a tese
Quadro "Pedro+Cora" (Pedro Doria e a colunista Cora) do Meio sobre as novidades da OpenAI, com o lançamento do GPT-6 Astra e suas novas vozes, uma comparação franca com o Fable da Anthropic e um caso curioso de agentes autônomos "invadindo" um site.
aprofundar
não
Bate-papo leve; interessa ao Bruno pela comparação GPT-6 x Fable e pelo uso doméstico de agentes, mas é impressionista, sem material técnico para aprofundar.
O que foi dito
- Cora relata que a nova voz do ChatGPT em português ficou mais esperta, rápida e descontraída, com leve sotaque inglês; ela conversa por voz para assuntos leves (perfumes, os gatos doentes) enquanto faz tarefas domésticas.
- Ambos notam que o GPT-6 ficou mais direto e menos puxa-saco, chegando a dar ordens no imperativo (“compra já” ou “nem pensa em comprar”), reação ao excesso de bajulação das versões anteriores.
- Doria avalia que o GPT-6 Astra é superior na automação de tarefas e execução de agentes, mas inferior ao Fable da Anthropic em inteligência, análise e resposta a partir de informação, achando curioso a OpenAI ainda não ter superado o Fable em capacidade cognitiva.
- Contam que ambos usam IA para burocracia real: Cora deixou o “Cláudio” (Claude) emitir notas fiscais e mandar por e-mail, e Doria usa o Claude para toda a contabilidade mensal, extratos e previsão de fluxo de caixa a partir da agenda de palestras.
- Narram a suposta invasão de um wiki alemão para desenvolvedores (DS Wiki) por agentes atribuídos à OpenAI, que teriam começado a escrever artigos uns para os outros documentando como resolviam suas tarefas, episódio semelhante ao já visto na Hugging Face; a OpenAI não confirma nem nega.
- Boa parte do programa desvia para conversa cultural sobre a Idade do Bronze (Eric Cline, 1177 a.C., os Povos do Mar), contas de cuneiforme e culinária histórica no Instagram/YouTube, e resenha do romance Eurotrash, de Christian Kracht, sobre culpa herdada de fortunas de origem nazista.