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Joe Schmid Says Miracles PROVE Catholicism. Here’s the Problem.

a tese

Resposta cética à afirmação de Joe Schmid de que milagres PROVAM o catolicismo; o anfitrião do MythVision, apoiado nos comentários de um patrono chamado Rick, argumenta que "provar" é um ônus alto demais que a apologética não paga e que anomalias estatísticas em populações enormes explicam os supostos milagres sem recurso ao sobrenatural.

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não

Vídeo de canal cético popular, com argumento estatístico válido mas raso e diluído em autopromoção; serve apenas como o outro lado do caso Schmid, não exige sessão.

O que foi dito

  • Distingue três saltos que Schmid empacota como um só argumento: que um milagre aconteceu, que portanto Deus existe e que portanto a Igreja Católica é a única verdadeira; cada um precisa de justificação própria.
  • Schmid teria dito que milagres provam, e não só apoiam, o catolicismo; usar “provar” implica convencer quem parte de pressupostos naturalistas, e esse ônus recai sobre Schmid, não sobre o cético.
  • Analogia dos experimentos de ESP com cartas: os resultados acima do acaso desaparecem quando se acrescentam controles; historicamente, quanto mais de perto se investiga um milagre, mais fina fica a evidência.
  • Argumento do amputado: se Deus faz milagres para demonstrar sua existência, por que não há nenhum caso documentado de membro regenerado? A defesa de que Deus mantém os milagres ambíguos para preservar o livre-arbítrio rebaixa o milagre de prova a mera compatibilidade com o catolicismo.
  • Psicologia da conversão: Schmid, criado católico, voltou justamente ao catolicismo; o anfitrião, ex-carismático, diz que a dinâmica do “filho pródigo voltando para casa”, a aprovação da família e o assédio afetuoso dos canais católicos merecem ser pesados, já que apologetas psicologizam apóstatas o tempo todo.
  • Segundo comentário de Rick: a pergunta certa não é a probabilidade de um caso isolado, mas a de pelo menos um caso extraordinário entre 10.000 frades e 1 bilhão de católicos ao longo de séculos; usa o exemplo da roleta de Monte Carlo em 1913 (26 pretos seguidos) como anomalia estatística esperada numa amostra gigantesca.
  • Padre Pio: como prévia de um documentário, alega que em 1919 Padre Pio obteve em segredo ácido carbólico (antisséptico cáustico), com testemunho guardado há um século no próprio arquivo do Vaticano, sugerindo explicação natural para as chagas.
  • Padrão retórico do anfitrião: mistura o argumento com apelos por patrocínio de documentários (Fátima, Lourdes, Zeitoun) e com a piada do “anjo Gabriel” pedindo doação de 100 mil dólares, para ilustrar que testemunho é evidência fraca.

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