a tese
Reedição do vídeo anterior do canal sobre o debate da Globo, agora com uma abertura nova: o arvro conta que estava montando a peça sobre as concessões feitas para beneficiar Flávio Bolsonaro quando o candidato desistiu de participar, e decide publicar de todo modo para mostrar quais eram as facilidades.
aprofundar
não
é republicação do mesmo conteúdo com nova introdução, sem informação adicional que justifique atenção.
O que foi dito
- A única diferença relevante em relação ao vídeo irmão é essa moldura, a desistência de Flávio mesmo com o palco arrumado em favor dele, que o canal trata como demonstração de que a palavra do candidato não vale nada.
- O restante repete o mesmo material: o paralelo com o editorial da emissora em apoio ao golpe de 1964, hoje tido internamente como erro, e com a edição do compacto de 1989 (gravata retirada de Collor, glicerina no lugar de suor, pastas vazias apresentadas como denúncias contra Lula).
- A composição do debate é a mesma denúncia: Augusto Curi, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, o último presente só por decisão do TSE, nenhum com disposição para constranger o candidato do PL.
- A exclusão de Renan Santos, terceiro nas pesquisas, com o recurso do Missão ao Supremo alegando igualdade e soberania popular, e a atribuição da manobra ao ministro Kássio Nunes Marques.
- A frase central é repetida: a emissora montou um debate sob medida para um debatedor que costuma desmaiar sob pressão.
- A concorrência do Flow Podcast com Lula no mesmo horário é apresentada como o que de fato incomoda a emissora, mais que o protesto do MBL na porta.
- O agravante de contexto também se repete, com a revelação de Veja sobre Luciano Huck sócio e amigo de Daniel Vorcaro e a mensagem de parabéns pela venda do Banco Master no dia da prisão do banqueiro.