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radar · Teologia Brasil

LIVE: LUCCA ALMEIDA E A SUA ANÁLISE DO DEBATE DO TOSHIO VS O APOLOGETA SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS!

¶1[música] เ >> [música] [música] >> uh [música] >> [música] [música] >> Oh. [música] Ah. Salve pessoal, beleza? Aqui quem fala o David novamente. Estamos aqui mais uma vez para mais uma live aí de react, né?

¶2Nós iremos reagir aqui à live do Luca Almeida, né? Nesse caso, live não, né? O vídeo do Luca Almeida, reagindo ali a o debate entre o Apologeta versus entre o Apologeta versus no caso ali o Luca Almeida, né? Luca Almeida não, o Edson Tocho. >> Salve pessoal, beleza?

¶3Aqui quem fala o David novamente tirar aqui rapidinho. Deu retorno. OK. Eh, bom, nós iremos reagir aqui o debate, a, aliás, o a análise que o Luca Almeida fez do debate do Tio versus o Apologet. E vamos ver aqui se ele trouxe alguns pontos interessantes, né, algumas coisas aí.

¶4E ao longo da live vou comentando sobre mais ah sobre algumas outras coisas aí que estão por vir aqui no canal, tá? Então, deixa eu colocar aqui, né, pra gente não enrolar tanto. Deixa eu tirar a foto do Sun, né, porque o Sunk não está conosco hoje. Deixa eu ver aqui. Beleza.

¶5>> Milhões de euros do orçamento. >> Aqui está a live, né, a nossa live aqui. E aqui está o vídeo do Luca Almeida. Então, o Luca Almeida fez esse vídeo, nós vamos fazer um dele, OK? justamente para retomar um pouco o fluxo do canal, né?

¶6Não deixar o canal tão parado assim, porque eu andei estudando por aí e traduzindo coisas e acabei não focando tanto aqui na produção de conteúdo para não deixar o canal tão parado. Vamos voltar aqui ativo um pouquinho, né? Eu vou ver se eu faço alguns cortes também de lives para movimentar o canal um pouquinho, né? Então, um salve aí pra galera que tá chegando, né? Não sei quem tá aí agora.

¶7Deixa eu ver. >> Deixa eu ver se tem quantas pessoas tem. Cinco pessoas assistindo. É, cinco pessoas assistindo. Poucas pessoas por enquanto, mas enfim.

¶8De um salve aí a galera que tiver chegando aí. Tô para deixar o canal muito morto. Eu resolvi fazer essa esse rat aqui. Ainda vou fazer a resposta também ao Mateus Benites, né? Não vou deixar lá sem resposta o vídeo do Benites.

¶9Tem muitos problemas ali. Na verdade, uma parte das argumentas dele ali já tem respostas, né? são bem bem manjadinho. Ó o J Elliot, salve Vick, cheguei. Salve salve Vic.

¶10>> É, a galera tá chegando aí, então e mas não foi muitas novidades, né? Enfim, o dilema Darvinian da Shar Street e o argumento da coincidência cósmica, ã, basicamente são argumentos que pertencem à família dos argumentos de desmascaramento, né, digamos assim, ah, que é justamente a família de argumentos que o Daniel e Corma aborda no artigo que eu traduzi lá na pensar naturalista, né? Se vocês lembram, ah, se lembram lá, lá ele ilustra a estrutura lógica, né? a estrutura lógica ali do do raciocínio, né, do raciocínio geral, né, dessas desse tipo de argumento. E lá ele ilustra umas estratégias para resistir lá interessantes.

¶11E os outros dois argumentos contra o realismo moral, né, do Benites ali que ele expôs, né, do Parfet, basicamente são argumentos contra o naturalismo ético. Eu não sou naturalista ético, né, digamos assim, sou não naturalista ético no da meta ética, então não me afeta especialmente, principalmente da trivialidade, né? Então, sei lá. Ah, e a resposta dele ao argumento do Teres Conil, a meu ver, foi muito ruim, porque no caso ele teve que recorrer ao instrumentalismo epistêmico do Cornber, do Cornbl. E o instrumentalismo epistêmico do Cornbl eh Cornblis, é uma se alinha com uma epistemologia naturalizada, né?

¶12Mas enfim, um salve aí pra nossa amiga Bruna. Bruna do Bora Opinar. Salve pra Bruna. Ah, eu vi o vídeo dele hoje, deve ser esse. Ah, o vídeo que que o Benit fez, é isso.

¶13>> Eu vi que ele fez um sobre alguma coisa dos evangelhos, eu acho agora, né, que ele acabou de postar. Eu acho que não deve ser esse não. Deve ser o anterior que você viu, né, que é sobre moralidade objetiva, que ele tentou me responder >> junto com Ari ali. Ó, o axiomático Dante, salve. Axomático aí, Dante.

¶14Mas enfim, vamos lá. Vamos lá, né? Bora. O Apolog contra Edson Tocho. Esse debate deu o que falar.

¶15Eu vou reagir hoje a um trecho onde eles falam sobre a demonstração da existência de Deus e o >> Vamos lá. Vamos lá. Abaixi aqui a velocidade, né, para ficar melhor para vocês. Vamos lá. >> Cristianismo.

¶16Vocês pediram bastante esse vídeo por aqui, então vou trazer esse trechinho de 20 minutos que o próprio Apologeta postou no canal dele. Se você não me conhece, seja muito bem-vindo ao meu canal. Meu nome é Lucas de Tomás, eu falo de filosofia tradicional e também de fé católica. Eu confesso que o tema que eles estão discutindo é um dos temas que eu mais me interesso. Se você não é inscrito, se inscreva no canal e ative as notificações, porque tem vídeos aqui de segunda a sexta-feira.

¶17Já faz como todo mundo que é de casa, deixa um like, um comentário, envie paraos seus amigos. Considere também se tornar membro aqui do canal para ter acesso a conteúdos de maneira exclusiva. No primeiro link aqui embaixo, você tem acesso à minha comunidade no WhatsApp, onde você tem acesso a todos os vídeos aqui do YouTube de maneira antecipada e tem acesso também a minha formação gratuita nos diálogos socráticos. Uma vez por mês, ao vivo, junto comigo, nós vamos ler e discutir um dos diálogos socráticos escritos por Platão, lendo as principais tetralogias escritas por ele. Essa iniciativa da formação nos diálogos socráticos é totalmente gratuita e sem compromisso.

¶18E além de tudo, tanto essa iniciativa quanto esse vídeo são o oferecimento do Teller, o seu do Teller escaneando que >> entende a natureza >> digital. Sem mais delongas, então bora pro vídeo. >> O universo é evidência do próprio universo, entende? A natureza é evidente evidência da natureza. Ela não evidencia Deus nenhum, nem um criador, até porque não tem um criador, não tem alguém que fez as coisas, ele já tá partindo aqui, evidentemente, de uma leitura e de uma narrativa ateísta, né?

¶19O que que é evidência exatamente, né? Eu sempre percebo que o Edson Toan é a primeira vez que ele aparece aqui, inclusive eu acho que ele melhorou muito, viu, pessoal, honestamente, porque eu lembro de ter reagido a um vídeo dele supostamente refutando assim com Vi que acho que talvez o pior react que eu já fiz na história do meu canal, assim, porque ele demonstrou uma pessoa extremamente soberba e não literalmente fazi ideia do que ele tava falando assim naquele vídeo. Então, de uns tempos para cá, pelo que eu tenho percebido, ele tem melhorado bastante assim, mas ainda assim, né? É, eu acho, >> eu acredito que seja por conta do da influência do Ari, né? Ah, um pouco da minha influência e um pouco da influência do Ari, mais do Ari.

¶20Eu acho que ele ele escuta mais o Ari do que eu, digamos assim, que ele não vai não vai muito comigo, acredito eu, né? O Edson Tocho. Ah, mas enfim, whatever. Hã, então acho que por conta de contato com algumas coisas que o Ari apresentou para ele, ele deu uma refinadinha e alguns raciocínios e coisa e tal. Ah, mas não muita coisa, né?

¶21Ele ainda continua repetindo os cacoes retóricos e coisa e tal, né? Ah, enfim. e esse tipo de coisa, né? Então, ainda assim, continua mais ou menos numa pegada meio neoateísta, digamos assim, né? Mas ainda assim deu uma melhoradinha mesmo, >> que tem muitas coisas aqui onde ele já parte de certos pressupostos.

¶22Eu também acho a postura dele um pouco assim mal educada nos debates de forma geral, assim, um pouco caridosa, mas enfim. >> A ciência estuda isso continuamente, fazendo a sua regressa, >> porque o Tochel foca mais na retórica. Ele tenta focar mais no público, né? No público, na retórica e no convencimento da galera ali, ah, que tá no meio termo, né? Digamos assim, que tá no povrão ali, coisa e tal.

¶23ele não tá muito, ele não é muito preocupado com a discussões sobre a existência de Deus ou não genuinamente, né? Ao ponto dele ah se debruçar nos artigos, né, que a gente envia todos os artigos, né, e coisa e tal, eh, de ter um cuidado ali, visualizar os raciocínios um por um, né, passo a passo, coisa e tal, né, analisar as premissas assim minuciosamente. Não liga muito para isso não, né? Quem liga é mais eu, Ari, perfil Kauan, Atena, enfim, pessoal aí da da nossa bolha aqui mais da filosofia, né? Digamos assim, galera mais engajado com filosofia da religião.

¶24Estão fazendo um monte de coisa para compreender as coisas e adivinha, não tem Deus nenhum em lugar nenhum, tá? Não existe isso daí. Aliás, em todas as equações criadas, a gente, por acaso, não tem Deus ali. Se você colocasse Deus na equação, não ia mudar nada. >> Esse argumento muito bobo, né?

¶25Sei lá, você precisa, você vai ter uma equação para calcular a área de uma figura, por exemplo. Por que que importaria Deus, né, nessa equação? Um argumento tosco, né? encurtando que você vai trazer, você pode, >> é o o argumento, o ponto dele que ele tá colocando é basicamente que Deus ele é irrelevante como ah um favorecedor, né, da aplicação de poder ou de amplitude explanatória de alguma coisa, né? Então ele é um uma hipótese irrelevante, né, digamos assim, para explicar qualquer coisa na realidade natural, né?

¶26Ele não exerce nenhum tipo de papel explanatório, né, relevante. Ah, e por isso no caso seria dispensável, né, a a hipótese da existência de um deus para explicar qualquer coisa na realidade natural. É basicamente esse o ponto do Tcho, o Luca. Mas aí ele vai tentar, enfim, trazer alguns raciocínios aí e aí vamos ver que que o Luca vai comentar. >> Pode trazer aí as questões da escolástica e tal, mas eu repito e já falo, todas as coisas que a filosofia vai trazer nunca chega a Deus.

¶27O salto que você vai demonstrar narrativa, né? >> Eu gostaria muito de ver essas >> não, na verdade o que ele tá falando é o gap problem, né? Chama na filosofia analítica da religião, a gente chama de problema da lacuna ou gap problem, que é um problema que afeta basicamente vários se não todos os argumentos cosmológicos, né? em favor da existência de Deus, por exemplo, mencionando aqui os argumentos cosmológicos, né, mas especificamente o nome da filosofia da religião. né?

¶28Então esse prando do vão aí ele ele existe em vários argumentos, né? Inclusive na primeira via e na segunda via, né? É é argumentado por atores mais contemporâos como o próprio Joy Smid, né? Que se se converteu pro catolicismo, né? E o Daniel Limford, né, que é um filósofo ateu analítico ali, ah, filósofo da física nesse caso, que existe um problema da lacuna, ã, por exemplo, na primeira via, né?

¶29Eles eles apontam isso no capítulo dois do livro Exal Nurt and Classical Proof, que é um livro publicado em 2021, OK? Ah, então assim, eles apontam cerca de uns cinco ou seis non secors na primeira via, né? Ah, então eles apontam isso lá. Ah, então assim, existe um problema da lacuna aí em muitos argumentos cosmológicos, se não todos, ah, que no caso é meio difícil do, enfim, dos teístas conseguirem preencher essa lacuna de forma adequada, né? eh com, enfim, através de um segundo estágio, né, em favor da derivação de, enfim, ah, de atributos divinamente relevantes, né, significativos ali da da suposta causa primeira concluída nesses argumentos ali, que favorece você tá justificado a acreditar que essa causa é Deus, né?

¶30Essa causa seria essa causa primeira, suposta causa primeira seria Deus, mesmo no caso se você conceder várias premissas aí e fazer o raciocínio seguinte em frente, né? as evidências robustas que não dá para você identificar de forma alguma com qualquer outra coisa a não ser Deus, ainda mais o cristão. Aí seria legal você demonstrar isso aí. Seria sensacionível. >> Sensacionível.

¶31Que que isso? Ele tem essas coisas que ele ele tem essas giras que ele acha legal, aquelas coisas meio de tiozão, né? Que só ele acha legal isso. >> Se eu não consigo conhecer, eu sou irrefutável. Você só pouca coisa de Deus.

¶32Como é que alguém chega e já fala que tem um plano para salvação, que ele deseja tal coisa, que você não pode dormir com pessoas do mesmo sexo? Cara, não, não. Ah, acho que o, eu não sei, eu tenho um pouco de dificuldade sempre para entender como é que ele concaten ou o pensamento dele é muito acelerado, ou simplesmente não tem sentido a mesma coisa que outra, tá? Mas o que ele tá falando por último agora tem sentido. Ele tá falando assim: "Olha, tudo bem que você, vamos supor que você demonstra que Deus existe pela filosofia, o que que isso tem a ver com a cagação de regra dos cristãos na vida dos outros e tal, mas é porque o Edson T ele tá confundindo aqui, ou não confundindo, mas talvez misturando de propósito ou tentando tentando dizer que os cristãos misturam isso de propósito, que é o dado revelado das verdades alcançadas pela razão natural, né, que são duas coisas distintas.

¶33Então, uma coisa é demonstrar que Deus existe pela razão natural, outra coisa é o dado revelado, né, que tem a ver com fé e moral mesmo cristã objetivamente falando. Acho que essa crítica que ele tá fazendo, tentando entender bem >> qualquer coisa, cara, como é que >> é o que ele tá questionando na verdade, né? Talvez seja o preenchimento de uma ponte entre o deus filosófico, né? Vamos supor que você conclui que o deus douteismo clássico existe, né? Através das vias do aquima.

¶34Ah, você consiga concluir isso, né? Que não tenha problema da lacuna significativo em algumas dessas vias, né? Senão todas, ah, e que não tenha problemas nas premícias, né? Digamos assim, né? não tenha pontos ali que sejam rejeitáveis para um ater agnóstico, né?

¶35Ainda assim, no caso, você identificar essa concepção de Deus com algum com alguma religião particular, é um outro passo que o Adison T el acredita que não é possível de você preencher esse vão, essa outra lacuna, né, que é tipo uma lacuna entre no caso essa concepção de Deus filosófico e o e o Deus supostamente revelado ali através do texto religioso, né, ou dos textos religiosos ou whatever que seja, né, vinculado a alguma religião particular, né, como por exemplo, o próprio cristianismo. Ah, só que no caso existem alguns argumentos sim que tentam fazer essa ponte, né? Eh, nesse caso aí existem casos cumulativos onde você tem autores que tentam preencher essa ponte, né? A própria Lidia Mcreill, Timothy McGrill, eles têm um caso em favor do eh um argumento da ressurreição de Jesus em termos de fatos maximalistas, né? Ah, para tentar concluir no caso ali, inferir, no caso, ah, que o Deus real, né, digamos assim, o Deus d tradicional, ele se revelou através ah do livro religioso, né, enfim, ah, através da Bíblia, né, digamos assim, e que, de fato esse Deus é o Deus cristão, né?

¶36Então eles tem esses esses argumentos, né, de ressurreição. Você tem também a abordagem dos fatos mínimos, né, aliás, temermas, o Licona, enfim, o Craig e o L, né, que eles tentam trazer esse abordagem de fatos mínimos, né, apelando a supostos fatos mínimos endossados pelos acadêmicos, né, ali, hã, sobre teologia histórica, sobre a sobre a questão do Velho Testamento, enfim, acadêmicos do Velho Testamento e do Novo Testamento, né, digamos assim, ah, no âmbito relevante, né, digamos assim, no âmbito da crítica textual, eh, que seriam supostos fatos consensuais, né, dentre eles, ah, um fato que não é exatamente um fato mínimo, né? Porque o German diz que não tem 90 e tantos% de adesão, né, pelos acadêmicos, mas sim 70 e tantos%, né, que é basicamente o fato, o suposto fato mínimo da eh um suposto fato, né, ali da tumba vazia, né? Ah, e a partir disso eles tentam inferir que a melhor explicação para esses fatos mínimos, né, digamos assim, a tumba vazia aí mais outros três ou quatro fatos mínimos. É justamente a existência do Deus cristão, né, digamos assim, a ressurreição de Cristo, né, ou seja, Jesus ter ressuscitado ali da tumba vazia ali no domingo e blá blá blá, né, e coisa tal, né, após a crucificação.

¶37Ah, e aí é claro, tem objeções para esses argumentos, né? você tem a abordagem do RHBS do James Fler para objetar isso daí, mas você tem essas tentativas de preencher essa ponte através de tipo de argumento que é uma forma de argumento de milagre, né? Porque o a ressurreição seria os opostos milagre. Ah, e você tem também argumentos até mesmo de teologia natural mesmo, como a via da equiparação do Raimundo Lúlio e o argumento de conveniência da encarnação de Cristo, né, que é basicamente o que Mateus Fujita apresentou na discussão contra o Mateus Beníz no canal do Tânio Miranda, né? A gente chegou a fazer análise, inclusive para quem tiver interesse, a gente fez análise, eu e o Bruno Sunken, né?

¶38meu amigo BR que a gente fez análise desse argumento, né, desses argumentos lá aqui no canal, tá? Mateus Benites versus Mateus Fugita. Deixa eu ver aqui. Aqui, ó. Ah, aqui, ó, foi a parte um aqui que eu fiz junto com o meu amigo Bruno Sun, tá?

¶39A gente analisou. E aqui é a parte dois, né? que a gente analisou aí o debate que o o Mateus Fujita teve com com Mateus Benitzes, né, lá no canal do Antônio Miranda, sobre a esse tipo de argumento que o que o Fugit apresentou, né, para tentar justificar o o cristianismo e ilustrar que Jesus era Deus, né, digamos assim, que Jesus é Deus, né, a divindade de Cristo, digamos assim. Ah, mas enfim, vamos lá. Ó, o Welder aí, salve Mat Olir, salve Olier.

¶40Ó, a Brina tá comentando aqui, ó. É difícil chegar a esse nível de argumento porque tem que estudar mais e nem todos podem estudar. Ã, você tá falando o quê sobre se engajar em filosofia da religião, essas coisas assim, né? Acho que é disso que você tá falando, né? >> Ela conseguiu seduzir conosia >> sobre Julian.

¶41Para mim, Lucas é desonesto. Por que que você acha isso? Eu acho que no caso ele é meio ingênuo com algumas coisas. Ã, sobre Júlio. Ah, tá, entendi.

¶42Porque você tá achando que ele, o Luca Almeida é desonesto. Ó, você tá falando que, ó, eu respondi ele nesse vídeo. Ele não respondeu os argumentos até hoje. Hum, interessante. Nesse aqui, né?

¶43Nesse aqui. E >> ó, o Eric Silva, salve, Eric. >> Galera, manda aí doações aí, pessoal. Mandem doações aí, donations. Ó, se vocês mandarem um valor acima de R$ 30 e mandar um vídeo específico, eu posso deixar ele programado para próximo react.

¶44Eu vou ver se sábado, ah, aliás, vou ver se amanhã eu se amanhã sexta, né? Amanhã eu vejo se eu reajo a alguma coisa de vocês. Eu deixo armazenado aqui na fila os reacts, posteriores. Posteriores, olho bom suficiente para abrir um pouco da live. Aí sim, melhorou já o olho.

¶45>> Se você não conseguir abrir o segundo olho, vai ter que abrir o terceiro olho lá. Mas enfim, vamos lá. Não tem, >> ele pega, sabe de tanta coisa, ele sabe tudo que Deus quer ou não quer. >> É porque daí o cristão tá trabalhando com o dado revelado, né? E não com aquilo que não é revelado.

¶46>> Entende? Você tá saindo de um argumento específico que eu compreendo, porém com tudo, entretanto, todavia, ele não vai sustentar a tua fé, porque a tua fé, repito, tá na Bíblia. Por mais que você desenvolva tudo isso aí do bichinho, você vai ver que você tá criando um Deus separado da filosofia do Deus cristão. >> Interessante o argumento dele, porque realmente existe uma distinção importante entre a noção que se alcança de Deus pela razão natural e a o que se alcança de Deus pelo dado revelado. E são coisas realmente distintas, tá?

¶47Então o que ele tá falando é que há uma desconexão, ainda que você consiga demonstrar Deus pela razão natural, isso está desconectado com o seu crido religioso. Exatamente. E ele não tá exatamente errado ao afirmar isto, tá? >> Você vai chegar um ano, você vai ter que escolher ou você vai querer esse abstrato metafísico. >> É sim.

¶48Só que tem, como disse, tem tentativa de estabelecer essa ponte, né? Agora, é claro que eu acho que são elas são falhas essas tentativas, né? Acho que o argumento da ressurreição de Jesus em qualquer articulação que seja é falho. E eu acho também que o argumento do Lulu também é falho, mas ah são tentativas de você preencher essa lacuna, né, digamos assim, entre o Deus filosófico e o Deus religioso, né, nesse caso, o Deus cristão, >> físico, genérico e que você não consegue identificar. Ou aquele Deus cristão que é todo cheio de paixão que eu acabei de falar aqui e que tá dentro dos registros da sua parte.

¶49Eu não, eu não acho errado o que ele tá falando. Acho que acho que o problema todo do argumento dele é ver que há uma contradição onde não há, né? Então não há uma, o que ele tá fazendo que é basicamente uma falsa dicotomia, né? Você não precisa escolher entre a demonstração por via racional da existência de Deus e o Deus cristão, né? Isso não é contra >> o que o Toch na verdade tá falando é que esse Deus do teismo clássico, né?

¶50Que é mais especificamente o Deus católico, né? E o Deus que o Gabriel, o Apolo já tendós nesse modelo divino do teismo clássico, né? que é um Deus absolutamente imutável, absolutamente atemporal, absolutamente impassível, absolutamente simples e qualquer coisa assim, né? Que tem esses quatro atributos, né? Os grandes quatro atributos que nem o o Daniel Lford e o Joy Schmid eles comentam, né?

¶51Ah, essa concepção de Deus, ela não parece tá se vinculando com um Deus que a gente visualiza na Bíblia, né? Porque a gente visualiza um Deus na Bíblia que ele se ira, que ele se revolta, que ele é um Deus mais relacional, que no caso ele realiza milagres, que ele intervém, eh, que no caso ele se apresenta, ele se manifesta na figura ali, né? ah, ele se manifesta ali de uma forma mais visível, né, mais presente ou qualquer coisa assim, né? Ah, enfim, é um Deus ali que ele é muito relacional, né, digamos assim, se encarna na própria figura de Jesus Cristo, né, ou algo assim, né, na visão do texo, da visão tradicional cristã, né, digamos assim, ortodoxa cristã. Então, sei lá, cara, eh, parece que há um descompasso entre essa concepção de Deus mais relacional, digamos assim, que intervém na realidade, que se preocupa, que parece ser afetado emocionalmente por nós, por nós, né, de alguma maneira, né, pela por coisas que são extrínsecas a ele, coisa que o teismo clássico não é e que tem uma relação real, né, parece com a realidade, né, e coisa que não parece ser o caso do do teismo clássico, né, acho que é mais isso que ele tá tentando enfatizar, que é o deus do escolasticismo, não é o deus visualizado na vida, né?

¶52digamos assim, >> contraditório. Seria contraditório, por exemplo, se pela via da razão natural chegasse na existência de um Deus, ã, sei lá, mal, né? E aí o Deus cristão é bom. E aí, então eles têm características que formam uma contradição contraditória e, portanto, você precisa necessariamente escolher que um seja verdadeiro e outro seja falso, né? Mas eu posso ter, né?

¶53Então você pode, sei lá, estudar quantidades discretas pela aritmética ou você pode estudá-las na música enquanto se organiza o os sons, né, as tonalidades, os tons, né? Então você pode ter uma mesma coisa vista por ciências diferentes e você pode ter ciências que penetram mais profundamente no que aquela coisa é e outras que penetram menos, né? Então você pode ter uma ciência que sabe que que as conclusões últimas dela são conclusões que tocam aquele objeto, mas de forma muito superficial. E você tem uma outra ciência que é superior, que alcança aquele objeto de melhor forma. Então, quando você lá, você tá estudando os mamíferos, por exemplo, e aí você descobre lá que tudo bem, que seres humanos são mamíferos, OK, maravilha, mas enquanto você não tem uma ciência que investiga, sei lá, o formato do fêmor do homem, tipo assim, você estudar só pelo escopo dos mamíferos no sentido, né, mais genérico, pegando o gênero, você realmente vai ter poucas ferramentas ali para trabalhar com aquilo.

¶54Você tem uma ciência posterior que investiga mais de forma mais distinta e particular o formato dos ossos daquele mamífero específico. Tá entendendo? Isso não é uma contradição, não precisa escolher entre uma e outra. uma tá usando uma caixa de ferramentas que é >> o que ele tá, mas o que o To tá falando não tem exatamente a ver com isso, né? Então, o que ele tá falando é que a o próprio modelo divino que você alcança através desses argumentos, né, da teologia natural escolástica, né, digamos assim, esses argumentos textas clássicos, né, que então conclu que existe um Deus, mas que esse Deus ele tem ele é modelado através do modelo divino do teismo clássico, que tem aqueles quatro atributos adicionais para além dos omni atributos que a gente já conhece, né, que é onipotência, onisciência, onipresença, onibenevolência e blá blá blá, né, e coisa e tal, né?

¶55Ah, enfim. Ah, é que essa concepção, esse modelo divino, não parece se encaixar adequadamente na Bíblia, entendeu? Não parece encaixar direito. É isso que ele tá falando. Não encaixa direito.

¶56Parece muito disparo aquilo que a gente visualiza na Bíblia por parte de Deus com no caso ali aquilo que a gente visualiza, aquilo que a gente conclui através de uma via ali, através da teologia natural, digamos assim, né? principalmente por por esses argumentos em específicos que você tá recorrendo, >> que é mais limitada, que é a nossa razão natural, e outra tá usando uma caixa de ferramentas que consegue investigar mais profundamente. No caso é a própria revelação de Deus, né? Então quer dizer, então não há necessariamente uma contradição, posso ter uma mesma coisa, sendo conclusão de duas ciências diferentes, uma que é mais limitada porque usa um objeto, um instrumento mais limitado e outra que é mais profunda. Você vai achar 1 milhão de exemplos disso em ciências hoje em dia.

¶57Quer ver? Tenta, tenta analisar, por exemplo, usando mecânica ã clássica, tenta analisar a física quântica, não tem como, né? Então você precisa de de instrumentos e de uma série de um arcabolso científico de postulados mais robustos para poder investigar aquele aquelas coisas, aquele objeto de forma mais profunda. Então não é como se a mecânica clássica não conseguisse tocar em nenhum ponto essas coisas, mas ela é limitada, ela enxerga como se tivesse embaçado enquanto você tem uma mecânica moderna já relativa, onde você consegue investigar isso com mais clareza. Então, se não é, não precisa escolher entre uma e outra nesse sentido.

¶58As duas, >> é, na verdade, e esses exemplos não são muito bons, porque na física contemporânea a gente visualiza certos conflitos entre algumas teorias físicas bem estabelecidas, digamos assim, para certos domínios, né? a gente virou no caso ali que, enfim, a a mecânica clássica, digamos assim, e a mecânica e a e a relatividade geral e especial a Einsteinana, elas são boas, no caso, para favorecer uma explicação de certos fenômenos ali, né, envolvendo o âmbito das galáxias, enfim, do âmbito planetário e tudo mais, né? Ah, e no, mas no caso não é tão boa para explicar certos fenômenos ali envolvendo o âmbito, sei lá, do período pré-expansionário. Aliás, todo arcabosto da física que a gente conhece atualmente, né, as leis da física e tudo mais, né, as teorias físicas que a gente utiliza para poder inteligir, né, o que acontece no período pós-expansionário, elas literalmente quebram o nô da singularidade. Então existem certas tensões, né, como por exemplo a mecânica quântica e a própria relatividade geral também, né, que e são tensões ali que envolvem coisas que são contraditórias, que ilustram que ali tem um problema ali de compatibilidade genuína entre essas duas, né, pelo menos atualmente, né?

¶59Ah, é por isso que se busca, no caso, uma teoria que seja mais unificadora, né, uma suposta teoria do tudo, ah, como no caso da gravidade quântica em loop, né, ah, que favorece a unificação entre a relatividade geral, ah, e no caso ali a mecânica quântica. E também se busca, né, esse tipo de estabelecimento de ponte entre essas coisas ou de uma teoria mais profunda que unifique essas duas, né, uma deeper physics, né, uma física mais profunda ou algo assim. Eh, então, eh, e pode ser o caso que não haja essa ponte, né, de fato. Pode ser que, no caso nem seja possível estabelecer essa ponte. Ah, mas enfim, a esses exemplos não foram muito legais, né?

¶60Não foram muito legais, digamos assim, mas tudo bem. Ã, vamos lá. Eu tô vendo aqui que a galera tá comentando aqui umas coisas. [roncando] Olir, ele comentou alguma coisa aqui, cara. Deixa eu ver.

¶61Ó, a Bruna tá falando: "Não consigo acreditar que eu já acreditei neste deus, né? O deus teismo tradicional, né? Que é onipotente, onisciente, onivolente, coisa tal". Só que o modelo do Luca, né? O Lucas, como ele é católico, ele endosça o modelo de teismo ainda mais específico do que o teismo tradicional, né?

¶62que geralmente que as pessoas acreditam em grande parte até no se comum é um Deus mais ou menos próximo do modelo divino que a gente chama hoje na filosofia analítica, né, de tempo neocássico, que é um Deus que ele é mais pessoal, né, ele é um ele é pessoal no sentido mais próximo do de uma pessoa humana, né, tal como nós. Ele é ele é um ser que ele interage, né, que ele é mais relacional, digamos assim, né, ele ele é afetado emocionalmente por coisas que acontecem esticamente a ele. Ah, ele pode mudar em algumas propriedades ou características que não são essenciais a ele, né, ele não é absolutamente imutável em todos os aspectos, né? Então, geralmente as pessoas acreditam nessa concepção de Deus, né? Não, que não é absolutamente imutável e tal.

¶63O Lucas acredita que Deus além daquele dos homributos, ele é absolutamente mutável, absolutamente impassível, ou seja, sem ser ele não é capaz de ser afetado por nada externo a ele, extrem ele. Ah, ele tem um estado emocional, né, emotivo ali, né, enfim, afetivo de imperturpabilidade, né, digamos assim, né, de felicidade ali intermitente, né, digamos assim, a de bênção, felicidade intermitente. Ah, >> e ele é absolutamente simples e também no caso ali ele é absolutamente atemporal, né? Não deixa de ser temporal, mesmo com a criação, né? Ah, deixa eu ver.

¶64Ol tinha comentado alguma coisa. Ele perguntou aqui, tenho uma dúvida. Como os teístas e os atístas escolhem uma posição? Tipo, o que nos influencia tomar um lado e defendê-lo se existem defesas para os dois lados? Essas influências não atrapalham atrapalham o debate filosófico que busca verdades ou as razões mais prováveis?

¶65Não, né? Não, se você tiver ciência de que essas influências não estão, digamos assim, esses fatores que estão te influenciando não são fatores predominantemente irracionais, né, digamos assim. É óbvio que a gente, nós temos os nossos vieses, ah, a gente nunca vai ser perfeitamente racional. Ah, a gente vai ter certos viéses, né? Viés de confirmação, viés no caso de favoritismo interagrupal, viés no caso do status cov, viés, viés do efeito ralo, né?

¶66enfim, vários outros vieses cognitivos, né, pensamento desejoso e coisa tal, a gente é passivo de ser afetado por isso. Mas se a gente tem ciência desse tipo de coisa, a gente busca analisar e não se deixar levar por essas coisas e eh nós consideramos, nós conseguimos considerar uma gama ampla de razões, né, digamos assim, apreciar os argumentos, né, de forma apropriada, né, raciocinando e analisando as premissas, os raciocínios e tudo mais de forma cautelosa através do pensamento crítico. Então, no caso, não tem nenhum problema, no caso, ter essas influências e coisa e tal, né, que favorece você estar mais inclinada a ir para um lado do que ir pro outro, né, ou algo assim, né? Eh, então é isso, né? E faz parte, né?

¶67Faz parte aí da coisa. Hã, aí você falou, né, o que eh sobre a questão do que do que nos influencia a tomar cada lado, né? Fatores amplos, né? depende da paisagem em que você se encontra, né, da sua situação epistêmica, que a gente chama, né, na na filosofia analítica a gente chama de situação epistêmica. Cada pessoa tem a situação epistêmica particular, né?

¶68Então o Luca ele tem a situação epistêmica dele, eu tenho a minha situação epistêmica, a Bruna do Bora Openar tem a situação epistêmica dela, o oler que tá comentando isso aqui, tem a situação epistêmica dela. E o que que é essa situação epistêmica ou essa paisagem epistêmica que a gente encontra? É bicicamente o nosso conhecimento de fundo, né? Nossa background knowledge, que a gente que a gente chama na na no âmbito baesiano, né? é basicamente conhecimento de fundo de um de várias coisas que a gente entrou em contato ao longo da nossa vida, né?

¶69Eh, envolvendo várias disciplinas do conhecimento, né? Enfim, psicologia, física, química, biologia, filosofia, ah, sociologia e etc e tal, né? E também envolve a nossa experiência de vida, os vídeos, ah, as pessoas com com as quais a gente conversou, ah, enfim, eh, os conteúdos que a gente teve contato. Então, tudo isso influencia na na situação epistêmica de cada um, né? E aí, dependendo, no caso da situação sistêmica que você esteja, pode ser que seja razoável para você endossar um certo conjunto de crenças, enquanto outra pessoa que está em outra situação epistêmica seja razoável para ela indossar um outro conjunto de de crenças.

¶70Mas é claro, isso não significa que, no caso essas crenças são relativas, elas tem um valor de verdade relativo, né, aos arcabolsos que cada um endossa, né, ao sistema de crenças que cada um tem, né, a visão de mundo que cada um tem, não. Só ilustra, no caso, que é mais difícil do que a gente pensa de a gente conseguir chegar em um acordo em comum, né? Mas a gente deve buscar sempre o denominador em comum. sempre tentar analisar de forma apropriada, sempre não se guiar por vieses e analisar de maneira apropriada os raciocínios do do colega, né, que tem a posição diferente da nossa, né, de qualquer visão de mundo que seja, ah, católica, cristã, hindu, qualquer coisa que seja, né, até agnógica, whatever, naturalista ou não, whatever. Mas é isso.

¶71Amigindo, David tava vendo o tava usando exorcismo a favor dele, cara. ele, eu concordo com o James Hoder, né, do com James Hoder, né, o vídeo que o James Hoder fez sobre o sobre o Josh Mid não ser uma pessoa cética, né, digos assim. Ã, is the most unsical person, né, Mag is the most unseptical person, uma pessoa menos cética possível, né? Ah, ele simplesmente abaixou o parâmetro epistêmico dele, né? Virou o Low Bar Bill, né?

¶72Né? Bill Cig, Will Cig, né? 2.0 ali. E foi de cara no catolicismo, né? Abandonou o agnosticismo e virou católico por causa de exorcismo e de supostos milagres vindicatórios do catolicismo.

¶73Triste. H. Ah, David, eu vi você falando da diferença dos deuses clássico, né? Clásico, naquele podcast que você foi com aquele cara de óculos. É esse podcast aí que o Luca tá reagindo do Cauê Santos.

¶74É o Kauê Santos esse de óculos. Ã, mas enfim, é isso. Bora, bora galera. Mandem doações, pessoal. Mandem doações aí.

¶75Se vocês mandarem tem, então eu deixo reservado o vídeo para analisá-lo ali, né? para começar com eles no próximo vídeo de live aberta, tá? Que eu acho que vai ser amanhã mesmo. Amanhã eu vou ver se eu faço uma live de tema livre. Duas chegando naquela conclusão, uma é mais própria, outra é menos própria.

¶76Só isso. >> Metafísica. Eh, metafísico que está distante da sua palavra. Sobre o Deus da filosofia metafísica. Eh, metafísico que está distante o Deus cristão.

¶77Como como eu disse, primeiro a gente chega em um caso do Deus metafísico cristão. De fato, ainda não é o Deus cristão, isso posso concordar. Só que quando a gente pensa em Deus, obviamente o que eu estou querendo dizer é uma causa primeira não causada com certos atributos do teimo clássico. Então eu não quero, >> eu acho meio estúpida essa, desculpa assim, eu acho meio estúpido essa objeção de, ah, não, você prova que é Deus, mas você não prova que é o Deus cristão. Ah, mas isso é um problema meu, não um problema teu, no sentido de que tu tem um tu tens um problema agora para resolver a teu, porque antes o papa era de que não tinha Deus nenhum.

¶78Agora o papa é: "Ah, mas não é o teu Deus, tá?" Mas isso é um problema para mim resolver, o problema é meu. Eu que vou resolver esse problema. O teu problema tudo tem que tem que resolver, que é o quê? Deus existe agora, entendeu? Então assim, é aquela coisa assim, me lembra aqueles argumentos, tá?

¶79E o Lula e o PT? Ah, e o Bolsonaro, tipo assim, tu fala do problema do cara para ignorar o teu, né? Tá, meu, tipo assim, tudo bem que eu não consigo provar que é o Deus cristão, mas eu sou cristão, não tu, isso é problema meu, tu é teu, tu diz que nem Deus tem. Então assim, agora tu tem que resolver o teu problema primeiro, entendeu? >> Fala, por exemplo, das >> É, então eu eu concordo com o Luca nesse ponto.

¶80Ah, mas eu gostaria de qualificar algumas coisas. Eu acho que depende do contexto de debate também. Por exemplo, no caso lá do do Antônio Miranda, eu não acho que o Fugita deveria precisaria ter apresentado argumentos em favor da existência de um deus, né? aí, principalmente do deus do teismo clássico, para poder avançar a discussão, né, para discutir a questão de se Jesus é Deus ou não, né, que é a questão da divindade de Cristo, que algo que o Mateus Benit discutiu com ele no Antônio Miranda, né? Eh, eu não acho que ele precisava avançar esses argumentos de teologia natural inicialmente, né?

¶81Seja ali do do Anselmo, né? Ele avançou um argumento ontológico do Sant Anselmo na formulação do Santo Anselma e depois ele avançou o argumento ali ah da conveniência da encarnação de Cristo e depois ali da um argumento no caso ali da em favor da trindade, né, em termos das dignidades, né, e da arte luliana, né, da arte luliana, né, e da conversão, né, das das dignidades ali, coisa e tal, né? Ah, e depois ele apresentou o argumento ali do da conveniência da encarnação. Não acho que ele precisaria apresentar esses argumentos, não. Eu acho que ele poderia pular direto, eh, pelo menos não precisaria apresentar o argumento de Santa Cel, mas ele poderia pular direto paraos argumentos ali de de identificação de Deus, né, com a trindade.

¶82Ah, ou o próprio argumento da inconveniência da encarnação de Cristo já serviria, né? E aí ele poderia trazer os suportes, né, ali, a históricos, né, envolvendo o âmbito da o âmbito textual mesmo e blá blá blá, né, ah, envolvendo ali o âmbito dos evangelhos e tudo mais, né? Ah, e avançar a discussão ali sem apresentar o argumento do Santa Celé, mas ele quis apresentar, né? Ele quis apresentar ali, que ele quis fazer o step by step, né, o passo a passo para tentar demonstrar a existência de Deus e depois vincular Deus com o cristianismo, né, digamos assim. Mas eu acho que não precisaria fazer isso, né, naquele contexto.

¶83Acho que depende do contexto também, Lucas. Eh, tem contextos onde você pode supor que Deus existe, né, que algum Deus existe, genericamente falando, e ainda assim você discutir, né, o ateu, ele discutir com com te sobre esse Deus poderia ser vinculado com o cristianismo, né, digamos assim, né? Eh, poderia ser considerado, por exemplo, um Deus cristão, né, um Deus que se revelou através dos textos religiosos ali envolvendo os evangelhos e tudo mais, né? Ah, enfim. Ah, então acho que não depende do contexto de discussão, mas eu concordo no caso ali que nesse contexto aqui de fato esse tipo de resposta aí caberia contra o Tcho, tá?

¶84É porque no caso o Gab, o Apologet ele não é bom de retórica, né, digamos assim. Então ele deixou o Tchio ganhar muito terreno, mas da caberia mesmo esse ponto aí que ele tá falando, né? E apesar que no caso ali o Tochi, ele também vai se engajar com esses argumentos. Ele não vai só deixar o o Apolo Jeto apresentando esses argumentos, ele também vai trazer algumas objeções, como eu mesmo analisei aqui no meu canal, né? Quem tiver interesse, eu cheguei a analisar essa discussão do do Edson Tocho contra o contra o Apologeta aqui, ó, para quem tiver interesse, tá?

¶85Inclusive eu ilustre vários problemas com o raciocínio do Apologeta, tá? Acho que a apologeta dele foi bem pior do que o do Edson Toso, tá? Apesar de algumas pessoas dizerem o contrário, né? Então aqui, ó, para quem tiver interesse, ó, o apologeta cristão versus Edson Tocho, tá? Deus existe, né?

¶86Aí eu coloco aqui é o cultamento divino e triplazia, né? Do John dos escoto, que foi o argumento que ele apresentou em favor da existência de Deus, né? E acho que a gente a gente vai visualizar aqui, né? Ah, de um modo mais claro esse ponto, mas enfim, bora. Oh my god, chopen naturalista.

¶87David saiu do cativeiro e anuncia que vai virar um Kelciano. Kelcian. Não sai fora. Ô Chopen, manda um donate aí para nós com com trintão que eu deixo reservado o vídeo pro próximo rate. Eu vou ver se eu reajo amanhã.

¶88Ah, fazer uma live de tema livre amanhã. Manda os 30 também para nós que eu que eu agradeço, cara. Agradeço de coração. De he escrituras sagradas ainda por enquanto, né? por causa da da abordagem da apologética pra gente chegar em níveis, porque primeiro a gente tem que conceder, por exemplo, de usute clássico e depois a gente tem que chegar no dado revelado, no dado cristão.

¶89E eu acho que eu acredito inclusive, >> só cuidado ô Apologeta, porque o jeito que tu tá falando soa como se fosse uma diferença em grau, né? Primeiro tu faz um processo racional para admitir o Deus do teismo clássico e depois tu continua num processo científico até chegar no Deus cristão. Cuidado com isso aí, tá? >> Demonstrar essa metafísica que a gente tem como demonstrar o Deus cristão metafísicamente. >> E daí pode cair no racionalismo teológico, né?

¶90Se você demonstra exaustivamente as doutrinas religiosas, né? como doutrina da trindade ou qualquer outra coisa mais ou certas doutrinas, né, aliada com da encarnação de Cristo e blá blá blá, né, de forma exaustiva e blá blá blá. Pode ser que você encorra no no racionalismo teológico, né, que é visto como heresia pelos católicos, né, pelo menos pelos católicos, né, ali, pelo menos. Embora talvez não para não pro Apoleta nem pro Fugita, né, que eles não são católicos, eles são protestantes, mas especificamente adventistas, né? Então para eles não não tem essa esse perigo de racionalismo teológico, né?

¶91Não tem nenhum problema ah sobre esse tipo de coisa, né? Eh, então tem alguns que acusam, né? pelo menos sugerem que talvez o Raimundo Lúlio, né, que é basicamente esse autor que eles utilizam para fazer a ponte entre o cristianismo e o teismo clássico, digamos assim, ah, no âmbito filosófico, ah, favorece no caso ali, talvez um âmbito herético, né, de um racionalismo teológico, talvez, ou algo assim, algo similar, para chopei. Tem, vamos fazer um trato. Que você prefere então pro próximo vídeo ou que eu compre agora o seu curso?

¶92Cara, pode, pode assinar aí, velho. Assina aí para nós. Pode assinar. Você tá falando curso que você tá falando, você tá falando o quê? O plano, o apoio naturalístico você tá falando, né?

¶93O apoio naturalístico você tá falando. É isso que é o que tá disponível na descrição dos vídeos. Onde tem as nove aulas? A Mat Elder tá comentando: "Ah, no debate acerca do social é completamente irrelevante a a conclusão. Se Deus existir, é impossível que seja o cristão.

¶94Desencoraja a tomada de valores considerados nocivos dos cristãos nesse caso." Poxa, ah, as nove aulas, pô, cara, se você assinar, valeu, vai tá dando uma força aí. Agradeço demais, cara, e acho que você vai gostar das coisas que tem lá. Tem bastante coisa interessante. E você pode tirar dúvida comigo sobre se você, se alguma coisa ficou não clara para você, você pode conversar comigo pelo pelo Telegram ou até pelo Instagram, se você não tiver Telegram, porque o meu grupo é pelo Telegram, né? Aí você pode entrar lá.

¶95e me chamar por lá e eu posso tirar dúvida para você no PV de qualquer coisa que você tenha acerca das aulas. Todas as pessoas que assinaram, eu sempre tiro dúvidas, deixo elas no vácuo, não. Ah, e eu agradeço, cara, se eu puder aí, agradeço demais. Mas é isso, bora. Deixa eu continuar aqui.

¶96>> Não, isso é falso, com certeza. Isso não pode ser verdade uma trindade encarnação no verbo, mas eu acho que não seria tanto tema agora, porque >> eu justamente queria falar desse >> é isso é isso não é verdadeiro, porque assim, se é se é possível demonstrar, por exemplo, a trindade usando argumentos metafísicos, que eu sei que tem pessoas que que defendem isso, acho que o próprio fugita defende isso, né? E algumas outras pessoas também, eu acho que você defende uma demonstração partindo dos artigos de fé, porque o problema começa assim, ó. Se sempre foi possível demonstrar que Deus é trino, se foi possível demonstrar que Deus, segunda pessoa da trindade é homem, você vai assumir a natureza humana e tal, qual o sentido da revelação? que Deus revela aquilo que o homem não pode alcançar sozinho, né?

¶97A gente vai começar a defender um certo racionalismo da fé, onde o homem pode, através de um esforço racional, deduzir todas as verdades sobrenaturais. Bom, se isso é verdade, então >> exatamente, é esse essa preocupação do raciocismo teológico que há com a demonstração Luliana, né? Ah, e eu nunca achei a resposta muito satisfatória que o Fugita e o Carlos Alberto dão, né? Nunca achei muito, eu achei, sempre, eu achei muito estranho, né? Ah, isso aí é erético, né?

¶98Na visão do católico. Então, sei lá, cara. Mas enfim, mas pro pro fugita e pro apologeta, se for racional teológico, [ __ ] ele não é católico, né? Eles não são católicos, então eles como protestantes eles podemar. Eles não tm essa preocupação.

¶99Católico não pode, porque raciosa teológica heresia. Ã, mas enfim, vamos lá. Um homem consegue alcançar a fé através de seus artigos pela razão natural, sem com que Deus tenha que revelar-se. Então Cristo parece ter morrido em vão, diz o apóstolo. Aqui você tem um problema grave, né?

¶100Não dá para falar em demonstração de artigos de fé da filosofia que a gente primeiro postula e aí a gente pode tratar do do dado revelado. Essa é a apologética clássica clássica de Tomás Jaquino sobre como quem chega até Deus até o conceito. >> É, mas cuidado, Santo Tomás nunca coloca como sendo isso. É, isso é bem distinto em São Tomás. OK.

¶101Mas assim, ô o eh o argumento da ressurreição de Jesus, por exemplo, né, que aí sim eu acho que o católico poderia utilizar, né, o Trent Horn utiliza, o Diman utiliza, outros utilizam, né, digamos ali no católico, né, para, enfim, favorecer a ponte entre o o teismo clássico, né, nome da filosofia, né, da teologia natural ali dos argumentos filosóficos, né, estritamente filosóficos, né, mais abstratos e conectar esse modelo divino com com Deus encarnado, né, que seria o o velho encar que seria o próprio Jesus e blá blá. Ah, Jesus ressurreto, né? Eh, justamente o argumento da ressurreição de Jesus, né? Aí eu acho que não teria problema, né, de fazer essa tentar fazer essa ponte e eu acho que seria interessante relevante no caso pro cristão tentar avançar esse argumento quando ele tá discutindo com ateu, né? Porque senão fica fica meio [ __ ] né?

¶102Fica meio complicado, tá? OK. Só para deixar claro aqui, apologeto, sem acho que eu tô entendendo o que quer dizer, tá? Que há uma distinção entre teologia sagrada e teologia natural. Isso é claro na escolástica.

¶103Claro, para São Famasco, mas cuidado, não é como se fossem dois níveis alcançáveis por um mês. >> Ah, o Ricardo Reis tá comentando, eh, David, então você está afirmando que a teologia natural já provou o Deus? Pois se você concorda com o Luca que o problema é do ateu, opa, pera aí, pera aí, pera aí. É do ateu se levantar essa questão de correlacionar o Deus filosófico com o Deus bíblico, isso só seria possível se a proposição Deus foi provada pela Tará for verdadeira. Não, você não entendeu o que eu falei.

¶104O que o Luca falou? O que o Luca falou foi o seguinte. Tá, o seu ateu chega pro pro cristão, né, depois que o cristão apresenta os argumentos de teologia natural dele, né, pro pro ateu. E o ateu chega e fala: "Ah, mas esse é Deus aí não prova Deus cristão". Ah, o cristão pode simplesmente olhar pro pro Ate e falar: "Tá, mas isso é um problema meu é a lacuna entre esse essa conclusão filosófica que eu cheguei com a existência de algum deus particular, nesse caso, o Deus da minha religião, do cristianismo." Esse problema da lacuna é o problema para mim, não é o problema para você.

¶105O problema para você é eu ter conseguido supostamente demonstrar a existência de Deus. Então se vira aí. Eu apresentei um argumento, uma demonstração da existência de Deus. Se você discorda dela, apresente uma razão para negar uma das premissas ou então aceite elas e se torne um teísta. É basicamente esse o ponto dele, entendeu?

¶106Ah, e nesse ponto eu concordo com ele. Basicamente o problema, esse problema é muito mais para eles do que pro ateu, né? Aí o problema do ateu, ele vem um pouco antes, vem da própria teologia natural, do argumento de teologia natural. Por isso que o ateu ele tem que endossar. Pode vir pondé, pode vir [música] qualquer, o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos.

¶107Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. [música] Isso aí não prova nada. Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada. Chopen mandou R$ 5.

¶108Cara, mas citando Keusin, como você menoria a visão que as leis poderiam estar separadas da moral apenas pela razão lógica pura. Ele é um autor bem citado e aderido pela academia jurídica. É, então, eh, é porque assim, o just positivismo kelciano, né, digamos assim, ele trata muito mais do âmbito do do que caracteriza uma lei do que simplesmente da do que simplesmente, ou seja, envolve filosofia jurídica ali analítica do que simplesmente, no caso filosofia, aliás, filosofia eh jurídica metafísica. metafísca, não, eu falei errado termo, eh, envolvendo a caracterização do que que é uma lei, digamos assim. O que caracteriza uma lei?

¶109A caracterização de uma coisa como sendo uma lei, ela depende, no caso ali, eh, de certos fatores sociais que favorec a determinação desse status dessas regras, né, como sendo uma lei ou no caso não depende de um desse acabo social, né, ah, ali, né, enfim, dessa de um âmbito social, né, envolvido ali. E se no caso envolve essa dependência para caracterização da lei, essa dependência envolve também as crenças morais e o arcabolso moral vigente na na sociedade para caracterizar essas regras, né? E sendo das legislação como sendo uma como sendo leis genuínas, né? Digamos assim. Se você rejeita essa concepção, né?

¶110Então você é um justo, você endossa uma concepção de lei, né? Justo positivista que é oceana, né? Digamos assim. Agora, se no caso ali você aceita o âmbito da moral como tendo relevância para caracterizar uma lei genuína, né? uma lei genuína.

¶111Então você é um juro naturalista no sentido ali legal do termo, né, no âmbito da, é porque tem uma divisão entre jurisprudência, né, a jurisprudência analítica e jurisprudência, acho que descritiva que chama, não lembro agora o nome que dá, mas existe uma distinção entre dois âmbitos da filosofia do direito. Existe uma filosofia do direito que é mais normativa, que envolve o âmbito ali da que, se não me lembro bem, acho que é caracterizado como jurisprudência analítica ou filosofia do direito analítica, né, digamos assim. E você tem a caracterização do âmbito e você tem uma outra discussão que envolve o âmbito da jurisprudência ali, ah, descritiva, se não lembro, não lembro exatamente o nome, né? Agora não vou lembrar de cabeça o nome exato, mas você tem uma divisão entre esses dois âmbitos da filosofia do direito, né? Da filosofia do direito.

¶112E uma delas, que é justamente o âmbito mais relevante, é o que envolve a justificação ou não de certos estados e da atribuição de autoridade política ou não para esses estados, que envolve já no âmbito normativo da parada, ou seja, jurisprudência normativa ou até analítica, né? Se me lembro bem, acho que esse é o nome que dá jurisprudência analítica, que envolve a dimensão normativa de justificação ou não do Estado e das leis do Estado enquanto tais. Já a outra questão envolve a própria concepção do que caracteriza uma lei genuína, né? Se depende no caso ali de fatores morais, né? ão moral, né?

¶113Para caracterizar uma lei ou se não depende dessa dessa dimensão moral para caracterizar uma lei, né, que envolve só fatores ah estritamente sociais ali, né? Envolve a o que é chamado de acho que tese social, se eu não me lembro, se eu não me lembro. Ah, então há essa distinção aí, né? Não, não confundir as duas coisas, tá? Não confundir as duas coisas.

¶114Ô, ô, Chopen, existe essa divisão na filosofia do direito entre esses âmbitos. o que é tratado, né, o que é estudado eh no âmbito da filosofia do direito acadêmica, né, digamos assim, eh envolvendo Hans Kelsin, ah, e a concepção justo positivista do Hans Kelsin, é mais a concepção do que caracteriza uma lei genuína, o que caracteriza as leis e tudo mais, né, o arcabço jurídico vigente, né, e coisa e tal, né, se depende, no caso, de fazer referência a noções morais ou não, né, para caracterizar essa ah essas leas leis enquanto leis, né, genuínas. Ah, então é isso, né? Então é isso que distingue o j eh o jusnal naturalismo no âmbito eh jurídico com o juznal naturalismo, aliás, e o justo positivismo no âmbito jurídico ali, né? Envolvendo a caracterização das leis com o justo positivismo e o juznal naturalismo no âmbito da no âmbito normativo da parada, entendeu?

¶115Que envolve já uma uma dimensão que se intersecciona com a filosofia moral, né? E a filosofia política. OK? Aí envolve, no caso, a questão da ética aplicada. enfim, da da ética normativa e da ética aplicada no da jurisprudência normativa.

¶116Deixa eu pegar aqui rapidão, só para eu mostrar para vocês o que que eu quero dizer. Deixa eu ver. Ah, philosophy of law. Interess teclopf filosofia. Filosofia of law.

¶117Deixa eu ver aqui. Aqui, ó. É aqui que é caracterizada, ó. Ó, vamos lá. Filosofia da lei ou filosofia legal ou filosofia do direito, né?

¶118filosofia jurídica é preocupada com providenciar uma análise geral filosófica da lei e das instituições legais, né? Ah, problemas no campo se estendem, no caso, desde questões abstratas conceituais sobre a natureza da lei e dos sistemas legais até questões normativas sobre o relacionamento de lei e moralidade, a justificação de vários instituições legais, né? Aí aqui, ó, os tópicos na filosofia do direito, né, ou filosofia legal, ah, tende a ser mais abstratos do que aqueles tópicos relacionados em filosofia política ou em ética aplicada, OK? Ah, por exemplo, no caso se eh há uma questão no caso se do como propriamente cara interpretar a constituição dos Estados Unidos como pertencente no caso a uma teoria democrática, né? Ah, pertence no caso ali a uma a teoria democrática e, portanto, cai por entre a cabeça, né, da filosofia política.

¶119A análise da interpretação legal, né, a interpretação jurídica cai sobre a cabeça, né, ali da filosofia do direito, né, ou legal philosophy, né? Ah, da mesma maneira, no caso, aonde a questão de se penção capital é moralmente permissível, cai na cabeça ali da ética aplicada. A questão de se as a instituição da punição pode ser justificada cai sobre a cabeça da filosofia do direito, né? Ahã. ah, no caso, aproximadamente três categorias nos quais os tópicos da filosofia do direito caem, ó, jurisprudência analítica, jurisprudência normativa e teorias críticas da lei, né?

¶120Eh, é, perdão, o âmbito da da jurisprudência analítica é justamente o âmbito da caracterização das leis aí entre o positivo jurídico e a teoria da lei natural no âmbito jurídico, OK? Que se distingue da teoria da lei natural no âmbito da ética, no âmbito da moralidade, da filosofia moral, tá? Ah, ó lá. A jurisprudência analítica envolve providenciar uma análise da essência da lei como entendida acerca do que diferencia ela de outros sistemas de normas, tais como a ética, né? Jurisprudência normativa, é essa daqui que eu tô me referindo que é a jurisprudência normativa, é essa que é a jurisprudência normativa.

¶121A outra lá que eu falei que trata sobre um âmbito mais do que caracteriza uma lei e tudo mais é a jurisprudência analítica, tá? Eu, enfim, fiz a confusão ali, mas enfim, vocês entenderam, né? A a jurisprudência normativa envolve a examinação de problemas que são vistos, como de outra maneira avaliativos e normativos, né, sobre a questão da lei, tais como restrições sobre a liberdade, obrigações de obedecer a lei, e aí entra a questão da discussão sobre autoridade política e as bases ou fundamentos para a punição. Finalmente, teorias críticas sobre a lei, como no caso estudo sobre crítica legal, né, sobre crítica jurídica e jurisprudência feminista, desafiam formas mais tradicionais de filosofia do direito, ok? Liga of filosofia de filosofia legal, filosofia do direito.

¶122Aí aqui, ó, aqui tem a social this e a separability this, né, que são as duas teses que no caso os positivistas ah, os juiz positivistas, né, ou positivistas legais, positivistas jurídicos, endossam sobre ah, aliás, essas três aqui que os positivistas, né, a da convencionalidade, da do fato social e da separade que eles endossem contraposição a aos defensores de teoria de lei natural, né, ou seja, os juz naturalistas, né, no âmbito ali da caracterização da do que que é uma lei, né, digamos assim. Então isso aqui é o âmbito que tá a discussão do Hans Kels contra o envolvendo ali o Hans Kelsey, Ronking. Você tem também ali o como é que fala o nome dele, cara? Que é da da do do juiz naturalismo contemporâneo. Ã, esqueci o nome dele, cara.

¶123Tem um teórico da lei natural contemporâneo que é bem famoso, cara. Que é bem famoso. Ã, acho que é John Fines. John Fines, que é o John Finis. Então você tem o Jofines defendendo o a teoria do naturalismo jurídico, né, ou do juznalismo, digamos assim, contemporaneamente.

¶124Ah, você vai também outros autores ali que vão defender outras concepções de do que caracteriza uma lei, né, de certo modo ali que vão parar dentro dessas, né, você tem os, como é que fala? Você tem uma outra corrente que eu me esqueci agora o nome. Tem uma outra corrente no nome da filosofia do direito que agora eu me esqueci o nome. Deixa eu ver se eu consigo lembrar. Não lembrei, cara.

¶125Mas tem uma outra corrente também que é discutida e que vai par além dessas correntes aqui, tá? Do jitivismo e da teoria da lei natural. Hã, mas é isso, né? E aqui na jurispr normativa, aí se entra questões que envolvem a intersecção entre ética aplicada e ética normativa, tá pessoal? E aí envolve a justificação, né?

¶126Justificação da atualidade política aqui no âmbito da jurisprudência normativa, ou seja, da filosofia do direito normativa, né, digamos assim. Ah, entendeu? Então, acho que cuidado para não confundir essas coisas, viu? Ô, ô, Chopen, não confunda estas coisas, OK? Não confunda essas coisas, mas enfim, vamos lá.

¶127Boa noite, Kelsin. Põe separadas a discussão sobre o justo e a discussão sobre as leis, sobre a validade e legalidade. Exatamente, ô Luiz Fernandes. Exatamente. Muito obrigado aí, Luiz Fernandes.

¶128É isso que eu quero dizer, porque uma questão é de jurisprudência analítica, né, como referida aqui no texto, né, da da International Cyclophy. A outra jurisprudência normativa, que aí se envolve uma interseção entre filosofia moral e eh, filosofia moral, né, que envolve ali a dimensão da ética aplicada e ética normativa com a filosofia do direito, tá? Inclusive, no caso, o um justo positivista, ele pode ser um realista no âmbito da ética, tá? No âmbito da metaética. E ele pode se defender também uma ética normativa ali específica, vinculada com alguma ética específica que ele julga como correta, sei lá, utilitarismo ou consequencialismo, né, digamos assim, né?

¶129Então, então é isso, né? É uma forma de consequencialismo de utilitarismo ali, né? De noção de maximização de utilidade esperada, né? tem a questão do bem-estar geral dos seres e tudo mais, ele pode defender que certas leis, né, certas leis são ali no âmbito legal, né, ah, jurídico, são justificáveis, né, são podem ser recorridas, né, podem haver argumentos em favor dessas leis, né, ali do de como sendo justas, né, digamos assim, como sendo justas e adequadas e corretas, moralmente falando, através desse tipo de abordagem, não da justiça de prudência normativa, tá? Não tem uma incompatibilidade entre essas coisas, tá?

¶130Aliás, os próprios justositivistas costumam ser consequencialistas, né, a normativa, se você for ver, né, eles dão justificar deas utilitaristas para estabelecer, enfim, para discutir sobre quais leis ali seriam ah adequadas ou inadequadas e coisas e tal, né? Geralmente uma visão pragmática barra também consequência lista, envolvendo uma dimensão de julgamento consequência lista ali. Mas é isso. Ã, o Ricardo Reis, ele tá falando o seguinte, Rabuna tá rindo aqui, não sei exatamente do quê, mas enfim. O Ricardo Reis tá falando aqui, mas o ateus tá assumindo que Deus foi provado pela teologia natural para seguir o no argumento como Steelman, não é não é Steelman que fala, cara.

¶131eh que dado contexto de uma discussão particular, ele basicamente supõe que o Deus do do âmbito filosófico existe para fingir a argumentação, mas aí ele tenta avançar num ponto mais na frente, né, digamos assim, de que o cristão não consegue estabelecer o vínculo entre esse Deus com com a religião particular dele, nesse caso, cristianismo, né, nesse caso, no caso do Luca ou de outros cristãos, né, católicos ou protestantes. Ah, então é esse o ponto, entendeu? É esse o ponto. Ah, e assim, eu concordo com você que dá pro dá para atu ele supor que Deus existe para fingir argumentação, né? Eh, por hipótese, né, digamos assim, por hipótese, vamos assumir que Deus existe, né, que existe um Deus filosófico, né, o Deus do teismo tradicional.

¶132Vamos supor que você consiga demonstrar, né, você tenha demonstrado genuinamente que existe um Deus do teismo tradicional e vamos discutir aqui se você consegue eh preencher essa lacuna entre esse Deus e o e a religião particular que você endossa, né? Eh, dá para fazer esse tipo de discussão, mas isso envolve uma uma restrição de escopo de discussão, entendeu? E uma suposição da existência de Deus por hipótese para o bem da discussão. Pelo bem da discussão, você supõe que certas posições são verdadeiras só para discutir o mérito de outros problemas mais à frente, né, que que o cristão pode enfrentar. Ah, e não exatamente que ele tá fazendo isso por caridade ou por stean, né?

¶133Ste ou homem de aço, homem. É o Steelman, o homem de aço, ele envolve você reforçar o argumento do seu oponente de forma a deixá-lo mais forte e refutar a versão mais forte do seu oponente. >> Isso é um steelman, entendeu? Não, não confunda as duas coisas. Uma coisa você supor uma coisa por hipótese para discutir o mérito de outra coisa mais na frente, de outro problema mais na frente.

¶134Ah, você supõe que é verdadeiro a existência de Deus para problematizar isso com a religião particular. E o Steelman ele envolve você fortalecer o argumento do seu oponente para refutar a versão mais forte. É basicamente isso. Só um momento, pessoal, vou pegar água. Vocês estão aí, pessoal?

¶135Deixa eu ver quantas pessoas estão aqui. Nem sei exatamente. Deixa eu ver. 19. 19 pessoas.

¶136Vamos continuar então. Eh, deixa eu ver se vocês mandaram alguma coisa quando eu tava fora. Não, só Chopen mandou cincão aqui. Valeu, Chopen. Agradecendo Shopin mais uma vez.

¶137Deixa eu ver. Não vejo suporte evidencial nem proposicional, tendo concedido isso. Isso demonstra o princípio da identidade entre esse Deus filosófico e o bíblico. Princípio de identidade está falando no caso preenche a lacuna entre o Deus filosófico e o deus religioso. É isso que você quer dizer?

¶138Identifique um com o outro, né? Deus derrubou. Ok, livre, talvez o steelman aqui esteja mal colocado, mas o que você explicou é exatamente o resto do do que o meu comentário explana. Considere que a to já deus nesse caso seria uma hipótese de trabalho para Toshilo fazendo ponte com segundo branch segunda ramo exigir que o texto se associasse os dois entes filosóficos e bilh portanto vejo como uma argumentação. Então é porque assim o toch ele não vai ele não vai só ele vai objetar os argumentos do do apologeta, né?

¶139Vai trazer alguns pontos contra o argumento do do apologeta. Ele não vai só, ele não vai só objetar a ponte entre o Deus filosófico e o Deus, >> entre o Deus filosófico e o Deus religioso, né? O Deus cristão. Nesse caso, ele vai objetar. Vamos, vamos, vamos, vamos seguir aqui, né?

¶140Vamos seguir >> mesmo meio, né? Não é como se fosse assim, ah, vem a metafísica, mas daí tu continua demonstrando e aí tu demonstra os artigos de fé e toda a teologia. Não, esses artigos de fé que são dado revelado, eles não são alcançáveis pela razão natural. Isso precisa ficar bem claro, ok? >> Ele vai falar um pouco da analogia do ser.

¶141Então, e, por exemplo, a gente consegue demonstrar, aí você tem um termo médio, por aí vai, por termos análogos, por analogia do ser doente. Mas aí você vai pegar dans Scot, ele defende a universidade do ser, que para ele é o que possibilita a condição de possibilidade da própria metafísica e da teologia. Como que a gente pode atribuir e predicar coisas de Deus a partir de uma demonstração? >> O Totman assim, ele não faz ideia assim do que que isso é, basicamente, né? Ele não, ele não dialoga e não porque ele é burro, tá, pessoal?

¶142Mas porque ele parte de princípios completamente diferentes assim, então acho que se você perguntar por que que é predicar, ele provavelmente não vai saber porque não tem contato com isso, a linguagem de filosofia o infinito. A gente tem a possibilidade de conhecer, por exemplo, alguma coisa desse ser infinito por causa da universidade do ser. Enquanto Tomás Jaquin outras >> é aquilo que eu falei, né? O Tochino não se interessa muito por isso. Ele é [ __ ] velho.

¶143Ele poderia melhorar bastante, né, no raciocínio dele, mas ele não liga muito. >> Pessoas vão defender a analogia do ser, mas são pessoas que defendem a possibilidade da metafísica da teologia, que seriam ciências naquela época muito sérias. sobre a ciência que mostra que Deus não existe problemas, mas não precisa de Deus, é um elemento desnecessário. Eu diria que a ciência ela trabalha com as causas secundárias e Deus ele seria a causa primeira. Então são ordens distintas, né?

¶144>> Isso é correto dizer >> trabalho primeiro na metafísica. Aí você tem ciências particulares onde você estuda, por exemplo, alguns fenômenos e descrições até matemáticas da realidade. Então uma coisa você trabalha com as causas secundárias e outra coisa você trabalha com a causa primeira sub ótica metafísica que é Deus. Então não são ordens que se anulam. >> Que que eu tava falando antes, né?

¶145>> Busca explicar as causas secundárias e Deus a causa primeira. Eh, claro, aí muitas pessoas no começo achavam que trovão era Zeus, mas o argumento que eu queria eh realizar é justamente a existência de Deus do teismo clássico. Eh, bom, e o argumento que eu queria trazer inclusive é justamente pegando essa essas três vias, não é só as três vias de Tomajquina, é um argumento modal metafísico de transcot, por exemplo, ele pega, ele começa com essa segunda passagem que é modal, né? É possível, é possível que exista uma natureza que seja causada, não? Então ele começa aqui, né?

¶146É possível que exista um ser que seja produzível, que ele possa ser causado. E aí ele vai fazer isso e vai falar assim: "Hoje, se isso é possível, possibilidade metafísica, né? A gente tá falando de argumento modal metafísico, possibilidade metafísica. Se isso é possível, então ou ele foi causado a partir do nada, ou ele causa a si mesmo ou causado por outro. É causado a si mesmo." >> Como eu já ilustrei o problema, eu já ilustrei antes, esse argumento, ele é muito problemático, cara.

¶147Primeiramente, eh, o que que ele quer dizer com é possível que algo seja produzido ou seja produzível ou é possível que algo seja causado, né, digamos assim. Ele tá o escopo de se é possível que algo seja produzível, ele visa se estender por entre todos os os o conjunto completo dos objetos concretos temporais, digamos assim, >> ou ele visa se restringir ao subconjunto próprio desses objetos concretos temporais, >> porque se for o conjunto completo desses objetos concretos, o >> temporais, digamos assim. Aí temos um problema. Aí entra o problema vinculado com a epistemologia modal liberal demais, né, que eles endossam, que nem eu comentei na live recente, né, para quem não quem não assistiu, eu recomendo que vocês assistam, tá? Ah, eu comentei sobre isso aqui, né, aqui no na live que eu analisei, tá?

¶148a discussão do do Toch com ele. Eu comentei aqui sobre isso. Se vocês quiserem, vocês podem puxar, se vocês quiserem, vocês podem puxar pela IA do vídeo. Vocês podem tentar digitar e buscar aí o trecho em que eu falo sobre ceticismo modal mitigado ou quando eu falo sobre escopo da alegação modal, né, que ele tá fazendo, se ele tá avisando quantificar, né, e e poder entre todos os objetos concretos, se o escopo dele é os objetos concretos, né, digamos assim, e se ele tá quantificando sobre todos os objetos concretos. H, especialmente no âmbito temporal ou algo assim, né?

¶149Eh, porque aí se tiver essa quantificação, essa alegação se torna dúbia, tá? Que é realmente possível que algo tenha uma causa nesse sentido, né? De onde algo envolve tudo aquilo que é o objeto concreto temporal, que tudo isso é produzível, ou seja, que é possível que tenha uma causa, realmente tem uma causa, né? Aí é uma legação muito ambiciosa, né? digamos assim, uma ligação muito ambiciosa, ah, se essa for e aí eu cheguei a comentar isso também aqui, tá, na live que eu tive no canal do nosso amigo, dos nossos amigos aí, o Diógenes e o Ruberv, que é o canal Triologia.

¶150Também comentei sobre isso aqui, tá? Sobre o ceticismo modal mitigado e sobre o empirismo modal. Para quem tiver interesse aqui, ó, assista essa live aqui que foi muito boa, tá? A gente abordou um monte de coisa aqui, ó. Um monte de assunto, cara.

¶151Mas um monte de assunto da hora. Um monte de assunto da hora. Ainda aproveitei para comentar sobre a treta que rolou entre o Gustavo Machado, Gustavo, o Gustavo Bertot e o Frederico Crep sobre metafísica aqui no YouTube, né? Quem não não viu a treta, eu também reagi essa treta, tá? Ah, e aí a gente comentou aqui, eu comentei um pouco sobre isso também.

¶152E aí, essa live aqui, ó, se Deus existe ou não, né? Falando de filosofia com David Ribeiro, tá? E aí nessa live aqui a gente comentou sobre essas coisas, tá? E o Thiago aqui, esse rapaz aqui, o Thiago ele é formado em teologia, tá? Então ele e ele manja muito de filosofia também, ele manja bastante de filosofia também.

¶153Então ele é um cara ali que tem um âmbito acadêmico ali, um conhecimento acadêmico relativamente bom e ele acompanha o meu trabalho, acompanha o trabalho do Sank, né, do Bruno San e de outras pessoas aqui. Então ele trouxe algumas questões e alguns pontos muito relevantes aqui, tá? Essa live foi muito legal, muito produtiva e vocês, se vocês assistirem ela do início ao fim, essas quatro horinhas e pouco, vocês vão aprender muita coisa, tá? muita coisa mesmo, porque a gente abordou muita coisa aqui, muita coisa aqui, interdisciplinar, muita coisa mesmo. Ah, e aí eu comentei sobre isso modal lá, né?

¶154Hã, e assim, essa ligação duvidosa, ligação duvidosa, como eu já comentei, é contraditório porque ele teria que existir antes da própria existência para causar a si mesmo. Causado a partir do nada também é contraditório porque o nada nada pode fazer ou ele é causado por outro. Se ele é causado por outro e também é causado por outro. Então nós temos duas dois tipos de séries ordenadas aqui. A cadeia de de uma série de causas essencialmente ordenadas.

¶155Não vou comentar tão profundamente sobre o que o Apologeta tá falando, porque eu vou analisar o que o Luca tá falando, tá? Porque eu já o Apologet eu já reagi. Então, se vocês quiserem entender esse ponto, vão lá no vídeo que eu reagi o Edson e ele discutindo e depois disso aqui, né, para vocês visualizarem um ponto melhor do cicismo modalmente gado, a legação do escopo, né, o escopo da alegação, né, ah, o questionamento sobre o que que ele quer dizer sobre, no caso, é possível que algo tenha uma tenha uma causa ou é possível que algo seja produzível ou seja efetível, né, digamos assim, ah, que a é o linguagem que o escoto usa, né, na da um dos argumentos dele, né, que é da tripla primazia a favor da existência de Deus, >> cadeia de uma série de causas acidentalmente ordenadas. Aí a gente tenta argumentar, não é possível retroceder infinitamente na série de causas essencialmente ordenadas, nem acidentalmente sem uma causa, essencialmente ordenada. E aí chega que existe uma causa da primeira eficiente não causada.

¶156>> Um pouco difícil de entender a explicação dele aqui, tá? Vamos, tá travado um pouco de chance tá meio nervoso. >> E se é possível existir uma causa eficiente não causada logo, e essa causa existe por si, então ela deve de fato existir necessariamente. >> É, mas não tá claro por que uma ca porque que uma série de causas acidentalmente ordenadas não pode retroceder ao infinito. Eu lembro que essa foi uma inclusive uma objeção que o Antônio Miranda trouxe várias vezes, né, e que eu acho que ele não entendeu na época muito bem o que que seriam as acidentalmente ordenadas, né?

¶157Parecia que ele tava que ele tava dizendo que eu lembro disso são os vídeos, primeiros vídeos do canal, tá? Bem antigos, os primeiros vídeos do canal aqui. Se eu não me engano, o entendimento que ele tinha de acidentalmente ordenado era como se a causa fosse remota, mas não é isso que acidentalmente ordenada quer dizer. Eu posso ter uma causa, eu posso ter uma série de causas essencialmente ordenadas com causa remota, não precisam ser próximas, né? Foi uma confusão de termos aqui.

¶158Acho que isso aqui tudo precisa ser mais clarificado. Eu acho que o Edson To não tá nem entendendo assim mais ou menos por onde tá indo a argumentação da apologeta. Até porque assim, eu para ser bem honesto, eu também não tô entendendo como é que ele tá respondendo o Edson aqui um >> pouco do argumento modal. >> É, é exatamente. Ele tava meio, enfim, poeta tá meio nervoso ali, não tava explicando direito, né?

¶159É, pessoal, série acidentalmente ordenada e essencialmente ordenada, eu cheguei a explicar também nesse vídeo do do trilogia, tá? No canal Trilogia, mas eu vou explicar aqui, né? Já que a gente tá rede do Lucas, o Luca fez esse comentário, vamos escalar assim: "O que que são a série essencialmente ordenada e acidentmente ordenada na visão escolástica?" Uma série acidentalmente ordenada é uma série onde os membros posteriores que são causados, digamos assim, e tem seu poder ou sua eficiência causal derivada, não dependem dos membros anteriores para ter esse poder causal relevante ali para causar outras coisas ou a existência de outros membros ã ou qualquer coisa assim, né? Produzir outros membros ou enquanto efeito ou qualquer coisa outra assim. Nessa série, um exemplo claro disso é a série do avô, do pai e do filho.

¶160Então, o filho, né, ali o avô, ele teve uma relação sexual ali com a com a avó, né, digamos assim, produziu o filho. O filho teve uma relação sexual com a mãe, produziu o neto, digamos assim, que é o filho ah desse filho, né, o filho do do avô ali, digamos assim. Só que assim, para que no caso o filho tivesse essa eficiência causal de produzir o neto enquanto a ali derivado, enquanto gerado a partir dessa relação sexual com a mãe, parece que tem esse poder causal de gerar o novo filho, não depende do vô continuar existindo no momento em que ele tem, que ele favorece essa geração. OK? Então, nesse caso, o poder causal do avô, né?

¶161ou causal do pai não é derivado, né? Não depende do avô estar atualmente na existência para poder existir esse poder causal relevante no filho, dele gerar um outro filho, portanto, gerar o neto, né? Ok? Então isso é uma série acendentalmente ordenada, porque os membros posteriores dessa série não depende essencialmente do primeiro membro, nesse caso do avô, para ter o poder causal relevante. O neto inclusive que foi gerado pelo pai, mesmo se o avô tiver morto, ah, nesse, nessa circunstância, ele poderá no futuro gerar outro filho e assim por diante, mesmo se o pai também morrer, entendeu?

¶162Então, o poder causal relevante dos membros da série não é derivado dos membros mais fundamentais dessa série, de membros mais fundamentais dessa série. Por isso que no caso esse poder, ele é acidentalmente possuído, não é essencialmente possuído. Não tem uma conexão essencial com os membros anteriores, mas meramente ascendental com os membros anteriores. Entendeu? Joia.

¶163Pegaram? Agora, a série essencialmente ordenada como o nome mesmo disso, é uma série não de a o poder causal, a eficiência causal dos membros menos fundamentais dessa série é derivado dos membros mais fundamentais dessa série. O exemplo claro disso é esse microfone. Esse microfone para ele estar nessa altura e aqui em cima da mesa, né? Para ele estar nessa altura estável nessa mesa, ele depende da existência da mesa que tá ancorando esse microfone.

¶164E essa mesa depende da existência do chão para curar ela. E esse chão depende, no caso, da fundação da casa para curar ele. E assim por diante, até chegar no primeiro membro dessa série, dos quais se não houvesse esse primeiro membro na série, esse microfone não ficaria de pé aqui, entendeu? sendo sustentado nessa mesa. Isso é uma série essencialmente ordenada, porque esse microfone essencialmente depende, aliás, essa mesa essencialmente depende, no caso, das bases da casa, né, digamos assim, do chão da casa, para poder ser sustentado e derivar essa sustentação para esse microfone e favorecer que ele permaneça aqui em cima da mesa.

¶165Joias? Pegaram? Então, isso é a distinção entre a série essencialmente ordenada e acidentalmente ordenada. OK? Então, então é isso.

¶166Acho que vocês pegaram, né? Todo mundo pegou. A Bruna, eu acho que ela, a Bruna tá aí, eu acho. Acho que ela não tá aí, né? Não sei.

¶167Não sei se ela saiu, se ela tá assistindo ainda. Mas vocês pegaram um ponto, né? Eu cheguei a abordar isso lá no canal trilogia lá nessa live aí que eu mencionei que tava o Thiago e o Ruberv, tá? Para quem tiver interesse, eu entrei em mais detalhes lá nessa live. Essa live foi, inclusive foi bem bastante didática, tá?

¶168Comparação com outras lives ali, eu acho que foi bem didática. da noite lá tá na b. Ó, o, né, o match tá colocando. Alguns atores gostam de reduzir possibilidade a eu imagino que ou eu concebo o que ou eu intuo o quê, >> sem compromisso com uma base para se poder inferir possibilidades. Sim, concordo.

¶169Brasileirão no dia 22 de novembro. Certo? Eu acho que eu tô eu tô eu tô melhorando na nas explicações, né, pessoal? Acho tá tô tô deixando as coisas mais simples, eu acho, pra galera. Acho que a minha didática tá melhorando, finalmente.

¶170>> Mas enfim, acho que não sei se a Bruna tá aí, se o pessoal tá aí, né? o resto do pessoal aí que ouviu a explicação, mas eu vou prosseguir então, já que ninguém comentou, eu vou prosseguir. Bora d o que a gente pode desenvolver. A mesma coisa paraa causalidade final e da via da eminência. Aí depois a gente tem os atributos divinos como a pessoalidade que a gente pode desenvolver depois.

¶171>> É interessante, né, trazer essas questões do do Tomás Iquino e muitas vezes como faz um filtro, né, até da própria Suma teológica. É interessante porque eu digo assim, além das não só cinco vias, mas isso aí eu tô falando do trabalho dele, tá? Não é ataque a você não, por favor. Eh, eu falo que é um monte de besteira que tem lá, tá? Não só, por exemplo, nessa suma teológica, você vai ver o Tomás Jaquendo dizendo que as mulheres são um erro na criação, na produção do homem, tá?

¶172Basicamente foi um defeito genético de não tinha parte da genética ainda, mas como se fosse um defeito genético, então nasceu uma mulher, é assim como ele trata a mulher, >> que todos os cientistas tratavam na época, essa era a posição padrão da tua tão amada e gloriosa ciência. Então, é por isso que eu acho que ele é meio desonesto assim nas coisas que ele fala. Ele fala desse tipo de coisa tentando desqualificar como se Ah, não. Então houve algo na filosofia de Santo Tomás de Aquino que por conta da ciência da época era problemático. Não porque Santo Tomás de Aquino defendia aquilo arbitrariamente do da cabeça dele.

¶173Aquilo era simplesmente a posição que todo mundo defendia no século XI. Então por causa disso, tudo que o Santo Tomás escreveu é um monte de boi exatamente se é isso não, né? que tá todas estão juntados, >> se eu não me engano, eu acho que já tinha algumas coisas aí que a gente esse tipo de coisa na época, não sei. Teria que visualizar novamente isso daí, consultar melhor ah os textos aí sobre história da ciência para saber. Mas é isso, né?

¶174>> Vamos lá. Eu acredito que esse julgamento que o Tomakino tinha era muito mais, digamos assim, muito mais influenciado também pela pela visão de subjulação, né, das mulheres que há no cristianismo mesmo do que simplesmente só uma questão científica, né, até porque a a investigação científica ela é afetada por certos valores também, né? Existe uma subárea da da filosofia da ciência que é chamada de axologia da ciência. A ciência não é neutra em termos de valores, né? valores morais, epistêmicos, etc.

¶175Pode contribuir para que as pessoas venham desenvolver teses meio problemáticas, digamos assim, até do ponto de vista moral, né, falando, moralmente falando, mas enfim, vamos lá. >> Ah, vem ver como assim >> bobagem. Namente assim, eu sempre faço aquela pergunta. Eu fiz, quando eu reagi esse vídeo do do Edson muito tempo atrás falando de São Fátquino, eu continuo fazendo a mesma pergunta assim: "Você não acha que é de uma extrema prepotência, arrogância, né? Você que, desculpa, filosoficamente, você não é ninguém, tanto quanto autor de filosofia quanto para julgar filosofia?" Dizer que um dos maiores, mais influentes e importantes autores da filosofia ocidental, visto assim, não só por cristãos, mas por ateus filósofos também, esse cara só escreveu um monte de bobagem.

¶176Você não acha que essa é uma afirmação um tanto quanto assim desonesta de ser feita? Não por qualquer coisa relacionada a você. É só porque quando você faz isso, Edon, você subestima a inteligência de todos os homens e mulheres cristãos e ateus de todos os lugares do mundo, de todas as épocas, que leram os textos de Tomás de Aquino e o apreciar. Todos, inclusive de muitos ateus, colegas de você, seus colegas aí no atu no ateismo militante. Então você não acha que é um pouco de assim?

¶177>> Isso aqui eu concordo com o Luca, tá? O assim, para você rebater o o Aquino, é bom você manjar assim, tem um bom conhecimento acerca dos termos, acerca das noções, acerca do dos pressupostos metafísicos do cara, né, para você fazer jusa os argumentos dele, né, você não sair atacando espantalho, coisa e tal. E de fato é um dos grandes intelectuais do âmbito ocidental, né, da filosofia ocidental. Tanto é que o argumento dele até tá naquele compêndio que eu até tenho aqui comigo, que é os 100 argumentos mais importantes da filosofia ocidental, né? As cinco vias, elas são os um desses argumentos, né, dos 100 argumentos mais importantes da filosofia ocidental, cara, que é o livro do Michael Bruce e do Steven Barborne, né, que tiver interesse, né, e esse livrinho aqui, eu recomendo para vocês pegarem, tá, pessoal?

¶178Comprem esse livro, tá? Até tá disponível aí para vocês pegarem na Amazon. É umas paradas assim, é sem argumentos filosofia ocidental. Deixa eu ver se eu acho aqui. Acho que eu clich aqui.

¶179Ah, beleza. Ah, e assim, eu concordo com com o Luca nesse ponto aí. Eu acho que tem que ter um pouco de cuidado, né, também com algumas coisas, assim, eu acho hoje em dia, né, hoje que eu já tenho mais familiaridade com arquina, eu acho ruim, tá? acho muito ruim eh para demonstrar o que ele precisava demonstrar, mas assim é um cara que faz parte da assistante intelectual e que buscava assim, se você for ver a estrutura dos argumentos dele, buscava assim intelectualmente honesto, né, com os oponentes. Então sen não um intelectual qualquer, né?

¶180>> Ã, o Ricardo Reis, David, onde é foi essa live em um canal de teologia que você participou? Me interessei em assistir. Poderia citar o link? Cito sim. Ó, eh, calma aí.

¶181Eita, [ __ ] Calma aí. Esse livro aqui, pessoal, comprem. Esse livro é bom para [ __ ] Tá muito bom. Palmeirenseir 2023 depois foi contratado. >> Esse livro aqui é bom demais, cara.

¶182Ó, os 100 argumentos, ó, 100 argumentos mais importantes da filosofia ocidental, tá? Ó, uma introdução conida sobre lógica, ética, metafísica, filosofia da religião, ciência, linguagem, epistemologia e muito mais. Esse livro aqui é [ __ ] tá? Aí aqui, ó, na parte um do filo da religião, você tem os argumentos aqui, você tem as vias do Tomás Jaquino aqui, ó. Ó, as cinco vias de Aquino, escrita pelo por um filósofo analítico tomista, né, que é o Timothy J Paul, né, ó, cinco vias de aqui.

¶183Então, cara, é um argumento muito muito relevante, tá? muito relevante aí os argumentos dele. E é isso. Ó o Ruberval aí. Salve Ruberval.

¶184Salve meu parceiro David, chegando atrasado por aqui. Parabéns pelo trabalho, irmão. Foi um prazer compartilhar aquele espaço contigo. Tamo junto, mano. Tamos junto aí, Roberto, ó.

¶185Aí foi no canal dele. Ô, ô, ô, Ricardo Reace. Foi no canal do Ruberval, ó. Eu vou mostrar para vocês, ó. Vocês vê aqui na minha aba de comunidade, né, na no posts aqui de comunidade.

¶186Aí você desce aqui, ó, na parte de comunidade você tem o esse post aqui recente mesmo de 3 horas atrás. Aí aqui tá o link da live, tá? Aí vocês clicam aqui, ó. Vocês clicam aqui, vocês vão cair na live que eu tivei com Ruberval e com o Thiago, tá? Com Ruberval e com Thago.

¶187E a gente abordou vários assuntos relevantes aí sobre filosofia da religião e assuntos relacionados, tá? Então é isso. Ah, bora voltar aqui, peg. Bora voltar aqui, peg. >> Bora voltar aqui pro pro coisa.

¶188Beleza, Ricardo. Bora voltar lá. Bora voltar aqui. >> Prepotência e também de subestimar a inteligência de tantas pessoas. Será mesmo que tá todo mundo errado e só o Edson iluminado se tá certo e que São Tomás que só escreveu bobagens, não fica aí para vocês responderem nos comentários, mas eu já tenho minha resposta esse ponto de, ah, será que tá todo mundo errado e só o Edson To tá certo?

¶189Assim, comel, eu acho que assim, virtude do Edson To tá na posição que ele tá, beleza, faz sentido você falar isso, mas no aspecto geral, ah, vamos concordar comigo, Luca, que a maioria dos sistemas filosóficos estão errados, especialmente porque eles são incompatíveis, logicamente, entre si. Assumindo aqui a lógica clássica, claro, né? Ah, que é o que você assume, né? Mas especificamente a lógica aristotélica tradicional, né? Acredito você.

¶190Mas assumindo a lógica clássica, né? lei da contradição, lei ter excluido, ah, lei da identidade, né, digamos assim. Convenhamos, a maioria dos sistemas filosóficos abstratos estão errados e das hipóteses científicas e teorias científicas do passado também estiveram erradas. [roncando] >> Olha só que interessante, né? Então não é muito improvável que também sérios intelectuais, né, que você admira estejam muito provavelmente errados também, né?

¶191Por isso que no caso a nossa convicção em certas teses filosóficas não deve ser tão grande assim, né? Porque no caso existe uma controvérsa muito grande entre pessoas ali ah entre pares epistêmicos, né? Pessoas ali especializadas na área que discordam entre si, né? Tem uma discordância ali que o OP, né? O GRHOP ele denomina como uma espécie de discordância razoável, né?

¶192Existe um certo nível de discordança razoável entre os pares epistêmicos sobre essas questões filosóficas abstratas e mais profundas, né, sobre a realidade e que ilustra que a gente não deve ser tão tão confiante assim nas nossas crenças, né, nossas convicções sobre esses domínios, essas questões filosóficas muito abstratas, né, e tal. FIFA, eu li as sumas e acho ruins mesmo. Então, 95% pelo menos é zoado. Aí o o Elder ali não poupa não, Ricardo. OK, grato, David, grato.

¶193Estamos junto aí. >> Assim, ela acaba sendo viável porque ela serve para reprodução. É aquele que defende também na sua teológica que a escravidão seria algo natural. Não natural, >> porque Aristóteles defende isso no primeiro livro da política. Edon, você já abriu a política de Aristóteles alguma vez na sua vida?

¶194Esse é o tema discutido no primeiro livro da política. Isso é uma discussão que existe até hoje do ponto de vista filosófico tradicional. Então assim, é uma coisa que é que você assim, cara, eu não sei, sabe? Eu não sei o que que acontece com você, entendeu? >> Pera, tu acha aceitável ainda ser discutível esse tipo de coisa ainda hoje?

¶195Por favor, né? Espero que não. Espero que você só tenha falado que, ah, ainda acontece discussões mais abstratas assim, mas ninguém doça isso, né? Acredito que seja nessa linha. Espero que sim, né?

¶196pelo menos >> é os mesmos argumentos de sempre e uma coisa assim é a palpitaria é pura >> nasceu tal como Aristóteles falava não é natural numa segunda forma que tem um ser superior que precisa desse daqui para servi-lo. Esse daqui serve ele basicamente existe para servir daquele superior. É alguém que defendia a ideia da escravidão, alguém que supostamente seria de got que estaria alguma coisa coerente, é uma idiotice sem tamanho, tá? Ou seja, além disso, tem várias outras coisas. Diz que os pessoas como eu, que são hereges, que ousam pegar e falar ao contrário, qual que é a finalidade?

¶197Que que tem que fazer com essa pessoa? Você teria que matar, certo? Porque assim como um falsificador de dinheiro, o governo secular deveria executar, então aquele que falsifica a fé deveria ser morto também. >> Isso era um crime, crime de lesa, majestade. Isso acontecia na Idade Média, né?

¶198Só simplesmente uma leitura anacrônica e distante da realidade, né? Então assim, esse tipo de coisa desonesta que que me faz não consumir conteúdos de pessoas assim, né? Inclusive eu tô até arrependido de estar fazendo react isso aqui, porque é um negócio sem assim é sem é completamente arbitrário, né? Se eu pego Aristóteles, ah não, Aristóteles, ele dizia que tal, tal, mas era uma criança da época, né? Que Aristóteles eu acreditava naquilo, o que que ele queria, né?

¶199Ele queria que as pessoas então elas tivessem uma consciência moral e ética perfeita. >> Então é, eu vi o Pedro Ivo, né, do Reforma, eu vi um vídeo dele recente onde ele comentava e ele comenta, no caso que um dos livros de de Aristóteles, quando ele vai discutir, pelo menos em um dos tópicos, né, acho que não não me lembro qual ser na política mesmo, mas o Aristóteles menciona a posição oposta de pessoas que condenam escravidão enquanto algo natural. E ainda assim ele argumenta contra isso. Ou seja, é como se Aristóteles reconhecesse que tivesse uma posição contrária aquilo já naquela época existente e ele argumenta contra aquilo. A mesma coisa é o o Pedro Iv, ele comenta, né, sobre o Jean Jaques Rousseau, né, no século XVI.

¶200Jean Jaques Russeau, famoso articulador, né, o escritor ali do do contrato social. já condenava, né? Na época ali, século acho que XVI, acho que século XVI que fala, do século X, ele condenava explicitamente a escravidão, a ideia de que e a ideia de que há povos que são inferiores a outros, moralmente falando, no âmbito ali com uma mentalidade iluminista. Então assim, eh, essa ideia de que, ah, na época de Aristóteles era o espírito da época, então não tinha como lutar muito contra isso. Será?

¶201Será aquelas Aristóteles assim pode ser tão exentado assim? Quando que ele menciona uma opinião contrária àquela de que a escravidão natural ela é ela é algo vindicado? indicado. Complicado isso aí, né? Complicado.

¶202Desenvolvida do ano de 2026 no século XI. É isso que ele queria. O Edson, ele vive em Narner. Esse é o problema. >> Aquele que diz que, por exemplo, a homossexualidade, não com esse termo dizendo que tem, faz sexo, é fora da natureza, é ter um pecado muito maior, por exemplo, do que alguém que comete o estupro.

¶203Isso é o que tá na suma teológica. Então, não dá para respeitar esse livro. fora que nem ele mesmo levava a co, porque depois da suposta revelação que ele teve, ele viu que era tudo basicamente palha e ele parou de fazer a obra. Ele nunca mais continuou a obra. Os seguidores dele continuaram depois isso não >> é para você ver.

¶204Então assim, >> então ele não levava a sério. Ele ele literalmente São Tomáson, de acordo com a tradição, teve uma que nós chamamos de contemplação infusa e aí ele não escreveu mais porque ele havia visto a Deus. Aí isso quero dizer então olha a conclusão que ele tira disso, né? A conclusão que ele tira é que então o Santos Tomás não levava o próprio livro a sério. >> Ele mesmo acreditava, sabia que não faz sentido.

¶205Por quê? Porque tudo que Tomás traz é falácia non sector. >> Vamos lá. O Edson Toch normalmente. Sim.

¶206É, cara, eu achei que tava melhor, mas tá a mesma merda de sempre. Assim, vamos lá, Edson. Toda fala >> não, não tá a mesma merda de sempre, mas ainda assim não melhorou tanto. É só isso. Não melhorou tanto, mas não tá, não tá a mesma média de sempre.

¶207Ele melhorou um pouquinho, vai pouquinho, mas não muito. A lógica é um non sequitor, não é secitor, é secitor. Non sequitur é um termo latino que literalmente significa não segue-se ou não se segue. Toda a falácia é um erro formal de argumentação, que aliás tu comete muitos, tá? E não vê.

¶208Toda falácia é um é um non não sequitor. >> Falso, falso, falso, falso, falso, falso, falso, falso, falso, falso, falso, falso. Isso aqui, pessoal, é porque ele tá acostumado com lógica tradicional aristotélica. Por isso que ele acha que falácia se reduz a falácia formal e que todas as falácias formais são sector, envolvem não sector. >> É porque não tá, ele não tá familiarizado com lógica clássica contemporânea, né?

¶209Pósfegiano, pós rossiliano, não tá também familiarizado com lógica informal, como descobriu por Even Copy Douglas Walton, entre outros. Luca, existe uma coisa chamada lógica informal. Luca, na lógica informal, as falácias, elas envolvem uma violação não de regras formais lógicas, digamos assim, envolvendo a forma lógica do raciocínio, mas envolve a violação de certas regras de discurso racional que a gente toma como razoáveis para iniciar certas discussões específicas. Por exemplo, petição de princípio não é uma falácia formal, é uma falácia informal, não envolve violação de um sistema formal, não envolve, no caso, aplicação de sistema formal de maneira inadequada, ou seja, uma forma lógica inadequada, uma inferência ali inválida, não envolve uma invalidade de inferência, >> envolve uma violação de regras do discurso racional, como regras envolvendo, no caso ali certas ah virtudes, digamos assim, epistêmicas cultivadas pelo interlocutor, no caso ali, a o domínio do mérito da questão, né, e a relevância das questões trazidas pro mérito da questão >> e, é claro, o domínio das ferramentas formais e e a aplicação adequada delas de forma ah de forma competente, né? Esses três requisitos são requisitos da lógica informal, envolvem regras pragmáticas que a gente aceita, né?

¶210regras do discurso racional que a gente aceita para poder discutir algum mérito de alguma questão e que não envolve exatamente uma pessoa poder incorrer só em falácias formais. Uma falácia adom, por exemplo, não é uma falácia formal, não envolve a forma lógica de raciocínio nenhum, envolve um ataque falacioso a uma pessoa, ao invés do mérito do argumento da pessoa. Isso é uma falácia informal. Quando uma pessoa, ao invés de ela argumentar e refutar uma tese que foi colocada na mesa, envolvendo um tópico específico de discussão, ela começa a atacar a pessoa em aspectos que são totalmente relevantes. Ela comete uma falácia de homem porque ela tá atacando a outra pessoa em aspectos que não são relevantes para minar a razoabilidade do que ela tá falando, da tese que ela está defendendo, entendeu?

¶211E aí ela corre uma falácia do adomin significa que adió em todos os contextos é falacioso? Não. Essa é a distinção entre uma falácia formal e informal, porque em certas circunstâncias no de de informalidade, discurso racional ali ainda de lógica informal, certos ataques à pessoa são razoáveis. Vamos supor, no caso, que uma pessoa que esteja discutindo com você, ela seja um antivacina e ela seja uma pessoa que não seja especializada numa área relevante. Ela não tem um background relevante de especialização na área ali de medicina, certo?

¶212Vamos supor que ela tenha que ela seja uma pessoa completamente ignorante ou que ela seja uma pessoa nos quais não que se envolveu com várias polêmicas desenvolvido em mentira, em fraude ou qualquer coisa assim. Essas informações sobre a pessoa que está argumentando contra vacinas, elas são relevantes para mim na razoabilidade do argumento dessa pessoa. Então é um adomin que ele é for ele é informalmente logicamente válido. Logicamente ele é razoável. Logicamente em termos de lógica informal ele é razoável.

¶213Se adjonar isso pra pessoa, você falar: "Mas você é um cara antivacina ali que no caso se envolveu em polêmica, né? polêmicas de mentiras, de fraudes, de espalhar fake news. Você se envolveu no caso ali e você não tem especialização na área relevante. Esse adom, esse ataque à pessoa dele, desqualificação à pessoa dele é razoável nesse contexto de argumentação. >> Porque é esperado que uma pessoa que não tem formação, é formação relevante na área relevante e uma pessoa que tá envolvindo uma série de escândalos de mentiras, né, e de fake news e e coisa e tal, que ela tenda a argumentar de forma o quê?

¶214Mentirosa, a mentir, a trazer informação falsa, a ser falaciosa, a não cultivar virtudes epistêmicas, né? virtudes ali intelectuais, né, que favorec que ela seja um agente epistêmico, ou seja, uma pessoa obtentora de conhecimento e propagadora de conhecimento responsável, esse tipo de coisa. E isso é relevante pro mérito da questão de se vacinas, né, são ah eficazes ou não, ou se a gente deveria acreditar nos argumentos que o essa pessoa que é antivacina tá avançando ou não, entendeu? Entendeu, Luca? Então assim, é totalmente errado, tá?

¶215Ah, David, ah, o que você tá falando aí é besteira, não vem aqui e forma o lógico, tá? Stanford. Ó, leia esse texto do L Groker, tá? Groke do L. Grok, esse texto aqui do L Groke para você saber o que que é lógica informal, tá?

¶216Lógica informal. Também lei esse texto aqui do sobre falácias, tá? Do Hansen Falosis, tá? Que aqui fala sobre teoria das falácias, fala sobre lógica informal, né? Abordagens de lógica informal, né?

¶217Para falácias. Aí aqui é a é ilustrada os pontos, né, relacionado ao que caracterizaó eh faláis informais, né, digamos assim. E baixe esse livrinho aqui, tá, Luca? Informalogic Douglas Walton. Informal logic.

¶218Deixa eu ver se tá aqui, se eu salvei informal logic, tá? Esse livrinho aqui, cara. É bom, é bom, viu? Sub lógica informal. Informologic, pragmatic approach, lógica informal, uma abordagem pragmática.

¶219Cara, por que que no caso meu por que que tá abrindo a [ __ ] do meu negócio com Adobe, cara? Não quero que abra com Adobe. Depois eu vou ver isso aqui. Quero que abra com Adobe. Mas enfim, Adobe é muito ruim, velho.

¶220Adobe é muito ruim. Você é louco. Mas enfim. Ó, cara, esse livro aqui é excelente, tá? Ó, esse livro aqui é excelente, cara.

¶221Excelente. Excelente. Só lógica informal. Aí, aqui tem vários, ó. Ah.

¶222esclarecimentos, né? Ah, aqui tem argumento como diálogo raciocinado, tipo de diálogo argumentativo, componentes de diálogo argumentativo, ah, persuasão, diálogo, né? Diálogo de persuasão, discussão crítica, regras eh de persuasão, regras negativas de persuasão, né? Diálogo de persuasão, algumas falácias informais maiores, a falácia do espantáho, é um monte tipo de falácia, né? Falácia do espantalho, uma falácia que não é formal, cara.

¶223Não envolve a forma lógica de raciocínio, envolve você criar, você fabricar um argumento que tem nada a ver com que a pessoa tá argumentando e você atacar esse argumento. Mas não tem nenhum falar assim formal aí, nenhum nenhum erro lógico formal ali no no raciocimo, entendeu? Ah, aqui, ó. Aí você tem argumento das consequências, né? Uma perspectiva crítica, questões e respostas em diálogo, críticas de relevância, apelo emoção, né?

¶224Apela emoção, inclusive eh nem sempre falacioso, tá, pessoal? A, se vocês não sabem, pela emoção, nem sempre falacioso. A de póulo nem sempre é falacioso, né? Ã, alguns problemas, mas não nem sempre é problemático, tá? H, você tem aqui a questão de ataques pessoais na eh ataques pessoais na argumentação, que é isso que eu acabei de mencionar, né?

¶225Tem situações aonde o adomni, o argumento de adomni circunstancial ali, ele é ele é razoável, né? Ah, existem situações, né? Noal, nalicious anomni armies, né? Você tem argumentos adomin ou seja, que atacam uma pessoa que não são falaciosas, como esse exemplo aqui que eu mencionei. OK.

¶226Então assim, cara, é, tá faltando aí coisa, cara. Tá faltando coisa aí. Ô, Luca, tá errado isso aí. >> Táando agora o Andreas Ferreira. Só que tira na entrada da >> complicado, velho.

¶227>> Ó o pessoal comentando aqui. Deixa eu ver aqui o que o pessoal tá comentando. >> Ó, Desp 94. Mas Elder é o brabão. Me manda seu livro para eu ler.

¶228Dizer era comum ou todo mundo pensava assim? É meio que elocar a culpa sujeito oculto que influenciou todo mundo. Parece uma sociedade sem sujeitos. É [ __ ] Ah, para um pensador de nível filosófico é ainda pior na real defender algo comum. Ah, nesse sentido de comum, esses ateus se acham espertos, William.

¶229Eu não me acho. Qual, quais ateus? Eu ainda me eu acho que ainda precisar aprender bastante coisa, né? Eu, eu pelo menos não me acha tão tão esperto assim. Ó o Ruberval comentando aqui.

¶230Ruberval Ferreira. É tochio é [ __ ] viu? Pelo que já vi dele, achei uma figura interessantíssima, extremamente carismática, um talento invejável. Já a fidelidade aos argumentos ali parece ser opcional. A capacidade dele para espantalhar é coisa profissional, se é que me entende.

¶231Não sei se o o se se vai concordar. Eu concordo, cara. Ele m espantalho às vezes, velho. É [ __ ] Antô mirando não é mais atuxe, como assim mirando não é mais teu? Como assim mirando não é mais teu?

¶232Ele é teu sim, cara. A diferença é que não é teu que tá tá enfim dando apoio para uns uma galera ali simpática neofascismo, né? Digamos assim. Aí é [ __ ] né? Apoiar MBL é [ __ ] Ter apoiado MBL com a polêmica do CTS Arvin é é osso, velho.

¶233David, tá estudando quais autores escolas agora? Cara, eu tô estudando algumas coisas sobre filosofia indiana, velho. Graças ao Rian. O Rian, enfim, older aí também que tá no chat, uma galera aí, outros amigos nossos. Hã, e também tô estudando algumas outras coisas, né, relacionado a argumentos para pro debate que eu vou ter com Paulo Víor, né, no Spectrum.

¶234Lembrando, pessoal, o debate já tá estabelecido e eu já mandei meus tópicos, tá, pro Paulo Víor. Ele vai me mandar os tópicos em breve, né, os dele. Já mandei lá pra produção os meus. Vai ser interessante, cara. Vai ser interessante essa discussão que a gente vai ter no Spectral.

¶235Para quem não sabe, pessoal, vou discutir aqui, tá? Nesse formato aqui, hoje teve o Varo Amorim versus o Pedro Urso, né? Pedro urso, trabalhismo versus liberalismo, né? Hoje, ã, deixa eu ver aqui. Spectrum >> um trabalhista versus um liberal.

¶236Aqui, ó, TV do Pedro urso aqui, ó. Vou debater nesse formatinho aqui >> que gerou a crise em 2015. A gente tem uma reação liberal aqui no Spectrum, tá? Vamos lá colocar aqui, ó. Vai ser nesse formato aqui, >> Universidade de Coimbra e formado em direito e comércio exterior.

¶237Eu sou pesquisador do centro Maquense de crescimento econômico, desenvolvimento, forças produtivas nacionais e economia como um todo. Eh, tô aqui hoje no debate e acredito que vai ser um debate muito produtivo, já não é a primeira vez que eu discuto com o Harry e eu sei que ele é um cara altamente qualificado. Cheque mat. [música] A austeridade tende em regra ao fracasso. Bom, pessoal, a primeira coisa importante.

¶238>> Pessoal, G M é gente boa, tá? Ele já apareceu aqui no meu canal, já conversamos aí a gente troca ideia pelo pelo Insta. Gente boa, ele o o Harry, né? O Harry Potter aqui trabalhista. Mas enfim, é isso.

¶239Eh, >> juntos. >> Mas depois eu fala aí, ô William, que parada é essa aqui? Tô mirando não é mais teu. Até onde eu sei ele é teu sim. Pá, ele postou algum vídeo aí, alguma coisa diferente.

¶240Bora. Deixa eu voltar aqui. Todas elas são, não é que assim, ah, não, ele cometia falácias no sécro como se fosse uma espécie de falácias. Todas as falácias são assim, as falácias lógicas, tá? Falso, tá?

¶241Falso, falso, falso. Falta de familiaridade com lógica informal, né? tá muito acostumado com lógica formal aristotélica, né? A lógica formal, aristotélica ali tradicional, né? Ainda por cima.

¶242Posso conceder e pra gente até ir mais rápido, Gabriel, eu posso conceder, até falei no começo, que digamos que toda a filosofia tá certa, não está, mas digamos que estivesse, que o modelo que for levantado tá legal e que toda a metafísica tá perfeita, digamos que eu concedo. >> Ninguém nunca, ninguém nunca falou isso, tá? Ele tá concedendo um negócio que ninguém precisa. >> Você não chegar Deus. Você vai chegar num X metafísico, meta metafórico, vai genérico e completamente abstrato.

¶243Você não chega Deus. Tanto que ele pega e fala assim: "Ah, então tem um motor imóvel aqui, todos chamam Deus". Olha, olha o salto que o cara faz. O pessoal pega assim: "Olha, >> pois é, nunca leu Isagogé, nunca leu, nunca leu os predicáveis, não sabe que o sentido estrito de propriedade tem uma propriedade do sentido de propriedade que se chama conversibilidade." E ele aí o retrato é isso aqui, ó, que tá na tela para vocês verem. Todos os alunos do Liceu que estão assistindo esse vídeo sabem exatamente porque que são Tomás fala isso.

¶244Mas claro, o iluminado Edson Tcho viu um salto lógico de Santo Tomás de aquilo. Claro. E obviamente segundo o Edson Tocho, se eu conseguir provar para vocês que há alguém na outra sala aqui do lado e que este alguém é capaz de rir e eu falar: "Mas isto que é capaz de rir todos chamam de homem". O Edison Toch vai falar que é um salto lógico. >> Você conhece?

¶245Poderia ser qualquer coisa. Repito, poderia ser alguém. Digamos que fosse alguém. >> Cal, calma, calma, calma, cala. >> Existe uma lacuna na via, na primeira via do motor imóvel, tá?

¶246Existe um problema de lacuna, sim, viu, Luca. Inclusive, autores mais contemporâneos, né, admitem que, no caso há a necessidade de argumentos adicionais para poder preencher essa lacuna. O próprio Scott McDonal não admite esse tipo de coisa, né? Ah, ele assume que, no caso, o argumento cosmológico de Aquina é parasitário, né, especialmente da primeira via, mas especificamente, que depende de outros argumentos e outros argumentos adicionais para poder chegar na conclusão de que há um ser que ele é absolutamente que é um motor absolutamente imóvel, né, digamos assim, e que, portanto, no caso esse pode ser a gente pode se chamar de Deus, né, digamos assim, ou seja, você pode estrear atributos divinos significativos dele, né, ou tratar esses esses atributos divinos eh significativos como extraídos a partir dessa conclusão que você chegou, né, ser absolutamente imóvel. Ah, você precisa de argumentos adicionais, né?

¶247Ah, então o Scot McDonald's ele aborda isso, né? Quem tiver interesse, vocês podem entrar aqui, né, no meu canal. >> E você tem autores também, o próprio Daniel Shields, admitindo esse tipo de coisa, tá? Que é necessário alguns argumentos adicionais ali para chegar na conclusão de que o motor imóvel ele é Deus, tá? e que a via ela não favorece para si chegar nessa conclusão.

¶248Vocês vem aqui, ó, nesse vídeo aqui sobre o Ben Chapiro, né, e o Josh Midia, >> bem chapiro revotado por acadêmico, tá? Que é justamente o vídeo em que o Josh Mid, né, antes dele virar católico, né, ele se reconverter pro catolicismo, digamos assim, junto com o Stephan Woodford, né, digamos assim, aonde eles rebatem o bem chapiro. E aqui no comentário fixado eu deixei uma série de textos que a gente tá traduzindo na pensa naturalista. E um deles aqui é esse aqui, ó, Scrot McDonald's, o argumento cosmótico parasitário de Aquino, parte um e parte dois, tá? E aqui o Scot McDonald esclarece porque que no caso o argumento de Aquino ele é parasitário a outros argumentos para poder chegar na conclusão que Aquino visava, né, de chegar a conclusão de que Deus existe, né, nesse caso.

¶249Ah, tudo bem. Então, não é algo tão fácil assim de se liar, tá? De se resolver. Beleza? Não dá para dizer que a isto todos chamam de Deus sem que no caso você consiga preencher a ponte de maneira adequada, a lacuna de maneira adequada.

¶250>> Tem que ser masculino, não poderia ser feminino, não poderia ser os dois, não poderia ser mais. E aí, ainda que fosse uma mente de onde a pessoa chega aqui da mente, essa mente é sabedora de todas as coisas. Oice, >> faltou ler o resto das questões, né? Se tu abrir a suma teológica lá onde tu só abriu para palpitar e tu ler as próximas questões até a questão 13, aí provavelmente tu vai achar as respostas do que tu tá falando aqui. Mas que tu não fez isso, né?

¶251Então aí é fácil vir arrotar isso aqui num debate sem ter feito isso, porque a próxima questão é se Deus é simples, né? Aí São Tomás explica porque que não é muito, né? Mas claro, isso não importa. O que importa é criticar um livro que tu nunca leu. Eu adoro o ceticismo pragmático do do Edson Tocho com a filosofia, como se qualquer processo dedutivo fosse infinitamente questionável, porque até existem posições epistemológicas que são assim.

¶252Só que o mais engraçado é que ele não faz isso com a própria ciência. Isso que eu quero chamar a atenção de vocês que estão assistindo esse vídeo aqui. Nada pessoal contra o Edson, tá? Mas esse é um comportamento recorrente. Então, cara, assim, ó, com a filosofia que ele nunca leu de um autor que é preconceituoso e nunca leu, ele pega e faz 1 milhão de perguntas.

¶253E qual que é a estratégia? Qual que é o modos operante dele? E outros ateus aí na internet. Você faz 1 milhão de perguntas que muitas delas inclusive tem resposta na própria obra do autor. O autor fala disso, mas como você nunca leu, então [ __ ] não importa.

¶254Tu faz 1 milhão de perguntas e aí isso vira o teu argumento. O teu argumento vira 1 milhão de perguntas não respondidas. Então, todo esse ceticismo contra a filosofia escolástica, ele misteriosamente não existe contra a ciência moderna. Imagina se eles fossem céticos assim com a ciência moderna. Existe uma coisa chamada de epistologia do testemunho, Luca.

¶255Eh, o ceticismo completo, né, com relação a questões da ciência contemporânea, é algo visto, né, de acordo com a epistemologia do testemunho, né, que é a área que estuda exatamente como que nós podemos ter justificação, justificação com base eh em relatos testemunhais e coisa e tal, né? E que tipos de testemunhas, né, nós devemos atribuir uma credibilidade maior, né, eh, acerca do que que elas nos transmitem em termos de conhecimento ou de relato daquilo que é tomado como sendo conhecimento, seades, que favorece o seguinte, que é razoável nós atribuirmos confiança para alegações testemunhais, né, que são nos transmitidas através de autoridades relevantes sobre aqueles assuntos. autoridades que têm pelo menos hã credenciais relevantes, né, nos assuntos, são especializadas naquelas áreas relevantes. São pessoas ali que, no caso eh tem um onde há um consenso muito amplo desses especialistas naquele domínio. Isso tudo favorece com que o os testemunhos daquele conhecimento ou pelo menos daqueles relatos ou daquelas alegações de conhecimento que são nenhum das desses especialistas, né, desse âmbito geral, né, que tem um consenso maior sobre certas questões no âmbito das ciências naturais, ã, ciências sociais, etc., com que isso seja adequado de ser confiado, seja razoável você confiar e você atribuir credibilidade para esses relatos.

¶256Mesmo que você não tenha um argumento ali, mesmo que você não saiba percorrer o caminho exato que esses especialistas percorreram para chegar nas conclusões que eles chegaram, ainda assim é racional, é razoável você manter a crença com base nessas teorias ou enfim, eh, nessas teorias paradigmáticas, né, envolvendo ali o âmbito da >> eh >> uma atenção e um cuidado que me pare, >> enfim, me chamaram aqui, mas desconcentrou, mas enfim, vamos voltar aqui. essas teorias paradigmáticas, né, digamos assim, ah, na disputa presidencial, >> então, eh, as teorias paradigmáticas, né, envolvendo no paradigma vigente, né, digamos assim, no outro da da teoria atualmente bem estabelecida, né, as teorias atualmente bem estabelecidas no domínio da das ciências naturais, como química, biologia, física, etc. e tal, ah também essas ciências sociais, históricas, etc., né? Na medida que tem um conceito relevante de especialistas, né, isso ilustra, no caso que há uma confiabilidade maior naquelas alegações que estão sendo feitas, né, e transmitidas por essas pessoas para nós, né, esses especialistas nessas áreas relevantes para nós, OK? Para nossa.

¶257Ah, e no caso você duvidar disso, você não sendo um especialista na área, você não tendo uma especialidade no ou você no caso não tendo aprofundado o suficiente, né, de forma no caso ter competência suficiente ou relevante para você avaliar por si mesmo a evidência primária que essas pessoas recorrem, né, para formar essa crença que elas têm, né, e transmitir isso para nós, ah, enquanto uma evidência secundária, você tá estará sendo irrazoável se você duvidar disso, né, se você continuar duvidando nesse tipo de coisa, nessa circunstância. Eh, então existem cá coisas que não são passíveis da gente ter tempo hábil suficiente ou ter dedicação suficiente pra gente se tornar especialistas nessas áreas de forma a gente ter capacidade ou competência relevante para poder ser capaz de avaliar as evidências primárias nesses assuntos, né? Então a gente tem que confiar em alguns especialistas, infelizmente ou felizmente, etc e tal. E isso na de testemunha é algo vindicado. é perfeitamente razoável uma pessoa, né, ah, ali que não tem uma especialidade profunda numa área tomar, no caso aquilo que é relatado, né, aquela teoria paradigmática que é concordada entre os especialistas naquela área, né, especialmente quando se trata de um conscienso mais amplo, né, de especialistas, ela tomar aquilo como sendo correto, né, ah, e viver a vida dela, né, acreditando naquilo, né, de forma ali razoável, que então é uma justificação testemunhal que essa pessoa tem nessas crenças sobre essas teorias científicas bem estabelecidas e que isso ilustra que ela uma pessoa razoável, né, ao se guiar dessa maneira, né, ao se conduzir dessa dessa maneira, não, doativo dela, né?

¶258Então, calma lá, cara. Calma lá. Eh, mas eu concordo com você que, no caso, a, digamos assim, o Edson, ele não, digamos assim, ele não é o cara que ele consulta sequer o os conteúdos relevantes da da das áreas, né, como da própria filosofia, da teologia natural, etc., né? E os argumentos a favor e contra, né, o âmbito desses argumentos da teologia natural para saber, né, e ter uma posição firmada de forma mais responsável epistemicamente, né? Então eu concordo com você nesse aspecto.

¶259Ele não é um cara muito responsável temicamente quando trata dessa questão de discussão sobre existência não de Deus e blá blá, né? Ah, e de fato ele não aplica, né? Ah, certos e ele não se engaja com certos comportamentos que nós esperaríamos de pessoas tipicamente razoáveis e que estão interessados em buscar uma verdade acerca dos assuntos relevantes daquelas áreas ah nesse domínio, né? Então é isso, isso aí eu concordo. Que precisa ser >> com as demonstrações quânticas, com os experimentos.

¶260Eu gostaria que eles fossem céticos dessa forma, mas não. Com a ciência moderna, daí tudo é aceito. Ah, nós provamos, nós sabemos, nós demonstramos. É uma posição intelectualmente desonesta, simples assim. É um cherry picking.

¶261Só isso. >> Para mim, eu acho que não seria muito. >> O problema não é que ele confia naquilo que é transmitido entre os especialistas nas áreas relevantes, né? Ah, em termos consensuais, né? Ou seja, transmite o conhecimento envolvendo das teorias atualmente bem estabelecidas e paradigmáticas, né, nessas disciplinas.

¶262Hum, aonersidade não subjaz aí, né, ele aceitar uma justificação testemunhal dessas crenças que ele tem sobre esses domínios, da física, química, biologia e assim por diante, antropologia, história, etc. e assim por diante. Mas sim na maneira como ele se engaja com âmbito da filosofia, né, especialmente da teologia natural, né, quando ele vai discutir sobre a existência de Deus, né? Então acho que é aí que tá o problema. O tipo de comportamento que eles cultiva não é um comportamento intelectualmente ou epistemicamente virtuoso, digamos assim.

¶263>> Galera, galera, douam para nós aí algum valor e mandem uma questão aí para nós. >> Eita! Se você concorda, automaticamente você concorda com o ponto dele. Qual o ponto dele? >> Qual o ponto dele?

¶264O resumo da eu disrespeito ao >> Lucas acha quântica problemática? Não sei. >> Não faço ideia. >> Não sei se ele só trouxe esse ponto para questionar o toi ou se ele duvida na mecânica quica gera problemas a dependendo da interpretação que você indosse gereas gera problemas para demonstração filosófica favorita dele, né? as demonstrações favoritas dele, não sei, tem que perguntar para ele.

¶265Miguelindo, salve. Pô, David, mas por que os ateus tem tanta dificuldade de melhorar no debate? Cara, porque eles não levam muito a sério isso, né? Acho que os que levam a sério sou eu, Kauan, né? Atena, enfim, e algumas outras poucas pessoas aí essa parada de filosofia a sério, [ __ ] divisão de mundo a sério.

¶266>> Ah, falando nisso, galera, se inscrevam no nosso canal. Falando nisso, acho que eu não sei se o Ari parou de postar corte, cara. Se inscreva no nosso canal de cortes ali dos ateus analíticos. Ateus cortes. Deixa eu ver.

¶267Cortes atteus analíticos. uma crise que deu o que tá um pouquinho banho marinho que existe uma crise envolvendo sempre acabou sendo colocado na contaminação polícia enorme né no canal v >> totalmente >> vamos todo mundo pensar um pouquinho refletir né >> pois é que e os analíticos >> eu te agradeço demais até amanhã desse capítulo no adiv deir entender que [limpando a garganta] acontece agora, que pode acontecer a partir do sábado, quando se dá essa votos na tirando esses pouco mais de 74000 votos. Cadê o canal, cara? Estava parecendo fácil caminhos de recursos mesma lei aperdade do Eduardo Paada agora a pouco [roncando] indicar pra gente que ele não vai mais lutar por isso na justiça. Recebemos aqui Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Fluminense, né?

¶268Primeiro no TSE e depois no Supremo eliminar do ministro Cristian esse recurso do Não vou conseguir achar pessoal, mas tem um um canal de cortes em Brasília. Professor, obrigado. Eu queria começar perguntando sobre esse processo de retrotalização, quais são as experiências que o Brasil tem na história recente da nossa democracia, como se dá conção desse resultado vai esperar então essa reconto mais proclamar quem é vencedor, como vai se dar isso, o que a gente pode esperar essa parte do final [limpando a garganta] de semana. >> Deixa eu ver se eu acho aqui, pessoal. Vou vou tentar achar o canal em questão.

¶269Não, não achei, velho. Mas o ali criou um canal onde a gente divulga cortes das nossas participações nos podcasts, né? Então eu ia pedir para você se inscrever nele, mas eu não tô achando o link, não tô achando o link exato do canal. Faz tempo, né? Faz tempo que eu não não entro também para ver se o Ali tava postando, sei tava atualizando as paradas no canal.

¶270Deixa eu ver se eu puxo pelo celular, se eu consigo puxar pelo celular. Ah, vamos lá. Achei o canal, tá pessoal? Vou mostrar aqui para vocês. Ah, ele tava postando.

¶271Não sei se ele parou de postar. Tomara que ele tenha continuado postando corte aí, porque também a gente não teve participação nova, né? A gente precisa participar mais em podcast para poder fazer cortes. >> Deixa eu tentar puxar aqui. Se inscrevam nesse canal, tá, pessoal?

¶272Ó, esse canal. Eita, não tem mais o canal. Sumiu o canal aí. >> Sumi o canal analíticos. Não é possível, velho.

¶273>> 274. >> Será que excluiu, velho? Excluiu >> permaneçam mesmo número. Eu não acredito nisso. 49.

¶274Não é possível, velho. Não é possível, cara. >> [roncando] >> Enfim, ainda assim tem os posts que a gente fez, né? Tem os posts no Instagram, né? Mas tá no perfil do Ari.

¶275Não sei se o Ari exclui, depois eu vejo com ele, né? depois eu vejo com ele. Mas enfim, a gente tinha montado um canal de cortesando os votos. Mas obviamente que isso não altera os votos recebidos por cada um dos candidatos, mas o percentual muda porque muda a prop eh dos votos dos votos básicos, né, que de fato foram ali. Eh, eh, >> acho que o Arê excluiu do YouTube.

¶276Pô, tem uns cordes legais lá, >> mas enfim, vou ver depois com ele. >> Importante nesse debate falar sobre essas características de Tomás Jaquino, porque e eu só citei algumas coisas de Tom Jaquino, mas na verdade o argumento que eu estou utilizando é de Dan Scott. poderia falar de Francisco Soares e claro eu, eu por exemplo sou protestante adventista, então acho que ele vai errar bastante coisa Tomás Jaquino, principalmente teologicamente, essa coisa de pena de morte, na verdade é uma questão mais de civil, né? Em vez de eles colocam essa distinção, né? Quando a gente estuda eh como eles é argumento, o que que a igreja deve defender e o que que é algo mais civil.

¶277E claro, tem uma mistura entre os dois, né? Mas aí seria algo mais, >> não importa o Apologeta, o Edson ele ele só quer usar qualquer mínima razão para descubar descredibilizar Tomás Jaquino. É só isso. >> E não necessariamente um argumento e vai se basear em tudo que Tomás Jaquino, ele acredita ser certo. Eu só vou pegar, eu posso pegar um ponto que ele de fato acertou e recusar os outros, igual o que eu faço com muitos autores, né?

¶278Porque assim, tem como você ler bastante obra e falar assim: "Hum, esse argumento não faz sentido, mas aquele outro faz. Ah, mas e as outras coisas que ele escreveu?" "Eu acho que ele tá errado." Mas e o que ele fez enquanto pessoa? Ah, mas aí não me importa. Que me importa é o argumento em si, né? E aí eu poderia mostrar, por exemplo, o argumento de Dan Scott e Francisco Soares, né?

¶279suaristas, escutistas, que desenvolvem um argumento muito interessante, muito que eu acho que é muito mais metafísico que o próprio Thomas Jaquin >> e sobre Deus e Deus cristão, é claro que quando ele fala que ah, que todos chamam Deus, é que é o que todo mundo naquela época obviamente entendia como Deus, mas aí depois, justamente, literalmente depois, ele vai demonstrar é quem é este Deus. Não necessariamente a sua essência, mas ele vai demonstrar Deus tem traz atributos. Deus é isso, Deus é isso, Deus é isso, Deus é isso. >> Deus não tá nem aí, ele não leu, entendeu? Ele não leu.

¶280>> Ele vai então alimentando esse conceito que você tava de forma confusa antes na demonstração e você vai pegando mais distintivamente este conceito de Deus. Aí ele vai, aí ele vai ter e sobre o não sector, né, que Tom Jaquin ele comete não sector. Eu acho que ele não comete justamente por esse motivo que eu falei, é o que as pessoas entendem por Deus. Aí ele vai demonstrar depois os atributos deste Deus. Ele vai demonstrar metafisicamente isso.

¶281>> Eh, quando você comentou que a ciência ela trabalha com causas secundárias e não Deus teria a causa primária, eu poderia dizer que você tá basicamente contradizendo a ideia dos efeitos que nós teríamos para saber através desses efeitos e chegar a Deus. Os efeitos, em tese, seriam causas secundárias que a ciência investiga. >> Não, os efeitos não são causas secundári. como ele faz uma série de confusões ginasiais, assim, efeitos não são causas, você tá falando dos efeitos que a ciência se investiga como efeitos últimos, eles não são as causas secundárias. As causas secundárias seriam ou intermediáries seriam, por exemplo, a explicação material daquele fenômeno, né?

¶282Então você tem, por exemplo, a alteração na cor, >> essa essa distinção entre causas segundas e causas primeiras e essa justificação do princípio de de certos princípios filosóficos que você utiliza para poder raciocinar e chegar até a causa última, elas demandam de você observar coisas no âmbito das causas segundas. Sim. de aspectos vinculados com as causas segundas. Sim, >> para você justificar esse princípio geral, como sei lá, o princípio sin cinesiológico, né, que é o princípio geral do movimento, o princípio da causalidade eficiente, né, sustentadora, né, e coisa e tal. Para você justificar esses princípios, você tem que recorrer a exemplares no âmbito das causas segundas, meu amigo.

¶283Através de um caso, um âmbito ali de justificação observacional empírica, desses da repetição desse tipo de fenômenos que favorecem, no caso, a articulação de um princípio geral que abarca a maneira como esses fenômenos se relacionam e se interconectam no das causas segundas, é o que permite você utilizar esse princípio geral ali, né? eh, seja o princípio geral do movimento, né, o princípio zoológico, seja um princípio ali de causalidade eficiente, sustentadora para você raciocinar e aí sim chegar depois na causa primeira, no último, digamos assim, né? E aí que entra a problematização e é isso que o torcedor ele tá apontando. Tem que ter um elemento ali envolvido com as causas segundas também. Não tem como você separar bonitinho as causas segundas da causa primeira dessa maneira.

¶284E a justificação do princípio geral que você vai utilizar para raciocinar ali no seu raciocínio, no seu argumento ali de teologia natural para chegar na conclusão de que Deus existe, você vai ter que se utilizar do âmbito das causas segundas de observações que você observa na realidade, né? Enfim, os fenômenos que são mais manifestos, né? Ou a os efeitos que são mais manifestos para você chegar na causa que ainda menos manifesta, né? Os fenômenos mais manifestam se luta com aquilo que você observa empiricamente, cara, de uma certa substância lá. Aí, qual que é a razão disso?

¶285Ah, não, a razão é a organização dos é a oxidação, é, sei lá, qualquer coisa, né? Qualquer causa material que você possa dar, ah, é uma um fenômeno químico, ah, um fenômeno físico, qualquer coisa. A explicação desse movimento segundo suas causas materiais, seria uma explicação segundo as causas intermediárias. Só isso. Mas ele não, ele não tá nem aí, rapaziada.

¶286Então, eu já tô até arrependido de ter feito o react. Infelizmente é muito triste, tipo, tipo, me frustra porque eu consigo perceber que ele claramente não faz questão de entender o pensamento de quem ele quer refutar. Ele só faz tudo que ele pode para descredibilizar ah o argumento de alguém. É só isso. Ele não, ele não tá literalmente nem aí.

¶287E não é só ele que faz isso, tem outros caras aí também que fazem isso. É extremamente frustrante, porque eu em contrapartida, quando eu vou ouvir um argumento de um ateu, seja de um filósofo ateu, até uma pessoa, eu venho de coração aberto querendo ouvir, entender qual que é o argumento da pessoa, mas isso a gente não vê a mesma coisa do outro lado. Isso é muito triste. Investigar isso. Eu concordo com ele, né?

¶288Porque o foco do Tchio não é exatamente já tá com o Tochil já tá convicto, né, da do atit dele. Ele não tá muito aberto a a considerar as razões, né, do outro lado, assim, de forma tão aberta quanto sei lá, eu, o Ari, a Atena, o Kauan, a gente costuma considerar, né? Eh, esse é esse é comum de fato. Isso é comum de fato. Eh, isso ilustra uma falta de caridade epistêmica, né?

¶289Caridade intelectual, né? Com os nossos oponentes ali na hora de apreciar os raciocínios deles. Mas a gente visualiza às vezes esse tipo de coisa do outro lado também, né? Do lado cristão tem muito isso da pessoa não apreciar adequadamente os raciocínios do seu lado, né? Visualiza isso muito, principalmente da galera ali para posicionalista, né?

¶290O Jadson, enfim, o Galvão. Ah, você vê até, infelizmente, o Diego, né? O Diego Fernandes, que eu acho até o cara até mais legal do que o Galvão e o e o Jadson, né? Ele tá com a gente, quer espantar [ __ ] né? Para quem lembra aqui da discussão que a gente teve lá no Diálogo Livre Oficial, para quem lembra aqui, [roncando] >> tá até repostado aqui no meu canal, né?

¶291O Diálogo Livre Oficial. Cara, os cara não tava tentando entender os argumentos da gente, sabe? Aqui, ó. Vocês assistirem esse debate aqui que eu tive com Eu, Ari, contra o >> eu tive com o David no meu canal, você percebe que os cara tá cagando de andando, velho. Os cara não tava nem focado assim direito em batendo os nossos argumentos.

¶292Aí você vai ver os rects que eles fizeram, né, do debate, cara, cagando e andando, fazendo umas objeções sem pé em cabeça, criando espantalha rodo. Ah, a gente até reagiu, né, reagiu o rat deles, né, pelo menos eu reagi o rat do Galvão. Falta reagindo do Diego e do do Jadson, né, que é o mais recente que eles fizeram. Ah, mas a gente fez um react aqui, né? Deixa eu aqui, ó, nessa parte aqui do do ao vivo, eu e o Ari, a gente fez o Galvão e o e o Jackson e cara, só espantar, só coisa errada, velho.

¶293Aí o cara não sabendo o que que que os os fibistas epistêmicos acreditam, sabe? Umas coisas assim sem pé, nem cabeça, tudo cagado. Deixa eu ver aqui se eu acho o re que a gente fez. >> Deu, boa noite. >> Ah, deixa voltar, voltar.

¶294Voltar principalmente, [roncando] né? Ania do voto, direito ao voto, um direito que é irregulável, pererível. >> Aqui, Alexandre Galvão palpita sobre psicologia falabilista e trilema de agripa. Cara, você vai ver aqui o R que eu e o Ari fizemos, velho. Qu, cara, terrível, velho.

¶295Terrível os pontos aqui do Galvão, do Jatson. Muito ruim, velho. Muito ruim. Ponta nacional >> [ __ ] Aqui o desempenho. Tanto >> ó, o Chopin tá falando naturalista.

¶296Você acha que os mórmulos responder conseguem responder ah e se defender, né? Respondem e conseguem se defender. Melhor de objeções naturalistas. >> Hum. >> Pode vir com pode vir qualquer o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos.

¶297[música] Isso aí vai ser apenas filosofia, cara. Isso aí não prova nada. Filosofia. [música] Isso aí para mim, isso aí não prova nada. mandou R$ 4.

¶298David, como você responde a esse argumento? Deus, anjos, demonios, espíritos, mesmo que não existam, afetam as pessoas empiricamente no âmbito fisiológico, social, etc. Quero saber sua opinião. Eh, >> na verdade é a crença nessas entidades que pode afetar a pessoa psicologicamente. É, a crença nessas entidades pode afetar as pessoas psicologicamente.

¶299Eu não vejo exatamente o segredo disso. Como assim a você refutar esse argumento? >> Existe o efeito nocebo, inclusive e o efeito placebo, né? As crenças nossas, elas são capazes de de certo modo, né, gerar algum nível de afetação no nosso organismo, né? aquilo que a gente acredita ou deixa de acreditar nos afeta, né, em terminar nossa psicologia, né, ali de alguma maneira, né, algumas de maneira negativa, outras positiva, né, existem um efeito placebo e no cíbo, justamente atestado, né, comprovado cientificamente.

¶300Não >> não v >> o que que teria que refutar nisso? Claro, >> é a crença nessas coisas que afetam aí, apesar da mobilização tenderá a manter esse patamar que cria uma enorme dificuldade, ou seja, a desmobilização da candidatura pais cria uma enorme dificuldade pra candidatura de presidente Lula que é uma região importante, colégio eleitoral importante, onde o teto dele, >> mas respondendo aqui o Chopin, né, que ele falou sobre os morals, você consegue definir? >> Eu acho que pouco, né? Porque se não lembro bem, eu acho que o Joseph Smith, ele acredita que Deus é físico, né? Então assim, eles acreditam em Deus que ele é literalmente físico, né?

¶301Então assim, então >> as campanhas de segundo turno e vencedor. >> Então uma coisa interessante, né? Coisa interessante de >> coisa interessante. >> O presidente Lula perde um palanque que foi desmobilizado de uma derrota. E aí, querendo ou não, fazendo uma conta muito geral, um raio X muito geral, com isso, com a derrota do Eduardo Pais, o PT, o Lula perde eh querendo ou não, palanque oficial nos três estados do Sudeste que representam eh os maiores colégios eleitorais do psicológico apenas.

¶302Claro que sim. É uma ponta muito mais geral, mas olhando agora para dentro do movimento do eleitor, >> questão de conforto, desconforto psicológico, questão de efeito placebo e nocebo, esses tipo de coisas no >> psicológicos ali plenamente naturalisticamente explicáveis esse desfecho regional de hoje. >> Boa noite. >> Confiável que é a metodologia científica que eu posso pegar e refundir. >> Mas prova aí que o método é confiável.

¶303Edson Toch, quero saber, quero ver se você sabe demonstrar que o método científico é confiável. Por que que não tem esse ceticismo que ele tem com a escolástica com o próprio método científico moderno, né? Isso aí não existe, né? O mesmo espírito crítico não existe. Aí é isso que eu queria chamar a atenção de vocês.

¶304Percebam como não existe, né? O o todo esse criticismo, ele >> ele é confiável porque ele favorece, no caso, o âmbito de ah >> digamos assim, porque ele favorece um âmbito de conclusões verdadeiras ali, ah, ou conclusões ali provavelmente verdadeiras ou pelo menos conclusões ali mais eh digamos assim mais vinculadas com o âmbito pragmático, inclusive, né, no da ciência aplicada, né, e que ilustra um aspecto funcional ali que pode ser servir como indic indicador de que algumas coisas ali estão corretas, né, com relação ao âmbito teórico, né, digamos assim, a física teórica, a química teórica, a biologia teórica, digamos assim, ela tem uma conexão com a com o âmbito da ciência aplicada, né, das ciências aplicadas ali, né, ciências tecnológicas, né, e coisa e tal, elas têm uma conexão com a ciência aplicada ali, ciência medicinal, né, el tem ciências medicinais, né, a ciência medicinal, ela tem conexão com com a ciência aplicada no âmbito da da medicina aplicada, ã, da tecnologia aplicada, né, no caso da ciência tecnológica, tecnologia aplicada e etc. Tudo isso é funcional, né? A gente consegue ver a funcionalidade dessas coisas na realidade, né? E aí no caso parece ser um indicador ali de confiabilidade acerca dessas ah dessas coisas, né?

¶305Digamos assim, desses conhecimentos oriundos dessas disciplinas ali científicas, né? Assim, oriundas, principalmente das ciências naturais, né? Principalmente delas, ciências naturais, ciências tecnológicas e assim por diante, tá? E aí a confiabilidade ela é estabelecida nesses termos, né? Pode ser ilustrada, pelo menos é uma evidência relevante de que tem confiabilidade aí no meio nesse tipo de coisa, né?

¶306E na ciência teórica, né? O que indica confiabilidade delas é justamente que há pessoas especializadas nas áreas relevantes que t crença, né? Que endossam certas teorias paradigmáticas, né? Digamos assim, >> ah, que se ilustra com com âmbito de teorias >> atualmente bem estabelecidas, né? e que por eles serem pessoas qualificadas, né, digamos assim, especialistas naqueles assuntos qualificados e tem um acordo muito amplo de especialistas e é um indicador fiável de que aquilo é confiável, de que aquelas aquela teoria bem estabelecida é confiável, né, ou algo assim.

¶307São pessoas competentes, né, relativamente bem competentes, né, digamos assim, sobre aqueles assuntos, né, especializados. Ah, então isso tudo ilustra, no caso, com que >> eh esses métodos do meio de investigação que favorecem esse acordo mais amplo, né, da aplicação dos exatos mesmo métodos do meio de investigação, ah, favorece no caso com que as conclusões, a conclusão alcançada tentar ser uma conclusão muito comum entre pessoas, né, cientistas de várias áreas do planeta, digamos assim, concordando entre si em grande parte de >> e não se caso felidade desse empreendimento, né, porque no caso se não fosse confiável, a gente esperaria uma confusão maior, uma discordância maior, muito mais ampla, né, como ocorre no caso da inclusive a discordância religiosa, né, o conflito religioso que existe de predominante na realidade. Então é isso, né? Eu diria isso se eu fosse o >> o Tochil, né? é uma razão para se tomar confiável justamente >> no limite da margem de >> esses métodos favorecer um acordo amplo de especialistas na área nas áreas e >> só existe com tom >> e também o âmbito da da conexão entre algumas dessas dos conhecimentos dessas áreas mais teóricas com ah >> com o âmbito das ciências aplicadas, né?

¶308Ou seja, da medicina aplicada, da biologia aplicada, da química aplicada e da medicina aplicada. Tomáquino com duns escotos. só existe ali, né? Ele não existe com ciência moderna, por exemplo, seus métodos, né? Não existe.

¶309Aí simplesmente aceita tudo e >> falsificar e de boa e crescer no conhecimento. E eu falei, não chega a nenhum criador, não chega a Deus nenhum, nada disso. Aliás, até uma coisa interessante, você falou, a gente sabe que não tem ou Odin ou Thor ou Zeus ou qualquer Deus do trovão, que aliás, né, se você for pegar Baal também, dependendo da história, que alguns comentam que até Javé poderia ter alguma ligação com isso anteriormente, depois ele vai evoluindo, né, até virar aquele deus único de Israel. >> Teses minoritárias, inclusive na academia, OK? antes que começa a propaganda, >> você tem que escolher qual Deus você vai servir também, né?

¶310Mas assim, tirando essa >> de Flávio Bolsonaro, não sei se essa essa visão do da transição entre o âmbito >> politeísta, depois >> monolátrico e depois monoteísta. Se o To tá se referendo, eu não sei se é exatamente minoritário não, cara. >> E 90% parte de história, então simplesmente a ciência já faz isso de uma forma confiável. Até agora a gente não chegou a Deus nenhum. Não tem nenhum cientista sério que vai chegar e falar: "Isso aqui, ó, com certeza é porque Deus criou".

¶311Não tem. O cara pode ter a sua fé, pode declarar e falar, mas na ciência, nos artigos você não chega a essa conclusão, mas nem a pau. Você pode chegar numa lacuna de conhecimento. Nessa lacuna de conhecimento, você vai falar: "Ó, não sabemos explicar. Para mim tem alguém inteligente que criou isso daí".

¶312Beleza, você prova isso? Não. Então, até a falácia do Deus das lacunas é uma daquelas que mais bloqueia a inteligência do ser humano, porque ela simplesmente impede a pessoa de continuar pesquisando, porque falando para mim é Deus, então tá bom aqui, vamos pegar e beber uma e chega. Não, a gente pode até beber uma da hora. Porém, quud entretanto, todavia, [risadas] não quer dizer que a gente vai parar de investigar a partir daí.

¶313>> Eu literalmente não conheço nenhuma pessoa que faz isso. Vejam como é, é uma espécie de cara, eu não sei, é muito frustrante. Vocês conhecem alguma comunitar? >> Acho que você não tá entrando em contato muito com pessoas do design inteligente, cara, porque o que eles querem fazer é algo mais ou menos aí. Parou a investigação ali, diminuir, >> foi Deus que fez e pronto, velho.

¶314Para certas coisas. Tem um pessoal do design inteligente que literalmente raciocina desse jeito. Ô, ô, Luca, >> que que >> alguma pessoa, algum cientista que era cristão viu alguma lacuna para explicação do universo, pensou assim: "Foda-se a explicação, eu vou tomar uma cerveja". Ninguém faz isso, cara. Literalmente ninguém nunca fez isso na academia.

¶315Qual em primeiro, qual que é o sentido do cara tá pesquisando se Deus para ele é uma explicação que basta? Por que que uma pessoa cuja crença em Deus faria ela dizer assim: "Ah, não tô nem pr explicação de você, vou lá tomar uma sé porque Deus criou tudo mesmo? Se isso faria essa pessoa fazer isso, por que que essa pessoa se tornou pesquisadora, meu Deus do céu, em primeiro lugar, sabe? É, é, é cara, é uma loucura, faz sentido, entendeu? Então assim, pega casos aí famosos, como o próprio George Lamitre, né, que desenvolveu a teoria do Big Bang.

¶316Ele era um pesquisador, um padre católico e aí, né, tinha uma lacuna, explicar qual era a origem do universo, o cara fez a teoria, não, mas de acordo, né, com o Deus das lacunas, ele teria parado o desenvolvimento científico dele e ia ficar tomando uma cerveja em Roma. Seg, gente, não dá para levar a sério esse tipo de coisa não. >> Isso é até perigoso pro conhecimento científico e não é à toa que a gente tem. >> Vale lembrar que ele não defendia a mistura do Big Bang, né? Aliás, da da teoria do átomo primordial, né?

¶317Digamos assim, inicialmente era chamado de átomo primordial com algo que favorecesse a crença na existência de Deus, tá? Ele não não estabelecia isso, né? Como recurso que pode ser utilizado em em teologia natural ou algo assim. Eh, ele pelo menos não favoreceu isso. Eu foi mais neutro com relação a isso.

¶318Luc >> tem pesquisas mostrando que muitos dos cristãos eles são, não tô falando que é você, muitos cristãos acabam sendo o quê? Negacionistas a própria ciência. Porque o que a ciência mostra é exatamente o contrário do que você tá trazendo, seja metafísico, seja da de bíblia, não importa. >> Interessante, né? A própria ciência produz pesquisas científicas para estigmatizar seus opositores, né?

¶319É tipo o réu se julgando num processo, né? Vocês não percebem como isso é doentil. É sério, as pessoas não conseguem perceber como isso é loucura, né? Os mesmos cientistas que não querem ser questionados, eles fazem uma pesquisa científica para dizer e intitular de negacionistas da ciência aqueles que discordam deles. E não, e aí o ceticismo do Edson Tot aqui não existe.

¶320Ele não existe, né? Se vi um lobista lá e pagar para um monte de instituto de universidade nos Estados Unidos produzir uma campanha para dizer, por exemplo, que o óleo de soja faz bem pro coração, amanhã o senor Edson Toch está defendendo que óleo de soja faz bem pro coração. Porque os cientistas disseram: "Não existe nenhum senso crítico que ele tenha quando o assunto é essência moderna". Ele aceita tudo como se o mundo fosse um paraíso, umas mil maravilhas, e não existisse corrupção no meio científico também. Isso é loucura, gente.

¶321>> E vai ser muito, >> eh existe alguns casos de corrupção, sim, no meio científico, né? Mas como no caso o empreendimento científico não é algo centralizado, não existe uma centralização ali ah entre universidades e coisas e tal, então os mecanismos de correção desse tipo de corrupção, desse tipo de ah desses tipos de problemas, eles são eles costumam ser muito mais efetivos do que simplesmente o Luca tá tentando colocar aqui, né? E o Edson Torch, ele é uma pessoa cuidadosa, não simplesmente vai acreditar numa pesquisa. Ah, só porque no caso ali foi publicado no paper, né? um um paper al uma revista acadêmica, sendo que no caso a revista em questão que ele tá considerando uma revista bem conceituada, né, uma uma revista mais confiável, né, com quis ali maior ou qualquer coisa assim, né?

¶322Então acho que o o Tochio ele sabe discriminar esse tipo de coisa, acredito eu. Ahã ele sabe também analisar o aspecto metodológico, né, de algumas pesquisas científicas, né, geralmente ateus sabem bastante disso. Ah, inclusive esses ateus mais nessa pegada neateia, né, eles costumam mais bastante disso, muito mais do que os próprios crentes, né, inclusive acho que até o Luca, talvez. Ah, então assim, eh, >> então não é bem assim, porque cientificamente que o Toshi vai acreditar. Eu não acho que o Thi pense assim.

¶323Não acho que ele pense assim genuinamente. Eu acho que ele tem um certo nível de cuidado na hora de analisar algumas pesquisas, né? Embora tenha seus vieses também. Você só pegar mais t ou coisa tal, mas isso. Então calma, cuidado aí para não desacreditar na ciência como um todo em virtude de de certos lobbies ou qualquer coisa assim.

¶324Kyeb 73. Who is bro? What's up? Como é que essa rejeição está mobilizando? >> Bora >> ser contraditório, não tem como fugir disso, tá?

¶325Então isso é uma coisa que a gente precisa levar em consideração. Outra coisa, você aceitar um argumento certo de Tomás de Aquino, que argumento certo seria esse? Porque que não comentei, sim, eles são não sexo porque ele não se segue, então são faláis, você não consegue demonstrar aquilo. E toda a demonstração que ele faz é com base no Deus da Bíblia, é com base no Deus do catolicismo, que assim ele o era, e que a gente sabe que é uma sede de erros e tudo mais. Por isso que eu até já falei, já dá para ir direto até.

¶326A gente sabe, demonstra. Não, a gente sabe quando é ciência não, a gente sabe quando é Tomás de Joaquino. Uma série de erros. É só isso. É uma repetição infinito adus das mesmas coisas.

¶327>> Deus que o cara de fato defende. A gente não precisa nem trabalhar na metafica. >> Não, não. Quem quiser saber sobre lacuna, sobre lacuna, eu cheguei a comentar isso, inclusive. Acho que comentei lá na live que tava eu, o Gontijo, a Elene e o Misa.

¶328Não, não, acho que não comentei em detalhes, velho. Mas dá uma olhada lá, né? Vem aqui na parte post, pessoal. Vocês descem aqui. Pá, pá, pá, pá, né?

¶329Os vídeos aqui. Pá, as aqui. >> Cadê? Cadê? Cadê?

¶330Cadê? Cadê? >> Rejeição do Flávio Bolsonaro. Talvez melhor. >> Aqui esse vídeo aqui, pessoal.

¶331Eu acho que comentei isso aqui, cara, na live que tava eu, o Gontijo, a Ilane, a Ilan Souza e o Misael Miss Maria. Acho que eu cheguei a comentar sobre problema da lacuna, cheguei até paramizar o contio, porque de fato existe um problema da lacuna, tá? De fato existe um no secreto do na primeira via. Se você quer, pelo menos se você propõe que ela seja um argumento diretamente pra existência de Deus e não que ela demande de argumentos adicionais para chegar na existência de Deus. Então tem uma lacuna mesmo.

¶332Não, não é só não é só no caso a gente que fala isso. J o Joy Smid no capítulo 2 do livro Exation Ener Classic ilustra seis fucking no secetors. O Scott McDonald's nesse nesse artigo que eu mostrei para vocês antes sobre o argumento cosmológico parasitário de Aquino, né, de Tomás de Aquino, lá na pensa naturalista vocês acessem lá. Nem >> pode vir pondé, pode vir qualquer [música] o mais proeminente, o mais prolixo dos filósofos. Isso aí vai ser apenas filosofia, cara.

¶333Isso aí não prova nada. [música] Filosofia. Isso aí para mim, isso aí não prova nada. >> Humano cético mandou R$ 4,38. Então, como um ateu anarquista tal qual você baseia a ideia de justiça, não se restringindo ao caráter normativo coercitivo, já que um libertário expusa-se da ideia contrária à autoridade.

¶334>> Estamos junto. Eh, humano cético, né? NM ancético, um ano cético. Ah, como até anarquista tal como você, baseia a ideia de justiça. Eu baseio, no caso, nas intuições racionalmente ponderadas, né?

¶335Uma abordagem intuicionista ética acerca do da da epistemologia moral, né? E da e da ontologia moral. Então, eu acredito que existem certas certos fatos morais normativos eh não redutíveis, né, ao âmbito de fatos não normativos, né, tais como fatos naturais ou algo assim. Eu acredito que a maneira pelas quais a gente acessa esses fatos morais é através da intuição moral. Então, epistemologia moral meu, pela qual a gente acessa a essas verdades morais, né, essas esses fatos morais e, portanto, a gente toma conhecimento de proposições, né, que são verdadeiras, né, e são verdades morais, né, acerca desse domínio moral, é através das intuições, OK, racionalmente ponderadas, né?

¶336Ah, e aí nesse caso eu endosso a abordagem do senso comum que o Michael Hummer endossa no livro dele da Prom Political Authority Examination the W to City B, né, que é o livro de 2013, aonde na primeira parte do livro ele articula um caso em termos de senso comum contra a autoridade política lá, né, inclusive rebatendo teorias de autoridade do Estado, né, teoria de autoridade política, como no caso ali a teoria do contrato social original, né, do Jean Jackson Sus, do John Lock, a teoria no caso de contrato social e hipotético, né, como do John Rolls, ah, envolvendo ali a questão do vel da ignorância, né, do John Rolls, ah, ah, teorias, no caso democráticas, né, e principalmente a teoria democrática deliberativa, tal como vinculada com Georgia Hberman, né? Ah, então nesse livro também, no outro livro de debate do Michael Humer com o Daniel Layman, né, que é o filósofo liberal, né, ne liberal neocantiano, né, digamos assim, ele também expõe uma abordagem ah, ele também expõe no caso de uma essa mesma abordagem, né, só que também objetando a teoria cantiana de autoridade do estado, né, ou mais ou melhor dizendo, né, no caso do Dani Leão, a teoria neocantiana de justificação da autoridade política, né, ah, com a questão de do estado de direito, né, na visão cantiana, né, corrigindo como supostamente corrigindo os defeitos do estado de natureza, né, nesse caso aí o defeito legislativo, defeito executivo, defeito judiciário, né, aí como favorece uma suposta garantia formal dos direitos, né, que validariam os direitos naturais, né, digamos assim, direitos naturais, ah, que estariam inválidos no estado de natureza, né, não estariam validados, >> estariam viciados no estado de natureza, gente não ter essa garantia formal. Ele rebate isso lá no livro Isol illusion a Debate, né, que é um debate ali envolvendo essa série de livro da Rotlet, né, publicado pela revista, aliás, pela editora Rotl, né, que é uma das grandes editoras acadêmicas ali, ah, onde eles editaram vários livros sobre vários tópicos filosóficos. E essa série aí, Little Debates about Questions é muito boa. E aí tem esse livro específico que é de debate sobre autoridade política entre o neocantiano, né, liberal neocantiano contra o Michael Hilber como anarquista filosófico e o anarquista político ali, né, de certo modo, né?

¶337>> Então é bem bem bem interessante. Aí é isso que eu uso para justificar o o libertalenismo e também o anarquismo, né? Beleza em casa. >> Mas enfim, aí nessa live aqui eu acho que eu cheguei a abordar isso aí. E você tem o Squad McDown, né, nesse texto aí que eu mencionei, né, pensar naturalista, você tem o Daniel Shields também, que é oista contemporâneo que ele discorta sobre isso também, tá pessoal?

¶338Como repolsonaro >> e você tem o GRP, né? Tem o livro o artigo do Gh publicado na revista de língua portuguesa, >> foi publicado acho que em 2024, 2024, 203, 2024, 5, não lembro exatamente o ano exato, foi em 2024, 2025, que é on the validity and soundness of the first way, né, sobre a validade e a solidez da primeira via, tá? Então vocês digitem aí na F papers, né, que é um é um repositório de artigos acadêmicos, né, ali. Vocês digitem aí é on the validity and sell the first way, né? E vocês vão encontrar o texto do GRH também, onde ele ilustra, né, através de indução matemática e blá blá, né, ilustra formal formalmente, né, o por que no caso a primeira via é inválida.

¶339É logicamente inválida e é claro também não sólida. É, não é sólida, né? Mesmo se a gente tentar corrigir a a validade dela, tornar ela válida, ainda assim ela não seria sólida. Aí as duas coisas nesse artigo. >> Caroline Ferreira, salve David, salve chat.

¶340Boa noite. Boa noite Carolina, tudo bom? Uma previsão dele fazer uma passagem por Salvador também 55. David me indica uns livros bons de at? Indico sim, meu amigo.

¶341Inclusive, a gente tem uma lista, a gente tem uma lista além, claro, das aulas, né, que a gente tem aqui, né, as aulas que a gente tem aqui no >> que eu dei, né, as nove aulas que eu dei, que podem te ajudar bastante, né, em termos de filosofia da religião, que o senopen tá até comentando aí, né, você pode entrar aqui, ó, no comentário na na descrição aqui do vídeo. Você pode clicar aqui, ó, e aqui, ó, apoio naturalístico nível um. você clica aqui e aí você assina esse plano e você tem acesso ao nosso Telegram e também você tem acesso às nove aulas que eu dei ali com relação a tópicos relacionados ao ateísmo analítico contemporâneo que se envolve em várias áreas da filosofia diferentes, né? Ah, mas >> sobre ateísmo mesmo, você pode assinar também >> o clube de membros, tá? Tá R$ 0, tá?

¶342R$ 0, R$ 0 no no primeiro mês, tá bom? Tá de grátis. Se vocês assinarem o plano de assinatura aqui de grátis no primeiro mês, tá? Vocês conseguem acessar >> as lives de leitura comentada sobre o livro do Podraper, tá? Esse capítulo aqui eu enrolei bastante, cara.

¶343Acabei postergando ele bastante. Eu vou ver se eu dou essa aula, aliás, vou ver se eu faço essa leitura comentada no domingo, tá? Na na tarde de domingo, na noite de domingo, sem falta, tá, pessoal? Vou tentar fazer isso, né? Tentar fazer isso aí.

¶344Prometo para vocês, pessoal. Vou tentar não enrolar de novo, né? que foi [ __ ] Achei bem ocupado, bem >> bem coisado. E aí vocês podem assistir as outras tanto no caso de você pode ter acesso tanto essas lives, né, de tema livre, quanto no caso as outras leituras comentadas, né, do capítulo cinco sobre evidência decisiva, o capítulo quatro no caso ali sobre probabilidade intrínseca, o capítulo três sobre argumentos evidenciais em favor do ateísmo, aí o capítulo dois, né, que é envolvendo argumentos de inconsistência em favor do ateísmo. E no caso o primeiro capítulo do Draper, né, desse livro muito bom, excelente, né, atualizado, né, em 2025, publicado em 2025 do Draper, né, que é o que é o ateísmo, né, no capítulo.

¶345>> Ah, então você tem acesso a ele de grátis atualmente, tá? De grátis, de grátis ali, né, de certo modo pelo primeiro mês, pelo menos, e vocês obtem acesso a isso. Mas na aba de posts aqui tem um post relacionado aos livros sobre a, né? Então vocês descem aqui na na aba de post, né, no na aba de comunidade, tem um post que eu fiz que é justamente uma lista de leituras de livros, tá? sobre ateísmo.

¶346Deixa eu ver se eu consigo e hoje o tema foi depois de todos esses artigos aqui vai ter uma lista mesa constitucional que tá tramitando no Congresso Nacional que é uma bandeira Lula. Então impossível hoje recomendações de leitura do básico ao avançado sobre ateismo analítico acadêmico contemporâneo introdutório sobre ateísmo em geral. Aí você tem o o livro do ateísmo e liberdade do André Can, você tem o do segundo que é o mundo sobre ateísmo do Michael Martin. Ah, traduzido pelo desch. Você tem um argumentado pelo ateismo do Rober La Po que foi traduzido pelo nosso amigo E filho e revisado por mim e pelo teste, tá?

¶347Eu fui um dos revisores desse livro, inclusive eu divulguei no canal do Roberv. Você tem esse aí no Basics do do GR, tem inclusive alguns capítulos do desse livro traduzidos na pensatista, tá? Se você tiver interesse, dá uma pesquisada aí, joga lá. Esse texto da base no naista que você consegue puxar os capítulos que a gente traduziu, tá? que eu traduzi, aliás, eu traduzi, tá, vários capítulos ali desse, alguns capítulos desse livro, né, que é muito bom sobre tradução antecismo, né, do Paul Draper, que é justamente o artigo na Stafford Philosophy, né, atualizado em 2022, publicado em 2017, né, também aborda isso.

¶348E, enfim, você tem vários livros aqui, né? Então você olha aqui, aqui tem uma lista enorme aqui de livros relevantes, tá? Então é isso. E aqui tem sobre filosofia da região e metafisamente contemporânea em geral, tá? Aqui também eu deixei algumas coisas, OK?

¶349Ah, e aqui tem os livros de consulta que a gente expôs aqui, ó, esses três livros aqui de consulta. Beleza, agora então faz parte da campanha de Lula. Outra mudança também que vale a gente trazer foi na coordenação. Foram ali acrescentados essa coordenação. Rafael Fonteres, por exemplo, reeleito governador do Piau entrou como coordenador.

¶350>> Você dá aula sobre o quê? Sobre vários assuntos relacionados à filosofia analítica. No caso, eu dei aula sobre e fazer interção filosófia da religião, dei aula sobre filosofia. Ah, sobre metautontologia, né? Opa, pera aí.

¶351Eu dei aula sobre metontologia, dei aula sobre e a relação disco filosofão, dei aula sobre metafísica da modalidade, mas especificamente o atualismo de ramificado do Grahop e a relação disso com a filosofia da religião, principalmente a jificação do ateis, né, e a prolização de argumentos teis. Ah, dei aula também sobre filosofia do tempo e a relação disso com a filosofia da religião. Dei aula sobre filosofia da identidade pessoal, né, o problema da identidade pessoal e a relação disso com a filosofia da religião. Sobre filosofia da mente e a relação disso com a filosofia da religião. Sobre, no caso, filosofia da ciência relação com a filosofia da religião.

¶352Sobre filosofia da da das leis da natureza, né, o metafísica da lei da natureza é relacionado com filosofia da religião e assim por diante, né? Dei várias aulas ali relacionado a esse assunto sobre livre arbítrio e a questão da relação disso com a questão de responsabilidade moral, inclusive nossa. e a relação filosofia da religião, especialmente com a compatibilidade entre a nossa liberdade, né, e a existência de um Deus que tem conhecimento presente, infalível. >> Muito obrigada, Bia. A gente enquanto a Bia falava, a gente >> então pode ser que a gente atualize, né?

¶353Recomendo os livros lá na lista de livros que tá na pala lista. Pois é, né? Tem além dessa lista aí que eu >> que eu ilustrei para você, ô, rapaz, tem essa daqui também, ó. livros, livros recomendados, livros para iniciantes. Ó, você clica aqui na pensa naturalista e você entra na parte de livros para iniciantes.

¶354Aí que tem a divisão, né, por assunto que você queira se aprofundar, né? Aí você tem introdução à filosofia geral, né? Tem questões aqui, né? Envolvendo introdução à filosofia em termos gerais. Você tem sobre história da filosofia, tem vários livros aqui sobre história da filosofia, tem sobre metafísica, tem um livro aqui de metafísica, né?

¶355Os livros de metafísica. Você tem sobre filosofia da linguagem, epistemologia, você tem filosofia da matemática, filosofia da ciência, filosofia da mente, ética, lógica, né? Você tem aqui também filosofia da lógica, não só lógica, mas filosofia da lógica também envolvida aqui e outras recomendações adicionais, né? Envolvendo canais de YouTube, gringos e e do Brasil e outras coisas mais, né? Esse tipo de coisa.

¶356>> OK. >> E aqui é claro site de consulta muito bons, né? Filos interfica na rede. OK. Então aqui guia de livros de filosofia parenciantes.

¶357>> Vamos lá. >> Sabotando a votação >> do lado tem algumas coisas. Isso >> não, senhor. Negativo. Porque o debate é se Deus existe, não é se o Deus cristão existe.

¶358Para provar falsa a sua posição, eu não preciso demonstrar que o Deus cristão existe. Eu poderia demonstrar que Deus existe. Isso seria suficiente para provar a sua posição falsa. Vocês não venham com esse papinho, tá? Porque isso aí não cola com em qualquer debate sério, isso não funciona.

¶359A única proposição que deve ser demonstrada para que os ateus estejam errados é: Deus existe. Não me venham com ah, não. Vamos provar o Deus que o cara acredita. Negativo. >> À vontade, pode trabalhar aí.

¶360Outra coisa você falou de outros autores, mas aquilo que você citou >> depende, depende >> depende do contexto do debate. Como eu falei isso que que foi acordado de se debater >> foi, no caso, o aspecto da conexão entre um Deus filosófico e o deus religioso da sua religião favorita do cristianismo ou foi uma questão mais abstrata e mais geral sobre se existe algum deus? Se fosse essa questão abstrata e mais geral, aí sim faz sentido. E eu acho que é o contexto do debate do Tio com Gabriel, né? Pelo que parece, acho que era um contexto mais filosófico do que fazendo a ponte entre o Deus filosófico e o deus religioso específico, né, da do cristianismo.

¶361>> De outros autores falando, é baseado também no Tomás, tá certo? Que o Tomás se baseou em Aristóteles, ainda assim você tá com a mesma base, você entende? Então não dá para fugir muito ali, porque de qualquer forma eu repito, eu concedo que isso tudo possa estar correto. Ainda assim, vamos pra demonstração. Ia ser legal isso daí.

¶362>> O que o que que ele entende por demonstração? Eu acho que ele não consegue entender que um silogismo dedutivo que produz uma conclusão necessária é o que você chama demonstração. Ele não consegue entender isso. Ele acha que demonstração é uma prova empírica. Eu entendo que você ter esse conhecimento, show de bola, mas eu penso que o o público ele gostaria de saber exatamente legal, eu quero saber Deus da minha vida prática.

¶363Eu não quero saber de metafísica, cara. Porque a metafísica, eu posso que nem eu falei, é um Deus filosófico que o pessoal cria, porque a vida já provou que esse Deus da Bíblia não funciona. Só que a dissonância cognitiva faz, cara, eu não posso simplesmente pegar e dizer que tava tudo errado. Então vou criar uma outra justificação. >> Dissonância cognitiva.

¶364Então, M, ele tá dizendo para vocês, né, que quando vocês buscam estudar filosofia e investigar qual é a causa primeira das coisas que existem, vocês têm um problema cognitivo. Vocês estão cometendo, vocês estão tendo um processo de dissonância cognitiva. Quando você se depara como objeção e você não quer abandonar totalmente uma posição por prudência e quer estudá-la, investigá-la melhor, isso é dissonância cognitiva para cativa. Aí o pessoal cria [risadas] uma série de atributos para esse Deus que são muitas vezes >> isso. Essa legação é [ __ ] mesmo.

¶365Essa legação é meio meio complicada. >> Ai ai. >> Inalcançável. Eu não tem como verificar o barato. Por isso que não >> como defender o Edson não, né?

¶366>> Dá para provar nada. E aí o pessoal criou um Deus diferente da Bíblia que ele contradiz completamente esse Deus da Bíblia que a gente pode depois entrar nisso daí. E e aí por isso qual do você vai escolher? Porque se você ficar com esse, você vai ver que não dá para ficar com esse daqui. Então não dá para você, a pessoa que tá nos assistindo, repita, ela quer a coisa da vida real.

¶367Qual que é o seu Deus? >> Quando você falou que a ciência, obviamente, ela só fica nas causas secundárias, mas ela deveria então demonstrar, falar alguma coisa sobre Deus, justamente porque a demonstração da existência de Deus vai dos efeitos para causa. Então, se a gente já começa dos efeitos e a própria ciência ela começa dos efeitos, então ela deveria fazer um caminho parecido, mas a metafísica, quando a gente pega uma demonstração metafísica e cuia, nós vamos dos efeitos para a causa primeira. Então a gente tem uma demonstração e um certo tipo de abstração que nós realizamos para chegar até a causa primeira. é uma coisa, uma ordem eh metafísica mesmo.

¶368A ciência, ela só fica nas causas secundárias justamente porque o intuito dela também não é fazer metafísica. O intuito dela não é, por exemplo, eh chegar e descobrir ah, o que que é o ser enquanto ser, o ente enquanto ente, que é uma definição da metafísica que é a ciência do ser enquanto ser, do ente quanto ente. O intuito dela, na verdade, é uma ciência particular que estuda certos fenômenos empíricos. Então ela não vai querer fazer essa abstração metafísica para saber para saber se Deus existe. Na verdade, ela vai ficar nas causas secundárias, realizar um recorte da realidade, uma descrição.

¶369>> Ele não entende como funciona a ciência. Não adianta explicar, né? Ele acha que a física explica tudo no mundo, >> explica da realidade e tentar explicar os fenômenos que ali estão presentes. >> Calma. Aspectos da física contemporânea pode gerar problemas, né, para uma demonstração metafísica.

¶370>> A física tem uma relação íntima com a metafísica. E é por isso que se algumas teses são problematizadas, por exemplo, se o neorceanalismo é o caso, tal como no caso físicos contemporâneos e filósofos da física contemporâneos defendem que a causalidade eficiente ela está ausente da física fundamentales voltaram >> de fato, a noção de causalidade ela não faz, não tem nenhuma relevância explanatória, nenhum papel explanatório relevante para tratar sobre a física fundamental, meu amigo, já era. Busca pelo causa da primeira, já era, entendeu? pelo menos sentiu de uma causalidade eficiente, né? Próximo ano já ele >> como Daniel Limford, né, tenta demonstrar no artigo dele publicado em uma revista, né, um journal ali de filosofia da ciência contemporânea que é o Ran Journal for Science.

¶371>> Calma lá, existe uma conexão entre as causas segundas e a causa primeira, a suposta causa primeira, né? Haveria uma conexão entre essas coisas, né? e que se você problematiza os princípios gerais que permitem você inferir, que há uma causa primeira ali no seu processo de raciocínio, se você problematiza esses princípios à luz da física contemporânea, você já bloqueia essa rota paraa causa primeira, para concluir uma causa primeira. É esse o ponto, né? Esse é o ponto.

¶372Agora, quando a gente fala de filosofia da religião ou metafísica, na verdade a gente quer partir dos efeitos e abstrair para ver se de fato existe uma causa primeira, uma demonstração cuia. Eh, e sobre Tomajquino, que ele começa pensando no Deus cristão. Obviamente, eh, ele é católico, ele acredita no Deus cristão, mas se você analisar os argumentos dos escolásticos, eles vão demonstrar apenas pela razão, pela razão natural que eles a gente acha que acredita, a gente acredita que seja possível demonstrar somente pela razão natural a existência do Deus do teismo clássico. Eles vão discordar quando seria do Deus cristão. Tem motivo de credibilidade, que é o termo que eles usam para mostrar que a fé cristã é coerente, alguma coisa assim.

¶373Claro, não eh vem do mérito pra gente discutir isso, se é verdade ou não, mas eles acreditam que isso são motivos de credibilidade para a fé cristã. Mas na verdade não pode demonstrar somente pela razão natural como a gente faz para esse a causa primeira não causada que é o sumo ser, que é um Deus que é inteligente, etc. Ou seja, o Deus do teismo clássico. Agora, o Deus cristão para eles é um dado revelado, é o dado de Deus, não da raza natural. Eles acham até heresia, alguns acham até heresia demonstrar o Deus cristão.

¶374>> É heresia mesmo, preg católica, tá? que é católico e tivesse então que e as outras pessoas vão justamente demonstrar pela razão sem ser o Deus cristão. Por enquanto a primeira etapa e depois a gente pode falar do Deus cristão, inclusive a gente pode marcar um próximo debate, falar veracidade da Bíblia, veracidade do Deus cristão. Mas algo interessante é que para o público seria muito interessante antes de falar do Deus cristão, se de fato existe esse Deus sobrenatural do teismo clássico. E aí aqui eu posso discutir um pouco os atributos de Deus a partir desse argumento metafísico modal que eu falei, que inclusive é uma dedução necessária metafísica com cuja conclusão tende a ser apodíica no sentido de eu acho que tem como a gente ter um pouco de certeza pela razão natural, pela demonstração metafísica e da existência de Deus, sobre a existência de Deus, do teismo clássico.

¶375E aí depois a gente pode falar do Deus cristão, por exemplo. >> Valeu, Apologeto. Cara, é na estraia aí, velho. Mas não é, cara, com Edson é só um milagre, velho. Infelizmente.

¶376É isso aí, rapaziada. Eu, cara, tô extremamente arrependido de feit. Acho que vai ser bom para vocês para entenderem muitas coisas, mas honestamente eu tenho eu tenho profunda dificuldade de assistir debates assim, principalmente quando o interlocutor ateu é ele tem uma posição assim extremamente na minha opinião, extremamente fictícia e não fiel à realidade, né? Vou ficando por aqui, espero que vocês tenham gostado, deixem aqui nos comentários, curtam o vídeo, se inscrevam no canal, tenho certeza que vocês estão inscritos por aqui. A nossa turma do Liceu, se você quiser aprender filosofia, >> façam a mesma coisa, se inscrevam no canal, considere se tornar membros assim o plano três, tá?

¶377Naturalista esclarecido e assistam as leituras comentadas aqui. Assistam, pessoal. É de graça, tá? Pelo menos tá de graça. Primeiro mês, tá?

¶378Assinem, assinem. Ah, deem um apoio aqui no canal e é isso, né? Eu acho que a gente finaliza por aqui, amanhã a gente retorna, tá? Agradeço aí todos que estiveram aqui conosco. Valeu, Chopen, valeu o Mano Ctico, valeu Nárnia, valeu aí a galera toda pelas doações, tá?

¶379Foram pouco, mas ok. Valeu, obrigado mesmo assim. E nos vemos no próximo vídeo. Valeu, falou e até mais, pessoal. Uma boa noite para vocês.

¶380>> [música] [música] >> Yeah.