a tese
Reupload, no canal do MythVision, da mesma live de Jonathan MS Pearce com Derek Lambert e Aaron Adair já registrada em 12/09 pelo canal A Tippling Philosopher (https://youtu.be/oFByNvrCGLI): a conversão de Joe Schmid ao catolicismo se explica melhor por psicologia e pressão social do que pelos milagres em que ele apoiou o caso.
aprofundar
não
É duplicata do vídeo já resumido em 12/09; quem quiser o conteúdo deve ler aquela entrada, que cobre a mesma conversa com mais detalhe.
O que foi dito
- Conteúdo idêntico ao vídeo de 12/09, do primeiro minuto (“Hello everybody or nobody… a Tippling Philosopher philosophy of religion channel”) ao fecho (“Big love to you all”); muda só o canal que hospeda e pequenas variações da legenda automática.
- Lambert conta que Schmid recusou avaliar seu roteiro sobre livre-arbítrio por falta de tempo semanas antes de gravar a série coordenada de aparições católicas com data de lançamento marcada.
- O modelo explicativo vem de um clipe de uma ex-mórmon: quem sai de uma fé de infância sem repor sentido, comunidade e ritual fica com um vácuo, e basta um limiar mínimo de respeitabilidade intelectual para o retorno virar emocionalmente irresistível; Schmid vem de família católica praticante e se descreve como filho pródigo.
- Estranham o destino escolhido, catolicismo tradicional com inferno de tormento consciente eterno, e apontam a inconsistência de Schmid duvidar das próprias intuições morais diante do inferno enquanto confia na intuição que identifica a religião verdadeira.
- Contra os milagres: milagres vindicatórios que provam o catolicismo mesmo quando ocorrem em outras religiões, a lei de Littlewood, a circularidade entre crer em Deus e crer no milagre, e o fato de ninguém receber visão de uma religião que ainda não conhecia.
- Adair acusa os dois volumes de Craig Keener sobre milagres de saltar de caso em caso sem esgotar nenhum, exemplificando com a previsão de chuva relatada 40 anos depois sem checagem de aldeias vizinhas.
- Lambert antecipa seu documentário sobre Padre Pio, baseado em Sergio Luzzatto: pedidos secretos de ácido carbólico puro e veratrina em 1919, denunciados pelo farmacêutico e arquivados no Vaticano.
- Registram que Schmid apagou vídeos sobre universalismo (com Ryan Mullins e Eric Reitan), críticas à lei natural católica e um debate sobre aborto, para não deixar material que leve outros ao pecado.