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Doctrine of The Last Things Part 2: Is The Rapture Biblical? || Defenders LIVE!

a tese

William Lane Craig argumenta que a ideia de uma "arrebatamento" invisível e pré-tribulacional é de origem recente e não tem respaldo claro nas Escrituras; 1 Tessalonicenses 4 e o discurso do Monte das Oliveiras apresentam uma única vinda visível de Cristo, na qual os eleitos se levantam para encontrá‑lo e recebê‑lo.

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sim

— vale a pena para você, Bruno, porque convém revisar o uso grego de apantesis, parousia, epiphaneia e apocalypsis nos textos intertestamentários e patrísticos, comparar exegeses de 1 Tessalonicenses e Marcos 13 e checar as evidências históricas patristas contra a cronologia darbyista do arrebatamento.

O que foi dito

  • Craig inicia lendo 1 Tessalonicenses 4:13–5:8, citando o texto que fala da descida do Senhor “com alarido, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus”, da ressurreição dos mortos em Cristo e de os vivos serem “arrebatados” nas nuvens para encontrar o Senhor no ar, e da exortação a vigiar.
  • Lê também 1 João 3:2–3, que afirma que quando Cristo aparecer seremos semelhantes a ele e, portanto, devemos nos purificar enquanto esperamos essa aparição.
  • Explica a variedade de vocabulário neotestamentário para a vinda de Cristo: parousia (presença/vingresso), apocalypsis (revelação), epiphaneia (aparição), citando 2 Tessalonicenses 2:1,8 e 2:1/1:7 como exemplos do uso desses termos.
  • Pergunta se haverá uma ou várias vindas de Cristo e apresenta a posição do “rapture” como a noção de uma vinda invisível que arrebata os crentes antes da grande tribulação.
  • Afirma que essa interpretação não é a posição histórica da Igreja e atribui sua origem recente a John Darby (1827), à difusão pelo Scofield Reference Bible, à política teológica de Dallas Theological Seminary e à popularização por Hal Lindsey (Late Great Planet Earth) e pela série Left Behind de Tim LaHaye.
  • Retorna ao discurso do Monte das Oliveiras (Marcos 13:19–20, 24–27) e enfatiza que Jesus descreve uma tribulação extrema após a qual “verão o Filho do Homem vindo nas nuvens com grande poder e glória” e então ele “enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos”, indicando um retorno visível depois da tribulação.
  • Observa que não há nada no discurso de Jesus que sugira uma vinda secreta para retirar os eleitos antes da tribulação; para Craig, a linguagem de Jesus se harmoniza com Paulo, não contradizendo-o.
  • Analisa o termo grego apantesis usado em 1 Tessalonicenses 4:17, dizendo que na literatura grega ele descreve o ato de sair ao encontro de um dignitário que retorna à cidade, ou seja, os crentes “saem para receber” o Senhor, o que encaixa com a imagem do encontro público e cerimonial, e não com uma remoção secreta.
  • Conclui que o que Paulo descreve em 1 Tessalonicenses é o mesmo evento do texto de Marcos: uma vinda corporal e visível do Filho do Homem que reúne os eleitos, e anuncia que continuará o exame da questão da doutrina do arrebatamento na próxima aula.

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