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Defending Joe Schmid

a tese

Cameron Bertuzzi reúne três amigos pessoais de Joe Schmid (Ethan Muse, Cesar Bernstein e Noah McKay, este colega de doutorado em Princeton) para defender a sinceridade da conversão dele ao catolicismo contra as reações negativas, sustentando que Schmid foi convencido não por interesse ou viés, mas pelo peso cumulativo da evidência de milagres católicos.

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O interesse aqui é filosofia da religião e metodologia de milagres, tema que o Bruno acompanha; mas o vídeo é apologético e defensivo (126 minutos defendendo a honra de um amigo), com pouca substância nova, então rende mais como pano de fundo do caso Schmid do que como análise própria.

O que foi dito

  • Os quatro relatam conhecer Schmid de perto e testemunham que ele resistia fortemente ao catolicismo, chegou a montar um documento de 800 páginas com cerca de 150 objeções, e só cedeu depois de um telefonema de quatro horas com Ethan Muse sobre Padre Pio, decidindo primeiro pelo cristianismo e em seguida pelo catolicismo.
  • Contra o argumento do Gnostic Informant (que é suspeito Schmid ter achado verdadeira justo a religião da própria infância), respondem que não há coincidência espantosa em alguém nascer na maior e mais antiga religião do planeta, e que Ethan, ex-protestante, chegou à mesma conclusão católica por outro caminho.
  • A estrutura do argumento deles é que o catolicismo não é a única tradição com milagres reais (citam Nossa Senhora de Zeitoun, copta), mas é unicamente privilegiado por milagres com implicação vindicatória específica, naturalisticamente inexplicáveis e com exclusão de causa demoníaca.
  • Rebatem a acusação de grift (Paulogia notou o salto de inscritos e visualizações): sair como católico piora a carreira na filosofia analítica (Noah relata professores de Princeton zombando de católicos), e um grift racional teria sido virar cristão genérico ou protestante liberal, não católico tradicional.
  • Contra Bethel McGrew (que disse ter Schmid epistemologia fraca e compreensão rasa do NT), afirmam que ele é dos pós-graduandos mais publicados em filosofia (papers no periódico Noûs) e sustentam a tese provocadora de que a evidência histórica primária de milagres modernos como o estigma de Padre Pio é qualitativamente superior à da ressurreição, embora a ressurreição seja teologicamente mais importante.
  • Distinguem importância teológica de força evidencial: a virgem-nascimento e a abertura do Mar Vermelho são mais significativas, porém pior evidenciadas historicamente que um milagre moderno, e todo milagre moderno vindicatório funciona como evidência adicional para a própria ressurreição.
  • Respondem a objeções protestantes exclusivistas (Lizzy, needgod.net/Ryan) invertendo a lógica: o argumento “não sigam milagres, sigam a Palavra” também teria funcionado contra Cristo e a favor das autoridades que o rejeitaram, e negar que católicos sejam cristãos torna não-cristãos quase todos os que assim se disseram por 1500 anos.
  • Contra Timothy Gordon (católico que ridicularizou o vídeo de 7 horas de Schmid lembrando que as cinco vias de Tomás cabem em 1400 palavras) respondem que Schmid não reivindica novidade, que há valor em séculos de comentário à teologia natural, e que Gordon é figura menor na apologética católica.
  • Contra James Fodor (que criticou o vídeo curto de 30 minutos por não desenvolver os argumentos) e Ruslan KD (que aplicou a Schmid o efeito Dunning-Kruger) argumentam que o vídeo curto era, por sugestão deles próprios, só a história pessoal, com o caso detalhado vindo depois, e que Schmid domina teologia fundamental melhor que os críticos.
  • Encerram negando que Schmid esteja em surto ou episódio maníaco (as vozes e gesticulações são estilo antigo dele) e anunciam mais transmissões com ele no canal Capturing Catholicism.

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