princípio da causalidade material diz basicamente que tudo aquilo que tem uma causa eficiente originadora ou sustentadora, também tem uma causa material originadora ou sustentadora, dos quais essa causalidade material envolve os componentes do quais certas coisas são feitas de made, né? são as stuff pelas quais as things são feitas, ou seja, uma uns componentes pelas quais as certas coisas são feitas. Por exemplo, no caso, esse microfone aqui, ele tem uma série de componentes eletrônicos, né, uma série de componentes ali, né, específicos, dos quais favorecem, no caso, com que ele seja esse microfone, com que ele seja construído a partir desses desses componentes materiais, né, desses componentes materiais.

¶317OK? Então isso é justamente o que ilustra, né, o que é justificado com base na nossa experiência cotidiana. A gente visualiza que uma pessoa, né, um carpinteiro, quando ele vai construir uma na cadeira, ele utiliza-se de materiais, como no caso madeira ou até, sei lá, se for uma pessoa lá que uma pessoa que constrói uma cadeira ali de aço ou de ou de ferro, qualquer coisa assim, ela vai usar o quê? Material o quê? Ferro, aço, etc.

¶318Para construir aquela cadeira, né? Ou de plástico também, né? Vai utilizar o quê? Plástico para construir uma cadeira de plástico, né? Feita de plástico, né?

¶319Então você tem o microfone feito de set componentes eletrônicos. Você tem, no caso, a cadeira de madeira feita de madeira. Eh, e você tem, no caso, a cadeira de plástico feita de plástico ali, né? Ou uma cadeira de aço feita de aço, OK? Ah, então nesse caso, parece que a nossa experiência, né, cotidiana favorece a justificação desse princípio causal universal da causalidade material, o que, por consequência impede, no caso dele chegar num deus que não seja um deus demiúrgico, porque todos esses componentes são numericamente distintos da essência da própria coisa que tá sendo considerada, né?

¶320são numericamente distintos ali da essência daqueles daqueles daquelas coisas pelas quais eles são componentes. Então esse microfone ele é essencialmente distinto dos componentes do qual compõe ele. De certo modo, é assim que a gente visualiza as coisas e é assim que é justificado esse princípio causal. E aí para que no caso esse tipo de demonstrações sejam vindicáveis, vai precisar o quê? De uma causa que seja eficiente e que também se utilize de material.

¶321dos quais é numericamente distinto a ele. E isso só pode se dar o quê? Com deus demiúrco, do teismo demiúrco. OK? Então esse é o problema.

¶322OK? Esse é o problema. Mas vamos lá. Ahã. Por outro.

¶323Se ele é causado por outro e também é causado por outro, então nós temos duas dois tipos de séries ordenadas aqui. A cadeia de de uma série de causas essencialmente ordenadas ou cadeia uma série de causas acidentalmente ordenadas. Aí a gente tenta argumentar. Não é possível retroceder infinitamente na série de causas essencialmente ordenadas, nem acidental. >> Por que que não é possível retroceder na série de causas essencialmente ordenadas e também nas acidentalmente ordenadas, o que é pior ainda.

¶324É uma causa essencialmente ordenada que aí chega que existe uma causa primeira eficiente não causada. Aí se é possível existir uma causa eficiente não causada logo e essa causa existe por si, então ela deve de fato existir necessariamente. Aí tem um pouco do argumento modal que a gente pode desenvolver. A mesma coisa pra causalidade final e da via da eminência. Aí depois a gente tem os atributos divinos como a pessoalidade que a gente pode desenvolver depois.

¶325>> Boa. Três notinhos. >> Beleza. >> Eu seria interessante se ele justificasse, né, na impossibilidade do regresso infinito, né, da caria essencialmente ordenada e também na acidentalmente ordenada, né, ou seja, nas duas. Eh, e também se ele justificasse, né, trouxe essas justificações do escoto, né, com relação aos outros.

¶326Mas eu acho que não vai dar tempo deles deles trazer isso, né? Eles não vão eles não vão trazer isso de certo modo, né? Eh, mas é isso. >> Beleza. É interessante, né, trazer essas questões do do Tomás Jaquino.

¶327E >> não, Toxi, não é do Tomásquin, é do John dos escuto, cara. Do John dos escuto, velho. Não é do Tomás Jaquino. >> Muitas vezes, como faz um filtro, né, até da própria Suma teológica. É interessante porque eu digo assim, além das, não só as cinco vias, mas isso aí eu tô falando do trabalho dele, tá?

¶328Não é ataque a você não, por favor. Eh, eu falo que é um monte de besteira que tem lá, tá? Não só, por exemplo, nessa suma teológica, você vai ver o Tomás Jaquino dizendo que as mulheres são um erro na criação, na produção do homem, tá? >> Se eu não me engano, isso quem diz é o Aristóteles. E o Aquino acho que ele critica isso, se eu não me engano, cara, eu acho que ele tá confundindo Aristóteles com Aquino, né?

¶329Aquino ele comenta sobre de comentário do do Aristóteles, pelo que eu me lembro. Então essa fala específica, eu acho que ela ela tá imprecisa, se eu não me lembro bem. Basicamente foi um defeito genético de não tinha a parte da genética ainda, mas como se fosse um defeito genético, então nasceu uma mulher, é assim como ele trata a mulher. Só que ainda assim ela acaba sendo viável porque ela serve para reprodução. É aquele que defende também na sua teológica que a escravidão seria algo natural.

¶330Não natural porque já nasceu tal como Aristóteles falava. Não, é natural numa segunda forma que tem um ser superior que precisa desse daqui para servi-lo. Esse daqui serve, ele basicamente existe para servir aquele superior. É alguém que defendia a ideia da escravidão. Alguém que supostamente >> Sim, sim.

¶331Nesse caso, o próprio Sank, né, ele comentou sobre isso. Tem até esse vídeo aqui que a gente estava fazendo, né, tava regindo o Pedro Ribeiro e o Frederico Crep, no caso ali o Daniel Cidade, que é o pósmoderno, né, junto com o San Alves, né, discutindo no Spectrum. Ah, e aí o o Sunk, né, o Brand Sun tava comigo reagindo e ele até fez um fact check, né, onde ilustre, de fato ali o Tomás Jaquino, ele defendia escravidão, né, e aí o Pedro Ribeiro deu uma passadinha de pano aqui, né? Então vou colocar aqui só para vocês verem, tá? >> Conformismo.

¶332Os sofistas eram relativ >> Vamos lá. lá formação aristotélica. Não existe defesa da escravidão como natural em São Tomás. Ele ele >> não existe defesa da escravidão como natural em Santo Tomás. >> É isso que ele disse.

¶333>> Isso é >> é isso que ele disse. Até onde tem algumas coisas assim, não tem sangue? Tem algumas coisas estranhas, não tem? >> Eu acho que tem sim. É o R comentado.

¶334R comentado >> que membros ali, né? Enfim, o próprio Quino e outros chegaram a legitimar, pelo menos em alguns textos, não todos lamente. Em alguns textos chegou a legitimar sim uma concepção de escravidão. >> Sim, sim. É, eu posso até quando fala dar uma pesquisada, se tem algum texto específico para ler, mas enquanto isso, pode continuar colocando.

¶335>> Sim, sim, sim. Ó, só que vai dar uma um cheque aí, um fact check. Vai dar um fact check aí. >> Aí o fact check ele rola acho que por aqui, velho. Acho que é aqui.

¶336Deixa eu ver. Filosofia analítica. Embora talvez não. Deixa eu ver. Acho que é aqui, ó, perto do final, né?

¶337Usar o que que é conveniente para alcançar o poder dele aqui, ó. Acho que é aqui no finalzinho. >> Uhum. >> Você comentar alguma coisa aqui? >> É, eu ia essa essa parte é bem bem curiosa, né?

¶338Mas antes de de comentar isso aí, trazer rapidamente a parte da opinião da escravidão do Tomás de Jaquino, o que ele faz na verdade é reinterpretar o Aristóteles. Porque quando o Aristóteles fala que existe escravidão natural, naquele sentido que eu falei, que algumas pessoas por natureza elas têm uma incapacidade racional e elas então são por natureza escravas. Já o Tomás de Jaquino ele não discorda do texto, mas ele dá uma outra interpretação para noção de escravos naturais. Ele diz que algumas pessoas são naturalmente mais aptas a governar, enquanto outras são mais aptas a obedecer, sendo útil do ponto de vista da razão que algumas pessoas estejam sob a jurisdição de outras, como no caso da escravidão. Então isso tá lá da questão 57, artigo número 3, da segunda parte da Suma teológica, parte dois.

¶339E ele também, inclusive, diz que a que o escravo ele pode ser corrigido com de maneira física, com açoites físicos, né? Tomás Jaquino defende na questão 65 artigo 2 da segunda parte, segunda parte da Suma teológica, que ah é lícito aos senhores açoitar os seus escravos, desde que imponha a eles penas leves e não cause dano irreparável. Então é só para esclarecer qual que é a posição do Tomás de Aquino sobre fake news. Feedo Ribeiro. Fake news Fed Ribeiro.

¶340Fake news. Cuidado, cuidado. Como eu disse, é viés, viés católic >> viés católic. >> Mas enfim, não sei exatamente se é fake news ou desinformação, né? Acho que é desinformação quando a pessoa não tem intenção ah deliberada ou algo assim, né, de enganagem nome de pessoa, né, quando ela de fato acredita que aquilo é o que tá presente no aquino, né, que aqui não não vindicou escravidão e coisa e tal, né, com ela tem um viés específico ou algo assim, né?

¶341Eu não acho que o Pedro Ribeiro fez intencionalmente, né? Eu acho que apologético, infelizmente sobe a cabeça das pessoas, elas passam pano, né? Mas é isso, né? Então aqui defendia assim essa essa parada escravidão que o que o Tochio falou, só que agora das mulheres, eu acho que ele eh aqui só tava só comentando sobre o Aristóteles, né? >> Seria de Got que traria alguma coisa coerente.

¶342>> E eu me lembro ele discordar de Aristóteles, eu acho. >> É uma idiotista sem tamanho, tá? Ou seja, além disso, tem várias outras coisas diz que os pessoas como eu, que são hereges, que ousam pegar e falar contrário, qual que é a finalidade, que que tem que fazer com essa pessoa? Você teria que matar, certo? Porque assim como falsificador de dinheiro, o governo secular deveria executar, então aquele que falsifica a fé deveria ser morto também.

¶343São aquele que diz que, por exemplo, a homosexual, aqui eu acho que o acho que aqui o o Tox ele tá incorrendo numa falácia que a gente pode chamar de falácia de pista falsa, né? Ele tá jogando isca para tirar a atenção do público dos pontos relevantes, né? Centrais vinculados ao argumento do Apologeta do que se engajando com o argumento do Apologeta, né? O Apologeta já apresentou o argumento, cara. mim não argumento do caraidade não com esse termo dizendo que tem faz sexo fora da natureza é ter um pecado muito maior por exemplo do que alguém que comete o estupro isso é o que tá na suma teológica então não dá para respeitar esse livro fora que nem ele mesmo levava a sério porque depois da suosta >> tá mas e daí o argumento do apologeta, velho, só só rebate o argumento do cara, velho, só rebate.

¶344>> Essa revelação que ele teve, ele viu que era tudo basicamente palha e ele parou de fazer a obra. Ele nunca mais continuou a obra. Os seguidores dele continuaram depois. >> É você ver. Então assim, nem ele mesmo acreditava.

¶345Sabia que não faz sentido. Por quê? Porque tudo que Tomás traz é falácia non sector, é tudo não se segue, tá? Ou seja, você pode chegar, eu posso conceder e pra gente até ir mais rápido, Gabriel, eu posso conceder, até falei no começo, que digamos que toda a filosofia tá certa, não está, mas digamos que estivesse que o modelo que for levantado tá legal e que toda a metafísica tá perfeita, digamos que eu conceda. Ainda assim, repito, você não chega a Deus, você vai chegar num X metafísico, metafórico, vai genérico e completamente abstrato, você não chega a Deus.

¶346Tanto que ele pega e >> aqui tá escrito, eh, porque o tema do debate ele tá mais amplo, né? Deus realmente existe. É um tema mais amplo, né? Um tema mais amplo. Então, se você concede para ele que Deus existe, então você já tá concedendo um passo relevante paraa argumentação dele prosseguir, né?

¶347Ah, e como o debate é Deus realmente existe, eu acho que seria interessante você minar o o primeiro passo dele também, né? De certo modo. Ah, você pode até avançar as outras objeções contra Deus cristão especificamente, mas primeiro mina o caso do cara, depois você avança os outros pontos, né? Sei lá, >> fala assim: "Ah, então tem um motor imóvel aqui, todos chamam Deus". Olha, olha o salto que o cara faz.

¶348O pessoal pega, olha a prova de God. Não, ele não demonstrou isso ainda. Poderia ser qualquer outra coisa, poderia ser um fato bruto, poderia ser um outro elemento da física que a gente desconhece, poderia ser qualquer coisa, repito, poderia ser alguém, digamos que fosse alguém. Por que que tem que ser masculino? Não poderia ser feminino, não poderia ser os dois, não poderia ser mais.

¶349E aí, ainda que fosse uma mente de onde a pessoa chega aqui da mente, essa mente é sabedora de todas as coisas, onisciente. Como chegou nisso? De onde tirou? Qual a prova disso? Não tem, né?

¶350Entre outras questões. Valeu. >> Aí depois fal das outras >> dois minutos, Gabriel. >> Tá bom. Eh, sobre essas particularidades de Tomás Jaquino, eh, para mim, eu acho que não seria muito importante nesse debate falar sobre essas características de Tomás Jaquino, porque eh eu só citei algumas coisas de Tomas Jaquino, mas na verdade o argumento que eu estou utilizando é de Dan Scott.

¶351Eu poderia falar de Francisco Soares e claro, Tom, eu eu por exemplo sou protestante adventista, então acho que ele vai errar bastante coisa Tom Jaquina, principalmente teologicamente, essa coisa de pena de morte na verdade é uma questão mais de civil, né? Em vez de eles colocam essa distinção, né? Quando a gente estuda eh como eles argumentam, o que que a igreja deve defender e o que que é algo mais civil. E claro, tem uma mistura entre os dois, né? Mas aí seria algo mais da parte civil e não necessariamente o maior argumento ele vai se basear em tudo que Tomás Jaquino ele acredita ser certo.

¶352Eu só vou pegar, eu posso pegar um ponto que ele de fato acertou e recusar os outros, igual o que eu faço com muitos autores, né? Porque assim, tem como você ler bastante obra e falar assim: "Hum, esse argumento não faz sentido, mas aquele outro faz, ah, mas e os as outras coisas que ele escreveu? Eu acho que ele tá errado, mas e o que ele fez enquanto pessoa?" "Ah, mas aí não me importa. O que me importa é o argumento em si, né?" E >> é sim, no caso ali, se você tá avançando um argumento, whatever, velho. Oponente do argumento fez na vida dele, que que ele defendeu a mais, que não tem a ver com argumento específico ali, ah, em favor da existência de Deus ou qualquer coisa assim, whatever, velho, [ __ ] >> E aí poderia mostrar, por exemplo, o argumento de Dan Scott e de Francisco Soares, né, os suaristas, os escutistas, que desenvolvem um argumento muito interessante, muito que eu acho que é muito mais metafísico que o próprio Thomas Jaquina.

¶353>> E sobre Deus e o Deus cristão, é claro que quando ele fala que ah, que todos chamam Deus, é que é o que todo mundo naquela época obviamente entend, >> ó, Nathan David. David, até hoje o Apolog nunca respondeu um vídeo seu, né? Contra resposta. Nunca, nunca respondeu nada. E eu marco ele, tá?

¶354Tá marcado aqui, ó. Tá marcado aqui e eu tô marcado lá nos outros pontos para ele responder, né? E os outros vídeos lá que ele tentou argumentar contra Eline, foi péssima a argumentação dele. O argumento que ele tentou refutar o problema do mal, né? O problema lógico do mal lá também péssimo, né?

¶355Ele vai repetir inclusive um ponto aqui do Plantiga, né? como se no caso a defesa do Rabit Plantica fosse algo consensualmente endossado por por vários acadêmicos, sendo que o Paul Draper, o GR, aliás, o Paul Draper e outros acadêmicos questionam de fato, né? Ah, ali, né? O próprio Daniel H Snyider também questiona, ah, o Justin Money também questiona se de fato a defesa do livre arbítrio do Plem sucedida contra os argumentos lógicos do mal, né? Principalmente do Mac, né?

¶356A formulação do Mac, que é de 1955, né? De certo modo, ah, do Evil Omnipotes, >> dia como Deus. Mas aí depois, justamente, literalmente depois, ele vai demonstrar é quem é este Deus, não necessariamente a sua essência, mas ele vai demonstrar Deus tem tais atributos. Deus é isso, Deus é isso, Deus é isso, Deus é isso. Aí ele vai então alimentando esse conceito que você tava de forma confusa antes na demonstração e você vai pegando mais distintivamente este conceito de Deus.

¶357Aí ele vai, aí ele vai estar demonstrando e sobre o não sector, né, que Tom Jaquin ele comete não sector, eu acho que ele não comete justamente por esse motivo que eu falei, é o que as pessoas entendem por Deus. Ele vai demonstrar depois os atributos deste deus. Ele vai demonstrar metafisicamente isso. Você escreve rápido >> e feio, né? Se entender dá bom, mano.

¶358>> Caramba, pior que a letra é difícil mesmo, cara. V nem eu daqui a pouco tô entendendo que eu tô escrevendo, velho. Louco. >> Escreve rápido. >> Bora.

¶359Eh, 4 minutos argumentação. Show de bola. >> É, se quiser continuar no tema, fica à vontade também. Se quiser, né? Beleza?

¶360Eh, quando você comentou que a ciência ela trabalha com causas secundárias e não Deus seria a causa primária, eu poderia dizer que você tá basicamente contradizendo a ideia dos efeitos que nós teríamos para saber através desses efeitos e chegar a Deus. Os efeitos, em tese, seriam causas secundárias que a ciência investiga, além dos crentes que investigam para tentar entender a essência de Deus. Então, se eu tenho a ciência que também investiga isso com método confiável, que é a metodologia científica, que eu posso pegar e refutar e falsificar e de boa e crescer no conhecimento, eu falei: "Não, não sei a nenhum criador, não chega Deus nenhum, nada disso". Aliás, até uma coisa interessante, você falou, a gente sabe que não tem. >> Então, esse ponto do Tochi, ele tá certo, tá?

¶361Eh, os conhecimentos das causas segundas servem para minar, inclusive, a noção de causa primeira, a depender da maneira como a gente obtém, né, das formas como a gente obtém conhecimento acerca das causas segundas, né, das supostas causas segundas, né? Ah, a gente conseguiria ter elementos relevantes para poder articular, né? A gente tem elementos relevantes para poder articular argumentos tanto a favor quanto contra. Essa a ideia de que existe genuinamente uma causa primeira e que genuinamente essas causas segundas são causas segundas, né? Então, e esse ponto aí é o tox tá tá nice, tá?

¶362Então, eh, raciocínio tipicamente vinculado com o âmbito de investigação científica de outras disciplinas são relevantes pra gente articular conhecimento de fundo relevante para articular, no caso ali hipóteses ou explicações para certos fenômenos ali que favorecem a minagem da ideia de que tem que ter uma causa primeira, muito menos que essa causa primeira, se houver, tenha que ser um deus, né? Ah, então esse tipo de ponto aí, o Tocho, ele tá tá certo, tá? Ele tá certo nesse ponto. >> Ah, o ouin ou Thor ou Zeus ou qualquer Deus do trovão, que aliás, né, se você for pegar Baal também, dependendo da história, que alguns comentam que até Javé poderia ter alguma ligação com isso anteriormente, depois ele vai evoluindo, né, até virar aquele Deus único de Israel, até porque antes o Deus primeiro era eu. Aí você tem que escolher qual Deus você vai servir também, né?

¶363Mas assim, tirando essa parte de história, então simplesmente a ciência já faz isso de uma forma confiável. Até agora a gente não chegou a Deus nenhum. Não tem nenhum cientista sério que vai chegar e falar: "Isso aqui, ó, com certeza é porque Deus criou". Não tem. O cara pode ter a sua fé, pode declarar e falar, mas na ciência, nos artigos científicos, você não chega a essa conclusão nem a pau.

¶364Você pode chegar numa lacuna de conhecimento. Nessa lacuna de conhecimento, você vai falar: "Ó, não sabemos explicar para mim tem alguém inteligente que criou isso daí". Beleza, você prova isso? Não. Então, até a falácia do Deus das lacunas é uma daquelas que mais bloqueia a inteligência do ser humano, porque >> é no não ter ainda tá falando de Deus lacunas ainda.

¶365A Edson melhorou em metafísica? Não, totalmente, mas ele ele pegou algumas coisas, né, que e o e o Ari comenta. Ele pegou algumas coisinhas, né? Ah, assim, é o raciocínio. Vamos lá.

¶366Hã, foi só o Natã falar, né? Mas enfim, essa questão de Deus dos lacunas, cara. Ah! Ah! Vamos lá.

¶367Essa questão dos deus da lacunas, ela se aplica muito mais ã para argumentos, né? argumentos filosóficos em favor da existência de Deus que apelam para características ali que claramente são vinculadas, né, à nossa realidade e dos quais a gente não tem uma boa explicação naturalista atualmente por uma questão de ignorância, por outros conhecimentos relevantes que podem ser muito bem muito extremamente relevantes para poder se articular hipóteses ou explicações naturalistas que vão suprir aquela lacuna posteriormente, né, ou algo assim. Ага. Achei que tinha me chamado, mas enfim. Eh, deixa eu voltar aqui no raciocínio, tá?

¶368Vamos lá. Eh, me chamaram aqui no, eu pelo menos eu acho que tavam me chamando, aí eu me desconcentrei. Já tava mesmo. Ah, tá. Ó, o essa questão do raciocínio de Deus das lacunas envolve geralmente o quê?

¶369Um apelo aar lacuna, né? Em virtude de uma ausência, né? Uma ignorância acerca de questões relevantes sobre aquele domínio, né? H, em virtude meramente dessa nossa ignorância, a gente postula uma explicação em termos da existência de um Deus que explica aquele fenômeno específico, justamente porque a gente é ignorante por aspectos relevantes que seriam ah relevantes para poder articular uma explicação naturalística para aquele fenômeno, né? Ah, fenômenos relevante dos quais a gente, em virtude do nossa eliminação, limitação de conhecimento científico atual, a gente postula Deus ainda assim como uma explicação ou algo assim, né?

¶370Ah, então basicamente o a falácia do Deus da lacunas desenvolve um vício de raciocínio. A ideia de que o fato de ter uma lacuna do conhecimento específica e um detalínio ali específico, né? um fenômeno específico ali da nossa realidade. Então essa explicação só pode ser Deus, só pode ser Deus, né? Só pode ser Deus essa explicação em virtude dessa nossa ignorância sobre o que que explica aquele fenômeno específico do mundo natural.

¶371Então só pode ser Deus. Isso é uma espécie de vício de raciocínio. Não é que você pega duas hipóteses ou mais e vai comparando entre elas para ver qual que explica melhor aquele fenômeno. Não. A pessoa simplesmente olha aquilo, ela fala: "Bom, eu não vejo nenhuma explicação naturalista atualmente pronta, né, e muito clara sobre esse fenômeno.

¶372Logo, só pode ser Deus, né? Então isso é uma vício de raciocínio. Ah, se não for articulado, se o argumento de não for articulado nesses termos, né, como por exemplo ajustino, né, ele tem uma razão principiada para se postular esse tipo de hipótese de ser eleitor das constantes, né, e desse ajuste fino dessas constantes, né, envolvendo esses parâmetros livres, né, ou pelo menos aligadamente livres, ah, ou usualmente tomados como livres, né, aliás, hã, nas teorias físicas padrões, né, teoras físicas vigentes nossas, né, hã, como a teoria física vigente nossa, né, atual. H, eu vou vou ver no modelo atual, hã, físico. Elas envolvem, no caso, uma razão principiada para você se considerar uma hipótese de um seletor divino, nesse caso, de Deus.

¶373Ah, dentre outras hipóteses, né, de seletores ali não divinos, exatamente, como princípio axiárquico, né? Eh, ou então no caso uma teologia intrínseca, né, que favorece esse ajuste embuída no próprio eh no próprio eh segmento, né, aliás, no próprio âmbito fundamental ali da da realidade, ah, envolvendo o universo, né, eh ou envolvendo o estado pré-expansionário, algo assim. Eh, ou então no caso ali outras hipóteses, né, de assemble, né, que é basicamente de conjunto, né, envolvendo multiversos, ah, ou no caso ali uma pluralidade de mente, né, em termos psiquistas ou qualquer coisa assim. Hã, ou no caso hipóteses brutalistas, né? No caso ali você assumir que é só um fato bruto algo assim, né?

¶374Qualquer coisa assim. Então você tem essas hipóteses, né? Tem outras também no caso ali. Ah, ou assumir que no caso a constante ela tem um valor eh finalmente ajustado em termos de necessidade, né? Essas constantes tem um valor que é necessário fisicamente ou algo assim, né?

¶375Então essas hipóteses, né, que são consideradas ali como hipóteses que favorecem explicação desse tipo de ajuste presente ali, né, envolvendo essas constantes eh físicas, né, digamos assim, dentre elas a constante cosmológica, a constante gravitacional e etc. Hã, tem uma razão pelo menos principiada ali para você considerar como uma hipótese genuína, né, entre as demais, né, ou algo assim em termos de probabilidade epistêmica e coisa tal, né, fundamentada nos modelos físicos, né, essa probabilidade epistêmica, né, a fundamentada nos modelos físicos, né, propriamente que a gente tem articulado. Ah, então nesse caso aí e há uma razão principiada do porque a gente é um argumento mais sério, né, digamos assim, o argumento do jeito divino, né? Mas aí tem outros argumentos que claramente são ah são argumentos ali que elas apelam justamente para uma um de ignorância nossa acerca do de certas questões científicas e simplesmente sem uma razão principiada qualquer e simplesmente ah só pode ser Deus as explicação desse fenômeno natural, entendeu? Eh, então você tem exer tipo de distinção, né, entre o raciocínio ali, eh, que postula Deus de uma maneira viciosa e outro que postula de uma maneira mais virtuosa, digamos assim, né, como uma explicação específica dentre demais, né?

¶376Ah, então esse tipo de ponto que aí que tem de distinção entre uma coisa e outra. Mas é isso, mas bora. Porque ela simplesmente impede a pessoa de continuar pesquisando, porque fal não para mim é Deus, então tá bom aqui, vamos pegar e beber uma e chega. Não, a gente pode até beber uma é da hora. Porém, quer todavia não quer dizer que a gente vai parar de investigar a partir daí.

¶377Então isso é até perigoso pro conhecimento científico. E não é à toa que a gente tem pesquisas mostrando que muitos dos cristãos eles são, não tô falando que é você, muitos cristãos acabam sendo o quê? Negacionistas a própria ciência. Porque o que a ciência mostra é exatamente o contrário do que você tá trazendo, seja metafísico, seja da de Bíblia, não importa. ele vai ser contraditório, não tem como fugir disso, tá?

¶378Então isso é uma coisa que a gente precisa levar em consideração. Outra coisa >> é e o tanto do Apologeta quanto o Mateus Fita, eles são criacionistas, né, de certo modo, ah, são criacionistas, só que na verdade, como é que eu posso dizer, eles fazem uma distinção, né, eles endossam de uma maneira muito bizarra, né, muito estranha, uma espécie de antirrealismo científico, né? Ah, se eu não me engano, acho que é a visão do empirismo construtivo do Batman Frasing, né? Ah, só que essa visão do empirismo construtivo, ela envolve a ideia de você tomar certas teorias ou hipóteses, né, como empiricamente adequadas, né, em virtude de compartilhar certas virtudes específicas, né, as virtudes teóricas específicas que favorecem você considerar como uma uma teoria ou hipótese, né, como sendo mais empiricamente adequada do que outra, né, vindicar ela como mais adequada do que outra, né, então não é algo estritamente arbitrário, né? arbitrário ali e é algo que claramente gera problemas, ainda assim mesmo sendo uma visão antirrealista científica, ainda assim gera alguns problemas ali pro pros dois, né, digamos assim.

¶379H, então assim, a maneira como esse antirrealismo científico é aplicado é estranho, né? É estranho porque se no caso você endossa uma demonstração metafísica para vindicar uma uma determinada visão de mundo específica, né, e portanto certas conclusões específicas envolvendo uma perspectiva criacionista, né, ou algo assim, a de terra jovem, como refletindo a estrutura da realidade, né, em virtude justamente de uma certeza apodítica alcançada através de uma demonstração metafísica. e você endossa a tese da subdeterminação do quin, né, do Pierre do Rin e do Willer Van Quin, né, de certo modo. Ah, então pela própria pela própria subdeterminação, se aplicar qualquer coisa que envolva a linguagem, então teorias tanto matemáticas, né, enfim, ah, teorias tanto matemáticas quanto no caso metafísicas, quanto no caso a perspectivas lógicas, né, no âmbito da de sistemas lógicos, né, formais, etc., quanto no caso ali tudo aquilo que envolve linguagem, né, para ser articulado, né, a demonstrações metafísicas e coisas e tal, que são articuladas em termos de linguagem humana ou algo assim, né? Hã, tudo isso no caso se luta como subdeterminado, né, como o Sank mesmo comenta no vídeo dele sobre subdeterminação.

¶380E se isso é o caso, então uma demonstração metafísica, ela não pode favorecer a vindicação, né, a vindicação de uma eh de uma conclusão específica que se reflita em algo da realidade, né, ah, de forma apodítica e certa, né, de forma a não ser sujeita à subdeterminação. Ou seja, você não consegue reduzir subdeterminação empilhando um monte de demonstração metafísica, apodítica, apriorística, ã, uma em cima da outra, né? Ah, se você, no caso, vai compilando um monte de demonstração metafísica podítica, ainda assim elas vão ser subdeterminadas da mesma forma que o Sunken aponta lá no no vídeo dele sobre subdeterminação, né? Ah, então nesse caso aí, como ainda há uma subdeterminação em qualquer coisa que envolva a linguagem, então você não consegue resolver por da subdeterminação dessa maneira. E, portanto, no caso ali, se você tem uma teoria científica que ela é empiricamente mais adequada do que outras e que no caso essa teoria se comaduna muito melhor como umaovisão naturalística de mundo, ainda assim mesmo você sendo um antirrealista, você tá considero pontos pro naturalista de certo modo.

¶381Eh, principalmente em termos de teoria da evolução, eh, especialmente no caso se você é um criacionista, né? Ah, se genuinamente você é um criacionista ali, né? Enfim, você acredita que o criacionismo da Terra Jovem, né, e que o literalismo bíblico, né, ah, ele é o caso, né, embora, no caso você aceite a teoria da evolução, né, ah, como empiricamente adequada e, portanto, é que seja vindicável, né, à luz dessa sua visão, né, então sei lá, parece ter uma tensão aí, né? Eu até cheguei a comentar sobre isso, se eu não me engano, se eu não me lembro, acho que eu comentei com o fugita, cara. Ah, acho que no vídeo dele, cara, acho que foi no dele.

¶382Eh, eu não sou um adventista, alguma coisa assim, que é um vídeo que ele esclarece, né? Ah, será que eu sou um adventista ou eu não sou um adventista ou alguma coisa assim, né? Alguma coisa assim, né? O vídeo dele é um vídeo bem bem interessante, né? Que ele fez.

¶383Ah, e eu cheguei a comentar algumas coisas lá, mas não cheguei a aprofundar muito, né? Ele chegou a me responder, mas foi nesse vídeo aí que eu comentei sobre algo mais ou menos nessa linha, né? Mais ou menos nessa linha, pelo que eu me lembro. Ã, é assim, eu não quero que ele vire criacionista fugo, não, tá? Que continue assim, né?

¶384Eu prefiro, no caso, que uma pessoa seja inconsistente e não negue teorias científicas bem estabelecidas, do que simplesmente vire um criacionista e se junte ao Eberlin e a galera do criacionismo bíblico, qualquer coisa assim, tá? Ah, então se isso for inconsistente, que continue com a inconsistência que é melhor pr pra atividade científica do que simplesmente uma apologética ali contrária à teoria científica vigente, né? Ah, endossada pelos especialistas, né, de forma ampla, ah, no domínio relevante, né? Mas é isso, mas eu acho que tem uma tensão aí, pelo menos uma tensão primafá, alguma coisa assim, ah, algum probleminha aí você combinar essas coisas e você aceitar a teoria da evolução, mesmo que no caso uma visão antirrealista científica e você endossar a uma ideia de que você através de demonstrações metafísicas, aliás, você endossar isso, né, você endossar a ideia de subdeterminação ah das teorias pela evidência, né, ali hav vinculado com o quine, né, e o do Hein E você ainda por cima endossar uma ideia de que você consegue eliminar ou reduzir a a subdeterminação através de demonstração metafísica. Acho que tem uma tensão aí nessas coisas.

¶385Não tem não tá combinando bem, entendeu? Não tá dando não tá tá dando match adequado. >> Você aceitar um argumento certo de Tomás de Aquino, que argumento certo seria esse? Porque que não comentei, sim, eles são não se porque ele não se segue. Então são faláis, você não consegue demonstrar aquilo.

¶386E toda a demonstração que ele faz é com base no Deus da Bíblia, é com base no Deus do catolicismo, que assim ele o era, e que a gente sabe que é uma série de erros e tudo mais. Por isso que eu até já falei, já dá para ir direto até, porque a gente pode pegar o Deus que o cara de fato defende. A gente não precisa nem trabalhar na metaf, mas fica à vontade. Pode trabalhar. Aí outra coisa que você falou de outros autores, mas aquilo que você citou de outros autores falando é baseado também no Tomás.

¶387Tá certo? que o Tomás Brasil em Aristóteles. Ainda assim você tá com >> Cara, não faz sentido isso porque o escoto é prévio automá de certo modo. Não faz sentido isso que você tá falando, ô Tochivo. Não faz é anacrônico, historicamente.

¶388É anacrônico, velho. Não faz sentido. Não faz simplesmente sentido. Você tá falando, velho. É uma ignorância histórica aí nesse nesse ponto, velho.

¶389Se fosse para dizer que alguém tá chupeando alguma coisa de alguém, né, a gente poderia até acusar o o aqui chupear do escoton, né? se fosse isso, mas não, cara, não, não, não, não, não, tá errado isso aí >> com a mesma base, você entende? Então, não dá para fugir muito ali, porque de qualquer forma, eu repito, eu concedo que isso tudo possa estar correto. Ainda assim, vamos pra demonstração. Ia ser legal isso daí.

¶390Eu entendo que você também tá querendo demonrar que você tem, eu entendo que você tem esse conhecimento, show de bola. Mas eu penso que o, o público ele gostaria de saber exatamente, legal, eu quero saber Deus, a minha vida prática. Eu não quero saber de metafísica, cara. Porque a metafísica, eu posso, que eu falei, é um Deus filosófico que o pessoal cria, porque a vida já provou que esse Deus da Bíblia não funciona. Só que a dissonância cognitiva faz, cara, eu não posso simplesmente pegar e dizer que tava tudo errado, então vou criar uma outra justificativa.

¶391Aí o pessoal cria uma série de atributos para esse Deus que são muitas vezes inalcançáveis. Você não tem como verificar o barato, por isso que não dá para provar nada. E aí o pessoal criou um Deus diferente da Bíblia, que ele contradiz completamente esse Deus da Bíblia, que a gente pode depois entrar nisso daí. E e aí por isso, qual do você vai escolher? Porque se você ficar com esse, você vai ver que não dá para ficar com esse daqui.

¶392Então não dá para você, a pessoa que tá nos assistindo, repita, ela quer a coisa da vida real. Qual que é o seu Deus? >> É, eu até acho, até compartilhei de um pouco de de insite aqui do Tchio que me parece que o modelo divino do teismo clássico que envolve mutabilidade absoluta, impassibilidade divina, ah, no caso ali é simplicidade divina, né? E e no caso da temporalidade absoluta, né? Parece que esse modelo divino, de fato, é mais difícil de você coadunar com o que é ilustrado na Bíblia, né?

¶393De certo modo, até mesmo através de analogias ou enfim, da linguagem metafórica, né? para se referir a Deus e coisa e tal. Ah, Deus não está se irando realmente ou coisa assim. até até mesmo nesse sentido é meio difícil de você não interpretar Deus como tendo uma responsividade, né, emotiva em relação às coisas que estão acontecendo, né, de certo modo ali, ah, com as pessoas, né, descritas no âmbito dos textos bíblicos, né, ou algo assim, que não tá sendo emotivamente reativo, né, ele tá reagindo emotivamente, ou seja, sendo afetado emotivamente ali e reagindo de maneira apropriada, né, eh, de maneira alinhada ali com o que tá sendo ilustrado, né, ah, na vivência das pessoas, né, dos quais ah ele criou, né, das criaturas, etc., né, aquilo. Ã, então até mesmo é meio difícil de coordenar isso com a Bíblia, né, com que é ilustrado na Bíblia.

¶394Ah, isso é algo que o Ryan Mulls mesmo, Riot Mulls, que é um teanel clássico, né, que é um dos críticos do teismo clássico de certo modo na no da filosofia analítica acadêmica da religião contemporânea, ele chega a argumentar, né, parece que no caso há uma há uma dificuldade maior de você compatibilizar esse Deus do texo clássico, né, dessa concepção metafísica de Deus com caso os dados dos textos bíblicos, né, do que que o texto bíblico ilustra de fato, né, que é um Deus mais ah Deus que é afetado, né, um Deus que no caso ali ele é ele é passível de sofrer algumas mudanças, né, em termos de temperamento, de comportamento. etc., né? Ah, de ter certas reações emotivas afetadas com relação às situações que ele tá presenciando, né? Que se entristece com a situação que tá que ele tá presenciando ou qualquer coisa assim, esse tipo de coisa, né? Que se ira ou algo assim.

¶395Ah, então parece que o texo não é o clássico, pelo menos, né? Ele consegue se acomodar melhor com, no caso, aquilo que é ilustrado na Bíblia, né? De certo modo, ah, certos textos bíblicos. Mas é, é isso. Boa no teu tempo.

¶396Boa noite. Top. Ei, tá bom. Três minutinhos. Bom, vamos lá.

¶397Eh, quando você falou que a ciência, obviamente, ela só fica nas causas secundárias, mas ela deveria então demonstrar, falar alguma coisa sobre Deus, justamente porque a demonstração da existência de Deus vai dos efeitos para causa. Então, se a gente já começa dos efeitos e a própria ciência ela começa dos efeitos, então ela deveria fazer um caminho parecido. Mas a metafísica, quando a gente pega uma demonstração metafísica e cuia, nós vamos dos efeitos para a causa primeira. Então, a gente tem uma demonstração e um certo tipo de abstração que nós realizamos para chegar até a causa primeira. uma coisa uma ordem eh metafísica mesmo.

¶398A ciência ela só fica na >> Mas esse processo de abstração também existe na ciência, meu amigo. Existe utilização de raciocínio dedutivo, indutivo, abdutivo na ciência, >> as causas secundárias, justamente porque o inúo dela também não é fazer metafísica. O intuito dela não é é, por exemplo, eh, chegar, >> mas não existe essa separação bonitinha entre ciências naturais e metafísica, até porque os físicos, teóricos e os filósofos da física trabalham com aspectos que envolvem metafísica também, certo? Principalmente quando a gente envolve o ano da física fundamental. Existe raciocínio metafísico por trás também, de certo modo, não há uma separação estritamente bonitinha entre a atividade científica e atividade filosófica.

¶399Não há uma separação estrita bonitinha entre uma coisa e outra. G >> e descobrir ah, o que que é o ser enquanto ser, o ente enquanto ente, que é uma definição da metafísica que é a ciência do ser enquanto, >> isso é a definição clássica, né, da metafísica tradicional clássica. Já foi superado. Hoje metafísica não é só isso. Metafísica vai muito além disso, >> ser doente quanto doente.

¶400O intuito dela, na verdade, é uma ciência particular que estuda certos fenômenos empíricos. Então ela não vai querer fazer essa abstração metafísica para saber para saber se Deus existe. Na verdade, ela vai ficar nas causas secundárias, realizar um recorde da realidade, uma descrição empírica da realidade. >> Não, na verdade é possível de você fazer certas generalizações metafísicas, né, ou certas extrair certas conclusões metafísicas através da investigação das tais das causas segundas no âmbito da atividade científica. Tanto é que, no caso, é a partir disso que se justifica a posição do neoroncionalismo na na física.

¶401Fundamental. Por isso que tantos filósofos da física e físicos endossam tipicamente o neorocionalismo, a ideia de que a causalidade está ausente do âmbito da física fundamental, realidade e tentar explicar os fenômenos que ali estão presentes. Agora, quando a gente fala de filosofia da religião ou metafísica, na verdade a gente quer partir dos efeitos e abstrair para ver se de fato existe uma causa primeira, uma demonstração cuia. Eh, e sobre Tomás Jaquino, que ele começa pensando num Deus cristão. Obviamente, eh, ele é católico, ele acredita no Deus cristão, mas se você analisar os argumentos dos escolásticos, eles vão demonstrar apenas pela razão, pela razão natural que eles a gente acha que acredita, a gente acredita que seja possível demonstrar somente pela razão natural a existência do Deus do teismo clássico.

¶402Eles vão discordar quando seria do Deus cristão. Tem motivos de credibilidade que é o termo que eles usam para mostrar que a fé cristã é coerente, alguma coisa assim. Claro, não eh vem do mérito pra gente discutir isso, se é verdade ou não, mas eles acreditam que são motivos de credibilidade para a fé cristã. Mas na verdade não pode demonstrar somente pela razão natural como a gente faz para esse a causa primeira não causada que é o sumo ser, que é um Deus que é inteligente, etc. Ou seja, o >> é na verdade o Raimundo Lulius, até onde eu sei, ele consegue, né?

¶403Aliás, consegue não, ele acredita que é possível demonstrar o cristinismo através da razão natural também. A trindade de Jesus, né, que Deus e ela diz que Deus é a trindade, né, que Jesus é Deus, etc. Pela razão natural também. Tanto é que você mesmo sugeriu esse tipo de demonstração possível, né, acerca da do cristianismo, né, demonstração metafísica da veracidade do cristianismo. O Deus douteismo clássico.

¶404Agora, o Deus cristão para eles é um dado revelado, é o dado de Deus, não da raza natural. Eles acham até heresia, alguns acham até heresia demonstrar o Deus cristão. Então, eh, Tomás Jaquino e as outras pessoas vão justamente demonstrar pela razão sem ser o Deus cristão. Por enquanto é a primeira etapa. E depois a gente pode falar do Deus cristão, inclusive a gente pode marcar um próximo debate, falar veracidade da Bíblia, veracidade do Deus cristão.

¶405Mas algo interessante é que para o público seria muito interessante antes de falar do Deus cristão, se de fato existe esse Deus sobrenatural do teismo clássico. E aí aqui eu posso discutir um pouco os atributos de Deus a partir desse argumento metafísico modal que eu falei, que inclusive é uma dedução necessária metafísica com cuja conclusão tende a ser apodítica, no sentido de eu acho que tem como a gente ter um pouco de certeza pela razão natural, pela demonstração metafísica e da existência de Deus, sobre a existência de Deus, do teismo clássico. E aí depois a gente não se as objeções que eu avancei aqui forem plausíveis, tá? Ah, então nesse caso aí ah, simplesmente você ficar da sua armure, ou seja, da sua poltrona, ficar concebendo cenários possíveis ou qualquer coisa assim, sem levar em consideração conhecimento empírico relevante que a gente tem sobre vários domínios e a questões relevantes. Não tem como você inferir qualquer coisa acerca de possibilidade real.

¶406Disso que você tá falando. >> A gente pode falar do de >> possibilidades ou necessidades reais, né? Ou seja, possibilidades ou necessidades metafísicas. Os cristão, por exemplo, >> show dois minutinhos, cara. >> Beleza.

¶407É interessante que o o deus douteísmo clássico, basicamente em suma e depois você pode desenvolver-lo melhor, mas ele seria todo poderoso, estaria presente em todos os lugares, saberia de todas as coisas, seria todo amoroso, seria aquele que dita moral, seria o todo justo, seria aquele que, digamos, seria o exemplo para muitos, né? Beleza? Um ser desse tipo, ele não conseguiria se esconder. Um ser desse tipo, não simplesmente se que não conseguiria, porque fal onipotente, ele conseguiria, vamos corrigir. Ele não simplesmente poderia se manter escondido pra pessoa ficar conjecturando qual Deus é entrando inclusive em debate que você acabou de falar que tem gente que não concorda dentro das mesmas vias racionais que você diz.

¶408E cada um pode chegar a comclusão diferente. Então não dá. E aí volta pra minha pergunta lá no começo. Eu falo: "Se esse Deus é tudo isso e ele tem todas essas características, ele obrigatoriamente deveria ser autoevidente, como eu já falei, porque autoevidência, até pegando nos conceitos que você falou lá no começo, é só entrar no Google, colocar autoevidência é aquilo que não precisa ser provado." Ela é simplesmente desse jeito. Eu não preciso colocar que é autoevidente por si ou não.

¶409Autoevidente significa se eu tenho essas características, esse ser que quer um relacionamento e que por acaso eu nem sabia da existência dele, ele nem se manifesta para tal, é mais ou menos como se fosse um pai que pegou, teve o filho e abandonou o filho, como é que eu chamaria esse pai? Tem gente que vai falar: "Meu, esse pai para mim tá morto". Ainda assim você fala: "Mas o pai existe?" Pois é, né? Mas você sabe que existe, você rastreia isso e você chega ao pai agora e Deus você não chega tanto nem na via racional, nem na via seja metafísica, nem na tampouco né, pela genética. E você com certeza não vai chegar isso aí pelo seu livro sagrado, porque cada um vai ter uma visão diferente, entende?

¶410E do mesmo jeito se a gente pode pegar outras religiões, não dá para defender nem um nem outro. Pelo que eu vi, até o momento você quer ficar com Deus metafísico, né? Que eu falei, qual de escolhe, você falou, vamos falando que o Antônio apoia o MBL e o Renan. Real, real, real, meu amigo. mesmo depois na denúncia sobre o Fark Man, da associação do Renan Santos com The Falkman, mesmo depois no caso ali da polêmica, né, relacionado a questão do tapinha na cara, né, depois para quem derou do Engléu, né, que no caso ali foi em relação ao do Moura, né, ah, e que no caso ali simplesmente o partido deu OK, deu joinha, mesmo depois da ameaça do Renato Batista de espancar o Nando Moura, espancar o Nando Moura, principalmente nos podcasts que ele vai participar agora, né?

¶411mesmo depois no caso ali de enfim da do Curtis Arvin, tá aparecido lá no evento do ML que defende um um que defende no caso uma perspectiva neoreacionária, né, NRX, né? Mesmo depois de tudo isso, né, desde se deparar com o Renan Santos endosçando uma estética estranha para caramba de cunho autoritário, mesmo depois de tudo isso, o cara continua apanhando Renan Santos. Você tem, o que que você quer dizer com isso, né? Que que que será que tem? Que que será que tem aí, né?

¶412Que que será que tem aí, né? Que que será que tem aí? Complicado, velho. Complicado. Imagina sera teu e ser de direita mesmo assim.

¶413[ __ ] que pariu. Então, meu problema não é nem ser de direita. É, o problema é é apoiar MBL. É pior ainda, né? É pior ainda.

¶414É pior ainda do que ser só de direito, né? É apoiar [ __ ] de MBL, né? >> Pode vir pondé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada.

¶415Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada. >> Satanás mandou R$ 3. O que você acha do misoteísmo? Acha que tem ligação com o problema emocional do mal?

¶416Isoterismo. Você tá falando a partir de que pessoas odeiam Deus, né? Mesmo acreditando que eles existem, cara. Hum. Eu acho sim, cara.

¶417Se você acredita que o Deus, né, que um Deus determinado de uma determinada religião, ele existe, mas ele não é modelado de acordo com o modelo divino específico, é racional você ser misoteísta. Por exemplo, se você acreditar que o Yahvé existe, mas ele não é modelado de acordo com o modelo divino específico, monoteísta tradicional, né, com teismo tradicional, então é razoável você ter uma atitude misoteísta com relação a ele, porque é um Deus claramente desprezível, né? Claramente desprezível. Agora, se você acredita que esse deus Yahé ele é modelado de acordo com modelo divino monoteísta tradicional, aí é mais complicado de você ser um mesoteísta, entendeu? Porque você ter que acreditar que esse Deus é onimedolente, onipotente, onisciente, onolente, onipresente, etc.

¶418Ele é governador providente da realidade, blá blá. Então, acho que aí é mais complicado você ser misoteísta com relação a essa concepção de Deus. Se você acredita que esse Deus, ele é modelado de acordo com o modelo divino, que diz que ele é onibevolente, que ele é perfeitamente moralmente bom, entendeu? Hum. É isso, né?

¶419Isso que eu tenho que dizer. Deus te >> agora assim, se você acredita que o Yahvé existe, mas que ele não é o deus do teismo, do monoteísmo tradicional, né? Ou seja, que é um benevolente e coisa e tal, aí sim faz sentido você ser misoteísta, né? Você ser misoteísta, desprezar esse Deus, odiar ele ou qualquer coisa assim, né? Parece ser razoável.

¶420Ah, principalmente com base no problema do mal, né? Ah, agora se você de fato acredita no problema do mal genuinamente, então não faz sentido, cara, você, né? Ah, não faz sentido você ser misoteísta se você acredita que o o Yahvé é literalmente modelado de acordo com o modelo divino do teismo tradicional. Aí eu já fic meio racionado sua parte, né? Oiar esse Deus.

¶421Aí eu acho que ou você tá em tilt, né? Você tá em tilt aí, né? ou sei lá, não sei. Não faz sentido. Bora >> ismo clássico.

¶422Mas você vai ver que a gente chegando nele, ele não vai bater com o Deus da Bíblia. A gente pode fazer um debate sobre veracidade da Bíblia, mas entra sobre a existência de Deus e ele cai na Bíblia também. A gente pode mander ver. Valeu. >> Boa.

¶423Falar aqui da metafísica. >> Agora sua vez de desenvolver o argumento, Gabriel. Aí essa é a última rodada, né, desse desse modinho. Depois a gente tem de perguntas e respostas que vai ser um pouquinho mais dinâmico, né? >> Uhum.

¶424Rápido para caramba. >> É. Aí aí depois também tem um diálogo aberto, né? Que são três formatos de debate assim >> para ficar mais diferente, né? Então, >> curti.

¶425Bora. >> Bom, sobre a questão eh da autoevidência, né? Por Deus, ele, a sua essência é ser, por Deus ter uma essência que é ser, ou seja, ele existe necessariamente, ele é o sumo ser, obviamente ele vai ser auto evidente perecer. Então essa definição de autoevidência que cujo essa ideia de que entidades concretas, né, objetos concretos atemporais ou temporais ou a que seja, eles são necessários, né? Eles têm essa característica de existir em virtude de sua própria necessidade, é algo questionável, tá?

¶426Existem algumas argumentações como do Noé, obé saens, tá? se de fato isso é possível, algum ser de fato existir pela sua própria natureza, né, ou algo assim, né? H, e existe esse tipo de problematização, né, que é avançada por esses autores. E o próprio Paul Raper também avança esse questionamento envolvendo a própria a própria consideração dos tipos de entidades que nós tipicamente, né, ou do tipo de objetos que nós tipicamente tomamos como sendo necessários, né, eh, vinculando com sentenças que a gente tipicamente julga como sendo necessariamente verdadeiras. Ah, ele pede pra gente considerar, por exemplo, sentenças envolvendo o quê?

¶427Eh, eu vou vendo objetos, né? Eh, objetos abstratos, né? Tipamente os objetos concretos com quem a gente tem familiaridade, né? Objetos concretos aqui, principalmente nome temporal, nós claramente tomamos tipicamente eles como como sendo no caso ali objetos contingentes, tendo status ou um perfil modal contingente, né? Então, se a gente for levar a sério a nossa inferência, né?

¶428Ah, ali pelo âmbito geral de objetos concretos, né? Eh, a gente deveria inferir, no caso, que todos os objetos concretos eles têm um perfil modal de contingência. Agora, será que todos os objetos concretos eles são contingentes no sentido e no sentido de dependência de serem também dependentes de outros objetos concretos, né, ah, contingentes, né, para existirem? Não pode ser o caso que existem alguns objetos concretos, né, que sejam no caso, hã, factualmente necessários, ou seja, que sejam independentes, eles sejam contingentes, eles possam falhar em algum mundo possível, mas de existir em algum mundo possível, mas ainda assim no mundo em que eles existem, isto é, no mundo atual, eles são, no caso, indestrutíveis. Ah, isso pode envolver o quê?

¶429Sei lá, matéria mais basilar, né, na nossa realidade, né, aspectos materiais mais basilares na nossa realidade, né, componentes mais basilares da nossa realidade ou algo assim. eh, que sejam materiais, né, de cu material e que no caso eles sejam eh indestrutíveis entre si, né, eh em si mesmos, né, algo que o Paul Dreaper e o Philop Leon eles consideram, né, eh, e que é algo que não foi eliminado genuinamente, né, nesse tipo de categorização nova em virtude de um âmbito de ceticismo modal mitigado, né, avançado pelo Felopan, OK? E endossado pelo P raper. Parece que os exemplos tipicamente claros que a gente tem de coisas que a gente toma como necessária são sentenças matemáticas, né, que expressam proposições matemáticas, né, e parece que o valor de verdade delas é estabelecido justamente em virtude da existência de objetos abstratos, né, dos quais o perfil modal desses objetos abstratos, né, ah, que se alinham com, enfim, esses fatos matemáticos é justamente no caso, um perfil necessário. Então, sei lá, se os exemplos mais claros de objetos que são candidatos a serem necessários, metafisicamente falando, né?

¶430Ah, são objetos que tipicamente a gente toma como sendo abstratos. Ah, tipicamente, né? Se a gente trata da mera consibilidade, por exemplo, ou daquilo que a gente observa na realidade, né? os exemplos que a gente tem constantemente de objetos concretos eh que são tipicamente sendo contingentes, né, de de acordo com a nossa experiência e então, de acordo com essas duis duas rotas, né, seja lá se você endossa uma epidemologia modal mais liberal ou uma mais restritiva, né, com citismo modal, ainda assim parece ser que os candidatos mais adequados para objetos necessários não são concretos. Portanto, Deus, por ser um objeto concreto, ter eficiência causal, ou seja, capaz de causar eficientemente, ou seja, produzir coisas enquanto efeito, né, das ações dele.

¶431E se ilustra, no caso ali que ele não poderia ser, no caso, sujeito ao status modal necessário também, de certo modo, entendeu? Eh, então nesse caso aí qualquer objeto concreto que existe, né, parece que no caso ali de acordo com meios de obtenção de conhecimento modal relevantes, ã, seja no caso e pistolia mais liberal, né, que é basicamente uma mais próxima do que o o Gabriel, o Fugita, o o Carlos e outras pessoas, né, que são teistas clássicas endosselo, seja numa mais restritiva, como a minha parece ainda assim que há razões principiadas pra gente considerar objetos concretos como sendo ah como so, né, seja eles temporais ou atemporais como sendo no caso contingentes, tendo um perfume ou d contingente. E se isso é o caso, então a gente não pode chegar na ideia de um ser que ele é absolutamente necessário, absolutamente metafisicamente, ou seja, realmente necessário, né? E portanto, impossível de falhar existir em qualquer mundo possível de acordo com a linguagem, né? E a semântica de mundos possíveis da filosofia analítica contemporânea.

¶432Pricado, ele está incluso no predicado do o conceito do predicado, está incluso no sujeito, no conceito do sujeito. Obviamente seria, por exemplo, uma proposição imediata que a gente estuda, né? Proposição imediata, proposição imediata. A gente tem até inferências imediatas, inferências imediatas. Então o Deus eh do teismo clássico, o sumo ser, ele seria autoevidente percer por causa dessa questão, mas como eu disse, ele é autoevidente percer.

¶433Então a definição de autoevidência, tá certo, mas ele é percer. Por que que não é para nós? Justamente porque o nosso intelecto não possui uma uma intuição direta da essência divina. A essência divina pensa uma essência infinita. Não temos uma intuição direta imediata, que é diferente, por exemplo, a gente demonstrar a existência dessa essência, mas não quer dizer que a gente vai compreender ela totalmente, mas demonstrando pelos efeitos que essa essência ela existe, uma essência infinita, mas não quer dizer que a gente vai ter uma intuição direta dessa essência, >> que eu vou já avançar uma objeção que, a meu ver, é crucial contra a visão de Deus infinito que geralmente os cotistas defendem, tá?

¶434E aqui eu acho que já mina o ponto dele, tá? Existe um argumento recente desenvolvido pelo filósofo Michael Hilmer, tá? filósofo agnóstico Michael Hilmer, que é um argumento que trabalha, né, que enfim, que é articulado em termos da teoria de infinito que ele desenvolve no livro dele, Approach Infinity, que é um livro de 2016, tá? Ah, essa teoria do infinito que ele desenvolve, né, envolve a ideia de que magnitudes, né, ã, enfim, infinitos que envolvem quantidades, né, ah, em termos de magnitude infinita, né, intensiva infinita, são impossíveis, enquanto, magnitudes, né, quantidades desenvolvendo magnitudes infinitas extensivas são possíveis. E o que que são essas coisas?

¶435O que que é a magnitude intensiva infinita? O que que é magnitude extensiva infinita? Basicamente é o seguinte, vamos pegar o exemplo de dois canecos, tá? dois canecos de água, fervendo a água ali a 100ºC, certo? Você coloca dois canecos ali na no seu fogão e você bota esses dois para ferver a 100º CC, tá?

¶436Até chegarem a 100ºC, tá? Ah, chegar ali na ebulição e bá blá. Vamos supor que você pegue esses dois canecos e você jogue essas duas águas em um pote, né? Em um pote ou em um recipiente maior, né? Essas duas águas juntas.

¶437Nesse caso, qual vai ser a temperatura total dessa água com essas duas águas somadas, né? Essas duas águas ali, essas duas temperaturas somadas, vai ser ainda assim 100ºC. Não vai haver uma aditividade em termos de um em relação ao outro. Ou seja, quantidade de magnitude intensiva são quantidades que não são aditivas. Ou seja, se você tem 100ºC, se você tem uma caneca com uma água fervendo, a 100ºC, e você tem outra caneca com uma água fervenda, é 100º CC e você mistura as duas, você soma as duas, ainda vai ter 100º C, vai ter um uma água ali, né, dentro do seu recipiente, ainda assim com 100ºC.

¶438Ou seja, não é algo aditivo essa quantidade, né? Eh, essa envolve uma magnitude que não é aditiva, né? Você não consegue adicionar mais ali ao mesclar duas quantidades, tá? Desse desse tipo. Agora, você tem outras quantidades que são basicamente quantidades extensivas que envolvem magnitud de extensivo.

¶439Um exemplo, claro, é o exemplo de duas varas de 1 métrico, certo? Se você pega duas varas, né, cada uma delas de 1 métrico e você soma as duas, né, você combina as duas varas e você amarra elas, né, ou você combina elas duas e etc., a vara resultante, né? O tamanho da vara resultante, né, ali da combinação dessas duas vai ser de 2 m, ok? Então essa magnitude eh essa quantidade envolve uma magnitude extensiva. Você consegue estender e somar ali, adicionar mais em termos de ah de quantidade, né, em termos de extensão, né, de tamanho, etc., né?

¶440Ah, então tendo em vista isso, por que que no caso magnitudes intensivas são impossíveis? Vamos pegar um exemplo de um paradoxo, tá? Ah, um paradoxo. Vamos pegar o paradoxo da lâmpada de Thompson, né, que vem do James Thompson, né, que é basicamente o o marido da Jarvis Thompson, né, que escreveu o texto, né, de 2000 de um artigo, né, de 1971, onde ela desenvolveu, né, o argumento, ah, enfim, o argumento do violinista, né, famoso na literatura de ética do aborto, né, de certo modo, de ética do aborto. Ele articulou esse tipo de paradoxo do infinito ali, que é bem mais fácil de se explicar do que outros paradoxos, tá?

¶441Então vamos pegar a lâmpada de somo. Vamos imaginar que a gente tem uma lâmpada ali específica, certo? A gente tem uma lâmpada específica e ali a gente começa, né, no meio-dia ali e a gente resolve, ela começa ligada no meio-dia e a gente resolve apagar ela meio e meio. Aí no no restante da hora, né, na hora restante, né, ali, ã, na hora restante, né, cerca de um, cerca de 1/8 da hora restante, né, aliás, 1/4 da hora restante, ah, a gente liga ela de novo. Aí depois 1/8 da hora restante, a gente desliga ela de novo.

¶442Aí depois um um 11 um déo, né, um 10 da hora restante a gente desliga de novo. E assim sucessivamente até chegar em 1 hora. Quando a gente chegar em 1 hora da tarde, essa lâmpada ela vai estar ligada ou desligada? Bom, parece que no caso ali qualquer resposta que você dê vai ser a resposta correta, né? Qualquer resposta ali, se ela tá ligada ou desligada, parece que vai ser igualmente respostas corretas, né?

¶443Ah, só que tem um problema, uma dessas respostas tem que ser a correta ali, né? Não pode ser as duas ao mesmo tempo, porque são vão haver estado de coisas contraditórias entre si, né? Ou seja, ela não pode estar ligada e desligada ao mesmo tempo sobre o mesmo aspecto, né? Porque isso é uma contradição, né? é uma contradição e parece o seguinte, que você consegue dar uma resposta razoável, né?

¶444Hã, você consegue dar uma resposta razoável, hã, justamente o seguinte, né? Eh, nos dois termos, né? Porque você pode assumir que, no caso ali, ah, em virtude de, no caso, o último movimento ser alinhado com a o fato de você ligar, né? O fato de você ligar ali, ah, meio-dia, né? No caso ali em for e essa essa lâmpada começou ligada ao meio-dia, né?

¶445Ah, ao meio-dia e depois foi desligada ao meio-dia, né? H parece que ela favorece um resultado, né? Uma resposta em termos justamente de que pelo fato dela ter se ligado inicialmente e por ter se mantido uma frequência na mesma enfim, na mesma velocidade, etc., né? Até o final ali da do estágio final, né? De uma hora, parece que seria razoável você dizer que ela tá ligada.

¶446ou se você fixar o fato, né, de que no caso você desligou ela em meio de meia, parece que pelos mesmos raciocínios você consegue fixar a ideia de que no caso ela vai estar desligada no final ali do processo, né, no final do processo. Só que no caso essas respostas são contraditórias, embora igualmente plausíveis, né? Ah, e isso é um problema, né? Ah, e isso, esse problema é gerado pelo quê? Michael Hilman, ele vai sinalizar que esse tipo de problema, esse tipo de paradoxo de contradição, de cenário contraditório, ele é gerado em virtude de você presumir que no caso ali, ah, que você vai ter uma região espaço temporal, né?

¶447Você vai ter uma região espaço temporal ali, né? Ah, localizada, né? na onde você vai ter que empregar energia infinita para poder ficar desligando, ligando naquele ritmo continuamente e uma resistência infinita com base na enfim no interruptor da lâmpada para que no caso se chegue no cenário final. Então, o fato de você ter uma uma energia infinita, né, aplicada junto com uma com uma lâmpada, né, que tem um interruptor com uma com uma resistência infinita, é justamente essa ideia de infinito, de magnitude intensiva, que não é que não é aditivo, que gera esse paradoxo, né, que gera esse tipo de paradoxo. Então, infinitos de magnitude intensiva, eles são impossíveis porque eles geram paradoxos.

¶448É esses infinitos que geram paradoxos. Inclusive, Humer, ele ilustra que é justamente esse tipo de consideração que provavelmente explica o por que, no caso a singularidade, né, a singularidade, né, vinculada com o modelo cosmológico padrão, né, a identificada lá, não é tomada pelos físicos atualmente como uma algo real, né, como uma entidade real, né, uma entidade física real existente na realidade. Por quê? Porque ela tem densidade infinita, ela tem temperatura infinita, ela tem, enfim, tem energia infinita, enfim, tem tudo infinito lá, né, temperatura, densidade, etc. Tudo infinito lá, né?

¶449E esses infinitos envolvem o quê? magnitude intensiva que não é aditiva, né? Ah, então, basicamente, o Hummer através dessa tipo de teoria, né, ele ilustra o seguinte, que infinitos extensivos, ou seja, envolve cardinalidade, né, a ali um aspecto de cardinalidade infinita, como por exemplo, conjuntos abstratos, ã, infinitos, ã, ou no caso série infinita, né, no caso ali de causas, né, temporais, né, e etc, ou espaço infinito, né, em termos de extensão, né, de ser e estendido infinitamente ou etc. Ele advoga que esses infinitos são não problemáticos, não geram paradoxo nenhum. E isso explica o porque que no caso o paradoxo, o suposto paradoxo de Zenão não é genuinamente o paradoxo, né?

¶450Eh, por que que no caso a gente já tem uma solução plausível pro paradoxo de Zenão? Porque no caso o paradoxo de Zenão, ele envolve o quê? Uma espécie de percurso entre um ponto A e um ponto B, na onde caso você tem infinitos passos percorridos. Mas esses infinitos passos envolvem o quê? Passos sequenciais que envolvem uma adição, né, de novos passos, né?

¶451Eh, e portanto uma magnitude extensiva e não intensiva. Isso explica porque que no caso é possível a gente cruzar eh ali e realizar um movimento do ponto A, do ponto B, realizando infinitos passos sem que no caso isso implique qualquer paradoxo, né? Enquanto no caso da lâmpada de Thompson, isso gera paradoxo, né? Então, tendo em vista isso, a gente pode tomar a ideia dos atributos divinos do Deus que supostamente seria infinito, né? Dizer que um Deus é infinito é dizer que um Deus ele é infinito em termos de poder, de conhecimento e de bondade.

¶452Só que que tipo de magnitude é essa? Que tipo de infinito é esse, né? Envolvendo magnitude de que tipo? Parece que o infinito referido aqui é um infinito atual de magnitude intensiva, né? De magnitude intensiva.

¶453Porque parece o seguinte, parece que no caso o conhecimento de Deus, ele envolve no caso o conhecimento de todos os estados de coisas, né? Envolve no caso uma informação infinita, né? De certo modo, ah, envolvendo os estados de coisas infinitos, né? Eh, instanciados, né? Ele tem um conhecimento imediato, né?

¶454E, eh, uma intuição imediata e direta, né? de todos os estados de coisas, né, de certo modo, já que ele é o criador e sustentador de tudo. No caso, parece que no caso ali ele é ele é a o poder, né, de Deus, né, ele é ilimitado, né, e, portanto, ele é infinito, ah, em termos justamente de não ter limites, né, porque ele pode realizar. E parece no caso ali, né? Eh, e parece no caso ali que, eh, e parece no caso ali que o conhecimento dele, né?

¶455Aliás, parece no caso que a bondade dele também envolve uma magnitude infinita, né? E que não é quantitativa em termos aditivos, né? em termos aditivos, que é algo que você consegue adicionar mais bondade, mais bondade, mais bondade. Não, ele tá completamente realizado, plenamente realizado. Ele é plenamente infinito em termos de bondade, ele é bondoso nível infinito.

¶456E parece que esses infinitos presentes nesse Deus, né, são análogamente relevantemente similares aos infinitos de magnitude intensiva que o Hummer julga como impossíveis, né, que o Jumer avança a argumentação como sendo impossíveis. E se é no caso, eles são relevantemente análogos a esse tipo de infinito. Então, nesse caso, em virtude dous dos escotistas ser infinito, significa que ele é impossível. de existir na realidade. E, portanto, qualquer demonstração metafísica que vindique a possibilidade dele vai incorrer um certo problema, né, que é justamente a impossibilidade da existência desse tipo de infinito distanciado na realidade de magnitude intensiva.

¶457OK? Então, basicamente esse é um problema muito drástico. Ah, para quem tiver interesse, eu traduzi dois textos recentes, tá? Inclusive, eu deixei esses textos aqui, ó, tá? Para quem tiver interesse, no vídeo do Joy Smid junto com o Daniel, o junto com, no caso Stephan Woodford do Rationality Rules, eu cheguei a deixar os textos do Michael Hummer que eu traduzi relacionado a esse tipo de argumento lá, tá?

¶458Então, bem chapiro, OK? Bem chapiro. Aqui, ó, aqui eu tô deixando todos os argumentos relacionados a neoplatonismo, né? Rebatero argumentos neoplatônicos, tomistas, escotistas. Vou deixar algumas coisas sobre suadrisianismo também e também sobre lulianismo, tá?

¶459Vou deixar posteriormente, assim que eu começar a me aprofundar mais no lulianismo, eu também vou trazer algumas coisas aqui, tá? E pretendo trazer algumas coisas aqui que eu ainda não me aprofundei muito bem. Ah, e aqui, ó, se você tiver interesse, aqui, ó, tem vários argumentos contra perspectivas de teistas clássicas, tá? Teistas clássicas, especificamente, modelo te clássico. Ah, e aqui esse argumento dos, esses argumentos do Michael Hummer estão aqui, tá?

¶460Nesses dois textos, tá traduzido aqui na pó lista. Aí vocês podem vir aqui. Aí aqui você tem no caso a virtude de vício entre o infinito, onde o hum articula melhor esse ponto, né, do por que que certos infinitos de magnitude intensiva a ex de magnitude intensiva eles são impossíveis, né? Enquanto os de magnitude extensiva são possíveis. Ah, e aqui você tem outro que é justamente articulando um argumento especificamente contra a possibilidade desse Deus, né, de que Deus é impossível.

¶461Virtude de um Deus infinito, ele envolver a instanciação de magnitudes intensivas infinitas, né? H basicamente envolvendo onipotência, onisciência, onipresência, eh onibenevolência, aliás, onibenevolência, né? Hã, e é isso. E quem tiver interesse também tem um debate do Michael Humor contra o George Rasmassin, ó. Esse aqui, ó, esse debate aqui foi muito bom, tá?

¶462Foi no canal do Miles Kle, tá? O Don H, ele hosteou esse debate entre o Michael Hummer e o Joshua Rasm avançando esse tipo de argumentação, né? O Josh Rasm tentou a responder ali de algumas maneiras, né, mas não foi muito boa as respostas do do Rasmass, né, desse modo. Então vocês podem ver aqui, tá? Ã, o debate dos dois no canal do Donahu.

¶463Beleza? Então é isso. Salve pra galera que tá chegando. Samuel, o Dante também tá aí, né? O Dante já tava aí já faz um tempinho.

¶464Falou Nathan. Ó o dose de filosofia. Kauan. Kauan tá aí conosco. Salve Kauan.

¶465Mas enfim lá bora. Tem também o debate do Hilmer para quem tiver interesse com o Richard Swimber, tá? Mas o Swimber ele joga muita toalha cara. Eu acho que o Rasmus ele soube manusear melhor. Ó, Michael Hummer, Richard Sworn.

¶466Esse argumento ele se aplica não só teismo clássico, mas também algumas articulações do teismo neoclássico, embora não todas, tá? Porque por exemplo Ryan Mes ele não toma Deus como sendo infinito, tá? Não trabalha com a noção de infinito propriamente na concepção de Deus do Tismo ne clássico dele. Então ele escapa do problema que o Hummer aponta, tá? Então aqui, ó, teve esse debate aqui também no NT podcast, tá?

¶467Entre o Michael Humor e o Richard Swimber, tá? que a gente vai interesse, mas é isso. >> Divina, é justamente por isso que a gente deve demonstrar posterior uma demonstração cuia sobre Deus se esconde. Eh, de fato, talvez acho que você esteja abordando um pouco do argumento do cotamento divino do Shellberg, ou pode ser outra versão também do cotamento divino, mas é claro, tem uma resposta aqui específica pro argumento do Shellinberg, mas será que Deus ele se esconde? Aí tem uma noção, né?

¶468Eh, tirando essa questão da autoevidência, que eu já expliquei, porque a gente tem que chegar a ter Deus por demonstração, se for pela razão natural, a gente obviamente tem um certo relacionamento, a gente tem uma certa comunhão com Deus pela fé, né? Eh, o que que é a fé? A fé é justamente esse hábito pela escolástica é um hábito sobrenatural infundido na alma humana, pela qual o intelecto ele assente as verdades divinas movido sobre a graça, movido pela vontade, né, segundo a graça, por uma verdade que Deus revela. Então, por exemplo, é um hábito sobrenatural. O hábito no sentido de qualidade em uma categoria aristotélica que é infundida na sua alma.

¶469Um hábito sobrenatural, porque a fé é um ato sobrenatural pela qual a gente se move pela graça. Ele eleva sobrenaturalmente a nossa vontade, nosso intelecto, a aderir essas verdades divinas e a escolher, né, pela vontade, sobre o comando da vontade, a sentir com o intelecto nessas verdades eh reveladas, nessas verdades divinas. Sobre qual autoridade? Pela autoridade do Deus que revela. Esse é o motivo formal da fé.

¶470Se você eh foi ler alguma coisa de Francisco Soares, não defide, ele fala: "A fé seria isso." Qual que é o motivo formal? motivo formal, motivo material. E Deus, ele para ele se relacionar com a gente, nessa condição pós lapsariana, ele escolheu nos relacionar, ter comunhão conosco justamente pela fé. Então, pel justamente pela fé que ele busca eh se relacionar com a gente. Aí tem a habitação do Espírito Santo no crente que tem uma experiência com Deus, mas até os crentes eles experimentam um pouco a ausência divina.

¶471Se você for ver na própria Bíblia, o salmista, né, Salmo 73, Salmo 42, a gente vai ver um pouco, eles experimentando um pouco dessa ausência divina até no crente, mas não quer dizer necessariamente que Deus não existe. Talvez seja uma forma dele estar presente, por mais que isso possa ser contraditório, mas a questão é dentro, eu tenho um argumento metafísico modal, então isso >> como é que é? Mas nunca dizendo necessariamente, a gente vai ver um pouco eles experimentando um pouco dessa ausência divina até no crente, mas nunca dizendo necessariamente que Deus não existe. Talvez seja uma forma de dele. Não, mas isso daí é basicamente aquele ponto que o Shalomberg até ilustra, né, de resposta ao Wander Colison, né, é o Andre Colison, se não me engano, ah, sobre a resposta que ele tentar dar o contamento divino, né, o autor Andre Colosson, que aquela resposta de ah, não, mas se no caso Deus ele se manifestasse muito para nós, né, enfim, se ele se ele se tornasse, digamos assim, mais evidente para algumas pessoas, né, que são ah descrentes ali, que a gente visualiza como estando nessa posição ã que ilustra não resistência, né, no sentido relevante dele.

¶472Ah, então elas não teriam atos, né, muito valiosos, né, de coragem ou qualquer coisa assim, né, porque elas estariam sempre com aquela crença e a certeza de que Deus existe ou algo assim e, portanto, elas não se sacrificariam. elas não executariam atos virtuosos, né, como atos superrogatórios, né, de autos sacrifício, né, para outras pessoas, eh, porque elas seriam compelidas, no caso ali, ah, a gente de certas formas ali não cultivar essas virtudes, né, de, sei lá, de gente correr atos super rogatórios ou qualquer coisa assim, em virtude delas terem crença, né, esse item intelectual extra, né, da proposição de que Deus existe, né, por assim dizer, na mente delas, né, ah, elas acreditariam nisso, né? E aí ele responde isso dizendo que basicamente existe uma distinção entre o senso de experiência presencial de Deus em você e no caso o item intelectual extra que é justamente a crença na existência de Deus. Pode ser que no caso Deus ele só se faça mais presente para você no caso ali, portanto favoreça com que você ah tenha esses esse item intelectual extra formado nessa crença, nessa proposição formada. Hum.

¶473Hã, justamente para que você não esteja em estado de não resistência, de não resistência relevante com relação a ele, mas no caso ele se distancie um pouco, né, em termos do senso de experiência presencial dele. Ele deixa de imbuir esse senso de experiência presencial justamente em virtude de você se comportar de certas maneiras específicas ou algo assim para que permita que você se comporte de maneiras mais livres ou qualquer coisa assim, né? E portanto dê essa sensação de que Deus à tá um pouco mais distante de você, mas não que ele não existe, né? Eh, então ainda assim esse tipo de resposta ainda são, ainda assim não resolve o problema, né? de que se de fato existe pessoas estad descreça não resistente, então isso é um problema pra existência do seu Deus, tá?

¶474Eh, segundo o argumento do contamento divino, né? Tem essa resposta da do senso de experiência presencial. Isso daí que você tá relatando se enquadra no aspecto de distanciamento do senso de experiência presencial, ok? Ah, isso daí não envolve uma pessoa está num estado de descrença não resistente, tá? Só para deixar claro.

¶475Ah, os exemplos de descrentes não resistentes são os que eu mencionei na live inicialmente, né? Excrentes ah, desconvertidos para religiões e convertidos para religiões não teístas. H, no caso ali, buscadores sinceros de longa vida e descrentes, né, eh, de tribos isoladas, né, basicamente esses são os os quatro, né, candidatos a descrentes genuinamente não resistentes nesse sentido relevante do Shellberg >> e estar presente, por mais que isso possa ser contraditório. Mas a questão é dentro >> não não é contraditório se você tá falando só sobre o senso de experiência presencial de Deus, né, e ele pode diminuir esse senso ou aumentar esse senso, né, tem problema. Eu tenho um argumento metafísico modal.

¶476Então isso não depende, por exemplo, de como surgiu esse argumento, não depende do Deus cristão, não depende nenhum eh depende justamente da demonstração pela razão natural, pelo argumento metafísico modal de transcot. Tem esse primeiro passo, cuja conclusão é uma verdade eh apodídica, tem esse primeiro ponto. Depois tem os atributos divinos que a gente demonstra doismo clássico. Depois nós, você pode, por exemplo, pegar, eu acho que eu já vi você fazendo, pegar alguns desses atributos divinos e mostrando que na verdade eles se contradizem. por exemplo, a liberdade divina, ele se ele não pode mudar o seu decreto, ele não é onipotente, eh se ele já sabe o que a gente vai fazer, a gente não é livre.

¶477Então a gente pode discutir essas coisas depois. >> Beleza? Três juntinhos. Al, tô aí vendo. >> É, os argumentos têm compatibilidade de atributos, né?

¶478Eu acho que tem versões mais sofisticadas esse tipo de a de argumentação, mas tem algumas menos sofisticadas. Show. Vamos lá. Em relação, você falou que não vai compreend interesse, tem uns textos, né? O proprio Ghut alguns desses problemas.

¶479E você tem também, no caso ali ah textos como por exemplo do Patrick Green, que articula alguns argumentos de possibilidade também no próprio capítulo 12, né? 12 12 ou 13, acho que é 12 ou 13, acho que é 12. Ah, no capítulo 12 do livro O Mundo sem Deus acesso sobre o ateísmo, o Patrick Green, né, que é o filósofo ali analítico, ateísta, ele tem alguns argumentos articulados nessa linha, né, a linha de argumentos de impossibilidade ah, de vários tipos. Alguns que envolvem possibilidade de dois atributos, né, conjuntamente, outros que envolvem possibilidade de de atributos individualmente, como a própria onipotência e oniciência, né? >> Aprender inteiramente essência divina de novo, né?

¶480Eh, eu gosto de tocar esse ponto porque por mais que a gente chegue lá e você admita que não tem como conhecer isso tudo, eu fico pensando como é que o pessoal então você talvez vai falar que foi revelado, né? Mas a Bíblia tá cheio de erros de Gênesis Apocalipse. Tem uma séde incoerências, tem moralidade cometida pelo próprio Deus. São coisas que não tem como você confiar naquilo. Ainda assim, como é que o pessoal, não sabendo como conhecer inteiramente a essência divina, palavras suas, como é que o pessoal sabe então qual é a vontade?

¶481>> É, o Edson Toch trouxe o argumento dos comandos divinos moralmente abomináveis, né? Como o Wesley Morrison mesmo traz no capítulo 10 do livro The Black Compan The Pr of Evil, né, que é o livro editado pelo Daniel Hord Sneider Justin Be McMan em 2013, né? Então ele trouxe ali o capítulo 10, os pontos que ele traz no capítulo 10 ali. Vamos ver se ele vai conseguir trabalhar e rebater as objeções do, enfim, do do apologeta dele que Jesus vai voltar, porque aquilo que foi falado era uma verdade, sendo que você não conhece essência nem divina, nem desse ser, que seria o seu pai, por exemplo. Você não conhece o seu próprio pai, tá?

¶482Isso é complicado. Então, é uma coisa que entra em contradição. Repito, Deus metafísico, ele vai contrazer completamente o Deus que você tem na sua fé, cara. Eh, outra coisa, você trouxe definições. Trazer definição, trazer argumento, não prova Deus.

¶483Você só tá definindo, você não está demonstrando, você não está trazendo a evidência a prova, que até porque nós estamos falando de coisas extraordinárias e como Carl Seagan dizia, né, que alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias e nós não temos essas evidências. Se tivéssemos, a gente não teria mais de 4.000 religiões cada um professe. E voltando para Romanos capítulo primeiro, se a própria natureza testifica de Deus, a gente não teria inclusive as tribo, a tribo dos piraã que não acredita em Deus nenhum, né? e assim outras tribos que acreditam na natureza, >> só qualificando, tá? Não é que os piraãs não acreditam em Deus nenhum, no sentido de nenhuma concepção de divindade menor ou qualquer coisa assim, é que eles não tm crença no Deus tradicional, tá?

¶484Eles não têm nem aparato conceitual para formar esse tipo de crença, tá? Ah, foi algo que eu inclusive comentei no no debate que eu tive com padre, né, para quem tiver interesse cheg a comentar isso com o padre, né? Até citei o artigo de 2016 que é um artigo sobre her gatheries, né? The origin of religion, né, que é o do PV Duda, do Frank My Lloy e do como que é o outro mesmo? Har Se peoples, né?

¶485É um artigo lá que ele tem uma um, ele pega, né, numa amostra lá do atlas etnográfico, né, e mais um outro um outro repositório lá, né, eh, para assim dizer, né, que tem registros etnográficos e coisas e tal. Ele pega, no caso, as amostras, né, desses, digamos assim, repositórios, etc., né? Ah, de dados envolvendo essas tribos mais antigas, etc., né, de casadores coletores. E através de Nostr 33, né, de tribos ali que são relativamente, né, apresentam um certo nível de independência ali umas às outras, né, eles conseguem encontrar, né, que nessas 33 tribos, né, vinculadas com esse estudo de 2016, ah, essas 33 tribos, todas elas têm crença no animismo, né? Todas elas têm crença no animismo ali compartilhada, né?

¶486E aí no caso a filósofos, né, eu até menciono T Smith, né, no artigo dele de 2000 e no artigo dele de 2019, onde ele tenta articular um argumento em favor do animismo através desse tipo de eh de dado, né, científico, né, vinculado aí com a questão da dessas tribos de caçadores coletores do passado, né, a ele tem articular um argumento de consentimento comum, não em favor do teísmo, mas do animismo, em contraposição ao ateísmo naturalista e também ao teísmo tradicional, né? Ah, então ele tem articular esse tipo de argumento com base nisso, né? é um argumento de consentimento comum, ah, em favor do animismo, né? Então, eh, eles não têm crença na concepção de Deus monantista tradicional, eles não tem quer o aparato conceitual para formar esse tipo de crença e e acreditar nesse tipo de concepção, tá? Então, eu cheguei a aguentar aqui, ó.

¶487Vamos no shorts. Ah, vamos lá. Oi, >> oi, padre. Tudo bom? Meu nome é David.

¶488>> Bom, >> oi. >> Oi, padre, tudo bom? Meu nome é David. >> Tudo bem, David? >> É, sou estudante de filosofia da religião e eu gostaria de insistir no ponto que o meu amigo Kauan trouxe aqui, né?

¶489referente ao ocultamento divino, inclusive que ele trouxe. Eu queria qualificar uma fala dele, que é, na verdade, os pirãs não é que eles não têm concepção de Deus, eles não tm a concepção do monoteísmo tradicional, que é o que o senhor acredita, é o que os católicos acreditam. Então, nessa concepção, eu gostaria de questionar exatamente, então, para que que o senhor está aqui nesse debate? Para que que o senhor está, por que que o senhor é católico se no caso a Bíblia não é um livro para pessoas que não creem? Para que, para que que é necessário o proselitismo religioso se no caso esse, essa concepção de Deus, né, e esses essas crenças religiosas não são para as outras pessoas que não já não acreditam?

¶490Eu gostaria de saber isso porque simplesmente não ficou claro para mim. >> O primeiro, primeiro eu tô aqui porque eu fui convidado, né, igual você foi. Fui convidado e aceitei o convite para estar aqui. Claro, na posição de padre, eu sou padre, né? >> Corrigindo, o cristianismo não é a única religião monoteísta.

¶491Muçulmano só, você falou, né? E os judeus também são, né? Então essas três religiões que a gente considera que são religiões monoteístas que acreditam no mesmo Deus. Mas você falou >> e cada uma, olha só, e cada uma acredita que o seu livro revelado, livro é aquele que é genuinamente inspirado. >> Sim.

¶492>> Certo. E aí complicado, né? É, é, olha, você falou uma coisa que é muito certa, corrigindo o seu colega que veio anterior, em todas as civilizações que a gente conhece, existem ritos e ritos que transcede na compreensão das pessoas e aí cada um tem a sua visão de Deus. Só que o cristianismo ele se >> não exatamente, na verdade existem nada que na verdade existe um estudo, né, publicado em um journal sobre antropologia. Ah, agora não vouar o nome do estudo, mas esse >> Mas aí não tem base aqui porque você não lembra o nome do do >> ele tem um artigo de um filósofo chamado TD Smith, que é um filósofo animista.

¶493Ele utiliza esse artigo, né, para justamente para motivar a concepção animista de mundo. E nesse artigo ele menciona esse outro artigo sobre antropologia que é referente justamente a de tribos, né, de caçadores coletores que acreditavam em concepções ali eh religiosas, mas não teístas, por assim dizer. >> Não, religiosas. É o que eu tô tentando te falar. Mas você tá tentando colocar como se essas essas tribos, né, com essas tribos de caçadores coletores do passado, como se todas elas acreditassem numa concepção monoteísta de Deus, como se tivesse uma convergência entre elas.

¶494>> Esse argumento que você tá usando é um argumento chamado de argumento do consentimento comum e já foi abandonado na filosofia da religião como apoiador do >> palavras na minha boca nesse momento. >> Se você quer aprender a lidar com isso. >> E é isso, cara. É isso, é isso, é isso, é isso. Ahã.

¶495E o artigo, né? O artigo é esse aqui, tá? Under gathers and religion, tá? O artigo que eu não tava lembrando o nome na hora é esse aqui. E o artigo do T Smith, onde ele tenta argumentar em favor do animismo.

¶496Onde ele tá argumentar em favor do animismo, é isso aqui. Vamos lá. Theon consentar na philosopher magazine, né? Philosophers Magazine. Deixa eu ver aqui, ó.

¶497Esse aqui é o artigo tá disponível na F papers, tá? Para quem tiver interesse. Esse aqui, ó, de magazine, tá? para que gente ver interesse. É isso.

¶498>> E aí também o zoroastrismo que acredita em a rura e que começou com dualismo, que depois o judaísmo acaba sendo obviamente sincretizado ali com essa fé e acaba depois impactando o cristianismo e o islamismo, onde você vem com a ideia de um ser mitológico, de um julgamento final, de uma virgem que vai conceber um salvador e tudo mais. Isso aí não é do cristianismo, não é revelação, isso é um desenvolvimento cultural provado já pela arqueologia e pela história, tá? Então assim, eh, repito, por mais que você tenha os desenvolvimentos que o pessoal já fez há séculos atrás, até hoje o pessoal não pega e fala: "Não, isso aí tá certo?" Não, não tá certo. Então, que a maioria dos filósofos são ateus. O pessoal estuda isso, o pessoal não acredita, tá?

¶499>> Só corrigir aqui, tá? Ô, Edson, tem um problema. Ah, a maioria dos filósofos acadêmicos, de fato, né, isso daí tá correto, tá? Maioria dos filósofos que estudam vários assuntos, né, várias questões relevantes ali e que são relevantes particulação de visão de mundo, tá? Ah, como o OP mesmo comenta, eles são ateus, tá?

¶500Se não se lem acho que é 72% alguma coisa assim dos filósofos são ateus, né? Ah, filósofos na no âmbito analítico, acadêmico, contemporâneo. Ah, isso é ilustrado pelas pesquisas da Fel Survey, né? Pesquisa F sur Servey de 2020 conduzida pelo David Shaers e David Burch. No entanto, quando a gente faz uma um nivelamento, né?

¶501Quando a gente faz um funilamento, no caso, pros filósofos da religião, a maioria dos filósofos da religião são teístas, tá? São teístas tradicionais. são teistas tradicionais ali. Ah, e se não lembro bem, acho que eles são protestantes, né? Cristãos protestantes ainda por cima.

¶502Ah, agora isso indica que no caso, ah, esses cristãos protestantes, né, esses filósofos têm esses cristãos protestantes, eles são, né, ah, eles são eles estão, eh, eles endossam essa posição porque eles estudaram os argumentos em favor e contra a existência de Deus e chegaram na conclusão de que, de fato ali o teísmo é verdadeiro ou algo assim, não, né? pode ter um viés de amostragem aí. E esse é um problema alinhado com esse tipo de eh funilamento, né, digamos assim, funilamento que você faz sobre esses filósofos. Porque pode ser muito bem o caso, né, pode ser muito bem o caso que filósofos teístas tenham em geral, né, principalmente cristãos e protestantes, eh, evangélicos, protestantes, etc., tem um interesse maior em filosofia da religião, justamente para fazer apologética, né, porque é justamente a área específica da filosofia que permite, no caso, articular argumentos contra a favor da existência de Deus e bater nos céticos, né, de certo modo, rebater os céticos, né? Eh, e por isso o interesse maior deles, enquanto no caso filósofos com inclinação mais agnósticísta, né, secular, não tem muito interesse nisso, né, e ficar defendendo a existência de Deus ou argumentando contra a existência de Deus ou qualquer coisa assim.

¶503Por isso que a minoria desses filósofos da religião, provavelmente são ateus ou agnósticos, né, por conta desse tipo de viéses de amostragem, né, digamos assim. Então, ah, não tem como a gente isolar os fatores relevantes, né? No caso ali, hã, os fatores relevantes, né, que explicam porque que no caso ali é, ah, porque que no caso essa distribuição, né, de pessoas ah que são teístas no da filosofia da religião, né? Então, OK. Então, isso daí é um ponto a menos também pro pro Apologeta, né?

¶504Ele não pode apelar isso também para para vindicar esse tipo de ponto. >> Agora você falou, será que Deus se esconde? Então, não, Deus não se esconde. Não tem como, porque ele não existe nem não dá para se esconder, né? Agora, em relação você falou que a fé tem que ser revelada, a verdade é revelada pela fé por pelo próprio Deus.

¶505Então isso significa que eu que não tenho essa verdade revelada, foi ele que não quis revelar a mim. Então foi a vontade dele de não querer que eu seja salvo. Dá para você entender? Você mesmo falou que Deus que determina isso. Então, se ele não revelou para um monte de gente ou não revelou a verdade que seria da Bíblia, por exemplo, paraas outras religiões, então ele não quer revelar para eles.

¶506E tem milhões ou bilhões de pessoas que já morreram perdidas dentro da sua doutrina por causa da vontade dele. Então não adianta você querer buscar conhecê-lo, porque dependeria em última causa dele querer que essa pessoa o conheça. Simples assim. Ah, faltou um. Mas beleza, vai.

¶507>> Vai lá, Gabriel. >> Bom, eh, deixa eu ver sobre a demonstração da existência de Deus. Eu dei uma palinha, é que a gente foi discutindo outras coisas, autoevidências, algumas coisas dos atributos diventos, mas eu posso demonstrar, inclusive em cirugmo, premías e conclusão, eh, essa demonstração metafísica modal de Dan Scott e alguns dos atributos divinos, a gente pode chegar nessa parte. Eh, >> sobre para ligações extraordinárias, na verdade exige evidências suficientes para essas ligações extraordinárias. Agora, outra outra questão não é porque a argumentação está certa que todo chegue a ela, no sentido de eles têm a liberdade de não concordar.

¶508esses filósofos ateistas, eles têm a liberdade de não concordar ou não terem eh compreendido totalmente diversas diversa razão pela qual existe, eles poderiam não ter concordado com este argumento. Então não é porque a argumentação está certa que todos vão chegar até ela ou todos vão concordar com ela. Eles têm a liberdade de não concordar. Eh, e a outra coisa, eh, a revelação já existe e por meio da Bíblia, por meio de Jesus Cristo. E Deus, ele por meio das suas escrituras reveladas, ele quer que o homem chega a conhecimento de Deus plenamente, de Jesus Cristo, a partir das Escrituras, a partir do evangelho.

¶509Então, o evangelho é pregado para todos. Eh, acontece que você pode cooperar com a graça e ser um filho de Deus, pode cooperar com a graça e ter começar um relacionamento com Deus, mas você precisa então deste ato de fé sobrenatural. Você precisa de fé, cooperar com a graça para você saber o que Deus quer da sua vida e por aí vai. Agora, eh, o dado revelado, ele ele existe, mas justamente ele existe pra gente saber mais sobre essa essência divina. Não é como a gente conseguir compreender sobre Jesus pela razão natural, não.

¶510Obviamente essas questões que você abordou, ah, como que eu sei que Jesus vai voltar pela razão natural? Não, pelo dado revelado. A razão natural ela chega a conclusões a outras coisas mais anteriores. É o preâmbulo feed, né, que eles falam. >> Boa, pessoal.

¶511Vamos fazer uma pausa aí de 5, 10 minutinhos, >> só para vocês dar uma >> relaxada e a gente já volta. Bom, voltamos aqui, fizemos uma pausa que inclusive eu esqueci de pegar meu café, mas agora já fui. Eh, bom, a gente na real vai partir pro diálogo livre aberto aqui, né? Então, a gente vai conversar, às vezes eu vou entrar também, viu, no na conversa que a gente tem aqui um cristão, um ateu e um agnóstico, né, cara. Então, não tô do lado de ninguém aqui.

¶512Eh, que também para mim o a a essa pergunta, né, se Deus realmente existe é praticamente impossível de responder de ambos os lados, né? >> Falso, Cauê. Falso. Aliás, essa tese que você tá se comprometendo, essa tese epemológica, teria que ser substanciada também, entendeu? Não é bem assim, não é você alegar que é impossível.

¶513Por que que é impossível? se existe um Deus de fato, ele tem os omniatributos, né, que no caso alguns alegam que ele tem ou alguma coisa assim, ou se ele tem atributos relevantemente bem pré-especificados, de modo a gente consegue conseguir ter uma previsão acerca do que que ele faria ou não se ele existe. Então isso é o suficiente pra gente poder raciocinar acerca desse domínio e buscar, né, no caso ali razões para acreditar ou não, né, se de fato a gente obtém evidências relevantes, né, aquilo que a gente esperaria de se obter se Deus existisse e aquilo que a gente não esperaria de se obter se Deus existisse, né? Eh, e aí a gente visualiza e vai pesando as evidências, né? Então, hã, através dos meios inferenciais, né, que a gente tem ordinários, né, ah, no caso, intuição, aliás, eh, indução, dedução, abdução, a gente consegue através de meios inferenciais chegar assim numa numa conclusão de que se esse Deus existe ou não, né, se essas concepções de Deus ou deuses existem ou não, é razoável de você chegar nessa conclusão.

¶514Por que não? Por que não? Que qual qual que é o limite aí, né? esse tipo de coisa não significa que a gente precisa ser onisciente ou a gente saber com 100% de certeza que esse Deus existe ou não. Mas meramente o fato da gente conseguir inferir, né, a existência dele a partir de certos fenômenos observados na realidade é a mesma coisa que a gente faz com hipóteses ou teorias científicas.

¶515E essas inferências podem ser falíveis, problemáticas, etc. E aí cabe a outras pessoas apontarem os problemas com elas. Mas em princípio você dizer que é impossível, aí é [ __ ] velho. Aí é uma tese epistemológica que você tem que sustentar, né? Que você tem que sustentar.

¶516Eu não compactuo muito com a ideia de um Deus eh que é a imagem semelhança do homem ou que, enfim, e relativo a a dogmas, etc e tal, mas eu concebo que é possível ter a ideia de um Deus que criou todo o universo, digamos assim, né? Que seja de fato um Deus onipotente ou sei lá, um alienígena no país, no planeta dele que fez um experimento de uma simulação e ele consegue controlar cada coisa disso aqui, sabe? É, mas bora lá então. Aí vamos pro diálogo aberto. Às vezes eu já tô avisando que às vezes eu posso entrar >> ou não, mas vamos lá.

¶517Sintam-se à vontade. >> Você chegou a fechar ali, né? Eu anotei algumas coisitas aqui. Aí eu vou comentando aí. Ele vai pode interromper, tá de boa.

¶518>> OK. Porque sen às vezes eu falo muita coisa aí fica difícil para pegar, lembrar de cada um. Eh, você até comentou depois que tem até cristãos, eita, não fica aqui, alguns cristãos que até sentem a ausência divina. Você tem um exemplo lá de do salmista, né? E que fala que pode ter aquela ausência divina.

¶519Aí entraria, né, de certa forma numa contradição com a ideia de onipresença de Deus. Ainda que alguém venha dizer que o conceito de onipresença não quer dizer que ele tá presente necessariamente todos os lugares, mas sustentando todo o ser. Ainda se ele tá sustentando todo o ser, ainda assim ele estaria presente. Aí seria impossível você se ausentar dele. >> É, mas aí ele pode dizer que é o sentido de ausência, é o senso experi, né, de presença experiencial na pessoa.

¶520E não exatamente é o próprio Deus, né, não estar presente ali, mas sim que ele não está transmitindo, né, favorecendo com que essa pessoa tenha esse senso de experiência presencial ou algo assim. Não acho essa objeção muito boa, cara. Não acho essa objeção muito boa, não. >> Então essa ausência já provaria também que não tem Deus dentro, pelo menos, desses conceitos que são defendidos. Ele não teria algumas dessas características, teria que abrir mão de algumas delas, tá?

¶521E a ausência ainda mostraria que esse Deus não tá se preocupando de verdade com aquele ser que tá sofrendo. Então ele sendo bom, justo e já sabendo o que pode acontecer com aquela pessoa, sendo que a gente sabe que muitas pessoas até começar a criar conteúdo por causa disso. Tem gente que tira a vida porque acredita que não tá sendo amado por esse Deus por causa das regras que doutrinas que alguém coloca. a pessoa acreditava nele. Então ele ser abandonado desse jeito a ponto da pessoa perder a vida.

¶522Isso mostra ele aqui também. >> É isso daí já é meio complicado, né? Se a pessoa de fato ela tá, se ela acredita de fato na existência desse Deus, se de fato ela tá passando por um momento complicado, sei lá, um momento ali, sei lá, tá tendo umas ideações suicidas ou coisa assim, se Deus não se manifesta na vida dela, é um problema, né? Ah, aí é um problema mesmo, né? Isso daí ele não tem esses sensos de experiência presencial na vida dela.

¶523É, é complicado >> também. Não seria nem bom, tão pouco justo, entende? Ou seja, repito, a realidade ela prova que não só o Deus metafísico, mas também esse da Bíblia, eles não existem. Eu, o que eu trago de desafio normalmente é vamos colocar na xincha, vamos chamar esse Deus, entendeu? Porque é assim que acontece na história da Bíblia.

¶524Se fosse outro Deus que você defendesse, a gente poderia ir de acordo com o que ele propaga. Ele não, né? Porque seria os autores que dizem que ele existe. Então, se Deus existisse mesmo, ele não precisaria de desculpa para não se mostrar. Você entende?

¶525Ele não precisaria de alguém defendendo a fé. Por exemplo, ele, você até falou isso, né? Se ele fosse autovidente, para que fé, né? Você comentou isso. Ahã.

¶526E ao mesmo tempo ele não precisaria de hebraico, aramaico, grego, exegese, hermenêutica, para que alguém tentasse entender alguma coisa ou muito menos criar um mundo. Mais ou menos. Eu sei que a metafísica não é só isso, mas muitos teístas vão chegar num nível de mundo imaginário da metafísica para criar esse Deus lá e deixá-lo lá para tentar blindar. Repito, porque na realidade quando você coloca em cheque na prova, tudo que tá escrito na sua Bíblia, as promessas de Jesus e tudo mais, não funciona. Eu falo por experiência própria.

¶527>> É aqui entre os testes empíricos decisivos, né, que o Kate Pores mencionou com primeiro Reis, capítulo 18, né? Ah, onde sei lá, poderia ter um algo similar análogo a isso no contexto atual, né? Ou algo assim, sei lá, algo assim. >> Por mim, mas não só por mim, mais de 20 anos como cristão, eu vi inúmeras pessoas do mesmo jeito. E a gente vê isso continuamente.

¶528É só pegar, fazer oração, chamar esse Deus, você vai ver que ele não vai te atender, não vai curar, não vai atender a pessoa, não vai livrar do abuso lá dentro da própria igreja, não vai fazer isso, não vai livrar do assalto, não vai livrar do assassinato, não vai curar do câncer, vai deixar a criança sofrendo, um monte de coisa, ele vai deixar lá. você não funciona, ainda que o pessoal possa dizer que isso é uma forma de testar a fé ou de provar a fidelidade da pessoa. Não sei até onde isso seria algo digno, por exemplo, de alguém que poderia pensar em outras maneiras de ajudar a pessoa a aprender algo do que tão somente deixando ela sofrer ou morrer. Você entende? Então paro por aqui para você discutir a respeito.

¶529>> É, pera aí, pessoal. Já volta segundo. Voltei. Voltei. Enfim, vamos lá.

¶530Ah, bora, bora, bora, bora. Desculpa. >> É, eh, sobre a questão do problema do mal, cultamento divino, que seriam alguns argumentos contra usados para usar usados para demonstrar que Deus não existe, né? tem aquela divisão do problema lógico do mal, problema evidencial do mal, o cultamento divino, que >> essas divisões não são muito boas, tá? Eh, pelo menos o Paul Rapper, ele nesse livro recente de 2025, que a gente tá fazendo leitura comentada no capítulo dois, ele já ilustra alguns problemas com essa divisão, né?

¶531Ele prefere dividir entre argumentos de inconsistência e argumentos evidenciais, né? Ele acha mais consistente esse tipo de articulação porque existem a e também ele não acha tão claro assim essa divisão tão até mesmo essa divisão que ele propõe, né? não é tão boa assim, porque argumentos de consistência podem envolver a inconsistência no caso interno, né, entre os atributos de Deus podem envolver inconsistência com uma característica da realidade. Inclusive podem haver inconsistências envolvendo evidências, aspectos evidenciais relevantes da realidade, né, envolvendo tipos de males específicos e não só mal em termos gerais, né, e abstrato, né? Eh, então ele ele ilustra, no caso ali que existem formulações ah de argumentos evidenciais do mal que são articulados em termos lógicos e, portanto, em termos de inconsistência mesmo, né?

¶532Ah, então argumentos em termos de males ou rendos, etc., podem ser articulados em termos lógicos também. Então, o fato do plante ter se engajado com uma articulação de uma formulação para resolver uma formulação do argumento lógico do mal específica, né, do do MEC, por exemplo, não significa que a solução dele se aplique para todas as outras formulações do argumento do mal, né? ah, todas outras formulações lógicas do problema do mal, né, do argumento do mal. Então tem esse tipo de de problema aí, né, que é a solução do do livre arbítrio, além de tudo, né, além de ser contestada, né, pelo Paul Draper e pelo e pelo Dani Hneider, né, e o Justy Money, né, que são três teístas, eh, dois teístas e um ateu, né, ah, aliás, um agnóstico, né, dois teístas e um agnóstico que questionam esse sucesso da da resposta, né, da defesa do livbito do Plantinggan, né? H, é claro.

¶533E outros críticos também, como o Joshua Rasm, né, tem crítica, o Alexander Pruce também, que é um católico, tem crítica à solução de defesa livre arbítolo, ah, em termos de de pressupor uma concepção molinista, né, envolvida ali na articulação da defesa do livre arbítrio dele, ah, para poder articulá-la, né, no livre arbítrio libertário. H, além de ter esses questionamentos, ainda tem esse problema, né, que eu mencionei, que ela só se aplica para uma formulação particular do do argumento lógico do mal. eh sua formulação lá em 1993 de Schellenberg, né, Divine Hidings e and Human Reason, ele começa a discutir um pouco sobre isso e abordando um desses aspectos, né, ocultamento divido, problema do mal evidencial, não seria o lógico, eh eu teria, por exemplo, alguma teudiceia muito interessante para discutir sobre isso, né? Eh, a gente pode discutir depois sobre os atributos de Deus, que eu, por exemplo, demonstro isso. É verdade.

¶534Eu acho que inclusive eu vou deixar essa parte do cotamento divino, problema do mal, uma resposta que eu considero que tem que ser uma resposta bíblica, uma resposta cristã. >> Uhum. Porque para mim, eu acho que é uma das melhores teodiceias para responder isso, inclusive são >> cara eh teodiceias vinculadas à religião específica, né, como que demanda, ah, que se vincula com pecado original ou qualquer coisa do gênero ou doutrinas mais particulares do cristianismo, qualquer coisa assim, cara, tende ser muito piores do que teis mais gerais, né, que envolvem o teísmo geral, né, te tradicional geral, >> melhores que as teodisseias usadas, por exemplo, do te cético, que a gente não tá em posição. sético não é teodiceia, é uma resposta epistêmica de limitação epistêmica nossa, não é uma teodiceia. Teodiceia envolve você fornecer uma razão atual pelas quais justifica Deus atualmente a permitir um determinado mal se instanciar na nossa realidade, né?

¶535Um determinado mal que aparenta ser gratuito, né? Ou algo assim. Ah, então te disseia não vou você fornecer uma razão atual pelas quais Deus está atualmente justificado em permitir um determinado mal específico na nossa realidade, né? Não. Ah, já no caso a resposta do T7 que é uma resposta epistêmica de limitação epistêmica nossa, de modo que a gente não tenha acesso a essas razões ali para saber se não tem de fato uma razão moralmente suficiente que justificaria Deus atualmente, né?

¶536Que justifica Deus atualmente permitirse esses males particulares que a gente toma como sendo aparentemente gratuitos ou sem sentido ou qualquer coisa assim. >> Não tá justificativa, né, epistêmica para mostrar que Deus não teria razões para permitir, etc. Não, não entro muito nessa questão do teismo cético, que alguns entram sobre o problema do mal, do cultamento divino, entraria em outras questões. Você tem a resposta do plântica pro problema do mal, só que é a versão lógica. Terrível.

¶537E antes de discutir essas questões, né, >> para quem tiver interesse, deixa eu mostrar aqui rapidão. Tem a resposta do, eu gosto da resposta do Rasm e do do H Snider, né, do Hor Schneider no capítulo 3 ali, o capítulo 2 do The Black Comp of Evil, né, que é editado pelo Hider e o Justin McB. Ele tem uma resposta muito boa. Eu gosto da resposta dele do Ah, a resposta dele e também do Joshua R. Você tá, eu tenho as duas aqui já eu vou mostrar as duas aqui.

¶538Vou mostrar essa daqui rapidinho. Minutinhos. >> Por que existe tanto sofrimento no mundo que supostamente foi criado por um Deus bom? Essa é talvez a pergunta mais antiga e mais difícil da filosofia. Hoje a gente vai mergulhar de cabeça no problema do mal.

¶539Mas olha, não como uma questão vaga, não. Vamos acompanhar um verdadeiro duelo lógico, afiadíssimo, entre alguns pensadores modernos. E se prepare porque tem uma reviravolta que muda tudo. Vamos direto ao ponto. Essa pergunta aí na tela é o coração do que se chama o problema lógico do mal.

¶540E para muitos filósofos, isso não é só uma questão difícil, é uma contradição direta que parece colocar a crença em Deus num beco sem saída. Poxa, como é que essas duas ideias, um Deus perfeito e um mundo tão imperfeito, podem existir ao mesmo tempo? E a pessoa que realmente transformou essa questão numa arma lógica foi o filósofo JL Mcking. Lá pela metade do século XX, ele não disse que a crença em Deus era improvável, não. Ele argumentou que era, na verdade, irracional.

¶541O próprio Macolo nesses termos, como a gente vê aqui. Ele não tá dizendo que falta evidência para acreditar em Deus. A afirmação dele é muito, mas muito mais forte. A própria doutrina se contradiz. Basicamente, ele usa a lógica do teísmo contra o próprio teísmo.

¶542É um ataque frontal sem rodeios. Mac quebrou o problema em três proposições centrais. O argumento dele é que dá para acreditar em duas delas, qualquer combinação, mas nas três ao mesmo tempo, impossível. Seria uma contradição. Pensa bem, se Deus pode tudo e é perfeitamente bom, ele deveria ser capaz e querer eliminar o mal, certo?

¶543Mas o mal existe, então alguma coisa nessa conta não fecha. E para fechar o circuló, Mac adicionou que para ele era um princípio de puro bom senso. Um ser bom sempre vai lutar contra o mal e um ser todopoderoso, bom, não tem limites para agir. A conclusão parecia inevitável. Um deus assim eliminaria todo o mal.

¶544Como o mal claramente existe, então um deus assim não poderia existir. Para muita gente o caso parecia encerrado. >> Mas aí veio o Alvin Plantiga com sua famosa defesa do livre arbítrio. Isso não foi só uma resposta, foi uma contraofensiva. >> Pode vir, é, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos.

¶545Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada. >> Satanás mandou R$ 6,66.

¶546Gosto muito das suas lives. Você é o meu filho preferido. Te amo. >> Valeu, valeu, Satana. Ai, ai, ai, ai, ai, ai.

¶547Meia meia meia. Vamos, vamos lá. Vamos lá. >> Tão brilhante que mudou todo o campo de batalha desse debate. O ponto de partida do Plantinga é essa ideia central.

¶548Ele argumenta que o livre arbítrio é um bem tão, mas tão valioso, que vale a pena correr o risco de as pessoas usarem para o mal. A lógica é simples. Para que exista bondade moral de verdade, tem que existir a liberdade de escolher a maldade moral. Uma coisa não vem sem a outra. E aqui a gente chega na objeção crucial contra a defesa do livre arbítrio.

¶549Ué, mas um Deus todo-pereroso não poderia ter criado um mundo cheio de gente livre que por acaso sempre faz a coisa certa? Por que não criar esse mundo? É exatamente aqui que a ideia mais criativa e polêmica do Plantinga entra em cena. OK, se segura, porque agora a coisa fica fascinante. Plantinga introduz um conceito com um nome bem complicado, debravação transmundial.

¶550Mas a ideia é a seguinte: imagina que cada pessoa possível que Deus pudesse criar tem uma espécie de essência, como se fosse um projeto. E é possível, diz Plantinga, que toda e qualquer essência sofra de uma falha. Não importa qual pessoa ele criasse, em alguma situação essa pessoa escolheria fazer o mal. Então, o ponto chave é este. Se a tal da depravação transmundial for uma possibilidade real, então Deus ficou diante de uma escolha trágica.

¶551Ele podia criar um mundo com gente livre e, portanto, com o bem e o mal moral, ou um mundo sem gente livre, e aí sem bem nem mal moral. Um mundo com o bem moral, mas sem o mal, simplesmente não era uma opção na mesa. Isso resolve o problema lógico do Ma, mostrando que aquelas três proposições, na verdade, não são inconsistentes. Durante décadas, muita gente achou que Plantinga tinha resolvido a parada, mas aí o filósofo Daniel Howard Snyider apareceu com uma crítica poderosíssima. Ele não atacou a lógica da defesa, ele foi mais fundo na sua premissa fundamental que estava meio escondida.

¶552O ataque do Howard Sneider não é sobre lógica, é sobre conhecimento. Ele argumenta que uma boa defesa filosófica não pode se basear só numa possibilidade remota. É preciso ter alguma razão para acreditar que as premissas são verdadeiras. A defesa inteira do Plantinga depende da depravação transmundial, se é possível. E a pergunta do Howard Sneider é: e a gente tem alguma razão para pensar que é?

¶553Para testar essa ideia do Plantinga, o Howard Sneider introduz um conceito que é o espelho do dele, a santidade transmundana. É a ideia de que é possível sim que existam algumas criaturas que, não importa a situação em que se encontrem, sempre livremente escolheriam fazer o bem. Quando a gente coloca as duas ideias lado a lado, a tensão fica muito clara. A depravação transmundial, a DTMD, diz que todo mundo erra em algum momento. A santidade transmundana ou STMD diz que alguns nunca errariam.

¶554são opostos. Se a DTMD for possível, ponto pro Plantinga. Mas se a STMD for possível, então Deus tinha uma opção melhor e a defesa do Plantinga vai por água abaixo. E aqui está o cheque mat. Plantinga precisa que a gente acredite que a DTMD é possível, mas o Howard Sneider aponta que a STMD parece assim de cara igualmente possível.

¶555Não tem nada em uma que a torne mais provável que a outra. A defesa inteira se apoia a aceitar uma possibilidade metafísica em detrimento da sua oposta, aparentemente sem nenhuma boa razão para isso. E agora, como a gente decide qual das duas é mais plausível? Acontece que essa pergunta revela um racha ainda mais profundo. Para responder, não dá mais para falar só sobre bem e mal.

¶556A gente precisa falar sobre a própria natureza da realidade, sobre como as possibilidades funcionam. Basicamente, a pergunta é: como as essências das criaturas estão distribuídas no universo de tudo que é possível? OK? Vamos mergulhar nisso aqui que é bem interessante. Existem duas formas de pensar sobre isso.

¶557A plenitude intermundial dá suporte ao Plantinga. Ela diz que a variedade existe entre os mundos, então é possível que exista um mundo onde todas as essências de criaturas disponíveis são, digamos, depravadas. Já a plenitude intramundial apoia o Howard Sneider. Ela diz que a variedade existe dentro de cada mundo, então em qualquer mundo possível haveria uma mistura, incluindo algumas essências com santidade transmundana. E esta é a conclusão crucial do Howard Snyider.

¶558Como é que a gente vai saber qual dessas duas visões da realidade é a verdadeira? Não temos como investigar a estrutura da possibilidade. As duas são coerentes. Então, se não podemos saber qual visão está correta, não podemos aceitar de forma razoável a premissa do Plantinga como base pra defesa dele. Claro que um debate filosófico nunca termina assim, de forma tão simples.

¶559Outros filósofos, incluindo o próprio Plunginga, responderam ao Howard Sneider tentando defender a visão original. Plantinga contra-ataca, dizendo que a visão do Howard Sneider leva um paradoxo. Pensa só, se fosse uma regra que pelo menos uma pessoa possível tem que ser santa e existissem 1 milhão de pessoas possíveis que não são, isso magicamente forçaria a última ser santa? Pro Plantinga, isso é absurdo. O que as outras pessoas tm a ver com a liberdade dessa última?

¶560A resposta do Howard Sneider para isso é genial. Ele diz que a objeção do Plantinga comete uma petição de princípio, ou seja, ela já assume como verdade aquilo que está tentando provar. O cenário só parece paradoxal se a gente já aceitou a visão do Plantinga de que as essências são independentes. Se a gente aceita a visão do Howard Sneider, esse cenário que o Plantinga descreveu simplesmente não poderia acontecer. Então, o paradoxo nem chega a surgir e isso nos traz de volta a questão fundamental que esse duelo filosófico todo revela.

¶561A validade de uma das defesas teológicas mais famosas da história depende, no fim das contas, de uma questão profundíssima sobre a estrutura da realidade. Uma questão paraa qual, ao que tudo indica, não temos resposta. E aqui está o impasse intelectual. Sem evidências ou argumentos decisivos para um lado ou pro outro, a única posição racional parece ser suspender o julgamento. Não dá para afirmar que sabemos qual imagem da realidade é verdadeira.

¶562E, portanto, não dá para afirmar que sabemos se a premissa crucial do Plantinga é verdadeira. Então, qual a lição final? A crítica de Howard Sider mostra que a famosa defesa de Plentinga, apesar de ser logicamente impecável, se apoia numa suposição sobre o mundo que não temos como justificar. A falha não está na lógica, está no alicerce e isso nos deixa num lugar bem desconfortável. >> E aí tem o do Joshua Rasmon.

¶563Joshua Rasmin. Tá. Joshua Rossin. Joshua Rossing. >> E aí, tudo certo?

¶564Hoje a gente vai mergulhar de cabeça num argumento filosófico simplesmente fascinante sobre Deus, livre arbítrio e a existência do mal. A gente vai se basear no trabalho do filósofo Joshua Rasmusin e se prepara porque a discussão aqui vai desafiar umas ideias de bem importantes. Bom, vamos direto ao ponto, né? A pergunta de 1 milhão de dólares. Aqui dá o pontapé inicial para todo esse debate.

¶565Se Deus sabe de antemão tudo que qualquer pessoa faria livremente em qualquer situação possível, porque ele simplesmente não usou esse conhecimento todo para criar o mundo com gente livre, mas sei lá, sem maldade? Essa é a questão que tira o sono de teólogos e filósofos h séculos. Pra gente entender a sacada do Rasmulsen, nosso roteiro vai ser bem direto. Primeiro a gente vai entender o dilema original, depois vamos dar uma olhada na famosa defesa de Plantinga, que é olha, dominou o debate por anos. E aí a gente vai ver como Rasmus vira o jogo usando probabilidade, o que nos leva a um quebra-cabeça filosófico totalmente novo no final.

¶566Ok? Então, mergulhando na primeira parte, o dilema divino. Pra gente sacar a profundidade do problema, primeiro a gente precisa dominar um conceito que é chave para tudo isso. E esse conceito é o tal do conhecimento médio. Tenta imaginar Deus como um grande mestre de xadrez, mas num nível cósmico.

¶567Ele não só conhece todas as regras e todas as peças, mas ele sabe exatamente como cada jogador possível moveria cada peça em qualquer cenário que a gente possa imaginar. Esse poder de saber o que qualquer um faria em qualquer situação é isso que os filósofos chamam de conhecimento médio. E é exatamente aqui que entra o filósofo Elvin Plantinha. Como a defesa aqui, olha, é brilhante pro problema do mal, uma ideia que se tornou super influente. Plantinga bolou esse conceito de depravação transmundial ou para facilitar TWD.

¶568A ideia é a seguinte: uma pessoa tem TWD, se não importa o mundo em que Deus a coloque, desde que ela seja livre, ela vai inevitavelmente cometer pelo menos um erro moral. É como tentar montar um coral perfeito, mas descobrir que todo cantor possível no universo, sem exceção, em algum momento, ia desafinar em pelo menos uma nota. E aqui tá o pulo do gato da defesa do Plantinga. O ponto crucial não é que isso seja verdade, mas que seja logicamente possível. Pensa bem, se for possível que todas as almas que Deus poderia criar sofram de TWD, então seria impossível para ele criar um mundo com criaturas livres, mas sem nenhum mal.

¶569Nesse cenário, a culpa não seria de Deus, mas da natureza falha de todas as criaturas livres que ele poderia criar. E agora a gente chega no coração da nossa análise. É aqui que Joshua Rasmos entra na conversa e muda completamente o foco do debate. Ele não pergunta se a ideia do Plantinha é logicamente possível, mas sim se ela é provável. Essa troca de perspectiva é a chave de tudo.

¶570O Plantinga perguntava: "Isso poderia acontecer?" Já o Rasmo sem pergunta: "Qual a chance disso acontecer?" Essa pequena mudança de lógica para probabilidade tem consequências gigantescas. A principal ferramenta do Rasmosen é o que ele chama de princípio probabilístico dos contrafactuais ou PPC. Contra factuais. Que nome complicado, né? Mas é só um jeito de falar sobre aquelas escolhas do tipo: "O que aconteceria?" Se o princípio é bem simples.

¶571Se uma escolha é livre de verdade, a chance dela acontecer nunca 0% e nunca 100%. Sempre existe uma chance, por menor que seja, da pessoa escolher o contrário. Esse princípio é a base matemática de todo o argumento dele. Agora vamos pro próximo passo. É aqui que o Rasmosen combina o PPC com outra ideia super poderosa, o infinito.

¶572O Rasmos argumenta que o número de pessoas possíveis que Deus poderia criar é muito provavelmente infinito. Por quê? Pensa comigo de duas formas. Primeiro, imagina um tipo de pessoa, tipo uma pessoa corajosa. Deus poderia criar infinitas versões únicas dessa pessoa.

¶573Segundo, traços como coragem ou inteligência não são um botão de liga desliga. Eles existem num espectro com infinitas nuances, criando uma variedade infinita de personalidades únicas que Deus poderia escolher para criar. OK? Agora vamos juntar as peças. Pensa de novo na depravação transmundial, como se fosse jogar uma moeda e dar coroa.

¶574Uma pessoa ter TWD pode até ser provável, tipo uma moeda cair coroa. Mas qual a probabilidade de que todas as pessoas possíveis tenham TWD? Isso seria como jogar um milhão de moedas pro alto e todas elas, sem exceção, cair em coroa. É logicamente possível, é, mas a probabilidade disso acontecer é astronomicamente baixa. E aqui vem o golpe de mestre do Rasmosen.

¶575Quando o número de pessoas possíveis se torna infinito, a probabilidade de que todas elas, sem exceção, sofram de TWD se torna matematicamente zero. O que isso quer dizer? Que é praticamente uma certeza que Deus tinha a sua disposição pessoas que não cometeriam o mal. Mas o Rasmusen não para por aí, não. Ele leva o argumento um passo adiante.

¶576Ele compara o número de pessoas boas disponíveis com o número de escolhas morais que seriam necessárias para popular o mundo. Olha só essa tabela. O Rasmusen faz uma comparação crucial. De um lado, o número de pessoas que Deus pode criar, que a gente já viu que é provavelmente infinito. Do outro, o número de escolhas morais importantes num mundo que provavelmente é finito.

¶577Pensa comigo. Se você tem uma piscina infinita de candidatos para preencher um número finito de vagas, a chance de encontrar a combinação perfeita são altíssimas. Como a primeira linha mostra que é o cenário mais provável, a chance de Deus poder criar o mundo sem mal se torna, para todos os efeitos uma certeza absoluta. E essa é a conclusão poderosa do argumento do Hasmen. Se as premissas dele sobre o infinito e as probabilidades estiverem certas, a defesa de Plantiga simplesmente não se sustenta.

¶578Deus quase com certeza poderia ter criado um mundo populoso, com gente livre e igualzinho ao nosso, só que sem um único ato de maldade moral. Mas como toda boa filosofia, >> aqui, né, eu vou o R fornece duas respostas, mas essas respostas são muito ruins, tá? O Nicholas Evert, basicamente, ele responde esse tipo de ponto e eu reproduzo a resposta do Nicholas Evert aqui, tá? Para quem tiver interesse no canal do ah Daniel Gontio, David Ribeira aqui na live que a gente teve recentemente. Deixa eu ver.

¶579Hã, deixa eu ver aqui, ó. Nessa live recente que eu tive, né, que foi eu, o Misaeldo, Miss Maria, o a Elane Souza, né, e o Gontijo, né, que a gente fez ali reagindo, né, aliás, reagindo não, comentando sobre o debate do Gontijo com o Guilherme Freira. Eu cheguei a comentar aqui sobre a resposta do Nicholas Evert em termos da dessa desse tipo de abordagem, né, de virtudes, né, de apelas virtudes ah de virtudes morais, né, de teoria de construção da alma, né, de virtudes morais e coisa e tal, né, fomento de virtudes morais e coisa e tal, né? Então, a gente comentou aqui sobre isso, tá? comentei sobre isso aqui, mas enfim, vamos lá.

¶580>> Antes de discutir, né, conceder o lado cristão, pra gente ver se de fato existe alguma contradição entre os atributos divinos do deísmo cristão sobre o problema do mal ocultamento divino, partindo daquela demonstração que o opai falou aqui, ó, precisa de algo adicional como uma razão pela política para pensar que sim. da indiferença. Vou dar uma olhada, cara. Vou dar uma olhada. Então, ele tem uma razão.

¶581Ele fornece alguma, ele fornece uma argumentação no artigo. Não sei se você já leu. Ele fornece uma argumentação no artigo. A Zai, esse do Scott Hill, eu vou dar uma olhada. Ele critica, é o Scott Hill.

¶582Ele critica porque geralmente ele defende os argumentos teístas, né? O Scott Hill. Ele ele defende os argumentos os argumentos teístas, mas d ele tá criticando. É, entendi. Ele tá criticando.

¶583Preciso da indiferença. Entendi. Tá bom. Então vamos lá. Deixa eu voltar aqui.

¶584Eu falei um pouco do argumento metafísico modal de N Scot. A gente tem algumas conclusões, por exemplo, né? Se a primeira causa ela não é causada, né? Se a primeira causa não causada, se ela de fato isso, ela a mais perfeita de todas, ela causa final último e consequentemente se ela não é causada, então ela o sumo ser é um ser necessário pela qual não tem potencialidades para serem atualizadas. Que que isso que que isso nos inclui?

¶585Então que ela não tem distinção entre essência e ato de ser. Ela é um ser necessário, ato puro e possui todas as perfeições divinas. É, na verdade todas as perfeições que existem usada ela mais perfeita de todas. >> Primeira causa, ela não é causada, né? Se é a primeira causa não causada, se ela de fato isto, ela mais perfeita de todas.

¶586ela causa final último e consequentemente se ela não é causada então ela o sumo ser é um ser necessário pela qual não tem potencialidades para serem atualizadas. O que que isso que que isso no >> Não, não, não, não, não. Dependendo do argumento que você esteja utilizando como base, não tem como você inferir tudo isso aí, não, tá? como se derivar todas essas características, não. Se no caso uma delitar na causa primeira, sei lá, pegar um o exemplo do do argumento do motor imó, né?

¶587Ela simplesmente no caso tem que ter o aspecto atual relevante, né, atualizado nela para que permita ela com que ela seja o término, né, daquela cadeia causal específica, né, essencialmente ordenada ou algo assim, né, para que ela favoreça o movimento dos outros membros presentes e dependentes daquele primeiro motor ali naqu naquela, naquele âmbito inicial da cadeia. Então ele não precisa estar plenamente atualizado, né? né? Não precisa ser mais perfeito em todos os aspectos, só ele só precisa ser perfeito no aspecto relevante, que permite, no caso, ele ter aquele poder relevante, né? Nesse caso, ah, a capacidade de mover os outros membros sem ser movido naquele aspecto relevante, né?

¶588Ah, e no caso ali mesma coisa com a causalidade eficiente, tá? Então, não é assim, você não consegue derivar esses atributos assim tão facilmente, não, né? Então é isso. Nos inclui então que ela não tem distinção entre essência e ato de ser. Ela é um ser necessário, ato puro e possui todas as perfeições divinas.

¶589é, na verdade, todas as perfeições que existem, só que ou de modo virtual ou de modo iminente. A questão é, se ela causa de todos os os entes, ela tem que ser totalmente perfeita, não tem que ter potencialidade, ela tem que ser infinita. >> Algumas perfeições ela possui eh formalmente, essencialmente, normalmente eh usualmente tomado como se na justiça e a misericórdia, por exemplo. A justiça e a misericórdia. Ah, é o que o Agostinho Chavar ele comenta no artigo de 2020, acho que 2 ou 23, é 22 ou 23, que é o que eu traduzi, tá pensado lista sobre se um ser metafisicamente perfeito ah ah pode ter virtudes morais, né?

¶590Can have moral virtues, moral duties and virtues, né? Deveres morais e virtudes morais. Ela tem que ser simples. Aí entra a doutrina da simplicidade divina. Ela tem que ser imaterial.

¶591Por que tem que ser imaterial? Porque matéria implica composição, implica potência ser atualizada. Mas a causa primeira não causada, ela não tem potência a ser aplicada. Se ela tivesse potência, >> vamos lá. Primeiramente, eh, isso depende da ideia de que coisas compostas, no caso, elas não têm, digamos assim, as suas potencial, as suas potencialidades atualizáveis por si mesmas, né?

¶592Seja no caso pelo próprio totalidade como tal, né? O todo, eh, como sendo mais fundamental e mais basilário e como favorecendo, no caso, uma explicação do movimento interno das suas partes, né, ou da atualização de aspectos das suas partes internamente em virtude desse todo, né? hã, ser enquadrado dentro desse todo. Hã, seja no caso a prioridade das próprias partes em relação aos todos, na onde essas partes elas têm relações do tipo glue like, né? GL glue like relations, né?

¶593Relações do tipo cola, né? Ã, e que favorece, no caso, uma explicação do porque que, no caso essa totalidade se obtém em primeiro lugar, né? Então, essas duas visões envolvem explicações internas, não explicações externas, né? Não demandam uma explicação interna de um ah de uma causa eficiente externa que esteja favorecendo a unificação dessas coisas, né? Eh, e a persistência dessas coisas enquanto tais, né, eh, enquanto compostas, da maneira como são, é explicado em termos de de uma tese, né, a da tese da inercia existencial, né?

¶594Então você tem que descartar a a tese da inércia existencial. tem que descartar esses accounts, né, do caso de explicação em termos da mudança e aspectos das partes em detrimento, né, e a incorporação na medida que elas são incorporadas no todo, ou seja, tomando todo como sendo fundamental e as partes como sendo dependentes do todo ou então as partes como sendo ah a fundamentais, ah, mas sendo ainda assim com como componentes internos, no caso que favorece uma explicação da existência do todo e da persistência do todo ah em detrimento das relações glue, ou seja, do tipo cola, né, como o Inctorson defende, né, e o Schmid, o Schmid e o Linford se referem no existential ener classical prue. Ah, então não não se segue essas coisas que você tá tá tá falando aí, tá? para ser causada, ela não seria a primeira causa não causada, como a gente demonstrou que não pode retroceder infinitamente nas causas, na série de causas desse. >> Você não mostrou nada, não teve nenhuma demonstração disso, não.

¶595>> Especialmente ordenado, porque uma vez você tira o fundamento da causa da série de causas essencialmente ordenadas, você não tem mais causas secundárias e logo você não tem, >> isso é falso. ah, uma defensor de uma série infinita, né, que descende infinitamente ali em termos de causas eficientes ali no da série essencialmente ordenada. Eh, essa pessoa ela pode defender sem nenhuma contradição e sem nenhum problema, que no caso no a essa série ela não é considerada infinita porque houve a remoção de do primeiro membro. Não, essa essa cadeia sempre foi infinita em primeiro lugar. Sempre houve uma derivação de ser em primeiro lugar, uma derivação de movimento, uma definação de uma derivação de causalidade eficiente, uma derivação de qualquer características possíveis de um âmbito fundamental do âmbitos mais fundamentais até os menos fundamentais, né?

¶596Ah, os que são dependentes daqueles âmbitos mais fundamentais, ou seja, mais dependentes de outros, né? H, de modo que não há um um âmbito que é mais fundamental de todos, ou seja, um chão do ser. Ou seja, não há um lugar, né, uma fonte única que dos quais deriva esse movimento ou então essa causalidade eficiente ali no âmbito da série essencialmente ordenada. Simplesmente houve uma descensão infinita, sem no caso uma base específica dos quais é o originador de todo esse aspecto causal. Qual que é o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos?

¶597Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim isso aí não prova nada. >> Me mandou R$ 30.

¶598Salve David. O Toi foi bem no debate. Gosto do Tochi, mas às vezes ele é muito confiante nesses debates. Slá TMJ. >> Tamamos juntoil.

¶599Cara, o eu falar Gontio, o Tchilo, ele foi e sei lá, cara. foi ele, algumas coisas, alguns pontos foram legais que ele fez, outras foram pontos não muito bons. Ele não endereçou o argumento do os argumentos do do apologeta, pelo que eu tô vendo aqui, né? Então tá [ __ ] >> Então é feito no sentido de ser simultâneo. É uma hierarquia de causas essencialmente ordenadas, que é diferente das causas essencialmente ordenadas, acidentalmente ordenadas, que é o argumento cosmológico Calan, o Calan, que fala de uma criação temporal.

¶600Eu não, não preciso, se o universo fosse eterno, Deus ainda assim existiria. Ele precisaria causar a existência de Deus. E aí tem outros atributos aqui, por exemplo, aí ele teria que não seria a espacial, ele teria que ser o infinito, né? Material atemporal eterno, ele deveria ser simples, ele é incorpóreo, é onipotente, justamente porque ele tem a capacidade de fazer tudo que é logicamente possível, tudo que é metafisicamente possível, porque ele causa todos os seres, ele também é onipresente. O que a questão de onipresença é ele causar o ser de todas as coisas.

¶601Então ele tá mais no íntimo daquela coisa do que a própria coisa tá dela mesma, porque ele causa o ser da coisa. Eh, nesse sentido que ele é unipresente. >> Essa ideia do ser de alguma coisa ser causado também depende da falsidade de ontologia plana, né, de certo modo, da ideia de que, no caso, o ser ele não é passível de ser explicado, né, digamos assim, ã, justamente porque no caso tudo é igualmente fundamental, ou seja, não há algo que seja mais fundamental do que outra coisa que explica o porque que aquela coisa é o que ela é, né, e não outra coisa, né, de certo modo, né? H, então sei lá, se se um argumento estilo do Orest Fioco, né, que ele avança nos nos textos dele, né, os textos dele de 2022, enfim, 2020 ah 23, né, esses artigos, né, que ele publicou, ah, defendendo, no caso, principalmente um argumento contra contra o ilomorfismo e visões de de realidade hierárquica, né, que inclusive eu traduzi na pensar naturalista, né, enfim, contra o ilomorfismo, ah, e estruturas hierárquicas, structures, né, aqueles and hierarchical structure, né, que é o artigo dele onde ele avança os argumentos, os argumentos dele lá que ele avança lá acerca da impossibilidade de você ter uma explicação, né, do porque que uma coisa é o que ela é, né, se de fato esses argumentos são procedentes, então não tem essa causa aí de do ser das coisas, não, tá? esquece isso aí que isso daí não tem explicabilidade, não tem explicação.

¶602É simplesmente e é simplesmente um fenômeno inexplicável, é um fenômeno ali que eh que não é passível de explicação. E aí eu demonstro, por exemplo, aí eu demonstro, por exemplo, que a pessoalidade divina, que é isso que é interessante, né? Porque a gente tá discutindo, mas será que esse Deus é pessoal? O que que seria uma pessoa? Na definição de boécio, pessoa seria uma substância individual de natureza racional.

¶603A gente precisa demonstrar se esse Deus ele é dotado de inteligência e dotado de vontade. Se quiser pode. >> É, eu queria que você mostrasse como chega isso. Eu entendo todos esses argumentos, eu entendo todas essas características de God, mas eu queria entender como é que você chegou em cada uma delas, >> porque assim, é, senão só fica a definição e fala assim, ó, não tem que ser isso, tá? Me mostra por que tem que ser isso.

¶604Eu >> f rotando a ponte aí, né? Não tá ficando claro porque que deveria ser uma coisa ou outra, como que uma coisa se segue da outra. H, não tá, não tá tão claro. Eh, ele tá só dando a listagem de atributos do porque e tá dizendo: "Ah, tem que ter, tem que ser isso, tem que ser aquilo, mas tá, como é que você deriva isso de forma direta das demonstrações metafísicas que você que você expô, né?" Então, desse ponto aí, o Toxio tá certo, né? Tem que deixar mais claro porque que como que ele tá derivando isso, né?

¶605Ah, como ele tá derivando isso de maneira apropriada, né? Se não tá tendo uns não sectors brutais aí, né? No meio, >> eu repito, digamos que eu conceda que tem a causa, como é que chegou a Deus, tá? Então assim, ainda que tem a causa, porque não pode ser um fato bruto? Por que que não pode ser uma outra coisa física que a gente não conhece?

¶606Porque não pode ser qualquer outra coisa que o ser humano consiga explicar? Por que que tem que ser Deus e o seu Deus? >> Uhum. >> Entende? Aí você tem isso, aí você já quiser, você manda aquelas evidências que você falou que tem.

¶607>> Eu gostaria de saber que evidências são essas. Você >> as evidências não seriam empíricas, porque eu acho que não seria muito complicado, pela natureza de de uma evidência empírica, pelo menos quando a gente fala da ciência moderna, demonstrar a existência de Deus. A minha evidência seria uma demonstração metafísica. Seria uma demonstração metafísica da existência de Deus. Ou seja, você parte dos efeitos, ou seja, é possível que uma natureza seja causada.

¶608Aí a parte disso aí sai, >> já ilustrei o problema com isso, né? Tem que especificar o que você quer dizer com isso, o escopo dessa alegação e o domínio de quantificação das entidades quantificadas, né, e abarcadas nesse âmbito dessa alegação. Ah, você tem que, no caso, a defender o seu account, né, de epistemologia modal ali mais liberal, né, ahã para poder estender isso para pras entidades como todos, se você tivesse quantificando sobre todas as coisas, né, sobre todas as coisas ali dotadas de natureza, né, de uma natureza específica. OK? Hã.

¶609E aí só aí você vai conseguir prosseguir de fato com essa ligação, né? Justificar de forma apropriada essa ligação eh de que de fato é possível que uma natureza seja causada, né? >> Essa natureza ou ela pode causar a si mesmo, t tal. Aquelas aquela parte que eu falei para você. Aí você >> falta você também derivar em possibilidade, né?

¶610Você demonstrar a impossibilidade de regressão infinita na série essencialmente ordenada, não demonstrou em lugar nenhum. >> Chega nas causas essencialmente ordenadas. Aí você vê que é necessário uma causa primeira, não seria um num sexo, é necessário existir uma causa primeira que sustente fundamente a série de >> Então aí você tem que chegar na ideia de que é é necessário uma única causa primeira, porque no caso você pode ter uma série essencialmente ordenada onde você tem uma ah onde você tem no caso ali uma opa, valeu Niil pelas 10 joias. onde você tem, no caso ali o uma primeira causa naquela série específica, né, essencialmente ordenada, aonde de fato tem o primeiro membro nessa série, mas daí esse primeiro membro ele é o o ele é o ele é justamente um dos membros finais da de uma outra série, da onde você tem um outro membro que é o primeiro que é o primeiro membro, né, que favorece no caso o aspecto causal relevante derivado, né, ou de movimento relevante derivado ou qualquer coisa assim que seja derivada para ele. E assim sucessivamente você tem que eliminar esse tipo de coisa.

¶611Depois, mesmo que você eliminar esse tipo de coisa, você tem que demonstrar que no caso essa causa primeira, de fato, ela tem que ter todos os aspectos atuais relevantes, né, eh, nela portanto vinculado todos os atributos e aí depois você identificar isso quando sendo Deus. Se você não fizer esse passo a passo, tem demonstração nenhuma aí de Deus de causas essencialmente ordenadas. Se é possível que essa causa primeira não causada exista, então ela existe necessariamente. Então tem a parte modal desse argumento. Então a gente já demonstrou que se ela pode existir, então ela existe de fato atualmente na realidade, né?

¶612E aí seria essa a demonstração. >> Poder existir não significa que já existe. É uma conjectura, é uma probabilidade. >> Não, >> tranquilo. E não é num sector mesmo quando você não coloca Deus no meio.

¶613Aí beleza. >> Não, poder existir é uma modalidade. É uma modalidade. Aí pode ser uma modalidade lógica, uma modalidade modalidade física ou uma modalidade metafísica. O que ele tem que demonstrar é que é uma modalidade eh metafísica.

¶614Se meramente logicamente possível, não é a mesma coisa que seja metafisicamente possível. Uma coisa não se identifica com a outra. a menos que você seja um inflacionista modal, mas aí você já não é um cético modal acerca da do espaço modal e da e da maneira pelas quais a gente pode atribuir a a gente pode endossar ligações modais de maneira razoável, né, ali de forma modesta, né, cuidadosa, etc. Se você for um inflacionista modal, aí beleza, você pode identificar a modalidade metafísica com a modade modalidade lógica, mas usualmente se assume que a modalidade metafísica ela fica entre a modalidade lógica e a modalidade física. OK?

¶615Era o meio termo entre os dois usualmente para quem não é inflacionista modal e para quem não é reducionista modal, né? Para quem não reduz a modalidade metafísica, a mera modalidade física, né? Ou seja, o deflacionista modal. E para quem é eh para quem não é inflacionista modal, ou seja, quem reduz a modalidade a metafísica a modalidade lógica, simplesmente a modalidade metafísica fiquei entre os dois, tá? Então meramente algo ser logicamente necessário não significa que é metafisicamente necessário, tá?

¶616Ah, não significa que é metafísicamente necessário. Ah, se você, aliás, algo que ser logicamente possível, não significa que ah, é logicamente necessário, é metafísicamente necessário, né? Então é isso. Ah, para derivar, né, para se transitar com uma modalidade outra, você tem que fornecer razões ali apropriadas pro tipo de epistemologia modal que você endossa, metafísica modal que você endossa, como que você ah se no caso não há razões pra gente ser cético modalmente falando ou coisas assim. Beleza, porque nem eu falei, pode chegar numa causa, mas a causa passa um monte de coisa.

¶617Aí de novo, como é que você chegou a Deus? >> Então, por exemplo, o fato dela poder ser aqui, eu tô falando de possibilidade metafísica. A gente tá falando de de um argumento modal, da mera possibilidade metafísica, né, da da existência dessa causa primeira não causada. A gente chega à conclusão que depois de de argumentar tudo aquilo que eu falei para você, então é uma causa primeira que não depende de nenhum outro. Ela é uma causa primeira não causada, ela não depende do outro, ela ela existe por si.

¶618Se isso então aquilo que a definição natureza ela vai repugnar, né, eh, conceitualmente até o ser por outro, então ela existe por si. Porque dentro dessa possibilidade que a gente acabou de mostrar da causa primeira não causada, existe a aceidade, o que que é isso? A existência necessária. Então, se é possível que essa causa exista, então ela >> aceidade é é justamente a o atributo exclusiva de Deus de existir por si, ser necessário por si, não por outro, né? De certo modo, de não ser dependente de outro, né?

¶619>> Existe necessariamente. Por quê? Porque essa causa primeira não causada, ela não depende de outro, ela só ela existe por si. E se ela não existisse, não pudesse existir por si, ela seria impossível. Mas a gente viu que ela já é possível.

¶620Você entende que você fosse assim, depois de ter demonstrado, você não demonstrou. Você tá repetindo conceitos, você tá repetindo definições, mas a demonstração em si não tá. E se você depende só da metafísica para provar que pode ter um Deus e não da física, é interessante porque você diz: "Sai do mundo natural". E você falou que vai regredindo as causas, aí você chega numa parte metafísica. Aí você fala: "Não, Deus tá aqui na meta física".

¶621Mas você usou o mundo natural para tentar chegar nele lá. Então, mas ainda assim, se esse >> exatamente aqui o o Toch ele pegou muito bem o ponto, né? Ah, esse ponto aí é relevante, tá? Ah, e aqui, apesar do do Toxinho não manjar de epistemologia e metafísica da modalidade, tá meio perdida aqui para rebater o argumento, ainda assim, esse ponto que ele tá fazendo ponto relevante, né? Porque no caso para chegar nessa suposta causa metafísica, né, primeira, né, que supostamente seria a causa primeira, dos quais todas as causas segundas dependem de certo modo, ele recorre a elementos, no caso, visualizados ali na realidade natural, de certo modo, né, na realidade natural.

¶622né? Eh, afinal a gente atribui o status de contingência para as coisas, né, de certo modo, e principalmente de dependência de outras, né, por assim dizer, ah, com base na observação empírica, né? Eh, pelo menos é isso que os tomistas, né, eh, geralmente fazem, eh, embora talvez os esotistas aí tenja algumas nuances com relação a isso, né? Mas é isso que tipicamente o pessoal que principalmente quem advoga pela via, né, para se demonstrar a existência de Deus advoga, né, que através dos efeitos mais manifestos você chega na causa menos manifesta e portanto você parte da da consideração das causas segundas para chegar na suposta causa primeira, né? Então isso é relevante, isso aí que o tá falando.

¶623>> Esse mundo natural conseguiu chegar na metafísica, o contrário é verdadeiro. Através dessa metafísica, consigo mostrar aqui que esse Deus existe, não lá no mundo da imaginação, que eu costumo brincar com o pessoal usando na metafísica. Lá no mundo da imaginação posso criar qualquer coisa. A questão é: como é que eu provo que tá aqui, entende? Qual é o impacto na vida real?

¶624Até nos próprios efeitos a gente faz uma análise metafísica, não é que, por exemplo, analisando a própria causalidade eficiente enquanto causalidade eficiente, ou seja, a gente estuda a efetibilidade essencial que é comum a toda causa eficiente. Então a gente tá estudando um aspecto metafísico da causalidade eficiente e depois o aspecto metafísico da essência das coisas que elas podem ser causadas. É possível, por exemplo, ela é uma coisa é possível possibilidade metafísica, a gente tá falando de contingência aqui. >> O que que é um ente contingente? Aquilo que não está na sua essência, a existência, né?

¶625seria um ele pode ele pode ou não ser isso seria uma definição geral de contingente. É possível que exista uma natureza causada que ela é suscitiva a ser causadas? É possível. Você só analisa isso a partir da própria >> eh vamos lá. Essa ideia de a sua existência não tá contida na sua essência ou algo assim, né?

¶626Ah, ela é meio problemática, né? Porque na verdade não há nada que seja capaz de existir por si mesmo, né? Ah, dos quais a sua a sua essência explica, né? A, aliás, a sua essência contém, no caso, a existência nela, né, ou algo assim. Eh, porque, no caso, a gente chegaria numa espécie de regresso infinito vicioso, né?

¶627Regresso infinito vicioso. Ah, na onde no caso, aliás, não é necessamente no regresso fin vicioso, a gente chegaria numa noção de explicação simétrica, né, digamos assim, né, eh, dos quais, no caso, uma coisa existe em virtude de da existência está contido na sua essência ou algo assim, né? Ah, então a gente ouvir uma um tipo de explicação metafísica ali que ela não é irreflexiva, né? E tipicamente o a o tipo de noção de meta de explicação metafísica que é relevante para esse tipo de argumentos escolásticos funcionenárias é da ideia de que envolve o quê? Eh, envolve o quê?

¶628Transitividade, né? Ou seja, se A explica B e B explica C, então A explica C e também a noção de irreflexividade, ou seja, A explica B e B explica C. Então, no caso, A explica explica C, mas C não explica A. Ou seja, não há uma reflexibilidade ali na onde no C explica a retrocativamente, né? Hã, só que no caso ali, se você assumir que no caso a noção de existência, ah, é o que explica a própria, aliás, a noção de essência, né, de de algo, envolve, no caso, uma existência, né, ah, implicada nessa essência que explica a sua própria existência.

¶629Então você tá assumindo uma reflexividade metafísica, uma reflexividade metafísica ali na no âmbito da explicação, né? A explicação metafísica do porque que aquela coisa é da forma como é, ao invés de não ser, né? Eh, porque que ela existe, ao invés de não existir nessa ocasião, né? Ah, e isso daí parece ilustrar uma quebra com a irreflexividade, ah, com a irreflexividade da explicação metafísica. Então isso é meio complicado.

¶630É meio complicado, né? Você não pode ter o seu bolo e com ele também, né? Can have the cake and eat to. Ok. Então tem problema aí quem luz esse de forma mais clara é o Schmid e o Limford, né?

¶631Você vem aqui inércia existencial inércia existencial aqui, né? Antes do Shimid ter se reconvertido pro catolicismo, né? Ele produzir umas coisas legais, né? Umas coisas legais. Ah, vamos lá.

¶632Aqui, ó. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, ó. Acho que aqui, ó. De forma geral, não é do claro que possa haver algo que existe em virtude do que é. Isto é, algo cuja essência explique metafíssicamente sua existência, pois a essência e a existência dessa coisa são distintas ou idênticas.

¶633Se forem distintas, então sua essência eh teria que ser anterior à sua existência eh para explicá-lo metaficá-la metafisicamente, mas plausivelmente a essência de nada pode ser anterior à sua existência, pois então a essência da coisa já existiria antes de sua existência, o que é um absurdo. Em contraste, se a essência e a existência de algo são idênticos, ah, então teríamos a existência de algo se explicando metafisicamente. Pois se uma coisa existe em virtude de sua essência e a essência da coisa é apenas a existência da coisa, né, então a coisa existe em virtude de sua ah existe em virtude de sua existência. Logamente, porém, esse tipo de bootstrapping metafísica é impossível. A existência de algo não pode sustentar pelas próprios bootstrappings metafísicos.

¶634Isto é, a existência de algo não pode explicar ele metafíssicamente porque essa mesma existência existe. Hã, para começar, a explicação metafísica, em outras palavras, é irreflexiva para que X explique Y. Metafíssicamente, X deve ser anterior a a Y, de modo a explicar porque existe algo como Y para começar. Nunca em absoluto e nada é anterior a si mesmo. De qualquer forma, quer a essência, a existência de X sejam distintas ou idênticas, X não pode existir em virtude do que X é.

¶635OK? Então esse é o ponto aqui que o Schmid ah aponta, só que ele diz o seguinte, né? Isso aqui em resposta ao argumento de enter, né? Que é justamente o argumento que trabalha com essa noção de distinção entre essência e existência para chegar na ideia de que no caso essa essas coisas que t sua essência distintas da sua existência, né? Se tem a sua existência explicada em termos justamente de uma entidade dos quais a essência e existência são idênticas entre si, né?

¶636Ah, ó, mas suponha que você negue a irreflexividade da explicação metafísica. Suponha, em outras palavras, que para que X explique Y metafisicamente, X não precisa ser no anterior a Y. Então, não é de todo claro que uma essência não poderia não poderia explicar metafísicamente sua existência, apesar de ser distinta dela, uma vez que, segundo nossa suposição, a primeira não precisa existir, né? Ah, a primeira não precisa existir antes de sua existência para explicar sua existência. Assim, o absurdo que nos levou a negar que uma essência poderia explicar sua existência, da qual essência distinta, seria removido e com ele um passo justificatório fundamental do argumento de ent, portanto, desse tipo de raciocínio que o ah esse tipo de raciocínio que no caso ali o apologeta tá avançando, né?

¶637Ah, também seria barrado, né? Ah, assim, os proponentes do argumento de entram dilema. Ou para que X explique metafisicamente Y, X precisa ser anterior a Y, é verdadeiro ou falso? Se for verdadeiro, né? Se for verdadeiro, então contrariamente ao argumento de ent, nada nem mesmo algo em que essência existências são idênticas existe em virtude do que é.

¶638Se for falso, então o passo fundamental no argumento de ente falha, a saber, o passo que descarta um composto essência, existência de existindo em virtude do que é. De qualquer forma, o argumento dente falha. E esse raciocínio aqui é alinhado com dente, né? Esse raciocínio que o que o apologeto tá avançando, que é meio bizarro, né? Ele tá misturando coisa de tomismo com coisa de escotismo.

¶639Tá meio bizarro esse esses raciocínio aí, tá? Tá misturando escotismo com tomismo, tá? Tá, tá estranho, velho. Tá estranho esse raciocínio aí. Tá estranho.

¶640Tá esquisito isso aí, velho. Tá esquisito. Mas enfim, vamos lá. Para essência do que é um ente contingente. E analisar a essência já é analisar o aspecto mais fundamental da realidade pela metafísica.

¶641É possível que um ente seja causado. Agora, esse ente ele pode ou causar si mesmo, ou ele pode ser causado a partir do nada, ou ele pode causar, ser causado por outro. E aí vai toda aquela demonstração que eu falei, não pode ser causado por si, por si mesmo, porque seria uma contradição não pode causar a partir do nada, ser causado a partir do nada, só deve ser então causado por outro. Se esse outro for a causa primeira, pronto, nós já temos a nossa causa primeira não causada. Se não, então a gente tem uma série de causas que são essencialmente ou acidentalmente ordenadas.

¶642Por exemplo, um pai, ele cria um filho, né? Ele gera um filho e um filho gera outro filho. Que que a gente, qual é a relação que a gente existe aqui? Só um exemplo, né? São série de causas acidentalmente ordenadas, que a causa posterior não depende da existência simultânea da causa anterior.

¶643Então, eu posso causar o meu filho, gerar meu filho, mas esse filho, ele pode estar causando por aí, pode estar gerando outras pessoas mesmo que eu morra agora. Agora, quando a gente pensa em uma série de causas essencialmente ordenadas, só um exemplo empírico, né? uma série de causas essencialmente ordenadas. É aquela, por exemplo, você tá modelando um vaso de argila com as mãos e a partir do momento que você tá modelando aquilo com as suas mãos, você tá causando efeito naquela outra coisa. O efeito que você tá sendo ocasionado pela naquele eh vaso depende simultaneamente das suas mãos, que depende do seu braço.

¶644Se você tira a mão, você tira efeito, tem que ter algo simultanamente. >> Isso aqui é falso, tá? E de acordo com a relatividade geral e a relatividade especial, pelo menos não há no caso corpos rígidos propriamente, né? É isso. É o que o Daniel Limford, né?

¶645o filósofo da física da Le avança. Então não é que tá tendo uma causalidade simultânea, na verdade existe um pequeno delay que no caso a gente não consegue captar de forma clara quando a gente observa a nu, né? Mas existe um delay ali entre um processo e outro, de forma que no caso ali quando você tá moldando argila, etc. Existe um certo nível de delay ali na moldagem, não existe algo que seja estritamente realmente simultâneo, né? Simultaneamente, tal como demandado ali ah pela pelo pelo raciocínio aí, tá?

¶646Então, de acordo com o arcabolso da física contemporânea, né, nesse desse modo, a gente tem, né, a gente pode visualizar ali, hã, né, de acordo com o Daniel Linford, pelo menos, que nesse caso não existe uma causalidade simultânea genuína, né? Eh, inclusive esse ponto, ah, é um ponto interessante que também é avançado pelo Jordan Hobbel, né, que ele traz no livro dele, ah, Arguments for and against Beliefing God, né, Logic, Arguments for and Against Believe in God, né? Nesse livro dele tem um capítulo que trata sobre a segunda via especificamente, e ele avança uma objeção que o Limford e o e o Schmid também eles retem, né, eles repacotam ali, né, que é uma objeção oriunda de um de um livro dele antigo, né, de certo modo, ah, que envolve justamente a ideia de que o que a gente visualiza, na verdade, é uma série de causalidade perpetuadora e não sustentadora genuinamente, né, aonde, no caso você visualiza um efeito, né, ah, ocasionado, mas que no caso ali quando você remove a causa, nesse caso, seu paral ele de mover a argila. Não é que simultaneamente a argila vai parar de ser modificada, né? Simultaneamente na hora que eu tirar a mão ou algo assim vai parar de ser modificada.

¶647Ã, mas sim existe um pequeno delay temporal que a gente não percebe, né? Mas ainda assim há um delay, né? Ã, então nesse caso aí o que a gente visualiza não são séries que são genuenamente exemplares de uma série genuenamente sustentadora, mas uma série causal eficiente, meramente perpetuadora, né? Se a gente for conceder aí um certo ponto, tá? Ah, então nesse caso aí não existe uma causalidade desse tipo aí ah em questão, tá?

¶648Ah, e ainda tem um ponto, tá? Se existe um delay temporal ali nesse tipo de série causal, né? provavelmente, né, de causalidade perpetuadora, de um certo efeito, ainda tem um problema, porque basicamente isso basicamente favorece ou a a série supostamente essencialmente ordenada, a série essencialmente ordenada, em virtude dela envolver a condição eh se envolver no caso a rejeição da condição de simultaneidade. Se você rejeita a condição de simultaneidade para para caracterizar as séries essencialmente ordenadas, ou elas se tornam parasitárias séries acidentalmente ordenadas, ou elas se tornam, no caso, ali, ã, colapsadas nas séries acidentalmente ordenadas, né? Então, desse modo, não existe uma série genuinamente essencialmente ordenada, né?

¶649Ah, ou não existe uma série essencialmente ordenada, ou a série essencialmente ordenada é parasitária da série acidentalmente ordenada, de modo que não tem como você separar uma coisa da outra de forma tão clara, ok? Se há esse tipo de delay temporal, OK? Então, só deixando isso claro. Ã, então isso daí torna o quê? Se su argumento sujeito a várias objeções ali, ah, contra esse tipo de raciocínio, tá?

¶650Então, inclusive objeções em termos da objeção contra o princípio causal eficiente, tá? H, que são aplicáveis tipicamente a séries a a séries assim ordenadas, né, de originação, que tratam de originação e de poder causar algo que não que não é derivado também. É como se você tivesse, por exemplo, esta mesa aqui e este copo. Esta mesa ela sustenta o copo simultaneamente. Se você tira essa mesa, você tira o copo.

¶651Basicamente isso é um exemplo empírico, didático e pedagógico que a gente utiliza. >> Não, se você retirar a mesa, o copo ele vai cair, mas ele vai ter um delayzinho pequeno. Talvez não seja tão perceptível assim para nós, mas tem um delay temporal. >> E aí a gente chega então numa causa primeira não causada, na série de causas excessivamente ordenadas. E aí tem tudo aquilo atributo que eu falei para você.

¶652Então, se ela só uma coisinha, quando você usa esse exemplo, é didático e tal, só que ele entraria numa falsa equivalência com Deus. Por quê? Porque se você pega e diz que tem um vaso, que aliás é uma metáfora utilizada na Bíblia também, que seríamos vasos e Deus ele cria vaso de honra e o vaso de deshonra. Então ele já programa a pessoa para ser alguém que vai ser condenada. Tanto que você sabe bem que existe a doutrina da prédestinação, que tem uma série de elementos bíblicos que mostram isso.

¶653Ou seja, Deus já teria feito o seu desimpse para condenar alguns e salvar aquele que ele gosta que fique babando o ovo dele. Isso tá na Bíblia. Você pode pegar Romanos capítulo 9, você pode pegar a própria Apocalipse 17, entre outros capítulos. Você pode pegar ali os próprios ensinamentos de Jesus, dizendo que tem a partir dos escolhidos. Você pode pegar Atos dos Apóstolos e entra na questão da fé que você disse que a fé dependeria, a revelação da verdade dependeria de Deus para que a pessoa tivesse fé.

¶654Isso é uma prédestinação, depende dele e escolher. Os outros então que não não tem estão lascado. Então já a justiça de Deus já iria pro brejo nisso daí. Então outra coisa novamente, por que que é uma falsa equivalência? Porque se você tá falando do vaso, eu consigo identificar quem que fez o >> que o To tá avançando no argumento de incompatibilidade no caso da nossa de responsabilidade moral com no caso a ausência de uma livre agência, né?

¶655Ah, uma livre agência relevante, né? Ou seja, nós estamos dependentes, né, da predestinação de Deus. Deus nos predestinou de certo modo, né, paraa condenação ou paraa salvação, de modo que a gente não tem escolha sobre isso, né, sobre esse tipo de aspecto. E, portanto, no caso ali, ah, não teria como a gente ser moralmente responsável pelo que a gente faz, etc. e tal, né?

¶656Ah, ou algo assim, né? Mas mais ou menos por aí esse tipo de argumentação, né? O >> vaso, eu consigo chegar e falar: "Esse é o fabricante, foi feito aqui, tem tanto tempo, eu dato isso daí e eu posso chegar nesse fabricante". Deus não. Eu não tenho como chegar e falar: "Não, isso aqui é sustentado por Deus, como é que eu chego nele?

¶657Como é que eu consigo chegar nele?" "Ah, pela metafísica". Não, pela metafísica você tá conjecturando que pode ter alguém ou alguma causa. Aí você salta para Deus. Que nem eu falei, é um salto sem ponte. Eu eu eu concedi pode ter uma causa legal.

¶658>> Aliás, tem artigos científicos mostrando que você tem a causa não causada. É porque você tem, por exemplo, flutuações quânticas que surgem de forma espontânea e tá ali os artigos bol não tem nada que tá causando aquela bagaça, por exemplo, no vácuo quântico, embora tem elemento, >> é, na verdade não existe um martelo batido sobre isso, né? Ô, Tochi, existem interpretações de instintas da mecânica quântica, existe interpretação de muitos mundos, interpretação de onda piloto, né? Ah, onda piloto ali do David Bond, né? Existe, no caso, a interpretação de Copenhagen, que é a mais, enfim, mais preferida pelos físicos, né, de certo modo.

¶659Ah, e essa sim, né, geralmente a apelada, né, para para geralmente para defender essa ideia de que não tem uma causa eficiente genuína vinculada com ela, que as partículas subatômicas, né, no caso ali, as partículas virtuais, elas surgem, né, em flutuações, né, do mundo do vácuo quântico, sem uma causa eficiente especificada ou qualquer coisa assim, né? Ah, existe no caso ali outras interpretações, né? Você tem, sei lá, tem tem outras interpretações de certo modo, né? Da mecânica quântica, né? Interpretação de histórias consistentes.

¶660Ã, tem várias interpretações, né? E aí geralmente a a de Copenhagen é ilustrada, né? E favorecida para estabelecer esse tipo de coisa, né? De que não tem uma causa eficiente genuína ou algo assim, né? Então existem alguns que tentam defender esse tipo de concepção aí para alegar que não tem uma causa eficiente vinculada com esse âmbito subatômico, né?

¶661no âmbito cântico. Ã, mas eu concordo com com o Tcho, que é o seguinte, que pro argumento do do apologeto e de outros de outros teistas que dependem do princípio causal funcionar, eles precisam lidar com essas interpretações alternativas desses tipos de teorias quânticas, né, ou hipóteses quânticas, né, ah, às vezes interpretações quânticas, né, da mecânica quântica ali distintas, né, dentre elas essa do do da de Copenhagen, né? Então, se eles não conseguem minar esse tipo de razoabilidade desse tipo de interpretação e motivar uma interpretação ali como sendo melhor do que outra, né? Ah, então fica difícil dele apelar para esses argumentos de estilo cosmológico ali para justificar a questão da, enfim, a questão do, enfim, a questão da existência de Deus com base em argumentos cosmológicos, né? Seja de origem ou de sustentação, qualquer um dos dois.

¶662>> É tudo específico, mas questões estão causando aquilo. E obviamente vão ter artigos procurando explicar de outra forma, mas tem. Então você pode ter causas não causadas no mundo natural, sem Deus nenhum, tá? Aí eu consigo mensurar, eu consigo observar por instrumentos. Você entende?

¶663Isso é evidência e eu consigo dizer isso é tal coisa. E quando eu tenho uma dúvida, você falou que os efeitos. >> Ou seja, o ônus da prova do de demonstrar que essa interpretação da mecânica quântica não é plausível e que, portanto, essa ideia de causalidade eficiente, ela é ela se sustenta pro âmbito da da física fundamental, de outros aspectos da física no âmbito microfísico e etc, né? Ã, é justamente o teísta, né? O teísta que ele tem esse ônus de demonstrar esse tipo de coisa.

¶664Princiante se ele quer avançar aumento em termos de uma demonstração apodítica, né? Ah, tal como o o a apologeta tá avançando aqui. >> Nós sentimos, ah, matéria escura, energia escura, a gente não, por isso que é escura, a gente não vê, tá? Mas tem efeitos. Você consegue ver que tem coisas acontecendo que todas as outras coisas não explicam.

¶665Então, fala: "Por isso tem uma energia escura, matéria escura, a gente não sabe o que é, mas a gente vai descobrir o que é, você entende?" Então assim, eu consigo identificar agora, nada chega no universo, na natureza, no mundo. A Deus, cara, absolutamente nada. Então assim, mais uma vez, pode chegar naquela ideia de, ah, eu não sei explicar, não é o que você tá fazendo, tá? Eu tô uma generalização. O pessoal pode chegar lá e falar, não sabemos explicar, então para nós isso aqui significa que é Deus.

¶666Tem que ser um ente fodão. Esse ente fodão para nós é god e esse god é o de bíblia. Beleza? Aí é outra coisa, mas eu quero saber como é que você chegou lá. É que eu eu entendo que você manja dos assuntos.

¶667Eu sei que você conhece dos termos. Parabéns. Legal. Tô perguntando por eu tava me perguntando porque quem não faz filosofia tá fazendo da computação, né? Não sei se você já fez ou não.

¶668Interessante. Talvez seja uma coisa que você faça depois, tá? Talvez. Por que não? Um PhD é um filósof doctor, mas por que não whatever.

¶669É, mas assim, >> legal que você chega nisso. A que eu tô querendo trazer à tona, espero que você compreenda, vai, tem que afetar a vida real, não pode ficar só na metafísica. Senão igual o Cauê comentou, não tem como você provar. É por isso que eu fico falando, a gente tava aqui no intervalo, peg assim, por isso que eu falo que eu sou inrefutável, porque não tem como, não vai dar para provar. Aliás, se tivesse comprovar, eu não seria um negacionista.

¶670Eu ia chegar para falar: "Caraca, eu tava errado. Não é que Deus existe?" E eu seria o primeiro a fazer esse vagabundo trabalhar pela primeira vez na vida. Você entende? Só que ter que se manifestar de uma maneira inequívoca, indesculpável, irrefutável, inquestionável, onde todo mundo falar, caramba, né, que é Deus mesmo. >> Tipo, o que que tinha, que que teria que acontecer assim para você acreditar em Deus, cara?

¶671>> Bom, aí eu tem um argumento que até eu desenvolvi muito rapidamente, mas assim, ele sendo onipotente, onisciente, sabendo todas as coisas, ele saberia o que para mim serviria como uma evidência, eu falar: "Caraca, não dá para eu negar mais". Mas pensando assim, ele poderia simplesmente não poderia nem aparecer se ele mandasse uma mensagem agora para todo mundo ao mesmo tempo que tá assistindo aqui no mundo inteiro falando que ele é ele. Um exemplo poderia ser assim e falando uma mensagem que ele é o correto, que ele é o Deus inclusive da Bíblia que eu consumo defendendo os meus ídos que é um Deus que não >> será que o Toshi compraria o argumento daistic evidence do argumento da evidência trística incrível? Eu não comprei esse argumento não, tá? Eu acho que no caso eu aceito coisas até eu aceitaria até coisas um pouco mais sutis, né, digamos assim, né?

¶672Ah, se elas fossem improcedentes, né? Se de fato permitisse inferir a existência dele de forma mais modesta. Eu não sei se evidence seria compedidora para mim, não, entendeu? Ah, igual o James Her ele comenta, né? que aquela ideia do a a evidência t incrível, pessoal, aquela ideia de que ah, se sei lá, se você olhasse com teletescópio, né, ali para uma constelação específica a ou se você, sei lá, analisando o microscópio, o DNA de alguma, enfim, de algum animal ou qualquer coisa assim, ou do nosso próprio DNA, qualquer coisa assim, sei lá, eh, as partes ali, né, os os componentes ali, né, físicos, etc., né?

¶673Ou as estrelas elas as constelações elas se arranjassem de um modo aí tá escrito lá, sei lá, o o primeiro evangelho de João, né? O primeiro evangelho de João ou então escrito lá feito por Deus com amor ou qualquer coisa assim, né? Made by God with love ou qualquer coisa assim, né? Se no caso isso seria uma evidência teí assim innegável da existência de Deus, né? Se seria uma evidência teica innegável que você aceitaria esse tipo de coisa, né?

¶674Geralmente proponente Jorge Justifino avança esse tipo de argumento para minar ah hipóteses, né? H, vinculadas com, por exemplo, né, vinculadas ali com vinculadas, por exemplo, com com, como é que eu posso dizer? ah, vinculadas com a a resposta, né, do da psicologia divina a não especificada, né, psicologia divina, né, ah, ou seja, psicologia divina não especificada ali, né, ah, contra o ajuste fino, né? Ou seja, que não há não há uma clareza sobre qual que seria a psicologia divina de um Deus, de modo a gente não considerar, não tem como considerar de fato que genuinamente o ajuste fino em favor da vida, né, da existência de vida no planeta Terra, né, vida corporificada, né, ah, vida no caso ali ah, corporificada, né, e a vida agencial corporificada, né, e coisa e tal, né, feita de carbono, etc. seria algo que Deus escolheria instanciar na realidade, né, criar na realidade, né?

¶675Ou seja, ajustar finamente as constantes físicas, né, dentro do alcance permissor de vida para permitir com que existissem vida tal como a nossa no planeta Terra, né, ah, ou algo assim. Eh, então não tem esse tipo de ponto aí também, OK? Ah, e aí eles avanç esse argumento que é da evidência cientíica incrível para minar hipóteses céticas, né, com relação à nossa capacidade de prescrutar, né, de conhecer e de presescrutar a psicologia divina, né, de Deus, né, caso esse Deus existisse, né, ou algo assim. E, portanto, no caso, vindicar uma resposta ali que mina, ah, a mina, no caso, a premissa um do argumento do ajuste fino, né, que é justamente o de likelihood ah maior, né, do do ah da evidência relevante, né, nesse caso, a existência de vida no planeta Terra, dado, né, condicionado à hipótese da existência de um deus adismo, né, não presta inclusive Jesus e que o Novo Testamento é pior que o Novo Testamento. Que o Novo é pior que o Antigo Testamento.

¶676Se ele acontecesse já aparecer nesse caso falando, se quisesse aparecer numa nuvem, whatever, eu nem escolho. Eu quero uma evidência onde todos sabe no mundo natural, físico. Aqui pode ser qualquer escolha, eu deixo ele escolher, tá? Mas que todos no planeta consigam chegar falar: "Caraca, velho, é igual o Sol que você falou". O Sol, ninguém no planeta inteiro tem um conceito diferente do que é o Sol, nem da lua, nem de qualquer coisa ligada a no seu pessoal maluco que fala da terra plana, né?

¶677Mas o pessoal não nega que tem uma terra, mas assim, então você e usa a Bíblia para defender terra plana. assim, o que que você, >> para quem quiser entender esses pontos aí, né, da evidência têntica, incrível, tem uma live recente de preparação do debate, né, que o ã que o Alex Malpass e teve junto com o Nathan Breer, o Nathan Breer e o junto com o Nathan Breelford, né, no canal dele, Thotology. Foi bem interessante. Eles abordaram tanto a objeção de psicologia divina não perscrutável, né, ou seja, não especificada, quanto a objeção do Dan Limford em relação ao ajuste fino. >> Aqui, ó.

¶678Recomendo que vocês assistam, é, vocês assistam aqui. Foi muito boa, tá? E aqui a objeção do da psicologia divina que o Necorre é essa daqui aqui nesses trechos aqui. Beleza. Muito bom.

¶679Muito bom. Muito bom. Muito bom, cara. Muito bom. Aqui, ó.

¶680Muito bom. Muito bom mesmo, cara. Mas enfim. Ah, enfim. Vamos lá.

¶681tem para você compreender. Ele poderia se manifestar dessa forma para que ele falar: "Caraca, não é que tem Deus mesmo, velho?" Só que agora ele tem perguntas para responder para nós. Eu chegue, cara, eu falo: "Eu errei, tô errado. Não é que esse cara existe mesmo, não sou negacionista". Acontece que não existem essas evidências, como você bem falou, tem que ser só no mundo da metafísica.

¶682E a metafísica é mundo abstrato, é mundo que você não chega lá, é muito que você fica no mundo das ideias, quando você fala racional, só que esse racional não prova aqui que aquilo é verdade. >> Não, na verdade o mundo da metafísica tem que estar conectado com o mundo concreto, né? mundo empírico, tem que ter uma certo nível de conexão entre as duas coisas, né? Senão complicada a coisa, né? Como assim?

¶683Não, não tem conexão entre os dois, sendo que no caso a metafísica é aquilo que de mais real que há, né? Segundo a visão do do próprio apologeta, do Mugita e de outros, né? Então tem que ter uma conexão com o mundo físico. Sim, o mundo físico tem que ter uma conexão. Ah, isso já há aspectos relevantes da nossa realidade que não se vinculam muito bem com essa esse tipo de demonstração metafísica.

¶684Oh ou oh oh ou oh ou oh ou. mais uma razão pra gente negar a conclusão desses argumentos, dessas demonstrações metafísicas e, portanto, tá autorizado em negar a conjunção das premissas, tá? Ah, então é isso. Eu eu acho que a metafísica, na verdade, ela estuda o que é o que há de mais real na realidade, porque ela estuda o ente enquanto o ente. Você pediu uma prova empírica, pedir uma um recorte da realidade para uma um propósito específico que é uma realidade empírica.

¶685Mas eu acho, na verdade tem como demonstrar que na verdade a metafísica ela estuda o que há de mais profundo. Quando eu falo abstrato, não é como se ah, a gente tivesse falando de números matemática, não. É o que há de mais real na realidade, aquilo que há de mais íntimo, porque estuda in enquanto ente. Então, e a demonstração meta, por exemplo, a gente estuda as quatro causas que vem de Aristóteles, né? Causa formal, causa eficiente, causa final, causa material.

¶686A gente estuda então eh o que que é o ente? O ente tem uma distinção entre essência e ato de ser. Ele é contingente ou necessário? As quatro causas aristotélicas, a as categorias aristotélicas, como que a gente aplica isso na realidade? Mas isso é uma análise metafísica da própria realidade que existe.

¶687Acontece é que a demonstração metafísica é uma ciência, uma demonstração séria que não necessariamente ela é empírica do do mesmo jeito que as ciências particulares, mas temos como ter conhecimento da realidade sem ser por evidências empíricas, sem ser por ciências particulares. Existe conhecimento, existe conhecimento verdadeiro, por exemplo, inclusive sobre a existência de Deus, >> pela demonstração metafísica. É uma é uma ciência, né, para para os >> Ah, mas se você vai para uma demonstração queia, então você parte de primeiramente você tem que partir de certos princípios que tem alguma lastro, alguma justificação em primeiro lugar. E da onde que vem essa justificação? Do princípio causal universal.

¶688Da onde que vem essa justificação? Da onde vem a justificação do princípio da razão suficiente? Da onde vem essa justificação? Essas duas coisas, né? Principalmente o princípio da razão suficiente existencial, né?

¶689Existential principio no caso causal universal. Eles seram justificados com base no quê? Com base, no caso, naquilo que você observa na realidade empírica. Não, não é a partir daí que a gente toma, no caso ali como base pra gente articular uma demonstração cuia dos efeitos mais manifestos paraa causa menos manifesta, então tem que ter um lastro empírico ali, OK? E como eu demonstrei, existe uma justificação melhor de outros princípios, como o princípio da causalidade material que favorece problemas pra conclusão que você quer chegar, né?

¶690né? De certo modo, se a gente for levar a sério essas inferências, né, com justificadores de certos princípios, como o princípio de que nada vem e o princípio da causalidade eficiente, então a gente acaba justificando por consequência o princípio da causalidade material, o que impede de você chegar na conclusão que você quer chegar, de um Deus que não seja demiúrgico, né? que não seja demiúrgico. Nem sequer no panenteisísmo você consegue chegar, né, no Jorge Risman, assim, você consegue chegar só no Deus quer um teismo demiúrgico que ele pega uma parcelidade de matéria já pré-existente, de materiais ou componentes ou stuff já pré-existente, dos quais, no caso, o universo vai ser feito de, né, dessa matéria ou desses componentes préexistentes, né, ali, ele vai ser moldado de forma a favorecer a existência do universo, né, o máximo que você poderia chegar se a gente for levar essa sério, né? Aí você não vai querer chegar nesse tipo de coisa, né, nesse tipo de concepção de Deus, porque é uma concepção herética, né, de, digamos assim, né, pro cristão, ah, e para muitos religiosos, haver ideia de que ele não é dotado de aceidade, né, provavelmente, né, porque tem outra coisa que existe por si também e não por outro.

¶691Nesse caso, essa parcela de componentes que dep independe dele para existir e que ele utilizaria como base para moldar e criar o universo, né, de certo modo, né? Então isso é um problema. Ahã. Um outro problema é se você rejeitar, no caso, o princípio da caudalidade material, né? Ah, sendo que ele é justificado nas mesmas bases que o princípio da caudalidade eficiente e também o princípio ah e também no princípio metafísico de que nada vem.

¶692Então você vai ter que negar esses dois princípios pelas mesmas bases, porque eles são justificados por essas bases. Então você tá em um dilema, né? Um dilema complicado. Ou você aceita o princípio da caudade material e portanto você a a causa primeira que você quer chegar não vai ser Deus, o Deus que você quer chegar. ou você rejeita o princípio da casidade material e você tem que rejeitar todos os outros dois princípios por consequência, porque eles são justificados na mesma base que os outros princípios seriam justificados, né?

¶693Então você tá num dilema ali meio complicado e você é empalado nesse dilema, tá? Ah, então é isso. >> Os escolásticos e para os clássicos era ciência, né? Era uma ciência séria, demonstração metafísica justamente por causa do seu objeto formal da sua ciência, que é diferente do objeto formal da das ciências empíricas e contingentes, como as ciências particulares, física, química, biologia. Então a gente tem que mostrar que existe uma distinção.

¶694Você tem uma demonstração que propid que você pode utilizar conceitos da metafísica para chegar à conclusão que Deus existe, mesmo que você não tenha evidências tangíveis justamente pela natureza, pela essência do daquele que é Deus, do próprio Deus, que na verdade é uma essência infinita. Eh, e a gente tem como demonstrar sua existência, não por evidências empíricas, mas exessência infinita. De onde você tirou isso? Qual é a prova disso? justamente por causa do argumento que eu posso te mostrar aqui, que na verdade estava te mostrando que >> o argumento, tudo bem, eu entendo o argumento, eu quero saber, você desenvolveu o argumento, mas você não demonstrou como chegou nele.

¶695>> Não, não, acho que eu cheguei sim, eu comecei a falar desde >> é o conceito, então você até falou das características de Deus, que eu falo, como é que você sai daí da da metafísica? Você falou de Aristóteles, tudo que Aristóteles pegou e fez, você deu o exemplo dele, >> afeta. Você até comentou algumas vezes aqui, que vai pegar isso daqui e vai provar coisa na realidade. É isso que eu tô falando, pega da metafísica. Eu não tô negando.

¶696Ah, eu falo que algumas coisas da metafísica o pessoal realmente cria um mundo imaginário lá, porque eles podem fazer o que eles quiserem, coloca inclusive Deus ali e pronto, ele tá aqui. Só que esse Deus que é o que você acredita, que é o da de Bíblia, ele afeta o mundo real várias vezes. Não é assim, ah não, onde tem passagem bíblica dizendo que para você defender a existência de Deus você pode ir pela sabedoria humana. Ao contrário, tem várias passagens que vão condenar você nisso. Seja primeira Coríntios, capítulo 1, Primeira Coríntios, capítulo 2, Colossenses capítulo 2, vai mostrar que a sabedoria do homem, que é isso que você tá fazendo, algo que o homem criou, isso daí é loucura para Deus.

¶697E pela sabedoria do homem, o mundo não conheceu a Deus. Por isso, Deus tornou louca a sabedoria do homem. E se você vai por filosofias e vã sutilezas, que é segundo os homens e não segundo o Cristo, ele já separa filosofia, vã sutilezas é homem. Cristo é outra coisa. É a pregação, a loucura da pregação que revela esse Deus.

¶698Tanto é que Paulo, primeiro Coríntios, capítulo 2, versículos 4 e 5, deixa claro que você quando você não, ele quando vai pregar, ele não vai simplesmente fazer a pregação usando palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do poder e do espírito para que a fé não se apoie em sabedoria humana, mas nesse poder. Você entende que tem que ser físico? É, ele vai dizer que no caso essa questão da filosofia sutilas não tá se refindo na filosofia inqualificadamente, mas certas tipos de filosofia, né, ele vai mandar essa, né, que é basicamente o essas filosofias e van sutilezas ou essa filosofia essa essa sabedoria dos homens, né, que ele tá falando que é loucura, né, indiferente da sabedoria de Deus ou etc, ele vai restringir o escopo, vai dizer que é algo específico, né, não é algo geral, né, não é que toda a sabedoria humana é loucura para Deus ou que a essa filosofia van utiliza se refere a todo e qualquer tipo de filosofia, né? É isso que ele vai falar. Aí eu poderia discorrer vários versículos assim, mas de Gênes Apocalipse é desse jeito.

¶699Não vai pela metafísica. Por isso que eu comento que se você ficar com Deus da metafísica. Você tá negando o Deus da Bíblia, entende? Você tá admitindo que não tem como provar aqui que esse Deus existe. Ah, mas tem na metafísica no nos conceitos que os caras criaram lá atrás.

¶700E eu aceitei que isso é verdade, mas mesmo, você não tem prova nenhuma. É isso que é complicado. Sendo que tem coisa na metafísica que eu posso trazer aqui agora que não seja Deus. Tem coisa. Por exemplo, esses exemplos que você tava mostrando do evangelho, né, antes de responder a sua pergunta, tava falando mais em tava falando mais a respeito do próprio evangelho, aquilo que é revelado por Cristo, pelos seus apóstolos, para não distorcer aquilo que é a mensagem central do evangelho.

¶701Mas ele mesmo deixa claro em Romanos 1, deixa claro em Romanos 1 que, na verdade, a existência de Deus, seus atributos, eles podem ser reconhecidos pela própria natureza. Que a partir é com esse texto, inclusive, >> então que a partir então justamente por isso é a partir dos efeitos você chega na causa primeira e a Bíblia concede que você mostrei que não, né? Porque cada um tem uma noção diferente de Deus, então não sabe. A Bíblia tá errada. tá arrumando os capítulos um.

¶702Tá errado, por isso que eu comecei com ela. >> Não, mas é que tá, mas é que tá. Tem como você chegar nessa existência de Deus por meio de uma demonstração cuia, que é pela pelos efeitos para causa. E só que as outras pessoas elas têm um entendimento que não é necessariamente o correto de Deus. >> Então Deus tá, Deus é muito ruim na comunicação, né?

¶703Eu poderia ajudá-lo a se comunicar melhor, porque comunicação significa tornar comum. Se ele comunica de um jeito e as pessoas, se colocar a culpa nas pessoas agora que então as pessoas não estão interpretando da forma correta esse Deus. Então esse Deus comunicou de uma maneira e esse pessoal não consegue entender a mensagem de Godes. Até eu vou fazer uma brincadeira. falou que Deus era analfabeto, porque quando ele pega e vai escrever os 10 mandamentos para Moisés, ele fica 40 dias e 40 noites lá, né, para escrever 10 mandamentos com dedo.

¶704Aí quando ele desce, Moisés fica p da vida e quebra os as tábuas, né? Aí fala: "Caraca, vou ter que escrever de novo". Ao invés dele restaurar as tábuas, ele pega e faz Moisés de novo em jejum, fica 40 dias e 40 noites escrevendo os 10 mandamentos. 40 dias e 40 noites para escrever 10 mandamentos, onde fica pedindo para ele ficar, o pessoal ficar babando o ovo dele nos três, quatro primeiros mandamentos. É isso.

¶705E aí você fala com a analfabeta, né? Porque ele não sabia escrever, tá? Então assim, ele não sabe se comunicar quando ele se manifesta lá no Monte Sinai, né? Oreb, ele tá lá com todo o tremor, manifestação física, monte pegando fogo tremendo, raios, nuvem grande e o pessoal ouvindo a voz de God só que acontece na Bíblia. E o pessoal pega e fala assim, ó, pede para ele não falar com a gente porque dá muito medo, entendeu?

¶706A gente não quer morrer. Para você ver como ele era ruim de comunicação. Isso tá na própria Bíblia. E aí fal, fala só com Moisés. Aí ele pega e traz para nós o telefone sem fio, né?

¶707Aí vem depois toda aquela coisa de uma pessoa ditadora que faz um monte de besteira, que é o papel de Moisés ali. É só a gente depois vocês podem reentrar nisso. Mas é esse essa figura de God que você tem na Bíblia. Entende? Só que ele se manifesta ali, por pior que seja, ele se manifesta para sou eu posso não prestar.

¶708Igual Isaías 45:7, eu faço a luz e as trevas, eu faço a paz, eu crio o mal e o Senhor faço todas essas coisas. Gostou? Gostou, não gostou, Belê, mas ele se manifesta, queima a galera e vai mandando bala. Mas ele procura mostrar que é ele sempre tem manifestação física. Ele não fica somente, não, você tem que somente crer, cara.

¶709Nem Jesus que falou que bem aventurado é aquele que crê sem ver, ele diz claramente que os sinais vão seguir aos que creem. E diz em Atos, no capítulo primeiro que os apóstolos não podem sair de Jerusalém até que vem o Espírito Santo, que aí eles vão ter poder para serem testemunhas. Senão não, que senão bastaria pregar, bastaria falar, entende? Não tem essa parte que você falou que é da justificativa do evangelho, isso não tá nos textos, você entende? >> Não.

¶710A questão é quando eles estavam querendo distorcer o evangelho e querer falar do evangelho por sabedoria vã, humana, sendo que estava distorcendo a mensagem principal que o próprio Paulo recebeu, ele fala que ele recebeu do próprio Jesus ou dos apóstolos >> quando ele foi lá para ou Damasc ou em Jerusalém. Mas a questão é, existe um contexto onde ele fala que o evangelho não pode ser distorcido, você tem que chegar com o evangelho, mas ele também não fala, que aquilo que ele fez, por exemplo, em Atenas, Atenas 17, que é algo totalmente inútil, são coisas diferentes que inclusive daria pra gente discutir outro momento, mas agora o que Deus, o Deus cristão revela, >> falei que ele ia mandar essa >> falou: "Não, eu acho que para mim não é o mérito agora ainda, ainda porque primeiro posto que a gente demonstra esse Deus metafísico, a gente vê agora na prática depois o Deus cristão, o dado revelado, as escrituras reveladas. Então, de novo, a minha questão é, existe uma demonstração metafísica que é real, ou seja, existe uma argumentação que se baseia em teses, em conceitos metafísicos, que estudo que mais que é a de mais real na realidade. A partir disso, a gente deriva os seus atributos e depois a gente começa a discutir as escrituras sagradas. A questão é, vamos então discutir os atributos divinos, algumas objeções que são argumentos também contra alguns desses atributos para mostrar que o Deus doismo teismo clássico ele não existe.

¶711Mas essas discussões da Bíblia que deveriam eh as obras deveriam ser maiores, né, nos discípulos de Jesus, nos filhos de Deus, etc. essa questão a gente pode deixar para outro momento sobre a veracidade dos evangelhos, a veracidade do Novo Testamento, da Bíblia, que a gente pode deixar para um outro debate, mas a questão aqui é que ainda não foi argumentado, refutado. Por que que esse Deus douteismo clássico ele não existe? Porque, como eu já disse, uma demonstração física, ela não necessariamente empírica, mas não quer dizer que ela é menos verdadeira, porque senão a gente cairia em cientificismo, que eu acho que você não é cientificista. Ou seja, existem conhecimentos verdadeiros a respeito do Deus, onde você analisa um aspecto metafísico da realidade dos efeitos, ou seja, os efeitos deles são contingentes.

¶712Você analisa sobre uma ótica metafísica dos próprios são todos os efeitos são contingentes. Aliás, as coisas elas são efeitos, todas elas são efeitos de alguma coisa. Será? Será que são efeitos mesmo? é uma coisa que não foi justificada aos efeitos das próprias criaturas para você chegar na existência de Deus.

¶713E posto que Deus existe, os seus atributos, a gente pode discutir as escrituras sagradas, tanto o Corão, tanto a Bíblia, tanto, sei lá, a Torá. O Corão, por é aquilo que eu comentei e não da que você falou que não foi refutado, na verdade eu refutei já várias vezes, inclusive tô comentando, você não consegue demonrar, você mesmo admitiu que não tem como você demonstrar Deus aqui na prática. Não tem, você vai ficar no mundo da metafísica. Eu já comentei exclusivamente também sobre isso, mas vamos voltar aqui. Quando você pega e fala que demonstrou através de argumentos, não, isso não é demonstração, isso é uma conceituação, é uma definição que você cria para você tentar defender a ideia da crença que você possui.

¶714Na verdade, não foi você, você pegou e tá pegando o que os outros desenvolveram, não foi uma coisa que você criou. Então, assim, a pessoa fez para tentar defender, eu retomo. A pessoa sabe que não funciona, sabe que não tem goste, mas muitos que estão no poder precisam continuar mantendo essa galera aí nessa ignorância. Aí eles vão pegar, fal, vamos ter que responder as objeções, porque tem gente dizendo que isso aqui não funciona. A gente tem um monte de gente morrendo.

¶715Tanto que o pessoal começou a investir em educação, em em universidade, em hospitais, porque Deus não cura, né? O pessoal tá se lascando, a gente tem que fazer a nossa parte. Então, pelo menos tem algumas pessoas mesmo n na fé que começaram a investir em ciência, inclusive. Agora, você entende que isso daí o pessoal fala? >> É, assim, na questão do do escolasticma até faz sentido ter um certo investimento nessas coisas e coisa e tal, ah, por razões mais ou menos alinhadas com a dochil.

¶716Mas eu acho que essa coordenação completa da maneira como tá colocando, eu acho também meio parece um tom conspiratório, sabe? Sei lá, não sei se é adequado atribuir isso para todo o aspecto da do lâmpto medieval, né? Ah, pra época escolástica e coisa tal, né? Da enfim do auge, né? Do dos escolásticos e de outras intelectuais ali católicos e blá blá blá, né?

¶717Talvez tivesse um pouco disso, né? a intenção da da da Igreja Católica esse tipo de coisa, mas não sei se é tem essa coordenação toda, essa coordenação toda, mas enfim, hoje em dia não faz muito sentido isso, né? Eu acho que hoje em dia tem pessoas que genamente acreditam nisso e querem sua fé, enfim, e coisa e tal, né? Porque realmente acreditam que é verdade e coisa tal, né? Acho que tem tem vários incentivos, né?

¶718Tem várias pode ter vários incentivos diferentes, né? Não só isso. E claramente não de forma coordenada, né? Ou algo assim. fala, mas esse Deus continuar existida, mas isso aqui não funciona, isso aqui não dá certo.

¶719Então a gente tem que criar uma outra ideia de Deus e começar a criar justificativas para esse não funcionamento. E aí vai ter o que você tá chamando de argumento, que o pessoal desenvolveu e que eu brinco dizendo que é argumento, porque quando o pessoal cria, não é de você, porque você tá repetindo dos outros. Quando os outros criaram isso daí, eu falo de argumento. Por quê? Porque ele cria alguma coisa para tentar defender Deus e ele acaba negando a própria fé.

¶720Ele nega a Bíblia, ele nega atributos divinos e não percebe, entende? Isso acontece continu. Eita [ __ ] isso acontece continuamente, cara. Direto e reto, mano. E assim, isso é direto e reto.

¶721E que nem eu tô, por isso que eu repito, cara, eu tô, Espero que você compreenda, por isso que eu falei, ou você tá com um Deus ou você tá com outro. O da metafísica não é o Deus da Bíblia, cara. Não tem como. Aliás, a gente pode chegar aqui na parte do da reação de Jesus. A questão do Deus da Bíblia, eu vou deixar para outro debate, como eu disse para você, não, mas você tá perdendo uma oportunidade gigantesca de mostrar agora pra pessoa que, ó, tem Deus.

¶722Mas se você tem uma noção que Deus converteu um monte de gente até >> que Deus ele ele conserva o ser a todo instante, que Deus ele é onipresente, que Deus é um ser pessoal, que é o douteismo clássico, você já tem essa noção de Deus que depois eu posso falar do Deus cristão. Acontece que o meu argumento, o meu argumento metafísico justamente ele tem o fundamento na própria realidade quando eu estudo uma análise metafísica da essência daquilo que é atual, daquilo que existe. Por exemplo, você tem uma existência de entes, você tem que eles são atuais. Do atual você analisa a essência e aí você faz do ser para o poder ser, que é uma legítima inferência, ou seja, você estuda a realidade atual, a realidade existencial, depois você tira uma conclusão metafísica que é da possibilidade metafísica da própria essência da cliente contingente. E aí você demonstra a existência de Deus, que é imaterial, atemporal, não espacial.

¶723>> E aí você faz do ser para o poder ser, que é uma legítima inferência. Ou seja, você estuda a realidade atual, a realidade existencial, depois você tira uma conclusão metafísica, que é da possibilidade metafísica da própria essência da cliente contigente. E aí você demonstra a existência. Não, não, não, não, não, não, não. Você estuda, você obtém, pelo menos uma visão empirista modal, por exemplo.

¶724A maneira que a gente obtém conhecimento de possibilidades reais é através do estudo empírico da realidade empírica, né? Não só dos entes que é estão ao nosso redor, né, mais ordinários, quanto do âmbito da própria física fundamental. E aí a gente consegue eh extrair conhecimento modal acerca do que que é realmente possível ou impossível, né? Do que que é realmente impossível ou impossível. Fundamentado também ferências, né, em raciocínios empíricos, né, em evidências empíricas.

¶725É assim que, pelo menos o empirismo modal vindica alegações modais sobre possibilidades reais na nossa realidade. Mas assim, eu concordo que existe um aspecto de atualista envolvido, existencialista e atualista no seguinte sentido, né? Eh, só existe aquilo que no caso é atual. Aliás, só existe aquilo que no caso, ah, a só existe no caso aquilo que, aliás, só existe aquilo que no caso é numericamente evidente com uma das coisas que são. Isso é, isso é o existencialismo, né?

¶726Ou seja, não há nada que não existe algo que seja meramente possível, né? Digamos assim, não existe algo que seja meramente possível, o que existe é algo que é atual, né? E aí a gente entra de fato ali no na questão do atualismo. Tudo que é é atual, OK? Tudo que é atual.

¶727E as possibilidades reais vinculadas com aquilo que é atual é fundamentado naquilo que é atual. Isso é alinhado com atualismo revificado do OP, né? Do OP e que bebe do disposicionalismo, né? Metafísico, né? Aliás, que é que é alinhado com o disposicionalismo metafísico do Alexander Prus, que ele articula no capítulo 2 do livro The Black of Campa to Natural Theology, né?

¶728Que é o livro de 2019, editado pelo Willian Craig e o Jeep Morland. Ah, basicamente a visão do OP, ela é inerida ali do Pr de certo modo, né, da visão de metafísica da modalidade do Alexander Prus, né, que é um filósofoista em católico, etc., mas que envolve uma prestía, ne uma perspectiva neoaristotélja de fundamentação das possibilidades como vinculado ao aspecto da atualidade ali compartilhada no segmento histórico, né, atual do mundo real. OK? E a maneira pra gente obter conhecimento de possibilidades reais é através da investigação empírica, OK? Então, OK, concordo com esses esses dois pontos, mas dessa questão não se segue que da mera essência, no conhecimento da essência de entes que são tipicamente tomados como contingentes dependentes aqui na ordinário, a gente consegue extrair que, tipo, do fato desses entes serem ah terem no caso ali um certo nível de contingência de dependência com relação a outras para virem a existência, né?

¶729hã, para ver a existência ou qualquer coisa assim, não se segue no caso que a realidade como toda e todos os entes abarcados nessa realidade como um toda desse mesmo tipo, tem uma natureza desse mesmo tipo e, portanto, demandam uma explicação, né, uma explicação interior em termos de algo que seja necessário, que seja transcendente ou algo assim. OK? Então é isso, de Deus, que é imaterial, atemporal, não espacial, ele tem todos aqueles atributos. Ou seja, primeiro você começa nos efeitos existem os efeitos existem. >> Só que você chega na existência de Deus que é atemporal, ele é imaterial, ele não é espacial, ele >> não existe, né?

¶730Não é nada >> não. Ele tem as características de absolutamente nada. Não tá no tempo, não tá no espaço, ele é invisível, ela é imaterial. Esse argumento de novo, Tochilo, esse argumento de novo. Existem entidades postuladas no da própria física teórica, no da filosofia da física, como a própria função de onda temporal universal, velho, pelo de Nor, Alison, enfim, Sin Carol, a própria explicação do David Gun em termos do da simetria dinâmica, do princípio físico dinâmico, como originadora da realidade material, física, etc., que é uma explicação naturalista que ele articula, né, o David Gun articula no livro dele the Ultimate Origination of Things, na originação última das coisas e que envolve no caso esses aspectos envolvidos com entidades e materiais, etc.

¶731Não faz sentido você dizer que uma coisa que não existe tem atributos. você dizer que todos esses atributos são atributos de algo que não existe, é você cair no mesma raciocínio ruim do do Miranda, né? Pô, cara, não, cara. Aí não, cara. Aí não, velho.

¶732Aí não, velho. Coisa que não existe não tem atributo. Coisa que não existe não pode ser imaterial, atemporal, a espacial, porque isso são características. Características não podem pertencer a algo que não existe. Algo que não existe não tem característica nenhuma.

¶733Não tem característica. Ele também não te ouve. Se você chamar ele aí, com certeza ele não vai te responder. Poderia fazer dois clus que responde oração. Você tá tomando como pressuposto, você tá tomando como pressuposto que tudo aquilo que existe é material.

¶734Aquilo tudo existe é espacial, é temporal e por aí vai. A partir disso você conclui. Ah, então ele é nada. Mas aí o que eu tô querendo demra o nada não existe, né? >> Exato.

¶735Tudo que eu tô querendo demonstrar é que ele transcende esses termos. Ou seja, existe um sumo ser que transcende esses conceitos, mas ele existe ainda. Na verdade, é sumo ser. É isso que eu tô te falando. Você você chegar conclusão, >> isso é um conceito que você fal transcendência, ó, não dá para provar no mundo real.

¶736Então vou falar, é um ser transcendente que tá acima disso, a gente não consegue pegar isso. >> É porque ele causa. >> Me prova que ele causa. Me prova que a causa é dele. Eu falei de flutuação quântica.

¶737Isso aqui é isso aqui que eu tô chamando. Ele é causa primeira não causada que ele causa todas as >> Então aí aqui o Tochilou uma objeção relevante porque mina a própria noção do princípio causal eficiente que é demandado para que no caso o argumento rode em primeiro lugar, né? Que o argumento rode em primeiro lugar. Então o apologeta deveria minar essa objeção. Ele deveria tentar motivar uma interpretação alternativa ou ilustrar que mesmo nessa interpretação do tochio ainda princípio da causalidade ele é mantido, ele é preservado da causalidade eficiente, né?

¶738igual alguns tentam desenvolver a noção de causalidade a indeterminística ou qualquer coisa assim, a deveria recorrer a algum ponto ali que favorece a a permanência, né, da relevância do argumento que ele tá avançando, né, a demonstração metafísica dele. As coisas você tem causas ordenadas, mas mostra isso. >> Mas aí você, por exemplo, nas flutuações quânticas, você quer pegar, por exemplo, qual a interpretação da metafísica de Copenhag, dos mundos paralelos de Everage ou da metafísica de bumiano? Metafísica não, da mecânica quântica bumiana, porque uma pode ser indeterminística e outra pode ser determinística. Qual a interpretação da mecânica quântica?

¶739Certo? Comente sobre isso. A ideia é até isso eu consigo medir e saber o que é, mas não é Deus. Mas dependção da apologeta. Mas você tem que motivar o porque que a interpretação de Copenhag é inadequada, porque no caso ela não é uma possibilidade genuína para uma pessoa que é ateísta ou agnóstico.

¶740Porque tudo que o o ateu o agnóstico precisa de um undercad feeder para suas premissas, de um removedor de justificação das suas premissas. Uma razão ali que favorece o quê? A remoção de uma de uma motivação para uma das suas premissas. e, portanto, favorece uma motivação para para ter o agnóstico negar as premissas do re raciocínio e negar o seu argumento. E basta que no caso exe uma possibilidade genuína, né, alternativa ali de uma interpretação dessas que vindique a visão do do TI para que no caso a sua premissa esteja injustificada.

¶741É só isso. Você precisa no caso, eliminar a a interpretação justamente que impede com que seu argumento rode. >> Mecânica quântica. Tem como você tem como Não, tô falando que você acha que as lutações quânticas elas poderiam ser causas primeiras não causadas. Não, nem sei.

¶742Você falou falei que temas podusas não causas porque tem artigos dizendo no texto, no texto do título claramente que a causa não causar. Tem isso a caus tem bem claro isso. Deixei clar ainda deixei claro. Tem artigos que vão procurar falar o contrário, porque é normal isso na ciência. Você entende?

¶743Porque algo assim, ó. >> Então por que você tá pegando uma interpretação para você refutar? Exatamente, porque o mundo real mostra que esses casos podem >> porque existe uma possibilidade de que uma dessas interpretações gerego. É esse o ponto do Toshiro. E se isso é o caso, então seu argumento não procede.

¶744Sua demonstração é falha, porque ela visa ser apodía, então ela tem que eliminar todas as alternativas possíveis para poder se manter de pé, >> existir e ter as suas interpretações e podem ter suas inferências e ele pode ser falsificado. Maravilha. Conclusão necessária para reflutar uma demonstração. >> Claro que é porque você tá falando, você tá assumindo que é verdade, que essa causa não causada, isso aqui é Deus. Você tá dizendo que você demonstrou, você não demonstrou nada.

¶745Eu falo que existe uma causa prevena, não causada e você tem os atributos divinos. >> Ã, Narnia King, por que que esses crente não viram neoplatô? Mas eles são neoplatônicos. Eles são, tem uma metafísica neoplatônica. Ah, é muito mais coerente a explicação do Não, não é.

¶746Tem razões para negar também. Ah, tudo isso aqui serve para negar também o neoplatonismo de forma geral, mas eles são neoplatônicos. A diferença é que eles tentam vincular esse modelo divino vinculado ao neoplatonismo ao a religião específica deles, né, abraâmica e tal. que eu já comecei a falar que ele tem que ser antes de você chegar lá. Tudo bem aí já tá vendo que é outro salto >> agora a flutuação é uma entidade necessária >> as flutações a gente não sabe se potencial que é o sumo ser >> como é que você chegou no sumo ser >> sumo é quando você percebe que ele tem na sua própria essência a existência o ser.

¶747>> Como é que você percebeu isso se você não consegue nem entender a essência divina que você mesmo falou? Como é que você sabe que isso daí é ele? >> Não, porque você tem uma noção do que é o ser. Você tem uma noção, >> é uma, é o estudo da metafísica, o estudo do ente enquanto ente, do ser enquanto ser. Você tem falou que dá para entender a essência de Deus.

¶748Mas não tô falando o que? Agora tô falando do sumo ser. Não, mas você chegar na existência do sumo ser não quer dizer que você tem que esgotar e compreender de forma e esgotável a própria essência divina. Explica o que você sabe hoje, me fala o que você sabe hoje sobre essência divina pra gente conhecer que Deus é esse porgento. >> Então, por exemplo, você tem os atributos divinos.

¶749Ele é ato puro, não tem potencialidade. Ele é atemporal, ele é causa primeira não causada. Como você chegou nesse primeiro? Me mostra. Não só definição.

¶750>> Mas aí é que eu já falei sobre isso. >> Não, mas você não falou como chegou. >> Não, eu falei tipo assim, você tem uma demonstração. Se ela causa primeira não causada, isso é a conclusão. Causa a primeira não causada.

¶751Se é de fato isso, então ela não pode ser causada por outras coisas, porque ela causa primeira não causada da série de causas essencialmente ordenadas e acidentmente ordenadas. Por isso, se ela não tem causa, ela então é um ser necessário, ela não tem potência, ela ela insiste, por não ser causada, ser necessária, ela tem na sua própria essência, não importa qual essência é no sentido, ela tem na sua própria essência a razão da sua existência. Ela existe por si, justamente por isso, ela sumo ser, ela ato puro, não tem potencialidade, porque se tivesse poderia ser causado, mas ela é uma causa primeira não causada. Se a dat pura não tem potencialidade, ela é material. Ela também é inteligente e tem vontade.

¶752Por quê? Calmaig por >> porque ela é uma causa final. E causas finais ela a causa final última. Porque tem três vias. Tem da causalidade eficiente, da causalidade final, da via da eminência.

¶753>> Como você chegou na inteligência? >> Então justamente demonstrando que a causa final última ela existe, que é seria >> qual é a causa final última? >> Então existe uma causa final última aplicando a mesma coisa que eu falei da causalidade eficiente. Aí você aplica por uma outra via. na vida real, que seria ao invés de termos técnicos ou filosóficos, que muitas vezes serve que eu comentei no intervalo com a gente aqui, que é tipo masturbação filosófica, eh, masturbação mental que eu comentei, vamos chegar na na vida real, me dá um exemplo da vida real que tem essa causa última, como que você chegou nela e como você conjecturou que eu falei, eu concedo que tem uma causa, mesmo que eu não concorde, se tem essa causa, como é que você pulou que ele é inteligente?

¶754Aí depois você vai me explicar da inteligência, da inteligência foi [ __ ] da inteligência, como é que ele pega e tem onisciência. Eu quero saber como é que você fez esses saltos quânticos e como que você conseguiu chegar lá. Me mostra aí só as evidências, porque tem evidência, eu quiser essas evidências. uma demonstração metafísica. Essa é evidência não serve, pô.

¶755>> Mas é o que eu falei, a demonstração metafísica é sério. Ela possui conhecimento verdadeiro. Ela é o que é de mais real na realidade. Senão você vai cair em um cientifico, querendo não, você vai cair, o cientificismo é o que? Fala, explica aí para, >> por exemplo, você concluiria que o conhecimento, se for um cientificismo forte, né?

¶756Que todo conhecimento ele só será verdadeiro se ele for uma proposição científica. >> É, isso aí é absurdo, né? >> Então, >> então é que eu nem falei de ciência aqui. >> Sim, mas existem cois >> no sentido de provar Deus. >> Então, mas se você fala de ciência por evidências empíricas, senão você também ca no empiricismo também.

¶757Não, se você se você começar tudo aquilo que resulta sua ideia, você quiser criar termos para dizer, ah, não, isso aqui é errado, não. Se você conclui com conhecimento verdadeiro, é apenas aquilo que tem provas empíricas ou provas científicas, isso cai um certo empiricismo ou cientificismo. Senão, >> a filosofia então ela possui um conhecimento verdadeiro para demonstrar, >> pelo amor, cara. Pelo amor, cara, pelo amor cara. Vamos lá.

¶758O cientificismo é a perspectiva de que, no caso, o único tipo de conhecimento legítimo é conhecimento oriundo das ciências naturais, né? eh, as ciências empíricas, né, naturais. Eh, então, nesse caso aí, esse é o cientificismo, né? Uma pessoa que diz que somente eh conhecimentos oriundos das ciências naturais, né, são legítimos ou que, no caso eles têm um privilégio epistêmico superior em relação a outras formas de conhecimento. Eh, essas são formas de perspectiva, né, de pensamentos ou sinais de cientificismo, segundo a Susan Hack, né, tem ela tinha um artigo chamado Six signs ofci, né, e um dos sinais é justamente essa atribuição de uma de uma relevância maior para os métodos ou meios de inficação vinculadas com a com as ciências tipicamente tomadas como sendo empíricas, né, ou naturais, etc., né?

¶759Eh, então essa essa tentativa de levar as ciências naturais ou pelo menos os métodos ou meios de investigação das ciências naturais ao âmbito mais elevado, né, epistemicamente, ao status epistêmico mais elevado ou qualquer coisa assim, é justamente no caso uma característica que indica um sinal de cientificismo, né? É um dos sinais de cientificismo, né? Tem outros sinais, né? São os seis sinais ali da Suerc. Ã, só que o empirismo, basicamente é a visão de que a forma pelas quais a gente forma os nossos conceitos a ou obtém justificação, né?

¶760H ali eh de certas crenças ou aliás meio os meios pelos que a gente obtém justificação eh dos nossos conceitos e forma aliás forma os nossos conceitos e obtém justificação deles, né, dessas noções, né, dessas crenças, etc. É primariamente o meio empírico, ou seja, é através justamente do âmbito do a do meio da observação empírica e tudo mais, né, que favorece com que a gente forme certos conceitos, certas noções e esteja justificado nessas noções, né? Eh, é justamente eh o empirismo é justamente esse esse tipo de visão, tá? que favorece um privilégio ali, ah, um privilégio ali ah na na na experiência sensorial empírica, né, na observação empírica, ah, no âmbito da formação de conceitos e também da justificação desses conceitos, dessas ideias, dessas noções, tá? Ah, e das crenças vinculadas com ah com essas noções, dessas ideias, tá?

¶761Então, é basicamente isso, né? Eh, então é diferente do racionalismo, né, que atribui um nível de relevância maior, né, eh, ali pro âmbito do da noção de meios de justificação envolvendo experiência intuitiva ou uso da razão, como meios adequados, né, eh, como meios primários, no caso de obtenção de conhecimento, ah, ali, né, de formação de conceitos e de conhecimento, né, de certo modo. E alguns até divulgam pela ideia de ideia, pela noção de ideias inatas, né, ah, conosco, né, e etc. Então, essa é uma característica do racionalismo e contraposição ao empirismo, tá? H, então, só deixando claro aqui, tá?

¶762Eh, então são duas coisas diferentes, tá? Não, não são a mesma coisa, tá? Essa questão do cientificismo e do do empiricismo, né? Ou do empirismo, aliás, são duas coisas diferentes, tá? H, e é isso, né?

¶763E aí tem também a questão do verificacionismo, né? Aí verificacionismo é basicamente a posição de que a certas proposições, né? Eh, certas sentenças, né, que se vinculam, né, expressam proposições específicas, elas só tm sentido ao significado na medida que elas são verificáveis, né, são passíveis de verificação empiríica. algo assim, né? Então esse é o verificacionismo ali que é alinhado com os empiristas lógicos, né, do círculo de Viena e blá blá blá blá, né?

¶764Então são coisas diferentes aqui relacionadas, embora diferentes, tá? Só para deixar claro algumas vezes. E a metafísica seria a filosofia primeiro. >> Sim. Só que ela não para aí.

¶765Aí a questão é um dos problemas que eu digo que muitos estudantes de filosofia fazem. Sei lá, o pessoal usa o calão ou qualquer outro a cinco vias do >> carazer to tá apanhando para apologeta. [ __ ] que pariu. Tô achando não, cara. Eu tô achando que na verdade os dois estão bem ruim assim.

¶766O Tochinho ele ele consegu mandar os pontos bons, mas ruins. Apologeta também não tá justificando direito as coisas. Tô achando que sim, eu tô achando não tá tão ruim não, tá? Quanto eu imaginava que ele tava. Tem algumas partes aqui que eu não assisti, tá?

¶767Assisti só uns trechos aqui, outras eu tô assistindo aqui com vocês, tá? Só para deixar claro, >> masturbando o Tomás Joa Jaquino. E aí você chega lá que eu falei, não pode vir comé, pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada.

¶768Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada. >> Narnia King mandou R$ 4. David, você curte psicologia? Quais autores tu mais gosta?

¶769E qual linha da psicologia você acha mais coerente? Psicanálise, psicologia analítica, TCC, etc? Cara, não sou aprofundado em psicologia o suficiente para poder escolher uma corrente, né? Mas assim, a princípio, o que eu acho mais interessante é a própria terapia cognitivo comportamental. Acho a TCC, eu acho ela mais interessante assim, especialmente na questão do tratamento, né, e coisa e tal.

¶770Ah, que a galera da da psicologia baseada em evidências defende, né, pessoal do Gontijo de Leonard, etc. Acho interessante, mas assim, eu não sou tão aprofundado assim para ficar discorrendo muito sobre questão de psicologia, não, tá? Acho que aqui seria melhor o sunk, né? O s é mais aprofundado na nos assuntos. Hum.

¶771Mas é isso. Beleza. Mas digamos que fosse, digamos que fosse. Chegou em Deus. Legal.

¶772Vamos ver se é verdade, porque você não provou nada. Você pegou e disse que chegamos aqui, ó. Para mim, logicamente faz sentido é Deus. Tá concedi? Vamos ver na prática, porque você tem um Deus, tanto você, a gente pode falar do alcorão.

¶773É, por que que você pode falar do alcorão? Porque bem provavelmente esse Deus que você chega não é o Deus cristão. Você teria que começar a desenvolver uma série de coisas para você pegar e pegar o seu Deus e colocar dentro da Bíblia. Ou você tá pegando a Bíbl e colocando dentro desse Deus, porque você vai ter que negar uma série de coisas. Não tem como.

¶774Repito, sempre vai entrar em contradição em erros aí, tá? E por isso ele não chega no Deus da Bíblia. Ainda que chegasse em um Deus, não seria o Deus cristão. Esse é o problema. E aí você pegou e falou também, só você comentou o que aqui que Jesus já fez a revelação, né?

¶775Revelação através da Bíblia. Você falou que eu comentei, como é que você prove e tal, não, mas tem a parte revelada e Jesus é a revelação ali através da Bíblia, da palavra, você tem a revelação. Fal, pô, então se a gente for por aí, cara, que essa revelação, talvez você podia falar, eu tô na metafísica, mas Jesus, você comentou, é a revelação da verdade, tá? Então, de Gênesis Apocalipse tem tem a defesa lá de que escravidão é tudo de boa. A gente poderia pegar uns atributos divinos que ele é o, mas deixa aqui do conflito cósmico mesmo.

¶776Eu não sei se eu prestei atenção na parte que ele trouxe a disci do conflito cósmico. >> Fodão moralmente bom. Então, não sei, né? É, Deus manda porque é bom ou algo é bom porque Deus manda. Ah, não, Deus é bom.

¶777Aí piorou ainda mais, né? Piorou. Então, aí piorou ainda mais se a pessoa falar que a essência de Deus é que ele é bom. Então, qualquer coisa que ele mandar, tá certo? Êxodo >> mandou desífico.

¶778Muito bom. >> Êxodo 217. Se ele manda vender a tua filha como escravo, você vai vender. Tá lá. Ele debate justamente inclusive algo que eu debati lá no Spectrum e tem uns vídeos no YouTube, tem como a gente falar só sobre escravidão, só ve do 21 que ele não ordena escravidão no sentido que a gente entende por escravidão.

¶779Ah, não. Escravidão moderna tem Levítico, capítulo 25, versículo 4. >> Lembrando, tá? Essa resposta que ele deu, que o que ele deu é basicamente a mesma resposta do Fugita, eu e o Sank, a gente chegou a fazer uma resposta pro Fugit. Ah, o Fit também chegou a fazer algumas respostas, alguns comentários nossos e blá blá blá, só que tá.

¶780Só que o seguinte, eh, o meu Beleza, o pessoal parou de gritar que tava gritando, eu falei, vou botar um pouco? Ah, tá doido. Ah, mas enfim. É, voltando aqui, ah, sim, a gente fez essa resposta aqui pro Fugita, né? Ah, pro Fujita relacionado a escravidão na Bíblia, tá?

¶781Para quem tiver interesse, a gente fez uma resposta aqui interessante. H, ele chegou a tentar responder a gente, mas mais mas mais muito mais nossos comentários, né, do que simplesmente ali alguns comentários alios. Ah, a gente chegou a fazer uma contrarresposta, né, nos comentários. Aí ele fez um outro vídeo e aí ele meio que pediu para dar um tempinho, né, e coisa e tal. Aí eu falei: "Beleza, né?" Eu e o Sun a gente falou: "Beleza".

¶782Mas eu tava disposto aí até o fim, tá? Eu e o Sun a gente tá disposto até até o fim disso aqui. Se tiver uma necessidade de uma parte dois, a gente vai fazer uma parte dois rebatendo também as defesas de escravidão da Bíblia novamente, tá? E o Dante, né, do axiomático, ele chegou a fazer chegou a fazer uma resposta ao ele chegou a fazer uma resposta ao fugir aqui, tá? Sobre um caso chamado fugit.

¶783>> Aí ele fez uma resposta aqui pegando inclusive o GG, tá? que eles usam de base e ilustrando, no caso, algumas interpretações inapropriadas, né? Enfim, alguns usos não tão adequados assim da das fontes e algumas coisas assim, né? Ah, e e também ele articulou um novo problema ali aqui, né? Ah, um novo problema aí pro pro Fugita, né?

¶784Lar, né? Com relação à defesa que ele tá fazendo, né? E isso serve também pro mutades mutantes, né? Mutates mutantes não, sem modificações necessárias, nem precisa de modificaçõ, serve também pro pro Apologeta, né? O Gabriel Apologeta, já que no caso ele tá usando a mesma defesa que o Fugita, né?

¶785De certo modo. Ah, então vamos lá. >> 44 46. Acho que eu vi um vídeo seu falando sobre isso e você mostrando alguns versículos e você pulou os 44 46. Porque é exatamente onde ele fala que não é o povo de Israel que seria o escravo, mas sim os do você comprará escravos dos vizinhos, dos estrangeiros e você vai tê-los como possessão, propriedade, inclusive servirão de herança para os seus filhos perpetuamente.

¶786Mas os filhos de Israel não seria o termo propriedade não seria unívoco. No que você tá entendendo como propriedade privada. Eu tô comprando uma pessoa, ela é se se eu comprei uma pessoa e eu ainda compartilho ela com o meu filho, com minha filha e dizendo que eles, ó, isso aqui é teu escravo e é perpétuo, não tem liberdade, não. Liberdade é só pro povo da nossa família, eles podem ser nossos escravos, pagou a dívida, a gente >> pera aí, velho. Não é possível que não preste atenção no trecho que passou a teodiceia cósmica, cara.

¶787Eu vou responder isso aqui. Teodisseia do conflito cósmico. Conflito cósmico. Não é possível, cara. Ou será que o Caué marcou errado?

¶788Porque eu lembro que eu tinha visto um trecho que tratava sobre isso. Vamos ver, vamos ver, vamos ver. Deixa eu ver aqui. Beleza. Hum, acho que aqui, velho.

¶789Beleza. Então, até de cedo confliar uma resposta teológica. Tá problema do mal, cara. Vamos lá para ela para rebater logo isso aqui. Vamos lá.

¶790Vamos rebater logo isso aqui e aí a gente finaliza a live que eu tô tô com fome. Vamos jantar. Já é 21 horas. Vai dar. Vamos.

¶791Então eu tenho uma teudiceia, não não eu, né, mas eu tenho uma teudissia que eu chamo de teodiceia do conflito cósmico, que pega elementos de Jó, pega elementos de Daniel 7, de Apocalipse 13, pega vários elementos da Bíblia que mostram que existe um jogo cósmico acontecendo aqui. É como se tivesse uma disputa em um tribunal em que o caráter de Deus, ele é acusado por Satanás e seus anjos. Então existe essa o conflito, né, um grande conflito entre o bem e o mal. E aí Satanás e seus anjos, quem acusou precisa demonstrar essa tese que que eles acusaram de Deus. Aí Deus ele permite tal tese, >> mas demonstrar para quem e por quê e por que no caso a Deus precisa se provar para alguém no quesito de principalmente de alguém que é claramente o detrator dele perante outras pessoas, que tipo de bem epistêmico não pode ser extraído e que demanda necessariamente, no caso, esse tipo de conflito cósmico para que, no caso, esse bem seja obtido, um bem do conhecimento acerca do caráter verdadeiro de Deus que não possa ser obtido de outra maneira, que não demande esse conflito cósmico e a existência desses acusadores cósmicos.

¶792Por que que isso é metafísica? Porque no caso há uma conexão logicamente necessária entre uma coisa e outra. Não consigo ver entre setos bensíveis, principalmente no conhecimento do caráter genuíno de Deus, de que de fato ele não é isso que estão acusando ele. E no caso, ã, e no caso a relação necessária com esse tipo de conflito cósmico. Por que que tem que ter esse conflito cósmico permitido, cara?

¶793ele permite tal tese e as coisas elas se desenrolam no planeta Terra a partir dessa dinâmica do conflito cósmico. E aí eu poderia uma primeira uma resposta aproximada que Deus permite que o mal aconteça, o sofrimento aconteça desde Adão e Eva por causa desse conflito cósmico que Deus ele não poderia acabar no início. Esse seria, por exemplo, até o diss do conflito cósmico que eu utilizo. A gente pode, a gente não poderia acabar no início, cara. Por que que no caso certos bens, inclusive do conhecimento do caráter verdadeiro de Deus, não pode ser obtida sem conflito cósmico?

¶794Sei lá, seria, sei lá, seria tipo, ã, seria tipo um pai dizer que, no caso, eh, permitir, no caso, dois filhos se conflitarem entre si, né, se esmorrarem entre si e simplesmente esperasse, no caso ali, né, a se esmorrasse entre si ou enfim, ah, se deglateasse entre si, né, em prol de ah em prol de denunciar o caráter maléfico do pai dele, né, e simplesmente o pai ao invés de, no caso, ilustrar, né, se mostrar de forma mais evidente, né, apartar e acabar com o conflito e mostrar para aqueles outros filhos deles mais novo, que no caso ele é uma pessoa de bom caráter, ou seja, que não tá que tipo simplesmente no caso não tolera certos conflitos que levam à morte, a condenação de almas, etc., né? Ah, simplesmente no caso, ah, para promover, né? Enfim, para que ele consegue mostrar, né, no caso que ele é um bom pai, independentemente desse conflito, né? Ou seja, que esse conflito não é algo necessário para ele, mostrar que ele não tem um caráter bom, né? Que ele tenha que permitir os os filhos se degladiarem, né?

¶795Os filhos mais velhos se degladiarem para que ficasse mais claro pros filhos mais novos que ele é bom. Pô, que teodiceia merda é essa, cara? >> Pode pegar isso, demonstrar a partindo da própria história de Jó em Daniel 7 também, no Tribunal Cósmico, no se de Dias, o filho do homem, a gente pode pegar principalmente e a história de Jó, né? Ou seja, isso aqui concedendo a cosmovisão cristã. dentro da cosmovisão cristã, dentro da cosmovisão bíblica, a gente consegue responder o problema do móvel inicial.

¶796Então eu não precisaria demonstrar a Lúcifer não existiu na Bíblia na palavra de Deus. Não, pera aí, tem uma premsa condicional. Se que eu é se o Deus do utismo cristão ou deus douteismo clássico ele existe. Então o mal eh não deveria existir, mas o mal existe, ele permite. Aí tem aquela proposição tendo do William Hoy, que é do problema evidencial do mal.

¶797E logo Deus, é improvável que Deus exista, o Deus do teismo. E aí utiliza então o teismo cristão, a resposta que existe na revelação bíblica para mostrar não, Deus ele uma falsa tá tá errado esse esse argumento. A primeira premissa é basicamente que se Deus existe, então não há análises gratuitos. Aí a segunda premissa é amá gratuitos, logo Deus não existe por consequência, tá? Essa formulação dedutiva do Roll, né?

¶798É uma formulação dedutiva, mas o argumento ele é evidencial porque a premissa número dois ela é justificada com base ah, ela justificada com base, no caso ali num raciocínio indutivo, né? uma geralização indutiva através da consideração de razões possíveis, né, uma gama de razões possíveis que favoreceria a justificação de certos males específicos, tá? São males que tipicamente a gente toma como sendo sem sentido, tá? Ah, e que aparentam ser genominamente gratuitos, né? Aparentam, né?

¶799E a partir dessa aparência de gratuidade, a gente tenta considerar uma gama de razões possíveis que poderiam justificar ou não Deus a permitir aquele mal. E se a gente não visualiza nenhuma dessas razões possíveis, né? De forma ali clara, né? Ah, uma razão atual, né? que Deus que poderia justificar Deus atualmente a permitir aquele mal específico.

¶800A gente toma ele como sendo a gente infere a partir dessa aparência de gratuidade a genuína gratuidade desse mal e, portanto, a gente justifica a premissa dois e a gente infere à conclusão final de que Deus não existe, tá? Ah, então basicamente esse é o argumento. Ah, e assim eu não vejo como que essa teodiceia do conflito cósmico favorece a resolução de males que claramente são gratuitos, tá? Se você tiver mirando a formulação de males gratuitos do do R, eu não sei como é que isso justifica a existência de a permissão de Deus de uma criança sendo abusada sexualmente, sendo esquartejada, deixada a míngua para morrer, sangrando, né? Ã, até a morte.

¶801Eu não não consigo iludar esse tipo de coisa. Ou porque que no caso um cero, um uma um bamb, um animal que não tem nada a ver com a gente, né? é simplesmente incendiado num incêndio florestal ocasionado por um raio que caiu no meio da floresta e ele queimou até a morte, agonizou até a morte. Eu não vejo o sentido nesse tipo de mala. Qual que é o sentido?

¶802Qual que é a razão aí? Como que o conflito cósmico justifica esse tipo de coisa? Por que que isso é necessário para que o conflito cósmico se perpetue e continue rodando? [ __ ] não, não tem sentido, tá? Aliás, para refutar, para responder o próprio problema lógico, eu já acho problemático esse tipo de te do conflito cósmico, tá?

¶803Como eu já ilustrei na analogia relevante do pai, né? permite por tais razões dentro de esse conflito cósmico. E aí não é contraditório a unificiência, onipresença. >> Sobre a história de Jó já ilustre analogia relevante e por que é problemático, né? Se no caso o caso que eu ilustrei relevantemente a postura, a oposição de Deus em relação ao do avô, no exemplo que eu dei lá no início da live com relação ao caso de Jó, e se o conflito cósmico, a te conflito cósmico, ela se justifica em bases similares, né, levando com base essas histórias bíblicas, piorou pro seu Deus, tá?

¶804Piorou, piorou para você resolver o problema mal. a onipotência e que Deus é todo-pereroso, sumo bem, etc. Com a existência do mal >> é contraditório com o próprio livro de Jó. >> Por quê? Capítulo 2, versículo 3.

¶805Lá, depois que já mata os 10 filhos de Jó, os servos e só sobra um ou outro para contar a história, além de ter matado os animais por causa de uma disputinha besta, de uma aposta que inclusive você encontra lá em algumas universidades cristãs, inclusive eu tô tentando lembrar o nome da se lembra fal, mas tem algumas universidades cristãs que colocam bem isso, até eles admitem que é uma aposta que é feita porque o Jó capítulo 2, versículo 3 deixa claro que depois de novo Jó tá rodeando entre a galera lá e fala: "E aí de onde você vem?" De rodear a terra, né? E tal. Legal. E aí você viu o meu cérbo, Jó? Mesmo você tendo me incitado a fazer o mal contra ele sem motivo, ele continua me servindo.

¶806Olha, o próprio Deus admite que Jó incitou ele fazer o mal sem motivo, sem razão. Você pode pegar o hebraico, fal, ele pegou e deixou fazer aquilo sem razão alguma. Então, na ideia de um conflito cósmico, até porque basicamente se Deus é o >> e se isso é o caso que o Tox tá falando, então simplesmente o Deus dele não pode ser inteligido como ser moralmente bondoso. O deus do cristianismo não pode ser inteligido como ser moralmente bondoso. Porque algo ser moralmente, alguém ser moralmente bom demanda que essa pessoa aja com base em razões, né, em princípios apropriados, né, princípios morais ou éticos apropriados, que ela não seguie de forma arbitrária, né?

¶807Ela não atue de forma arbitrária a infligir dor ou sofrimento nos outros de forma arbitrária, sem uma razão moralmente suficiente que justifica ela agir da maneira como ela agar um pai moralmente bondoso. Um pai sempre que ele for levar o filho ah para realizar alguma coisa com o filho, né, sei lá, levar ele para tomar vacina, que ele tem uma razão moralmente suficiente que justifique ele a levar o filho para tomar vacina e, portanto, tomar aquela agulhada dolorosa. Se o pai ele simplesmente leva o filho para tomar uma agulhada dolorosa, aonde no caso não envolve vacina, não envolve vacinação, então ele é o quê? ou é um sádico ou é um maluco. Então, se você rejeita os o princípio que o o Justin Money, né, e o Luís Oliveira chamam de princípio das razões, ou seja, que de que Deus ele age com base em razões ah que o justificam e agir da maneira como ele age.

¶808Ah, se Deus não age com base em uma razão que o justifica agir da forma como ele age, se é algo arbitrário, então no caso Deus não fica inteligivelmente visto como sendo bondoso. Fica difícil de você inteliger esse de ser como moralmente bom, no sentido moralmente relevante e como digno das nossas atitudes tipicamente religiosas em relação a ele. Um cara fodão. E vem um outro que é o Satanás, que aliás é uma outra visão. Você misturou com apocalipse.

¶809É, são coisas totalmente diferentes. Você tem uma cosmovisão diferente do Antigo Testamento pro Novo Testamento. E essa parte deão cristã eles entendem que é o Lúcifer Satanás. Não, você tendo me incitado a fazer o mal contra ele sem motivo, conflito cósmico, até porque basicamente se Deus é o cara fodão e vem um outro que é o Satanás, que aliás é uma outra visão, você misturou com apocalipse, são coisas totalmente diferentes. Você tem uma cómão diferente do Antigo Testamento pro Novo Testamento.

¶810E essa parte, >> eles entendem que é o Lucifer, Satanás, >> não tá, tá errado. Isso aí não é exegés, isso é uma exegés, a visão própria sendo colocada no texto. Tá completamente errada. >> Você estão mostrando como causa o texo cristão responde o problema do mal. não responde.

¶811Acabei de mostrar que não responde. Porque assim, e outra coisa, o problema do mal em si, por que Deus, para tentar mostrar algum conflito cósmico que ele teria, ele sendo onipotente, já indo nos atributos aqui do teísmo clássico, sendo onipotente, onisciente, a melhor saída foi pegar, pode tocar nele só no mata, cara, e acabar com os 10 filhos. É sério, não tem outra forma de ensinar alguma coisa, não. Tem que acabar com tudo, entende? Exatamente.

¶812>> Entende? Ou provar que ele é melhor, ou provar que ele não tava errado, ou provar que ele não tava corrompendo alguma coisa, ou provar que Satanás estava, é sério que ele tinha que provar alguma coisa para Satanás. Você entende que é um Deus que é facilmente manipulado e ele admite isso no capítulo 2, no versículo 3, tá na Bíblia. Pessoa, você pode até tentar defender. Repito, sempre que você tentar criar um argumento para defender alguma coisa aqui, você vai descobrir.

¶813É um cobertor curto. Não tem como. Você vai entrar em contção com a Bíblia ou com a sua crença ou com os atributos divinos. Sempre, sempre. Não tem nenhuma que escala.

¶814É por isso que eu falo, que eu sou refutável quando fal na palavra de Deus. E se for que os evangelhos são confiáveis, eu queria saber qual que você escolhe para dizer que Jesus nasceu de uma virgem. Porque ou Mateus ou Lucas, porque tem 10 anos de diferença do nascimento de cada um, são completamente contraditórios, já não são confiáveis. No caso de Jó, o que acontece, né, dentro dessa até onde sai do conflito cósmico. >> Sim, >> Deus ele quer que o amor genuino ele floresa no universo.

¶815Para isso, ele ele permite, ele quer que floresça o que a gente chama de liberdade epistêmica. É o que a liberdade você tá lá escrito aonde? Qual texto bíbl? >> Não, essa tlito cósmico que eu estou falando. E aí eu pego o exemplo de Jó para mostrar essa dinâmica entre Deus e >> uma invenção que o pessoal fez e tal e tal.

¶816Não, Deus é bo interpretação no caso, >> não é assim, tudo acaba sendo interpretação, mas a gente pega o sentido próximo e último do texto. Mas o que eu tô querendo dizer, só que não tem isso no texto, >> não. Mas o que eu tô querendo dizer é que existe, por exemplo, Deus ele quer uma liberdade epistêmica. O que que isso uma liberdade epistêmica? É uma liberdade pela qual alguma coisa pode pensar sobre Deus.

¶817Ele tem liberdade de pensar alguma coisa sobre Deus, de conhecer alguma coisa sobre Deus. Você tem a liberdade epistêmica e você tem um conflito epistémico que acontece também, que acontece em Jó. O que acontece? Existe uma espécie de assembleia divina, conselho divino, que eh liberdade de pensar alguma coisa sobre Deus. Você não pode pensar alguma coisa sobre Deus ali?

¶818Aliás, que que no caso você ter liberdade de pensar alguma coisa sobre Deus? É algo tão valioso assim? É instrumentalmente valioso ou é intrincamente valioso? Porque se for intrinisse valioso, então a gente vai perder esse tipo de coisa quando a gente tiver no paraíso, não é? Contemplando a visão biatífica.

¶819E se isso de fato é um bem intrínseco, a liberdade epistêmica é um bem intrínseco, então simplesmente a gente não pode jamais vai poder chegar no paraíso na onde contemplar a visão beatífica de Deus, né, as pessoas que foram salvas, porque a vai perder esse tipo de liberdade epistêmica. Então o conflito ele vai ter que o pau vai ter que tourar eternamente. Agora se o valor for meramente instrumental então no caso não há motivo para ter instanciado isso em primeiro lugar, a não ser que tenha um tipo de bem específico que possa ser extraído a partir dele, que esse tenha valor intrínseco e de fato no caso não seja obtível através da ausência desse tipo de conflito episti, né, que favorece esse bem epistêmico da liberdade epistêmica, ah, o que demanda uma existência adversária por nível de conflito epistêmico ou algo assim, né? Ah, só que aí é meio bizarro, né? Porque se essa coisa só é obtível dessa maneira, então ainda assim, no caso, ah, ah, se ainda assim, ainda assim esse tipo de bem obtido, né, esse bem intrínseco obtido através desse meio, né, através desse meio, ele simplesmente não vai poder ser desvinculado da existência do meio, né?

¶820Porque apesar de algo ser de ser do conflito cósmico ser instrumental, né, para poder favorecer esse tipo de bem, né, ali se esse bem não tiver o valor intrínseco, por assim dizer, ah, se esse bem não tiver e se esse bem tiver um valor intrínseco, então simplesmente no caso ali, ah, e a única maneira de você obter ele é você passar por esse outro conflito, né, de certo modo. Ah, então primeiramente você vai ter que descartar todos os outros meios possíveis, né, concebíveis de se obter esse mesmo bem, né, que não demandaria esse conflito. Ou então você tá assumir que esse meio também é necessário. Esse meio ali é necessário, né? Para garantir esses bens.

¶821Então aí tem cara, tem tem vários problemas aí. >> Eh, você pega os filhos de Deus e você pega o próprio Deus. Então eles estão lá no concílio. Os filhos de Deus em Jó, de acordo com Jó 38, são os filhos que são que estão inclusive antes da criação do mundo. Então provavelmente a interpretação no sentido próximo são os próprios anjos.

¶822No próprio livro de Jó, né? Jó 38 mostra que os filhos de Deus são os anjos. Então tem toda a assembleia celestial, você tem Deus e os anjos. A mirides, mirides e seres celestiais, os anjos. E aí chega Satanás em trio deles para lançar uma acusação contra Deus.

¶823Então Deus ele lança uma acusação, eh, Satanás lança uma acusação contra Deus dentro dessa assembleia celestial. E todo mundo e os anjos são agentes morais, eles pensam, eles raciocinam, eles são agentes morais também. E aí ele lança essa acusação. >> Qual é a acusação? >> Acusação que Jó, ele só tá, por exemplo, só é obediente a Deus porque ele fornece bens materiais.

¶824Aí depois ele vai mudando as acusações. >> Isso daí é uma acusação, >> não acusação que Jó, ele só é obediente porque Deus compra Jó. Ele ele é como se Deus comprasse a lealdade de Jó. Porque falou assim, tira isso e vamos ver se ele não blasma contra ti, porque é fácil ele ser reto, ele é fácil ele obedecer ao Senhor, mas a partir do momento que você tira isso, vamos ver se ele não blasfemma como se Deus ele quisesse que J fosse obediente dando coisas para ele, >> certo? O que um ser oniscente faria, não é o caso desse >> um ser oniscente, sabendo que ele concede liberdade epistêmica para o florescimento do amor genuíno, >> rodeado de criaturas morais, ele não acaba, por exemplo, eliminando a acusação de Satanás ou o próprio Satanás.

¶825Ele não acusa isso e logo tira o mal que ele iria fazer nesse instante. O que ele acontece é que ele permite que Satanás demonstre a sua tesar Satanás ele demonstra, ele deixe permite que Satanás demonstre sua tese, uma uma acusação séria perante pessoas que não são passivas, elas são seres racionais e morais. Dentro desse conflito cósmico, os os anjos, as mírias, >> os anjos não saberam identificar que Satanás tá errado, eles seriam facilmente ludibriados também. Eles são seres morais e Deus ele precisaria demonstrar permisaria não. Justamente por ele quer que exista um amor genuíno a partir da liberdade epistêmica.

¶826>> De onde você tirou isso mesmo? >> Porque Deus é amor. Deus ele quer que >> Deus é amor ensinando escravidão. >> Não, mas é outro assunto. Tô falando.

¶827>> Não, Deus é amor ensinando. >> Bom, se no caso Deus ele teve que se provar, no caso pra assembleia de anjos, não tem uma maneira menos sofrida de fazer esse tipo de coisa, né? Se eu entendi bem esse ponto, ah, aliás, meus pontos ainda permanecem de pé. Essa liberdade epistêmica, essa liberdade epistêmica ali de se chegar voluntariamente a Deus, né, de conhecer que Deus ah, genuimamente ele é bom, né, em si mesmo, etc., algo bom, é intrinsecamente bom. Então, no caso, isso não vai parecer perdido no âmbito eh da do paraíso, né, no âmbito da visão biatívica, né, da contemplação da visão biativa.

¶828E, portanto, vai ter que ser necessário, né, vai ter que ser possível, no caso, com que novos conflitos cósmicos sejam ah favorecidos, né, no âmbito do paraíso. Agora, se no caso isso não tiver um bem intrínseco, né, a liberdade epistêmica não tiver um valor intrínseco ali vinculado com esses agentes morais, né, angelicais, ah, e etc., né, e outros agentes morais, né, ali com relação a a Deus, né, a visão que eles têm acerca de Deus, né, ah se isso não é uma b intríco iso, então simplesmente não poderia não precisaria ser instanciado na realidade em primeiro lugar, né? poderia haver outros meios de se obter esse tipo de ah poderia haver, no caso, outro tipo de bens, né, comparáveis e substituíveis por esse tipo de bem aí, né, do da liberdade epistêmica ou algo assim. Então eu acho que isso daí é balela, tá? É balela.

¶829Ah, é balela. OK. É balela. Eu poderia modificar a analogia que eu trouxe, né, do vovô da seguinte maneira, né? Vamos imaginar, no caso que você tem um monte de filhos, certo?

¶830O pai, o avô, ele tem um monte de filhos, certo? Ele tem um monte de filhos ali tudo mais, né? Coisa e tal. E aí vamos ver, vamos pensar no seguinte que bom, e vamos pensar também no caso ali que Jó, aliás, vamos pensar também num filho mais novo, né? Aliás, num filho mais, é, no filho mais novo, né?

¶831No filho mais novo ali, que é justamente o o neto dele, né? Um neto de um dos do dos filhos dele, né? De certo modo, desse avô. Vamos pensar o seguinte, que chega uma pessoa estranha, né? Essa pessoa estranha que simplesmente já não gosta do, já é reconhecido que essa pessoa estranha, ela não gosta do próprio avô, né?

¶832No próprio não gosta do próprio avô. E ela chega, no caso, nessa assembleia ali, né? Enfim, chega num dia, né? Ah, ao redor ao redor do ao redor ali dos ah dos filhos, né? Dos filhos desse avô.

¶833Eles começam a jogar milonga na cabeça desses filhos do avô. na frente do próprio avô, né? E joga milonga dizendo que, no caso desse avô tá comprando a fidelidade do neto. E aí no caso para testar, né, para poder se provar perante, no caso, essa assembleia de filhos, né, essa esse monte de filhos que ele tem, né, esses outros filhos que começam a ficar meio duvidosos, alguns começam a ficar meio duvidosos, etc, coisa e tal, ele simplesmente resolve falar: "Ó, toca o inferno na vida do meu do meu neto. Pode tocar o inferno na vida do meu neto porque eu quero que ele sofra para eu me provar perante meus outros filhos".

¶834Pô, que que merda de avô é esse, cara? Que merda de avô é esse, cara? Esse avô seria invelivelmente visto como bom se o avô dissesse que ele poderia inclusive gerar sofrimento, dor, roubar coisas desse neto, né? Essa esse terceiro aí e esse avô seria visto como o quê? Como louco, né?

¶835Como louco, canalha, etc. Não seria visto como bom, porque ele não precisa se mostrar para ninguém, cara. Não precisa se mostrar para ninguém. E não parece que há um bem epistêmico dos outros filhos, né, visualizarem a fidelidade dele. E parecia até meio estranho.

¶836Esses filhos, né, esses filhos dele, né, esses outros filhos dele compactou com essa ideia de que ele poderia infligir, né, ou pelo menos permitir a outra pessoa inflingir um monte de dor e sofrimento, a extração de bens e etc do neto simplesmente para se provar perante o outro. Ah, perante ele, né, cara? Seria absurdo. Então, da mesma forma, analogamente, Deus, na posição desse avô, nessa analogia, seria um absurdo ele fazer esse tipo de coisa. Salve aí pra galera.

¶837Matou, Caroline Ferreira, >> salve salve. Eu já tô terminando aqui, tô finalizando que eu vou jantar. Enfim, é isso. >> A matar os 10 filhos. Ah, tá certo que ele repôs depois, né?

¶838Mas você sabe que um filho morto ele não é substituído por um novo filho. Imagina, imagina. Vamos fazer uma analogia. Essa é a gravidade da da atuação de Satanás. >> Mas não, não, não é atuação de Satanás.

¶839É Deus igual Mateus 10:29. Ele que permite. Vai lá, só não toca nele. Ele permite para demonstrar tese para o florcimento da liberdade genuína. >> Jó fala que foi Satanás, >> da do amor genuino, né?

¶840>> Jó fala que foi Satanás. Não, ele pega e fala assim, a mulher pega e fala: "Porque você não blasfema desse Deus e morre?" Ele fala o quê? Ué, nós receberíamos o bem de Deus e também não receberíamos o mal. E tá escrito o seguinte: "E nisso Jó não pecou com a sua boca". Olha, ele podia falar: "Não, mas ele errou, não fui eu, caramba, mas fui Satanás".

¶841Não, o pessoal vai fogo de Deus do céu no final ainda assim, se é permissível, é a mesma coisa se alguém chegar para mim e falar assim, ó, ó, tô aqui com a arma, tô tô a fim de matar aquela pessoa, você me permite? Eu falo: "Claro que permito, eu sou menos culpado." Eu sou menos culpado. Olha o absurdo, velho. >> Exatamente, cara. Exatamente.

¶842Exatamente. Principalmente para se provar perante, no caso, outras pessoas. Não, cara, tá errado. A questão, a questão é que Deus sendo soberano, ele tem a sua vontade, vontade ideal e a sua vontade restaurativa. Não, você tem você tem a vontade restaurativa.

¶843A vontade ideal é que todos, por exemplo, restaurativa, vontade restaurativ, >> a vontade permissiva, a partir da das condições, por exemplo, da entrada do pecado, das circunstâncias, da criatura. Mas a gente tá na conção cristã aqui para responder o problema do mal. A partir disso, ele age de certa maneira. >> Cristã não faz sentido nenhum, cara. totalmente inteligível se é isso >> a partir dessas circunstâncias dadas, a partir da entrada do pecado, é diferente da idade da vontade de ele, ele, por exemplo, eu quero que todos e sejam salvos, não quero que o pecado exista, alguma coisa assim, a vontade restaurar é dado que o pecado existe, tá?

¶844Dado que existe um talento, ele fez entrar o pecado, né? Porque lá na em Gênesis foi ele que fez a diferença entre ele permitiu com que o pecado se proliferasse, né? Enfim, se estendesse ali, não conteve o pecado em Adão e Eva, ele também tinha esse poder, né? Fora no caso a questão do da árvore de conhecimento bem long, mas o ado, >> por exemplo, vontade antecedente, vontade consequente, que a gente estuda na escolástica, a vontade ideal e a vontade permissiva. Foi ele que deixou, >> é um decreto permissivo e ele poderia entender que isso vem do próprio Deus, porque ele está permitido sendo soberano, mas não foi ele que agiu.

¶845Ele pode ser causa, ele pode ser causa, ele pode ser a causa primária, mas a causa segunda um ex-presidente que tá preso porque ele não entrou lá em 8 de janeiro para fazer o barato. Mas tá preso por quê? Porque ele tava organizando o barato. Ué, ele não precisa estar ali fazendo a coisa, ele pode estar organizando, ele pode estar mandando esse Deus não prestaria do cara. Mas por exemplo, Deus, enquanto ele é causa primeira, as criaturas elas s causam segundas subordinadas.

¶846>> Ah, você tá só piorando o filme de quer dizer, não. O que eu quero dizer é o seguinte, tá piorando mesmo. >> Tá piorando mesmo. >> Enfim, e termino por aqui, tá? Para mim a placeta foi péssima, tá?

¶847Foi, foi péssima assim, o Toxinho não foi tão ruim quanto eu imaginava, tá? Ah, quanto todo mundo tá dizendo por aí. E é isso, né? Valeu, falou, pessoal. Uma boa noite para vocês e até mais.

¶848เฮ H